RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dona do Claude sugere pausa no desenvolvimento da IA por risco de sistemas saírem do controle humano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/06/2026 10:45

Tecnologia Dona do Claude sugere pausa no desenvolvimento da IA por risco de sistemas saírem do controle humano Anthropic afirma que uma pausa global no avanço da IA poderia dar mais tempo para pesquisas de segurança acompanharem a evolução da tecnologia. Por France Presse

A empresa de IA Anthropic propôs uma pausa global no desenvolvimento de sistemas de IA cada vez mais potentes, diante de sinais de que os modelos mais recentes poderiam escapar do controle humano.

Desenvolvedora dos modelos de IA do Claude, a empresa, sediada em San Francisco (EUA), destacou em um relatório que a desaceleração mundial no desenvolvimento da IA de ponta poderia ser "uma boa ideia", mas alertou que, se apenas uma empresa diminuir o ritmo, ela pode simplesmente ser ultrapassada pela concorrência.

"Acreditamos que seria bom para o mundo ter a opção de reduzir ou pausar temporariamente o desenvolvimento da IA, para permitir que as estruturas sociais e a pesquisa de alinhamento sigam o ritmo do avanço da tecnologia", manifestou a Anthropic.

Uma pausa real significaria grandes empresas de IA em vários países, principalmente China e Estados Unidos, concordando em parar ao mesmo tempo, sob regras que todos pudessem verificar, ressaltou a Anthropic.

"Sem um mecanismo de coordenação global, empresas e governos terão que tomar decisões difíceis sobre segurança enquanto enfrentam pressões competitivas e geopolíticas."

A proposta enfrenta uma batalha difícil em Washington e no Vale do Silício. Funcionários americanos e executivos de grandes empresas de tecnologia argumentam que desacelerar o desenvolvimento da IA poderia dar à China uma vantagem significativa.

O presidente Donald Trump, no entanto, assinou nesta semana um decreto que permitirá ao governo fazer avaliações preliminares dos modelos de IA mais poderosos de empresas americanas antes do seu lançamento.

A Anthropic indicou que espera reunir nos próximos meses funcionários do governo, cientistas, grupos de defesa e empresas concorrentes para definir como esse sistema funcionaria.

O chamado à coordenação surge no momento em que dados internos mostram que a IA acelera de forma dramática seu próprio desenvolvimento, destacou a Anthropic.

A empresa alertou que essa aceleração criaria um ciclo de retroalimentação que poderia levar ao que pesquisadores chamam de "melhora recursiva de si mesma", o que se refere à ideia de que um sistema de IA poderia ser capaz de ensinar a si próprio a se tornar mais inteligente.

A Anthropic negou que esse ponto seja inevitável, mas ressaltou que "as evidências sugerem que o papel humano está diminuindo em cada etapa do processo de desenvolvimento da IA".

Há 54 minutos Economia EUA ampliam sanções contra presidente de Cuba e família CastroHá 54 minutosGuerra no Oriente MédioLíbano acusa Irã de usar o país como ‘moeda de troca’ em negociações

Há 21 minutos Mundo Israel ataca sul do Líbano após Hezbollah rejeitar tréguaHá 21 minutosTá chegando a hora ⚽🏆Brasil, França ou Espanha? Seleção de R$ 9 bilhões é a mais valiosa da Copa

Há 4 horas Economia Casemiro e outros: 10 jogadores da Copa com contratos perto do fimHá 4 horas’Reconhecimento’: vídeo de rua em MG pintada para a Copa chega à CBF

Há 4 horas Sul de Minas Comunidade de Porto Alegre pinta ruas para competiçãoHá 4 horasSusto grande no PRMulher que salvou homem em ferrovia diz ter pavor de trem desde criança

Há 4 horas Norte e Noroeste VÍDEO: homem preso nos trilhos é salvo segundos antes de trem passarHá 4 horasEx-príncipe Andrew sublocava imóveis em residência real onde morava sem pagar

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como cultivar morango?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/06/2026 07:48

GLOBO RURAL Como cultivar morango? Material gratuito reúne orientações sobre variedades, espaçamento, tipos de canteiro e cuidados para evitar pragas e doenças no cultivo de morango. Por Globo Rural

Precisa de orientações sobre como cultivar morango? A recomendação é a publicação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O material traz todos os detalhes sobre os tipos de canteiro que podem ser utilizados, as variedades para plantio, o espaçamento ideal e os cuidados necessários para evitar as pragas e doenças mais comuns da cultura.

Há 50 minutos Mundo EUA ampliam sanções contra presidente de Cuba e família CastroHá 50 minutosPressões tarifárias’Pix americano’? Quais são as diferenças entre o PIX e o Zelle

Há 38 minutos Educação Susto grande no PRMulher que salvou homem em ferrovia diz ter pavor de trem desde criança

Há 22 minutos Norte e Noroeste VÍDEO: homem preso nos trilhos é salvo segundos antes de trem passarHá 22 minutosTá chegando a hora ⚽🏆Brasil, França ou Espanha? Seleção de R$ 9 bilhões é a mais valiosa da Copa

Há 18 minutos Economia Casemiro e outros: 10 jogadores da Copa com contratos perto do fimHá 18 minutosTá chegando a hora ⚽🏆’Reconhecimento’: vídeo de rua em MG pintada para a Copa chega à CBF

Há 17 minutos Sul de Minas Comunidade de Porto Alegre pinta ruas para competiçãoHá 17 minutosJames HandyAtor de ‘Top Gun: Maverick’ morre após ser esfaqueado; enteado é suspeito

Há 20 minutos Cinema Operaçãop ‘Mens Occulta’Como família investigada por tráfico transportava cocaína entre estados

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PIX x Zelle: veja as diferenças entre os sistemas de pagamento do Brasil e dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/06/2026 05:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

O Zelle, sistema de pagamentos dos Estados Unidos, ficou entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quinta-feira (4), após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro compará-lo ao PIX em entrevista à rádio TMC.

A declaração ocorre em meio a críticas do governo Donald Trump ao modelo brasileiro, com acusações de que o país favorece a ferramenta em detrimento de empresas americanas. (entenda mais abaixo)

O PIX é um sistema de pagamentos instantâneos público. A ferramenta foi desenvolvida e lançada pelo Banco Central do Brasil em 2020. O BC também é responsável pela regulação e pela infraestrutura tecnológica necessária para o funcionamento do sistema.

Já o Zelle — cuja pronúncia é “Zell” — foi lançado em 2017 e é uma iniciativa privada do sistema bancário dos Estados Unidos.

O sistema foi criado pela Early Warning Services, empresa de tecnologia financeira controlada por grandes bancos dos Estados Unidos, como Bank of America, Capital One, JPMorgan Chase, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo.

Embora o Banco Central estude permitir transferências diretas do PIX para contas no exterior, o sistema brasileiro — assim como o americano — ainda está limitado a operações entre contas nacionais.

Enquanto o PIX funciona em qualquer banco, fintech ou instituição financeira autorizada pelo Banco Central, o Zelle é restrito às instituições participantes do sistema.

Segundo dados oficiais, o Zelle está disponível em mais de 2.400 aplicativos de bancos e cooperativas de crédito.

Enquanto o Zelle é voltado principalmente para transferências entre pessoas e transações de pequenas empresas, o PIX pode ser usado em diversas situações do dia a dia.

pagamentos em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços;pagamentos entre empresas;recolhimento de receitas públicas e contribuições; epagamento de cobranças e faturas, como contas de serviços públicos.

Além disso, o PIX é gratuito para pessoas físicas e costuma ter custo mais baixo para empresas. Já o Zelle pode ou não ser gratuito, a depender das tarifas cobradas pelo banco ou cooperativa de crédito. De acordo uma pesquisa realizada no terceiro trimestre do ano passado, no entanto, "quase todos" os bancos e cooperativas que disponibilizam o sistema não cobram taxas de consumidores.

Por fim, enquanto o PIX é instantâneo, o Zelle pode levar alguns minutos para que o valor fique disponível ao destinatário.

Segundo o site oficial do Zelle, o usuário só pode cancelar um pagamento se o destinatário ainda não estiver cadastrado na plataforma.

“Se o destinatário já estiver cadastrado no Zelle, o dinheiro será enviado diretamente para a conta bancária dele e não poderá ser cancelado”, alerta o site.

Já o PIX conta com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), usado para ajudar vítimas de fraude. O Banco Central ressalta, no entanto, que a ferramenta não garante o ressarcimento.

“A recuperação depende da análise do caso e da existência do saldo na conta do recebedor ou de demais envolvidos na fraude”, diz o BC.

No caso de transferências feitas por engano, não há normas específicas do Banco Central ou do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre devolução. Ainda assim, o BC lembra que o Código Penal trata da apropriação indevida e orienta os consumidores a procurar o banco para tentar reaver o dinheiro.

O PIX também conta com uma funcionalidade que permite ao recebedor devolver valores enviados por engano diretamente pelo aplicativo do banco.

BC favorece o PIX? Entenda por que o sistema de pagamento está na mira de TrumpGoverno Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?EUA propõem sobretaxa a 60 países por falha no combate ao trabalho forçado; Brasil está na lista

Há 44 minutos Mundo Pressões tarifárias’Pix americano’? Quais as diferenças entre o PIX e o Zelle

Há 5 horas Educação Rússia x UcrâniaEm carta aberta, Zelensky propõe encontro com Putin: ‘Chega de guerra’

Há 1 hora Mundo Horas depois, Ucrânia afirmou que ataque russo matou 4 em KievHá 1 horaDisponível na próxima semanaNova pesquisa da Quaest terá perguntas sobre Flávio Bolsonaro, Vorcaro e tarifas de Trump

Há 5 horas Eleições 2026 Evento no domingo 🌈Parada LGBT+ de SP: veja programação, previsão do tempo e interdições

Há 5 horas São Paulo Peça de Fernanda Torres, Brasil x EUA e festas juninas: a programação além da ParadaHá 5 horasMilhares de fiéisMarcha para Jesus reúne 33,8 mil pessoas, diz estimativa da USP

Há 14 horas São Paulo Imagens aéreas mostram multidão; VÍDEOHá 14 horasCaso Henry BorelMonique Medeiros deixa a cadeia após receber perdão judicial

Há 15 horas Rio de Janeiro Jairinho pega quase 44 anos de prisão por assassinato e torturaHá 15 horasAbertura de capitalComo SpaceX na bolsa de valores pode fazer de Elon Musk o 1º trilionário

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil, França ou Espanha? Seleção de R$ 9 bilhões é a mais valiosa da Copa; veja ranking

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/06/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

Os jogadores mais valorizados do planeta, distribuídos entre 48 seleções, começam em 11 de junho a disputa da Copa do Mundo de 2026.

A França, dona de um elenco cheio de estrelas, lidera não só o ranking da FIFA — que classifica as seleções de acordo com o desempenho internacional —, mas também a lista das equipes mais valiosas do Mundial.

Juntos, os atletas franceses convocados para a competição somam 1,53 bilhão de euros em valor de mercado — o equivalente a R$ 9 bilhões pela cotação de 28 de maio. Em seguida aparece a Inglaterra, com 1,32 bilhão de euros, ou R$ 7,78 bilhões.

O Brasil ocupa a sexta posição entre as seleções mais valiosas, com 912,2 milhões de euros em valor de mercado (R$ 5,37 bilhões). Além de França e Inglaterra, a seleção brasileira fica atrás de Espanha, Portugal e Alemanha. (veja o ranking completo abaixo)

🔎 Os valores têm como base dados do site Transfermarkt, especializado em estimativas de valor de mercado no futebol. A plataforma calcula os valores dos atletas com base na demanda do mercado e considera fatores como taxas de transferência, idade, desempenho, potencial futuro, salário e tempo de contrato dos jogadores.

Os dados também mostram quais são os jogadores mais valiosos de cada seleção. Entre os destaques estão o francês Kylian Mbappé, o espanhol Lamine Yamal e o norueguês Erling Haaland. Cada um tem valor de mercado estimado em 200 milhões de euros (R$ 1,17 bilhão).

O brasileiro mais valorizado é o atacante Vini Jr., estimado em 150 milhões de euros (R$ 882,5 milhões).

Juntos, todos os jogadores convocados das dez equipes somam mais de R$ 57 bilhões em valor de mercado.

Kylian Mbappé (França) — R$ 1,17 bilhãoLamine Yamal (Espanha) — R$ 1,17 bilhãoErling Haaland (Noruega) — R$ 1,17 bilhãoVini Jr. (Brasil) — R$ 882,5 milhõesJude Bellingham (Inglaterra) — R$ 823,7 milhõesJoão Neves (Portugal) — R$ 823,69 milhõesVitinha (Portugal) — R$ 823,69 milhõesFlorian Wirtz (Alemanha) — R$ 647,2 milhõesRyan Gravenberch (Holanda) — R$ 529,5 milhõesEnzo Fernández (Argentina) — R$ 529,5 milhõesJulián Álvarez (Argentina) — R$ 529,5 milhõesJérémy Doku (Bélgica) — R$ 382,4 milhões

Há 4 horas Educação Rússia x UcrâniaEm carta aberta, Zelensky propõe encontro com Putin: ‘Chega de guerra’

Há 2 minutos Mundo Horas depois, Ucrânia afirmou que ataque russo matou 4 em KievHá 2 minutosDisponível na próxima semanaNova pesquisa da Quaest terá perguntas sobre Flávio Bolsonaro, Vorcaro e tarifas de Trump

Há 4 horas Eleições 2026 Pressões tarifárias’Pix americano’? Entenda o Zelle, sistema de pagamento dos EUA

Há 12 horas Economia ‘Tempestade política’: o que diz a imprensa internacionalHá 12 horasEvento no domingo 🌈Parada LGBT+ de SP: veja programação, previsão do tempo e interdições

Há 4 horas São Paulo Peça de Fernanda Torres, Brasil x EUA e festas juninas: a programação além da ParadaHá 4 horasMilhares de fiéisMarcha para Jesus reúne 33,8 mil pessoas, diz estimativa da USP

Há 13 horas São Paulo Imagens aéreas mostram multidão; VÍDEOHá 13 horasCaso Henry BorelMonique Medeiros deixa a cadeia após receber perdão judicial

Há 14 horas Rio de Janeiro Jairinho pega quase 44 anos de prisão por assassinato e torturaHá 14 horasAbertura de capitalComo SpaceX na bolsa de valores pode fazer de Elon Musk o 1º trilionário

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Site rastreia jatos de super-ricos para ‘prever o apocalipse’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/06/2026 03:51

Tecnologia Site rastreia jatos de super-ricos para 'prever o apocalipse' Programador dos EUA sustenta que, se o mundo estivesse prestes a acabar, as elites seriam as primeiras a saber. Projeto surgiu após ameaça de Donald Trump contra civilização persa. Por Felipe Espinosa Wang

Site rastreia jatos de super-ricos para 'prever o apocalipse' — Foto: Unsplash/Niklas Jonasson

A ideia é simples, talvez óbvia. Se o fim do mundo estiver se aproximando – ou ao menos um ataque nuclear ou uma crise civilizatória –, os super-ricos provavelmente ficarão sabendo antes. Não por fazerem parte de uma conspiração, mas porque costumam estar mais próximos dos centros onde circula informação estratégica.

Se eles souberem, subirão em seus jatos particulares. E, se todos subirem ao mesmo tempo, os dados vão mostrar isso.

Essa foi a intuição de Kyle McDonald, programador e artista de Los Angeles, nos EUA, que levou a ideia para a era dos dados e da aviação privada. O resultado é seu Sistema de Alerta Precoce do Apocalipse, um rastreador de movimentos de jatos privados no mundo todo, que McDonald interpreta como um possível sinal de inquietação – ou até de pânico – entre as elites globais.

"Se uma catástrofe global de verdade estivesse para acontecer, seus amigos provavelmente ficariam sabendo primeiro", escreveu McDonald ao portal de tecnologia Business Insider.

Segundo a revista Vice, o sistema monitora uma rede mundial de receptores de rádio que captam sinais ADS-B – os mesmos que transmitem em tempo real a posição, velocidade e altitude das aeronaves – e filtra esses dados para identificar cerca de 11 mil jatos privados e de fretamento.

Em seguida, compara quantos desses aviões estão no ar a cada momento com uma linha de base histórica, que leva em conta padrões diários, semanais e até feriados.

Dessa comparação surge uma escala de alerta de 1 a 5. O nível 1 corresponde a um dia normal, enquanto o nível 5 indica uma atividade aérea superior a qualquer outro momento registrado no ano anterior.

Se o número dispara repentinamente – mais de cinco desvios padrão acima da média –, o sistema pode enviar alertas automáticos por Telegram, e-mail ou mensagem de texto.

A iniciativa, no entanto, não nasceu de uma curiosidade acadêmica, mas da ansiedade. McDonald conta que tudo começou a tomar forma depois de ler a recente ameaça contra o Irã por Donald Trump, na qual o presidente dos Estados Unidos advertia que uma "civilização inteira" poderia desaparecer caso não fosse alcançado um cessar-fogo.

A declaração o levou a se perguntar quem teria acesso a informações críticas antes do restante da população. Afinal, pessoas próximas ao poder já se beneficiaram, em outras ocasiões, de informações privilegiadas em áreas como mercados de previsão, política ou criptomoedas.

Se isso acontece em questões econômicas ou geopolíticas, por que não aconteceria também diante de uma ameaça verdadeiramente existencial?

Depois de concluir o modelo, ele decidiu testá-lo, analisando dados históricos em busca dos maiores picos de atividade. O resultado o surpreendeu. O aumento mais pronunciado registrado até agora ocorreu em 6 de abril, o mesmo dia em que o Irã lançou uma ofensiva em larga escala contra alvos americanos e israelenses.

"Isso me perturbou", escreveu na Business Insider. "Lembro de ter pensado: 'Meu Deus, é real'."

Ainda assim, McDonald insiste que seu rastreador está longe de ser um detector científico do apocalipse. Um nível 5 pode ser acionado por motivos perfeitamente banais, como as férias de Natal ou grandes eventos políticos que envolvem deslocamentos em massa de ricos.

Mas ele sustenta que o simples fato de padrões reconhecíveis surgirem já levanta questões interessantes sobre como as elites reagem a situações de incerteza.

McDonald tem 25 anos como programador. Mas, no último ano e meio, trabalha constantemente com inteligência artificial. O rastreador foi construído por meio do chamado vibe coding, uma técnica cada vez mais popular em que o desenvolvedor orienta a IA com instruções, e ela escreve grande parte do código.

Metade da sua renda vem de consultoria para empresas de tecnologia e artistas. A outra metade, de exposições na Europa e no Leste Asiático. Ele se paga um salário anual de 60 mil dólares (cerca de R$ 305 mil) – modesto para a sua vida em Los Angeles, segundo ele – e reinveste o restante em seus projetos.

O rastreador também gera alguma receita: cerca de 2,5 mil pessoas se inscreveram, a maioria gratuitamente via Telegram, e outras pagam cinco dólares por ano para receber alertas por SMS ou e-mail.

"O que me fascina é que as pessoas basicamente me pagam cinco dólares por ano pela possibilidade de não receber uma mensagem de texto", escreveu. "Isso me parece uma intervenção conceitual, uma obra de arte e um serviço de software, tudo ao mesmo tempo."

Este não é seu primeiro projeto na fronteira entre vigilância e ativismo. Antes, ele construiu aplicativos para rastrear helicópteros do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) – e descobriu, afirma, que a polícia frequentemente ocultava a identidade de suas aeronaves.

Mais recentemente, desenvolveu ferramentas de reconhecimento facial para identificar agentes das forças de segurança, projetos que lhe renderam cobertura midiática, críticas e até ameaças de morte. O fio condutor, diz ele, é inverter a lógica da vigilância: usá-la para escrutinar o poder, e não o cidadão.

De acordo com o The Washington Post, McDonald dialoga com as reflexões do escritor Douglas Rushkoff, que há anos estuda a obsessão de alguns bilionários em se preparar para o colapso social.

No livro Survival of the Richest (A Sobrevivência dos Mais Ricos), Rushkoff documentou como muitos ultrarricos não apenas constroem bunkers, mas também transformam propriedades existentes em refúgios autossuficientes, preparados para cenários extremos.

Sob a perspectiva do autor, o rastreador de McDonald seria menos um detector de catástrofes e mais um termômetro do medo das elites. E esse medo não surge no vácuo. A própria possibilidade de que alguns consigam escapar enquanto a maioria não tem essa opção remete a uma questão mais profunda: a crescente concentração de riqueza e poder.

Apesar da gravidade do pano de fundo, McDonald prefere tratar o tema com humor, em vez de solenidade. Ele não pretende oferecer respostas grandiosas. Basta-lhe que as pessoas vejam o projeto, deem uma risada e reconheçam o absurdo da situação.

Há 4 horas Educação Rússia x UcrâniaEm carta aberta, Zelensky propõe encontro com Putin: ‘Chega de guerra’

Há 9 horas Mundo Disponível na próxima semanaNova pesquisa da Quaest terá perguntas sobre Flávio Bolsonaro, Vorcaro e tarifas de Trump

Há 3 horas Eleições 2026 Blog do Valdo CruzNovas taxas dos EUA: estratégia de Lula é atacar Rubio e buscar Trump

Há 14 horas Blog do Valdo Cruz Argumentos dos EUA para tarifas ‘não são legítimos’, diz Mauro Vieira Há 14 horasPressões tarifárias’Pix americano’? Entenda o Zelle, sistema de pagamento dos EUA

Há 12 horas Economia ‘Tempestade política’: o que diz a imprensa internacionalHá 12 horasEvento no domingo 🌈Parada LGBT+ de SP: veja programação, previsão do tempo e interdições

Há 3 horas São Paulo Peça de Fernanda Torres, Brasil x EUA e festas juninas: a programação além da ParadaHá 3 horasMilhares de fiéisMarcha para Jesus reúne 33,8 mil pessoas, diz estimativa da USP

Há 12 horas São Paulo Imagens aéreas mostram multidão; VÍDEOHá 12 horasCaso Henry BorelMonique Medeiros deixa a cadeia após receber perdão judicial

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Pix americano’? O que é o Zelle, sistema de pagamentos defendido por Eduardo Bolsonaro para negociação entre Brasil e EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/06/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%Oferecido por

Em meio às críticas do governo de Donald Trump ao Pix, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu na quarta-feira (3) que o Brasil pode "ir para a mesa de negociação" ao mencionar o uso do Zelle, que ele chamou "o Pix americano".

Ao canal TMC News, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro disse que os "EUA têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle".

"Então dá pra você ir para uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos", seguiu o ex-deputado cassado que vive nos EUA há mais de um ano fazendo articulações políticas que buscam favorecer o campo bolsonarista.

A declaração de Eduardo foi dada em meio à pressão americana sobre o Pix, que foi um dos alvos do documento em que governo Trump propõe uma nova taxação de 25% sobre produtos brasileiros.

"O Brasil tem prejudicado injustamente as empresas americanas que atuam em serviços concorrentes de pagamento eletrônico, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix", afirma o documento da investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado.

O governo americano acusou o Banco Central brasileiro de exercer papel duplo no Pix — "como regulador e proprietário/operador" do Pix — criando um "conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas".

As críticas americanas seguem citando a exigência do uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e a de que o sistema de pagamentos seja exibido na tela principal do aplicativo dos bancos no Brasil.

Em pré-campanha à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem usando o argumento de que os Estados Unidos e a família Bolsonaro seriam contra o Pix.

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, tem citado que o Pix foi lançado em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) — apesar de o projeto ter sido iniciado ainda no governo Michel Temer (MDB), em 2018.

As declarações de Eduardo Bolsonaro já repercutiram no campo governista, com o deputados do PT acusando os filhos do ex-presidente de agir contra o Brasil.

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) os chamou de "entreguistas": "Eduardo Bolsonaro confessa que quer entregar nosso Pix público e gratuito, operado pelo nosso Banco Central, aos americanos. Nós não vamos permitir".

Já a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse que Eduardo "quer trocar o nosso Pix pelo sistema americano chamado Zelle, como ponto de negociação pra retirar a taxação americana, que eles ajudaram articular".

Pix foi lançado em 2020 e entrou na mira de uma investigação do governo americano — Foto: Getty Images via BBC

Diferentemente do Pix — um sistema de pagamentos público, criado e operado pelo Banco Central brasileiro —, o Zelle é um sistema privado de pagamentos e transferências, operado por bancos americanos.

O serviço é operado desde 2017 pela Early Warning Services, empresa que é copropriedade de sete dos maiores bancos americanos: Bank of America, Capital One, JPMorgan Chase, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo.

Segundo a empresa, o Zelle está disponível em mais de 2,4 mil aplicativos bancários no país. Ou seja, depende de cada banco a decisão de usar ou não.

Já no Brasil, a participação no Pix é obrigatória para todas as instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central com mais de 500 mil contas ativas.

O serviço americano anunciou que alcançou 151 milhões de usuários cadastrados em 2024, entre consumidores e pequenos negócios, fazendo mais de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5 trilhões) em transferências naquele ano.

O Pix, por sua vez, é usado por mais de 170 milhões de pessoas físicas no Brasil, ou 80% da população do país, movimentando R$ 35,4 trilhões em transferências somente em 2025.

A CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, classifica o Zelle como uma "resposta da indústria bancária ao crescente sucesso de serviços de pagamento entre pessoas, como PayPal", uma plataforma global de pagamentos online separada dos bancos.

Uma limitação de serviços como PayPal, Venmo e Cash App é que os usuários precisam usar o mesmo serviço para transferir dinheiro. Já com o Zelle, qualquer pessoa com uma conta bancária em uma instituição financeira participante pode enviar dinheiro.

Assim como o Pix, o serviço americano permite que um cliente bancário envie recursos rapidamente para outra pessoa usando apenas seu endereço de e-mail ou número de telefone. No Brasil, os clientes podem usar ainda o CPF ou uma "chave aleatória" para as transferências.

De acordo com a Early Warning Services, o dinheiro é depositado diretamente na conta bancária "em poucos minutos". Já o Pix é um serviços instantâneo, que realizar pagamentos em segundos, estando disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em fins de semana e feriados.

O Bank of America ressalta também em seu site que, "em algumas situações, a instituição financeira do destinatário pode causar um atraso no processamento da transferência" via Zelle.

Ainda segundo a Early Warning Services, "normalmente não há tarifas para consumidores enviarem ou receberem dinheiro por meio do Zelle", mas essa não é uma regra. É possível que bancos cobrem taxas para transações, por isso é preciso verificar com as instituições financeiras.

No Brasil, o Pix é gratuito para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs) e empresários individuais, e cobra taxas baixas de pessoas jurídicas, que variam de 0,89% a 1,45% por transação, dependendo do banco, do volume de recebimentos e do canal utilizado.

Os limites de envio e recebimento de dinheiro pelo Zelle são definidos por cada banco ou cooperativa de crédito participante.

No Pix, os limites para pessoas físicas são definido pelas instituições financeiras, com base no perfil de risco e de comportamento do usuário.

Em um artigo publicado em 2025 em que elogiou o Pix, o economista americano Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel, disse que "o Pix é uma espécie de versão pública do Zelle".

"Mas o Pix é muito mais fácil de usar. E, embora o Zelle seja grande, o Pix se tornou simplesmente enorme, sendo usado por 93% dos adultos brasileiros. Parece estar rapidamente substituindo dinheiro em espécie e cartões", escreveu Krugman.

Após a citação do Pix no relatório produzido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) nesta semana, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o meio de pagamento e disse que a conclusão da investigação dos EUA decorre de "informações incompletas" acerca dos objetivos e funcionamento do sistema financeiro.

"O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica.

Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras", afirmou a entidade.

A Febraban pontuou ainda que "não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional".

Post do governo federal de julho de 2025: gestão Lula tem procurado usar episódios para tentar melhorar imagem — Foto: Governo Federal

A menção ao Pix no relatório publicado pelo USTR nesta semana não foi o primeiro ataque dos EUA ao sistema de pagamentos.

O Pix foi mencionado em outro relatório do USTR de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas americanas. Na ocasião, o governo brasileiro reagiu e o presidente Lula afirmou que "o Pix é do Brasil".

No relatório de março do ano passado, no entanto, o sistema de pagamentos não foi mencionado diretamente, ao contrário do que aconteceu no deste ano.

Uma fonte ouvida pela BBC News Brasil que tem proximidade com as negociações entre Brasil e EUA comenta que uma das hipóteses para o endurecimento no tom agora foi o desfecho de uma reunião recente da Organização Mundial do Comércio (OMC) em que o Brasil bloqueou uma proposta dos EUA e outros países para estender a moratória de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas, que inclui serviços digitais como streamings, softwares e jogos.

Há ainda a grande derrota que o tarifaço de Trump sofreu no judiciário americano em fevereiro deste ano, quando a Suprema Corte considerou que o instrumento que vinha sendo usado para embasar as medidas (a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, ou IEEPA, na sigla em inglês), na verdade não autorizava o governo americano a instituir as tarifas.

Em um artigo de março deste ano, duas analistas do centro de pesquisas americano Brookings Institute pontuaram que, diante desse revés, a Seção 301, usada na investigação contra o Brasil, poderia entrar no cardápio do governo americano como opção para voltar a taxar seus parceiros comerciais.

Do lado do setor financeiro, a jurista Camila Villard Duran chama atenção para a expansão do Pix no Brasil, "que altera diretamente o equilíbrio competitivo para empresas americanas, como Visa e Mastercard", mas especialmente para o fenômeno mais amplo no qual ele está inserido, de transformação estrutural e reorganização da ordem monetária e financeira internacional.

"O Pix já não é apenas um sistema de pagamentos eficiente. Ele representa um modelo de infraestrutura pública, que reduz a dependência de redes privadas estrangeiras e concentra, no âmbito doméstico, o controle jurisdicional sobre dados e fluxos financeiros", destaca Duran.

A professora aponta que, no relatório do USTR, os EUA fazem críticas semelhantes às feitas ao Brasil a países como Índia, Tailândia e Paquistão, "onde políticas públicas nacionais promovem sistemas domésticos de pagamento, impõem requisitos de localização de dados ou criam barreiras regulatórias à atuação de empresas estrangeiras".

"Em todos esses casos, o argumento dos EUA é semelhante: tais medidas seriam discriminatórias e restringiriam o acesso de empresas americanas a mercados nacionais", completa.

Diante desse panorama, Duran avalia que a pressão sobre o Pix e sobre sistemas de pagamentos de outros países também está ligada a uma questão ainda mais ampla, de soberania.

O que está em jogo, diz ela, já não é apenas a concorrência entre empresas, "mas o controle sobre infraestruturas consideradas como críticas".

"Nas minhas pesquisas, tanto sobre a criação do euro digital como sobre os projetos de plataformas alternativas para transações financeiras transfronteiriças, noto que a ideia de 'soberania monetária' está se deslocando muito rapidamente da autonomia da política monetária para o controle jurisdicional sobre as infraestruturas de pagamento e dos dados monetários que elas geram", afirma Duran.

"A moeda, na economia digital, torna-se cada vez mais informação e, nesse contexto, o controle jurisdicional sobre esses dados passa a ser um elemento central do poder monetário estatal."

Com informações de Vitor Tavares, Thais Carrança, Daniel Gallas e Camilla Veras Motta, da BBC News Brasil em São Paulo e em Londres.

Há 6 horas Rio de Janeiro Ausência de Jairo e ‘coração’ de Monique: os bastidores do júriHá 6 horasFlávio, Tarcísio, Nunes, Messias e Mendonça participam da Marcha

Há 37 minutos Política Lesão na panturrilha Neymar não viajará para o amistoso do Brasil contra o Egito

Há 4 horas Copa do Mundo Rússia x UcrâniaZelensky propõe encontro com Putin em carta: ‘Chega de guerra’

Há 23 minutos Mundo Blog do Valdo CruzNovas taxas dos EUA: estratégia de Lula é atacar Rubio e buscar Trump

Há 3 horas Blog do Valdo Cruz Argumentos dos EUA para tarifas ‘não são legítimos’, diz Mauro Vieira Há 3 horasPressões tarifárias’Pix americano’? Entenda o Zelle, sistema de pagamento dos EUA

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Instagram Plus começa a ser liberado no Brasil; veja preço e recursos exclusivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/06/2026 13:51

Tecnologia Instagram Plus começa a ser liberado no Brasil; veja preço e recursos exclusivos Assinantes podem manter stories por mais tempo no ar e criar mais listas de seguidores como a de melhores amigos. WhatsApp e Facebook também ganharão versões pagas em breve. Por Victor Hugo Silva, g1

O Instagram Plus, versão paga da rede social, começou a ser liberado no Brasil nesta quinta-feira (4). O serviço oferecerá recursos exclusivos para usuários que pagarem R$ 10 por mês.

A assinatura dá mais prioridade aos stories, aumentando as chances de eles serem vistos por mais seguidores. Também permite que as publicações fiquem no ar por 48 horas, em vez das 24 horas atuais. (veja todos os recursos abaixo)

Ela oferece ainda a opção de criar listas de seguidores parecidas com a de melhores amigos. A ideia é permitir que os stories sejam compartilhados exatamente com o grupo que você quiser.

A Meta, dona do Instagram, deve começar a liberar em breve as versões pagas do WhatsApp e do Facebook. No aplicativo de mensagens, por exemplo, a assinatura deve liberar novos recursos de personalização, figurinhas premium, toques personalizados, entre outras funções.

Prioridade na entrega de stories para seus seguidores; Opção para manter stories no ar por 48 horas, em vez de apenas 24 horas; Listas de audiência para compartilhar stories com grupos específicos; Curtidas animadas que ocupam toda a tela e podem ser enviadas para amigos; Prévia de visualização de stories sem a outra pessoa saber; Dados sobre quantas vezes os seus stories foram reassistidos; Busca na lista de visualizações de stories para encontrar rapidamente pessoas específicas; Ícone personalizado do Instagram a partir de uma seleção feita pela rede social; Fonte personalizada na bio; Opção para fixar até seis publicações no perfil, em vez de três; Opção para publicar algo direto no perfil ou nos destaques, sem aparecer no feed ou nos stories para seguidores.

A versão paga do Instagram tinha sido anunciada no final de maio pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit. A executiva disse que, em breve, ela poderá ser administrada em uma central criada pela empresa.

"Você poderá nos ver testando assinaturas sob o nome Meta One. Embora ainda estejamos em fase de testes e aprendizado, acreditamos que, eventualmente, o Meta One será o local centralizado que reunirá suas assinaturas em todos os nossos aplicativos", afirmou.

Em 2023, a Meta lançou na Europa versões pagas e sem anúncios do Facebook e do Instagram para cumprir a legislação da União Europeia sobre proteção de dados.

A empresa enfrenta pressão de investidores por conta de seus gastos com inteligência artificial. A projeção da companhia é de que os investimentos nesse setor, especialmente com data centers, alcancem entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões (entre R$ 630 bilhões e R$ 730 bilhões).

Há 2 horas Rio de Janeiro Ausência de Jairo e ‘coração’ de Monique: os bastidores do júriHá 2 horasInterior de SP ✝️⛪Centenas de voluntários montam tradicionais tapetes de Corpus Christi

Há 2 horas São Carlos e Araraquara Cristo mais alto do Brasil recebe tapetes pela 1ª vezHá 2 horasEntenda a origem dos tapetes que enfeitam ruas no feriadoHá 2 horasLesão na panturrilha Neymar não viajará para o amistoso do Brasil contra o Egito

Há 29 minutos Copa do Mundo Trump x BrasilArgumentos dos EUA para tarifas ‘não são legítimos’, diz Mauro Vieira

Há 19 minutos Política ‘Tempestade política’: o que diz a imprensa internacional sobre o tarifaçoHá 19 minutosPrevidênciaSTF derruba idade mínima para aposentadoria por insalubridade; entenda

Há 28 minutos Política Impasse no Senado6x1: Alcolumbre sugere etapa extra inédita, e governo vê manobra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

WhatsApp lança filtros e figurinhas para a Copa do Mundo; veja como usar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/06/2026 12:45

Tecnologia WhatsApp lança filtros e figurinhas para a Copa do Mundo; veja como usar Novidades incluem reações com a bola oficial do torneio, figurinhas temáticas, efeitos para videochamadas e informações em tempo real das partidas por meio da Meta AI. Por Redação g1

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (4) uma série de recursos para os usuários aproveitarem durante a Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho.

Entre as novidades estão figurinhas temáticas, efeitos para videochamadas e atualizações em tempo real por meio da Meta AI.

Até a final do torneio, os usuários poderão reagir às mensagens com a Trionda, a bola oficial da Copa do Mundo. Ela aparece como um emoji e, ao ser usada, ativa uma animação com várias bolas "pulando" na tela do celular.

O aplicativo também ganhou um pacote especial de figurinhas da Copa do Mundo, com imagens de trave, chuteira, bola tensa, bola chorando e cartões vermelho e amarelo.

Além disso, a empresa disponibilizou efeitos temáticos para videochamadas, incluindo uma bola sobre a cabeça do usuário, uma trave como plano de fundo e um adesivo de bola aplicado ao rosto, entre outros.

O Meta AI, inteligência artificial da empresa, também passará a exibir informações em tempo real sobre as partidas, incluindo as classificações mais recentes do torneio.

Segundo o WhatsApp, a final da Copa do Mundo de 2022, no Catar, registrou um pico de 25 milhões de mensagens por segundo na plataforma.

Android passa a detectar possíveis ligações falsas feitas com IAUber demite 23% da equipe de RH e recrutamentoiFood começa a usar drones para fazer entregas em São Paulo

Há 1 hora Rio de Janeiro Ausência de Jairo e ‘coração’ de Monique: os bastidores do júriHá 1 horaTrios elétricos, shows e oração: Marcha para Jesus reúne fiéis em SP

Há 1 minuto São Paulo Trump x BrasilArgumentos dos EUA para aplicar tarifas ‘não são legítimos’, diz Mauro Vieira

Há 2 horas Política ‘Tempestade política’: o que diz a imprensa internacional sobre o tarifaçoHá 2 horasPrevidênciaSTF derruba idade mínima para aposentadoria por atividades insalubres; entenda

Há 50 minutos Política Impasse no Senado6x1: etapa extra sugerida por Alcolumbre é inédita; governo vê manobra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quem criou o Pix? Como nasceu o sistema de pagamentos que está na mira do governo Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/06/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,0661,15%Dólar TurismoR$ 5,2741,19%Euro ComercialR$ 5,8760,86%Euro TurismoR$ 6,1310,92%B3Ibovespa170.331 pts-2,22%Oferecido por

Os novos ataques do governo dos Estados Unidos contra o sistema de pagamentos Pix nesta semana reacendeu no Brasil um debate sobre quando e por quem foi criada a tecnologia.

Na segunda-feira, o governo americano concluiu uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado. O relatório tinha o Pix como um de seus alvos.

"O Brasil tem prejudicado injustamente as empresas americanas que atuam em serviços concorrentes de pagamento eletrônico, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix", afirma o documento.

No dia seguinte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu com um cartaz durante um evento em Goiás que dizia: "O Pix é do Brasil".

"Viram que eu entrei aqui com essa faixa: 'O Pix é do Brasil'. É porque ontem, o presidente americano, numa atitude intempestiva — porque nós estávamos negociando depois da minha visita ao presidente [Donald] Trump — de forma intempestiva, anunciou um aumento de taxação das coisas brasileiras para 25%, com base numa mentira", disse Lula, que é pré-candidato na eleição presidencial de outubro.

"Eu falei para ele: ô, Trump, ô cara, ao invés de ter medo do Pix, coloca o Pix para funcionar nos EUA. Faz um Pix para nós."

Um dia depois, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exibiu em um evento em Minas Gerais um cartaz que dizia: "O Pix é do Brasil e do Bolsonaro".

Em seu discurso, ele disse: "É mentira que o Pix está ameaçado. Não tem absolutamente nada a ver o meio de pagamento com isso tudo. O Pix é brasileiro, foi feito pelo [ex] presidente [Jair] Bolsonaro. O Pix não é taxado porque o presidente Bolsonaro assim determinou que não fosse, é algo que revolucionou na segurança, então isso não está em discussão."

O Pix é um sistema de pagamento instantâneo criado por técnicos do Banco Central, que permite transferir dinheiro entre contas em segundos, a qualquer hora e dia. É conhecido por ser rápido e seguro e pode ser usado a partir de contas correntes, poupança ou pré-pagas.

O sistema se popularizou no Brasil e possui números impressionantes. Segundo o Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas físicas — o que equivale a 80% da população brasileira — já fizeram uma transferência por Pix. Até outubro do ano passado, mais de R$ 3 trilhões haviam sido movimentados por Pix.

Só em janeiro deste ano, foram realizadas mais de 7 bilhões de transações. No dia 12 de dezembro de 2025 o sistema registrou seu recorde: foram 313 milhões de transações em um mesmo dia.

Segundo um relatório de 2022 do Banco Central sobre o Pix, a primeira manifestação sobre "soluções que permitam, a baixo custo, pagamentos de varejo em tempo real e ininterruptos" aconteceu em 2014, durante o governo de Dilma Rousseff, em um relatório Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro.

Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Mas o Pix só começou a ser desenvolvido pelos técnicos do Banco Central em maio de 2018 — ainda no governo de Michel Temer. Entre a criação de um grupo de trabalho específico e o lançamento do sistema, se passaram cerca de 31 meses.

A portaria 97.909 de maio de 2018 do Banco Central instituiu um grupo de trabalho com objetivo de "contribuir para a construção de um ecossistema de pagamentos instantâneos competitivo, eficiente, seguro e inclusivo".

O nome Pix ainda não era usado nessa ocasião. Mas algumas bases do sistema já estavam definidas nessa portaria.

"A infraestrutura centralizada de liquidação será operada pelo Banco Central do Brasil e estará disponível 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias do ano. As transações serão liquidadas uma a uma, no momento em que a ordem de liquidação for aceita pela infraestrutura", afirma a portaria.

O grupo de trabalho para pagamentos instantâneos (GT-PI) de maio de 2018 foi, segundo o Banco Central, "a primeira etapa para o desenvolvimento dos pagamentos instantâneos no Brasil". Esse grupo esteve aberto a qualquer parte interessada no tema, e recebeu contribuições de mais de 130 participantes.

Em dezembro de 2018, o último mês do governo Temer, o Banco Central divulgou o comunicado 32.927 no qual estabeleceu requisitos fundamentais do Pix que foram aprovados pela diretoria colegiada da instituição. Nesse comunicado, o BC se posicionou oficialmente como líder do processo de desenvolvimento e implementação do Pix.

A partir de outubro de 2019, já no governo Bolsonaro, a infraestrutura tecnológica começou a ser desenvolvida.

A marca Pix foi lançada em fevereiro de 2020. Segundo o Banco Centrarl, a marca "é baseada em tecnologia, transação e pixel, e representa a transposição dos limites do sistema financeiro, a comunicação entre os agentes de mercado e a solidez do pixel".

Um ano após o começo do desenvolvimento da infraestrutura tecnológica, em outubro de 2020, foi iniciado o cadastramento de chaves por usuários iniciais. Em 3 de novembro, o sistema começou a funcionar de forma restrita — e em 16 de novembro ele passou a operar de forma plena.

Em outubro de 2020, um mês antes do lançamento oficial do sistema, o então presidente Jair Bolsonaro manifestou desconhecer o meio de pagamento quando foi parabenizado por um apoiador na saída do Palácio da Alvorada.

Na ocasião, Bolsonaro se confundiu e achou que se tratava de algo relacionado à desburocratização na aviação civil. Ao ouvir a explicação do apoiador de que o Pix era um novo meio de pagamento criado pelo Banco Central, respondeu: "Não tomei conhecimento, vou conversar essa semana com o [então presidente do BC] Roberto Campos".

Lojistas oferecem descontos para pagamentos no PIX, em dinheiro ou no débito, que saem mais baratos do que no crédito. — Foto: Giaccomo Voccio/g1

No Brasil, a forma como o Pix foi estruturado beneficiou empresas nacionais, especialmente bancos digitais e fintechs. "Alavancando o modelo do Pix", elas desenvolveram inovação e cresceram, expandindo-se inclusive para outros mercados.

Isso acabou fazendo do país uma referência internacional, inspirando outros países, como a Colômbia.

"O Brasil é bem conhecido hoje por seus 'neobancos' [bancos digitais] e pelo seu ecossistema doméstico de inovação financeira", disse a pesquisadora Polina Kempinsky à BBC News Brasil.

O Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman elogiou o Pix por ser quase instantâneo e por ter custos de transação baixos e sugeriu que o Brasil pode ter inventado o futuro do dinheiro com esse sistema.

"Outras nações podem aprender com o sucesso do Brasil no desenvolvimento de um sistema de pagamento digital", escreveu Krugman.

E disse que o sistema brasileiro de pagamentos está "conseguindo de fato o que os defensores de criptomoedas alegaram, falsamente, ser capaz de se alcançar por meio do blockchain — baixos custos de transação e inclusão financeira."

"Compare os 93% de brasileiros que usam o Pix com os 2%, isso mesmo, 2% de americanos que usaram criptomoedas para comprar algo ou fazer um pagamento em 2024", disse o economista em 2025.

"Ah, e usar o Pix não cria incentivo para sequestrar pessoas e torturá-las até que entreguem suas chaves de criptografia. Então, teremos um sistema semelhante ao Pix nos Estados Unidos? Não. Ou pelo menos não por muito tempo."

Especialistas também disseram à BBC News Brasil que o Pix incomodou algumas das big techs americanas.

"Estamos falando aqui de uma competição tecnológica, onde os EUA visam tirar qualquer tipo de tecnologia que possa oferecer algum tipo de inovação e que não esteja sendo gerida dentro do próprio país ou que não esteja sob controle dos EUA", diz Bruna Martins dos Santos, gerente de políticas e advocacy da Witness, organização internacional sem fins lucrativos focada em tecnologia e direitos humanos, em entrevista em julho de 2025.

O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres após assinar uma ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca, em 3 de junho de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Na conclusão apresentada esta semana da investigação com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 — um instrumento legal que permite a Washington apurar práticas estrangeiras consideradas injustas ou discriminatórias contra empresas e produtos americanos — o governo dos EUA acusa o Pix de prejudicar "injustamente as empresas americanas".

A investigação diz que o Banco Central brasileiro exerce papel duplo — "como regulador e proprietário/operador" do Pix — criando um "conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas".

"O banco tem atuado como regulador para desfavorecer provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA e privilegiar o Pix. Por exemplo, o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e requer que o Pix seja exibido na tela principal do aplicativo das instituições participantes com destaque igual ou superior a qualquer outra funcionalidade de pagamento ou transferência."

Além disso, há críticas pelo fato de o Banco Central exigir que o Pix seja ofertado sem taxas aos clientes. Segundo a conclusão da investigação, as autoridades brasileiras obrigam empresas americanas a promover o competidor brasileiro (Pix) sem compensações às instituições americanas.

"Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que os concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de taxas, e o Brasil discrimina os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA ao conceder essas vantagens apenas a seu campeão nacional do Brasil."

Como resultado da investigação, que inclui outras críticas a práticas comerciais do Brasil, os EUA propõem tarifas de 25% a produtos brasileiros. Essas propostas ainda serão negociadas entre os governos até o dia 15 de julho.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o Pix das críticas do governo americano. Em nota, a entidade disse que as conclusões da investigação foram baseadas em "informações incompletas" sobre os objetivos e o funcionamento do sistema.

"O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos", disse a Febraban.

A entidade diz que o Pix contribui para a inclusão financeira ao reduzir custos e ampliar o acesso aos meios digitais de pagamento.

Há 42 minutos Rio de Janeiro Ausência de Jairo e ‘coração’ de Monique: os bastidores do júriHá 42 minutosTrump x BrasilArgumentos dos EUA para aplicar tarifas ‘não são legítimos’, diz Mauro Vieira

Há 48 minutos Política ‘Tempestade política’: o que diz a imprensa internacional sobre o tarifaçoHá 48 minutosPrevidênciaSTF derruba idade mínima para aposentadoria por atividades insalubres; entenda

Há 8 minutos Política Impasse no Senado6x1: etapa extra sugerida por Alcolumbre é inédita; governo vê manobra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Android passa a detectar possíveis ligações falsas feitas com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/06/2026 10:51

Tecnologia Android passa a detectar possíveis ligações falsas feitas com IA Recurso funciona no app "Telefone do Google" e depende que os dois participantes da chamada usem a ferramenta; a verificação da identidade acontece nos bastidores, sem exigir nenhuma ação dos usuários. Por Redação g1

O Google anunciou um recurso para Android capaz de identificar ligações falsas feitas por golpistas e alertar as possíveis vítimas. A novidade será disponibilizada neste mês globalmente, incluindo o Brasil, e funcionará por meio do aplicativo gratuito "Telefone", do Google

Para usar a ferramenta, será necessário instalar o app "Telefone do Google" e defini-lo como app padrão para chamadas. Assim, em vez de utilizar o aplicativo de ligações que já vem no celular, o aparelho passará a fazer e receber chamadas pelo app do Google.

Um dos exemplos apresentados pelo Google é o de uma ligação identificada como "Mãe". Ao atender, a voz soa exatamente como a dela. No entanto, a chamada foi feita por um criminoso que usa inteligência artificial para imitar sua voz e tentar convencer a vítima a enviar dinheiro.

Com a novidade, quando duas pessoas usam o aplicativo "Telefone do Google", os aparelhos trocam automaticamente um sinal silencioso de verificação durante a chamada. Se essa confirmação não acontecer, o aplicativo de quem recebe a ligação pode exibir um alerta para você recursar a chamada.

O Google, porém, não explicou como o app se comporta em situações em que a outra pessoa utiliza o aplicativo de chamadas padrão do celular, outro app de telefone ou até mesmo um iPhone, que não é compatível com o "Telefone do Google".

A empresa afirma que desenvolveu essa proteção com base em um padrão aberto, o que permitiria que outros fabricantes de dispositivos e desenvolvedores de aplicativos adotassem a mesma tecnologia em seus produtos.

Há 3 horas Rio de Janeiro Interior de SP ✝️⛪FOTOS: centenas de voluntários montam tradicionais tapetes de Corpus Christi

Há 51 minutos São Carlos e Araraquara Cristo mais alto do Brasil recebe tapetes pela 1ª vezHá 51 minutosEntenda a origem dos tapetes que enfeitam ruas no feriadoHá 51 minutosGuerra no Oriente MédioAtaques de Israel no Líbano deixam 4 mortos após anúncio de cessar-fogo

Há 45 minutos Mundo O que prevê o acordo de cessar-fogo – e o que esperar agoraHá 45 minutosLíder supremo do Irã diz que EUA estão ‘sofrendo humilhação profunda’Há 45 minutosImpasse no Senado6x1: etapa extra sugerida por Alcolumbre é inédita; governo vê manobra

Há 23 minutos Política ‘Vergonha’Trump ataca republicanos após votação para limitar poder de guerra

Há 40 minutos Mundo ReestruturaçãoUber demite 23% dos funcionários; cortes atingem RH e recrutamento

Há 1 hora Tecnologia Luto na arteAutora de ‘Persépolis’, Marjane Satrapi morre ‘de desgosto’, diz família

0

PREVIOUS POSTSPage 24 of 227NEXT POSTS