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Fundadora do Nubank admite erro ‘bizarro’ no envio de mensagem sobre liquidação do banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 16:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

A cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, classificou como "bizarro" o envio acidental de uma mensagem falsa sobre a liquidação extrajudicial da instituição financeira.

O alerta incorreto, disparado na sexta-feira 12, ocorreu após um erro operacional interno de um colaborador que acionou acidentalmente um protocolo de emergência.

A falha afetou cerca de 20 mil clientes do banco digital, gerando desculpas imediatas da executiva pelo transtorno causado aos usuários da plataforma.

O Nubank reforçou que suas operações seguem normais e confirmou a adoção de novas medidas internas para evitar que falhas semelhantes voltem a acontecer.

Nubank envia notificação com mensagem por engano avisando clientes sobre fim das atividades — Foto: Reprodução

A cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, classificou como "bizarro" o episódio que levou alguns clientes da instituição a receberem uma notificação informando, de forma equivocada, uma liquidação extrajudicial do banco.

O alerta foi enviado na sexta-feira (12) e gerou preocupação entre usuários ao mencionar, inclusive, procedimentos para recuperação de recursos por meio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Em publicações nas redes sociais, Junqueira afirmou que a mensagem foi disparada devido a um erro operacional interno. Segundo ela, um colaborador enviou um "pull request" (PR), termo usado no desenvolvimento de software para sugerir alterações em códigos, que acabou acionando acidentalmente um protocolo de emergência da plataforma.

Nubank envia e-mail por engano sobre suposta liquidação do banco; instituição segue operandoO que é liquidação extrajudicial, termo usado em e-mail enviado por engano pelo Nubank

“Cara, bizarro mesmo, mas foi isso mesmo, um erro operacional. Uma pessoa que submeteu um PR que acabou acidentalmente ativando o protocolo que existe quando algo assim acontece. As mensagens foram para uma parcela muito pequena de clientes, mas é claro que causa uns transtornos”, escreveu.

“Pedimos sinceras desculpas a todos que receberam a informação incorreta. Enfim, mais um aprendizado e já atuamos para que não aconteça de novo.”

A executiva disse que o problema afetou apenas uma pequena parcela dos clientes – cerca de 20 mil pessoas – e que a equipe agiu rapidamente para corrigir a falha. Ela também pediu desculpas pelo transtorno e afirmou que o episódio causou incômodo dentro da própria empresa. "Ficamos bravos com isso", escreveu.

Após a repercussão, o Nubank reforçou que a notificação foi enviada por engano e que suas operações seguem funcionando normalmente. Cristina Junqueira afirmou ainda que a empresa já adotou medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer e classificou o episódio como um aprendizado para a equipe.

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Que tipo de torcedor você é no trabalho durante a Copa do Mundo? Faça o QUIZ e descubra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 06:52

Trabalho e Carreira Que tipo de torcedor você é no trabalho durante a Copa do Mundo? Faça o QUIZ e descubra Vai assistir aos jogos no expediente? Descubra qual é o seu perfil durante a Copa e veja se você faz parte do time da concentração ou da bagunça no trabalho. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A Copa do Mundo 2026 deve movimentar o clima nas empresas, especialmente por causa dos jogos do Brasil em dias úteis. Apesar de muitas companhias flexibilizarem horários, isso não é obrigação legal.

Especialistas afirmam que o desafio é equilibrar descontração e profissionalismo. Gritos excessivos, provocações, palavrões e abandono das tarefas podem gerar conflitos e prejudicar a imagem profissional.

Para o RH, ações como transmissão dos jogos, bolões e flexibilização da jornada podem fortalecer o engajamento das equipes, desde que exista planejamento e respeito entre colegas.

Entre as orientações estão consultar as regras da empresa, evitar exageros na torcida, usar o celular com moderação e retomar rapidamente as atividades após os jogos.

A Copa do Mundo 2026 deve movimentar o ambiente corporativo nas próximas semanas, especialmente por causa dos jogos do Brasil em dias úteis. (veja o calendário de jogos)

Apesar de muitas empresas flexibilizarem horários ou liberarem funcionários durante as partidas, isso não é uma obrigação legal. Especialistas recomendam que os trabalhadores consultem previamente as regras internas da empresa.

Segundo profissionais de recursos humanos ouvidos pelo g1, o principal desafio no ambiente corporativo é equilibrar descontração e profissionalismo. Isso porque excessos e gafes podem prejudicar a imagem profissional.

Para os trabalhadores que vão acompanhar os jogos durante o expediente, o g1 preparou abaixo um QUIZ para ajudar a descobrir que tipo de torcedor você é no ambiente de trabalho — além de dicas práticas sobre como se comportar durante as partidas.

Gritos excessivos, provocações, palavrões, abandono das atividades e uso exagerado do celular estão entre os comportamentos que mais geram desconforto e podem prejudicar a imagem profissional do trabalhador.

Especialistas afirmam que ações como transmissão dos jogos, bolões e decoração temática podem fortalecer o engajamento das equipes, desde que não comprometam entregas, atendimento e respeito entre colegas.

“A descontração não é um passe livre para esquecer que estamos em um ambiente corporativo”, afirma Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP).

Eles também alertam que nem todos gostam de futebol e que o ambiente deve continuar inclusivo e respeitoso. Outro ponto de atenção é o uso do celular. Conferir o placar rapidamente pode ser aceitável, mas o excesso pode transmitir desatenção e falta de comprometimento.

Entre as principais recomendações estão alinhar horários com a liderança, evitar exageros na torcida, respeitar colegas, retomar rapidamente as atividades após os jogos e manter postura profissional mesmo durante momentos de confraternização.

Veja abaixo algumas dicas de especialistas sobre como conciliar os jogos da Copa com a rotina de trabalho no ambiente corporativo:

🚫 Veja as regras da empresa antes dos jogos: nem toda empresa libera funcionários ou flexibiliza horários durante a Copa. Antes de assistir às partidas, confirme as orientações internas ou converse com o gestor.🗣️ Evite exageros na torcida: gritar demais, bater na mesa, cantar alto ou interromper colegas pode gerar desconforto no ambiente corporativo.👀 Cuidado com provocações e brincadeiras: zoações constantes, discussões e provocações com colegas podem ultrapassar o limite da descontração e causar conflitos.👩🏽‍💻 Não abandone suas responsabilidades: acompanhar o jogo não pode comprometer reuniões, entregas, atendimento ou prazos importantes.📲 Use celular e redes sociais com moderação: conferir o placar rapidamente costuma ser aceitável, mas passar o expediente inteiro no celular pode prejudicar a imagem profissional.⚽ Respeite quem não gosta de futebol: nem todos acompanham a Copa ou torcem pela seleção. O ambiente deve continuar respeitoso e inclusivo.😡 Evite palavrões e reações agressivas: xingamentos contra juiz, jogadores ou colegas podem ser vistos como comportamento inadequado no ambiente de trabalho.😉 Participe das ações da empresa com bom senso: bolões, decoração e transmissões podem ajudar na integração da equipe, desde que não atrapalhem a rotina.🧘🏼‍♀️Retome o foco após o jogo: terminada a partida, o ideal é voltar rapidamente às atividades e manter a produtividade.💭 Lembre-se de que o ambiente continua profissional: a Copa pode deixar o clima mais leve, mas o trabalho continua exigindo postura, respeito e maturidade emocional.🥅 Na hora do gol, comemore sem exageros: vibrar faz parte da Copa, mas é importante ter bom senso no ambiente corporativo. Evite gritos excessivos, correr pelo escritório, interromper reuniões ou provocar colegas. A comemoração não deve atrapalhar quem continua trabalhando.

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Celular ‘tijolão’, Windows XP e ICQ: como era a tecnologia quando o Brasil ganhou a Copa pela última vez

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 04:56

Tecnologia Celular 'tijolão', Windows XP e ICQ: como era a tecnologia quando o Brasil ganhou a Copa pela última vez Internet discada começava a ganhar espaço no Brasil, enquanto aparelhos avançados para a época, como iPod e PlayStation 2, ainda não eram tão populares. Por Redação g1 — São Paulo

A Seleção Brasileira enfrenta o Marrocos neste sábado (13) e começa uma nova jornada rumo ao hexa. A trajetória na Copa do Mundo de 2026 poderá ser acompanhada de perto com redes sociais, alertas em tempo real e imagens de altíssima definição.

É um avanço enorme em relação ao ano do último título mundial do Brasil. Em 2002, a experiência de assistir a Copa e interagir na internet com outras pessoas envolvia transmissões de TV com qualidade mais baixa e conexões mais lentas.

Na época do penta, a velocidade da internet no Brasil costumava ficar limitada a algo em torno de 56 kbps. Hoje, a banda larga no país é centenas de vezes mais rápida, alcançando 221 Mbps em média, segundo dados divulgados no início de maio pela consultoria Ookla.

A antiga internet por conexão discada usava a linha telefônica e fazia cobrança por pulsos elétricos. O preço da tarifa variava ao longo do dia e, por isso, muitas pessoas optavam por navegar à noite ou nos fins de semana, quando a rede era menos concorrida.

E, no lugar de telas finas, computadores usavam monitores de tubo (a mesma tecnologia de televisões da época). Aparelhos até então avançados, como iPod e PlayStation 2, já existiam, mas ainda não eram populares no Brasil. Relembre como foi assistir à Copa de 2002.

As opções para trocar mensagens pela internet eram bem mais restritas em 2002. Não existiam nem mesmo serviços que ficaram extremamente populares no Brasil e já foram descontinuados, como Orkut e Skype.

Sem plataformas como Instagram, WhatsApp ou X, a saída era buscar serviços como ICQ, mIRC e bate-papos online. Também era possível interagir por meio de correntes de e-mail.

O ICQ, por exemplo, chegou a ter 100 milhões de usuários em 2001. Cada um deles tinha um número de identificação e usava o código para adicionar amigos.

Com o passar dos anos, o serviço perdeu espaço para o MSN Messenger, que tinha mais recursos e era mais acessível aos usuários por estar instalado em novos computadores da Microsoft.

A Copa de 2022 foi a primeira com o Windows XP, lançado um ano antes. O sistema da Microsoft ficou marcado por seu papel de parede padrão, que mostra um gramado verde contrastando com o céu azul.

Computadores com 512 MB de RAM e 30 GB de armazenamento eram considerados avançados. Hoje, essas especificações são facilmente superadas até mesmo pelos smartphones mais básicos.

E até ações simples, como ouvir música, eram bem diferentes. A iTunes Store, loja da Apple para baixar músicas, ainda não havia sido lançada, e a saída era copiar faixas dos CDs ou usar serviços como Kazaa. Para ouvir por aí, era preciso recorrer a um discman. O iPod até já havia sido lançado antes do penta, mas era caríssimo.

O Windows XP permaneceu como o sistema de computador mais usado do mundo até 2012, quando foi finalmente superado pelo Windows 7, segundo dados da empresa de análise de mercado Net Applications.

Hoje, o Windows 11 é o sistema da Microsoft com mais usuários. Mas a plataforma mais usada em todo o mundo é o Android, presente na maioria dos smartphones, além de tablets, computadores, relógios inteligentes e smart TVs.

Se hoje os celulares mais conhecidos são o iPhone 17 e o Galaxy S26, quem dominava em 2002 era o Nokia 3310. Ele ganhou o apelido de "tijolão" devido a sua capacidade de seguir funcionando após inúmeras quedas.

O aparelho tinha tela monocromática de 1,5 polegada, teclas numéricas que também serviam para escrever mensagens e suporte para 4 jogos. Um deles era o clássico "snake", o famoso jogo da cobrinha.

Mas enquanto o antigo modelo tinha armazenamento de 1 kb, a capacidade dos celulares mais novos é centenas de milhões de vezes maior, considerando o espaço de 256 GB.

O Nokia 3310 vendeu 126 milhões de unidades e se tornou um dos celulares mais populares da história. O sucesso foi tão grande que, em 2017, a HMD Global, que assumiu o controle da marca, relançou o aparelho.

Grande hit de vendas, o Motorola V3 só seria lançado dois anos depois. Até então, o celular "flip" mais famoso da merca era o StarTAC, que teve várias gerações desde seu lançamento em 1996.

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Como lidar com a frustração profissional: o que atletas fora da Copa ensinam sobre decepção

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 03:45

Trabalho e Carreira Como lidar com a frustração profissional: o que atletas fora da Copa ensinam sobre decepção Especialistas explicam por que frustrações profissionais podem afetar autoestima, identidade e saúde mental — e o que o esporte de alta performance ensina sobre recuperação emocional. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O goleiro Hugo Souza ficou fora da convocação para a Copa de 2026, gerando debates sobre como profissionais lidam com frustrações e rejeições no mercado de trabalho.

O pesquisador Gustavo Drago explica que o sofrimento da rejeição aumenta quando o profissional constrói sua identidade pessoal baseada exclusivamente no seu desempenho de carreira.

Diferente do esporte, que oferece suporte emocional estruturado, o ambiente corporativo pressiona por alta performance sem dar a segurança psicológica necessária para evitar o medo de falhar.

Thiago Brehmer, da CLA Brasil, destaca que atletas aprendem a se reorganizar após derrotas, enquanto no meio corporativo há uma cobrança irreal por crescimento linear contínuo.

Especialistas defendem que o descanso deve ser visto como estratégico pelas empresas para evitar burnout e exaustão, promovendo equipes mais resilientes e inovadoras.

Horas antes da convocação oficial da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, o goleiro Hugo Souza apareceu diante da câmera do próprio canal no YouTube tentando controlar a ansiedade. Cercado de amigos e familiares, acompanhava ao vivo a lista anunciada por Carlo Ancelotti.

Nos últimos meses, Hugo vinha sendo chamado com frequência pelo treinador italiano e atravessava uma das fases mais consistentes de sua carreira.

👨‍💻 A repercussão foi imediata. O que se viu ali foi a reação de alguém percebendo que um dos maiores objetivos da carreira não se concretizaria.

Esse sentimento também foi vivido recentemente pelo lateral-direito Wesley, que viu o sonho da primeira Copa acabar antes mesmo de começar. Convocado para o torneio, ele sofreu uma lesão no último amistoso da Seleção, contra o Egito, e acabou cortado da competição

Nas redes sociais, afirmou que encarava o momento "de cabeça erguida" e que voltaria ainda mais forte.

Os dois casos ilustram formas diferentes de uma mesma experiência: lidar com a frustração quando um objetivo profissional muito aguardado fica pelo caminho. Não é à toa que histórias como essas despertam tanta identificação.

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, isso acontece porque as situações vividas por Hugo e Wesley dialogam com experiências que acontecem diariamente fora dos gramados.

Elas se repetem quando um profissional espera uma promoção que não vem. Quando alguém passa meses em um processo seletivo e recebe uma negativa. Quando anos de preparação parecem insuficientes diante de uma rejeição difícil de explicar racionalmente.

Enquanto o público acompanha quem garantiu uma vaga na Seleção Brasileira, há também outro lado da convocação: o dos atletas que precisam reorganizar emocionalmente a própria trajetória após ficarem de fora da competição mais importante da carreira.

Essa reorganização não é simples. Principalmente porque, tanto no esporte quanto no ambiente corporativo, desempenho e identidade muitas vezes acabam se confundindo, explicam especialistas.

O pesquisador da USP Gustavo Drago, que já atuou no planejamento e monitoramento da preparação de delegações que disputaram os Jogos Olímpicos de Pequim, Londres e Rio de Janeiro, afirma que uma das questões que mais chamaram sua atenção ao longo da carreira foi perceber como pessoas submetidas às mesmas pressões podem reagir de formas completamente diferentes.

🕵️‍♀️ Segundo ele, estudos mostram que alguns atletas, em jogos fora de casa, interpretavam o ambiente adverso como uma ameaça. A pressão da torcida, as provocações e a sensação de hostilidade vinham acompanhadas de alterações fisiológicas relevantes, como aumento de cortisol, insegurança e comportamentos mais hesitantes em campo. Outros, porém, viam aquele ambiente como estimulante e apresentavam respostas físicas ligadas à competitividade, maior intensidade e decisões mais corretas.

Esse processo ajuda a entender por que rejeições profissionais afetam as pessoas de maneira tão diferente, explica Drago. Na avaliação do pesquisador, o sofrimento não surge apenas da negativa em si, mas também da interpretação que cada pessoa constrói sobre ela.

Quando um atleta fica fora de uma convocação importante, ou quando um profissional perde uma promoção aguardada, a sensação frequentemente ultrapassa a frustração pontual. Em muitos casos, passa a atingir diretamente a autoestima, a identidade e a percepção de valor pessoal.

Segundo Drago, isso acontece porque muitas pessoas constroem a própria identidade em torno do desempenho. A carreira deixa de ser apenas uma dimensão da vida e passa a funcionar como medida de reconhecimento, competência e pertencimento.

Quando o resultado esperado não se concretiza, existe o risco de a pessoa deixar de enxergar a situação como um episódio específico e passar a interpretá-la como uma definição permanente sobre si mesma.

Na avaliação do pesquisador, é justamente aí que está a diferença entre uma frustração saudável e outra destrutiva.

A primeira provoca dor, mas ainda permite aprendizado, adaptação e continuidade. Já a segunda transforma a rejeição em uma narrativa de incapacidade.

“O problema começa quando a pessoa deixa de enxergar a rejeição como um episódio e passa a enxergar aquilo como definição de valor pessoal", afirma Drago.

Atletas aprendem a se reorganizar após derrotas, enquanto no meio corporativo há uma cobrança irreal por crescimento linear contínuo. — Foto: Pexels

A discussão ganha ainda mais complexidade em um mercado de trabalho cada vez mais orientado pela lógica da alta performance. Muitos ambientes corporativos passaram a reproduzir uma dinâmica semelhante à do esporte de alto rendimento, marcada por cobrança contínua, pressão por resultados e exigências constantes.

A diferença, conta Drago, é que o esporte costuma oferecer estruturas de suporte emocional e recuperação que raramente existem na mesma proporção dentro das empresas.

🧘‍♂️ Enquanto atletas contam com acompanhamento psicológico, controle de carga, períodos de descanso e preparação mental, muitos trabalhadores convivem apenas com a exigência permanente por produtividade.

De acordo com o pesquisador, o cérebro humano tende a funcionar melhor quando o desafio vem acompanhado de um mínimo de segurança psicológica. Quando o medo de errar se torna permanente, a mente entra em modo de autoproteção, o que pode reduzir a espontaneidade, a criatividade e a capacidade de decisão.

No esporte, segundo Drago, um atleta excessivamente preocupado em não falhar pode hesitar em momentos decisivos. No ambiente corporativo, isso costuma se manifestar como perfeccionismo extremo, procrastinação, insegurança constante e dificuldade de inovar.

Já para o sócio de Auditoria da CLA Brasil, Thiago Brehmer, a intensidade emocional dessas rejeições também está diretamente ligada ao investimento feito ao longo da trajetória.

🏆 Segundo ele, tanto no esporte quanto nas empresas há um acúmulo de expectativas, dedicação e esforço em torno de determinados objetivos. Quando eles não se concretizam, muitas pessoas sentem não apenas frustração, mas também uma espécie de desvalorização simbólica da própria caminhada.

Brehmer avalia que o esporte oferece uma lição importante sobre reconstrução emocional, já que atletas aprendem desde cedo que derrotas, cortes e recusas fazem parte do processo competitivo.

Permanecer paralisado pela frustração pode comprometer a continuidade da carreira, ressalta o especialista. Por isso, eles desenvolvem a capacidade de reorganização emocional, ajuste de rota e retomada da preparação.

“As promoções não conquistadas, projetos recusados ou vagas perdidas não precisam ser interpretados como fracassos definitivos, mas como parte de um processo contínuo de desenvolvimento e reposicionamento.”

No ambiente corporativo, porém, essa relação com o fracasso costuma ser mais difícil. Existe uma expectativa silenciosa de crescimento linear, como se carreiras bem-sucedidas fossem construídas sem interrupções, recusas ou perdas de espaço.

Segundo Brehmer, a frustração deixa de ser saudável quando passa a afetar de forma contínua a motivação, a autoestima e o funcionamento cotidiano.

🚣‍♀️ A pressão constante por desempenho também evidenciam como as discussões sobre recuperação emocional ainda enfrentam resistência dentro das empresas, segundo os especialistas.

Drago afirma que, no esporte de alto rendimento, o descanso não é visto como perda de tempo, mas como parte estratégica da performance. Nenhum atleta sustenta intensidade máxima sem recuperação física e mental adequada.

No ambiente corporativo, porém, ainda persiste uma cultura que associa comprometimento à hiperdisponibilidade, ao excesso de horas trabalhadas e à produtividade contínua.

Para o pesquisador, isso cria um paradoxo cada vez mais evidente: empresas exigem criatividade, clareza emocional, inovação e decisões rápidas de profissionais submetidos a níveis constantes de exaustão.

O resultado, segundo ele, é o aumento da ansiedade, do burnout, da insônia, do esgotamento emocional e da perda de qualidade de vida.

"Não existe alta performance na presença de esgotamento crônico (…) sustentabilidade emocional deveria ser entendida como estratégia de performance, e não como benefício secundário".

Brehmer concorda e defende que organizações capazes de equilibrar cobrança por resultados com segurança emocional tendem a formar equipes mais resilientes e preparadas para lidar com a pressão.

“O esporte mostra que recuperação não é pausa improdutiva, mas parte estratégica da consistência (…) organizações que compreendem isso tendem a formar equipes mais resilientes, inovadoras e menos vulneráveis ao esgotamento", conclui.

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Anthropic suspende modelos de IA após EUA restringirem acesso de estrangeiros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/06/2026 00:47

Tecnologia Anthropic suspende modelos de IA após EUA restringirem acesso de estrangeiros Governo americano proibiu acesso de cidadãos estrangeiros ao Fable 5 e ao Mythos 5. Empresa afirma não ter recebido detalhes sobre os riscos apontados e contesta a decisão. Por Redação g1

A Anthropic suspendeu globalmente os modelos de inteligência artificial Fable 5 e Mythos 5 após determinação de segurança nacional do governo dos Estados Unidos.

A medida impede o acesso de estrangeiros aos sistemas, o que levou a empresa a desativar os modelos para todos os usuários imediatamente.

A restrição ocorreu dias após o lançamento do Fable 5 e da assinatura de uma ordem executiva pelo presidente Donald Trump sobre inteligência artificial.

A Anthropic questionou a decisão, alegando que os testes prévios com órgãos do governo mostraram que as proteções do sistema eram altamente eficazes.

Classificando o caso como um "mal-entendido", a companhia trabalha para restabelecer o acesso aos dois modelos de inteligência artificial o mais breve possível.

A empresa de inteligência artificial Anthropic anunciou nesta sexta-feira (12) a suspensão global de dois de seus modelos mais recentes, o Fable 5 e o Mythos 5, após receber uma determinação do governo dos Estados Unidos baseada em questões de "segurança nacional".

Segundo a companhia, a ordem impede que qualquer cidadão estrangeiro tenha acesso aos sistemas, independentemente de estar dentro ou fora dos EUA. A restrição também se aplica a funcionários estrangeiros da própria Anthropic.

Diante da abrangência da medida, a empresa decidiu desativar imediatamente os dois modelos para todos os usuários.

Em comunicado, afirmou que "o efeito dessa ordem é que precisamos desativar imediatamente o Fable 5 e o Mythos 5 para todos os nossos usuários, a fim de garantir o cumprimento" da determinação. Os demais sistemas da companhia seguem disponíveis normalmente.

A decisão está entre as medidas mais amplas já adotadas pelo governo americano para restringir o acesso a ferramentas avançadas de inteligência artificial.

Ela foi anunciada apenas alguns dias após o lançamento público do Fable 5 e cerca de dez dias depois de o presidente Donald Trump assinar uma ordem executiva que cria mecanismos para avaliar possíveis riscos à segurança nacional antes da divulgação de novos sistemas de IA.

Embora tenha cumprido a determinação, a Anthropic questionou a forma como o processo foi conduzido. Segundo a empresa, a diretiva foi recebida na tarde de sexta-feira e não apresentava informações detalhadas sobre quais seriam os riscos identificados pelas autoridades.

A companhia afirmou acreditar que a preocupação do governo esteja relacionada a uma possível forma de contornar algumas das barreiras de segurança do Fable 5.

Após analisar a demonstração apresentada pelas autoridades, a empresa concluiu que a técnica apontada permitia identificar apenas um número limitado de falhas já conhecidas e que capacidades semelhantes podem ser encontradas em outros sistemas disponíveis no mercado.

A Anthropic também informou que submeteu o Fable 5 a uma série de testes antes do lançamento, em parceria com órgãos governamentais, organizações independentes e equipes internas. De acordo com a empresa, os resultados indicaram que as proteções adotadas no modelo são mais eficazes do que as utilizadas em versões anteriores.

No comunicado, a companhia afirmou discordar da retirada de um produto amplamente disponibilizado ao público com base em um método específico de contornar suas proteções.

"Acreditamos que o governo deveria ter a capacidade de bloquear implantações inseguras, como parte de um processo legal transparente, justo, claro e fundamentado em fatos técnicos", declarou. "Esta ação não está em conformidade com esses princípios."

A empresa classificou o episódio como um "mal-entendido" e disse estar trabalhando para restabelecer o acesso aos dois modelos "o mais breve possível".

Até o momento, o governo americano não divulgou detalhes adicionais sobre as preocupações que motivaram a restrição.

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TCU cria penduricalho que pode elevar salários de servidores em até 15%; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 18:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,266-0,95%Euro ComercialR$ 5,857-0,85%Euro TurismoR$ 6,109-0,9%B3Ibovespa171.133 pts-0,21%Oferecido por

O TCU criou uma gratificação para servidores em cargos de chefia e assessoria que realizam atividades de alta complexidade técnica e fiscalização.

O novo adicional poderá elevar em até 15% a remuneração dos funcionários contemplados, mas o tribunal não detalhou quantos servidores serão beneficiados.

A portaria foi assinada pelo presidente Vital do Rêgo e pelo vice Jorge Oliveira, sendo publicada no boletim interno na última quinta-feira, dia 11.

Como justificativa, o órgão apontou o alto volume de trabalho, que inclui fiscalizar anualmente cerca de R$ 16,4 trilhões sob a ótica patrimonial.

O Tribunal de Contas da União (TCU) criou uma gratificação para servidores que ocupam funções de direção, chefia e assessoramento e desempenham atividades classificadas como de alta complexidade técnica, de fiscalização e de gestão institucional.

Em nota, o TCU afirmou que a gratificação alcançará um "número restrito de servidores" e que o impacto financeiro da medida está compatível com as dotações orçamentárias aprovadas para o órgão. A Corte não detalhou, no entanto, quantos servidores serão contemplados.

A medida foi formalizada em ato publicado no boletim interno do tribunal nessa quinta-feira (11), assinado pelo presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, e pelo vice-presidente, ministro Jorge Oliveira.

Segundo o TCU, a gratificação foi instituída nos mesmos moldes de medidas implementadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).

Na justificativa da criação da Gratificação por Atuação de Alta Complexidade Técnica, de Fiscalização e de Gestão Institucional (GAAC), os ministros afirmam que o tribunal lida com um elevado volume de trabalho e que recebe, em média, cerca de 6 mil processos por ano e aprecia aproximadamente 80 mil atos de pessoal para fins de registro a cada exercício.

De acordo com a portaria, o tribunal acompanha, anualmente, cerca de R$ 16,4 trilhões sob a ótica patrimonial, que considera bens, direitos e obrigações, e R$ 7 trilhões na perspectiva orçamentária, relacionada às receitas arrecadadas e às despesas empenhadas.

"A GAAC possui natureza estritamente indenizatória e não integrará o vencimento ou a remuneração do cargo efetivo, tampouco comporá a base de cálculo para fins previdenciários ou para a apuração de quaisquer outros adicionais e gratificações", diz trecho da portaria.

"O TCU esclarece, ainda, que a instituição da gratificação decorre de ato administrativo editado no exercício de sua competência constitucional e em consonância com práticas recentemente adotadas por outros órgãos de cúpula do sistema de Justiça", completou o tribunal, em nota.

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MrBeast bate recorde e supera 500 milhões de inscritos; conheça o maior youtuber do planeta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 15:53

Tecnologia MrBeast bate recorde e supera 500 milhões de inscritos; conheça o maior youtuber do planeta Jimmy Donaldson (MrBeast) é conhecido por promover desafios envolvendo dinheiro. Por Redação g1

MrBeast, maior youtuber do mundo, alcançou um marco inédito nesta sexta-feira (12) ao se tornar o primeiro criador de conteúdo individual a ultrapassar a marca de 500 milhões de inscritos na plataforma.

Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast, se tornou famoso por produzir vídeos com desafios que envolvem grandes quantias de dinheiro e por investir valores milionários em suas gravações, que frequentemente misturam entretenimento e ações de impacto social.

MrBeast ganhou projeção ao reinvestir praticamente tudo o que ganha na produção de novos conteúdos. Entre seus vídeos mais populares está a recriação, na vida real, da série Round 6, com prêmio de US$ 456 mil. Ele também já gravou conteúdos com celebridades como Cristiano Ronaldo.

Um de seus vídeos, ele chamou atenção por ter sido gravado na Ilha das Cobras, no litoral de São Paulo, considerada uma das áreas mais perigosas do mundo devido à grande concentração de serpentes venenosas.

Durante a filmagem, MrBeast e sua equipe passaram uma noite no local e usaram equipamentos de proteção para evitar ataques das cobras.

Além do YouTube, MrBeast expandiu seus negócios para outras áreas. No Brasil, lançou a hamburgueria MrBeast Burger, que opera apenas por delivery em algumas cidades, com preços populares. A marca surgiu nos EUA em 2020 e se espalhou para mais de 1.700 pontos de venda no mundo.

O influenciador também criou o reality show Beast Games, exibido no Prime Video, que reuniu mil participantes disputando um prêmio de US$ 5 milhões.

O programa, porém, é alvo de processos judiciais movidos por participantes, que alegam terem sido submetidos a condições inadequadas e a um ambiente marcado por misoginia e sexismo.

Em abril deste ano, uma brasileira afirmou ter sofrido assédio sexual e moral durante o período em que trabalhou na empresa do youtuber na empresa do youtuber, a MrBeast Industries. Lorrayne Mavromatis expôs o caso em um vídeo publicado em seu Instagram.

"Eu era uma das poucas mulheres no alto escalão executivo e, muitas vezes, a única mulher na sala. Quando eu dava uma ideia, era chamada de burra, apenas para ficar ali e assistir um homem dizer exatamente a mesma coisa noventa segundos depois e receber uma rodada de aplausos", relatou ela.

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Ações da SpaceX disparam quase 30% na estreia com procura acima do esperado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 15:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,061-0,8%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,860-0,81%Euro TurismoR$ 6,118-0,75%B3Ibovespa171.196 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,061-0,8%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,860-0,81%Euro TurismoR$ 6,118-0,75%B3Ibovespa171.196 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,061-0,8%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,860-0,81%Euro TurismoR$ 6,118-0,75%B3Ibovespa171.196 pts-0,18%Oferecido por

As ações da SpaceX disparavam quase 30% em sua estreia na Nasdaq nesta sexta-feira (12), sendo negociadas a US$ 173,65 (R$ 893,92) perto das 14h50.

A empresa de Elon Musk chegou à bolsa após precificar seu IPO em US$ 135 por ação e captar cerca de US$ 75 bilhões (R$ 386,1 bilhões). Mas, antes mesmo do início das negociações, os sinais de interesse já chamavam atenção em Wall Street.

Segundo informações da Bloomberg, investidores de varejo — pessoas físicas — enviaram mais de US$ 70 bilhões em pedidos para participar da oferta.

A expectativa era de que esse grupo recebesse pelo menos 20% das ações distribuídas no IPO. Ainda assim, a procura superou com folga a quantidade de papéis disponíveis.

▶️ Na prática, isso significa que muitos investidores receberam menos ações do que solicitaram ou ficaram completamente de fora da oferta. Parte dessa demanda migrou para o mercado aberto assim que as negociações começaram, aumentando a procura pelos papéis e ajudando a impulsionar as cotações.

A lógica é simples: quando há mais compradores do que ações disponíveis, os preços tendem a subir até que oferta e demanda encontrem um ponto de equilíbrio.

▶️ Embora tenha encerrado 2025 com receita próxima de US$ 18,7 bilhões e prejuízo líquido de cerca de US$ 4,9 bilhões, a empresa é vista por muitos investidores menos pelos resultados atuais e mais pelo potencial de crescimento de seus negócios.

Hoje, a SpaceX reúne atividades que vão além dos lançamentos espaciais. A empresa controla a rede de internet via satélite Starlink, atua em projetos ligados à inteligência artificial por meio da xAI e desenvolve o Starship, foguete considerado peça central de seus planos para reduzir os custos de acesso ao espaço.

Logos da Tesla, Neuralink, SpaceX, The Boring Company e SolarCity aparecem em frente à foto de Elon Musk — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo

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O que é liquidação extrajudicial, termo usado em e-mail enviado por engano pelo Nubank

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,859-0,83%Euro TurismoR$ 6,117-0,78%B3Ibovespa171.326 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,859-0,83%Euro TurismoR$ 6,117-0,78%B3Ibovespa171.326 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,062-0,77%Dólar TurismoR$ 5,273-0,82%Euro ComercialR$ 5,859-0,83%Euro TurismoR$ 6,117-0,78%B3Ibovespa171.326 pts-0,1%Oferecido por

Logotipo de Nubank na sede do banco em São Paulo, Brasil, 19 de junho de 2018 — Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Alguns clientes do Nubank receberam, nesta sexta-feira (12), e-mails informando sobre uma suposta liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central (BC).

Uma liquidação extrajudicial é uma medida aplicada a instituições financeiras em situação de insolvência ou com graves problemas financeiros. O objetivo é encerrar as atividades da empresa de forma organizada, preservar o patrimônio disponível e garantir o pagamento dos credores.

Quando a liquidação é decretada, a instituição deixa de operar e é retirada do Sistema Financeiro Nacional. A partir desse momento, suas atividades são interrompidas e todas as dívidas e obrigações passam a ser consideradas vencidas.

Os bens e recursos da instituição são então utilizados para quitar, na medida do possível, os débitos com credores, seguindo a ordem de prioridade prevista na legislação.

Nesses casos, clientes que tenham até R$ 250 mil em investimentos contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade que funciona como uma espécie de seguro para correntistas, poupadores e investidores. O fundo garante o ressarcimento de aplicações financeiras até os limites estabelecidos pelas regras da instituição.

O g1 teve acesso a um dos e-mails enviados a partir de um domínio oficial da empresa. Na mensagem, o Nubank informava que o BC havia determinado a liquidação da instituição e que "o ativo deste emissor sairá de circulação definitivamente". O texto orientava os clientes a solicitar o ressarcimento de valores de até R$ 250 mil ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Procurado, o Nubank afirmou que "lamenta o envio indevido de uma mensagem a clientes" e informou que o episódio decorreu de um erro operacional pontual, que está sendo investigado internamente.

"O caso não tem qualquer relação com a segurança da plataforma, a proteção das informações dos clientes ou a solidez da companhia. As operações do Nubank seguem normalmente, com segurança e estabilidade", diz a nota enviada pelo banco.

O g1 também procurou o Banco Central, que afirmou que não procede a informação de que a instituição tenha decretado a liquidação extrajudicial do Nubank. O FGC não respondeu.

Nas redes sociais, clientes do banco relataram estranheza com a mensagem recebida. Veja abaixo algumas das publicações.

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Como cultivar gengibre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 13:44

GLOBO RURAL Como cultivar gengibre Material gratuito traz orientações sobre preparo do solo, plantio das mudas e os principais cuidados com a lavoura. Por Globo Rural

Ednildo Torres, de Camaçari (BA), quer começar a cultivar gengibre e procurou o Globo Rural em busca de orientações sobre o plantio.

Para ajudar o produtor, a recomendação é consultar uma publicação do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), que reúne informações sobre a cultura.

No capítulo 2 do material, é possível encontrar orientações sobre preparo do solo, plantio das mudas e os principais cuidados com a lavoura.

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