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Novo modelo de IA de baixo custo da chinesa DeepSeek acirra disputa tecnológica com os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:07

Tecnologia Novo modelo de IA de baixo custo da chinesa DeepSeek acirra disputa tecnológica com os EUA DeepSeek‑V4, com código aberto, mais barato e potente que modelos americanos, surge em meio a acusações da Casa Branca de espionagem tecnológica e disputa estratégica. Por Deutsche Welle

A startup chinesa DeepSeek lançou nesta sexta‑feira (24) um novo modelo de inteligência artificial com custos "drasticamente reduzidos".

A corrida pela IA intensificou a rivalidade entre a China e os Estados Unidos, e a Casa Branca acusou, nesta quinta‑feira, entidades chinesas de realizarem um esforço em larga escala para roubar tecnologia de inteligência artificial.

O DeepSeek‑V4 "apresenta um contexto ultralongo", informou a empresa em um comunicado na plataforma de mídia social WeChat, descrevendo‑o como "líder mundial, com custos drasticamente reduzidos de computação e memória" em um anúncio separado no X.

O V4 suporta um comprimento de contexto de um milhão de "tokens" — pequenos componentes de texto, incluindo palavras ou pontuação —, colocando‑o no mesmo nível do Gemini, do Google.

O novo V4 foi lançado em duas versões, DeepSeek‑V4‑Pro e DeepSeek‑V4‑Flash, sendo esta última "uma opção mais eficiente e econômica" por contar com parâmetros menores.

O DeepSeek mostrou que a China também pode desenvolver os "cérebros" da IA — Foto: Reuters

A startup chinesa DeepSeek lançou nesta sexta‑feira (24) um novo modelo de inteligência artificial com custos "drasticamente reduzidos", mais de um ano após surpreender o mundo com um modelo de raciocínio de baixo custo que igualava as capacidades de rivais americanos.

A corrida pela IA intensificou a rivalidade entre a China e os Estados Unidos, e a Casa Branca acusou, nesta quinta‑feira, entidades chinesas de realizarem um esforço em larga escala para roubar tecnologia de inteligência artificial.

Com sede em Hangzhou, a DeepSeek ganhou projeção em janeiro do ano passado com um chatbot de IA generativa, alimentado por seu modelo de raciocínio R1, que abalou as suposições sobre a dominância dos EUA nesse setor estratégico.

O DeepSeek‑V4 "apresenta um contexto ultralongo", informou a empresa em um comunicado na plataforma de mídia social WeChat, descrevendo‑o como "líder mundial, com custos drasticamente reduzidos de computação e memória" em um anúncio separado no X.

O V4 suporta um comprimento de contexto de um milhão de "tokens" — pequenos componentes de texto, incluindo palavras ou pontuação —, colocando‑o no mesmo nível do Gemini, do Google.

O comprimento de contexto determina quanto de entrada um modelo é capaz de absorver para ajudar na execução de tarefas.

O novo V4 foi lançado em duas versões, DeepSeek‑V4‑Pro e DeepSeek‑V4‑Flash, sendo esta última "uma opção mais eficiente e econômica" por contar com parâmetros menores.

Em termos de "conhecimento de mundo", um benchmark de raciocínio, o V4‑Pro fica atrás apenas do modelo mais recente do Gemini, segundo a DeepSeek.

Uma versão prévia do modelo de código aberto já está disponível, informou a empresa, sem indicar quando uma versão final será lançada. No começo do ano passado, logo apos ser lançado, o modelo da DeepSeek chegava a custar 18 vezes menos que o ChatGPT.

Especialistas afirmam que a chegada do V4 marca um "ponto de inflexão” em termos de hardware e custo.

"Isso resolve problemas antigos de desempenho mais lento e custos mais altos associados a comprimentos de contexto longos, marcando um verdadeiro ponto de inflexão para a indústria", disse Zhang Yi, fundador da empresa de pesquisa tecnológica iiMedia.

"Para os usuários finais, isso trará benefícios amplos e acessíveis. Por exemplo, se o suporte a contextos ultralongos se tornar um recurso padrão, o processamento de textos extensos deverá sair dos laboratórios de pesquisa de ponta e entrar em aplicações comerciais convencionais", acrescentou.

O V4‑Pro possui 1,6 trilhão de parâmetros, enquanto o V4‑Flash tem 284 bilhões de parâmetros, que refinam a capacidade de tomada de decisão dos modelos.

O modelo também foi "otimizado" para produtos populares de agentes de IA, como Claude Code, OpenClaw, OpenCode e CodeBuddy, segundo o comunicado da DeepSeek.

O lançamento mais recente da DeepSeek é um "marco" para as empresas chinesas, afirmou o veterano analista da indústria de IA Max Liu.

"Isso é algo positivo para toda a indústria doméstica de IA. Pode oferecer modelos melhores para os usuários locais, e agora podemos esperar muitas outras coisas — mais produtos e um mercado mais competitivo", disse.

O chamado "choque DeepSeek" do ano passado provocou uma queda nas ações relacionadas à IA e uma reavaliação das estratégias de negócios, sendo também descrito como um "momento Sputnik", ou seja, um choque estratégico repentino para o setor.

O chatbot apresentou desempenho em nível semelhante ao do ChatGPT e de outras ofertas líderes dos Estados Unidos, mas a empresa afirmou que utilizou significativamente menos poder computacional para desenvolvê‑lo.

No entanto, sua popularidade repentina levantou questionamentos sobre privacidade de dados e censura, já que o chatbot frequentemente se recusava a responder a perguntas sobre temas sensíveis, como o massacre da Praça da Paz Celestial em 1989.

No país, as ferramentas de IA da DeepSeek vêm sendo amplamente adotadas por governos municipais chineses, instituições de saúde, pelo setor financeiro e por outras empresas.

Isso foi impulsionado em parte pela decisão da DeepSeek de tornar seus sistemas de código aberto, com seus funcionamentos internos públicos — em contraste com os modelos proprietários vendidos pela OpenAI e outros concorrentes ocidentais.

Mas a Casa Branca acusou empresas chinesas de tentarem "roubar” tecnologia americana, antes de uma cúpula prevista entre Donald Trump e Xi Jinping em Pequim no próximo mês.

"Os EUA têm evidências de que entidades estrangeiras, principalmente na China, estão conduzindo campanhas de destilação em escala industrial para roubar IA americana", disse Michael Kratsios, principal assessor de ciência e tecnologia de Trump, em uma publicação no X.

A destilação é uma prática comum no desenvolvimento de IA, frequentemente utilizada por empresas para criar versões mais baratas e menores de seus próprios modelos.

O anúncio da DeepSeek nesta sexta‑feira também ocorre em um momento em que a Meta afirma que planeja cortar um décimo de sua força de trabalho em busca de ganhos de produtividade, ao mesmo tempo em que investe pesadamente em inteligência artificial.

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O que o consumo de carne de burro na Patagônia revela sobre a atualidade da Argentina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 09:07

Agro O que o consumo de carne de burro na Patagônia revela sobre a atualidade da Argentina Preços da carne bovina subiram 6,9% em março, acima da inflação mensal da Argentina de 3,4% — o maior índice dos últimos 12 meses. Por BBC

A carne bovina argentina, famosa mundialmente pela qualidade e maciez, sempre ocupou um lugar central na mesa do país.

Mas em meio à alta dos preços da carne bovina, que subiu 6,9% em março, acima da inflação mensal de 3,4%, um tipo de carne pouco tradicional começa a ganhar espaço na Argentina: a de burro.

Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana.

A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — faz parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".

A carne bovina argentina, famosa mundialmente pela qualidade e maciez, sempre ocupou um lugar central na mesa do país.

Resultado de uma combinação de genética, alimentação e da criação do gado nas extensas planícies dos pampas — onde o relevo plano reduz o esforço físico dos animais —, os cortes são conhecidos por serem tão tenros que, como dizem locais e turistas, podem ser "cortados até com colher".

Mas em meio à alta dos preços da carne bovina, que subiu 6,9% em março, acima da inflação mensal de 3,4% — o maior índice dos últimos 12 meses — um tipo de carne pouco tradicional começa a ganhar espaço na Argentina: a de burro.

Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — faz parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".

A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.

Após a aprovação, ele levou a proposta a um açougue e a um restaurante tradicional da cidade, onde a novidade rapidamente atraiu público.

Em entrevista à BBC News Brasil, a proprietária do restaurante Don Pedro, Carla Gutiérrez, disse que foram servidos pratos como empanadas, churrasco e linguiça feitos com carne de burro, que agradaram aos clientes.

"Foi um sucesso. Veio muita gente e todos gostaram. Eu também provei e gostei. A carne é parecida com a bovina, só um pouco mais escura e com menos gordura", afirmou, acrescentando que a carne se esgotou rapidamente no açougue.

Apesar da repercussão, Victor Tonelli, especialista em carnes na Argentina, afirma que o consumo de carne de burro ainda é pontual: "Não há nenhum impacto (no consumo e na produção local)" por ser algo muito especifico, diz.

Ainda assim, os chamados "bifes de jumento" chamaram atenção por refletirem um comportamento mais amplo dos consumidores: a busca por alternativas diante da perda de poder de compra.

Para Carla, não há dúvidas que parte do interesse está ligada ao preço. Ela contou que em Trelew, o quilo da carne de burro é vendido por cerca de 7.500 pesos (cerca de R$ 27), enquanto a bovina pode chegar a 18 mil ou 19 mil pesos (R$ 65 ou R$ 69) — quase três vezes mais.

A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.

Segundo o último relatório do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) da Argentina, carnes e derivados estiveram entre os itens que mais subiram na categoria de alimentos, um dos principais fatores na composição da inflação.

Na Grande Buenos Aires, por exemplo, a carne registrou aumento anual de 55%, chegando a 61,5% na região Noroeste, sendo o item com a maior alta no período.

Carla Gutierrez (de cabelo preto amarrado) e sua mãe ao lado de funcionários no restaurante Don Pedro — Foto: Arquivo Pessoal

Dados recentes mostram que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.

Segundo Tonelli, essa queda acompanha uma mudança nos hábitos alimentares. Atualmente, o consumo total de carnes na Argentina gira em torno de 115 a 116 quilos por pessoa ao ano, incluindo cerca de 51 quilos de frango, 45 quilos de carne bovina e entre 19 e 20 quilos de carne suína.

Mas esse consumo de carne bovina já é menor que o ano passado e está e distante dos níveis históricos do país.

"No ano passado, nesta época, era de cerca de 50 quilos por pessoa. E, há 60 anos, para termos uma ideia, eram 82 quilos de carne bovina por habitante, contra apenas 12 quilos somados de frango e suína", afirmou.

Na época, como costumam lembrar os próprios argentinos, o país passou a ser visto como "carnívoro", diante da predominância da carne bovina na dieta e da menor diversidade alimentar.

Trabalhando há 60 anos como produtor rural, Cittadini afirma que o projeto não foi concebida como resposta à atual situação econômica.

Segundo ele, a iniciativa surgiu a partir das dificuldades enfrentadas pela pecuária e criação de ovelhas na região da Patagônia, devido ao clima rigoroso e o relevo irregular, além da presença de predadores.

"Foi por tudo isso que pensei no burro como alternativa. Ele é mais resistente ao meio ambiente daqui. E se adapta perfeitamente ao clima patagônico."

O que o consumo de carne de burro na Patagônia revela sobre a atualidade da Argentina — Foto: Diário El Chubut

Atualmente, Cittadini mantém cerca de 150 burros e planeja ampliar o rebanho em breve, com foco no mercado local da província de Chubut.

"É verdade que a carne de burro é mais barata que a bovina, mas o projeto não está ligado a situação econômica do momento. Já vivemos muitas crises e essa é uma mais. Estamos acostumados e sempre nos erguemos, sempre enfrentamos e superamos", disse à reportagem.

Procurado, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) informou que não há registro de exportação de carne de burro no país e que o consumo "não é habitual, mas também não é proibido".

A situação econômica da Argentina tem afetado principalmente o consumo e os setores de comércio e indústria. Segundo o economista Ricardo Arriazu, o país está diante de uma profunda mudança estrutural.

"Eu nunca tinha visto o que está acontecendo, com uma nova dinâmica nos setores de energia, mineração e do agro, que geram forte aumento de divisas para o país, mas não absorvem mão de obra. A indústria, a construção e o comércio, por sua vez, têm retrocesso", afirmou.

De acordo com a União Industrial Argentina (UIA), o setor industrial tem registrado perdas de entre 1.000 e 1.500 postos de trabalho por mês desde março do ano passado. Dados oficiais indicam ainda que a indústria argentina caiu 8,7% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, acumulando oito meses seguidos de retração.

Nesse cenário, a inflação de março (3,4%) foi o principal fator de preocupação do governo, segundo a imprensa local.

O combate à inflação foi uma das principais bandeiras da campanha de Javier Milei à Casa Rosada. No entanto, com a pressão sobre os preços — em um país com histórico de inflação elevada —, o desafio de conter a alta se tornou ainda maior.

Em discurso na semana passada, Milei pediu paciência aos argentinos e voltou a afirmar que a situação vai melhorar. "Normalmente, os políticos fingem demência ou falam de outra coisa quando recebem um dado negativo. Mas como eu sou Milei e detesto a maneira como fazem política tradicional, e como odeio a inflação, e como este dado me gerou repulsa, vou falar sobre a inflação", disse em um evento com empresários.

O Banco Mundial prevê que a economia argentina crescerá 3,6% em 2026 e 3,7% em 2027, com uma das maiores expansões da região. Porém, como observou o economista Arriazu, trata-se de um crescimento desigual.

Enquanto isso, experiências como a de Trelew seguem despertando curiosidade — seja como alternativa econômica ou como novidade gastronômica em um país onde a carne bovina sempre foi dominante.

Ainda que restrito, o consumo de carne de burro revela como mudanças no cenário econômico podem influenciar até mesmo hábitos profundamente enraizados na cultura alimentar argentina.

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Supercarro brasileiro de R$ 1,5 milhão ganha configurador virtual aberto ao público

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 06:16

Carros Supercarro brasileiro de R$ 1,5 milhão ganha configurador virtual aberto ao público Primeira unidade do Super Veloce Unico será entregue em maio; site permite personalizar cores, faixas, interior e rodas. Empresa quer, no futuro, homologar uso em vias públicas. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Quem cresceu jogando videogame, com títulos como Gran Turismo, Forza ou Need for Speed, conhece a diversão de um configurador de carros.

É ali que o jogador escolhe a pintura, define o interior, testa diferentes rodas e observa o resultado final.

Agora, essa experiência chega ao primeiro supercarro brasileiro. O Unico, da marca Super Veloce, oferece nove opções de tons em fibra de carbono, 11 cores brilhantes e quatro alternativas foscas. O site permite montar o modelo e visualizar o resultado na tela.

O usuário pode selecionar faixas distribuídas pela carroceria e escolher entre 13 cores para pintá-las. O interior, que acomoda apenas o motorista, também pode ser personalizado. Há 11 opções de cores para os acabamentos.

O configurador traz ainda quatro modelos de rodas, com quatro opções de cores. Também é possível escolher uma das nove cores disponíveis para as pinças de freio.

Ao final da configuração, o interessado pode solicitar uma cotação à equipe de vendas da Super Veloce. Nesse ponto, a experiência deixa de ser apenas virtual. É preciso ter conta bancária farta. A estimativa é que cada unidade custe cerca de R$ 1,5 milhão. Segundo a empresa, três Unicos já foram encomendados.

O Super Veloce Unico foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2025. A marca foi criada pelo empresário Rafael Espíndola, conhecido pelo Batmóvel adquirido pelo jogador Neymar Jr.

O Unico foi desenvolvido no Brasil ao longo de dois anos. O desenho é assinado por Adhemar Cabral, e a fabricação ocorre na zona sul de São Paulo. Por enquanto, o modelo só pode rodar em pistas fechadas, mas a empresa trabalha para viabilizar a homologação para uso em vias públicas.

Super Veloce Unico, supercarro brasileiro com preço estimado em R$ 1,5 milhão — Foto: Divulgação / Super Veloce

O carro é um monoposto, ou seja, transporta apenas o piloto. A ideia não é novidade; modelos como BAC Mono, McLaren Solus e Caparo T1 são exemplos de carros para só uma pessoa.

A estrutura é tubular, feita de aço carbono, com a opção de uso de cromo-molibdênio, material que deixa o conjunto mais rígido.

A carroceria é de fibra de carbono e pesa apenas 40 kg. Em comunicado, a marca afirma que cada detalhe do desenho tem uma função específica, como melhorar a passagem do ar, ajudar no resfriamento do motor ou aumentar a aderência ao solo.

O motor é um quatro cilindros 2.0 turbo da Ford, com 360 cv e torque de 42 kgfm. Embora os números não impressionem à primeira vista, o peso total do Unico é de apenas 700 kg. Um carro popular 1.0, por comparação, pesa cerca de 1.100 kg.

Com esse conjunto, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e atinge velocidade máxima de 270 km/h. O comprador pode optar por câmbio automático sequencial de seis marchas, com trocas feitas por aletas atrás do volante.

O projeto prioriza a facilidade de condução e a estabilidade em curvas rápidas. A suspensão dianteira e traseira segue o padrão usado em carros de corrida. Os freios são da Brembo, as rodas de 18 polegadas levam a marca americana Apex e os pneus semislick da Yokohama são voltados para uso em autódromos.

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Após proibição pela Anvisa, marca relança café em sachê sem extrato de cogumelo na fórmula

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 06:16

Agro Após proibição pela Anvisa, marca relança café em sachê sem extrato de cogumelo na fórmula Produto Fellow Criativo, da Cafellow, havia sido vetado em outubro. Nova versão contém apenas café arábica e aromatizantes autorizados, segundo a empresa. Por Redação g1 — São Paulo

A marca Cafellow relançou neste mês o café em sachê Fellow Criativo, que havia sido proibido em outubro do ano passado pela Anvisa.

Na época, a agência vetou o produto devido à presença de um extrato de cogumelo em sua composição, além de outras irregularidades.

Segundo a legislação brasileira, para ser considerado café, o produto precisa conter somente o grão, sem os chamados “elementos estranhos”.

Para se adequar à lei, a Cafellow relançou o Fellow Criativo usando apenas café arábica e aromatizantes autorizados em sua fórmula.

A marca Cafellow relançou neste mês o café em sachê Fellow Criativo, que havia sido proibido em outubro do ano passado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na época, a agência vetou o produto devido à presença de um extrato de cogumelo em sua composição, além de outras irregularidades.

Segundo a legislação brasileira, para ser considerado café, o produto precisa conter somente o grão, sem os chamados “elementos estranhos” — que são grãos ou sementes de outros gêneros (como milho, trigo, cevada), corantes, açúcar, caramelo e borra de café solúvel ou de infusão.

Para se adequar à lei, a Cafellow relançou o Fellow Criativo usando apenas café arábica e aromatizantes autorizados em sua fórmula.

“A decisão está diretamente relacionada ao enquadramento regulatório do produto como café, que não permite a adição de outros ingredientes além de aromas", diz a empresa.

Segundo a Cafellow, a nova versão do Fellow Criativo traz 14g de café arábica torrado e moído, com aroma natural de caramelo e baunilha.

O produto original, por sua vez, tinha extrato de cogumelo Agaricus Bisporus, um ingrediente que, segundo análise da Anvisa em outubro, não foi avaliado quanto à segurança para consumo.

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Novo GWM Ora 5 híbrido promete rodar mais de 1 mil km com tanque cheio; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 05:16

Carros Novo GWM Ora 5 híbrido promete rodar mais de 1 mil km com tanque cheio; VÍDEO O modelo é um SUV de porte menor e promete ser mais econômico que o híbrido mais vendido do Brasil, o Toyota Corolla Cross, ao fazer 22 km/l. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A GWM anunciou o Ora 5 durante o Salão de Pequim, que acontece a partir desta sexta-feira (24) na capital chinesa. O modelo é o primeiro carro híbrido da marca e já foi flagrado em testes no Brasil.

A fabricante não informou a potência total do sistema híbrido, mas confirmou o uso de um motor elétrico combinado a um motor a combustão 1.5 turbo. Uma configuração parecida já é utilizada no Haval H6.

No Haval H6, esse conjunto híbrido entrega 243 cv de potência e 55 kgfm de torque, utilizando exclusivamente gasolina.

No Ora 5, a autonomia divulgada é de até 1.100 km com um tanque cheio, enquanto o consumo urbano informado é de 22,2 km/l. Assim como no Toyota Corolla híbrido e no Haval H6, o próprio carro gerencia automaticamente o uso do motor elétrico ou do motor a combustão, além de controlar a recarga da bateria.

Em termos de tamanho, o Ora 5 segue proporções de SUV. O modelo tem 4,47 metros de comprimento e 2,72 metros de entre-eixos. Para efeito de comparação, ele é cerca de 7 centímetros mais curto que um Jeep Compass e tem um entre-eixos 8 centímetros maior que o do Toyota Corolla Cross.

Em 2026, o híbrido mais vendido do Brasil é o Toyota Corolla Cross, com 5.950 unidades emplacadas entre janeiro e março, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

O SUV da Toyota registra consumo urbano de até 16,6 km/l com gasolina. Pelos números divulgados pela GWM, o Ora 5 é 33% mais econômico.

O modelo também promete gastar menos combustível que o segundo híbrido mais vendido do período, o Haval H6, que somou 4.478 unidades emplacadas no primeiro trimestre do ano.

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Orçamento 2027: estatal que controla usinas nucleares em Angra pode precisar de aporte do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 04:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

A Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), controladora da Eletronuclear, pode precisar de um aporte por parte do Tesouro Nacional em 2027.

A pressão nas finanças da ENBPar decorre da situação econômico-financeira da Eletronuclear, que demanda investimentos para a extensão da vida útil da Usina Angra 1, além das incertezas que ainda cercam a conclusão das obras na Usina de Angra 3.

A informação consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado na semana passada pelo governo ao Congresso Nacional.

A ENBPar, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), também controla a participação brasileira em Itaipu Binacional, que opera a usina que pertence ao Brasil e ao Paraguai.

A Eletronuclear gasta com a manutenção de Angra 3 mais de R$ 1 bilhão por ano. No momento, a empresa espera ganhar algum fôlego financeiro com debêntures, mas, mesmo assim, a situação "estrutural" da estatal precisa ser resolvida, segundo o presidente interino, Alexandre Caporal.

A Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), controladora da Eletronuclear – responsável pela operação pelas operações das usinas nucleares Angra 1 e 2 e pela construção de Angra 3 –, pode precisar de um aporte por parte do Tesouro Nacional em 2027.

💰 A pressão nas finanças da ENBPar decorre da situação econômico-financeira da Eletronuclear, que demanda investimentos para a extensão da vida útil da Usina Angra 1, além das incertezas que ainda cercam a conclusão das obras na Usina de Angra 3.

📝 A informação consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado na semana passada pelo governo ao Congresso Nacional.

"A incerteza quanto à decisão definitiva acerca da conclusão do empreendimento de Angra 3 e aos eventuais custos decorrentes, bem como o descasamento temporal entre os investimentos requeridos e a geração de receitas (prevista para o longo prazo), mantém o risco fiscal no horizonte analisado", diz trecho do projeto do governo.

🔎 A ENBPar, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), também controla a participação brasileira em Itaipu Binacional, que opera a usina que pertence ao Brasil e ao Paraguai.

"Ressalta‑se que a eventual materialização desse risco dependerá da evolução das decisões de política pública setorial, da definição quanto à modelagem do empreendimento de Angra 3 e da capacidade de equacionamento das fontes de financiamento, não configurando, no presente momento, obrigação fiscal certa ou determinada", complementa o documento.

A Eletronuclear gasta com a manutenção de Angra 3 mais de R$ 1 bilhão por ano. No momento, a empresa espera ganhar algum fôlego financeiro com debêntures, mas, mesmo assim, a situação "estrutural" da estatal precisa ser resolvida, segundo o presidente interino, Alexandre Caporal.

"Não tem sentido fazer a Eletronuclear sangrar até potencialmente ter um colapso, porque R$ 1 bilhão de reais nenhuma empresa no mundo segura sem ter fonte de recurso para isso, por uma indefinição do governo [falta de definição do CNPE]. Ou vai vir a definição, ou vai vir o 'stand still'. [suspensão da dívida] Porque chegou-se num patamar que não tem como suportar mais", disse ele, ao g1, em dezembro de 2025.

Em fevereiro deste ano, ele voltou a dizer que o caixa da empresa estava esgotando. “Se não houver uma solução, seremos os Correios amanhã”, disse Caporal, em referência à crise econômico-financeira dos Correios.

Apesar do controle estatal, a Eletronuclear tem uma estrutura acionária moldada pela privatização da antiga Eletrobras e pela legislação que impõe controle estatal sobre a geração nuclear de energia no Brasil. A companhia é uma sociedade de economia mista controlada pela ENBPar.

Após a reorganização societária concluída entre 2022 e 2025, a ENBPar passou a deter 64,7% do capital votante da Eletronuclear, o que garante à União o comando estratégico da empresa.

O capital restante passou a ser detido pela Âmbar Energia, braço do grupo J&F, que adquiriu a participação que ainda estava com a Eletrobras, que passou a se chamar Axia após a privatização.

💵Realizada em outubro de 2025, a operação de venda da participação da Axis para a Âmbar foi estimada em aproximadamente R$ 535 milhões.

Com o negócio, a Âmbar ficou com cerca de 36% do capital votante e 68% do capital total, assumindo também obrigações financeiras relevantes, como debêntures associadas ao projeto de Angra 3.

Usina Nuclear Angra 1 é uma das duas em operação no complexo localizado em Angra dos Reis (RJ) — Foto: Divulgação/Eletronuclear

📨 Puxado pela situação dos Correios, as estatais federais registraram, em 2025, um déficit de R$ 5,1 bilhões, o segundo pior resultado da história. A situação continuou ruim no primeiro bimestre deste ano, quando o resultado negativo somou R$ 4,1 bilhões.

🔎 O termo "déficit" significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano.

⛽ Os números foram divulgados pelo Banco Central. A série não considera a Petrobras e nem as empresas do setor financeiro como bancos públicos como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste.

O BC lembra que a Petrobras e a Eletrobras, privatizada em 2022, foram excluídas do cálculo das estatais federais em 2009, mas explica que a série histórica de anos anteriores foi revisada com base na nova metodologia — sendo válida, portanto, de 2002 em diante.

Entram nesse cálculo empresas como Correios, a Emgepron, a Hemobrás, a Casa da Moeda, a Infraero, o Serpro, a Dataprev e a Emgea.

O conceito do Banco Central considera apenas a variação da dívida, conceito amplamente utilizado em análises fiscais internacionais, enquanto o governo se utiliza do conceito conhecido por "acima da linha" (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida).

No documento enviado ao Congresso Nacional, o governo também aborda a situação da Infraero. Embora não aponte necessidade de aporte neste momento, o governo destacou que a redução da receita líquida de caixa pode comprometer a sustentabilidade da empresa no longo prazo.

"A perspectiva de venda da participação da empresa no aeroporto do Galeão e o saldo de caixa e equivalentes de caixa da ordem de R$ 1,97 bilhão no encerramento de 2025 mitiga, no curto prazo, os riscos de eventual necessidade de aporte no curto prazo, no entanto, a continuidade de sucessivas reduções de saldo de caixa a cada exercício podem comprometer a sustentabilidade da empresa no longo prazo", diz o PLDO.

Nos últimos dois exercícios, a empresa vem registrando redução líquida de caixa e equivalentes nos últimos dois exercícios. Nos últimos anos, a empresa perdeu a administração de dezenas de aeroportos em todo o Brasil para empresas concessionárias, o que diminuiu a receita.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump ameaça Reino Unido com ‘grande tarifa’ por imposto sobre big techs americanas, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 03:26

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

O premiê britânico, Keir Starmer, e o presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa na Casa Branca, em 27 de fevereiro de 2025 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor uma “tarifa pesada” ao Reino Unido caso o governo do primeiro-ministro Keir Starmer não revogue o Imposto sobre Serviços Digitais (DST, na sigla em inglês), segundo entrevista ao jornal britânico The Telegraph.

Ao veículo, Trump afirmou que considera o tributo injusto por atingir principalmente gigantes americanas de tecnologia, como Apple, Google e Meta, ao aplicar uma taxa de 2% sobre receitas geradas por redes sociais, mecanismos de busca e marketplaces online.

Segundo ele, se o Reino Unido não reduzir o imposto, Washington poderá retaliar com tarifas comerciais ainda mais altas sobre produtos britânicos.

O tema aumenta a tensão entre os dois países em meio a uma relação já desgastada por divergências sobre comércio, liberdade de expressão e imigração. A ameaça também ocorre às vésperas da visita oficial do rei Charles III e da rainha Camilla aos EUA.

O imposto britânico sobre serviços digitais se tornou uma importante fonte de arrecadação para o Tesouro. De acordo com dados divulgados pela Receita e Alfândega do Reino Unido, o tributo somou 944 milhões de libras (cerca de R$ 6 bilhões) em 2025-26, alta de 17% em relação ao ano anterior.

O governo britânico sustenta que o imposto é uma medida temporária até que haja um acordo tributário global para empresas digitais, mas autoridades americanas criticam a política por considerá-la direcionada contra empresas dos EUA.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 2.999: prêmio acumula e vai a R$ 100 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 22:23

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.999: prêmio acumula e vai a R$ 100 milhões Veja os números sorteados: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Quina teve 111 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 28.755,27. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (23), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 100 milhões.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras abre mão de preferência e assina novo acordo de acionistas da Braskem

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 22:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

Na prática, a estatal abriu mão de comprar mais ações da Braskem neste momento e também de vender sua fatia nas mesmas condições da negociação da participação da Novonor.

Mesmo com as mudanças, a Petrobras seguirá como uma das principais acionistas da Braskem, com 36,1% do capital total e 47% das ações com direito a voto.

Ao mesmo tempo, a petroleira fechou um novo acordo com o fundo Shine I Fundo de Investimento em Participações (FIP), sob gestão da Vórtex Capital e assessorado pela IG4 Capital.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (23) que assinou um novo acordo de acionistas da Braskem e decidiu não exercer direitos que lhe permitiriam aumentar sua participação na empresa após a saída da Novonor do controle da petroquímica.

Na prática, a estatal abriu mão de comprar mais ações da Braskem neste momento e também de vender sua fatia nas mesmas condições da negociação da participação da Novonor.

🔎 No mercado, esses mecanismos são conhecidos como “direito de preferência” (que permite comprar mais ações) e “tag along”, que dá ao acionista a opção de vender sua participação nas mesmas condições de uma grande negociação.

Mesmo com as mudanças, a Petrobras seguirá como uma das principais acionistas da Braskem, com 36,1% do capital total e 47% das ações com direito a voto. A petroleira dividirá o controle da companhia com um fundo de investimentos.

Paralelamente, a petroleira fechou um novo acordo com o fundo Shine I Fundo de Investimento em Participações (FIP), sob gestão da Vórtex Capital e assessorado pela IG4 Capital. O objetivo é estabelecer controle compartilhado da Braskem entre as duas partes.

Pelo novo modelo, a Petrobras e o FIP terão o mesmo número de representantes no conselho de administração e na diretoria da empresa. Além disso, decisões estratégicas só poderão ser tomadas com o aval de ambas as partes — o que, na prática, estabelece controle compartilhado.

A mudança ocorre após a Novonor acertar a venda de sua participação na Braskem. Com isso, o novo acordo só passa a valer depois da conclusão dessa transferência de ações.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo envia ao Congresso projeto que permite usar receita do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 18:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) que encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre a possibilidade de converter aumento de receita com petróleo em redução de tributos a combustíveis. A proposta já foi protocolada na Câmara dos Deputados.

No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrente da guerra no Oriente Médio (veja mais abaixo).

A proposta é uma autorização para reduzir tributos sobre combustíveis (diesel, gasolina, etanol e biodiesel) toda vez que for apurado aumento extraordinário da receita decorrente das cotações do preço do petróleo.

Assim, quando houver aumento de receita, o montante seria utilizado para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS Cofins e Cidi.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a tese do governo é de que, como o Brasil é produtor e exportador de petróleo, as receitas públicas aumentam quando o preço sobe em função de receitas com royalties e PPSA, por exemplo.

"O ponto central nosso é converter esse aumento de receita em mecanismos que possam amortecer os efeitos para a população", explicou.

"Para o caso da gasolina nós não temos proposta imediata de redução de tributos. A proposta é nos dar condições fiscais para redução do tributo", adicionou.

"A cada 10 centavos retirados dos tributos teríamos o impacto de 800 milhões por dois meses. A retirada é efetivada por meio de um decreto presidencial e só serão propostos na medida em que houver autorização do Congresso", complementou.

Segundo o projeto enviado pelo governo federal, os recursos decorrentes de aumento de receita extraordinário que poderão ser utilizados terão como fonte: 

royalties e participação especial da União da exploração de petróleo ou gás natural;dinheiro oriundo da venda do petróleo, o gás natural e outros hidrocarbonetos destinados à União;montante oriunda de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos ao setor de óleo e gás;dividendos da União recebidos de empresas do setor de óleo e gás;recursos oriundos do Imposto de Exportação de 12% extraordinário das exportações de petróleo.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as medidas serão acompanhadas diariamente pela equipe econômica.

"Vamos manter o compromisso de que a gente perceber de arrecadação adicional é o limite para reduzir a tributação. Aprovando o projeto, faremos uma redução parcial sobre gasolina e etanol. Trabalho pelo período de dois meses que vai ser avaliado", explicou.

No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo decorrentes da guerra no Oriente Médio.

Segundo o ministro do Planejamento, o custo total das medidas anunciadas no início do mês será de R$ 30,5 bilhões. Mas, segundo ele não terá impacto fiscal, pois será compensado por receita advinda do óleo diesel e royalties, por exemplo.

As ações contemplam subvenção (um apoio financeiro) ao diesel importado, ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e ao querosene da aviação.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédito para o setor aéreo.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).

➡️ O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

Segundo o governo, a medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

Pelo lado dos estados, o subsídio será feito por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é usado pelo governo federal para repassar recursos mensalmente aos governos estaduais.

Agora, parte desse dinheiro será retido, em valor equivalente a R$ 0,60 por litro, que cada estado vai contribuir.

➡️ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

A medida também cria uma nova subvenção de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor.

Essa subvenção será realizada apenas com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.

A medida durará por dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.

Além disso, o governo vai publicar um decreto que zera o PIS/Cofins que incidem sobre o biodiesel. Segundo o Palácio do Planato, a medida vai gerar uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.

O combustível renovável hoje é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.

O governo também subsidiará o gás de cozinha. Segundo o governo, haverá uma compensação relativa à diferença entre o preço nacional e o internacional, que será coberto por uma subvenção de até R$ 330 milhões.

De acordo com o ministro da Fazenda, a isenção do PIS/Cofins, tanto para o biodiesel quanto para o querosene da aviação, será compensada pelo ajuste da alíquota dos cigarros.

Diante do risco de as passagens aéreas aumentarem em até 20%, o governo federal anunciou que vai zerar o PIS/Cofins até o final do ano sobre o querosene da aviação.

O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciado pela Petrobras na última semana.

Também serão lançadas duas linhas de crédito. Uma delas será ofertada pelo Fundo Nacional da Aviação (Fnac) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.

As tarifas de navegação também serão prorrogadas. As taxas referentes aos meses de abril, maio e junho serão pagas pelas empresas aéreas somente no mês de dezembro.

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