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VÍDEO: robô chinês corre 100 metros em 10 segundos e se aproxima da marca de Usain Bolt

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 03:52

Inovação VÍDEO: robô chinês corre 100 metros em 10 segundos e se aproxima da marca de Usain Bolt Marca supera recorde atual entre robôs bípedes e foi divulgada em vídeo pela empresa chinesa Unitree Robotics. Por Redação g1

Robô humanoide Unitree H1, da empresa chinesa Unitree Robotics, correu 100 metros em cerca de 10 segundos.

O robô humanoide Unitree H1, da empresa chinesa Unitree Robotics, registrou um desempenho próximo ao do campeão mundial Usain Bolt em uma prova de 100 metros, ao completar o percurso em 10 segundos (veja no vídeo acima).

Em 2009, durante o Campeonato Mundial de Atletismo de Berlim 2009, Bolt estabeleceu o recorde mundial da prova, com o tempo de 9,58 segundos, marca que consolidou sua posição como o homem mais rápido do mundo.

"Unitree quebra o recorde mundial novamente. Com o físico de uma pessoa comum, correndo na velocidade de um campeão mundial!", comemorou a Unitree Robotics em uma publicação no X que mostra o desempenho do robô.

No vídeo de divulgação, a Unitree Robotics afirma que as imagens não foram aceleradas nem geradas por inteligência artificial. Nele, é possível observar que o cronômetro marca 00:10:01 ao final da "prova" (veja no GIF abaixo).

Robô chinês corre 100 metros em 10 segundos e se aproxima de recorde de Usain Bolt. — Foto: Divulgação/Unitree

Até então, o Guinness World Records registra que o robô bípede mais rápido do mundo em uma prova de atletismo é o Cassie, desenvolvido pela Agility Robotics. Em maio de 2022, ele percorreu 100 metros em 24,73 segundos.

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Ovo de R$ 150 e couro mais caro que o de boi: produtor lucra com mercado de avestruz no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 03:52

GLOBO RURAL Ovo de R$ 150 e couro mais caro que o de boi: produtor lucra com mercado de avestruz no Brasil Frigorífico no Mato Grosso do Sul é o único com autorização para o abate da ave no Brasil. Por Globo Rural

Do avestruz, nada se perde: desde as plumas até a carne são desenvolvidos produtos valorizados no mercado, que ainda é pequeno.

No Mato Grosso do Sul, Manoel Piveta é um dos pioneiros na criação da ave no Brasil e possui o único frigorífico com autorização para abate de avestruz no país.

Os produtos feitos por ele são vendidos em 19 estados brasileiros, mas ainda é um mercado restrito e pouco conhecido pela população.

O custo de produção é considerado elevado: R$ 2.800 por animal, desde a fase do ovo até o abate. Contudo, existe lucro: o retorno com as vendas é de R$ 7 mil por ave.

Do avestruz, nada se perde: desde as plumas até a carne são desenvolvidos produtos valorizados no mercado, que ainda é pequeno.

No Mato Grosso do Sul, Manoel Piveta é um dos pioneiros na criação da ave no Brasil e possui o único frigorífico com autorização para abate de avestruz no país.

Os produtos feitos por ele são vendidos em 19 estados brasileiros, mas ainda é um mercado restrito e pouco conhecido pela população.

O custo de produção é considerado elevado: R$ 2.800 por animal, desde a fase do ovo até o abate. Contudo, existe lucro: o retorno com as vendas é de R$ 7 mil por ave.

➡️Carne: na comparação com outras carnes, a do avestruz é considerada menos gordurosa, mais macia e possui fibras mais curtas. Ela também é rica em ferro, por isso é vermelha. O quilo do produto é comercializado por R$ 60.

Os cortes são semelhantes aos da carne bovina, tendo o filé e a alcatra, por exemplo. As melhores partes são localizadas na coxa, que dá origem a cerca de 16 peças.

A empresa de Piveta vende aproximadamente 80 toneladas por ano para grandes redes de supermercado e restaurantes.

➡️Couro: é considerado um dos itens mais valorizados da ave e chega a custar até 12 vezes mais do que o couro de boi. Uma peça pode ser vendida por até R$ 1.800.

Os folículos de onde saem as plumas são a parte mais desejada. O couro é considerado macio e tem alta durabilidade.

➡️Ovo: a unidade tem o tamanho equivalente a 25 ovos de galinha e custa até R$ 150. O mercado, no entanto, é pouco explorado. Por isso, Piveta costuma usar o produto para presentear amigos.

➡️Ossos: os avaliados como leves e resistentes são usados na fabricação de cabos de facas especiais.

➡️Óleo: existe ainda o produto cosmético, rico em ômega 3, 5, 7 e 9. O item foi desenvolvido pela esposa de Piveta, Cintia Lorenzi, que é farmacêutica. Segundo ela, é o único óleo com esse tipo de concentração do elemento.

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Novo leilão do Detran-SP tem veículos a partir de R$ 1.000; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Carros Novo leilão do Detran-SP tem veículos a partir de R$ 1.000; veja como participar Leilões públicos e privados costumam ter preços bem abaixo da tabela e podem ser oportunidade para trocar de carro, mas há pontos de atenção para que o comprador faça uma boa escolha. Veja a lista e dicas antes de dar seu lance. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de abril.

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de abril. Os veículos foram recolhidos por infrações de trânsito.

O lote mais barato é referente a uma moto Dafra Speed 150, de 2012, com lance inicial de R$ 1.000. Já o mais caro é um Renault Logan de 2016, com lances a partir de R$ 7 mil. O leilão acontece de forma virtual a partir do dia 15 de abril.

Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 15 de abril, às 10h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 22 de abril, às 10h;Sucata para reciclagem: acontece no dia 24 de abril, às 10h.

🚗 54 veículos aptos a circular;⚙️ 217 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado;🔧 70 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos;♻️ 140 sucatas para fundição e reciclagem.

Segundo o edital do leilão, um carro ou moto apto a circular significa que ele pode voltar a trafegar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo junto ao órgão de trânsito competente, além do pagamento das taxas correspondentes.

O Detran-SP não se responsabiliza pelas condições mecânicas do veículo e informa que o comprador já está ciente dessa situação, não sendo aceitas reclamações posteriores.

Chevrolet Agile LTZ de 2012Lance inicial: R$ 6.500Peugeot 207 Passion de 2010Lance inicial: R$ 4.000Renault Clio de 2011Lance inicial: R$ 4.000Honda CG 160 Titan S de 2021Lance inicial: R$ 3.400Chevrolet Corsa Wind de 2002Lance inicial: R$ 2.800Volkswagen Fox 1.0 Plus de 2007Lance inicial: R$ 6.000Peugeot 307 de 2007Lance inicial: R$ 3.500Honda Biz 100 KS de 2013Lance Inicial: R$ 1.800Suzuki EN125 Yes de 2008Lance inicial: R$ 1.300Honda Pop 110i de 2023Lance inicial: R$ 2.200

A avaliação estimada de cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo corresponde ao valor inicial para as ofertas.

Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau;Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho;Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002.

Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão.

Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos?

Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados.

Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata.

“Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa.

Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante.

Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia.

Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance.

Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação.

“Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (…) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista.

De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição.

🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados.

Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal.

“Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes.

Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes.

Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem:

Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda;Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados;Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público.

Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado.

“Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta.

Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”.

Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir.

De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão.

“[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma.

Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador.

Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem.

Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção.

Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos.

“Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina.

É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo.

“Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara.

Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância.

Documentação: incongruências jurídicas;Custos para regularização;Estado de conservação do carro;Custos para restauro;Condições de compra;Inspeção mecânica e de equipamentos.

Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão;Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais;Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos;Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado;Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento.

▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.

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Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento na quarta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de março e abril.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho efetuou o pagamento para os trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro.

Estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos;Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias no ano-base (2024);Ter recebido até o limite de renda estipulado para o ano (neste caso, R$ 2.765,93);E ter os dados informados corretamente pelo empregador na RAIS ou no eSocial.

O benefício é pago a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que cumpram essas condições.

Empregado doméstico;Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física;Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Tecnologia Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados Os médicos alertaram Phoebe Tesoriere que ela seria tratada como paciente de saúde mental se retornasse ao pronto atendimento, até que o ChatGPT a ajudou a receber o diagnóstico da sua condição. Por Danielle Herbert

Phoebe Tesoriere, de 23 anos, foi diagnosticada com ansiedade, depressão, epilepsia e foi alertada que seria tratada como paciente de saúde mental, se continuasse retornando ao pronto atendimento.

Ela sofreu uma convulsão e passou três dias em coma. E, ao sair do hospital, ela colocou seus sintomas no chatbot de inteligência artificial.

Ela conta que a ferramenta sugeriu diversas condições, incluindo paraplegia espástica hereditária. Tesoriere apresentou a condição para seu clínico geral e testes genéticos confirmaram o diagnóstico.

O Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale declarou que "lamenta saber da experiência de Phoebe no nosso atendimento.".

Phoebe Tesoriere passou quatro anos recebendo diagnósticos errados de diversas condições de saúde, incluindo ansiedade — Foto: Arquivo pessoal via BBC

O ChatGPT ajudou uma jovem no País de Gales a descobrir sua rara condição de saúde, após anos de diagnósticos errados por parte dos médicos.

Phoebe Tesoriere é da capital galesa, Cardiff, e tem 23 anos. Ela conta ter sido diagnosticada com ansiedade, depressão, epilepsia e foi alertada que seria tratada como paciente de saúde mental, se continuasse retornando ao pronto atendimento.

Tesoriere sofreu uma convulsão e passou três dias em coma. E, ao sair do hospital, ela colocou seus sintomas no chatbot de inteligência artificial.

Ela conta que a ferramenta sugeriu diversas condições, incluindo paraplegia espástica hereditária. Tesoriere apresentou a condição para seu clínico geral e testes genéticos confirmaram o diagnóstico.

O Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale declarou que "lamenta saber da experiência de Phoebe no nosso atendimento."

A clínica geral Rebeccah Tomlinson orienta as pessoas que pesquisarem sobre problemas de saúde com ferramentas como chatbots de IA a discutir os resultados com profissionais de medicina.

Um recente estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, concluiu que as pessoas que usam IA para conselhos de saúde recebem resultados bons e ruins, o que dificulta a identificação de quais são os aconselhamentos confiáveis.

Tesoriere entende a dificuldade enfrentada pelo hospital no seu diagnóstico, mas conta que precisou recorrer à IA porque sua experiência foi "muito solitária".

"Manquei por toda a infância. Nasci sem um soquete no quadril e passei por cirurgias quando era bebê. Por isso, achei que tivesse a ver com aquilo."

Ela também tinha problemas de equilíbrio quando era criança e foi testada para dispraxia, que afeta a coordenação física. Mas ela não tem esta condição.

Quando tinha 19 anos, Tesoriere desmaiou e teve uma convulsão no trabalho. Mas ela conta que os médicos disseram que era ansiedade, o que foi acrescentado aos seus registros médicos.

"Eu não tinha histórico de ansiedade, era uma pessoa muito feliz e vibrante", segundo ela.

Mas, em dezembro de 2024, ela voltou a se sentir mal. E não conseguia continuar com sua medicação para epilepsia, o que causou mais convulsões.

Tesoriere tinha dificuldade para andar e foi diagnosticada erroneamente com paralisia de Todd, uma condição neurológica vivenciada por indivíduos com epilepsia. Nela, as convulsões são seguidas por um breve período de paralisia temporária.

Em janeiro de 2025, ela caiu de uma escada, o que a levou a três meses no hospital, com exames inconclusivos.

Até que, em julho de 2025, uma grave convulsão deixou Phoebe Tesoriere em coma por três dias. E ela conta que, quando se recuperou, um médico disse que ela não tinha epilepsia, mas sim ansiedade.

Foi então que Tesoriere colocou seus sintomas no ChatGPT. O chatbot respondeu com uma lista de possíveis condições, incluindo paraplegia espástica hereditária.

"Analisei a questão várias vezes com a minha parceira, perguntando 'vou ao médico?', 'não vou?', 'o que devo fazer?', 'com certeza, não pode ser isso'", relembra ela.

Felizmente, o clínico geral concordou que poderia ser uma "razão plausível". E os testes genéticos confirmaram a sugestão da IA.

Em julho de 2025, Phoebe Tesoriere teve uma convulsão que a deixou em coma por três dias — Foto: Arquivo pessoal via BBC

O NHS (serviço de saúde pública do Reino Unido) afirma que não se sabe quantas pessoas sofrem de paraplegia espástica hereditária porque esta condição, muitas vezes, não é diagnosticada.

Tesoriere não consegue mais trabalhar como professora de alunos com necessidades educacionais especiais devido aos seus sintomas e usa uma cadeira de rodas.

Agora, ela busca um novo caminho na sua carreira, cursando um mestrado em psicologia. Ela afirma que ainda quer "fazer algo que ajude as pessoas".

Um porta-voz do Conselho de Saúde de Cardiff e Vale declarou que "comentar o caso de uma paciente individual seria inadequado e, por isso, não podemos emitir mais comentários".

"Convidamos Phoebe a entrar em contato com nossa equipe de relacionamento, caso deseje discutir qualquer aspecto do atendimento que ela recebeu do Conselho de Saúde da Universidade de Cardiff e Vale."

A clínica geral Rebeccah Tomlinson atende a região de Cardiff e do condado de Vale of Glamorgan, no País de Gales. Ela destaca que "é difícil para os clínicos gerais conhecer tudo. E, com as pressões sobre o NHS, precisamos saber ainda mais."

"Os pacientes que trazem informações ajudam a entender o que eles estão pensando e orientar a discussão com mais clareza", prossegue ela.

Para Tomlinson, as ferramentas de IA "são um bom ponto de partida, que deve ser seguido por uma consulta a um profissional médico para discutir as preocupações com mais detalhes".

"É útil que os pacientes venham munidos de informações, mas o médico precisa estar aberto e receptivo para o paciente. O atendimento médico precisa ser uma conversa de duas vias."

A IA vem se tornando cada vez mais parte do nosso dia a dia, mas o seu uso para fins de assistência médica divide opiniões.

No início do ano, um estudo da Universidade de Oxford concluiu que os chatbots de IA fornecem aconselhamento médico impreciso e inconsistente, que poderia representar riscos aos usuários.

A pesquisa concluiu que pessoas que usam IA para assistência médica receberam algumas respostas boas e outras ruins, o que dificulta a identificação de quais aconselhamentos elas devem seguir.

Em janeiro, foi lançado nos Estados Unidos o ChatGPT Health, uma nova função do chatbot para analisar os registros médicos das pessoas e oferecer "melhores respostas", segundo a empresa desenvolvedora, a OpenAI.

A companhia declarou que a função não se destina a "diagnóstico ou tratamento", mas 230 milhões de pessoas enviam semanalmente ao chatbot perguntas sobre sua saúde e bem-estar.

Ativistas levantam preocupações sobre o acesso do ChatGPT Health a dados de saúde confidenciais. Mas a OpenAI afirma que a função foi projetada para "auxiliar, não para substituir a assistência médica".

Enquanto o debate sobre seu uso segue acalorado, milhões de pessoas, incluindo Phoebe Tesoriere, usam cada vez mais as ferramentas de IA para tarefas como personalizar seus feeds nas redes sociais, encontrar amigos e familiares em fotos no smartphone e pedir conselhos sobre questões do dia a dia.

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Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos nesta segunda-feira (13) voltou a preocupar analistas do mercado financeiro, diante dos possíveis efeitos nos preços do petróleo e de eventuais riscos para os combustíveis no Brasil.

🔎 O estreito é uma das principais vias marítimas para o comércio global de petróleo, e a interrupção do transporte pelo canal pode limitar a oferta e pressionar os preços da commodity no mercado mundial.

De acordo com a CEO da Magno Investimentos, Olívia Flôres de Brás, o aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã deixou de ser um fator secundário e passou a "influenciar diretamente a formação de preços globais", principalmente por atingir um ponto crítico da cadeia de energia.

"Como uma parcela relevante do petróleo global passa por essa região que, agora, está sob risco, o mercado passa a lidar com maior incerteza sobre oferta, o que se traduz em juros mais pressionados", diz.

Ainda segundo a executiva, esse cenário também se reflete nas expectativas para os preços do petróleo.

"O Brent [referência internacional] vinha sendo projetado entre US$ 75 e US$ 85 ao longo de 2026. Esse era o cenário de normalidade: crescimento moderado, oferta ajustada e sem grandes rupturas. Mas esse cenário não existe mais", afirma.

"Com o aumento da tensão envolvendo Irã e o Estreito de Ormuz, o mercado passa a precificar a possibilidade de interrupção. Quando o risco entra, o preço sobe antes do problema acontecer. Hoje, as revisões já começam a apontar para um intervalo mais próximo de US$ 85 a US$ 95 neste ano", completa.

Segundo especialistas consultados pelo g1, apesar de não haver projeção de desabastecimento de combustíveis no Brasil, o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional já começa a pressionar a inflação — cenário que pode piorar caso a guerra se estenda.

"Entendemos que não haverá desabastecimento, mas, conforme mostram os preços atuais, cresce a expectativa de um petróleo mais caro por mais tempo", avalia Felipe Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos.

“O IPCA [inflação oficial do país] já mostrou impacto da guerra, especialmente com o aumento dos preços dos combustíveis. Esse efeito tende a se intensificar se o conflito perdurar, devido ao impacto indireto da alta do diesel sobre a cadeia de distribuição no Brasil”, completa.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na última semana, indicaram que a inflação de março subiu 0,88% em relação ao mês anterior, acima do esperado por economistas (0,7%).

O principal impacto veio do grupo Transportes (1,64%), pressionado pela alta dos combustíveis, de 4,59%.

“A combinação entre restrições de oferta no mercado internacional e repasses domésticos acabou se refletindo nos preços ao consumidor e já aparece nos dados da inflação de março”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, durante a divulgação do índice.

Segundo Brás, da Magno Investimentos, o impacto sobre os preços dos combustíveis tende a depender mais da duração do conflito do que das oscilações diárias do petróleo.

“No curto prazo, pode haver estabilidade, com ajustes contidos e comunicação mais cautelosa. Já no médio prazo, entre um e três meses, o repasse começa a aparecer, primeiro de forma parcial e depois de maneira mais direta. No longo prazo, o repasse é inevitável, seja via preço na bomba ou via inflação”, conclui.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada e já se refletiram no Brasil.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostraram que o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05 na primeira semana de março, para R$ 6,08. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

Na última sexta-feira, dados da agência indicaram que os preços médios do diesel na bomba caíram pela primeira vez desde o início do conflito, mas seguem em patamares elevados. De acordo com a ANP, o recuo foi de 0,2%, para R$ 7,43. Na gasolina, a redução foi de apenas R$ 0,01, para R$ 6,77.

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Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 2 anos: qual é a hora de comprar?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

O dólar encerrou esta segunda-feira (13) a R$ 4,99, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde março de 2024.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas a estratégia recomendada é comprar aos poucos, de acordo com o objetivo de cada investidor.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteção, mantendo parte do patrimônio dolarizada independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

A recente queda do dólar reflete, em grande parte, a instabilidade global provocada por ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — levando investidores a buscar alternativas em países como o Brasil.

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. "Por isso, usar esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande", alerta Galhardo.

Após sucessivas quedas, o dólar encerrou esta segunda-feira (13) a R$ 4,99, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde março de 2024.

Seria, então, o momento ideal para comprar? Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas a estratégia recomendada é comprar aos poucos, de acordo com o objetivo de cada investidor.

"Para uma viagem, o recomendado é sempre fracionar a compra em pelo menos três períodos até o dia do embarque. Assim, você consegue um preço médio e evita aquela sensação de ter comprado mal", afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteção, mantendo parte do patrimônio dolarizada independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica, tem a mesma leitura. Ele defende que a compra da moeda seja diluída, com o objetivo de equilibrar o preço médio.

"Se existe uma necessidade de compra de moeda estrangeira, eu diria que a melhor estratégia é comprar um pouco por dia, por semana, buscando fazer um preço médio interessante. Apostar na continuidade da valorização da moeda brasileira é um risco", diz.

A recente queda do dólar reflete, em grande parte, a instabilidade global provocada por ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — levando investidores a buscar alternativas em países como o Brasil. Além disso, a taxa de juros elevada por aqui reforça esse movimento. (leia mais abaixo)

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. "Por isso, usar esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande", alerta Galhardo.

Apesar da cautela, analistas do mercado veem este como um bom momento para adquirir a moeda — desde que com compras diluídas.

Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, afirma que a queda do dólar à faixa de R$ 5 representa uma "boa oportunidade" para reforçar a posição na moeda (ou seja, na composição da carteira de investimentos), já que a projeção do mercado é de que encerre 2026 acima de R$ 5,37.

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, tem a mesma avaliação. Para ele, o nível atual é um "bom patamar para diversificação da carteira ou compra parcial da moeda". Ele também recomenda a aquisição aos poucos, para garantir um preço médio.

Na mesma linha, Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, vê a janela como uma boa oportunidade de compra. Ele pondera, porém, que o dólar é sensível a variáveis como guerra, juros, petróleo e cenário fiscal. "O investidor precisa estar ciente dos riscos de volatilidade", afirma.

A recente queda do dólar reflete o aumento da instabilidade global provocado por ações de Donald Trump. Diante das incertezas comerciais e geopolíticas, investidores têm buscado diversificar suas aplicações, com maior alocação em mercados emergentes — como o Brasil.

🔎 Como já mostrou o g1, parte dos recursos tem migrado dos EUA para outros mercados. Esse fluxo, somado à atratividade das empresas brasileiras, amplia a entrada de capital no país — pressionando o dólar para baixo.

A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, interrompeu a queda do dólar no início do ano e levou a moeda a oscilar em patamares mais elevados em março, acima de R$ 5,30. Em abril, porém, voltou a cair, diante de um frágil cessar-fogo e sinais de um possível acordo de paz entre EUA e Irã.

Além do cenário externo, especialistas afirmam que a queda do dólar também reflete o fato de o Brasil ter um dos maiores juros reais do mundo. Na prática, investidores buscam esses rendimentos, o que atrai capital, aumenta a oferta de dólares e pressiona a moeda para baixo.

“Há ainda a abundância na exportação de commodities, o que torna o movimento mais sustentável, especialmente em um momento como o atual, em que o país é menos afetado por conflitos geopolíticos", afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que o movimento de desvalorização do dólar é global. Ele avalia que faz parte de uma estratégia do próprio presidente Donald Trump, com o objetivo de enfraquecer a moeda para atrair mais investimentos aos EUA.

"Faz parte do modus operandi econômico de Trump, que combina a desvalorização da moeda com a elevação de barreiras tarifárias para levar a produção de volta aos EUA. Assim, o movimento global ocorre de forma intencional, para tornar mais lucrativo produzir no país do que importar", conclui.

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Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.996 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (14), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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União Europeia concorda em dobrar tarifas para importação de aço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 21:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

A União Europeia chegou a um acordo preliminar para reduzir as importações de aço quase pela metade e impor tarifas de 50% sobre embarques excedentes.

Hoje, o aço da União Europeia é protegido por salvaguardas que impõem tarifas de 25% a embarques excedentes.

O objetivo da nova medida é proteger a indústria siderúrgica europeia contra a produção elevada de outros países, informou a Reuters.

O bloco espera que o aumento de tarifas contribua para a indústria europeia ampliar a atividade operar com 80% da capacidade, e não mais 65%, como acontece atualmente.

A União Europeia chegou a um acordo preliminar nesta segunda-feira (13) para reduzir as importações de aço quase pela metade e impor tarifas de 50% sobre embarques excedentes.

Hoje, o aço da União Europeia é protegido por salvaguardas que impõem tarifas de 25% a embarques excedentes. A regra foi criada durante o primeiro mandado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas valem até 30 de junho.

O objetivo da medida é proteger a indústria siderúrgica europeia contra a produção elevada de outros países, informou a Reuters.

O bloco espera que o seu aumento de tarifas contribua para a indústria europeia ampliar a atividade operar com 80% da capacidade.

As principais fontes de importação de aço para a União Europeia em 2025 foram Turquia, Coreia do Sul, Indonésia, China, Índia, Ucrânia e Taiwan.

Os produtores de aço da União Europeia estão operando com apenas 65% da capacidade total devido ao aumento de importações e às tarifas de 50% impostas por Trump sobre parte dos envios aos EUA.

A Comissão Europeia, que tinha proposto novas medidas em outubro, disse que o setor siderúrgico do bloco perdeu cerca de 100 mil empregos desde 2008 e que a produção continuaria diminuindo sem a prorrogação das restrições.

Representantes do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia, que representa os governos do bloco, concordaram em limitar as importações isentas a 18,3 milhões de toneladas métricas por ano, uma redução de 47% em relação a 2024.

As novas medidas levarão mais em consideração o local onde o aço importado foi originalmente fundido e moldado para evitar a evasão fiscal e serão revisadas regularmente para garantir sua eficácia.

As partes também se comprometeram a eliminar gradualmente as importações de aço da Rússia, possivelmente até setembro de 2028. Cerca de 3,7 milhões de toneladas de placas de aço vieram da Rússia para a UE no ano passado.

O Parlamento e o Conselho precisarão votar o acordo de segunda-feira para que as medidas entrem em vigor.

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O Globo entra para o Guinness com edição de 526 páginas, a maior da história dos jornais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 19:47

Economia Midia e Marketing O Globo entra para o Guinness com edição de 526 páginas, a maior da história dos jornais Especial de 100 anos teve 14 cadernos e foi feita por 350 jornalistas durante 2 anos. 'A redação está muito orgulhosa do prêmio', disse o diretor-geral do jornal, Frederic Kachar. Por Erick Rianelli, RJ2

A edição que celebrou o centenário é a maior já produzida em todos os tempos e garantiu ao veículo um lugar no Guinness World Records.

Foram 526 páginas e 14 cadernos especiais, o que rendeu ao Globo o certificado de maior número de páginas em uma única edição comercial de jornal da história.

Mais de 350 jornalistas participaram da produção do material especial. Foram dois anos de trabalho e um mês dedicado exclusivamente à edição.

O jornal O Globo entrou para o livro dos recordes. A edição que celebrou o centenário é a maior já produzida em todos os tempos e garantiu ao veículo um lugar no Guinness World Records.

A edição recordista é a dos 100 anos do jornal, publicada em 27 de julho de 2025. Foram 526 páginas e 14 cadernos especiais, o que rendeu ao Globo o certificado de maior número de páginas em uma única edição comercial de jornal da história.

“É mais amplo que o jornalismo. A gente ganha muitos prêmios jornalísticos, mas ali, claro, o jornalismo é a nossa razão de existir. Aquilo representa literalmente o trabalho da empresa inteira. Só conseguimos construir essa edição por uma coesão e uma cumplicidade de muitas áreas, cujo resultado é esse marco que vamos carregar pelos próximos 100 anos”, afirmou Frederic Kachar, diretor-geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio.

Certificado do Guinness entregue ao jornal O Globo pela edição histórica de 100 anos — Foto: Reprodução/TV Globo

Mais de 350 jornalistas participaram da produção do material especial. Foram dois anos de trabalho e um mês dedicado exclusivamente à edição.

“A redação está muito orgulhosa do prêmio. A gente coroou esse ano com o que faz no dia a dia: conteúdo de alta qualidade”, disse Alan Gripp, diretor de redação de O Globo. “É uma gratificação, a coroação de um trabalho que levou anos. A edição foi o ápice disso, o momento em que reunimos todo o legado de 100 anos em um produto feito com o máximo de cuidado.”

Depois da publicação da edição — considerada incomum até pelo tamanho —, a equipe iniciou uma nova etapa: descobrir se aquele era, de fato, o maior jornal já produzido na história.

“No primeiro momento, fizemos uma investigação no Arquivo Nacional para ver se já havia circulado no Brasil algum jornal daquele tamanho. Constatamos que não. Era o maior já produzido aqui”, afirmou Kachar. “Mas a ambição falou mais alto e resolvemos checar se, internacionalmente, aquilo também era uma marca.”

Edição de 100 anos de O Globo, a maior da história dos jornais, segundo o Guinness Book — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo a organização do Guinness World Records, foi necessário criar uma categoria específica para reconhecer o feito.

“O que fizemos foi criar um novo título com base no material recebido, a partir de uma investigação em nível mundial”, explicou Natalia Ramirez, juíza do Guinness.

Quem quiser ler ou reler a edição recordista pode acessar o acervo de O Globo, disponível no Com 526 páginas, O Globo entra para o Guinness com a maior edição já feita, que reúne todas as páginas de todas as edições.

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