RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,75% para 14,5% ao ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 18:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (29) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50% ao ano.

🔎 A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

O novo corte da Selic acontece em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo. O tema foi mencionado pelo Copom no comunicado sobre a decisão.

"No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", diz o texto.

A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros.

Em 2025, os diretores indicados pelo presidente Lula formaram maioria no colegiado, ou seja, eles são responsáveis diretamente pela decisão tomada.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.

Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.

Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.

Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

Há 9 minutos Economia Apesar da redução, Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais do mundoHá 9 minutosSenadoAlcolumbre abre sessão no plenário, mas põe votações à frente; SIGA

Há 19 minutos Política 16 a 11: aprovação de Messias na CCJ teve placar apertado; saiba como foiHá 19 minutosMessias é aprovado na CCJ do Senado: o que acontece agora?

Há 34 minutos Política Líder do PL leva ‘hate’ de bolsonaristas após abraçar Messias em sabatina

Há 2 horas Político ‘Sou totalmente contra o aborto’, diz Messias a senadoresHá 2 horasMessias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 2 horas’Tenho horror a armas’Caetano agradece a senador por corrigir fala sobre ele ter pegado em armas

Há 15 minutos Política Governo deve liberar R$ 4,5 bilhõesTrabalhadores poderão usar 20% do FGTS para pagar dívidas, diz ministro

Há 2 horas Economia Contas do governo têm déficit de R$ 73,8 bilhões em março, pior resultado para o mêsHá 2 horasIndícios de fraudesTCU manda INSS suspender concessão de novos consignados para ajustes

Há 24 minutos Economia Mercado de trabalhoFuncionário pode ser obrigado a gravar vídeos para redes sociais da empresa?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apesar de corte na Selic, Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo; veja lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 18:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-feira (29) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano.

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, os juros reais do país ficaram em 9,33%.

A liderança do ranking ficou com a Rússia, que registrou uma taxa real de 9,67%. O México aparece na terceira posição, com juros reais de 5,09%.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que o impacto da guerra entre Estados Unidos e Irã sobre os preços globais mudou a dinâmica das projeções de inflação. Com isso, o cenário reconfigurou diversas posições no ranking, consolidando o Brasil na segunda colocação.

A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, caiu para a 39ª posição do ranking, com juro real de -1,15% — refletindo, em parte, a dificuldade do país em conter a inflação.

Nesta quarta-feira, o Copom anunciou a redução da taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano. Trata-se do segundo corte consecutivo.

O movimento ocorre em meio à guerra no Oriente Médio, que tem gerado pressão inflacionária ao redor do mundo.

Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira manteve a quarta posição.

Turquia: 37%Argentina: 29%Rússia: 14,5%Brasil: 14,50%Colômbia: 11,25%México: 6,75%África do Sul: 6,75%Hungria: 6,25%Índia: 5,25%Indonésia: 4,75%Chile: 4,50%Filipinas: 4,5%Austrália: 4,1%Israel: 4%Hong Kong: 4%Polônia: 3,75%Reino Unido: 3,75%Estados Unidos: 3,75%República Tcheca: 3,50%China: 3%Malásia: 2,75%Coreia do Sul: 2,5%Nova Zelândia: 2,25%Canadá: 2,25%Alemanha: 2,15%Áustria: 2,15%Espanha: 2,15%Grécia: 2,15%Holanda: 2,15%Portugal: 2,15%Bélgica: 2,15%França: 2,15%Itália: 2,15%Taiwan: 2%Suécia: 1,75%Dinamarca: 1,6%Cingapura: 1,02%Tailândia: 1%Japão: 0,75%Suíça: 0%

Há 9 minutos Economia Apesar da redução, Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais do mundoHá 9 minutosSenadoAlcolumbre abre sessão no plenário, mas põe votações à frente; SIGA

Há 19 minutos Política 16 a 11: aprovação de Messias na CCJ teve placar apertado; saiba como foiHá 19 minutosMessias é aprovado na CCJ do Senado: o que acontece agora?

Há 34 minutos Política Líder do PL leva ‘hate’ de bolsonaristas após abraçar Messias em sabatina

Há 2 horas Político ‘Sou totalmente contra o aborto’, diz Messias a senadoresHá 2 horasMessias: STF não deve ser ‘Procon da política’, mas ‘não pode ser omisso’Há 2 horas’Tenho horror a armas’Caetano agradece a senador por corrigir fala sobre ele ter pegado em armas

Há 15 minutos Política Governo deve liberar R$ 4,5 bilhõesTrabalhadores poderão usar 20% do FGTS para pagar dívidas, diz ministro

Há 2 horas Economia Contas do governo têm déficit de R$ 73,8 bilhões em março, pior resultado para o mêsHá 2 horasIndícios de fraudesTCU manda INSS suspender concessão de novos consignados para ajustes

Há 24 minutos Economia Mercado de trabalhoFuncionário pode ser obrigado a gravar vídeos para redes sociais da empresa?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta de olho em tensões no Oriente Médio e decisões de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (29) em alta de 0,15%, cotado a R$ 4,9888 por volta das 9h27. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham um dia marcado por tensões geopolíticas e decisões de política monetária. Enquanto o impasse entre Estados Unidos e Irã mantém o Oriente Médio no centro das atenções, os mercados também aguardam as definições de juros nos EUA e no Brasil.

▶️ O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã em uma publicação nas redes sociais, na qual afirmou que “chega de bancar o bonzinho” e compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo.

▶️ Mais cedo, o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

Por volta das 8h30, o barril do Brent, referência internacional, marcava alta de 3,01%, cotado a US$ 114,61. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, avançava 3,23% no mesmo horário, a US$ 103,16.

▶️ Apesar do foco no Oriente Médio, o principal evento econômico do dia são as decisões de juros nos EUA e no Brasil. Nos EUA, o Federal Reserve divulga sua decisão às 15h, seguida pela coletiva do presidente Jerome Powell, às 15h30. As projeções são de que os juros sejam mantidos entre 3,50% e 3,75%.

▶️ No Brasil, a expectativa é que o Banco Central do Brasil mantenha o ciclo de aperto monetário e reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5%.

▶️ Ainda na agenda nacional, o Ministério do Trabalho divulga às 14h30 os dados do Caged, que foram antecipados para esta quarta-feira. A publicação estava inicialmente prevista para quinta-feira (30).

O presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã publicamente, demonstrando insatisfação com as propostas apresentadas nas negociações e indicando a possibilidade de novos ataques militares.

As conversas para encerrar o conflito seguem travadas, sem avanço concreto. Ao mesmo tempo, os EUA avaliam diferentes estratégias, incluindo declarar vitória e reduzir sua presença militar na região.

Do lado iraniano, o país afirma que a guerra não acabou e que responderá com mais intensidade caso seja atacado novamente. Durante o cessar-fogo, Teerã tem aproveitado para reorganizar sua capacidade militar, incluindo a recuperação de equipamentos e a produção de drones.

Outro ponto central da crise é o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O Irã mantém restrições à passagem de navios e condiciona a reabertura total ao fim definitivo da guerra e a garantias de segurança.

🛢️ A passagem permanece, na prática, fechada, o que impede que petroleiros sigam viagem até seus destinos.⏳ A interrupção já dura semanas e ocorre mesmo após um cessar-fogo frágil no conflito regional, mantendo investidores em alerta.

O mercado financeiro espera que o Banco Central do Brasil realize um novo corte na taxa básica de juros nesta quarta-feira (29), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

🔎A projeção majoritária é de redução de 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,75% para 14,5% ao ano — o que marcaria o segundo corte consecutivo.

A decisão ocorre em um cenário mais delicado. A guerra no Oriente Médio tem pressionado a inflação global, principalmente por meio da alta do petróleo, que já impacta os preços dos combustíveis no Brasil.

Esse contexto faz com que parte dos analistas defenda mais cautela ou até uma pausa no ciclo de queda dos juros.

O Banco Central, no entanto, toma suas decisões com base nas projeções futuras de inflação. Com a meta contínua fixada em 3% (com tolerância entre 1,5% e 4,5%), a autoridade monetária avalia se há espaço para estimular a economia sem perder o controle dos preços.

Os mercados globais tiveram um dia misto, com desempenho positivo na Ásia e queda na Europa, refletindo tanto fatores internos quanto o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta, puxadas por setores ligados a tecnologia e transição energética. Em Xangai, o índice SSEC subiu 0,71%, aos 4.107 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,10%, aos 4.810 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,68%, aos 26.111 pontos.

Em Seul, o Kospi subiu 0,75%, aos 6.690 pontos. Já Taiwan registrou queda de 0,55%, aos 39.303 pontos, e Singapura também caiu 0,55%, aos 4.860 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,27%, aos 8.687 pontos, enquanto o mercado de Tóquio permaneceu fechado.

O desempenho positivo na China foi impulsionado principalmente por ações de terras raras, baterias e energia limpa, com ganhos expressivos após resultados fortes de empresas do setor.

Ainda assim, investidores mostraram cautela após o Politburo do Partido Comunista Chinês sinalizar continuidade das políticas atuais, sem novos estímulos imediatos.

Na Europa, o cenário é negativo. Nesta manhã, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 0,3%, aos 605 pontos, pressionado tanto por balanços corporativos quanto pela aversão ao risco ligada à guerra no Oriente Médio. Em Londres, o FTSE 100 recuava 0,82%, aos 10.248 pontos.

Em Frankfurt, o DAX caía 0,39%, aos 23.924 pontos. O CAC-40, de Paris, perdia 0,82%, aos 8.038 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuava 0,72%, aos 47.695 pontos, enquanto em Madri o Ibex-35 caía 1,06%, aos 17.587 pontos. Já em Lisboa, o PSI20 recuava 0,72%, aos 9.198 pontos.

Há 2 horas Eleições 2026 na Bahia Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o SenadoHá 2 horas56% dos baianos aprovam o governo Jerônimo; 33% desaprovamHá 2 horasIndicado de LulaASSISTA: Messias chega à CCJ do Senado para ser sabatinado

Agora Política Disputa promete ser voto a voto entre governo e oposiçãoAgoraAborto, 8 de janeiro, ‘Bessias’: as polêmicas que devem ser abordadasAgoraSaiba quem indicou cada ministro do STFAgoraServidor de carreira, AGU de Lula: quem é o indicado a ministro do STF

Há 12 minutos Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratizaçãoHá 12 minutosBlog do Valdo CruzMessias e dosimetria: oposição tenta impor derrota dupla a Lula na semana

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Oposição quer desmembrar veto de Lula ao PL da DosimetriaHá 16 minutosPonto a pontoEntenda o caso das malas sem raio-X em voo com Ciro Nogueira e Motta

Há 7 horas Política FOTOS mostram momento em que bagagens passam sem fiscalizaçãoHá 7 horasDesigualdade no BrasilObrigatória há 13 anos, pré‑escola não chega a todas as crianças

Há 4 horas Educação Crime organizadoOruam, mãe e irmão são alvos de operação contra o Comando Vermelho

Há 2 horas Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: os impactos no petróleo da saída dos Emirados Árabes da Opep

Há 4 horas O Assunto Saída dos Emirados Árabes é um duro golpe para Arábia SauditaHá 4 horasGuerra no Oriente MédioIrã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significa “Sistema Especial de Liquidação e de Custódia”, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.

Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo.

Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 32 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com disputa entre governo e oposição

Há 3 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 3 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 1 hora Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 1 horaDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 11 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 7 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mesmo com riscos inflacionários e tensão no Oriente Médio, Banco Central deve cortar taxa de juros nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Copom se reúne nesta quarta-feira para definir juro básico; decisão sai após as 18h — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (29) e deve efetuar nova redução na taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,75% ao ano.

Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projeta um corte de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Se confirmada, será a segunda diminuição seguida no juro.

🔎A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

Se levado adiante, o novo corte da Selic acontecerá em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo.

A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros. A decisão do Copom será anunciada após as 18h desta quarta-feira.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

De acordo com Gustavo Sung, economista-chefe Suno Research, o Copom deve dar continuidade ao processo de corte dos juros de "forma gradual", baixando a Selic para 14,5% ao ano.

"O nível atual de juros reflete o forte aperto implementado nos últimos anos, que já mostra efeitos sobre a atividade econômica e garantiu à autoridade monetária uma margem de segurança para conduzir esse processo, com credibilidade. Ainda assim, o Comitê tende a adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo. Essa abordagem considera as incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação", avaliou Sung, da Suno Research.

De acordo com análise do Itaú, o BC deve baixar o juro para 14,5% ao ano e não deve realizar mudanças significativas de comunicação.

"O comitê deve enfatizar serenidade e cautela na condução da política monetária, adicionando que os passos futuros do processo de calibração seguirão guiados pela evolução dos dados e pela avaliação contínua do balanço de riscos, além de incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e extensão no tempo dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", avalia o Itaú.

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O Brasil é a ‘bola da vez’ na economia?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 14:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,979-0,05%Dólar TurismoR$ 5,1960,3%Euro ComercialR$ 5,830-0,16%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.476 pts-0,58%Oferecido por

O Brasil voltou aos radares dos investidores estrangeiros. É o que apontam instituições financeiras e analistas internacionais, diante da disparada nos preços do petróleo, alta dos juros e valorização do real.

Um relatório do Bank of America (BofA), uma das principais instituições financeiras americanas, questiona se o país pode ser o "próximo ouro", em referência ao recente bom desempenho do ativo no mercado financeiro global.

Outra análise, do banco de investimentos Goldman Sachs, indica que o Brasil tem se destacado como um dos principais beneficiários da alta nos preços do petróleo provocada pelo conflito entre EUA, Israel e Irã e o fechamento do estreito de Ormuz.

Ao elevar a projeção de crescimento da economia brasileira 1,6% para 1,9% em 2026, o Fundo Monetário Internacional (FMI) também apontou o país como um dos que podem ser favorecidos no curto prazo pela crise, por ser exportador líquido de energia.

O bom momento do Brasil, aliás, chegou às reuniões de primavera organizadas pelo FMI em Washington D.C. em meados de abril, segundo interlocutores. O colóquio é um dos dois grandes encontros globais anuais da instituição e reúne ministros das finanças, presidentes de bancos centrais, gestores de fundos, executivos e outros participantes do setor financeiro global.

"O Brasil tem sido apontado como um dos locais mais atraentes do mundo emergente", disse Martín Castellano, chefe de pesquisa para a América Latina do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês), em entrevista à BBC News Brasil.

"Mas naturalmente, muito se tem discutido sobre as próximas eleições e seus possíveis impactos nas políticas econômicas [do país]."

Há uma leitura comum de que o Brasil — e a América Latina como um todo — tem se beneficiado de um pano de fundo global positivo para os países emergentes.

À primeira vista, pode parecer contraditório que um conflito com efeitos negativos para a economia mundial favoreça, ainda que marginalmente, nações específicas. Mas há uma explicação clara: o papel desses países, incluindo o Brasil, como exportadores de commodities, especialmente energia.

Com as interrupções na oferta de petróleo e as incertezas nesse mercado provocadas pela guerra no Oriente Médio, os preços do combustível subiram mais de 30% desde o final de fevereiro, antes do início da guerra.

Energia mais cara também encarece transporte, produção industrial e alimentos — especialmente em países dependentes de importações. Por isso, economias importadoras de commodities tendem a ser as mais prejudicadas, enfrentando inflação mais alta, desvalorização cambial e perda de renda.

No caso do Brasil, que é considerado pelo FMI um exportador líquido de energia — ou seja, vende mais petróleo e derivados ao exterior do que compra — preços internacionais altos significam ganhos maiores. Esse efeito melhora os chamados "termos de troca" (a relação entre preços de exportação e importação), e pode impulsionar o crescimento econômico.

Preços do combustível subiram mais de 30% desde o final de fevereiro, antes do início da guerra. — Foto: Reprodução

Por tudo isso, o FMI considerou em seu relatório Panorama Econômico Mundial (WEO, na sigla em inglês), divulgado em abril, que a guerra deve ter "um pequeno efeito líquido positivo" sobre o Brasil em 2026, elevando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual.

"É importante destacar também que o Brasil é um dos países com altíssima participação de energias renováveis, o que representa outro fator atenuante", afirmou a vice-diretora no Departamento de Pesquisa do FMI, Petya Koeva Brooks, em um pronunciamento à imprensa durante as reuniões nos EUA na semana passada.

Para instituições financeiras como o Bank of America (BofA) e o Goldman Sachs, esse cenário também ajuda a consolidar o país como atrativo para investimentos estrangeiros.

Mas além do peso das commodities na economia local, o Brasil se tornou destaque neste momento por conta das altas taxas de juros e o enfraquecimento do dólar.

Segundo o relatório publicado pelo Bank of America (BofA) em 14 de abril, "os investidores seguem confortáveis em manter exposição ao real brasileiro e às ações brasileiras".

A percepção, de acordo com os economistas do BofA, é de que o aumento nas previsões de inflação diante dos impactos da guerra e da alta do petróleo devem manter os rendimentos atrativos, já que o Banco Central pode encontrar mais dificuldades para acelerar o ritmo de cortes de juros.

A avaliação veio após reuniões com clientes em Nova York, às vésperas dos encontros do FMI e do Banco Mundial, que também organiza discussões com investidores todos os anos em abril.

Analistas do Goldman Sachs também apontaram em um diagnóstico de 15 de abril que o Brasil segue sendo um foco interessante para investimentos por conta do impulso das matérias-primas.

O banco afirma, porém, que setores domésticos que vêm sofrendo com a crise global, como os ligados ao crescimento local (bancos, varejo, construção), podem ver sua situação melhorar à medida que os cortes de juros forem aplicados.

Mas a conclusão é positiva. "Na América Latina, o Brasil se destacou como beneficiário da alta dos preços do petróleo", dizem os economistas.

"Com avaliações, em nossa opinião, atrativas em relação ao nível das taxas, e com expectativas de novos cortes na taxa e alta sensibilidade do mercado acionário às taxas de juros, esperamos que as ações brasileiras tenham um desempenho superior", afirma o relatório.

Até 22 de abril, o capital estrangeiro na Bolsa de Valores (B3) somou R$ 64,42 bilhões neste ano, mais que o dobro do registrado em todo o ano de 2025 (R$ 25,47 bilhões), segundo dados da consultoria Elos Ayta.

Isso significa que 61,2% de tudo que entrou na bolsa brasileira em 2026 veio do exterior, uma tendência de elevação do fluxo internacional observada desde 2023.

Mais recentemente, porém, o mercado acionário brasileiro vem atravessando um período de certa turbulência.

O Ibovespa, principal índice da B3, registrou uma desvalorização acentuada de aproximadamente 10 mil pontos em um curto intervalo de tempo, após atingir a máxima histórica em 14 de abril.

Analistas afirmam que o episódio deve ser visto mais como um ajuste típico de fluxo após um período de alta prolongado do que um sinal de alerta estrutural para a economia brasileira.

Segundo um relatório do banco Santander, o movimento de venda de ações recente foi provocado principalmente por rotação global de fluxo, e não por deterioração dos fundamentos domésticos.

Uma estimativa do Instituto de Finanças Internacionais indica ainda que, a cada aumento de US$ 10 no preço do petróleo, o Brasil recebe cerca de US$ 4 bilhões adicionais em entradas de dólares nas contas externas.

"Isso representa aproximadamente 0,2% do PIB em termos de ingresso adicional de recursos", afirma Castellano.

Para o economista e seus colegas do IIF, a alta no preço das commodities também afeta positivamente o crescimento no país.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de evolução do preço médio das matérias-primas disparou desde o início da guerra.

O índice da Sondagem Industrial, que mede a variação do preço das commodities, saltou 10,8 pontos entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro trimestre de 2026, passando de 55,3 pontos para 66,1 pontos.

O indicador não ficava tão alto desde o segundo trimestre de 2022, quando o fluxo de comércio global ainda se recuperava dos efeitos da pandemia de covid-19.

O Brasil, que tem uma base de exportações mais diversificada do que outros países da América Latina, se beneficia especialmente desse movimento, diz Martín Castellano.

"Outro fator que considero importante é que a economia brasileira é relativamente fechada, portanto não está tão exposta a choques globais", avalia.

"Além disso, acredito que os investidores entendem que o governo brasileiro lidou bem com o choque das tarifas [impostas pelos] EUA, conseguiu negociar e o impacto foi relativamente limitado", diz Castellano.

Depois de impor tarifas elevadas contra produtos brasileiros — em alguns casos chegando a 40% ou 50%, sob o argumento de desequilíbrios comerciais e questões políticas — o governo de Donald Trump reverteu parte dessas medidas em novembro passado.

Há um temor, porém, de que o governo americano esteja se preparando para anunciar uma nova onda de tarifas, que podem ter o Brasil como alvo mais uma vez.

O momento de crise no Oriente Médio também foi definido como "a tempestade perfeita" para o real pelo pesquisador sênior da Brookings Institution e ex-estrategista-chefe de câmbio do Goldman Sachs, Robin Brooks.

Segundo Brooks, a guerra entre os Estados Unidos e o Irã pode ser o gatilho para uma das maiores valorizações do real dos últimos anos. Em artigo do início de abril, ele projetou que o dólar poderia ficar abaixo de R$ 4,50.

Brooks lembra o que ocorreu em 2022 como um precedente. Após a invasão da Ucrânia pela Rússia, o petróleo do tipo Brent subiu 40% no primeiro trimestre e o real se valorizou 20%, tornando-se a moeda de melhor desempenho entre os emergentes.

"Assim que os mercados perceberam que as coisas não iriam sair do controle, o real brasileiro — a personificação de uma moeda de beta alto [ou seja, uma moeda que tende a demonstrar alta sensibilidade aos ciclos econômicos globais e ao apetite por risco] — decolou de forma significativa", aponta Brooks.

O real foi a moeda que mais se valorizou em relação ao dólar no mundo em 2026 até o momento. No acumulado do ano, a alta foi de 10,4% até 17 de abril, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta.

Como país exportador e autossuficiente de petróleo, o Brasil tem se beneficiado diretamente da entrada adicional de dólares, o que pressiona a moeda nacional para cima.

O cenário também é reflexo da procura dos investidores estrangeiros pelo país, seja por meio da bolsa de valores ou de títulos de renda fixa, dizem os especialistas.

"O Brasil, assim como vários outros países, busca consolidar o apelo de sua moeda por meio de uma economia bem administrada", aponta Colin Lewis, professor da LSE (London School of Economics and Political Science), no Reino Unido.

Segundo o economista, contribuem para isso outros bons indicadores econômicos atuais do Brasil, tais como um mercado de trabalho aquecido e a previsão de crescimento de 1,9% estimada pelo FMI.

"(O primeiro-ministro britânico) Keir Starmer adoraria ter um crescimento de 2% no Reino Unido", brinca Lewis.

A última previsão do FMI é que a economia britânica deverá crescer apenas 0,8% em 2026, abaixo da projeção anterior de 1,3%.

"O Brasil está bem conectado globalmente e projetando sua imagem como um parceiro comercial confiável e previsível", acrescenta o economista britânico em entrevista à BBC Brasil.

Para Martín Castellano, do IIF, o avanço do Brasil em relação à produção de petróleo significa que as altas internacionais no preço da commodity devem continuar a beneficiar, ou pelo menos não afetar intensamente, o país.

O economista destaca a mudança estrutural da última década: "o Brasil era um importador líquido de energia até 2017, mas após mudanças significativas no setor e alterações nas políticas, o país emergiu como um exportador líquido de petróleo bruto".

Em 2024, pela primeira vez na história, o petróleo foi o produto que o Brasil mais exportou, superando até a soja. No ano passado, o feito se repetiu e o país se consolidou como o sétimo exportador do mundo.

No entanto, a indústria nacional importa cerca de 10% da gasolina e até 25% do diesel que consome, por conta da falta de capacidade das refinarias locais.

Ainda assim, os choques causados por variações internacionais no preço dos combustíveis afetam muito menos o país atualmente do que no passado. As exportações também auxiliam no crescimento da economia.

"Analisando todo o contexto global, o Brasil é percebido como uma economia bastante bem administrada, o que indica certa confiança nas mudanças estruturais que vêm ocorrendo internamente", avalia Colin Lewis.

Por outro lado, afirmam os especialistas, uma mudança nas taxas de juros pode sim afastar investidores estrangeiros, apesar de melhorar o acesso doméstico a crédito e aquecer a economia internamente.

Em março, o Banco Central cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos, reduzindo a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

Outros dois fatores também podem interferir no atual cenário: as eleições presidenciais marcadas para outubro e o preço global dos fertilizantes.

A incerteza em relação ao cenário eleitoral e o futuro das políticas públicas pode afastar alguns investidores, apontam os especialistas.

Após o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, em dezembro do ano passado, o principal índice da Bolsa brasileira mergulhou em fortes perdas, indicando uma possível aversão ao risco no mercado financeiro brasileiro.

E segundo Martín Castellano, há uma preocupação específica com o futuro das políticas fiscais no país.

"A política fiscal tem sido uma espécie de calcanhar de Aquiles de longa data para a economia brasileira", diz, apontando as mudanças constantes nessa frente e falta de disciplina como motivos que podem afastar investidores.

Além disso, afirma, um aumento brusco no preço global dos fertilizantes pode ter um impacto negativo no setor agropecuário e no custo dos alimentos, neutralizando parte do ganho em outros setores.

O setor dos fertilizantes é visto como um alvo invisível da guerra no Irã, principalmente a ureia, um composto nitrogenado essencial para o cultivo em escala.

Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque pode ser grande.

"O Oriente Médio fornece aproximadamente um terço das importações brasileiras de fertilizantes nitrogenados. Ao mesmo tempo, o Irã responde por cerca de 20% das exportações brasileiras de milho, deixando a economia vulnerável a potenciais interrupções no fornecimento e no comércio", aponta o relatório do IIF sobre possíveis desdobramentos da crise para o Brasil.

Há 2 horas Economia País diz que deixará o bloco a partir de 1º de maioHá 2 horasPara analistas, saída dos Emirados pode reduzir controle sobre preçosHá 2 horasPreços do petróleo sobem ao maior patamar em 1 mês após anúncio

Há 25 minutos Economia Dólar opera a R$ 5 com negociações entre EUA e Irã Há 25 minutosTentativa de reduzir filaINSS restringe pedidos de aposentadoria; entenda a nova regra

Há 2 horas Economia FGTS, desconto de 90%: o que prevê o pacote para reduzir dívidasHá 2 horasPIS/Pasep: 4,5 milhões deixarão de receber abono até 2030Há 2 horasCrise bilionáriaCorreios teve prejuízo de R$ 3,4 bilhões no 1º trimestre, aponta balanço

Há 2 minutos Economia Indicado ao STFSADI: Messias e Alcolumbre falaram de sabatina em encontro fora da agenda

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi VALDO: Flávio Bolsonaro atua pra que evangélicos rejeitem MessiasHá 2 horasLula libera R$ 12 bilhões em emendas às vésperas de sabatinaHá 2 horasCaso MasterEx-chefe do BRB pede transferência da Papuda para negociar delação

Há 3 horas Distrito Federal Caso Master agravou crise nos cofres do DF, aponta estudoHá 3 horasEleições 2026Quaest em MG: Cleitinho lidera todos os cenários em 1º e 2º turno

Há 12 minutos Eleições 2026 em Minas Gerais 52% aprovam e 41% desaprovam governo de Zema Há 12 minutosQuaest em PE: João Campos tem 42% no 1º turno; Raquel Lyra, 34%

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre a R$ 5 com negociações entre EUA e Irã e prévia da inflação no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (28) em alta, avançando 0,49% por volta das 9h03, cotado a R$ 5,0073. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

As tensões no Oriente Médio seguem no centro das atenções dos mercados, diante da dificuldade de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

▶️ Na segunda-feira, o Irã ofereceu uma nova proposta aos Estados Unidos para reabrir o Estreito de Ormuz. A iniciativa condiciona a reabertura ao fim do bloqueio aos portos iranianos, ao encerramento da guerra e ao adiamento das discussões sobre o enriquecimento de urânio.

🔎 O Irã se propôs a reabrir o canal, por onde passa mais de 20% de todo o comércio global de petróleo, com a condição de que os EUA retirem o bloqueio aos portos iranianos, acabem com a guerra e adiem as discussões sobre o enriquecimento de urânio no país do Oriente Médio. Essa última, no entanto, é uma das principais reivindicações americanas e pode dificultar o aceite da proposta pelo governo Trump.

▶️ A Casa Branca informou que avalia a nova oferta, mas reiterou que as exigências americanas permanecem inalteradas. Segundo o "The Wall Street Journal", Trump e sua equipe discutem a proposta e devem apresentar uma resposta ou contrapropostas nos próximos dias.

▶️ No Brasil, dois indicadores devem concentrar a atenção dos investidores nesta terça-feira: o IPCA-15 de abril — a expectativa é de uma alta de 0,95% no mês e de 4,45% em 12 meses, números considerados centrais para o comportamento dos ativos locais, especialmente no mercado de juros.

▶️ Na agenda dos EUA, os investidores acompanham hoje a divulgação dos índices de confiança do consumidor e dos novos dados de estoques de petróleo, que podem influenciar o humor dos mercados.

As tensões no Oriente Médio seguem no radar dos mercados globais. Mesmo após um cessar-fogo ter reduzido os combates iniciados há cerca de dois meses, as negociações de paz entre EUA e Irã ainda enfrentam dificuldades.

No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a viagem de enviados americanos que participariam das conversas e afirmou que o Irã deveria procurar Washington quando estivesse pronto para um acordo.

Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores iraniano viajou à Rússia para se reunir com Vladimir Putin, aliado do governo de Teerã. Segundo fontes do Paquistão, país que atua como mediador, as tentativas de diálogo continuam.

Diante desse cenário, investidores acompanham de perto a situação no Estreito de Ormuz, passagem usada para o transporte de petróleo e gás do Golfo Pérsico.

A região permanece com pouco movimento de navios, o que levanta preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de energia. Com isso, os preços do petróleo avançam.

Nesta segunda-feira, o barril do Brent — referência internacional — subia pouco mais de 1%, a US$ 106,47 por volta das 8h30, depois de ter alcançado cerca de US$ 108,50 no início da sessão.

As projeções do mercado financeiro voltaram a indicar pressão maior sobre a inflação nos próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira.

Para 2026, a expectativa de inflação subiu de 4,80% para 4,86%. Já para 2027, a projeção passou de 3,99% para 4%.

Mesmo com essa revisão, o mercado manteve a previsão de queda dos juros ao longo dos próximos anos. A estimativa para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano, o que indica expectativa de redução no decorrer daquele ano.

O relatório também trouxe ajustes em outras previsões. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 caiu levemente, de 1,86% para 1,85%. Já a estimativa para o dólar ao fim deste ano recuou de R$ 5,30 para R$ 5,25.

Em Wall Street, os principais índices fecharam sem direção única nesta segunda-feira, com investidores atentos ao impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã.

O S&P 500 subiu 0,12%, para 7.173,93 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 0,20%, aos 24.887,10 pontos. Já o Dow Jones, por sua vez, fechou em queda de 0,13%, aos 49.167,79 pontos.

Na Europa, os principais mercados acionários começaram a semana em baixa. O STOXX 600 encerrou o pregão em queda de 0,3%, aos 608,84 pontos.

Entre as principais bolsas do continente, o DAX, da Alemanha, recuou 0,19%, para 24.083,53 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,19%, aos 8.141,92 pontos, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, registrou baixa de 0,56%, para 10.321,09 pontos.

Em Xangai, o Shanghai Composite subiu 0,16%, enquanto o CSI 300 avançou 0,03%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,20%.

Há 2 horas Eleições 2026 em Pernambuco No 2º turno, ex-prefeito tem 46%, contra 38% da governadoraHá 2 horasSenado: Marília, 18%; Humberto Costa, 12%; Miguel Coelho, 10%; Mendonça, 8%Há 2 horasFamílias no vermelhoUso do FGTS, desconto de até 90%: o que prevê o pacote para reduzir dívidas

Há 4 horas Economia Mudança nas regrasPIS/Pasep: 4,5 milhões de trabalhadores deixarão de receber abono até 2030

Há 14 minutos Economia Ataque israelense A gente dorme e acorda com medo, diz parente de brasileiros mortos no Líbano

Há 46 minutos Mundo Trump está insatisfeito com proposta do Irã para encerrar a guerraHá 46 minutos’O massacre dos idosos’Como doença do filho de chefe de facção levou à matança de 207 no Haiti

Há 26 minutos Mundo IPCA-15Prévia da inflação acelera em abril, puxada por alimentos e combustíveis

Há 19 minutos Economia Dólar abre a R$ 5 com negociações entre EUA e Irã no radarHá 19 minutosSem prestar socorro Sargento do Exército é preso suspeito de atropelar jovem e fugir no DF

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo impõe limites contra ‘juros abusivos’ do crédito consignado privado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,41%Dólar TurismoR$ 5,178-0,47%Euro ComercialR$ 5,834-0,4%Euro TurismoR$ 6,082-0,46%B3Ibovespa190.107 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,41%Dólar TurismoR$ 5,178-0,47%Euro ComercialR$ 5,834-0,4%Euro TurismoR$ 6,082-0,46%B3Ibovespa190.107 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,41%Dólar TurismoR$ 5,178-0,47%Euro ComercialR$ 5,834-0,4%Euro TurismoR$ 6,082-0,46%B3Ibovespa190.107 pts-0,33%Oferecido por

O governo federal passou a prever punições para bancos que cobrarem taxas de juros “muito acima” da média do mercado no crédito consignado privado.

A decisão foi tomada no fim da última semana pelo Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado.

A medida não estabelece um teto específico de juros, mas define uma taxa de referência para o cálculo das cobranças.

A medida também limita a 1 ponto percentual a diferença entre os juros nominais do contrato e o custo efetivo total, que inclui tributos e seguro.

Gerenciamento das finanças: estudo mostra que idosos são plenamente capazes de cuidar do seu dinheiro — Foto: Dave Dugdale is licensed under CC BY-SA 2.0.

O governo federal passou a prever punições para bancos que cobrarem taxas de juros “muito acima” da média do mercado no crédito consignado privado, informou o Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (27).

🔎 A modalidade prevê o desconto das parcelas diretamente na folha de pagamento dos trabalhadores — o que funciona como garantia para o empréstimo. Por isso, o consignado costuma ter juros mais baixos do que outras linhas de crédito.

A decisão foi tomada no fim da última semana pelo Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado. A medida não estabelece um teto específico de juros, mas define uma taxa de referência para o cálculo das cobranças.

“As instituições financeiras não poderão praticar taxas de juros muito acima dessa referência. As que não cumprirem as determinações poderão ser notificadas e até suspensas do programa Crédito do Trabalhador”, disse o ministério em nota.

A medida também limita a 1 ponto percentual a diferença entre os juros nominais do contrato e o custo efetivo total, que inclui tributos e seguro.

“Entendemos que o teto atual de juros deve ficar próximo de 4,98% ao mês. Assim, o custo efetivo total máximo permitido seria de cerca de 5,98%”, avaliou o BTG Pactual em relatório, citando surpresa negativa com a decisão.

Segundo o banco, embora o governo não tenha imposto uma taxa máxima para a modalidade, como ocorre no consignado do INSS, a medida “cria um precedente” e gera incerteza sobre a evolução da média dos juros ao longo do tempo.

Lançado em março de 2025, o programa Crédito do Trabalhador busca estimular a concessão de crédito com desconto em folha para trabalhadores do setor privado e tem impulsionado a demanda por essa modalidade de financiamento.

De acordo com o ministério, o programa já movimentou R$ 121 bilhões em empréstimos consignados, alcançando 9 milhões de trabalhadores em operações feitas por 97 instituições financeiras.

Também nesta segunda-feira, dados do Banco Central (BC) mostram que o endividamento das famílias alcançou 49,9% em fevereiro, o maior patamar da série histórica, iniciada em 2005.

A iniciativa voltada ao consignado será integrada a outra ação do governo, a ser anunciada nesta semana, voltada à renegociação de dívidas. A medida ocorre em meio ao aumento da inadimplência no país, o que pode afetar a percepção de bem-estar das famílias em um ano eleitoral, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve tentar a reeleição.

Há 42 minutos Mundo Como atirador conseguiu chegar tão perto de Trump e outras perguntas sobre o ataqueHá 42 minutos’Sobrevivente designado’Casa Branca cogitou nomear sucessor de Trump se cúpula do governo morresse

Há 58 minutos Mundo Jimmy Kimmel chamou Melania de ‘futura viúva’ dias antes de ataqueHá 58 minutosEleições 2026Quaest no RJ: Paes lidera em todos os cenários; veja números

Há 3 horas Eleições 2026 no Rio de Janeiro No 2º turno, Paes tem 49%; e Ruas, 16%Há 3 horas47% desaprovam governo Cláudio Castro; 35% aprovamHá 3 horasBlog do Octavio GuedesANÁLISE: esqueletos do PL do Rio assombram Flávio Bolsonaro

Há 5 horas Blog do Octavio Guedes Empréstimo ao trabalhadorGoverno impõe limites contra juros elevados do consignado privado

Há 1 hora Economia Governo estuda exportar sobras de energia elétrica à Argentina e ao Uruguai; veja detalhesHá 1 hora❄️❄️Mínimas entre 3°C e 0°CÁreas do Sul do país recebem alerta de frio e geada; veja as regiões

Há 2 horas Meio Ambiente Com risco de geada, RS terá os primeiros dias de frio intenso de 2026Há 2 horasMeio AmbienteDesmatamento na Amazônia cai 17% no 1º trimestre, mas volta a subir em março

Há 2 horas Meio Ambiente Guerra no Oriente MédioSuperiate de oligarca russo de US$ 500 milhões atravessa o Estreito de Ormuz

Há 4 horas Mundo SIGA: navios furaram o bloqueio dos EUA em OrmuzHá 4 horas20 suítes, dois helipontos e spa com sauna: como é o superiate

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre a R$ 4,97 com investidores atentos às tensões no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (27) em queda, recuando 0,58% por volta das 9h10, cotado a R$ 4,9687. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

As tensões no Oriente Médio continuam no radar dos mercados, com novos sinais de impasse entre Estados Unidos e Irã. Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, os desdobramentos da guerra seguem influenciando o fluxo de petróleo e o humor dos investidores.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a visita de dois enviados ao Paquistão, o que reduziu as expectativas de negociações de paz. Ao mesmo tempo, autoridades da região afirmam que o Irã sinalizou encerrar o controle sobre o Estreito de Ormuz se os americanos suspenderem o bloqueio ao país.

▶️ Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, as tensões entre EUA e Irã seguem dificultando a travessia de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo do Golfo Pérsico.

Na sexta-feira, a Casa Branca informou que Trump concedeu uma prorrogação de 90 dias à isenção da Lei Jones, permitindo o transporte de petróleo e gás natural por embarcações não americanas em razão da guerra com o Irã.

▶️ No Brasil, o Boletim Focus mostrou nova alta nas projeções de inflação para 2026 — a sétima semana consecutiva de revisão para cima. A estimativa subiu de 4,8% para 4,86%, refletindo a pressão do petróleo, que nesta segunda-feira opera acima de US$ 100 após a escalada do conflito no Oriente Médio.

As tensões no Oriente Médio seguem no radar dos mercados globais. Mesmo após um cessar-fogo ter reduzido os combates iniciados há cerca de dois meses, as negociações de paz entre EUA e Irã ainda enfrentam dificuldades.

No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a viagem de enviados americanos que participariam das conversas e afirmou que o Irã deveria procurar Washington quando estivesse pronto para um acordo.

Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores iraniano viajou à Rússia para se reunir com Vladimir Putin, aliado do governo de Teerã. Segundo fontes do Paquistão, país que atua como mediador, as tentativas de diálogo continuam.

Diante desse cenário, investidores acompanham de perto a situação no Estreito de Ormuz, passagem usada para o transporte de petróleo e gás do Golfo Pérsico.

A região permanece com pouco movimento de navios, o que levanta preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de energia. Com isso, os preços do petróleo avançam.

Nesta segunda-feira, o barril do Brent — referência internacional — subia pouco mais de 1%, a US$ 106,47, depois de ter alcançado cerca de US$ 108,50 no início da sessão.

As projeções do mercado financeiro voltaram a indicar pressão maior sobre a inflação nos próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira.

Para 2026, a expectativa de inflação subiu de 4,80% para 4,86%. Já para 2027, a projeção passou de 3,99% para 4%.

Mesmo com essa revisão, o mercado manteve a previsão de queda dos juros ao longo dos próximos anos. A estimativa para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano, o que indica expectativa de redução no decorrer daquele ano.

O relatório também trouxe ajustes em outras previsões. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 caiu levemente, de 1,86% para 1,85%. Já a estimativa para o dólar ao fim deste ano recuou de R$ 5,30 para R$ 5,25.

Em Wall Street, os contratos futuros operavam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira, enquanto investidores acompanhavam o impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã.

Por volta das 8h30 (horário de Brasília), os futuros do Dow Jones caíam 0,09%, enquanto o S&P 500 permanecia estável e o Nasdaq subia 0,15%.

Entre os principais mercados do continente, o DAX da Alemanha subia 0,3%, enquanto o CAC 40, de Paris, tinha alta de 0,1%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 0,1%.

Em Xangai, o Shanghai Composite subiu 0,16%, enquanto o CSI 300 avançou 0,03%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,20%.

China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Há 11 minutos Fantástico China ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série compara potênciasHá 11 minutosPesquisa eleitoralQuaest no PR: Moro tem 35%; Requião Filho, 18%; e Greca, 15%

Há 2 horas Eleições 2026 no Paraná 80% aprovam governo Ratinho Junior; 13% desaprovamHá 2 horasQuaest no PA: Daniel Santos e Hana Ghassan empatam no 1º turno

Há 2 horas Eleições 2026 no Pará 63% aprovam e 27% desaprovam governo de Helder BarbalhoHá 2 horasExclusivo FantásticoSuíte presidencial e túnel secreto: o esconderijo e a fuga do traficante Dada

Há 1 hora Fantástico 8 de janeiro’Fátima Tubarão’ e outros 17 idosos condenados vão para prisão domiciliar

Há 6 minutos Política Atentado em WashingtonJantar de Trump: atirador deve ser acusado de 2 crimes em audiência hoje

Há 46 minutos Mundo Falta de segurança e sem identificação: as falhas no eventoHá 46 minutos’Não sou pedófilo’: Trump se irrita ao falar de manifesto de atiradorHá 46 minutosAtentado em WashingtonComo atirador foi preso? Onde estava Trump? VÍDEO explica local dos tiros

Há 55 minutos Fantástico Raquel Krähenbühl filmou diretor do FBI agachado durante ataqueHá 55 minutosTreta bilionáriaMusk e dona do ChatGPT se enfrentam na Justiça a partir de hoje; entenda

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação em 2026 para 4,86%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Os analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é a sétima semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,80% para 4,86%;➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,99% para 4%;➡️ Para 2028, a previsão avançou de 3,60% para 3,61%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 13% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 11% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado recuou de 1,86% para 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,30 para R$ 5,25 por dólar.

Há 33 minutos Eleições 2026 no Paraná 80% aprovam governo Ratinho Junior; 13% desaprovamHá 33 minutosQuaest no PA: Daniel Santos e Hana Ghassan empatam no 1º turno

Há 22 minutos Eleições 2026 no Pará Entre dois mundosChina ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série compara potências

Há 6 horas O Assunto Por que dormir com seu animal de estimação pode fazer malHá 6 horasTiros em jantar’Não sou pedófilo’: Trump se irrita ao falar de manifesto de atirador

Há 11 horas Mundo Presidente diz que não notou ataque e demorou a se abaixarHá 11 horasAtentado em WashingtonComo atirador foi preso? Onde estava Trump? VÍDEO explica local dos tiros

Há 12 horas Fantástico Raquel Krähenbühl filmou diretor do FBI agachado durante ataqueHá 12 horasFalta de segurança e sem identificação: as falhas no evento

0

PREVIOUS POSTSPage 9 of 20NEXT POSTS