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Cade reabre investigação contra Google por uso de conteúdo produzido por IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 18:07

Política Cade reabre investigação contra Google por uso de conteúdo produzido por IA Conselho instaurou processo administrativo para investigar a conduta da empresa e o impacto de sua atuação no mercado jornalístico. Julgamento pode resultar em sanções administrativas por infração econômica. Por Redação g1 — Brasília

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu nesta quinta-feira (23), por unanimidade, reabrir um processo para investigar o Google por suposto uso em excesso de notícias produzidas por ferramentas de inteligência artificial (IA).

O caso teve origem no próprio Cade, que viu a necessidade de aprofundar as apurações das condições concorrenciais do mercado de busca e da utilização pelo Google de conteúdos produzidos por IA.

O processo administrativo reaberto nesta quinta vai investigar a conduta da empresa e o impacto de sua atuação no mercado jornalístico. O julgamento pode resultar em sanções administrativas por infração econômica.

A Superintendência-Geral chegou a concluir pela "ausência de indícios suficientes de infração à ordem econômica e recomendou o arquivamento do feito".

O caso foi avocado pelo Tribunal e posteriormente distribuído à relatoria do ex-conselheiro e presidente Gustavo Augusto, que chegou a votar pelo arquivamento do processo.

O julgamento foi retomado em 8 de março com o voto do conselheiro Diogo Thomson, que defendeu a investigação por haver indícios robustos a respeito da atuação da empresa.

Após o voto de Thomson, Augusto ajustou sua posição anterior e concordou com a apuração sobre o uso de notícias em IA.

A conselheira Camila Cabral retomou a sessão com seu voto a favor da abertura do processo. Segundo a conselheira, o Google usa sem autorização prévia das empresas que produzem conteúdo jornalístico.

"O tema enfrentado nestes autos recomenda cautela justamente porque envolve ambiente de rápida transformação tecnológica, forte assimetria informacional e baixa observabilidade externa sobre os mecanismos pelos quais a plataforma organiza a busca, distribui atenção, coleta dados, monetiza tráfego e reutiliza conteúdo produzido por terceiros. Em casos dessa natureza, a dificuldade não está apenas em medir efeitos já consumados", disse a conselheira em seu voto.

Segundo a conselheira, o "problema, portanto, alcança também a forma pela qual a plataforma dominante administra a arquitetura da intermediação informacional e transforma conteúdo de terceiros em insumo para retenção de atenção, coleta de dados e reforço de seu próprio poder de coordenação".

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Correios fecharam 2025 com um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões; série negativa vem desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%Oferecido por

Ao todo, a empresa registrou um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, sendo 6,4 bilhões só com despesas com precatórios.

Este é o 14º trimestre consecutivo de prejuízo da empresa desde o 4º trimestre de 2022. O prejuízo acumulado no primeiro semestre havia sido de R$ 4,36 bilhões.

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De acordo com as demonstrações, o principal gasto a motivar esse aumento bilionário nas despesas foi o pagamento de precatórios referentes a decisões judiciais transitadas em julgado.

Ainda segundo informações apresentadas pela empresa, a receita bruta no ano passado foi de R$ 17,3 bilhões, —11,35% menor que a de 2024.

O Plano de Demissão Voluntária (PDV) faz parte do conjunto de medidas adotadas pelos Correios para reduzir despesas com pessoal e equilibrar as contas da estatal.

"Como vocês podem ver, o PDV [Plano de Demissão Voluntária] que abrimos este ano teve uma duração menor que o outro, que durou o ano todo e atingiu a mesma quantidade de funcionários", afirmou o presidente Emmanoel Schmidt Rondon, presidente dos Correios.

Segundo os Correios, entre 3 de fevereiro e 7 de abril, 3.181 funcionários aderiram ao programa, o que gerou uma expectativa de redução de gastos de cerca de 40%.

Considerando os PDVs lançados em 2024 e 2025, o total de adesões chega a 3.756 empregados, com uma economia estimada em R$ 147,1 milhões neste ano e uma projeção de R$ 775,7 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela empresa.

O PDV é um mecanismo pelo qual o trabalhador opta por deixar a empresa de forma voluntária, mediante o recebimento de indenizações e benefícios previstos em regulamento, prática recorrente em processos de reestruturação de estatais.

Nos últimos dias de 2025, os Correios conseguiram fechar um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões, que foi pago quase totalmente no dia 30 de dezembro.

A chegada do dinheiro pouco afetou o resultado financeiro da empresa em 2025, porque a necessidade do aporte é para cobrir parte dos altos gastos com despesas que os Correios vêm apresentando e não para reduzi-las, num primeiro momento.

A assinatura do contrato de empréstimo foi publicada no dia 27 de dezembro, no Diário Oficial da União (DOU), e envolve um consórcio com os bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, após autorização do Tesouro Nacional, em 18 de dezembro, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

De acordo com presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco aportaram R$ 3 bilhões cada. Já Itaú e Santander emprestaram outros R$ 1,5 bilhão, cada um.

O contrato prevê um prazo de carência de 3 anos e pagamentos mensais a partir de dezembro de 2029. A taxa de juros ficou em 115% do CDI – abaixo do teto de 120% do CDI, estabelecido pelo Tesouro.

Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.

Além dos R$ 12 bilhões, o governo federal deu mais espaço para os Correios conseguirem captar novo empréstimo com garantias da União. A ampliação foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no dia 26 de fevereiro.

Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo com garantias da União. Entretanto, o martelo só deve ser batido, segundo pessoas que participam das discussões, no fim do primeiro semestre.

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Rádio Eldorado vai encerrar atividades após quase 70 anos no ar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 4,957-0,35%Dólar TurismoR$ 5,157-0,29%Euro ComercialR$ 5,801-0,37%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.354 pts-0,28%Oferecido por

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar.

A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).

Segundo a empresa, a decisão ocorre após o fim da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM.

Além disso, o grupo afirma que a mudança faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa, com o objetivo de fortalecer sua presença no ambiente digital.

A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar.

A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).

Segundo a empresa, a decisão ocorre após o fim da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM.

Além disso, o grupo afirma que a mudança faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa, com o objetivo de fortalecer sua presença digital.

A Eldorado é considerada uma referência em curadoria musical e jornalismo cultural, tendo marcado gerações de ouvintes na capital paulista.

No entanto, o Estadão afirma que mudanças no consumo de áudio – especialmente o avanço das plataformas de streaming e a queda do consumo de rádio tradicional – impactaram o modelo de operação das emissoras FM.

Nos últimos anos, o grupo tem investido em conteúdo digital e audiovisual, com ampliação da atuação em site, aplicativo, redes sociais e vídeos. A aquisição da NZN, em 2025, também reforçou essa estratégia, ampliando a capacidade de produção e distribuição de conteúdo.

Apesar do fim da transmissão em FM, a marca Eldorado não será descontinuada. Segundo o comunicado, projetos e programas da emissora serão adaptados a novos formatos, com foco em vídeo e plataformas digitais.

A empresa cita, como exemplo, os programas Som a Pino e Clube do Livro, que passarão por reformulação.

Ao anunciar o encerramento, a empresa agradeceu aos profissionais e ouvintes que fizeram parte da trajetória da rádio ao longo de décadas, destacando seu papel na cena cultural paulistana.

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Acionistas da Warner aprovam venda para a Paramount; veja os números

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%Oferecido por

Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovaram a venda integral da gigante do entretenimento para a Paramount.

O aval ocorre após a assinatura da proposta, em fevereiro deste ano, ao fim de meses de disputa que também envolveu a Netflix.

Ao todo, incluindo dívidas, a oferta da Paramount — comandada por David Ellison — chega a cerca de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 545 bilhões), com pagamento de US$ 31 por ação.

A operação deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, reunindo marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones”.

Após o aval dos acionistas da Warner, a megafusão ainda depende do aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos.

A megafusão bilionária entre a Warner Bros. Discovery e Paramount está cada vez mais próxima de ser concluída. Nesta quinta-feira (23), o acordo recebeu a aprovação da maioria dos acionistas da Warner, favoráveis à venda integral da gigante do entretenimento.

O aval ocorre após a assinatura da proposta, em fevereiro deste ano, ao fim de meses de disputa que também envolveu a Netflix —- a empresa optou por não aumentar sua proposta e deixou a negociação.

Ao todo, incluindo dívidas, a oferta da Paramount — comandada por David Ellison — chega a cerca de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 545 bilhões), com pagamento de US$ 31 por ação.

A operação deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, reunindo marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones”, além de uma base estimada de cerca de 200 milhões de assinantes e potencial para redesenhar o mercado global de entretenimento e streaming.

O g1 preparou um infográfico que compara o tamanho das duas empresas e mostra como a operação pode alterar o equilíbrio de forças no setor.

A disputa entre Warner Bros. Discovery, Netflix e Paramount foi marcada por idas e vindas desde o fim de 2025. Inicialmente, a Netflix avançou com uma proposta para adquirir parte dos ativos da Warner, focando em estúdios e streaming.

Na sequência, a Paramount entrou na disputa com uma oferta mais ampla para comprar toda a empresa — incluindo canais de TV — e passou a liderar a negociação.

Após meses de disputa, a Warner considerou a proposta da Paramount superior e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor, o que não aconteceu.

A oferta prevê US$ 31 por ação, inclui a dívida da companhia e estabelece uma multa maior em caso de bloqueio regulatório, tornando o acordo mais atrativo aos acionistas.

O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

💰 Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.

🗞️ Com a aprovação do acordo, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.

Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.

Após o aval dos acionistas da Warner, a megafusão ainda depende do aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

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Acionistas da Warner Bros aprovam a aquisição pela Paramount

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,41%Dólar TurismoR$ 5,155-0,32%Euro ComercialR$ 5,797-0,44%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa192.189 pts-0,36%Oferecido por

Uma megafusão entre Warner e Paramount recebeu o aval dos acionistas, aproximando da linha de chegada um acordo que pode remodelar profundamente Hollywood e o setor de mídia como um todo.

Segundo uma contagem preliminar de votos nesta quinta-feira, a esmagadora maioria dos acionistas da Warner Bros. Discovery votou a favor da venda de toda a empresa para a Paramount por US$ 31 por ação, o que totaliza US$ 81 bilhões — aproximadamente R$ 402 biilhões. Incluindo dívidas, o negócio é avaliado em quase US$ 111 bilhões — aproximadamente R$ 551 bilhões.

A Paramount, controlada pela Skydance, quer comprar toda a Warner. Isso significa que HBO Max, títulos cult como “Harry Potter” e até a CNN podem em breve ficar sob o mesmo teto que a CBS, “Top Gun” e o serviço de streaming Paramount+. O aval dos acionistas aumenta a probabilidade de que isso se concretize.

Mas o acordo ainda enfrenta análises regulatórias em andamento, incluindo pelo Departamento de Justiça dos EUA. A Warner disse esperar concluir a operação em algum momento do terceiro trimestre fiscal.

Governo Trump aprova fusão da Paramount e nova empresa afirma que não terá iniciativas de diversidade

A tentativa da Paramount de adquirir a Warner esteve longe de ser tranquila. E, embora o conselho da Warner agora apoie a fusão, nem sempre esteve disposto a esse casamento.

No fim do ano passado, a Warner rejeitou as investidas da Paramount para fechar um acordo de US$ 72 bilhões com a Netflix envolvendo estúdios e streaming. A Paramount, por sua vez, foi diretamente aos acionistas com uma oferta hostil para assumir toda a empresa, incluindo o negócio de TV a cabo que a Netflix não queria.

As três companhias passaram meses disputando publicamente quem tinha a melhor proposta. O conselho da Warner apoiou repetidamente a oferta da Netflix. Mas, no fim, a Paramount ofereceu mais dinheiro e a Netflix desistiu da disputa em vez de prolongar a briga.

Esse drama corporativo pode ter chegado ao fim, mas as implicações permanecem. Milhares de atores, diretores, roteiristas e outros profissionais da indústria manifestaram “oposição inequívoca” ao acordo, em uma carta que argumenta que mais concentração levará à perda de empregos e a menos opções para cineastas e público.

“O que está em jogo claramente não é apenas um acordo corporativo, mas quem controla as notícias, quem controla o entretenimento, quem controla as narrativas”, disse o senador democrata Cory Booker em uma audiência realizada em Washington na semana passada. “Trata-se da concentração e consolidação do poder cultural.”

A fusão reuniria dois dos cinco grandes estúdios tradicionais restantes de Hollywood. Também uniria duas grandes plataformas de streaming — Paramount+ e HBO Max — e dois nomes importantes do jornalismo televisivo nos EUA — CBS e CNN — além de uma série de outras marcas e redes de entretenimento.

Executivos das empresas afirmam que isso será positivo para os consumidores, que teriam acesso a catálogos maiores, especialmente se HBO Max e Paramount+ se tornarem um único serviço.

O CEO da Paramount, David Ellison, também tentou tranquilizar cineastas com a promessa de uma janela de exibição nos cinemas de 45 dias e a meta de lançar 30 filmes por ano entre Paramount e Warner, que, segundo ele, permanecerão como operações separadas dentro da empresa combinada.

“Eu amo o cinema e amo o filme”, disse Ellison na CinemaCon na semana passada. “Podem contar com nosso total compromisso.”

Mas o novo controlador também buscará cortar custos. Documentos regulatórios já indicam que isso incluiria demissões e redução de operações sobrepostas. Críticos também são céticos quanto aos benefícios ao consumidor, alertando para possíveis aumentos de preços no streaming e menor diversidade de conteúdo no futuro.

Há ainda a questão do jornalismo. Desde que passou ao controle da Skydance há menos de um ano, a CBS, pertencente à Paramount, já passou por mudanças editoriais significativas, incluindo a nomeação da fundadora da Free Press, Bari Weiss, como editora-chefe da CBS News. Se a aquisição da Warner for concluída, muitos esperam mudanças semelhantes na CNN, que há tempos é alvo de críticas do presidente Donald Trump.

Outras dúvidas sobre influência política também surgiram. O Departamento de Justiça e a liderança das empresas afirmam que a política não terá papel no processo regulatório — mas o próprio Trump já comentou publicamente o futuro da Warner em algumas ocasiões. Ele também mantém relação próxima com a família Ellison, especialmente com o bilionário fundador da Oracle, Larry Ellison, que está financiando com bilhões de dólares a proposta da empresa de seu filho.

Enquanto isso, a Paramount garantiu recursos de diversos fundos soberanos — incluindo o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, além de fundos dos Emirados Árabes Unidos e do Catar, segundo documentos regulatórios. Esses investidores, porém, não terão direito a voto na futura empresa combinada, segundo os registros. A Paramount não detalhou publicamente quanto cada um está investindo.

Outros países, incluindo reguladores europeus, também estão analisando o acordo — e estados americanos podem tentar contestá-lo. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, tem sido especialmente crítico da operação e afirmou que o estado está investigando o caso.

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Conta de luz: Aneel aprova reajustes que atingem mais de 22 milhões de consumidores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 13:13

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica, em processo periódico previsto nos contratos de concessão.

Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.

De forma geral, os principais fatores que pressionaram os reajustes foram os custos com encargos setoriais, além das despesas com compra e transmissão de energia.

Entre as distribuidoras, a CPFL Santa Cruz, com sede em Jaguariúna (SP), registrou o maior aumento, com efeito médio de 15,12% para o consumidor.

A CPFL Santa Cruz atende cerca de 527 mil unidades consumidoras em 45 municípios nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Já a Enel Ceará teve reajuste médio de 5,78% e atende mais de 4,11 milhões de unidades consumidoras.

Na Bahia, a Coelba registrou alta média de 5,85%, impactando aproximadamente 6,92 milhões de unidades consumidoras.

Em alguns casos, os reajustes foram atenuados pelo diferimento tarifário, mecanismo que autoriza o repasse de parte dos custos apenas nos próximos ciclos tarifários.

Com isso, o aumento na conta de luz fica menor no curto prazo, como previsto nos Procedimentos de Regulação Tarifária (Proret).

Foi o caso da Neoenergia Cosern, sediada em Natal (RN), que atende mais de 1,6 milhão de unidades consumidoras em 167 municípios. Com o diferimento, o efeito médio para o consumidor ficou em 5,40%.

O mesmo mecanismo foi aplicado à Energisa Sergipe Distribuidora de Energia, que atende mais de 919 mil unidades consumidoras, resultando em um reajuste médio de 6,86%.

Na CPFL Paulista, que atende mais de 5 milhões de unidades consumidoras em 234 municípios paulistas, o efeito médio foi de 12,13%. Já a Energisa Mato Grosso do Sul teve reajuste médio de 12,11%, atendendo cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras.

Por fim, a Energisa Mato Grosso, que atende mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios, registrou efeito médio de 6,86% para o consumidor.

A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência.

O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo.

O g1 apurou que o custo do crédito seria, inevitavelmente, repassado aos consumidores com juros nos próximos anos e que, portanto, poderia trazer dor de cabeça futuramente.

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SpaceX prepara IPO na bolsa, mas deve manter controle concentrado em Elon Musk

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 11:50

Tecnologia SpaceX prepara IPO na bolsa, mas deve manter controle concentrado em Elon Musk Documento de IPO indica que a empresa pretende manter status de “companhia controlada”, permitindo a Musk concentrar poder e reduzir exigências de independência no conselho. Por Reuters

A SpaceX está dizendo aos investidores em potencial que seu conselho não precisará de uma maioria de diretores independentes da empresa.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem precisará de comitês independentes de remuneração e nomeação.

Ela só precisa ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes, segundo o documento.

A SpaceX está dizendo aos investidores em potencial que seu conselho não precisará de uma maioria de diretores independentes da empresa, de acordo com um trecho de seu pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) analisado pela Reuters, ressaltando como o fundador Elon Musk está mantendo o controle da fabricante de foguetes e inteligência artificial.

Diferentemente da grande maioria das empresas de capital aberto, a SpaceX disse que manteria o "status de empresa controlada" após seu IPO de US$1,75 trilhão, previsto para meados do ano.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem precisará de comitês independentes de remuneração e nomeação, segundo o trecho do registro da oferta. Ela só precisa ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes, segundo o documento.

Um estudo realizado em 2024 pela National Association of Corporate Directors (Associação Nacional de Diretores Corporativos) constatou que apenas 3% a 4% do índice Russell 3000 era composto por empresas em que pessoas de dentro constituíam a maioria do conselho.

A SpaceX ainda pode optar por adicionar diretores independentes. Um precedente é a Meta, uma empresa de tecnologia cujo poder de voto majoritário do presidente-executivo lhe confere o status de "empresa controlada" de acordo com as regras da Nasdaq.

Apesar disso, a Meta continuou a ter a maioria de seus diretores independentes. A SpaceX não retornou imediatamente uma solicitação da Reuters para comentar o registro.

A notícia vem depois que a Reuters informou que Musk e um pequeno grupo de pessoas têm ações com direito a voto que superam os outros investidores.

Ter uma diretoria com ideias semelhantes não é novidade para Musk. Embora sua montadora de carros elétricos Tesla indique que a maioria de seus nove diretores é independente, de acordo com os padrões da Nasdaq, muitos críticos levantaram a preocupação de que o conselho – que inclui o irmão de Musk, Kimbal, e o ex-diretor de tecnologia da Tesla, JB Straubel – continua muito próximo do presidente-executivo.

Essas preocupações contribuíram para um longo ciclo de reclamações na Tesla, como a decisão de um juiz em 2024 de rescindir o pacote de pagamento de US$56 bilhões a Musk, alegando que o conselho não tinha independência quando concedeu o pagamento em 2018. Musk ganhou uma decisão que restabeleceu o pagamento em dezembro.

Por outro lado, o fato de ter o status de empresa controlada poderia dar à SpaceX mais flexibilidade para fazer acordos salariais, disse David Larcker, professor da Universidade de Stanford que acompanha a governança corporativa.

O status "parece aliviar algumas das coisas que têm sido legalmente dolorosas para a Tesla", disse Larcker.

O conselho de administração da SpaceX supervisionará quantias potencialmente enormes de remuneração para Musk, de acordo com partes relacionadas do documento.

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Guerra no Irã derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 11:50

Agro Guerra no Irã derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico Bloqueio do Estreito de Ormuz e aumento dos custos de frete afetaram o envio de produtos brasileiros ao Golfo Pérsico em março. Agronegócio sente impacto logístico, mas carnes mantêm demanda. Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

As exportações brasileiras para o Golfo Pérsico caíram 31,47% em março, somando US$ 537,1 milhões, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades no Estreito de Hormuz.

O comércio com a região é fortemente concentrado no agronegócio, que responde por cerca de 75% das vendas brasileiras a países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar.

Grãos foram os mais afetados: o milho praticamente deixou de ser exportado, enquanto açúcar e melaços tiveram forte retração, e trigo e centeio não registraram embarques relevantes no mês.

A principal causa da queda foi a crise logística, com rotas mais longas, taxas extras e aumento do tempo e do custo de transporte para evitar a passagem por Hormuz.

Apesar da queda geral, carnes mantiveram a demanda e ajudaram a sustentar o comércio, enquanto o Brasil ampliou fortemente as importações de fertilizantes nitrogenados do Golfo para garantir estoques.

As exportações brasileiras para países do Golfo Pérsico caíram em março, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades de navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados na plataforma ComexStat, mostram que as vendas brasileiras para a região somaram US$ 537,1 milhões no mês. O valor representa uma queda de 31,47% em relação a março do ano passado.

🌊 O Golfo Pérsico reúne mercados importantes para o Brasil, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Omã e Bahrein. A maior parte do comércio com esses países é formada por produtos do agronegócio, que representam cerca de 75% das exportações brasileiras para a região.

Isso porque a interrupção parcial do transporte marítimo afetou principalmente alimentos que dependem de embarques regulares em grande escala.

O milho praticamente deixou de ser enviado no mês, enquanto as exportações de açúcar e melaços sofreram forte retração. Outros grãos também sentiram o impacto: no caso do trigo e do centeio, não houve embarques relevantes ao Golfo Pérsico em março (veja os detalhes na tabela abaixo).

A principal explicação para a queda está na logística. Com o aumento do risco na região, companhias de navegação passaram a cobrar taxas adicionais e a adotar rotas mais longas, muitas vezes contornando o continente africano para evitar a passagem por Ormuz.

Para analistas do mercado financeiro, episódios como o conflito no Irã mostram como fatores políticos passaram a influenciar diretamente o comércio de commodities.

“A geopolítica voltou a ditar regras no fluxo global de mercadorias”, afirma Pedro Ros, CEO da Referência Capital.

Segundo ele, tensões internacionais podem alterar rotas logísticas, pressionar custos de seguro e aumentar a volatilidade de preços, exigindo maior planejamento das empresas exportadoras.

Mesmo com a queda das exportações brasileiras ao Golfo Pérsico em março, alguns produtos mantiveram demanda e ajudaram a sustentar o fluxo comercial com a região. As carnes seguem como um dos principais pilares da pauta brasileira nesses mercados.

O frango permanece como o principal item exportado pelo Brasil ao Golfo, liderando as vendas externas tanto em 2025 quanto no início deste ano.

LEIA TAMBÉM: Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região

A carne bovina também mostrou resiliência no período, com avanço no valor exportado — movimento associado sobretudo à alta dos preços internacionais, e não necessariamente ao aumento do volume embarcado.

A relação comercial entre Brasil e Golfo, no entanto, não se limita às exportações brasileiras.

O país também depende de produtos vindos da região — especialmente fertilizantes nitrogenados, insumos essenciais para a produção agrícola. Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão entre os principais fornecedores desses produtos para o mercado brasileiro.

Diante das incertezas sobre a duração do conflito e das dificuldades no transporte marítimo, empresas brasileiras passaram a antecipar compras para garantir estoques.

Não por acaso, em março, as importações de fertilizantes nitrogenados vindos desses países cresceram mais de 265%, segundo dados do MDIC.

Produção de soja e milho em Macapá – Exportação para a Guiana Francesa — Foto: Arthur Alves/PMM

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Petróleo volta a subir e se aproxima de US$ 105 após Irã apreender navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,955-0,39%Dólar TurismoR$ 5,160-0,22%Euro ComercialR$ 5,794-0,49%Euro TurismoR$ 6,047-0,34%B3Ibovespa193.187 pts0,15%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subir nesta quinta-feira (23), impulsionado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz e pelo agravamento do conflito com o Irã.

A alta ocorre após o Irã apreender dois navios que tentavam deixar o estreito — uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo.

O episódio elevou as dúvidas sobre a sustentação do cessar-fogo com os Estados Unidos e ampliou a aversão ao risco entre investidores.

O conflito segue em impasse. Mesmo sob bloqueio naval na região, o Irã continua exportando petróleo de forma discreta.

O preço do petróleo voltou a subir nesta quinta-feira (23), impulsionado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz e pelo agravamento do conflito com o Irã.

🔎 O barril do Brent avançou cerca de 2,5% ao longo da manhã, chegando a se aproximar de US$ 105. Por volta das 9h58 (horário de Brasília), era negociado a US$ 102,71, com alta de 0,79%. O movimento refletiu o aumento do risco geopolítico, que pressionou mercados globais.

A alta ocorre após o Irã apreender dois navios que tentavam deixar o estreito — uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo. O episódio aumentou as incertezas sobre a continuidade do cessar-fogo com os Estados Unidos e deixou os investidores mais cautelosos.

O conflito segue em impasse. Mesmo sob bloqueio naval na região, o Irã continua exportando petróleo de forma discreta.

O cessar-fogo foi prorrogado pelo presidente Donald Trump, mas Teerã ameaça abandonar a trégua e as negociações caso a restrição marítima não seja suspensa. A tensão aumentou ainda mais após novos ataques a embarcações.

Em paralelo, o Hezbollah sinalizou que pretende manter a trégua com Israel, desde que o acordo seja respeitado — um indicativo de que o conflito permanece contido em algumas frentes, mas longe de uma solução ampla.

O cenário pressionou os mercados. Na Europa, as principais bolsas caíram entre 0,2% e 0,8%, em meio também a sinais de desaceleração econômica. Dados recentes apontaram contração inesperada da atividade empresarial na zona do euro, especialmente em Alemanha e França, segundo a agência Reuters.

Nos Estados Unidos, os futuros de Wall Street operaram em queda, enquanto investidores aguardam novos desdobramentos da crise. Os rendimentos dos Treasuries subiram, acompanhando a alta do petróleo (veja mais detalhes do dia no mercado).

Na Ásia, os mercados chegaram a renovar máximas históricas antes de recuar diante do avanço dos preços da energia. Japão, Coreia do Sul e Taiwan fecharam em baixa, refletindo o temor de impacto sobre o crescimento global.

Analistas avaliam que o ambiente segue altamente instável. “Os mercados estão extremamente sensíveis. Mesmo um ruído não confirmado sobre escalada já é suficiente para impulsionar o petróleo e pressionar ativos de risco”, afirmou Charu Chanana, em entrevista à agência.

Além da apreensão de navios, persistem preocupações com possíveis interrupções mais severas no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — cenário que pode prolongar a alta dos preços e intensificar pressões inflacionárias globais.

O mercado, segundo especialistas, segue em um ambiente de incerteza, no qual qualquer novo desdobramento pode provocar fortes oscilações.

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Projeto de lei que proíbe radar de trânsito escondido é aprovado por comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:45

Carros Projeto de lei que proíbe radar de trânsito escondido é aprovado por comissão da Câmara Proposta proíbe radares ocultos e próximos entre si; regra vale para equipamentos fixos e móveis. Lei também obriga órgão de trânsito a divulgar localização de radares na internet. Por Redação g1

Agente de trânsito posiciona o radar atrás da mureta de proteção da rodovia — Foto: Carlos Pradini

Foi aprovado nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados um projeto de lei que cria regras mais rígidas para a visibilidade e a sinalização de radares de fiscalização de velocidade.

A proposta inclui essas normas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para padronizar a fiscalização em todo o país.

Nada mais de um radar atrás do outro: fica proibido o uso de radares portáteis próximos a radares fixos. A distância mínima deverá ser de 2 quilômetros em rodovias e de 500 metros em áreas urbanas.Radar escondido nunca mais: não será permitida a instalação de radares fixos atrás de postes, árvores, construções ou passarelas. Agentes que utilizam radares móveis também não poderão ficar escondidos.Painel com velocidade: passa a ser obrigatória a instalação de painéis eletrônicos que informem ao motorista a velocidade registrada pelo radar. A exigência vale para radares fixos em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido.Radares listados na internet: o órgão de trânsito será obrigado a divulgar na internet a localização exata de todos os radares, além da data da última verificação do equipamento pelo Inmetro.Critério para instalação de radares: será necessário apresentar estudo técnico e justificativa para a instalação de qualquer radar.

O Projeto de Lei 4751/24 recebeu alterações da deputada Rosana Valle (PL-SP), relatora da proposta na comissão.

“A proposta dá mais segurança jurídica aos motoristas e reforça a educação para o trânsito, evitando práticas voltadas apenas à arrecadação, associadas ao que se convencionou chamar de ‘indústria da multa’”, afirmou a relatora.

O autor do projeto é o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). Ele defende que a melhor sinalização dos radares pode aumentar a conscientização dos motoristas.

“O termo ‘indústria da multa’ é usado com frequência para descrever a ideia de que existe no Brasil um sistema arrecadatório que teria como principais alvos os condutores que cometem infrações de trânsito”, diz Silva.

O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se transformar em lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

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