RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 19:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

A Petrobras anunciou neste domingo (31) uma redução de 9,59% no litro do diesel A para as distribuidoras, o que levará o litro do combustível para R$ 3,30 ante os atuais R$ 3,65 a partir de segunda-feira, 1º de junho.

Em nota, a estatal disse que a redução se deveu à subvenção ao diesel anunciada pelo governo federal. No sábado (30), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prorrogou medidas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis em meio à continuidade da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Entre as medidas anunciadas no sábado estava uma subvenção de R$ 1,12 para o diesel rodoviário em substituição a duas outras subvenções que venceriam neste domingo.

Na nota em que anunciou a redução para as distribuidoras, a Petrobras disse que está avaliando os termos da nova subvenção.

"Qualquer decisão da companhia sobre esse tema será tempestivamente divulgada ao mercado nacional", afirmou na nota.

Pouco após o início da guerra, deflagrada em 28 de fevereiro, a Petrobras elevou, em meados de março, o preço do diesel A em suas refinarias em 11,6%, ou R$ 0,38 o litro, para uma média de R$ 3,65 por litro, em movimento que atenuava a defasagem do valor da estatal em relação ao mercado internacional, após a disparada do preço do petróleo em função do conflito.

A guerra levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passava 20% do fluxo global de petróleo antes do conflito, gerando uma alta nos preços internacionais da commodity.

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Robôs, lives e internet bloqueada: os bastidores da cobertura do g1 no Salão de Pequim

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 06:03

Carros Robôs, lives e internet bloqueada: os bastidores da cobertura do g1 no Salão de Pequim Os desafios invisíveis de trabalhar em um ambiente altamente tecnológico, mas pouco amigável para quem vem de fora. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

O Salão do Automóvel de Pequim tem muitos superlativos, e um deles ajuda a dimensionar o tamanho do evento quando comparado ao Salão de São Paulo: a área total dos pavilhões na China era quase seis vezes maior que a da capital paulista: 380 mil metros quadrados contra 64 mil.

Houve conteúdo de sobra para cerca de 890 mil visitantes. Uma parcela significativa deles adotou uma prática bastante popular na China: transmissões ao vivo.

Em vez de câmeras dedicadas à produção de fotos ou vídeos, o que mais chamava a atenção de quem circulava pelos estandes era o uso de transmissões ao vivo, em um formato bastante peculiar.

O cenário se repetia: um tripé compacto, com haste elevada até o rosto do apresentador, um celular apontado para o carro, outro na mão com informações e uma narração contínua, acompanhada por comentários do público na tela.

O objetivo ia além de apresentar as novidades e qualidades do modelo. A ideia era vender o carro ali mesmo, com cupons que garantiam benefícios ao comprador e comissão ao vendedor.

Eram muitos, dezenas alinhados em frente aos estandes. A maioria usava o esquema simples, mas os mais estruturados, que eram raros, contavam com equipes de vídeo, câmeras profissionais e até aparições em cena, em um formato que lembrava programas de vendas na TV.

Bastava o estande exibir alguma novidade — afinal, lançamentos representavam apenas 12% do total de carros expostos — para que as transmissões ao vivo se multiplicassem.

Um ponto importante para entender a situação descrita a seguir: nenhum dos celulares observados pela reportagem estava conectado a uma rede Wi-Fi durante as lives. Todos usavam exclusivamente a rede de telefonia móvel e exibiam excelente qualidade de conexão.

Essa fartura de dados, porém, não se confirmou para estrangeiros. O responsável por essa situação é o chamado Grande Firewall da China, uma política do governo que restringe o acesso à internet para quem está no país — sejam chineses ou visitantes de fora.

Em resumo, serviços muito populares fora da China simplesmente não funcionam no país, como Facebook, Instagram, WhatsApp, Telegram, Google, Waze, YouTube e X. O uso de uma VPN — ferramenta que simula uma conexão a partir de outro país — contorna o bloqueio, mas cria novos problemas.

O principal deles é a queda brusca na velocidade da conexão. Durante a cobertura do salão, a reportagem recorreu a esse tipo de ferramenta e um vídeo de apenas dois minutos, que normalmente seria enviado em segundos, levou mais de uma hora para chegar ao destino.

E não foi só com vídeos. Publicar um texto também passou a exigir muito mais tempo, e o envio de uma única foto podia levar vários minutos.

Esse atraso não significa apenas esperar: representa menos tempo circulando pelo evento, menor autonomia da bateria do notebook e mais tempo procurando tomadas — que eram raras, concentradas em áreas VIP dos estandes e bastante disputadas.

Tudo isso acontecia enquanto a legião de criadores de conteúdo desfrutava de conexão abundante para realizar as transmissões ao vivo, sempre com carregadores externos conectados para evitar que a bateria do celular acabasse.

Vale destacar que essas transmissões acontecem em redes sociais chinesas, como Weibo e WeChat, por isso não são afetadas pelo bloqueio. Instagram e YouTube ficam fora dessa equação.

A limitação da internet é uma realidade desde o momento em que se pisa na China até a hora de ir embora.

Trocar para o Wi-Fi não melhora a situação. A VPN provoca a mesma queda na velocidade da internet, e redes públicas de Wi-Fi praticamente não existiam dentro dos pavilhões.

O avanço da China no mercado internacional é uma realidade que vai muito além dos automóveis. São marcas de televisores, celulares, carros, geladeiras, micro-ondas e uma infinidade de produtos que chegam ao Brasil e a diversos outros países.

Com isso, fica evidente a intenção da China de dialogar com o mundo. Essa preocupação era visível no próprio centro de convenções, que reunia restaurantes de comida tradicional chinesa e unidades completas de redes internacionais como McDonald’s, Pizza Hut e Starbucks.

No entanto, apesar de os pavilhões contarem com placas de orientação em inglês, logo abaixo do chinês, e de haver opções de comida ocidental para agradar visitantes estrangeiros, o atendimento não seguia a mesma lógica.

Desde pedir um hambúrguer, um café ou uma pizza até conversar com alguém nos estandes das montadoras, quase tudo exigia o uso do celular e de algum aplicativo de tradução.

Chegar às coletivas e encontrar o local das apresentações também dependia de um tradutor no celular, capaz de ouvir o que a outra pessoa dizia, exibir a tradução em português na tela e responder com uma voz sintética para que a conversa pudesse seguir.

Até as próprias coletivas eram realizadas em chinês. Felizmente, algumas marcas com presença internacional ofereciam tradução simultânea por meio de fones de ouvido. Ainda assim, em certos casos, a impressão era de que a tradução não transmitia integralmente tudo o que o apresentador dizia no palco.

Poucos dias antes do início do Salão de Pequim, a China promoveu uma meia maratona exclusiva para robôs. O vencedor foi desenvolvido pela Honor, criada pela Huawei, empresa que fabrica desde fones de ouvido até carros elétricos.

O robô humanoide completou os 21 quilômetros em 50 minutos e 26 segundos, seis minutos e 16 segundos a menos que o tempo do ugandense Jacob Kiplimo. O atleta correu a mesma distância em cerca de 56 minutos e 42 segundos, em março, durante uma competição em Barcelona, na Espanha, e é o atual recordista mundial — ao menos entre os humanos.

No hotel onde a reportagem ficou hospedada, pedidos de comida e entregas de encomendas chegavam à porta, levados por robôs e nunca por uma pessoa.

Estes robôs têm um formato simples, parecido com um caixote vertical, com olhos exibidos em uma tela, por onde o hóspede interage para confirmar o recebimento do item.

No shopping ao lado do hotel, um robô era responsável pela limpeza do chão. Ele lembra os modelos já vendidos para uso doméstico, mas é maior, com mais de um metro de altura.

Dentro dos pavilhões, porém, o cenário era diferente do que se via fora deles. Poucas empresas exibiam robôs em seus estandes e, na maioria dos casos, eles estavam ali apenas para atrair a atenção do público — não eram produtos desenvolvidos pelas próprias marcas.

Uma das exceções foi o grupo Chery, que apresentou um robô humanoide avaliado em R$ 210 mil e um robô em forma de cão, por R$ 12 mil. Os dois já estão à venda na China, longe de qualquer ideia de futuro distante ou de ficção científica.

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O que é a ‘pobreza de refrigeração’, que torna o calor extremo mais perigoso para milhões de pessoas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 03:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

Imagine caminhar pela praia de Ipanema numa tarde de verão. A areia é dourada, há uma brisa refrescante vinda do mar, a sombra de um guarda-sol e uma bebida gelada na mão. Agora olhe para cima.

Agarrado à encosta a apenas algumas centenas de metros de distância está o Vidigal, uma das favelas do Rio de Janeiro. Aqui, milhares de pessoas vivem em uma ilha de calor, com telhados de metal, sem parques e sem redes formais de transporte público.

Nos subúrbios que se estendem por toda parte em torno do Rio, famílias enfrentam as mesmas noites sufocantes, e as calçadas de concreto irradiam calor muito tempo depois do pôr do Sol. Se não há espaços públicos frescos para onde se refugiar, nem bebedouros ou fontes de água potável para garantir alívio, o calor extremo é inevitável.

E a cidade do Rio de Janeiro está longe de ser a única a enfrentar este problema. No verão passado, a Europa sofreu com o calor. A Espanha registrou máximas de 46°C. Portugal chegou a 46,6°C. A França teve o segundo junho mais quente desde 1900. Nos EUA, mais de 150 milhões de pessoas enfrentaram alertas de calor extremo. No sul da Ásia, África Ocidental e no resto da América Latina, o calor extremo não é apenas sazonal.

Mas as consequências do calor extremo não são distribuídas uniformemente. Elas variam entre países, regiões e bairros. Diferenças demográficas, de infraestrutura e de capacidade de adaptação determinam o grau de impacto sobre as pessoas.

Nosso novo estudo mostra que essa “pobreza sistêmica de refrigeração” é generalizada, mas desigual, em 28 países — predominantemente os em desenvolvimento.

Entre as 3 bilhões de pessoas representadas pela nossa amostra, quase 600 milhões enfrentam níveis graves de pobreza sistêmica de refrigeração. Pessoas no sul da Ásia e na África Subsaariana suportam o fardo mais pesado.

Mas países que enfrentam calor extremo semelhante podem apresentar resultados diferentes. A Indonésia e Bangladesh enfrentam a exposição a um calor úmido perigoso que afeta quase toda a sua população, mas a infraestrutura física e os serviços de saúde mais robustos da Indonésia se traduzem em níveis mais baixos de pobreza sistêmica de refrigeração.

Nas cidades, a vulnerabilidade é moldada pela infraestrutura física (edifícios, ruas, tubulações e espaços verdes) e pela infraestrutura social (serviços, instituições e redes de apoio), ambas distribuídas de forma desigual. Moradores de áreas mais pobres geralmente têm menos acesso a ar-condicionado, ruas e parques com sombra de árvores e moradias com isolamento térmico.

A capacidade de refrigeração não é apenas uma questão de tecnologia. Enquadrar o ar-condicionado como a resposta ao calor extremo é problemático. O acesso ao ar-condicionado é extremamente desigual entre os países e dentro deles – a maior parte da população mundial simplesmente não tem acesso a ele.

O ar-condicionado também consome muita energia. Ele aumenta as contas anuais de eletricidade das famílias em mais de um terço, em média. Isso sobrecarrega as redes elétricas quando a demanda por energia atinge picos. O aumento da demanda por eletricidade acelera as mudanças climáticas, retroalimentando a crise do calor e elevando ainda mais as temperaturas externas. A produção e o descarte de aparelhos acarretam um custo ambiental próprio, com o risco de liberação de materiais perigosos no solo, na água e no ar.

Os principais fatores que determinam se o calor se torna perigoso são as condições em que as pessoas nascem e vivem.

Onde você mora, como seu bairro é construído, se há árvores ou água potável pública nas proximidades, quão bem ventilada é sua casa, se seu local de trabalho oferece proteção e se os serviços públicos respondem ao aumento das temperaturas — tudo isso influencia a sobrevivência. O mesmo vale para idade, saúde, renda, identidade e discriminação de gênero, que podem determinar quem tem o sofrimento reconhecido e quem ele permanece oculto.

As respostas ao calor são moldadas pelos ambientes sociais e físicos em que as pessoas vivem. Em muitos lugares, o ar-condicionado substituiu o conhecimento ancestral e as práticas intergeracionais de convivência com o calor, incluindo formas de construir, se locomover, se alimentar e descansar desenvolvidas ao longo de séculos. A perda dessas práticas pode deixar as pessoas mais expostas e menos resilientes.

Desde 2020, como parte do nosso projeto sobre a pobreza de refrigeração, entrevistamos 80 pessoas que vivem em subúrbios de baixa renda e favelas do Rio. Dezenove desses moradores mantiveram diários online sobre o calor: escrevendo registros, coletando fotos, desenhos, memes e notas de voz de seus encontros diários com o calor extremo.

Cuidadores tiveram que mudar suas rotinas para que o trabalho doméstico pudesse ser realizado nas horas mais frescas do amanhecer e do entardecer. Vendedores ambulantes mudaram de local ou abandonaram certas rotas.

Para um morador com deficiência motora, banhos frios, a estratégia de resfriamento mais imediata, não são possíveis: “Eu adoraria tomar quatro banhos frios por dia, mas tenho algumas dificuldades logísticas relacionadas à minha condição”. Como dependem do ar-condicionado, suas contas de luz triplicam no verão. Para outras pessoas, as praias e cachoeiras para onde algumas pessoas fogem ficam fora de alcance: “Eu adoraria ir, mas não posso por causa de problemas de acessibilidade”.

Para as mulheres trans, a discriminação social fecha exatamente os espaços (parques, praças, lojas) onde outras pessoas encontram sombra ou um momento de frescor. E como os banheiros públicos significam correr o risco de sofrer assédio, muitas limitam o quanto bebem de água. O calor, para elas, torna-se um perigo físico sem saída segura.

A pobreza sistêmica de refrigeração não se trata de se uma pessoa pode pagar por ar-condicionado, mas sim de como a infraestrutura, as instituições e o design do entorno expõem alguém ao calor prejudicial e, em seguida, falham em protegê-la do calor. Isso se estende além do lar, abrangendo locais de trabalho, escolas e sistemas de saúde, onde o calor pode ter sérias consequências para a saúde, a produtividade e o bem-estar. Alcança ainda mais as causas sistêmicas que determinam quem sofre mais: desigualdade, discriminação, patriarcado, capacitismo e racismo.

A vulnerabilidade ao calor não é um resultado acidental. Decisões de planejamento urbano que eliminam áreas verdes, políticas habitacionais que permitem edifícios mal ventilados, leis trabalhistas que deixam trabalhadores ao ar livre desprotegidos e sistemas de saúde pública que falham com os mais expostos — tudo isso contribui para o problema.

Reformular a pobreza de refrigeração muda a forma como os pesquisadores pensam sobre soluções. Justiça térmica não significa apenas reduzir a exposição ao calor. Significa também fazê-lo de forma justa e responsabilizar as pessoas e instituições cujas políticas e decisões de planejamento tornaram alguns bairros mais quentes e algumas famílias menos capazes de se refrescar.

Respostas eficazes exigem ação coordenada entre planejamento urbano, saúde pública, habitação e regulamentação trabalhista: ampliar o acesso à água potável, reformar edifícios e plantar árvores, além de reduzir a discriminação.

Mas as pessoas mais afetadas precisam ajudar a projetar as soluções. Suas experiências revelam como o calor realmente é sentido, dia após dia. Ao compreender e avaliar a pobreza térmica sistêmica, podemos identificar a melhor forma de alcançar a justiça térmica para aqueles que correm maior risco com o calor extremo.

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Cheque especial, consignado ou empréstimo pessoal? Veja qual faz mais sentido para você

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 02:45

g1 explica Cheque especial, consignado ou empréstimo pessoal? Veja qual faz mais sentido para você No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

As opções de crédito variam principalmente pelos juros e pelas garantias exigidas pelos bancos. Antes de emprestar dinheiro, as instituições analisam renda, histórico de pagamentos e bens que possam servir como garantia em caso de inadimplência.

Cheque especial e cartão de crédito estão entre as modalidades mais caras e devem ser usados apenas em emergências rápidas. Empréstimo pessoal e consignado têm juros menores, enquanto o financiamento imobiliário é considerado o mais seguro para os bancos por ter o imóvel como garantia.

Especialistas alertam que o crédito pode ajudar a organizar a vida financeira, mas recomendam evitar dívidas longas para pagar gastos passageiros, porque o consumo acaba — e a parcela continua.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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MEI: prazo para enviar a declaração anual termina hoje; veja como fazer

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 31/05/2026 01:00

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI: prazo para enviar a declaração anual termina hoje; veja como fazer Empreendedores que não entregarem a DASN-SIMEI no prazo podem pagar multa e ter o CNPJ irregular. Declaração é obrigatória mesmo sem faturamento. Por Redação g1 — São Paulo

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) devem declarar o faturamento de 2025 por meio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) até o próximo domingo (31).

A declaração reúne informações sobre o faturamento da empresa ao longo de 2025, além de indicar se houve contratação de empregado no período. Mesmo quem não teve faturamento precisa entregar o documento.

A DASN-SIMEI deve ser apresentada anualmente à Receita Federal para informar os rendimentos e manter o CNPJ regular.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) devem declarar até este domingo (31) o faturamento de 2025 por meio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI). O envio, que é obrigatório, deve ser feito pelo Portal do Empreendedor.

A Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) reúne informações sobre o faturamento do MEI ao longo de 2025 e indica se houve contratação de empregado no período. O envio é obrigatório, mesmo para quem não teve faturamento.

O documento deve ser apresentado anualmente à Receita Federal para manter o CNPJ regular e comprovar que a empresa atua dentro das regras do regime, cujo limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano.

O não envio pode gerar multas e até o cancelamento do CNPJ. O registro também pode ser cancelado definitivamente caso o MEI fique dois anos sem pagar as contribuições mensais obrigatórias.

Para facilitar o preenchimento, o MEI pode utilizar o Relatório Mensal de Receitas Brutas, onde registra os valores obtidos a cada mês. O controle também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI💻 Quem deve declarar? 📅 E se eu perder o prazo. O que acontece? 💵 Ultrapassei o limite de faturamento. E agora? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2025.

A entrega fora do prazo da DASN-SIMEI gera uma multa de 2% a cada mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos devidos, ou mínimo de R$ 50.

O MEI também pode ter o CNPJ cancelado definitivamente, caso não tenha pagado nenhuma contribuição mensal durante os últimos dois anos.

O limite de faturamento anual do MEI em 2025 foi de R$ 81 mil, o que dá uma média de R$ 6.750 ao mês (ou um valor proporcional de acordo com o mês de abertura).

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2025, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar acima de 20% do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

Vale lembrar que no regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

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Mega-Sena, concurso 3.013: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 21:53

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.013: confira os números sorteados Nenhuma aposta acerta as seis dezenas, e prêmio acumula para R$ 16 milhões. Concurso teve 46 apostas que acertaram cinco dezenas e vão levar R$ 33 mil cada uma. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.013 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (30), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou para R$ 16 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Governo adota medida para manter abatimento no preço do diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

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O Ministério da Fazenda fixou em R$ 351,50 por metro cúbico o valor da subvenção ao diesel, o que equivale a R$ 0,35 por litro do combustível.

A medida entra em vigor nesta segunda-feira, 1º de junho, beneficiando diretamente produtores e importadores do óleo diesel tipo A por um período inicial de 2 meses.

A iniciativa integra um pacote governamental para conter os reflexos da alta internacional do petróleo no mercado interno, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O novo subsídio visa neutralizar o fim da desoneração de tributos federais de R$ 0,35 por litro, que expira neste domingo, 31, evitando reajustes nas bombas.

Como um projeto de lei sobre o tema segue travado no Congresso, o Executivo editou uma medida provisória em 13 de maio para garantir o benefício.

O Ministério da Fazenda definiu em R$ 351,50 por metro cúbico o valor da subvenção ao diesel — uma espécie de ajuda financeira do governo para reduzir o preço do combustível.

🔎O valor equivale a R$ 0,35 por litro e será pago a produtores e importadores do óleo diesel tipo “A”.

A medida começa a valer a partir desta segunda-feira (1º de junho) e terá validade de dois meses, podendo ser prorrogada.

A iniciativa faz parte do pacote de ações do governo para reduzir os efeitos da escalada dos preços internacionais do petróleo sobre o mercado doméstico, em meio às tensões no Oriente Médio.

Atualmente, o diesel conta com uma desoneração de R$ 0,35 por litro em tributos federais, mas o benefício perde a validade neste domingo (31).

🔎 Porque isso importa? Com a medida de subvenção adotada agora, o Executivo busca que o impacto não chegue às bombas para o consumidor final.

O governo chegou a encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar para permitir o uso de receitas extraordinárias geradas pela alta do petróleo na compensação da redução de tributos sobre combustíveis. A proposta enviada em abril, no entanto, está parada.

Diante da demora na tramitação do projeto, o Executivo editou, em 13 de maio, uma medida provisória (MP) autorizando a concessão de subvenção econômica a produtores e importadores de combustíveis — que começou pela gasolina — em valor equivalente ao benefício tributário que deixará de vigorar.

LEIA MAIS: Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho

Fazenda define valor da subvenção ao diesel; medida começa a valer nesta segunda (1º). — Foto: José Cruz/Agência Brasil via BBC

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercosul e Canadá concluem nova rodada de negociação para acordo comercial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

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O Mercosul e o governo do Canadá concluíram nesta semana uma nova rodada de negociações visando um acordo comercial entre as partes, disseram os ministérios das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Agricultura em nota conjunta neste sábado (30).

De acordo com o documento, após esta rodada de conversas entre negociadores do Mercosul e do Canadá, que contou com a participação do ministro de Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, cinco capítulos de um futuro acordo avançaram para a etapa de conclusão das negociações.

"O encontro incluiu reuniões presenciais dos grupos técnicos sobre comércio de bens, serviços e serviços financeiros, entrada temporária de pessoas a negócios, regras de origem, propriedade intelectual, salvaguardas bilaterais, desenvolvimento sustentável, comércio inclusivo e temas legais e institucionais", afirma a nota.

Nesta semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, disse que 60% do acordo comercial entre Mercosul e Canadá já está acertado e que as negociações podem ser concluídas ainda neste ano.

O fluxo de comércio entre Brasil e Canadá no ano passado foi de US$10,4 bilhões e as exportações brasileiras para o mercado canadense somaram US$7,3 bilhões, crescimento de 14,8% em relação ao ano anterior e recorde histórico, disse a nota conjunta dos ministérios.

O Canadá é o oitavo principal destino das exportações brasileiras, ainda de acordo com o comunicado das pastas.

"Destacaram-se, entre os principais produtos exportados, minérios de alumínio, níquel e cobre, açúcar, café, aeronaves, além de instalações e equipamentos de engenharia civil", afirma a nota.

O avanço ocorre em meio a expectativas de que o acordo de livre comércio entre o Mercosul — formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai — e o Canadá possa ser concluído ainda em 2026, segundo fontes com conhecimento das negociações.

Há, inclusive, avaliação de que o entendimento possa ser fechado antes de setembro, caso o ritmo atual seja mantido.

Uma nova rodada de negociações já está prevista para o próximo mês, em Brasília, dando continuidade ao processo retomado no ano passado, após período de paralisação desde 2021. Interlocutores classificam o ritmo atual como “acelerado” e dizem que as conversas têm avançado de forma consistente.

Do lado canadense, o interesse em concluir o acordo ainda neste ano também tem sido sinalizado. O ministro de Comércio Internacional, Maninder Sidhu, é descrito por fontes como um dos principais defensores do avanço das tratativas, em um contexto de busca por diversificação de mercados.

Esse movimento ocorre em meio a incertezas no comércio global e à necessidade do Canadá de reduzir sua dependência dos Estados Unidos, seu principal parceiro econômico. Nesse cenário, a América do Sul, especialmente o Brasil, tem ganhado relevância estratégica.

Para o Mercosul, o acordo com o Canadá é visto como uma oportunidade de ampliar o acesso a mercados desenvolvidos e atrair investimentos, sobretudo em setores como mineração e infraestrutura. O bloco também tenta capitalizar o momento após o avanço recente do acordo com a União Europeia.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil nos próximos meses. Embora não haja previsão de anúncio formal durante a visita, a expectativa é de que o encontro ajude a acelerar a conclusão do acordo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IR: Receita recebe mais de 44 milhões de declarações, diz ministro da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

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A Receita Federal encerrou o prazo de entrega do Imposto de Renda 2026 com 44.498.717 declarações recebidas, informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, neste sábado (30).

Em uma postagem nas redes sociais, ele disse que o resultado "reflete o compromisso do contribuinte brasileiro e o amadurecimento do sistema tributário nacional".

Em relação ao quantitativo de pessoas que não entregaram a declaração, a Receita informou que ainda não é possível contabilizar este número pois o resultado é fruto de investigações pontuais realizadas ao longo do declínio de cinco anos.

Quem é obrigado a declarar, mas não enviou o documento em tempo, agora está em dívida com o Leão.

Nesses casos, segundo a Receita Federal, o contribuinte fica sujeito ao pagamento de uma multa por atraso, calculada da seguinte forma:

– Multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, ainda que integralmente pago, até um teto de 20%;

– Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava "obrigado a declarar", mesmo sem imposto a pagar)

A multa começa a contar no primeiro dia seguinte à data limite de entrega e termina sua contagem na da

ta do envio da declaração ou, se não for entregue, na data do lançamento de ofício pela Receita.

De acordo com o Fisco, a recomendação é que o contribuinte regularize sua situação o quanto antes. A declaração em atraso poderá ser entregue somente a partir das 9h de segunda-feira (1º).

O formato para entrega da declaração fora do prazo é o mesmo: o contribuinte deve reunir os mesmos documentos e comprovantes e pode enviar as informações pelos canais disponibilizados pela Receita Federal.

A diferença está na cobrança de multa. Ao transmitir a declaração em atraso, o contribuinte recebe automaticamente uma Notificação de Lançamento de Multa, acompanhada do boleto para pagamento e das orientações necessárias para a quitação do débito.

A multa pela entrega da declaração em atraso é inegociável e seu pagamento deve ser feito por meio da emissão do Documento de Arrecadação das Receitas Federais (Darf).

A Receita normalmente dá um prazo de até 20 dias para o pagamento da multa. Caso os débitos não sejam quitados dentro desse período, é possível a cobrança de juros de mora, calculados com base na taxa básica de juros brasileira, a Selic.

Caso o contribuinte tenha restituição a receber, a multa também poderá ser descontada desse valor, acrescido de juros.

Os valores devidos à Receita Federal — incluindo multas, juros e impostos — podem ser considerados como dívidas e pendências fiscais.

Isso significa que o contribuinte pode ter a inclusão do débito no Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin) e na Dívida Ativa da União. Isso pode trazer, também, uma série de restrições ao CPF, tais como:

– a impossibilidade de realizar matrícula em instituições de ensino, bem como vedação da participação de concursos públicos;

– o score de crédito pode ser impactado negativamente, dificultando ou mesmo impedindo a contratação de produtos e serviços financeiros;

– protesto em cartório e negativação do nome do contribuinte, além de pagamento de custas ao cartório para regularização;

– o impedimento da emissão de Certidão Negativa de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND), requerida por exemplo para financiamento imobiliário, entre outros.

O contribuinte pode consultar sua situação na aba "Situação Fiscal" — documento que atesta a regularidade do contribuinte perante a Receita e que está disponível no e-CAC.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

Um decreto do governo federal publicado nesta sexta-feira (29) prorrogou a isenção de impostos sobre a venda e importação de querosene de aviação (QAV) e do biodiesel até 31 de julho.

A medida faz parte de um pacote de ações para conter a alta dos combustíveis, pressionados pela escalada do preço do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio (entenda mais abaixo).

O benefício — que reduz custos para companhias aéreas e produtores de combustíveis, e pode ajudar a conter repasses de preços ao consumidor — terminaria neste domingo (31).

🔎O querosene de aviação é um insumo sensível para o setor, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após aumento anunciado pela Petrobras mês passado.

A medida prorroga uma das ações do pacote anunciado em abril. Na ocasião, o governo anunciou um conjunto de medidas para reduzir o impacto da alta do petróleo sobre os combustíveis no país.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das medidas anunciadas será de R$ 30,5 bilhões.

Ele afirmou, no entanto, que esse valor não terá impacto nas contas públicas, porque deve ser compensado por outras receitas do governo, como a arrecadação com o óleo diesel e os royalties do petróleo — valores pagos por empresas pela exploração de petróleo.

As medidas incluem a concessão de subvenção — uma espécie de ajuda financeira do governo — para reduzir o preço de alguns combustíveis.

Serão contemplados o diesel importado, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e o querosene de aviação.

No Brasil, Petrobras anuncia aumento para o querosene de aviação — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação; elinhas de crédito para o setor aéreo.

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