RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 16:02

Piracicaba e Região Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil Análises dos preços são feitas diariamente pela equipe desde 1996, por meio de ligações às cooperativas. Por André Luís Rosa, EPTV e g1 Piracicaba e Região

O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e é a principal referência do Brasil no comércio do café.

O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do grão.

O indicador de norteia todo o comércio de café do Brasil, e inclusive, impacta o preço que vai chegar às prateleiras.

Companheiro da manhã, do fim da tarde e dos dias tumultuados do trabalho, o café faz parte do dia a dia dos brasileiros. O consumo indispensável traz outra preocupação tanto para quem compra no mercado quanto para quem movimenta milhões com o grão: o preço.

☕No Dia Mundial do Café, celebrado nesta terça-feira (14), a EPTV foi conhecer de perto como é apurado o preço comercial do café do indicador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), a principal referência do Brasil no comércio do grão.

As análises dos preços são feitas diariamente pela equipe da USP em Piracicaba (SP). Victor Hugo Abreu, analista de café do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), inicia o dia ligando para cooperativas de café de todo o País.

🔍 O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e as atualizações são diárias, com três parciais sendo publicadas ao longo do dia. De acordo com os analistas, o mercado é dinâmico e a variação de valores depende de fatores múltiplos.

Entenda o levantamento: O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do café, ou seja, o valor da saca vendida pelos produtores às cooperativas.

O valor indicado norteia todo o comércio de café do País e impacta diretamente a exportação do grão, bem como o preço que vai chegar às prateleiras.

Por que o preço do café robusta sempre foi menor?Dia Mundial do Café: teste seus conhecimentos sobre a bebida queridinha dos brasileiros USP analisa como mercado interno reage após abrir 2026 com negociações restritasProjeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP

Os pesquisadores de Piracicaba fazem a cotação ligando para as cooperativas que compram os cafés dos produtores e repassam para as empresas que fazem a moagem e torra do café.

"O mercado é muito dinâmico. Então, as oscilações acontecem muitas vezes no próprio decorrer do dia. O cenário cambial impacta bastante a condição de preço, então, se o mercado abre em uma condição de câmbio e fecha em outra condição, no decorrer do mesmo dia, a gente consegue ter alguma mudança em termos de precificação", reiterou o analista.

O trabalho de Vitor começa cedo: ele liga perguntando para as cooperativas o preço dos cafés tipos 6, 7, 8 e o Arábica Rio. Segundo o analista, é uma conversa bem simples, clara e direta. "Eu pergunto se sabem dizer também por que teve essa alteração e peço o preço", relatou.

Cedo, por causa do horário de Londres, quatro horas à frente do horário de Brasília;À tarde, por causa da bolsa de Nova Iorque, que funciona no fuso horário uma hora atrás do horário brasileiro.

"As negociações acontecem basicamente utilizando a referência da bolsa de Nova Iorque. Essa é a referência para os mercados e nós aqui conseguimos trazer uma referência dos fechamentos para o mercado interno. Então isso ajuda todo mundo na tomada de decisão", explicou.

Desde que o acompanhamento dos preços do café começou, a maior alta foi no início de 2025, quando a saca de 60 kg atingiu o recorde de R$ 2.769. O primeiro trimestre do ano passado foi, inclusive, o período de maior alta no café. A média da safra ficou em R$ 2,5 mil.

Neste ano, já houve uma redução, e a média entre janeiro e março ficou em R$ 1,7 mil. O menor valor registrado foi em 2002, com R$ 500 a saca.

☕ Para quem gosta de café, a projeção para o segundo semestre deste ano é animadora. Em julho começa a colheita e existe a possibilidade de o valor cair.

"O Brasil é o principal produtor de café e deve colher uma boa safra este ano. Os dados da Conab, por exemplo, indicam para uma safra recorde. E essa safra recorde com certeza vai favorecer que você tenha um aumento de oferta. Então é bem provável agora que, com a entrada da nova safra, os preços sofram uma certa pressão", explicou.

Há 1 hora Política Texto propõe indiciamento de PGR, Toffoli, Moraes e Gilmar MendesHá 1 horaCPI tem troca de integrantes antes da votação de relatórioHá 1 horaGilmar diz que CPI comete excessos que podem configurar abuso de autoridade

Há 14 minutos Política Relator, Alessandro Vieira rebate críticas e cita ‘sabotagem’Há 14 minutosTexto final também prevê indiciamento de Paulo GonetHá 14 minutosEx-deputado condenadoEUA divulgam foto de Ramagem após prisão pelo serviço de imigração

Há 2 horas Política Esposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de RamagemHá 2 horasJornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 2 horasRamagem está em cela separada e pode ser transferido, diz polícia dos EUA

Há 41 minutos Mundo Brasil prepara relatório para tentar acelerar deportaçãoHá 41 minutosDe goleiro a mulher de sertanejo: quem já passou pelo centro de detençãoHá 41 minutosAcusado de coaçãoEduardo Bolsonaro falta a interrogatório marcado pelo STF

Há 3 minutos Política Estreito de OrmuzEUA dizem que nenhum navio furou bloqueio; embarcações chinesas fazem retorno

Há 4 horas Mundo Trump prevê nova rodada de negociações com Irã nos próximos dias Há 4 horasLíbano e Israel se reúnem nos EUA para discutir cessar-fogoHá 4 horasQuase meio milhão de beneficiadosEspanha aprova regularização em massa de imigrantes sem documentos

Há 10 minutos Mundo Dados da ReceitaMaster e Vorcaro aplicaram R$ 12,2 bilhões em fundos de investimento

Há 5 horas Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 5 horasCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Caso ela diga não’: trend brasileira que promove violência contra mulheres escandaliza imprensa francesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 14:48

Tecnologia ‘Caso ela diga não’: trend brasileira que promove violência contra mulheres escandaliza imprensa francesa A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios. Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo. Por RFI

A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios.

Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo.

Le Parisien lembra a tentativa de feminicídio da qual foi alvo Alana Anisio Rosa, de 20 anos, em São Gonçalo (RJ), em fevereiro.

A matéria destaca que a mãe de Alana, Jaderluce Anisio de Oliveira, afirmou que o rapaz se inspirou em vídeos que consultava no TikTok mostrando homens atacando manequins e bonecos de treino, sob o slogan “treinando caso ela diga não”.

Montagem mostra exemplos de vídeos da trend “treinando caso ela diga não”, em que criadores simulam reações violentas após rejeição a pedidos de namoro ou casamento. — Foto: Reprodução/TikTok

A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios. Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo.

“No Brasil, vídeos que promovem violência contra mulheres se tornaram virais no TikTok”, diz uma matéria publicada na segunda-feira (13) no site do jornal Le Parisien. O diário descreve “homens treinando e esfaqueando bonecos de treino”, um tipo de conteúdo “cada vez mais violento, descomplexado e acessível”, reitera.

LEIA MAIS: Vídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a escalada de violência e recorde de feminicídios

Le Parisien lembra a tentativa de feminicídio da qual foi alvo Alana Anisio Rosa, de 20 anos, em São Gonçalo (RJ), em fevereiro. Ela recebeu dezenas de facadas e foi espancada por ter recusado os avanços de um homem que lhe oferecia flores e presentes. A jovem sobreviveu, mas precisou ser colocada em coma induzido e levou semanas para se recuperar após ser submetida a várias cirurgias.

A matéria destaca que a mãe de Alana, Jaderluce Anisio de Oliveira, afirmou que o rapaz se inspirou em vídeos que consultava no TikTok mostrando homens atacando manequins e bonecos de treino, sob o slogan “treinando caso ela diga não”.

O site do jornal 20 Minutes indica que muitos desses vídeos foram visualizados milhares de vezes. Segundo a matéria, esse tipo de publicação pode ter um impacto sobre o aumento das violências contra as mulheres no Brasil. No ano passado, o país registrou 1.586 feminicídios.

O site do canal de TV France 24 lembra de dois casos chocantes que ocorreram recentemente no Brasil. Em janeiro, um dos participantes de um estupro coletivo de uma garota de 17 anos no Rio se entregou à polícia usando uma camiseta com os dizeres em inglês “Regret Nothing” (não se arrepender de nada), expressão famosa entre influenciadores masculinistas.

Dois meses depois, o assassinato da policial Gisele Alves Santana, de 32 anos, chocou o Brasil. O marido dela, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi acusado do crime. A France 24 destaca que em trocas de mensagens do casal divulgadas pela imprensa brasileira, ele se descreve como um “macho alfa” e exige que ela seja uma “fêmea beta, obediente e submissa”.

Em sua crônica diária na rádio France Inter, a jornalista Mathilde Serrell evoca a série de TV “Adolescência”, lançada há um ano e com sucesso mundial, que trata da história de um menino de 13 anos que cometeu um feminicídio por ter sido rejeitado por uma colega.

Serrell também conta aos ouvintes sobre a trend “treinando caso ela diga não”: “vídeos que ficam rodando sem parar nas redes sociais” de homens “que espancam, esfaqueiam, atiram contra manequins” que representam mulheres que rejeitam suas investidas.

A jornalista, que afirma contar a história de Alana “com o coração pesado”, diz esperar que a repercussão da tentativa de feminicídio vivida pela jovem incite o Brasil e vários países a modificarem suas leis para lutar contra a misoginia.  

A plataforma francesa Brut também dá espaço à mobilização contrária que responde ao movimento “treinando caso ela diga não”. Nas redes sociais, muitos internautas postam vídeos sobre como reagir quando homens têm suas investidas rejeitadas. “Se uma mulher disser não, a melhor resposta possível é respeito”, afirma um jovem em um dos vídeos.

Nos comentários da publicação, seguidores do Brut também questionam a demora das autoridades em identificar e penalizar os autores dos vídeos que estimulam as agressões contra as mulheres. “Eles mesmos se filmam e não se escondem”, aponta uma internauta. “Estamos todos de acordo que este tipo de conteúdo é uma prova de premeditação?” diz um outro comentário.

Alguns internautas ainda lembram sobre o atual debate do PL da Misoginia no Brasil. O texto, que tramita na Câmara de Deputados, enfrenta resistência de grupos conservadores que tentam descaracterizar ou esvaziar a proposta.

Há 1 hora Política Relator, Alessandro Vieira rebate críticas e cita ‘sabotagem’Há 1 horaTexto final também prevê indiciamento de Paulo GonetHá 1 horaEx-deputado condenadoEUA divulgam foto de Ramagem após prisão pelo serviço de imigração

Há 54 minutos Política Esposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de RamagemHá 54 minutosJornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 54 minutosEstreito de OrmuzEUA dizem que nenhum navio furou bloqueio; embarcações chinesas fazem retorno

Há 2 horas Mundo Trump prevê nova rodada de negociações com Irã nos próximos dias Há 2 horasLíbano e Israel se reúnem nos EUA para discutir cessar-fogoHá 2 horasEconomia mundialCom guerra, FMI reduz projeção de crescimento global

Há 2 horas Economia Bloqueio de Ormuz pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 2 horasDados da ReceitaMaster e Vorcaro aplicaram R$ 12,2 bilhões em fundos de investimento

Há 4 horas Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 4 horasCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 3 horas Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 3 horasGastronomiaQuanto custa comer nos primeiros restaurantes do Brasil com 3 estrelas Michelin

Há 1 hora Turismo e Viagem ‘Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FBI faz operação em casa de suspeito de atacar residência do CEO da OpenAI com coquetel molotov

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 12:44

Tecnologia FBI faz operação em casa de suspeito de atacar residência do CEO da OpenAI com coquetel molotov Ataque aconteceu na casa de Sam Altman em São Francisco, nos Estados Unidos na última sexta-feira (10). Suspeito foi preso. Por Redação g1

O FBI realiza, nesta terça-feira (14), uma operação na casa do suspeito de atacar aum imóvel do CEO do OpenAI, Sam Altman, com um coquetel molotov.

A operação ocorre na residência do suspeito no estado do Texas, segundo o diretor do FBI, Kash Patel.

Na última sexta-feira (10), quando ocorreu o ataque, o suspeito, um homem de 20 anos, foi preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco.

Não houve feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.

O FBI realiza, nesta terça-feira (14), uma operação na casa do suspeito de atacar aum imóvel do CEO do OpenAI, Sam Altman, com um coquetel molotov.

A operação ocorre na residência do suspeito no estado do Texas, segundo o diretor do FBI, Kash Patel.

"Agradeço aos nossos agentes, analistas de inteligência e parceiros pelo trabalho rápido neste caso durante o fim de semana. Investigação em andamento", disse na publicação em que confirma a operação.

Na última sexta-feira (10), quando ocorreu o ataque, Daniel Moreno-Gama, de 20 anos, foi preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco.

Não houve feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.

"Hoje de manhã, alguém atirou um coquetel molotov na casa de Sam Altman e também fez ameaças à nossa sede em São Francisco. Felizmente, ninguém ficou ferido", diz o comunicado da empresa.

A polícia afirmou que o homem arremessou um "dispositivo destrutivo incendiário" contra a casa, o que causou um incêndio em um portão externo.

Cerca de uma hora depois, agentes atenderam a outra ocorrência em um estabelecimento comercial na região envolvendo um homem que ameaçava incendiar o prédio.

"Quando os policiais chegaram ao local, reconheceram o homem como o mesmo suspeito do incidente anterior e o detiveram imediatamente", afirmou a polícia, em comunicado.

Há 19 minutos Economia Investigação no SenadoRelatório final de CPI pede indiciamento de 3 ministros do STF e PGR

Há 5 horas Política Texto precisa ser votado; sessão é adiada e começará às 14hHá 5 horasVALDO: relatório faz enfrentamento a ministros e recebe críticas no STFHá 5 horasCPI recebeu 4 anos de declarações de IR do Master e não concluiu análiseHá 5 horasDados da ReceitaMaster e Vorcaro aplicaram R$ 12,2 bilhões em fundos de investimento

Há 2 horas Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 2 horasCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 2 horas Política Detido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 7 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 7 horasEsposa de Ramagem é advogada e procuradora de RR: veja perfilHá 7 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: quando é hora de comprar?

Há 1 hora Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 1 hora’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 2 horas Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 2 horasExclusivo do FantásticoCaco Barcellos mostra Irã na noite em que Trump ameaçou ‘fim da civilização’

Há 8 horas Fantástico Clima pesado: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 8 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo amplia fiscalização sobre distribuidoras de combustíveis que tenham subsídios e muda valores do Gás do Povo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%Oferecido por

O governo anunciou nesta terça-feira (14) novas medidas para tentar conter o aumento dos combustíveis e do gás de cozinha e, consequentemente, limitar o efeito dos preços na inflação do país.

Em março, a inflação oficial do país já veio acima das expectativas do mercado financeiro principalmente pelo impacto da alta dos combustíveis.

E, para o acumulado de 2026, os analistas dos bancos passaram a prever estouro da meta de inflação.

aumento de fiscalização sobre as distribuidoras de combustíveis beneficiadas com subsídios para o óleo diesel;mudança dos chamados "preços de referência" do programa Gás do Povo.

A orientação do governo é que as distribuidoras publiquem suas margens de lucro bruta por produto, de forma semanal, para que o governo possa ter um acompanhamento para garantir o repasse do benefício aos pontos de revenda e à população.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também poderá pedir mais informações pra conferir os cálculos.

"A regra de transparência de preços que precisa ser praticada sob pena de vedação de aquisição dos combustíveis subvencionados. Se adquirirem, precisam dar transparência a sua margem de lucro. Medida crucial para que esse regime de abastecimento siga reduzindo preços de combustíveis. Para que nenhum agente econômico se beneficie da redução de preços", disse o ministro do Planejamento, Bruno Moretii.

No caso do programa Gás do Povo, por meio do qual o governo oferece gratuitamente a recarga do botijão de GLP (13 kg) em revendas credenciadas para mais de 15 milhões de famílias, haverá um reajuste nos preços de referência.

Isso custará R$ 300 milhões neste ano, e terá como objetivo manter a adesão das empresas e permitir que outras ingressem no programa.

Essas medidas se somam a outras já anunciadas anteriormente, como redução de impostos federais, subsídio ao diesel, fechou um acordo com a maior parte dos estados para uma ajuda financeira aos importadores do combustível e, mais recentemente, medidas para o gás de cozinha e querosene da aviação.

⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

⛽Também foram anunciadas pelo governo brasileiro linhas de crédito aos setores afetados e fiscalização para evitar abusos nos preços dos combustíveis.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, informou que será regulamentada, "em breve", a subvenção aos produtores nacionais e importadores de diesel, além da forma como será feita adesão dos estados ao subsídio para o produto. Também será regulamentada a forma como será dado subsídio ao GLP (gás de cozinha).

As ações para conter a disparada dos combustíveis, e sua repercussão na economia e na inflação, surgem em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de cerca de 30% do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos. O Brasil também importa parte da querosene de aviação consumida internamente.

Há 19 minutos Economia Investigação no SenadoRelatório final de CPI pede indiciamento de 3 ministros do STF e PGR

Há 5 horas Política Texto precisa ser votado; sessão é adiada e começará às 14hHá 5 horasVALDO: relatório faz enfrentamento a ministros e recebe críticas no STFHá 5 horasCPI recebeu 4 anos de declarações de IR do Master e não concluiu análiseHá 5 horasDados da ReceitaMaster e Vorcaro aplicaram R$ 12,2 bilhões em fundos de investimento

Há 2 horas Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 2 horasCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 2 horas Política Detido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 7 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 7 horasEsposa de Ramagem é advogada e procuradora de RR: veja perfilHá 7 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: quando é hora de comprar?

Há 1 hora Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 1 hora’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 2 horas Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 2 horasExclusivo do FantásticoCaco Barcellos mostra Irã na noite em que Trump ameaçou ‘fim da civilização’

Há 8 horas Fantástico Clima pesado: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 8 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência Ações das empresas valorizaram após a divulgação sobre a conversa. Especialistas apontam obstáculos regulatórios e preocupações com concorrência e tarifas. Por Reuters

Avião da American Airlines, ao fundo, e modelo da United Airlines em aeroporto em Arlington, na Virgínia (EUA) — Foto: REUTERS/Joshua Roberts

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, sugeriu uma possível fusão da companhia com a American Airlines em uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, no final de fevereiro, segundo a agência Reuters, citando duas pessoas com conhecimento sobre o tema.

O acordo criaria um gigante do setor aéreo americano e atrairia fiscalização de reguladores, sindicatos e defensores dos consumidores, com receio de tarifas mais altas e redução da concorrência.

De acordo com a reportagem, no entanto, autoridades do setor informaram que um eventual acordo entre as duas companhias enfrentaria uma série de barreiras antitruste.

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

O CEO da United mencionou a Trump a ideia da fusão durante uma reunião na Casa Branca em 25 de fevereiro, focada no futuro do Aeroporto Internacional Washington Dulles, três dias antes do início do conflito entre Irã e Estados Unidos, disseram fontes à Reuters.

Empresas estrangeiras respondem pela maioria da capacidade de assentos em voos de longa distância que têm os EUA como origem e destino, apesar de cidadãos americanos representarem a maioria desses viajantes.

Autoridades do setor e especialistas em antitruste disseram que qualquer tentativa de obter aprovação enfrentaria grandes obstáculos, citando preocupações com concorrência, tarifas mais altas, perda de empregos e sobreposição significativa de rotas em um mercado aéreo dos EUA já dominado por quatro grandes companhias.

United e American não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre as implicações antitruste da possível fusão.

Desde que a guerra entre EUA e Israel com o Irã começou, no final de fevereiro, as ações de ambas as companhias caíram, já que o conflito elevou fortemente os preços do combustível de aviação, com a American em queda de 14,1% e a United, de 10,4%.

Companhias aéreas e executivos do setor alertaram que um período prolongado de custos elevados de combustível pode remodelar o setor, pressionando as margens, limitando o crescimento da capacidade e aumentando a pressão sobre companhias financeiramente mais frágeis.

As ações da American subiram 5% nas negociações pré-mercado nesta terça, com investidores olhando o possível acordo como uma rara notícia positiva para uma companhia que tem tido dificuldades nos últimos trimestres para apresentar lucros consistentes e controlar custos.

A American tem tentado diminuir a distância em relação à United e à Delta Air Lines, que cresceram no mercado americano. As duas companhias aproveitaram a forte demanda por viagens premium e adaptarem melhor seus produtos às mudanças no setor.

Para a United, um acordo dessa magnitude pode gerar um salto em capacidade e participação de mercado necessário para estabelecer uma liderança clara sobre a Delta, que há muito domina o setor em lucratividade e receita premium.

“Um acordo United-American reduziria os ‘Big 4’ para um ‘Big 3’, com um player dominante. Provavelmente, haveria problemas de concorrência em muitas rotas entre cidades e hubs”, afirma o advogado antitruste Andre Barlow, do DBM Law Group.

“Não tenho certeza de que esse acordo possa ser concretizado. O governo Trump está preocupado com questões de acessibilidade, e esse acordo reduziria as opções. Ele daria às companhias aéreas mais poder de precificação, o que significa tarifas mais altas para os consumidores, então acredito que passaria por uma análise rigorosa.”

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

Há 1 hora Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 1 horaCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 38 minutos Política Guerra no Oriente MédioPetroleiro chinês atravessa Estreito de Ormuz, mas faz meia-volta; SIGA

Há 2 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 2 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 2 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 1 hora Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 1 horaDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 6 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 6 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 21 minutos Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 21 minutosCrime no ParáMPF investiga estudantes de direito que atacaram sem-teto em Belém

Há 6 minutos Pará CabedeloPrefeito eleito há 2 dias é afastado em operação da PF no interior de PB

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FMI eleva projeção de crescimento do Brasil em 2026 e cita impacto positivo da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%Oferecido por

O FMI elevou a perspectiva de crescimento do Brasil este ano citando um pequeno impacto positivo da guerra no Oriente Médio já que o Brasil é exportador de petróleo, mas piorou o cenário para 2027.

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI passou a ver uma expansão do Produto Interno Bruto em 2026 de 1,9%, 0,3 ponto percentual acima da projeção feita em janeiro, mas o mesmo ritmo estimado pelo Fundo em outubro do ano passado.

Ainda assim, o desempenho fica abaixo do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.

Para o ano que vem, entretanto, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento do Brasil frente ao estimado em janeiro em 0,3 ponto percentual, a 2,0%.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a perspectiva de crescimento do Brasil este ano citando um pequeno impacto positivo da guerra no Oriente Médio já que o Brasil é exportador de petróleo, mas piorou o cenário para 2027, mostrou relatório divulgado nesta terça-feira (14).

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI passou a ver uma expansão do Produto Interno Bruto em 2026 de 1,9%, 0,3 ponto percentual acima da projeção feita em janeiro, mas o mesmo ritmo estimado pelo Fundo em outubro do ano passado.

Ainda assim, o desempenho fica abaixo do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.

"A guerra deve ter um pequeno efeito positivo em 2026, já que o país é exportador de energia, impulsionando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual", apontou o FMI.

Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entenda

➡️A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã fechou o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial, e vem elevando os preços do combustível e provocando preocupações com a inflação.

A perspectiva do FMI para a economia brasileira é melhor do que a do Banco Central, mas fica abaixo do cenário visto pelo Ministério da Fazenda.

Em março, o Banco Central projetou um crescimento econômico de 1,6%, apontando incerteza mais elevada no cálculo diante da guerra no Oriente Médio. Já o Ministério da Fazenda previu uma expansão de 2,3% para o PIB de 2026.

Para o ano que vem, entretanto, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento do Brasil frente ao estimado em janeiro em 0,3 ponto percentual, a 2,0%.

O corte refletiu uma perspectiva de desaceleração da demanda global, com custos mais altos de insumos (incluindo fertilizantes) e condições financeiras mais apertadas, segundo o Fundo.

"Reservas internacionais adequadas, baixa dependência de dívida em moeda estrangeira, grande colchão de liquidez do governo e uma taxa de câmbio flexível devem ajudar o país a absorver o choque", ponderou o FMI.

As perspectivas do FMI para o Brasil neste ano e no próximo ficaram abaixo das projeções para a América Latina e Caribe, cujas expectativas de crescimento são de respectivamente 2,3% e 2,7%.

"O impacto do conflito no Oriente Médio dentro da região é heterogêneo, com as economias menores sendo afetadas de forma mais negativa", alertou o FMI.

As contas do Fundo para a economia brasileira também são piores do que as das Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, das quais o Brasil faz parte, que o Fundo projetou em 3,9% e 4,2%.

Há 1 hora Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 1 horaCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 38 minutos Política Guerra no Oriente MédioPetroleiro chinês atravessa Estreito de Ormuz, mas faz meia-volta; SIGA

Há 2 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 2 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 2 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 1 hora Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 1 horaDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 6 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 6 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 21 minutos Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 21 minutosCrime no ParáMPF investiga estudantes de direito que atacaram sem-teto em Belém

Há 6 minutos Pará CabedeloPrefeito eleito há 2 dias é afastado em operação da PF no interior de PB

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações BRF aportará US$ 2,07 bilhões em ativos na Sadia Halal, enquanto fundo saudita poderá elevar participação na joint venture para até 40% antes da abertura de capital. Por Reuters

A empresa de alimentos MBRF anunciou nesta terça-feira (14) que conseguiu todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações (IPO) da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.

A BRF, que é parte da brasileira MBRF, vai fazer parte da Sadia Halal por meio da contribuição de US$2,07 bilhões em ativos.

Eles incluem as empresas de distribuição localizadas na Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuweit e Omã; as fábricas situadas na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos; e seu negócio de exportações diretas para clientes na região.

O acordo prevê que a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita, aumente sua participação na parceria para até 20% até o final do primeiro semestre do próximo ano ou até o IPO da Sadia Halal.

"Esse aumento deverá se dar integralmente mediante venda de ações detidas pela BRF GmbH à HPDC. A HPDC segue com a possibilidade de atingir a participação de 40% até o IPO da Sadia Halal", diz o comunicado.

Com base no contrato de investimento, a HPDC deverá contribuir à Sadia Halal, no dia do fechamento do contrato, com o montante de US$ 24,3 milhões e, até 31 de dezembro de 2026, com US$ 73,1 milhões, ambas em transações primárias.

A HPDC deverá então adquirir da BRF GmbH, até 30 de junho de 2027, ações da Sadia Halal no valor de US$170,5 milhões, em uma transação secundária.

Pelo acordo, aumentos subsequentes deverão observar a divisão de 50% em transações primárias e 50% em transações secundárias.

Segundo a MBRF, o compromisso da HPDC de aumentar sua participação na Sadia Halal "reforça a consolidação da Sadia Halal como plataforma global de produção e distribuição de alimentos com certificação halal em preparação a seu IPO a partir de 2027, sujeito às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis".

Há 1 hora Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 1 horaCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 38 minutos Política Guerra no Oriente MédioPetroleiro chinês atravessa Estreito de Ormuz, mas faz meia-volta; SIGA

Há 2 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 2 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 2 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 1 hora Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 1 horaDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 6 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 6 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 21 minutos Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 21 minutosCrime no ParáMPF investiga estudantes de direito que atacaram sem-teto em Belém

Há 6 minutos Pará CabedeloPrefeito eleito há 2 dias é afastado em operação da PF no interior de PB

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Meta cria ‘clone’ de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Meta cria 'clone' de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal Ferramenta aprenderá sobre a estratégia da empresa para conversar com funcionários. A ideia é que todos na companhia (e fora dela) tenham seu próprio agente de IA no futuro. Por Redação g1

Atual avatar de Mark Zuckerberg no Horizon (esquerda) e versão prometida com futura atualização (direita) — Foto: Reprodução

A Meta está trabalhando em um personagem de inteligência artificial que imita os trejeitos, o tom de voz e as declarações públicas de Mark Zuckerberg, CEO da companhia. A informação foi dada pelo jornal "Financial Times”.

O jornal diz ainda que a IA também estaria aprendendo sobre os pensamentos do CEO a respeito da estratégia da empresa, com a ideia de que poderia conversar com funcionários da Meta sem ocupar o executivo – ou quando ele não quiser fazer isso pessoalmente.

Essa não é a primeira vez que Zuckerberg afirma querer ter sua "própria" IA. No final de março, o “Wall Street Journal" relatou que o CEO queria que "todos dentro e fora da companhia" tivessem seu próprio agente de IA.

No final de 2024, a Meta anunciou a chegada do Creator AI, um recurso que permite criar "clones" de pessoas famosas em suas plataformas.

A ideia era gerar respostas automatizadas com o estilo do criador de conteúdo para as mensagens enviadas por fãs.

Há 7 minutos Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 7 minutosGuerra no Oriente MédioNavios cruzam Estreito de Ormuz em meio a bloqueio dos EUA; ACOMPANHE

Há 34 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 34 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 34 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 2 minutos Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 2 minutosDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 5 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 5 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 4 horas Economia Dólar segue abaixo de R$ 5, e Ibovespa opera em alta Há 4 horasDia Mundial do Café ☕Quantos cafezinhos posso tomar? Teste seus conhecimentos

Há 34 minutos Agronegócios Expressão da moda’Farmar aura’: saiba o que significa e a origem da gíria dos novinhos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Trabalho e Carreira Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’ Sindicato e Associação dos auditores-fiscais do trabalho afirmam que a exoneração está ligada à inclusão da BYD na “lista suja”. A montadora entrou no cadastro e foi retirada dois dias depois por decisão da Justiça. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Em nota, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”, que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça. Fontes disseram ao g1 que o secretário teria desobedecido a uma ordem do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para não incluir a montadora na lista.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Segundo profissionais ligados à área de fiscalização, uma das chefes da Coordenação-Geral de Combate ao Trabalho Escravo assinou a atualização da “lista suja” conforme os procedimentos legais, incluindo a BYD.

O ministro teria orientado o adiamento da inclusão, sem apresentar justificativa técnica, e também solicitado a exoneração da servidora — o que não foi acatado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Diante da recusa, o secretário acabou sendo exonerado. A demissão foi oficializada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13). Em nota enviada ao g1, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O g1 procurou o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, que não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) manifestou indignação com a exoneração, afirmando que o caso ocorreu “em circunstâncias que indicam possível interferência indevida na atuação técnica e legal da fiscalização trabalhista no país”.

A entidade criticou a atuação do ministro Luiz Marinho, apontando o uso de mecanismos considerados controversos – como a avocação – para influenciar decisões e criar uma instância de natureza política sobre a inclusão de empresas na “lista suja”.

O sindicato também destacou que há uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona a legalidade dessas intervenções.

Na mesma linha, a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmou que a exoneração ocorre em meio a uma sequência de interferências em processos já concluídos e representa um possível sinal de retaliação institucional.

Para a entidade, as medidas colocam em risco a autonomia da fiscalização, enfraquecem o combate aos abusos trabalhistas e podem comprometer a credibilidade da “lista suja”, considerada uma ferramenta central nesse enfrentamento.

“A exoneração de uma autoridade por cumprir a lei é um fato extremamente grave”, afirmou Rodrigo Carvalho, auditor-fiscal do trabalho e membro da coordenação executiva nacional da Anafitra. “Isso fragiliza a autonomia da fiscalização e coloca em risco uma política pública construída ao longo de décadas”, completou.

A demissão do secretário é o episódio mais recente de tensão entre o governo Lula e os auditores-fiscais do trabalho, servidores tradicionalmente independentes responsáveis por investigar abusos trabalhistas graves. O ministro Luiz Marinho já foi alvo de críticas por suposta interferência na atuação desses profissionais, especialmente em casos envolvendo grandes empresas.

Pelas regras do governo, a “lista suja” deve ser atualizada a cada seis meses – o último prazo ocorreu em 6 de abril. Além do impacto à reputação, a inclusão no cadastro pode restringir o acesso das empresas a linhas de crédito em instituições financeiras.

No ano passado, Marinho realizou revisões consideradas incomuns em investigações conduzidas por auditores, o que teria impedido a inclusão de algumas empresas, entre elas uma divisão da JBS. Segundo fontes, Luiz Felipe Brandão de Mello se opôs a essas decisões, e a recusa em atender à orientação no caso da BYD foi vista como o ponto decisivo para sua exoneração.

A montadora BYD entrou no cadastro após o resgate de trabalhadores chineses em dezembro de 2024. Ao todo, 163 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Eles foram encontrados em alojamentos superlotados, sem condições adequadas de conforto e higiene, e sob vigilância de seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O órgão também apontou que todos entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades exercidas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda. cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o MPT-BA firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter “compromisso inegociável” com os direitos humanos e disse que se manifestaria nos autos da ação. (leia a íntegra da nota da ocasião)

A empresa entrou na “lista suja” na última segunda-feira (6), mas foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), por decisão da Justiça. A medida é temporária e vale até o julgamento final do processo.

A BYD ingressou com um mandado de segurança para contestar a inclusão no cadastro. A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília (TRT-10), após pedido apresentado pela montadora.

Os trabalhadores, no entanto, foram contratados por empresas terceirizadas responsáveis pela obra. A BYD afirma que não era a empregadora direta e que apenas contratou essas empresas. (veja a decisão)

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Existe um canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão: é o Sistema Ipê, disponível pela internet. O denunciante não precisa se identificar, basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que a fiscalização possa, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e realizar as verificações no local.

Há 7 minutos Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 7 minutosGuerra no Oriente MédioNavios cruzam Estreito de Ormuz em meio a bloqueio dos EUA; ACOMPANHE

Há 34 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 34 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 34 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 2 minutos Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 2 minutosDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 5 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 5 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 4 horas Economia Dólar segue abaixo de R$ 5, e Ibovespa opera em alta Há 4 horasDia Mundial do Café ☕Quantos cafezinhos posso tomar? Teste seus conhecimentos

Há 34 minutos Agronegócios Expressão da moda’Farmar aura’: saiba o que significa e a origem da gíria dos novinhos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Vale do Paraíba e Região BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer Financiamento do BNDES será destinado à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para a linha de produtos da fabricante de aeronaves. Por g1 Vale do Paraíba e Região

O BNDES aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer.

Os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer. O anúncio foi feito pelo banco nesta terça-feira (14).

De acordo com o BNDES, os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação, como comercial, executiva, agrícola e de defesa. A maior parte da produção é destinada ao mercado externo.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Em 2025, a Embraer registrou receita de R$ 41,9 bilhões, o maior resultado da história da companhia, impulsionado principalmente pelos segmentos de aviação executiva e defesa.

No começo de abril, a fabricante divulgou um balanço afirmando que entregou 44 aviões no primeiro trimestre de 2026. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.

A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento. Nos primeiros três meses de 2025, foram entregues sete aeronaves comerciais – alta de 43%.

50 vídeos BNDES Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 7 minutos Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 7 minutosGuerra no Oriente MédioNavios cruzam Estreito de Ormuz em meio a bloqueio dos EUA; ACOMPANHE

Há 34 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 34 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 34 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 3 minutos Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 3 minutosDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 5 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 5 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 4 horas Economia Dólar segue abaixo de R$ 5, e Ibovespa opera em alta Há 4 horasDia Mundial do Café ☕Quantos cafezinhos posso tomar? Teste seus conhecimentos

Há 35 minutos Agronegócios Expressão da moda’Farmar aura’: saiba o que significa e a origem da gíria dos novinhos

0

PREVIOUS POSTSPage 36 of 148NEXT POSTS