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Maior fornecedor de fertilizantes do Brasil, Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 14:03

Agro Maior fornecedor de fertilizantes do Brasil, Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês Medida tem como objetivo garantir estoque para o plantio de primavera. Decisão por trazer prejuízos, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz. Por Redação g1

A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira (24) que vai interromper as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril.

O país é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil. Em 2025, a Rússia foi responsável por 25,9% dos adubos químicos comprado pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Comércio Exterior.

A Rússia não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais.

A Rússia tem limites de exportação em vigor desde 2021, enquanto os produtores foram solicitados pelo governo a priorizar o fornecimento ao mercado interno.

A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira (24) que vai interromper as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril, para garantir estoque suficiente durante a temporada de plantio da primavera, segundo a Reuters.

O país é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil. Em 2025, a Rússia foi responsável por 25,9% dos adubos químicos comprado pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Comércio Exterior.

A Rússia não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam 24% do comércio global de amônia, um ingrediente do nitrato de amônio.

O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais. A Rússia produz um quarto do nitrato de amônio do mundo.

"No contexto da crescente demanda de exportação de fertilizantes nitrogenados, a suspensão de seu fornecimento ao exterior permitirá que as necessidades do mercado interno sejam priorizadas durante a temporada de trabalho de campo da primavera", disse o ministério.

O nitrato de amônio é amplamente utilizado na agricultura no início da temporada de plantio. A Rússia tem limites de exportação em vigor desde 2021, enquanto os produtores foram solicitados pelo governo a priorizar o fornecimento ao mercado interno em vez das exportações.

A Rússia exporta nitrato de amônio para o Brasil, Índia, Peru, Mongólia, Marrocos e Moçambique. Também exportou uma pequena quantidade de nitrato de amônio para os EUA em 2024.

Em fevereiro, drones ucranianos atingiram a fábrica de Dorogobuzh, no oeste da Rússia, o principal ativo de produção da Acron, que produz cerca de 11% do nitrato de amônio da Rússia. Não se espera que a fábrica esteja totalmente operacional antes de maio.

No mercado de fertilizantes, existem três insumos que são os mais relevantes, que formam o NPK, aponta Cicero Lima, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV AGRO). São eles:

o nitrogênio (N), que o Brasil importa 95%;o fosfato (P), o qual 75% é comprado no exterior;e o potássio (K), com 91% vindo de fora do país.

➡️Faltam matérias-primas: no país, não há muitas reservas de componentes que são fundamentais para a produção dos fertilizantes, principalmente nitrogênio e potássio.

O potássio, por exemplo, está concentrado em países como Canadá, Rússia e Bielorrússia, que dominam o mercado mundial.

Já a indústria nacional de nitrogenados é pequena, porque a produção exige gás natural barato. Assim, perde competitividade frente a países como EUA, Rússia e Catar.

➡️Demanda grande: a produção nacional não consegue atender tudo o que a agricultura brasileira consome de fertilizante.

Apesar de ser grande produtor de alimentos, o Brasil tem solo pobre em nutrientes. Por isso, precisa de adubação frequente para manter a produtividade. Saiba mais abaixo.

Essa procura por fertilizante vem, principalmente, de produtos como a soja, milho, café e cana-de-açúcar.

➡️ Altos custos: importar sai mais barato, porque a logística no Brasil é cara e a infraestrutura é limitada, aponta Cogo.

O Brasil tem um Plano Nacional de Fertilizantes, criado em 2022. A meta é produzir entre 45% e 50% do insumo que o país consome até 2050.

Para isso, o governo pretende gastar mais de R$ 25 bilhões até 2030, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária.

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Arrecadação federal soma R$ 222 bilhões em fevereiro, com alta de 5,7% e bate recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4660,39%Euro ComercialR$ 6,1020,27%Euro TurismoR$ 6,3520,16%B3Ibovespa181.832 pts-0,05%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 222,1 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (24) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 5,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 210,2 bilhões (valor corrigido pela inflação).

O valor também foi o maior já registrada para meses de fevereiro desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.

▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF (tributo que teve aumento no ano passado).

▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior);mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);reoneração gradual da folha de pagamentos;fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);início da taxação das bets;aumento do IOF sobre crédito e câmbio;alta na tributação dos juros sobre capital próprio.

Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 547,9 bilhões — sem a correção pela inflação.

Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 550,2 bilhões no primeiro bimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,41% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 526,9 bilhões.

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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Arrecadação do imposto de importação tem queda no 1º mês de aumento do tributo, diz Receita Federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,2630,43%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0990,22%Euro TurismoR$ 6,3560,19%B3Ibovespa181.874 pts-0,03%Oferecido por

O governo registrou uma queda real de 3,2% na arrecadação do imposto de importação no primeiro mês de aumento do tributo, informou a Secretaria da Receita Federal nesta terça-feira (24).

Segundo dados oficiais, a arrecadação com o imposto de importação somou R$ 7,17 bilhões em fevereiro deste ano quando parte do aumento do tributo entrou em vigor, contra R$ 7,4 bilhões no mesmo mês do ano passado. Os valores foram corrigidos pela inflação.

Controverso, o aumento do imposto para cerca de mil produtos importados teve por justificativa proteger a indústria nacional. A medida ganhou forte repercussão negativa nas redes sociais.

🔎De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação está relacionada o recuo de 1,24% no valor em dólar (volume) das importações e, também, de 9,8% na taxa média de câmbio.

🔎Ou seja, com queda na quantidade de produtos importados e, também, no seu valor em reais (por conta do dólar mais baixo), a arrecadação também recuou — mesmo com o aumento do imposto.

O órgão lembrou que o somente parte do aumento do imposto de importação entrou em vigor em fevereiro, sendo o que o restante teve início no começo de março.

O Ministério da Fazenda informou, quando a medida foi anunciada, que esperava arrecadar R$ 14 bilhões a mais neste ano com a alta do tributo sobre as importações.

Questionado por jornalistas, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, minimizou a queda na arrecadação. "Temos um ano pela frente", declarou ele.

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Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 12:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2560,28%Dólar TurismoR$ 5,4730,53%Euro ComercialR$ 6,0930,11%Euro TurismoR$ 6,3590,24%B3Ibovespa181.956 pts0,01%Oferecido por

Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo — Foto: Getty Images via BBC

Operadores de mercado negociaram milhões de dólares em contratos relacionados a petróleo poucos minutos antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar na segunda-feira que os EUA iriam adiar possíveis ataques à infraestrutura de energia do Irã.

Dados de mercado analisados pela BBC revelaram um grande volume de negociações cerca de 15 minutos antes da postagem de Trump na rede Truth Social com a qual ele fez o anúncio.

Assim que Trump publicou a mensagem, o preço do petróleo desabou 14% em questão de minutos. Apostas na mudança brusca do preço naquele momento permitiram aos investidores ganhar milhões de dólares.

Alguns analistas de mercado dizem que a atividade pouco comum no mercado abre a possibilidade de que alguns fizeram apostas com conhecimento de que a medida seria anunciada.

A BBC entrou em contato com a Casa Branca pedindo um comentário. Um porta-voz disse ao jornal britânico Financial Times que "não tolera qualquer autoridade do governo lucrando de forma ilegal com informação privilegiada".

Mercados financeiros internacionais vêm sofrendo fortes oscilações com o conflito no Oriente Médio, com preços disparando à medida que os custos de produção e transporte subiram. Mas houve vários episódios em que a possibilidade de um fim da guerra provocou queda nos preços de petróleo, e disparada em bolsas de valores.

No sábado (21/3), Trump ameaçou "aniquilar" as usinas de energia do Irã se o país não abrisse em 48 horas o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo e gás do mundo. Os mercados asiáticos tiveram forte queda na segunda-feira na abertura, repercutindo a notícia. O preço do petróleo começou a subir.

No entanto, na segunda-feira, às 8h04 (horário de Brasília), antes da abertura dos mercados americanos, Trump publicou na Truth Social que Washington havia tido "conversas muito boas e produtivas" com Teerã sobre uma "resolução completa e total" das hostilidades.

Imediatamente, as bolsas começaram a subir e o preço do petróleo passou a cair, atingindo US$ 84 por barril.

Alguns analistas têm se debruçado sobre o que aconteceu nos mercados nos minutos anteriores à postagem do presidente.

Às 7h49, quinze minutos antes da publicação de Trump, investidores fizeram 733 apostas em contratos de petróleo WTI na bolsa New York Mercantile Exchange (Nymex). Um minuto depois, esse número saltou para 2.007, em valores equivalentes a US$ 170 milhões.

O mesmo padrão foi visto em investidores comprando contratos de Brent, que é o preço de referência do mercado. Em minutos, o número de contratos saltou de 20 para 1,6 mil, o equivalente a US$ 150 milhões.

Dados de outras segundas-feiras mostram que é pouco comum haver tantos contratos negociados nesse horário.

"Isso parece incomum, com certeza", disse Mukesh Sahdev, principal analista de petróleo da XAnalysts.

"Naquele momento, não havia sinais de que nenhuma conversa séria estaria acontecendo entre EUA e Irã. Então apostar tanto dinheiro que o petróleo cairia é algo que desperta perguntas."

Alguns passaram a questionar se alguns investidores tinham conhecimento antecipado sobre o anúncio de Trump.

"Um pouco antes da postagem na mídia social, muitas pessoas compraram contratos que os permitiriam lucrar com a queda do preço do petróleo", disse Rachel Winter, parceira da empresa de gestão de patrimônio Killik & Co. "Então está havendo alguma especulação sobre informação privilegiada. Não sabemos se isso é verdade, mas esperamos que haja alguma investigação sobre isso."

No final do dia na segunda-feira, o governo do Irã negou qualquer negociação, dizendo se tratar de "fake news" (notícias falsas), o que fez os mercados asiáticos subirem novamente nesta terça-feira.

Em uma postagem no X, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, disse se tratar de "fake news usada para manipular mercados financeiros e de petróleo e escapar do atoleiro no qual os EUA e Israel estão presos".

A BBC entrou em contato com o regulador financeiro dos EUA — a Commodity Futures Trading Comission — e também com a Financial Conduct Authority, do Reino Unido e aguarda resposta.

Em janeiro, houve um salto de apostas no Polymarket, uma plataforma do mercado de previsões, em que várias pessoas apostaram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, seria derrubado antes do fim do mês. Ele acabou preso por Forças americanas nas horas seguintes. Um apostador ganhou US$ 436 mil com uma aposta de US$ 32 mil.

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Petróleo sobe com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 10:21

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,2710,58%Dólar TurismoR$ 5,4790,64%Euro ComercialR$ 6,1020,26%Euro TurismoR$ 6,3610,27%B3Ibovespa181.906 pts-0,01%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), em meio a incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.

Após fechar em queda de 11,12% na véspera, a US$ 99,72, o barril do Brent avançava 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o WTI, referência nos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49, refletindo a volatilidade diante do impasse geopolítico e do risco de interrupções no fornecimento de energia.

A alta ocorre após perder força o alívio inicial provocado pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar um ataque à rede elétrica do Irã. O anúncio havia derrubado os preços no dia anterior, mas não reduziu as incertezas sobre o rumo do conflito.

Apesar de Trump ter ampliado o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo —, o país negou estar em negociação com os EUA. Autoridades israelenses também afirmaram que um acordo é improvável no momento.

Com o estreito ainda afetado e o conflito em andamento, o mercado voltou a considerar riscos de restrição na oferta global de energia.

“A situação continua extremamente frágil”, afirmou Tony Sycamore, analista da IG. Segundo ele, a falta de alinhamento entre os envolvidos mantém a pressão sobre os preços.

Além do petróleo, os mercados globais operaram com volatilidade nesta terça-feira, com queda nas bolsas e recuperação do dólar, em meio à cautela dos investidores diante da escalada do conflito.

Para analistas, os danos à infraestrutura energética podem manter os preços elevados por mais tempo, mesmo em caso de trégua. “Mesmo que o conflito termine em breve, os preços de energia podem permanecer altos”, disse Thomas Mathews, da Capital Economics.

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EUA dizem que situação de negociação com Irã é ‘fluida’ e preço do petróleo volta a subir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 09:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira (24), após surgirem incertezas sobre as perspectivas de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.

O presidente americano, Donald Trump, disse na segunda-feira que o Irã quer "muito fazer um acordo" e que se reuniria "provavelmente por telefone" com representantes iranianos.

Mas uma conta do X atribuída ao presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, publicou que nenhuma negociação ocorreu com os EUA, chamando tudo de "fake news" (notícias falsas) para "manipular" os mercados de petróleo.

Um funcionário de alto escalão do Ministério das Relações Exteriores iraniano disse à rede americana CBS News que o país recebeu "pontos [para um acordo] dos EUA por meio de mediadores e eles estão sendo analisados".

Na manhã desta terça-feira (24) na Ásia, o preço do petróleo Brent voltou a ficar acima de US$ 100 por barril, após ter despencado mais de 10% na segunda-feira.

EUA e Israel voltam a bombardear alvos militares do Irã, apesar de Trump falar sobre negociações pelo fim da guerra

O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira (24), após surgirem incertezas sobre as perspectivas de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.

O presidente americano, Donald Trump, disse na segunda-feira que o Irã quer "muito fazer um acordo" e que se reuniria "provavelmente por telefone" com representantes iranianos.

Alguns veículos de imprensa publicaram que o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff, e Jared Kushner — conhecido como "conselheiro de Trump" — estariam negociando com o presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf.

Mas uma conta do X atribuída a Mohammad-Bagher Ghalibaf publicou que nenhuma negociação ocorreu com os EUA, chamando tudo de "fake news" (notícias falsas) para "manipular" os mercados de petróleo.

Um funcionário de alto escalão do Ministério das Relações Exteriores iraniano disse à rede americana CBS News que o país recebeu "pontos [para um acordo] dos EUA por meio de mediadores e eles estão sendo analisados". A CBS noticiou que isso seria um passo anterior a negociações — e que não há nenhuma negociação confirmada em andamento.

Na manhã desta terça-feira (24) na Ásia, o preço do petróleo Brent voltou a ficar acima de US$ 100 por barril, após ter despencado mais de 10% na segunda-feira — depois que Trump havia anunciado que estava adiando sua ameaça de atacar usinas de energia do Irã após "conversas boas" com Teerã, sugerindo que poderia haver em breve um fim para o conflito.

O petróleo subiu 3,75%, atingindo US$ 103,69 nesta terça-feira, refletindo a desconfiança de investidores de que existem mesmo negociações em andamento entre EUA e Irã.

Contatada pela BBC, a Casa Branca disse que a situação é "fluida", e não deu mais detalhes sobre as supostas negociações.

"Estas são discussões diplomáticas delicadas e os EUA não negociam através da imprensa", disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em um comunicado à BBC.

"Esta é uma situação fluida, e especulações sobre encontros não devem ser dadas como definitivas até que sejam formalmente anunciadas pela Casa Branca."

"Nós também gostaríamos de fazer um acordo", disse, a repórteres, antes de embarcar em seu avião presidencial, o Air Force One, em Palm Beach, na Flórida. "Temos uma chance muito séria de um acordo", disse Trump, acrescentando que "isso não garante nada; não estou garantindo nada".

O presidente dos EUA também afirmou que os dois países estão discutindo 15 pontos para encerrar a guerra, com o Irã renunciando às armas nucleares como os pontos "número um, dois e três".

Trump sugeriu que o Irã poderia concordar em abandonar os planos para um programa de armas nucleares em troca da paz.

"Amanhã de manhã, em algum horário deles, esperávamos explodir suas maiores usinas de geração de energia elétrica, que custaram mais de US$ 10 bilhões (R$ 52 bilhões) para construir", afirmou Trump na segunda. "Era uma usina muito boa, não havia falta de dinheiro. Um tiro e ela se vai. Desaba. Por que eles iriam querer isso?".

Na noite de sábado (21/3), o presidente americano havia dito que, se o Estreito de Ormuz não fosse aberto "sem ameaças" em 48 horas, os EUA "aniquilariam" as usinas de energia iranianas. O Irã havia prometido reagir a qualquer eventual ataque americano com escalada de violência.

Segundo Trump, após a ameaça, autoridades do Irã teriam ligado para ele querendo fazer um acordo. Por isso, ele recuou, suspendendo por cinco dias qualquer ataque a usinas iranianas.

Na madrugada de segunda para terça, o Irã lançou diversas ondas de mísseis contra Israel, provocando danos em prédios em Tel Aviv e na região central do país.

No Líbano, a imprensa estatal noticiou ataques de Israel a Beirute. Pela manhã, as forças israelenses emitiram um alerta para que residentes evacuassem a área, em preparação para um novo ataque conta alvos ligados ao grupo xiita militante Hezbollah.

Israel também disse que suas forças realizaram uma "grande onde de ataques aéreos" contra "infraestrutura do regime" em Teerã.

O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, disse na noite de segunda-feira — após conversa por telefone com Trump — que Israel continuará atacando o Irã e o Líbano.

"Nós estamos destruindo o programa de mísseis e o programa nuclear. Vamos garantir nossos interesses vitais em qualquer cenário", publicou Netanyahu no X.

O Comando Central dos EUA disse que vai continuar "atacando agressivamente alvos militares iranianos com munições de precisão".

Tel Aviv segue sendo atacada nesta terça-feira; Israel está atacando alvos no Irã e Líbano — Foto: EPA via BBC

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Ponto eletrônico, ‘boneco’ e outros métodos: como quadrilhas fraudam concursos e faturam milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 03:52

Trabalho e Carreira Concursos Ponto eletrônico, 'boneco' e outros métodos: como quadrilhas fraudam concursos e faturam milhões Investigações mostram como grupos criminosos burlam protocolos de segurança de concursos de grande porte, envolvendo desde dispositivos eletrônicos a operações financeiras complexas. Por Redação g1 — São Paulo

Uma investigação da Polícia Federal expôs novamente a complexidade e o alcance das organizações criminosas envolvidas em fraudes de concursos públicos.

O esquema que, segundo a PF, incluía o chefe de polícia de Alagoas como um dos mentores. Os crimes atingiram processos de grande porte, como o Concurso Nacional Unificado (CNU).

Entre os métodos mais comuns identificados pelas autoridades estão: vazamento de provas, uso de pontos eletrônicos, fotografias de cadernos de questões e até a atuação de pessoas contratadas para fazer provas no lugar dos candidatos inscritos.

Os valores envolvidos são milionários. A Polícia Federal afirma que os valores cobrados variavam conforme o cargo. Para funções mais altas, como é caso de auditor fiscal, o preço podia chegar a R$ 500 mil por aprovação.

Polícia Federal aponta Chefe da Polícia Civil de Alagoas como partipante de esquema de fraudes em concursos públicos

Uma investigação da Polícia Federal, ao qual o Fantástico teve acesso neste domingo (22), expôs novamente a complexidade e o alcance das organizações criminosas envolvidas em fraudes de concursos públicos.

O esquema que, segundo a PF, incluía o chefe de polícia de Alagoas como um dos mentores. Os crimes atingiram processos de grande porte, como o Concurso Nacional Unificado (CNU), além de concursos das Polícias Civis, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.

🔍 Mas como essas quadrilhas conseguem burlar protocolos de segurança cada vez mais rigorosos e movimentar cifras milionárias em troca de vagas no serviço público?

A resposta pode estar na combinação de técnicas sofisticadas, na exploração de brechas e nas falhas de fiscalização que nem sempre são perceptíveis.

Ponto eletrônico implantado cirurgicamente: na operação mais recente, a PF confirmou o uso de dispositivos eletrônicos inseridos no corpo dos candidatos, que só podiam ser removidos por procedimento médico. O equipamento permitia a recepção de informações externas durante a prova, oferecendo controle quase total sobre o desempenho do candidato.Falsificação de documentos e de identidade: nesse método, os candidatos são substituídos por terceiros que realizam as provas em seu lugar ou apresentam documentos falsos para efetivar a contratação. O esquema exige coordenação minuciosa e, frequentemente, o envolvimento de profissionais de diversas áreas.Acesso antecipado ao conteúdo das provas: integrantes das quadrilhas conseguem ilegalmente o conteúdo das provas antes da aplicação, o que permite a preparação estratégica dos candidatos ou a manipulação direta das respostas.Usar um “boneco”: alguém que é pago para fazer a prova no lugar do candidato, como professores ou concurseiros experientes que já conhecem as provas. Nesses casos, os integrantes da quadrilha chegavam a subornar vigilantes, desligar câmeras e até utilizar documentos falsos.

Esses métodos demonstram que as quadrilhas não atuam de forma amadora. Elas operam como organizações estruturadas, com divisão de tarefas, hierarquia definida, ramificações em diversos estados e serviços complementares — desde quem aplica as provas até operadores financeiros que administram os lucros obtidos ilegalmente.

Os valores envolvidos são milionários. A Polícia Federal afirma que os valores cobrados variavam conforme o cargo. Para funções mais altas, como é caso de auditor fiscal, o preço podia chegar a R$ 500 mil por aprovação.

Ainda segundo a PF, alguns beneficiados não tinham condições de pagar à vista e faziam acordos, incluindo parcelamentos e entrega de bens como carros e viagens.

Um dos personagens centrais do esquema é Waldir Luiz de Araújo Gomes, conhecido como “Mister M”. Ele trabalhava na Cesgranrio, organizadora do CNU e, depois, entrou no Tribunal Regional da Paraíba.

Segundo a PF, ele teve acesso antecipado às provas e explicava como violar os envelopes sem deixar vestígios. "O lacre é fácil demais, tanto romper e botar de novo", disse em um dos áudios vazados.

Além da abertura indevida dos pacotes de provas, a PF identificou o uso de pontos eletrônicos, fotografias de cadernos de questões e até a atuação de pessoas contratadas para fazer provas no lugar dos candidatos inscritos.

Tudo começou com uma denúncia anônima que levou os investigadores até o ex-policial militar Wanderlan Limeira de Sousa, na cidade de Patos, na Paraíba. Ele e dois parentes foram aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024 para o cargo de auditor fiscal do trabalho, com salário superior a 22 mil reais.

No celular da sobrinha dele, Larissa Neves, a polícia encontrou áudios que ajudam a explicar o esquema. Em uma conversa, o irmão de Wanderlan detalha a necessidade de subornar vigilantes, desligar câmeras e até usar um “boneco” — alguém pago para fazer a prova no lugar do candidato.

Horas antes da prova para auditor fiscal, Larissa enviou mensagens para o pai cobrando as respostas. A investigação aponta que, antes mesmo do início do exame, ela já tinha recebido o tema da redação e o gabarito.

Na última semana, a Polícia Federal cumpriu mandados de prisão em Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Dois professores suspeitos de resolver provas para candidatos foram presos. O delegado-geral de Alagoas foi alvo de busca e apreensão.

O advogado José da Silva Moura Neto, especialista em concursos públicos, ressalta que, embora as bancas tenham reforçado os protocolos de segurança, os métodos utilizados pelas quadrilhas também evoluíram.

"Há casos de vazamento de provas. Em um deles, envolvendo o Cespe, uma quadrilha fazia a prova e repassava as respostas ao candidato", explica Moura Neto. "Hoje, esse tipo de operação está mais difícil, porque as bancas dividiram etapas e reduziram o acesso integral ao material".

Apesar disso, o especialista ressalta que essas organizações se adaptam: mudam os alvos, utilizam tecnologia e contam com redes que atuam em diferentes estados.

“A dissertação dificulta a fraude porque exige produção própria. É uma proteção importante, mas não elimina outras formas de manipulação.”

Esse não é um caso novo. Em outubro do ano passado, a Polícia Federal deflagrou uma operação que revelou um esquema de fraudes em concursos públicos que funcionava como uma empresa familiar.

O grupo, com base em Patos, no Sertão da Paraíba, cobrava até R$ 500 mil por vaga e usava tecnologia para burlar os sistemas de segurança das bancas, incluindo dublês, pontos eletrônicos implantados cirurgicamente e comunicação em tempo real durante as provas.

Os valores exigidos variavam conforme o cargo e o grau de dificuldade do concurso e, além de dinheiro vivo, o grupo aceitava pagamentos em ouro, veículos e até procedimentos odontológicos como forma de quitar a propina, segundo a investigação.

De acordo com o relatório apresentado pela PF, o esquema era liderado por Wanderlan Limeira de Sousa, ex-policial militar expulso da corporação em 2021 – mesmo nome citado na reportagem do Fantástico.

Ele é apontado como o principal articulador da quadrilha, responsável por negociar com candidatos, coordenar a logística das provas e distribuir os gabaritos. Em dezembro, o Hospital Regional de Patos informou que ele morreu após sofrer com problemas de coagulação.

A investigação indica que os crimes já aconteciam há mais de uma década. Durante todo o período, o grupo teria vendido aprovações, corrompido agentes de fiscalização e utilizado mecanismos sofisticados de fraude e falsificação para garantir cargos de alto escalão.

Segundo a PF, as fraudes alcançaram concursos da Polícia Federal, Caixa Econômica Federal, Polícias Civil e Militar, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Banco do Brasil e até o Concurso Nacional Unificado (CNU). Relembre o caso:

Além da anulação das aprovações e da exclusão dos candidatos, servidores já nomeados podem ser afastados e responder a processos disciplinares e penais.

Os envolvidos podem ser enquadrados por crimes como fraude em concurso público, organização criminosa, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal informou que, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério da Gestão e Inovação, está ampliando os mecanismos de fiscalização para garantir mais segurança, transparência e integridade nos concursos realizados em todo o país, inclusive no CNU, que foi aplicado em outubro do ano passado.

provas identificadas página a página com códigos de barra específicos para cada candidato;⁠o número do tipo de prova não será revelado nem durante a aplicação, mas somente quando os gabaritos forem divulgados;⁠haverá detectores de metal em todas as salas e em todos os banheiros dos locais de prova;detectores de ponto eletrônico serão utilizados sob orientação policial em todos os municípios;⁠⁠a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as Polícias Militares estaduais atuarão de forma ampliada na escolta de provas, enquanto a Força Nacional, em conjunto com as PMs estaduais, está garantindo a guarda das provas nos locais de armazenamento.

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Por que os EUA proibiram a importação de novos modelos de roteadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 03:52

Tecnologia Por que os EUA proibiram a importação de novos modelos de roteadores Principal alvo da medida é a China, que controla 60% do mercado americano de roteadores domésticos. Decisão não afeta a importação ou o uso de modelos já existentes. Por Reuters

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) proibiu a importação de novos modelos de roteadores fabricados no exterior.

O principal alvo da medida é a China, que controla 60% do mercado americano de roteadores domésticos

A ordem da FCC não afeta a importação ou o uso de modelos existentes, mas proíbe os que forem lançados a partir de agora.

A agência disse que uma análise considerou que roteadores importados representam 'um grave risco de segurança cibernética'.

Roteadores compartilham e coordenam o uso da internet entre vários equipamentos — Foto: Altieres Rohr/G1

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou na segunda-feira (23) a proibição da importação de novos modelos de roteadores fabricados no exterior sob o argumento de que esses aparelhos levantam preocupações com a segurança.

O principal alvo da medida é a China, que já tem outras restrições sobre o envio de seus equipamentos aos EUA.

A estimativa é de que a China controle 60% do mercado americano de roteadores domésticos, que conectam computadores, telefones e outros dispositivos à internet, afirma a agência Reuters.

A ordem da FCC não afeta a importação ou o uso de modelos existentes, mas proíbe os que forem lançados a partir de agora.

Segundo a agência, uma análise convocada pela Casa Branca considerou que roteadores importados representam "um grave risco de segurança cibernética que poderia ser aproveitado para interromper imediata e gravemente a infraestrutura crítica dos EUA."

A FCC afirmou ainda que agentes mal-intencionados exploraram brechas de segurança em roteadores fabricados no exterior "para atacar residências, interromper redes, permitir a espionagem e facilitar o roubo de propriedade intelectual".

O comunicado citou como exemplos os ataques como Volt, Flax e Salt Typhoon, todos apontados como de origem em grupos hackers chineses. O último teria sido capaz de invadir sistemas de e-mail de assessores do Congresso americano.

A determinação inclui uma isenção para roteadores que o Pentágono considera que não representam riscos inaceitáveis.

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Parlamentares já haviam levantado preocupações de segurança sobre os roteadores fabricados na China, e o deputado John Moolenaar, presidente republicano do comitê seleto da Câmara sobre a China, elogiou a ordem da FCC.

"A tremenda decisão de hoje da FCC e do governo Trump protege nosso país contra os implacáveis ataques cibernéticos da China e deixa claro que esses dispositivos devem ser excluídos de nossa infraestrutura crítica", disse Moolenaar.

"Os roteadores são essenciais para manter todos nós conectados e não podemos permitir que a tecnologia chinesa esteja no centro disso."

A TP-Link Systems foi processada em fevereiro pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, por supostamente comercializar seus roteadores de rede de forma enganosa e permitir que Pequim acessasse dispositivos dos consumidores norte-americanos.

A empresa, sediada na Califórnia e com origem a partir de uma fabricante chinesa, disse que "defenderia vigorosamente" sua reputação.

A companhia afirmou que o governo chinês não tem nenhuma forma de propriedade ou controle sobre a empresa, seus produtos ou dados de usuários.

A Reuters informou em fevereiro que o governo Trump havia suspendido uma proposta de proibição das vendas domésticas de roteadores fabricados pela TP-Link.

Em dezembro, a FCC emitiu regras semelhantes proibindo a importação de todos os novos modelos de drones chineses.

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Amazon interrompe serviços no Bahrein após ação de drones

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A Amazon informou que a Amazon Web Services (AWS) no Bahrein foi "interrompida" em meio ao atual conflito no Oriente Médio.

A interrupção se deve a uma atividade de drones na área da empresa, disse um porta-voz da Amazon após uma consulta da Reuters. A Amazon afirmou que está ajudando na migração de clientes para regiões alternativas da AWS enquanto trabalha na recuperação sem detalhar exatamente o que ocorreu.

No início do mês, um data center da Amazon nos Emirados Árabes Unidos enfrentou interrupção de energia após ser atingidos por um "objetos não identificados".

O impacto aconteceu no domingo (1º) e causou um incêndio, o que forçou autoridades a desligarem a energia do local. Na ocasião, os serviços no Bahrein também foram impactados.

Logotipo da Amazon Web Services (AWS) durante evento na capital da Índia em 8 de outubro de 2025. — Foto: REUTERS/Anushree Fadnavis/Foto de arquivo

A interrupção afetou cerca de uma dúzia de serviços centrais de computação em nuvem, e a empresa orientou clientes a fazer backup de dados críticos e transferir operações para servidores localizados em regiões da AWS não afetadas.

As gigantes da tecnologia dos EUA têm posicionado os Emirados Árabes Unidos como um centro regional para computação de inteligência artificial, essencial para impulsionar serviços como o ChatGPT.

Em novembro, a Microsoft anunciou que planeja aumentar seu investimento total nos Emirados Árabes Unidos para US$ 15 bilhões até o final de 2029 e que utilizará a Nvidia.

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Dinheiro esquecido PIS/Pasep: herdeiros também podem sacar valores do fundo antigo; veja como

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 02:44

Trabalho e Carreira Concursos Dinheiro esquecido PIS/Pasep: herdeiros também podem sacar valores do fundo antigo; veja como Valores são de cotas do antigo fundo para trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988; pedido pode ser feito pelo app FGTS ou em agências da Caixa. Por Redação g1 — São Paulo

Trabalhadores com dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep podem pedir o ressarcimento ao longo de 2026. O direito também se estende a beneficiários legais — como herdeiros, em caso de falecimento do titular.

🔎 Criado para complementar a renda de trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos entre 1971 e 1988, o fundo é diferente do abono salarial PIS/Pasep pago atualmente.

➡️ Um novo grupo começa a receber os valores a partir desta quarta-feira (25), com pagamentos iniciais destinados a quem fez o pedido até 28 de fevereiro. Já quem solicitar até segunda-feira (31) terá o dinheiro liberado em 27 de abril. Outras datas de pagamento estão previstas ao longo do ano.

Segundo o governo, o saldo médio disponível é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o valor varia conforme o tempo de trabalho e o salário da época. Os montantes foram corrigidos pela inflação.

O trabalhador pode consultar se tem valores a receber pelo site Repis Cidadão, do Ministério da Fazenda, ou pelo aplicativo do FGTS.

Para pedir o ressarcimento, o trabalhador pode fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS ou em qualquer agência da Caixa Econômica Federal.

📎 Se o ressarcimento não for solicitado até setembro de 2028, os valores serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de saque.

No aplicativo do FGTS, o trabalhador deve fazer login, acessar a opção “Mais” e selecionar “Ressarcimento PIS/Pasep”.

Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial.

Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

Abaixo, o g1 mostra ainda como consultar se há valores esquecido no fundo PIS/Pasep e responde outras dúvidas sobre o tema.

REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep — Foto: Reprodução

Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;Clique em "entrar com gov.br". Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;Faça login com seu CPF e senha, e clique em "autorizar";Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. Ele pode ser encontrado na carteira de trabalho, no extrato do FGTS, no site Meu INSS e no CadÚnico, entre outras opções;Clique em "pesquisar". E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas.

Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir.

O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado.

Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.

Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual.

Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional.

Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.

▶️ O abono salarial atual — uma espécie de 14º salário, no valor de até um salário mínimo — é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atendem aos requisitos do programa.

Neste ano, têm direito ao abono pessoas que trabalharam durante pelo menos 30 dias em 2022 e receberam até dois salários-mínimos por mês. Veja aqui todas as regras e o calendário de pagamentos.

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