RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Hotmart anuncia demissão de cerca de 10% dos funcionários em reestruturação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 15:44

Trabalho e Carreira Hotmart anuncia demissão de cerca de 10% dos funcionários em reestruturação Empresa afirma que medida faz parte de uma estratégia para acelerar a expansão, concentrar investimentos em áreas prioritárias e reforça que segue rentável e em crescimento. Por Redação g1 — São Paulo

A Hotmart informou nesta segunda-feira (6) que está promovendo uma reestruturação organizacional que resultará na demissão de aproximadamente 10% dos funcionários do grupo.

Em nota, a empresa afirmou que a medida faz parte de uma decisão estratégica para acelerar sua expansão e concentrar recursos nas áreas consideradas prioritárias para o futuro da companhia e da chamada Creator Economy.

"Essa reestruturação reflete uma decisão estratégica para acelerar a expansão da empresa, concentrando recursos e energia nas principais frentes alinhadas à nossa visão de futuro da Creator Economy", informou a empresa.

A Hotmart não divulgou o número exato de trabalhadores atingidos pela medida nem detalhou quais áreas foram afetadas pelos desligamentos.

A Hotmart é uma empresa de tecnologia voltada à Creator Economy, que oferece uma plataforma para criadores venderem e expandirem negócios digitais. A companhia reúne mais de 250 mil empreendedores ativos e cerca de 1,6 mil funcionários, com atuação em seis países e sede em Amsterdã, na Holanda.

Segundo a companhia, os profissionais demitidos receberão um pacote adicional de desligamento, adaptado conforme a região em que atuam, além de todos os direitos previstos na legislação trabalhista.

"Cada pessoa que está saindo teve um papel real na trajetória que nos trouxe até aqui, e reconhecemos o impacto dessa decisão para elas", afirmou a empresa.

Ainda de acordo com a Hotmart, o foco neste momento é garantir que o processo ocorra de forma responsável e oferecer suporte aos trabalhadores durante a transição.

Apesar da redução no quadro de funcionários, a empresa afirma que segue em uma trajetória de crescimento.

"A Hotmart segue sendo líder global em seu setor, rentável e com crescimento consistente ano após ano — e é esse crescimento que a decisão busca acelerar ainda mais", diz a nota.

A empresa também afirmou que seu compromisso, neste momento, é com as pessoas impactadas pela decisão e que o processo será conduzido "com a seriedade e a responsabilidade que ele exige".

Além do comunicado oficial da empresa, profissionais que afirmam ter sido desligados passaram a compartilhar relatos nas redes sociais, principalmente no LinkedIn. Nas publicações, trabalhadores informam que foram impactados pela reestruturação, agradecem pelo período na empresa e dizem estar em busca de novas oportunidades no mercado.

As postagens começaram a aparecer ao longo desta segunda-feira (6), poucas horas após a divulgação da reestruturação pela Hotmart.

O g1 também procurou o sindicato que representa a categoria para obter mais informações sobre as demissões, como o número de trabalhadores afetados, as áreas atingidas e o acompanhamento prestado aos empregados desligados. Até a última atualização desta reportagem, não havia recebido retorno.

Apresentação do estudo “O Impacto da Inteligência Artificial na Creator Economy” da Hotmart — Foto: g1

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (6) que vai demitir cerca de 4.800 funcionários, o equivalente a aproximadamente 2,1% de sua força de trabalho.

Os cortes vão atingir principalmente a divisão responsável pelo Xbox, escreveu Amy Coleman, diretora de recursos humanos da Microsoft, em um e-mail aos funcionários.

"Estamos alinhando nosso investimento, pessoas e energia às prioridades do nosso negócio. As mudanças de hoje impactam principalmente nossas organizações Comercial e Xbox", escreveu.

A Microsoft tinha cerca de 220 mil funcionários antes dos cortes, de acordo com o portal de notícias Business Insider. Ainda não se sabe se as demissões vão afetar os funcionários no Brasil. O g1 entrou em contato com a empresa, que compartilhou apenas o comunicado de Amy Coleman.

No texto, Coleman afirmou que os funcionários demitidos não serão substituídos por inteligência artificial, mas não disse se os cortes têm relação com os investimentos da empresa nessa tecnologia. Nos últimos meses, várias companhias anunciaram demissões para priorizar investimentos em IA.

"O que é verdade é que a IA está mudando a forma como o trabalho é realizado. Algumas das tarefas que fazemos diariamente agora podem ser automatizadas, e isso significa que todos precisamos continuar aprendendo, desenvolvendo novas habilidades e nos adaptando à medida que o trabalho evolui", disse a executiva.

Vale lembrar que, em abril deste ano, a Microsoft anunciou seu primeiro plano de demissão voluntária (PDV) nos Estados Unidos para cerca de 9 mil funcionários. O PDV era voltado a funcionários mais antigos, cuja soma da idade com o tempo de casa chega a 70 anos ou mais.

"Hoje, dia 06 de julho, informamos que a Hotmart está realizando uma reestruturação organizacional, que resulta na redução de aproximadamente 10% do grupo. Cada pessoa que está saindo teve um papel real na trajetória que nos trouxe até aqui, e reconhecemos o impacto dessa decisão para elas.

Um pacote adicional de desligamento, localizado por região, além dos direitos previstos em lei, está sendo oferecido para apoiar essas pessoas durante a transição.

Essa reestruturação reflete uma decisão estratégica para acelerar a expansão da empresa, concentrando recursos e energia nas principais frentes alinhadas à nossa visão de futuro da Creator Economy. A Hotmart segue sendo líder global em seu setor, rentável e com crescimento consistente ano após ano — e é esse crescimento que a decisão busca acelerar ainda mais.

Nosso compromisso neste momento é com as pessoas impactadas, garantindo que este processo seja conduzido com a seriedade e a responsabilidade que ele exige."

Há 5 minutos Mundo Fifa rejeita recurso da Bélgica e mantém anulação de vermelhoHá 5 minutosPagamentos acima do tetoSTF dá 48 horas para 7 tribunais de Justiça explicarem penduricalhos

Há 3 horas Política Sobretaxa de 25%Sem inscritos em audiência do tarifaço, governo aposta em negociações diretas

Há 6 horas Política Como café, mel e pescado vão tentar escapar das novas taxasHá 6 horasIndústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetadosHá 6 horasVALDO: após carta, Flávio precisa evitar escorregões, dizem aliadosHá 6 horasBlog da SadiFogo amigo e crises incomodam integrantes da pré-campanha de Flávio

Há 3 horas Blog da Andréia Sadi Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 3 horasEleições 2026PGR defende que PF ouça Flávio em investigação por crime de calúnia contra Lula

Há 26 minutos Política Despedida com festaMorre homem que organizou o próprio velório: ‘Tive uma vida boa e é isso’

Há 7 horas Saúde Tiago Pitthan deixou uma última publicação nas redesHá 7 horasQuem foi homem que morreu aos 47 anos com câncer terminalHá 7 horas’Nos ensinou a viver’: morte comove amigos; repercussãoHá 7 horasRope jumpChefe de empresa de salto mandou funcionários apagarem imagens

Há 4 horas Fantástico Menino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovemHá 4 horasInvestigação aponta falhas em protocolos de empresaHá 4 horasCopa do Mundo’Lágrimas’, ‘Haaland maior que o Brasil’: como o mundo viu a derrota da seleção

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Juiz dos EUA mantém veredito que responsabilizou Elon Musk por enganar investidores do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 13:44

Tecnologia Juiz dos EUA rejeita pedido de Elon Musk para anular veredito sobre fraude contra investidores do Twitter O juiz distrital Charles Breyer, de San Francisco, também negou o pedido de Musk para retirar o status de ação coletiva do processo movido pelos investidores. Por Redação g1 — São Paulo

Um juiz federal rejeitou nesta segunda-feira (6) o pedido de Elon Musk para anular a condenação por fraude contra investidores do Twitter durante a compra da rede social.

O magistrado Charles Breyer considerou que o bilionário não pode ser responsabilizado judicialmente por um dos tuítes que foram questionados na ação movida contra ele.

O juiz distrital de San Francisco também negou a solicitação da defesa do empresário para retirar o status de ação coletiva do processo em andamento.

A decisão atendeu ao pedido dos investidores autores da ação para a incidência de juros sobre a indenização determinados para o período que antecedeu a sentença.

O veredito do júri anterior havia concluído que o bilionário cometeu fraude contra investidores da plataforma de tecnologia no processo de aquisição da empresa.

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira (6) o pedido de Elon Musk para anular o veredito de um júri que concluiu que o bilionário enganou investidores durante o processo de compra do Twitter, em 2022.

Na decisão, o juiz distrital Charles Breyer, de San Francisco, manteve as principais conclusões do julgamento realizado em março deste ano. Ao mesmo tempo, entendeu que Musk não pode ser responsabilizado por uma das declarações questionadas no processo.

O magistrado também negou o pedido do empresário para retirar o caráter coletivo da ação movida pelos investidores. Além disso, autorizou que a eventual indenização seja acrescida de juros referentes ao período anterior à sentença.

A ação foi movida por investidores que venderam ações do Twitter durante as negociações para a compra da empresa por Musk, concluída em 2022 por US$ 44 bilhões.

Eles afirmam que o empresário publicou mensagens e fez declarações públicas que afetaram o preço das ações enquanto tentava renegociar o negócio ou desistir da aquisição.

O principal foco da disputa foi uma publicação feita em 13 de maio de 2022, na qual Musk afirmou que a compra do Twitter estava "temporariamente suspensa" enquanto aguardava informações sobre a quantidade de contas falsas e de spam na plataforma.

Após a publicação, as ações da empresa caíram, prejudicando investidores que venderam seus papéis durante o período de incerteza.

Em março deste ano, após quase três semanas de julgamento e cerca de quatro dias de deliberação, um júri formado por nove pessoas concluiu, em março, que Musk induziu investidores ao erro com dois tuítes publicados durante as negociações para comprar o Twitter.

Os jurados, porém, entenderam que uma declaração feita pelo empresário em um podcast expressava apenas uma opinião, e não uma informação enganosa. Eles também rejeitaram a acusação de que Musk teria elaborado um plano deliberado para fraudar o mercado.

Apesar disso, concluíram que dois de seus tuítes foram suficientes para causar prejuízos aos investidores.

Segundo os advogados dos autores da ação, a decisão pode resultar no pagamento de cerca de US$ 2,1 bilhões em indenizações relacionadas às ações, além de aproximadamente US$ 500 milhões referentes a opções de compra de ações.

Segundo os autores da ação, Musk buscava reduzir o valor da compra ou abandonar o negócio, que havia se tornado mais caro para ele após a queda das ações da Tesla, principal origem de sua fortuna.

Depois de anunciar que não seguiria com a aquisição, Musk passou a enfrentar uma ação movida pelo próprio Twitter para obrigá-lo a cumprir o acordo. Pouco antes do julgamento desse processo, ele voltou atrás e aceitou concluir a compra pelos US$ 44 bilhões originalmente acertados.

Há 7 minutos Política Sobretaxa de 25%Sem inscritos em audiência do tarifaço, governo aposta em negociações diretas

Há 3 horas Política Como café, mel e pescado vão tentar escapar das novas taxasHá 3 horasIndústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetadosHá 3 horasVALDO: após carta, Flávio precisa evitar escorregões, dizem aliadosHá 3 horasBlog da SadiFogo amigo e crises incomodam integrantes da pré-campanha de Flávio

Há 36 minutos Blog da Andréia Sadi Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 36 minutosDespedida com festaMorre homem que organizou o próprio velório: ‘Tive uma vida boa e é isso’

Há 5 horas Saúde Tiago Pitthan deixou uma última publicação nas redesHá 5 horasRoda de samba, 100 convidados: como foi velório em vida de TiagoHá 5 horasRope jumpChefe de empresa de salto mandou funcionários apagarem imagens

Há 2 horas Fantástico Menino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovemHá 2 horasInvestigação aponta falhas em protocolos de empresaHá 2 horasAntes da cúpula da OtanTrump posta imagem manipulada para fazer mais um ataque a Meloni

Há 2 horas Mundo Território palestinoHamas anuncia saída do governo de Gaza após quase 2 décadas

Há 2 horas Mundo Nova onda de ataques russos contra Ucrânia deixa 18 mortosHá 2 horasFábrica no RJ 🚗Stellantis inicia a produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Stellantis, dona da Fiat, inicia produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia neste semestre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 12:49

Carros Stellantis, dona da Fiat, inicia produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia neste semestre SUV compacto começa a ser produzido na fábrica de Porto Real (RJ), estreia uma nova plataforma eletrificada da Stellantis no país e deve chegar às concessionárias ainda neste semestre. Por Redação g1 — Sçao Paulo

A Stellantis iniciou a produção em série do novo Jeep Avenger na fábrica de Porto Real (RJ). O SUV compacto estreará neste semestre.

O Avenger é o primeiro veículo híbrido leve de 12 volts da unidade. O projeto inaugura uma plataforma de modelos eletrificados no Brasil.

O desenvolvimento do SUV faz parte do ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões na fábrica. O aporte integra o plano de R$ 32 bilhões para a região.

A montadora planeja implantar um segundo turno na fábrica fluminense. A medida criará 800 empregos diretos e 450 vagas em fornecedores.

Oito novos fornecedores serão instalados no complexo industrial, somando 13 empresas no polo. A ação visa reduzir o transporte de componentes.

A Stellantis, grupo responsável pelas marcas Fiat e Jeep, iniciou a produção em série do novo Jeep Avenger na fábrica de Porto Real, no sul do Rio de Janeiro. O SUV compacto será o primeiro modelo fabricado na unidade com sistema híbrido leve de 12 volts e também inaugura uma nova plataforma de produção de veículos eletrificados da companhia no Brasil.

O início da fabricação foi anunciado durante a comemoração dos 25 anos do Polo Automotivo de Porto Real. Segundo a montadora, o Avenger é um dos principais projetos do ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões destinado à modernização e à ampliação da fábrica até 2030.

"Num momento em que a categoria de B-SUVs dá um salto e cresce quase 80% no nosso país, nós assumimos novamente o protagonismo e iniciamos hoje um novo capítulo para a marca e para a Stellantis: o início de produção do Novo Jeep Avenger”, cdisse Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

O modelo será equipado com motor 1.0 turbo flex e um sistema híbrido leve (MHEV 12V). Nesse tipo de tecnologia, uma pequena bateria auxilia o motor a combustão em situações como partidas e retomadas de velocidade, contribuindo para reduzir o consumo de combustível e as emissões de poluentes.

Ao contrário de um híbrido convencional, porém, o veículo não consegue rodar apenas com energia elétrica.

De acordo com a empresa, o início da produção do Avenger também representa a adaptação da fábrica para uma nova geração de veículos eletrificados, em linha com a estratégia global da Stellantis de ampliar a oferta de modelos com menor emissão de carbono.

Para atender ao aumento da produção do Jeep Avenger, a Stellantis informou que implantará um segundo turno na unidade de Porto Real.

Segundo a empresa, a medida deve gerar 800 empregos diretos na fábrica e outras 450 vagas entre as empresas fornecedoras.

A montadora também anunciou a instalação de oito novos fornecedores no complexo industrial. Com isso, o polo automotivo passará a reunir 13 empresas responsáveis pelo fornecimento de componentes para a fabricação dos veículos.

De acordo com a Stellantis, a ampliação da rede de fornecedores deve reduzir a necessidade de transportar peças de outras regiões, aumentar a participação de componentes produzidos no país e reforçar a cadeia automotiva instalada no estado do Rio de Janeiro.

Há 3 horas Política Como café, mel e pescado vão tentar escapar das novas taxasHá 3 horasIndústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetadosHá 3 horasVALDO: após carta, Flávio precisa evitar escorregões, dizem aliadosHá 3 horasBlog da SadiFogo amigo e crises incomodam integrantes da pré-campanha de Flávio

Há 23 minutos Blog da Andréia Sadi Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 23 minutosDespedida com festaMorre homem que organizou o próprio velório: ‘Tive uma vida boa e é isso’

Há 4 horas Saúde Tiago Pitthan deixou uma última publicação nas redesHá 4 horasRoda de samba, 100 convidados: como foi velório em vida de TiagoHá 4 horasRope jumpChefe de empresa de salto mandou funcionários apagarem imagens

Há 2 horas Fantástico Menino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovemHá 2 horasInvestigação aponta falhas em protocolos de empresaHá 2 horasAntes da cúpula da OtanTrump posta imagem manipulada para fazer mais um ataque a Meloni

Há 2 horas Mundo Território palestinoHamas anuncia saída do governo de Gaza após quase 2 décadas

Há 2 horas Mundo Nova onda de ataques russos contra Ucrânia deixa 18 mortosHá 2 horasFábrica no RJ 🚗Stellantis inicia a produção do Jeep Avenger no Brasil e prepara estreia

Há 7 minutos Carros Após PDV para outros 9 milMicrosoft anuncia demissão de quase 5 mil funcionários, diz agência

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Indústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetados caso EUA imponha novo tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%MoedasDólar ComercialR$ 5,1690,000%Dólar TurismoR$ 5,3830,11%Euro ComercialR$ 5,902-0,17%Euro TurismoR$ 6,160-0,06%B3Ibovespa172.416 pts-0,95%Oferecido por

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta segunda-feira (6) uma estimativa segundo a qual 4,1 mil produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos podem ser afetados se o governo Donald Trump implementar o tarifaço sugerido pelo Escritório do Representante de Comércio (USTR, na sigla em inglês).

A estimativa foi divulgada no dia em que começam as audiências públicas em Washington acerca do possível novo tarifaço. O prazo para um acordo entre o Brasil e os Estados Unidos se encerra no dia 15 de julho, e o governo afirma que corre contra o tempo para chegar a um entendimento.

De acordo com o USTR, o Brasil adota práticas econômicas desleais contra empresários americanos em áreas como PIX, etanol, desmatamento e propriedade intelectual, tese rechaçada formalmente pelo governo brasileiro em documento enviado na semana passada ao governo Trump.

Conforme a CNI, juntos, esses 4,1 mil produtos que podem ser afetados caso o tarifaço seja implementado correspondem a US$ 14,9 bilhões em exportações.

“A imposição de uma tarifa adicional de 25% não se justifica sob o aspecto jurídico, econômico e estratégico. A CNI defende que o diálogo e a cooperação bilateral são o caminho mais adequado para preservar uma relação sólida entre os dois países”, afirmou em nota o presidente da entidade, Ricardo Alban.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa em evento de 250 anos de independência dos EUA, em Washington D.C., em 5 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O governo brasileiro decidiu não se inscrever para discursar nas audiências públicas que acontecem a partir desta segunda-feira (6) nos Estados Unidos sobre o tarifaço proposto pelo governo de Donald Trump contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

Mesmo assim, a embaixada em Washington enviará representantes, na condição de observadores, para que o governo tome ciência dos argumentos.

As informações são do Ministério das Relações Exteriores. O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.

Na semana passada, por exemplo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, teve uma conversa com o representante do escritório comercial dos EUA, Jamieson Greer. Após a reunião, Rosa informou que novas conversas estão previstas para os próximos dias.

Nesses encontros entre autoridades brasileiras e americanas voltados à negociação, o governo apresentou uma proposta de encaminhamento acerca dos 6 pontos levantados pelos EUA, mas ainda não recebeu resposta formal.

O prazo é 15 de julho para ser fechado um acordo. Diante disso, o próprio governo brasileiro vem dizendo que corre contra o tempo para chegar a um entendimento com o governo americano, mostrando os dados da relação comercial e do combate ao desmatamento, por exemplo.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty é que a recomendação feita pelo USTR tem caráter político e desconsidera os argumentos técnicos apresentados pelos negociadores ao longo do último ano.

Dão como exemplo o fato de os documentos referentes ao início da investigação comercial, de julho de 2025, e da recomendação pelas tarifas, de junho de 2026, serem “praticamente iguais”.

Portanto, sob reserva, integrantes do governo dizem não acreditar na reversão completa do tarifaço, somente em uma eventual redução ou anúncio de exceções.

Há 7 horas O Assunto Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 7 horasFesta em grande estiloRoda de samba, 100 convidados: como foi o velório em vida de Tiago Pitthan

Há 2 horas Fantástico ‘Bom sujeito’: Pitthan tinha 47 anos e enfrentou câncer no estômagoHá 2 horasRope jumpMenino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovem sem corda

Há 47 minutos Mundo Ucrânia falha em interceptar 23 mísseis balísticosHá 47 minutosTerritório palestinoHamas anuncia saída do governo de Gaza e abre caminho para comitê

Há 4 horas Saúde Mental ‘O Mister escolhe antes do jogo’, diz Vini Jr. sobre pênaltiHá 4 horas’Nunca comemorei tanto’Padre de MG ganha R$ 1 mil em bolão de paróquia por cravar derrota do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 10:47

Política Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas Prazo para acordo acaba em 15 de julho, e governo apresentou proposta sobre pontos questionados pelos EUA na investigação comercial. Flávio Bolsonaro participará das audiências, assim como representantes do setor produtivo. Por Filipe Matoso, GloboNews — Brasília

O governo brasileiro decidiu enviar observadores e manter negociações diretas sobre o tarifaço proposto pelos EUA, sem se inscrever para discursar nas audiências públicas.

O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real.

As audiências começam nesta segunda-feira (6) nos Estados Unidos. O senador Flávio Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo se inscreveram para discursar.

O prazo limite para um acordo é 15 de julho. O Brasil corre contra o tempo apresentando dados comerciais e de combate ao desmatamento.

O governo brasileiro decidiu não se inscrever para discursar nas audiências públicas que acontecem a partir desta segunda-feira (6) nos Estados Unidos sobre o tarifaço proposto pelo governo de Donald Trump contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

Mesmo assim, a embaixada em Washington enviará representantes, na condição de observadores, para que o governo tome ciência dos argumentos.

As informações são do Ministério das Relações Exteriores. O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-cadidato à Presidência, e o influenciador político Paulo Figueiredo se inscreveram para discursar durante as audiências. Flávio vai abrir o segundo dia (veja aqui os argumentos que ele pretende levar).

➡️ A participação na audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável por formular e negociar a política comercial do país, é aberta aos interessados que se inscreverem.

LEIA TAMBÉM: Depois do tom político da carta aos EUA, Flávio precisa evitar 'escorregões' em audiência, dizem aliados

Na semana passada, por exemplo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, teve uma conversa com o representante do escritório comercial dos EUA, Jamieson Greer. Após a reunião, Rosa informou que novas conversas estão previstas para os próximos dias.

Nesses encontros entre autoridades brasileiras e americanas voltados à negociação, o governo apresentou uma proposta de encaminhamento acerca dos 6 pontos levantados pelos EUA, mas ainda não recebeu resposta formal.

LEIA TAMBÉM: PIX, STF, redes sociais: entenda as críticas dos EUA para propor tarifa de 25% e os argumentos do Brasil

O prazo é 15 de julho para ser fechado um acordo. Diante disso, o próprio governo brasileiro vem dizendo que corre contra o tempo para chegar a um entendimento com o governo americano, mostrando os dados da relação comercial e do combate ao desmatamento, por exemplo.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty é que a recomendação feita pelo USTR tem caráter político e desconsidera os argumentos técnicos apresentados pelos negociadores ao longo do último ano.

Esses interlocutores indicam como exemplo o fato de os documentos referentes ao início da investigação comercial, de julho de 2025, e da recomendação pelas tarifas, de junho de 2026, serem “praticamente iguais”.

Portanto, sob reserva, integrantes do governo dizem não acreditar na reversão completa do tarifaço, somente em uma eventual redução ou anúncio de exceções.

Há 7 horas O Assunto Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 7 horasFesta em grande estiloRoda de samba, 100 convidados: como foi o velório em vida de Tiago Pitthan

Há 2 horas Fantástico ‘Bom sujeito’: Pitthan tinha 47 anos e enfrentou câncer no estômagoHá 2 horasRope jumpMenino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovem sem corda

Há 47 minutos Mundo Ucrânia falha em interceptar 23 mísseis balísticosHá 47 minutosTerritório palestinoHamas anuncia saída do governo de Gaza e abre caminho para comitê

Há 4 horas Saúde Mental ‘O Mister escolhe antes do jogo’, diz Vini Jr. sobre pênaltiHá 4 horas’Nunca comemorei tanto’Padre de MG ganha R$ 1 mil em bolão de paróquia por cravar derrota do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo autoriza concursos da Receita Federal e Banco Central com 316 vagas; veja distribuição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 09:44

Trabalho e Carreira Concursos Governo autoriza concursos da Receita Federal e Banco Central com 316 vagas; veja distribuição As seleções terão vagas para analista, auditor, técnico e procurador. Os editais deverão ser publicados em até seis meses, conforme portarias do Ministério da Gestão. Por Redação g1 — São Paulo

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou, na última sexta-feira (3), a realização de dois novos concursos públicos federais: um para a Receita Federal e outro para o Banco Central do Brasil.

Juntas, as seleções somam 316 vagas para cargos de níveis médio e superior. As autorizações foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União.

Auditor do Banco Central: 100 vagas;Técnico do Banco Central: 50 vagas;Procurador do Banco Central: 20 vagas.

As portarias estabelecem que os editais deverão ser publicados em até seis meses. Caso esse prazo não seja cumprido, as autorizações perderão a validade. Depois da publicação dos editais, a primeira prova só poderá ser aplicada pelo menos dois meses depois.

A nomeação dos aprovados dependerá da homologação do resultado final do concurso e da autorização do governo para o preenchimento das vagas.

O último concurso da Receita Federal foi realizado em 2022. O edital foi publicado em dezembro daquele ano, com provas aplicadas em março de 2023, sob organização da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Ao todo, foram ofertadas 699 vagas de nível superior, com remuneração inicial de até R$ 21 mil. A seleção permaneceu válida até dezembro de 2025.

Já o concurso mais recente do Banco Central foi realizado em 2024. O edital foi publicado em janeiro daquele ano, e as provas objetiva e discursiva ocorreram em agosto, sob organização do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

A seleção ofereceu 100 vagas imediatas para o cargo de Analista, distribuídas igualmente entre as áreas de Economia e Finanças e Tecnologia da Informação, além de formação de cadastro de reserva. A remuneração inicial foi de R$ 20.924,80.

Há 6 horas O Assunto Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 6 horasRope jumpMenino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovem sem corda

Há 4 horas Fantástico Festa em grande estiloRoda de samba, 100 convidados: como foi o velório em vida de Tiago Pitthan

Há 53 minutos Fantástico Resultados amargosAs derrotas mais traumáticas do Brasil em Copas do Mundo

Há 3 horas Saúde Mental ‘O Mister escolhe antes do jogo’, diz Vini Jr. sobre pênaltiHá 3 horasBatida na Castello BrancoCarro explode após ser atingido na traseira e deixa 3 mortos na Grande SP

Há 2 horas São Paulo Fim de semana teve 15 mortes no trânsito do estado de SPHá 2 horasColisão em Guarapari3 pessoas da mesma família morrem em acidente entre dois carros no ES

Há 44 minutos Espírito Santo Expulsão polêmica 🟥UE critica Fifa por anular cartão de jogador dos EUA após pedido de Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bilionário Bernard Arnault, o homem mais rico da França, terá de pagar € 22,5 milhões em impostos atrasados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

Bernard Arnault, CEO da LVMH, ao chegar para participar da cerimônia de abertura da 142ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional no dia 22 de julho de 2024, em Paris. — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

Bernard Arnault, a pessoa mais rica da França e uma das mais ricas do mundo, terá de pagar quase € 22,5 milhões em impostos atrasados após uma disputa judicial que se arrasta há anos, segundo a rádio francesa RFI e o jornal Financial Times.

Arnault é presidente do grupo de luxo LVMH, dono de marcas como Louis Vuitton, Christian Dior, Tiffany & Co. e Bulgari.

A decisão do Tribunal de Apelação de Paris reverteu um entendimento de 2020 que havia livrado Arnault e sua esposa de uma penalidade fiscal.

Segundo o Financial Times, a cobrança está relacionada a um pagamento de cerca de € 50 milhões recebido pelo casal após a retirada de recursos de uma empresa belga que detinha ações ligadas à LVMH.

Segundo a RFI, a disputa envolve a forma como a família Arnault controla sua participação na LVMH. Em vez de possuir ações diretamente, ela usa uma estrutura formada por várias holdings (empresas criadas para administrar participações em outras companhias).

O tribunal concluiu que € 32,18 milhões dos € 50 milhões recebidos pelo casal pela companhia belga deveriam ter sido tratados como renda tributável.

"A LVMH é o maior contribuinte corporativo da França. As atividades gerais do grupo também contribuem com mais de 1% do PIB do país", afirmou um porta-voz de Arnault ao Financial Times. "Essa decisão, que reverte tanto a sentença de primeira instância quanto uma decisão anterior do próprio Tribunal de Apelação, será contestada no Conselho de Estado."

Há 6 horas O Assunto Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 6 horasRope jumpMenino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovem sem corda

Há 4 horas Fantástico Festa em grande estiloRoda de samba, 100 convidados: como foi o velório em vida de Tiago Pitthan

Há 53 minutos Fantástico Resultados amargosAs derrotas mais traumáticas do Brasil em Copas do Mundo

Há 3 horas Saúde Mental ‘O Mister escolhe antes do jogo’, diz Vini Jr. sobre pênaltiHá 3 horasBatida na Castello BrancoCarro explode após ser atingido na traseira e deixa 3 mortos na Grande SP

Há 2 horas São Paulo Fim de semana teve 15 mortes no trânsito do estado de SPHá 2 horasColisão em Guarapari3 pessoas da mesma família morrem em acidente entre dois carros no ES

Há 45 minutos Espírito Santo Expulsão polêmica 🟥UE critica Fifa por anular cartão de jogador dos EUA após pedido de Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IBGE prorroga inscrições para concurso com mais de 8 mil vagas temporárias; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 08:44

Trabalho e Carreira Concursos IBGE prorroga inscrições para concurso com mais de 8 mil vagas temporárias; veja como participar Seleção para o Censo Agropecuário 2026 recebe inscrições até quinta-feira (9). Salários chegam a R$ 4.008, com vagas temporárias disponíveis em todo o país. Por Redação g1 — São Paulo

As inscrições para o processo seletivo do IBGE para o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola foram prorrogadas até quinta-feira (9), às 14h.

A seleção oferece 8.238 vagas temporárias de nível médio em cinco cargos, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além de benefícios.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site do IBFC, banca organizadora. A taxa é de R$ 53, com possibilidade de isenção para quem atender aos critérios do edital.

As oportunidades estão distribuídas por todo o país e são destinadas a atividades administrativas, operacionais, de supervisão e de suporte tecnológico relacionadas ao Censo Agropecuário.

As inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola foram prorrogadas até a próxima quinta-feira (9), às 14h.

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, no site da banca organizadora, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A taxa de inscrição é de R$ 53.

O edital prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para doadores de medula óssea que atendam aos critérios estabelecidos.

Ao todo, o processo seletivo oferece 8.238 vagas temporárias distribuídas em cinco cargos de nível médio, com salários que variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, além de benefícios.

As oportunidades estão distribuídas por todo o país e abrangem atividades administrativas, operacionais, de supervisão e de suporte tecnológico relacionadas à realização do levantamento.

Além dos salários, os contratados terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional.

Os aprovados serão contratados por tempo determinado para atuar na coleta de informações, supervisão de equipes, suporte administrativo e apoio tecnológico das operações censitárias.

🔎 O Censo Agropecuário é uma das principais pesquisas realizadas pelo IBGE e tem como objetivo reunir informações sobre a estrutura e a produção dos estabelecimentos rurais brasileiros. Os dados levantados ajudam a orientar políticas públicas, programas de financiamento e ações voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário.

Todos os cargos exigem ensino médio completo. Além disso, os candidatos devem atender aos seguintes requisitos:

ter, no mínimo, 18 anos na data da contratação;estar em dia com as obrigações eleitorais;estar em dia com as obrigações militares, no caso dos candidatos do sexo masculino;possuir aptidão física e mental para exercer a função;atender aos demais requisitos previstos no edital.

Para os cargos de Agente Censitário Supervisor (ACS), Agente Censitário Regional (ACR) e Agente Operacional Regional (AOR), também é exigida Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B válida.

A seleção contará com uma prova objetiva de múltipla escolha composta por 60 questões. Os conteúdos cobrados incluem:

Língua Portuguesa;Raciocínio Lógico;Ética no Serviço Público;Geografia;conhecimentos específicos de cada cargo.

A prova terá duração de quatro horas e será aplicada no município escolhido pelo candidato durante a inscrição, no dia 27 de setembro.

Para ser aprovado, será necessário obter pelo menos 18 pontos no total da avaliação e acertar ao menos uma questão em cada disciplina exigida para a função pretendida.

25% para pessoas pretas e pardas;5% para pessoas com deficiência;3% para indígenas;2% para quilombolas.

Os candidatos que optarem pelas vagas reservadas concorrerão simultaneamente na ampla concorrência e nas listas específicas de cotas, desde que cumpram os procedimentos de validação previstos no edital.

Os aprovados serão contratados inicialmente por até 12 meses para atuar nas operações do Censo Agropecuário 2026.

Os contratos poderão ser prorrogados de acordo com as necessidades do IBGE e o andamento dos trabalhos de coleta de dados, respeitando o limite máximo de 48 meses previsto na legislação federal para contratações temporárias.

Durante o período de trabalho, os contratados passarão por avaliações periódicas de desempenho. Entre os critérios observados estão assiduidade, produtividade, cumprimento de prazos e qualidade das atividades executadas.

Os candidatos aprovados além do número inicial de vagas formarão cadastro de reserva e poderão ser convocados posteriormente, de acordo com as necessidades do instituto ao longo da execução do Censo Agropecuário.

Na prática, isso significa que candidatos fora das vagas imediatas ainda podem ser chamados durante a vigência da seleção, caso surjam novas demandas ou desistências.

09 de julho — Encerramento das inscrições21 de setembro — Divulgação do cartão de convocação da prova27 de setembro — Aplicação da prova objetiva28 de setembro — Divulgação do gabarito preliminar3 de novembro — Resultado definitivo da prova objetiva18 de dezembro — Resultado final da seleção

Há 5 horas O Assunto Lula faz trocas na equipe do governo para reforçar pré-campanhaHá 5 horasRope jumpMenino sofreu acidente com a mesma equipe que lançou jovem sem corda

Há 3 horas Fantástico Batida na Castello BrancoCarro explode após ser atingido na traseira e deixa 3 mortos na Grande SP

Há 48 minutos São Paulo Fim de semana teve 15 mortes no trânsito do estado de SPHá 48 minutosResultados amargosAs derrotas mais traumáticas do Brasil em Copas do Mundo

Há 2 horas Saúde Mental ‘O Mister escolhe antes do jogo’, diz Vini Jr. sobre pênaltiHá 2 horasExpulsão polêmica 🟥Intervenção de Trump na Copa expõe laços políticos da Fifa

Há 2 minutos Mundo Uefa critica Fifa por revogar cartão vermelho de jogador dos EUAHá 2 minutosMata-mata ⚔️Portugal e Espanha se enfrentam pelas oitavas hoje; veja onde assistir

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/07/2026 00:46

Agro Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro Empresas, associações e representantes do setor produtivo brasileiro participam nesta segunda-feira (6) de audiências públicas promovidas pelo governo dos Estados Unidos para tentar evitar a sobretaxa de 25% proposta pela gestão de Donald Trump. Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

As audiências fazem parte do processo, baseado na Seção 301 da legislação comercial americana, e permitem que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final dos Estados Unidos. (saiba mais sobre as audiências)

🔎 O USTR é órgão é responsável por formular a política comercial dos Estados Unidos. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.

Representantes da indústria e do agronegócio brasileiros estarão entre os participantes. Eles pretendem convencer o governo americano de que a sobretaxa prejudicaria não apenas exportadores brasileiros, mas também empresas, consumidores e cadeias produtivas dos EUA.

Entre os participantes estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além de representantes dos setores de café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.

Enquanto isso, equipes técnicas dos governos dos dois países devem se reunir ainda nesta semana para alinhar os preparativos de uma última rodada de negociações de alto nível antes de 15 de julho, prazo em que Washington decidirá se avança com a imposição das tarifas.

A estratégia da indústria brasileira é mostrar que as economias dos dois países são fortemente integradas e que a tarifa também elevaria custos para empresas americanas.

A Fiesp, que representa as indústrias paulistas, defenderá que a tarifa de 25% não tem justificativa técnica nem econômica e pode prejudicar empresas e consumidores de ambos os países.

Em São Paulo, os segmentos mais expostos são justamente os de maior valor agregado, como máquinas e equipamentos, autopeças, alimentos industrializados, madeira, móveis e outros produtos manufaturados.

31,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos passarão a pagar tarifa total de 37,5% (soma dos 25% da investigação comercial com outros 12,5% de outra acusação americana, de “falha no combate ao trabalho forçado” no país);35,2% de toda a pauta exportadora brasileira para o mercado americano será atingida pela nova sobretaxa;Somadas às tarifas já existentes da Seção 232, 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ficarão sujeitas a algum tipo de tarifa adicional.

Propriedade intelectual: defenderá que o Brasil reduziu o estoque de patentes no INPI, reforçou o combate à pirataria e ampliou ações de fiscalização;Tarifas de importação: afirmará que os acordos comerciais brasileiros têm alcance limitado e que cerca de metade das importações vindas dos EUA já entra no país com tarifa zero ou reduzida por regimes especiais;Desmatamento: argumentará que o crescimento da produção agrícola decorre principalmente de ganhos de produtividade e tecnologia, e não da expansão sobre áreas de floresta;Relação bilateral: defenderá maior integração comercial e cooperação técnica entre Brasil e Estados Unidos, em vez da criação de novas barreiras.

O presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Azevêdo, afirmou ao g1 que a entidade pretende demonstrar que as acusações feitas pelo USTR não se sustentam.

"A prática brasileira não é discriminatória, não é desleal nem ilegal do ponto de vista das regras internacionais do comércio, e não prejudica as empresas americanas", diz Azevêdo.

Na investigação, o governo americano questiona os acordos comerciais do Brasil com países como México e Índia, alegando que eles concedem tarifas preferenciais a produtos de setores específicos.

O governo brasileiro rebate, afirmando que esses acordos são legítimos, seguem as regras da OMC e não podem ser considerados prática passível de sanções comerciais.

Azevêdo, que também é ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), ressalta que a tarifa proposta também não produzirá os efeitos pretendidos pelos EUA.

"Essa tarifa não faz sentido do ponto de vista econômico. Ela não vai resolver os problemas apontados pelo USTR. Pelo contrário, vai aumentar os custos das cadeias produtivas no Brasil e nos Estados Unidos, elevar os preços para o consumidor e prejudicar as empresas dos dois países."

Segundo Azevêdo, o caminho passa por ampliar a negociação entre os governos. "O governo brasileiro poderia ser ainda mais proativo e criativo na busca de soluções. Negociar não é entreguismo nem perder soberania. É buscar ganhos recíprocos para os dois lados."

O Brasil encaminhou, na quarta-feira (1º), uma resposta aos EUA sobre a investigação aberta pelo governo Donald Trump.

No documento, assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o Brasil afirma que as críticas do governo americano ao Pix e a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não têm relação com comércio, mas com divergências sobre políticas internas.

Roberto Azevêdo afirma que, embora a defesa técnica apresentada pelo Brasil seja consistente, a solução depende de articulação política. "Não basta apresentar argumentos jurídicos, é necessário que as instâncias políticas estejam constantemente envolvidas para buscar uma solução".

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defenderá, durante a audiência, que a tarifa adicional de 25% não tem justificativa jurídica, econômica ou estratégica e pode prejudicar empresas brasileiras e americanas.

Em entrevista ao g1, a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, afirmou que não há evidências de que empresas americanas sejam discriminadas no Brasil.

"Na nossa perspectiva, fica claro que essas medidas não têm justificativa em nenhum dos três planos: jurídico, econômico ou estratégico", afirmou.

Segundo ela, a relação comercial entre os dois países é complementar e a sobretaxa elevaria custos para toda a cadeia produtiva.

"Qualquer medida que encareça ou crie barreiras para essa relação trará prejuízos não apenas para o Brasil, mas também para os Estados Unidos", disse.

A executiva também afirmou que a indústria defende a priorização das negociações entre os governos e alertou que a principal preocupação do setor é a incerteza gerada pelas mudanças sucessivas na política comercial dos EUA.

"O setor privado vem sofrendo não apenas pela queda das exportações, mas também pela grande imprevisibilidade. As empresas não sabem a qual tarifa estarão sujeitas", afirmou.

Divulgação — Foto: Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pedirá a exclusão do setor de uma eventual tarifa adicional de 25%, argumentando que a relação comercial entre Brasil e EUA é baseada em cadeias produtivas integradas, e não em concorrência direta.

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos e concentram cerca de um quarto das vendas externas do setor. Em 2025, no entanto, as tarifas impostas pelo governo americano levaram a uma queda de mais de 9% nessas exportações.

🛺 Além da tarifa global de 10% em vigor desde fevereiro de 2026, parte dos produtos também está sujeita às tarifas da Seção 232, aplicadas ao aço e ao alumínio. Antes de todo o tarifaço, a maior parte das máquinas brasileiras entrava no mercado americano com taxa zero.

A principal linha de defesa da Abimaq será mostrar que uma sobretaxação também prejudicaria a indústria americana.

Segundo a entidade, 82% das exportações brasileiras de máquinas para os Estados Unidos ocorrem entre empresas do mesmo grupo econômico, como uma matriz americana e sua filial no Brasil.

Para a Abimaq, isso mostra que as cadeias produtivas dos dois países são altamente integradas e que uma sobretaxa elevaria os custos da própria indústria americana, que depende desses componentes e equipamentos.

Ao g1, a diretora de Comércio Exterior da Abimaq, Patrícia Gomes, afirmou que muitos equipamentos são desenvolvidos sob encomenda, passam por processos de certificação e exigem relacionamento de longo prazo entre fabricantes e clientes.

"É muito difícil substituir um fornecedor de máquinas e equipamentos. Estamos falando de projetos de médio e longo prazo, com equipamentos certificados e desenvolvidos em conjunto com os clientes."

Segundo a executiva, uma ruptura nessas cadeias elevaria os custos da própria indústria americana e afetaria investimentos em setores estratégicos, como construção, logística, mineração, energia e transporte.

Apesar de defender a exclusão integral do setor, a Abimaq reconhece que o cenário ainda é incerto e considera mais provável a ampliação da lista de produtos isentos. (saiba mais)

"Nosso objetivo é buscar a exclusão do setor de máquinas e equipamentos. Mas, diante das incertezas, também trabalhamos para ampliar a lista de exceções caso as tarifas sejam mantidas."

O Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindifer), que representa as empresas produtoras de ferro-gusa no principal estado exportador do produto no país, pedirá a exclusão do ferro-gusa brasileiro da tarifa.

⚙️ O ferro-gusa é a matéria-prima usada na fabricação de aço e de peças de ferro fundido. O produto abastece siderúrgicas e fundições e é considerado um insumo essencial para diversos segmentos industriais.

A entidade afirma que o produto é essencial para siderúrgicas americanas, não tem relação com os temas investigados pelo USTR e é difícil de ser substituído.

Também destaca que cerca de 83% das exportações brasileiras de ferro-gusa têm como destino os EUA e que a produção nacional utiliza carvão vegetal de florestas plantadas, reduzindo emissões de carbono.

Café solúvel está entre os produtos fora da lista de isenção e que podem ser taxados. — Foto: Consciência Café. – Divulgação.

No caso do agronegócio, três segmentos brasileiros — mel, café solúvel e pescados — participam das audiências nos Estados Unidos para tentar evitar a nova tarifa proposta por Trump.

A estratégia central é demonstrar que a medida pode pressionar preços ao consumidor, elevar a inflação e também afetar cadeias produtivas dentro da própria economia americana.

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Sociedade Rural Brasileira;União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA); Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz);Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé); Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS);União Nacional do Etanol de Milho (UNEM);Associação Brasileira dos Exportadores de Mel.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que representa mais de 5 milhões de produtores rurais, afirma que as tarifas prejudicam uma relação comercial considerada complementar entre os dois países.

Em manifestação enviada ao USTR, a entidade sustenta que os acordos comerciais brasileiros com países como México e Índia seguem as regras da OMC e não causam prejuízos aos Estados Unidos.

Segundo a CNA, esses acordos representam cerca de 1,9% das importações brasileiras, enquanto os Estados Unidos seguem como o segundo maior fornecedor do mercado brasileiro.

🔎 A CNA também contesta a associação entre o crescimento do agronegócio e o desmatamento ilegal, afirmando que o aumento da produção ocorreu principalmente por ganhos de produtividade e inovação tecnológica. Como exemplo, cita que, entre 2005 e 2026, a produção de grãos cresceu 213%, enquanto o desmatamento na Amazônia caiu 79%.

Como alternativa às tarifas, a entidade defendeu o fortalecimento da cooperação bilateral em áreas como agricultura sustentável, biocombustíveis e facilitação do comércio, destacando também a dependência da agropecuária brasileira de insumos importados dos Estados Unidos.

Há 40 minutos Copa do Mundo Operação prendeu 10 profissionaisVÍDEOS mostram advogados recebendo ordens de clientes presos para cometer crimes

Há 1 hora Fantástico Mega-Sena 🍀💰Bilhete premiado em R$ 29 milhões gera disputa entre funcionária e dono de lotérica em MT

Há 2 horas Fantástico Violência de gêneroPor que agressores focam no rosto da mulher durante um ataque? Entenda

Há 6 horas Mundo Seleção ganha prêmio milionário mesmo eliminada nas oitavasHá 6 horasNoruega já ganhou uma Copa? Quando foi o último título do Brasil?Há 6 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após cessar-fogo entre EUA e Irã e reabertura do Estreito de Ormuz, OPEP+ aumenta produção de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/07/2026 11:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa172.788 pts0,64%Oferecido por

A OPEP+ concordou neste domingo (5) com um aumento de 188 mil barris por dia na produção de petróleo a partir de agosto de 2026.

A decisão de elevar a oferta ocorre em um momento de queda nos preços da commodity, impulsionada pela reabertura gradual do Estreito de Ormuz.

Anteriormente, conflitos envolvendo EUA, Israel e Irã fecharam o canal e reduziram a produção do grupo de 42,77 milhões para 33,13 milhões de barris.

Os preços do petróleo recuaram com a redução das importações da China e o memorando de entendimento entre Washington e Teerã para encerrar a guerra.

Sete países do grupo revertem cortes de 2023, processo afetado pela saída dos Emirados Árabes Unidos e pedidos do Iraque por cotas maiores.

A OPEP+, aliança formada pelos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e produtores aliados, como a Rússia, concordou com um novo aumento nas metas de produção a partir de agosto, informou o grupo em comunicado divulgado neste domingo (5).

A decisão amplia a oferta global em um momento em que os preços do petróleo recuam, impulsionados pela reabertura gradual do Estreito de Ormuz para as exportações.

O grupo concordou, durante uma reunião online, em elevar as cotas de produção em 188 mil barris por dia a partir de agosto, além dos aumentos de mesmo volume aprovados para junho e julho.

Os sete principais membros da OPEP+, grupo que reúne a OPEP e produtores aliados, como a Rússia, elevaram suas cotas de produção entre abril e julho em quase 800 mil barris por dia.

No entanto, esse aumento permaneceu, em grande parte, apenas no papel devido à guerra entre EUA e Israel contra o Irã, que fechou o Estreito de Ormuz ao tráfego de petroleiros de alguns dos principais integrantes da OPEP+, incluindo Arábia Saudita, Kuwait e Iraque.

A produção da OPEP+ caiu para 33,13 milhões de barris por dia em maio, segundo dados da OPEP, ante 42,77 milhões de barris por dia em fevereiro.

A recuperação começou em junho, impulsionada pelos esforços dos EUA para ajudar os Emirados Árabes Unidos e outros integrantes da OPEP+ a ampliar as exportações de petróleo. Ainda assim, a produção segue abaixo dos níveis registrados antes da guerra.

Apesar das persistentes interrupções no fornecimento, os preços do petróleo voltaram aos níveis pré-guerra, pressionados pela queda das importações chinesas, pelo aumento das exportações de produtores de fora do Oriente Médio e por uma liberação recorde de estoques estratégicos globais coordenada pela Agência Internacional de Energia.

"O grupo dos sete continuou a reverter seus cortes de produção, como amplamente esperado", disse o analista do UBS, Giovanni Staunovo. "O foco no curto prazo permanecerá em quantos petroleiros conseguirão cruzar o Estreito de Ormuz e na rapidez com que a demanda e as importações chinesas de petróleo bruto se recuperarão."

Um memorando de entendimento entre Washington e Teerã para encerrar a guerra também ajudou a convencer os investidores de que a oferta acabará retornando aos níveis normais.

🔍Na sexta-feira (3), o petróleo Brent era negociado próximo de US$ 72 por barril, abaixo dos picos recentes de mais de US$ 120 e de volta aos níveis observados pouco antes do ataque de EUA e Israel ao Irã, em 28 de fevereiro.

Além de definir as metas de produção, a OPEP+ também enfrenta outros desafios após a saída dos Emirados Árabes Unidos do grupo e a sinalização do Iraque de que pretende obter cotas maiores.

A OPEP+ reúne 21 membros, entre eles o Irã. Nos últimos anos, porém, apenas sete países — além dos Emirados Árabes Unidos, antes de sua saída — participaram da gestão mensal da produção.

Esses sete produtores — Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão e Omã — vêm aumentando a produção como parte da reversão gradual de um corte de oferta de 1,65 milhão de barris por dia, acordado em 2023, quando o grupo ainda contava com os Emirados Árabes Unidos.

Os Emirados Árabes Unidos deixaram a aliança no fim de abril por desejarem alinhar sua capacidade de produção de forma mais próxima à produção efetiva, sem as restrições impostas pelo grupo.

A partir de agosto, considerando a saída dos Emirados Árabes Unidos em 1º de maio, os sete principais membros ainda terão cerca de 379 mil barris por dia do corte original para devolver ao mercado, segundo cálculos da Reuters.

Com o aumento de agosto já definido, o grupo terá revertido completamente o corte de 2023 caso aprove mais um aumento de volume semelhante para setembro, na próxima reunião, marcada para 2 de agosto.

Preço do petróleo dispara após Opep anunciar corte de mais de 1 milhão de barris por dia — Foto: JN

Há 5 horas São Paulo Acessório escandinavoUsado por Haaland, chifre nunca foi acessório dos vikings

Há 6 horas Educação Cidade na Noruega é conhecida por ‘proibir a morte’Há 6 horasVila "viking" foi escolhida pela seleção norueguesa para foto oficialHá 6 horasHaaland, Østigård, Thorstvedt…Por que é difícil pronunciar os nomes dos noruegueses

Há 6 horas Economia Quais são as 10 de seleções mais valiosas do mundoHá 6 horasÉ #FAKETelejornal não noticiou suspensão de juiz de Brasil x Escócia

Há 2 horas Fato ou Fake Minas GeraisEx-mulher do goleiro Bruno dá entrada em hospital após três 3 desaparecida

Há 1 hora Minas Gerais Veja o que se sabe e o que falta esclarecer sobre o casoHá 1 horaFórmula 1ASSISTA ao GP da Grã-Bretanha

Há 28 minutos fórmula 1 250 anos de independênciaTrump diz que EUA são ‘esperança e luz’ no mundo e critica comunismo

0

PREVIOUS POSTSPage 58 of 309NEXT POSTS