RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Reforma tributária: empresas de pequeno porte devem optar até setembro entre Simples e novo regime; decisão vale para 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) publicou resolução que determina que as empresas do Simples Nacional, ou seja, que faturam até R$ 4,8 milhões por ano, terão de escolher, até o fim de setembro deste ano, entre permanecer no sistema simplificado ou migrar para o novo regime. As mudanças valem para o ano de 2027.

Se optarem por sair do Simples, as empresas de pequeno porte poderão realizar o abatimento, no novo regime (conhecido como híbrido) de impostos pagos em etapas anteriores da produção.

Atualmente, a maioria das vendas do Simples não transfere crédito, o que mudará, caso as empresas realizem a opção pelo novo sistema.

➡️A possibilidade de optar pelo novo regime é fruto da aprovação da reforma tributária sobre o consumo em 2024, cujo texto foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ano passado.

A reforma prevê o fim do Programa de Integração Social (PIS), Da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para grande parte dos produtos em 2027, e sua substituição pela CBS do governo federal, um imposto sobre valor agregado.

A necessidade de adesão ou não ao Simples até setembro representa uma antecipação em relação ao calendário tradicional, que permite a opção até o fim de janeiro de cada ano.

"A definição prévia dos prazos permite que as empresas realizem planejamento tributário adequado, considerando os impactos do novo modelo, especialmente em um contexto de transição estrutural", diz o CGSN.

➡️Os microempreendedores individuais não sofrerão alterações, ou seja, eles não terão de realizar a opção (pois nada muda para eles). O MEI responde por cerca de 60% das empresas do Simples Nacional.

"A resolução não se aplica à opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais (SIMEI), mantendo-se, para o microempreendedor individual, as regras específicas já previstas em normas próprias", diz o Comitê Gestor do Simples Nacional.

De acordo com a resolução do Comitê Gestor, a opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 deverá ser formalizada entre 1º e 30 de setembro de 2026, por meio do Portal do Simples Nacional, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.Pela norma, a opção pelo Simples Nacional poderá ser cancelada em "caráter irretratável" até o último dia de novembro de 2026 "garantindo margem de decisão diante de alterações no faturamento ou no enquadramento societário".Caso a solicitação seja indeferida, a empresa terá prazo de até 30 dias para "regularizar pendências impeditivas, inclusive débitos tributários, contados da ciência do termo de indeferimento". Regularizadas as pendências nesse prazo, o indeferimento será cancelado e a opção deferida, acrescenta o Comitê.A resolução também regulamenta a opção pela apuração e recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, o que deverá ser feito também até o fim de setembro deste ano, e será aplicável exclusivamente ao período de janeiro a junho de 2027.A opção pelo regime regular do IBS e da CBS também poderá ser cancelada de forma irretratável até o último dia de novembro de 2026, de acordo com a resolução publicada nesta sexta-feira.

Analistas ouvidos pelo g1 no ano passado avaliaram que as regras criadas na reforma tributária, com o uso dos chamados créditos tributários por quem optar pelo novo regime, tende a trazer desafios para esses empreendedores, tais como:

necessidade de uma melhor organização da contabilidade, pois será necessário um detalhamento maior nas notas fiscais;atenção à cadeia de fornecimento, pois impostos não pagos em cadeias anteriores não poderão ser abatidos;impossibilidade de atrasar o recolhimento dos impostos, no caso de pagamentos eletrônicos, por conta do super sistema da Receita Federal, que está em fase de testes.

👉🏽 Ex-integrantes da equipe econômica governo federal afirmaram, por sua vez, que o novo método de tributação, com uso de créditos tributários, será vantajoso "na grande maioria dos casos" em relação ao sistema atual para as empresas do Simples Nacional que operam vendendo para outras empresas.

Para aquelas cuja inscrição no CNPJ ocorra entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026, não se aplica a sistemática excepcional dos prazos mencionados anteriormente.

Nesses casos, a opção realizada no ato da inscrição no CNPJ pelo Simples Nacional e pela apuração do IBS e da CBS pelo regime regular:

produzirá efeitos, quanto ao Simples Nacional, a partir da data de inscrição e para todo o ano-calendário de 2027; eproduzirá efeitos, quanto ao IBS e à CBS, para os meses de janeiro a junho de 2027.

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Após a morte do fundador, OnlyFans busca novo investidor em acordo bilionário

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 17/04/2026 10:09

Tecnologia Após a morte do fundador, OnlyFans busca novo investidor em acordo bilionário A plataforma de conteúdo adulto está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões. Por Redação g1 — São Paulo

OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões.

A companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco.

A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky.

A plataforma de conteúdo adulto OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões).

Segundo o Financial Times, a companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco.

A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky. O empresário ucraniano-americano, bilionário, faleceu no mês passado, aos 43 anos, vítima de câncer.

De acordo com a reportagem, o interesse do OnlyFans na Architect Capital está ligado à experiência da gestora no setor de serviços financeiros.

A plataforma britânica avalia ampliar sua atuação e oferecer produtos bancários aos criadores de conteúdo por conta das dificuldades para acessar serviços tradicionais devido à natureza de seu trabalho.

🔎O OnlyFans mantém uma política rígida de acesso, restrita a maiores de 18 anos. Dados mais recentes da Felix International, empresa controladora da plataforma, indicam que o site conta com cerca de 4,6 milhões de criadores cadastrados, que recebem 80% das receitas geradas por assinaturas, enquanto a empresa fica com 20%.

A ascensão do OnlyFans começou com um modelo genérico de assinaturas, mas a plataforma ganhou escala ao focar no conteúdo adulto e oferecer comissões mais atrativas — 80% da receita fica com os criadores.

O formato atraiu influenciadores e acelerou o crescimento, especialmente durante a pandemia, quando aumentou a busca por renda online.

Em poucos anos, a base de usuários saltou de milhões para centenas de milhões, atingindo 377 milhões de fãs e 4,6 milhões de criadores em 2024.

O sucesso do modelo também influenciou outras redes sociais, como Instagram e X, a adotarem ferramentas de conteúdo pago.

Hoje, a plataforma movimenta bilhões em assinaturas e permite que usuários comprem conteúdos e interajam diretamente com os criadores.

No ano encerrado em 30 de novembro de 2024, a empresa registrou receita de US$ 1,4 bilhão e lucro antes de impostos de US$ 684 milhões, alta de 4% na comparação anual. No mesmo período, os pagamentos aos criadores somaram US$ 7,2 bilhões, avanço de quase 10%.

Caso avance a negociação para venda de uma participação minoritária, o controle da empresa deve permanecer com o fundo familiar que detém as ações de Leonid Radvinsky.

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FMI retoma relações com Venezuela após seis anos de suspensão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 08:20

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quinta-feira (16) a retomada das relações com a Venezuela, suspensas há mais de seis anos por impasses sobre o reconhecimento do governo.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que o fundo voltou a lidar com o país sob a administração da presidente interina Delcy Rodríguez. O FMI já havia indicado em março que retomaria o diálogo, começando pela coleta de dados econômicos básicos.

Os investidores apostaram alto nos títulos da Venezuela na esperança de que a mudança de governo possa viabilizar uma reestruturação da dívida — algo que normalmente é sustentado por um novo programa de empréstimos do FMI — e os dados que a acompanham sobre qual nível de endividamento é sustentável para um país.

A retomada das relações ocorre após a queda do governo de Nicolás Maduro, em janeiro, em uma operação apoiada pelos Estados Unidos. Desde então, o governo do presidente Donald Trump tem trabalhado com Rodríguez e busca ampliar a presença americana nos setores de petróleo e mineração da Venezuela.

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Inteligência artificial ajuda restaurantes a economizar até R$ 20 mil com gestão de estoque

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 17/04/2026 06:05

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Inteligência artificial ajuda restaurantes a economizar até R$ 20 mil com gestão de estoque Plataforma cruza dados de consumo, indica compras e promete reduzir desperdícios em pequenos negócios. Por Pegn — São Paulo

Startup brasileira desenvolveu uma ferramenta de inteligência artificial que promete otimizar a gestão de insumos em restaurantes.

A solução surgiu da experiência prática dos próprios fundadores. Um deles, dono de restaurante há cerca de dez anos, enfrentava dificuldades no controle de estoque.

A ferramenta funciona como um assistente virtual e pode ser acessada por celular, tablet ou computador.

A IA cruza esses dados com o histórico do negócio para indicar o consumo médio, sugerir compras e evitar desperdícios.

A inteligência artificial já faz parte da rotina dos empreendedores. Dados do Sebrae apontam, por exemplo, que 44% dos pequenos negócios já utilizam essas ferramentas de diversas formas, como organizar informações, analisar dados e tornar os processos mais rápidos e seguros.

Foi pensando nas principais dificuldades de quem empreende no setor de alimentação que os sócios Lucas Brouck e Vinícius Zenorini criaram uma startup de inteligência artificial para restaurantes, focada em um dos pontos mais críticos do negócio: a gestão de estoque.

A ideia surgiu a partir da experiência prática dos próprios fundadores. Brouck, dono de restaurante há dez anos, enfrentava dificuldades no controle de estoque, principalmente devido à grande quantidade de produtos e à necessidade de acompanhar prazos de validade, consumo e reposição.

“Você precisa gerir a validade, comprar com mais precisão e fazer a contagem dos produtos. São muitos processos quase mecânicos”, diz o empreendedor.

A ferramenta funciona como uma assistente virtual e pode ser acessada por celular, tablet ou computador. O usuário pode enviar mensagens de texto, áudios, fotos ou até notas fiscais para registrar entradas e saídas de produtos.

“Normalmente, as compras são feitas no feeling. Isso gera desperdício ou dinheiro parado”, afirma Vinícius Zenorini, um dos sócios da startup. Segundo ele, clientes da plataforma relatam economia de até R$ 20 mil após a adoção do sistema.

A IA cruza os dados fornecidos com o histórico do negócio para indicar o consumo médio, sugerir compras e ajudar a evitar desperdícios. Além disso, o sistema é capaz de responder a perguntas em tempo real.

➡️ Um exemplo: ao consultar se há insumos suficientes para produzir determinado prato, a ferramenta analisa o estoque disponível e indica se é necessário comprar mais ingredientes.

Antes de adotar a tecnologia, muitos empreendedores ainda faziam o controle manual ou em planilhas — um processo mais sujeito a erros. Foi o caso da empresária Daniella Almeida, que administra uma pastelaria na zona leste de São Paulo.

“Já tivemos perdas por falta de controle de validade, principalmente de insumos frescos, como tomate e ovo. Também perdemos produtos caros”, relata.

Com a implementação da inteligência artificial, a rotina mudou. Hoje, ela consegue registrar produtos apenas tirando fotos ou enviando mensagens de áudio, além de acompanhar, em tempo real, o estoque e o ciclo de compras.

“Eu tenho as informações na palma da mão. Consigo prever gastos, negociar melhor com fornecedores e comprar exatamente o que preciso para a semana”, diz.

A primeira versão da plataforma levou cerca de seis meses para ser desenvolvida e foi lançada em 2023. Desde então, a startup reúne cerca de 8 mil negócios cadastrados e atende mais de 1.500 clientes diariamente.

O modelo de negócio é baseado em assinaturas, com planos mensais a partir de R$ 119, que variam de acordo com o número de usuários.

Segundo os fundadores, o principal desafio foi criar uma solução acessível para pequenos e médios empreendedores — tanto em usabilidade quanto em custo.

Para especialistas e empreendedores do setor, a gestão eficiente da cadeia de suprimentos pode ser determinante para o sucesso do negócio.

“Quando você entende o estoque, melhora toda a operação”, afirma Brouck. A expectativa dos criadores é que a ferramenta evolua e funcione também como uma espécie de guia de gestão, ajudando empresários a profissionalizar seus negócios.

Em um setor marcado por margens apertadas e alta competitividade, o uso de inteligência artificial pode deixar de ser diferencial e se tornar uma necessidade — especialmente para quem busca reduzir desperdícios e aumentar a eficiência.

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Taxa das blusinhas: governo reacende debate em torno do imposto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 04:46

Política Taxa das blusinhas: governo reacende debate em torno do imposto A menos de seis meses das eleições, representantes da ala política passaram a defender a revogação da taxação. Os ministérios da Fazenda e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) são contra o fim da tributação. Por Alexandro Martello, Isabella Calzolari

De janeiro a março deste ano, o governo federal arrecadou R$ 1,28 bilhão com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada 'taxa das blusinhas'. 

De acordo com a Receita Federal, o número representa um avanço de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação com o imposto somou R$ 1,05 bilhão.

Se por um lado a medida tem ajudado na arrecadação federal, por outro ela tem resultado em prejuízo aos Correios e em preocupação na ala política do governo.

Após intenso debate e recuos, a taxação das compras internacionais de até US$ 50 foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho de 2024.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança. 

Até então, elas eram isentas. Mas o aumento da taxação era um pleito da indústria nacional para garantir condições de igualdade no comércio exterior.  

O então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi a público repetidas vezes dizer que a taxação das compras online não traria impactos aos consumidores. 

A menos de seis meses das eleições, o presidente Lula e representantes da ala política do governo federal passaram a defender a revogação da taxação. 

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), disse em café com jornalistas nesta quinta-feira (16) que achava "uma boa" revogar a medida. "Minha opinião se eu for consultado", disse o ministro.

Os ministérios da Fazenda e o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) são contra o fim da taxa das blusinhas.

Geraldo Alckmin, que até o mês passado estava à frente do Mdic, defendeu o imposto e disse que não há decisão do governo sobre revogar o imposto.

Empresários e trabalhadores de 67 associações chegaram a enviar um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em protesto contra o possível fim da "taxa das blusinhas". 

"Nossa posição é clara: igualdade tributária e regulatória. Não faz sentido incentivar a importação de produtos que já são bastante subsidiados em seus países de origem, notadamente China, e prejudicar a produção, os investimentos, empregos e a geração de empregos no Brasil", diz Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).

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Custo maior que voo comercial, baixa ocupação, passageiros: veja falhas em uso de aviões da FAB por autoridades indicadas pelo TCU

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 04:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas no uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) por autoridades dos Três Poderes. Entre os problemas apontados estão:

identificação incompleta de passageiros;voos com baixa ocupação; e ausência de justificativas formais para a utilização de voos oficiais em substituição à aviação comercial.

✈️ A análise dos técnicos abrangeu o período de março de 2020 a julho de 2024 e analisou 7.491 registros de voos feitos por aviões da FAB.

Desse total, 266 foram realizados por autoridades. Segundo o TCU, 66 desses voos não possui registro disponível ou não foi localizado.

📈 Nos 194 casos analisados, não houve qualquer avaliação formal que justificasse o uso da aviação oficial em detrimento da comercial, ponto considerado essencial diante do maior custo dos voos da FAB.

📝 A auditoria também identificou falhas documentais. Em 29 dos 194 requerimentos, não foi informada a finalidade da missão nem apresentadas agendas oficiais correspondentes.

Em cerca de 70% dos casos houve problemas na identificação dos passageiros, seja por nomes incompletos, ausência de cargos ou falta de documentos oficiais, em desacordo com as normas vigentes.

💰 A auditoria também calculou os custos de cada passagem aérea individual da FAB. Os dados levaram em consideração o ano de 2024, segundo os auditores, foi o único ano que a FAB forneceu a identificação, com documentos comprobatórios dos custos.

Para o período de 2020 a 2023, a FAB informou apenas a quantidade de passageiros embarcados sem maiores evidências.

💵 Em 2024, o custo de cada passagem aérea individual da FAB foi, em média, 6,4 vezes mais alto do que o equivalente na aviação comercial. Em um terço dos voos, o custo individual superou em mais de 20 vezes o da alternativa comercial.

"No consolidado, se considerados todos os voos em que foi possível obter o índice comparativo de custos, no total de 884 (76% do total), a economia estimada aos cofres públicos, caso utilizada a aviação comercial, seria de R$ 36.1 milhões no período compreendido entre janeiro e julho de 2024 (7 meses). Se utilizado o valor apurado acima e feita uma projeção para a economia estimada no período de 1 ano, o valor chegaria a R$ 81.6 milhões", destacam os técnicos.

Entre 2020 e julho de 2024, foram identificados 111 voos com apenas um passageiro a bordo e 1.585 viagens, 21% do total, com até cinco ocupantes, número inferior à capacidade mínima das aeronaves da FAB, que comportam ao menos oito pessoas. Considerando todos os voos e modelos utilizados, a taxa média de ocupação foi de 55%.

Na quarta-feira (15), o TCU analisou os achados da auditoria e determinou que a Casa Civil, o Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica elaborem um plano de ação conjunto para reformular a estrutura regulatória do emprego de aeronaves da FAB para o transporte de autoridades em 30 dias.

De acordo com o TCU, as medidas que estarão no plano deverão ser adotadas no prazo de até 180 dias.

Algumas das determinações que os órgãos deverão estabelecer critérios objetivos que deverão ser seguidos nos pedidos de uso de aeronaves da FAB:

demonstrar a efetiva necessidade do emprego da FAB e não da aviação comercial;demonstração da necessidade de presença dos membros da comitiva para o cumprimento da agenda da autoridade;identificação dos passageiros, com descrição dos cargos e CPF;demonstração do risco para a segurança da autoridade em voo comercial.

vice-presidente da República;presidentes do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal;ministros de Estado; ecomandantes das Forças Armadas e o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

Além disso, o ministro da Defesa poderá autorizar o transporte aéreo de outras autoridades, nacionais ou estrangeiras.

por motivo de emergência médica, por meio de documento assinado por profissional de saúde;por motivo de segurança, por meio de justificativa que fundamente a necessidade de segurança, a exceção é o vice-presidente, em que presume-se uma situação de risco permanente; epor motivo de viagem a serviço, por meio de registro em agenda oficial da atividade da qual a autoridade solicitante participará.

No atendimento de situações de mesma prioridade, quando não houver possibilidade de compartilhamento de aeronave, é observada a seguinte ordem de precedência:

vice-presidente da República, presidente do Senado Federal, presidente da Câmara dos Deputados e presidente do Supremo Tribunal Federal; eministros de Estado.

A regra determina que, sempre que possível, a aeronave da FAB deverá compartilhada por mais de uma das autoridades se o intervalo entre os voos para o mesmo destino for inferior a duas horas.

Nesses casos, o horário de partida do voo será ajustado de acordo com a necessidade da autoridade de maior gradação na ordem precedência.

A autoridade solicita o voo é responsável por analisar a efetiva necessidade da utilização de aeronave da FAB em substituição a voos comerciais.

registro das datas, dos horários e dos destinos de sua viagem;registro do motivo da viagem, abrangido dentre as hipóteses previstas no caput do art. 3º;comprovação da situação que motivou a viagem; eo registro daqueles que acompanharam a autoridade na viagem.

A comitiva que acompanha a autoridade na aeronave deve ter estrita ligação com a agenda a ser cumprida, exceto nos casos de emergência médica ou de segurança.

É entendido como motivo de segurança o uso de aviões da FAB o deslocamento ao local de residência permanente das autoridades.

As autoridades que solicitam os voos são responsáveis pelo preenchimento das vagas remanescentes na aeronave, quando existirem vagas disponíveis além daquelas ocupadas pelas autoridades que compartilharem o voo e por suas comitivas.

As regras não se aplicam ao presidente da República, às comitivas presidenciais ou às equipes de apoio às viagens presidenciais.

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Imposto de Renda 2026: como declarar renda de MEI, autônomos e informais

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 17/04/2026 04:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: como declarar renda de MEI, autônomos e informais Entenda quem entra na regra, como calcular a renda tributável e quais cuidados ajudam a evitar problemas com a Receita Federal. Por Redação g1 — São Paulo

Profissionais autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores informais que tiveram rendimento tributável acima de R$ 35.584,00 no ano passado precisam entregar a declaração do Imposto de Renda 2026.

O prazo se estende até 29 de maio. A entrega após essa data implica multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Além disso, contribuintes que deixarem de enviar a declaração podem ter o acesso ao crédito dificultado e o CPF classificado como irregular pela Receita Federal.

receberam rendimentos isentos ou não tributáveis acima de R$ 200 mil;tiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos;realizaram operações na bolsa acima de R$ 40 mil ou tiveram lucro tributável;possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2025;tiveram receita da atividade rural acima de R$ 177.920,00 ou querem compensar prejuízos;passaram a morar no Brasil em 2025;tiveram rendimentos ou investimentos no exterior.

⚠️ Independentemente da forma de pagamento — PIX, transferência ou dinheiro — toda renda precisa ser informada à Receita Federal.

Microempreendedores individuais que cumprem obrigações como CNPJ também podem ser obrigados a entregar a declaração do Imposto de Renda como pessoa física.

“A Declaração Anual do Simples Nacional para o MEI (DASN-SimeI) informa o faturamento do CNPJ, enquanto o IRPF reúne a renda e o patrimônio da pessoa física, somando tudo o que ela ganhou ao longo do ano”, explica Marcus Reis, analista de atendimento ao cliente do Sebrae.

Assim, o MEI pode ser obrigado a entregar a declaração do Imposto de Renda da pessoa física, a depender do nível de renda tributável alcançado no ano.

Isso ocorre porque nem todo o faturamento do MEI é tributado da mesma forma, e parte dele pode ser considerada isenta. Ainda assim, quando o lucro tributável ultrapassa o limite definido pela Receita Federal, a entrega da declaração se torna obrigatória.

“O MEI com débitos no IRPF pode enfrentar dificuldades para obter certidões negativas de débitos, essenciais para participar de licitações públicas, acessar financiamentos, entre outros”, afirma a head de contabilidade da plataforma MaisMei, Kályta Caetano.

Para saber se precisa declarar, é necessário olhar além do faturamento total e separar o que é isento do que é tributável.

8% do faturamento para comércio, indústria e transporte de cargas;16% para transporte de passageiros;32% para prestação de serviços.

Depois disso, ainda é possível descontar despesas do negócio. O valor restante é considerado lucro tributável.

Na prática, a lógica é simples: nem todo o dinheiro que entra no MEI é automaticamente considerado renda tributável para o Imposto de Renda.

A parcela isenta deve ser declarada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Já o valor tributável deve ser informado em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.

Se o resultado final ficar abaixo do limite de obrigatoriedade e não houver outras fontes de renda, o MEI pode ficar dispensado da entrega da declaração.

Assim como no caso do MEI, quem trabalha por conta própria sem vínculo formal também entra nas regras do Imposto de Renda. É o caso dos autônomos e trabalhadores informais, que muitas vezes lidam com rendas variáveis e diferentes formas de recebimento ao longo do ano.

Nesse grupo estão profissionais como motoristas, pedreiros, pintores, designers, consultores, professores particulares e outros prestadores de serviço que atuam de forma independente.

Apesar da diversidade de atividades, a regra não muda: toda renda recebida precisa ser informada à Receita Federal, independentemente da forma de pagamento ou da regularidade dos ganhos.

Na prática, o que muda para quem trabalha por conta própria é a forma de organizar e declarar os rendimentos, que varia conforme quem fez o pagamento.

Quando o serviço é prestado para empresas, o processo tende a ser mais estruturado. A própria empresa é responsável por fornecer um informe de rendimentos com todos os valores pagos ao longo do ano, além de eventuais retenções de Imposto de Renda e INSS.

Esses dados são informados na ficha de rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica, com identificação do CNPJ da fonte pagadora.

Já quando o pagamento vem de pessoas físicas, a regra exige mais atenção do contribuinte. Nesses casos, é obrigatório o uso do Carnê-Leão, sistema em que os rendimentos são registrados mês a mês.

A partir dessas informações, a Receita Federal calcula o imposto devido com base na tabela progressiva, e o pagamento deve ser feito até o mês seguinte ao recebimento. No fim do ano, os dados são importados automaticamente para a declaração anual, que também exige a identificação do CPF de cada pagador.

Dentro do universo dos trabalhadores autônomos, os profissionais do transporte têm regras próprias de tributação, que diferenciam parte da receita como isenta.

No transporte de passageiros, 40% da receita é considerada isenta, enquanto 60% é tributável. Já no transporte de cargas, o percentual isento é maior: 90% da receita não entra na base de tributação, e apenas 10% é considerado tributável.

Mesmo com essas regras diferenciadas, o Carnê-Leão continua sendo obrigatório para o controle mensal da renda. E um ponto importante: nessas atividades, não é permitido deduzir despesas operacionais.

Se o imposto não for pago ao longo do ano, ele acaba sendo cobrado na declaração anual, com acréscimos de juros e multa.

Embora a tributação siga regras fixas, há formas legais de reduzir o valor do imposto ao longo do ano por meio da dedução de despesas relacionadas à atividade profissional.

Mas, para que essas despesas sejam aceitas, é fundamental comprovar os gastos. Por isso, especialistas recomendam organização constante, com guarda de recibos e uso de controle financeiro como o livro-caixa.

Antes de enviar a declaração, o ideal é reunir toda a documentação com antecedência. Isso ajuda a evitar erros e reduz o risco de cair na malha fina.

Entre os principais documentos estão dados pessoais, informes de rendimentos, registros do Carnê-Leão, livro-caixa, comprovantes de despesas dedutíveis, documentos de bens e direitos e informações bancárias para restituição ou débito automático.

Para MEIs, autônomos e trabalhadores informais, comprovar renda pode ser um desafio em situações como pedidos de crédito ou financiamentos.

Nesses casos, alguns documentos ajudam a demonstrar a regularidade dos ganhos, como extratos bancários, declaração do Imposto de Renda, recibos de prestação de serviços, a Decore emitida por contador e, no caso de MEI, a declaração anual DASN-SIMEI.

A Receita Federal segue ampliando o uso da declaração pré-preenchida, que reúne dados enviados por empresas, bancos e outras instituições financeiras, facilitando o preenchimento e reduzindo erros.

O envio da declaração pode ser feito pelo programa do Imposto de Renda, pelo aplicativo Meu Imposto de Renda ou pelo portal e-CAC.

Quem não cumprir a obrigação pode ter o CPF irregular, enfrentar restrições de crédito e ainda pagar multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

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Como policiais recuperam conversas e arquivos do celular e da nuvem de investigados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 03:18

Tecnologia Como policiais recuperam conversas e arquivos do celular e da nuvem de investigados Peritos podem solicitar dados a empresas de serviço na nuvem, como Apple e Google. Em alguns casos, a investigação recorre a programas de extração e análise de grandes volumes de dados. Por Victor Hugo Silva, g1

Policiais podem recuperar conversas e arquivos apagados de celulares de investigados por meio de análises em serviços na nuvem e de programas que extraem informações de aparelhos.

A megaoperação de quarta-feira (15) que revelou um esquema suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão começou com a análise de arquivos no iCloud.

A análise de arquivos em serviços como iCloud e Google Drive pode acontecer diretamente no celular do investigado, caso o aparelho esteja desbloqueado, ou por meio de ordem judicial para plataformas compartilharem o material.

Os programas conseguem acessar o histórico de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram. E, em alguns casos, recuperam dados apagados pelo dono do aparelho.

Programas como Cellebrite UFED e Magnet Greykey são capazes de extrair muitas informações de celulares — Foto: Altieres Rohr/G1

Policiais podem recuperar conversas e arquivos apagados de celulares de investigados por meio de análises em serviços na nuvem e de programas que extraem informações de aparelhos.

A megaoperação de quarta-feira (15) que revelou um esquema suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão começou com a análise de arquivos no iCloud. Ela permitiu cruzar informações como extratos, conversas e documentos financeiros, segundo a Polícia Federal.

Em outra investigação, a PF identificou mensagens do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, segundo o blog da Andréia Sadi. Costa foi preso pela PF na quinta-feira (16).

Prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo: o que o iCloud armazena e como ele pode revelar a rotina do usuário

A análise de arquivos em serviços como iCloud e Google Drive pode acontecer diretamente no celular do investigado, caso o aparelho esteja desbloqueado, ou por meio de ordem judicial para plataformas compartilharem o material.

Autoridades fizeram 38.290 pedidos de informações de usuários do Google de janeiro a junho de 2025, segundo dados mais recentes divulgados pela empresa. Os dados foram fornecidos em 77% dos casos.

No mesmo período, a Apple recebeu 7.592 pedidos por dados em aparelhos e forneceu informações em 79% dos casos. Houve ainda 3.678 pedidos por dados na nuvem, com informações fornecidas em 81% dos casos.

Policiais com acesso aos celulares também podem usar programas como o israelense Cellebrite UFED e o americano Magnet Greykey, que têm uso restrito e são capazes de contornar mecanismos de bloqueio e extrair muitas informações do dispositivo.

Os programas conseguem acessar o histórico de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram. E, em alguns casos, recuperam dados apagados pelo dono do aparelho.

Isso porque as ferramentas não analisam apenas o que está visível para usuários. Elas se concentram, na verdade, em bancos de dados e outros registros presentes na memória do dispositivo.

A primeira etapa é desbloquear o celular caso ele seja protegido por senha. Isso pode ser simples, se o dono do aparelho fornecer o código, ou exigir o uso de programas de perícia que buscam contornar o bloqueio para extrair os dados.

Caso o programa entre em ação, ele tentará explorar brechas de segurança específicas do modelo de celular. Essas falhas levam tempo para serem descobertas, o que dificulta o processo em aparelhos recentes, explicou Marcos Monteiro, presidente da Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (Apecof).

"Esse mecanismo de desbloqueio funciona literalmente como hackear o celular. Mas o Cellebrite ainda não tem uma forma automatizada de quebrar a senha de um iPhone 17, por exemplo", afirmou ao g1, em referência ao modelo lançado em 2025 pela Apple.

As ferramentas que contornam o bloqueio de celulares são limitadas a especialistas forenses e têm licenças que chegam a custar US$ 50 mil por ano (cerca de R$ 250 mil, na cotação de 16 de abril).

Os programas de extração dos dados costumam rodar em dispositivos que se conectam ao celular por meio de uma conexão USB e identificam o melhor método para obter as informações.

As ferramentas atuam em um nível mais profundo no aparelho, explorando vulnerabilidades em sistemas, e não nos aplicativos.

Cellebrite UFED é o dispositivo que se conecta ao celular para extrair informações como arquivos e mensagens — Foto: Divulgação/Cellebrite

"O tipo de extração vai permitir definir o nível de dados que pode ser organizado", disse Monteiro, da associação de peritos.

extração lógica, que usa o nível do sistema operacional para obter dados como contatos, registros de chamadas e fotos visíveis, por exemplo; extração lógica avançada, que usa privilégios do sistema para extrair ainda mais dados, incluindo bancos de dados de aplicativos e informações temporárias; extração em sistema de arquivos, que alcança arquivos ocultos e registros em código – ela nem sempre pode ser feita porque exige contornar mecanismos de segurança; extração física, que recupera uma quantidade maior de dados, inclusive os que permanecem na memória porque não foram substituídos por informações novas.

"O mesmo celular pode ser submetido a mais de uma extração, isso não é incomum. É importante", disse Monteiro. "Na hora da análise, pode ser que um tipo de extração não tenha trazido a informação que você quer, mas há outro tipo que trouxe".

O ideal é que a extração seja feita o quanto antes porque alguns registros são temporários, explicou ao g1 Wanderson Castilho, perito em segurança digital, em uma reportagem de janeiro de 2026.

"Com algumas ferramentas, é possível 'quebrar' essa senha de um jeito muito mais fácil. Se desligar e ligar, fica mais difícil de quebrar", afirmou.

Com o material bruto, investigadores podem recorrer a programas voltados à análise desse material. A ideia é exibir arquivos ilegíveis em um primeiro momento e organizar grandes volumes de informações.

Um dos mais conhecidos é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), criado por peritos da PF em 2012. Ele permite buscar informações em registros de WhatsApp e Telegram, bem como em outros bancos de dados do aparelho.

O programa pode buscar padrões, como números de CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações.

"O IPED não ignora nada que está no aparelho celular. Ele organiza algumas coisas e, nas que não são organizadas, permite fazer uma consulta um pouco mais avançada", explicou Monteiro.

Ainda segundo o perito, há programas que recuperam mensagens de visualização única. "Para isso, é preciso ler o banco de dados do WhatsApp ou do Telegram, e não acessar o aplicativo no aparelho de celular".

As conversas no WhatsApp têm criptografia de ponta a ponta desde 2016 para impedir interceptações durante o envio de mensagens.

"Antes de uma mensagem sair do seu dispositivo, ela é protegida com um cadeado de criptografia e apenas o destinatário da conversa tem as chaves para abri-lo", explica o aplicativo, em seu site.

O Telegram também oferece essa proteção, mas, por padrão, armazena as conversas em seu servidor. O serviço afirmou ao g1 que, embora faça o melhor para proteger usuários, é impossível garantir a segurança em um dispositivo comprometido.

"Uma vez que a segurança do sistema operacional subjacente é contornada, o invasor essencialmente obtém o mesmo acesso que o proprietário do aparelho", disse o Telegram.

Montagem com os aplicativos de mensagem concorrentes WhatsApp e Telegram — Foto: Divulgação e Carlos Henrique Dias/g1

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Antes de deixar cargo, procurador do DF fez duras ressalvas a empréstimo do governo para salvar BRB; leia trechos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Distrito Federal Antes de deixar cargo, procurador do DF fez duras ressalvas a empréstimo do governo para salvar BRB; leia trechos Dias após documento, Márcio Wanderley pediu exoneração. Parecer aponta possível infração à Lei de Responsabilidade Fiscal e 'confusão' entre papel do BRB e do governo. Por Isabela Camargo, Mateus Rodrigues, TV Globo e g1 DF

O procurador-geral do Distrito Federal, Márcio Wanderley, assinou um duro parecer com uma lista de ressalvas à ideia do governo de pegar um empréstimo bilionário com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para socorrer a crise patrimonial do Banco de Brasília (BRB).

Dias após assinar o documento, Márcio Wanderley pediu para deixar o cargo, como revelou o g1 nesta quarta-feira (15). O parecer teria sido mal recebido pela governadora do DF, Celina Leão (PP), que confrontou o teor das conclusões do órgão.

O g1 e a TV Globo tiveram acesso ao parecer. Nele, a Procuradoria-Geral do DF aponta, entre outros problemas:

risco de infração a pelo menos dois artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF);uma possível "confusão" entre o patrimônio do BRB e o do governo do DF, seu acionista controlador.

➡️ A Câmara Legislativa do Distrito Federal autorizou o governo a usar imóveis públicos como garantia para um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões. Esses imóveis devem compor um fundo imobiliário, que até agora não foi oficializado.

➡️ O governo enviou um pedido inicial ao FGC de R$ 4 bilhões – valor que seria completado com outras ações. Nesta semana, o governo já passou a falar em um empréstimo de R$ 6,6 bilhões. Investidores estimam que o aporte necessário pode ser ainda maior.

O g1 questionou o governo do Distrito Federal sobre o parecer e sobre a saída de Márcio Wanderley, mas não recebeu retorno.

O parecer da Procuradoria-Geral do DF responde a uma consulta feita pelo BRB – que pediu a "análise jurídica" do órgão e a "adoção de providências cabíveis" para formalizar o pedido de empréstimo ao FGC.

Na resposta, a equipe de Márcio Wanderley questionou até a própria legitimidade do BRB para pedir essa análise – já que o banco tem consultoria jurídica própria e não é parte da administração direta.

Em dado momento, o parecer afirma que, se o governo do DF de fato quiser assumir a obrigação contratual de quitar o empréstimo, deverá fazer isso "de forma clara, com indicação dos fundamentos normativos e societários pertinentes".

"[…] recomendando-se, inclusive, a análise meritória sobre a própria capacidade operacional para a celebração da operação de crédito, em atenção aos arts. 32 e 42, ambos da Lei de Responsabilidade Fiscal".

O artigo 32 da Lei de Responsabilidade Fiscal trata dos critérios para que um governo (municipal, distrital, estadual ou federal) contrate um empréstimo. Diz, por exemplo, que é preciso demonstrar o custo-benefício da operação, comprovar interesse econômico e social e atender aos limites legais de envididamento.

➡️ Como o g1 já mostrou, o DF está com nota baixa em gestão fiscal. Dos critérios avaliados, o pior é a "poupança corrente", ou seja, o espaço livre no caixa do governo para fazer investimentos ou pagar empréstimos.

Já o artigo 42 da LRF estabelece uma proibição: os governantes não podem contratar empréstimos nos últimos oito meses do mandato e deixar a fatura para o mandato seguinte.

Ou seja: se celebrar o empréstimo com o FGC a partir de 1º de maio, a legislação determina que Celina Leão deverá quitar a dívida ainda em 2026. Ou, pelo menos, deixar dinheiro suficiente em caixa para a quitação no ano que vem.

➡️ O desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal pode gerar punições ao DF (proibição de celebrar convênios, transferências ou contratos) e aos servidores e gestores envolvidos (que podem ser denunciados por crime de responsabilidade e por improbidade administrativa).

O parecer da Procuradoria-Geral do DF diz ainda que, com base nos documentos enviados pelo BRB, parece haver uma confusão entre o patrimônio e a responsabilidade do banco e o papel do governo do DF como acionista majoritário.

Segundo a análise, não fica claro "quem será, afinal, o sujeito contratante e o efetivo responsável econômico pela despesa".

A PGDF diz que o estatuto do Fundo Garantidor de Créditos até prevê que um empréstimo seja contratado pelo acionista controlador do banco, mas "não autoriza presumir" que o governo "possa figurar, por si só, como requerente, contratante ou responsável direto pelas obrigações acessórias da operação".

O órgão segue indicando ressalvas. Questiona, por exemplo, a contratação de uma "assessoria jurídica" para respaldar a negociação — e a falta de clareza sobre quem pagará esse contrato (BRB ou governo).

"A circunstância de o Distrito Federal deter posição acionária relevante não autoriza, por si só, a confusão entre a esfera patrimonial da companhia e a do ente controlador. Eventual transferência do ônus ao Distrito Federal exigiria base jurídica autônoma, motivação específica, demonstração de interesse público primário, compatibilidade com a disciplina societária, financeira e orçamentária aplicável, além de deliberação institucional idônea. Nada disso consta dos autos."

Frente a tantas inconsistências, a Procuradoria-Geral do DF nem sequer chega a definir uma posição sobre a regularidade do pedido de empréstimo já enviado ao FGC.

"Qualquer pronunciamento desta PGDF […] incorreria em elevado grau de abstração e insegurança, dissociando-se da base fático-documental mínima necessária ao exercício da atividade consultiva", diz o documento.

Nesta quinta-feira (16), o governo Celina Leão anunciou a indicação de Diana de Almeida Ramos como nova chefe da Procuradoria-Geral do DF.

Diana é servidora de carreira do órgão e uma das atuais subprocuradoras-gerais. É, também, próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do irmão dela, Eduardo Torres.

O g1 perguntou ao governo se a indicação de Diana veio da família Bolsonaro, de quem Celina se diz "amiga pessoal", mas não obteve resposta.

A indicação deve ser publicada nesta sexta (17) no Diário Oficial do DF, mas ainda não há data para que Diana Ramos assuma o posto.

Isso, porque o rito prevê que ela passe por sabatina e tenha o nome aprovado no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Com o feriado na próxima terça (22), é possível que esse trâmite só seja concluído no começo de maio.

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Imóveis de até R$ 600 mil e renda de até R$ 13 mil: financiamento do Minha Casa, Minha Vida com novas regras começa na próxima quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal informou que começa, na próxima quarta-feira (22), a operar o financiamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) com as novas regras.

As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e famílias com renda de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa.

Com isso, facilitam a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as mudanças devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis.

A Caixa Econômica Federal informou que começa a operar o financiamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) com as novas regras na próxima quarta-feira (22). As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa, facilitando a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros abaixo dos praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as novas regras devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis. Até então, esse grupo enfrentava restrições maiores, diante de juros elevados e das limitações do MCMV. (leia mais abaixo)

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas.

Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000

📌 Os juros cobrados nos financiamentos dentro do programa aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Dessa forma, a ampliação dos limites beneficiou diretamente famílias que estavam próximas das faixas de corte e que passam a ter acesso a juros menores.

🏠 EXEMPLO 1: Quem tinha renda entre R$ 4.700,01 e R$ 5 mil e se enquadrava na faixa 3 passa agora para a faixa 2. Esse grupo tinha acesso a juros de 8,16% ao ano. Agora, passa a ter taxas de 7% ao ano, explica a advogada Daniele Akamine, especialista em mercado imobiliário.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem tinha renda entre R$ 8.600,01 e R$ 9.600 e se enquadrava na faixa 4 passa agora para a faixa 3. Esse grupo tinha acesso a juros de cerca de 10% ao ano. Agora, passa a ter taxas de até 8,16% ao ano.

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

📌 O valor máximo dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou, o que permite o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas.

🏠 EXEMPLO 1: Quem se enquadra na faixa 3 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 400 mil dentro do programa, um aumento de R$ 50 mil em relação ao limite anterior. Na prática, isso amplia o leque de opções a uma nova prateleira de imóveis.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem se enquadra na faixa 4 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 600 mil dentro do MCMV, um acréscimo de R$ 100 mil em comparação com o limite anterior. O efeito, nesse caso, é semelhante: amplia o acesso a imóveis de padrão mais elevado.

Na prática, as novas regras ampliam a capacidade de compra das famílias, afirma a advogada Daniele Akamine. Antes da atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços dos imóveis.

“Com o mesmo salário, é possível adquirir um imóvel melhor ou exigir uma entrada menor, já que o crédito ficou mais acessível e as taxas dentro do programa são mais baixas", diz.

Segundo o governo, a atualização das faixas inclui cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, afirma que o movimento ocorre em meio a um cenário desafiador para parte da classe média.

🔎 Sem acesso ao MCMV, essas famílias passaram a enfrentar juros elevados no financiamento imobiliário, diante de uma taxa básica (Selic) que permaneceu na casa dos 15% durante boa parte do ano passado. A taxa está agora em 14,75%.

“Pessoas que estavam logo acima da faixa de corte do programa agora passam a ser incluídas, ampliando o acesso da classe média à casa própria”, afirma a especialista.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava, no máximo, famílias da faixa 3, com renda de até R$ 8 mil — limite ampliado para R$ 8,6 mil naquele mês. Em maio, foi criada a faixa 4, estendendo o programa a famílias com renda de até R$ 12 mil, com juros mais altos, mas ainda abaixo dos praticados no mercado.

As mudanças de abril de 2026 ampliaram o alcance do MCMV para rendas de até R$ 13 mil. Na prática, o teto de acesso ao programa saltou de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano.

Ana Castelo, do FGV Ibre, lembra que o MCMV atingiu um novo recorde de contratações em 2025. "Quem realmente sustentou o setor de construção no ano passado foi o programa", diz.

"Vivemos um contexto particularmente difícil para a classe média fora do programa. Foi um ano de bom desempenho nas pontas: no Minha Casa, Minha Vida e no nicho de imóveis de alto padrão — que não depende de financiamento", explica.

"No entanto, a renda média fora do programa sofreu bastante, porque as taxas de financiamento ficaram mais altas."

Dados do Ministério das Cidades, compilados por Ana Castelo, mostram que as contratações da faixa 3 dispararam nos últimos anos e ganharam mais relevância dentro do programa. Veja abaixo:

Condomínio de prédios do programa Minha Casa, Minha Vida em Manaus — Foto: Clóvis Miranda/Semcom/Prefeitura de Manaus/Divulgação

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