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Dólar abre abaixo de R$ 5 com foco em negociações de cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 09:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

Após fechar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos na véspera, o dólar abre esta terça-feira (14) com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Irã, incluindo a possibilidade de cessar-fogo. Por volta das 9h01, a moeda americana caía 0,41%, a R$ 4,9762. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️Com o fracasso nas negociações com o Irã, novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, melhoraram o humor dos investidores ontem. Ele afirmou ter recebido uma ligação de “pessoas certas do Irã” e disse que elas “querem muito fechar um acordo”.

▶️Nesta terça, embaixadores de Líbano e Israel se reúnem em Washington para discutir um possível cessar-fogo, tema central nas negociações com EUA e Irã. Também expectativa de que EUA e Irã retomem conversas no Paquistão ainda nesta semana, segundo agência.

🛢️ O tipo Brent, referência global, caía 0,32% por volta das 8h47, negociado a US$ 99,04 por barril. Já o WTI (West Texas Intermediate), usado como referência nos EUA, recuava 1,80%, a US$ 97,30

▶️ No Brasil, a preocupação é o impacto da guerra sobre os combustíveis. O bloqueio do Estreito de Ormuz voltou a acender o alerta entre analistas, devido aos possíveis efeitos sobre o petróleo e os preços no país.

▶️Na agenda econômica, os destaques são os dados do setor de serviços de fevereiro no Brasil, divulgados pelo IBGE, e o índice de preços ao produtor (PPI) nos Estados Unidos.

Representantes de Líbano e Israel se reúnem nesta terça, em Washington, para iniciar negociações sobre um possível cessar-fogo, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

O encontro ocorre com mediação do governo americano e faz parte das discussões mais amplas que envolvem também Irã e EUA.

Apesar da iniciativa diplomática, ainda há impasses importantes. Israel afirma que não negociará com o Hezbollah, enquanto o grupo libanês rejeita as conversas e diz que não respeitará qualquer acordo firmado. O governo libanês, por outro lado, demonstra abertura ao diálogo.

Os confrontos, no entanto, continuam intensos. Ataques recentes de Israel no Líbano deixaram milhares de mortos, enquanto foguetes lançados pelo Hezbollah também atingem o território israelense. O controle de áreas estratégicas segue sendo disputado.

🔎 A inclusão do Líbano em um eventual acordo de cessar-fogo é um dos principais pontos de divergência. Enquanto EUA e Israel consideram que o país não faz parte da trégua, Irã e outros mediadores defendem que os ataques ao território libanês deveriam ser interrompidos.

Segundo a agência de notícias Reuters, EUA e Irã podem retomar as negociações para finalizar a guerra entre os dois países nos próximos dias, possivelmente ainda nesta semana.

No final de semana passado, a primeira rodada de negociações entre EUA e Irã por um fim definitivo da guerra terminou sem acordo.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionadas pelo otimismo dos investidores com a possível retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

O índice de Xangai subiu 0,95%, aos 4.026 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,19%, aos 4.701 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,82%, aos 25.872 pontos.

Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento positivo, como o Nikkei, do Japão, que subiu 2,43%, aos 57.877 pontos, e o Kospi, da Coreia do Sul, que avançou 2,74%, aos 5.967 pontos.

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Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda americana?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 19:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

As decisões de política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm aumentado as incertezas no mercado financeiro e levado investidores a buscar alternativas de investimento em outros mercados ao redor do mundo.

É justamente a busca por ativos fora dos EUA que explica essa maior desvalorização do dólar. Nesta segunda-feira (13), por exemplo, a moeda americana acumulou o 4º dia seguido de queda frente ao real e fechou abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos.

Isso acontece porque, quando entra mais dinheiro do que sai do país — como ocorre quando investidores internacionais enxeregam oportunidades na bolsa ou em outros ativos brasileiros —, há um aumento na venda de dólares em troca de reais. Com isso, cresce a oferta da moeda americana no mercado, o que pressiona o preço do dólar para baixo.

“Houve um rearranjo na realocação do capital global, o que fez com que o dólar perdesse força não apenas frente ao real, mas também diante de diversas outras moedas”, explica o estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves.

O resultado reflete, principalmente, os novos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. Após o fracasso das negociações por um acordo de paz entre os EUA e o Irã, no fim de semana, Trump determinou o bloqueio do Estreito de Ormuz a navios que circulem na rota de ou para portos iranianos.

As incertezas em torno das decisões de política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm levado investidores a buscar alternativas de investimento em outros mercados. Esse movimento não apenas fortalece o real no Brasil, como também enfraquece o dólar em relação a outras moedas.

A decisão de bloqueio do canal no Oriente Médio também voltou a acender o alerta em relação a uma nova alta nos preços do petróleo, que atualmente oscilam em torno de US$ 100.

Especialistas destacam, ainda, que a perspectiva de um possível acordo entre os países envolvidos no conflito também tem ajudado o real a se valorizar frente ao dólar.

"O dólar iniciou a sessão em alta, mas o movimento perdeu força, acompanhando uma melhora gradual do humor externo, com sinais pontuais de possível retomada das negociações e recuperação das bolsas em Nova York", avalia o especialista em investimentos da Nomad, Bruno Shahini.

Outros fatores, como o diferencial de juros (diferença entre a taxa básica brasileira e a americana), o maior fluxo de recursos para o Brasil e o alto patamar do petróleo, também favorecem a moeda brasileira.

“Vale lembrar que o Brasil está relativamente bem posicionado entre os países emergentes porque é um exportador líquido relevante de commodities. Isso ajuda a balança comercial brasileira e melhora as contas externas”, afirma o estrategista, ressaltando que esse cenário também favorece o real.

A tendência de queda do dólar vem desde o ano passado. Por aqui, a moeda americana acumulou baixa de 11,8% frente ao real em 2025, o maior recuo em quase 10 anos: em 2016, a queda foi de 17,8%.

Nesse período, a moeda americana vinha perdendo força diante da expectativa de juros mais baixos nos EUA e do aumento das incertezas políticas no país — fatores que reduziram a atratividade do dólar e passaram a estimular investidores a buscar outras oportunidades.

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Dólar abre em alta após fracasso nas negociações e ameaça de Trump sobre Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (13) em alta de 0,50%, a R$ 5,0363. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os mercados reagem aos novos acontecimentos do conflito no Oriente Médio. As Forças Armadas dos Estados Unidos farão um bloqueio aos portos iranianos a partir das 11h (horário de Brasília). A decisão ocorre após negociações de paz entre Irã e EUA fracassarem no fim de semana.

▶️ Dois petroleiros associados ao Irã deixaram o Golfo Pérsico nesta segunda-feira, enquanto outras embarcações passaram a evitar o Estreito de Ormuz. A medida abalou o mercado de transporte marítimo em um dos principais pontos de passagem do comércio global.

🛢️ Por volta das 9h07h (horário de Brasília), o Brent subia 7,67%, negociado a US$ 102,50 por barril, enquanto o WTI avançava 7,83%, para US$ 104,13.

▶️ No Brasil, o destaque é o Boletim Focus, divulgado nesta manhã pelo Banco Central do Brasil (BC). Segundo o relatório, a expectativa para a inflação em 2026 no Focus superou o teto da meta em meio às preocupações decorrentes da guerra no Oriente Médio. O levantamento apontou que a expectativa para a alta do IPCA este ano subiu a 4,71%, de 4,36% antes, na quinta semana seguida.

▶️Investidores também acompanham declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em encontros do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Após um cessar-fogo cambaleante entre Estados Unidos e Irã na semana passada, Donald Trump prometeu implantar um bloqueio naval no Estreito de Ormuz a partir desta segunda-feira.

Segundo o Exército dos EUA, qualquer navio que entrar ou sair de um porto no Irã será interceptado. Em resposta, o Irã afirmou que poderá retaliar portos caso a medida seja efetivada.

Por causa da tensão, apenas poucos navios ligados ao Irã saíram do Golfo Pérsico, e o movimento na área caiu bastante. Ao mesmo tempo, há risco de conflito, já que o Irã avisou que pode reagir.

Mesmo com o bloqueio, os EUA disseram que não vão impedir a passagem de navios que não tenham relação com o Irã. Ainda assim, a incerteza já está afetando o transporte e o mercado de petróleo.

Rússia, China e União Europeia criticaram tanto o Irã quanto os EUA pela obstrução da rota. Em meio ao risco de uma nova escalada militar, o preço do petróleo voltou a subir.

No fim de semana, negociações consideradas históricas no Paquistão entre EUA e Irã terminaram sem acordo. O vice-presidente americano, JD Vance, deixou o país após afirmar que as tratativas foram encerradas na madrugada de domingo (sábado no Brasil), após a recusa de Teerã em aceitar os termos de Washington para não desenvolver uma arma nuclear.

As conversas de "alto nível" duraram 21 horas e, segundo Vance, ocorreram com ele em contato constante com Donald Trump e outros integrantes do governo.

Vance afirmou a jornalistas que Washington precisa de um compromisso claro de que o Irã não buscará desenvolver uma arma nuclear nem os meios que permitiriam obtê-la rapidamente.

A expectativa do mercado para a inflação no Brasil piorou, segundo as projeções do novo Boletim Focus. Para 2026, a projeção subiu para 4,71%, acima do teto da meta do Banco Central, principalmente por causa das tensões no Oriente Médio, que estão elevando o preço do petróleo.

Mesmo assim, a previsão para os juros não mudou: a taxa Selic deve terminar 2026 em 12,50% e 2027 em 10,50%, com expectativa de um pequeno corte já na próxima reunião.

Em Wall Street, as principais bolsas do mercado operavamm em queda antes da abertura dos mercados. Dow Jones caía 0,99%, S&P 500 recuava 0,65%, Nasdaq perdia 0,66%.

Na Europa, as quedas eram mais intensas, indicando que os mercados locais devem operar no vermelho hoje. O DAX, da Alemanha, recuava 1,42%; o CAC 40, da França, caía 0,98%; enquanto os índices de Londres registravam baixa de 0,43%.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong tiveram um dia mais instável e fecharam perto da estabilidade após as negociações entre EUA e Irã no Oriente Médio fracassaram.

Com o risco de conflito maior — incluindo a ameaça de bloqueio marítimo pelos EUA — os investidores ficaram mais cautelosos e evitaram fazer grandes apostas, o que limitou os ganhos dos mercados.

Além disso, há expectativa pela divulgação de dados importantes da economia chinesa nos próximos dias, como comércio e crescimento do PIB, o que também deixou o mercado em compasso de espera.

Com isso, o índice de Xangai subiu levemente 0,06%, e o CSI300 avançou 0,21%, recuperando perdas do início do dia. Já o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,9%.

Outros mercados também recuaram: o Nikkei, no Japão, caiu 0,74%, e o Kospi, da Coreia do Sul, perdeu 0,86%. Taiwan teve leve alta de 0,11%, e Austrália e Singapura registraram pequenas quedas.

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Com guerra no Oriente Médio, mercado sobe estimativa de novo e passa a prever estouro da meta de inflação neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram outra vez sua estimativa para a inflação em 2026 e passaram a projetar estouro da meta deste ano. Esta é a quinta semana seguida de aumento.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,71% neste ano, contra a projeção anterior de 4,36%.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

A inflação de março, divulgada na semana passada pelo IBGE, ja mostra o impacto da guerra nos preços internos. Em 0,88% no mês passado, o índice acelerou e ficou acima das projeções do mercado financeiro.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.Em 4,71% para este ano, a projeção do mercado financeiro supera o teto do sistema de metas – que é de 4,5%. Essa é a primeira vez, desde maio do ano passado, que o mercado estima estouro da meta de inflação em 2026.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,85% para 3,91%;➡️ Para 2028, a previsão permaneceu em 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,40 para R$ 5,37 por dólar.

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Eleições no Peru: como crises políticas levaram país a ter uma ‘economia zumbi’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 18:25

Mundo Eleições no Peru: como crises políticas levaram país a ter uma 'economia zumbi' Mesmo com toda a instabilidade política e as constantes trocas de presidentes, a economia peruana conseguiu crescer nos últimos anos. Mas especialistas ressaltam que nem tudo o que reluz é ouro no país. Por BBC

Especialistas acreditam que o crescimento da economia peruana poderia ser maior — Foto: Ernesto Benavides via Getty Images

O Peru, país que vai escolher seu novo presidente em eleições neste domingo (12), foi um exemplo de gestão macroeconômica por anos.

Apesar da permanente instabilidade política e das constantes mudanças de presidente nos últimos anos, o país conseguiu manter suas contas públicas saneadas, atrair investimentos estrangeiros significativos, continuar crescendo e manter o valor da sua moeda.

A aparente impermeabilidade da sua economia e o vaivém da política peruana são admirados e invejados por outros países latino-americanos, castigados pelas turbulências financeiras.

E contribuíram para prolongar o relato de sucesso que o país começou a escrever no início deste século, quando reformas econômicas agressivas superaram sua grave crise e definiram as bases para décadas de expansão do PIB.

Mas especialistas alertam que nem tudo o que reluz é ouro. E, apesar dos seus indicadores positivos, os peruanos pagam um preço pela instabilidade política e pelas constantes mudanças de governo.

"Esta questão de que a economia e a política do Peru andam por cordas separadas é uma meia verdade. Existe um ponto a partir do qual a política afeta a economia", explica à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, o economista Armando Mendoza, do Centro Peruano de Estudos Sociais.

Para ele, o Peru possui há tempos "uma economia que caminha em piloto automático, em modo zumbi".

Segundo a última pesquisa divulgada pelo jornal peruano El Comercio, os dois favoritos para passarem ao segundo turno são Rafael López Aliaga, ex-prefeito de direita e conservador da capital, Lima; e Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, condenado por violações aos direitos humanos, e que tenta virar presidente há quatro eleições.

Trata-se de uma economia aberta que, de forma geral, vem oferecendo segurança jurídica aos investidores nos últimos anos.

Diferentemente de outros países do continente, habituados a enfrentar problemas financeiros, o Peru tem uma das moedas mais estáveis da América Latina, o sol.

Graças à autonomia concedida a ele pela Constituição do país, o organismo se mantém à margem das disputas políticas e realizou uma gestão orientada por critérios técnicos.

Os especialistas reconhecem que este é um dos fatores fundamentais para a estabilidade macroeconômica do país.

Nas duas primeiras décadas do século 21, o Peru viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer em cerca de 4% ao ano. E, em alguns anos, o país chegou a superar a barreira dos 10% de crescimento interanual.

Mas o ritmo de crescimento vem diminuindo desde 2018, com a renúncia do então presidente Pedro Pablo Kuczynski, o PPK. Ela deu início a uma caótica sucessão de presidentes — oito, desde então.

Se ignorarmos os anos da pandemia de covid-19, a economia peruana cresceu em média cerca de 2,3% desde 2022. Segundo os especialistas, este índice está longe do seu potencial.

"A economia peruana continua crescendo, mas existe um custo de oportunidades perdidas", explica Mendoza. "Se tivéssemos políticas sustentadas, não estaríamos crescendo em 3%. Provavelmente, estaríamos crescendo em níveis de 5 ou 6%."

Seguindo esta mesma linha, o diretor do Instituto Peruano de Economia e membro da diretoria do BCRP, Diego Macera, declarou à BBC que o Peru deveria ter se beneficiado mais da atual conjuntura de altos preços do ouro e do cobre, duas das suas maiores matérias-primas de exportação.

"Com os preços internacionais atuais e a macro estabilidade que vivenciamos, não há motivo para não termos crescido mais de 4,5%, se nossos governos tivessem sido razoavelmente previsíveis e competentes", explica ele.

Tudo isso explica por que, apesar dos anos de crescimento, a economia peruana se expandiu abaixo do esperado e o país não conseguiu retornar aos níveis de pobreza e emprego formal anteriores à pandemia.

Em 2019, 20% dos peruanos viviam em situação de pobreza e este índice atingiu 27,6% em 2024. E o Instituto Nacional de Estatísticas e Informática do país indica que a renda real formal em 2024 também não retornou aos níveis de 2019.

O exemplo mais claro do preço que os peruanos pagam pela sua instabilidade política é o ano de 2023, depois que o então presidente Pedro Castillo foi destituído e preso por tentativa de golpe de Estado, gerando protestos em todo o país.

"Foi um ano em que ficou muito claro que o desajuste político afetou o andamento da economia", indica Mendoza.

Para Mendoza, quando o Peru entrou no "carrossel político" dos últimos anos, "passou a ser impossível ter políticas econômicas sustentadas". E Macera recorda que "os presidentes, em média, não chegaram a ficar dois anos no cargo".

O atual presidente, José María Balcázar, foi eleito pelo Congresso no último dia 18 de fevereiro, substituindo José Jerí, que foi destituído depois de pouco mais de quatro meses de mandato.

Se os presidentes duram pouco, menos ainda os ministros. "Um ministro da Economia dura hoje, em média, sete ou oito meses", destaca Macera.

"Com esta volatilidade, é muito complicado ter políticas de Estado razoavelmente consistentes e fazer com que o setor privado saiba com clareza quem são seus interlocutores dentro dos ministérios."

No Peru, os presidentes duram pouco. O atual mandatário, José María Balcázar, assumiu o cargo em fevereiro e precisará sair em julho. — Foto: Jorge Cerdán via Getty Images

Para setores que exigem grandes investimentos e anos de planejamento, como a mineração, que é um dos principais setores da economia do Peru, saber ao certo quais serão as políticas futuras do país é fundamental na hora de decidir e executar investimentos.

"Como você pode fazer um planejamento se os ministros e suas equipes mudam a cada poucos meses?", questiona Macera.

Além disso, o ciclo eleitoral deste ano agrava ainda mais as incertezas que se transformaram em rotina no Peru.

Em poucos meses, serão realizadas eleições gerais (para escolher o presidente e o Congresso) e pleitos locais e regionais, para eleger prefeitos e governadores.

A julgar pelo descontentamento dos eleitores, refletido nas pesquisas, é provável que se decida mudar a maioria dos governantes.

Todas as pesquisas indicam que os peruanos consideram que a corrupção é um dos principais problemas do país.

A vida política peruana foi marcada, nos últimos anos, pelos escândalos que custaram o cargo de quase todos os últimos mandatários, um após o outro.

Mendoza lamenta que "segmentos significativos do Estado tenham sido capturados e depredados pelas máfias". Para ele, "já não se trata apenas da corrupção tradicional, mas da criminalidade vinculada ao crime comum".

"Calculamos que, no ano passado, tenha havido cerca de US$ 11,5 bilhões [cerca de R$ 58,2 bilhões] de exportação ilegal de ouro, um número similar ao exportado pela agroindústria peruana em 2014."

Todas as previsões estão, agora, à mercê do que vier a acontecer com a guerra no Oriente Médico, que já provocou o aumento dos preços do petróleo e poderá causar uma recessão mundial, caso não seja encerrada rapidamente.

Novamente, um dado de crescimento positivo que, se confirmado, colocaria o Peru como a segunda economia com maior crescimento do continente. Mas o cenário pode variar, em caso de prolongamento do conflito no Oriente Médio.

O Peru continua se beneficiando dos altos preços dos metais, da estabilidade da sua moeda e da solidez das suas contas públicas. E se espera que os investimentos e o emprego formal continuem aumentando.

A diretoria do Banco Central peruano também deverá ser renovada este ano, em outra medida importante.

"O Banco tem grande independência nas suas operações, mas a escolha dos membros da diretoria dependerá do novo presidente e do novo Congresso", indica Macera.

Ele espera que haja um consenso para manter Julio Velarde como presidente do Banco Central. Ele está à frente da instituição há 20 anos e é amplamente considerado uma das garantias da solidez macroeconômica peruana.

Os governantes que sairão das urnas terão o desafio de fazer com que a economia peruana abandone seu "modo zumbi" e passe a trabalhar a todo vapor, em prol da coesão social e do progresso dos seus cidadãos.

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Tesouro estima que carga tributária somou 32,4% do PIB em 2025 e bateu novo recorde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – somou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (10) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Isso representa um crescimento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior, quando a carga tributária somou 32,22% do PIB.

O aumento da carga tributária em 2025 está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal. Parte dessa alta está relacionada diretamente com aumento de tributos, como no caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

"Em relação aos Impostos sobre bens e serviços, é importante mencionar o aumento de 0,10 ponto percentual do PIB nos Impostos sobre operações financeiras (IOF), resultado decorrente de operações relativas à saída de moeda estrangeira e da elevação das alíquotas incidentes sobre operações de câmbio e crédito", diz o Tesouro Nacional.

O valor da carga tributária engloba tributos pagos ao governo federal, estados e municípios. A divisão é a seguinte:

a carga tributária somente da União somou 21,6% do PIB no ano passado, contra 22,34% do PIB em 2025;no caso dos estados, a carga tributária estimada pelo Tesouro Nacional somou 8,38% do PIB em 2025, em comparação com 8,48% do PIB no ano anterior;os municípios, por sua vez, tiveram sua carga estimada em 2,42% do PIB em 2025, contra 2,40% do PIB no ano anterior.

Além do aumento do IOF, o Tesouro Nacional apontou que houve aumento da carga tributária na categoria Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, um acréscimo de 0,23 ponto percentual do PIB no Imposto sobre a renda retido na fonte (IRRF).

"Refletindo, entre outros fatores, o crescimento dos rendimentos do trabalho decorrente da expansão da massa salarial", diz o documento.

O Tesouro destacou, ainda, o crescimento da carga em 0,12 ponto percentual do PIB na arrecadação das Contribuições para o RGPS (Regime Geral da Previdência Social).

O resultado foi impulsionado pelo "crescimento da massa salarial e criação de postos de trabalho formais, além dos efeitos da reoneração escalonada [aumento de tributo] da contribuição patronal e da folha de pagamentos".

Assim como a Receita Federal, responsável por calcular a carga tributária oficial do Brasil (em divulgação feita somente no fim de cada ano), o Tesouro Nacional informou que implementou um aprimoramento metodológico de modo a adequar a estatística produzida às melhores práticas internacionais.

Com essa alteração, que o Tesouro diz ter sido recomendada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), passou a excluir as contribuições destinadas ao FGTS e ao Sistema S – tributos pagos pelas empresas – do cálculo.

Com a mudança metodológica, para atender adequar ao modelo internacional, portanto, o Tesouro Nacional excluiu do cálculo contribuições que são obrigatórias, ou seja, que são pagas por todas empresas.

Se esses tributos fossem considerados no cálculo, a carga tributária seria de 34,35% do PIB em 2025.

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Dólar abre com inflação no Brasil e nos EUA no radar e tensão no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (10) em baixa, recuando 0,22% por volta das 09h05, cotado a R$ 5,0520. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No Brasil, o destaque da manhã é a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), pelo IBGE. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador na comparação mensal, e de 4% no acumulado em 12 meses.

▶️ Nos Estados Unidos, investidores acompanham novos dados relacionados à evolução dos preços e à confiança do consumidor. Ainda pela manhã, também serão divulgados os números de encomendas da indústria americana.

▶️ Ainda no cenário internacional, EUA e Irã se preparam para iniciar uma rodada de negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, que pode encerrar a guerra no Oriente Médio.

O diálogo ocorre após um cessar-fogo anunciado na terça-feira, que prevê uma pausa de duas semanas nos ataques de EUA e Israel ao Irã. Em troca, Teerã se comprometeria a reabrir o Estreito de Ormuz.

▶️ Apesar da trégua, o acordo tem mostrado fragilidades, com registros de violações e a manutenção de um fechamento “de facto” do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Com isso, os preços do petróleo seguem operando em alta. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o Brent subia cerca de 1%, negociado pouco abaixo de US$ 97 por barril, enquanto o WTI avançava 0,7%, para cerca de US$ 98,50.

Os investidores seguem atentos à situação no Oriente Médio, já que ainda há dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

A trégua anunciada há dois dias vem sendo marcada por episódios de tensão e relatos de ataques durante o próprio período de pausa nos combates.

Na quarta-feira (8), houve registros de ofensivas de ambos os lados. O Irã afirmou que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ataques de Israel no Líbano.

Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram disparos de mísseis e drones iranianos mesmo após o início da trégua.

Diante desse cenário, cresce o receio de impactos na oferta de petróleo, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, a US$ 98,57.

Os principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira (9), de olho nos desdobramentos da guerra.

O Dow Jones subiu 0,58%, aos 48.185,80 pontos. O S&P 500 avançou 0,62%, aos 6.824,63 pontos, enquanto o Nasdaq teve ganhos de 0,83%, aos 22.822,42 pontos.

Já as bolsas europeias fecharam em queda, devolvendo parte dos ganhos registrados na véspera. O índice pan-europeu STOXX 600, por exemplo, recuou 0,15%.

Entre os principais mercados da região, o CAC 40, da França, teve queda de 0,22%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 1,14%. O FTSE 100, do Reino Unido, registrou baixa de 0,05%.

Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito. O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%.

Outros mercados da região também operaram sem direção única. O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%. Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%.

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Como Trump fez o dólar ‘flopar’ – e ajudou a valorizar o real

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 04:45

Como Trump fez o dólar 'flopar' – e ajudou a valorizar o real No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A política externa imprevisível de Donald Trump tem mexido com o humor dos mercados — e ajudado a explicar por que o dólar perdeu força nos últimos meses, enquanto moedas como o real ganharam terreno.

Diante das incertezas sobre os rumos dos Estados Unidos, investidores passaram a buscar oportunidades fora do país. Parte desse dinheiro migra para mercados emergentes, como o Brasil, o que aumenta a entrada de recursos e favorece a valorização do real.

Na prática, funciona assim: quando há mais dólares entrando no país — seja por exportações ou por investimentos — cresce a troca da moeda americana por reais. Com mais oferta de dólares circulando, o preço tende a cair.

No vídeo acima, você entende como esse movimento global acabou fazendo o dólar “flopar” e por que isso impacta diretamente o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica destrincha temas de economia e finanças para mostrar, de forma simples, o que está por trás das mudanças no mercado

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Dólar inicia o dia com cautela sobre cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 09:14

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (9) em queda, recuando 0,07% na abertura, sendo cotado a R$ 5,0982. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores seguem atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. A trégua anunciada recentemente entre Estados Unidos e Irã enfrenta episódios de violação e novas tensões, o que mantém o mercado em alerta.

▶️ No Oriente Médio, o cessar-fogo anunciado há dois dias entre EUA e Irã segue cercado de incertezas. Na véspera, houve relatos de ataques dos dois lados.

Teerã afirma que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ofensivas de Israel no Líbano. Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram ataques com mísseis e drones atribuídos ao Irã durante a vigência da trégua.

▶️ Esse cenário faz crescer o temor de interrupções na oferta global de petróleo, já que o Estreito de Ormuz foi fechado durante as tensões. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, cotado a US$ 98,57.

▶️ Nos EUA, a agenda econômica desta quinta-feira ainda traz uma série de indicadores acompanhados de perto pelo mercado. Entre eles estão dados sobre gastos e rendimentos pessoais, além do deflator do PCE, uma das principais medidas de inflação monitoradas pelo banco central americano.

Os investidores seguem atentos à situação no Oriente Médio, já que ainda há dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

A trégua anunciada há dois dias vem sendo marcada por episódios de tensão e relatos de ataques durante o próprio período de pausa nos combates.

Na quarta-feira (8), houve registros de ofensivas de ambos os lados. O Irã afirmou que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ataques de Israel no Líbano.

Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram disparos de mísseis e drones iranianos mesmo após o início da trégua.

Diante desse cenário, cresce o receio de impactos na oferta de petróleo, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, a US$ 98,57.

Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito. O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%.

Outros mercados da região também operaram sem direção única. O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%. Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%.

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Conflito no Oriente Médio ameaça espaço para cortes de juros no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 12:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,098-1,11%Dólar TurismoR$ 5,292-1,29%Euro ComercialR$ 5,962-0,27%Euro TurismoR$ 6,206-0,29%B3Ibovespa191.847 pts1,91%Oferecido por

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Nilton David, afirmou nesta quarta-feira (8) que a alta de preços provocada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã pode limitar o espaço para novos cortes na taxa básica de juros (Selic).

Segundo o diretor, o nível da Selic tem hoje mais “gordura” do que havia há seis meses — ou seja, os juros estão altos o suficiente para permitir alguns cortes por parte do BC sem que a taxa saia de um patamar compatível com o controle da inflação.

Com o aumento dos preços de energia e a potencial alta da inflação global decorrente do conflito no Oriente Médio, no entanto, é possível que o espaço para cortes de juros diminua, o que pode limitar reduções adicionais da Selic à frente.

“O nível de juros hoje tem mais gordura do que tinha seis meses atrás. Obviamente, esse conflito atua no sentido oposto, pois provoca um choque relevante de preços, com chances reais de gerar efeitos de segunda ordem”, afirmou o diretor em evento promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo, acrescentando que a autarquia não pode “baixar a guarda”.

O BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual em março, para 14,75% ao ano. A instituição não deu indicação clara sobre os próximos passos, mas defendeu a manutenção dos juros em nível restritivo, ou seja, alto o suficiente para conter o avanços dos preços, diante do aumento das incertezas relacionadas à guerra com o Irã.

Diante da piora recente nas previsões de mercado para a inflação para 2027 e 2028, David afirmou que esse movimento nas expectativas indica a percepção de que o BC poderia não combater eventuais novas altas da inflação —, “o que é um equívoco”.

O diretor abordou ainda o avanço do dólar frente ao real desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irã, no fim de fevereiro.

Em sua avaliação, o movimento de desvalorização do real “não foi tão diferente” do observado em outros países. Ele lembrou que o Brasil já enfrentou episódios de maior oscilação no câmbio, como o observado na virada de 2024 para 2025.

Naquele período, o dólar à vista chegou a superar R$ 6,20, em meio à piora das expectativas do mercado para a inflação no Brasil e ao fortalecimento da moeda americana no exterior.

De acordo com David, embora o real normalmente acompanhe os ciclos de alta e baixa das demais moedas no mundo, em muitos momentos sua variação é mais intensa.

Nesse contexto, ele acrescentou que a volatilidade dificulta o processo de trazer a inflação de volta para a meta e que as ações do Banco Central no mercado buscam justamente não ampliar essa volatilidade.

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