RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões e ônibus pode ser buscada nos bancos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/05/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0620,6%Dólar TurismoR$ 5,2660,63%Euro ComercialR$ 5,9110,85%Euro TurismoR$ 6,1600,82%B3Ibovespa173.341 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0620,6%Dólar TurismoR$ 5,2660,63%Euro ComercialR$ 5,9110,85%Euro TurismoR$ 6,1600,82%B3Ibovespa173.341 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0620,6%Dólar TurismoR$ 5,2660,63%Euro ComercialR$ 5,9110,85%Euro TurismoR$ 6,1600,82%B3Ibovespa173.341 pts-0,98%Oferecido por

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários (equipamentos acoplados aos caminhões ou tratores responsáveis por carregar a carga) pode ser buscada nas instituições financeiras habilitadas.

Inserido no programa "Move Brasil", o crédito é voltado ao financiamento de veículos fabricados no Brasil e busca modernizar o transporte rodoviário e urbano de cargas e passageiros, com foco na redução de custos logísticos, aumento da segurança nas estradas e renovação da frota nacional.

Serão destinados até R$ 21,2 bilhões em empréstimos. As taxas de juros podem ficar próximas a 13% ao ano, informou o governo federal, informou o governo federal.

A iniciativa, de acordo com o governo, prevê ainda reserva de R$ 2 bilhões para aquisição de ônibus e micro-ônibus, além de R$ 2 bilhões para transportadores autônomos de cargas e pessoas físicas associados a cooperativas, reforçando o atendimento a transportadores autônomos e ao transporte urbano de passageiros.

Também poderão ser financiados itens associados à operação, como seguro do bem, seguro prestamista e comissão de fundos garantidores, desde que contratados em conjunto com o financiamento. Esses itens adicionais são elegíveis para clientes com receita operacional bruta de até R$ 300 milhões.

"O programa vai modernizar a frota brasileira, reduzir o custo logístico, melhorar o transporte de cargas e passageiros, aumentar a segurança nas estradas e estimular a indústria nacional. Estamos combinando eficiência econômica, sustentabilidade e inclusão produtiva, com atenção especial aos transportadores autônomos e cooperados", afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Para transportadores autônomos, o prazo total poderá chegar a 120 meses, com até 12 meses de carência. Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas, o prazo poderá chegar a 60 meses, com até 6 meses de carência. Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de passageiros, o prazo poderá chegar a 120 meses, com até 6 meses de carência. O programa prevê limite de financiamento de até R$ 50 milhões por cliente, sem valor mínimo, admite a utilização de fundos garantidores, conforme disponibilidade, regras específicas de cada fundo e política do agente financeiro.

Linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões e ônibus pode ser buscada nos bancos — Foto: Luciano Ribeiro/Governo do Tocantins

Os interessados devem procurar uma instituição financeira credenciada ao BNDES. Caberá a este agente financeiro analisar o crédito, negociar as condições finais da operação e encaminhar o pedido ao BNDES, conforme as regras do programa.

O prazo para protocolo das operações no sistema do BNDES vai até 28 de agosto de 2026, e a data limite para comunicação da contratação ao Banco é 28 de setembro de 2026.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, o programa poderá ser suspenso ou encerrado antes dessas datas em caso de esgotamento da dotação orçamentária disponível.

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Fazenda vê desaceleração da atividade nos próximos trimestres, mas mantém em 2,3% estimativa de alta do PIB em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/05/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0540,44%Dólar TurismoR$ 5,2520,35%Euro ComercialR$ 5,8870,46%Euro TurismoR$ 6,1300,33%B3Ibovespa173.348 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0540,44%Dólar TurismoR$ 5,2520,35%Euro ComercialR$ 5,8870,46%Euro TurismoR$ 6,1300,33%B3Ibovespa173.348 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0540,44%Dólar TurismoR$ 5,2520,35%Euro ComercialR$ 5,8870,46%Euro TurismoR$ 6,1300,33%B3Ibovespa173.348 pts-0,98%Oferecido por

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda projetou, nesta sexta-feira (29), desaceleração do ritmo de expansão da atividade econômica nos próximos trimestres.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano. Em valores correntes, a economia brasileira totalizou R$ 3,3 trilhões no período.

Por meio de nota informativa, a SPE acrescentou que segue projetando crescimento de 2,3% para o PIB de 2026, sustentado pela expansão da indústria e dos serviços, a despeito da desaceleração esperada da agropecuária.

"No segundo e terceiro trimestres, o crescimento na margem deverá desacelerar, com a dissipação do efeito de políticas públicas sendo parcialmente compensada pela redução do custo do crédito. No quarto trimestre é esperado uma retomada à medida que a indústria manufatureira ganhe tração em resposta à flexibilização monetária [corte de juros pelo Banco Central] em curso", avaliou o Ministério da Fazenda.

PIB do Amazonas cresce no 4º trimestre de 2025 e fecha ano com alta de 4,41% — Foto: Foto: Bruno Leão/ Sedecti-AM

De acordo com a SPE, a expansão de 1,1% do PIB nos três primeiros meses deste ano ficou marginalmente acima da sua projeção.

Informou, porém, que composição se deslocou em relação ao previsto: a indústria surpreendeu positivamente, ao passo que os serviços e a agropecuária ficaram levemente abaixo do esperado.

"Pela ótica da demanda, o destaque do primeiro trimestre foi a forte recuperação da formação bruta de capital fixo e a aceleração do consumo das famílias. No setor externo, por sua vez, as exportações recuaram, enquanto as importações avançaram, configurando contribuição negativa do setor externo para o crescimento no trimestre. O resultado indica, portanto, que a absorção doméstica foi o principal motor do crescimento no período, compensando o setor externo", avaliou o governo.

Segundo o governo, dentre os países do G20 que já divulgaram o resultado do PIB do primeiro trimestre de 2026, o Brasil ocupou a quarta posição na margem; a sexta posição na comparação interanual e a quinta posição no acumulado em quatro trimestres.

Comparação internacional (PIB primeiro trimestre 2026) — Foto: Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda

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Contas públicas têm superávit de R$ 24,6 bilhões em abril; dívida sobe para 80,4% do PIB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

As contas do setor público consolidado apresentaram um superávit primário de R$ 24,6 bilhões em abril, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (29).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário.

🔎O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com abril do ano passado, houve forte melhora, uma vez que foi registrado saldo positivo de R$ 14,2 bilhões naquele mês.

governo federal registrou saldo positivo de R$ 26,1 bilhões;estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 330 milhões;empresas estatais apresentaram déficit de R$ 1,78 bilhão.

No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 31,2 bilhões — o equivalente a 0,72% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, houve piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 102,8 bilhões (2,5% do PIB).

Essa piora está relacionada, principalmente, com a antecipação no pagamento de precatórios neste ano pela Secretaria do Tesouro Nacional.

No caso somente do governo federal, o resultado ficou positivo em R$ 9 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um superávit de R$ 68,6 bilhões nos quatro primeiros meses de 2025.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo negativo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhõesO texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais, defesa e educação).

Banco Central decreta liquidação extrajudicial de 3 empresas ligadas à Entrepay — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve déficit de R$ 60,1 bilhões nas contas do setor público em abril.

➡️No acumulado em 12 meses até abril, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,22 trilhão, ou 9,4% do PIB.

🔎Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 14,5% ao ano, patamar elevado.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,1 trilhão (8,4% do PIB) em doze meses até abril deste ano.

Mesmo com superávit nas contas públicas em abril, a dívida do setor público consolidado subiu 0,4 ponto percentual, para 80,4% do PIB, o equivalente a R$ 10,44 trilhões.

➡️Este é o maior nível para a dívida pública desde junho de 2021, quando somava 80,6% do PIB, ou seja, é o maior patamar em quase cinco anos.

➡️No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 8,7 pontos percentuais. A alta na dívida está relacionada, principalmente, com o aumento de gastos públicos, e com as despesas com juros.

➡️Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), conceito internacional — que considera os títulos públicos na carteira do BC —, o endividamento brasileiro foi bem maior em abril: 93,1% do PIB.

A proporção com o PIB é considerada por especialistas como o conceito mais apropriado para medir e comparar a dívida das nações. E o formato de cálculo do Fundo Monetário Internacional (FMI) é adotado internacionalmente.

➡️Acima de 90% do PIB, o patamar da dívida brasileira está bem acima de nações emergentes e de países da América do Sul, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro (segundo dados do FMI).

Para tentar conter o crescimento da dívida, em 2023 o governo aprovou o chamado "arcabouço fiscal", ou seja, novas regras para as contas públicas em substituição ao teto de gastos. Por estas regras:

a despesa não pode registrar crescimento maior do que 70% do aumento da arrecadação;a alta de gastos fica limitada, em termos reais, a 2,5% por ano;o arcabouço busca justamente conter o crescimento da dívida pública no futuro.

Sem um corte robusto de despesas, necessário para manter de pé o arcabouço fiscal, especialistas em contas públicas estimam que a regra terá de ser abandonada, ou alterada, nos próximos anos.

Por conta disso, preveem uma expansão maior da dívida pública no futuro, o que pode resultar em aumento das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras ao setor real da economia.

Analistas do mercado financeiro estimaram, na semana passada, que a dívida pública brasileira deve atingir 99,4% do PIB em 2035 (pelo conceito brasileiro) — patamar bem distante dos países emergentes e mais próximo da Europa.

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Dólar inicia o dia em alta com foco no Oriente Médio e no PIB do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (29) em alta, avançando 0,36% na abertura, negociado a R$ 5,0501. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No cenário externo, o mercado acompanha as negociações entre Estados Unidos e Irã para consolidar um acordo de paz. Os países concordaram em ampliar o cessar-fogo por 60 dias e suspender restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

O avanço das tratativas ainda depende da aprovação do presidente Donald Trump, o que mantém os investidores em compasso de espera. Com isso, os preços do petróleo recuam nesta manhã.

O Brent, referência mundial, para julho caía 1,57%, cotado a US$ 92,23 o barril. Já o petróleo WTI, referência para os EUA, recuava 1,37%, negociado a US$ 87,68 por barril.

▶️ No Brasil, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE. Em valores correntes, a economia brasileira somou R$ 3,3 trilhões no período.

▶️ Também está no radar dos investidores o fato de que o Departamento de Estado dos EUA anunciou na quinta-feira (28) que vai classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

As indicações, no final da manhã desta quinta-feira, de que os negociadores dos EUA e do Irã haviam chegado a um entendimento para prorrogar o cessar-fogo por 60 dias e iniciar as tratativas sobre o programa nuclear iraniano foram bem recebidas pelo mercado financeiros nesta quinta-feira.

O acordo, no entanto, ainda dependia da aprovação final do presidente americano, Donald Trump, e representaria o avanço diplomático mais significativo desde o início da guerra. As informações foram divulgadas pelo site de notícias Axios.

Esse acordo, no entanto, ainda não é final — para isso, a expectativa é que hajam negociações ainda mais intensas para contemplar as exigências de Trump sobre o enriquecimento de urânio.

Apesar do avanço, no entanto, as tensões se intensificaram após ataques militares de ambas as partes. Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, o país atacou uma base aérea americana próxima ao aeroporto de Bandar Abbas como resposta a bombardeios feitos pelos EUA horas antes.

Os iranianos afirmaram que a ação foi um “aviso sério” e disseram que novos ataques receberão resposta “ainda mais decisiva”.

🔎 De acordo com a Reuters, os Estados Unidos bombardearam uma instalação militar iraniana que, segundo autoridades americanas, representava ameaça para tropas dos EUA e para embarcações comerciais no Estreito de Ormuz — rota estratégica para o transporte mundial de petróleo e gás.

Militares americanos também afirmaram ter derrubado drones iranianos considerados ameaças na região.

Mais cedo, explosões foram registradas em Bandar Abbas, importante cidade portuária iraniana. Sistemas de defesa aérea foram acionados por vários minutos, segundo a imprensa estatal do Irã.

A região já havia sido alvo de ataques na terça-feira (26), quando os EUA disseram ter atingido locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas supostamente usadas para instalar minas marítimas.

Após as novas ações militares, o Irã acusou os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo que estava em vigor desde 7 de abril. Apesar da escalada, os dois países continuam negociando um possível acordo de paz mediado pelo Paquistão.

O conflito começou no fim de fevereiro, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, e se espalhou rapidamente pelo Oriente Médio, provocando tensão global e impactos no mercado de energia.

Atualmente, um dos principais pontos de disputa é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa parte importante do petróleo comercializado no mundo. O Irã restringiu o tráfego na região, enquanto os Estados Unidos responderam com um bloqueio naval aos portos iranianos.

Mesmo com os novos confrontos, o governo iraniano afirmou considerar improvável uma retomada total da guerra, alegando que os adversários demonstram “fraqueza”.

Em Wall Street, os índices futuros avançam levemente: o Dow Jones subia 0,26%, o S&P 500 ganhava 0,12% e o Nasdaq avançava 0,07%.

Na Europa, as bolsas registravam alta generalizada por volta das 9h30 (horário de Brasília). O índice STOXX 600 subia 0,43%, aos 627,80 pontos.

Em Londres, o FTSE 100 avançava 0,2%, para 10.446,42 pontos. O DAX, da Alemanha, ganhava 0,3%, aos 25.157,61 pontos, enquanto o CAC 40, da França, tinha alta de 0,9%, para 8.262,90 pontos.

Na Ásia, o desempenho foi misto. Em Xangai, o índice SSEC caiu 0,73%, aos 4.068 pontos, enquanto o CSI300 — que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen — recuou 0,45%, para 4.892 pontos.

Já em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,70%, aos 25.182 pontos. Em Tóquio, o Nikkei disparou 2,53%, encerrando o pregão aos 66.329 pontos.

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PIB do Brasil cresce 1,1% no 1º trimestre, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,032-0,57%Dólar TurismoR$ 5,233-0,56%Euro ComercialR$ 5,860-0,42%Euro TurismoR$ 6,109-0,4%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (29). Em valores correntes, a economia brasileira totalizou R$ 3,3 trilhões no período.

O resultado representa uma aceleração em comparação aos últimos três meses de 2025, quando a economia brasileira cresceu 0,3% (número ajustado). Em relação ao mesmo período do ano passado, o avanço foi de 1,8%, enquanto no acumulado dos últimos quatro trimestre, a alta foi de 2%.

O destaque ficou mais uma vez com a agropecuária, que marcou um avanço de 2% nos primeiros três meses do ano — resultado do crescimento de produção e do ganho de produtividade vistos no setor por conta das condições climáticas mais favoráveis e da expansão da área plantada, que impulsionou o cultivo de soja.

🔎 Enquanto o crescimento da produção indica que a economia passou a produzir um volume maior de bens e serviços, o ganho de produtividade mostra que isso ocorreu sem a necessidade de ampliar, na mesma proporção, o uso de insumos — como mão de obra, máquinas ou horas trabalhadas.

Os outros dois setores avaliado também registraram uma variação positiva, com crescimento de 1% da Indústria e de 0,5% de Serviços.

Na indústria, a atividade Extrativa Mineral e a Construção registraram um forte crescimento no período, com altas de 3,6% e 2,9%, respectivamente. Houve queda em Eletricidade, gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,3%), enquanto a atividade de Transformação ficou praticamente estável, com alta de 0,1%.

“Levando-se em conta seus pesos no PIB, as atividades que mais contribuíram para o crescimento foram a Agropecuária, a Extrativa mineral e as Outras atividades de serviços”, afirmou o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Ricardo Montes de Moraes.

Ele explica, ainda, que o crescimento da atividade brasileira ficou próximo ao da Indústria na série com ajuste sazonal — que desconsidera os efeitos típicos de determinadas épocas do ano, como colheitas agrícolas ou datas festivas, para mostrar a tendência real da economia de um período para o outro.

Já no setor de serviços, que têm um peso de aproximadamente 70% na economia do país, o destaque ficou com as atividade de Informação e comunicação (2,4%) e Atividades imobiliárias (1,2%). Outras atividades de serviços (0,8%), Comércio (0,6%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%) também registraram crescimento no período.

Serviços: 0,5%Indústria: 1,0%Agropecuária: 2,0%Consumo das famílias: 1,0%Consumo do governo: 0,4%Investimentos: 3,5%Exportações: -1,7%Importação: 4,4%

Pela ótica da demanda, o destaque ficou com o consumo das famílias, que registrou um crescimento de 1% no primeiro trimestre deste ano, em ritmo próximo ao do PIB.

O resultado representa uma aceleração em comparação aos três meses anteriores (0,2%) e também em relação ao primeiro trimestre de 2025 (0,3%).

“Ele é o agregado com mais peso entre os usos e contribuiu para o maior crescimento da economia este trimestre", afirma Moraes.

Já o volume de investimentos feitos no país — chamados pelo IBGE de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) — cresceu 3,5% nos primeiros três meses de 2026. Com isso, diz o coordenador do IBGE, o resultado voltou ao patamar em que estava no terceiro trimestre do ano passado.

"Mesmo com um peso bem menor que o do consumo, ele também teve uma contribuição significativa para o crescimento", comenta.

O consumo do governo, por sua vez, cresceu 0,4% no período. Em relação ao setor externo, as exportações caíram 1,7%, enquanto as importações tiveram uma variação positiva de 4,4%.

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Dólar inicia o dia em alta de olho no Oriente Médio e em dados de emprego no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 10:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (28) em alta, subindo 0,24% por volta das 9h05, negociado a R$ 5,0728. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No exterior, as tensões voltaram a aumentar após o Irã retaliar os Estados Unidos com um ataque a uma base aérea americana. A ofensiva ocorreu depois de militares americanos atingirem o que Washington descreveu como uma operação iraniana de drones próxima ao Estreito de Ormuz.

Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, a base atingida fica na periferia do aeroporto de Bandar Abbas e seria a mesma utilizada no ataque americano desta quarta-feira (27).

▶️ O governo dos EUA anunciou sanções contra a recém-criada Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA). Segundo o Departamento do Tesouro americano, o órgão foi criado por Teerã para coordenar o tráfego e cobrar taxas de embarcações comerciais no corredor marítimo.

🔎 Em meio ao aumento das tensões, o petróleo voltou a subir. Por volta das 8h30 (de Brasília), o Brent avançava 2,8%, com o barril a US$ 96,93, enquanto o WTI, referência nos EUA, ganhava 3%, a US$ 91,34.

▶️ No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira uma PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas em até 14 meses e permite o fim da escala 6×1. Apesar do avanço na Câmara, a proposta deve enfrentar resistência no Senado.

▶️ A agenda econômica brasileira também traz dados do mercado de trabalho. A taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre até abril de 2026, segundo o IBGE. Já o Caged, que mostra a criação de vagas com carteira assinada, será divulgado às 14h30.

O conflito entre EUA e Irã voltou a se intensificar após ataques militares que colocaram em risco o cessar-fogo firmado em abril.

Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, o país atacou uma base aérea americana próxima ao aeroporto de Bandar Abbas como resposta a bombardeios feitos pelos EUA horas antes.

Os iranianos afirmaram que a ação foi um “aviso sério” e disseram que novos ataques receberão resposta “ainda mais decisiva”.

🔎 De acordo com a Reuters, os Estados Unidos bombardearam uma instalação militar iraniana que, segundo autoridades americanas, representava ameaça para tropas dos EUA e para embarcações comerciais no Estreito de Ormuz — rota estratégica para o transporte mundial de petróleo e gás.

Militares americanos também afirmaram ter derrubado drones iranianos considerados ameaças na região.

Mais cedo, explosões foram registradas em Bandar Abbas, importante cidade portuária iraniana. Sistemas de defesa aérea foram acionados por vários minutos, segundo a imprensa estatal do Irã.

A região já havia sido alvo de ataques na terça-feira (26), quando os EUA disseram ter atingido locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas supostamente usadas para instalar minas marítimas.

Após as novas ações militares, o Irã acusou os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo que estava em vigor desde 7 de abril. Apesar da escalada, os dois países continuam negociando um possível acordo de paz mediado pelo Paquistão.

O conflito começou no fim de fevereiro, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, e se espalhou rapidamente pelo Oriente Médio, provocando tensão global e impactos no mercado de energia.

Atualmente, um dos principais pontos de disputa é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa parte importante do petróleo comercializado no mundo. O Irã restringiu o tráfego na região, enquanto os Estados Unidos responderam com um bloqueio naval aos portos iranianos.

Mesmo com os novos confrontos, o governo iraniano afirmou considerar improvável uma retomada total da guerra, alegando que os adversários demonstram “fraqueza”.

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27) a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e abre caminho para o fim da escala 6×1. O texto agora segue para análise do Senado, onde deve enfrentar mais resistência.

🔎 A proposta prevê uma transição gradual: duas horas da redução seriam aplicadas em até dois meses após a aprovação definitiva, e as outras duas horas em até 12 meses depois.🏖️ A PEC também garante ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, encerrando o modelo de trabalho de seis dias seguidos para um de descanso.

O texto foi aprovado com ampla maioria na Câmara, mas senadores defendem uma análise mais lenta, argumentando que o impacto para empresas e economia precisa ser discutido com mais calma.

A proposta não valerá para profissionais com ensino superior e salário acima de cerca de R$ 21 mil por mês. Esses trabalhadores continuarão fora das regras de controle de jornada.

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Os futuros das bolsas de Nova York operavam em leve queda nesta quinta-feira, enquanto investidores avaliavam novos dados de inflação nos EUA e o aumento das tensões entre EUA e Irã.

O mercado acompanha o índice PCE, indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), em meio ao temor de que a alta do petróleo causada pelo conflito no Oriente Médio pressione ainda mais os preços e dificulte cortes nos juros.

Antes da abertura dos mercados, Dow Jones caía 0,2%, enquanto S&P 500 e Nasdaq recuavam levemente.

As bolsas da Ásia fecharam em queda nesta quinta-feira após novos ataques dos EUA ao Irã aumentarem a tensão no Oriente Médio e reduzirem o otimismo sobre um possível acordo de paz.

Entre os principais mercados da região, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu quase 2%, pressionado pelas ações de tecnologia. Na China, o índice de Xangai recuou 0,4% e o CSI 300 perdeu 1,1%.

No Japão, o Nikkei caiu 0,1%, após renovar máximas históricas na sessão anterior. Já o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 1,1%, com investidores realizando lucros em ações de empresas de chips e inteligência artificial após fortes altas recentes.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,1%, enquanto os futuros do Nifty 50, da Índia, recuavam 0,3%.

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Conselho da Paz de Trump não recebeu um único dólar, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 09:42

Mundo Conselho da Paz de Trump não recebeu um único dólar, diz jornal Segundo o "Financial Times", o conselho criado por Trump está mergulhado em uma série de problemas legais e sua conta bancária tem saldo zero, apesar das promessas bilionárias de financiamento. Por France Presse

O chamado Conselho da Paz criado por Donald Trump para reconstruir Gaza e resolver conflitos está mergulhado em uma série de problemas legais e sua conta bancária tem saldo zero, apesar das promessas bilionárias de financiamento, segundo o jornal Financial Times.

Criado do zero em janeiro por Trump, que supostamente deverá dirigi-lo pessoalmente mesmo após deixar a Casa Branca, o Conselho não recebeu um único dólar, segundo o jornal, que cita quatro fontes próximas ao processo.

Em vez de utilizar um fundo administrado pelo Banco Mundial e aprovado pela ONU, o Conselho recebeu doações diretamente em uma conta do banco JPMorgan, declarou um porta-voz da iniciativa.

Trump concebeu de forma discricionária o mecanismo para reconstruir Gaza, onde Israel e o Hamas concluíram em outubro um cessar-fogo sob pressão dos Estados Unidos.

Os países da União Europeia se distanciaram do fórum, que concede amplo espaço a parceiros históricos dos Estados Unidos no Oriente Médio, a aliados ideológicos de Donald Trump e a pequenos países interessados em atrair sua atenção.

Dois presidentes sul-americanos, o argentino Javier Milei e o paraguaio Santiago Peña, apoiaram com entusiasmo a iniciativa de Trump.

No entanto, o entusiasmo diminuiu quando veio à tona que um assento permanente no Conselho custava 1 bilhão de dólares (R$ 5,63 bilhões), a serem administrados exclusivamente por Trump.

O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, por exemplo, descartou que seu país pagasse os 1 bilhão de dólares (R$ 5,63 bilhões) exigidos.

Até agora, há depósitos no valor de "zero dólar" na conta aberta especialmente no Banco Mundial, afirmou uma fonte ao FT.

O jornal informou que pequenos desembolsos na conta do JPMorgan permitiram pagar o escritório do "Alto Representante" do Conselho, Nikolai Mladenov.

O Conselho da Paz "prestará contas sobre suas finanças" ao próprio conselho diretor, integrado por integrantes do governo Trump e outros assessores, "quando for considerado oportuno", acrescentou a fonte da iniciativa.

Os Emirados Árabes Unidos destinaram 100 milhões de dólares (R$ 563 milhões) para formar uma nova força policial em Gaza, mas os recursos permanecem congelados.

Em abril, as Nações Unidas e a União Europeia estimaram em 71,4 bilhões de dólares (R$ 402 bilhões) as necessidades de reconstrução para os próximos dez anos em Gaza, segundo um estudo realizado em conjunto com o Banco Mundial.

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Dólar inicia o dia em alta com petróleo e IPCA-15 no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/05/2026 09:42

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,0270,18%Dólar TurismoR$ 5,2310,37%Euro ComercialR$ 5,8480,1%Euro TurismoR$ 6,0970,27%B3Ibovespa176.589 pts-0,69%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (27) em alta, avançando 0,36% por volta das 9h10, cotado a R$ 5,0443. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Mesmo após novos ataques entre Estados Unidos e Irã, investidores seguem monitorando possíveis avanços nas negociações entre os dois países. O cenário ajudava a reduzir a tensão nos mercados internacionais nesta manhã.

Por volta das 8h50, o barril do Brent para entrega em julho caía 2,66%, cotado a US$ 94,10. Já o WTI, referência nos EUA, recuava 3,70%, para US$ 90,42.

▶️ No Brasil, a agenda econômica é marcada pela divulgação do IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do país. O índice subiu 0,62% em maio, acima da expectativa dos economistas, que projetavam alta de 0,57% no mês. Já no acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,64%, acima da projeção de 4,59%.

▶️ No cenário político, investidores acompanham a votação da PEC que propõe o fim da escala 6×1 em comissão da Câmara dos Deputados.

Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira, após o governo do Irã afirmar que considera improvável uma retomada do conflito com os EUA, apesar dos ataques recentes realizados por Washington.

A avaliação do mercado é de que a redução do risco de uma escalada militar no Oriente Médio ajuda a aliviar parte das preocupações com o abastecimento global de energia.

🔎 Por volta das 8h50 (de Brasília), o barril do petróleo Brent para entrega em julho recuava 2,66%, cotado a US$ 94,10. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, caía 3,70%, para US$ 90,42 por barril.

A declaração do Irã ocorre um dia após Teerã acusar os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo que estava em vigor desde abril. Mesmo assim, autoridades iranianas sinalizaram que a chance de uma nova guerra é baixa neste momento.

“A possibilidade de guerra é baixa devido à fraqueza do inimigo. As Forças Armadas estão em alerta”, afirmou Mohamad Akbarzadeh, vice-chefe político da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica.

Nas últimas semanas, EUA e Irã vêm alternando ameaças e negociações diplomáticas, enquanto tentam avançar em um acordo mediado pelo Paquistão. Ao mesmo tempo, o mercado segue atento ao risco de novos impactos sobre a produção e o transporte de petróleo na região.

O conflito no Oriente Médio começou no fim de fevereiro, após ataques americanos e israelenses contra o Irã, e acabou ampliando as tensões em diferentes partes da região, o que aumentou a volatilidade no mercado internacional de energia.

Nos EUA, os índices futuros de Wall Street avançavam pela manhã. Os contratos futuros do Dow Jones subiam 0,45%, enquanto os do S&P 500 avançavam 0,31%. Já o Nasdaq, mais concentrado em empresas de tecnologia, registrava alta de 0,48%.

Na Europa, o tom também era majoritariamente positivo. O índice pan-europeu STOXX 600 subia 0,43%, aos 630,70 pontos.

Na Alemanha, o DAX avançava 0,7%, para 25.359,59 pontos, enquanto o CAC 40, da França, ganhava 0,5%, aos 8.215,74 pontos. Na contramão, o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 0,1%, para 10.484,65 pontos.

Já na Ásia, as bolsas fecharam em queda na maior parte dos mercados. Em Xangai, o índice SSEC caiu 1,25%, aos 4.093 pontos. O CSI300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 0,80%, aos 4.908 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,06%, aos 25.328 pontos. No Japão, o Nikkei encerrou o pregão praticamente estável, aos 64.999 pontos.

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Dólar abre em alta com mercado atento a ataques dos EUA ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 09:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (26) em alta, avançando 0,05% na abertura, cotado a R$ 5,0210. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os Estados Unidos realizaram ataques no sul do Irã contra plataformas de lançamento de mísseis e embarcações que tentavam instalar minas no Estreito de Ormuz. Segundo as autoridades americanas, a operação teve como objetivo “proteger tropas das ameaças representadas pelas forças iranianas”.

▶️ Apesar da tensão militar, investidores seguem monitorando as negociações entre Washington e Teerã. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que um acordo pode “levar alguns dias”, enquanto Donald Trump disse que as conversas com o Irã estavam indo “bem”.

🔎 No mercado de petróleo, os preços apresentam comportamento misto nesta terça-feira. Por volta das 8h45 (de Brasília), o barril do Brent subia 2,4%, negociado a US$ 98,50, enquanto o petróleo WTI, referência nos EUA, caía 4,7%, para US$ 92,04.

▶️ Já no Brasil, investidores seguem acompanhando discussões no Congresso. A votação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal para 40 horas sem corte salarial foi adiada.

▶️ Ainda no Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos analisa nesta terça-feira um projeto de renegociação de dívidas do agronegócio. Já a Comissão de Segurança Pública debate regras relacionadas à lavagem de dinheiro.

Os preços do petróleo voltaram a oscilar nesta terça-feira (26, noite de segunda-feira no Brasil) após novos ataques dos EUA no sul do Irã ampliarem as incertezas sobre as negociações de paz entre os dois países.

O movimento aumentou a cautela dos investidores, especialmente diante do risco de novos impactos sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.

Segundo os militares americanos, os ataques realizados na segunda-feira tiveram como objetivo “proteger nossas tropas das ameaças representadas pelas forças iranianas”.

Washington afirmou ainda que agiu com moderação por causa do cessar-fogo em vigor. O Irã, por outro lado, acusou os EUA de violarem a trégua com bombardeios na província de Hormozgan, no sul do país. A imprensa iraniana relatou explosões na cidade portuária de Bandar Abbas.

🔎 Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional, subia 2,4%, negociado a US$ 98,50. Já o petróleo WTI, referência nos EUA caía 4,7%, para US$ 92,04 por barril. 📊 Apesar da alta do Brent nesta terça, os preços seguem abaixo dos mais de US$ 120 registrados no fim de abril, quando as preocupações com o conflito chegaram ao auge.

Em meio à tensão, o mercado segue dividido entre o temor de uma nova escalada militar e a expectativa de avanço nas negociações diplomáticas.

Declarações recentes do presidente Donald Trump reforçaram o cenário de incerteza: enquanto Washington demonstra otimismo com as conversas, autoridades iranianas afirmam que ainda não há acordo próximo.

Na volta do feriado nos EUA, os índices futuros de Wall Street operavam em alta e indicavam um início de pregão positivo para as bolsas americanas.

Por volta das 9h30 (horário de Brasília), os contratos futuros do Dow Jones avançavam 0,53%, enquanto os do S&P 500 subiam 0,67%. Já o Nasdaq, índice mais ligado às empresas de tecnologia, registrava alta de 1,09%.

Na Alemanha, o DAX caía 0,7%, aos 25.214,08 pontos, enquanto o CAC 40, da França, perdia 0,9%, aos 8.187,07 pontos. Na contramão, o FTSE 100, do Reino Unido, avançava 0,7%, para 10.540,40 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC caiu 0,17%, aos 4.145 pontos. Já o CSI300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, subiu 0,53%, aos 4.947 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,03%, aos 25.599 pontos. No Japão, o Nikkei fechou em queda de 0,25%, aos 64.996 pontos.

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Com alta do petróleo, mercado financeiro passa a projetar inflação acima de 5% neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 09:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,0280,55%Dólar TurismoR$ 5,2260,43%Euro ComercialR$ 5,8360,41%Euro TurismoR$ 6,0820,39%B3Ibovespa176.210 pts-0,81%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é décima primeira semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 110 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,85%.

Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para a inflação em 2026, que ultrapassou a barreira dos 5%. Esta é décima primeira semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, próximo de US$ 95 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,92% para 5,04%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4% para 4,01%;➡️ Para 2028, a previsão continuou em 3,65%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano na última semana, embutindo reduções no decorrer do ano.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 11,25% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Guerra no Oriente Médio atinge diretamente setores da indústria brasileira que usam derivados de petróleo como matéria prima — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,85% para 1,89%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,20 para R$ 5,17 por dólar.

Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos caiu de R$ 5,27 para R$ 5,26 por dólar.

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