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Rússia caminha para isolar sua internet do resto do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 13:49

Tecnologia Rússia caminha para isolar sua internet do resto do mundo Apagões frequentes na internet e combate a VPNs estão levando russos a buscar pagers, mapas de papel e telefones fixos. Ameaça de proibir o Telegram, no entanto, gera críticas até mesmo de apoiadores de Putin. Por Deutsche Welle

Apagões frequentes na internet e combate a VPNs estão levando russos a buscar pagers, mapas de papel e telefones fixos. Ameaça de proibir o Telegram, no entanto, gera críticas até mesmo de apoiadores de Putin.O WhatsApp parou de funcionar. Instagram e Facebook também. Já o Telegram, principal meio de comunicação da Rússia, com cerca de 100 milhões de usuários, vem sofrendo bloqueios contínuos – e a expectativa de que seja desligado nos próximos dias tem gerado raras reações públicas no país, que caminha para se isolar do mundo também digitalmente.

O cerco do governo de Vladimir Putinao uso livre da internet vem se intensificando desde a invasão da Ucrânia. Em todo o país, inclusive em grandes metrópoles como Moscou e São Petersburgo, os apagões digitais são constantes. Sites considerados "pouco confiáveis" pelo regime são proibidos. Serviços básicos, como chamar um táxi, fazer pagamentos ou ligações costumam ficar indisponíveis de uma hora para a outra.

A busca por alternativas chegou até mesmo a impulsionar venda de walkie-talkies, telefones fixos, pagers, mapas impressos e antigos tocadores de MP3.

Nesta semana, o Kremlin passou a mirar VPNs, redes privadas virtuais utilizadas pelos usuários para contornar a censura digital do regime.

"A meta é reduzir o uso", afirmou nessa segunda-feira (30/03) o ministro da Digitalização, Maksut Shadayev, no MAX, aplicativo de mensagens desenvolvido pela Agência Russa de Telecomunicações, a Roskomnadzor, e propagandeado pelo regime da Rússia como "seguro".

'Não dá pra viver sem VPN': como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais

Segundo Shadayev, as medidas destinam-se a "restringir o acesso a uma série de plataformas estrangeiras", as quais, supostamente, não respeitam a legislação russa em termos de segurança e luta contra o terrorismo.

Até meados de janeiro, a Rússia havia bloqueado mais de 400 VPNs, 70% a mais do que no final do ano passado, diz o jornal Kommersant. Isso não impede que novas softwares do tipo surjam para substituir os antigos. A pressão, no entanto, levou a gigante Apple a retirar, da plataforma App Store, as VPNs que possibilitavam o acesso a sites censurados pelo regime de Putin.

Já os apagões na internet móvel pelo país, ainda não sistemáticos devido à dificuldade de execução devido à rede descentralizada, podem também entrar definitivamente na agenda.

"De acordo com nossas previsões, os bloqueios em Moscou passarão a ser mais ou menos rotineiros", afirmaram especialistas da desenvolvedora Amnezia, citados pelo jornal britânico The Guardian.

Segundo eles, no entanto, as autoridades têm a tecnologia para impor um apagão digital simultâneo em todo o país. "Observamos bloqueios semelhantes no Irãe podemos tirar conclusões sobre como isso poderia ser implementado na Rússia", afirmaram os analistas.

Em meio à dificuldade cada vez maior para acessar ferramentas de outros países, os russos aguardam o próximo golpe no último reduto de internet livre do país: o Telegram, cujo bloqueio total poderia ocorrer já nesta quarta-feira (01/04), como noticiado por alguns meios de comunicação do país – embora as autoridades possam reverter a decisão ou adiá-la para depois das eleições parlamentares de setembro.

No mesmo comunicado sobre VPNs, o ministro da Digitalização adiantou, em relação ao Telegram, que houve tentativas "em vão" de chegar a um acordo para impor custos extra caso o tráfego de dados internacionais mensal ultrapassasse 15 gigabytes.

Após a invasão da Ucrânia em 2022, a Rússia colocou em prática as leis mais repressivas vistas desde a era soviética, ordenando a censura e reforçando a influência do Serviço Federal de Segurança, órgão de vigilância sucessor da KGB.

Naquele ano, a Meta, dona de Facebook e Instagram, foi oficialmente considerada "terrorista" no país, o que derrubou o acesso às redes sociais de Mark Zuckerberg.

Mas, nos últimos meses, o Kremlin foi além: bloqueou o WhatsApp, reduziu a velocidade do Telegram e interrompeu repetidamente o acesso à internet móvel em Moscou e em outras cidades e regiões.

Desenvolvido pelo russo Pavel Durov, hoje radicado nos Emirados Árabes, o Telegram se tornou um dos principais meios de comunicação utilizados no país.

Há anos, vem sendo usado, por exemplo, por soldados em ação na Ucrânia para a comunicação com as famílias e por prefeituras de cidades russas próximas à zona de conflito para alertar a população sobre ataques aéreos.

"É um retrocesso de 100 anos. É melhor que eles comecem logo a usar correspondência em papel, telégrafos e cavalos. É esse o tipo de civilização que eles têm. Talvez até o Putin goste disso. Talvez seja assim que ele se sinta jovem de novo", ironizou, no X, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

A justificativa do Kremlin é que as restrições à internet móvel são necessárias para combater os drones ucranianos. Mas o descontentamento com a medida vem levando a manifestações críticas de figuras até então alinhadas com o regime de Putin, como o governador de Belgorod, região na fronteira com a Ucrânia, que afirmou que as interrupções estavam causando "mortes desnecessárias" em meio ao conflito.

De acordo com o jornal The New York Times, vídeos que circulam online mostram soldados russos do front, mascarados para dificultar a identificação, dizendo que o aplicativo de mensagens é crucial para as operações e pedindo que o Kremlin recue da decisão.

As repercussões também chegaram à câmara baixa do Parlamento em Moscou, raramente crítico ao governo, que colocou em votação um requisito para que o Kremlin justificasse o bloqueio do Telegram. A proposta foi rejeitada, com 102 votos contrários – mas os 77 favoráveis expuseram o desconforto com a medida.

Cerca de 25 pedidos de "autorizações para concentrações" de manifestantes contra as restrições ao Telegram também foram negados pelas autoridades na semana passada, o que não impediu a prisão de 12 pessoas, nesse domingo (29/03), em um protesto em Moscou em favor da liberdade de expressão.

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Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 12:45

Economia Imposto de renda Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu a criação da nova modalidade. Ideia é que a declaração do IR, no futuro, contenha mais dados enviados por empresas e por bancos. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Receita Federal ainda não tem uma data para disponibilizar a declaração totalmente pré-preenchida, na qual os contribuintes não precisariam mais incluir informações.

Nesse formato, buscado pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, os trabalhadores teriam apenas de validar os dados informados no documento pelo leão.

Assim que implementada, a nova declaração do IR seria uma evolução da pré-preenchida, que já reúne uma série de informações dos contribuintes — mas não todas.

Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.

O supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca, informou nesta quarta-feira (1º) que o Fisco ainda não tem uma data para disponibilizar a declaração totalmente pré-preenchida, na qual os contribuintes não precisariam mais incluir informações.

Nesse formato, buscado pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, os trabalhadores teriam apenas de validar os dados informados no documento pelo leão.

"A demanda [do ministro Durigan] chegou pra nós ontem [terça, 31 de março]. Temos ainda que avaliar o que falta e traçar um caminho. Não temos essa data [de liberar o novo formato para o público]", disse José Carlos da Fonseca, da Receita Federal.

Assim que implementada, a nova declaração do IR seria uma evolução da declaração pré-preenchida, que já contempla uma série de informações dos contribuintes — mas não todas elas. O Fisco estima que a declaração pré-preenchida já deve abranger 60% dos contribuintes neste ano.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

🔎Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis prata ou ouro no "gov.br". Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app "Meu Imposto de Renda". Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.

"Esse é o caminho natural e gradual da evolução deste modelo da declaração a partir da evolução da pré-preenchida. Cada vez mais a Receita Federal obtém as informações diretamente das fontes pagadoras e dos registros de bens e direitos dos contribuintes, e oferece para validação do contribuinte", informou o órgão.

A Receita Federal acrescentou que, com o aumento da consistência das informações a cada ano, vai gradualmente desobrigando o contribuinte da necessidade de preenchimentos.

Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.

Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.

Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.

Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.

rendimentos;movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);aluguéis;despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);mercado acionário e criptoativos;automóveis;aplicações em renda fixa;número de dependentes;despesas com educação (titular e dependentes);previdência complementar;gastos com empregados domésticos,informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;carnê leão;bens no exterior;deduções de incentivo cultural;contribuição a entidades beneficentes.

O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados.

Essas informações também serão usadas na declaração totalmente pré-preenchida, meta fixada pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

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Renault lança Koleos por R$ 289.990; SUV híbrido quer desbancar concorrentes chineses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 11:48

Carros Renault lança Koleos por R$ 289.990; SUV híbrido quer desbancar concorrentes chineses Modelo está em pré-venda e tem preço de R$ 279.990 para cliente que usar carro usado na troca. Consumo de gasolina na cidade é de 13,1 km/l e potência combinada é de 245 cv. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Renault lança o SUV Koleos no Brasil para reposicionar sua imagem no mercado premium, mirando clientes de marcas como BYD e GWM.

O Koleos se destaca pelo interior sofisticado, com três telas de 12,3 polegadas, incluindo uma exclusiva para o passageiro, e acabamento de alta qualidade.

Equipado com motorização híbrida de 245 cv, o Koleos acelera de 0 a 100 km/h em 8,3s, mas seu consumo de 13,1 km/l na cidade não impressiona.

O modelo oferece amplo espaço interno, bancos traseiros aquecidos e reclináveis, além de condução semiautônoma nível 2 e estacionamento autônomo.

A Renault anunciou nesta quarta-feira (01) o preço oficial do Koleos: R$ 289.990. O utilitário esportivo já está em pré-venda e tem condição especial para os clientes que usarem carro usado na transação. O preço com isso cai para R$ 279.990.

A marca francesa quer se reposicionar aos olhos dos brasileiros. Deixar de ser vista como a marca dos carros populares para ser reconhecida pelo requinte nos segmentos mais caros. O capítulo mais recente dessa estratégia, que já incluiu Kardian e Boreal, é o Koleos.

O SUV tem proporções generosas, maiores que as do Jeep Commander, e aposta em uma cabine chamativa e em um conjunto híbrido de 245 cv para fisgar clientes que hoje compram BYD Song Plus e GWM Haval H6.

O Koleos segue o padrão global de design da Renault. As linhas vincadas da carroceria ganham destaque com a pintura cinza acetinada. Detalhes azulados e apliques pretos completam o visual futurista.

Será o suficiente para conquistar o cliente brasileiro? A resposta talvez esteja no interior do Koleos.

No interior, a Renault priorizou a experiência de motorista e passageiros. São três telas alinhadas no painel, cada uma com 12,3 polegadas.

Uma está logo atrás do volante e funciona como cluster de instrumentos. No meio, alinhada com o console central, está a tradicional tela do multimídia. A novidade é a terceira tela, logo a frente do carona.

Nela é possível ajustar o ar-condicionado, escolher músicas no sistema de som Bose com 10 alto-falantes e até assistir à série favorita em serviços de streaming.

Essa tela do passageiro tem um efeito de discrição semelhante ao de películas de privacidade usadas em celulares. Quem observa de lado não consegue ver o conteúdo, que aparece escuro. Assim, o passageiro pode assistir a vídeos sem distrair o motorista.

A má notícia é que a legislação brasileira não permite a reprodução de vídeos com o carro em movimento, mesmo com esse recurso na tela. Portanto, filmes e séries só podem ser assistidos com o Koleos parado.

A qualidade dos materiais e do acabamento é superior. Por outro lado, a combinação de telas e revestimentos em preto brilhante acumula muitas marcas de dedo. A iluminação ambiente colore os painéis das portas e harmoniza com as costuras azuis e vermelhas.

Comparado ao interior do Song Plus 2027, por exemplo, o Koleos integra melhor os elementos ao painel. A gigante tela flutuante do BYD rouba o protagonismo.

A Renault transmite sensação de tecnologia sem recorrer a telas giratórias ou botões chamativos. O teto panorâmico reforça o ambiente sofisticado. Resta saber se o cliente brasileiro prefere a ousadia de alguns modelos ou a proposta mais discreta do Koleos.

A plataforma CMA, também usada por Volvo e Geely, garante 2,82 m de entre-eixos e posiciona a bateria de forma compacta no centro do carro. O resultado é um assoalho praticamente plano e bom espaço para joelhos, ombros e cabeça.

Além do espaço generoso, os ocupantes do banco traseiro contam com saídas de ar-condicionado com ajuste próprio de temperatura e bancos aquecidos, algo raro na segunda fileira. Também é possível reclinar o encosto, o que torna a viagem mais confortável.

A lista inclui rodas de 20 polegadas com acabamento diamantado, pacote visual Esprit Alpine, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, carregador de celular por indução, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay, head-up display e outros itens de conforto.

No lançamento, a Renault afirmou que o Koleos poderá ser comprado em qualquer um dos mais de 250 pontos de venda da marca. A empresa não confirmou preço, prazo de garantia, planos de manutenção nem expectativa de vendas.

O g1 apurou que a Renault considera como principais concorrentes do Koleos o BYD Song Plus e, nas versões mais completas, o GWM Haval H6. A lista também inclui Volkswagen Tiguan, Chevrolet Equinox e Jeep Commander.

Com esses concorrentes na mira e o pacote de equipamentos oferecido, é possível estimar um preço próximo de R$ 260 mil. A confirmação dos valores e de informações como a garantia será feita no dia 1º de abril.

“Não vamos brigar por volume de vendas, mas para ser referência no segmento”, explica Guilherme Ruibal, gerente de produto da Renault.

O Renault Koleos consegue fazer manobras de estacionamento de forma autônoma; o motorista não precisa nem acelerar.

Há também condução semiautônoma de nível 2. Em vias rápidas, o SUV mantém velocidade e distância do veículo à frente de forma adaptativa. Ele identifica a faixa de rolamento e mantém o carro centralizado.

O SUV conta com frenagem automática e assistente de manobras evasivas. Nesse caso, o sistema identifica quando a força aplicada pelo motorista pode não ser suficiente para evitar uma colisão e adiciona mais assistência à direção.

Há câmera 360 graus, farol alto automático, limitador de velocidade, assistente de partida em rampa, alerta de distância segura do veículo à frente, alerta de colisão com frenagem automática inclusive em curvas, alerta de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta e frenagem para tráfego cruzado traseiro e frontal, aviso para saída segura dos ocupantes, alerta de colisão traseira, entre outros recursos.

O motor 1.5 turbo com injeção direta do Koleos é movido apenas a gasolina e gera 144 cv, com torque de 23,4 kgfm. Os dois motores elétricos, acoplados à transmissão de três marchas, entregam juntos 136 cv e 32,6 kgfm de torque. A potência combinada chega a 245 cv.

Os dados oficiais da Renault indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. Segundo o Inmetro, o consumo é de 13,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada — números que não impressionam para um híbrido.

O g1 já experimentou o Koleos pelas ruas de São Paulo, mas as impressões de como o modelo se comporta ao volante só podem ser compartilhadas mais para frente.

Já é possível comparar o Renault com alguns dos modelos apontados como concorrentes. O BYD Song Plus acaba de ser atualizado, custa R$ 249.990 e entrega 239 cv. Além disso, a bateria de 26,3 kWh do modelo chinês permite rodar até 99 km no modo elétrico, sem acionar o motor a combustão.

O GWM Haval H6 PHEV19 é vendido por R$ 249 mil e tem mais força. A potência combinada do motor 1.5 turbo com o elétrico chega a 326 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,6 segundos, mais rápida que a do Koleos.

Já deu para perceber que a concorrência é pesada, tanto em preço quanto em números de desempenho.

Motor a combustão: 1.5 turbo, quatro cilindros em linha, gasolina Potência: 144 cavalos Torque: 23,4 kgfmMotores elétricos: 2Potência: 136 cavalos Torque: 32,6 kgfmBateria: Íon de lítioCapacidade da bateria: 1,64 kWhTanque de combustível: 55 litrosCâmbio: 3 marchasTração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira) Direção: ElétricaFreios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 13,1 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada)0 a 100 km/h: 8,3 segundosVelocidade máxima: 180 km/hComprimento: 4,78 mLargura: 1,88 mAltura: 1,68 m (com as barras do teto)Entre-eixos: 2,82 mPeso: 1.804 kg

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Após carga roubada de KitKat, Nestlé lança plataforma para usuário checar origem de chocolate

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 01/04/2026 10:47

Economia Negócios Após carga roubada de KitKat, Nestlé lança plataforma para usuário checar origem de chocolate Por Redação g1

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

A Nestlé lançou uma plataforma para rastrear unidades do chocolate KitKat após o roubo de uma carga de 12 toneladas do produto durante na Europa no último mês de março.

A plataforma chamada “rastreador de KitKat roubado” permite que o usuário utilize o código referente ao lote do produto para conferir se aquela unidade pertence à carga que foi roubada.

Em uma nota divulgada neste domingo (29), a KitKat confirmou que a carga do produto foi roubada no deslocamento entre a fábrica na área central da Itália e o destino final, na Polônia.

A empresa também afirmou que o abastecimento não será afetado e disse estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação, mas tranquilizou os consumidores:

"A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado", afirmam.

O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)

A carga de 12 toneladas do chocolate KitKat desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

A Nestlé confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Petrobras eleva preços do querosene de aviação em 55%, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,173-0,12%Dólar TurismoR$ 5,363-0,45%Euro ComercialR$ 6,0090,37%Euro TurismoR$ 6,2390,04%B3Ibovespa188.529 pts0,57%Oferecido por

A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% para as distribuidoras em abril, segundo informações da agência Reuters.

Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos. O g1 procurou a Petrobras para confirmar o reajuste e também solicitou posicionamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Até a última atualização desta reportagem, porém, não havia recebido resposta.

Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, também informou que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação em 55% a partir desta quarta-feira (1º).

Segundo a empresa, o reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Em março, o reajuste havia sido de 9,4%, também em decorrência dos preços do barril do petróleo no mercado internacional neste ano.

Se confirmado, o aumento pode ampliar a pressão sobre o setor aéreo brasileiro, em um momento em que duas das maiores companhias do país, Gol e Azul, ainda se recuperam de processos recentes de reestruturação de dívidas.

🔎 O querosene de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas. No Brasil, ele representa mais de 30% das despesas operacionais do setor. A Petrobras, maior produtora de petróleo do país, responde pela maior parte do refino e pela oferta desse combustível no mercado nacional.

Nesta quarta-feira, o preço do barril de petróleo tipo Brent caía 1,80%, a US$ 102,10, por volta das 10h13. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 para mais de US$ 115. Com isso, o produto caminha para encerrar março com a maior alta desde 1990.

A alta do combustível, associada à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.

O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril será “moderado” quando comparado à alta observada no mercado internacional.

Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com variações nos custos ao longo do tempo.

Ainda assim, o executivo disse, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível ficar mais caro. De acordo com ele, um aumento de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma alta de cerca de 10% nas tarifas.

A Azul informou na semana passada que já aumentou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A empresa também anunciou que pretende limitar o crescimento de sua operação para lidar com o aumento do combustível.

Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre.

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Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel e conter a alta dos preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O governo federal e os estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país.

A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de parte do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Diante disso, União e governos estaduais decidiram atuar de forma conjunta para reduzir esse efeito no curto prazo e garantir maior estabilidade no fornecimento.

A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados.

O governo federal e pelo menos 20 estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país.

A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de parte do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Diante disso, União e governos estaduais decidiram atuar de forma conjunta para reduzir esse efeito no curto prazo e garantir maior estabilidade no fornecimento.

O que foi decidido?Qual será o valor do subsídio?Quem terá direito ao benefício?Qual é o objetivo da medida?Por quanto tempo o subsídio vai valer?Os estados são obrigados a participar?Como será a participação dos estados?Por que o governo não reduziu impostos diretamente?Essa medida substitui outras ações já anunciadas?Por que o diesel está subindo?Qual é o impacto disso para a população?O acordo já está valendo?

O governo federal e os estados apresentaram uma proposta conjunta para criar uma subvenção — ou seja, um apoio financeiro — ao diesel importado.

A medida foi discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), presidido pelo Ministério da Fazenda, e do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), em São Paulo, e tem como objetivo reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o mercado interno.

Na prática, o poder público passa a arcar com parte do custo do combustível importado, tentando evitar repasses mais intensos ao consumidor final.

A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados. Somado ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.

A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.

O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.

Como o Brasil ainda depende da importação para atender parte da demanda interna, o apoio busca garantir que essas operações continuem ocorrendo mesmo em um cenário de preços elevados no mercado internacional.

O principal objetivo é garantir a previsibilidade e a segurança no abastecimento de diesel no país, além de conter a pressão de alta nos preços. Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos.

A medida terá caráter temporário e deve vigorar por até dois meses. O prazo limitado foi definido para evitar que a política se torne permanente e gere um impacto duradouro nas contas públicas.

A ideia é atuar apenas durante o período mais crítico da alta de preços, preservando o caráter emergencial da ação.

Não. A adesão à proposta é voluntária, o que significa que cada estado pode decidir se participa ou não do programa. Apesar disso, a maioria já sinalizou apoio. Levantamento do g1 mostra que pelo menos 20 estados indicaram adesão à proposta.

A expectativa do governo é que a ampla participação aumente a efetividade da medida no controle dos preços.

A contribuição dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada unidade da federação. Ou seja, estados com maior consumo tendem a arcar com uma parcela maior do custo.

Além disso, ficou definido que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando o caráter voluntário do acordo.

Uma proposta inicial previa zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação de diesel, com compensação parcial da União pelas perdas de arrecadação dos estados.

No entanto, a ideia enfrentou resistência, já que os governos estaduais argumentaram que ainda se recuperam de perdas anteriores e que a redução do imposto poderia afetar o financiamento de serviços públicos.

Diante disso, a alternativa encontrada foi o subsídio direto, considerado mais viável politicamente.

Não. A subvenção se soma a outras iniciativas já adotadas pelo governo federal para conter a alta do diesel. Entre elas estão a isenção de tributos federais, como PIS e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), e um subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32.

O conjunto de medidas busca reduzir o impacto acumulado da alta internacional do petróleo sobre os preços internos.

A alta do diesel está diretamente ligada ao aumento do preço do petróleo no mercado internacional. Esse movimento foi intensificado por tensões e conflitos no Oriente Médio, que afetaram rotas estratégicas de transporte, como o Estreito de Ormuz.

Com menos oferta ou maior risco logístico, os preços sobem, e esse aumento acaba sendo repassado para combustíveis como o diesel.

O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

Ainda não. A proposta precisa ser formalizada por meio de uma medida provisória (MP), que deve detalhar as regras de funcionamento do programa. Só após essa etapa a subvenção poderá começar a ser aplicada na prática.

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SpaceX reúne 21 bancos para mega IPO com codinome Projeto Apex

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31).

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street.

A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta.

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31), formando um dos maiores grupos de subscrição dos últimos anos.

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street. A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta — ou seja, são os bancos responsáveis por liderar a operação —, segundo as fontes, que pediram anonimato porque o processo não é público.

Cerca de metade dos bancos envolvidos ainda não havia sido divulgada. O tamanho do grupo destaca a dimensão e a complexidade da oferta planejada.

Allen & Co Barclays BTG Pactual do Brasil Deutsche Bank ING Groep, da Holanda Macquarie Mizuho Needham & Co Raymond James Royal Bank of Canada Société Générale Banco Santander Stifel UBS Wells Fargo William Blair

Espera-se que os bancos atuem junto a investidores institucionais, clientes de alta renda e varejo, além de operarem em diferentes regiões geográficas, informou a Reuters anteriormente.

A SpaceX, sediada no Texas, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário. Bank of America, Barclays, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JPMorgan, Mizuho, Santander e Wells Fargo não quiseram comentar. Os demais bancos também não responderam aos pedidos.

Nos últimos anos, grandes consórcios em ofertas públicas iniciais tornaram-se mais comuns em operações de grande porte.

A fabricante de chips ARM Holdings trabalhou com cerca de 30 bancos em sua listagem de 2023, enquanto o Alibaba Group reuniu um grupo de tamanho semelhante de instituições para sua estreia recorde em 2014.

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O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas A Finlândia, o 'país mais feliz do mundo', quer contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas. Mas o que é preciso para trabalhar lá? Por Pedro Martins — Londres

Torcedor da Finlândia em jogo de tênis na cidade espanhola de Málaga, em 2024 — Foto: Clive Brunskill/Getty Images for ITF

Se todos os brasileiros que vivem na Finlândia se reunissem, não encheriam uma única arquibancada de um estádio de futebol — são, afinal, 2.611 pessoas, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Mas, daqui a alguns anos, talvez lotem um estádio inteiro.

O governo finlandês diz que as empresas do país planejam contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas, ao lado de indianos e vietnamitas.

Para isso, a Finlândia pretende agilizar a concessão de vistos, reduzindo o prazo de emissão para até duas semanas, caso o estrangeiro tenha uma proposta de trabalho, e negocia com o Brasil um acordo bilateral de previdência social.

Na prática, isso permitiria que os brasileiros que trabalharem na Finlândia, que lidera o ranking dos países mais felizes do mundo, mantenham o direito à aposentadoria no Brasil caso decidam retornar.

A expectativa de preencher 140 mil vagas, com brasileiros entre os profissionais visados, se ancora em duas mudanças profundas no mercado de trabalho finlandês.

A primeira é o crescimento do setor de tecnologia no país, com o surgimento de startups ligadas a pesquisadores recém-formados e também de empresas que buscam uma alternativa ao alto custo de operação em outras partes da Europa.

A segunda é a dificuldade de contratar e manter trabalhadores da Rússia e da Ucrânia, que eram parte importante da mão de obra estrangeira na Finlândia, em razão da guerra que já dura quatro anos e não tem previsão de término.

Quem diz isso é Laura Lindemann, diretora do Work in Finland, órgão governamental voltado à promoção do mercado finlandês e à atração de estrangeiros, ao explicar por que os brasileiros passaram a ser buscados.

"Avaliamos diferentes países sob a perspectiva das empresas finlandesas e da internacionalização — onde elas estão, para onde exportam ou querem exportar — e também onde há grande oferta de profissionais", afirma Lindemann.

"Também foi considerado o fato de a Finlândia já estar presente no país, com escritório da Business Finland, uma embaixada, ou seja, não é preciso começar tudo do zero. As conexões entre Finlândia e Brasil já existem."

Biblioteca Central de Helsinque Oodi, em Helsinque, capital da Finlândia — Foto: Kimmo Brandt/EPA/Shutterstock

Mas há ainda um terceiro fator — e, talvez, o mais importante: a Finlândia depende da imigração para evitar o encolhimento populacional, afirma a executiva, amparando-se em dados do Statistics Finland, órgão que tem como seu equivalente no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Hoje, nove em cada dez municípios finlandeses registram mais mortes do que nascimentos. "A Finlândia está envelhecendo, e não pode haver um gargalo para o crescimento do país por falta de talentos", diz Lindemann.

"Estimamos que, nos próximos anos, 1 milhão de finlandeses vão se aposentar. É um número enorme para um país com pouco menos de 6 milhões de habitantes."

Auroras boreais em Rovaniemi, na Lapônia, um dos maiores atrativos turísticos da Finlândia — Foto: Alexander Kuznetsov/Handout via Reuters

Atualmente, há quase 800 vagas abertas, segundo o Work in Finland. A instituição reúne grande parte das oportunidades em seu portal, mas há posições oferecidas apenas nos sites das empresas — por isso, os interessados devem ampliar a busca.

As oportunidades envolvem formações em diversos campos, segundo Lindemann. "Todas as áreas das ciências naturais são necessárias — matemática, física, química —, porque são importantes para o setor de deep tech, que concentra os novos negócios na Finlândia."

"Deep tech significa que há pesquisa e, a partir dela, surgem inovações que são comercializadas. Inteligência artificial, computação quântica, semicondutores, microchips, tecnologia voltada à saúde — estamos falando desse campo", diz a executiva.

"Empresas como a IQM, a Bluefors e a SemiQon trabalham com isso e estão se expandindo rapidamente."

É preciso, portanto, ter interesse em pesquisa. No país, aliás, pesquisadores que estão fazendo um doutorado são tratados como profissionais e, em sua maioria, são funcionários das universidades.

"Nossas universidades e empresas trabalham muito próximas, e o setor público também atua bastante com elas, financiando a pesquisa e o desenvolvimento desses ecossistemas", diz Lindemann.

Ela acrescenta que o setor de desenvolvimento de software, embora também seja valorizado, está em profunda transformação por causa do avanço da inteligência artificial.

"Então, nesta área, não basta ter apenas habilidades básicas. É preciso ter algo a mais."

Todas as posições requerem domínio do inglês. Para obter um visto de trabalho, não há exigência de um nível mínimo padronizado de proficiência, como ocorre no Reino Unido, por exemplo. Mas é preciso saber se comunicar com fluidez.

Lindemann diz que o finlandês e o sueco — línguas oficiais do país, a depender da região — são diferenciais importantes, mas não obrigatórios.

Espera-se, contudo, que o profissional tenha interesse em aprender ao menos o finlandês após se mudar, principalmente se tiver interesse em assumir posições de liderança no futuro.

Lindemann pontua que a Finlândia enfrenta uma taxa de desemprego de quase 11%, bem mais alta do que a do Brasil, por exemplo.

Mas afirma que trabalhadores estrangeiros, com competências diferentes das disponíveis localmente, podem ajudar o país a superar esses desafios.

"Especialmente em uma situação como esta, de alto desemprego, precisamos de crescimento — e é por isso que precisamos dos melhores talentos para gerá-lo", diz a executiva.

Ela acrescenta que muitas das pessoas hoje sem trabalho não podem ser contratadas para as vagas abertas porque não atendem aos requisitos.

Com o envelhecimento da população, muitos não têm formação em áreas mais contemporâneas, como computação quântica, hoje entre as mais aquecidas no país.

"Os empregadores precisam primeiro verificar se há talentos disponíveis na Finlândia ou na União Europeia. Somente se não encontrarem ninguém é que podem contratar fora", diz Lindemann.

"Mas, quando se trata de pesquisadores, não há esse tipo de restrição, porque essas empresas dependem essencialmente de talentos internacionais. Elas precisam dos melhores do mundo em suas áreas."

A Finlândia não espera que os brasileiros deixem seu país sem dar nada em troca, diz a diretora do Work in Finland.

Lindemann lista algumas diferenças entre os dois países no que diz respeito ao mercado de trabalho, que, em sua avaliação, proporcionam um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional.

A começar pela jornada de trabalho, em geral de 37,5 horas semanais, contra as 44 do Brasil. Há ainda de 25 a 30 dias úteis de férias, e não 30 dias corridos — o que, na prática, significa mais descanso.

Mas talvez a maior diferença esteja na licença parental. Para as mães, é de cerca de dez meses e meio, contra quatro meses no Brasil; para os pais, são cerca de cinco meses, ante os atuais cinco dias úteis no Brasil (recentemente ampliados para 10 dias a partir do próximo ano e progressivamente ampliados até chegar a 20 dias a partir de 2029).

Não é raro ver um brasileiro se surpreender ao descobrir que a Finlândia está no topo do ranking dos países mais felizes do mundo, enquanto o Brasil, tão associado à alegria, hoje ocupa a 32ª posição.

É importante, diz a diretora do Work in Finland, saber o que esperar do país antes de decidir se mudar para lá.

Trata-se de um lugar frio, onde as temperaturas podem chegar a -20°C, e, no inverno, a noite pode durar quase o dia todo.

Isso acontece porque o ranking da felicidade se baseia em uma única pergunta, em que os entrevistados avaliam suas vidas com notas de zero a dez.

Eles são instigados a imaginar uma escada, em que o topo representa a melhor vida possível, e a base, a pior. Então, respondem em que degrau consideram estar hoje.

São feitos ainda questionamentos sobre liberdade e emoções, que não são usados para ordenar os países, mas para entender por que cada um ocupa determinada posição e o que puxa sua nota para cima ou para baixo.

Não é, portanto, uma pesquisa que pergunta se alguém se sente alegre ou se sorri com frequência, mas algo que busca avaliar a qualidade de vida. Em geral, são entrevistadas cerca de mil pessoas por país a cada ano.

"Um dos motivos pelos quais os brasileiros deveriam se mudar para a Finlândia é a alegria que poderiam trazer, somada à felicidade finlandesa", diz Lindemann.

"Também temos alegria, mas seria positivo ter esse tipo de atitude diante da vida que os brasileiros têm. Seria uma combinação perfeita."

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Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT Regra trabalhista define prazo máximo para o depósito e considera sábados na contagem dos dias úteis. Por Redação g1 — São Paulo

Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados.

A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária.

Um novo mês começa e, como de costume, muitos trabalhadores já enxergam no horizonte o pagamento de seus salários. Muitas empresas mantêm o costume de fazer o depósito nos primeiros dias de cada mês — mas quando cai o quinto dia útil de abril neste ano?

Neste mês, a data será no dia 7, terça-feira. Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados. A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

1° dia útil: 1º de abril, quarta-feira;2° dia útil: 2 de abril, quinta-feira;3 de abril, sexta-feira — FERIADO;3° dia útil: 4 de abril, sábado;4° dia útil: 6 de abril, segunda-feira5° dia útil: 7 de abril, terça-feira.

Neste ano, a maioria das datas de pagamento para trabalhadores com carteira assinada cai em dias úteis da semana. Veja abaixo:

Abril: Terça-feira, dia 7Maio: Quinta-feira, dia 7Junho: Sexta-feira, dia 5Julho: Segunda-feira, dia 6Agosto: Quinta-feira, dia 6Setembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)Outubro: Terça-feira, dia 6Novembro: Sexta-feira, dia 6 (5º dia útil no sábado)Dezembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)

De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento deve ser feito até o quinto dia útil do mês seguinte. Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária. O sindicato também pode entrar com ação contra o empregador.

Em casos de atrasos recorrentes, a Justiça do Trabalho entende que há descumprimento do contrato, o que pode justificar a rescisão indireta — quando o funcionário deixa o emprego com direito às verbas de uma demissão sem justa causa.

Além disso, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com multa por trabalhador prejudicado, e ainda ser alvo de investigação pelo Ministério Público do Trabalho.

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Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/04/2026 06:58

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão De flores feitas de açúcar a arranjos gigantes com mil rosas e buquês de cupcakes, empreendedores em São Paulo, Brasília e Salvador mostram como a criatividade pode transformar um presente tradicional em um negócio lucrativo — e cheio de significado. Por PEGN

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, os três empreendedores têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Conheça negócios inovadores que reinventaram buquê com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing. Empresários estão provando que esse presente pode ir muito além do tradicional.

Dar flores é um gesto clássico em datas especiais, mas alguns empreendedores brasileiros estão provando que o buquê pode ir muito além do tradicional. Em três cidades do país, negócios inovadores reinventaram esse presente com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing.

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, todos têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Na capital paulista, a empreendedora Rossana Schrappe transformou a delicadeza das flores em uma forma de arte comestível. No ateliê, ela cria buquês feitos de açúcar, modelados manualmente para imitar flores naturais.

“Quem é que não gosta de uma flor? Agora, quando a pessoa descobre que ela é feita de açúcar, fica encantada. Tem o apelo visual e também o da doçura”, diz a empreendedora.

O negócio começou quando Rossana decidiu buscar uma nova atividade profissional e fez cursos de bolos decorados. A habilidade manual e o interesse pela estética das flores acabaram definindo o caminho do empreendimento.

A ideia do buquê surgiu quase por acaso, quando uma amiga pediu um presente diferente para alguém hospitalizado. Rossana criou então o primeiro arranjo de flores de açúcar — e percebeu o potencial do produto.

Com investimento inicial de cerca de R$ 200 mil, ela abriu um ateliê especializado em bolos decorados e buquês artísticos. As peças são feitas com açúcar impalpável e outros ingredientes que garantem resistência e acabamento delicado.

Os buquês podem custar a partir de R$ 2 mil, já que cada flor é feita manualmente e exige horas de trabalho e estudo botânico para reproduzir cores e formatos com fidelidade.

“Eu virei uma espécie de botânica. Estudo flores, desmonto pétalas, observo cores. Meu diferencial é a delicadeza e a similaridade com a flor natural”, afirma.

Em Brasília, a estratégia foi oposta: em vez da delicadeza minuciosa, a aposta foi no impacto visual. Os empreendedores Camilla Cauhi e Matheus Fonseca criaram uma floricultura que ficou conhecida pelos buquês gigantes, que podem chegar a mil rosas.

Matheus cresceu em meio ao universo das flores, já que seus pais têm uma floricultura há mais de quatro décadas na capital federal. Camilla, por sua vez, sempre trabalhou com vendas. Ao unirem as habilidades, decidiram abrir um negócio próprio.

No começo, a operação era totalmente online. Mas os primeiros passos foram difíceis. “A gente errou muito no início. Perdemos dinheiro e tivemos problemas de logística”, conta Camilla.

Em um dos episódios, o casal chegou a perder R$ 8 mil após um investimento mal planejado em equipamentos. Com o tempo, os empreendedores reorganizaram a operação e decidiram apostar em um diferencial: buquês cada vez maiores.

Hoje, os arranjos variam bastante de tamanho. Um buquê com 50 rosas custa cerca de R$ 900, enquanto um com 100 rosas chega a R$ 1.800. Já as versões gigantes, com mil rosas, podem custar até R$ 18 mil.

O marketing digital teve papel fundamental no crescimento do negócio. Vídeos bem-humorados e bastidores do trabalho nas redes sociais ajudaram a atrair seguidores e clientes. A estratégia deu resultado: a empresa hoje registra faturamento anual de cerca de R$ 1,4 milhão.

Em Salvador, a empreendedora Patrícia Seixas encontrou inspiração nas redes sociais para criar um negócio diferente: buquês feitos de cupcakes. A ideia surgiu quando ela viu na internet uma noiva segurando um arranjo de bolinhos decorados.

Na época, Patrícia trabalhava como executiva de contas e viajava constantemente pela Bahia e Sergipe. O novo projeto começou como uma renda extra.

“Eu vi aquele buquê de cupcakes e me encantei. Pensei que poderia ser uma alternativa de renda”, conta.

O investimento inicial foi pequeno: cerca de R$ 2 mil. Mas empreender na capital baiana trouxe um desafio inesperado: o calor. As primeiras receitas derretiam rapidamente, o que exigiu testes e adaptações.

Patrícia passou a desenvolver uma massa e cobertura mais resistentes ao clima local, além de buscar cursos de confeitaria para aperfeiçoar a decoração dos cupcakes.

Hoje, os buquês custam em média R$ 140, e o negócio gera faturamento anual de cerca de R$ 72 mil. Mais do que vender doces, ela diz que o produto entrega emoção.

“Eu não vendo apenas um bolo. Eu vendo uma experiência. Não é só vender, é emocionar”, afirma.

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