RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Maracujá no interior de SP: produtores usam técnica própria para driblar preço baixo e clima

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Maracujá no interior de SP: produtores usam técnica própria para driblar preço baixo e clima Entre a oscilação de preços e o manejo artesanal, agricultores do interior paulista apostam em métodos próprios para garantir a produtividade na safra de 2026. Por Nosso Campo, TV TEM

Com queda no valor da caixa produtores de maracujá buscam eficiência máxima no interior paulista — Foto: Reprodução/TV TEM

A vida de quem cultiva maracujá no interior paulista é marcada por dedicação e técnica, mas também por desafios constantes.

Em Gália (SP), José Roberto Martineli mantém três hectares com 2,5 mil pés da fruta. No entanto, nem sempre o esforço se reflete no bolso: ele já fez as contas e viu que a caixa, de aproximadamente 20 quilos, vai sair por R$ 40, um valor bem inferior aos R$ 100 que a caixa alcançou no final do ano passado.

Além do preço, o clima também tem sido um vilão. As temperaturas mais baixas prejudicaram a formação da fruta em 2025.

Mesmo com os desafios, o produtor não desanima e aposta em um método próprio que desenvolveu para aumentar a florada e a produção, especialmente visando a melhor época de vendas, que é dezembro.

"No método que eu adquiri no maracujá, são cinco brotos que você deixa para ele acompanhar na parreira. Ele aumenta as guias, quanto mais guia, mais maracujás você terá lá em dezembro", revela. Segundo ele, deixar apenas dois brotos resultaria em menos guias e, consequentemente, impediria de alcançar uma meta de duas mil caixas até dezembro.

A cerca de 40 quilômetros dali, em Alvinlândia (SP), a família de Viviane Pinheiro da Cruz Pereira trabalha incansavelmente. Em um hectare, a família cultiva 830 pés de maracujá, cuidando de cada detalhe, como a crucial polinização manual.

A produção deste ano foi boa, e a expectativa é de um resultado ainda melhor que o do ano passado. "Para 2026 a gente espera colher um pouquinho mais. Como essa roça aqui é 830 pés, a gente espera colher três caixas por pé", projeta o produtor Donizete Pereira. Em termos de volume, isso significa uma colheita estimada em cerca de 35 mil quilos.

A dedicação desses produtores garante não apenas o sustento de suas famílias, mas também a continuidade de uma cultura agrícola para as próximas gerações. "Se vai plantar um maracujá, como a gente fala, não pode ter preguiça. É sábado, domingo, você tem que estar ali", ressalta Donizete.

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Alta do diesel preocupa produtores de cana no início da safra no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Alta do diesel preocupa produtores de cana no início da safra no interior de SP Os ataques de Israel e dos EUA ao Irã têm causado aumento no preço do barril de petróleo, principal matéria-prima para a produção do diesel. Por Nosso Campo, TV TEM

O plantio de cana-de-açúcar já começou em propriedades do noroeste paulista, mas o aumento no preço do óleo diesel tem preocupado produtores da região.

Em Ipiguá (SP), o produtor Alexandre Pinto César conta que o custo do combustível subiu desde o início do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Em Monte Aprazível (SP), produtores têm buscado alternativas para reduzir custos. Uma das medidas adotadas foi diminuir o preparo do solo, estratégia que ajuda a economizar combustível.

Guerra no Médio Oriente causa impacto no preço do diesel; podendo afetar a colheita da cana no interior de SP — Foto: Reprodução/TV TEM

O plantio de cana-de-açúcar já começou em propriedades do noroeste paulista, mas o aumento no preço do óleo diesel tem preocupado produtores da região.

Em Ipiguá (SP), o produtor Alexandre Pinto César conta que o custo do combustível subiu desde o início do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel. Segundo ele, o litro do diesel ficou cerca de dois reais mais caro, o que já impacta o planejamento da nova safra.

Alexandre cultiva dois mil hectares de cana-de-açúcar em dezoito áreas na região de São José do Rio Preto (SP). Além do diesel, ele também enfrenta aumento no preço de insumos importantes, como o fertilizante. Mesmo tendo adquirido parte do produto antes da alta, a expectativa é de gastos maiores ao longo da safra.

Em Monte Aprazível (SP), produtores têm buscado alternativas para reduzir custos. Uma das medidas adotadas foi diminuir o preparo do solo, estratégia que ajuda a economizar combustível. Outro ponto de preocupação no campo é a possibilidade de falta de diesel durante o período de safra.

De acordo com a Associação dos Plantadores de Cana da região, além dos aumentos recentes, os produtores ainda lidam com os reflexos dos baixos preços da safra passada, o que pode dificultar novos investimentos e plantios.

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Expo Agro de Itapetininga: a tradição que une gerações e movimenta milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Expo Agro de Itapetininga: a tradição que une gerações e movimenta milhões De coordenador que participa desde a década de 60 a criador que começou como visitante, festa pecuarista espera superar os R$ 5 milhões movimentados no ano passado. Por Nosso Campo, TV TEM

Com mais de 50 anos de história, a Expo Agro de Itapetininga acompanha gerações. Décio Albino de Oliveira participa desde a década de 1960, quando a festa ainda era pequena, com poucos animais e espaço reduzido.

Em 2026, ele é o coordenador de leilões da exposição e divide a rotina com o filho, Ricardo Fernando Matos Oliveira. Uma paixão que começou na infância e continua até hoje.

Para quem vive a Expo Agro há anos, a tradição precisa ser mantida. Além da cultura pecuarista, o evento também tem forte impacto econômico. Segundo os organizadores, em 2025, a festa movimentou mais de R$ 5 milhões. Para 2026, a expectativa é de crescimento e de superar os números do ano anterior.

Para expositores como Fábio Rodrigues Torres, que participa há 30 anos, a feira é uma oportunidade de ampliar negócios.

Já Guilherme Saad começou como visitante e hoje é criador. Foi na exposição que decidiu trabalhar com cavalos. Dez anos depois, administra um haras com 250 animais em Itapetininga e agora também organiza a exposição de cavalos do evento.

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De ‘mato de comer’ à alta gastronomia: agrônomo aposta em plantas comestíveis e duplica faturamento em 2 anos no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 04:59

Espírito Santo Agronegócios De 'mato de comer' à alta gastronomia: agrônomo aposta em plantas comestíveis e duplica faturamento em 2 anos no ES Cultivo de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), microverdes e flores comestíveis é feito na zona rural de Vila Velha, na Grande Vitória, mas já é distribuído fora do Espírito Santo. Por g1 ES e TV Gazeta

Empresa criada pelo agrônomo Giliard Prúcoli, em pouco mais de dois anos, conseguiu dobrar o farturamento.

Ele se especializou no cultivo de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), microverdes e flores comestíveis.

O cultivo é feito em Xuri, na zona rural de Vila Velha, em um sistema de agricultura periurbana, que é o meio termo entre a cidade e o campo.

Um produto extremamente delicado, colhido folha por folha e flor por flor, tem ganhado espaço na alta gastronomia e impulsionado um negócio no Espírito Santo. As chamadas plantas alimentícias não convencionais (PANCs), além de microverdes e flores comestíveis, viraram uma ideia lucrativa nas mãos do agrônomo Giliard Prúcoli.

O cultivo é feito em Xuri, na zona rural de Vila Velha, na Grande Vitória, em um sistema de agricultura periurbana, uma transição entre a cidade e o campo. Parte da produção acontece em ambiente controlado e outra parte ao ar livre.

A aposta da empresa é um mercado ainda pouco explorado. Entre os produtos estão as PANCs, muitas vezes conhecidas popularmente como "mato de comer", como capuchinha, ora-pro-nóbis, taioba e azedinha.

"A capuchinha é muito utilizada para decoração de pratos, mas também é rica em nutrientes e antioxidantes", explicou Giliard.

Além das PANCs, a empresa produz microverdes, que são versões em miniatura de vegetais como couve, beterraba, mostarda e rabanete. Colhidos entre sete e 21 dias após o plantio, eles concentram altos níveis de vitaminas e minerais.

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Giliard e Jardel investem na produção de PANCs, microverdes e flores comestíveis no Espírito Santo — Foto: Samy Ferreira/ TV Gazeta

Foi depois da criação do negócio que o empresário Jadiel Assunção passou a integrar a empresa e ajudar na expansão da produção.

Com o crescimento da demanda, a estrutura inicial ficou pequena e foi necessário buscar um novo espaço, além de investir em melhorias no cultivo.

"A casa que a gente tinha de produção ficou pequena. A gente precisou expandir. Antes de vir para cá, teve todo um processo de análise de solo, de água e de construção, para que tudo ficasse conforme tem que ser”, contou Jadiel.

A empresa também aposta nas flores comestíveis, que têm apelo estético e nutricional. Segundo os produtores, os itens são cada vez mais procurados, principalmente por chefs e restaurantes.

“Tem um lado decorativo e tem um lado nutricional. Os microverdes, por exemplo, são indicados até por nutricionistas. Já as flores chamam atenção pela estética, mas também têm nutrientes”, explicou Jadiel.

A produção segue práticas sustentáveis. O substrato utilizado no plantio é reaproveitado como compostagem, e as embalagens usadas na entrega são biodegradáveis.

Atualmente, a empresa produz cerca de 4 mil unidades por mês, distribuídas no Espírito Santo e também enviadas para São Paulo.

Antes de entrar no negócio, Jadiel trabalhava na área da moda. A mudança de carreira veio junto com a parceria com Giliard.

"Eu falo que não saí da minha área. Eu trouxe a moda comigo. Moda é a forma como você se mostra para o mundo, e hoje a gente aplica isso no cultivo, nas variedades e no atendimento", disse.

Entre os diferenciais da produção está o cultivo de espécies menos comuns, como o jambu, planta de origem amazônica conhecida por causar uma leve sensação de formigamento na boca.

O ingrediente tem ganhado espaço na alta gastronomia. Em um restaurante de Vila Velha, por exemplo, as PANCs já estão presentes em metade dos pratos do cardápio.

"Não é só estética. A gente usa para compor sabor, trazer acidez, amargor ou até um toque picante", explicou o sous chef Pedro Cardozo Thomazini.

Apesar de ainda causar estranhamento em parte do público, os produtores acreditam que o mercado está em crescimento.

"À primeira vista pode parecer algo supérfluo ou caro, mas quando você entende o diferencial, passa a olhar com outros olhos", afirmou Giliard.

Uso de microverdes e flores comestíveis na alta gastronomia, no Espírito Santo — Foto: Samy Ferreira/ TV Gazeta

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‘Bom pra cachorro’: conheça o resort para cães que oferece piscina aquecida, acupuntura e cromoterapia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 12/04/2026 04:59

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Bom pra cachorro': conheça o resort para cães que oferece piscina aquecida, acupuntura e cromoterapia Mercado pet segue em expansão e deve registrar crescimento de 9,6% em 2026, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Setor de Estimação (Abinpet). Por PEGN

Mercado pet segue em expansão e deve registrar crescimento de 9,6% em 2026, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Setor de Estimação (Abinpet).

Expectativa é que o setor movimente mais de R$ 80 bilhões no país no próximo ano, puxado por serviços e produtos voltados à saúde, longevidade e qualidade de vida dos animais.

O avanço reflete uma mudança no comportamento dos tutores, que enxergam os animais de estimação como parte da família. Com isso, eles investem cada vez mais em cuidados que vão além do básico.

Em São Paulo, uma empreendedora soube transformar essa demanda em oportunidade e criou um spa canino, com piscina aquecida, hidroterapia, cromoterapia, acupuntura, atendimento veterinário e áreas de descanso.

Tratar cães e gatos como membros da família deixou de ser exceção e virou regra em milhões de lares brasileiros.

Esse comportamento ajuda a explicar a expansão do mercado pet, que deve crescer 9,6% em 2026, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Setor de Estimação (Abinpet), com expectativa de movimentar mais de R$ 80 bilhões no país.

O avanço do setor é impulsionado pela maior demanda por saúde, longevidade e qualidade de vida dos animais. Alimentação natural, funcional e personalizada, planos de saúde veterinários, estética especializada e soluções sustentáveis estão entre as principais tendências.

Em São Paulo, a empreendedora Raquel Yukie Hama apostou no segmento para transformar essa demanda em oportunidade e focou em um modelo de negócio mais sofisticado: a creche e resort para cães, que combina lazer, socialização, terapias e acompanhamento profissional.

Mercado pet cresce com foco em bem-estar e impulsiona novos modelos de negócio — Foto: Reprodução/PEGN

O espaço conta com piscina aquecida, hidroterapia, cromoterapia, acupuntura, atendimento veterinário e áreas de descanso.

“Criamos um resort, um spa para cães”, explica a empreendedora. Além dos serviços de day care e hotel, os animais têm acesso a atividades planejadas de acordo com o perfil de cada um. “O foco é sempre o bem-estar. Cada cão precisa gastar energia na medida certa”, afirma.

A piscina interna aquecida, por exemplo, é voltada a animais que precisam de tratamento específico, como cães obesos ou com problemas articulares. Já os mais ativos podem brincar em áreas externas, com lago e obstáculos. “Tudo pensado para atender diferentes necessidades”, diz a empreendedora.

Mercado pet cresce com foco em bem-estar e impulsiona novos modelos de negócio — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia de abrir a creche surgiu da própria experiência de Raquel como tutora. Ao perceber dificuldades no comportamento de cães criados em apartamento, ela começou a passear com animais de amigos e clientes, levando-os a parques e oferecendo momentos de descanso e socialização.

“A demanda foi crescendo e eu senti a necessidade de ter um espaço maior”, conta. O negócio começou de forma informal e foi sendo adaptado conforme surgiam novas necessidades — um caminho comum entre pequenos empreendedores do setor pet.

Hoje, após mais de duas décadas de atuação, a empresária vê um mercado em plena expansão. “Quando comecei, praticamente não existiam referências no Brasil. Hoje, só em São Paulo, já são cerca de 900 espaços diferentes”, afirma.

Além da operação própria, Raquel passou a oferecer cursos, treinamentos e consultorias para quem deseja entrar no segmento.

Com o aumento da expectativa de vida dos animais, outro nicho ganha força: o de pets idosos e com necessidades especiais. Para 2026, a creche planeja investir em um espaço exclusivo para esses cães, com atividades de baixo impacto e ambiente mais tranquilo.

“A dinâmica é completamente diferente. São animais que precisam de descanso, terapias e muito carinho”, explica Raquel. A proposta reflete uma das principais tendências do mercado pet: a personalização dos serviços, respeitando o ritmo e a história de cada animal.

Para quem empreende — ou pensa em empreender — no setor, o recado é claro: o mercado continua crescendo, mas exige preparo, sensibilidade e visão de longo prazo. Afinal, como resume a própria empreendedora, “trabalhar com cães é uma emoção diária. Não existe um dia igual ao outro”.

Mercado pet cresce com foco em bem-estar e impulsiona novos modelos de negócio — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Av. Indianópolis, 1819 – Planalto Paulista, São Paulo/SP – CEP: 04062‑003📞 Telefone: (11) 97165‑4433📧 E-mail: contato@dogresort.com.br🌐 Site: www.dogresort.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/dogresortsp📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/18BNAis5MD/?mibextid=wwXIfr

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Mega-Sena, concurso 2.995: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 22:00

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.995: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões Os números sorteados foram 08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.995 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (11), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 45 milhões.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Anvisa manda apreender lote de mostarda após suspeita de produto irregular

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 21:07

Agro Anvisa manda apreender lote de mostarda após suspeita de produto irregular Lote de mostarda Cepêra foi alvo de apreensão após inconsistências no rótulo e na validade; empresa diz que número citado não aparece em seus registros e pode não fazer parte de sua cadeia oficial. Por Redação g1 — São Paulo

A Anvisa determinou a apreensão de um lote de mostarda da marca Cepêra após identificar indícios de irregularidade no produto.

Ao g1, companhia afirma que realizou uma investigação interna e não encontrou qualquer correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela empresa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de um lote de mostarda da marca Cepêra após identificar indícios de irregularidade no produto. A medida foi publicada nesta sexta-feira (10) e atinge o lote 316625 da mostarda amarela de 3,3 kg.

A decisão também proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso desse lote específico. Segundo o órgão, a medida foi adotada após a própria fabricante informar que o produto não corresponde a um lote oficialmente produzido ou registrado em seus sistemas de controle.

A resolução publicada pela Anvisa também aponta inconsistências no rótulo. De acordo com o documento, há diferenças no padrão de impressão e nas informações de validade indicadas na embalagem.

Segundo o órgão, a fabricante afirma utilizar um sistema específico de codificação da data de validade, com formato juliano (sistema que usa o número do dia do ano para indicar a data) e indicação abreviada do ano — padrão que não foi identificado no lote apreendido.

Em nota enviada ao g1, a Cepêra Alimentos informou ter identificado indícios de irregularidade em três unidades do produto “mostarda amarela” atribuídas à marca, que apresentavam inconsistências no rótulo e padrões gráficos diferentes daqueles adotados pela empresa.

A companhia afirmou ainda que realizou uma investigação interna e não encontrou qualquer correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela empresa, o que indica que o item pode não fazer parte de sua cadeia regular de fabricação.

"A Cepêra Alimentos informa que identificou indícios de irregularidade em três unidades do produto 'mostarda amarela' atribuídas à marca, que apresentavam inconsistências no rótulo, com padrões diferentes dos adotados pela empresa.

Assim, foi conduzida uma investigação interna, que não encontrou correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela Cepêra, indicando que se trata de um item alheio à sua cadeia regular.

Diante disso, a situação foi prontamente comunicada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a empresa segue colaborando com as autoridades, fornecendo todas as informações necessárias para a apuração do caso.

A Cepêra Alimentos reforça que adota rigorosos controles de qualidade, segurança e rastreabilidade em toda a sua cadeia produtiva e de comercialização, garantindo aos consumidores produtos seguros e de procedência conhecida."

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Quem é Satoshi Nakamoto? Investigação reacende debate sobre identidade de criador do bitcoin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 05:44

Tecnologia Quem é Satoshi Nakamoto? Investigação reacende debate sobre identidade de criador do bitcoin Dezessete anos após o lançamento, identidade do criador segue cercada por teorias, suspeitos e novas investigações — sem nenhuma prova definitiva. Por BBC

O criador do bitcoin segue desconhecido 17 anos após publicação do white paper assinado por Satoshi Nakamoto.

Diversas teorias já apontaram nomes como Dorian Nakamoto, Craig Wright e Elon Musk, mas nenhuma foi comprovada.

Nova investigação levanta hipótese de que criptógrafo britânico Adam Back estaria por trás da criação.

Adam Back, indicado por investigação do NYT como possível criador do bitcoin — Foto: Getty Images

Em 31 de outubro de 2008, foi publicado o white paper intitulado "Bitcoin: Um Sistema de Dinheiro Eletrônico Peer-to-Peer" (documento técnico que descreve o funcionamento e os fundamentos de uma tecnologia), assinado por Satoshi Nakamoto — um pseudônimo.

Assim como outras figuras contemporâneas envoltas em anonimato — da autora napolitana Elena Ferrante ao artista de rua britânico Banksy — a identidade por trás de Nakamoto permanece um mistério.

Há, no entanto, um elemento que torna tudo ainda mais intrigante: uma simples busca na internet coloca Nakamoto em diferentes listas das pessoas mais ricas do mundo.

Como alguém que revolucionou o sistema financeiro, criando um sistema de transação global descentralizado de governos, deu origem a uma indústria avaliada em US$ 2,4 trilhões e acumulou uma das maiores fortunas do planeta poderia continuar completamente anônimo — e, ao que tudo indica, sem jamais tentar reivindicar publicamente esse poder?

Satoshi Nakamoto nunca movimentou suas bitcoins, e sua última interação pública aconteceu em 2010, por meio de um post no fórum BitcoinTalk, um fórum online onde os usuários se reuniam para discutir o software, a economia e a filosofia da moeda digital.

Último post de Nakamoto no Bitcointalk, lançando uma nova versão do Bitcoin (0.3.19) e explicando ajustes técnicos — Foto: BBC

Sua identidade, desde a criação do sistema, é cercada por teorias. Há quem suponha que, quem quer que esteja por trás do nome, já não esteja mais vivo — já que não há qualquer indício de atividade desde 2010.

Outros acreditam que se trate de alguém que já acumulava grande fortuna em outras áreas de negócio e que, por isso, nunca precisou recorrer aos bilhões associados a criptomoeda.

Diversos nomes já foram apontados como, potencialmente, a verdadeira identidade do criador do bitcoin.

Em 2014, a revista americana Newsweek publicou uma reportagem de grande repercussão afirmando que o criador da criptomoeda seria Dorian Nakamoto, um nipo-americano radicado na Califórnia.

Ele negou, e a teoria acabou sendo amplamente desacreditada. No ano seguinte, o cientista da computação australiano Craig Wright foi apontado por jornalistas como o verdadeiro Satoshi.

Ele primeiro negou, depois passou a afirmar que era, mas nunca conseguiu comprovar — e, em 2024, o Tribunal Superior de Londres concluiu que Wright não é o criador do bitcoin, após considerar que ele apresentou documentos falsos e fez alegações enganosas por anos.

Outros nomes também já foram levantados, celebridades como o bilionário Elon Musk — que também negou qualquer envolvimento — e até Jeffrey Epstein, também bilionário e que foi condenado por abusos sexuais.

Nenhuma dessas hipóteses resistiu ao escrutínio, e agora, uma nova investigação do New York Times aponta para outro nome, já levantado em outras ocasiões: Adam Back, um criptógrafo britânico altamente ativo na comunidade de bitcoin.

O texto do New York Times sobre a possibilidade de Adam Back ser o verdadeiro criador da criptomoeda aponta que, ao longo dos últimos 16 anos, as teorias mais atraentes se apoiaram em coincidências que se encaixavam no pouco que se sabe sobre Satoshi: um estilo específico de programação, um histórico profissional nebuloso, domínio dos conceitos técnicos centrais do Bitcoin e até uma visão de mundo crítica ao Estado.

A reportagem destaca paralelos em relação à Beck: ele é o criador do Hashcash, um sistema de prova de trabalho citado diretamente no white paper do Bitcoin; participou ativamente das discussões iniciais sobre criptografia e dinheiro digital; e usava expressões e construções linguísticas semelhantes às encontradas nos textos atribuídos a Satoshi.

Além disso, análises apontam que sua atividade online diminui em períodos que coincidem com a atuação mais intensa de Satoshi — e volta a crescer após o desaparecimento do pseudônimo.

O texto também chama atenção para características da escrita de Satoshi, que misturava ortografia britânica com expressões americanas. Para alguns, isso poderia indicar uma tentativa deliberada de disfarce.

Mas há um indício que aponta na direção oposta: na primeira transação registrada no blockchain, Satoshi incluiu a manchete de um jornal — "The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks" — publicada na edição impressa britânica do The Times, o que indica uma conexão com o Reino Unido.

Sua trajetória acadêmica e profissional, desde o interesse precoce por codificação até a atuação em comunidades que discutiam dinheiro digital anônimo, também se encaixa no perfil esperado do criador da criptomoeda.

Ao mesmo tempo, há pontos que complicam essa hipótese: Back apresentou e-mails de 2008 mostrando que Satoshi entrou em contato com ele antes da publicação do white paper, o que, em tese, indicaria que eram pessoas diferentes — embora o próprio texto levante a possibilidade, ainda que especulativa, de que essa troca pudesse ter sido criada como forma de despistar.

A reportagem também aponta paralelos mais sutis — e, em alguns casos, mais ideológicos — entre Back e Satoshi. Ambos demonstravam uma visão libertária sobre dinheiro e Estado, defendendo o uso da criptografia como forma de reduzir o poder governamental.

Há coincidências curiosas: Back questionou, anos antes, as restrições ao ouro nos EUA — tema que Satoshi parece ter referenciado simbolicamente ao indicar sua data de nascimento; os dois também compartilhavam uma preocupação incomum com spam e propunham soluções semelhantes para lidar com mensagens indesejadas usando sistemas de custo computacional.

Além disso, Back já defendia o uso de pseudônimos e estratégias para escapar da vigilância estatal — algo que dialoga diretamente com o anonimato extremo de Satoshi. Em comum, eles também tinham posições críticas a patentes e copyright e optaram por tornar seus projetos de código aberto.

Ainda assim, como destaca a própria reportagem, esses paralelos — embora intrigantes — permanecem circunstanciais e não constituem prova definitiva.

A investigação vai além das coincidências de perfil e linguagem e aponta que Back chegou a descrever, ainda nos anos 1990, um sistema de dinheiro eletrônico com características quase idênticas às do Bitcoin: descentralizado, baseado em uma rede de computadores independentes, com oferta limitada para evitar inflação e sem necessidade de confiança em instituições ou intermediários.

Em diferentes mensagens na lista dos cypherpunks, ele também discutiu soluções para problemas centrais da moeda digital — como a validação pública das transações, a emissão de novas unidades por meio de esforço computacional e até o aumento progressivo da dificuldade de mineração. Em um dos pontos mais destacados, a reportagem sugere que o Bitcoin pode ser visto como a combinação direta de duas ideias já debatidas por Back: o Hashcash e o sistema b-money, de Wei Dai — exatamente como descrito por Satoshi anos depois.

A reportagem também destaca momentos posteriores que alimentam as suspeitas. Quando a fortuna atribuída a Satoshi começou a ser mapeada publicamente, Back chegou a sugerir que investigações muito precisas poderiam prejudicar o próprio Nakamoto — um comentário visto como incomum.

Pouco depois, aponta o texto, ele passou a se envolver intensamente com o ecossistema do Bitcoin, propondo mudanças técnicas, ganhando influência entre desenvolvedores e fundando empresas centrais para o desenvolvimento da rede.

Em alguns episódios, há paralelos diretos até no discurso: análises apontam que posições defendidas por Back em debates técnicos (como a oposição ao aumento do tamanho dos blocos) coincidem com mensagens atribuídas a Satoshi que surgiram anos depois, com linguagem e argumentos semelhantes.

Para o autor do texto, John Carreyrou, não se trata de uma prova definitiva, mas de um conjunto de coincidências que, somadas, tornam difícil ignorar a hipótese.

A reportagem também recorre a análises linguísticas mais detalhadas para tentar aproximar Back de Satoshi. Em um dos exercícios, ao filtrar milhares de participantes de fóruns de criptografia por esses traços específicos, apenas um nome permanecia ao final do cruzamento de critérios: Adam Back.

Ainda assim, especialistas ouvidos ressaltam que esse tipo de análise não é conclusivo, especialmente porque o próprio Satoshi poderia ter ajustado deliberadamente seu estilo de escrita para evitar identificação.

Em entrevista à BBC, Adam Back negou qualquer envolvimento com a identidade de Satoshi Nakamoto. Após reportagem do New York Times sugerir que ele poderia estar por trás da criptomoeda, Back classificou a investigação como fruto de "viés de confirmação" e reiterou: "Eu não sou o Satoshi".

Em publicação na plataforma X, ele afirmou que, embora não seja o criador, esteve entre os primeiros a se dedicar às implicações da criptografia para a privacidade online e o dinheiro eletrônico. Back também contestou pontos centrais da apuração, dizendo que as semelhanças apontadas — tanto de linguagem quanto de atividade online — são "uma combinação de coincidência e frases semelhantes usadas por pessoas com experiências e interesses parecidos".

A hipótese de que Back seria Satoshi não é nova, e ele já foi apontado outras vezes como possível autor do Bitcoin. Desta vez, a investigação destacou paralelos entre seus escritos e os de Nakamoto, além de sugerir que sua atividade online teria coincidido com o desaparecimento do pseudônimo. Back rebateu, afirmando que participou ativamente de fóruns na época e que a interpretação dos dados está incorreta.

Ele também ironizou as especulações sobre a fortuna atribuída ao criador do Bitcoin — estimada em cerca de US$ 70 bilhões — dizendo que gostaria de ter minerado mais moedas no início. "Me arrependo de não ter minerado com mais intensidade em 2009", escreveu.

Para Back, o mistério em torno da identidade de Satoshi pode, inclusive, ser positivo. "Não sei quem é Satoshi — e acho que isso é bom para o Bitcoin", afirmou.

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OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 03:49

Tecnologia OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias Documento da OpenAI defende que a IA deve gerar ganhos sociais, como redução da jornada de trabalho sem corte salarial e participação dos trabalhadores nas decisões sobre o uso da tecnologia. Por Redação g1

Relatório da OpenAI afirma que avanço da IA deve ir além do lucro e gerar benefícios para a sociedade.

Documento sugere que ganhos de produtividade sejam revertidos em mais tempo livre para trabalhadores.

A OpenAI também propõe participação dos funcionários no uso da IA e criação de fundo para distribuir ganhos econômicos.

Um relatório da OpenAI, dona do ChatGPT, propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar da população.

O documento da bigtech, intitulado "Política Industrial para a Era da Inteligência", foi divulgado neste mês.

Nele, a empresa afirma que, enquanto novas formas de trabalho surgirão, "alguns empregos desaparecerão" e indústrias inteiras serão remodeladas em uma velocidade sem precedentes históricos.

Entre as propostas apresentadas, a OpenAI defende a redução da jornada de trabalho sem corte de salários. A sugestão é incentivar testes com semanas de quatro dias (32 horas), mantendo os níveis de produção e serviço.

Segundo o relatório, o tempo economizado com a automação de tarefas poderia ser convertido em folgas ou em uma jornada menor.

A empresa argumenta que a automação de atividades repetitivas e administrativas tende a liberar tempo, que deveria ser "devolvido" aos trabalhadores. O documento também sugere ampliar contribuições para aposentadoria e oferecer apoio para cuidados com filhos e idosos.

A OpenAI diz que trabalhadores deveriam ter voz formal nesse processo, ajudando a definir como a tecnologia será usada, com foco na redução de tarefas perigosas ou exaustivas, e não apenas no aumento da produtividade ou da vigilância.

O relatório também menciona a criação de um fundo para distribuir parte dos ganhos econômicos gerados pela IA à população, independentemente da renda.

Por fim, a empresa afirma que a IA deve ser tratada como infraestrutura essencial, semelhante à eletricidade e à internet, e defende a oferta de versões acessíveis da tecnologia para pequenos negócios e comunidades de baixa renda.

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Mega-Sena pode pagar R$ 40 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 00:54

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 40 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.995 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 40 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (11), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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