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‘Trabalho mais perigoso do mundo’: o cientista que percorre o labirinto radioativo de Chernobyl

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 03:59

Trabalho e Carreira 'Trabalho mais perigoso do mundo': o cientista que percorre o labirinto radioativo de Chernobyl Centenas de toneladas de material radioativo permanecem sob as ruínas de Chernobyl, 40 anos depois do acidente fatal. O trabalho de um jovem pesquisador é entrar nesse labirinto radioativo e proteger o mundo de um novo desastre nuclear. Por Carlos Serrano, Diana Kuryshko

Anatolii Doroshenko é pesquisador do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares, na Ucrânia — Foto: Getty Images via BBC

O reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, ficou completamente destruído com a explosão fatal do dia 26 de abril de 1986.

Mas, a cerca de 10 metros de profundidade, permanecem os centros de controle e monitoramento, que sobreviveram ao desastre.

"É como um grande labirinto embaixo do reator", explica à BBC o pesquisador Anatolii Doroshenko, de 38 anos, do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares (ISPNPP, na sigla em inglês).

Seu trabalho inclui percorrer esse labirinto pelo menos uma vez por mês — uma missão que, segundo a revista New Scientist, "pode ser considerada o trabalho mais perigoso do mundo".

Naquela rede de salas e corredores subterrâneos, tudo está contaminado pela radiação: o piso, os equipamentos, as paredes e até o ar.

A explosão do dia 26 de abril de 1986 destruiu o reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia — Foto: Getty Images via BBC

Ali, Doroshenko se encarrega de revisar os equipamentos, coletar dados, instalar medidores, retirar amostras e monitorar o estado do combustível nuclear.

Em algumas salas, a radiação é tão alta que o pesquisador precisa completar suas tarefas em menos de quatro minutos e sair imediatamente. Em outras, os níveis de radiação não permitem nem mesmo que ele se detenha por ali.

"O medo ajuda a manter o controle e seguir as orientações para garantir baixas doses de radiação", explica ele.

"Aqui, o maior risco é se acostumar às condições do lugar. Se você se acostumar ao medo, começa a ignorar que está rodeado de radiação. Qualquer coisa, uma luva, uma peça metálica, pode estar contaminada, mesmo que não se observe."

Os labirintos percorridos por Doroshenko são as instalações de onde era controlada a usina de Chernobyl.

O local é escuro. Alguns corredores têm iluminação, mas o pesquisador e seus colegas sempre levam lanternas.

Algumas passagens são tão estreitas que eles precisam caminhar agachados. Todas as salas e corredores estão sinalizados, mas é preciso conhecer bem o caminho para não se perder entre as passagens.

Eles também contam com mapas de contaminação, que indicam quais são as áreas com maior radioatividade.

Visitante da central nuclear de Chernobyl grava na sala de controle do bloco 4 destruído da usina — Foto: Getty Images via BBC

O local está repleto de tubos com água radioativa e perigosas formações de cório, uma substância produzida quando o combustível nuclear, sob temperaturas de milhares de graus Celsius, se misturou com a estrutura do núcleo do reator.

Essa substância se infiltrou entre as ruínas, como se fosse lava, formando figuras peculiares. Uma das mais conhecidas é a chamada "pata de elefante".

A 'pata de elefante' é uma formação de cório altamente radioativa — Foto: Getty Images via BBC

Existem ainda na unidade 4 cerca de 200 toneladas de combustível nuclear, segundo a Agência Internacional de Energia Atômica. A previsão é que recuperar esse material altamente radioativo leve cerca de 40 anos.

Tudo está coberto por um sarcófago que, por sua vez, está rodeado pelo Novo Confinamento Seguro, um domo de aço mais alto que a Estátua da Liberdade. Ele foi projetado para vedar hermeticamente, durante 100 anos, o reator 4 e proteger o mundo da radiação de Chernobyl.

Grande parte desse combustível nuclear está em locais inatingíveis para Doroshenko e seus colegas.

Após a explosão de 1986, a unidade 4 foi coberta com grandes volumes de cimento, para deter a infiltração da radiação.

"Se pudéssemos retirar amostras do reator destruído, poderíamos determinar precisamente seu nível de risco nuclear", explica Doroshenko.

"Mas ele está sob uma enorme camada de cimento e o acesso humano é impossível. Por isso, realizamos medições para compreender quais processos ocorrem no combustível nuclear."

Tudo no interior do reator 4 de Chernobyl está contaminado pela radiação. — Foto: Getty Images via BBC

Para descer até o labirinto, Doroshenko utiliza diversas camadas de roupas protetoras. Elas incluem protetores dos braços, de sapatos e um respirador FFP2 com válvula.

Em algumas regiões mais estreitas, onde é preciso abrir caminho entre os escombros, ele acrescenta um traje especial de polietileno.

Ao sair, ele deve passar por diversos pontos de controle e por uma "zona suja", onde tira a roupa, que passa a ser descontaminada ou diretamente destruída, caso não se consiga remover a radiação.

Em seguida, vem uma ducha obrigatória e uma estação de dosimetria para confirmar que não haja partículas radioativas no seu corpo.

Doroshenko afirma que, para manter a segurança no reator, é preciso não entrar em pânico — Foto: Arquivo pessoal

Doroshenko gosta do seu trabalho. Ele conta que visitar a unidade 4 o leva a um estado de "quase euforia", uma emoção que, segundo ele acredita, pode ser comparada com escalar o Everest.

Cerca de 10 metros abaixo do reator 4 de Chernobyl, existe uma rede de salas e corredores que Doroshenko percorre uma vez por mês — Foto: Getty Images via BBC

"Este lugar está repleto de mitos e é frequentemente demonizado, mas não é tão assustador, como muitos tentam apresentá-lo", explica o pesquisador.

"Quando você está ali, se dá conta de que é uma estrutura criada por seres humanos. Você compreende que aquele espaço exige vigilância e supervisão constante."

"Se pessoas como nós deixarmos de descer ali, será iniciado um processo sem controle, o que é perigoso", afirma ele.

O reator 4 está coberto pelo Novo Confinamento Seguro, um domo de aço projetado para durar 100 anos — Foto: Getty Images via BBC

Uma vez por ano, Anatolii Doroshenko passa por exames médicos obrigatórios e, nas suas férias, tenta sempre ir para o mar.

"Não me impuseram um limite. Se vier uma geração que possa me substituir, pensarei em me aposentar. Mas, por enquanto, não penso nisso."

Para ele, o mais importante é que as pessoas tenham em mente os desafios enfrentados em Chernobyl: conter a radiação dos resíduos de combustível nuclear e manter o controle das instalações.

Imagem inicial de Caroline Souza, da Equipe de Jornalismo Visual da BBC Américas, com fotos da Getty Images e da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia.

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Acordo UE-Mercosul começa a valer; veja o que está em jogo para o agro — de frutas a carnes e café

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 00:59

Agro Acordo UE-Mercosul começa a valer; veja o que está em jogo para o agro — de frutas a carnes e café Uma série de produtos terá taxas de importação gradualmente zeradas na Europa. Carnes terão redução de tarifas, mas com cota de exportação. Por Paula Salati, Vivian Souza, g1 — São Paulo

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul passa a valer de forma provisória no Brasil nessa sexta-feira (1°).

Com isso, o agronegócio brasileiro, alvo de forte resistência de produtores europeus, passa a se beneficiar nas exportações para o mercado europeu.

O acordo elimina as tarifas de importação de 77% dos produtos agropecuários que a UE compra do Mercosul. A redução será gradual, em prazos que vão variar de 4 a 10 anos, a depender do produto.

Entre os itens que vão passar a ter taxa zero, estão frutas, sucos, peixes, crustáceos, óleos vegetais e café solúvel e moído – o café em grão já entra na Europa sem taxa.

Outros produtos terão redução de imposto, mas condicionada a cotas de exportação. É o caso de carne bovina, frango e porco, que são considerados produtos “sensíveis” pelos europeus por competirem diretamente com a produção local.

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul passa a valer de forma provisória no Brasil nessa sexta-feira (1°). Com isso, o agronegócio brasileiro, alvo de forte resistência de produtores europeus, passa a se beneficiar nas exportações para o mercado europeu.

➡️ O acordo elimina as tarifas de importação de 77% dos produtos agropecuários que a UE compra do Mercosul. A redução será gradual, em prazos que vão variar de quatro a 10 anos, a depender do produto.

Entre os itens que vão passar a ter taxa zero, estão frutas, sucos, peixes, crustáceos, óleos vegetais e café solúvel e moído — o café em grão já entra na Europa sem taxa.

Outros produtos terão redução de imposto, mas condicionada a cotas de exportação. É o caso de carne bovina, frango e porco, que são considerados produtos “sensíveis” pelos europeus por competirem diretamente com a produção local.

Os produtores da UE desses setores são justamente os que resistem ao acordo, mesmo após sua assinatura em 17 de janeiro. Por pressão deles e de ambientalistas, o Parlamento europeu enviou o tratado para o Tribunal de Justiça do bloco, o que deve atrasar sua implementação definitiva .

Ainda assim, a aplicação provisória já permite o início da redução das tarifas. Ao longo dos últimos meses, o g1 conversou com diversos setores do agro brasileiro para entender os potenciais benefícios do acordo e suas limitações.

Mesmo os segmentos que já exportavam com tarifa zero para a UE avaliam positivamente o tratado, pois, segundo eles, acordos comerciais não se limitam à redução de tarifas, mas também abrem espaço para ampliação de investimentos bilaterais.

Os exportadores de frutas estão entre os setores que mais devem se beneficiar do tratado. A uva brasileira, por exemplo, passará a entrar na União Europeia com tarifa zero a partir dessa sexta (1º), diz Luiz Roberto Barcelos, diretor da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).

Outros produtos como abacate, limão, melão, melancia e maçã terão tarifas zeradas de 4 a 7 anos. O cronograma ficou assim:

🍇uva: tarifa de 11% zera imediatamente;🥑abacate: taxa de 4% zera em 4 anos;🍋‍🟩limão: imposto de 14% zera em 4 anos;🍉melão e melancia: taxa de 9% zera em 7 anos;🍎maçã: taxa de 10% zera em 10 anos.

Segundo Barcelos, a medida tende a impulsionar o consumo de frutas brasileiras no continente europeu, ao reduzir os custos para os importadores.

"O Brasil exporta frutas como melão e melancia em períodos de entressafra europeia, além de frutas tropicais que não são produzidas localmente, o que reduz riscos de competição direta com produtores do bloco", afirma.

Nesse setor, os cafés solúvel e moído são os que mais devem ganhar com o acordo, pois o produto em grão, que representa 97% das vendas para a Europa, já entra no bloco sem tarifa.

A UE aplica uma taxa de importação de 9% sobre o café solúvel brasileiro e de 7,5% sobre o torrado e moído. Mas, a partir dessa sexta, essas taxas vão começar a cair todos os anos, até zerar em 2030.

"Cada ano, a taxa cairá 25%. No quinto ano, será zerada completamente", disse ao g1 Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

"O nosso maior concorrente em café solúvel, o Vietnã, já tem tarifa zero. Então, o acordo pode tornar nosso solúvel mais competitivo na Europa", destaca.

Para ele, mesmo que quase todas as exportações já sejam isentas de tarifa, os benefícios de um tratado comercial não devem ser subestimados.

"Um acordo comercial é mais do que redução de tarifas. No setor de café, isso representa, por exemplo, a possibilidade de um grande grupo empresarial investir em fábricas no Brasil, de produzir seus blends aqui", afirma.

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Já o potencial de aumento das exportações de carnes é mais restrito, seja pelas cotas que condicionam a redução de tarifas, seja pelas regras que a UE aprovou para proteger seus pecuaristas.

Atualmente, a França lidera a produção de carne bovina na Europa, enquanto a Polônia ocupa a dianteira na produção de frango. O Brasil é o maior exportador global desses dois tipos de carnes e, há anos, consegue ofertá-los a preços mais baixos do que seus concorrentes.

Tradicionalmente, a carne bovina brasileira tem dois tipos de tarifação na UE. Uma delas é a cota Hilton, destinada a cortes nobres, que permite ao Brasil exportar 10 mil toneladas por ano com uma taxa de 20%. Com o acordo, esse percentual será zerado, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Outros tipos de carne pagavam tarifa de 12,8% mais 221,1 euros por 100 kg. Com o acordo, essa cobrança é substituída por uma cota conjunta para Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai de até 99 mil toneladas anuais, com tarifa de 7,5% — bem abaixo das 128 mil toneladas que o Brasil exportou sozinho para a UE no ano passado.

Em dezembro do ano passado, a diretora de relações internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, disse que a nova cota é pequena, mas que o acordo em si fortalece as relações com a UE.

Já Roberto Perosa, presidente da Abiec, questionou em janeiro se o mercado terá "apetite" para crescer além do patamar atual ou se o acordo servirá sobretudo para reduzir o imposto sobre o que já é exportado, melhorando margens de lucro sem ampliar volumes.

Uma lógica semelhante vai funcionar para as carnes de aves. Até então, o setor contava com diferentes cotas de acesso à União Europeia: no caso do frango in natura, por exemplo, o país exporta até 15.050 toneladas com tarifa zero, enquanto os volumes excedentes pagam 1.024 euros por tonelada.

A partir dessa sexta, contudo, o Brasil passa a ter, junto a outros países do Mercosul, uma cota anual de exportação de 180 mil toneladas com tarifa zero.

A cota começa menor no primeiro ano e cresce em parcelas anuais iguais até atingir o total no sexto ano, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As exportações fora dessa cota continuarão sujeitas às tarifas atuais.

"O que teremos com o Mercosul é outra cota, será adicional", disse a entidade, em dezembro. "Se o acordo for implementado com previsibilidade e respeito às regras, há espaço concreto para aumento das exportações brasileiras de carne de frango", concluiu a ABPA.

No setor de sucos de laranjas, os principais produtos exportados terão redução gradual de tarifas até chegar a zero em 7 a 10 anos. As alíquotas vigentes até então variavam de 12,2% a 33,6%, com algumas categorias sujeitas a um valor adicional por quilo.

"Em cinco anos, já alcançaremos uma tarifa 50% menor do que a praticada hoje, o que é relevante", disse o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, em dezembro.

Segundo a associação, a diminuição das taxas deve gerar uma economia tarifária de aproximadamente US$ 250 milhões — o equivalente a cerca de R$ 1,3 bilhão — nos primeiros cinco anos de vigência para as exportações brasileiras de suco de laranja.

A soja e os produtos florestais são, respectivamente, o segundo e o terceiro itens mais exportados pelo Brasil à UE, atrás apenas do café. Eles já têm tarifa zero na Europa, mas associações setoriais celebraram o acordo.

“Trata-se de uma negociação construída ao longo de muitos anos, que agora dá mais um passo estratégico para aproximar duas regiões, em um momento de escala do protecionismo e forte enfraquecimento do multilateralismo como conhecíamos até então", diz Paulo Hartung, presidente executivo da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores)

"No caso da celulose, […] o ganho está mais ligado ao ambiente geral, com maior previsibilidade e segurança nas relações comerciais entre os blocos.”

Já a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) disse que "o acordo poderá reduzir custos e ampliar a priorização dos produtos brasileiros, reforçando a competitividade do país nesses mercados".

Em dezembro, a UE aprovou uma série de proteções aos seus produtores rurais, conhecidas como "salvaguardas", que incomodaram o agro brasileiro.

Em resumo, elas preveem que os benefícios tarifários do Mercosul no acordo podem ser suspensos temporariamente, caso a UE entenda que isso esteja prejudicando algum setor do agro local.

Isso porque elas podem limitar as exportações brasileiras para o mercado europeu, o que é contraditório, em um momento em que se espera assinar um acordo de livre comércio.

Ela esclareceu que as salvaguardas não serão acrescentadas ao acordo que foi negociado entre as partes, mas que farão parte de um regulamento interno da UE.

Na prática, se as importações de um determinado produto agrícola considerado sensível aumentarem em 5%, na média de 3 anos, a UE poderá abrir uma investigação para avaliar a possível suspensão dos benefícios.

Os integrantes da comissão também reduziram o tempo de duração dessas investigações: de 6 para 3 meses, em geral, e de 4 para 2 meses, para produtos sensíveis.

"Isso permite à União Europeia aplicar penalidades de forma muito mais rápida, dando menos tempo aos países do Mercosul para se explicarem e se defenderem", diz Leonardo Munhoz, pesquisador do Centro de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A comissão também propôs uma nova regra que obriga os países do Mercosul a adotar as mesmas normas de produção exigidas na União Europeia.

Segundo Munhoz, essa cláusula não estava prevista no acordo original e pode gerar insegurança jurídica. "A UE pode questionar, por exemplo, se o Brasil usar defensivos agrícolas ou fertilizantes que não são utilizados na Europa", exemplificou.

Para a ABPA, essas proteções não eliminam o potencial de exportação, mas podem ter algum efeito sobre a previsibilidade, dependendo de como forem aplicadas.

"Do ponto de vista do Brasil, o que defendemos é que qualquer salvaguarda seja estritamente técnica, transparente e baseada em critérios objetivos, de forma a não transformar um mecanismo excepcional em barreira disfarçada", disse a ABPA, ao g1.

O acordo de livre comércio UE-Mercosul não vale apenas para produtos agrícolas, mas este setor tem protagonizado boa parte dos embates.

As discussões começaram em 1999 e foram paralisadas depois de um acordo inicial alcançado em 2019. As conversas só foram retomadas em 2024, a pedido da Comissão Europeia.

O acordo foi, então, anunciado no fim de 2024, o que encerrou o período de negociações e inaugurou o de aprovações pelos países. Em janeiro, o tratado foi assinado e entra em vigor de forma provisória nessa sexta.

“É um acordo que envolve praticamente 722 milhões de habitantes e US$ 22 trilhões de Produto Interno Bruto (PIB). É uma coisa extremamente importante, possivelmente seja o maior acordo comercial do mundo", disse o presidente Lula, em novembro, durante o G20 – grupo das maiores economias do mundo.

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Acordo UE-Mercosul: imposto do vinho europeu começa a cair nesta sexta e zera em 2034; veja datas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 00:59

Agro Acordo UE-Mercosul: imposto do vinho europeu começa a cair nesta sexta e zera em 2034; veja datas Taxa de importação sobre vinhos europeus e champanhes cairá de 27% para 24% nesta sexta, e para 21% em 1º de janeiro de 2027. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

A taxa de importação sobre vinhos e champanhes europeus começa a cair progressivamente nessa sexta-feira (1°) e será zerada em 2034 para os brasileiros.

A mudança faz parte do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que passa a valer de forma provisória a partir deste mês.

Até então, o imposto cobrado na importação de vinhos e champanhes da UE era de 27%. Com o acordo, a taxa cai para 24% nesta sexta e para 21% em 1º de janeiro de 2027.

Já os espumantes têm um cronograma diferente. As garrafas com preço acima de US$ 8 por litro terão a tarifa zerada imediatamente. Já os rótulos abaixo desse valor só ficarão isentos após 12 anos.

A redução de tarifas será aplicada mesmo na fase provisória do acordo, que só não entrou em vigor de forma definitiva por causa resistência de produtores rurais europeus, principalmente dos franceses.

A taxa de importação sobre vinhos europeus e champanhes começa a cair progressivamente nessa sexta-feira (1°) e será zerada em 2034. A mudança faz parte do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que passa a valer de forma provisória a partir deste mês.

🍷 O imposto de importação sobre vinhos cairá de 27% para 24% nesta sexta, e para 21% em 1º de janeiro de 2027.

Abaixo, o g1 mostra como fica a tarifa ano a ano, com base em informações obtidas junto aos Ministérios do Desenvolvimento (Mdic) e da Agricultura (Mapa) e à Comissão Europeia.

Veja como ficam as taxas de importação de vinhos europeus e de champanhe até 2034. — Foto: Arte/g1

Já os espumantes têm um cronograma diferente. As garrafas com preço acima de US$ 8 por litro terão a tarifa zerada imediatamente. Já os rótulos abaixo desse valor só ficarão isentos após 12 anos.

➡️ A diferença entre champanhe e espumante está em sua origem: todo champanhe é um espumante, mas só pode receber esse nome se for feito na região de Champagne, na França, seguindo regras específicas de produção.

A redução de tarifas será aplicada mesmo na fase provisória do acordo, que só não entrou em vigor de forma definitiva por causa resistência de produtores rurais europeus, principalmente dos franceses.

Eles temem que produtos agrícolas sul-americanos se tornem mais baratos na Europa, reduzindo a competitividade dos produtores locais

O acordo foi assinado no dia 17 de janeiro, após mais de 25 anos de negociações marcadas por idas e vindas. No entanto, quatro dias depois, o Parlamento europeu decidiu enviar o tratado para o Tribunal de Justiça da UE para revisão jurídica, o que deve atrasar a implementação definitiva.

Roberto Kanter, professor de MBAs da FGV, diz que a redução de imposto pode baratear o preço dos vinhos e ampliar a variedade de rótulos europeus no país.

Ele explica que a Europa, diferentemente do Brasil, reúne alguns dos maiores produtores de vinho do mundo — como Itália, França e Espanha —, o que permite a oferta de bebidas mais baratas. “É possível encontrar vinhos muito bons por dois, três ou quatro euros”, afirma.

No entanto, na visão dele, o que desestimula a compra desses vinhos mais baratos pelo Brasil é justamente a alta taxa de importação.

"Com as tarifas atuais, é melhor você importar um vinho de 15 euros do que de cinco. Por quê? Porque a tarifa do imposto acaba igualando todos eles em uma faixa semelhante de preço e o cliente brasileiro que compra vinho da Europa já está disposto a pagar mais caro por ele", diz Kanter.

Ele afirma, no entanto, que a redução gradual da taxa vai estimular as empresas brasileiras a diversificarem as suas compras e a apostar em vinhos europeus de menor preço.

"Eu acredito que o consumidor brasileiro vai ser beneficiado. Ele vai passar a ter acesso a uma oferta muito maior de vinhos de qualidade média, a preços extremamente competitivos, muito mais do que você encontra hoje no mercado", ressalta.

"Hoje, para você ter um preço competitivo, você compra do Chile ou da Argentina", comenta o professor.

Esses dois países sul-americanos têm um volume de produção de vinho bem maior que o do Brasil. E é por isso que os rótulos chilenos e argentinos são, em geral, mais em conta que os nacionais no mercado brasileiro, diz Kanter.

Com o tempo, ele acredita que os vinhos europeus sigam a mesma tendência observada hoje nos rótulos chilenos e argentinos.

O professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, José Niemeyer, concorda, e aposta que o brasileiro "vai tomar vinho mais barato", principalmente pelo aumento da concorrência entre mais países pelo mercado nacional.

Os dois especialistas destacam que essa diminuição de preço não será imediata e deve acontecer gradualmente.

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Chegou a hora! Veja quem ganha e quem perde no Brasil com o acordo UE-Mercosul

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 01/05/2026 00:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

Mais de 80% das exportações brasileiras para a União Europeia passam a ter tarifa zerada, incluindo mais de 5 mil produtos.

No entanto, os ganhos desse acordo tendem a ser distribuídos de forma desigual entre setores e regiões.

O impacto no PIB deve ser limitado, com alta de até 0,5% até 2040 e maior efeito sobre comércio exterior e investimentos.

Agronegócio exportador e indústria competitiva estão entre os principais beneficiados, junto a setores que usam insumos europeus.

Indústria menos competitiva e pequenos produtores devem enfrentar maior pressão no mercado interno.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começa a ser aplicado provisoriamente nesta sexta-feira (1º), após mais de duas décadas de negociações. A implementação é gradual, mas já produz efeitos imediatos sobre as exportações brasileiras.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 80% dos produtos enviados pelo Brasil ao bloco europeu passam a ter tarifa de importação zerada já nesta etapa inicial.

🛒 Ao todo, mais de 5 mil itens entram no mercado europeu sem imposto, ampliando o acesso das empresas nacionais.

Embora o Brasil seja o principal beneficiado, concentrando mais de 80% do comércio do Mercosul com a União Europeia e tendo papel central nas negociações, isso não necessariamente se traduz em ganhos uniformes entre setores e regiões do país.

Estimativas do governo apontam para um impacto positivo, porém limitado, entre 0,3% e 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) até 2040, com efeitos mais concentrados sobre atividades mais ligadas ao comércio exterior. (veja o mapa abaixo)

Ao g1, a professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Regiane Bressan explicou que o acordo amplia oportunidades, ao mesmo tempo em que expõe fragilidades estruturais do país.

“Ele beneficia quem já é competitivo, mas deve acabar pressionando quem depende mais do mercado interno.”

Os ganhos mais rápidos devem aparecer no agronegócio voltado à exportação, setor tradicionalmente competitivo e favorecido pelo desenho do acordo.

Entre os produtos brasileiros com maior potencial de aumento nas vendas para a União Europeia estão:

Embora o acesso ao mercado europeu seja limitado por cotas em itens sensíveis, como carne bovina e açúcar, especialistas destacam que o volume autorizado já representa uma ampliação relevante em relação ao comércio atual.

Esses efeitos tendem a beneficiar principalmente o Centro-Oeste, onde se concentram grãos e proteína animal, e parte do Sul, com forte presença de agroindústria exportadora.

Diferentemente de outros acordos firmados pelo Brasil, o tratado com a União Europeia também traz ganhos imediatos para a indústria exportadora.

Dados da CNI mostram que, dos 2.932 produtos brasileiros com tarifa zerada já na entrada em vigor, cerca de 93% são bens industriais.

máquinas e equipamentos;metalurgia;materiais elétricos;produtos químicos;alimentos industrializados.

No setor de máquinas e equipamentos, por exemplo, quase 96% das exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifa, incluindo compressores, bombas industriais e peças mecânicas.

Segundo a entidade, a eliminação das tarifas reduz custos e aumenta a competitividade das empresas brasileiras frente a concorrentes de países que não possuem acordo comercial com o bloco europeu.

Outro grupo que pode se beneficiar do acordo — ainda que de forma mais gradual — é a indústria brasileira que utiliza insumos, máquinas e componentes europeus.

Hoje, tarifas que chegam a 35% encarecem equipamentos, peças e produtos químicos importados da União Europeia. Com a eliminação progressiva dessas tarifas, empresas podem reduzir custos de produção, ganhar eficiência e melhorar sua competitividade, inclusive no mercado interno.

indústria química;farmacêutica;autopeças;máquinas e equipamentos;setores de alta dependência tecnológica.

Especialistas ressaltam, porém, que esses ganhos dependem de investimentos, modernização e de um ambiente de negócios mais favorável no país.

Por outro lado, o acordo tende a aumentar a pressão sobre setores industriais menos competitivos, sobretudo aqueles voltados ao mercado interno e com menor capacidade de inovação.

Mesmo com prazos longos para a redução de tarifas — que em alguns casos chegam a 15 ou 18 anos —, a expectativa é de intensificação gradual da concorrência com produtos europeus de maior valor agregado.

O risco, segundo especialistas, não é um fechamento abrupto de fábricas, mas uma perda progressiva de participação de mercado, especialmente no Sudeste, principal polo industrial do país.

Outro grupo que vê o acordo com cautela é o da agricultura familiar e de pequenos produtores, especialmente em segmentos como queijos, vinhos e produtos artesanais.

Embora o tratado proteja indicações geográficas brasileiras, produtores apontam que a concorrência com produtos europeus — muitas vezes subsidiados e produzidos em grande escala — pode dificultar a permanência no mercado doméstico.

Para esses segmentos, Bressan destaca que o acordo exige adaptação rápida, acesso a crédito, certificações e políticas públicas de apoio.

INFOGRÁFICO – Quem ganha e quem perde com o acordo entre União Europeia e Mercosul — Foto: Arte/g1

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Bolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 00:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de maio do Bolsa Família no dia 18. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 18/5Final do NIS: 2 – pagamento em 19/5Final do NIS: 3 – pagamento em 20/5Final do NIS: 4 – pagamento em 21/5Final do NIS: 5 – pagamento em 22/5Final do NIS: 6 – pagamento em 25/5Final do NIS: 7 – pagamento em 26/5Final do NIS: 8 – pagamento em 27/5Final do NIS: 9 – pagamento em 28/5Final do NIS: 0 – pagamento em 29/5

Junho: de 17/6 a 30/6;Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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Mega-Sena, concurso 3.002: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 21:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.002: aposta de Curitiba acerta as seis dezenas e leva prêmio de R$ 127 milhões Veja os números sorteados: 04 – 27 – 51 – 52 – 54 – 58. Vencedor realizou jogo com 7 números. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.002 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (30), em São Paulo. Uma aposta de Curitiba (PR) acertou as seis dezenas e vai levar, sozinha, o prêmio de R$ 127.017.606,25.

Segundo a Caixa Econômica Federal, o vencedor fez uma aposta simples, com sete números, em uma lotérica da capital paranaense.

O g1 passou a transmitir, neste mês, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agrishow: comando de trator que se assemelha a ‘videogame’ torna rotina do produtor mais intuitiva e econômica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 20:00

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow: comando de trator que se assemelha a 'videogame' torna rotina do produtor mais intuitiva e econômica Com tela de 'celular' e GPS, tecnologia evita desperdício de insumos e pode ser instalada em máquinas mais antigas para aumentar a produtividade. Por Beatriz Jacomini, Ana Beatriz Fogaça, g1 Ribeirão Preto e Franca

Um sistema de piloto agrícola pode transformar a experiência de pilotar qualquer equipamento agrícola em algo parecido com jogar videogame.

O conjunto da PTx Trimble inclui um monitor digital, um receptor GPS de alta precisão e um sistema que atua diretamente na direção da máquina.

A tecnologia também garante passadas paralelas perfeitas, evitando falhas ou sobreposição no plantio e na aplicação de insumos.

O sistema coleta dados da operação e envia tudo para plataformas digitais, permitindo que o produtor acompanhe o trabalho em tempo real.

Já imaginou dirigir um trator como se estivesse jogando videogame? Com tela touch, mapa da lavoura e comandos simples, essa já é a realidade de produtores que visitam a Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP).

No lugar de operações totalmente manuais, entram sistemas inteligentes que praticamente conduzem a máquina sozinhos.

A tecnologia por trás dessa mudança é um piloto automático agrícola, já instalado em tratores como o MF Guide, da Massey Ferguson, com sistema da PTx Trimble, que combina GPS de alta precisão, sensores e uma interface digital parecida com a de um smartphone.

“É uma interface intuitiva, porque quem vai operar nem sempre tem formação técnica. A ideia é ser fácil de usar, como um celular”, explica a especialista de marketing de produto de PTx, Rosiéli Mika.

Na prática, o operador define uma linha inicial e a partir disso o sistema mantém o trator alinhado automaticamente, com margem de erro de até 2,5 centímetros.

O conjunto inclui um monitor digital, um receptor GPS de alta precisão e um sistema que atua diretamente na direção da máquina, como se fosse “uma mão mecânica” guiando o volante.

Sistema de piloto automático transforma experiência de pilotar equipamentos agrícolas mais antigos em algo parecido com jogar videogame. — Foto: Divulgação/PTx

Além de facilitar a operação, o piloto automático muda completamente a rotina no campo. O operador fica menos cansado e pode focar em outras partes da operação.

A tecnologia também garante passadas paralelas perfeitas, evitando falhas ou sobreposição no plantio e na aplicação de insumos, dois problemas que impactam diretamente no bolso do produtor.

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“Se você sobrepõe a aplicação, gasta insumo à toa, se abre demais a passada do maquinário, perde área produtiva. O piloto corrige isso automaticamente, tanto uma situação quanto outro geram prejuízos que podem ser evitados para o produtor”, explica Rosiéli

Além de guiar o trator, o sistema coleta dados da operação e envia tudo para plataformas digitais, permitindo que o produtor acompanhe o trabalho em tempo real, até mesmo à distância. Com isso, decisões que antes eram baseadas apenas na experiência passam a ser guiadas por informações precisas.

Sistema que pode ser acoplado a tratores dá autonomia a máquinas agrícolas no campo. — Foto: Divulgação/PTx

Os ganhos vão além da praticidade. Segundo as empresas, o uso do piloto automático pode gerar economia de até 12% de combustível e aumento de produtividade de até 10%.

Isso acontece porque o sistema reduz manobras desnecessárias e otimiza o trajeto da máquina na lavoura. Outro ponto que chama atenção é que não é preciso comprar um trator novo para ter acesso à tecnologia. O sistema pode ser instalado em máquinas já existentes.

“É um kit com monitor, volante e antena. O produtor instala no trator que ele já tem e passa a ter todos esses benefícios. Se ele faz a operação mais rápido, com mais qualidade e sem sobreposição, a rentabilidade aumenta”, explica Lucas Zanetti, gerente de marketing da Massey Ferguson.

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Após visita do rei Charles III, Trump diz que vai suspender tarifas sobre comércio de uísque entre Escócia e Kentucky

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 17:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.712 pts1,6%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que vai retirar tarifas e restrições que dificultam o comércio de uísque entre a Escócia e o estado americano de Kentucky.

A declaração veio após o republicano se reunir com o rei Charles III e a rainha Camilla, em visita oficial aos EUA nesta semana.

Segundo Trump, a medida foi adotada "em homenagem ao Rei e à Rainha do Reino Unido, que acabam de deixar a Casa Branca e em breve retornam ao seu maravilhoso país".

Ele também afirmou que a medida deve facilitar a cooperação entre a Escócia e o estado de Kentucky na produção de uísque e bourbon, destacando a importância do setor nas duas regiões.

Os EUA e o Reino Unido haviam assinado um acordo em 2025 que permite a Washington cobrar uma tarifa básica de 10% sobre a maioria dos produtos importados do Reino Unido.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 28 de abril de 2026 — Foto: Chris Jackson/Pool via REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (30) que vai retirar tarifas e restrições que dificultam o comércio de uísque entre a Escócia e o estado americano de Kentucky, onde é produzido o bourbon.

“As pessoas querem isso há muito tempo, já que havia um grande comércio entre países, especialmente no que diz respeito aos barris de madeira utilizados”, disse Trump em uma publicação na Truth Social.

A declaração veio após o republicano se reunir com o rei Charles III e a rainha Camilla, em visita oficial aos EUA nesta semana. Durante a passagem pelo país, o monarca fez um discurso histórico no Congresso.

Segundo Trump, a medida foi adotada "em homenagem ao Rei e à Rainha do Reino Unido, que acabam de deixar a Casa Branca e em breve retornam ao seu maravilhoso país".

"O Rei e a Rainha me fizeram fazer algo que ninguém mais conseguiu, praticamente sem nem pedir!", acrescentou o republicano, ao destacar a própria decisão.

Ele também afirmou que a medida deve facilitar a cooperação entre a Escócia e o estado de Kentucky na produção de uísque e bourbon, destacando a importância do setor nas duas regiões.

🔎 Uísque é o nome geral de destilados de grãos produzidos em diversos países, como Escócia, Irlanda, EUA e Japão. O bourbon é um tipo específico de uísque feito nos EUA, com pelo menos 51% de milho e envelhecido em barris novos de carvalho carbonizados.

Os EUA e o Reino Unido haviam assinado um acordo em 2025 que permite a Washington cobrar uma tarifa básica de 10% sobre a maioria dos produtos importados do Reino Unido. Após a formalização do novo anúncio de Trump, parte dessas tarifas tende a cair.

Segundo a BBC, representantes da indústria afirmaram que as destilarias poderão “respirar um pouco mais aliviadas em um período de forte pressão sobre o setor”.

A rede britânica de comunicação acrescentou que o governo do Reino Unido confirmou que a medida se aplica a todas as tarifas sobre uísque, incluindo o irlandês.

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Vale anuncia R$ 12 bi em investimentos no ES na celebração dos 60 anos de Tubarão em Vitória

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 16:15

Espírito Santo Vale anuncia R$ 12 bi em investimentos no ES na celebração dos 60 anos de Tubarão em Vitória Investimentos serão em projetos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos. Unidade Tubarão completou 60 anos em abril de 2026. Por g1 ES

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), durante evento em comemoração aos 60 anos da unidade Tubarão, em Vitória.

Segundo a companhia, os investimentos serão em projetos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos.

A Vale vai investir cerca de R$ 12 bilhões no Espírito Santo até 2030. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), durante evento em comemoração aos 60 anos da unidade de Tubarão, em Vitória.

Segundo a companhia, os investimentos serão feitos nas áreas de gestão hídrica, modernização de instalações e substituição de equipamentos. Os projetos, no entanto, não foram detalhados pela companhia.

O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve no evento de comemoração pelos 60 anos, na capital capixaba, falou sobre a atuação da companhia na região e destacou o pioneirismo do porto.

"Celebrar os 60 anos da unidade Tubarão é reconhecer a importância do Espírito Santo para a Vale e para a mineração brasileira. Foi aqui que nasceu uma operação pioneira, baseada na integração entre mina, ferrovia e porto, que transformou nossa logística e segue estratégica para o presente e o futuro da companhia".

O surgimento do Porto de Tubarão representou um avanço para a economia capixaba. Inclusive, apenas o parque industrial da Vale no estado já chegou a ser responsável por 13% do PIB (Produto Interno Brunto) do Espírito Santo.

Pimenta destacou também a importância do Espírito Santo para a empresa como lobby logístico. "Investimos em soluções que também beneficiem o estado. Estamos focados em descarbonização e tecnologia", completou.

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O evento contou com a presença de autoridades empresarias e políiticas, como o governador Ricardo Ferraço.

A produção de pelotas de minério de ferro nas seis usinas da Vale, em Tubarão, bateu em 5,02 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026. O volume é 35,1% acima do que foi produzido nos primeiros três meses de 2025, 3,7 milhões de toneladas, avançou em 2,8% na comparação com as 4,89 milhões de toneladas que saíram das usinas no quarto trimestre do ano passado.

As linhas capixabas tiveram resultado mais forte que a média geral das pelotizadoras, que ampliaram a sua produção em 14% na comparação com o início do ano passado. Os dados foram divulgados na noite de terça-feira (28), junto com os resultados da companhia.

A história da unidade Tubarão está ligada à formação da logística da mineração do Brasil. A partir da década de 1960, o Porto de Vitória se consolidou como a principal rota de escoamento do minério de ferro extraído em Minas Gerais e transportado pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.

A construção do porto começou quando a Vale ainda era Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), antes da privatização da estatal. Esse movimento resultou, em 1º de abril de 1966, na inauguração do Porto de Tubarão, com a entrada em operação do Píer 1, marco decisivo para a expansão das exportações minerais brasileiras.

No jornal A Gazeta do dia 2 de abril, a manchete era: "Castelo Branco inaugurou Tubarão sem falar".

Três anos depois, em 1969, a unidade iniciou uma nova fase industrial com a inauguração da primeira usina de pelotização, agregando valor à produção mineral.

A partir dos anos 1980, a operação passou a adotar, de forma estruturada, controles ambientais, com sistemas de recirculação de efluentes, monitoramento contínuo de emissões e ações de recuperação vegetal.

Nas décadas seguintes, a expansão incluiu novos terminais, usinas e infraestruturas, além da adoção de equipamentos voltados à redução de impactos ambientais, como as barreiras de vento, instaladas a partir de 2009.

Em 2016, a Unidade Tubarão avançou na segurança ambiental com o fechamento do primeiro transportador de minério do Porto, no Píer 2.

Já em 2023, outro marco foi alcançado com a inauguração da usina de briquetes, reforçando o compromisso com a redução das emissões de carbono.

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Confiança do consumidor cai e entra em campo pessimista em abril, segundo Ipsos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 16:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%MoedasDólar ComercialR$ 4,954-0,96%Dólar TurismoR$ 5,157-1,05%Euro ComercialR$ 5,816-0,42%Euro TurismoR$ 6,067-0,48%B3Ibovespa187.567 pts1,52%Oferecido por

A confiança do consumidor brasileiro caiu em abril e entrou em campo pessimista, segundo levantamento da Ipsos.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou de 52,2 pontos em março para 49,2 em abril — queda de 3 pontos em um mês. O resultado rompeu a linha de neutralidade e atingiu o menor patamar em 11 meses, de acordo com o estudo.

O levantamento aponta uma retração disseminada em todos os componentes do índice, com piora na percepção sobre situação financeira, emprego, consumo e expectativas para os próximos meses. A instituição classificou o movimento como uma “fadiga do otimismo”.

Geração Z e os Baby Boomers são os mais pessimistas em relação ao futuro econômico — Foto: Adriano Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo

Para Rafael Lindemeyer, líder do cluster de experiência da Ipsos, a retração brasileira acompanha um mês de perdas quase generalizadas no mapa global.

“Potências como os Estados Unidos e o Reino Unido viram seus índices derreterem (queda de 2,2 e 2,1 pontos, respectivamente). A Europa continental segue na mesma esteira, com a Alemanha perdendo 1,8 ponto. Na América Latina, a Argentina e o Chile apresentaram quedas agudas, sendo que o Chile recuou 7,5 pontos. O diagnóstico aponta que esse choque de pessimismo tem um gatilho claro: os impactos econômicos decorrentes da eclosão da Guerra no Irã”, afirma.

O chamado “termômetro do presente”, que mede a percepção sobre a situação atual da economia, caiu de 44,1 para 39,4 pontos em abril. Já o índice ligado a investimentos e consumo recuou de 50 para 45,4 pontos. O indicador de emprego retraiu para 50,3 pontos, enquanto o índice de expectativas futuras passou de 65,8 para 63,6.

Segundo a pesquisa, 32% dos brasileiros acreditam que o país está no rumo certo. Em dezembro de 2025, esse percentual era de 41%.

A percepção sobre a situação econômica do Brasil permaneceu estável em abril: 31,5% classificaram o cenário como “bom”. Apesar disso, o levantamento aponta deterioração em relação ao início do ano. Em janeiro, o índice havia chegado a 42,7%.

O estudo também mostra piora na avaliação da economia local. O percentual de brasileiros que consideram a economia de sua região “forte” caiu para 31%, enquanto 48,2% acreditam que a situação econômica local estará melhor nos próximos seis meses — primeira vez no ano em que menos da metade da população demonstra expectativa de melhora.

“O índice, o cenário de abril revela uma deterioração mais disseminada. O componente de Expectativas, que vinha sustentando o otimismo brasileiro, sofreu uma correção importante. Esse movimento sugere que o consumidor parou de projetar uma melhora automática no curto prazo, possivelmente influenciado pela persistência de juros elevados e revisões para cima nas projeções de inflação de itens essenciais, como alimentos e energia”, diz Lindemeyer.

Na avaliação da Ipsos, os extremos geracionais foram os mais afetados pela piora das expectativas. A Geração Z e os Baby Boomers registraram as maiores quedas no otimismo em relação ao futuro econômico.

A percepção sobre a situação financeira pessoal também piorou. Apenas 27,9% classificaram sua condição financeira atual como boa, enquanto 68,2% disseram acreditar que estarão em situação melhor daqui a seis meses.

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