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Manifestantes se mobilizam na Alemanha em apoio à atriz vítima de ‘deepfake’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 12:28

Tecnologia Manifestantes se mobilizam na Alemanha em apoio à atriz vítima de 'deepfake' Protestos pressionam por leis mais rígidas contra deepfakes, enquanto caso expõe lacunas na proteção de mulheres e gera debate político sobre violência digital na Alemanha. Por France Presse

Pessoas protestam contra a violência sexual e em apoio à atriz Collien Fernandes, em Berlim. — Foto: REUTERS/Christian Mang/File Photo

Milhares de pessoas estão se manifestando na Alemanha em apoio à atriz Collien Fernandes, que acusa seu ex-marido de divulgar vídeos pornográficos falsos gerados por inteligência artificial (IA), na qual ela aparece em evidência.

De Berlim à Frankfurt, passando por Hamburgo, diversos atos foram realizados para apoiar Fernandes, muitos deles convocados pelo coletivo Vulver, que denunciou as "lacunas gritantes" da proteção jurídica das mulheres na internet.

A Alemanha já estava preparando um projeto de lei sobre a divulgação de vídeos falsos gerados com IA (chamados "deepfakes"), mas a publicação, em meados de março, de uma investigação da revista Spiegel sobre este caso evidenciou a urgência de regular estas práticas.

Collien Fernandes, de 44 anos, que também é modelo e apresentadora de televisão, acusa o ex-marido, o ator e apresentador Christian Ulmen, de 50 anos, de ter criado perfis falsos nas redes sociais para contactar homens, sobretudo do seu círculo social, e de ter difundido vídeos pornográficos falsos em que aparece sua imagem. Devido a isso, a atriz sofre assédio online há anos.

Alguns meios de comunicação alemães observam neste cenário o equivalente digital ao caso da francesa Gisèle Pelicot, que se tornou uma figura mundial da luta contra a violência sexual por ter denunciado publicamente os estupros cometidos por dezenas de homens recrutados por seu ex-marido.

Na sexta-feira, a Procuradoria alemã afirmou que está investigando Ulmen por uma "suspeita inicial" baseada nos elementos apresentados pela atriz no artigo da Spiegel. Por ora, investiga-se o crime de assédio, mas outras infrações podem ser acrescentadas posteriormente.

Uma denúncia já havia sido apresentada em 2024, mas foi arquivada em junho por falta de pistas para identificar o autor dos vídeos.

Fernandes denunciou que o marco jurídico para casos deste tipo continua sendo muito limitado na Alemanha, país que é, segundo ela, um "paraíso para os agressores".

A atriz também apresentou uma queixa na Espanha, onde o casal morava e no qual a legislação sobre violência contra as mulheres é mais rígida.

O escândalo levou milhares de pessoas às ruas. No dia 26 de março, 17.000 manifestantes protestaram em Hamburgo, no norte do país, para pressionar o governo.

Pessoas protestam contra a violência sexual e em apoio à atriz Collien Fernandes, em Berlim. — Foto: REUTERS/Christian Mang/File Photo

Após ter recebido ameaças de morte, Collien Fernandes descartou em um primeiro momento participar das mobilizações, mas acabou por subir ao palco, vestindo um colete à prova de balas por baixo de um casaco, "pois [há] homens, e apenas homens, que querem me matar", afirmou sob os aplausos da multidão.

"Precisamos de leis verdadeiras que sensibilizem especialmente as mulheres sobre esta violência digital", sublinhou.

Questionado há alguns dias por uma deputada sobre o que pretendia fazer para proteger as mulheres da violência, o chefe de Governo alemão, Friedrich Merz (conservador), evocou uma "explosão da violência na nossa sociedade, tanto no espaço físico como no digital".

Mas causou grande polêmica ao afirmar que uma "parte considerável desta violência procede das comunidades de imigrantes", em uma tentativa adicional de travar o avanço da extrema direita, com um discurso cada vez mais duro contra os migrantes.

"Uma mentira populista escandalosa", reagiu Lydia Dietrich, diretora da associação feminista Frauenhilfe München, durante o ato de apoio a Collien Fernandes na capital da Baviera.

Christian Ulmen e Collien Fernandes eram um casal de celebridades muito conhecido na Alemanha — Foto: G. Chlebarov/VISTAPRESS/IMAGO

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Ministro da Fazenda quer acabar com formato atual de declaração do IR; trabalhadores precisariam apenas validar informações

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 31/03/2026 12:28

Economia Imposto de renda Ministro da Fazenda quer acabar com formato atual de declaração do IR; trabalhadores precisariam apenas validar informações A ideia é que a declaração do IR, no futuro, contenha mais dados enviados por empresas e por bancos, por exemplo, formato conhecido como pré-preenchido. Seria uma evolução desse tipo de declaração. Ao trabalhador, restaria apenas confirmar os dados. Por Kellen Barreto, Alexandro Martello, g1 — Brasília

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (31) que tem pedido à Receita Federal que finalize os procedimentos para que os trabalhadores não mais precisem declarar Imposto e Renda, tendo apenas de validar as informações.

De acordo com ele, a ideia é que a declaração do IR, no futuro, contenha mais dados enviados por empresas e por bancos, por exemplo, formato conhecido como pré-preenchido. Seria uma evolução desse tipo de declaração.

O Fisco estima que a declaração pré-preenchida, disponível desde o início de prazo de apresentação neste ano, já deve concentrar 60% dos contribuintes neste ano.

"O que tenho pedido para a Receita é que a gente construa o sistema para logo, que a gente não precise mais declarar Imposto de Renda. Como a gente tem um país informatizado, as informações dos bancos, do plano de saúde, das empresas, isso tudo vai sendo colocado no sistema e pessoa precisa validar simplesmente", explicou Durigan.

Ele avaliou, ainda, que é preciso caminhar para um país com "menos burocracia, para uma economia de inovação". "O Brasil é liderança global nisso", completou.

🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.

🔎Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis prata ou ouro no "gov.br". Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app "Meu Imposto de Renda". Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.

A Receita Federal alerta que os contribuintes devem checar atentamente as informações da declaração pré-preenchida, pois elas são enviadas por de terceiros.

recuperação das informações de pagamento (DARFs);informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade);informações do eSocial – empregados domésticos;otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar).

Em anos anteriores, que continuam a valer em 2026, também foram disponibilizadas informações sobre:

contribuições de previdência privada;atualização do saldo de conta bancária e poupança;atualização do saldo de fundos de investimento;imóveis adquiridos no ano calendário;doações efetuadas no ano calendário;conta bancária/poupança ainda não declarada;fundo de investimento ainda não declarado;contas bancárias no exterior.

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Estatais federais têm rombo recorde de R$ 4,1 bilhões no pior 1º bimestre da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,225-0,43%Dólar TurismoR$ 5,435-0,36%Euro ComercialR$ 6,0160,05%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa182.516 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-0,43%Dólar TurismoR$ 5,435-0,36%Euro ComercialR$ 6,0160,05%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa182.516 pts0%%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-0,43%Dólar TurismoR$ 5,435-0,36%Euro ComercialR$ 6,0160,05%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa182.516 pts0%%Oferecido por

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (31) que as empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 4,16 bilhões nos dois primeiros meses de 2026.

🔎O termo "déficit" significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano.

Esse é o pior resultado para o primeiro bimestre de um ano da série histórica do BC, que tem início em 2002. Até então, o maior rombo para este período havia ocorrido em 2024 (R$ -1,36 bilhão).

O resultado negativo somente dos dois primeiros meses deste ano se aproxima do déficit registrado em todo ano passado, que foi de R$ 5,1 bilhões.

A série do Banco Central não considera a Petrobras, a Eletrobras e nem as empresas do setor financeiro (bancos públicos).O BC lembra que a Petrobras e a Eletrobras foram excluídos do cálculo das estatais federais em 2009, mas explica que a série histórica de anos anteriores foi revisada com base na nova metodologia — sendo válida, portanto, de 2002 em diante.Entram nesse cálculo empresas como Correios, a Emgepron, a Hemobrás, a Casa da Moeda, a Infraero, o Serpro, a Dataprev e a Emgea.O conceito do Banco Central considera apenas a variação da dívida, conceito amplamente utilizado em análises fiscais internacionais, enquanto o governo se utiliza do conceito conhecido por "acima da linha" (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida).

➡️O resultado ruim das estatais federais acontece em um momento de forte crise nos Correios, diante de deterioração do se resultado financeiro.

🔎 Os Correios possuem monopólio em serviços como o recebimento, transporte e entrega de cartões-postais e correspondência, além da fabricação de selos.

No acumulado até setembro de 2025, o prejuízo foi de R$ 6 bilhões – e pode ter chegado a R$ 9,1 bilhões no ano fechado (resultado ainda não foi divulgado).

Em dezembro, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a instituições financeiras bancárias (com garantia do Tesouro Nacional), para quitar dívidas e aliviar o caixa.

E o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou, no fim do ano passado, que os Correios precisarão de mais R$ 8 bilhões em 2026 para o enfrentamento da crise financeira da empresa — o que poderá ocorrer por meio de aportes do Tesouro Nacional ou através de um novo empréstimo.

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Toyota GR Yaris chega ao Brasil por R$ 354.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Carros Toyota GR Yaris chega ao Brasil por R$ 354.990 e já esgota vendas Hatch esportivo já vendeu primeiro lote de 99 unidades. Motor de 304 cavalos é o 1.6 turbo de três cilindros mais potente do mundo. Toyota deve trazer mais unidades ainda em 2026. Por Redação g1

O Toyota lançou nesta terça-feira (31) o novo GR Yaris no Brasil em duas versões: automática e manual. Durante a pré-venda, que termina hoje, a marca vendeu todas as 99 unidades do primeiro lote.

A previsão inicial da Toyota era de emplacar 198 GR Yaris no Brasil em 2026. O preço é R$ 354.990.

O motor é o três cilindros 1.6 turbo mais potente do mundo. O hatch produz 304 cv e 40,8 kgfm de torque.

Para aguentar toda essa força, os pistões são reforçados. A injeção direta teve pressão elevada para 260 bar. O radiador de óleo teve sistema de refrigeração aperfeiçoado e o Toyota pode pulverizar água no intercooler para controlar a temperatura do ar na admissão.

A tração é integral GR-Four, a mesma usada pelo GR Corolla. E pode ser ajustada para o modo Normal, Gravel (cascalho) e Track. A novidade é a opção de câmbio automático de oito marchas, além do manual de seis marchas que já era oferecido.

A estrutura é exclusiva da Gazoo Racing, divisão esportiva da Toyota. São aplicados 15% a mais de pontos de solda e 15% a mais de adesivos estruturais. A suspensão dianteira é McPherson; a traseira, independente, usa double wishbone.

A direção elétrica foi recalibrada por Kazuya Oshima, piloto japonês multicampeão em categorias de protótipos e Fórmula.

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Natura redesenha comando, retira fundadores do conselho e negocia entrada de investidor externo

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia Negócios Natura redesenha comando, retira fundadores do conselho e negocia entrada de investidor externo Empresa anuncia novo acordo de acionistas, reorganização do conselho de administração e compromisso para entrada da Advent International como investidora minoritária, com possível participação de até 10% no capital. Por Redação g1 — São Paulo

A Natura anunciou na segunda-feira (30) uma reestruturação em sua governança, dando início ao que a empresa descreve como um "novo ciclo estratégico". A mudança envolve alterações na composição do Conselho de Administração e a criação de um novo órgão consultivo.

Como parte dessa transição, os três fundadores da empresa — Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos — deixarão suas cadeiras no Conselho de Administração.

Eles passarão a integrar um novo Conselho Consultivo estatutário, que terá como função acompanhar a trajetória da companhia e zelar pela preservação de seus valores e de sua cultura empresarial.

Além dos fundadores, o atual presidente do conselho (chairman), Fabio Barbosa, também deixará o órgão para integrar o novo colegiado consultivo.

Segundo a empresa, esse conselho não terá funções executivas nem poder de decisão, atuando como um espaço voltado à preservação da identidade institucional da marca.

Em comunicado ao mercado, a Natura afirmou que o novo órgão atuará como “guardião da cultura, dos valores e do legado que definem a essência da companhia”, função que ficará sob responsabilidade dos fundadores e de Barbosa.

Enquanto isso, o Conselho de Administração passará por uma recomposição completa para um mandato de dois anos. Alessandro Carlucci, que já atuava como conselheiro independente, foi indicado para assumir a presidência do colegiado.

A proposta de nova composição inclui nomes que já participam da operação da companhia, como Duda Kertesz, João Paulo Ferreira — atual CEO — e o próprio Carlucci.

A lista também traz novos integrantes, entre eles Pedro Villares, Guilherme Passos e Luiz Guerra, além de Flávia Almeida e Gabriela Comazzetto.

Ao mesmo tempo, Bruno Rocha e Gilberto Mifano deixarão o conselho. Mifano, no entanto, continuará à frente do comitê de auditoria e finanças da empresa.

A reorganização ocorre após um período de simplificação corporativa e reorganização da estrutura de capital da companhia.

Segundo a Natura, a nova estrutura busca separar de forma mais clara dois papéis: a execução da estratégia de negócios, atribuída ao conselho de administração, e a preservação da cultura da empresa, que ficará a cargo do conselho consultivo.

Paralelamente às mudanças na governança, os principais acionistas da Natura firmaram um novo acordo com prazo inicial de dez anos, prorrogável por mais dez.

O acordo substitui o documento anterior, cujo prazo terminaria em 31 de março de 2026, e reúne os chamados “blocos” de acionistas que representam os fundadores e outros investidores históricos.

Entre eles estão o Bloco Seabra, representado por Antonio Luiz da Cunha Seabra; o Bloco Leal, representado por Guilherme Peirão Leal; e o Bloco Passos, representado por Pedro Luiz Barreiros Passos. Também participam o Bloco Pinotti, representado por Vinicius Pinotti, e o Bloco Mattos, representado por Maria Heli Dalla Colletta de Mattos.

Segundo a empresa, o novo acordo mantém inalteradas as participações acionárias desses grupos e reafirma o compromisso de longo prazo com a companhia.

As mudanças também estão ligadas à possível entrada de um novo investidor. A Natura firmou um compromisso vinculante com o fundo Lotus, gerido pela Advent International, para a compra de uma participação minoritária na empresa.

O acordo prevê que a Advent adquira entre 8% e 10% das ações da Natura no mercado secundário dentro de um prazo de até seis meses. A operação considera um preço alvo médio de R$ 9,75 por ação.

Caso o investidor atinja a participação mínima de 8%, terá o direito de indicar dois membros para o Conselho de Administração e participar de comitês de assessoramento.

Nesse cenário, o conselho poderá ser ampliado para até dez integrantes. O acordo também prevê uma estrutura que combine conselheiros indicados pelos acionistas controladores, representantes do investidor e membros independentes.

Para a empresa, a reorganização da governança e a entrada do novo parceiro fazem parte da estratégia de preparar a companhia para um novo ciclo de crescimento.

“A celebração do novo acordo reafirma o compromisso dos acionistas com o futuro da Natura e com a continuidade do projeto empresarial”, afirmou a companhia, por meio de comunicado ao mercado.

Estande da Natura é destaque em edição paulistana do Festival Negritudes. — Foto: Felipe Vianna / Agência Canarinho

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Bacalhau ou ‘tipo bacalhau’: o que saber para não errar na compra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 04:10

Agro Bacalhau ou 'tipo bacalhau': o que saber para não errar na compra Visual semelhante pode enganar, mas só duas espécies podem ser chamadas oficialmente de bacalhau no Brasil. Por Lara Castelo

Os peixes vendidos como "tipo bacalhau" são de outras espécies e têm aspectos menos apreciados e valorizados.

Em meio a tantas opções nas prateleiras, surge uma dúvida: o que está no carrinho é realmente bacalhau — ou apenas “tipo bacalhau”?

A diferença pode parecer sutil, mas reflete no sabor, na qualidade e no valor nutricional do alimento.

No Brasil, somente duas espécies de peixe são oficialmente reconhecidas como bacalhau: o Gadus morhua (encontrado no Oceano Atlântico) e o Gadus macrocephalus (do Oceano Pacífico).

Quem explica é a Lícia Lundstedt, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura.

Já os peixes vendidos como "tipo bacalhau" são de outras espécies, como Saithe, Ling e Zarbo.

"Por passarem por um processo de salga e secagem parecido ao do bacalhau, eles acabam desenvolvendo características parecidas, como formato, textura, cor e cheiro", explica a especialista.

Vale destacar que, segundo ela, a denominação "tipo bacalhau" é legítima e, inclusive, deve ser usada para identificar que não se trata do original.

"Até mesmo espécies nacionais, como o pirarucu (Arapaima gigas), quando submetidas a esse tratamento, podem ser vendidas como 'bacalhau brasileiro', exemplifica.

No Brasil, somente duas espécies de peixe são oficialmente reconhecidas como bacalhau: o Gadus morhua (encontrado no Oceano Atlântico) e o Gadus macrocephalus (do Oceano Pacífico) — Foto: Pixabay

Além de serem de peixes diferentes, o bacalhau verdadeiro e o "tipo bacalhau" têm características diferentes.

As características organolépticas (percebidas por meio dos sentidos, como sabor, cheio e textura) do bacalhau verdadeiro são mais apreciadas e valorizadas que a do "tipo bacalhau", segundo a especialista.

A principal dica é ler o rótulo com atenção. Nos bacalhaus verdadeiros deve estar presente o nome científico da espécie (Gadus morhua ou Gadus macrocephalus).

Mesmo nas peças não embaladas, vale a pena buscar se informar sobre o nome científico do produto, segundo a especialista.

Além disso, apesar da identificação visual ser difícil, já que os cortes e a conservação influenciam no aspecto, existem algumas pistas que ajudam na hora da escolha, segundo a especialista:

cor da carne: o bacalhau verdadeiro tem carne clara, quase branca, com coloração uniforme. Já o "tipo bacalhau" tende a ter tonalidade mais escura ou amarelada;lascas: no bacalhau legítimo, elas são grossas, firmes e se soltam com facilidade após o cozimento. No "tipo", costumam ser menores e irregulares;postas (corte mais grosso, na espinha): as do bacalhau autêntico são mais altas, largas e regulares, enquanto as do "tipo" costumam ser mais finas e estreitas;cheiro: o bacalhau verdadeiro tem aroma de peixe suave. O “tipo bacalhau” pode ter cheiro mais forte e marcante;preço: em geral, o tipo bacalhau é mais barato que o original.

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Aplicativo falso, deepfakes e ataques a data centers: como é a ‘guerra digital’ entre Irã, EUA e Israel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 02:45

Tecnologia Aplicativo falso, deepfakes e ataques a data centers: como é a 'guerra digital' entre Irã, EUA e Israel Conflito no Oriente Médio também envolve espionagem por aplicativos falsos e ataques virtuais em massa. Pesquisadores já rastrearam quase 5.800 ataques de grupos ligados ao Irã, sendo a maioria contra empresas dos EUA e de Israel. Por Associated Press

Ataques virtuais foram combinados com ações militares do Irã, incluindo mensagens falsas enviadas durante bombardeios para forçar o download de aplicativos espiões.

Grupos ligados ao Irã intensificaram ofensivas digitais de alto volume e baixo impacto, mirando empresas, infraestrutura e explorando falhas de segurança.

Setores críticos, como os de saúde e data centers, viraram alvos estratégicos com ataques voltados mais para causar caos e pressão do que obter lucro.

A inteligência artificial também amplia o alcance da guerra, com uso de deepfakes para manipular narrativas e de ferramentas para automatizar ataques.

Enquanto fugiam de um ataque de mísseis do Irã, alguns israelenses com celulares Android receberam uma mensagem com link para um suposto aplicativo de informações em tempo real sobre abrigos antiaéreos.

Mas, em vez de oferecer um aplicativo útil, o link baixava um arquivo malicioso que dava aos hackers acesso à câmera do celular, à localização e a todos os dados dos usuários.

A operação atribuída aos iranianos demonstrou uma coordenação sofisticada na frente cibernética do conflito que opõe os Estados Unidos e Israel ao Irã e seus representantes digitais.

À medida que buscam usar capacidades cibernéticas para compensar suas desvantagens militares, o Irã e seus apoiadores demonstram como desinformação, inteligência artificial e invasões digitais agora estão incorporadas à guerra moderna.

As mensagens falsas recebidas recentemente pareciam ter sido cronometradas para coincidir com os ataques de mísseis, representando uma combinação inédita de ataques digitais e físicos, destacou Gil Messing, chefe de gabinete da empresa israelense de cibersegurança Check Point Research.

"Isso foi enviado às pessoas enquanto elas corriam para os abrigos para se proteger", disse Messing. "O fato de estar sincronizado e no mesmo minuto é uma novidade".

Especialistas afirmaram que a disputa digital provavelmente continuará mesmo com um cessar-fogo porque é mais fácil e barata que o conflito convencional e não é projetada para matar ou conquistar, mas para espionar, roubar e intimidar.

Embora em grande número, a maioria dos ataques cibernéticos ligados à guerra tem causado danos relativamente limitados a redes econômicas ou militares. Mas eles colocaram muitas empresas na defensiva, forçando-as a corrigir rapidamente antigas vulnerabilidades.

Quase 5.800 ataques cibernéticos de cerca de 50 grupos ligados ao Irã foram rastreados até agora, de acordo com investigadores da empresa de segurança DigiCert, com sede em Utah. A maior parte tem como alvo empresas dos EUA e de Israel, mas alguns visaram redes no Bahrein, no Kuwait, no Catar e em outros países da região.

Muitos ataques virtuais são bloqueados por medidas mais recentes de cibersegurança, mas podem causar danos sérios a organizações com sistemas desatualizados e impor demanda por recursos mesmo quando não têm sucesso.

Eles também têm um impacto psicológico sobre empresas que podem fazer negócios com o setor militar. "Há muito mais ataques acontecendo que não estão sendo relatados", disse Michael Smith, diretor de tecnologia de campo da DigiCert.

Um grupo de hackers pró-Irã disse na sexta-feira (27) ter invadido uma conta do diretor do FBI, Kash Patel, e publicou o que pareciam ser fotografias antigas, um currículo e outros documentos pessoais do chefe da agência. Muitos desses registros pareciam ter mais de uma década.

É semelhante a muitos dos ataques cibernéticos ligados a hackers pró-Irã: chamativos e projetados para aumentar o moral entre apoiadores, enquanto minam a confiança do oponente, mas sem grande impacto no esforço de guerra.

Esses ataques de alto volume e baixo impacto são "uma forma de dizer às pessoas em outros países que ainda é possível alcançá-las, mesmo que estejam em outro continente. Isso os torna mais uma tática de intimidação", disse Smith, da Digicert.

É provável que o Irã ataque os elos mais fracos da cibersegurança americana: cadeias de suprimentos que sustentam a economia e o esforço de guerra, bem como infraestrutura crítica, como portos, estações ferroviárias, sistemas de água e hospitais.

O Irã também está mirando data centers com armas cibernéticas e convencionais, mostrando o quão importantes esses locais são para a economia, as comunicações e a segurança das informações militares.

Vista aérea de um data center da AWS que integra a região US-EAST-1, no norte da Virgínia, nos EUA — Foto: Reuters/Jonathan Ernst

Neste mês, hackers do grupo Handala, que apoia o Irã, afirmaram ter invadido a empresa americana de tecnologia médica Stryker e alegaram que o ataque foi uma retaliação a supostos bombardeios dos EUA que mataram crianças iranianas em idade escolar.

Em outro ataque, hackers bloquearam o acesso de uma empresa de saúde à sua própria rede por meio de uma ferramenta que autoridades dos EUA associam ao Irã, afirmaram recentemente pesquisadores da empresa americana de cibersegurança Halcyon.

Neste caso, os hackers nunca exigiram resgate, sugerindo que estavam motivados por destruição e caos, e não por lucro, revelaram os pesquisadores.

Junto com o ataque à Stryker, "isso sugere um foco deliberado no setor médico, em vez de alvos de oportunidade", disse Cynthia Kaiser, vice-presidente sênior da Halcyon. "À medida que esse conflito continua, devemos esperar que esse direcionamento se intensifique".

A inteligência artificial pode ser usada para aumentar a velocidade de ataques cibernéticos e permitir que hackers automatizem grande parte do processo. Mas é na desinformação que a IA realmente demonstrou seu impacto corrosivo sobre a confiança pública.

Apoiadores de ambos os lados têm disseminado imagens falsas de atrocidades ou de vitórias decisivas que nunca aconteceram. Um deepfake de navios de guerra dos Estados Unidos afundados acumulou mais de 100 milhões de visualizações.

É #FAKE que imagens mostrem militares de elite americanos capturados pelo IrãO que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade

As autoridades no Irã limitaram o acesso à internet e estão trabalhando para moldar a visão que os iranianos têm da guerra com propaganda e desinformação.

A mídia estatal iraniana, por exemplo, passou a rotular imagens reais da guerra como falsas, às vezes substituindo-as por imagens manipuladas próprias, segundo pesquisa da NewsGuard, empresa americana que monitora desinformação.

O aumento das preocupações com riscos representados por IA e invasões levou o Departamento de Estado americano a criar em 2025 o Escritório de Ameaças Emergentes, focado em novas tecnologias e em como elas poderiam ser usadas contra os EUA.

Ele se junta a esforços semelhantes já em andamento em órgãos como a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) e a Agência de Segurança Nacional (NSA).

A IA também desempenha um papel na defesa contra ataques cibernéticos ao automatizar e acelerar o trabalho, afirmou recentemente ao Congresso americano a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard.

A tecnologia, disse ela, "moldará cada vez mais as operações cibernéticas, com operadores e defensores usando essas ferramentas para melhorar sua velocidade e eficácia".

Apesar de Rússia e China serem vistas como ameaças cibernéticas maiores, o Irã ainda assim lançou várias operações contra americanos.

Nos últimos anos, grupos que trabalham para Teerã infiltraram o sistema de e-mail da campanha do presidente Donald Trump, atacaram sistemas de água nos Estados Unidos e tentaram invadir redes usadas pelos militares e por contratados de defesa. Eles também se passaram por manifestantes americanos online como forma de incentivar protestos contra Israel de maneira encoberta.

Autoridades no Irã limitaram o acesso à internet, e os EUA aumentaram as preocupações com riscos representados por IAAutoridades no Irã limitaram o acesso à internet, e os EUA aumentaram as preocupações com riscos representados por IA — Foto: Reuters/Dado Ruvic

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Em 2026, ANTT aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por não pagamento do preço mínimo da tabela de frete

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 02:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1.

Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas.

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

🚛 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

💰 Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1. (veja o valor anual de multas aplicadas)

📝 Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas. (veja a série histórica desde 2018)

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

⛽ A legislação estabelece que a tabela do piso mínimo do frete no transporte rodoviário deve ser atualizada a cada seis meses ou sempre que houver variação superior a 5% no preço do diesel S10, seja para mais ou para menos. Esse mecanismo é conhecido como “gatilho”.

Criada em 2018, a política de preços mínimos do frete surgiu como uma das principais reivindicações dos caminhoneiros durante a greve nacional daquele ano.

A paralisação, que durou 11 dias, provocou desabastecimento, afetou exportações e impactou diversos setores da economia. Os grevistas foram as ruas diante do aumento expressivo do diesel, dentre outros fatores.

Entre os efeitos registrados na época, a redução de linhas de ônibus em várias regiões do país, a suspensão de postagens pelos Correios e a paralisação da produção em pelo menos 129 frigoríficos e abatedouros, além da escassez de hortifrutigranjeiros.

Em 2018, o setor de serviços no Brasil recuou 3,8% em maio na comparação com abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

📈 O índice foi fortemente influenciado pelos 11 dias de greve dos caminhoneiros no final de maio.

A greve foi encerrada após um acordo entre o governo federal e a categoria, que incluiu a criação da tabela com valores mínimos para o frete.

Os preços mínimos, que estabelecem o custo base para o transporte de cargas no país, são definidos pela própria ANTT.

Diante da alta nos preços dos combustíveis, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal buscou evitar uma nova paralisação de caminhoneiros neste ano e anunciou um pacote de medidas para reduzir os riscos e o impacto no mercado nacional.

📝 As ações endurecem as punições para quem descumprir o piso mínimo do frete. As multas, por exemplo, podem chegar a R$ 10 milhões.

Para reforçar a aplicação das regras, o governo elaborou um instrumento jurídico que amplia a capacidade de fiscalização e de cumprimento da legislação (enforcement) no ambiente regulatório.

A principal mudança prevê o impedimento de contratação de fretes por empresas irregulares. Em casos de reincidência ou de elevado número de infrações, tanto o embarcador, responsável pela carga, quanto o transportador poderão ser proibidos de operar.

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;fiscalização permanente, com monitoramento integral (100% das operações), sobre transportadoras reincidentes.

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Ovo de Páscoa: como a tradição começou com galinhas e virou chocolate?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 01:54

Agro Ovo de Páscoa: como a tradição começou com galinhas e virou chocolate? Apesar do doce ser um dos símbolos mais populares — e queridos — na data, a sua história ainda gera muitas dúvidas e curiosidade. Por Lara Castelo

Com o surgimento do cristianismo, a crença de que os ovos simbolizam a renovação foi incorporada às tradições cristãs.

A versão doce surgiu entre os séculos 17 e 18, na França, com confeiteiros que criaram moldes de ovos recheados com uma mistura de ovos, açúcar e chocolate.

Antes dos ovos de chocolate tomarem conta das prateleiras na Páscoa, o costume era bem mais simples: presentear com ovos de galinha.

Embora hoje a troca de ovos esteja ligada à celebração cristã da ressurreição de Jesus, essa tradição é bem mais antiga e cheia de simbolismos que atravessam culturas e séculos.

"É a partir dele que nascem muitos animais", explica Karla Nery, instrutora de confeitaria no Centro de Aperfeiçoamento em Gastronomia do Senac. "O coelho, outro ícone da Páscoa, também está ligado à ideia de fertilidade, por se reproduzir com facilidade".

A importância do ovo na história da humanidade é tanta que, no Império Romano, chegaram a acreditar que o universo era oval, imitando o seu formato. Já na Idade Média, existia a ideia de que o mundo teria surgido de dentro de uma casca de ovo.

Mas, essa simbologia é ainda mais antiga. Séculos antes do cristianismo, povos antigos já presenteavam com ovos em momentos de comemoração, como o início da primavera — época que marca o fim do inverno no Hemisfério Norte, segundo Katia.

"Depois da troca, eles cozinhavam e comiam os ovos" , conta a especialista. "Por isso, eram utilizados ovos comestíveis, como os de galinha, pato ou ganso".

Com a intenção de deixar o presente mais bonito, alguns ovos passaram a ser pintados e decorados, o que também se tornou uma tradição. Para isso, eram usados pigmentos naturais extraídos de alimentos, como beterraba e açafrão, explica Katia.

Com o surgimento e a expansão do cristianismo, a crença de que os ovos simbolizam a renovação foi incorporada às tradições cristãs. Assim, na Páscoa, data em da celebração da Ressurreição de Cristo, o ovo começou a ser dado de presente.

"Como Jesus que ressuscitou, o ovo simbolizava uma nova vida emergindo da casca do ovo", descreve a enciclopédia Britannica.

Na Europa medieval, a tradição ganhou status nobre. Registros indicam que, no século 12, o rei francês Luís VII recebeu ovos ao voltar da Segunda Cruzada — mesmo derrotado. A prática se espalhou entre a elite, que passou a trocar ovos feitos de porcelana, vidro e até ouro.

Séculos depois, essa tradição inspiraria os famosos Ovos Fabergé, criados pelo joalheiro russo Peter Carl Fabergé. Um deles, presente do czar Alexandre 3º à imperatriz Marie Feodorovna, foi avaliado em US$ 20 milhões em 2014 — e trazia um relógio cravejado de safiras e diamantes, segundo a BBC.

A versão doce surgiu entre os séculos 17 e 18, na França, com confeiteiros que criaram moldes de ovos recheados com uma mistura de ovos, açúcar e, claro, chocolate.

Com o tempo, os ovos passaram a ser feitos inteiramente de chocolate — inicialmente mais amargo e denso do que os que conhecemos hoje.

O sabor só foi suavizado com a evolução da confeitaria e a adição de ingredientes como leite, manteiga de cacau e açúcar, segundo a especialista.

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Feriados de abril de 2026: veja datas e quando dá para emendar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 01:00

Trabalho e Carreira Feriados de abril de 2026: veja datas e quando dá para emendar Mês tem dois feriadões que podem render dias seguidos de descanso. Veja o calendário completo. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O mês de abril terá dois feriados e pode render folgas com chance de “emenda” para os trabalhadores.

O período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa).

O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. A segunda-feira (20) é considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais.

A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais. Quem trabalhar nesses dias tem direito ao pagamento em dobro ou à folga compensatória.

Abril nem começou, mas já é aguardado por muitos trabalhadores. O mês terá dois feriados nacionais e pode render folgas com chance de emenda.

O primeiro período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa). Quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo.

A Páscoa, celebrada no domingo (5), não garante folga extra por não ser feriado nacional, sendo considerada uma data comemorativa religiosa. No entanto, pode haver previsão diferente em acordo ou convenção coletiva.

O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça.

3 de abril (sexta-feira): Paixão de Cristo5 de abril (domingo): Páscoa20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)21 de abril (terça-feira): Tiradentes

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos são beneficiados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana.

Outra possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou a uma folga compensatória.

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