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Bolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em agosto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/08/2026 00:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de agosto do Bolsa Família no dia 18. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 18/8Final do NIS: 2 – pagamento em 19/8Final do NIS: 3 – pagamento em 20/8Final do NIS: 4 – pagamento em 21/8Final do NIS: 5 – pagamento em 24/8Final do NIS: 6 – pagamento em 25/8Final do NIS: 7 – pagamento em 26/8Final do NIS: 8 – pagamento em 27/8Final do NIS: 9 – pagamento em 28/8Final do NIS: 0 – pagamento em 31/8

Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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63ª Expo Rio Preto reúne agro, produtores, shows e atrações para o público infantil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 19:52

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo 63ª Expo Rio Preto reúne agro, produtores, shows e atrações para o público infantil Evento vai de 1 a 16 de agosto, no Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto, em São José do Rio Preto (SP), com entrada e estacionamento gratuitos. Por Nosso Campo, TV TEM

A 63ª Expo Rio Preto acontece de 1º a 16 de agosto em São José do Rio Preto (SP). O evento tem entrada e estacionamento gratuitos.

A programação agropecuária tem 2 etapas: de 1º a 9 de agosto para gado de corte e de 10 a 16 de agosto focada na bacia leiteira.

Entre 3 e 15 de agosto, a InterTechs Agro realiza palestras sobre boas práticas rurais. O estande da Faesp/Senar-SP também oferece cursos gratuitos de empreendedorismo.

Para as crianças, a Expo Kids oferece atrações como fazendinha e shows nos finais de semana. A entrada para os shows musicais é solidária opcional.

Recinto de Exposições de São José do Rio Preto (SP) — Foto: Divulgação / Prefeitura de São José do Rio Preto (SP)

A 63ª edição da Expo Rio Preto será realizada de 1º a 16 de agosto no Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto, em São José do Rio Preto (SP). O evento, considerado a maior feira agropecuária do estado em número de animais, terá entrada e estacionamento gratuitos.

Com o tema “A Expo é nossa. O Agro é de todos”, a feira reúne produtores rurais, atrações para crianças, lazer para a população e shows musicais. A proposta é valorizar o pequeno e médio produtor, incentivar tecnologia no campo e aproximar o público urbano do agronegócio.

Organizada pela Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, a Expo é apresentada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). A Gaetan Shows e Eventos é correalizadora.

A programação agropecuária será dividida em duas etapas: de 1º a 9 de agosto, voltada para gado de corte, com destaque para o ranking Nelore Ouro; e de 10 a 16 de agosto, dedicada à bacia leiteira, com torneio de produção. Serão exibidas 11 raças de bovinos, três de ovinos e cavalos da raça Mangalarga. Também haverá julgamentos técnicos e apresentações de novas tecnologias para o setor.

Entre 3 e 15 de agosto, acontece a InterTechs Agro, com palestras sobre boas práticas no campo. No mesmo período, o estande da Faesp/Senar-SP oferecerá cursos gratuitos de empreendedorismo rural e artesanato sustentável. As turmas terão até 15 alunos e direito a certificado.

A programação também inclui o encontro Jovens do Agro Paulista, com debates sobre sucessão familiar e gestão da produção, além de atividades voltadas à valorização das mulheres no agronegócio.

Para as crianças, a Expo Kids terá atrações nos finais de semana: rodeio de carneiro, fazendinha de animais, shows temáticos e oficinas de arte. Entre os destaques estão apresentações de Ana Castela Cover, Baile Real das Princesas e grupos de K-Pop.

Os shows terão entrada solidária opcional, com doação de 1 kg de alimento não perecível para o Fundo Social de Solidariedade. Também haverá camarotes disponíveis.

1º de agosto: Clayton & Romário (21h)2 de agosto: Sérgio Reis (14h)7 de agosto: Jads & Jadson (21h)8 de agosto: Di Paullo & Paulino / Kamisa 10 (21h)9 de agosto: Kombinados, Orquestra de Viola Caipira e Lourenço & Lourival (11h e 14h)14 de agosto: Kléo Dibah & Rafael (21h)15 de agosto: Mato Grosso & Mathias (21h)

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OpenAI descobre mais casos em que sua IA escapou de isolamento, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 19:00

Tecnologia OpenAI descobre mais casos em que sua IA escapou de isolamento, diz agência Informação foi revelada pela agência Reuters com base em duas fontes a par do assunto. Casos estão sendo analisados pela empresa, mas tiveram alcance limitado. Por Reuters

A OpenAI descobriu outros casos em que agentes de inteligência artificial escaparam do ambiente de contenção da companhia, afirmaram nesta sexta-feira (31) duas fontes da agência Reuters.

As novas fugas das IAs foram descobertas na investigação anunciada pela OpenAI após dois de seus agentes realizarem um ataque virtual contra a empresa de tecnologia Hugging Face.

Os novos casos estão sendo analisados pela OpenAI, mas uma das fontes informou que eles tiveram alcance limitado. Segundo ela, apesar de terem escapado do isolamento, os agentes de IA não saíram da rede da empresa.

Um porta-voz da OpenAI remeteu à declaração anterior da empresa, que afirmava que a companhia estava analisando "atividades mais amplas de nossos modelos", além do ataque à Hugging Face.

A investigação ampliada da OpenAI começou pouco antes da rival Anthropic revelar que seus modelos também foram responsáveis por ataques cibernéticos contra outras três empresas desde abril.

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Conta de luz: bandeira tarifária em agosto continuará amarela, decide Aneel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 17:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0700,17%Dólar TurismoR$ 5,2780,14%Euro ComercialR$ 5,8450,17%Euro TurismoR$ 6,0990,13%B3Ibovespa177.999 pts0,47%Oferecido por

A bandeira tarifaria de agosto permanecerá amarela, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (31). Isso representa um adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh de consumo. A tarifa adicional está sendo aplicada desde maio.

🔎A bandeira tarifária indica ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

"A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no País em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado", diz o comunicado.

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

•🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

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Super El Niño pode encarecer conta de luz em até 4,5% em 2027, aponta estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0720,2%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,8510,26%Euro TurismoR$ 6,0980,11%B3Ibovespa178.314 pts0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0720,2%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,8510,26%Euro TurismoR$ 6,0980,11%B3Ibovespa178.314 pts0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,0720,2%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,8510,26%Euro TurismoR$ 6,0980,11%B3Ibovespa178.314 pts0,65%Oferecido por

Um eventual "super El Niño" pode elevar as tarifas de energia dos consumidores de baixa tensão, em média, em 2,1% em 2027, segundo estudo da "Ampere Consultoria e da TR Soluções".

Quando considerado também o impacto das bandeiras tarifárias, o aumento médio nas contas pode chegar a 4,5%

Nesse contexto, o estudo projeta o acionamento de bandeiras vermelhas entre julho e outubro de 2027, com impacto nas contas de energia (leia mais abaixo).

🔎O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, capaz de alterar o regime de chuvas e as temperaturas em diferentes regiões do planeta. No Brasil, seus efeitos incluem impactos sobre a agricultura, os recursos hídricos e o aumento da frequência de eventos climáticos extremos.

Modelos climáticos internacionais indicam alta probabilidade de formação de um El Niño na segunda metade de 2026.

Parte das projeções sugere que o fenômeno pode atingir intensidade forte ou até extrema, cenário conhecido como "super El Niño".

Caso se confirme, especialistas apontam maior risco de ondas de calor, secas, incêndios e alterações no regime de chuvas, com possíveis impactos sobre a geração de energia hidrelétrica.

Para elaborar as projeções relacionada ao aumento das tarifas, as consultorias estimaram dois cenários hidrológicos:

Os resultados indicam que, no cenário com Super El Niño, o período úmido entre 2026 e 2027 deverá terminar com o armazenamento dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) próximo de 70% em abril.

Tribunal de Contas recomenda 50 medidas para Espírito Santo enfrentar o Super El Niño — Foto: Divulgação/TCE-ES

Com o fenômeno meteorológico no radar, o estudo prevê o acionamento das bandeiras vermelhas patamar 1 e patamar 2 entre ao longo de quatro meses de 2027, entre julho e outubro (entenda mais a seguir).

Segundo o estudo, o maior impacto tarifário deverá ser registrado na Região Sul, cuja diferença média entre os dois cenários alcança 3,3 pontos percentuais.

As consultorias explicam que os efeitos sobre as tarifas são transmitidos, através das bandeiras tarifárias, por variáveis como o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), o risco hidrológico, os encargos setoriais e os custos relacionados ao portfólio de contratação das distribuidoras.

Nos demais meses, a bandeira verde deverá predominar no primeiro semestre, enquanto a bandeira amarela tende a ser acionada durante o período seco, seguindo comportamento semelhante ao cenário sem a ocorrência do fenômeno.

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

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Veja como construir viveiros escavados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 13:52

GLOBO RURAL Veja como construir viveiros escavados Material gratuito mostra como planejar toda a criação de peixes, desde a instalação dos tanques. Por Globo Rural

Nota técnica defende que tilápia atende a critérios de espécie exótica invasora e amplia debate científico — Foto: alma_p / iNatualist

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) publicou uma cartilha gratuita que mostra como planejar toda a criação de peixes, desde a instalação dos tanques, passando pelo tipo de solo e pela qualidade da água.

O manual também traz informações sobre a alimentação dos peixes e as principais doenças que prejudicam a criação.

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Stellantis faz recall de mais de 1,5 milhão de picapes RAM 1500 por defeito nos cintos, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 12:57

Carros Stellantis faz recall de mais de 1,5 milhão de picapes RAM 1500 por defeito nos cintos, diz agência Segundo a Reuters, ancoragem dos cintos de segurança traseiros pode apresentar falha. Picape é vendida no Brasil desde 2020 e montadora ainda não confirma se unidades no país foram afetadas. Por Redação g1

A Stellantis, dona da marca RAM, vai fazer um recall de mais de 1,5 milhão de unidades da picape 1500 por problemas nos cintos de segurança. As informações são da agência Reuters.

Os modelos envolvidos na campanha foram fabricados entre 2019 e 2026. São 1,27 milhão de picapes nos Estados Unidos, 156 mil no Canadá, 15 mil no México e cerca de 75 mil fora da América do Norte.

Desde 2020, a RAM vende no Brasil o modelo 1500. A reportagem do g1 entrou em contato com a Stellantis, que é dona das marcas como Fiat, Jeep e RAM, para verificar se as picapes no mercado brasileiro também fazem parte da campanha.

Até a publicação desta reportagem, a Stellantis não havia confirmado se haveria recall das unidades brasileiras.

Segundo a Reuters, o defeito detectado está nos pontos de ancoragem dos cintos de segurança na segunda fileira de assentos, especificamente nas fivelas do cinto do meio e do cinto do passageiro que vai à esquerda, logo atrás do motorista.

De acordo com o informado pela agência, “o problema pode afetar o desempenho do sistema de cintos de segurança da segunda fileira de bancos e aumentar o risco de ferimentos aos ocupantes. A Stellantis tem conhecimento de um caso de lesão possivelmente relacionado ao defeito que motivou o recall, mas não há registro de mortes”.

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Move Aplicativos: crédito para motoristas de app e taxistas supera R$ 2,2 bilhões em financiamentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 12:57

Carros Move Aplicativos: crédito para motoristas de app e taxistas supera R$ 2,2 bilhões em financiamentos Linha de crédito com juros reduzidos já financiou pouco mais de 21,7 mil veículos, com preço médio de R$ 102 mil. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Move Aplicativos, nova linha de crédito para financiar carros com juros mais baixos para motoristas de aplicativo e taxistas, alcançou R$ 2,2 bilhões em financiamentos aprovados, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (31) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O programa financiou veículos novos para 21.720 profissionais em todo o país. O valor médio dos financiamentos contratados foi de R$ 102 mil por motorista.

“O programa alcançou 1.445 municípios e, esta semana, registrou quase 3 mil operações aprovadas por dia. Hoje, esta linha já responde por 30% do volume de veículos vendidos no Brasil", disse Aloizio Mercadantes, presidente do BNDES.

O programa foi anunciado em maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os recursos da linha de crédito, de cerca de R$ 30 bilhões, são do Tesouro Nacional e repassados ao BNDES para viabilizar os financiamentos.

Taxistas devidamente registrados e ativos;Motoristas de aplicativo com cadastro ativo há pelo menos 12 meses, que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período, na mesma plataforma.

Custar até R$ 150 mil;Ser flex, elétrico ou híbrido flex — modelos híbridos apenas a gasolina não entram no programa;Para carros usados, apenas modelos elétricos ou híbridos flex;Ser produzido por montadora habilitada no programa Mover.

As taxas de juros são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. O prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência.

Apesar dos R$ 2,2 bilhões já financiados, o valor representa apenas 7,3% dos R$ 30 bilhões previstos para o programa.

Para estimular as vendas, a linha de financiamento com juros reduzidos também permite a compra dos usados. No entanto, os veículos seminovos não podem ser apenas flex. Eles precisam ser híbridos flex ou totalmente elétricos.

Há poucos carros com sistema híbrido flex disponíveis por menos de R$ 150 mil no mercado de seminovos, segundo o preço médio divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Fiat Pulse: R$ 107.493;Fiat Fastback: R$ 117.746;Peugeot 2008 GT: R$ 146.415;Peugeot 208 GT: R$ 120.769.

BYD Dolphin Mini: R$ 98.136;BYD Dolphin: R$ 118.540;GWM Ora 03: R$ 120.391;GAC Aion UT: R$ 128.790;Chevrolet Spark EUV: R$ 139.020;Geely EX2: R$ 113.882;Renault Kwid E-Tech: R$ 81.412.

Mesmo com a injeção de R$ 30 bilhões para financiar a venda de veículos com juros inferiores à metade dos praticados no mercado, poucos carros foram financiados para motoristas de aplicativo e taxistas.

Mesmo com os R$ 2,2 bilhões já em financiamento, o montante representa apenas 7,3% do total reservado para garantir o financiamento dos veículos.

O g1 ouviu especialistas e representantes do setor para entender o que está travando o programa. Todos foram categóricos ao apontar a dificuldade dos motoristas em obter a aprovação do crédito.

“A maioria dos motoristas não tem condições, senão a gente estaria vendo esse valor explodir, como foi em programas anteriores. Então, é realmente a análise de crédito que está impedindo que o programa avance com mais velocidade”, apontou a economista Tereza Fernandez.

Ela vai além e comenta que, mesmo com a redução dos juros, o preço do carro ainda é alto. “Um motorista de Uber pagar R$ 120 mil em tantos meses, fica uma prestação salgada mesmo com esses juros”, aponta.

“O risco está todo com a instituição financeira. O risco de inadimplemento é alto. As instituições financeiras não estão liberando crédito, pois essa análise está com elas”, afirma o consultor automotivo Milad Kalume Neto.

Ele afirma que, das nove instituições financeiras que operam no programa, apenas duas são consideradas mais “acessíveis”.

Armando Castelar, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), destaca que as famílias chegam ao financiamento já endividadas, o que reduz o número de interessados na renovação do veículo.

“As famílias estão muito endividadas. Tanto a dívida, quanto o serviço da dívida, que é o que as famílias gastam por mês para pagar juros e amortização, estão no recorde histórico”, diz Castelar.

“Eu entendo que haja uma reticência tanto do motorista em se endividar, já que ele já está muito endividado como consumidor. Como as instituições vão dar um crédito para quem já está muito endividado? Pode oferecer a você uma dívida, mas, se você está muito endividado, vai pegar essa dívida só por te oferecerem?”, complementa.

A dificuldade de acesso ao crédito para os motoristas foi confirmada por Leandro Cruz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores com Aplicativos de Transportes Terrestres Intermunicipais do Estado de São Paulo.

Embora aprove a iniciativa do governo, Cruz afirma que uma parcela considerável dos motoristas chega “negativada” para financiar o veículo, e a instituição financeira acaba não aprovando a operação.

“O maior problema é que o trabalhador que trabalha muito, que faz de R$ 10 mil a R$ 12 mil, já está negativado. Esse trabalhador é o que mais tem condições de financiar, mas vem sendo negado quando pede o financiamento”, apontou Leandro.

Ele ainda lembra que a garantia oferecida por um modelo seminovo é menor que a do modelo zero km, aumentando os custos que o motorista poderá ter em um prazo menor.

“Tem que fazer uma cautelar muito minuciosa, pois tem cara que mexe na quilometragem, tem motorista que pegou carro de locadora com quatro meses de rodagem e fundiu o motor, ficando três ou quatro meses sem andar”, revela.

A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) também aprova a expansão do programa do governo federal, mas não comemora.

"É importante ter uma expectativa realista quanto aos seus efeitos imediatos. Se os critérios de análise de risco permanecerem os mesmos, uma parcela significativa desses profissionais continuará encontrando barreiras para acessar o financiamento", disse Everton Fernandes, presidente da Fenauto.

"Chamamos a atenção para dois pontos: O crédito ficará sujeito a critérios de aprovação das instituições financeiras que efetivamente são as que tomam o risco. Portanto, é razoável se esperar recusas de propostas por absoluta falta de condições de honrar o crédito. E em alguns casos vão requerer entrada para mitigar o risco de inadimplência", disse Enilson Sales, presidente da Anef.

Segundo dados do Serasa, o Brasil enfrenta um alto nível de endividamento. Em junho deste ano, foram contabilizados 83,7 milhões de endividados no país — 17,2% a mais do que em 2023, quando eram 71,4 milhões. Este é o maior número da série histórica, que indica alta por 18 meses consecutivos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Temu é acusada pela UE de não cooperar em investigação sobre possível ajuda da China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%Oferecido por

A Comissão Europeia acusou nesta sexta-feira (31) a Temu de não cooperar em investigação sobre possíveis subsídios da China. A conduta pode gerar multa de até 1%.

A apuração ocorre sob o Regulamento de Subsídios Estrangeiros da União Europeia. O órgão cobrou dados de gestão e tecnologia de uma operação realizada em dezembro.

A Temu negou as acusações e afirmou cooperar com as autoridades. A empresa declarou que autofinancia suas atividades na Europa sem necessitar de subsídios.

O bloco aumentou o controle sobre plataformas chinesas, taxando pequenas encomendas desde 1º de julho. Em maio, a Temu recebeu multa de 200 milhões de euros.

A Comissão Europeia acusou nesta sexta-feira (31) a plataforma chinesa de comércio eletrônico Temu de não cooperar com uma investigação sobre possíveis benefícios recebidos pela empresa que poderiam ter dado uma vantagem competitiva no mercado europeu.

Segundo o órgão, a empresa não cumpriu pedidos de informações feitos durante uma operação realizada em dezembro na sede europeia da Temu, em Dublin, na Irlanda.

A falta de colaboração pode resultar em uma multa de até 1% do faturamento anual total da companhia.

A apuração é conduzida com base no Regulamento de Subsídios Estrangeiros da União Europeia, uma regra criada pelo bloco para investigar se empresas de fora da Europa receberam apoio de governos estrangeiros capaz de distorcer a concorrência.

A Comissão Europeia, que também atua como autoridade de concorrência da União Europeia, afirmou que os pedidos de informações feitos à Temu envolviam dados sobre a organização e gestão das operações da empresa no bloco, além de ferramentas, sistemas de tecnologia e registros relacionados às atividades da companhia na Europa.

"Esses pedidos diziam respeito à disponibilização de informações sobre a organização e gestão das atividades da Temu na UE e as ferramentas e sistemas de TI usados pela empresa para suas atividades na UE, bem como à disponibilização de livros e registros específicos sobre as atividades da empresa na UE", afirmou a Comissão em comunicado.

Em comunicado, a Temu afirmou discordar das acusações da Comissão Europeia e negou ter recebido subsídios estrangeiros que distorçam a concorrência.

A empresa disse que cooperou integralmente com a investigação e respondeu aos pedidos feitos pelas autoridades durante a inspeção.

"A companhia gera fluxos de caixa sustentados a partir de suas próprias atividades operacionais que são suficientes para financiar as operações da Temu na UE. Não precisamos contar com subsídios estrangeiros para financiar atividades competitivas ou criar qualquer vantagem competitiva no mercado interno", afirmou a empresa.

A investigação contra a Temu ocorre em um momento de maior pressão da União Europeia sobre plataformas chinesas de comércio eletrônico, como Shein e AliExpress.

O bloco tem adotado medidas para ampliar o controle sobre a entrada de produtos baratos vindos da China. Entre elas está a cobrança de uma taxa de 3 euros sobre pequenas encomendas importadas da China, que passaram a ser taxadas a partir de 1º de julho.

Em maio, a Comissão Europeia aplicou uma multa de 200 milhões de euros à Temu por considerar que a plataforma não fez o suficiente para impedir a venda de produtos ilegais em seu marketplace.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas públicas têm déficit de R$ 55,3 bilhões em junho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/07/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0850,47%Dólar TurismoR$ 5,2820,21%Euro ComercialR$ 5,831-0,09%Euro TurismoR$ 6,073-0,29%B3Ibovespa177.159 pts1,88%Oferecido por

As contas do setor público consolidadas apresentaram um déficit primário de R$ 55,3 bilhões em junho, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (31).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário.

🔎O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com junho do ano passado, houve piora, uma vez que foi registrado um saldo negativo de R$ 47,1 bilhões naquele mês.

governo federal registrou saldo negativo de R$ 47,2 bilhões;estados e municípios tiveram saldo deficitário de R$ 6,6 bilhões;empresas estatais apresentaram déficit de R$ 1,47 bilhão.

Fotografia aérea de Bento Vianna da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: Bento Vianna/Arquivo pessoal

No acumulado do primeiro semestre deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um déficit primário de R$ 80,2 bilhões — o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, houve piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 22 bilhões (0,35% do PIB).

Essa piora está relacionada, entre outros fatores, com a antecipação no pagamento de precatórios neste ano pela Secretaria do Tesouro Nacional.

No caso somente do governo federal, o resultado ficou negativo em R$ 93,4 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um déficit de R$ 12,3 bilhões nos seis primeiros meses de 2025.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhõesO texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais, defesa e educação).Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 52 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve déficit de R$ 166 bilhões nas contas do setor público em junho.

➡️No acumulado em 12 meses até junho, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,32 trilhão, ou 10% do PIB.

🔎Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 14,25% ao ano, patamar elevado.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,16 trilhão (8,8% do PIB) em doze meses até junho deste ano.

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