RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 3.013: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 21:53

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.013: confira os números sorteados Nenhuma aposta acerta as seis dezenas, e prêmio acumula para R$ 16 milhões. Concurso teve 46 apostas que acertaram cinco dezenas e vão levar R$ 33 mil cada uma. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.013 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (30), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou para R$ 16 milhões.

📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do diaClique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 45 minutos Mega-Sena São PauloPaciente com suspeita de ebola em SP é diagnosticado com meningite

Há 2 horas São Paulo Ebola: o que é doença que causa novo surto? Tire dúvidasHá 2 horasQual é o risco real de o vírus chegar ao Brasil?Há 2 horas6 feridosVídeo mostra correria após tiros em estação do metrô de SP

Há 10 minutos Música Fim do prazoImposto de Renda: Receita recebe mais de 44 milhões de declarações

Há 8 horas Economia Saiba o que fazer se você perdeu o prazo para enviar a declaraçãoHá 8 horasErrou ou entregou declaração incompleta? Saiba como fazer a retificadoraHá 8 horasEm todo o paísINSS realiza mutirão com quase 60 mil perícias para reduzir filas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Colômbia acusa Equador de ‘interferência deliberada’ na eleição presidencial em meio a disputa tarifária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 16:47

Mundo Colômbia acusa Equador de 'interferência deliberada' na eleição presidencial em meio a disputa tarifária O presidente do Equador, Daniel Noboa, disse que removeria tarifas bilaterais após acordo com o candidato de direita Abelardo De La Espriella, opositor do governo de Gustavo Petro. Por Reuters

O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia acusou neste sábado o Equador de "interferência deliberada" na eleição presidencial colombiana de domingo, depois que o presidente do Equador concordou em suspender tarifas comerciais em uma conversa com um candidato presidencial.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, disse na sexta-feira que seu país removeria as tarifas bilaterais em 1º de junho, depois de chegar a um acordo com o candidato presidencial colombiano de direita Abelardo De La Espriella, opositor do governo de Gustavo Petro.

Petro não pode se reeleger para um segundo mandato consecutivo. Ele apoia Iván Cepeda, de esquerda, como sucessor.

Noboa disse no X que a medida seria tomada depois de "confirmar a disposição (de De La Espriella) de promover uma luta real e conjunta contra o narcoterrorismo". Ele também disse que eles haviam concordado com a entrega de criminosos equatorianos que estão na Colômbia.

O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia rejeita "a apresentação enganosa da decisão de remover as tarifas como uma medida de boa fé do governo equatoriano", disse a pasta em nota, embora tenha acrescentado que removeria as medidas adotadas para mitigar as tarifas do Equador.

Os dois países estão envolvidos há meses em uma disputa comercial, com o Equador cobrando tarifas devido ao fracasso da Colômbia em combater o tráfico de drogas ao longo da fronteira de 586km entre os dois países, uma afirmação que o presidente colombiano Gustavo Petro rejeitou.

De La Espriella, um candidato independente, enfrentará o aliado de Petro, Ivan Cepeda, e a senadora de direita Paloma Valencia, entre outros, na eleição de domingo.

Há 41 minutos brasileirão série a São PauloSP monitora caso suspeito de ebola; investigação é preventiva

Há 31 minutos São Paulo Ebola: o que é doença que causa novo surto? Tire dúvidasHá 31 minutosSão PauloCriança e 4 adultos ficam feridos após tiros no metrô de SP

Há 46 minutos São Paulo Algum médico a bordo? 👩‍⚕️​Médica reanima passageira em parada cardíaca em voo

Há 28 minutos São José do Rio Preto e Araçatuba Acidente aéreoPiloto morre em queda de avião de pequeno porte em Nova Iguaçu

Há 4 horas Rio de Janeiro EUA nas eleições brasileirasPCC e CV terroristas: como o ato de Trump afeta a economia do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerra no Oriente Médio: Governo prorroga medidas para combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

Para frear a alta dos combustíveis em função da guerra no Oriente Médio, o governo federal decidiu prorrogar uma série de medidas. Uma delas é uma subvenção de R$ 1,12 por litro de óleo diesel às refinarias nacionais e aos importadores do combustível, que entra em vigor nesta segunda-feira (01).

Custeada com recursos federais, a medida substituirá duas subvenções que se encerram neste domingo (31): a que concedia subsídio de R$ 0,32 por litro de diesel desde 12 de março. E outra, criada em abril, cujo auxílio era de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no país e de R$ 1,20 por litro para o combustível importado, sendo metade financiada pelo governo federal e metade pelos estados e pelo Distrito Federal.

Também a partir de segunda-feira (01) passa a valer uma nova subvenção de R$ 0,35 por litro ao óleo diesel A de uso rodoviário. Na prática, o benefício substitui a desoneração de PIS/Cofins sobre o combustível, que tem o mesmo valor e perde a validade neste domingo.

Segundo o governo, a medida funciona como uma espécie de “cashback” para compensar a retomada da cobrança dos tributos federais sobre o diesel. Com o fim da alíquota reduzida, produtores e importadores voltarão a recolher os impostos, mas receberão uma subvenção equivalente ao valor da tributação.

A estratégia foi adotada após o Congresso Nacional não avançar na análise de um projeto de lei complementar enviado pelo Executivo em abril. A proposta autorizava o uso de receitas extraordinárias geradas pela alta do petróleo para compensar a redução de tributos sobre combustíveis.

Diante da demora na tramitação da matéria, o governo editou, em 13 de maio, uma medida provisória autorizando a concessão de subvenções econômicas a produtores e importadores de combustíveis em valor equivalente aos benefícios tributários que deixariam de vigorar. A iniciativa começou pela gasolina e agora é ampliada para o diesel.

O governo também prorrogou até 31 de julho a subvenção destinada aos produtores e importadores de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. Os recursos federais para a medida foram ampliados de R$ 330 milhões para R$ 660 milhões.

Segundo o Executivo, o montante permitirá conceder um benefício equivalente a R$ 11 por botijão de 13 quilos comercializado no período.

A desoneração dos tributos federais sobre o querosene de aviação e sobre o biodiesel também foram prorrogadas até o dia 31 de julho. 

Há 41 minutos brasileirão série a São PauloSP monitora caso suspeito de ebola; investigação é preventiva

Há 31 minutos São Paulo Ebola: o que é doença que causa novo surto? Tire dúvidasHá 31 minutosSão PauloCriança e 4 adultos ficam feridos após tiros no metrô de SP

Há 45 minutos São Paulo Algum médico a bordo? 👩‍⚕️​Médica reanima passageira em parada cardíaca em voo

Há 28 minutos São José do Rio Preto e Araçatuba Acidente aéreoPiloto morre em queda de avião de pequeno porte em Nova Iguaçu

Há 4 horas Rio de Janeiro EUA nas eleições brasileirasPCC e CV terroristas: como o ato de Trump afeta a economia do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IR: Receita recebe mais de 44 milhões de declarações, diz ministro da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

A Receita Federal encerrou o prazo de entrega do Imposto de Renda 2026 com 44.498.717 declarações recebidas, informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, neste sábado (30).

Em uma postagem nas redes sociais, ele disse que o resultado "reflete o compromisso do contribuinte brasileiro e o amadurecimento do sistema tributário nacional".

Em relação ao quantitativo de pessoas que não entregaram a declaração, a Receita informou que ainda não é possível contabilizar este número pois o resultado é fruto de investigações pontuais realizadas ao longo do declínio de cinco anos.

Quem é obrigado a declarar, mas não enviou o documento em tempo, agora está em dívida com o Leão.

Nesses casos, segundo a Receita Federal, o contribuinte fica sujeito ao pagamento de uma multa por atraso, calculada da seguinte forma:

– Multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, ainda que integralmente pago, até um teto de 20%;

– Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava "obrigado a declarar", mesmo sem imposto a pagar)

A multa começa a contar no primeiro dia seguinte à data limite de entrega e termina sua contagem na da

ta do envio da declaração ou, se não for entregue, na data do lançamento de ofício pela Receita.

De acordo com o Fisco, a recomendação é que o contribuinte regularize sua situação o quanto antes. A declaração em atraso poderá ser entregue somente a partir das 9h de segunda-feira (1º).

O formato para entrega da declaração fora do prazo é o mesmo: o contribuinte deve reunir os mesmos documentos e comprovantes e pode enviar as informações pelos canais disponibilizados pela Receita Federal.

A diferença está na cobrança de multa. Ao transmitir a declaração em atraso, o contribuinte recebe automaticamente uma Notificação de Lançamento de Multa, acompanhada do boleto para pagamento e das orientações necessárias para a quitação do débito.

A multa pela entrega da declaração em atraso é inegociável e seu pagamento deve ser feito por meio da emissão do Documento de Arrecadação das Receitas Federais (Darf).

A Receita normalmente dá um prazo de até 20 dias para o pagamento da multa. Caso os débitos não sejam quitados dentro desse período, é possível a cobrança de juros de mora, calculados com base na taxa básica de juros brasileira, a Selic.

Caso o contribuinte tenha restituição a receber, a multa também poderá ser descontada desse valor, acrescido de juros.

Os valores devidos à Receita Federal — incluindo multas, juros e impostos — podem ser considerados como dívidas e pendências fiscais.

Isso significa que o contribuinte pode ter a inclusão do débito no Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin) e na Dívida Ativa da União. Isso pode trazer, também, uma série de restrições ao CPF, tais como:

– a impossibilidade de realizar matrícula em instituições de ensino, bem como vedação da participação de concursos públicos;

– o score de crédito pode ser impactado negativamente, dificultando ou mesmo impedindo a contratação de produtos e serviços financeiros;

– protesto em cartório e negativação do nome do contribuinte, além de pagamento de custas ao cartório para regularização;

– o impedimento da emissão de Certidão Negativa de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND), requerida por exemplo para financiamento imobiliário, entre outros.

O contribuinte pode consultar sua situação na aba "Situação Fiscal" — documento que atesta a regularidade do contribuinte perante a Receita e que está disponível no e-CAC.

Há 4 horas Política Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 4 horasMundo’Guerra’ da CIA e invasão: o que Trump já fez após classificar grupos como terroristas

Há 4 horas Mundo Por que o Brasil não considera PCC e CV terroristas? Entenda diferença em relação aos EUAHá 4 horasSão PauloCaso suspeito de ebola é acompanhado em SP; investigação é considerada preventiva

Há 1 hora São Paulo Ajuda global é insuficiente para conter ebola no Congo, alertam organizaçõesHá 1 horaSaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 4 horas Mundo SaúdePaciente com leucemia morre sem receber remédio do SUS garantido pela Justiça

Há 4 horas Saúde Até 31 de julhoIsenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel é prorrogada

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercosul e Canadá concluem nova rodada de negociação para acordo comercial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O Mercosul e o governo do Canadá concluíram nesta semana uma nova rodada de negociações visando um acordo comercial entre as partes, disseram os ministérios das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Agricultura em nota conjunta neste sábado (30).

De acordo com o documento, após esta rodada de conversas entre negociadores do Mercosul e do Canadá, que contou com a participação do ministro de Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, cinco capítulos de um futuro acordo avançaram para a etapa de conclusão das negociações.

"O encontro incluiu reuniões presenciais dos grupos técnicos sobre comércio de bens, serviços e serviços financeiros, entrada temporária de pessoas a negócios, regras de origem, propriedade intelectual, salvaguardas bilaterais, desenvolvimento sustentável, comércio inclusivo e temas legais e institucionais", afirma a nota.

Nesta semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, disse que 60% do acordo comercial entre Mercosul e Canadá já está acertado e que as negociações podem ser concluídas ainda neste ano.

O fluxo de comércio entre Brasil e Canadá no ano passado foi de US$10,4 bilhões e as exportações brasileiras para o mercado canadense somaram US$7,3 bilhões, crescimento de 14,8% em relação ao ano anterior e recorde histórico, disse a nota conjunta dos ministérios.

O Canadá é o oitavo principal destino das exportações brasileiras, ainda de acordo com o comunicado das pastas.

"Destacaram-se, entre os principais produtos exportados, minérios de alumínio, níquel e cobre, açúcar, café, aeronaves, além de instalações e equipamentos de engenharia civil", afirma a nota.

O avanço ocorre em meio a expectativas de que o acordo de livre comércio entre o Mercosul — formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai — e o Canadá possa ser concluído ainda em 2026, segundo fontes com conhecimento das negociações.

Há, inclusive, avaliação de que o entendimento possa ser fechado antes de setembro, caso o ritmo atual seja mantido.

Uma nova rodada de negociações já está prevista para o próximo mês, em Brasília, dando continuidade ao processo retomado no ano passado, após período de paralisação desde 2021. Interlocutores classificam o ritmo atual como “acelerado” e dizem que as conversas têm avançado de forma consistente.

Do lado canadense, o interesse em concluir o acordo ainda neste ano também tem sido sinalizado. O ministro de Comércio Internacional, Maninder Sidhu, é descrito por fontes como um dos principais defensores do avanço das tratativas, em um contexto de busca por diversificação de mercados.

Esse movimento ocorre em meio a incertezas no comércio global e à necessidade do Canadá de reduzir sua dependência dos Estados Unidos, seu principal parceiro econômico. Nesse cenário, a América do Sul, especialmente o Brasil, tem ganhado relevância estratégica.

Para o Mercosul, o acordo com o Canadá é visto como uma oportunidade de ampliar o acesso a mercados desenvolvidos e atrair investimentos, sobretudo em setores como mineração e infraestrutura. O bloco também tenta capitalizar o momento após o avanço recente do acordo com a União Europeia.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil nos próximos meses. Embora não haja previsão de anúncio formal durante a visita, a expectativa é de que o encontro ajude a acelerar a conclusão do acordo.

Há 4 horas Política Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 4 horasMundo’Guerra’ da CIA e invasão: o que Trump já fez após classificar grupos como terroristas

Há 4 horas Mundo Por que o Brasil não considera PCC e CV terroristas? Entenda diferença em relação aos EUAHá 4 horasSão PauloCaso suspeito de ebola é acompanhado em SP; investigação é considerada preventiva

Há 1 hora São Paulo Ajuda global é insuficiente para conter ebola no Congo, alertam organizaçõesHá 1 horaSaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 4 horas Mundo SaúdePaciente com leucemia morre sem receber remédio do SUS garantido pela Justiça

Há 4 horas Saúde Até 31 de julhoIsenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel é prorrogada

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo adota medida para manter abatimento no preço do diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O Ministério da Fazenda fixou em R$ 351,50 por metro cúbico o valor da subvenção ao diesel, o que equivale a R$ 0,35 por litro do combustível.

A medida entra em vigor nesta segunda-feira, 1º de junho, beneficiando diretamente produtores e importadores do óleo diesel tipo A por um período inicial de 2 meses.

A iniciativa integra um pacote governamental para conter os reflexos da alta internacional do petróleo no mercado interno, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O novo subsídio visa neutralizar o fim da desoneração de tributos federais de R$ 0,35 por litro, que expira neste domingo, 31, evitando reajustes nas bombas.

Como um projeto de lei sobre o tema segue travado no Congresso, o Executivo editou uma medida provisória em 13 de maio para garantir o benefício.

O Ministério da Fazenda definiu em R$ 351,50 por metro cúbico o valor da subvenção ao diesel — uma espécie de ajuda financeira do governo para reduzir o preço do combustível.

🔎O valor equivale a R$ 0,35 por litro e será pago a produtores e importadores do óleo diesel tipo “A”.

A medida começa a valer a partir desta segunda-feira (1º de junho) e terá validade de dois meses, podendo ser prorrogada.

A iniciativa faz parte do pacote de ações do governo para reduzir os efeitos da escalada dos preços internacionais do petróleo sobre o mercado doméstico, em meio às tensões no Oriente Médio.

Atualmente, o diesel conta com uma desoneração de R$ 0,35 por litro em tributos federais, mas o benefício perde a validade neste domingo (31).

🔎 Porque isso importa? Com a medida de subvenção adotada agora, o Executivo busca que o impacto não chegue às bombas para o consumidor final.

O governo chegou a encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar para permitir o uso de receitas extraordinárias geradas pela alta do petróleo na compensação da redução de tributos sobre combustíveis. A proposta enviada em abril, no entanto, está parada.

Diante da demora na tramitação do projeto, o Executivo editou, em 13 de maio, uma medida provisória (MP) autorizando a concessão de subvenção econômica a produtores e importadores de combustíveis — que começou pela gasolina — em valor equivalente ao benefício tributário que deixará de vigorar.

LEIA MAIS: Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho

Fazenda define valor da subvenção ao diesel; medida começa a valer nesta segunda (1º). — Foto: José Cruz/Agência Brasil via BBC

Há 4 horas Política Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 4 horasMundo’Guerra’ da CIA e invasão: o que Trump já fez após classificar grupos como terroristas

Há 4 horas Mundo Por que o Brasil não considera PCC e CV terroristas? Entenda diferença em relação aos EUAHá 4 horasSão PauloCaso suspeito de ebola é acompanhado em SP; investigação é considerada preventiva

Há 1 hora São Paulo Ajuda global é insuficiente para conter ebola no Congo, alertam organizaçõesHá 1 horaSaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 4 horas Mundo SaúdePaciente com leucemia morre sem receber remédio do SUS garantido pela Justiça

Há 4 horas Saúde Até 31 de julhoIsenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel é prorrogada

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

Um decreto do governo federal publicado nesta sexta-feira (29) prorrogou a isenção de impostos sobre a venda e importação de querosene de aviação (QAV) e do biodiesel até 31 de julho.

A medida faz parte de um pacote de ações para conter a alta dos combustíveis, pressionados pela escalada do preço do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio (entenda mais abaixo).

O benefício — que reduz custos para companhias aéreas e produtores de combustíveis, e pode ajudar a conter repasses de preços ao consumidor — terminaria neste domingo (31).

🔎O querosene de aviação é um insumo sensível para o setor, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após aumento anunciado pela Petrobras mês passado.

A medida prorroga uma das ações do pacote anunciado em abril. Na ocasião, o governo anunciou um conjunto de medidas para reduzir o impacto da alta do petróleo sobre os combustíveis no país.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das medidas anunciadas será de R$ 30,5 bilhões.

Ele afirmou, no entanto, que esse valor não terá impacto nas contas públicas, porque deve ser compensado por outras receitas do governo, como a arrecadação com o óleo diesel e os royalties do petróleo — valores pagos por empresas pela exploração de petróleo.

As medidas incluem a concessão de subvenção — uma espécie de ajuda financeira do governo — para reduzir o preço de alguns combustíveis.

Serão contemplados o diesel importado, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e o querosene de aviação.

No Brasil, Petrobras anuncia aumento para o querosene de aviação — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação; elinhas de crédito para o setor aéreo.

Há 26 minutos Política Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 26 minutosMundo’Guerra’ da CIA e invasão: o que Trump já fez após classificar grupos como terroristas

Há 25 minutos Mundo Por que o Brasil não considera PCC e CV terroristas? Entenda diferença em relação aos EUAHá 25 minutosSaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 3 horas Saúde SaúdePaciente com leucemia morre sem receber remédio do SUS garantido pela Justiça

Há 38 minutos Saúde Até 31 de julhoIsenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel é prorrogada

Há 23 minutos Economia Blog da Andréia SadiKassab avalia chapa com Caiado, mas diz que decisão será tomada em julho

Há 33 minutos Blog da Andréia Sadi Lula x FlávioFim da escala 6×1 e ato dos EUA criam ‘gangorra eleitoral’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Real Madrid lidera ranking dos clubes mais valiosos do mundo; veja a lista da Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O Real Madrid continua sendo uma potência não apenas dentro de campo, mas também nas finanças. Segundo levantamento da Forbes, o clube espanhol registrou receita de US$ 1,27 bilhão (cerca de R$ 6,3 bilhões) na temporada 2024/25, o maior valor já alcançado por uma equipe esportiva desde que a publicação começou a acompanhar esses dados.

O resultado representa um crescimento de 12% em relação ao ano anterior e superou até mesmo a receita do Dallas Cowboys, da liga de futebol americano (NFL), que faturou US$ 1,23 bilhão em 2024.

Com isso, o Real Madrid manteve o posto de clube de futebol mais valioso do mundo pelo quinto ano seguido.

Atualmente, a equipe é avaliada em US$ 9,5 bilhões (aproximadamente R$ 47,8 bilhões, ficando cerca de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) à frente do Barcelona, segundo colocado no ranking.

Real Madrid — US$ 9,5 bilhõesBarcelona — US$ 7,5 bilhõesManchester United — US$ 7,2 bilhõesLiverpool — US$ 6,2 bilhõesParis Saint-Germain — US$ 5,8 bilhõesBayern de Munique — US$ 5,7 bilhõesManchester City — US$ 5,5 bilhõesArsenal — US$ 5,4 bilhõesChelsea — US$ 4,2 bilhõesTottenham Hotspur — US$ 3 bilhõesAtlético de Madrid — US$ 2,95 bilhõesJuventus — US$ 2,4 bilhõesBorussia Dortmund — US$ 2,2 bilhõesAC Milan — US$ 1,85 bilhãoInter de Milão — US$ 1,8 bilhãoAston Villa — US$ 1,4 bilhãoInter Miami — US$ 1,35 bilhãoLos Angeles FC (LAFC) — US$ 1,32 bilhãoNewcastle United — US$ 1,25 bilhãoLos Angeles Galaxy (LA Galaxy) — US$ 1,08 bilhãoNew York City FC — US$ 1,02 bilhãoAtlanta United FC — US$ 1 bilhãoBenfica — US$ 960 milhõesRoma — US$ 940 milhõesEverton — US$ 930 milhõesFulham — US$ 920 milhõesBrighton & Hove Albion — US$ 910 milhõesVfB Stuttgart — US$ 880 milhõesSeattle Sounders — US$ 860 milhõesAustin FC — US$ 855 milhões

Os números mostram que os clubes de futebol seguem ganhando valor no mercado. Atualmente, os 30 times mais valiosos do mundo têm avaliação média de US$ 2,9 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao ranking anterior.

Entre os fatores que explicam essa valorização está o interesse crescente de investidores americanos no futebol europeu. Hoje, mais da metade dos clubes da Premier League, principal liga da Inglaterra, está sob controle de empresários ou fundos dos Estados Unidos.

A expectativa é que os clubes continuem aumentando suas receitas nos próximos anos, impulsionados por competições internacionais mais lucrativas, modernização de estádios e novos investimentos no setor.

A modernização dos estádios tem papel importante nesse processo. O Real Madrid concluiu recentemente a reforma do Santiago Bernabéu, enquanto o Everton inaugurou uma nova arena. Projetos semelhantes também estão em andamento em clubes como Barcelona, Manchester United, Roma e nas equipes de Milão.

Há 35 minutos Política Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 35 minutosMundo’Guerra’ da CIA e invasão: o que Trump já fez após classificar grupos como terroristas

Há 34 minutos Mundo Por que o Brasil não considera PCC e CV terroristas? Entenda diferença em relação aos EUAHá 34 minutosSaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 3 horas Saúde SaúdePaciente com leucemia morre sem receber remédio do SUS garantido pela Justiça

Há 46 minutos Saúde Até 31 de julhoIsenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel é prorrogada

Há 31 minutos Economia Blog da Andréia SadiKassab avalia chapa com Caiado, mas diz que decisão será tomada em julho

Há 41 minutos Blog da Andréia Sadi Lula x FlávioFim da escala 6×1 e ato dos EUA criam ‘gangorra eleitoral’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo detalha bloqueio no Orçamento; ministérios da Defesa, Cidades e Educação lideram cortes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 08:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (29) o decreto que detalha o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano.

Os ministérios mais afetados pela medida são os da Defesa, das Cidades e da Educação, que concentram maior parte dos cortes.

🔎 Um bloqueio no orçamento é como um "freio de emergência" temporário nas finanças do governo. Ele acontece quando os gastos obrigatórios, como pagamento de aposentadorias, sobem mais do que o esperado. Quando isso acontece, o governo precisa reter parte do dinheiro de gastos não essenciais, como obras, para não ultrapassar o limite de gastos permitido.

Defesa (R$ 4,363 bilhões);Cidades (R$ 3,320 bilhões);Educação (R$ 1,605 bi);Transportes (R$ 1,500 bi);Fazenda (R$ 1,396 bi); eSaúde (R$ 1,002 bi).

As despesas discricionárias do Poder Executivo, aquelas destinadas ao custeio da máquina pública e a investimentos, sofreram uma contenção de R$ 18,7 bilhões.

Por outro lado, os ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Justiça e Segurança Pública ficaram de fora da medida e não tiveram recursos bloqueados em seus orçamentos.

O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. Pela norma:

a regra básica é que o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior;o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação;o objetivo do arcabouço fiscal é evitar, no futuro, uma disparada da dívida pública e uma piora nos juros cobrados dos investidores na emissão de títulos públicos.

Para calcular a necessidade de bloqueio no orçamento, o governo fez uma nova estimativa das receitas e despesas que serão feitas até o fim deste ano.

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

Há 8 horas Jornal Nacional Setor financeiro enxerga aumento de custos e impacto em operações no BrasilHá 8 horasPrazo termina amanhã! Quase metade dos MEIs ainda não enviou declaração anual

Há 1 hora Guia do Empreendedor Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Entenda a diferençaHá 1 horaImposto de Renda 2026Saiba o que fazer se você perdeu o prazo para enviar a declaração

Há 9 horas Imposto de Renda Errou ou enviou declaração incompleta? Saiba como retificar Há 9 horasSonho de milionário 💸Mega-Sena pode pagar R$ 10 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Há 3 horas Mega-Sena SaúdeInfluenza avança no país; uso precoce do Tamiflu pode reduzir internações e mortes

Há 2 horas Saúde Manobra de desengasgoLucas Bley salva filha após engasgo e alerta sobre primeiros socorros

Há 4 horas Saúde Paciente com leucemia morre sem receber remédio garantido pela JustiçaHá 4 horasZâmbia descarta dois casos suspeitos de Ebola e reforça vigilânciaHá 4 horasLula x FlávioFim da escala 6×1 e ato dos EUA criam ‘gangorra eleitoral’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após início de ano forte, agro pode sofrer com El Niño e alta dos fertilizantes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/05/2026 06:01

Agro Após início de ano forte, agro pode sofrer com El Niño e alta dos fertilizantes PIB do primeiro trimestre foi puxado pelo agro, com alta de 2% em cima de base alta de comparação. Mas fenômeno climático pode atrasar plantios este ano e reduzir a produção em 2027, enquanto a alta dos preços dos adubos já pressiona produtores. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Após um ano de crescimento recorde, a agropecuária brasileira deve perder força nos próximos meses e entrar em trajetória de queda até 2027, segundo especialistas.

Entre os principais fatores de risco estão a possível formação do El Niño, que pode provocar secas e chuvas excessivas em importantes regiões produtoras do país, e o aumento dos custos de produção.

Embora o fenômeno climático não deva afetar significativamente as colheitas deste ano, seus impactos sobre os plantios podem reduzir a produção agrícola em 2027.

Os produtores também enfrentam a alta dos fertilizantes, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, o que eleva os custos e pode comprometer a produtividade das lavouras.

Além disso, juros elevados, preços mais baixos das commodities e mudanças no ciclo da pecuária contribuem para um cenário menos favorável para o agronegócio brasileiro

Após começar o ano em alta, a agropecuária brasileira deve perder força nos próximos meses e entrar em trajetória de queda até 2027. O cenário é pressionado pelo risco de perdas nas colheitas por causa do El Niño e pelo aumento dos custos de produção, especialmente dos fertilizantes.

"Não se faz safra recorde em ano de El Niño", afirma o economista Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.

"O último El Niño de grande intensidade, semelhante ao que se espera para este ano, foi o de 2014 e 2015. Para os produtores, ele deixou uma péssima lembrança, já que o país enfrentou a maior quebra de safra de sua história", destaca Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócios.

O fenômeno climático, que provoca secas intensas no Centro-Norte do país e chuvas fortes no Sul, tem alta probabilidade de se formar entre junho e julho. Se confirmado, deve atrasar os plantios deste ano e reduzir as colheitas de 2027.

"O El Niño deve ser decretado a partir da primeira ou segunda semana de junho", destaca Cogo, explicando que o fenômeno ainda não foi oficialmente confirmado.

"Praticamente não existe cultivo que não seja vulnerável ao El Niño. Como o Brasil tem dimensões continentais e a produção agrícola está espalhada por todo o país, algumas regiões sofrem com secas intensas e outras com chuvas excessivas", ressalta.

🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Brasil vai ter 'Super El Niño? Por que cientistas estão em alerta? Entenda

Apesar da perspectiva de retração, a agropecuária cresceu 2% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o último trimestre de 2025, segundo o IBGE. O resultado foi impulsionado pelo aumento da produção de grãos, especialmente da soja, cuja colheita se concentra no início do ano.

O resultado veio após um ano em que o agro registrou crescimento de 12%, considerado "fora da curva". "Foi aquela tempestade perfeita: clima favorável, recorde de safra e grandes volumes de abate de animais, principalmente bovinos", diz Cogo.

"A base de comparação para este ano é elevada e o cenário atual é bastante diferente. Há ampla oferta global de grãos e estoques elevados, o que pressiona os preços das commodities. Além disso, a valorização do real frente ao dólar tende a reduzir o faturamento dos produtores em moeda brasileira, principalmente os de soja, milho, algodão e café", acrescenta.

Na pecuária, ocorre um movimento conhecido como "virada de ciclo". Após três anos de abates recordes, inclusive de fêmeas, os produtores passaram a reter vacas nas fazendas para aumentar a produção de bezerros. Trata-se de um movimento natural do setor, que se repete de tempos em tempos.

Serigati, da FGV, prevê que o PIB do agronegócio deve recuar 0,9% neste ano. Além dos fatores já citados, ele destaca que os juros elevados aumentam o endividamento dos produtores e encarecem o crédito.

"Isso leva o produtor a reduzir a área plantada ou a utilizar tecnologias menos eficientes, como fertilizantes menos concentrados, o que reduz o potencial de produtividade", destaca.

Se confirmado, o El Niño não deve afetar as colheitas deste ano, já que boa parte da safra de grãos já foi plantada. O impacto imediato tende a recair sobre os produtores rurais, que podem ser obrigados a adiar o plantio por causa de secas ou do excesso de chuvas.

"O impacto do El Niño sobre o volume colhido e sobre o PIB será sentido principalmente em 2027. Neste ano, os efeitos recaem sobre o bolso do produtor, que enfrenta gastos maiores com replantio e atrasos", afirma Serigati.

Cogo explica que o fenômeno provoca secas intensas na região do Matopiba, formada pelo Tocantins e por áreas do Maranhão, Piauí e Bahia, importante polo de produção de soja, milho e algodão.

A estiagem provocada pelo El Niño também afeta fortemente estados como Mato Grosso, maior produtor de soja do país e referência na pecuária bovina, e o Pará, que também tem forte atuação nesses setores.

"Já o excesso de chuva no Sul é muito prejudicial para o cultivo de arroz, que está concentrado no Rio Grande do Sul", diz Cogo.

Além dos riscos climáticos e do aumento do endividamento rural, os produtores brasileiros também enfrentam a alta dos preços dos fertilizantes, impulsionada pela guerra no Oriente Médio.

Serigati ressalta que os efeitos da alta dos fertilizantes sobre os preços dos alimentos devem chegar ao consumidor apenas em 2027. Isso porque as lavouras colhidas neste ano foram plantadas com adubos comprados antes do início do conflito.

No campo, porém, o aumento dos custos já é uma realidade. Isso porque os produtores estão comprando agora os fertilizantes que serão usados nos próximos ciclos de plantio.

"Caso o produtor não consiga arcar com o volume necessário de fertilizantes, ele pode aplicar uma quantidade inferior à ideal, o que reduz o potencial de produtividade da safra", diz Serigati.

Outra alternativa é reduzir a qualidade do adubo. "Em vez de utilizar fertilizantes mais concentrados, que são mais caros, muitos produtores podem optar por versões menos concentradas, o que também aumenta outros custos da produção", diz o pesquisador da FGV.

"Como os fertilizantes menos concentrados exigem a aplicação de um volume maior de produto para garantir a mesma nutrição do solo, cresce a necessidade de transporte e de operações com máquinas agrícolas, o que encarece gastos com frete e óleo diesel", conclui Serigati.

Há 5 horas Guia do Empreendedor Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Entenda a diferençaHá 5 horasManobra de desengasgoLucas Bley salva filha após engasgo e alerta sobre primeiros socorros

Há 2 horas Saúde Paciente com leucemia morre sem receber remédio garantido pela JustiçaHá 2 horasZâmbia descarta dois casos suspeitos de Ebola e reforça vigilânciaHá 2 horas’Irmão’, ‘meu amigo’Mensagens sugerem proximidade entre Vorcaro e Cláudio Castro

Há 5 horas Rio de Janeiro Vorcaro impediu que RJ resgatasse R$ 44 milhões e diminuísse prejuízoHá 5 horasFase decisivaQuem ainda será ouvido no júri de Henry Borel

Há 5 horas Rio de Janeiro Monique Medeiros passa mal ao ver imagens do corpo do filho em julgamentoHá 5 horasPai suspeita de premeditação da morte do filho por parte de MoniqueHá 5 horasBlog da Natuza NeryDurigan chama movimento de ‘ataque eleitoral’ que vai ‘prejudicar economia brasileira’

Há 10 horas Blog da Natuza Nery Quais as visões sobre a decisão dos EUA sobre PCC e CVHá 10 horas’Terroristas Globais Especialmente Designados’Sem especificar quais, EUA dizem que PCC e CV agem em 12 estados americanos

Há 5 horas Jornal Nacional ‘Presidente do Brasil é escolha dos brasileiros’, diz porta-voz do governo Trump sobre eleiçõesHá 5 horasExames apontam que Trump está ‘totalmente apto’ para presidênciaHá 5 horas’Ataques brutais’ Por que PCC e CV não são terroristas no Brasil?

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 2NO NEW POSTS