RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que Noruega, Canadá e Rússia são os grandes beneficiados da guerra no Irã (e quem são os mais prejudicados)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Do vertiginoso aumento das contas de calefação doméstica em Yorkshire, no Reino Unido, até o fechamento de escolas no Paquistão para reduzir os custos, passando pelos preços de combustíveis em países como o Brasil, as repercussões financeiras da guerra no Oriente Médio já estão causando fortes consequências.

Fica cada vez mais evidente que o impacto das represálias de Teerã, projetadas para causar transtornos e danos econômicos, talvez não seja passageiro. E, além disso, também é muito desigual.

Ao lado de uma extensa lista de países que correm o risco de serem gravemente afetados, existem alguns que estão se beneficiando. Quem são eles?

Apesar de todos os esforços para impulsionar as energias renováveis, continuamos dependendo, em grande parte, do petróleo e do gás.

Suas reservas abundantes costumam prometer grandes riquezas. E é por isso que o petróleo foi batizado de "ouro negro".

Como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famíliasGoverno dos EUA pede calma com alta do petróleo, mas empresários mostram ceticismo

Os produtores de petróleo do Oriente Médio enfrentam desafios consideráveis devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz causado pelo conflito — Foto: Getty Images via BBC

Quando os preços sobem, os produtores costumam sair ganhando, enquanto os consumidores pagam a conta.

Mas esta não é uma crise típica dos preços do petróleo. O Oriente Médio continua sendo o centro do abastecimento e o Estreito de Ormuz, sua principal artéria.

O impacto do bloqueio de facto e dos ataques à infraestrutura energética da região atingiram duramente os produtores do Golfo Pérsico, como o Catar e a Arábia Saudita, com o Irã mantendo os aliados dos Estados Unidos na sua mira.

E, com os clientes procurando fontes alternativas, países como a Noruega e o Canadá podem sair beneficiados.

Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, muitos países tentaram deixar de depender do gás russo. Com isso, a Noruega conseguiu aumentar sua produção e tirar vantagem dessa situação.

Por outro lado, o ministro da Energia do Canadá, Tim Hodgson, se apressou a posicionar seu país como "produtor de energia estável, confiável, previsível e baseado em valores". Mas existem questões sobre a real capacidade do país de aumentar sua produção.

Na verdade, a Rússia poderá acabar sendo a maior beneficiária. Com Washington flexibilizando as normas para reduzir a escassez global de combustíveis, as vendas de petróleo russo para a Índia aumentaram em cerca de 50%.

Estimativas indicam que Moscou poderia conseguir até US$ 5 bilhões adicionais até o final de março e se encaminhar para fechar o ano com a maior receita obtida com a venda de combustíveis desde 2022.

Os Estados Unidos correm o risco de conceder a Moscou enormes e inesperados lucros, às custas das nações do Golfo. Mas existem também outros possíveis beneficiários.

Com alguns países intensificando seu consumo de carvão, surge uma oportunidade muito atraente para grandes exportadores como a Indonésia, já que o preço deste combustível também está em alta.

O presidente americano, Donald Trump, afirma que, quando sobe o preço do petróleo, os Estados Unidos "ganham muito dinheiro".

De fato, os produtores americanos de petróleo podem estar a caminho de ganhar dezenas de bilhões de dólares em receita adicional este ano, se os preços do petróleo bruto se mantiverem próximos dos níveis atuais.

Mas isso não traz lucros líquidos para os Estados Unidos. Primeiramente, porque alguns produtores estão fortemente expostos às interrupções da produção no Oriente Médio.

Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, a Noruega conseguiu aumentar sua produção de petróleo, tirando vantagem da situação — Foto: Getty Images via BBC

A ExxonMobil, por exemplo, detém operações no centro industrial de Ras Laffan, no Catar. Ali, a produção está paralisada desde o início de março e, agora, o local foi alvo de ataques de mísseis iranianos, causando "extensos danos".

Em segundo lugar, após anos de reduzir sua capacidade frente à queda dos preços no atacado, muitos produtores de petróleo de xisto não conseguem aumentar rapidamente sua produção.

E, o mais importante, em termos per capita, os americanos são os maiores consumidores de petróleo e gás do planeta.

Do aumento da calefação durante o forte inverno do meio-oeste americano até o abastecimento de combustível na temporada de viagens de carro, os Estados Unidos estão fortemente expostos à flutuação dos preços dos combustíveis fósseis.

Os economistas da Oxford Economics alertam que, se os preços do petróleo dispararem para US$ 140 por barril e se mantiverem neste nível, a economia correrá o risco de se contrair.

Os americanos estão expostos às variações do preço dos combustíveis — Foto: Bloomberg via Getty Images/BBC

A dependência dos consumidores europeus (incluindo o Reino Unido), em relação ao gás importado, apresenta um risco maior para o crescimento econômico, que se materializaria com o impacto sobre a inflação.

A evolução do mercado nas últimas semanas poderia acrescentar cerca de 0,5% à taxa anual de inflação, caso essa tendência se mantenha e o aumento dos preços seja transferido para produtos como fertilizantes e custos de transporte.

A boa notícia é que, ao aumentar sua eficiência energética ao longo dos anos, o Ocidente, de forma geral, agora é mais resiliente às flutuações de preço da energia do que no passado.

Mas, com o petróleo e o gás compondo mais da metade do consumo de energia em países como o Reino Unido, os motoristas, as faturas de aquecimento doméstico e os setores com consumo intensivo de energia, como as indústrias, permanecem vulneráveis em muitas partes do mundo.

Grande parte do impacto não depende apenas da trajetória futura dos preços, mas também da reação dos governos, um tema que suscita intenso debate.

Não surpreende que muitas autoridades relutem em propor resgates financeiros em larga escala, já que suas próprias finanças também se encontram sob fortes pressões.

A reação dos mercados de títulos do governo frente ao risco de aumento da inflação ameaça aumentar em bilhões de dólares os custos já enfrentados por países endividados.

Mas é claro que a maior ameaça imediata recaiu sobre os clientes habituais do petróleo e do gás liquefeito que fluem para o leste, através do Estreito de Ormuz.

A Ásia importa 59% do seu petróleo bruto do Oriente Médio. E, no caso da Coreia do Sul, este índice atinge 70%.

Com o preço das ações desabando devido à preocupação com as interrupções do fornecimento e os custos, os políticos também alertaram sobre o risco que se apresenta para a indústria de fabricação de chips do país.

Em outros locais, o racionamento de combustível, semanas de trabalho de quatro dias e o fechamento de centros educacionais são algumas das medidas adotadas por países como Sri Lanka, Bangladesh e as Filipinas.

Mas os maiores consumidores de energia do continente conseguiram, até certo ponto, se manter à margem dessas dificuldades, graças ao seu planejamento e à diplomacia.

A China conta com reservas equivalentes a vários meses de consumo e, segundo diversas informações, o país intensificou suas compras de petróleo iraniano.

O mesmo acontece com a Índia, que também aproveita esta luz verde temporária para recorrer à Rússia como seu fornecedor.

É claro que o desenlace dependerá, em última instância, da evolução do conflito. Mas parece improvável que os Estados Unidos tivessem previsto totalmente algumas destas consequências econômicas, já que o país elaborou sua estratégia antes de iniciar os ataques ao Irã.

E, se a guerra se prolongar, maior será o risco — não só de prejuízos a países individuais, mas também de contágio e repercussões em escala global.

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O cerco à alta nos preços dos combustíveis – O Assunto #1686

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 00:48

Podcasts O Assunto O cerco à alta nos preços dos combustíveis – O Assunto #1686 O governo federal aumentou a fiscalização para evitar a prática de preços abusivos e propôs novas medidas para reduzir os impostos em parceria com os governos estaduais. Por Natuza Nery — São Paulo

Quem abastece o veículo com gasolina já sentiu no bolso: em média, no Brasil inteiro, o preço subiu R$ 0,40 por litro desde o início da guerra no Irã. Para quem depende do diesel, a situação é pior: na média, o litro está em quase R$ 7,30; um aumento de 20% no período. E o problema é maior: impacta no custo do frete de todos os produtos e aumenta preços em cascata, empurrando a inflação para cima.

Isso é resultado da disparada no valor do barril de petróleo, que chegou a bater quase US$ 120 diante dos bombardeios à infraestrutura petroleira do Oriente Médio e do fechamento do Estreito de Ormuz. No cenário interno, o governo federal apresentou um pacote de medidas para mitigar esses efeitos: isenção de PIS e COFINS e subvenção a produtores e importadores, num impacto total de R$ 30 bilhões.

Nas bombas de combustível, no entanto, gasolina e diesel continuam subindo. O governo federal apertou o cerco na fiscalização de distribuidoras e postos para evitar a prática de preços abusivos e propôs novas medidas para reduzir os impostos em parceria com os governos estaduais – que, até agora, não toparam.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com Fábio Couto, repórter do jornal Valor Econômico especializado no setor de energia há mais de 20 anos. Fábio analisa a eficácia das medidas do governo, explica por que os estados não podem renunciar ao ICMS e avalia a possibilidade que haja, de fato, oportunismo no aumento dos preços.

Convidado: Fábio Couto, repórter do jornal Valor Econômico especializado no setor de energia há mais de 20 anos.

Lula anuncia que governo não cobrará impostos sobre diesel e que taxará exportação de petróleoPetrobras sobe os preços do diesel para distribuidorasPreço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamentoProcons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de dieselSetor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governoPetróleo despenca e fica abaixo de US$ 100, após Trump pausar ataques ao Irã

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco e Juliene Moretti. Colaboraram neste episódio Nayara Felizardo e Rafaela Zem. Apresentação: Natuza Nery.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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Mega-Sena pode pagar R$ 13 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 00:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 13 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.988 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 13 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (24), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Imposto de Renda 2026: veja passo a passo para fazer a declaração pré-preenchida

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 24/03/2026 00:07

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: veja passo a passo para fazer a declaração pré-preenchida Opção já está disponível desde segunda-feira (23) e pode ser usada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. Por Redação g1 — São Paulo

A declaração pré-preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

Entre os dados disponibilizados, estão: rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata.

O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré-preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

Os contribuintes que precisam declarar o Imposto de Renda 2026 já podem utilizar a declaração pré-preenchida — modelo em que as informações aparecem automaticamente no sistema, sem necessidade de digitação.

Neste ano, a Receita Federal incluiu mais informações à declaração pré-preenchida. Além de dados de rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais — já presentes desde o ano passado —, o modelo agora também passa a trazer dados sobre renda variável e empregados domésticos.

Além disso, o Fisco simplificou alguns procedimentos. Agora, o dependente não precisa mais emitir uma procuração digital para que o titular acesse sua declaração pré‑preenchida, desde que o CPF esteja regular e o nome tenha aparecido como dependente nas três declarações anteriores.

A Receita destaca que os contribuintes que optarem pela declaração pré-preenchida continuam entre as prioridades para receber a restituição. Segundo o Fisco, mais da metade dos declarantes escolheu essa opção no ano passado.

O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?Como fazer a declaração pré-preenchida?Quem pode fazer?Como estar habilitado?Quem é obrigado a declarar?

A declaração pré‑preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

rendimentos; deduções;bens;direitos;dívidas;ônus reais (encargos, dívidas ou restrições legais vinculadas a imóveis);informaçoes de renda variável; e dados sobre empregados domésticos.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.

"É importante que o próprio contribuinte verifique se as informações estão corretas. Em caso de divergência, o contribuinte deve informar os valores efetivamente pagos ou recebidos, guardando os comprovantes das transações em caso de fiscalização", informou o Fisco em comunicado.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. (Entenda mais abaixo)

Baixe, instale e abra o programa da declaração do IR 2026Clique em "Entrar com gov.br";Abra uma declaração na aba "Nova"; eSelecione "Iniciar declaração a partir da pré-preenchida".

Acesse o portal e-CAC com o login gov.br;Clique no ano desejado;Em seguida, selecione a opção "Preencher declaração";Escolha a opção "Pré-Preenchida".

Baixe e acesse o app "Receita Federal" Faça o login com a conta gov.br;Selecione o ano desejado;Toque na opção "Preencher Declaração"; eEscolha a opção "Pré-Preenchida".

⚠️ ATENÇÃO: O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré‑preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

O download do programa utilizado para o Imposto de Renda 2026 foi liberado pela Receita Federal nesta segunda-feira (23). O prazo de entrega vai até 29 de maio.

Para usar a declaração pré‑preenchida, o contribuinte precisa elevar sua conta gov.br para os níveis de segurança prata ou ouro.

Contas cadastradas apenas com dados do CPF ou do INSS — ou criadas presencialmente no INSS ou no Denatran — são classificadas como nível bronze.

O usuário pode aumentar o nível de segurança realizando validações por biometria facial ou por meio de dados bancários.

Nível prata: validação pelo aplicativo gov.br, comparando a foto com os dados da CNH, ou validação via internet banking de instituições parceiras; Nível ouro: validação facial com dados do TSE ou via certificado digital.

O primeiro passo para acessar os serviços digitais da Receita Federal é aprimorar o acesso ao gov.br.

A conta gov.br funciona como uma identificação digital que comprova quem está usando o serviço. Ela é gratuita e disponível para todos os brasileiros.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Governo dos EUA pede calma com alta do petróleo, mas empresários mostram ceticismo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Um funcionário do alto escalão do governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (23) que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia serão temporários.

Até a próxima sexta-feira (27), a cidade americana de Houston sedia o CERAWeek, fórum que reúne 10 mil integrantes de um setor abalado pela guerra e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

O governo de Donald Trump, envolvido no conflito contra o Irã ao lado de Israel, enfrenta a muito impopular alta dos preços em postos de gasolina a poucos meses das eleições de meio de mandato.

Grandes dirigentes do Golfo cancelaram sua participação no CERAweek por causa da guerra, entre eles, os das gigantes nacionais da Arábia Saudita (Saudi Aramco) e dos Emirados Árabes Unidos (Adnoc).

Um funcionário do alto escalão do governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (23) que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia serão temporários, uma opinião da qual discordam muitos empresários reunidos no maior evento mundial sobre energia.

Até a próxima sexta-feira (27), a cidade americana de Houston sedia o CERAWeek, fórum que reúne 10 mil integrantes de um setor abalado pela guerra e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

Mas estas perturbações são "temporárias", argumentou o secretário de Energia, Chris Wright, na abertura do evento, diante de um auditório lotado.

"Atualmente, estamos atravessando turbulências no curto prazo, mas as vantagens no longo prazo serão enormes. Pensem nos próximos anos e décadas para vocês e seus filhos: vão ver um mundo muito melhor", disse mais tarde ao canal de TV CNBC.

Trump durante encontro com a primeira-ministra do Japão na Casa Branca. — Foto: Reuters/Evelyn Hockstein

O governo de Donald Trump, envolvido no conflito contra o Irã ao lado de Israel, enfrenta a muito impopular alta dos preços em postos de gasolina a poucos meses das eleições de meio de mandato.

Entre as medidas tomadas para reduzir os preços, os Estados Unidos suspenderam parte das sanções impostas ao petróleo russo e iraniano destinadas a secar as fontes de receita destes países.

Paralelamente, Trump afirmou na Flórida que os Estados Unidos estavam negociando o fim das hostilidades com autoridades iranianas não identificadas, o que fez os preços do petróleo caírem cerca de 10%.

Grandes dirigentes do Golfo cancelaram sua participação no CERAweek por causa da guerra, entre eles, os das gigantes nacionais da Arábia Saudita (Saudi Aramco) e dos Emirados Árabes Unidos (Adnoc).

O magnata do petróleo Sultan Al-Jaber, diretor-geral da Adnoc, enviou uma mensagem de vídeo que contrastou com o tom tranquilizador dos americanos.

O bloqueio de fato do Estreito de Ormuz por parte do Irã constitui um "terrorismo econômico contra todos os países", declarou. "Não devemos permitir que nenhum país faça Ormuz refém, nem agora, nem no futuro", acrescentou.

O CEO da petroleira americana Chevron, Mike Wirth, considerou que os mercados da energia tenderam a subestimar o impacto do conflito, ao apostar em uma solução rápida.

"A Ásia, em particular, enfrenta preocupações reais em relação ao abastecimento" de petróleo e produtos derivados, assinalou. Mesmo depois do fim do conflito, "será preciso tempo para reconstruir as reservas", advertiu, ao que se somará o reparo da infraestrutura danificada.

Patrick Pouyanné, diretor-executivo do grupo francês TotalEnergies, previu preços do gás "muito elevados até o verão" do hemisfério Norte se o Estreito de Ormuz não for reaberto, e antecipou que a Europa precisaria de muito gás para encher suas reservas antes do inverno.

O governo americano também anunciou que vai reembolsar a TotalEnergies em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões, na cotação atual) para compensar o abandono de suas duas concessões de projetos de parques eólicos marinhos nos Estados Unidos.

A gigante francesa de energia disse que vai reinvestir esta quantia em energias fósseis no país, especialmente em um projeto de gás natural liquefeito (GNL), um dos eixos principais de desenvolvimento do grupo.

Durante o governo do ex-presidente Joe Biden, os Estados Unidos avançaram na construção de parques eólicos, como parte de sua luta contra as mudanças climáticas.

Trump voltou atrás nessa iniciativa, alegando que os parques eólicos enfeiam a paisagem e produzem eletricidade cara. Desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, ele reativou a produção de carvão e fomentou a de petróleo e gás.

Em Houston, o diretor-executivo da TotalEnergies afirmou que a energia eólica marinha "não é o método mais barato para produzir eletricidade" nos Estados Unidos.

"Este governo acredita nas realidades energéticas, não nos fantasmas climáticos", afirmou, por sua vez, o secretário do Interior de Trump, Doug Burgum.

Do lado de fora do fórum, quase 100 pessoas reclamavam dos danos ambientais causados pela indústria do petróleo, e do seu uso desmedido.

"Estamos ficando rapidamente sem água, e a grande maioria dos consumidores de água são instalações industriais, de combustíveis fósseis e petroquímicas", comentou a ativista ambiental Chloe Torres, 28, moradora do Texas.

"A guerra no Oriente Médio está ligada ao petróleo. Pela primeira vez, aqueles que ostentam o poder são descaradamente honestos em relação a isso", destacou o médico aposentado Michael Crouch, 79.

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Novo Ministro da Fazenda anuncia auxiliares; Rogério Ceron será secretário-executivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou, nesta segunda-feira (23) a nomeação de Rogério Ceron para o cargo de secretário-executivo da pasta. Até então, Ceron ocupava o posto de secretário do Tesouro Nacional.

"Tenho a alegria de compartilhar novidades na equipe do Ministério da Fazenda. Rogério Ceron será o novo secretário-executivo. Confio na sua capacidade de entrega, e destaco que seu trabalho à frente do Tesouro foi fundamental para avançarmos com nossa agenda nos últimos anos", disse o ministro, em uma rede social.

Como secretária-executiva adjunta, assume a professora da Universidade de São Paulo (USP), Úrsula Peres. Ela é especialista em políticas públicas.

Daniel Leal assumirá a chefia da pasta que cuida do Tesouro Nacional. A secretária de Prêmios e Apostas, por sua vez, será conduzida por Daniele Cardoso. A Secretaria de Assuntos Internacionais será dirigida por Mathias Alencastro.

"Ninguém faz nada sozinho. Somos um Ministério sério, unido e técnico. Mulheres e homens comprometidos em fazer a diferença todos os dias, trabalhando pela prosperidade das famílias brasileiras", afirmou Durigan.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).

Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.

Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.

Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.

Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Com grupo enfraquecido em Minas Gerais, Zema vê PSD como opção para disputar Presidência da República

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 19:17

A saída de Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, da corrida para ser candidato à Presidência da República pelo PSD, anunciada nesta segunda-feira (23), intensificou a aproximação do partido com a Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.

No domingo (22), Zema passou o governo do Estado ao seu vice, Mateus Simões, que há poucos meses saiu do Novo e se filiou ao PSD.

Ratinho Junior (PSD) informou, nesta segunda-feira (23), que desistiu da pré-candidatura à Presidência da República e vai concluir o seu segundo mandato no governo do Paraná até dezembro de 2026.

A saída de Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, da corrida para ser candidato à Presidência da República pelo PSD, anunciada nesta segunda-feira (23), intensificou a aproximação do partido com a Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.

No domingo (22), Zema passou o governo do Estado ao seu vice, Mateus Simões, que há poucos meses saiu do Novo e se filiou ao PSD.

No PSD, o caminho provável seria Ronaldo Caiado se tornar o novo candidato à Presidência. Há, entretanto, quem veja em Zema a força política do segundo maior colégio eleitoral do País, Minas. Zema é ainda cortejado pelo PL para ser vice de Flávio Bolsonaro.

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, diz que o acordo público segue sendo o Novo indicar o vice de Simões e ter Zema como candidato à Presidência.

Os governadores Romeu Zema (MG), Jorginho Mello (SC), Ratinho Junior (PR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Wilson Lima (AM), Tarcísio de Freitas (SP), Cláudio Castro (RJ) e Ronaldo Caiado (GO). — Foto: Agência Brasília

Ratinho Junior (PSD) informou, nesta segunda-feira (23), que desistiu da pré-candidatura à Presidência da República e vai concluir o seu segundo mandato no governo do Paraná até dezembro de 2026.

O governador era um dos três possíveis candidatos à Presidência do PSD. Com a desistência, os nomes cotados pelo partido são Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. O movimento também impacta na sucessão no Paraná.

Ratinho Junior era o pré-candidato do PSD com melhor desempenho nas pesquisas para as eleições presidenciais deste ano. Na Quaest mais recente, de março, ele aparecia com 7% das intenções de voto nos cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite.

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Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão de declarações no primeiro dia

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 23/03/2026 19:17

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão de declarações no primeiro dia Prazo de envio começou nesta segunda às 8h, e se estende até 29 de maio. Receita espera receber 44 milhões de declarações do Imposto de Renda deste ano. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

A Receita Federal recebeu até às 17h30 desta segunda-feira (23) mais de um milhão de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026.

Segundo a Receita, o ritmo de envio no primeiro dia foi superior ao registrado no ano passado, impulsionado pela disponibilização da declaração pré-preenchida já na abertura do prazo.

O programa do Imposto de Renda foi liberado para "download" na quinta da semana passada (19), mas a entrega das declarações só teve início às 8h de hoje.

O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). A expectativa do órgão é receber 44 milhões de declarações dentro do prazo legal.

➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;pessoa que deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Tecnologia Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais Antes de ser comprado pelo empresário, o OnlyFans era um serviço de nicho. Foco em conteúdo adulto, pandemia e comissões vantajosas levaram à explosão da plataforma. Por Redação g1

O bilionário Leonid Radvinsky, morto nesta segunda-feira (23), liderou a mudança do OnlyFans de um serviço de nicho para um fenômeno mundial.

O OnlyFans ainda patinava em seus primeiros anos, sem um foco muito definido e com uso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que tinha longa experiência no mercado de pornografia online, e passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio na pandemia, com mais pessoas em busca de ganhar dinheiro em casa e mais seguidores dispostos a pagar por conteúdo adulto.

O bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans morto nesta segunda-feira (23), contribuiu com a mudança da rede social de um serviço de nicho para um fenômeno mundial que levou a mudanças em outras plataformas.

Hoje conhecido pelo conteúdo adulto, o OnlyFans ainda patinava nos primeiros anos. O serviço criado em 2016 pelo britânico Tim Stokely não tinha um foco muito definido e era usado para cobrar acesso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas, por exemplo.

A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que obteve uma participação majoritária. Com sua longa experiência no mercado de pornografia online, a plataforma passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.

A explosão veio durante a pandemia, quando mais pessoas buscavam formas de ganhar dinheiro em casa e seguidores se mostraram mais dispostos a pagar por conteúdo adulto.

Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, dono do OnlyFansFalha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dadosComo funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras

O OnlyFans tinha 13 milhões de contas de fãs e 348 mil contas de influenciadores em 2019, segundo os documentos oficiais da empresa.

Ao final de 2020, o cenário era muito maior: a rede social tinha 82 milhões de usuários e 1,6 milhão de criadores de conteúdo.

Foi na pandemia que celebridades como a rapper Cardi B e a atriz Bella Thorne criaram suas contas no OnlyFans. Mas, em vez de conteúdo pornográfico, elas publicam fotos de suas rotinas e de bastidores de seus trabalhos.

Influenciadores também foram atraídos pelas comissões vantajosas do OnlyFans: a rede social fica com 20% dos ganhos com assinaturas, enquanto os 80% restantes vão direto para os criadores.

Outras redes sociais costumam ficar com comissões maiores ou pagar uma quantia menor com base no número de visualizações.

Com o sucesso do modelo de assinaturas do OnlyFans, plataformas como o Instagram e o X também anunciaram recursos para usuários pagarem por conteúdo exclusivo de seus influenciadores favoritos.

O OnlyFans alcançou 377 milhões de contas de fãs e 4,6 milhões de contas de criadores de conteúdo no final de 2024, segundo documentos mais recentes apresentados pela empresa para reguladores britânicos.

A empresa registrou US$ 7,2 bilhões em pagamentos com assinaturas. Como a maior parte do valor é destinada a criadores, a companhia terminou o ano com faturamento de US$ 1,4 bilhão.

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Técnicos do TCU concluem que não houve impropriedades, omissões ou negligências do BC na liquidação do Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025.

A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado pela TV Globo.

No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada".

A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.

Em dezembro de 2025, ao solicitar esclarecimentos ao BC sobre a fundamentação da medida, o ministro mencionou possíveis irregularidades e omissões na condução do processo envolvendo o Banco Master.

Uma análise preliminar do próprio TCU já havia apontado que não houve "inação" por parte do BC na decretação de liquidação extrajudicial do banco.

🗓️ O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário.

A TV Globo entrou em contato com a assessoria do ministro e do Banco Central, mas não houve manifestações até a publicação da matéria.

Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação "precipitada" do Banco Master pela autoridade monetária.

Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.

No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.

No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.

Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.

Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.

No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.

O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.

O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.

O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.

O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda.

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