RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como o ataque dos EUA ao Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/02/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,134-0,1%Dólar TurismoR$ 5,3440,08%Euro ComercialR$ 6,0690,1%Euro TurismoR$ 6,3250,26%B3Ibovespa188.899 pts-1,1%Oferecido por

O dólar tende a se fortalecer em cenários de tensão geopolítica, funcionando como um ativo de proteção para investidores.

Preços do petróleo podem subir devido ao risco de danos às estruturas de produção, especialmente com o Irã sendo um grande produtor.

Bolsas de valores globais podem sofrer quedas, pois investidores diminuem a aposta em ativos de risco durante conflitos.

Especialistas não preveem um conflito prolongado, e o excesso de oferta de petróleo pode conter os preços no curto prazo.

Os agentes do mercado financeiro já avaliam a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo especialistas consultados pelo g1 nos últimos dias, o conflito pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Veja a seguir quais podem ser os efeitos de um conflito sobre o dólar, o petróleo e os mercados globais.

Sempre que ocorre um evento geopolítico — como as rusgas entre grandes potências militares —, o dólar costuma ser uma opção de proteção para os investidores.

🔎 A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.

“É o que chamamos de ‘flight to quality’ (voo para a qualidade), movimento que tradicionalmente ocorre em momentos de guerra”, diz o estrategista-chefe da Avenue, William Alves.

A possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, é outro fator que pode valorizar a moeda americana, porque desestabilizaria o funcionamento do mercado.

“É pouco provável que isso ocorra, já que os EUA mantêm forças militares para proteger a região. Mas o risco sempre existe”, afirma Alves.

“O Irã não é a Venezuela. O país tem maior relevância militar e poderia tentar algum tipo de reação contra os EUA. Talvez não em um primeiro momento, mas até mesmo por meio de ataques ou outras ações após uma eventual atuação dos EUA na região”, completa.

Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: WANA (West Asia News Agency) via Reuters; Nathan Howard/Reuters

Um ataque ou bloqueio do Estreito de Ormuz pode afetar os preços do petróleo. O Irã é um dos maiores produtores do mundo e integra a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

“Sempre que há tensão entre países produtores de petróleo, o mercado começa a considerar o risco de danos às estruturas de produção”, explica o analista da Genial Investimentos, Vitor Souza.

🔎 Se parte das instalações de produção de petróleo no Irã for destruída, a oferta pode cair a ponto de gerar desequilíbrio entre produção e consumo no mercado global, pressionando os preços.🔎 O mesmo vale para o risco de bloqueios no Estreito de Ormuz. Para Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, uma interrupção na passagem de navios cargueiros pela região pode levar o barril de petróleo para a faixa de US$ 80. Hoje, está em torno de US$ 70.

Gabriel Mollo afirma ainda que o conflito e um eventual bloqueio também podem ter efeitos indiretos na economia, como aumento da inflação global e das taxas de juros. “Tudo depende da intensidade do conflito, de sua duração e de como ele afetará as cadeias de produção”, acrescenta.

Os especialistas destacam, porém, que o mercado não espera uma guerra prolongada e de grande escala entre os países. O atual excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem conter os preços no curto prazo.

“Há, naturalmente, a questão do aumento da demanda. Mas, por outro lado, o Irã já é um país fortemente sancionado, e um eventual conflito não deve gerar o mesmo impacto que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, por exemplo”, diz o analista da Suno Research, Malek Zein.

Como a disposição dos investidores para apostar em ativos arriscados diminui em momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores mundo a fora também podem sofrer com quedas.

William Alves, da Avenue, diz que os ativos de risco — como ações e investimentos em países emergentes — tendem a reagir mal a eventos como uma guerra, especialmente diante da possível alta do petróleo e dos aumentos de dólar e juros.

“No médio e longo prazo, será preciso avaliar o quão limitado e rápido seria o conflito e se poderia haver retaliações na região, como ataques a instalações de energia, refinarias ou estruturas semelhantes”, completa o estrategista.

A depender da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de alguns setores, especialmente o de petróleo e gás.

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Dólar abre em alta com mercado atento à prévia da inflação e a dados dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1390,28%Dólar TurismoR$ 5,3400,29%Euro ComercialR$ 6,0630,2%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (27) em alta, avançando 0,15% na abertura, cotado a R$ 5,1445. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No Brasil, o IBGE divulga pela manhã a prévia da inflação de fevereiro, medida pelo IPCA-15. A expectativa é de que os preços tenham subido 0,56% no mês e 3,81% nos últimos 12 meses.

▶️ Também sai a Nota de Política Fiscal de janeiro, publicada pelo Banco Central. Em 2025, as contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 55,0 bilhões (0,43% do PIB), acima do resultado de 2024, que foi negativo em R$ 47,6 bilhões (0,40% do PIB). No Governo Central, o déficit chegou a R$ 58,7 bilhões (0,46% do PIB), também maior que no ano anterior.

▶️ Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga o índice de preços ao produtor (PPI) de janeiro, que mede a variação dos preços no atacado. A previsão é de alta de 0,3% no mês, tanto no índice geral quanto no núcleo, com variações anuais de 2,6% e 3%, respectivamente.

▶️ No cenário internacional, EUA e Irã avançaram nas negociações sobre a questão nuclear, segundo o mediador Omã, em meio ao reforço militar americano no Oriente Médio.

Em Wall Street, os índices futuros operam em queda nesta sexta-feira, refletindo a forte baixa das empresas de tecnologia no dia anterior, especialmente da Nvidia.

O mercado tenta se recuperar enquanto aguarda um novo dado importante de inflação, o índice de preços ao produtor (PPI) de janeiro, que mostra como estão os custos para as empresas.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o Dow Jones futuro recuava 0,37%. O S&P 500 futuro registrava queda de 0,16%. Já o Nasdaq futuro caía 0,10%.

Na Europa, as bolsas sobem, apoiadas por resultados melhores do que o esperado de várias empresas e pela análise de novos dados econômicos.

O clima é positivo a ponto de o mercado europeu atingir um novo recorde e caminhar para o oitavo mês seguido de ganhos, apesar de preocupações ligadas a tarifas e possíveis impactos de novas tecnologias como a inteligência artificial.

Entre os índices, o STOXX 600 avança 0,3%, chegando a 635,04 pontos. Na Alemanha, o DAX sobe 0,18%. No Reino Unido, o FTSE 100 tem alta de 0,48%. Na França, o CAC 40 opera com leve queda de 0,09%.

Na Ásia, as bolsas tiveram desempenho misto. Na China, os índices fecharam praticamente estáveis, mas ainda assim encerraram a semana com ganhos, já que investidores voltam gradualmente ao mercado após o feriado do Ano Novo Lunar.

Nos fechamentos do dia: em Xangai, o índice subiu 0,4%, enquanto o CSI300 caiu 0,3%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1%. Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,16%, alcançando 58.850 pontos.

Em Seul, o KOSPI caiu 1%, fechando a 6.244 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX não abriu hoje, permanecendo fechado.

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Dólar abre em alta com foco nas negociações entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta. Por volta das 9h05, a moeda americana subia 0,12%, cotada a R$ 5,1307. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa a ser negociado às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump pode decidir sobre um possível ataque militar ao Irã após o resultado de uma reunião com o país persa prevista para esta quinta-feira. A possibilidade mantém o mercado atento ao noticiário geopolítico.

Apesar das incertezas, o petróleo recua nesta manhã. O Brent caía 1,31%, a US$ 69,91 por barril, enquanto o WTI recuava 1,59%, a US$ 64,37.

▶️ Ainda na agenda americana, o Departamento de Trabalho divulga, às 10h30 (de Brasília), os pedidos iniciais de seguro-desemprego da semana até 21 de fevereiro. Na semana anterior foram registrados 206 mil pedidos, e a expectativa agora é de 215 mil.

▶️ No Brasil, em um dia fraco de indicadores econômicos previstos, os investidores acompanham principalmente o cenário internacional. No ambiente doméstico, também repercute a pesquisa da AtlasIntel que apontou o presidente Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados em um eventual segundo turnoe.

🔎 Parte do mercado interpreta o resultado como um sinal de possível mudança no comando do país em 2026. Para alguns analistas, uma eventual troca de governo poderia abrir caminho para medidas mais firmes no controle das contas públicas.

Agentes do mercado financeiro já consideram a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo a mídia internacional, o presidente Donald Trump deve decidir sobre a ação com base no resultado de uma reunião em Genebra, na Suíça, nesta quinta-feira.

Essa será a terceira reunião em menos de um mês para tentar fechar um acordo que restrinja ou encerre o programa nuclear iraniano.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou ver chances de um resultado positivo no encontro, e o ministro de Relações Exteriores, Abbas Araqchi, disse que um acordo é possível se a diplomacia for priorizada.

Do lado americano, o secretário de Estado Marco Rubio disse na quarta-feira (25) que espera uma reunião produtiva, mas afirmou que o governo iraniano enfrentará “um grande problema” se resistir a discutir os limites dos mísseis.

Especialistas consultados pelo g1 afirmam que o aumento das tensões entre os dois países pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Em momentos de instabilidade geopolítica, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, como o dólar, e se afastar de aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa.

🔎 O dólar é uma das moedas mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade. Por isso, em períodos de tensão, muitos investidores deixam investimentos mais arriscados e migram para o dólar.

Outro fator que pode valorizar a moeda americana é a possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo.

Um ataque ou bloqueio nessa região afetaria o funcionamento do mercado. O Irã é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), o que também pode influenciar os preços.

Mesmo assim, os especialistas consultados apontam que o mercado não espera uma guerra prolongada ou de grande escala entre os países. O excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem limitar a alta dos preços no curto prazo.

Com a redução da disposição dos investidores em apostar em ativos mais arriscados durante momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores ao redor do mundo também podem sofrer quedas.

Dependendo da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de setores como petróleo e gás.

Como a tensão entre EUA e Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiroIrã tem dia decisivo com reunião nuclear com os EUA e possível decisão de Trump sobre ataque

Os mercados em Wall Street encerraram em alta, enquanto investidores seguiram avaliando os riscos envolvendo as grandes empresas de tecnologia e seus investimentos bilionários em inteligência artificial.

Além disso, a expectativa pelos resultados da Nvidia — considerados um termômetro para o setor — e as dúvidas sobre novas tarifas comerciais continuaram a gerar incertezas.

O Dow Jones subiu 0,63%, aos 49.482,27 pontos. O S&P 500 avançou 0,81%, aos 6.946,14 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,26%, aos 23.152,08 pontos.

Na Europa, o clima foi mais positivo, impulsionado pela recuperação das ações de tecnologia em várias bolsas globais.

Esse movimento ajudou a melhorar o humor dos investidores, que deixaram em segundo plano, ao menos por enquanto, as preocupações com possíveis tarifas dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 subiu 0,7%, aos 633,47 pontos. O FTSE 100, do Reino Unido, avançou 1,18%, aos 10.806,41 pontos.

Na França, o CAC 40 subiu 0,47%, aos 8.559,07 pontos, e na Alemanha, o DAX avançou 0,76%, aos 25.175,94 pontos.

O interesse dos investidores por empresas ligadas a metais e minerais raros cresceu após notícias de que o governo Trump pretende usar um sistema de inteligência artificial do Pentágono para definir preços de referência desses insumos estratégicos.

O índice CSI300, da China, subiu 1,2%, e o Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,8%. No Japão, o Nikkei disparou 2,2%, chegando a 58.583 pontos.

Na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,91%, aos 6.083 pontos, e, em Taiwan, o TAIEX avançou 2,05%, para 35.413 pontos.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Como a tensão entre EUA e Irã pode afetar dólar, petróleo e o mercado financeiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

Agentes do mercado financeiro já consideram um possível ataque dos EUA ao Irã, avaliando seus impactos econômicos.

O dólar tende a se fortalecer em cenários de tensão geopolítica, funcionando como um ativo de proteção para investidores.

Preços do petróleo podem subir devido ao risco de danos às estruturas de produção, especialmente com o Irã sendo um grande produtor.

Bolsas de valores globais podem sofrer quedas, pois investidores diminuem a aposta em ativos de risco durante conflitos.

Especialistas não preveem um conflito prolongado, e o excesso de oferta de petróleo pode conter os preços no curto prazo.

Os agentes do mercado financeiro já avaliam a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo especialistas consultados pelo g1, o aumento das tensões entre os dois países pode fortalecer o dólar, elevar os preços do petróleo e provocar perdas nas bolsas de valores.

Nas últimas semanas, o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou as ameaças ao país do Oriente Médio, reforçou a presença militar na região e sinalizou que está pronto para um ataque, caso considere necessário.

🔎 Trump tem pressionado o regime dos aiatolás a aceitar um acordo para limitar o programa nuclear iraniano, especialmente o enriquecimento de urânio, e o programa de mísseis. Em troca, haveria alívio das sanções e maior abertura econômica.

Embora especialistas não considerem um conflito duradouro como cenário mais provável, a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA não está descartada.

Veja a seguir quais podem ser os efeitos de um conflito sobre o dólar, o petróleo e os mercados globais.

Sempre que ocorre um evento geopolítico — como as rusgas entre grandes potências militares —, o dólar costuma ser uma opção de proteção para os investidores.

🔎 A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.

“É o que chamamos de ‘flight to quality’ (voo para a qualidade), movimento que tradicionalmente ocorre em momentos de guerra”, diz o estrategista-chefe da Avenue, William Alves.

A possibilidade de bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, é outro fator que pode valorizar a moeda americana, porque desestabilizaria o funcionamento do mercado.

“É pouco provável que isso ocorra, já que os EUA mantêm forças militares para proteger a região. Mas o risco sempre existe”, afirma Alves.

“O Irã não é a Venezuela. O país tem maior relevância militar e poderia tentar algum tipo de reação contra os EUA. Talvez não em um primeiro momento, mas até mesmo por meio de ataques ou outras ações após uma eventual atuação dos EUA na região”, completa.

Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: WANA (West Asia News Agency) via Reuters; Nathan Howard/Reuters

Um ataque ou bloqueio do Estreito de Ormuz pode afetar os preços do petróleo. O Irã é um dos maiores produtores do mundo e integra a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

“Sempre que há tensão entre países produtores de petróleo, o mercado começa a considerar o risco de danos às estruturas de produção”, explica o analista da Genial Investimentos, Vitor Souza.

🔎 Se parte das instalações de produção de petróleo no Irã for destruída, a oferta pode cair a ponto de gerar desequilíbrio entre produção e consumo no mercado global, pressionando os preços.🔎 O mesmo vale para o risco de bloqueios no Estreito de Ormuz. Para Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora, uma interrupção na passagem de navios cargueiros pela região pode levar o barril de petróleo para a faixa de US$ 80. Hoje, está em torno de US$ 70.

Gabriel Mollo afirma ainda que o conflito e um eventual bloqueio também podem ter efeitos indiretos na economia, como aumento da inflação global e das taxas de juros. “Tudo depende da intensidade do conflito, de sua duração e de como ele afetará as cadeias de produção”, acrescenta.

Os especialistas destacam, porém, que o mercado não espera uma guerra prolongada e de grande escala entre os países. O atual excesso de oferta de petróleo e as restrições às vendas do próprio Irã são fatores que podem conter os preços no curto prazo.

“Há, naturalmente, a questão do aumento da demanda. Mas, por outro lado, o Irã já é um país fortemente sancionado, e um eventual conflito não deve gerar o mesmo impacto que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, por exemplo”, diz o analista da Suno Research, Malek Zein.

Como a disposição dos investidores para apostar em ativos arriscados diminui em momentos de tensão geopolítica, as bolsas de valores mundo a fora também podem sofrer com quedas.

William Alves, da Avenue, diz que os ativos de risco — como ações e investimentos em países emergentes — tendem a reagir mal a eventos como uma guerra, especialmente diante da possível alta do petróleo e dos aumentos de dólar e juros.

“No médio e longo prazo, será preciso avaliar o quão limitado e rápido seria o conflito e se poderia haver retaliações na região, como ataques a instalações de energia, refinarias ou estruturas semelhantes”, completa o estrategista.

A depender da duração do conflito, podem surgir oscilações mais intensas nos mercados e mudanças nas projeções de lucros de alguns setores, especialmente o de petróleo e gás.

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Dólar opera em queda com foco em EUA e nas contas públicas do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%Oferecido por

O dólar opera em queda nesta quarta-feira (25). Por volta das 9h15, a moeda americana recuava 0,48%, cotada a R$ 5,1305. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump evitou mencionar a China em seu discurso sobre o Estado da União na noite de ontem, às vésperas de uma viagem a Pequim. Ele, no entanto, fez ameaças ao Irã e citou a operação que levou à prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. Trump também tratou de temas como inflação, tarifas comerciais e o desempenho do mercado de ações.

O discurso de Trump no Congresso ocorreu em meio à queda na aprovação do presidente. Aliados temem que os índices influenciem as eleições de meio de mandato.

▶️ Ainda na agenda americana, os investidores acompanham nesta quarta-feira o balanço da Nvidia, que será divulgado após o fechamento do mercado, em meio às incertezas sobre o setor de inteligência artificial. Ao longo do dia, também estão previstos discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

▶️ No Brasil, o Tesouro Nacional informou que o Governo Central registrou superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, resultado acima da expectativa de superávit de R$ 88,8 bilhões. Também será divulgado o fluxo cambial semanal.

▶️ No campo político, uma pesquisa da AtlasIntel mostrou Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados em um eventual segundo turno, com 46,2% e 46,3%, respectivamente, em meio à repercussão negativa do desfile da Acadêmicos de Niterói.

▶️ Na véspera, o mercado já havia reagido ao cenário político: o Ibovespa subiu 1,40%, aos 191.490,40 pontos, enquanto o dólar comercial caiu 0,26%, a R$ 5,1553, com entrada de capital estrangeiro no país.

O presidente dos EUA, Donald Trump, fez na terça-feira (24) o tradicional discurso do Estado da União, em tom combativo e com duração de cerca de 1 hora e 48 minutos — o mais longo já registrado nesse formato.

Ele enviou recados ao Irã, defendeu a influência americana no hemisfério ocidental e discutiu com parlamentares democratas sobre imigração.

A política externa teve destaque. Trump acusou o Irã de tentar desenvolver uma arma nuclear e afirmou que prefere uma solução diplomática, mas que não permitirá que o país obtenha esse tipo de armamento.

Ele também citou a operação que levou à captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 3 de janeiro, classificando a ação como uma vitória para a segurança dos EUA e como um novo começo para os venezuelanos.

Grande parte da fala foi dedicada à economia. O presidente exaltou os resultados de seu governo, disse que a inflação está em queda, que a renda das famílias cresce e que a economia se recupera.

Especialistas, no entanto, contestam a leitura oficial desses indicadores. Trump também afirmou que a produção de energia atingiu níveis recordes e criticou a gestão anterior, afirmando que assumiu o país em crise.

O presidente também atacou a decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas a outros países, incluindo o Brasil, com base em uma lei de emergência da década de 1970.

Ele classificou a decisão como frustrante e anunciou uma nova tarifa global de 15% sobre produtos importados. Segundo Trump, a medida poderia substituir parte do sistema de imposto de renda e reduzir a carga tributária dos americanos, além de ajudar a evitar conflitos internacionais.

A economia foi um dos principais focos do discurso, em meio à preocupação dos eleitores com o custo de vida. Uma pesquisa da Associated Press mostrou que 39% dos entrevistados aprovam a condução da política econômica do presidente.

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As contas do governo registraram um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira (25). O resultado ficou acima da expectativa de superávit de R$ 88,8 bilhões.

Na comparação com janeiro do ano passado, houve uma leve piora: em 2024, o superávit foi de R$ 88,84 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

O resultado foi favorecido pela arrecadação federal, que atingiu o maior nível para o mês desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995. A alta da receita está relacionada ao crescimento da economia e ao aumento de impostos.

Para 2026, a meta é que as contas do governo tenham um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a cerca de R$ 34,3 bilhões. Pelo arcabouço fiscal aprovado em 2023, há uma faixa de tolerância de 0,25 ponto percentual em torno da meta central.

Isso significa que a meta será considerada cumprida mesmo se o resultado for zero ou se o superávit chegar a R$ 68,6 bilhões. O arcabouço também permite que o governo exclua até R$ 57,8 bilhões em despesas do cálculo, como gastos com precatórios, por exemplo.

Na prática, a previsão é que o governo registre um déficit de R$ 23,3 bilhões em 2026, mesmo que, no cálculo oficial da meta, apareça um resultado positivo.

Se esse cenário se confirmar, as contas públicas devem permanecer no vermelho ao longo de todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em Wall Street, os três principais índices americanos fecharam em alta, conforme investidores avaliavam o anúncio da Anthropic sobre novas ferramentas de inteligência artificial. A nova política de tarifas de Trump também continuava no radar.

A maior busca por ativos de risco vista em Wall Street também se refletiu na Europa, embora os investidores continuassem aguardando uma maior clareza sobre a política comercial dos EUA.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,23%, a 629,14 pontos. Entre os demais índices da região, o FTSE 100, de Londres, caiu 0,04%; o DAX, de Frankfurt, recuou 0,02%; e o CAC 40, de Paris, ganhou 0,26%.

Na Ásia, o clima foi mais positivo, especialmente após o retorno dos investidores chineses de um feriado prolongado.

A expectativa de que uma revisão das tarifas dos EUA beneficie a economia chinesa impulsionou os mercados, fortalecendo o iuan e estimulando compras em várias bolsas da região.

Na China, o índice de Xangai subiu 0,9% e o CSI300 avançou 1%. Em Tóquio, o Nikkei cresceu 0,9%, para 57.321 pontos. O Kospi, na Coreia do Sul, subiu 2,11%, e o Taiex, em Taiwan, ganhou 2,75%.

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‘PIB fantasma’ e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,37%Dólar TurismoR$ 5,361-0,13%Euro ComercialR$ 6,065-0,48%Euro TurismoR$ 6,326-0,27%B3Ibovespa191.397 pts1,35%Oferecido por

Ações de empresas de tecnologia caíram após um blog da Citrini Research prever desemprego em massa e "PIB fantasma" pela IA.

O texto viral, escrito como um relatório de 2028, projeta desemprego de 10,2% e queda de 40% no índice S&P.

A inteligência artificial substituiria trabalhadores de colarinho branco, elevando a produtividade, mas derrubando os salários reais.

Setores como software, imobiliário e financeiro seriam otimizados pela IA, levando à substituição de serviços humanos.

Especialistas do Financial Times e Fortune questionam a previsão, apontando a adaptabilidade humana e um mercado inflado.

'PIB fantasma' e desemprego em massa: as previsões apocalípticas de texto sobre IA que viralizou e assustou mercados. — Foto: Getty Images via BBC

As ações de algumas empresas de tecnologia — sobretudo de software — despencaram na segunda-feira (23/2) e analistas dizem que o principal motivo seria uma postagem em um blog que viralizou, pintando um cenário sombrio para a economia mundial diante da ascensão da inteligência artificial.

As empresas de software Datadog, CrowdStrike e Zscaler viram suas ações despencarem mais de 9% cada uma ao longo da segunda-feira. A International Business Machines teve queda de 13% — seu pior desempenho em um único dia desde 2000.

Outras empresas cujo desempenho também pode vir a ser afetado no futuro pela inteligência artificial também viram suas ações perderem valor. As ações da American Express caíram cerca de 7%, enquanto as do JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley recuaram mais de 4%. Mastercard e Visa tiveram quedas de mais de 4%.

Segundo analistas e jornalistas especializados, o principal motivo por trás das quedas no mercado foi um post escrito pela Citrini Research, uma empresa que foi fundada pelo investidor James van Gleek. A Citrini Research é um dos canais de finanças mais lidos do Substack.

O texto que viralizou fala em um "PIB fantasma", a ideia de que a inteligência artificial vai aumentar a produtividade e até o tamanho de algumas economias, mas que provocaria ao mesmo tempo desemprego em massa ao substituir humanos. Com isso, esse aumento da riqueza seria apenas ilusório.

"A explicação mais comum para a renovada apreensão [nos mercados na segunda-feira] foi uma postagem no blog da Citrini Research sobre como a IA poderia levar à demissão de muitos profissionais de alta renda e prejudicar a economia", escreveu o colunista Robert Armstrong, do jornal britânico Financial Times.

Já o Wall Street Journal escreveu que "não é preciso muito para provocar movimentos turbulentos nas ações em um mercado dominado por ações de tecnologia e ansioso pelas perspectivas da inteligência artificial".

"Mas nada evidencia a sensibilidade das ações neste momento como o que aconteceu na segunda-feira, quando um dos fatores por trás da queda de 800 pontos do Dow Jones foi um argumento hipotético de 7 mil palavras."

A Citrini Research afirma logo no começo que seu texto, publicado no domingo, não é uma previsão do futuro — mas sim um "exercício mental".

"O único objetivo deste texto é modelar um cenário que tem sido relativamente pouco explorado", escreve.

Ele relata um mundo com desemprego de 10,2% e queda de quase 40% do S&P (índice das ações das principais empresas listadas nos EUA). Em apenas dois anos, os mercados iriam de uma euforia com a inteligência artificial a uma profunda crise provocada pela ascensão da tecnologia.

Segundo os autores, a inteligência artificial provocaria desemprego em massa entre trabalhadores de colarinho branco — atividades ligadas à administração e gerenciamento. A produtividade das empresas teria um salto com robôs sendo mais eficientes do que trabalhadores — já que agentes de IA "não dormem, não tiram dias de folga por doença e não precisam de plano de saúde".

No entanto, isso geraria um "PIB fantasma": ganhos massivos de produtividade, mas com queda enorme nos salários reais, já que os trabalhadores substituídos teriam que buscar empregos com rendimentos menores.

"Quando começaram a surgir fissuras na economia de consumo, os especialistas econômicos popularizaram a expressão 'PIB Fantasma': produção que aparece nas contas nacionais, mas nunca circula pela economia real", escreve a Citrini Research, prevendo o que analistas do futuro diriam sobre a crise.

"Em todos os sentidos, a IA estava superando as expectativas, e o mercado era IA. O único problema… a economia não era."

O texto descreve uma "espiral de substituição da inteligência humana" que teria acontecido a partir de 2026, no cenário fictício.

"As capacidades de IA melhoraram, as empresas precisaram de menos funcionários, as demissões de profissionais de escritório aumentaram, os trabalhadores demitidos gastaram menos, a pressão sobre as margens levou as empresas a investir mais em IA, as capacidades de IA melhoraram… É um ciclo vicioso sem freio natural."

O artigo descreve ficcionalmente uma empresa de inteligência artificial que consegue avanços na área de "agentic coding", em que agentes autônomos de IA escrevem e testam códigos com intervenção humana mínima.

Com o tempo, empresas de software gerariam eficiências aos seus clientes, que precisariam de menos mão-de-obra. Mas menos trabalhadores também implica em menos licenças de software sendo compradas, gerando perdas financeiras ao próprio setor de softwares que desenvolveu novas tecnologias.

Com o tempo, todos os setores produtivos passariam a usar agentes de inteligência artificial que produziriam ganhos enormes de eficiência.

Praticamente todas as atividades humanas que necessitam de trabalho especializado — mediante pagamento por esses serviços — seriam otimizadas por máquinas: comércio, agências de turismo, contabilidade, serviços legais, entre outros.

"Qualquer categoria em que a proposta de valor do prestador de serviços é 'Eu vou lidar com a complexidade que você considera tediosa' foi impactada, pois os agentes [de inteligência artificial] não acham que nada seja tedioso", escrevem os autores.

"O mercado imobiliário, onde os compradores toleravam comissões de 5 a 6% durante décadas devido à assimetria de informação entre o agente e o consumidor, desmoronou quando agentes de IA equipados com acesso a bases de dados com listagem de preços de propriedades e décadas de dados de transações puderam replicar instantaneamente a base de conhecimento."

"[Descobrimos que por anos] havíamos superestimamos o valor das 'relações humanas'. Descobrimos que muito do que as pessoas chamavam de relacionamentos era simplesmente 'atrito' — só que apresentada de forma mais simpática."

Outro exemplo dado pelos autores é o de aplicativos de entrega de comida. Segundo eles, desenvolvedores seriam capazes de criar, com ajuda da inteligência artificial, aplicativos mais eficientes que os atuais, repassando de 90% a 95% da receita direto aos motoristas, provocando uma falência em empresas que dominam o mercado hoje.

Mas mesmo os motoristas não teriam muito futuro: já que em breve eles próprios seriam substituídos por veículos autônomos.

Outra área de otimização seria em transações financeiras, com busca a alternativas mais baratas aos cartões de crédito, como Visa e Mastercard. O exemplo dado pela Citrini Research é o das stablecoins como Solana e Ethereum — que são criptomoedas com menos volatilidade. A migração para sistemas com stablecoins provocaria uma crise em empresas de meios de pagamentos.

Segundo os autores, sempre houve uma crença de que "a inovação tecnológica destrói empregos e depois cria outros mais". Mas isso estaria mudando.

"A IA agora é uma inteligência geral que aprimora justamente as tarefas para as quais os humanos seriam realocados. Programadores desempregados não podem simplesmente migrar para a 'gestão de IA', porque a própria IA já é capaz de fazer isso."

Eles dizem que a inteligência artificial continuariam criando novos empregos — como engenheiros de prompt, pesquisadores de segurança em IA ou técnicos de infraestrutura — mantendo os humanos dentro da cadeia de produção. Mas esses empregos não seriam suficientes para absorver a mão-de-obra que seria perdida. E os salários seriam muito mais baixos.

"[Em 2025, ela tinha] cargo, plano de saúde, previdência privada e salário de US$ 180 mil por ano (R$ 930 mil). Ela perdeu o emprego na terceira rodada de demissões. Depois de seis meses procurando emprego, começou a dirigir para o Uber. Seus ganhos caíram para US$ 45 mil (R$ 230 mil)".

"Multiplique essa dinâmica por algumas centenas de milhares de trabalhadores em todas as principais metrópoles. A mão de obra superqualificada inundando a economia de serviços e de trabalhos temporários pressiona para baixo os salários dos trabalhadores que já estavam em dificuldades."

O próximo passo, segundo os autores, seria sentido no mercado imobiliário. A queda brusca na massa de salários provocaria dificuldades para compradores pagarem por seus empréstimos imobiliários.

Todo esse cenário de crise geraria uma resposta de governos, mas eles próprios estariam em situação mais frágil, dada a queda esperada em arrecadação de impostos.

"O governo precisa transferir mais dinheiro para as famílias exatamente no momento em que está arrecadando menos impostos delas. […] A capacidade da IA ​​está evoluindo mais rápido do que as instituições conseguem se adaptar. A resposta política está seguindo o ritmo da ideologia, não da realidade."

Os autores lembram ao final do artigo que ainda não estamos em junho de 2028, como eles propõem retoricamente. Estamos em fevereiro de 2026 e esses "ciclos negativos ainda não começaram".

"Temos certeza de que alguns desses cenários não se concretizarão. Da mesma forma, temos certeza de que a inteligência artificial continuará a se acelerar. Como investidores, ainda temos tempo para avaliar o quanto de nossos portfólios se baseia em premissas que não resistirão à década. Como sociedade, ainda temos tempo para sermos proativos."

Apesar de muitos atribuírem a quedas do mercado na segunda-feira ao texto da Citrini Research, nem todos levam a sério suas previsões.

"O mais importante sobre o texto não é o que ele diz. É que o mercado de ações chegou ao ponto em que postagens em blogs causam movimentos significativos nas ações, ou pelo menos é o que as pessoas pensam que causam", escreve o colunista de mercados Robert Armstrong, do Financial Times.

"A polêmica em torno da Citrini é mais uma prova de que estamos em um mercado inflado que busca uma desculpa para cair, por razões que provavelmente vão além da IA."

Em artigo na revista Fortune, o editor de Negócios Nick Lichtenberg diz que o cenário traçado pela Citrini "pode estar ignorando a adaptabilidade humana e a resposta institucional" e que a inteligência artificial "poderia eventualmente democratizar o acesso à abundância" de recursos.

"O argumento do 'PIB fantasma' da Citrini pressupõe que os salários humanos substituídos desaparecerão permanentemente da economia, ignorando como os ganhos de produtividade historicamente tendem a realocar valor em vez de destruí-lo", escreve Lichtenberg.

"Quando a IA reduz os custos, bens e serviços ficam mais baratos, aumentando efetivamente o poder de compra real, mesmo para famílias com renda nominal mais baixa."

Ele cita um Tanmai Gopal — CEO da empresa PromptQL, de análise de dados — que estima que 70% dos trabalhos de hoje não podem ser automatizadas, pois a IA precisa ser treinada com dados e o contexto humano é dinâmico demais para que ela seja atualizada com frequência suficiente.

Na segunda-feira, o CEO do JPMorgan Chase — cujas ações caíram mais de 4% em meio às repercussões do artigo — afirmou que os temores sobre inteligência artificial são exagerados e que seu banco usará a tecnologia a seu favor.

"Na minha opinião, sairemos vencedores", disse Jamie Dimon. "Nossa estratégia sempre foi usar a tecnologia para prestar um serviço melhor aos clientes, e somos muito bons nisso."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta com tarifas dos EUA no radar e dados do setor externo brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (24) em alta, com avanço de 0,06% pouco depois das 9h, cotado a R$ 5,1720. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, entrou em vigor nesta terça-feira a tarifa adicional de 10% sobre produtos que não estejam cobertos por isenções, conforme aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras. A taxa corresponde ao percentual anunciado pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (20), e não aos 15% mencionados posteriormente.

▶️ Ainda no cenário americano, discursos de dirigentes do Federal Reserve ao longo do dia estarão no radar dos investidores, além da divulgação da pesquisa semanal da ADP sobre criação de vagas no setor privado, cuja leitura anterior indicou abertura de 10,25 mil postos de trabalho.

▶️ No Brasil, as transações correntes do balanço de pagamentos registraram déficit de US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026, menor que o rombo de US$ 9,8 bilhões no mesmo mês de 2025. Nos 12 meses até janeiro, o déficit caiu para US$ 67,6 bilhões (2,92% do PIB).

▶️ No campo político, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado ouve o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, em reunião do grupo de trabalho que acompanha as investigações sobre o Banco Master.

Os EUA passaram a aplicar, a partir de hoje, uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos que não estejam cobertos por isenções.

A medida foi informada em um aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) e corresponde à taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (20) — e não aos 15% mencionados por ele no dia seguinte.

Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas por motivos de emergência, Trump anunciou uma nova taxa global temporária de 10%. No sábado (21), afirmou que elevaria esse percentual para 15%.

Em comunicado destinado a “fornecer orientações sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026”, a CBP informou que, exceto os produtos listados como isentos, as importações “estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%”.

A decisão ampliou a incerteza em torno da política comercial dos EUA, sem esclarecer por que foi adotado o percentual mais baixo.

Em meio às incertezas geradas pela entrada em vigor das tarifas comerciais, Trump fará o discurso anual do Estado da União no Capitólio, às 23h (horário de Brasília). A cerimônia é uma tradição da política americana. Nela, o presidente apresenta ao Congresso um balanço do governo e as prioridades para o ano.

Tarifaço de Trump: veja quais produtos brasileiros ficam isentos a partir desta terça-feiraBrasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças nas tarifas americanas'Estado da União': Trump fará discurso no Congresso dos EUA sob pressão eleitoral e econômica

As transações correntes do balanço de pagamentos — que resumem quanto o país recebe e paga ao exterior com comércio, serviços, rendas e transferências — registraram déficit de US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026. As informações foram divulgadas nesta terça-feira pelo Banco Central.

O resultado veio pior do que o esperado por economistas ouvidos pela Reuters, que projetavam um déficit de US$ 6,4 bilhões, mas ainda assim menor que o rombo de US$ 9,8 bilhões registrado em janeiro de 2025.

Na comparação anual, a melhora foi explicada principalmente pelo aumento do superávit na balança comercial de bens, que cresceu US$ 2,1 bilhões, e pela redução do déficit na conta de serviços, em US$ 581 milhões.

Segundo o BC, esses avanços foram parcialmente compensados por um aumento de US$ 1,3 bilhão no déficit em renda primária, que inclui pagamentos de juros e lucros ao exterior.

No acumulado de 12 meses até janeiro de 2026, o déficit em transações correntes recuou para US$ 67,6 bilhões, o equivalente a 2,92% do PIB. Em dezembro de 2025, o déficit era de US$ 69,0 bilhões (3,03% do PIB), e em janeiro de 2025, de US$ 72,4 bilhões (3,35% do PIB).

A balança comercial de bens registrou superávit de US$ 3,5 bilhões em janeiro de 2026, acima dos US$ 1,4 bilhão de janeiro de 2025.

As exportações somaram US$ 25,3 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 21,8 bilhões. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, as exportações caíram 1,2%, e as importações recuaram 10,0%.

Nos Estados Unidos, a semana começou sob um ambiente de incerteza após novas mudanças na política tarifária anunciadas pelo presidente Donald Trump e os três principais índices de Wall Street fecharam em queda.

Na Europa, o tom foi de pressão sobre os mercados. Sem grandes notícias internas, o humor dos investidores refletiu principalmente as preocupações vindas do exterior, em especial dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 recuou 0,45%, para 627,70 pontos. O DAX, da Alemanha, caiu 1,06%, a 24.991,97 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, recuou 0,22%, para 8.497,17 pontos. Já o FTSE 100, no Reino Unido, fechou praticamente estável, com leve queda de 0,02%, a 10.684,74 pontos.

Na Ásia, parte das principais bolsas, como Japão e China continental, permaneceu fechada por feriados, reduzindo o volume de negociações na região.

O Hang Seng, em Hong Kong, subiu 2,5%, aos 27.081,91 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,7%, para 5.846,09 pontos. Em Taiwan, o Taiex teve alta de 0,5%, enquanto o Sensex, na Índia, subiu 0,6%. Já o SET, da Tailândia, encerrou o dia praticamente estável.

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O tarifaço de Trump vai cair? Como a decisão da Suprema Corte pode afetar o dólar e o mercado global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Suprema Corte dos EUA deve se manifestar nesta sexta-feira (20) sobre a legalidade do tarifaço imposto por Trump a diversos países.

A decisão é vista por analistas como um divisor de águas, com potencial para afetar o dólar, os juros, o comércio global e também a economia brasileira.

Se a Corte decidir a favor de Trump, as tarifas impostas desde abril de 2025 — que variam de 10% a 50% — continuam em vigor e passam a ser consideradas legais.

Se a Suprema Corte considerar as tarifas ilegais, a cobrança tende a ser suspensa, mas isso não significa devolução automática do dinheiro já arrecadado.

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve se manifestar nesta sexta-feira (20) sobre a legalidade do chamado tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a diversos países.

O julgamento vai decidir se Trump podia impor tarifas de forma unilateral, sem aval do Congresso. A decisão é vista por analistas como um divisor de águas, com potencial para afetar o dólar, os juros, o comércio global e também a economia brasileira.

Pela Constituição dos EUA, cabe ao Congresso criar impostos e tarifas. Trump, no entanto, sustenta que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

Embora a lei já tenha sido usada para embasar sanções e restrições comerciais, nunca havia servido de base para tarifas de alcance tão amplo. Esse é justamente o ponto questionado por empresas e governos estaduais americanos.

Até agora, três instâncias inferiores da Justiça rejeitaram os argumentos da defesa do governo dos EUA. A palavra final ficará com a Suprema Corte.

Se a Corte decidir a favor de Trump, as tarifas impostas desde abril de 2025 — que variam de 10% a 50% — continuam em vigor e passam a ser consideradas legais.

Na avaliação de Jackson Campos, especialista em comércio exterior, uma decisão favorável consolida as tarifas como instrumento legítimo de política econômica.

“Isso reforça o uso de medidas unilaterais e aumenta o risco de novos aumentos tarifários, mantendo o ambiente comercial instável”, afirma.

Do ponto de vista financeiro, o cenário tende a fortalecer o dólar. “Tarifas geram inflação, que exige juros altos, que fortalecem o dólar”, explica Sérgio Brotto, CEO da Dascam Corretora de Câmbio.

Tarifas mais altas também tornam os produtos importados mais caros, o que aumenta os preços dentro do país e faz a inflação subir. Para controlar isso, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) costuma manter os juros altos por mais tempo.

▶️ Juros altos tornam os investimentos nos EUA mais atraentes, atraindo capital estrangeiro e aumentando a demanda por dólares e dando mais força à moeda americana.

“Isso transforma os EUA em um verdadeiro ‘aspirador de capital’, atraindo investimentos globais para a renda fixa americana”, diz Brotto.

Os preços ao consumidor nos EUA subiram 0,2% em janeiro. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 2,4%, acima da meta de 2%.

Esse cenário aumenta a expectativa de que o Fed mantenha os juros altos por mais tempo. Na última reunião, nos dias 27 e 28 de janeiro, a decisão foi de interromper o ciclo de quedas e manter os juros inalterados, contrariando mais uma vez a pressão de Trump para reduzir as taxas.

Se a Suprema Corte considerar as tarifas ilegais, a cobrança tende a ser suspensa, mas isso não significa devolução automática do dinheiro já arrecadado, segundo Jackson Campos, especialista em comércio exterior.

“Parte das tarifas já recolhidas pode ser reembolsada, mas isso depende de ações administrativas e judiciais individuais das empresas”, afirma.

🔎 Ou seja, companhias que pagaram as tarifas terão de entrar com pedidos específicos para tentar recuperar os valores.

Trump já alertou para o impacto financeiro de uma eventual derrota. Em postagem na rede Truth Social na segunda-feira, ele afirmou que uma decisão contrária poderia obrigar os EUA a devolver centenas de bilhões de dólares e gerar um cenário de “completo caos”.

Para o mercado financeiro, a derrota de Trump tende a enfraquecer o dólar. “Sem a pressão inflacionária das tarifas, o Fed ganha espaço para cortar juros, o que torna o dólar menos atrativo”, diz Campos.

Nesse cenário, os investidores ficam mais dispostos a correr riscos e aplicar recursos em mercados emergentes, incluindo o Brasil.

O dólar perde força no mercado internacional;Aumenta a entrada de capital em países emergentes;O real tende a se valorizar frente ao dólar;As expectativas de juros no Brasil podem cair.

Mesmo em caso de derrota, o governo Trump já sinalizou que pode buscar outras bases legais para impor tarifas, como regras de segurança nacional ou alegar práticas comerciais desleais.

Isso significa que o julgamento não elimina totalmente a incerteza, mas reduz o poder do presidente de agir de forma repentina e unilateral.

“O principal efeito no curto prazo não é financeiro, mas a redução da insegurança jurídica”, avalia Campos.

Independentemente do desfecho, a decisão deve afetar pelo menos US$ 90 bilhões (R$ 483 bilhões) em tributos de importação já recolhidos. Isso é o equivalente a aproximadamente metade da receita tarifária arrecadada pelos EUA em 2025 até setembro, segundo analistas do banco Wells Fargo.

"Para a economia dos EUA, a derrubada das tarifas tende a reduzir custos de importação, aliviar pressões inflacionárias e melhorar a competitividade da indústria. Por outro lado, há perda de arrecadação e impacto político interno", afirma Jackson Campos.

No Brasil, os efeitos para o Brasil variam conforme o desfecho do julgamento, de acordo com o especialista.

Se Trump vencer, exportadores brasileiros tendem a continuar enfrentando custos elevados, perda de competitividade, e um ambiente comercial marcado por instabilidade e mudanças frequentes nas regras. Já em caso de derrota do presidente americano, abre-se espaço para a retomada das exportações, com preços mais previsíveis e menor pressão sobre o câmbio.

Atualmente, as exportações do Brasil para os EUA se distribuem, de forma geral, em dois grupos: produtos que entram no país sem tarifas adicionais e mercadorias sujeitas a uma sobretaxa de 40%.

Começou com 10% em abril, de taxa ampla para todos os produtos;A tarifa subiu para até 50% em julho, com entrada em vigor em agosto e uma lista de 700 itens excluídos do tarifaço;Em novembro, a tarifa de 10% foi retirada, mantendo apenas a taxa maior sobre determinados produtos e foram retiradas as tarifas de 40% para uma nova lista de produtos, incluindo café, carnes e frutas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar fecha a R$ 5,17, menor valor desde maio de 2024, e Ibovespa bate recorde após derrubada do tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (20) em queda de 0,98%, cotado a R$ 5,1758, no menor patamar desde maio de 2024. O Ibovespa, por sua vez, teve alta de 1,06% e fechou aos 190.534 pontos, em um novo recorde de fechamento.

▶️ O principal fator que mexeu com os mercados globais nesta sexta-feira (20) foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas de importação impostas pelo presidente americano, Donald Trump. O tribunal decidiu que o republicano extrapolou sua autoridade ao impor o aumento das taxas e considerou o tarifaço ilegal.

▶️ Em resposta, Trump afirmou que há "métodos ainda mais fortes" à sua disposição para impor novas tarifas comerciais, reforçando que "outras saídas são usadas". O republicano, então, recorreu à Seção 122 — dispositivo da legislação comercial dos EUA que permite ao presidente impor tarifas temporárias — para estabelecer uma nova tarifa global de 10%.

▶️ Outro fator que pressionou o dólar para baixo foi o fraco desempenho da economia americana no 4º trimestre de 2025. Segundo informações do Departamento de Comércio, o PIB dos EUA desacelerou para 1,4% no período — bem abaixo da projeção do mercado, de 3%. No trimestre anterior, a atividade do país tinha avançado 4,4%.

▶️ Na agenda econômica americana, o mercado também monitorou a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que é um dos preferidos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para acompanhar a inflação do país. O indicador registrou um avanço de 0,4% em dezembro, após um avanço revisado de 0,2% no mês anterior. Em 12 meses, a alta foi de 2,9%, contra 2,8% em novembro.

▶️ Ainda no cenário internacional, o petróleo continuou no centro das atenções após a recente alta de preços, em meio às tensões entre EUA e Irã. A preocupação é que o conflito se intensifique e afete o Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela relevante do comércio mundial de petróleo.

▶️No Brasil, a agenda é mais enxuta, com destaque para a divulgação da taxa de desemprego do quarto trimestre pela Pnad Contínua. Segundo o IBGE, o desemprego recuou em seis estados no quarto trimestre de 2025. Nas demais unidades da federação, o indicador permaneceu estável.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, conhecido como "tarifaço".

Por 6 votos a 3, a maioria dos juízes concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

A decisão atinge principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil, continuam valendo.

Em resposta, o presidente americano criticou a decisão da Suprema Corte e anunciou uma nova taxa global de 10%.

Em declaração a jornalistas, Trump afirmou que há "métodos ainda mais fortes" à sua disposição para impor novas tarifas comerciais. "Outras saídas serão usadas", disse, acrescentando que os EUA podem arrecadar "ainda mais dinheiro".

Para estabelecer a nova tarifa, Trump disse que vai ativar a Seção 122 — dispositivo da legislação comercial dos EUA que permite ao presidente impor tarifas temporárias. O republicano ainda reiterou que sua gestão também vai recorrer à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais.

Além da nova ofensiva comercial, Trump usou a entrevista coletiva para disparar contra os juízes do tribunal e classificar a decisão da Corte como "vergonhosa" e "terrível".

"Os juízes que votaram contra as tarifas são uma vergonha para a nossa nação. Nossa Suprema Corte está sendo pressionada por interesses estrangeiros", afirmou o republicano.

ENTENDA: O que acontece agora?Países reagem à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte dos EUADecisão da Suprema Corte de derrubar tarifas é uma vergonha, diz Trump

Segundo a estimativa preliminar divulgada pelo Departamento de Comércio dos EUA, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou a uma taxa anualizada de 1,4% no quarto trimestre de 2025. A expectativa do mercado era de crescimento de 3%, mas a projeção foi feita antes de dados que mostraram um aumento do déficit comercial em dezembro.

No trimestre anterior, a economia havia crescido a um ritmo de 4,4%. O Escritório Orçamentário do Congresso estimou que a paralisação do governo reduziu o crescimento do PIB em até 1,5 ponto percentual no último trimestre, ao limitar serviços públicos, gastos federais e benefícios sociais.

Parte dessa perda tende a ser recuperada, mas entre US$ 7 bilhões e US$ 14 bilhões podem não retornar à economia.

Antes da divulgação do relatório, o presidente Donald Trump afirmou nas redes sociais que a paralisação teria custado “pelo menos dois pontos do PIB” e defendeu juros mais baixos para estimular a economia.

O relatório também apontou um crescimento sem forte geração de empregos e uma economia com desempenho desigual: famílias de renda mais alta continuam em situação confortável, enquanto consumidores de renda mais baixa enfrentam dificuldades com inflação elevada e salários estagnados.

O núcleo da inflação nos EUA acelerou em dezembro e pode ganhar ainda mais força em janeiro. O indicador de preços PCE, que exclui itens mais voláteis como alimentos e energia, subiu 0,4% em dezembro, após alta de 0,2% em novembro, segundo o Departamento de Comércio dos EUA.

O resultado veio em linha com as projeções de economistas. No acumulado de 12 meses, o índice avançou para 3%, acima dos 2,8% registrados no mês anterior.

🔎 O indicador é uma das principais métricas usadas pelo Fed para acompanhar sua meta de inflação de 2%. A aceleração dos preços reforça a avaliação de que o banco central americano deve adiar o início dos cortes de juros, possivelmente para depois de junho.

Já o índice PCE geral, que inclui todos os itens, também subiu 0,4% em dezembro, após 0,2% em novembro. Em 12 meses, a alta foi de 2,9%, ante 2,8% no mês anterior.

A taxa de desemprego caiu para 5,1% no quarto trimestre de 2025, abaixo dos 5,6% do trimestre anterior e dos 6,2% registrados um ano antes, segundo a Pnad Contínua divulgada pelo IBGE.

Na comparação trimestral, o indicador recuou em seis estados (SP, RJ, PE, DF, PB e CE) e ficou estável nos demais.

As maiores taxas foram registradas em Pernambuco (8,8%) e Amapá (8,4%), enquanto as menores apareceram em Santa Catarina (2,2%) e Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (2,4%).

No resultado anual, o desemprego caiu para 5,6% em 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012, com 20 estados atingindo seus menores patamares.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira (20), conforme investidores avaliavam a decisão da Suprema Corte americana de derrubar o tarifaço do presidente Donald Trump. Dados econômicos também ficavam no radar.

O Dow Jones teve alta de 0,47%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq Composite subiram 0,71% e 0,90%, respectivamente.

A decisão da Suprema Corte americana também influenciou os mercados na Europa, que fecharam majoritariamente em alta. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 0,84%, aos 630,56 pontos.

Entre os demais destaques, o CAC-40, da França, subiu 1,39%, enquanto o DAX, da Alemanha, avançou 0,87% e o FTSE 100, do Reino Unido, teve alta de 0,56%.

Já as bolsas da Ásia tiveram um dia misto nesta sexta-feira, influenciadas principalmente pelas tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que deixaram os investidores mais cautelosos.

No Japão, Nikkei caiu -1,1%, fechando em 56.825 pontos, Topix também fechou em queda -1,1%, em 3.808 pontos.

A queda foi puxada por ações de companhias aéreas e empresas financeiras, além do impacto negativo de problemas no setor de investimentos nos Estados Unidos.

Hong Kong (Hang Seng): caiu 1,10%, aos 26.413 pontos;Coreia do Sul (Kospi): subiu 2,31%, aos 5.808 pontos;Cingapura (Straits Times): alta de 0,15%, aos 5.009 pontos;Austrália (S&P/ASX 200): leve queda de 0,05%, aos 9.081 pontos

Os investidores ficaram receosos com possíveis conflitos entre EUA e Irã durante o feriado prolongado no Japão, o que levou muitos a vender ações para garantir lucro antes do fim de semana.

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Boletim Focus: analistas do mercado baixam estimativa de inflação em 2026 para 3,91%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro reduziram de 3,95% para 3,91% sua estimativa de inflação para o ano de 2026. Esse foi o sétimo recuo seguido do indicador.

A estimativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu estável em 3,80%;➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%;➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Após a taxa básica da economia ter sido mantida 15% ao ano no mês passado — o maior nível em quase 20 anos —, o mercado financeiro segue acreditando que os juros vão recuar neste ano.

Para o fim de 2026, a projeção recuou de 12,25% para 12,13% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento avançou de 1,80% para 1,82% na semana passada.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro projetou queda na taxa de câmbio neste ano, apesar do período eleitoral — que costuma pressionar o dólar para cima.

Após a moeda norte-americana ter recuado mais de 11% no ano passado, resultado também dos juros altos no Brasil, e fechado 2025 em R$ 5,4887, os economistas dos bancos reduziram a expectativa. Passaram a acreditar que a taxa terminará 2026 em R$ 5,45, ao invés de R$ 5,50.

▶️ O desempenho do dólar em 2025 foi o pior em quase uma década. A trajetória reflete apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos EUA, além de preocupações com o déficit das contas públicas e com a condução da economia pelo presidente Donald Trump.

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