RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Macron espera que adiamento de acordo Mercosul-UE sirva para atender condições da França

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou, nesta sexta-feira (19), que ainda é cedo para dizer se o adiamento de um mês na decisão sobre um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul será suficiente para atender às condições estabelecidas pela França.

A França tem se oposto a assinatura sem que novas salvaguardas para seus agricultores sejam incluídas. .

Nesta quinta (18), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou a líderes do bloco nesta quinta-feira (18) que o acordo com o Mercosul não será assinado neste sábado (20).

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou, nesta sexta-feira (19), que ainda é cedo para dizer se o adiamento de um mês na decisão sobre um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul será suficiente para atender às condições estabelecidas pela França. Mas admitiu que espera que seja.

A França tem se oposto a assinatura sem que novas salvaguardas para seus agricultores sejam incluídas. O país é hoje o principal foco de resistência ao tratado dentro do bloco europeu.

“Quero dizer aos nossos agricultores, que expressam a posição francesa desde o início, que consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado”, declarou Macron. A afirmação foi feita à imprensa antes de uma das reuniões de cúpula da União Europeia.

🔍 O acordo comercial tem como objetivo reduzir ou eliminar tarifas de importação e exportação entre os dois blocos. Se a proposta for aprovada pelo Conselho Europeu, a assinatura do texto final está prevista para sábado (20), em Foz do Iguaçu, durante a cúpula de chefes de Estado do Mercosul.👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

O presidente francês Emmanuel Macron participa de cúpula de líderes da União Europeia em Bruxelas, Bélgica, em 18 de dezembro de 2025. — Foto: Reuters/Stephanie Lecocq

Nesta quinta (18), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou a líderes do bloco nesta quinta-feira (18) que o acordo com o Mercosul não será assinado neste sábado (20). A informação foi divulgada pelas agências de notícias AFP e Reuters.

Segundo fontes diplomáticas, von der Leyen confirmou, em reunião, que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro, o que levou agentes a recalibrar suas expectativas sobre o futuro do tratado.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

Os debates sobre o texto, negociado há 25 anos, se intensificaram nesta quinta-feira, com o início da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, que segue até esta sexta (19).

🔍 De forma geral, o acordo comercial prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Acordo Mercosul-UE: Conselho Europeu se reúne para aprovar ou barrar a negociação de 25 anosPor que o acordo União Europeia-Mercosul é alvo de tanta disputa no agro?Dono da 4ª maior rede de supermercados da França ameaça boicotar produtos do Mercosul

A chefe do Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anuncia plano de 800 bi de euros da UE contra eventual saída dos EUA da Ucrânia, em 4 de março de 2025. — Foto: Yves Herman/ Reuters

O processo é discutido no Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

O tratado também abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

A expectativa era que, caso o acordo avançasse no Conselho, Ursula von der Leyen viajasse ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo — o que não deve mais ocorrer neste ano.

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Assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia é adiada, dizem agências

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou a líderes do bloco nesta quinta-feira (18) que o acordo com o Mercosul não será assinado neste sábado (20).

Segundo fontes diplomáticas, von der Leyen confirmou, em reunião, que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro, o que levantou dúvidas sobre o futuro do tratado.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

Os debates sobre o texto, negociado há 25 anos, se intensificaram nesta quinta-feira, com o início da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, que segue até esta sexta (19).

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou a líderes do bloco nesta quinta-feira (18) que o acordo com o Mercosul não será assinado neste sábado (20). A informação foi divulgada pelas agências de notícias AFP e Reuters.

Segundo fontes diplomáticas, von der Leyen confirmou, em reunião, que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro, o que levou agentes a recalibrar suas expectativas sobre o futuro do tratado.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola. (leia mais abaixo)

🔍 De forma geral, o acordo comercial prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Os debates sobre o texto, negociado há 25 anos, se intensificaram nesta quinta-feira, com o início da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, que segue até esta sexta (19).

Acordo Mercosul-UE: Conselho Europeu se reúne para aprovar ou barrar a negociação de 25 anosPor que o acordo União Europeia-Mercosul é alvo de tanta disputa no agro?Dono da 4ª maior rede de supermercados da França ameaça boicotar produtos do Mercosul

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem a inclusão de novas salvaguardas para os agricultores franceses. A França é hoje o principal foco de resistência ao tratado dentro do bloco europeu.

“Quero dizer aos nossos agricultores, que expressam a posição francesa desde o início, que consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado”, declarou Macron. A afirmação foi feita à imprensa antes de uma das reuniões de cúpula da União Europeia.

Ele antecipou que a França se oporá a qualquer “tentativa de forçar” a adoção do pacto comercial com o bloco sul-americano.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Merz disse que Alemanha um dos países 'mais bonitos do mundo' e nenhum jornalista queria ficar em Belém — Foto: AFP via Getty

Enquanto a França mantém resistência, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado politicamente no ano passado com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Alemanha, Espanha e países nórdicos avaliam que o tratado pode ajudar a compensar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos europeus e reduzir a dependência em relação à China, ao ampliar o acesso a minerais e novos mercados.

“Se a União Europeia quiser manter credibilidade na política comercial global, decisões precisam ser tomadas agora”, declarou o chanceler alemão.

Já a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que o país pode apoiar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, desde que sejam atendidas as preocupações levantadas pelos agricultores italianos.

“O governo italiano está pronto para assinar o acordo assim que forem dadas as respostas necessárias aos agricultores, o que depende das decisões da Comissão Europeia e pode ser resolvido rapidamente”, declarou.

Pouco antes de a primeira-ministra da Itália se manifestar sobre o acordo, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informou que havia conversado por telefone com Giorgia Meloni.

Segundo Lula, a premiê disse não ser contrária ao tratado, mas relatou enfrentar um “constrangimento político” em razão da pressão de agricultores italianos. Ainda de acordo com o presidente, Meloni afirmou estar confiante de que conseguirá convencer o setor a apoiar o acordo.

“Se a gente tiver paciência de uma semana, de dez dias, de no máximo um mês, a Itália estará junto com o acordo”, afirmou Lula.

Manifestante atira batata em direção à polícia perto do prédio do Parlamento Europeu em Bruxelas; agricultores protestam protesto contra o acordo entre União Europeia e Mercosul — Foto: NICOLAS TUCAT / AFP

Enquanto os governos se reuniam no Conselho Europeu, milhares de agricultores de diferentes países foram a Bruxelas para protestar contra a política agrícola da União Europeia e, em especial, contra o acordo comercial com o Mercosul.

A mobilização reuniu centenas de tratores nas imediações das instituições europeias. Durante o protesto, eles queimaram pneus e lançaram batatas e outros objetos contra a polícia nas proximidades do Parlamento Europeu.

Houve também registro de danos ao prédio Station Europe, localizado na Praça de Luxemburgo, onde uma janela foi quebrada. A polícia interveio para dispersar o ato. Ao menos uma pessoa ficou ferida, segundo informações das autoridades locais.

A chefe do Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anuncia plano de 800 bi de euros da UE contra eventual saída dos EUA da Ucrânia, em 4 de março de 2025. — Foto: Yves Herman/ Reuters

O processo é discutido no Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

O tratado também abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

A expectativa era que, caso o acordo avançasse no Conselho, Ursula von der Leyen viajasse ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo — o que não deve mais ocorrer neste ano.

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Lula diz que premiê da Itália pediu tempo para aprovar acordo UE-Mercosul

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que telefonou nesta quinta-feira (18) para a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que lhe pediu tempo para convencer os agricultores italianos e viabilizar a aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.

Segundo Lula, Meloni afirmou não ser contrária ao acordo, mas disse enfrentar um “constrangimento político” devido à pressão dos agricultores italianos.

A declaração ocorre enquanto os governos dos países da UE se reúnem no Conselho Europeu para deliberar sobre a aprovação do texto.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem novas salvaguardas para seus agricultores.

Já o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que telefonou nesta quinta-feira (18) para a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que lhe pediu tempo para convencer os agricultores italianos e viabilizar a aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.

Segundo Lula, Meloni afirmou não ser contrária ao acordo, mas disse enfrentar um “constrangimento político” devido à pressão dos agricultores italianos.

“Ainda assim, [ela] afirmou estar confiante de que conseguirá convencê-los a aceitar o tratado”, declarou o presidente em entrevista coletiva em Brasília.

"E ela então me pediu, se a gente tiver paciência de uma semana, de dez dias, de no máximo um mês, a Itália estará junto com o acordo. Eu disse para ela que vou colocar o que ela me falou na reunião do Mercosul e vou propor aos companheiros decidir o que querem fazer."

A declaração ocorre enquanto os governos dos países da UE se reúnem no Conselho Europeu para deliberar sobre a aprovação do texto.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem novas salvaguardas para seus agricultores. Por outro lado, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem novas salvaguardas para seus agricultores. Já o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado.

🔍 O acordo comercial tem como objetivo reduzir ou eliminar tarifas de importação e exportação entre os dois blocos. Se a proposta for aprovada pelo Conselho Europeu, a assinatura do texto final está prevista para sábado (20), em Foz do Iguaçu, durante a cúpula de chefes de Estado do Mercosul.

Acordo Mercosul-UE: Conselho Europeu se reúne para aprovar ou barrar a negociação de 25 anosPor que o acordo União Europeia-Mercosul é alvo de tanta disputa no agro?Protesto de agricultores contra acordo UE-Mercosul tem pneus queimados e confronto com a polícia em Bruxelas; veja imagens

Lula durante entrevista no Palácio no Planalto em 18 de dezembro de 2025 — Foto: Adriano Machado/Reuters

Agricultores europeus — sobretudo os franceses — veem o acordo com o Mercosul como um risco, por considerar que produtores da América Latina seguem regras ambientais menos rigorosas.

A França obteve da Comissão Europeia garantias de salvaguardas para os setores mais sensíveis. Para os produtores, porém, essas barreiras são insuficientes.

Nesta terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma série de medidas de proteção e criou um mecanismo para monitorar o impacto do acordo em produtos sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar.

Os trechos abrem espaço para a aplicação de tarifas caso haja desestabilização do mercado no bloco.

Os eurodeputados querem que a Comissão Europeia intervenha se o preço de um produto latino-americano ficar ao menos 5% abaixo do valor da mesma mercadoria na UE e se o volume de importações isentas de tarifas aumentar mais de 5%.

Apesar das salvaguardas, a França deve manter a oposição. Paris pediu o adiamento da assinatura do acordo, que a União Europeia pretende concluir no sábado (20), no Brasil.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Resta saber se a Itália, que apresentou sinais contraditórios nos últimos meses, se alinhará à Comissão ou à posição francesa.

Se o acordo avançar no Conselho, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deve viajar ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo. O tratado foi concluído há um ano, após mais de duas décadas de negociações com o bloco formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 6 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 6 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 2 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 2 minutosSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

Há 4 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 4 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB

Há 3 horas Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

Há 8 horas Economia Rede elétrica ‘Só Jesus Cristo’ evitaria apagões por queda de árvores em SP, diz CEO da Enel

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Alemanha e Espanha pressionam UE para avançar com acordo com Mercosul

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Alemanha e Espanha pressionam a União Europeia a avançar com o acordo de livre comércio com o Mercosul.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam nesta quinta-feira (18) que o bloco dê andamento ao acordo firmado politicamente no ano passado.

Em negociação há cerca de 25 anos, o tratado entrou agora em uma semana decisiva para sua ratificação.

Alemanha, Espanha e países nórdicos avaliam que o tratado pode ajudar a compensar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos europeus e reduzir a dependência em relação à China.

Enquanto a França mantém resistência, Alemanha e Espanha pressionam a União Europeia a avançar com o acordo de livre comércio com o Mercosul.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam nesta quinta-feira (18), na cúpula da UE em Bruxelas, que o bloco avance no acordo firmado politicamente no ano passado com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Em negociação há cerca de 25 anos, o tratado entrou em uma semana decisiva para sua ratificação. Para seus defensores, o acordo é estratégico em um cenário de tensões comerciais globais.

Alemanha, Espanha e países nórdicos avaliam que o tratado pode ajudar a compensar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos europeus e reduzir a dependência em relação à China, ao ampliar o acesso a minerais e novos mercados.

“Este acordo é o primeiro de muitos que precisam acontecer para que a Europa ganhe peso geoeconômico e geopolítico em um momento em que esse papel está sendo questionado por adversários claros, como Putin, ou até mesmo por aliados tradicionais”, afirmou Sánchez.

“Se a União Europeia quiser manter credibilidade na política comercial global, decisões precisam ser tomadas agora”, declarou o chanceler alemão.

Merz disse que Alemanha um dos países 'mais bonitos do mundo' e nenhum jornalista queria ficar em Belém — Foto: AFP via Getty

Acordo Mercosul-UE: Conselho Europeu se reúne para aprovar ou barrar a negociação de 25 anosProtesto de agricultores contra acordo UE-Mercosul tem pneus queimados e confronto com a polícia em Bruxelas; veja imagensDono da 4ª maior rede de supermercados da França ameaça boicotar produtos do Mercosul: 'Shein da concorrência desleal'

Ainda nesta quinta-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem novas salvaguardas para seus agricultores.

"Quero dizer aos nossos agricultores, que manifestam claramente a posição francesa desde o início: consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado", declarou Macron à imprensa antes de uma reunião de cúpula da UE.

Ele antecipou que a França se oporá a qualquer “tentativa de forçar” a adoção do pacto comercial com o bloco sul-americano.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Na terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma série de medidas de proteção e criou um mecanismo para monitorar o impacto do acordo em produtos sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar.

Javier Milei, Luis Lacalle Pou, Ursula von der Leyen, Luiz Inacio Lula da Silva e Santiago Pena durante cúpula do Mercosul, no qual o acordo com a União Europeia foi fechado — Foto: Mariana Greif/Reuters

Com a aprovação das salvaguardas pelo Parlamento Europeu, o processo avança agora para o Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

“França e Polônia seguem abertamente contrárias ao tratado, enquanto Bélgica e Áustria demonstram desconforto. Se a Itália mantiver uma posição favorável, o acordo fica praticamente assegurado dentro da União Europeia”, afirma José Pimenta, diretor de Comércio Internacional na BMJ Consultores Associados.

Nesse contexto, a Itália, com cerca de 59 milhões de habitantes, tornou-se o fiel da balança. Uma eventual rejeição italiana, somada à oposição francesa e polonesa, seria suficiente para barrar o acordo, ao concentrar mais de 35% da população do bloco — percentual capaz de impedir a formação da maioria qualificada exigida no Conselho Europeu.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

Leonardo Munhoz, pesquisador do Centro de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), reforça que o tratado abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

Segundo ele, diversos setores econômicos europeus, como indústria de manufatura, indústria de transformação e alta tecnologia, serviços e até segmentos do próprio agronegócio, têm se mostrado favoráveis ao tratado.

“Países como Alemanha, Espanha e Portugal estão entre os principais defensores da ratificação, por avaliarem que o tratado traz ganhos econômicos importantes e contribui para a diversificação das relações comerciais da UE”, destaca Munhoz.

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 6 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 6 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 2 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 2 minutosSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

Há 4 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 4 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB

Há 3 horas Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

Há 8 horas Economia Rede elétrica ‘Só Jesus Cristo’ evitaria apagões por queda de árvores em SP, diz CEO da Enel

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Macron afirma que acordo UE-Mercosul ‘não pode ser assinado’

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente francês, Emmanuel Macron, advertiu nesta quinta-feira (18) em Bruxelas que seu país não apoiará o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul sem outras salvaguardas para seus agricultores.

A maioria dos agricultores da França vê o acordo com o Mercosul como um risco, por considerar que produtores da América Latina seguem regras ambientais menos rigorosas.

A França obteve da Comissão Europeia garantias de salvaguardas para os setores mais ameaçados. Mas, para os produtores, as barreiras são insuficientes.

Nesta terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma série de medidas de proteção e criou um mecanismo para monitorar o impacto do acordo em produtos sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar.

Os eurodeputados desejam que a Comissão Europeia intervenha se o preço de um produto latino-americano for ao menos 5% inferior ao da mesma mercadoria na UE e se o volume de importações isentas de tarifas aumentar mais de 5%.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira (18), em Bruxelas, que o país não apoiará o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul sem novas salvaguardas para seus agricultores.

"Quero dizer aos nossos agricultores, que manifestam claramente a posição francesa desde o início: consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado", declarou Macron à imprensa antes de uma reunião de cúpula da UE.

Ele afirmou ainda que a França se oporá a qualquer “tentativa de forçar” a adoção do pacto comercial com o bloco sul-americano.

🔍 O acordo comercial tem como objetivo reduzir ou eliminar tarifas de importação e exportação entre os dois blocos. Se a proposta for aprovada pelo Conselho Europeu, a assinatura do texto final está prevista para sábado (20), em Foz do Iguaçu, durante a cúpula de chefes de Estado do Mercosul.

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O presidente francês Emmanuel Macron participa de cúpula de líderes da União Europeia em Bruxelas, Bélgica, em 18 de dezembro de 2025. — Foto: Reuters/Stephanie Lecocq

A maioria dos agricultores franceses vê o acordo com o Mercosul como um risco, por considerar que produtores da América Latina seguem regras ambientais menos rigorosas.

A França obteve da Comissão Europeia garantias de salvaguardas para os setores mais sensíveis. Para os produtores, porém, essas barreiras são insuficientes.

Nesta terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma série de medidas de proteção e criou um mecanismo para monitorar o impacto do acordo em produtos sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar.

Os trechos abrem espaço para a aplicação de tarifas caso haja desestabilização do mercado no bloco.

Os eurodeputados querem que a Comissão Europeia intervenha se o preço de um produto latino-americano ficar ao menos 5% abaixo do valor da mesma mercadoria na UE e se o volume de importações isentas de tarifas aumentar mais de 5%.

Apesar das salvaguardas, a França deve manter a oposição. Paris pediu o adiamento da assinatura do acordo, que a União Europeia pretende concluir no sábado (20), no Brasil.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Resta saber se a Itália, que apresentou sinais contraditórios nos últimos meses, se alinhará à Comissão ou à posição francesa.

Se optar pelo alinhamento com Paris, os dois países formariam uma maioria qualificada de estados-membros, ao lado de Polônia e Hungria, suficiente para bloquear o pacto.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, o presidente da França, Emmanuel Macron, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se reúnem antes do encontro do G7++ durante a cúpula do G20 em Joanesburgo, na África do Sul, em 22 de novembro de 2025. — Foto: HENRY NICHOLLS/Pool via REUTERS

Com a aprovação das salvaguardas pelo Parlamento Europeu, o processo avança agora para o Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

“França e Polônia seguem abertamente contrárias ao tratado, enquanto Bélgica e Áustria demonstram desconforto. Se a Itália mantiver uma posição favorável, o acordo fica praticamente assegurado dentro da UE”, afirma José Pimenta, diretor de Comércio Internacional na BMJ Consultores Associados.

Nesse contexto, a Itália, com cerca de 59 milhões de habitantes, tornou-se o fiel da balança. Uma eventual rejeição italiana, somada à oposição francesa e polonesa, seria suficiente para barrar o acordo, ao concentrar mais de 35% da população do bloco — percentual capaz de impedir a formação da maioria qualificada exigida no Conselho Europeu.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

Leonardo Munhoz, pesquisador do Centro de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), reforça que o tratado abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

Segundo ele, diversos setores econômicos europeus, como indústria de manufatura, indústria de transformação e alta tecnologia, serviços e até segmentos do próprio agronegócio, têm se mostrado favoráveis ao tratado.

“Países como Alemanha, Espanha e Portugal estão entre os principais defensores da ratificação, por avaliarem que o tratado traz ganhos econômicos importantes e contribui para a diversificação das relações comerciais da UE”, destaca Munhoz.

Se o acordo avançar no Conselho, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deve viajar ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo. O tratado foi concluído há um ano, após mais de duas décadas de negociações com o bloco formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após adiamento, Ursula von der Leyen diz que maioria votará pela aprovação do acordo entre Mercosul e UE

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que um número suficiente de Estados-membros da União Europeia apoiará o acordo comercial entre o bloco e o Mercosul para que ele seja aprovado.

Nesta quinta, von der Leyen avisou às autoridades que o acordo com o Mercosul não será mais assinado neste sábado (20).

Segundo fontes diplomáticas, a líder confirmou, em reunião, que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro. Isso levou agentes a recalibrar suas expectativas sobre o futuro do tratado.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou, nesta sexta-feira (19), que um número suficiente de Estados-membros da União Europeia apoiará o acordo comercial entre o bloco e o Mercosul para que ele seja aprovado.

Nesta quinta-feira (18), von der Leyen avisou às autoridades que o acordo com o Mercosul não será mais assinado neste sábado (20). A informação foi divulgada pelas agências de notícias AFP e Reuters.

“Entramos em contato com nossos parceiros do Mercosul e concordamos em adiar ligeiramente a assinatura”, afirmou von der Leyen, acrescentando que estava “confiante” de que há uma maioria suficiente para concluir o acordo, segundo a Reuters.

Segundo fontes, a líder confirmou, em reunião, que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro. Isso levou agentes a recalibrar suas expectativas sobre o futuro do tratado. Mais tarde, nesta sexta, diplomatas informaram à AFP que a assinatura deverá ocorrer no dia 12, no Paraguai.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo. O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

🔍 De forma geral, o acordo comercial prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

Os debates sobre o texto, negociado há 25 anos, se intensificaram nesta quinta-feira, com o início da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, que segue até esta sexta (19).

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O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem a inclusão de novas salvaguardas para os agricultores franceses. A França é hoje o principal foco de resistência ao tratado dentro do bloco europeu.

“Quero dizer aos nossos agricultores, que expressam a posição francesa desde o início, que consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado”, declarou Macron. A afirmação foi feita à imprensa antes de uma das reuniões de cúpula da União Europeia.

Ele antecipou que a França se oporá a qualquer “tentativa de forçar” a adoção do pacto comercial com o bloco sul-americano.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Enquanto a França mantém resistência, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado politicamente no ano passado com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Alemanha, Espanha e países nórdicos avaliam que o tratado pode ajudar a compensar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos europeus e reduzir a dependência em relação à China, ao ampliar o acesso a minerais e novos mercados.

“Se a União Europeia quiser manter credibilidade na política comercial global, decisões precisam ser tomadas agora”, declarou o chanceler alemão.

Já a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que o país pode apoiar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, desde que sejam atendidas as preocupações levantadas pelos agricultores italianos.

“O governo italiano está pronto para assinar o acordo assim que forem dadas as respostas necessárias aos agricultores, o que depende das decisões da Comissão Europeia e pode ser resolvido rapidamente”, declarou.

Pouco antes de a primeira-ministra da Itália se manifestar sobre o acordo, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informou que havia conversado por telefone com Giorgia Meloni.

Segundo Lula, a premiê disse não ser contrária ao tratado, mas relatou enfrentar um “constrangimento político” em razão da pressão de agricultores italianos. Ainda de acordo com o presidente, Meloni afirmou estar confiante de que conseguirá convencer o setor a apoiar o acordo.

“Se a gente tiver paciência de uma semana, de dez dias, de no máximo um mês, a Itália estará junto com o acordo”, afirmou Lula.

Manifestante atira batata em direção à polícia perto do prédio do Parlamento Europeu em Bruxelas; agricultores protestam contra o acordo entre União Europeia e Mercosul — Foto: NICOLAS TUCAT / AFP

Enquanto os governos se reuniam no Conselho Europeu, milhares de agricultores de diferentes países foram a Bruxelas para protestar contra a política agrícola da União Europeia e, em especial, contra o acordo comercial com o Mercosul.

A mobilização reuniu centenas de tratores nas imediações das instituições europeias. Durante o protesto, eles queimaram pneus e lançaram batatas e outros objetos contra a polícia nas proximidades do Parlamento Europeu.

Houve também registro de danos ao prédio Station Europe, localizado na Praça de Luxemburgo, onde uma janela foi quebrada. A polícia interveio para dispersar o ato. Ao menos uma pessoa ficou ferida, segundo informações das autoridades locais.

A chefe do Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anuncia plano de 800 bi de euros da UE contra eventual saída dos EUA da Ucrânia, em 4 de março de 2025. — Foto: Yves Herman/ Reuters

O processo é discutido no Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

O tratado também abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

A expectativa era que, caso o acordo avançasse no Conselho, Ursula von der Leyen viajasse ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo — o que não deve mais ocorrer neste ano.

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O que está por trás do adiamento da assinatura de acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Após quase 25 anos de negociação, parecia que o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia seria, finalmente, assinado.

A Comissão Europeia planejava selar o pacto nesta semana — criando a maior zona de livre comércio do mundo.

O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem a inclusão de novas salvaguardas para os agricultores franceses.

Já a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que o país pode apoiar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, desde que sejam atendidas as preocupações levantadas pelos agricultores italianos.

Após quase 25 anos de negociação, parecia que o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia seria, finalmente, assinado. A Comissão Europeia planejava selar o pacto que cria a maior zona de livre comércio do mundo neste sábado (20).

O plano, no entanto, mudou após a Itália se alinhar à França para exigir um adiamento e buscar maior proteção ao seu setor agrícola, deixando para janeiro o encerramento do processo.

“Entramos em contato com nossos parceiros do Mercosul e concordamos em adiar ligeiramente a assinatura”, afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, acrescentando que estava “confiante” de que há uma maioria suficiente para concluir o acordo, segundo a Reuters.

Segundo fontes, a líder confirmou que a conclusão do acordo foi adiada para janeiro. Isso levou agentes a recalibrar suas expectativas sobre o futuro do tratado. Na sexta-feira (19), diplomatas informaram à AFP que a assinatura deverá ocorrer no dia 12, no Paraguai.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o país não apoiará o acordo comercial sem a inclusão de novas salvaguardas para os agricultores franceses. A França é hoje o principal foco de resistência ao tratado dentro do bloco europeu.

“Quero dizer aos nossos agricultores, que expressam a posição francesa desde o início, que consideramos que as contas não fecham e que este acordo não pode ser assinado”, declarou Macron. A afirmação foi feita à imprensa antes de uma das reuniões de cúpula da União Europeia.

Ele antecipou que a França se oporá a qualquer “tentativa de forçar” a adoção do pacto comercial com o bloco sul-americano.

👉 Entre agricultores franceses, o acordo com o Mercosul é amplamente visto como uma ameaça, diante do receio de concorrência com produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos dos europeus.

Já a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que o país pode apoiar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, desde que sejam atendidas as preocupações levantadas pelos agricultores italianos.

“O governo italiano está pronto para assinar o acordo assim que forem dadas as respostas necessárias aos agricultores, o que depende das decisões da Comissão Europeia e pode ser resolvido rapidamente”, declarou.

Enquanto a França mantém resistência, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, defenderam que o bloco avance no acordo firmado politicamente no ano passado com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Alemanha, Espanha e países nórdicos avaliam que o tratado pode ajudar a compensar os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos europeus e reduzir a dependência em relação à China, ao ampliar o acesso a minerais e novos mercados.

“Se a União Europeia quiser manter credibilidade na política comercial global, decisões precisam ser tomadas agora”, declarou o chanceler alemão.

Acordo Mercosul-UE: Conselho Europeu se reúne para aprovar ou barrar a negociação de 25 anosPor que o acordo União Europeia-Mercosul é alvo de tanta disputa no agro?Dono da 4ª maior rede de supermercados da França ameaça boicotar produtos do Mercosul

O processo é discutido no Conselho Europeu, instância responsável por autorizar formalmente a Comissão Europeia a ratificar o acordo.

Diferentemente do que ocorre no Legislativo, onde basta maioria simples, o Conselho exige maioria qualificada: o apoio de ao menos 15 dos 27 países do bloco, que representem 65% da população da União Europeia.

Embora o debate público esteja concentrado no agronegócio — principal foco da resistência europeia — o acordo entre Mercosul e União Europeia é mais amplo e vai além do comércio de produtos agrícolas.

O tratado também abrange temas como indústria, serviços, investimentos, propriedade intelectual e insumos produtivos, o que ajuda a explicar o apoio de diferentes setores econômicos do bloco europeu.

A expectativa era que, caso o acordo avançasse no Conselho, Ursula von der Leyen viajasse ao Brasil no fim desta semana para ratificá-lo — o que não deve mais ocorrer neste ano.

Pouco antes de a primeira-ministra da Itália se manifestar sobre o acordo, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informou que havia conversado por telefone com Giorgia Meloni.

Segundo Lula, a premiê disse não ser contrária ao tratado, mas relatou enfrentar um “constrangimento político” em razão da pressão de agricultores italianos. Ainda de acordo com o presidente, Meloni afirmou estar confiante de que conseguirá convencer o setor a apoiar o acordo.

“Se a gente tiver paciência de uma semana, de dez dias, de no máximo um mês, a Itália estará junto com o acordo”, afirmou Lula.

A chefe do Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, anuncia plano de 800 bi de euros da UE contra eventual saída dos EUA da Ucrânia, em 4 de março de 2025. — Foto: Yves Herman/ Reuters

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

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Cofundador da Oracle oferece garantia de US$ 40,4 bi em oferta da Paramount à Warner

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia Negócios Cofundador da Oracle oferece garantia de US$ 40,4 bi em oferta da Paramount à Warner A garantia tem como objetivo afastar as dúvidas do conselho da Warner sobre a segurança do financiamento do negócio e a falta, até então, de um comprometimento mais amplo da família de Larry Ellison. Por Redação g1 — São Paulo

O cofundador da Oracle, Larry Ellison, decidiu entrar pessoalmente na disputa pela Warner Bros. Discovery.

Ele vai oferecer uma garantia individual de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra de US$ 108,4 bilhões, integralmente em dinheiro, apresentada pela Paramount.

A informação consta em um documento regulatório divulgado nesta segunda-feira (22). E, na prática, a garantia funciona como um compromisso formal de Ellison de cobrir eventuais falhas no financiamento do negócio.

Isso porque, ao usar seu próprio patrimônio como respaldo, o empresário busca dar mais segurança à operação e afastar o risco de que a compra fique sem recursos suficientes para ser concluída.

Esses pontos vinham pesando contra a oferta e ajudaram a fortalecer a preferência da empresa por uma alternativa apresentada pela Netflix.

O cofundador da Oracle, Larry Ellison, decidiu entrar pessoalmente na disputa pela Warner Bros. Discovery.

Ele vai oferecer uma garantia individual de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra de US$ 108,4 bilhões, integralmente em dinheiro, apresentada pela Paramount Skydance.

A informação consta em um documento regulatório divulgado nesta segunda-feira (22). E, na prática, a garantia funciona como um compromisso formal de Ellison de cobrir eventuais falhas no financiamento do negócio.

Isso porque, ao usar seu próprio patrimônio como respaldo, o empresário busca dar mais segurança à operação e afastar o risco de que a compra fique sem recursos suficientes para ser concluída.

👉 O movimento mira diretamente uma das principais preocupações do conselho da Warner: a solidez financeira da proposta da Paramount e a ausência, até então, de um envolvimento mais amplo da família Ellison no negócio. 👉 Larry Ellison, cofundador da Oracle, é peça-chave na disputa pela Warner porque financia a Skydance, ligada à Paramount. Embora não participe da gestão da Paramount, o seu respaldo pessoal fortalece a posição frente à Netflix.

Esses pontos vinham pesando contra a oferta e ajudaram a fortalecer a preferência da empresa por uma alternativa apresentada pela Netflix.

Apesar do reforço no financiamento, a Paramount afirmou que os termos oferecidos aos acionistas da Warner permanecem inalterados.

A proposta segue prevendo o pagamento de US$ 30 por ação, integralmente em dinheiro — valor superior ao oferecido pela Netflix por ação, embora sustentado por uma estrutura financeira mais complexa.

Dias antes da divulgação da garantia de Ellison, o conselho da Warner Bros. Discovery havia recomendado formalmente que seus acionistas rejeitassem a proposta da Paramount.

A diretoria classificou a oferta como inferior à fusão já acordada com a Netflix, reforçando sua preferência pelo acordo com a gigante do streaming.

Na avaliação do conselho, a proposta da Netflix apresenta menos incertezas. O acordo, considerado vinculante, combina pagamento majoritariamente em dinheiro com compromissos de dívida já definidos, sem necessidade de levantar novos recursos no mercado.

Além disso, a diretoria da Warner destacou que a parceria com a Netflix ampliaria o alcance global de seus conteúdos e traria ganhos de longo prazo, tanto para consumidores quanto para a comunidade criativa ligada aos estúdios.

O acordo anunciado pela Netflix avalia a Warner Bros. Discovery em cerca de US$ 82,7 bilhões. Desse total, aproximadamente US$ 72 bilhões seriam pagos diretamente aos acionistas, enquanto o restante corresponde à assunção das dívidas da empresa.

Se concluída, a operação permitiria à Netflix reduzir sua dependência de estúdios externos, fortalecer sua produção própria e acelerar sua expansão para novas frentes de negócio, como games, eventos ao vivo e serviços adicionais ao consumidor.

Outro ponto que chamou atenção no mercado foi o compromisso, incluído na proposta, de manter os lançamentos de filmes da Warner nos cinemas — uma mudança relevante para uma empresa que historicamente prioriza o streaming em detrimento das salas de exibição.

A entrada da Paramount na disputa ocorreu poucos dias após o anúncio do acordo entre Warner e Netflix. A empresa apresentou uma oferta considerada hostil, ao tentar assumir o controle da Warner mesmo diante da recomendação contrária do conselho.

Embora o valor por ação oferecido pela Paramount seja mais alto, o pacote total da transação — que inclui a compra e a assunção das dívidas — chega a US$ 108,4 bilhões, exigindo uma estrutura de financiamento mais robusta.

A garantia pessoal de Larry Ellison surge como uma tentativa de responder a essas preocupações. Pelos termos revisados, o empresário também se comprometeu a não retirar recursos do fundo da família nem transferir seus ativos enquanto a transação estiver em análise, o que busca evitar qualquer fragilidade adicional durante o processo.

A batalha pela Warner Bros. Discovery vai além do valor financeiro. Quem vencer a disputa passará a controlar um dos catálogos mais valiosos de Hollywood, que inclui clássicos do cinema, franquias de sucesso e produções da HBO, além do serviço HBO Max.

Em um mercado cada vez mais competitivo, no qual o conteúdo é o principal diferencial para atrair e reter assinantes, esse acervo representa uma vantagem estratégica relevante na chamada “guerra do streaming”.

Analistas de mercado avaliam que a Paramount ainda enfrenta fragilidades financeiras e tenta, com o reforço no financiamento, evitar ficar fora dessa consolidação do setor.

Embora a garantia de Ellison seja vista como um avanço importante, persistem dúvidas sobre se ela será suficiente para convencer o conselho da Warner a mudar de posição.

Logotipo da Warner Bros. no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions em Cannes — Foto: REUTERS/Eric Gaillard/Foto de Arquivo

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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Há 2 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 2 minutosSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

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Discussão ‘complexa’ sobre desconto a aposentados da Petrobras paira sobre greve dos petroleiros

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia Negócios Discussão 'complexa' sobre desconto a aposentados da Petrobras paira sobre greve dos petroleiros Além do impasse sobre o desconto em folha, sindicatos pressionam por mudanças no acordo coletivo da Petrobras, que propôs 0,5% de ganho real, ante os 3% reivindicados pelos petroleiros, além de outras pautas da categoria. Por Reuters

Sindicatos de trabalhadores da Petrobras querem há anos reduzir ou eliminar descontos extras nas folhas e colocaram o tema como central no movimento.

A tentativa de resolver de uma vez por todas a situação, mesmo às vésperas do final do ano por meio da greve, deve-se a temores relacionados ao processo eleitoral em 2026, que poderia atrapalhar os avanços obtidos até agora nas negociações do tema.

Os valores totais envolvidos não são divulgados oficialmente pelos sindicalistas ou pela empresa, mas há indicações de que podem ser bilionários.

A administração da Petrobras está buscando alternativas, juntamente com sindicatos e o fundo de pensão Petros, mas as discussões se arrastam considerando as dezenas de milhares de pessoas que sofrem descontos na folha desde 2018.

Uma disputa que envolve cerca de 50 mil aposentados e pensionistas da Petrobras sobre descontos de até 20% na folha de pagamento paira sobre a greve dos petroleiros da estatal que completa uma semana nesta segunda-feira (22), sinalizando riscos de alongamento do movimento grevista diante de uma questão "complexa" na pauta de negociações, disseram sindicalistas e executivos da companhia.

Sindicatos de trabalhadores da Petrobras querem há anos reduzir ou eliminar descontos extras nas folhas e colocaram o tema como central no movimento.

Mas a tentativa de resolver de uma vez por todas a situação, mesmo às vésperas do final do ano por meio da greve, deve-se a temores relacionados ao processo eleitoral em 2026, que poderia atrapalhar os avanços obtidos até agora nas negociações do tema.

Os valores totais envolvidos não são divulgados oficialmente pelos sindicalistas ou pela empresa, mas há indicações de que podem ser bilionários.

"Não é uma solução simples, não é uma solução barata… estamos falando de alguns bilhões de reais", afirmou uma fonte da empresa, na condição de anonimato para falar livremente sobre o assunto.

A administração da Petrobras está buscando alternativas, juntamente com sindicatos e o fundo de pensão Petros, mas as discussões se arrastam considerando as dezenas de milhares de pessoas que sofrem descontos na folha desde 2018.

A fonte acrescentou que não seria possível para a Petrobras apresentar uma solução efetiva para os descontos, neste momento, embora tenha admitido que a empresa pode dar aos petroleiros "um sinal do esforço" que vem sendo realizado para resolver a questão.

Paulo César Martin, diretor de seguridade da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que reúne 13 sindicatos, concordou que o tema tem potencial de prolongar a greve.

O temor dos petroleiros, segundo ele, é de que o processo das eleições presidenciais em 2026 jogue por terra os avanços alcançados em negociações com a estatal sobre o tema nos últimos dois anos e meio.

"Quando entrar no período eleitoral, quem está na cadeira não sabe se vai continuar… Começa a ter dificuldade de interlocução com a diretoria, com o governo, se for o caso, então tudo fica mais difícil", afirmou Martin, que também é diretor do Sindipetro Bahia.

Greve dos petroleiros provoca paralisação parcial na Revap, em São José — Foto: Pedro Melo/TV Vanguarda

👉 A greve teve a adesão de todas as plataformas de petróleo próprias da Petrobras em operação nas bacias de Santos e Campos, além de alcançar refinarias, termelétricas, usinas de biodiesel, campos de produção terrestre, unidades de tratamento e compressão de gás, dentre outros pontos, segundo sindicatos.

A Petrobras afirma que tem evitado impacto nas operações e no abastecimento com a atuação de equipes de contingência.

Além da questão do desconto em folha, os sindicatos também pressionam por melhorias na proposta de acordo coletivo de trabalho feita pela Petrobras, que ofereceu 0,5% de ganho real, contra os 3% defendidos pelos petroleiros, além de outras demandas da categoria.

Dentre os principais pontos, os sindicatos demandam que a Petrobras ofereça garantia de que será possível reduzir substancialmente descontos extras nas folhas de pagamentos de aposentados e pensionistas envolvidos nos Planos de Equacionamento do Déficit (PEDs), que ocorrem desde 2018, decorrentes de problemas de gestão dos fundos de décadas atrás.

Atualmente, participantes de dois dos maiores planos da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) pagam em torno de 15% a 20% de contribuição extraordinária para os equacionamentos, que contam também com contribuição da Petrobras, seguindo a paridade contributiva.

Ambos os planos reúnem juntos cerca de 52,3 mil participantes, dos quais 49,7 mil são assistidos (aposentados e pensionistas) e 2,5 mil são ativos.

O coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e diretor da FUP, Sérgio Borges, afirmou que os descontos provocados pelos PEDs impactam principalmente os aposentados e pensionistas da Petrobras "gerando um prejuízo para essas pessoas que dedicaram a vida de trabalho à Petrobras".

Procurada, a Petrobras disse que mantém diálogo aberto com as entidades sindicais sobre os PEDs e que a busca de uma solução para o tema está sendo conduzida por uma comissão multidisciplinar, que inclui entidades representativas dos participantes.

A empresa, porém, não informou se haveria um cálculo de quanto teria de ser desembolsado para resolver o problema.

Já a Petros afirmou que "é sensível ao impacto do equacionamento dos planos PPSP-R e PPSP-NR na vida dos participantes, e trata o assunto com prioridade". Também mencionou que fornece suporte técnico, com assessoramento e apresentação de estudos necessários à comissão que endereça o tema.

No foco da paralisação, os sindicalistas querem que a Petrobras apresente uma carta de compromisso que trará a possibilidade desses funcionários passarem a receber pelo menos 95% do benefício líquido que eles recebiam antes de passarem a valer os descontos.

"A gente queria uma garantia da empresa com relação a esse compromisso porque a gente não sabe o que vai acontecer no ano que vem", disse Martin, da FUP, que também foi conselheiro eleito da Petros por quatro mandatos.

Martin explicou que, para solucionar o problema, a Constituição impede que a Petrobras simplesmente cubra o déficit, cujo valor não foi divulgado pela empresa, sindicatos e Petros.

Dessa forma, a solução encontrada seria a criação de um novo plano, para que os integrantes possam migrar, e a aprovação de um acordo judicial, que encerraria ações dos sindicatos contra a Petrobras relacionadas ao tema e que custearia a migração dos beneficiários.

A proposta de acordo a ser feita pela Petrobras, além de precisar ser aceita pelos sindicalistas, ainda teria de ser aprovada em órgãos de controle.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alphabet anuncia compra de desenvolvedora de energia limpa por US$ 4,75 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Alphabet, controladora do Google, anunciou nesta segunda-feira (22) a compra da desenvolvedora de energia limpa Intersect por US$ 4,75 bilhões em dinheiro — assumindo também suas dívidas.

A transação ocorre em um momento em que grandes empresas de tecnologia destinam bilhões para ampliar a capacidade de computação e energia necessárias ao avanço da inteligência artificial.

As grandes companhias de tecnologia vêm ampliando os aportes em projetos de energia, enquanto as redes elétricas dos Estados Unidos enfrentam dificuldades para acompanhar a crescente demanda por eletricidade impulsionada pela IA generativa, em meio a uma corrida para explorar o potencial dessa tecnologia em rápida expansão.

Pelo acordo, a controladora do Google assumirá os projetos de energia e data centers da Intersect que estão em fase de desenvolvimento ou construção.

A empresa possui US$ 15 bilhões em ativos, somando projetos já em operação e outros em construção. Até 2028, a expectativa é que os empreendimentos da Intersect, com capacidade de cerca de 10,8 gigawatts, estejam ativos ou em desenvolvimento. Esse volume equivale a mais de 20 vezes a energia gerada pela Usina Hidrelétrica Hoover, no sudoeste dos EUA.

A aquisição reforça a estratégia da Alphabet de ampliar investimentos e parcerias no setor de energia. No início deste mês, a companhia de serviços públicos NextEra anunciou a expansão de sua parceria com o Google Cloud para desenvolver novas fontes de energia voltadas às operações nos EUA.

O Google, em parceria com a TPG Rise Climate, apoiou a Intersect em uma rodada de financiamento de mais de US$ 800 milhões realizada em dezembro passado.

O anúncio também trouxe planos para criar parques industriais destinados a abrigar gigawatts de capacidade de data centers, instalados próximos a novas usinas de energia limpa.

As operações da Intersect continuarão independentes da Alphabet. Os ativos já em funcionamento no Texas e os projetos em operação ou desenvolvimento na Califórnia ficarão fora da aquisição e seguirão como uma empresa autônoma, com o suporte dos investidores atuais, informou a Alphabet.

Entre os projetos no Texas está o Quantum, um sistema de armazenamento de energia limpa em construção ao lado de um complexo de data centers do Google.

A Intersect também pretende adotar novas tecnologias para ampliar e diversificar o fornecimento de energia, enquanto apoia os investimentos do Google em data centers nos Estados Unidos, informou a Alphabet.

Logotipo do Google em uma instalação de pesquisa da empresa em Mountain View, Califórnia. — Foto: Reuters

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