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Brasil cria centro para produzir insumos farmacêuticos e reduzir dependência do exterior; projeto não tem prazo nem meta definidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 07:44

Saúde Brasil cria centro para produzir insumos farmacêuticos e reduzir dependência do exterior; projeto não tem prazo nem meta definidos Projeto reúne Embrapii e CNPEM com aporte de R$ 60 milhões do Ministério da Saúde; centro promete ir da descoberta de moléculas até a entrada em estudos clínicos, mas não define indicadores de resultado nem data para reduzir a dependência de IFAs importados. Por Talyta Vespa, g1

Brasil cria centro para desenvolver IFAs a partir da biodiversidade, com investimento de R$ 60 milhões, para reduzir a dependência de insumos farmacêuticos importados.

Mais de 90% dos IFAs usados no país vêm do exterior, mas o projeto ainda não tem meta nem prazo para diminuir essa dependência.

Nos próximos quatro anos, o foco será apenas na pesquisa pré-clínica, sem previsão de medicamentos chegando ao mercado nesse período.

Os primeiros estudos serão voltados ao câncer e à sepse, usando moléculas extraídas de plantas e microrganismos brasileiros.

O Brasil lançou nesta sexta-feira (3) um centro de pesquisa dedicado a desenvolver Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) a partir da biodiversidade brasileira, na tentativa de reduzir, no longo prazo, a dependência do país de matérias-primas importadas para fabricar medicamentos.

Apesar do anúncio, o projeto não tem meta concreta de redução das importações, nem prazo para que algum produto sequer chegue ao mercado. Segundo os responsáveis pela iniciativa, os quatro primeiros anos serão dedicados apenas às etapas iniciais da pesquisa, antes dos testes em seres humanos.

O Centro de Competência em IFA a partir da Biodiversidade Brasileira (CC-IFABR) será instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), com R$ 60 milhões da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e do Ministério da Saúde.

A proposta é identificar, em plantas, animais e microrganismos brasileiros, moléculas com potencial para virar medicamento.

O problema que o centro tenta resolver é conhecido do setor: hoje, mais de 90% dos IFAs usados pela indústria farmacêutica brasileira são importados —e, em alguns segmentos, essa dependência chega a 95%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi).

Embora grande parte dos remédios vendidos no país seja fabricada aqui, é o IFA —a substância responsável pelo efeito terapêutico— que costuma vir de fora.

Nos próximos quatro anos, o CC-IFABR não vai desenvolver medicamentos completos nem produzir remédios para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O trabalho ficará concentrado nas etapas iniciais da pesquisa: identificar moléculas da biodiversidade brasileira com potencial terapêutico, aperfeiçoá-las e realizar os estudos pré-clínicos necessários para comprovar segurança e eficácia —a fase que antecede os testes em seres humanos.

As duas primeiras áreas de pesquisa serão tratamentos contra o câncer, com foco em imunoterapia, e terapias para infecções emergentes.

um investiga uma molécula obtida de uma planta da Caatinga com potencial para estimular o sistema imunológico contra tumores;

o outro busca desenvolver, a partir de um microrganismo, uma molécula para o tratamento da sepse —infecção generalizada que pode levar à falência de órgãos.

Nenhum dos dois projetos deve resultar em medicamento disponível para pacientes dentro do prazo inicial do centro. Depois da fase pré-clínica, ainda será preciso realizar estudos em humanos, obter aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e desenvolver processos capazes de fabricar esses medicamentos em escala industrial.

Segundo Alvaro Prata, presidente da Embrapii, é justamente por depender dessas etapas que ainda não é possível estimar quando o projeto vai, de fato, reduzir a dependência brasileira de IFAs importados —nem em que proporção isso poderia acontecer.

Descobrir uma molécula promissora costuma ser só o primeiro passo. Um dos principais gargalos da indústria farmacêutica é transformar uma descoberta científica em processo produtivo capaz de fabricar grandes quantidades da substância com qualidade, segurança e custo competitivo —a transição entre pesquisa acadêmica e produção industrial que pesquisadores chamam de "vale da morte", onde muitos projetos são abandonados.

Prata afirma que o centro pretende reduzir esse risco desenvolvendo, além das moléculas, rotas de produção mais eficientes e sustentáveis.

Uma das principais apostas é uma biofoundry, plataforma automatizada que usa robótica e inteligência artificial para desenvolver e otimizar microrganismos capazes de produzir moléculas de interesse farmacêutico —o objetivo é acelerar esses processos e validá-los em escala piloto, aproximando as pesquisas das exigências da indústria e das agências reguladoras.

Ainda assim, não há estimativa pública de quantos projetos vão conseguir superar essa etapa e chegar ao mercado.

Outra preocupação em torno de pesquisas com a biodiversidade brasileira é evitar que descobertas feitas no país sejam exploradas economicamente apenas por empresas estrangeiras.

Segundo Prata, a estratégia do centro é transformar compostos naturais em novas moléculas patenteáveis, licenciadas de preferência para empresas instaladas no Brasil.

Ele afirma ainda que todo o processo vai seguir a legislação sobre acesso ao patrimônio genético e repartição de benefícios, garantindo que comunidades tradicionais e pesquisadores envolvidos recebam a participação prevista em lei.

O investimento anunciado cobre os quatro primeiros anos de funcionamento do centro e será usado na implantação da infraestrutura e no desenvolvimento das pesquisas iniciais.

A expectativa, afirma Prata, é captar novos recursos ao longo da execução do programa, com participação da indústria farmacêutica e de outras fontes de financiamento —mas, até o momento, não há parceiros nem valores confirmados para essa segunda etapa.

O Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) é a substância responsável pelo efeito terapêutico de um medicamento: é ela que combate uma infecção, reduz a febre ou age contra células tumorais. Os demais componentes do comprimido ou da cápsula servem apenas para dar forma, estabilidade e facilitar a administração do remédio.

Hoje, embora a maior parte dos medicamentos vendidos no Brasil seja fabricada no país, seus IFAs vêm de fora —principalmente da China e da Índia. É essa dependência que o novo centro diz querer reduzir no longo prazo.

Mas, passados os quatro anos e os R$ 60 milhões investidos, o que o Brasil terá garantido não é uma redução mensurável das importações —é, na melhor das hipóteses, um punhado de moléculas prontas para começar, só então, a longa fase de testes em humanos.

Procurado, o Ministério da Saúde afirma que "os R$ 60 milhões compreendem o investimento previsto e já estão totalmente empenhados, no âmbito do Contrato de Gestão firmado com a Embrapii".

"O Centro não foi concebido para promover a substituição imediata de IFAs importados, mas para estruturar pesquisa, desenvolvimento, formação de capacidades e geração de conhecimento em uma área de fronteira tecnológica. Acompanhamento semestral será feito pela Comissão de Acompanhamento e Avaliação, da qual o Ministério da Saúde participa.

O modelo de Centro de Competência prevê um conjunto de indicadores técnicos e financeiros, como número de projetos de PD&I desenvolvidos, recursos executados com fontes não Embrapii, número de empresas participantes ou associadas, recursos aportados por empresas e número de startups e empresas de base tecnológica mobilizadas.

O Sistema Único de Saúde não incorpora IFAs isoladamente, mas medicamentos e outras tecnologias em saúde. As soluções chegarão ao SUS a partir do escalonamento produtivo e da avaliação regulatória. O CC IFA vai formar capacidades que possam subsidiar produtos de interesse para a saúde pública.

O Ministério da Saúde acompanha a iniciativa como interveniente do Contrato de Gestão, mas não exerce fiscalização direta sobre essa legislação específica, que cabe à Embrapii. O desenho do CC-IFABR busca enfrentar o desafio produtivo ao combinar pesquisa aplicada, interação com empresas, foco em projetos de PD&I e acompanhamento por indicadores de desempenho. A articulação entre instituições científicas, infraestrutura tecnológica e parceiros produtivos visa criar condições mais favoráveis para que o conhecimento gerado avance ao longo da cadeia de inovação", conclui a nota.

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Com as próprias mãos, homem já salvou cerca de 6 milhões de abelhas em Singapura

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 04:46

Agro Com as próprias mãos, homem já salvou cerca de 6 milhões de abelhas em Singapura Clarence Chua convence moradores a preservar colmeias e já salvou abelhas de lugares inusitados: de uma pequena casa de culto espiritual até do motor de um avião, que não pôde decolar até que o enxame fosse removido. Por Reuters

O resgatador de abelhas Clarence Chua segura um punhado de abelhas após retirá-las de uma colmeia em um apartamento de um conjunto habitacional público em Singapura. — Foto: REUTERS/Edgar Su

Armado apenas com uma bandana e as próprias mãos, Clarence Chua, de 42 anos, resgata abelhas retirando-as de colmeias e colocando-as em caixas de madeira para serem realocadas — às vezes, até para o próprio quintal.

"O que eu gosto nelas é que, se você as respeita e não ameaça a segurança delas, elas ficam totalmente tranquilas com a sua presença bem de perto", diz Chua.

Quando moradores de Singapura encontram abelhas fazendo colmeias em suas casas, normalmente chamam empresas de controle de pragas, que conseguem exterminar os ninhos em poucos minutos por cerca de 80 a 150 dólares de Singapura (US$ 62 a US$ 116).

Mas Chua vem convencendo um número cada vez maior de pessoas a permitir que ele faça o resgate das abelhas, cobrando entre 100 e 500 dólares de Singapura.

Nos últimos seis anos, ele realocou com segurança uma média de 100 colmeias por ano, o que representa cerca de 6 milhões de abelhas salvas. O processo de realocação humanitária consiste em transportar toda a colônia, preservando a abelha-rainha, as larvas e as operárias.

Depois, elas são levadas para um dos três apiários administrados por Chua, sendo que um deles fica no quintal de sua própria casa.

Chua já resgatou abelhas dos lugares mais inusitados: de uma pequena casa de culto espiritual em um condomínio até o motor de um avião, que não pôde decolar até que o enxame fosse removido.

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Os resgatadores de abelhas Clarence Chua e Jian Ping removem uma colmeia de uma luminária em um apartamento de um conjunto habitacional público em Singapura, em 15 de maio de 2026 — Foto: REUTERS/Edgar Su

À medida que cresce a conscientização sobre o resgate de abelhas, ele conta que os conselhos municipais, responsáveis pela administração dos conjuntos habitacionais públicos onde vivem quase 80% da população de Singapura, também passaram a contratar seus serviços.

Mesmo assim, o trabalho não é livre de riscos. Certa vez, ele tentou resgatar um enxame que imaginava ser dócil, instalado na sacada de um condomínio, mas acabou sendo atacado. Nos cerca de 30 segundos que levou para soltar o equipamento de segurança e fugir, foi ferroado aproximadamente 100 vezes.

"Isso realmente me ensinou a nunca subestimar a natureza", afirmou. Ele acrescenta que ainda hoje costuma se aproximar das colmeias sem roupa de apicultor num primeiro momento, para avaliar o comportamento das abelhas antes de vestir o equipamento de proteção, caso perceba que o enxame está agitado.

Chua também promove o resgate de abelhas nas redes sociais. Vídeos de seu trabalho, alguns gravados em primeira pessoa com óculos inteligentes da Meta, já atraíram cerca de 20 mil seguidores.

"Sem as abelhas, haveria muito menos frutas — ou elas seriam muito mais caras — porque faltariam frutos no mundo. É impressionante a quantidade de culturas agrícolas das quais dependemos para a nossa própria sobrevivência", disse.

O resgatador de abelhas Clarence Chua grava conteúdo para as redes sociais com seus óculos inteligentes da Meta enquanto retira, com as próprias mãos, abelhas de uma luminária em um apartamento de um conjunto habitacional público em Singapura, em 15 de maio de 2026. — Foto: REUTERS/Edgar Su

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Médico, atleta ou dono de cartório? Faça o QUIZ e veja quais profissões têm o maior patrimônio no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 04:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%Oferecido por

Nesta quinta-feira (2), a Receita Federal divulgou novos dados do Imposto de Renda. Entre os 41,5 milhões de contribuintes que entregaram a declaração, algumas profissões apresentaram patrimônio médio superior a R$ 3 milhões.

No conjunto dos declarantes, o patrimônio médio foi de R$ 409,56 mil. A maioria é formada por mulheres, com idade média de 48 anos. Além disso, cerca de 28 milhões de contribuintes declararam patrimônio de até R$ 100 mil.

Que tal testar seus conhecimentos? Responda ao quiz abaixo, descubra quais carreiras concentram os maiores patrimônios e veja se você acerta quais estão no topo da lista.

Depois de concluir o teste, veja abaixo o ranking com as 12 profissões que mais acumularam dinheiro no país.

Titular de cartório: R$ 3,3 milhõesMinistros, juízes e desembargadores: R$ 2,9 milhõesProcuradores e promotores: R$ 2,89 milhõesDiplomatas: R$ 2,52 milhõesAtletas e desportistas: R$ 1,71 milhãoDirigentes, presidentes e diretores de empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços: R$ 1,66 milhãoProdutores da exploração agropecuária: R$ 1,58 milhãoServidores das carreiras do Banco Central, da CVM e da Susep: R$ 1,44 milhãoMédicos: R$ 1,38 milhãoAtores e diretores: R$ 1,34 milhão

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Salário maior, bolso apertado: por que o dinheiro parece desaparecer?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 02:46

g1 explica Salário maior, bolso apertado: por que o dinheiro parece desaparecer? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Mesmo com o aumento da renda do trabalho nos últimos anos, muitos brasileiros perderam poder de compra porque gastos com alimentação, plano de saúde, escola e serviços cresceram mais do que os salários.

Ao mesmo tempo, o orçamento das famílias passou a incluir novos gastos, como internet, streaming, aplicativos e assinaturas. Além disso, o aumento da renda costuma vir acompanhado de um padrão de consumo mais elevado, fenômeno conhecido como "inflação do estilo de vida".

A expansão do crédito também reduz a renda disponível, já que parcelas e financiamentos comprometem parte do orçamento. Segundo economistas, esse cenário pesa principalmente sobre a classe média, que concentra despesas mais difíceis de cortar.

Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.

Dinheiro; real; reais; notas de R$ 5, R$ 10 e R$ 50; moeda de R$ 1 — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Como uma bolsa que vira cadeira deu origem a um negócio de R$ 30 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/07/2026 02:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como uma bolsa que vira cadeira deu origem a um negócio de R$ 30 mil por mês Criada por um empreendedor gaúcho em busca de mais contato com a natureza, a bolsa-cadeira une praticidade e design. Vendida para todo o Brasil, a marca já comercializou 3,5 mil unidades e aposta no mercado corporativo para crescer. Por PEGN

Ex-corretor de seguros criou uma bolsa que se transforma em cadeira após se inspirar em um produto visto na internet.

Com ajuda do pai, desenvolveu o primeiro protótipo em quatro meses e vendeu todas as unidades apresentadas em uma feira local.

Vendida online por R$ 439, a cadeira-bolsa já ultrapassou 3,5 mil unidades comercializadas e gera faturamento médio de R$ 30 mil por mês.

A empresa agora aposta em vendas para grandes marcas e no lançamento de novos produtos para expandir o negócio.

O que começou como uma busca por liberdade e mais contato com a natureza acabou se transformando em um negócio criativo que hoje fatura cerca de R$ 30 mil por mês.

Em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, o empreendedor Vinícius Kirsh desenvolveu uma bolsa que se transforma em cadeira, unindo praticidade, conforto e design para quem gosta de frequentar praias, parques e áreas ao ar livre.

Na época, Vinícius trabalhava no mercado de seguros, mas sonhava em ter o próprio negócio. Pesquisando ideias de produtos na internet, encontrou inspiração em um modelo semelhante vendido no exterior.

A partir daí, decidiu criar uma versão própria, com visual diferenciado e foco no estilo de vida de quem busca aproveitar mais o tempo ao ar livre.

Como uma bolsa que vira cadeira se transformou em um negócio de R$ 30 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia ganhou forma com a ajuda do pai, que já tinha experiência na fabricação de mochilas e camas para pets. Segundo o empreendedor, o primeiro protótipo desenvolvido foi aprovado de imediato, acelerando os planos de lançamento da marca.

O teste de mercado veio durante uma feira em Novo Hamburgo. O resultado surpreendeu: todas as unidades levadas para o evento foram vendidas.

Além das compras, os visitantes passaram a utilizar o produto no local, o que ajudou a validar a proposta e mostrou o potencial comercial da novidade.

Hoje, a cadeira-bolsa é vendida exclusivamente pela internet, com entregas para todo o Brasil. O produto custa R$ 439, está disponível em 11 estampas e já ultrapassou a marca de 3,5 mil unidades comercializadas.

Como uma bolsa que vira cadeira se transformou em um negócio de R$ 30 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Além dos consumidores finais, a empresa passou a atender grandes marcas interessadas em versões personalizadas para ações promocionais e brindes corporativos.

Em 2024, o negócio quase foi vendido. Mas a história tomou outro rumo quando amigos de longa data decidiram se tornar sócios da empresa.

A entrada do grupo permitiu dividir responsabilidades, fortalecer a gestão e criar uma estrutura mais preparada para o crescimento da marca.

Agora, os planos incluem ampliar as vendas para empresas e lançar novos produtos alinhados à proposta original da marca: oferecer soluções criativas para quem quer aproveitar momentos ao ar livre com mais praticidade e conforto.

📍 Endereço: Rua Boa Saúde, 1253 – Primavera, Novo Hamburgo/RS – CEP: 93344-460📞 Telefone: (51) 98191-2337📧 E-mail: equipefora@gmail.com🌐 Site: www.fora.la📸 Instagram: https://www.instagram.com/fora.la/

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Tecnologia decisiva: bola com sensor captou toque em lance dramático que eliminou Croácia e classificou Portugal; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 23:44

Tecnologia Tecnologia decisiva: bola com sensor captou toque em lance dramático que eliminou Croácia e classificou Portugal; entenda Modelo coleta dados 500 vezes por segundo e foi determinante para a vitória portuguesa. Por Redação g1

Gol da Croácia que foi anulado após o VAR detectar desvio e decretar impedimento. — Foto: REUTERS/Jeenah Moon

A partida entre Portugal e Croácia foi decidida nos mínimos detalhes. Quando os portugueses venciam por 2 a 1, no fim do segundo tempo, os croatas empataram. No entanto, com o auxílio da tecnologia da bola, foi detectado um desvio na bola que marcava o impedimento no gol, dando, assim, a classificação aos portugueses.

A bola da copa, Trionda, é equipada com sensores, inteligência artificial e até um sistema de carregamento.

Entre as tecnologias presentes, a Trionda dos jogadores traz um sensor de movimento capaz de rastrear tudo o que acontece durante a partida e envia dados em tempo real para o sistema de Árbitro Assistente de Vídeo (VAR).

Na prática, a Trionda coleta e transmite informações 500 vezes por segundo. Com esses dados, os árbitros conseguem acompanhar com mais precisão cada movimento da bola ao longo do jogo.

Esse recurso, no entanto, não é novidade. Ele já estava presente na Al Rihla, utilizada na Copa do Mundo de 2022, no Catar. Assim como no modelo da Copa anterior, o sensor da Trionda é alimentado por bateria. Por isso, de tempos em tempos, a bola precisa ser conectada à tomada para recarga.

Sensores presentes nas bolas da Copa de 2026 (esquerda) e de 2022 (direita) — Foto: Divulgação/Adidas

Ao contrário dos modelos anteriores, em que o sensor de movimento ficava "suspenso" no centro da bola, ele agora está embutido em uma camada dentro de um dos quatro painéis da Trionda. (veja na imagem acima)

Segundo a Adidas, os outros três painéis receberam contrapesos para compensar o peso do sensor e garantir que a bola mantenha o equilíbrio durante o jogo.

O número de painéis (as peças que formam a estrutura da bola) também mudou e foi reduzido significativamente. A Al Rihla, usada na Copa de 2022, tinha 20 painéis.

A empresa explica que as informações coletadas pelo sensor são combinadas com dados sobre o posicionamento dos jogadores e analisadas por inteligência artificial. Com isso, a arbitragem consegue revisar lances com mais rapidez, incluindo situações de impedimento e possíveis toques de mão.

"Um dos nossos principais focos foi ajudar os árbitros a tomar decisões corretas o mais rápido possível, porque qualquer revisão do VAR interrompe o ritmo da partida", disse Hannes Schaefke, líder de inovação em futebol da Adidas, em entrevista ao The Athletic em 2025.

Assim como em anos anteriores, todo o projeto foi desenvolvido em parceria com a Kinexon, empresa de tecnologia de sistemas de rastreamento e análise de dados para esportes.

A Fifa também usa uma tecnologia de digitalização 3D dos jogadores convocados para a Copa de 2026. A ideia é criar uma versão digital de cada atleta para ajudar a arbitragem.

Com esses avatares, os árbitros conseguem visualizar com mais precisão a posição do corpo dos jogadores no momento em que a bola é tocada, o que pode auxiliar na análise de lances como impedimentos. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Lenovo.

Outra novidade é o Football AI Pro, uma ferramenta de IA criada pela Fifa para auxiliar as comissões técnicas após as partidas. O sistema analisa dados dos jogos e gera relatórios com informações sobre desempenho dos atletas, aspectos táticos e possíveis estratégias.

Para isso, ele combina diferentes fontes de informação, como estatísticas da partida, dados de posicionamento dos jogadores e vídeos dos jogos. Segundo a Fifa, o objetivo é acelerar o trabalho de análise e ajudar as equipes a extrair informações de forma mais rápida e organizada.

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Mega-Sena, concurso 3026: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3026: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira era de R$25,8 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3026 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (2), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas era de R$ 25,8 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 33 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Apesar de prejuízo recorde nos Correios, estatais federais têm lucro maior em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 19:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,208-0,03%Dólar TurismoR$ 5,418-0,04%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2070,44%B3Ibovespa172.788 pts0,64%Oferecido por

O governo divulgou nesta quinta-feira (2) que o conjunto das estatais federais registrou um lucro líquido de R$ 169,4 bilhões em 2025.

Petrobras foi responsável, sozinha, por 65% do lucro das estatais federais em 2025 — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

🔎O balanço financeiro foi divulgado pelo Ministério da Gestão. Ao todo, há 44 empresas públicas ou sociedades de economia mista controladas pelo governo brasileiro.

O valor supera em 45,4% o lucro registrado pelas empresas públicas em 2024. O número é puxado principalmente pela Petrobras – a petroleira é responsável por R$ 110,6 bilhões dos lucros, cerca de 65% do resultado total.

Além da Petrobras, também se destacaram BNDES, com lucro de R$ 25,6 bilhões, e o Banco do Brasil, com R$ 17,8 bilhões. Juntas, as três estatais concentraram 90,9% dos lucros.

Do outro lado, os Correios registraram prejuízo recorde no ano passado, de R$ 8,5 bilhões. (veja mais abaixo)

Apesar do resultado positivo, o lucro total das estatais é inferior ao registrado em 2021, 2022 e 2023. Veja os números:

2021: R$ 187,5 bilhões2022: R$ 275,1 bilhões2023: R$ 197,9 bilhões2024: R$ 116,5 bilhões2025: R$ 169,4 bilhões

O prejuízo de R$ 8,5 bilhões registrado pelos Correios em 2025 foi o maior da série histórica da estatal e mais de três vezes superior ao rombo de R$ 2,4 bilhões registrado em 2024. Com o resultado, a empresa chegou a 14 trimestres seguidos no vermelho.

A piora das contas da estatal foi impulsionada pela queda das receitas com encomendas internacionais e pelo aumento das despesas, principalmente com precatórios e gastos com pessoal. Em 2025, as despesas gerais e administrativas cresceram 37%, enquanto a receita com serviços caiu 12%.

Para tentar reverter a situação, a estatal anunciou medidas como programa de demissão voluntária (PDV), venda de imóveis, revisão de contratos e fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com garantia da União.

Mesmo assim, o cenário continuou se deteriorando. No primeiro trimestre de 2026, a estatal registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões, 82% maior que o do mesmo período do ano anterior, e já prevê um resultado ainda pior ao fim deste ano.

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Grupo de mulheres de direita ameaça acionar justiça dos EUA contra ataques nas redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 16:46

Um grupo de mulheres conservadoras que atuam na política avaliam entrar com uma ação nos Estados Unidos contra indivíduos que elas afirmam fazerem parte de um "gabinete do ódio" que vem disseminando ataques nas redes sociais.

Os ataques engrossaram os motivos para Michelle Bolsonaro gravar o vídeo divulgado na semana passada em que também critica o enteado, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No vídeo, Michelle chega a citar ataques que recebeu nas redes de pessoas que estão no exterior. A ex-primeira-dama cita um “grupo de maledicência coordenada a partir de quem está no exterior continua agindo e me atacando todos os dias. Alguns deles até continuam aparecendo em fotos com o Flávio”.

O blog ouviu duas integrantes de partidos de direita que confirmam que um advogado nos EUA já foi contactado. Elas reuniram diversos posts em redes sociais diferentes, com ataques a mulheres que atuam na política ou se posicionam publicamente sobre temas sociais.

Elas alegam que os autores são brasileiros ligados ao bolsonarismo. Um nome citado por elas é do influencer Allan dos Santos, seguidor de Olavo de Carvalho e foragido da justiça brasileira.

Os conteúdos caracterizariam calúnia, difamação e injúria, segundo elas, que podem ser considerados crimes também nos Estados Unidos.

Além de Michelle, os alvos mais frequentes são a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Mas não apenas.

O grupo avalia incluir ataques a mulheres de esquerda também, vindas dos mesmos perfis fora do Brasil.

A reclamação já chegou ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.

As cobranças já ultrapassaram o universo feminino. Nesta quarta-feira (1º), o deputado Marcos Feliciano fez uma postagem na rede social 'X' pedindo que Flávio Bolsonaro "coloque os galos de rinha dentro da caixa", ou perderia apoio dos evangélicos também.

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Ministro diz que ‘atropelos’ atrapalham negociações com EUA sobre tarifas, mas que ‘corre contra o tempo’ por consenso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%Oferecido por

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (2) que alguns “atropelos” provocados por terceiros têm atrapalhado as negociações entre o Brasil e os Estados Unidos em torno do tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump.

Mas acrescentou que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que o governo “nunca” abandone a mesa de negociação, deixando questões ideológicas de lado.

Elias Rosa deu a declaração durante entrevista no Rio de Janeiro, onde cumpriu agenda. Ele foi questionado sobre uma conversa que teve nesta quinta com o representante do escritório comercial da Casa Branca, Jamieson Greer, para tentar reverter o tarifaço.


O prazo dado pela Casa Branca é 15 de julho, por isso, avaliou o ministro, o governo brasileiro “corre contra o tempo” para tentar um consenso com os norte-americanos.

“Todas as vezes em que nós caminhamos positivamente parece que surge algum empecilho ou atropelo e nós precisamos superar. […] O presidente Lula esteve com o presidente Trump na Malásia, depois daquele encontro na ONU, depois tivemos seguidos encontros, vários telefonemas, e sempre foram muito positivos”, declarou o ministro.

“Os exemplos podem ser a ordem executiva de julho do ano passado, que anuncia a necessidade de interferir no julgamento do Supremo Tribunal Federal, sob pena de imposição de tarifa de 40% mais aquela de 10%; a publicação, por quem estava nos Estados Unidos, um ex-deputado federal se dizendo autor ou patrocinador do tarifaço de encomenda. Ao mesmo tempo, aqui no Brasil, alguém celebrando nas redes sociais o fato de ter sido imposta. Essas pessoas sempre dificultam muito o trabalho”, afirmou.

O governo Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O presidente, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "traidores da pátria".

No ano passado, quando a gestão Trump estabeleceu uma tarifa de 50% contra produtos brasileiros, Eduardo Bolsonaro agradeceu publicamente o presidente dos EUA pela medida.

Para o ministro, esses comportamentos citados por ele na entrevista “poluem o diálogo” entre os negociadores do Brasil e dos Estados Unidos porque levam “à mesa” de negociação “questões que não deveriam estar”.

“Não cabem na mesa de negociação da economia, do comércio bilateral, questões ideológicas, eleitoreiras, pessoalmente oportunistas, isso não tem cabimento”, disse o ministro.

“Então, a gente também tem que enfrentar essa questão. Estamos enfrentando com a serenidade que o tema exige. Em cada uma dessas reuniões, temos avançado um pouco. Mas volto a dizer, o tempo conspira contra. Temos que chegar até 15 de julho com um acordo”, acrescentou Márcio Elias Rosa.

Sob reserva, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizem que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço.

Afirmam que o governo vai tentar esgotar as negociações, como tem orientado o presidente Lula, mostrando os números do comércio entre os dois países e apresentando argumentos técnicos.

Mas a avaliação é que a decisão do USTR tem motivações políticas e não técnicas, assim, dizem avaliar que, no máximo, pode haver alguma exceção ou eventual redução de taxa, mas não a reversão completa da medida.

Segundo esses integrantes do Palácio do Planalto, há uma "linha de diálogo" entre os dois governo, que deve ser mantida, com reuniões entre representantes dos presidentes Lula e Donald Trump.

No Ministério das Relações Exteriores, integrantes da diplomacia brasileira dizem que os documentos do USTR demonstram como a investigação com base na seção 301 tem caráter político e não técnico nem comercial.

Segundo relatos à GloboNews, os documentos recebidos pelo Itamaraty relativos à alegações iniciais, de julho de 2025, são "praticamente iguais" aos da recomendação final, de junho de 2026.

Isso mostra, para integrantes do Itamaraty, que todos os argumentos técnicos apresentados aos EUA ao longo do último ano pelos negociadores brasileiros foram desconsiderados, como os números que demonstram a queda no desmatamento no governo Lula em comparação com o governo Bolsonaro.

Uma delegação brasileira, formada por integrantes das áreas econômica e ambiental do Itamaraty, por exemplo, chegou a ir a Washington para apresentar esses dados, e o entendimento da diplomacia é que todos os questionamentos foram respondidos com dados, mas acabaram ignorados.

Márcio Fernando Elias Rosa, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) — Foto: Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços / Divulgação

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