RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Prévia do PIB’ do Banco Central mostra crescimento marginal de 0,1% em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil (BC) nesta sexta-feira (17), mostrou expansão de 0,1% em maio, na comparação com o mês anterior.

🔎O resultado é considerado marginal porque representa uma variação muito pequena, sugerindo que a atividade econômica ficou praticamente estável no período.

O resultado representa desaceleração em relação a abril, quando houve uma alta de 0,4%.Também foi o segundo mês seguido de variação positiva do indicador, embora marginal.

Ainda segundo o Banco Central, o IBC-Br apresentou crescimento de 0,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Na parcial do ano, o indicador avançou 1,2% e, em 12 meses até maio, teve aumento de 1,4%. Nesses casos, o índice foi calculado sem ajuste sazonal.

➡️O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem uma metodologia diferente (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem-estar social.

A desaceleração da atividade econômica em 2025 e, no decorrer deste ano, é algo esperado tanto pelo mercado financeiro quanto pelo Banco Central, diante do elevado nível da taxa de juros.

Fixada pelo Banco Central para conter as pressões inflacionárias, a taxa básica de juros, a Selic está, atualmente, em 14,5% ao ano — em patamar ainda elevado —, apesar da redução recente.

O mercado financeiro estima uma taxa de crescimento do PIB de 1,99% em 2026, com nova desaceleração frente ao ano passado, quando a economia cresceu 2,3%.

▶️O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de crescimento da economia, faz parte da estratégia de conter a inflação no país. Avalia que isso é um "elemento necessário para a convergência da inflação à meta (de inflação, de 3%)".

▶️Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada em junho, o BC informou que o chamado "hiato do produto" segue positivo. Isso quer dizer que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento sem pressionar a inflação.

Os resultados do IBC-Br são considerados a "prévia do PIB". Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do IBGE.

O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o maior crescimento da economia, por exemplo, pode haver mais pressão inflacionária, o que contribuiria para conter a queda dos juros.

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Dólar abre em alta, após tarifaço de Trump e com dados econômicos no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (17) em alta, com um avanço de 0,25% perto das 9h, cotado a R$ 5,1109. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Investidores continuam a avaliar os possíveis efeitos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Além da taxa de 25% anunciada na quarta-feira, o governo brasileiro reconhece que os EUA ainda devem aplicar uma tarifa adicional de 12,5% por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Além disso, o presidente Lula também convocou ministros, na véspera, para discutir a posição do governo sobre a decisão dos EUA.

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▶️Na agenda econômica, o mercado também acompanha a divulgação de novos dados de atividade no Brasil, por meio do IBC-Br, indicador do Banco Central do Brasil. Nos EUA, o destaque fica com a produção industrial do país.

▶️ Já no noticiário geopolítico, as atenções seguem voltadas para o conflito no Oriente Médio. O Irã atacou bases militares americanas em retaliação aos bombardeios recentes feitos pelos EUA. Os embates pelo controle do Estreito de Ormuz e outros temas também ajudam a aumentar a preocupação do mercado com os preços do petróleo no mercado internacional.

Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, subia 1,82%, cotado a US$ 85,76. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha alta de 2,20%, cotado a US$ 80,69 por barril.

O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou, na noite de quarta-feira (15), a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

No processo, o governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria.

Mesmo com as acusações, itens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram fora da nova cobrança. A lista inclui produtos considerados sensíveis para a economia americana, seja pelo potencial impacto sobre preços, seja pela ausência de produção doméstica suficiente.

Segundo o USTR, o governo Trump tentou negociar com o Brasil ao longo do último ano, mas não obteve sucesso em derrubar as práticas que considera injustas.

ENTENDA: Quais as justificativas dos EUA para taxar o Brasil?Veja a lista de produtos taxados e isentos

Em entrevista a jornalistas na véspera, o ministro das relações exteriores, chanceler Mauro Vieira, afirmou que não há justificativa para as tarifas adicionais de 25%, reiterando que as taxas tiveram "motivação política" e "não têm lastro com a realidade".

"As investigações da Seção 301 são procedimentos unilaterais do governo dos Estados Unidos e não há justificativa para adoção de tarifas contra os produtos brasileiros. Desde março de 2025, o governo brasileiro manteve mais de 30 reuniões presenciais, virtuais ou por telefone nos níveis presidencial, ministerial e técnico com autoridades norte-americanas, afirmou Vieira.

O governo brasileiro também divulgou uma nota contestando os argumentos dos EUA para aplicar o novo tarifaço, destacando que o presidente Lula (PT) iniciará "imediatamente" os trâmites previstos na Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.

O Irã lançou bombardeios contra diversas bases dos EUA no Oriente Médio nesta sexta (17) após acusar Washington de atacar alvos civis. Países da região denunciaram ataques iranianos.

"Na noite passada, o exército dos EUA voltou a agir, utilizando suas bases na Jordânia para realizar, segundo o comunicado, um grande crime de guerra, atacando alvos civis, incluindo várias pontes, áreas residenciais e uma estação de bombeamento de água em Bandar Abbas, no sul do Irã", afirmou a Guarda Revolucionária iraniana em comunicado.

O embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, condenou nesta sexta os ataques dos EUA contra a infraestrutura civil iraniana e voltou a acusar Washington de cometer crimes de guerra.

Mais cedo nesta semana, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que concluiu uma nova rodada de ataques contra alvos no Irã. Além de centros de comando, a ofensiva também mirou posições de defesa aérea, capacidades de mísseis e drones e instalações de vigilância costeira iranianas.

Em comunicado, o Centcom afirmou que os ataques tiveram como objetivo reduzir a capacidade do Irã de ameaçar embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte global de petróleo.

As forças americanas informaram ainda que utilizaram munições de precisão contra alvos em diferentes localidades, incluindo Bandar Abbas.

A escalada das tensões no Oriente Médio nos últimos dias volta a trazer preocupações sobre a oferta mundial de petróleo, principalmente por conta do tráfego limitado no Estreito de Ormuz.

Nesta quinta-feira, o Irã afirmou que o canal é uma "linha vermelha" inviolável e alertou que caso Trump cumpra sua ameaça de atacar a infraestrutura iraniana, o país retaliará contra toda a infraestrutura na região do Golfo.

Com o bloqueio dos EUA no Estreito de Ormuz, dados do setor de transporte marítimo já mostraram que menos navios conseguiram atravessar o estreito. Não foram avistados petroleiros de grande porte nem navios-tanque de gás natural liquefeito (GNL).

Na Ásia, as bolsas tiveram uma queda generalizada nesta sexta-feira, com os índices de referência da China registrando a maior perda semanal em mais de dois anos depois que a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da fabricante de chips CXMT gerou temores de problemas de liquidez.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 3,60%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve queda de 3,05%.

Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 1,78%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve perdas de 1,78%. O Kospi, da Coreia do Sul ficou fechado.

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Dólar abre em alta, de olho em tarifas dos EUA e guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (16) em alta, com um avanço de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,0888. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Os Estados Unidos confirmaram a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros na noite de ontem. A decisão é resultado de uma investigação comercial do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana e foi publicada junto a uma extensa lista de itens isentos. (entenda mais abaixo)

'Olho por olho, dente por dente?' O que diz a Lei de Reciprocidade que Lula quer usar contra novo tarifaço dos EUA

▶️ Já no noticiário geopolítico, as atenções seguem voltadas para o conflito no Oriente Médio. Os EUA lançaram novos ataques contra o Irã. Os dois países continuam a disputar pelo Estreito de Ormuz e na véspera, o presidente americano, Donald Trump, chegou a afirmar que o governo iraniano quer "chegar a um acordo desesperadamente".

O aumento do conflito na região continua a trazer volatilidade para o mercado internacional de petróleo. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,41%, cotado a US$ 84,60. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha uma queda de 0,16%, cotado a US$ 79,47 por barril.

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou na noite desta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

No processo, o governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria.

Mesmo com as acusações, itens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram fora da nova cobrança. A lista inclui produtos considerados sensíveis para a economia americana, seja pelo potencial impacto sobre preços, seja pela ausência de produção doméstica suficiente.

Segundo o USTR, o governo Trump tentou negociar com o Brasil ao longo do último ano, mas não obteve sucesso em derrubar as práticas que considera injustas.

ENTENDA: Quais as justificativas dos EUA para taxar o Brasil?Veja a lista de produtos taxados e isentos

No Brasil, o governo prevê um impacto macroeconômico reduzido com as novas taxas, reiterando que as exportações mostraram resiliência mesmo após o tarifaço em agosto do ano passado, com recuperação gradual desde novembro.

"Como o mercado americano respondeu por cerca de 11% das exportações brasileiras em 2025, equivalentes a menos de 2% do PIB antes do choque, e o redirecionamento das vendas para outros destinos compensou parte relevante da perda, o efeito direto sobre a atividade foi limitado e tende a continuar desta forma", afirma análise da Secretaria de Política Econômica (SPE), publicada no "Boletim MacroFiscal".

Segundo a Fazenda, as exceções para diversos produtos previstas pela medida tende a manter o impacto agregado modesto.

O Irã acusou nesta quinta-feira (16) os Estados Unidos de realizarem um “ataque bárbaro” depois que um hospital oncológico no sudoeste do Irã foi forçado a evacuar seus pacientes devido a ataques nas proximidades.

“Este ataque bárbaro, que remete às atrocidades de Israel contra instalações de saúde, causou intenso sofrimento e ansiedade nas crianças hospitalizadas”, publicou no X o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmando que “211 pacientes em tratamento de quimioterapia” foram evacuados.

Na véspera, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que concluiu uma nova rodada de ataques contra alvos no Irã. Além de centros de comando, a ofensiv também mirou posições de defesa aérea, capacidades de mísseis e drones e instalações de vigilância costeira iranianas.

Em comunicado, o Centcom afirmou que os ataques tiveram como objetivo reduzir a capacidade do Irã de ameaçar embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte global de petróleo.

As forças americanas informaram ainda que utilizaram munições de precisão contra alvos em diferentes localidades, incluindo Bandar Abbas.

A escalada das tensões no Oriente Médio nos últimos dias volta a trazer preocupações sobre a oferta mundial de petróleo, principalmente por conta do tráfego limitado no Estreito de Ormuz.

Nesta quinta-feira, o Irã afirmou que o canal é uma "linha vermelha" inviolável e alertou que caso Trump cumpra sua ameaça de atacar a infraestrutura iraniana, o país retaliará contra toda a infraestrutura na região do Golfo.

Na Ásia, a maioria das ações da região fechou em queda, puxadas pelo fraco desempenho dos papéis de fabricantes de semicondutores.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,85%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve queda de 2,03%.

Entre as demais bolsas da região, no entanto, o dia foi mais positivo. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,33%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve perdas de 2,79% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 6,37%.

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Com alta dos alimentos e Guerra Oriente Médio, governo eleva projeção de inflação para 5,1%, com estouro de meta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/07/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,077-0,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8220,42%Euro TurismoR$ 6,0600,28%B3Ibovespa175.732 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 5,077-0,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8220,42%Euro TurismoR$ 6,0600,28%B3Ibovespa175.732 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 5,077-0,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8220,42%Euro TurismoR$ 6,0600,28%B3Ibovespa175.732 pts-0,51%Oferecido por

O governo elevou nesta quarta-feira (15) a estimativa para a inflação oficial deste ano, de 4,5% para 5,1%, diante da persistência das pressões sobre os preços, especialmente dos alimentos, e dos reflexos do conflito no Oriente Médio sobre a economia global.

🔎Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

A revisão consta no "Boletim MacroFiscal", divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda.

Segundo a equipe econômica, apesar da desaceleração do Índices de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho, os alimentos continuaram sendo o principal fator de pressão sobre a inflação acumulada no ano.

O governo também afirmou que as medidas dessazonalizadas — isto é, tomadas diante de eventos extraordinários, como a guerra — seguem acima do padrão histórico

"De maio a junho, observaram-se efeitos de segunda ordem nos preços de algumas cadeias produtivas, apesar do alívio recente nas cotações de petróleo, que tende a reduzir as pressões sobre os custos globais", afirmou o Ministério da Fazenda.

"Contudo ainda é cedo para afirmar que os preços tenham se estabilizado: o cessar-fogo permanece frágil, e sua interrupção, posterior à data de corte deste boletim, constitui risco altista não incorporado às projeções. Além disso, o possível aumento da demanda, para recomposição dos estoques, e os danos à infraestrutura no Oriente Médio podem ser vetores de alta para os preços do petróleo", prosseguem.

O Ministério da Fazenda também aponta outros fatores que podem manter a inflação pressionada nos próximos meses.

Entre eles estão o espaço remanescente para o repasse dos preços do atacado ao consumidor, o que pode elevar os custos de bens industriais, e o aumento da probabilidade de um El Niño mais intenso.

Segundo a pasta, embora o fenômeno climático deva afetar principalmente a safra de 2027, ele já pode exercer pressão sobre os preços dos alimentos ainda em 2026.

Inflação de junho é a menor para o mês em 3 anos, mas ainda está acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Ministério da Fazenda manteve em 2,3% sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, apesar da desaceleração da economia. Se confirmada, será a mesma taxa de crescimento registrada em 2025.

"Os indicadores coincidentes seguiram majoritariamente positivos no início do segundo trimestre, sem sinalizar perda de tração generalizada. Na comparação entre trimestres, com ajuste sazonal, o IBC-Br avançou 1,2% no trimestre encerrado em abril de 2026, em ritmo próximo ao do trimestre encerrado em março", avaliou a Secretaria de Política Econômica.

"A indústria manteve o principal impulso, com aceleração na leitura trimestral até maio, ainda que tenha recuado na margem mensal naquele mês, após quatro meses consecutivos de alta, refletindo o recuo da extrativa e o desempenho estável da transformação", prosseguiu.

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Dólar oscila na abertura, com tarifaço de Trump e tensões no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/07/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,078-1,05%Dólar TurismoR$ 5,279-1,1%Euro ComercialR$ 5,798-0,74%Euro TurismoR$ 6,043-0,78%B3Ibovespa176.641 pts0,51%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-1,05%Dólar TurismoR$ 5,279-1,1%Euro ComercialR$ 5,798-0,74%Euro TurismoR$ 6,043-0,78%B3Ibovespa176.641 pts0,51%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-1,05%Dólar TurismoR$ 5,279-1,1%Euro ComercialR$ 5,798-0,74%Euro TurismoR$ 6,043-0,78%B3Ibovespa176.641 pts0,51%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (15) com volatilidade e marcava uma alta de 0,08% perto das 9h, cotado a R$ 5,0818. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️A decisão dos Estados Unidos sobre aplicar ou não as novas taxas sobre produtos brasileiros fica no centro das atenções nesta quarta-feira. A investigação, que ocorreu com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana avalia a aplicação de duas sobretaxas ao Brasil:

uma de 25%, sob a alegação de que o governo do Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com empresas americanas; eoutra de 12,5%, aplicada também a mais de 60 países, sob a justificativa de que essas nações não adotaram medidas consideradas suficientes para impedir a circulação de produtos fabricados com trabalho forçado.

▶️ Além disso, as tensões no Estreito de Ormuz continuam a trazer preocupações sobre o mercado internacional de petróleo. Nesta quarta-feira, EUA e Irã voltaram a trocar ataques, no 5º dia seguido de agressões. Com isso, Teerã voltou a fechar o Estreito e o presidente americano, Donald Trump, reagiu retomando o bloqueio naval ao país do Oriente Médio.

Em meio às tensões, o petróleo marcava mais um dia de alta nesta quarta-feira. Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,58%, cotado a US$ 85,22. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha alta de 0,60%, cotado a US$ 79,82 por barril.

Termina nesta quarta-feira (15) o prazo para que o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) divulgue a decisão final sobre a investigação comercial e uma eventual aplicação de tarifas contra produtos brasileiros.

O processo abriu uma disputa entre Brasília e Washington e mobilizou setores da economia brasileira, que participaram de audiências públicas para apresentar argumentos contra as medidas.

No Brasil, o governo aprovou uma Medida Provisória (MP) que libera uma linha de financiamento de R$ 15 bilhões para empresas afetadas pelo tarifaço e também pela guerra no Oriente Médio.

O crédito será ofertado dentro do Plano Brasil Soberano para exportadores de bens industriais, produtos da agricultura e da pecuária e recursos da mineração. Também estão incluídos produtos das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura.

Um ataque de mísseis dos Estados Unidos matou sete militares iranianos em um quartel próximo à cidade de Iranshahr, no extremo sudeste do Irã, nesta quarta-feira (15), informou o Exército do país.

O anúncio ocorre em meio à intensificação dos confrontos entre os dois países e a volta do bloqueio militar norte-americano aos portos iranianos para tentar manter a navegação aberta no Estreito de Ormuz.

Apesar dos esforços, nesta quarta, a Guarda Revolucionária do Irã voltou a afirmar que a rota permanecerá fechada até que os “atos de agressão” dos EUA parem.

“As operações de represália dos combatentes continuarão, e o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que os Estados Unidos ponham fim aos seus atos de agressão”, afirma comunicado divulgado pela televisão estatal Irib.

Em reação ao fechamento do canal, os EUA anunciaram um bloqueio naval ao Irã, iniciada no final da tarde de ontem.

Nos últimos dias, EUA e Irã voltaram a trocar ataques, colocando em xeque o frágil acordo de paz firmado no dia 17 de junho, que formalizou um cessar-fogo mais duradouro e um caminho para um tratado definitivo.

Na Ásia, as ações chinesas fecharam em baixa nesta quarta-feira, em meio a uma liquidação de ações de semicondutores, com investidores realizando lucros recentes e redirecionando capital para setores mais tradicionais.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 0,20%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve queda de 0,29%.

Entre as demais bolsas da região, no entanto, o dia foi mais positivo. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,40%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 1,49% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 6,24%.

Cotação do dólar mostra menor confiança na economia brasileira devido a gastos e dívidas do governo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Percepção de melhora da economia explica melhora na avaliação do governo Lula, indica Quaest

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/07/2026 08:49

O principal fator que levou à melhora dos dados do governo e fez cair a rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), é a economia.

Os dados indicam que aumentou o número de brasileiros que avaliam que a situação econômica do país deixou de piorar.

Essa mudança de percepção aparece como o principal fator por trás da redução da rejeição ao presidente e da melhora na avaliação do governo.

O levantamento divulgado nesta quarta aponta que 48% dos entrevistados aprovam o governo Lula (PT), enquanto 47% desaprovam. Os números mostram uma situação de empate técnico. Mas, é a primeira vez que a aprovação supera a rejeição numericamente desde 2024.

O levantamento também mostra que programas voltados ao alívio financeiro das famílias têm impacto diferente na opinião pública.

Entre as medidas testadas, o Desenrola 2.0 apresenta maior potencial para reduzir a desaprovação ao governo do que a proposta de ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

Uma pergunta da pesquisa, em específico, mostra o impacto positivo na vida de parte dos eleitores. Os números oficiais mostram que 39 milhoes de brasileiros buscaram o Desenrola.

Questionados se depois do lançamento do programa haviam percebido mudança na renda, a maior fatia deles, 35%, dizem que a renda aumentou significativamente. O conhecimento do programa também é grande e chega a 66% dos entrevistados.

O governo tem ampliado seus gastos neste ano eleitoral. Estimativas de diferentes economistas chegam a contabilizar expansão de gastos em quase R$ 200 bilhões.

75% dos eleitores dizem ter tomado conhecimento, contra 25% que desconhecem. 69% deles se dizem favoráveis à proposta. Perguntados sobre o que farão se a medida passar a valer, 53% afirmaram que passarão mais tempo com a família.

Os resultados reforçam a avaliação de que a percepção sobre a economia continua sendo o principal determinante da popularidade do governo e tende a influenciar o cenário político nos próximos meses.

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei (HU-UFSJ), em Divinópolis – MG — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Em abril, a diferença entre os índices de desaprovação e aprovação do governo Lula era de nove pontos. Em maio, caiu para três, e era de apenas um ponto em junho, o que se manteve em julho.

A análise de Felipe Nunes, diretor da Quaest, destaca que Lula tem saldo de aprovação positivo pela primeira vez desde dezembro de 2024.

A Quaest também questionou aos entrevistados como eles avaliam o trabalho que o presidente Lula está fazendo. Veja os números:

Positivo: 36% (eram 34% em junho, 34% em maio, 31% em abril e 31% em março);;Negativo: 36% (eram 38% em junho, 39% em maio, 42% em abril e 43% em março);;Regular: 26% (eram 26% em junho, 25% em maio, 26% em abril e 25% em março);;Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2% em junho, 2% em maio, 1% em abril e 1% em março).

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-07181/2026.

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Dólar abre em queda, com tensões no Estreito de Ormuz e alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/07/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1310,45%Dólar TurismoR$ 5,3380,45%Euro ComercialR$ 5,8410,16%Euro TurismoR$ 6,0900,17%B3Ibovespa175.739 pts-1,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,1310,45%Dólar TurismoR$ 5,3380,45%Euro ComercialR$ 5,8410,16%Euro TurismoR$ 6,0900,17%B3Ibovespa175.739 pts-1,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,1310,45%Dólar TurismoR$ 5,3380,45%Euro ComercialR$ 5,8410,16%Euro TurismoR$ 6,0900,17%B3Ibovespa175.739 pts-1,2%Oferecido por

O dólar opera em queda nesta terça-feira (14), com um recuo de 0,92% perto das 9h45, cotado a R$ 5,0842. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ As tensões no Estreito de Ormuz voltaram a pressionar os preços do petróleo no mercado internacional para cima. Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos vão retomar o bloqueio naval ao Irã a partir de hoje e que passarão a cobrar uma taxa de 20% sobre toda carga transportada pelo canal, que é rota de cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.

As preocupações sobre o novo bloqueio do canal trazem mais um dia de alta para a commodity nesta terça-feira (13). Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 3,04%, cotado a US$ 85,83. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 1,75%, cotado a US$ 79,51 por barril.

▶️ Na agenda econômica, investidores avaliam novos dados da inflação ao consumidor nos EUA. Os dados são importantes para esclarecer ao mercado financeiro quais devem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros. Segundo a XP, o choque no mercado de petróleo elevou as apostas para uma alta das taxas já neste mês.

A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou, na véspera, um novo bloqueio naval no Estreito de Ormuz para impedir o tráfego de embarcações ligadas ao Irã. A expetativa é que a operação tenha início nesta terça-feira, às 17h.

A medida entra em vigor um dia após o presidente americano afirmar que pretende assumir o controle do canal — por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo — e volta a trazer preocupações sobre eventuais impactos na oferta da commodity no mercado internacional.

"Vamos manter o estreito e provavelmente vamos administrá-lo. Nos tornaremos os guardiões do estreito. Talvez possamos chamá-lo de anjo da guarda do estreito. E deveríamos ser reembolsados ​​por isso", disse Trump, afirmando, pouco tempo depois, que pretende cobrar 20% sobre toda carga transportada pela rota.

Nos últimos dias, EUA e Irã voltaram a trocar ataques, colocando em xeque o frágil acordo de paz firmado no dia 17 de junho, que formalizou um cessar-fogo mais duradouro e um caminho para um tratado definitivo.

Na Ásia, a maioria das bolsas fecharam em alta, após dados sólidos de exportações melhorarem o ânimo dos investidores. Papéis de energia também tiveram ganhos, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 2,15%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve alta de 1,36%.

O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,52%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,74% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 0,73%.

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IA pode transformar a economia mais rápido que a Revolução Industrial, alertam especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/07/2026 10:50

Tecnologia IA pode transformar a economia mais rápido que a Revolução Industrial, alertam especialistas Mais de 200 economistas e pesquisadores defendem que governos criem desde já políticas e instituições para enfrentar mudanças no mercado de trabalho e reduzir riscos sociais. Por Reuters

Logotipo da OpenAI em um celular diante de uma imagem gerada pelo DALL·E, ferramenta de criação de imagens do ChatGPT. — Foto: Michael Dwyer/AP

Mais de 200 pesquisadores e economistas, incluindo 15 ganhadores do Prêmio Nobel e pesquisadores da OpenAI, da Anthropic e do Google, apelaram aos governos e aos líderes do setor de tecnologia para que criem, com urgência, políticas e instituições destinadas a lidar com o impacto econômico da inteligência artificial.

Eles divulgaram a declaração assinada em conjunto nesta segunda-feira (13), alertando que a IA poderia impulsionar uma transformação econômica maior do que a Revolução Industrial, mas com um prazo “muito mais curto”, o que levanta questões para trabalhadores, empresas e instituições públicas.

A declaração pede pesquisas mais aprofundadas sobre os impactos econômicos da IA e o início da elaboração de políticas e instituições necessárias para garantir que a tecnologia beneficie a sociedade e para lidar com riscos como a perda de empregos em grande escala.

“O vapor, a eletricidade e os computadores deram às sociedades décadas para se adaptarem. A IA pode nos dar apenas alguns anos”, disse Anton Korinek, professor da Universidade da Virgínia.

“Não podemos improvisar nossa estratégia e nossas instituições no meio da transformação; esperar pela certeza significa chegar tarde demais", completou.

Korinek, que se juntou à equipe de pesquisa econômica da Anthropic em março, organizou a iniciativa com os pares economistas Erik Brynjolfsson, Ajay Agrawal e Tom Cunningham.

Entre os signatários estão a diretora financeira da OpenAI, Sarah Friar; o cientista-chefe do Google DeepMind, Jeff Dean; o cofundador da Anthropic, Jack Clark; e membros da equipe de pesquisa econômica da empresa criadora do chatbot Claude.

Os ganhadores do Prêmio Nobel Michael Spence, Daron Acemoglu e Simon Johnson, entre outros, também assinaram a declaração.

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Dólar abre em alta, com tensões entre EUA e Irã no foco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/07/2026 09:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (13) em alta, com um avanço de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,1198, conforme investidores seguiam atentos às tensões no Oriente Médio. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã fica no centro das atenções dos mercados financeiros. Após novos ataques entre os dois países, Teerã decidiu voltar a fechar o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.

Com isso, os preços da commodity voltaram a subir nesta segunda-feira (13). Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 3,26%, cotado a US$ 78,49. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 3,32%, cotado a US$ 73,78 por barril.

▶️ As tentativas do governo brasileiro de negociar as tarifas impostas pelos EUA também seguem no radar. O prazo para a Casa Branca decidir se coloca em prática ou não a ofensiva tarifária, com taxas de 25% e 12,5% contra o Brasil, termina na quarta-feira (15).

Segundo apuração da repórter Isabella Calzolari, a expectativa da equipe de Lula é que as tarifas passem a valer, após o representante do comércio americano, Jamieson Greer afirmar que os dois países ainda estão distantes de um acordo.

▶️Na agenda econômica, investidores avaliam dados de vendas do varejo e o volume de serviços de maio, além da divulgação do IBC-Br, indicador mensal de atividade do Banco Central do Brasil.

O Irã bombardeou, nesta segunda-feira (13), bases militares dos Estados Unidos em Bahrei, Kuwait, Omã e na Jordânia, em retaliação a ataques norte-americanos contra alvos iranianos.

Além disso, o governo iraniano ameaçou abandonar o acordo de paz na guerra no Oriente Médio firmado com os EUA em junho caso Washington não mantenha seus compromissos para encerrar o conflito.

“Cada vez que a outra parte [EUA] deixou de cumprir suas obrigações, nós também não cumpriremos as nossas e continuaremos a agir dessa forma”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, sobre o mais recente episódio de hostilidades entre os dois países.

Os EUA afirmaram ter bombardeado alvos militares no Irã ao longo dos últimos dias. Apenas no sábado, foram mais de 100 localidades iranianas alvejadas.

Como resposta, o Irã afirmou ter fechado "por tempo indeterminado" o Estreito de Ormuz para navios comerciais e retaliou contra bases dos EUA no Oriente Médio. O Estreito é uma das principais rotas marítimas comerciais do petróleo.

O governo de Donald Trump contestou a alegação, e disse que a via marítima permanece aberta. O trânsito de embarcações na região, no entanto, permaneceu majoritariamente paralisado.

Os dois países voltaram a trocar ataques com maior frequência ao longo deste fim de semana, algo que viola o frágil acordo de paz firmado no dia 17 de junho, que formalizou um cessar-fogo mais duradouro e um caminho para um tratado definitivo.

O governo do Irã afirmou nesta segunda que segue o diálogo diplomático com os países mediadores do conflito —Catar, Paquistão e Omã— para "evitar uma escalada" que leve à retomada plena da guerra contra os EUA.

Na Ásia, as bolsas fecharam mistas, conforme investidores avaliavam as incertezas em relação às tensões no Oriente Médio.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,79%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, perdeu 2,06%.

O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,16%, enquanto o Nikkei, do Japão, recuou 1,92% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 8,95%.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Mercado financeiro reduz para 5,16% estimativa média de inflação em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/07/2026 09:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%MoedasDólar ComercialR$ 5,108-0,28%Dólar TurismoR$ 5,314-0,26%Euro ComercialR$ 5,832-0,38%Euro TurismoR$ 6,080-0,4%B3Ibovespa177.866 pts2,97%Oferecido por

O mercado financeiro reduziu sua estimativa média para a inflação em 2026, passando de 5,30% para 5,16%.

A expectativa faz parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

Os economistas também mantiveram a projeção de 14% em relação à taxa básica de juros, a Selic (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️ Para 2026, a estimativa de inflação recuou de 5,30% para 5,16%;➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4,18% para 4,20%;➡️ Para 2028, a previsão se manteve em 3,70%;➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continua projetando queda dos juros.

A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026, porém, se manteve em 14% ao ano;Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 12% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas subiu para 10,50% ao ano.

Inflação de junho é a menor para o mês em 3 anos, mas ainda está acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado se manteve em 1,99%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano em R$ 5,20 por dólar.

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