RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quaest: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 18:16

Eleições 2026 Quaest: 48% dos brasileiros dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses Pesquisa mostra piora da avaliação e redução do otimismo com o futuro da economia em ano eleitoral. Por Redação g1

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra que 48% dos entrevistados consideram que economia piorou nos últimos 12 meses. Esse índice era de 43% em janeiro e fevereiro.

Outros 24% afirmam que a economia melhorou, enquanto 26% avaliam que ficou do mesmo jeito (eram 30% na pesquisa anterior).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março.

Economia piorou: 48% (eram 43%, em fevereiro);Melhorou: 24% (eram 24%);Ficou do mesmo jeito: 26% (eram 30%);Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).

Entre os eleitores independentes, considerados cruciais para a disputa presidencial de outubro, 50% acham que a economia piorou.

Esse grupo equivale a 32% do eleitorado, segundo a Quaest, e é formado por pessoas que não se consideram nem de direita, nem de esquerda, nem bolsonaristas, nem lulistas.

O levantamento também perguntou se o eleitor foi beneficiado pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Não houve mudança significativa em relação à pesquisa anterior, de fevereiro de 2026, quando 30% responderam que foram beneficiados e 67%, não.

A pesquisa também perguntou qual é a expectativa dos entrevistados para a economia nos próximos 12 meses. E os números mostram uma visão menos otimista.

O grupo dos que esperam uma piora da economia era de 28% em janeiro, passou para 29% em fevereiro e chegou a 34% agora.

Vai melhorar: 41% (eram 43%, em fevereiro);Vai piorar: 34% (eram 29%);Vai ficar do mesmo jeito: 21% (eram 24%);Não sabem/não responderam: 4% (eram 4%).

A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao preço dos alimentos nos mercados. 58% dizem que o preço subiu, 24% que ficou igual e 16% que caiu. Veja números:

Subiu: 58% (eram 56%, em fevereiro);Ficou igual: 24% (eram 24%);Caiu: 16% (eram 18%).Não sabem/não responderam: 2% (era 2%)

Sobre poder de compra, 64% dizem que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 14% afirmam que conseguem comprar mais e 21% consideram que não há diferença.

Menos: 64% (eram 61%, em fevereiro);Mais: 14% (eram 15%);O mesmo tanto: 21% (eram 23%);Não sabem/não responderam: 1% (eram 1%)

A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao mercado de trabalho: 50% dizem que está mais difícil conseguir emprego hoje, e 40% consideram que está mais fácil.

Mais difícil: 50% (eram 49%, em fevereiro);Mais fácil: 40% (eram 39%);Igual: 4% (eram 5%);Não sabem/não responderam: 6% (eram 7%).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso no Fórum Economia Azul e Finanças, na França — Foto: Ludovic Marin/Reuters

Há 4 horas Eleições 2026 No 1º turno, Lula lidera em dois cenários e tem empate técnico em cincoHá 4 horas43% têm mais medo de Lula seguir no poder; 42% temem a família BolsonaroHá 4 horas46% dizem que Lula é radical, e 45% afirmam o mesmo sobre Flávio Há 4 horas51% desaprovam e 44% aprovam o governo Lula, diz Quaest

Há 4 horas Política 48% dizem que a economia piorou nos últimos 12 mesesHá 4 horasViolência é citada por 27% como maior preocupação no BrasilHá 4 horasRombo de R$ 4,5 bilhõesJustiça aceita pedido de renegociação de dívidas do Grupo Pão de Açúcar

Há 47 minutos Economia Blog da Andréia SadiEUA não vão considerar posição do Brasil sobre PCC e terrorismo, diz promotor

Há 1 hora Blog da Andréia Sadi Por que a Lei Antiterrorismo não enquadra as facções?Há 1 horaASSISTA: Trump discursa após dizer que eliminou liderança do Irã ‘duas vezes’

Há 10 minutos Mundo Guerra no Oriente MédioMais de 30 países vão liberar recorde de 400 milhões de barris de petróleo

Há 4 horas Economia Trump diz que petroleiras ‘devem’ usar o Estreito de OrmuzHá 4 horasEmpresas brasileiras relatam alta no diesel por impacto do conflitoHá 4 horasFBI alerta polícia da Califórnia para risco de ataque de drone do Irã, diz TV

Há 3 horas Mundo Irã colocou cerca de uma dúzia de minas no Estreito de Ormuz, diz agênciaHá 3 horasSó hoje, três cargueiros foram atingidos na região; ACOMPANHEHá 3 horasBombardeio americanoFoto de menino acenando antes de morrer em ataque a escola no Irã viraliza

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar opera em alta com petróleo no radar e atenção à inflação dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 10:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (11), avançando 0,40% por volta das 9h45, sendo negociado a R$ 5,1771. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11), enquanto bolsas europeias e asiáticas registraram quedas. O movimento ocorre em meio às incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio.

Por volta das 9h40 GMT (6h40 em Brasília), o barril do WTI — referência nos Estados Unidos — avançava 5,91%, a US$ 88,38. Já o Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, cotado a US$ 92,23.

▶️ A alta ocorre após uma forte queda registrada na véspera, quando os preços do petróleo despencaram mais de 11% — a maior baixa percentual em um único dia desde 2022. O recuo veio depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o conflito com o Irã poderia terminar em breve.

▶️ Nos Estados Unidos, os investidores também acompanham a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de fevereiro, indicador que mede a inflação no país.

▶️ No Brasil, a agenda inclui uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre as eleições presidenciais de 2026 será divulgada nesta quarta-feira. O levantamento também avalia os efeitos recentes do Caso Master sobre a confiança no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os preços do petróleo dispararam nos últimos dias e chegaram a subir até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630). O movimento ocorreu em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio, que entra na segunda semana sem sinal de trégua e levanta temores sobre possíveis interrupções no fornecimento global de energia.

Nesta terça-feira, porém, as cotações passaram a recuar, após a sequência recente de altas que levou o barril a se aproximar desse patamar no mercado internacional.

Perto das 17h30, o barril do Brent, referência global, tinha uma queda de 8,38% nos contratos para entrega em abril, a US$ 90,67. Já o WTI, dos EUA, caía 8,68%, cotado a US$ 86,54 por barril nos contratos para março.

O movimento ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que espera um desfecho mais rápido para o conflito no Oriente Médio do que o prazo anteriormente estimado de quatro a cinco semanas.

A sinalização de um possível alívio nas tensões ajudou a reduzir parte da pressão sobre as cotações da commodity.

Ainda assim, o mercado segue atento a novos desdobramentos da guerra, depois de autoridades americanas — entre elas o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o general Dan Caine — indicarem que os ataques contra o Irã estariam se intensificando.

Do lado iraniano, autoridades também ameaçaram manter restrições ao fornecimento de petróleo na região.

Além disso, produtores do Oriente Médio ainda não retomaram a produção em larga escala, enquanto os custos de transporte da commodity tendem a permanecer elevados por algum tempo, fatores que continuam sustentando a volatilidade no mercado de energia.

A maioria dos mercados internacionais fecharam em alta nesta terça-feira, após dias de volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio. O movimento foi influenciado pela queda do preço do petróleo, que reduziu parte das preocupações com o impacto da energia mais cara sobre a economia global.

A exceção foi Wall Street, onde os três principais índices americanos fecharam com sinais mistos.

O Dow Jones caiu 0,07%, aos 47.706,51 pontos; o S&P 500 recuou 0,21%, para 6.781,48 pontos; e o Nasdaq Composite ganhou 0,01%, aos 22.697,10 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam em alta, acompanhando o movimento observado em outros mercados. O avanço ajudou a recuperar parte das perdas registradas nos últimos dias em meio às incertezas provocadas pela guerra.

No fechamento, o STOXX 600 subiu 1,82%, aos 605,76 pontos. Entre os principais mercados, o DAX de Frankfurt avançou 2,39%, aos 23.968,63 pontos; o FTSE 100 de Londres ganhou 1,59%, aos 10.412,24 pontos; e o CAC 40 de Paris subiu 1,79%, alcançando 8.057,36 pontos.

O movimento ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que o conflito no Oriente Médio poderia “acabar em breve”.

A declaração contribuiu para a recuperação de mercados que vinham acumulando perdas, como os de China e Hong Kong.

Também influenciou o cenário a decisão do governo chinês de elevar os preços máximos de gasolina e diesel, acompanhando a alta do petróleo observada após o fechamento do Estreito de Ormuz durante a escalada da guerra.

No fechamento, em Xangai, o índice SSEC subiu 0,65%, aos 4.123 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,28%, aos 4.674 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 2,17%, chegando a 25.959 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei registrou alta de 2,88%, aos 54.248 pontos.

Há 1 hora Economia Maior produtora mundial de etanol de cana fez apostas arriscadasHá 1 horaRaízen opera os postos Shell no país; conheça a empresaHá 1 horaPesquisa em revisãoPolilaminina: por que é tão importante publicar o estudo em revista científica

g1 revelou que cientista admite erros em gráfico e na escrita de texto. Ela diz que pesquisa será revisada e que substância é eficaz.

Há 2 horas Ciência Morte em SPLaudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento

Há 7 horas Jornal Nacional Marido tenente-coronel passa a ser investigado por feminicídioHá 7 horasCrime em CopacabanaOutra jovem denuncia preso por estupro coletivo: ‘Forçou sexo oral’

Há 3 horas Fantástico Caso MasterCPI aprova quebra de sigilos de Zettel e pede ao STF dados sobre morte de ‘Sicário’

Há 3 minutos Política Parlamentares da oposição vão ao STF por CPMI do MasterHá 3 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: as mensagens-bomba de Vorcaro no caso Master

Há 3 horas O Assunto Entenda o sistema da PF que revelou mensagens do banqueiroHá 3 horasControle marítimoO que são as minas navais e por que podem agravar a guerra

Há 4 horas Mundo O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?Há 4 horasCrise pode ser ‘maior choque petrolífero da história’Há 4 horasBBB 26 👁️

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Estudo da Fiep aponta queda do PIB e risco de desemprego com fim da escala 6×1

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Trabalho e Carreira Estudo da Fiep aponta queda do PIB e risco de desemprego com fim da escala 6×1 Simulações indicam que redução da jornada sem aumento relevante de produtividade pode diminuir atividade econômica e pressionar o mercado de trabalho. Por Redação g1

Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Segundo o levantamento, a mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1 — pode provocar queda do Produto Interno Bruto (PIB), aumento do desemprego e avanço da informalidade.

A análise foi apresentada em Brasília durante o seminário “Modernização da jornada de trabalho”, promovido pela Coalizão das Frentes Parlamentares do Setor Produtivo. O encontro reuniu parlamentares, especialistas e representantes do setor produtivo para discutir mudanças nas regras trabalhistas no país.

De acordo com o estudo, mudanças abruptas na jornada de trabalho podem gerar impactos econômicos relevantes, especialmente quando não são acompanhadas por ganhos de produtividade.

As simulações realizadas pela consultoria indicam que, mesmo em um cenário considerado otimista, o efeito sobre a economia seria significativo. Nesse cenário, a economia teria um ganho de produtividade de 2%. Ainda assim, o PIB brasileiro poderia cair até 3,7% no primeiro ano após a mudança na jornada de trabalho.

Além das simulações econômicas, o estudo também reúne evidências de pesquisas nacionais e internacionais sobre propostas de redução da jornada de trabalho.

Ao g1, o deputado federal Luiz Gastão Bittencourt da Silva (PSD-CE) afirmou que o tema já chegou à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Segundo ele, uma possibilidade discutida por parlamentares seria reduzir gradualmente a jornada semanal.

“E eu tenho defendido, e eu acho que há um meio consenso com todos, inclusive do setor produtivo, que, se nós reduzirmos de forma paulatina de 44 para 40 horas semanais como jornada, você já estaria extinguindo a escala 6 por um.”

Segundo a Fiep, a redução da jornada sem aumento proporcional da produtividade pode elevar custos para as empresas. Como consequência, parte delas poderia reduzir contratações ou cortar postos de trabalho.

A estimativa apresentada pelo estudo indica que cerca de 1,5 milhão de trabalhadores formais podem enfrentar risco de demissão ou migração para a informalidade.

“O custo com pessoal representa uma das principais componentes da estrutura de custos das empresas, especialmente em atividades intensivas em trabalho. Elevação nesse tipo de custo podem afetar decisões operacionais e estratégicas das empresas, como redução do horário de funcionamento dos estabelecimento e demissões, gerando uma redução da atividade dessas empresas", argumenta Guilherme Hakme, diretor da Fiep.

Pesquisas analisadas no relatório também apontam algumas estratégias que empresas tendem a adotar diante da redução das horas trabalhadas, como:

diminuir o número de horas contratadas;substituir trabalhadores mais experientes por profissionais com salários menores;aumentar a rotatividade da mão de obra.

A redução da jornada pode elevar o salário por hora trabalhada. No entanto, o salário mensal tende a permanecer estável caso as empresas reduzam as horas contratadas.

Nesse cenário, cresce também a chamada dupla ocupação. Isso ocorre quando um trabalhador precisa ter dois empregos para manter o mesmo nível de renda.

Apesar disso, o relatório também destaca que jornadas menores podem trazer alguns benefícios, como redução da fadiga e possível aumento de produtividade em determinadas atividades.

Segundo os pesquisadores, trabalhadores mais descansados tendem a produzir mais em alguns setores. Ainda assim, esses ganhos costumam ser limitados e nem sempre compensam a redução do tempo total de trabalho.

Alguns segmentos operam com alto nível de automação e margens maiores. Outros dependem fortemente de mão de obra e enfrentam concorrência internacional intensa.

Uma mudança uniforme na jornada poderia aumentar custos para empresas com menor margem de lucro. Isso pode reduzir investimentos e afetar empregos.

Para o deputado Luiz Gastão, o debate precisa considerar diferentes formas de organização do trabalho em cada atividade.

“O que nós não concordamos, e não só eu, mas boa parcela do setor produtivo e tudo, é que existem escalas de compensação, existem escalas de regime corrido que trabalham, por exemplo, 6 horas por dia. Se trabalhar 6 dias por semana, vai dar no máximo 36 horas, que já é abaixo dessas das 40 horas previstas.”

Ainda de acordo com a Fiep, o risco é transformar uma medida voltada ao bem-estar do trabalhador em um fator de instabilidade econômica.

A federação defende que a modernização das relações de trabalho é necessária. No entanto, avalia que mudanças devem ocorrer com negociação coletiva e adaptação às características de cada setor.

“A discussão dessa reforma deveria ser feita de forma mais lenta de modo a considerar um conjunto amplo de aspectos econômicos, de modo a permitir que a sociedade discuta de forma informada os custos e benefícios para empresas e trabalhadores", complementa o presidente da Fiep.

O estudo também destaca que o Brasil precisa avançar primeiro em políticas de aumento da produtividade.

modernização tecnológica das empresas;qualificação contínua dos trabalhadores;políticas industriais focadas;melhora do ambiente de negócios;acesso a crédito;simplificação tributária.

Luiz Gastão defende que eventuais mudanças levem em conta os impactos para empresas com maior uso de mão de obra.

“E há de se ter uma compensação para as micro e pequenas empresas ou as empresas que têm grande insumo de mão de obra, para que elas não percam a competitividade e elas possam estar no mercado e continuar vivendo no mercado, podendo contratar e fazendo com que os setores possam se adaptar.”

Para estimar os impactos da mudança na jornada, a Tendências utilizou um modelo econômico chamado DSGE. Esse tipo de modelo é amplamente empregado por bancos centrais e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para simular cenários macroeconômicos.

Os pesquisadores analisaram dois cenários: um com ganho de produtividade e outro sem avanço significativo nessa área.

Nos dois casos, os resultados indicaram impacto negativo para o emprego e para a atividade econômica no curto prazo.

O estudo também analisou experiências de redução de jornada em países como Alemanha, França, Portugal, Japão, Canadá, Bélgica e Eslovênia.

efeitos nulos ou negativos sobre o emprego;queda de produtividade quando o ganho não acompanhou a redução de horas;aumento de custos para as empresas.

Apenas dois estudos internacionais encontraram efeitos positivos para geração de empregos. Mesmo nesses casos, os resultados foram considerados ambíguos.

Para a Fiep, o debate sobre jornada de trabalho é legítimo e precisa avançar no país. A entidade afirma que está aberta à discussão, mas defende que as mudanças sejam feitas com base em dados técnicos e diálogo entre governo, empresas e trabalhadores.

Segundo a federação, decisões estruturais sobre o mercado de trabalho precisam considerar os efeitos sobre crescimento econômico, competitividade e geração de renda.

"A literatura mostra que há riscos de que essa reforma gere custos desproporcionalmente maiores aos benefícios, como, ausência de geração de emprego, aumento da informalidade, e queda relevante do PIB. Pode-se discutir formas alternativas de melhorar o ganho de bem estar de parte da população com jornada de trabalho mais longa, inclusive de forma mais eficiente para esse grupo da população", afirma Guilherme Hakme.

Outros levantamentos recentes também analisaram possíveis impactos da redução da jornada de trabalho no Brasil e apontam desafios semelhantes, especialmente em setores com baixa produtividade ou forte dependência de mão de obra.

Um estudo apresentado também nesta terça (10) pelo economista André Portela, da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), destaca que a redução da jornada com manutenção integral dos salários eleva o custo por hora trabalhada. No caso de uma mudança de 44 para 36 horas semanais, o custo da hora poderia subir cerca de 22%.

Segundo o pesquisador, empresas tendem a reagir de três formas diante desse aumento: repassar parte do custo aos preços, acelerar processos de automação ou reorganizar equipes e turnos.

O resultado final dependeria do nível de produtividade e da capacidade de adaptação de cada setor.

Portela também ressalta que o mercado de trabalho brasileiro é muito heterogêneo. Pequenas empresas, que têm menor capacidade de investimento e tecnologia, podem enfrentar mais dificuldades para absorver mudanças abruptas.

Um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que, apenas no comércio, a adequação a jornadas menores poderia elevar a folha de pagamento em cerca de 21%. Parte desse custo tende a ser repassada ao consumidor.

Segundo o levantamento, cada aumento de 1% no custo do trabalho pode elevar a informalidade em cerca de 0,34%.

O estudo também projeta que o setor poderia enfrentar queda de atividade e redução de margens mesmo com reajustes de preços.

🏝️ No turismo, que utiliza amplamente a escala 6×1, o impacto sobre preços e demanda também seria significativo, segundo a CNC.

🧑‍🌾 No agronegócio, análises da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacam que atividades rurais seguem ciclos naturais de produção e nem sempre se adaptam a jornadas fixas.

Culturas como café, uva e laranja e atividades contínuas, como a pecuária leiteira, exigem trabalho em períodos específicos. Segundo a entidade, mudanças rígidas na legislação poderiam elevar custos, exigir novas contratações e afetar a competitividade internacional do setor.

Estudos citados por entidades empresariais também indicam possíveis efeitos macroeconômicos mais amplos.

Já o levantamento apresentado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada para 40 horas semanais poderia gerar aumento de custos de até R$ 267 bilhões para empresas brasileiras.

A entidade também cita pesquisas que projetam impactos relevantes sobre o crescimento econômico caso a redução ocorra sem ganhos expressivos de produtividade.

Para economistas ouvidos nesses estudos, o principal desafio para uma redução sustentável da jornada no Brasil é elevar a produtividade do trabalho. Sem esse avanço, a mudança pode pressionar custos, reduzir investimentos e estimular a informalidade.

Ao mesmo tempo, muitos especialistas defendem que o debate deve considerar também aspectos sociais, como qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso.

Há 4 minutos Política Governador do RioTSE interrompe julgamento com dois votos para deixar Cláudio Castro inelegível

Há 2 horas Política Guerra no Oriente MédioEUA veem sinais de que Irã quer pôr minas no Estreito de Ormuz; Trump eleva tom de ameaças

Há 3 horas Mundo Governo Trump monitora se Irã ativou ‘células adormecidas’ por mensagensHá 3 horasGuerra no Irã deixou cerca de 140 soldados dos EUA feridosHá 3 horasPetróleo mais caroPriorizar o lucro ou segurar preço dos combustíveis? Guerra impõe dilema à Petrobras

Há 1 hora Saúde Mercado empresarialPão de Açúcar vai fechar? De quanto é a dívida? Entenda a crise no grupo

Há 5 horas Economia GPA fecha acordo de recuperação extrajudicialHá 5 horasCrimes sexuaisJogador profissional de LOL é acusado de estupro de vulnerável

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta com expectativa de alívio no conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,164-1,52%Dólar TurismoR$ 5,412-0,81%Euro ComercialR$ 5,996-1,45%Euro TurismoR$ 6,285-0,89%B3Ibovespa180.915 pts0,86%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (10) em alta, avançando 0,21% por volta das 9h10, aos R$ 5,1751. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os mercados globais mostram sinais de maior estabilidade após a tensão provocada pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O movimento veio depois de o presidente Donald Trump afirmar que a guerra estaria “praticamente terminada” e sinalizar a possibilidade de flexibilizar sanções ligadas ao petróleo.

▶️ Mesmo assim, ainda há incerteza sobre quando o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz será normalizado. A passagem é uma das principais rotas da commodity no mundo, o que mantém os mercados atentos e sujeitos a oscilações.

▶️ O petróleo registra queda nesta terça-feira depois de ter atingido, no dia anterior, os maiores níveis em mais de três anos. Por volta das 9h30, o Brent, referência internacional, registrava queda de 5,54%, sendo negociado a US$ 93,48 por barril nos contratos para entrega em maio. Já o petróleo WTI, referência nos EUA, recuava 4,91%, cotado a US$ 90,13 por barril nos contratos para abril.

Os preços do petróleo dispararam nos últimos dias e chegaram a subir até 30%, aproximando-se de US$ 120 por barril (cerca de R$ 630). A forte alta ocorreu em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio, que entra na segunda semana sem qualquer sinal de trégua.

Parte dessa pressão nos preços vem dos ataques registrados nos últimos dias contra campos de petróleo no sul do Iraque e na região autônoma curda, no norte do país, o que levou à redução da produção.

Os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait também diminuíram a produção após ataques iranianos contra seus territórios.

Ao longo do dia, no entanto, sinais de que os países do G7 estudam liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo e novas falas do presidente americano, Donald Trump, trouxeram alívio para os preços da commodity.

Em entrevista à rede de televisão CBS, o republicano afirmou que acredita que a guerra está "praticamente concluída" e destacou que os EUA estão "muito à frente" do prazo inicial estimado de 4 a 5 semanas na guerra.

Além disso, sinalizações de que o governo americano estaria avaliando uma possível redução das sanções sobre o petróleo russo também ajudam a explicar o vai e vem do petróleo nesta segunda-feira.

Isso porque um alívio das sanções poderia ajudar o mercado a suprir uma eventual redução na oferta por parte dos países envolvidos na guerra.

Ao final da sessão, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, teve queda de 0,71%, cotado a US$ 92,03. Já o WTI, dos EUA, caiu 3,53%, a US$ 87,69.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão de inflação em 3,91% para 2026. Para 2027, a estimativa teve leve alta, passando de 3,79% para 3,80%.

Os dados fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC). O relatório reúne projeções de mais de 100 instituições financeiras consultadas na semana passada.

Depois de o Banco Central manter a taxa básica de juros em 15% ao ano no mês passado — o nível mais alto em quase duas décadas —, o mercado ainda acredita que os juros devem cair nos próximos anos.

Para o fim de 2026, a previsão para os juros subiu levemente, de 12% para 12,13% ao ano. Já para 2027, a estimativa foi mantida em 10,50% ao ano.

Em relação ao crescimento da economia, a expectativa para 2026 permaneceu estável. O mercado projeta uma expansão de 1,82% no Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede o desempenho da economia.

Os economistas também reduziram ligeiramente a previsão para o dólar no fim deste ano, de R$ 5,42 para R$ 5,41.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street conseguiram inverter o sinal negativo visto no início da sessão, conforme investidores avaliavam as novas falas de Trump e seguiam atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.

Já na Europa, temores sobre a inflação penalizaram os principais índices acionários da região, após o petróleo ter atingido o nível dos US$ 100 na primeira metade do pregão.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,63%, enquanto o CAC-40, de Paris, recuou 0,98% e o DAX, de Frankfurt perdeu 0,77%.

Na Ásia, as bolsas terminaram o dia em queda por causa do aumento das tensões no Irã, mas parte das perdas foi reduzida porque alguns investidores aproveitaram os preços mais baixos para comprar ações.

No fechamento, a região registrou recuos amplos: em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,35%, a 25.408 pontos. Em Xangai, o SSEC perdeu 0,67%, a 4.096 pontos, enquanto o CSI300 recuou 0,97%, a 4.615 pontos.

Em Tóquio, o Nikkei caiu 5,2%, para 52.728 pontos; em Seul, o KOSPI teve queda de 5,96%, a 5.251 pontos; e em Taiwan, o TAIEX registrou baixa de 4,43%, a 32.110 pontos.

Há 2 horas Rio de Janeiro Policiais civis são presos no Rio por extorsão ao Comando VermelhoHá 2 horasDívidas de R$ 4,5 bilhõesGrupo Pão de Açúcar fecha acordo de recuperação extrajudicial

Há 5 minutos Economia Guerra no Oriente MédioEUA prometem ‘dia mais intenso’ contra o Irã; Israel ataca Teerã e Líbano

Há 26 minutos Mundo Irã ameaça Trump: ‘Cuidado para não ser eliminado’Há 26 minutosMinistro do Irã classifica a guerra como um ‘fracasso’ Há 26 minutosEntenda por que o petróleo disparou e perdeu fôlego em poucas horas

Há 22 minutos Economia Filiais de bancos dos EUA liberam home office nos Emirados ÁrabesHá 22 minutosVÍDEO: homem quase é atingido por míssil enquanto caminhava em Israel

Há 31 minutos Mundo Suposta invasão a Israel é na verdade vídeo de corrida de camelosHá 31 minutosBlog do Octavio GuedesANÁLISE: classificação de CV e PCC como terroristas vira armadilha

Há 31 minutos Blog do Octavio Guedes Suposto elo entre PCC e Hezbollah é um dos argumentos dos EUAHá 31 minutosGoverno tenta adiar debate até reunião entre Lula e TrumpHá 31 minutosPrevisão do tempo 🌧️☂️Temperaturas caem, e semana segue chuvosa no Sul e Sudeste

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasBombeiro viaja do PA a MG para ajudar vítimas de enchentesHá 3 horasPreso em penitenciária federalMendonça autoriza que visitas da defesa a Vorcaro não sejam gravadas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar sobe na abertura com investidores de olho no exterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 10:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (9) em alta, avançando 0,52% por volta das 9h10, sendo negociado a R$ 5,2721. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No mercado internacional, o petróleo dispara após produtores do Oriente Médio — como Kuwait, Irã e Emirados Árabes Unidos — reduzirem a produção diante do fechamento do Estreito de Ormuz. O barril chegou a superar US$ 110, com contratos futuros mais líquidos acima de US$ 100.

Há duas semanas, o barril era negociado perto de US$ 70. Apenas nesta sessão, a valorização ultrapassa 13%, refletindo a continuidade dos conflitos na região e a ausência de sinais de trégua no curto prazo.

▶️ Ainda no cenário geopolítico, autoridades dos Estados Unidos e de Israel discutiram uma possível operação com forças especiais dentro do Irã para garantir o controle de estoques de urânio enriquecido do país.

▶️ No Irã, Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, foi escolhido pela Assembleia de Especialistas para suceder o pai como líder supremo, sinalizando a continuidade da ala mais dura no comando do país.

▶️ No Brasil, os investidores acompanham a divulgação do relatório Focus, do Banco Central, que reúne as projeções do mercado para indicadores da economia.

▶️ Outro tema que continua sendo acompanhado é o caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, após novas notícias apontarem possíveis relações dele com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. No fechamento do dia, o barril do Brent, referência internacional, subiu mais de 8%, cotado a US$ 92. Já o WTI, dos EUA, teve alta de 12,34%, a US$ 91,23.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

O destaque na agenda de indicadores fica com o payroll, relatório de emprego oficial dos EUA. Segundo informações do Escritório de Estatística do Trabalho, a economia americana fechou 92 mil postos de trabalho em fevereiro, após a criação revisada para baixo de 126 mil em janeiro.

O resultado surpreendeu economistas, que previam a abertura de 59 mil vagas no período. Segundo especialistas disseram à Reuters, os ganhos de empregos em janeiro foram impulsionados por uma atualização do modelo que o escritório de estatísticas usa para estimar quantos empregos foram criados ou perdidos devido à abertura ou fechamento de empresas em um determinado mês.

O mercado de trabalho está se estabilizando depois de ter tropeçado em 2025, em meio às incertezas decorrentes do tarifaço de Trump. Além disso, especialistas também indicaram à Reuters que a repressão à imigração do governo Trump reduziu a oferta de mão de obra, o que também contribuiu para a desaceleração do mercado de trabalho.

Segundo o analista de inteligência de mercado da Stonex Lucca Bezzon, o resultado mais fraco do que o esperado reforça a perspectiva de que a economia americana pode estar desacelerando rapidamente e aumenta a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa ser pressionado a antecipar os cortes de juros no país.

"O cenário, no entanto, permanece bastante incerto. Os dados mais recentes têm mostrado sinais contraditórios sobre o ritmo da economia dos Estados Unidos, embora uma das principais fontes de preocupação dos investidores seja justamente o mercado de trabalho", diz, reforçando que os indicadores sinalizam "alguma deterioração no emprego".

Em Wall Street, os três principais índices acionários americanos registraram queda. O Dow Jones caiu 0,93%, enquanto o S&P 500 registrou um recuo de 1,33% e o Nasdaq Composite teve desvalorização de 1,59%.

Na Europa, os principais índices acionários também registraram perdas nesta sexta-feira. O índice pan-europeu STOXX 600 registrou sua maior baixa semanal em quase um ano. Nesta sexta, caiu 1,02%, aos 598,69 pontos.

Entre os principais índices acionários da região, o DAX, da Alemanha, caiu 0,94%, enquanto o CAC-40, da França, recuou 0,65%. O FTSE Mib, da Itália, desvalorizou 1,02%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

Há 2 horas Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 2 horasEstreito de Ormuz vira palco de batalha naval que preocupa mercadoHá 2 horasContratação por VorcaroMulher de Moraes diz que equipe teve 94 reuniões de trabalho com Master

Há 38 minutos Política SADI: ex de Vorcaro diz que exposição de mensagens é ‘grave violência’Há 38 minutosPresídio federalAdvogado pede que visita a Vorcaro não seja gravada, o que não é permitido

Há 11 minutos Política Ameaças, golpes e fraudes: quem era o ‘Sicário’ de Daniel VorcaroHá 11 minutosPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 2 horas Fantástico Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 2 horas Meio Ambiente 🎧O ASSUNTO: EUA e Israel prometem maior poder de fogoHá 2 horasPerdeu o Fantástico? Assista todas às reportagens

Há 8 horas Fantástico Morte suspeita no BrásPM morta em SP: imagens inéditas mostram que marido trocou de roupa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Boletim Focus: mercado financeiro mantém em 3,91% estimativa de inflação em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 10:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

Estimativas fazem parte do boletim 'Focus', divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na última semana.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerado dentro da meta se variar entre 1,5% e 4,5%.

Após a taxa básica da economia ter fechado 2025 em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, na tentativa de conter a inflação, o mercado financeiro continua acreditando que os juros recuarão neste ano.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram em 3,91% sua estimativa de inflação para o ano de 2026.

A expectativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,79% para 3,80%;➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%;➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Após a taxa básica da economia ter sido mantida 15% ao ano no mês passado — o maior nível em quase 20 anos —, o mercado financeiro segue acreditando que os juros vão recuar neste ano.

Para o fim de 2026, a projeção subiu de 12% para 12,13% ao ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu estável em 1,82%.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro reduziu sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, de R$ 5,42 para R$ 5,41.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos para o dólar continuou em R$ 5,50.

Há 38 minutos Política Ameaças, golpes e fraudes: quem era o ‘Sicário’ de Daniel VorcaroHá 38 minutosSADI: ex de Vorcaro diz que exposição de mensagens é ‘grave violência’Há 38 minutosGuerra no Oriente MédioSIGA: drones iranianos atingem base militar dos EUA no Iraque e refinaria no Bahrein

Há 4 horas Mundo Petroleira do Bahrein alvo de ataque anuncia manobra de liberações contratuaisHá 4 horasPetróleo dispara e se aproxima de US$ 120 o barril; bolsas têm forte queda

Há 2 horas Economia Ministros do G7 fazem reunião de emergênciaHá 2 horasEstreito de Ormuz vira palco de batalha naval que preocupa mercadoHá 2 horasPadrão de violênciaEstupro coletivo no Rio: os relatos de outras vítimas que acusam réus

Há 8 horas Fantástico Oriente MédioDia ‘virou noite’: como explosões colocaram Irã sob alerta de chuva ácida

Há 2 horas Meio Ambiente 🎧O ASSUNTO: EUA e Israel prometem maior poder de fogoHá 2 horasMorte suspeita no BrásPM morta em SP: imagens inéditas mostram que marido trocou de roupa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Rali da bolsa chegou ao fim? Ibovespa sobe com dinheiro estrangeiro, mas guerra ameaça o bom momento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/03/2026 05:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores.

Em 2026, o dinheiro estrangeiro voltou com força à bolsa brasileira. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o saldo de recursos vindos do exterior na B3 chegou a R$ 42,56 bilhões, o terceiro maior volume para o período na última década, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.

Esse fluxo ajudou a impulsionar o Ibovespa, principal índice da bolsa, que atingiu recorde histórico e superou pela primeira vez os 190 mil pontos.

A escalada da guerra no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã no último sábado, voltou a trazer incerteza aos investidores. Desde o início do conflito, a bolsa acumula queda de 5% e voltou a ficar abaixo dos 180 mil pontos.

Se antes os investidores estavam mais dispostos a correr riscos, em momentos de tensão internacional ocorre o movimento inverso, conhecido como “flight to quality”: investidores deixam as bolsas de valores e passam a preferir aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Diante desse cenário, é possível dizer que a fase de forte valorização da bolsa brasileira chegou ao fim? Para especialistas ouvidos pelo g1, a entrada de capital estrangeiro ainda pode continuar ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender do cenário internacional.

Juros altos no Brasil: o país costuma oferecer taxas mais elevadas que as de muitas economias desenvolvidas, o que atrai investidores em busca de retornos maiores. Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas;Ações baratas: após um período de desempenho fraco, muitas empresas brasileiras passaram a ser vistas como baratas em comparação com companhias de países desenvolvidos, o que atrai investidores em busca de oportunidades;Diversificação: gestores de mercado costumam distribuir aplicações entre vários países para reduzir riscos. Quando o Brasil apresenta preços atrativos e um mercado amplo, volta a ganhar espaço nessas carteiras de investimento;Mais dinheiro circulando no mundo: quando há maior disponibilidade de recursos no mercado internacional ou o dólar perde força, parte dos investimentos tende a migrar para mercados considerados mais arriscados, como o de ações em países emergentes.

A forte entrada de capital estrangeiro no mercado de ações brasileiro teve impacto direto na bolsa. Em janeiro, o Ibovespa registrou entrada de R$ 26,4 bilhões, o maior valor desde fevereiro de 2022.

Com os R$ 16,9 bilhões registrados em fevereiro, o total de recursos externos em 2026 chegou a R$ 42,56 bilhões, bem acima dos R$ 26,87 bilhões do mesmo período do ano passado.

Apesar da desaceleração no mês passado, é o terceiro maior volume para os dois primeiros meses do ano na última década.

O recorde ainda pertence a 2022, quando o investimento estrangeiro na bolsa brasileira somou R$ 119,7 bilhões.

Esse movimento é o principal responsável por impulsionar os preços das ações brasileiras. Com isso, o Ibovespa bateu recorde oito vezes em janeiro e outras cinco em fevereiro, totalizando 13 máximas em 2026, contra 32 ao longo de todo o ano passado.

Apesar da ampliação do conflito no Oriente Médio, especialistas avaliam que o investimento estrangeiro na bolsa brasileira ainda deve continuar ao longo de 2026, embora o volume dos aportes possa variar de acordo com o cenário internacional.

Segundo Flávio Conde, analista da Levante Investimentos, fatores estruturais ainda favorecem o Brasil. Entre eles estão a perspectiva de queda dos juros no país, ações baratas em dólar e o risco crescente nas bolsas dos EUA, que já operam em níveis elevados de preços com a valorização das ações de tecnologia.

“Se a guerra se intensificar durante o mês de março, é provável que o fluxo diminua um pouco. Mas não deve zerar, muito menos se transformar em saída de capital da bolsa brasileira. Esse movimento pode voltar a acelerar assim que o conflito terminar”, diz.

Para o investidor, eventuais quedas da bolsa podem abrir oportunidades de compra, avalia o gestor. Na visão dele, o Ibovespa ainda tem potencial para voltar a subir e testar a marca de 200 mil pontos no médio prazo.

Já Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, alerta que o cenário internacional pode reduzir o fôlego do mercado no curto prazo, principalmente se ganhar força o movimento global de busca por ativos considerados mais seguros.

“Existe o risco de perda de força do índice se prevalecer um movimento global de ‘flight to quality’, com migração para ativos de refúgio, como dólar e ouro, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio”, afirma.

Segundo ele, o aumento das tensões deixa os investidores mais cautelosos. Em momentos de conflito, é comum que as bolsas ao redor do mundo sofram pressão, enquanto o preço do petróleo sobe e ativos considerados mais seguros ganham valor.

Nesse cenário, Belitardo avalia que o Ibovespa pode perder força no curto prazo. Se a busca por segurança aumentar, investidores tendem a retirar recursos de mercados mais arriscados — como ações e países emergentes — e direcioná-los para aplicações consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Por que Trump, Putin e guerras fizeram o ouro e outros ativos seguros dispararem — e vale investir agora?

Há 9 horas Política Mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes foram extraídas e periciadas pela PFHá 9 horasMendonça manda PF investigar vazamento de dados de VorcaroHá 9 horas’Sicário’ de Vorcaro morre no hospital, diz advogado

Segundo a defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o óbito foi confirmado nesta sexta (6), após o encerramento do protocolo de morte encefálica.

Há 6 horas Minas Gerais Blog da Julia DuailibiFoto mostra Vorcaro na prisão; banqueiro teve barba e cabelo cortados

Há 14 horas Blog da Julia Duailibi 6 m², cama de concreto, sem TV: como é a cela onde Vorcaro vai ficarHá 14 horasCaso MasterEntenda quais riscos o BRB corre e qual é o plano de socorro

Há 3 horas Distrito Federal PF faz operação contra servidores da AmazonPrev por investimento no MasterHá 3 horasFórmula 1GP da Austrália: Russell conquista a pole e Verstappen bate; confira o grid

Há 2 horas fórmula 1 Bortoleto larga em 10º após falha em carro Há 2 horasBlog da Julia DuailibiNikolas usou jato de Vorcaro para encontro com Bolsonaro em 2022

Há 12 horas Blog da Julia Duailibi Veja políticos citados por Vorcaro e o que o banqueiro disseHá 12 horasPrevisão do tempo ⛈️Frente fria avança pelo Sul e muda o tempo no país no fim de semana

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar cai e Ibovespa sobe, de olho em conflito no Irã e novos dados de emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (6) em alta, cotado a R$ 5,31, conforme investidores seguem cautelosos diante da escalada das tensões no Oriente Médio. Já as operações no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam apenas às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio, voltam a guiar os mercados nesta sexta-feira. Este 7º dia de conflito começou com novos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e ao Líbano. O governo americano ainda afirmou que entrou em uma nova fase da guerra, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

Com temores sobre eventuais impactos do conflito no mercado de petróleo, a commodity sinalizava mais um dia de alta nesta. Pela manhã, os índices futuros do barril do Brent, referência internacional, subiam mais de 4% perto das 9h15, cotado a US$ 89,38.

▶️ No noticiário local, as atenções seguiam voltadas aos desdobramentos da nova prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O banqueiro chegou nesta quinta-feira à Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e deve ficar em isolamento por 10 dias.

A nova fase da Operação Compliance Zero revelou que o banqueiro comandava uma "milícia privada" chamada "A Turma". O grupo era usado para intimidar e espionar adversários e também acessava ilegalmente sistemas sigilosos da PF, do Ministério Público Federal e da Interpol. Dois servidores do Banco Central também estariam envolvidos.

▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com os novos dados do payroll, relatório de emprego oficial dos Estados Unidos. O indicador deve dar novos sinais sobre quais podem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros do país.

▶️ O resultado da Petrobras, divulgado na véspera, também fica no radar. A companhia informou um lucro de R$ 110, 1 bilhões em 2025, uma alta de 200% em relação a 2024. O resultado positivo da estatal ocorreu mesmo diante de um cenário considerado desafiador, marcado pela queda nos preços do petróleo no último ano.

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. Perto das 09h15, o barril do Brent, referência internacional, subia mais de 4%, cotado a US$ 89,38. Já o WTI, dos EUA, tinha alta de 5,94%, a US$ 85,78.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

Em Wall Street, os índices futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq Composite operavam em queda.

Na Europa, os principais índices acionários também caíam nesta sexta-feira, caminhando para a pior semana em quase um ano.

Perto das 9h30, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 1,10%. Na Alemanha, o DAX tinha queda de 0,99% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, recuava 1,12% e o FTSE 100, do Reino Unido, desvalorizava 0,67%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

Há 2 horas Política Vorcaro será transferido para penitenciária federal de BrasíliaHá 2 horasInvestigação da PFVeja políticos citados por Vorcaro em mensagens obtidas por CPI

Há 15 horas Política Em conversas, Vorcaro indica que teve encontros com MoraesHá 15 horasBanqueiro sugere em mensagem que encontro com Lula foi ‘ótimo’Há 15 horasSecretaria de Saúde de MG diz que estado de ‘Sicário’ é gravíssimo

Há 4 horas Minas Gerais Suspeita de irregularidadePF mira servidores da previdência do AM por investimento no Master

Há 55 minutos Amazonas Crime em CopacabanaFantástico traz novas denúncias contra estudantes presos por estupro no Rio

Há 2 horas O Assunto Como campanha educativa encorajou menina a denunciar abusosHá 2 horas7 em cada 10 mulheres dizem já ter sofrido assédio em SPHá 2 horasNova fase da guerraEUA prometem ‘aumento drástico’ do poder de fogo contra o Irã

Há 2 horas Mundo Trump adota ‘modelo Venezuela’ ao querer intervir em sucessão do IrãHá 2 horasACOMPANHE: Israel inicia nova onda de ataques a Irã e LíbanoHá 2 horasRússia ajudou Irã a localizar alvos dos EUA atacados, diz jornal

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre com mercado atento a dados do Brasil e dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (5) de olho no cenário interno e externo. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O conflito no Oriente Médio continuou no centro das atenções. A guerra se intensificou nesta quarta-feira (4), depois que um ataque americano atingiu um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka, aprofundando uma crise que paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz.

🔎 O canal é uma das principais rotas marítimas do mercado de petróleo e gás no Oriente Médio, e a preocupação no mercado é que seu fechamento por um período prolongado possa afetar a oferta e encarecer a commodity ainda mais.

Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, desafiou o Irã e afirmou que os EUA estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado. O republicano reiterou que a Marinha americana escoltará as embarcações se necessário.

"Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO", afirmou Trump em uma publicação em seu perfil no Truth Social.

Já nesta quarta-feira, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou, sem dar mais detalhes, que o Pentágono e o Departamento de Energia dos EUA trabalham em um plano para garantir a segurança da navegação no Estreito.

▶️ No noticiário local, o foco ficou com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que voltou a ser preso pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras.

Segundo a PF, o esquema envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado. O cunhado dele, Fabiano Zettel, também era alvo de mandado de prisão e se entregou na Superintendência da PF.

▶️ Ainda no Brasil, o Banco Central (BC) autorizou que instituições financeiras direcionem para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) os recursos recolhidos dos depósitos compulsórios — recursos que os bancos são obrigados a manter no BC como garantia.

▶️ Na agenda econômica, o destaque ficou com o relatório de emprego ADP nos EUA. Segundo o documento, o país criou 63 mil vagas de trabalho no setor privado em fevereiro, acima do esperado pelo mercado, de 50 mil novos postos. O Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também ficou no radar. Segundo o documento, a atividade econômica dos EUA cresceu um pouco e os preços aumentaram no país.

Apesar de o pregão desta quarta-feira (4) ser marcado por um movimento de correção nos principais mercados acionários, cambiais e de commodities, os investidores seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Irã, em busca de sinais sobre a duração do conflito.

As tensões continuaram altas nesta quarta, após os EUA assumirem o ataque a um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka.

O ataque aconteceu no momento em que o presidente americano, Donald Trump, prometeu fornecer segurança e escolta naval aos navios que exportam petróleo e gás do Oriente Médio, em uma tentativa de conter a alta dos preços da energia após o Irã fechar o Estreito de Ormuz, na véspera.

Pelo menos 200 navios, incluindo petroleiros e navios-tanque de gás natural liquefeito, bem como navios de carga, permaneceram ancorados em águas abertas ao largo da costa dos principais produtores do Golfo, incluindo Iraque, Arábia Saudita e Catar, de acordo com estimativas da Reuters baseadas em dados de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

Apesar das preocupações com o transporte de petróleo pelo Estreito, os preços da commodity caíam nesta quarta-feira (4), em ajuste após as fortes altas dos últimos dias. Perto das 16h45, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, tinha leve alta de 0,02%, cotado a US$ 81,40.

O movimento de ajuste também era visto em Wall Street, onde os principais índices americanos registravam alta nesta quarta-feira, ainda atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

Perto das 17h, o Dow Jones subia 0,64%, o S&P 500, tinha alta de 0,98% e o Nasdaq Composite avançava 1,55%.

Na Europa, as bolsas da região também mostravam recuperação e fecharam em alta, após terem atingido níveis mais baixos no dia anterior, ainda sob a influência das tensões no Oriente Médio.

O índice europeu Stoxx 600 avançava 1,37%. Entre os principais mercados, o DAX de Frankfurt subiu 1,79%; o FTSE 100 de Londres avançou 0,80%; e o CAC 40 de Paris avançou 0,79%.

O movimento de queda também foi visto na Ásia. As bolsas da China e de Hong Kong encerraram o pregão em baixa, puxadas por empresas do setor de petróleo e transporte marítimo.

No fechamento: o SSEC de Xangai caiu 1%; o CSI300, 1,1%; e o Hang Seng, de Hong Kong, recuou 2%, chegando ao menor nível em seis meses.

Outros mercados também tiveram baixas: em Xangai, o SSEC fechou em –0,98%, a 4.082 pontos; em Tóquio, o Nikkei caiu 3,61%, a 54.245 pontos; em Seul, o KOSPI desvalorizou 12,06%, a 5.093 pontos; e em Taiwan, o TAIEX caiu 4,35%, para 32.828 pontos.

Há 28 minutos Política Blog da Andréia SadiOs bastidores da investigação e a delação de Vorcaro de volta ao radar

Há 8 minutos Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: Mendonça cita pessoas do ‘alto escalão da República’, mas não especificaHá 8 minutosMinas GeraisPF abre investigação sobre tentativa de suicídio de ‘Sicário’ na prisão

Há 28 minutos Política Departamentos estratégicos9 são presos em operação contra corrupção na Polícia Civil de SP

Há 32 minutos São Paulo Dinheiro vivo era convertido em créditos de vale-refeiçãoHá 32 minutosDoleiros da Lava Jato são investigados no esquema de corrupçãoHá 32 minutosMinas GeraisCasa de repouso desaba e deixa 1 morto em BH; há 13 soterrados

Há 34 minutos Economia Guerra no Oriente MédioIrã diz ter atingido petroleiro dos EUA no Golfo Pérsico

Há 4 horas Mundo Exército iraniano nega ter disparado míssil em direção à TurquiaHá 4 horasVÍDEO: drones explodem em aeroporto no Azerbaijão, que culpa IrãHá 4 horasO que são bombas gravitacionais de precisão, que os EUA prometem usar

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Diretora do FMI diz que economia global está sendo ‘testada mais uma vez’ pela guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/03/2026 02:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,218-0,89%Dólar TurismoR$ 5,418-0,88%Euro ComercialR$ 6,073-0,67%Euro TurismoR$ 6,314-0,76%B3Ibovespa185.854 pts1,5%Oferecido por

A diretora do FMI, Kristalina Georgieva, alerta que a economia global está "sendo testada mais uma vez" pela guerra no Oriente Médio.

O conflito, no sexto dia, iniciou com bombardeios dos EUA e Israel em Teerã, matando o líder supremo Ali Khamenei.

Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que os EUA estão "vencendo a guerra" e prometeu mais bombardeios.

A escalada do conflito pressiona o preço do petróleo e a cotação do dólar no Brasil, com risco de inflação.

A economia global está "sendo testada mais uma vez" pela guerra no Oriente Médio, afirmou a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira, em Bangkok.

"Vivemos em um mundo onde os choques são mais frequentes e mais inesperados, e temos alertado nossos membros há algum tempo que a incerteza agora é a nova normalidade", disse ela em uma conferência sobre a Ásia em 2050.

O conflito começou após bombardeios dos EUA e de Israel em Teerã que mataram o líder supremo Ali Khamenei e autoridades iranianas de alto escalão no sábado (28). Desde então, o Irã tem retaliado contra Israel e países do Oriente Médio que abrigam bases norte-americanas.

A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã entrou no sexto dia nesta quinta-feira (5). Nesta quarta (4), o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, assumiu a autoria de um ataque de submarino contra um navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka.

A ação deixou 87 mortos e 32 feridos e é considerada histórica: foi uma das poucas vezes em que um submarino afundou um navio desde a Segunda Guerra Mundial.

Hegseth também disse, em coletiva de imprensa, que os EUA estão "vencendo a guerra" e que as forças americanas detêm o controle absoluto neste quinto dia de conflito. O Pentágono prometeu ainda novas ondas de bombardeios.

"A Força Aérea do Irã não existe mais. A Marinha deles descansa no fundo do Golfo Pérsico. Eles estão acabados e sabem disso", afirmou o secretário.

A escalada de tensões e a eclosão da guerra no Oriente Médio, com o início dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a propagação do conflito a países vizinhos, como o Líbano, pressionam o preço do petróleo e a cotação do dólar no Brasil.

Neste início de semana, o petróleo ultrapassou o patamar de US$ 82 por barril, o valor mais alto desde janeiro de 2025. Com o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã , analistas projetam aumento substancial nos preços nos próximos meses — pressionando o preços dos combustíveis no Brasil.Outro fator que pode estimular a inflação é a cotação do dólar no país, por seu impacto nos preços de produtos e insumos importados. A moeda norte-americana avançou 0,6% nesta segunda-feira (2), para R$ 5,16, e continuava subindo nesta terça.Com dólar e petróleo mais caros, cresce a expectativa de aumento nos preços de combustíveis e de energia, que têm efeitos indiretos sobre o transporte, a indústria e até o agronegócio – limitando, também, o ritmo de crescimento da atividade doméstica.

Segundo economistas, essa "mudança de preços relativos" de ativos (petróleo e dólar), no jargão da economia, pode contaminar não somente os preços correntes, mas também as projeções do mercado e da autoridade monetária para a inflação neste e nos próximos anos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), colegiado responsável buscar o atingimento das metas de inflação, toma suas decisões olhando para a frente, pois elas demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, o Banco Central está buscando atingir, por meio da fixação da taxa de juros, a meta central de inflação de 3% em doze meses até setembro de 2027.

Há 1 hora Minas Gerais Ameaças, extração ilegal de dados e mais: o que fazia o ‘sicário’ de VorcaroHá 1 horaGrupo de Vorcaro invadiu sistemas da PF, FBI e Interpol, diz apuração

Há 14 horas Política SADI: Mendonça dá ‘puxão de orelha’ na PGRHá 14 horasPor que Vorcaro foi preso de novo?

Há 42 minutos Política Defesa de Vorcaro nega acusações; Zettel diz estar à disposiçãoHá 42 minutosJustiça mantém prisão e transfere Vorcaro e cunhado para Guarulhos

Há 11 horas São Paulo SADI: Análise do caso pela 2ª Turma do STF pode colocar Toffoli no julgamentoHá 11 horasCombate ao crime organizadoCâmara aprova PEC da Segurança Pública; texto segue ao Senado

Há 4 horas Política Veja como votaram partidos e deputadosHá 4 horasLivre comércioPor que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul

Há 2 horas Agronegócios Senado aprova acordo entre Mercosul e União EuropeiaHá 2 horasEstação na Bahia Comissão dos EUA acusa China de operar instalações com potencial uso militar no Brasil

Há 2 horas Mundo Telescópio no Sertão da Paraíba é citado em relatório sobre espionagem da ChinaHá 2 horasCrime em CopacabanaÚltimo réu por estupro coletivo se entrega à polícia e é preso no Rio

0

PREVIOUS POSTSPage 17 of 20NEXT POSTS