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Mega-Sena, concurso 3018: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 11:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3018: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição deste domingo (14) era de R$ 11,3 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3018 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (14), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 11,3 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 16 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Drones ganham espaço na agricultura e ajudam em pesquisas sobre qualidade do solo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 07:48

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Drones ganham espaço na agricultura e ajudam em pesquisas sobre qualidade do solo Aparelhos evitam o esmagamento de plantas e poupam até 7% da safra, aponta Embrapa. Pilotos precisam de curso e aval de quatro órgãos federais para sobrevoar as plantações. Por Nosso Campo, TV TEM

A operação exige liberações da Anac (cadastro), Decea (voo), Anatel (comunicação) e Mapa (defensivos).

Uso de drones na agricultura brasileira passou de 3 mil para 25 mil equipamentos em quatro anos — Foto: TV TEM/Reprodução

O uso de drones na agricultura brasileira saltou de 3 mil para 25 mil equipamentos entre 2021 e 2024. O aumento de mais de dez vezes em quatro anos ocorre porque a tecnologia traz economia de insumos e reduz perdas nas lavouras.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as aeronaves alcançam áreas maiores de cultivo e evitam o "amassamento" das plantas, que normalmente ocorre com a passagem de tratores. Essa redução de perdas chega a 7% na soja e a 4% no arroz.

Para operar os equipamentos, é necessário seguir regras estabelecidas por diferentes órgãos. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) define as normas para aplicação de agrotóxicos. Já o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) é responsável por autorizar o acesso ao espaço aéreo.

O Mapa também exige que os operadores responsáveis por pulverizar as lavouras façam um curso preparatório. Além disso, os profissionais devem manter um registro atualizado no ministério.

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Agro 5.0: novas tecnologias mudam rotina no campo e cortam desperdício no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 07:48

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Agro 5.0: novas tecnologias mudam rotina no campo e cortam desperdício no interior de SP Tecnologias em Guararapes (SP) e Araçatuba (SP) reduzem erros na pecuária e cortam em 90% o desperdício de defensivos; avanço exige treinamento de trabalhadores. Por Nosso Campo, TV TEM

A chegada do Agro 5.0 transforma o trabalho no campo com tecnologias de automação, reduzindo custos e aumentando a produtividade no interior de São Paulo.

Em Guararapes (SP), uma fazenda monitora 11 mil cabeças de gado com um aplicativo, reduzindo em até 90% as chances de erros operacionais no pasto.

O monitoramento digital ajuda a identificar problemas genéticos de forma ágil na propriedade, que vende anualmente 1 mil touros e 700 fêmeas reprodutoras.

Em Araçatuba (SP), robôs movidos a energia solar identificam plantas daninhas e aplicam defensivos agrícolas apenas onde é necessário, reduzindo o desperdício em 90%.

A tecnologia solar diminui o consumo de combustível de tratores e exige que os trabalhadores rurais passem por treinamentos para operar os novos sistemas.

Novas tecnologias reduzem erros e desperdício no agro no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

A chegada do "Agro 5.0" está transformando o trabalho no campo com novas tecnologias de automação no interior de São Paulo. Produtores rurais utilizam aplicativos e robôs para automatizar processos, cortar custos e aumentar a produtividade.

Em Guararapes (SP), uma fazenda usa um aplicativo para monitorar 11 mil cabeças de gado. As informações do pasto vão direto para o escritório no formato digital. O coordenador de pecuária, Antônio Avelino Mateus, afirma que o sistema permitiu correções rápidas e reduziu em 90% as chances de erros.

A propriedade vende 1 mil touros e 700 fêmeas reprodutoras (matrizes) por ano, além de produzir material genético. O aplicativo armazena o histórico completo de cada animal:

Para o coordenador administrativo, Fernando Barbosa, o monitoramento digital ajuda a identificar problemas genéticos nos animais de forma ágil. A consultora de pesquisa, Ana Carolina, explica que o sistema é atualizado constantemente com base no dia a dia da fazenda, o que traz mais precisão e agilidade para o banco de dados.

Em Araçatuba (SP), uma fazenda experimental utiliza robôs movidos a energia solar. O uso das máquinas reduziu em 90% o desperdício de defensivos agrícolas (agrotóxicos).

Os robôs identificam as plantas daninhas e aplicam o produto apenas onde é necessário. Segundo a especialista em sustentabilidade Patrícia Dias, a técnica evita o desperdício e diminui o consumo de combustível dos tratores, já que as máquinas dependem apenas do sol.

Além de garantir uma produção mais sustentável, a chegada dessas novas tecnologias exige que os trabalhadores do campo passem por treinamentos para operar os novos sistemas.

Novas tecnologias reduzem erros e desperdício no agro no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

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O piloto de avião que voou 17 anos sem licença

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 06:45

Trabalho e Carreira O piloto de avião que voou 17 anos sem licença O piloto da Air Canada enfrenta várias acusações relacionadas a fraudes. Por BBC

Um ex-piloto da Air Canada está sendo acusado de ter transportado milhares de passageiros em voos comerciais sem a devida licença por 17 anos, segundo autoridades canadenses.

A polícia da província de Ontário disse que o piloto, Geoffrey Wall, de 59 anos, estava voando com credenciais falsas desde que foi promovido a capitão em 2009. Ele agora enfrenta várias acusações relacionadas a fraudes.

A Air Canada disse que o piloto foi imediatamente afastado de suas funções assim que os documentos falsos foram descobertos no ano passado.

A empresa afirmou que a segurança dos passageiros nunca esteve em risco, observando que todos os pilotos passam por treinamentos de competência a cada seis meses.

Nick Milinovich, da Polícia Regional da cidade de Peel, disse que Wall voava com a Air Canada havia 27 anos, tendo iniciado sua carreira em 1998.

O piloto teria falsificado suas credenciais desde 2009, quando foi promovido ao cargo de comandante, segundo a polícia.

Para essa função, os pilotos são obrigados a possuir uma licença de piloto de transporte aéreo (ATPL), obtida em parte por meio da aprovação em uma série de exames escritos.

"Isso seria muito semelhante a um médico que tem licença para exercer medicina de família, mas está realizando cirurgias cerebrais em seu consultório", disse Milinovich.

Nos últimos 17 anos, a polícia afirmou que Wall pilotou vários tipos de aeronaves Boeing e realizou um total de 900 voos domésticos e internacionais, recebendo milhões de dólares em salários — tudo, supostamente, sem as credenciais adequadas.

As autoridades disseram que a suposta fraude foi descoberta no ano passado durante uma avaliação de rotina, quando inconsistências foram identificadas na documentação da licença do piloto acusado — o que levou a uma investigação por parte da Transport Canada, o departamento federal de transporte do Canadá.

A Polícia Regional de Peel iniciou na época uma investigação criminal contra Wall, que incluiu um mandado de busca e uma análise da licença, que a polícia confirmou ser falsificada.

Wall foi acusado em 1º de junho de sete crimes, incluindo fraude, falsificação de documentos e posse de marca falsificada.

A Air Canada afirmou que o piloto possuía treinamento completo com uma licença válida de piloto comercial, mas não tinha a ATPL exigida para operar como comandante sob as regulamentações canadenses.

Em comunicado, a companhia aérea acrescentou que "trata este assunto com a máxima seriedade" e afirmou que concluiu uma auditoria de seus pilotos, não tendo encontrado outros casos de descumprimento.

Questionado sobre por que a suposta fraude de Wall permaneceu por anos sem ser detectada, Milinovich observou que infratores podem se tornar "muito habilidosos" em "artifícios".

"Não é incomum que a fraude continue por anos e anos", disse. "Eventualmente ela é descoberta, e é nesse momento que nós nos envolvemos."

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Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 05:47

Agro Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária Bloco europeu proíbe antibióticos para estimular o crescimento animal e restringe, na pecuária, substâncias que também são usadas para tratar infecções em humanos. Decisão não foi motivada por irregularidades na carne brasileira, mas por atraso em documentação. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A União Europeia excluiu o Brasil da lista de países que cumprem as regras do bloco contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária. Com isso, o Brasil fica proibido de exportar carne para a UE a partir de 3 de setembro deste ano.

A decisão não foi motivada por irregularidades encontradas no produto nacional, mas pelo fato de o Brasil não ter apresentado a tempo a documentação exigida pela UE

Representantes do agro brasileiro viram na medida um ato protecionista, uma vez que a decisão foi anunciada dias após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul.

Bloco europeu proíbe antimicrobianos para estimular o crescimento animal e restringe, na pecuária, substâncias que também usadas para tratar doenças em humanos.

Há uma preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos.

A preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos é um dos motivos que levou a União Europeia (UE) a exigir de seus importadores maior controle sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais.

➡️ Na pecuária, antimicrobianos são usados para tratar infecções, prevenir doenças, conter surtos, promover crescimento ou melhorar o desempenho dos animais.

No início de maio, a UE excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne ao bloco por considerar que o país não comprovou o cumprimento de suas exigências sobre o uso dessas substâncias na produção animal. A medida entra em vigor em 3 de setembro.

A decisão não foi motivada por irregularidades encontradas no produto nacional, mas pelo fato de o Brasil não ter apresentado a tempo a documentação exigida pela UE. No fundo, o que o bloco quer é que o país prove que está fiscalizando e rastreando o uso dessas substâncias.

Representantes do agro brasileiro viram na medida um ato protecionista, uma vez que a decisão foi anunciada dias após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul.

O tratado foi alvo de forte resistência de agricultores europeus, que temem a concorrência de produtos sul-americanos mais baratos, sobretudo do Brasil, principal exportador agrícola do Mercosul para a União Europeia.

Os demais países do bloco — Argentina, Paraguai e Uruguai — seguem autorizados a exportar para os europeus.

O que a União Europeia está exigindo?A UE mira uma substância específica? Qual a relação entre antibióticos usados em animais e a saúde humana?

O uso de antimicrobianos na pecuária é um tema antigo dentro da UE, que começou a ser debatido na década de 1990 e que culminou em uma série de regulamentos nos anos seguintes. Em 2006, por exemplo, o bloco proibiu o uso de qualquer antibiótico na ração animal como promotor de crescimento.

A partir de 2019, o bloco ampliou essas exigências com a publicação de novos regulamentos que estabeleceram critérios mais rigorosos para a produção de carne, leite, ovos e outros produtos de origem animal destinados ao mercado europeu.

antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar a produtividade dos animais; e/ou antimicrobianos que contenham substâncias reservadas ao tratamento de infecções em humanos.

Por trás dessas exigências, está o receio de que o uso de antimicrobianos em animais favoreça o surgimento de bactérias resistentes a antibióticos, reduzindo a eficácia desses medicamentos no tratamento de infecções em pessoas. (saiba mais abaixo)

Em 2022, inclusive, a UE classificou a resistência aos antimicrobianos (RAM) como uma das principais ameaças à saúde humana. O tema também faz parte de uma campanha da União Europeia chamada One Health (Uma só saúde), lançada em 2023, e que defende ações integradas para a saúde humana, animal e ambiental, por considerar que elas estão diretamente conectadas.

Ao g1, o escritório de Saúde e Bem-Estar Animal da Comissão Europeia afirmou que a decisão de excluir o Brasil de sua lista não está relacionada a uma substância específica. A exigência se aplica a qualquer produto usado como promotor de crescimento e/ou que faça sobreposição a medicamentos voltados para combater doenças em humanos.

Uma das substâncias mais utilizadas no Brasil para melhorar o desempenho bovino é a monensina, conta André Bartocci, presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, vinculada ao Ministério da Agricultura.

A monensina não está na lista da UE de antimicrobianos reservados à medicina humana, mas é usada no Brasil para aumentar o rendimento dos animais e, por isso, pode ser atingida pela medida.

Bartocci esclarece que ela não é um hormônio de crescimento, mas um aditivo alimentar que contribui indiretamente para o ganho de peso dos bovinos ao melhorar a sua digestão.

🔎 A monensina modula a fermentação no rúmen, inibindo determinados grupos de bactérias e favorecendo microrganismos que tornam o aproveitamento dos nutrientes mais eficiente. Com isso, o animal consegue extrair mais energia da mesma quantidade de alimento, o que pode resultar em maior ganho de peso.

Ao g1, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse que a monensina tem o seu uso autorizado na União Europeia como aditivo alimentar em aves, frangos e perus, sob o nome de Coxidin, usado para combater uma doença parasitária intestinal, chamada coccidiose.

A EMA detalhou ainda que a monensina também era utilizada na União Europeia em um medicamento veterinário chamado Kexxtone, indicado para prevenir a cetose — um distúrbio metabólico que pode afetar vacas leiteiras no período próximo ao parto e reduzir a produção de leite.

O produto consistia em um dispositivo colocado no rúmen do animal para liberar monensina gradualmente ao longo do tempo. Em 2024, porém, a autorização do medicamento foi suspensa após a identificação de falhas de qualidade.

Em alguns casos, bovinos regurgitaram o dispositivo antes que toda a substância fosse liberada, destacou a agência.

Segundo Bartocci, não está claro qual será o tratamento dado à monensina pela UE em relação ao Brasil. A economista e médica veterinária Lygia Pimentel, sócia da consultoria Agrifatto, tem a mesma avaliação.

Ela acrescenta que o uso de antibióticos na pecuária brasileira não é feito de forma indiscriminada e que há regras para a utilização.

“O uso de antibióticos de uso terapêutico é permitido, o que é normal, caso contrário o animal morre sofrendo por alguma infecção, por exemplo. É necessário respeitar o período de carência, que é o tempo exigido entre a última aplicação do medicamento e o abate do animal para consumo", diz Pimentel.

“Cada antibiótico tem um período específico de carência. Isso garante que não haja resíduos de medicamento na carne acima dos limites tolerados pela saúde humana”, destaca.

Apesar da dúvida em relação à monensina, Leonardo Munhoz, doutor em Direito Agroambiental e advogado do VBSO, afirma que o foco da União Europeia está, principalmente, em substâncias que também são utilizadas na medicina humana.

Em abril deste ano, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria proibindo o uso de algumas delas, como a avoparcina, virginiamicina e bacitracina.

“Esses antimicrobianos pertencem às mesmas famílias de medicamentos utilizados em seres humanos ou selecionam mecanismos de resistência que podem comprometer antibióticos importantes da medicina", reforça Leonardo Weissmann, infectologista do hospital Emílio Ribas.

Munhoz conta que a avoparcina, por exemplo, foi proibida pela UE como promotor de crescimento em animais em 1997, devido ao receio de que seu uso favorecesse o surgimento de bactérias resistentes à vancomicina, usada na medicina humana.

A virginiamicina e a bacitracina também foram proibidas no bloco nos anos 1990, o que, na avaliação dele, mostra que as normas brasileiras estão atrasadas.

Para Munhoz, o país deveria ter se antecipado às mudanças, sobretudo porque já conhecia, desde 2019, as novas exigências impostas pela UE aos países exportadores.

Weissmann, do Hospital Emílio Ribas, afirma que o maior risco para a saúde humana no uso de antimicrobianos em animais não está no consumo de carne com resíduos de antibióticos, mas na disseminação de bactérias resistentes e dos genes que conferem essa resistência.

Ele explica que quando um antimicrobiano é usado em um animal, ele não age apenas sobre as bactérias causadoras de doença, mas entra em contato com bilhões de outras que vivem naturalmente no intestino, na pele e no ambiente da criação.

"As bactérias sensíveis morrem, mas aquelas que possuem mecanismos de resistência sobrevivem e se multiplicam", diz.

"O problema é que essas bactérias resistentes podem sair da fazenda e chegar às pessoas por diferentes caminhos: pelo contato direto com os animais, pelo meio ambiente (água, solo e dejetos), pelos trabalhadores rurais e até pela cadeia de produção dos alimentos", destaca.

Segundo ele, essas bactérias podem causar infecções em seres humanos que se tornam mais difíceis de tratar, exigindo antibióticos mais potentes, mais caros e, às vezes, menos eficazes.

"Imagine uma criação de bovinos em que muitos animais recebem antibióticos. Com o tempo, podem surgir bactérias resistentes no intestino desses animais. Essas bactérias podem contaminar o ambiente por meio das fezes, alcançar cursos d'água, outros animais e seres humanos. Se uma dessas bactérias causar uma infecção em uma pessoa, o antibiótico que normalmente funcionaria pode não ter mais efeito", exemplifica.

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Gabiroba gigante: conheça fruta rara da Mata Atlântica que é rica em vitamina C e ajuda na saúde intestinal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 04:55

Espírito Santo Agronegócios Gabiroba gigante: conheça fruta rara da Mata Atlântica que é rica em vitamina C e ajuda na saúde intestinal Fruto é quatro vezes mais ácido do que o limão e é utilizado em ampla variedade de receitas na gastronomia, em pratos como ceviche, bombons e mousse. Por Viviane Lopes, g1 ES

A gabiroba gigante é uma fruta endêmica da Mata Atlântica, que é encontrada em poucos locais da Região Serrana do Espírito Santo.

A fruta verde de polpa amarelada e sabor cítrico é indicada por nutricionistas para controle da saúde intestinal, benefícios para os ossos, função muscular e regularidade cardíaca, além de ser fica em fibras e vitamina C.

A árvore da gabiroba precisa de alguns fatores essenciais para frutificar, como temperaturas amenas, tempo úmido e polinização de abelhas.

A gabiroba gigante, uma fruta endêmica da Mata Atlântica, que é encontrada em poucos locais da Região Serrana do Espírito Santo, possui vários benefícios para a saúde, além de ser utilizada de várias formas na gastronomia. A gabiroba pode virar de geleia e brigadeiro a ceviche e cachaça.

A fruta verde de polpa amarelada e sabor cítrico é indicada por nutricionistas para controle da saúde intestinal, benefícios para os ossos, função muscular e regularidade cardíaca, além de ser rica em fibras e vitamina C.

A árvore da gabiroba precisa de alguns fatores essenciais para frutificar, como temperaturas mais amenas, tempo úmido e polinização de abelhas, especialmente as sem ferrão, como as uruçu-capixaba. Essa espécie é encontrada apenas no Espírito Santo.

Nessa reportagem, você vai conhecer curiosidades sobre a fruta, benefícios para a saúde e algumas receitas para preparo.

🍋 A fruta é cítrica e lembra o limão, mas com sabor mais marcante e 4x mais ácido;⛑️ Segundo nutricionistas, a gabiroba é rica em vitamina C, fibras, potássio e cálcio;🚽 Ajuda na saúde intestinal;⚖️ Um fruto pode pesar até 400 gramas;🗓️ Colheita entre julho a agosto;🍨 Vira de sorvetes a ceviche;☁️ Prefere temperaturas mais amenas; 🌳 Possui o nome "gigante" por ser a maior das outras espécies de gabiroba.

Gabiroba gigante é fruto endêmico da Mata Atlântica e pode ser encontrado em alguns locais na Região Serrana do Espírito Santo — Foto: Adenilson Panzini

De acordo com a pesquisadora do Instituto Mata Atlântica (Inma), Nara Mota, existem pelo menos 35 espécies de gabiroba no Brasil.

Conhecida também como guabiroba, muitos tipos são encontrados no cerrado e também na Mata Atlântica.

Mas a gabiroba gigante possui esse nome por ser uma das maiores da espécie, cada fruto pode pesar mais de 400 gramas.

"Trata-se de uma espécie rara, pouco coletada. Começa frutificar com três anos de vida, o que para uma árvore é muito rápido. O tronco tem casca rugosa e se descama, assim como outras espécies da família (jabuticaba, pitanga, araça)", explicou.

A gabiroba dá o maior dos frutos das espécies das Campomanesia, podendo a chegar a 12 cm de diâmetro, enquanto as espécies próximas podem atingir no máximo 8 cm de diâmetro. "Por isso, o nome super-gabiroba ou gabiroba gigante", completou a pesquisadora.

Segundo a nutricionista Danielle Laporte, a gabiroba é rica em compostos bioativos que atuam como antioxidantes, combatendo os radicais livres e prevenindo o envelhecimento celular.

"Essa propriedade ajuda a reduzir o estresse oxidativo e a proteger o corpo contra diversas doenças. Ela também tem alto teor de vitamina C, o que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. É rica em fibras que ajudam na saúde intestinal. E também como tem muitas fibras ajuda a diminuir a absorção de gorduras e açúcares, auxiliando na saúde cardiovascular", comentou.

A gabiroba também é rica em potássio, cálcio e magnésio, que são essenciais para a saúde óssea, função muscular e regularidade cardíaca.

Por ser uma fruta de sabor cítrico, pode ser implementada facilmente em vários pratos na gastronomia. A fruta é versátil e pode virar de geleias a bolos e até cachaça.

O chef Ricardo Silva possui um restaurante em Vargem Alta, na Região Serrana do estado, e já implementou vários pratos com a fruta.

"É uma fruta que tem um índice de acidez maravilhoso, sabor fantástico, a suculência, e ela é bem dinâmica, você consegue trabalhar e usar em muita coisa na cozinha. A gabiroba é 4 vezes mais ácida que o limão, ela dá uma explosão na sua boca. Quando o público experimenta é um choque de realidade, é uma cosia muito bacana, porque eles não conheciam. Algumas pessoas tem memória afetiva e os mais novos ficam maravilhados pelo sabor", destacou.

Outras possibilidades de pratos feitos com a gabiroba são: ceviche, caponata, suco, cachaça, geleia, bombom, brigadeiro, mousse e bolo.

Adenilson Panzini é empresário no setor de rochas, conheceu a fruta há 30 anos, e plantou um pé em sua propriedade em Vargem Alta. Na época da colheita entre os meses de junho a agosto, o empresário retirar os frutos e os congela.

Atualmente, a árvore, que já é um pé adulto, gera mais de 100 kg da fruta. Com todo esse material, o empresário de 56 anos guarda grande parte da fruta no freezer e realiza doações para escolas e chefs que fazem pratos com a gabiroba.

Ingredientes: Água de coco, limão, gengibre, tilápia, cebola roxa, coentro, azeite, mel de uruçu, pimenta calabresa, sal e palmito pupunha.

Instruções: Corte a tilápia em cubos. Adicione água de coco, limão e gengibre para saborizar o peixe. Depois acrescente a cebola roxa, misture os ingredientes. Depois coloque o coentro, azeite, pimenta e misture. Em seguida cortar a gabiroba em pedaços, com casca mesmo, e acrescentar no prato. Finalizar com pupunha.

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Quem cuida do gramado? Conheça a cadeia que abastece campos de futebol no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 03:51

GLOBO RURAL Quem cuida do gramado? Conheça a cadeia que abastece campos de futebol no Brasil Cultivo de grama para estádios, campos de golfe e áreas esportivas cresce no país e exige manejo técnico durante todo o ano. Por Redação g1, Globo Rural — São Paulo

Quando a bola começa a rolar no campo, os holofotes se voltam para os craques. Mas existe outro time, longe das câmeras, responsável por garantir que o espetáculo aconteça sem tropeços: o dos agrônomos e produtores rurais que trabalham para manter os gramados em condições ideais.

O cultivo da grama, conhecido como gramicultura, é relativamente recente no país e se desenvolveu principalmente nos últimos 20 anos, conta o agrônomo Rafael Froes, responsável por uma fazenda em São José dos Campos (SP).

No local, um dos estagiários conta, inclusive, que só foi ter contato com a atividade durante a experiência profissional e que os cursos de agronomia ainda dão pouca atenção a esse setor.

Apesar de recente, a atividade ganhou espaço no país. Hoje, o Brasil conta com cerca de 25 mil hectares de cultivo comercial de grama, com São Paulo liderando a produção nacional.

O Globo Rural visitou a propriedade onde Froes trabalha para conhecer de perto essa cadeia produtiva (veja vídeo acima). A fazenda ocupa 400 hectares — área equivalente a cerca de 400 campos de futebol — e produz aproximadamente 2 milhões de metros quadrados de gramado por ano.

Diferentemente de culturas como soja e milho, que possuem períodos definidos de plantio e colheita, o cultivo da grama demanda trabalho contínuo ao longo de todo o ano.

Froes explica que boa parte da propriedade possui onde trabalha possui solo de turfa, que é mais escuro e rico em matéria orgânica, o que favorece o desenvolvimento da cultura.

Por conta dessas características, a grama cultivada nesse tipo de solo já apresenta coloração verde intensa e demanda menos adubação nos primeiros meses após o plantio. A produção exige uma série de manejos, incluindo aplicação de calcário, adubos químicos e controle de pragas com herbicidas.

Após a colheita, a área cultivada passa por um processo de regeneração. Com irrigação, adubação e aplicação de defensivos, o terreno pode voltar a produzir entre um ano e um ano e meio depois.

Um deles é por meio de mudas conhecidas como sprigs, opção mais barata, mas que exige um plantio mais técnico e acompanhamento especializado. Nesse sistema, as mudas são comercializadas sem solo, reduzindo riscos de contaminação por sementes de plantas invasoras.

As mudas produzidas na fazenda são da variedade Bermuda Tifway 419, utilizada principalmente em grandes áreas, como campos de polo e golfe.

Outro formato de venda bastante comum é em placas. A grama Esmeralda, por exemplo, muito utilizada em paisagismo e campos amadores, é cortada nesse sistema, ou seja, em formatos de placas, com raízes e terra. Após o plantio, as raízes começam a se integrar ao solo em poucos dias.

Também existem os chamados Big Rolls. Nesse sistema, uma máquina corta e enrola grandes tapetes de grama. Os rolos têm 75 centímetros de largura por 30 metros de comprimento, facilitando a instalação.

A variedade utilizada nesse formato é a Bermuda Tahoma 31, que apresenta melhor desempenho em áreas com maior sombreamento.

O agrônomo Mateus Ortega, que trabalha para a Federação Paulista de Futebol (FPF) e cuida do estádio Jaime Cintra, em Jundiaí (SP), conta que a qualidade de um gramado começa pela escolha da variedade adequada.

Para campos profissionais, a recomendação é utilizar gramas de alta performance, com maior resistência ao pisoteio e crescimento acelerado para permitir uma recuperação mais rápida após as partidas.

Já para quem deseja montar um campo em sítios ou quintais, a indicação é diferente. Nesse caso, a grama Esmeralda aparece como uma alternativa por exigir menos cortes e apresentar boa adaptação a diferentes condições.

Após os jogos, os sinais de desgaste ficam evidentes. Mudanças bruscas de direção, carrinhos e disputas pela bola deixam marcas no gramado, que precisam ser corrigidas rapidamente para preservar a qualidade da superfície.

Para recuperar as áreas danificadas do gramado, os profissionais utilizam um equipamento semelhante a um garfo para puxar a grama das laterais em direção ao centro do buraco, reduzindo as cicatrizes deixadas pelo jogo.

Em seguida, aplicam uma fina camada de areia para corrigir os pequenos desníveis que permanecem na superfície e, por fim, realizam um novo corte para garantir que o gramado fique totalmente uniforme.

O jogador Lucas Silva conta que a qualidade do gramado interfere na velocidade da bola e pode influenciar até mesmo o desgaste físico dos atletas. Segundo ele, campos em más condições aumentam o impacto sobre joelhos e tornozelos, contribuindo para lesões ao longo da carreira.

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Mega-Sena terá sorteio hoje após ser adiado por estreia do Brasil na Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/06/2026 00:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena terá sorteio hoje após ser adiado por estreia do Brasil na Copa O sorteio do concurso 3018, que deveria acontecer neste sábado, está previsto para ocorrer apenas às 11h de domingo (14). O prêmio estimado é de R$ 12 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3018 da Mega-Sena teve mudanças no cronograma neste fim de semana por conta da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. De acordo com o sistema de apostas da Caixa, o sorteio ocorrerá apenas às 11h deste domingo (14).

No concurso da última quinta-feira (11), ninguém acertou as seis dezenas e prêmio acumulou para R$ 12 milhões.

Tradicionalmente, os sorteios da Mega-Sena realizados aos sábados acontecem à noite, no mesmo dia do encerramento das apostas. A alteração ocorre no dia da estreia do Brasil no Mundial.

A Mega-Sena deste sábado não é o único sorteio adiado. Também foram remarcadas as modalidades Loteria Federal, Mega-Sena, Super Sete, Dia de Sorte, Lotofácil, Quina, Lotomania, Dupla Sena, Timemania e +Milionária previstas para os dias de jogos do Brasil — 13, 19 e 24 de junho.

Os sorteios que deveriam acontecer no dia 19 foram remarcados para o dia 20, às 8h30, e o do dia 24 acontece no dia 25, também às 8h30.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Nubank diz que ‘desenvolvedor acionou por engano’ comando que enviou mensagem sobre liquidação extrajudicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 22:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O Nubank enviou por engano uma mensagem sobre sua liquidação extrajudicial para cerca de 20 mil clientes após um erro técnico pontual.

A falha ocorreu quando um desenvolvedor acionou acidentalmente um fluxo de comunicação de emergência, usando o nome da própria instituição como padrão.

A cofundadora Cristina Junqueira classificou o episódio como "bizarro", pediu desculpas pelo transtorno e garantiu que as operações seguem normais.

O Nubank explicou, em comunicado enviado à imprensa neste sábado (13), os motivos que levaram ao envio, por engano, de uma mensagem anunciando a liquidação extrajudicial da instituição financeira.

De acordo como o comunicado, o "episódio foi resultado de um erro técnico pontual, identificado e corrigido rapidamente".

"Foi identificado que um desenvolvedor acionou por engano um fluxo de comunicação relacionado à liquidação de instituições financeiras. Na ausência de uma instituição real vinculada a esse fluxo, o nome da companhia apareceu como preenchimento padrão", diz a nota.

Nubank envia e-mail por engano sobre suposta liquidação do banco; instituição segue operandoO que é liquidação extrajudicial, termo usado em e-mail enviado por engano pelo Nubank

Ainda de acordo com o comunicado, a situação atingiu um grupo pequeno de clientes e "não teve nenhum impacto sobre a segurança, a estabilidade da operação ou o funcionamento dos serviços".

A instituição voltou a pedir desculpas pela situação e disse que comunicou os clientes impactados. "Pedimos desculpas pelo ocorrido e reiteramos nosso compromisso com a qualidade da experiência dos clientes e com uma comunicação clara e responsável", diz.

Em uma publicação nas redes sociais, a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, classificou o episódio como "bizarro". Junqueira afirmou que a mensagem foi disparada devido a um erro operacional interno. Segundo ela, um colaborador enviou um "pull request" (PR), termo usado no desenvolvimento de software para sugerir alterações em códigos, que acabou acionando acidentalmente um protocolo de emergência da plataforma.

Nubank envia notificação com mensagem por engano avisando clientes sobre fim das atividades — Foto: Reprodução

“Cara, bizarro mesmo, mas foi isso mesmo, um erro operacional. Uma pessoa que submeteu um PR que acabou acidentalmente ativando o protocolo que existe quando algo assim acontece. As mensagens foram para uma parcela muito pequena de clientes, mas é claro que causa uns transtornos”, escreveu.

“Pedimos sinceras desculpas a todos que receberam a informação incorreta. Enfim, mais um aprendizado e já atuamos para que não aconteça de novo.”

A executiva disse que o problema afetou apenas uma pequena parcela dos clientes – cerca de 20 mil pessoas – e que a equipe agiu rapidamente para corrigir a falha. Ela também pediu desculpas pelo transtorno e afirmou que o episódio causou incômodo dentro da própria empresa. "Ficamos bravos com isso", escreveu.

Após a repercussão, o Nubank reforçou que a notificação foi enviada por engano e que suas operações seguem funcionando normalmente. Cristina Junqueira afirmou ainda que a empresa já adotou medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer e classificou o episódio como um aprendizado para a equipe.

"O Nubank reforça que o episódio foi resultado de um erro técnico pontual, identificado e corrigido rapidamente. Foi identificado que um desenvolvedor acionou por engano um fluxo de comunicação relacionado à liquidação de instituições financeiras. Na ausência de uma instituição real vinculada a esse fluxo, o nome da companhia apareceu como preenchimento padrão.

A ocorrência atingiu um grupo pequeno de clientes e não teve nenhum impacto sobre a segurança, a estabilidade da operação ou o funcionamento dos nossos serviços, que seguiram normalmente.

Desde o início, o Nubank tratou o caso com transparência, comunicou os clientes impactados inclusive utilizando seus canais abertos. Também adotou prontamente todas as medidas necessárias para a correção imediata do problema e para evitar uma nova ocorrência. Pedimos desculpas pelo ocorrido e reiteramos nosso compromisso com a qualidade da experiência dos clientes e com uma comunicação clara e responsável."

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Mega-Sena tem horário alterado no fim de semana da estreia do Brasil na Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 21:44

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