RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Álbum da Copa do Mundo de 2026 sobe mais que inflação, e completar custa mais de R$ 1 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%Oferecido por

A Panini Brasil iniciou nesta quarta-feira (1º de abril) a pré-venda do álbum de figurinhas da Copa do Mundo da FIFA 2026. A nova edição chega com preços mais altos, com pacotes custando R$ 7, o que deve fazer colecionadores gastarem mais para completar o livrinho do que no último mundial.

O lançamento nas bancas está previsto para 1º de maio. Cada envelope custará R$ 7 e trará sete figurinhas – um real por figurinha.

Já o álbum terá versões que vão de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial). Há ainda uma edição premium que chega a R$ 359,90.

O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Com isso, a coleção será a maior já lançada, com 980 figurinhas e 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos no álbum.

Na prática, completar o álbum ficou mais caro. Mesmo se a pessoa conseguir trocar todas as suas figurinhas e terminar a coleção sem nenhuma repetida, o gasto vai ser superior a R$ 1 mil.

Considerando o IPCA, a inflação acumulada no Brasil entre 2022 e 2025 ficou em cerca de 21%. O álbum de 2022 tinha um custo teórico (sem nenhuma figurinha repetida) de R$ 550. Ou seja, o novo valor de mais de R$ 1 mil tem um aumento de 81%, muito superior a esse percentual, indicando uma alta real acima da inflação no período.

Há 15 horas Mundo Jornalista sequestrada no Iraque foi alertada sobre ameaçasHá 15 horasAtaque do Irã atinge operação de nuvem da Amazon no Bahrein, diz jornal

Há 1 hora Tecnologia Onde ficam as big techs que o Irã falou em atacar?Há 1 horaNomeado de LulaAlcolumbre recebe indicação de Messias ao STF; veja próximos passos

Há 1 hora Política Reflexo da guerraEntenda o acordo entre governo e estados para conter alta do diesel

Há 5 horas Economia 21 estados aceitaram proposta do governo sobre diesel; veja quaisHá 5 horasLula diz que não vai impor ‘na marra’ a governadores subsídio do diesel

Há 6 horas Política Presidente NÃO recomendou substituir carro por caminhadaHá 6 horasAlta de preços no querosene de aviação deve gerar ‘consequências severas’, dizem aéreas

Há 1 hora Economia Petrobras anunciou aumento de mais de 50%Há 1 horaUE recomenda mais home office e menos viagens de aviãoHá 1 horaDos primórdios à ArtemisFOTOS: a evolução da sala de controle das missões da Nasa

Há 6 horas Ciência Relembre imagens da chegada do homem à LuaHá 6 horasAtropelados por ônibus’Queria mais um segundo com meu filho’, diz humorista após acidente com bicicleta

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre atento a sinais de possível trégua na guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (1º) em queda, recuando 0,44% na abertura, aos R$ 5,1561. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O clima nos mercados globais segue influenciado pelos desdobramentos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Sinais de possível redução das tensões têm sustentado o otimismo dos investidores e pressionado os preços do petróleo.

▶️ Nos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também declarou na terça-feira que o país deixará o território persa “muito em breve”.

Com a possibilidade de desescalada da guerra, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,37%, negociados a US$ 101,51.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também declarou que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.

Para tentar segurar o preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção para importadores do combustível. O incentivo será de R$ 1,20 por litro importado, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no setor privado dos EUA, medidos pela ADP, além dos índices de gerentes de compras (PMI) da indústria calculados pela S&P Global e pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM).

Donald Trump disse a assessores que está disposto a encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado. As informações foram reveladas pelo jornal "The Wall Street Journal" na segunda-feira (30), com base em relatos de autoridades.

Segundo a reportagem, nos últimos dias, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação para reabrir totalmente a rota marítima — por onde passa grande parte do petróleo mundial — prolongaria o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã tem pressionado os preços do petróleo e afetado diversos setores ao redor do mundo.O impacto pode prejudicar a economia dos Estados Unidos em um ano de eleições para a Câmara e o Senado.

Diante disso, Trump teria afirmado que os EUA devem focar nos principais objetivos da guerra: enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país. A partir daí, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

Já nesta terça-feira, os EUA anunciaram que sobrevoaram o Irã pela primeira vez desde o início da guerra com bombardeiros B-52. As aeronaves têm capacidade nuclear e são consideradas a "espinha dorsal" da força de bombardeiros estratégicos americanos.

As informações foram reveladas primeiro pelo jornal The New York Times. A ação no espaço aéreo iraniano sugere enfraquecimento das forças do Irã, já que esse tipo de aeronave, apesar de potente, é mais vulnerável a sistemas de defesa antiaérea.

Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, os B-52 devem ser usados para bombardear cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã.

As bolsas ao redor do mundo operam em alta nesta quarta-feira após sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo Irã, EUA e Israel.

O movimento ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os ataques americanos ao Irã podem terminar em duas ou três semanas.

Com a perspectiva de diminuição do conflito, o preço do petróleo recuou e chegou a cair brevemente abaixo de US$ 100 por barril, o que ajudou a sustentar o clima mais positivo nos mercados.

Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em alta. Os futuros do Dow Jones e do S&P 500 avançavam 0,4%, enquanto os do Nasdaq subiam 0,6%.

Na Europa, as principais bolsas também registravam ganhos nas primeiras negociações do dia. O índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 1,8%, para 10.356,41 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,3%, para 7.920,89, e o DAX, da Alemanha, ganhava 1,6%, para 23.052,89.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

Há 5 horas G1 Explica Lula NÃO recomendou substituir carro por caminhadaHá 5 horasFiliais no Oriente MédioApple, Google, Tesla: quais são e onde ficam big techs que Irã ameaça atacar

Há 9 horas Tecnologia Trump diz que considera ‘seriamente’ tirar os EUA da OtanHá 9 horasDireito trabalhistaLicença-paternidade de 20 dias será implementada em etapas; veja regras

Há 4 horas Trabalho e Carreira Artemis II 🚀🌕Nasa deve lançar hoje missão histórica de sobrevoo tripulado à Lua; saiba tudo

Há 5 horas Ciência Nasa diz que lançamento neste 1º de abril não terá ‘pegadinhas’Há 5 horasDos primórdios à ArtemisFOTOS: a evolução da sala de controle das missões da Nasa

Há 15 minutos Ciência Relembre imagens da chegada do homem à LuaHá 15 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: o discurso de Lula e as estratégias para a corrida eleitoral

Há 7 horas O Assunto Candidatos têm até sábado para deixar cargos; o que está em jogoHá 7 horasO que é cláusula de desempenho e como impacta disputa eleitoralHá 7 horasInvestigaçãoDesembargadores do MA são alvos da PF suspeitos de venda de decisão

Há 12 minutos Maranhão Seleção ⚽🟡🟢Brasil vence a Croácia em último teste antes da convocação para a Copa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas públicas têm déficit de R$ 16,4 bilhões em fevereiro; dívida sobe para 79,2% do PIB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%Oferecido por

As contas do setor público consolidado apresentaram um déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro, informou o Banco Central (BC) nesta terça-feira (31).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário.

🔎O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com fevereiro do ano passado, houve pequena melhora, uma vez, que o saldo negativo, no segundo mês de 2025, foi de R$ 19 bilhões (sem correção pela inflação).

governo federal registrou saldo negativo de R$ 29,5 bilhões;estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 13,7 bilhão;empresas estatais apresentaram déficit de R$ 568 milhões.

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 87,3 bilhões — o equivalente a 4,23% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, houve relativa estabilidade na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 85,1 bilhões (4,36% do PIB).

No caso somente do governo federal, o resultado ficou positivo em R$ 57,8 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um superávit de R$ 54,6 bilhões nos dois primeiros meses de 2025.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhõesO texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais, defesa e educação).

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve déficit de R$ 100,6 bilhões nas contas do setor público em fevereiro.

➡️No acumulado em 12 meses até fevereiro, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,09 trilhão, ou 8,5% do PIB.

🔎Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 14,75% ao ano, patamar elevado.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,04 trilhão (8,1% do PIB) em doze meses até fevereiro deste ano.

Com o déficit nas contas públicas em janeiro, a dívida do setor público consolidado subiu 0,5 ponto percentual, para 79,2% do PIB, o equivalente a R$ 10,2 trilhões.

A proporção com o PIB é considerada por especialistas como o conceito mais apropriado para medir e comparar a dívida das nações. E o formato de cálculo do Fundo Monetário Internacional (FMI) é adotado internacionalmente.

➡️Este é o maior nível para a dívida pública desde outubro de 2021, quando somava 79,5% do PIB, ou seja, é o maior patamar em mais de quatro anos.

➡️No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 7,5 pontos percentuais. A alta na dívida está relacionada, principalmente, com o aumento de gastos públicos, e com as despesas com juros.

➡️Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), conceito internacional — que considera os títulos públicos na carteira do BC —, o endividamento brasileiro foi bem maior em fevereiro: 94% do PIB.

➡️Acima de 90% do PIB, o patamar da dívida brasileira está bem acima de nações emergentes e de países da América do Sul, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro (segundo dados do FMI).

Para tentar conter o crescimento da dívida, em 2023 o governo aprovou o chamado "arcabouço fiscal", ou seja, novas regras para as contas públicas em substituição ao teto de gastos. Por estas regras:

a despesa não pode registrar crescimento maior do que 70% do aumento da arrecadação;a alta de gastos fica limitada, em termos reais, a 2,5% por ano;o arcabouço busca justamente conter o crescimento da dívida pública no futuro.

Sem um corte robusto de despesas, necessário para manter de pé o arcabouço fiscal, especialistas em contas públicas estimam que a regra terá de ser abandonada nos próximos anos.

Por conta disso, preveem uma expansão maior da dívida pública no futuro, o que pode resultar em aumento das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras ao setor real da economia.

Analistas do mercado financeiro estimaram, na semana passada, que a dívida pública brasileira deve atingir 97,6% do PIB em 2035 (pelo conceito brasileiro) — patamar bem distante dos países emergentes e mais próximo da Europa.

Há 12 minutos Mundo Como o regime iraniano se mantém no poder após tantas mortesHá 12 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que atacou instalações militares com tropas dos EUA

Há 3 horas Mundo Trump divulga vídeo de explosão em depósito de munições do Irã; SIGAHá 3 horasO ASSUNTO: outro estreito em jogo e os houthis na expansão da guerraHá 3 horasCaso MasterCPI do Crime Organizado aprova convocações de Castro e Ibaneis

Há 12 minutos Política BRB sabia de problemas em carteira do Master, diz documentoHá 12 minutosPrazo para BRB divulgar balanço de 2025 termina hojeHá 12 minutosBrasil nas urnasQuem são os pré-candidatos à Presidência da República

Há 5 horas Eleições 2026 Acidente na TijucaMorte de mãe e filho: como foi o atropelamento? O que dizem testemunhas?

Há 4 minutos Rio de Janeiro Criança era filho de humorista: ’10 anos de felicidade plena’Há 4 minutosPrejuízo de R$ 2 milhõesMC Poze do Rodo diz ter sido mantido refém em assalto em casa no Rio

Há 1 hora Rio de Janeiro Busca e apreensãoPolícia mira desvios de R$ 845 milhões de herança de fundador da Unip

Há 4 horas São Paulo ‘Subestimaram minha capacidade’Brasileira que criou caneta contra câncer revela preconceito nos EUA

Há 1 hora Fantástico DiademaIncêndio atinge distribuidora de materiais de construção na Grande SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre de olho na guerra no Irã e em dados de emprego no Brasil e nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (31) em quda, recuando 0,36% por volta das 9h10, sendo negociado a R$ 5,2290. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No cenário internacional, a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que aceitaria encerrar a guerra no Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado, segundo o jornal The Wall Street Journal, ajudou a impulsionar os preços do petróleo e trouxe algum alívio às bolsas globais.

Apesar disso, a tensão continua na região. O Irã atacou um petroleiro próximo a Dubai nesta terça-feira, mesmo após Trump ter afirmado que os EUA poderiam destruir usinas de energia iranianas caso o país não avance em um acordo de paz.

▶️ Com esse cenário, os preços do petróleo operam em alta. Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent subia 2,8%, a US$ 116, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 1,4%, a US$ 104,34.

▶️ Ainda nos EUA, investidores aguardam a divulgação do relatório JOLTS, que traz o número de vagas de trabalho abertas no país. A expectativa é de que o indicador mostre cerca de 6,9 milhões de postos disponíveis em fevereiro.

▶️ No Brasil, a agenda inclui os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A expectativa do mercado é de que tenham sido criadas cerca de 270 mil novas vagas formais de trabalho em fevereiro.

Em mais um dia de alta do petróleo no mercado internacional, o receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os EUA de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

Analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a estimativa para a inflação no Brasil em 2026. A revisão ocorre em meio à alta do preço do petróleo no mercado internacional, que nesta segunda-feira (30) opera acima de US$ 100 por barril.

O avanço da commodity — impulsionado pela guerra no Oriente Médio — pode pressionar a inflação brasileira, principalmente por meio do aumento no custo dos combustíveis.

As projeções constam no boletim Focus, relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC) com estimativas de mais de 100 instituições financeiras para indicadores da economia.

O mercado passou a prever que a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termine o ano em 4,31%. Na semana anterior, a projeção era de 4,17%.

O mercado financeiro manteve, na última semana, a previsão para a taxa Selic em 12,5% ao ano no fim de 2026. Esse cenário pressupõe que os juros comecem a cair ao longo do próximo ano.

Para 2027, a projeção também permaneceu estável: os analistas seguem estimando a Selic em 10,50% ao ano no fim daquele período.

No caso da atividade econômica, houve um ajuste pequeno na estimativa de crescimento do país. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,84% para 1,85% em 2026. Para 2027, a expectativa de expansão da economia foi mantida em 1,8%.

Já para o dólar, o mercado não fez mudanças nas projeções. A estimativa é que a moeda norte-americana encerre 2026 em R$ 5,40. Para 2027, a previsão também permaneceu estável, em R$ 5,45.

Investidores continuam atentos ao conflito no Oriente Médio e aos possíveis efeitos sobre a economia global. A principal preocupação é que a guerra provoque uma alta prolongada nos preços da energia, o que tende a pressionar a inflação e pode reduzir o ritmo de crescimento econômico em diversos países.

Apesar desse cenário de cautela, os principais índices de Wall Street, nos EUA, registravam ganhos nesta segunda-feira, após quedas acentuadas na sessão anterior. O Dow Jones subia 0,48%, para 45.382,83 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,32%, a 6.389,31 pontos, e o Nasdaq tinha alta de 0,19%, para 20.987,88 pontos.

Na sexta-feira passada, porém, as bolsas em Nova York terminaram o dia em queda, e acumularam a quinta semana seguida de perdas — a sequência mais longa em quase quatro anos.

Na Europa, as bolsas europeias fecharam em alta, em sinal de recuperação das fortes perdas da semana passada. Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,61%, a 10.127,96 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,88%, a 22. 496,90 pontos.

Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 7.772,45 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,02%, a 43.823,24 pontos.

O índice de Xangai subiu 0,2%, enquanto o CSI300 — que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 0,2%.

Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,8%. Já em Tóquio, o Nikkei registrou queda de 2,8%, encerrando aos 51.885 pontos.

Parte dessas perdas reflete a preocupação crescente no Japão e em outros países asiáticos com o acesso ao Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo transportado no mundo.

A região depende fortemente desse caminho para importar energia, e qualquer restrição à passagem de navios pode afetar o abastecimento e pressionar os preços.

Há 3 horas Jornal Nacional Ilha e usina são alvos mais prováveis dos EUA em possível operação por terraHá 3 horasINFOGRÁFICO mostra ampliação militar dos EUA no Oriente MédioHá 3 horasBrasil nas urnasQuem são os pré-candidatos à Presidência da República

Há 4 horas Eleições 2026 Prefeito de Manaus deixa o cargo para disputar o governo do AMHá 4 horasEm debandada do PDT, deputados do Ceará se filiam ao PSBHá 4 horasAcidente na TijucaO que se sabe sobre atropelamento por ônibus que matou mãe e filho no Rio

Há 7 horas Rio de Janeiro Criança era filho de humorista: ’10 anos de felicidade plena’Há 7 horasBusca e apreensãoPolícia mira desvios de R$ 845 milhões de herança de fundador da Unip

Há 3 horas São Paulo Preços de medicamentosRemédios podem ter reajuste de até 3,81% a partir de hoje; entenda

Há 4 minutos Saúde Natura redesenha comando e negocia entrada de investidor externoHá 4 minutos’Subestimaram minha capacidade’Brasileira que criou caneta contra câncer revela preconceito nos EUA

Há 23 minutos Fantástico DiademaIncêndio atinge distribuidora de materiais de construção na Grande SP

Há 3 horas São Paulo Levantamento do g1R$ 354 milhões: multas por preço mínimo do frete batem recorde em 2026

Há 21 minutos Economia Ex-deputado nos EUAInterrogatório de Eduardo Bolsonaro é marcado para abril

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%Oferecido por

Trump dá entrevista a bordo do Air Force One em 29 de março de 2025. — Foto: Reuters/Elizabeth Frantz

O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou US$ 4 (cerca de R$ 21) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã, informou a Associação Automobilística Americana (AAA).

O aumento dos preços do combustível, que estavam abaixo de US$ 3 no fim de fevereiro, representa outra notícia ruim para o presidente Donald Trump desde o início dos ataques contra a República Islâmica.

No início da manhã, o preço médio era de US$ 4,018 por galão (3,785 litros) de gasolina, segundo dados publicados no site da Associação Automobilística Americana.

O preço havia superado a marca de US$ 4 pela última vez em agosto de 2022, quando disparou para US$ 5 em meio à pandemia de covid-19 e após a invasão da Ucrânia pela Rússia, segundo a Administração de Informação de Energia.

A nova disparada no preço foi provocada pelo bloqueio que o Irã impõe de fato no Estreito de Ormuz, rota marítima crucial por onde passava quase 20% do petróleo e gás mundiais.

Trump expressou a confiança de que em breve alcançará um acordo negociado para encerrar a guerra, mas advertiu que, se isso não acontecer, as instalações petrolíferas iranianas sofrerão ataques severos.

Há 12 minutos Mundo Como o regime iraniano se mantém no poder após tantas mortesHá 12 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que atacou instalações militares com tropas dos EUA

Há 3 horas Mundo Trump divulga vídeo de explosão em depósito de munições do Irã; SIGAHá 3 horasO ASSUNTO: outro estreito em jogo e os houthis na expansão da guerraHá 3 horasCaso MasterCPI do Crime Organizado aprova convocações de Castro e Ibaneis

Há 12 minutos Política BRB sabia de problemas em carteira do Master, diz documentoHá 12 minutosPrazo para BRB divulgar balanço de 2025 termina hojeHá 12 minutosBrasil nas urnasQuem são os pré-candidatos à Presidência da República

Há 5 horas Eleições 2026 Acidente na TijucaMorte de mãe e filho: como foi o atropelamento? O que dizem testemunhas?

Há 4 minutos Rio de Janeiro Criança era filho de humorista: ’10 anos de felicidade plena’Há 4 minutosPrejuízo de R$ 2 milhõesMC Poze do Rodo diz ter sido mantido refém em assalto em casa no Rio

Há 1 hora Rio de Janeiro Busca e apreensãoPolícia mira desvios de R$ 845 milhões de herança de fundador da Unip

Há 4 horas São Paulo ‘Subestimaram minha capacidade’Brasileira que criou caneta contra câncer revela preconceito nos EUA

Há 1 hora Fantástico DiademaIncêndio atinge distribuidora de materiais de construção na Grande SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nova CNH: economia com a renovação automática passa de R$ 1 bilhão, diz ministério

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 04:56

Carros Nova CNH: economia com a renovação automática passa de R$ 1 bilhão, diz ministério Medida é exclusiva para a CNH digital e está disponível para os 'bons condutores', aqueles que não tiveram multas nos últimos 12 meses. O benefício não é válido para condutores com mais de 70 anos. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Com as novas regras da CNH, em vigor desde o fim de 2025, mais de 1,5 milhão de motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita.

A medida é um benefício para o chamado “bom condutor” e a renovação gratuita é exclusiva para a CNH digital.

Com as novas regras da CNH, em vigor desde o fim de 2025, mais de 1,5 milhão de motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita, segundo o Ministério dos Transportes.

Esse valor deixou de ser arrecadado com taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre as regiões do Brasil, o Sudeste lidera o ranking de renovações automáticas.

Segundo a pasta, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro foram os estados com maior número de CNHs renovadas automaticamente.

São Paulo: 406.882 renovações;Minas Gerais: 176.816 renovações;Rio de Janeiro: 141.898 renovações;Paraná: 117.321 renovações;Rio Grande do Sul: 98.002 renovações;Santa Catarina: 80.158 renovações;Bahia: 76.350 renovações; Pernambuco: 56.979 renovações;Goiás: 55.063 renovações;Ceará: 42.254 renovações; Espírito Santo: 34.181 renovações;Pará: 30.313 renovações;Distrito Federal: 28.239 renovações; Mato Grosso: 27.309 renovações; Rio Grande do Norte: 23.209 renovações; Alagoas: 22.306 renovações; Mato Grosso do Sul: 19.986 renovações; Paraíba: 19.341 renovações; Maranhão: 19.305 renovações; Sergipe: 17.428 renovações; Tocantins: 9.591 renovações; Amazonas: 9.492 renovações; Rondônia: 9.351 renovações; Piauí: 7.728 renovações; Acre: 3.931 renovações; Roraima: 3.832 renovações; Amapá: 2.373 renovações.

A medida é um benefício para o chamado “bom condutor”. Para ser considerado, o motorista precisa cumprir os seguintes critérios:

🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses;🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período;📝 Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC).

Abrir o aplicativo CNH Brasil;Selecionar a opção “Condutor”;Acessar “Cadastro Positivo”;Tocar em “Autorizar participação”.

Segundo as novas regras, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital.

Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside.

As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado.

Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 137,79.Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12;No Rio Grande do Sul, a taxa é de R$ 80,37.

É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses.

Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática:

Condutores com 70 anos ou mais;A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.

Há 2 horas Mundo VÍDEO publicado por Trump mostra explosão de depósito de munições no IrãHá 2 horasA história por trás do ‘direito de nascimento’ que Trump quer derrubarHá 2 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: outro estreito em jogo e os houthis na expansão da guerra

Há 2 horas O Assunto INFOGRÁFICO mostra ampliação militar dos EUA no Oriente MédioHá 2 horasAcidente na TijucaO que se sabe sobre atropelamento por ônibus que matou mãe e filho no Rio

Há 2 horas Rio de Janeiro Criança era filho de humorista: ’10 anos de felicidade plena’Há 2 horasCaso MasterPrazo para BRB divulgar balanço de 2025 termina hoje; mercado pressiona

Há 4 horas Distrito Federal Justiça EleitoralComo recontagem de votos de 2022 pode impactar a Alerj; sessão é hoje

Há 4 horas Rio de Janeiro STF julga no dia 8 se a eleição para governador do RJ será direta ou indiretaHá 4 horasEx-presidente presoDefesa diz a Moraes que Bolsonaro não teve acesso a vídeo citado por Eduardo

Há 11 horas Política Moraes deu 24 horas para Bolsonaro explicar fala do filho nos EUAHá 11 horasFATO OU FAKE: vídeo de Bolsonaro acenando ao sair de hospital não é de agora; entendaHá 11 horasPrevisão do tempo 🌀⛈️Chegada de Vórtice Ciclônico traz chuva para o país; entenda fenômeno

Há 4 horas Meio Ambiente Veja o tempo na sua cidadeHá 4 horasCrime na BahiaJovem achada morta em congelador estava desaparecida; suspeito confessou crime

Há 4 horas Bahia Mulher pula de janela com filha após ser atraída e trancada pelo ex em SPHá 4 horasSão PauloPolícia prende primeiro suspeito de participar de falso estacionamento

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerra no Oriente Médio: alta do petróleo deve elevar inflação e frear economia, diz presidente do BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%Oferecido por

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico.

Durante o evento J Safra Macro Day, Galípolo destacou que o movimento atual difere de episódios anteriores, por se tratar de um choque de oferta, e não de demanda.

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante o J. Safra Macro Day — Foto: Reprodução

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico, em um cenário global mais adverso marcado por tensões geopolíticas provocadas pela guerra no Irã

Durante o evento, Galípolo explicou que a alta atual do petróleo é diferente de outras vezes, pois não se trata de aumento da procura, mas por problemas na oferta — ou seja, falta de produto no mercado.

“Essa elevação no preço do petróleo tem uma natureza bastante distinta do passado, não decorre de um ciclo de demanda, mas sim de um choque de oferta”, afirmou.

"Desde o início, a governança do Banco Central tem sido mais parcimoniosa. A instituição tem preferido incorporar os efeitos de forma gradual e ganhar tempo para entender melhor o impacto de cada evento [guerra no Oriente Médio]. Até agora, essa estratégia tem se mostrado acertada", afirmou.

"Em vários momentos, surgiram políticas que poderiam ter levado a reações mais rápidas por parte do Banco Central, mas a decisão de aguardar e ajustar gradualmente ajudou a evitar a amplificação da volatilidade. Assim, o BC segue avaliando os desdobramentos, mas, em um primeiro momento, a leitura é de inflação para cima e crescimento para baixo."

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

Galípolo também ressaltou que, apesar do ambiente internacional mais desafiador, o Brasil se encontra em uma posição relativamente mais favorável em comparação a outros países.

“O Brasil hoje se beneficia de ser um exportador líquido de petróleo”, disse. Ele ressaltou, porém, que ainda há efeitos importantes, já que o país precisa importar derivados de petróleo, o que influencia os preços no mercado interno.

🛢️ Petróleo líquido é o petróleo bruto, aquele que sai do subsolo ou do mar e ainda não passou por nenhum processamento. Já os derivados são os produtos feitos a partir desse petróleo depois que ele é refinado nas refinarias, como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha. Ou seja, o petróleo líquido é o produto inicial, e os derivados são o que a gente realmente usa no dia a dia.

Além disso, destacou que o nível mais elevado da taxa de juros no país contribui para essa posição relativa. “O diferencial de juros, estarmos em um patamar mais contracionista comparativamente a outros bancos centrais, também nos coloca numa situação mais favorável”, afirmou.

Na última reunião, em 18 de março, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 15% para 14,75% ao ano — o primeiro corte desde maio de 2024. Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. Ainda assim, o Brasil segue com o segundo maior juro real do mundo, calculado ao descontar a inflação prevista da taxa nominal.

🔎 A Selic, taxa básica de juros da economia, é o principal instrumento do Banco Central do Brasil para conter a inflação, com impacto maior sobre a população mais pobre.

Segundo a ata do Comitê, a guerra piorou o cenário inflacionário, com a alta do petróleo elevando as expectativas acima da meta de 3%, que tem intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

Diante disso, o BC indicou que o ritmo de queda dos juros deve ser mais lento e evitou sinalizar próximos passos, destacando a necessidade de cautela em um ambiente externo mais instável e com sinais de desaceleração da economia brasileira.

Apesar do último corte de juros, a Selic ainda segue no maior patamar em 20 anos. Gabriel Galípolo afirmou que os juros altos no Brasil já estão fazendo efeito na economia, principalmente nos setores que mais dependem de crédito, como consumo e investimentos.

Segundo ele, “ficou claro ao longo deste ano que a política monetária vem surtindo seu efeito, vem fazendo a sua 'transmissão' para a economia”, com reflexos visíveis no crédito e na atividade.

Ele explicou que o impacto não é uma queda forte da economia, mas uma desaceleração gradual: “é um efeito de uma desaceleração, de crescimento menor, em especial nesses componentes mais cíclicos”.

🔎Setores “cíclicos” são aqueles mais sensíveis às mudanças da economia. Por exemplo, áreas como construção civil, indústria e venda de bens duráveis (como carros e eletrodomésticos) costumam reagir rapidamente quando há juros altos ou maior incerteza, com redução de investimentos e consumo.

Sobre o início da queda dos juros, Galípolo disse que o Banco Central optou por começar com um corte menor por cautela, diante das incertezas externas, como a alta do petróleo.

“O que foi entendido é que essa gordura acumulada com uma posição mais conservadora ao longo das últimas reuniões permitiu ganhar tempo”, afirmou.

Isso, segundo ele, permitiu seguir o plano sem mudanças bruscas: “decidimos seguir com a nossa trajetória e iniciar o ciclo de calibragem da política monetária”.

Segundo Galípolo, a postura do BC é "mais transatlântico do que jet ski”, indicando que prefere agir de forma mais lenta e previsível, evitando movimentos bruscos em momentos de incerteza.

Há 2 horas Política Trégua à vista?Trump diz ter ‘negociações sérias’ para encerrar guerra, mas faz nova ameaça

Há 44 minutos Mundo Irã chama proposta de paz dos EUA de ‘fora da realidade’Há 44 minutosMorte de comandante responsável por fechar estreito é confirmadaHá 44 minutosImpacto no mercadoPetróleo fica perto de US$ 115 e pode ter a maior alta mensal desde 1990

Há 2 horas Economia Por que a pequena ilha de Kharg é estratégica na guerraHá 2 horasSusto no arMotor de avião explode na decolagem, e piloto faz pouso de emergência em SP

Há 5 horas SP VÍDEO: passageiros registram o momento da explosãoHá 5 horas’Era um medo de morrer de verdade’, diz passageira Há 5 horasSubstituto de Cláudio CastroSTF julga no dia 8 se eleição para governador do RJ será direta ou indireta

Há 46 minutos São Paulo Rio de JaneiroHomem é preso após fazer a ex e filha bebê reféns na Barra da Tijuca

Há 45 minutos Rio de Janeiro Crime na BahiaMulher é achada morta em geladeira; namorada de suspeito ligou para PM

Há 18 minutos Bahia Homem suspeito de matar mulher com soco é preso na BahiaHá 18 minutosvídeos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre de olho na guerra do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (30) em alta, avançando 0,16% na abertura, aos R$ 5,2496. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h

A alta do petróleo voltou ao radar dos investidores neste início de semana. O movimento reflete as incertezas em torno do conflito no Oriente Médio e já começa a influenciar expectativas para inflação e juros no Brasil.

▶️ No mercado internacional, o petróleo registra nova rodada de alta nesta segunda-feira, em meio ao ceticismo sobre um possível cessar-fogo na guerra envolvendo o Irã, que já dura cerca de um mês.

Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

▶️ No Brasil, o governo federal ainda tenta fechar um acordo com os Estados sobre a proposta de subvenção compartilhada na importação de diesel. A reunião realizada na sexta-feira terminou sem consenso entre as partes.

▶️ Já no cenário macroeconômico, o mercado voltou a elevar a projeção para a inflação oficial do país neste ano. De acordo com o boletim Focus, a estimativa para o IPCA subiu para 4,31%, ante 4,17% na semana anterior — o terceiro aumento consecutivo.

Diante desse cenário, também aumentam as apostas de que o Banco Central possa reduzir os juros em ritmo menor nos próximos meses.

O petróleo subia mais de 2% nesta segunda-feira (30) e passa a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos EUA, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — uma passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os EUA de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, puxada principalmente pelo fim de vagas temporárias típicas do fim de ano, segundo o IBGE.

O resultado ficou acima dos 5,4% registrados no trimestre até janeiro e dos 5,2% no período encerrado em novembro.

Ao todo, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem conseguir uma vaga — 600 mil a mais na comparação com o trimestre anterior.

O resultado veio levemente acima das expectativas do mercado, que projetavam um avanço a 5,7%, mas ainda é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.

Os mercados financeiros ao redor do mundo operavam em queda nesta sexta-feira, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.

A principal preocupação dos investidores é que o conflito afete por um longo período a produção e o transporte de petróleo e gás natural no Golfo Pérsico — uma das regiões mais importantes do mundo para a oferta desses combustíveis.

Caso isso aconteça, parte relevante do petróleo e do gás pode deixar de chegar ao mercado internacional, o que tende a pressionar os preços e alimentar a inflação global.

Nos EUA, as bolsas em Wall Street caminham para encerrar a quinta semana seguida de perdas, o que seria a sequência negativa mais longa em quase quatro anos.

As ações europeias caíram nesta sexta-feira, mas registraram um ganho modesto na semana, refletindo os sinais conflitantes do Oriente Médio com os quais os investidores tiveram que lidar.

O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,9% no dia, a 575,37 pontos, com a maioria dos setores no vermelho. Ainda assim, acumulou alta de 0,4% na semana.

Na Ásia, o fechamento foi misto. Na China, o índice de Xangai subiu 0,63%, e o CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,56%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,38%.

Já em outros mercados da região houve queda: o Nikkei, do Japão, recuou 0,43%, a 53.373 pontos; o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 0,40%, a 5.438 pontos; e o TAIEX, de Taiwan, terminou em baixa de 0,68%, aos 33.112 pontos.

Há 6 minutos Economia Susto no arMotor de avião explode na decolagem, e piloto faz pouso de emergência em SP

Há 3 horas SP VÍDEO: passageiros registram o momento da explosãoHá 3 horas’Era um medo de morrer de verdade’, diz passageira Há 3 horasReconstituição de acidente’Momento de puro terror’: como avião e caminhão bateram em aeroporto de NY

Há 37 minutos Fantástico Substituto de Cláudio CastroSTF julga no dia 8 se eleição para governador do RJ será direta ou indireta

Há 47 minutos Política Blog da Natuza NeryCaiado anunciará hoje candidatura à Presidência pelo PSD

Há 4 horas Blog da Natuza Nery Com 16 trocas, governo deve bater recorde de saídas de ministrosHá 4 horasLinha do tempo Caixas de vírus sumidas, casal flagrado em câmeras: o furto na Unicamp

Há 54 minutos Fantástico 24 tipos de vírus foram transportados entre laboratóriosHá 54 minutosVeja 10 pontos para entender a investigaçãoHá 54 minutosAssaltos no trânsitoGangue do quebra-vidro: aparelhos acabam no ninho do celular roubado

Há 26 minutos Fantástico Quadrilha aproveita trânsito e aterroriza motoristas em SPHá 26 minutos51 anos depoisPesquisa acha sala onde ditadura simulou suicídio de Vladimir Herzog

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com Guerra no Oriente Médio, mercado financeiro eleva novamente sua estimativa de inflação neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

As expectativas fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). Como consequência, a expectativa é de que o BC reduza menos os juros.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,31% neste ano, contra a projeção anterior de 4,17%. Foi o terceiro aumento seguido na estimativa.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,80% para 3,84%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,52% para 3,57%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros. Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento subiu de 1,84% para 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.

Há 1 hora Economia Ações europeias permanecem estáveis antes de dados de inflaçãoHá 1 horaEscalada de ameaças leva barril de petróleo a mais de US$ 115Há 1 horaSusto no arMotor de avião explode na decolagem, e piloto faz pouso de emergência em SP

Há 2 horas SP VÍDEO: passageiros registram o momento da explosãoHá 2 horas’Era um medo de morrer de verdade’, diz passageira Há 2 horasReconstituição de acidente’Momento de puro terror’: como avião e caminhão bateram em aeroporto de NY

Há 3 horas Fantástico Blog da Natuza NeryCaiado anunciará hoje candidatura à Presidência pelo PSD

Há 3 horas Blog da Natuza Nery Com 16 trocas, governo deve bater recorde de saídas de ministrosHá 3 horasMaterial biológico Ao menos 24 tipos de vírus foram furtados de laboratório da Unicamp

Há 11 horas Fantástico Sumiço de amostras aconteceu em fevereiro; veja ponto a pontoHá 11 horas10 pontos para entender a investigaçãoHá 11 horas51 anos depoisPesquisa acha sala onde ditadura simulou suicídio de Vladimir Herzog

Há 10 horas Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: a escravidão como mais grave crime contra a humanidade

Há 4 horas O Assunto Conflito de versõesComo leite condensado em copo de açaí pode elucidar envenenamento

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações europeias permanecem estáveis antes de dados de inflação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 06:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

As ações europeias ficaram praticamente estáveis nesta segunda-feira (30), antes da divulgação de dados locais de inflação, enquanto investidores continuaram monitorando os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, que tem abalado os mercados globais.

O índice pan-europeu STOXX 600 estava estável em 574,98 pontos às 08h09 GMT. O setor de defesa liderou as perdas, com queda de 0,8%.

O foco está nos dados de CPI e HICP da Alemanha, previstos para mais tarde no dia, para avaliar o impacto da guerra na maior economia da Europa.

A guerra no Oriente Médio elevou acentuadamente os preços do petróleo, alimentando temores inflacionários e levando o STOXX 600 da Europa a caminho de sua maior queda mensal desde março de 2020.

O conflito não mostrou sinais de arrefecimento, com a milícia Houthi do Iêmen, apoiada pelo Irã, disparando mísseis contra Israel, ampliando o confronto e aumentando os temores de novas interrupções nas rotas marítimas.

O presidente do banco central francês, François Villeroy de Galhau, afirmou que o Banco Central Europeu está determinado a impedir que a inflação impulsionada pela energia se espalhe, mas disse ser cedo demais para discutir datas de possíveis aumentos de juros.

Entre as ações individuais, a INWIT caiu 3,1% após a Telecom Italia informar que encerrou um contrato de longo prazo com a principal operadora de torres da Itália.

As ações da Rio Tinto listadas no Reino Unido subiram quase 5% após a mineradora informar que as operações em três de seus quatro terminais portuários de minério de ferro em Pilbara foram retomadas, depois que o ciclone tropical Narelle passou pela região de Pilbara, na Austrália Ocidental, o que ajudou a elevar o índice FTSE 100 de Londres em 0,2%.

Há 2 minutos SP Passageiros registraram o momento da explosãoHá 2 minutosReconstituição de acidente’Momento de puro terror’: como avião e caminhão bateram em aeroporto de NY

Há 57 minutos Fantástico 51 anos depoisPesquisa acha sala onde ditadura simulou suicídio de Vladimir Herzog

Há 9 horas Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: a escravidão como mais grave crime contra a humanidade

Há 3 horas Fantástico Cuidado e atenção 🫂Médico cria receitas com desenhos para pacientes que não sabem ler

0

PREVIOUS POSTSPage 13 of 20NEXT POSTS