RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre a R$ 4,96 com mercado atento à trégua entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 09:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (22) em queda, recuando 0,09% na abertura, cotado a R$ 4,9696. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os mercados voltam a operar após o feriado de Tiradentes, em um dia de agenda econômica mais fraca no Brasil. No exterior, investidores monitoram as negociações no Oriente Médio.

▶️ No exterior, os mercados reagem ao anúncio feito na véspera pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a prorrogação do cessar-fogo com o Irã. A medida valerá até que autoridades iranianas apresentem uma proposta e as negociações sejam concluídas.

▶️ Apesar da extensão do acordo, investidores seguem cautelosos diante da falta de avanços concretos para encerrar o conflito. O fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo — também contribui para manter a atenção elevada.

Diante de sinais contraditórios sobre a guerra, o preço do tipo Brent, referência internacional, avançava 0,79% por volta das 08h45, cotado a US$ 99,26 o barril.

▶️ No Brasil, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara pode votar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da escala de trabalho 6×1, tema que ganhou repercussão recente.

A discussão em torno da proposta é acompanhada de perto por investidores por seu potencial de influenciar expectativas sobre o ambiente de negócios e o mercado de trabalho.

O presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira que não está sob pressão para fechar um acordo com o Irã, mas indicou que as negociações devem avançar em breve.

"Li na imprensa fake news que estou sob “pressão” para fazer um acordo. ISSO NÃO É VERDADE! Não estou sob pressão alguma, embora tudo vá acontecer relativamente rápido", afirmou em uma publicação na rede social Truth Social.

Segundo ele, “o tempo não é meu adversário” e é preciso corrigir “a bagunça” deixada por governos anteriores na condução das relações com o Irã.

O republicano também afirmou que o acordo que pretende firmar será “muito melhor” do que o JCPOA, conhecido como acordo nuclear iraniano, fechado durante os governos de Barack Obama e Joe Biden.

Do lado do Irã, o Paquistão afirmou estar confiante de que conseguirá fazer com que o país participe de negociações com os EUA, disse à Reuters nesta segunda-feira (20) uma autoridade sênior do governo paquistanês.

“Recebemos um sinal positivo do Irã. A situação é dinâmica, mas estamos trabalhando para que eles estejam aqui quando iniciarmos as conversas amanhã ou no dia seguinte”, afirmou a fonte, sob condição de anonimato.

Com a intensificação da guerra no Oriente Médio, analistas do mercado financeiro elevaram novamente a projeção para a inflação em 2026 e passaram a prever juros mais altos.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 4,80% neste ano, contra a projeção anterior de 4,71%.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.Em 4,80% para este ano, a projeção do mercado financeiro supera o teto do sistema de metas — que é de 4,5%.O boletim anterior foi o primeiro, desde maio do ano passado, que o mercado estimou o estouro da meta de inflação em 2026.

Se confirmada a projeção, o IPCA ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,91% para 3,99%;➡️ Para 2028, a previsão permaneceu em 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros. Contudo, comparativamente à semana passada, a queda projetada foi menor.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic passou de 12,50% para 13% ao ano na última semana.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado passou para 11% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Os mercados globais tiveram desempenho misto nesta segunda-feira. Nos EUA, os principais índices de Wall Street fecharam em queda.

O Dow Jones recuou 0,01%, aos 49.442,69 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,22%, aos 7.110,22 pontos, e o Nasdaq teve perda de 0,26%, aos 24.404,39 pontos.

Na Europa, as bolsas também fecharam no vermelho. O índice pan-europeu STOXX 600 terminou o dia com queda de 0,8%.

Entre os principais mercados da região, as perdas foram mais fortes na França e na Alemanha, onde os índices CAC e DAX recuaram cerca de 1,1%. Em Londres, o FTSE registrou baixa de 0,55%.

Na Ásia o cenário foi diferente, com a maioria dos mercados encerrando o pregão em alta. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,77%, enquanto em Xangai o SSEC avançou 0,76%.

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Ipsos-Ipec: 90% dos brasileiros acreditam que conflito entre EUA, Israel e Irã terá impacto na economia do país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/04/2026 17:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,18%Dólar TurismoR$ 5,168-0,24%Euro ComercialR$ 5,862-0,04%Euro TurismoR$ 6,103-0,15%B3Ibovespa196.132 pts0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,18%Dólar TurismoR$ 5,168-0,24%Euro ComercialR$ 5,862-0,04%Euro TurismoR$ 6,103-0,15%B3Ibovespa196.132 pts0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,18%Dólar TurismoR$ 5,168-0,24%Euro ComercialR$ 5,862-0,04%Euro TurismoR$ 6,103-0,15%B3Ibovespa196.132 pts0,2%Oferecido por

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que 90% dos brasileiros acreditam que o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã trará impactos na economia do país.

Segundo o levantamento, 65% avaliam que a economia será "muito afetada", enquanto 25%, "um pouco".

Aqueles que consideram que "não afetará "a economia brasileira são 6% e os que não sabem ou não responderam, 5%.

O levantamento aponta para um consenso sobre o a possibilidade do aumento de preços. Para nove em cada dez brasileiros, a guerra vai afetar diretamente os preços dos combustíveis (92%), dos alimentos (91%), do gás de cozinha (89%) e a inflação (89%).

Além da economia, 76% consideram que as relações diplomáticas do Brasil com outros países sofrerão reflexos.

A ação militar dos EUA e de Israel causou destruição no Irã desde o início da guerra, em fevereiro — Foto: GETTY IMAGES

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que 90% dos brasileiros acreditam que o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã trará impactos na economia do país. Segundo o levantamento, 65% avaliam que a economia será "muito afetada", enquanto 25%, "um pouco".

Aqueles que consideram que "não afetará "a economia brasileira são 6% e os que não sabem ou não responderam, 5%.

O levantamento aponta para um consenso sobre o a possibilidade do aumento de preços. Para nove em cada dez brasileiros, a guerra vai afetar diretamente os preços dos combustíveis (92%), dos alimentos (91%), do gás de cozinha (89%) e a inflação (89%). Além da economia, 76% consideram que as relações diplomáticas do Brasil com outros países sofrerão reflexos.

Segundo Márcia Cavallari, diretora-geral da Ipsos-Ipec, a percepção de impacto econômico demonstra que a população está receosa com os reflexos no bolso e atenta às consequências globais do conflito. O brasileiro também mostra que tem uma visão crítica sobre a necessidade do ataque que desencadeou a guerra e, nesse cenário, deixa claro que o governo brasileiro deve adotar uma postura de neutralidade, uma política externa que não se alinhe a nenhum dos dois lados.

A pesquisa Ipsos-Ipec foi realizada entre os dias 8 e 12 de abril e entrevistou 2 mil pessoas em 130 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Quanto ao posicionamento diplomático, o levantamento mostra que 83% da população defende que o Brasil adote uma postura neutra no conflito. O apoio explícito ao bloco liderado por Estados Unidos e Israel soma 10%, enquanto a adesão à posição do Irã é de 2%. Não sabem ou não responderam foram 5%.

A percepção de neutralidade é acompanhada por uma visão crítica sobre o início das hostilidades, segundo a Ipsos-Ipec: 64% dos entrevistados consideram que o ataque conjunto de EUA e Israel em 28 de fevereiro — que resultou na morte do líder supremo iraniano — foi "totalmente desnecessário" ou "desnecessário".

O levantamento também mediu o nível de receio da população com a segurança nacional do país. Para 67% dos brasileiros, o conflito representa um risco à segurança do Brasil.

No campo humanitário, 75% demonstram preocupação com a segurança de suas próprias famílias e 70% com a vida de brasileiros que residem no Oriente Médio. O temor se estende aos civis da região: 57% se dizem preocupados com israelenses e 55% com iranianos.

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Com guerra no Oriente Médio, mercado prevê inflação de 4,80% e juros mais altos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/04/2026 11:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,05%Dólar TurismoR$ 5,180-0,02%Euro ComercialR$ 5,8660,01%Euro TurismoR$ 6,105-0,12%B3Ibovespa196.134 pts0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,05%Dólar TurismoR$ 5,180-0,02%Euro ComercialR$ 5,8660,01%Euro TurismoR$ 6,105-0,12%B3Ibovespa196.134 pts0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,05%Dólar TurismoR$ 5,180-0,02%Euro ComercialR$ 5,8660,01%Euro TurismoR$ 6,105-0,12%B3Ibovespa196.134 pts0,2%Oferecido por

Com a intensificação da guerra no Oriente Médio, analistas do mercado financeiro elevaram novamente a projeção para a inflação em 2026 e passaram a prever juros mais altos.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 4,80% neste ano, contra a projeção anterior de 4,71%.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.Em 4,80% para este ano, a projeção do mercado financeiro supera o teto do sistema de metas — que é de 4,5%. O boletim anterior foi o primeiro, desde maio do ano passado, que o mercado estimou o estouro da meta de inflação em 2026.

Se confirmada a projeção, o IPCA ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,91% para 3,99%;➡️ Para 2028, a previsão permaneceu em 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros. Contudo, comparativamente à semana passada, a queda projetada foi menor.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic passou de 12,50 para 13% ao ano na última semana.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado passou para 11% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,85% para 1,86%

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,37 para R$ 5,30 por dólar.

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Dólar abre a R$ 4,98 com investidores de olho no impasse entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/04/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,19%Dólar TurismoR$ 5,181-0,1%Euro ComercialR$ 5,864-0,3%Euro TurismoR$ 6,112-0,17%B3Ibovespa195.734 pts-0,55%Oferecido por

O dólar abriu estável nesta segunda-feira (20), recuando 0,04% por volta das 09h39, cotado a R$ 4,9873. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A valorização do real frente ao dólar reflete o maior otimismo do mercado com os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã parecia estar em risco nesta segunda-feira (20), após os EUA apreenderem um navio iraniano no fim de semana.

▶️ Israel e Líbano iniciaram, na quinta-feira, um cessar-fogo de 10 dias, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A trégua abre espaço para negociações de um acordo permanente de segurança e paz e pode ser estendida por consenso.

▶️ O presidente do Líbano, Joseph Aoun, classificou as negociações diretas com Israel como “delicadas e cruciais” e afirmou que a prioridade agora é garantir o cumprimento da trégua — embora o país já tenha acusado Israel de violá-la nesta sexta-feira.

▶️ Teerã prometeu retaliar e agora colocou em dúvida sua participação na nova rodada de negociação de paz, prevista para começar nesta segunda (20) no Paquistão. Os EUA esperavam iniciar as negociações antes do término do cessar-fogo de duas semanas.

▶️ As Forças Armadas dos EUA impõem um bloqueio naval na entrada do Estreito de Ormuz, enquanto o Irã já reabriu e depois voltou a fechar a via marítima. Militares americanos interceptaram um navio cargueiro iraniano no Golfo de Omã no domingo (19).

O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os EUA. O bloqueio da via marítima era um dos principais impasses nas negociações entre os dois países.

Segundo o governo iraniano, todos os navios podem voltar a circular livremente no período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22). Após o anúncio, o preço do petróleo despencou.

"A passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura.

Mais cedo, dados do site de monitoramento do transporte marítimo Kpler já mostravam que a circulação pelo estreito havia sido retomada.

Três petroleiros iranianos deixaram o Golfo do Irã , transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, os primeiros carregamentos desse tipo desde o bloqueio dos EUA aos portos iranianos, na segunda-feira (13).

As negociações por um cessar-fogo no Oriente Médio avançaram nos últimos dias após Israel e o Líbano concordarem com uma trégua temporária.

O acordo entrou em vigor na quinta-feira e estabelece uma pausa inicial de 10 dias nos confrontos, com o objetivo de abrir espaço para conversas que possam levar a um entendimento mais duradouro de segurança e paz entre os dois países.

A informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA. Segundo o órgão, o prazo da trégua pode ser ampliado caso haja acordo entre as partes durante as negociações.

No Líbano, o governo também reconhece a sensibilidade das conversas em curso. O presidente do país, Joseph Aoun, afirmou nesta sexta-feira (17) que as negociações diretas com Israel são “delicadas e cruciais”.

Segundo ele, a prioridade imediata das autoridades libanesas é garantir que o cessar-fogo seja respeitado.

Ainda assim, o país já acusou Israel de violar a trégua nesta sexta-feira, o que evidencia a fragilidade do acordo e os desafios para transformá-lo em uma solução mais permanente.

Enquanto as negociações avançam, outros países tentam reduzir os efeitos econômicos do conflito.

Em Paris, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de nações para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e que foi bloqueada pela guerra envolvendo EUA, Israel e Irã.

A reunião reúne países que não participam diretamente do conflito, mas que buscam limitar seus impactos sobre a economia global.

Os EUA não fazem parte do planejamento da chamada Iniciativa de Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz.

Antes do encontro, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em publicação na rede X que a missão voltada à segurança da navegação terá caráter “estritamente defensivo”.

Segundo ele, a iniciativa será conduzida por países que não estão envolvidos no conflito e só deverá avançar “quando as condições de segurança permitirem”.

Em Wall Street, os índices fecharam em alta nesta sexta-feira. O S&P 500 avançou 1,19%, aos 7.125,36 pontos. O Dow Jones subiu 1,79%, aos 49.447,92 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,52%, aos 24.468,48 pontos.

Na Europa, o fechamento das bolsas foi positivo. O índice pan-europeu STOXX 600 teve alta de 1,56%, aos 626,58 pontos.

O FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançou 0,73%, aos 10.667,63 pontos, e o DAX, de Frankfurt, subiu 2,27%, aos 24.702,24 pontos. O CAC 40, de Paris, teve ganho de 1,97%, aos 8.425,13 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,9%, para 26.160,33 pontos, enquanto o índice de Xangai também terminou o pregão em leve queda, de 0,1%.

No Japão, o Nikkei caiu 1,8%, para 58.475,90 pontos, um dia depois de ter alcançado um recorde histórico. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi também encerrou o pregão em baixa, com recuo de 0,6%.

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Dólar abre a R$ 4,98 com investidores de olho em trégua no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (17) em queda, recuando 0,16% na abertura, cotado a R$ 4,9842. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os mercados acompanham novos desdobramentos no cenário geopolítico e econômico global. No Oriente Médio, um acordo temporário de cessar-fogo no Líbano reacendeu expectativas de negociação entre países envolvidos no conflito.

▶️ No Oriente Médio, Israel e Líbano iniciaram na quinta-feira um cessar-fogo de 10 dias, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A trégua busca abrir espaço para negociações de um acordo permanente de segurança e paz e pode ser estendida por consenso.

▶️ O presidente do Líbano, Joseph Aoun, classificou as negociações diretas com Israel como “delicadas e cruciais”. Ele disse que a prioridade agora é garantir o cumprimento da trégua — embora o país já tenha acusado Israel de violá-la nesta sexta-feira.

▶️ Na Europa, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de países em Paris para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. Sem a presença dos EUA, a reunião faz parte de um esforço de países que não participam diretamente do conflito para reduzir os impactos econômicos globais da guerra.

No mercado internacional, o petróleo recuava pela manhã. Por volta das 8h30 (horário de Brasília), o Brent caía 3,26%, a US$ 96,05 o barril, enquanto o WTI recuava 3,6%, para US$ 91,28.

▶️ Na agenda econômica dos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve participam de eventos ao longo do dia. A presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, fala em um encontro, e o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, participa de evento durante a tarde.

As negociações por um cessar-fogo no Oriente Médio avançaram nos últimos dias após Israel e o Líbano concordarem com uma trégua temporária.

O acordo entrou em vigor na quinta-feira e estabelece uma pausa inicial de 10 dias nos confrontos, com o objetivo de abrir espaço para conversas que possam levar a um entendimento mais duradouro de segurança e paz entre os dois países.

A informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA. Segundo o órgão, o prazo da trégua pode ser ampliado caso haja acordo entre as partes durante as negociações.

A expectativa é que esse período sem combates permita retomar o diálogo diplomático em uma região marcada por tensões recentes e pelo risco de escalada do conflito.

O anúncio da trégua repercutiu rapidamente no cenário político internacional. Na noite de quinta-feira (16), o presidente dos EUA, Donald Trump, comentou o acordo em uma publicação nas redes sociais.

Na mensagem, ele afirmou que o momento “pode ter sido um dia histórico para o Líbano” e acrescentou que “coisas boas estão acontecendo”.

No Líbano, o governo também reconhece a sensibilidade das conversas em curso. O presidente do país, Joseph Aoun, afirmou nesta sexta-feira (17) que as negociações diretas com Israel são “delicadas e cruciais”.

Segundo ele, a prioridade imediata das autoridades libanesas é garantir que o cessar-fogo seja respeitado.

Ainda assim, o país já acusou Israel de violar a trégua nesta sexta-feira, o que evidencia a fragilidade do acordo e os desafios para transformá-lo em uma solução mais permanente.

Enquanto as negociações avançam, outros países tentam reduzir os efeitos econômicos do conflito.

Em Paris, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de nações para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e que foi bloqueada pela guerra envolvendo EUA, Israel e Irã.

A reunião reúne países que não participam diretamente do conflito, mas que buscam limitar seus impactos sobre a economia global.

Os EUA não fazem parte do planejamento da chamada Iniciativa de Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz.

Antes do encontro, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em publicação na rede X que a missão voltada à segurança da navegação terá caráter “estritamente defensivo”.

Segundo ele, a iniciativa será conduzida por países que não estão envolvidos no conflito e só deverá avançar “quando as condições de segurança permitirem”.

Em Wall Street, os índices futuros operavam em alta na manhã desta sexta-feira e indicavam a possibilidade de um fechamento semanal positivo nas bolsas.

Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos futuros do Dow Jones subiam 0,32%. Os do S&P 500 avançavam 0,19%, enquanto o Nasdaq registrava uma alta mais moderada, de 0,1%.

Na Europa, o desempenho das bolsas era misto. No mesmo horário, o índice pan-europeu STOXX 600 subia levemente, com alta de 0,08%, aos 617,48 pontos.

Entre os principais mercados da região, o francês CAC 40 avançava 0,4% e o alemão DAX tinha ganho de 0,6%. Já o britânico FTSE 100 seguia na direção oposta, com queda de 0,2%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,9%, para 26.160,33 pontos, enquanto o índice de Xangai também terminou o pregão em leve queda, de 0,1%.

No Japão, o Nikkei caiu 1,8%, para 58.475,90 pontos, um dia depois de ter alcançado um recorde histórico. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi também encerrou o pregão em baixa, com recuo de 0,6%.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre de olho nas negociações no Oriente Médio e na agenda econômica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (16) em queda, recuando 0,02% na abertura, cotado a R$ 4,9908. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Nos Estados Unidos, a tensão com o Irã voltou a aumentar. Na quarta-feira (15), Donald Trump ordenou o envio de mais de 10 mil militares ao Oriente Médio. A medida é vista como uma forma de pressionar Teerã antes de uma possível nova rodada de negociações com a Casa Branca.

▶️ Ao mesmo tempo, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que Washington se prepara para aplicar sanções adicionais contra países ou empresas que fazem negócios com o Irã. A medida pode atingir, por exemplo, compradores chineses de petróleo e tem como objetivo aumentar a pressão econômica sobre o país.

▶️ Em meio a esse cenário, os preços do petróleo subiam nesta quinta-feira. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), o Brent — referência internacional — avançava 1,4%, para US$ 96,27 por barril. Já o petróleo americano (WTI) registrava alta de 1,2%, a US$ 92,41.

▶️ Na agenda econômica, o destaque no Brasil é a divulgação do IBC-Br, indicador considerado uma espécie de “prévia do PIB”. O índice subiu 0,6% em fevereiro na comparação com o mês anterior, já com ajuste sazonal, resultado acima da expectativa do mercado, que projetava alta de 0,47%.

▶️ No exterior, os EUA divulgam os pedidos semanais de auxílio-desemprego, com previsão de estabilidade em relação à semana anterior. Mais tarde, saem os dados de produção industrial de março, com estimativa de avanço de 0,1%.

A menos de uma semana do fim do prazo de um cessar-fogo, EUA e Irã voltaram a elevar o tom em meio a negociações delicadas para evitar uma escalada ainda maior do conflito.

As tensões aumentaram após o fracasso das conversas realizadas no último sábado (11), em Islamabad, no Paquistão. Desde então, os dois países passaram a trocar ameaças enquanto tentam manter aberta a possibilidade de uma nova rodada de negociações.

Na véspera, o governo de Donald Trump ordenou o envio de mais de 10 mil militares ao Oriente Médio, segundo o jornal "The Washington Post". A movimentação é interpretada como uma tentativa de aumentar a pressão sobre Teerã antes de eventuais novas conversas mencionadas pela Casa Branca.

Apesar da escalada militar, surgem também sinais de movimentação diplomática na região. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deve se reunir com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, informou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense de Inovação e integrante do gabinete de segurança política, Gila Gamliel.

Em paralelo, autoridades iranianas indicaram um possível gesto de distensão nas negociações com os EUA.

Segundo informações da Reuters, Teerã sugeriu que poderia permitir a passagem livre de navios pelo lado do Estreito de Ormuz localizado em águas de Omã, desde que seja alcançado um acordo para evitar um novo conflito.

De acordo com uma fonte informada por Teerã, o Irã poderia permitir que navios utilizem o lado da hidrovia situado em águas de Omã sem interferência iraniana.

A iniciativa representa um afastamento das propostas mais duras discutidas anteriormente por autoridades iranianas, que incluíam cobrar taxas de navios que atravessassem o estreito ou impor controle direto sobre a passagem — medidas criticadas pelo setor global de navegação por possível violação de convenções marítimas.

Desde o início da guerra entre EUA, Israel e Irã, em 28 de fevereiro, o tráfego na região tem sido fortemente afetado. Centenas de petroleiros e outras embarcações permanecem retidos no Golfo Pérsico, provocando uma das maiores interrupções já registradas no fornecimento global de petróleo e gás.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) — indicador considerado uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB) — registrou alta de 0,6% em fevereiro na comparação com o mês anterior, já com ajuste para efeitos sazonais. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira.

O resultado veio acima das expectativas do mercado. Em pesquisa da Reuters, economistas projetavam um crescimento de 0,47% no mês.

Na comparação com fevereiro do ano passado, o indicador apresentou queda de 0,3%. Já no acumulado em 12 meses, o IBC-Br registra alta de 1,9%, segundo dados sem ajuste sazonal.

Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas — que indicam a tendência de abertura do mercado — subiam por volta das 9h (horário de Brasília). O futuro do Dow Jones avançava 0,05%, o do S&P 500 ganhava 0,07% e o do Nasdaq registrava alta de 0,17%.

Na Europa, as principais bolsas também operavam no campo positivo. O índice STOXX 600, que reúne empresas de diversos países do continente, subia 0,43%, aos 619,94 pontos.

Em Londres, o FTSE 100 avançava 0,5%, para 10.610,04 pontos. O CAC 40, da França, tinha alta de 0,5%, a 8.316,76 pontos, enquanto o DAX, da Alemanha, subia 0,5%, para 24.175,91 pontos.

Na Ásia, a maioria dos mercados encerrou o pregão em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1,7%, aos 26.394,26 pontos, e o índice de Xangai subiu 0,7%, para 4.055,55 pontos.

No Japão, o Nikkei saltou 2,4%, fechando em 59.518,34 pontos, um novo recorde. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 2,2%, para 6.226,05 pontos.

Parte desse movimento também foi influenciada por dados econômicos da China, que indicaram crescimento de 5% no primeiro trimestre. Apesar disso, analistas apontam que o desempenho das exportações chinesas pode enfrentar desafios nos próximos meses, diante da desaceleração da economia global.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

No 5º mês seguido de crescimento, ‘prévia do PIB’ do Banco Central tem alta de 0,6% em fevereiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil (BC) nesta quinta-feira (16), mostrou expansão de 0,6% em fevereiro, na comparação com o mês anterior.

Essa foi a quinta alta mensal seguida do indicador, segundo dados revisados.Houve desaceleração na comparação com janeiro, quando o aumento foi de 0,86%.

Ainda segundo o Banco Central, o IBC-Br apresentou retração de 0,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Na parcial do ano, o indicador avançou 0,4% e, em 12 meses até fevereiro, teve aumento de 1,9%. Nesses casos, o índice foi calculado sem ajuste sazonal.

➡️O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem uma metodologia diferente (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem-estar social.

A desaceleração da atividade econômica em 2025 e, no decorrer deste ano, é algo esperado tanto pelo mercado financeiro quanto pelo Banco Central, diante do elevado nível da taxa de juros.

Fixada pelo Banco Central para conter as pressões inflacionárias, a taxa Selic está, atualmente, em 14,75% ao ano — em patamar ainda elevado —, apesar da redução recente.

O mercado financeiro estima uma taxa de crescimento do PIB de 1,85% em 2026, com nova desaceleração frente ao ano passado, quando a economia cresceu 2,3%.

▶️O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de crescimento da economia, faz parte da estratégia de conter a inflação no país. Avalia que isso é um "elemento necessário para a convergência da inflação à meta (de inflação, de 3%)".

▶️Na ata da última reunião do Copom, realizada em março, o BC informou que o chamado "hiato do produto" segue positivo. Isso quer dizer que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento sem pressionar a inflação.

Os resultados do IBC-Br são considerados a "prévia do PIB". Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do IBGE.

O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o maior crescimento da economia, por exemplo, pode haver mais pressão inflacionária, o que contribuiria para conter a queda dos juros.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo propõe meta fiscal de superávit de 0,5% do PIB em 2027, o equivalente a R$ 73,2 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O governo vai encaminhar nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2027 com uma meta de superávit para as contas do governo.

Para o próximo ano, a meta proposta é de um saldo positivo de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 73,2 bilhões.

Pelas regras do arcabouço fiscal, há uma banda de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo, em relação ao objetivo central.

Com isso, o governo poderá ter um superávit menor, de até 0,25% do PIB, sem que a meta seja formalmente descumprida, ou seja, de R$ 36,6 bilhões.

Além disso, também poderá abater o valor de precatórios (sentenças judiciais), no valor de até R$ 57,8 bilhões.

Na prática, portanto, o governo pode ter um déficit primário de até R$ 21,1 bilhões sem que a meta seja formalmente descumprida.

Apesar disso, o governo está projetando, no projeto da LDO de 2027, um superávit de R$ 8 bilhões, ou seja, não prevê o abatimento da integralidade dos precatórios na meta fiscal.

Economistas alertam que excesso de gastos retirados da meta fiscal compromete credibilidade das contas públicas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O governo conta com alguns fatores para perseguir uma meta mais ousada no próximo ano, como os aumentos de impostos realizados no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — com impacto acumulado em 2027.

Além disso, também estima contar com o petróleo em um patamar mais alto, fruto dos conflitos no Oriente Médio, o que eleva sua arrecadação com "royalties" e dividendos da Petrobras.

Ao mesmo tempo, o Executivo também poderá contar com a redução de subsídios tributários, algo aprovado pelo Congresso Nacional no fim de 2025 (com impacto progressivo com o passar dos anos).

Segundo o Ministério do Planejamento, pelo fato de o governo ter registrado déficit no ano de 2025, entrará em vigor gatilhos aprovados em lei. Eles implicam em:

vedação de concessão, ampliação ou prorrogação de benefício tributário;vedação de crescimento real da despesa de pessoal acima de 0,6%.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre com foco em guerra entre EUA e Irã e possível acordo de paz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

O dólar abre nesta quarta-feira (15) com investidores atentos aos desdobramentos da guerra entre Estados Unidos e Irã, diante da possibilidade de novas negociações de um acordo de paz.

Por volta das 9h03, a moeda americana subia 0,02%, a R$ 4,9944. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Altos funcionários dos Emirados Árabes Unidos e do Irã realizaram uma teleconferência nesta quarta-feira para discutir a redução das tensões do conflito, informou a mídia estatal árabe. Foi o primeiro contato de alto nível desde a deterioração das relações causada pela guerra entre EUA e Irã.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não pretende estender o cessar-fogo com o Irã, mas que a guerra está “perto do fim”. Ele também disse à ABC News que o conflito “pode terminar de diversas formas, mas um acordo é preferível, porque assim o país pode se reconstruir”.

▶️ Enquanto isso, o bloqueio militar dos EUA no Estreito de Ormuz continua. Dados de monitoramento mostram vários navios dando meia-volta, mas, segundo agências iranianas, petroleiros do país conseguiram atravessar o estreito. O Irã ameaçou interromper o fluxo comercial no Mar Vermelho caso o bloqueio dos EUA a embarcações iranianas persista.

▶️No Brasil, novas pesquisas eleitorais para a presidência mostram que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados em um eventual 2º turno. O levantamento também indica alto endividamento: 72% dos brasileiros dizem ter dívidas.

▶️ Na agenda econômica, dados de vendas no varejo no Brasil, divulgados pelo IBGE, e o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americao) nos EUA são destaques.

Representantes de Líbano e Israel se reúnem nesta terça, em Washington, para iniciar negociações sobre um possível cessar-fogo, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

O encontro ocorre com mediação do governo americano e faz parte das discussões mais amplas que envolvem também Irã e EUA.

Apesar da iniciativa diplomática, ainda há impasses importantes. Israel afirma que não negociará com o Hezbollah, enquanto o grupo libanês rejeita as conversas e diz que não respeitará qualquer acordo firmado. O governo libanês, por outro lado, demonstra abertura ao diálogo.

Os confrontos, no entanto, continuam intensos. Ataques recentes de Israel no Líbano deixaram milhares de mortos, enquanto foguetes lançados pelo Hezbollah também atingem o território israelense. O controle de áreas estratégicas segue sendo disputado.

🔎 A inclusão do Líbano em um eventual acordo de cessar-fogo é um dos principais pontos de divergência. Enquanto EUA e Israel consideram que o país não faz parte da trégua, Irã e outros mediadores defendem que os ataques ao território libanês deveriam ser interrompidos.

Segundo a agência de notícias Reuters, EUA e Irã podem retomar as negociações para finalizar a guerra entre os dois países nos próximos dias, possivelmente ainda nesta semana.

No final de semana passado, a primeira rodada de negociações entre EUA e Irã por um fim definitivo da guerra terminou sem acordo.

O setor de serviços no Brasil voltou a crescer em fevereiro pelo segundo mês seguido e atingiu o maior nível da série histórica, mostrando que a economia ainda tem força, apesar de sinais de desaceleração.

Na comparação com janeiro, o crescimento foi de apenas 0,1%, abaixo do esperado pelo mercado. Já em relação a fevereiro do ano passado, houve alta de 0,5%, também menor que as projeções.

Os dados do IBGE indicam que o avanço foi puxado principalmente pelos serviços de tecnologia da informação e transportes, além de um aumento nos serviços prestados às famílias. Em contrapartida, áreas como serviços profissionais e administrativos e turismo tiveram queda no período.

Apesar do resultado positivo, economistas avaliam que o setor pode perder ritmo nos próximos meses, por causa da inflação, dos juros ainda altos e do impacto do aumento dos combustíveis, influenciado pelas tensões no Oriente Médio.

Os preços no atacado dos EUA subiram em março, mas menos do que o mercado esperava. Isso aconteceu porque os custos de serviços ficaram estáveis, ajudando a segurar a alta.

Ainda assim, a inflação segue pressionada principalmente pela energia. A guerra com o Irã elevou o preço do petróleo, o que tende a encarecer produtos e pode gerar novos aumentos nos próximos meses.

No mês, os preços ao produtor subiram 0,5%, abaixo da expectativa. Em 12 meses, a alta acumulada chegou a 4%.

Especialistas avaliam que esse foi apenas o primeiro impacto do conflito. Como o petróleo já subiu mais de 35% desde o início da guerra e passou de US$ 100 por barril, a tendência é de mais pressão sobre os preços à frente.

Em Wall Street, o pregão desta terça-feira foi positivo, com investidores de olho na possibilidade de novas negociações entre EUA e Irã. O índice Dow Jones subiu 0,66%, o S&P 500 avançou 1,17% e Nasdaq teve ganho de 1,96%.

Na Europa, as bolsas fecharam em alta, com investidores mais otimistas diante de sinais de retomada das negociações de paz no Oriente Médio.

O principal índice europeu subiu 1%, atingindo o maior nível em mais de um mês. Entre os destaques, o índice DAX, da Alemanha, avançou 1,27%, aos 24.044 pontos; o CAC 40, da França, subiu 1,12%, aos 8.327 pontos; e o FTSE 100, de Londres, teve alta de 0,25%, aos 10.609 pontos.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionadas pelo otimismo dos investidores com a possível retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

O índice de Xangai subiu 0,95%, aos 4.026 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,19%, aos 4.701 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,82%, aos 25.872 pontos.

Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento positivo, como o Nikkei, do Japão, que subiu 2,43%, aos 57.877 pontos, e o Kospi, da Coreia do Sul, que avançou 2,74%, aos 5.967 pontos.

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Argentina: inflação acelera a 3,4% em março, maior nível mensal em um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 19:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano.

No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano. No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Os setores com maiores altas em fevereiro foram educação (12,1%) e transporte (4,1%). Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

Os dados da série histórica do Indec mostram que o índice oficial de preços da Argentina apresentou forte melhora no ritmo mensal ao longo de 2024, primeiro ano da gestão Milei.

Em 2025, no entanto, a taxa mensal permaneceu entre 2% e 3%, com poucas leituras abaixo de 2%. O cenário se tornou menos favorável a partir de maio, quando os números passaram a indicar uma aceleração gradual da inflação, evidenciando os desafios do governo de Javier Milei para reduzir o índice de forma consistente.

A Argentina passou por um forte ajuste econômico sob o comando de Milei. No segundo semestre de 2025, uma crise política afetou as expectativas, e o líder argentino buscou o apoio de Donald Trump, nos Estados Unidos, para conter a instabilidade nos mercados e no câmbio. (leia mais abaixo)

A Argentina, que já vinha enfrentando uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de dinheiro para os estados.

Foram retirados subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. No segundo semestre de 2025, o percentual caiu para 28,2%, no menor nível em sete anos.

Por outro lado, o presidente conseguiu uma sequência de superávits (arrecadação maior do que gastos) e retomada da confiança de parte dos investidores.

No terceiro trimestre de 2025, no entanto, Milei passou a enfrentar uma forte crise política após um escândalo envolvendo Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente.

Um áudio gravado por um ex-aliado de Javier Milei, no qual Karina é acusada de corrupção, vazou para a imprensa e está sendo investigado pela Justiça. Leia mais aqui.

Em meio à crise, Javier Milei sofreu uma dura derrota, em setembro, nas eleições da província de Buenos Aires — a mais importante da Argentina, que concentra quase 40% do eleitorado nacional.

Os reflexos foram sentidos no mercado: os títulos públicos, as ações das empresas e o peso argentino despencaram um dia após o pleito.

Com o resultado, a moeda argentina atingiu seu menor valor histórico até então, cotada a 1.423 por dólar. Ao longo de 2025, o peso derreteu quase 40% frente ao dólar, encerrando a 1.451,50, em um cenário bastante prejudicial para a inflação.

O pessimismo no mercado surgiu após investidores demonstrarem preocupação de que o governo de Javier Milei não conseguiria avançar com sua agenda de cortes de gastos e reestruturação das contas públicas na Argentina.

A partir de então, ocorreram sucessivas quedas do peso em relação ao dólar, levando o Banco Central da Argentina a retomar intervenções no câmbio para controlar a disparada da moeda norte-americana. (leia mais abaixo)

A volatilidade só começou a ceder depois que o governo dos EUA anunciou apoio à Argentina. Em 20 de outubro, os países oficializaram um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões. Além disso, foi prometido outro incentivo do mesmo valor, elevando o socorro financeiro para US$ 40 bilhões.

Na prática, as medidas aumentam o volume de dólares nas reservas argentinas e buscam recuperar a confiança dos investidores.

Após a confirmação do apoio financeiro pelo governo de Donald Trump, Javier Milei obteve, em 26 de outubro, uma vitória importante nas eleições para a Câmara dos Deputados e o Senado, o que ajudou a conter a disparada do dólar — e pode garantir a continuidade das reformas do atual governo.

Milei anunciou pacote de medidas para tentar aumentar a circulação de dólares na economia argentina — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

No início do governo Milei, a melhora nos indicadores econômicos fez com que o líder alcançasse, em 11 abril, um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A primeira parcela, de US$ 12 bilhões, foi disponibilizada ao país poucos dias depois.

O repasse dos recursos representa um voto de confiança do fundo internacional no programa econômico do presidente argentino. Os valores anunciados se somam a dívidas antigas do país junto ao FMI, que já superavam os US$ 40 bilhões.

Nesse cenário, reduzir a inflação é fundamental para o governo do líder argentino, que deseja eliminar completamente os controles de capitais que prejudicam os negócios e os investimentos. Para isso, Milei quer que a inflação permaneça abaixo de 2% ao mês.

Logo após o acordo com o FMI, o banco central da Argentina anunciou uma redução dos controles cambiais, o chamado “cepo”. A flexibilização determinou o fim da paridade fixa para o peso argentino e introduziu o "câmbio flutuante" — quando o valor da moeda é determinado pela oferta e demanda do mercado.

Com isso, o governo de Javier Milei passou a ensaiar o fim do sistema de restrição cambial que estava em vigor desde 2019, limitando a compra de dólares e outras moedas estrangeiras pelos argentinos. A deterioração recente nos mercados, porém, fez o país voltar a intervir no câmbio. (leia abaixo)

Nos últimos meses, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram medidas de naturezas monetária, fiscal e cambial para injetar dólar no país, com o objetivo de fortalecer o cumprimento do acordo com o FMI para a recuperação econômica.

Em maio de 2025, o governo também anunciou sua decisão de permitir que os cidadãos utilizem dólares mantidos fora do sistema financeiro — ou seja, guardados "debaixo do colchão" — sem a obrigatoriedade de declarar a origem dos recursos.

Em 10 de junho, lançou medidas como a flexibilização no uso de pesos e dólares no mercado de títulos públicos e um plano de captação de empréstimo de US$ 2 bilhões com emissões de títulos. Além disso, se comprometeu a reduzir a emissão de moeda pelo BC.

Já na semana anterior às eleições de Buenos Aires — e em meio à forte queda do peso frente ao dólar —, o governo de Milei anunciou sua intervenção no mercado de câmbio.

O secretário de Finanças, Pablo Quirno, afirmou em 2 de setembro que o Tesouro Nacional atuaria diretamente na compra e venda de dólares para garantir oferta suficiente e evitar desvalorizações abruptas.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas comerciais, melhorar o câmbio e atrair investimentos, enquanto avança no rigoroso ajuste econômico promovido por Milei.

Sergio Moro (PL) e Marcos do Val (Avante) foram substituídos por Beto Faro (PT) e Teresa Leitão (PT). Texto pede o indiciamento de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.

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