RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Jaecco 7 ganha versão Elite de R$ 179.990; SUV híbrido plug-in tem 1.200 km de autonomia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 14:47

Carros Jaecco 7 ganha versão mais barata, de R$ 179.990; SUV híbrido plug-in tem 1.200 km de autonomia Nova versão Elite está em pré-venda e foi desenvolvida exclusivamente para o mercado brasileiro. O modelo tem motor 1.5 turbo de 135 cv e motor elétrico de 204 cv. Por Redação g1

Utilitário esportivo Jaecco 7, da Omoda Jaecoo, ganha nova vesão Elite — Foto: Divulgação / Omoda Jaecoo

A Omoda Jaecoo anunciou nesta quinta-feira (30) o lançamento da versão Elite do Jaecoo 7 no mercado brasileiro. A nova configuração chega como a opção mais acessível do portfólio, com preço de R$ 179.990. O modelo foi desenvolvido exclusivamente para o Brasil e já está em pré-venda.

Segundo a empresa, a versão foi criada após ouvir as demandas do mercado brasileiro. O Jaecoo 7 Elite utiliza o sistema híbrido SHS (Super Hybrid System), que oferece até 1.200 km de autonomia combinada.

O conjunto entrega 279 cavalos de potência, com motor 1.5 turbo de 135 cavalos aliado a um motor elétrico de 204 cavalos. A transmissão é do tipo DHT, com uma única marcha, e a bateria tem capacidade de 18,3 kWh.

Em equipamentos, o modelo traz central multimídia de 13,2 polegadas, porta-malas com abertura elétrica e sensor de presença, carregador por indução com refrigeração, além de itens esperados para um SUV nessa faixa de preço.

A versão Luxury do Jaecoo 7, que custa R$ 234.990, também recebeu novidades. Agora, conta com bancos dianteiros ventilados, câmeras ao redor do veículo, airbag de joelho para o motorista e teto solar panorâmico. Essa versão também passou a ter a mesma tela multimídia de 13,2 polegadas.

A Omoda Jaecoo oferece sete anos de garantia e, segundo a empresa, já conta com mais de 70 concessionárias espalhadas por 24 estados brasileiros. A meta é alcançar mais de 100 lojas no país até o fim de 2026.

Utilitário esportivo Jaecco 7, da Omoda Jaecoo, ganha nova vesão Elite — Foto: Divulgação / Omoda Jaecoo

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Reforma tributária: ministro da Fazenda diz que empresas terão apenas de enviar notas fiscais; declaração será pré-preenchida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%MoedasDólar ComercialR$ 4,976-0,53%Dólar TurismoR$ 5,181-0,59%Euro ComercialR$ 5,835-0,09%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa187.133 pts1,29%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (30) que a reforma tributária sobre o consumo, cuja regulamento foi publicado pela União, estados e municípios, permitirá uma forte simplificação para as empresas.

Segundo ele, a reforma representará um salto de desenvolvimento para o país, em várias vertentes, com as empresas tendo de emitir apenas a nota fiscal eletrônica.

A partir daí, a Receita Federal consolidará as informações e as empresas, e as empresas terão apenas de confirmar os dados, modelo semelhante ao da declaração pré-preenchida do IR das pessoas físicas.

"A primeira delas é a redução de burocracia que a reforma vai trazer. Hoje, os negócios tem uma serie de obrigações de declarações a diferentes fiscos. Para além da obrigação de emitir a nota fiscal, tem uma série de agrupamento de dados que as pessoas tê,m de transmitir. A gente basicamente passa a ter só a obrigação de emissão da nota fiscal, a partir da reforma tributária", declarou Durigan.

De acordo com o ministro da Fazenda, a consolidação das informações das notas fiscais, que já estão sendo enviadas no formato de teste neste ano por meio do super sistema por mais da metade das empresas, ficará a cargo do governo, estados e municípios.

"A consolidação das informações fica mais a cargo dos poderes públicos do que dos contribuintes. Isso é importante para a vida das empresas. A declaração unificada vai ser precedida de uma apuração assistida, como eu tenho defendido na linha do fim do IR. Mais estimulo à racionalidade econômica e não se perder com questões burocráticas", acrescentou Durigan.

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Governo, estados e municípios publicam regulamento da reforma tributária sobre o consumo, que começa em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:11

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,183-0,55%Euro ComercialR$ 5,8450,08%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa187.028 pts1,23%Oferecido por

O governo federal, os estados e os municípios publicaram nesta quinta-feira (30) a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo, ou seja, as regras que detalham como vão funcionar os futuros tributos federal e estadual.

Antes de ser aprovada em 2024 e sancionada no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reforma vinha sendo discutida há décadas.

Era muito aguardada pelo setor produtivo para aproximar as regras brasileiras do resto do mundo e simplificar um sistema que é tido como caótico por empresários e investidores.

A alíquota do futuro imposto sobre o consumo, que será uma das maiores do mundo, ainda não foi divulgada. O governo e o Tribunal de Contas da União estão trabalhando nas estimativas para que ela mantenha a carga tributária para os entes federativos. A divulgação acontecerá até o fim de julho.

Apesar de manter o peso dos tributos sobre o consumo — considerado elevado no Brasil, o que penaliza, principalmente, a população mais pobre — a reforma tributária promoverá uma redistribuição entre os setores da economia.

Com a reforma, serão gradualmente extintos, nos próximos anos, o PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal.

Em seu lugar, serão criados dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Eles funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, ou seja, eles serão não cumulativos. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, os impostos seriam pagos uma só vez por todos os participantes do processo.

Por exemplo: se o IVA for de 20%, um produto vendido ao consumidor final por R$ 100 terá imposto de R$ 20, que deverá ser dividido por toda a cadeia de produção (produtor, atacadista, distribuidor, varejista).

Outra mudança é que o tributo sobre o consumo (IVA) seria cobrado no "destino", ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos.

Isso contribuiria para combater a chamada "guerra fiscal", nome dado a disputa entre os estados para que empresas se instalem em seus territórios. Para isso, intensificam a concessão de benefícios fiscais.

Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota pequena de 1%, que será "destacada", ou seja, abatida em outros tributos).A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo.De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios).

Uma nova plataforma tecnológica, que será inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIX, entra em funcionamento no próximo ano para operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços.

🔎 O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo – aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A nova plataforma vai viabilizar o chamado "split payment", ou seja, o pagamento do imposto no ato da compra do produto ou serviço paras vendas eletrônicas, algo que é considerado por especialistas como um desafio para as empresas – que atualmente têm um prazo maior para fazer o recolhimento. Isso exigirá um melhor controle contábil por parte das empresas.

A reforma tributária prevê um mecanismo de "cashback" – ou seja, que os impostos cobrados no consumo sejam "devolvidos" às famílias.

O cashback prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). O benefício entra em vigor em janeiro de 2027.

Aplicado diretamente em contas de serviços essenciais, como água, gás encanado e energia elétrica. Nesse caso, o desconto já vem embutido na fatura.

“Não é exatamente uma devolução. O imposto é calculado, mas o valor correspondente ao cashback é abatido automaticamente”, explica Rodrigo Orair, assessor da Secretaria Executiva da Reforma Tributária.

Nesse modelo, a família se identifica pelo CPF na compra — por exemplo, em supermercados ou farmácias — e recebe posteriormente a devolução de parte do imposto pago.

Segundo a lei, a devolução mínima será de 20% do valor da CBS paga, percentual que pode ser ampliado por decisão do governo. O crédito será feito em conta na Caixa Econômica Federal.

A reforma tributária também prevê a criação de um imposto seletivo, chamado de imposto sobre o pecado, por englobar produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, que entrará em vigor a partir de 2027. O tributo incidirá sobre produtos fumígenos, bebidas alcoólicas e bebidas açucaradas.

Entretanto, a regulamentação do imposto seletivo, com a alíquota para cada produto, por exemplo, ainda não foi enviada ao Congresso Nacional. Para que tenha validade a partir do próximo ano, o regulamento tem de ser definido pelo Legislativo até o fim de 2026.

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Acordo entre Mercosul e União Europeia entra em vigor de forma provisória nesta sexta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 12:11

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%MoedasDólar ComercialR$ 4,983-0,38%Dólar TurismoR$ 5,185-0,51%Euro ComercialR$ 5,8440,06%Euro TurismoR$ 6,085-0,19%B3Ibovespa186.929 pts1,18%Oferecido por

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul entra em vigor de forma provisória a partir desta sexta-feira (1º).

O decreto que promulga o tratado foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana. A medida encerra a etapa interna brasileira de incorporação do tratado ao ordenamento jurídico.

Com isso, tanto o Brasil quanto a União Europeia começam a implementar o acordo provisoriamente a partir de amanhã, permitindo a aplicação gradual de suas regras entre os países integrantes dos blocos.

A expectativa é que, embora tenha gerado controvérsias entre os países membros da União Europeia, o tratado beneficie exportadores da região e acalme os críticos, mesmo que não possa compensar totalmente o golpe das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apoiadores europeus, como Alemanha e Espanha, afirmam que o acordo ajudará a compensar o impacto das tarifas americanas e reduzirá a dependência da China em relação a minerais essenciais.

O acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul entra em vigor de forma provisória a partir desta sexta-feira (1º).

O decreto que promulga o tratado foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana. A medida encerra a etapa interna brasileira de incorporação do tratado ao ordenamento jurídico.

Com isso, tanto o Brasil quanto a União Europeia começam a implementar o acordo provisoriamente a partir de amanhã, permitindo a aplicação gradual de suas regras entre os países integrantes dos blocos.

A expectativa é que, embora tenha gerado controvérsias entre os países membros da União Europeia, o tratado beneficie exportadores da região e acalme os críticos, mesmo que não possa compensar totalmente o golpe das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apoiadores europeus, como Alemanha e Espanha, afirmam que o acordo ajudará a compensar o impacto das tarifas americanas e reduzirá a dependência da China em relação a minerais essenciais.

Já a França e outros críticos argumentam que o acordo aumentará as importações de carne bovina e açúcar mais baratos, prejudicando os agricultores nacionais, enquanto ambientalistas dizem que ele pode acelerar a destruição das florestas tropicais.

Do ponto de vista econômico, especialistas alertam que os ganhos desse e de outros acordos concluídos pela UE nos últimos meses serão modestos e provavelmente não compensarão totalmente a perda de comércio com os Estados Unidos.

O Parlamento Europeu, que precisa aprovar o acordo, havia votado em janeiro por contestá-lo no tribunal superior da UE, cuja decisão pode demorar até dois anos. Mesmo assim, a Comissão Europeia decidiu aplicar o tratado de forma provisória a partir de 1º de maio.

Defensores esperam que o maior acordo da história da UE em termos de redução de tarifas — negociado ao longo de 25 anos — beneficie rapidamente os exportadores do bloco, para que, quando o Parlamento Europeu for votar, talvez em até dois anos, as vantagens já estejam evidentes.

Além do Mercosul, a UE acelerou a conclusão de acordos comerciais com Índia, Indonésia, Austrália e México desde a reeleição de Trump.

Esses acordos ajudam a reforçar o livre comércio, ainda mais em um momento em que as tarifas impostas por Trump e as restrições chinesas às exportações de minerais essenciais enfraquecem a ordem global.

O bloco europeu também espera que os acordos ajudem a compensar uma queda de 15% ou mais nas exportações para os Estados Unidos e um impacto de cerca de 0,3% no PIB já neste ano.

No entanto, Carsten Brzeski, chefe global de macroeconomia da ING Research, afirmou que é difícil imaginar que essas novas relações comerciais substituam os Estados Unidos.

"Em termos simples, o PIB per capita dos EUA é de longe maior do que o desses novos parceiros comerciais", disse o executivo à Reuters.

A Comissão Europeia estimou que o acordo com o Mercosul aumentará o PIB da UE em 0,05% até 2040. Já o acordo com a Índia, apelidado pela UE de “mãe de todos os acordos”, poderia acrescentar 0,1% ao PIB, segundo o Instituto Kiel para a Economia Global.

Esses benefícios ainda estão a pelo menos uma década de distância, quando os acordos estiverem plenamente implementados, enquanto os efeitos das tarifas de Trump são imediatos.

As empresas da UE também devem enfrentar forte concorrência nesses mercados, onde rivais chineses vêm ampliando sua presença de forma constante há cerca de duas décadas.

"O elefante na sala é a China", disse Lucrezia Reichlin, professora de economia da London Business School à Reuters.

"E não se trata apenas de tarifas. Se observarmos o que a China fez na Ásia e na África, veremos que se trata de investimentos e da transição energética também."

Maximiliano Mendez-Parra, principal pesquisador do ODI Global, afirmou que muita coisa mudou desde que foi coautor de um relatório para a Comissão Europeia, em dezembro de 2020, que previa um aumento de 0,1% no PIB da UE com o acordo UE-Mercosul. Desde então, segundo ele, a China ampliou as vendas de veículos e máquinas, justamente itens que a UE busca exportar.

As reduções tarifárias devem ajudar as empresas da UE a competir de forma mais eficaz com os preços frequentemente baixos dos produtos chineses, mas os desafios continuam a aumentar.

A China já começou a compensar os efeitos das tarifas dos Estados Unidos, ao registrar um superávit comercial recorde de quase US$ 1,2 trilhão em 2025, impulsionado pelo crescimento das exportações para mercados fora do país.

O Global Trade Alert estimou que as tarifas dos Estados Unidos levaram ao redirecionamento de cerca de US$ 150 bilhões em exportações chinesas. Desse total, países da Asean absorveram mais de US$ 70 bilhões em produtos adicionais, além de aumentos expressivos para a América Latina, a África Subsaariana e o Golfo.

Assim, embora os acordos comerciais da UE devam ajudar, o bloco dificilmente compensará a perda de exportações para os Estados Unidos sem uma agenda de reformas internas. Atualmente, cerca de 60% das exportações da UE ocorrem entre países do próprio bloco, e um mercado único mais eficiente e competitivo poderia compensar parte dessas perdas.

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Voos comerciais entre Miami e Caracas são retomados após sete anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Mundo Voos comerciais entre Miami e Caracas são retomados após sete anos Retomada ocorre em meio à flexibilização de sanções e reabertura das relações entre Estados Unidos e Venezuela. Por France Presse

A retomada de voos diretos entre Estados Unidos e Venezuela marca um novo capítulo na reaproximação entre os dois países. O primeiro voo comercial entre Miami e Caracas está previsto para esta quinta-feira (30), após sete anos de interrupção.

A operação será feita pela American Airlines, primeira empresa americana autorizada a retomar a rota. A expectativa é de voos diários entre as duas cidades, operados por aeronaves Embraer 175, por meio da subsidiária Envoy Air.

A retomada ocorre após mudanças políticas recentes e a reabertura gradual das relações diplomáticas entre os países, rompidas em 2019. Nas últimas semanas, a embaixada americana em Caracas voltou a funcionar, enquanto a Venezuela retomou sua representação em Washington.

O governo dos EUA também vem flexibilizando, de forma gradual, sanções impostas ao país sul-americano. Ao mesmo tempo, Caracas aprovou mudanças em leis de hidrocarbonetos e mineração para atrair investimento privado, em um país que concentra algumas das maiores reservas de petróleo do mundo.

Apesar da reaproximação, o Departamento de Estado americano ainda recomenda cautela. O órgão classifica a Venezuela no nível 3 de alerta (em uma escala de 4) e desaconselha viagens devido a riscos como criminalidade, sequestros e limitações na infraestrutura de saúde.

A American Airlines prevê inicialmente um voo diário de ida e volta entre Miami e Caracas, com possibilidade de ampliação da oferta conforme a demanda e a evolução das condições operacionais.

A autorização concedida pelo governo dos EUA tem validade de dois anos e também inclui voos para a cidade de Maracaibo.

Miami abriga uma das maiores comunidades da diáspora venezuelana, o que deve impulsionar a demanda pela rota.

Antes da suspensão, em 2019, a American Airlines era a principal companhia aérea americana em operação na Venezuela. A empresa iniciou voos para o país ainda na década de 1980.

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Argentina vai aumentar impostos sobre combustíveis em maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,17%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,03%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.591 pts1%Oferecido por

O governo da Argentina anunciou que aumentará parcialmente os impostos sobre combustíveis a partir de maio.

A medida ocorre em meio ao avanço dos preços do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Irã.

Segundo a Bloomberg News, os preços da gasolina na Argentina já acumulavam uma alta de 20% desde o início do conflito, em fevereiro.

O aumento dos impostos sobre combustíveis ocorre pouco tempo após um anúncio da estatal argentina de energia YPF.

O governo da Argentina anunciou que aumentará parcialmente os impostos sobre combustíveis a partir de maio. A decisão foi publicada no Diário Oficial do país nesta quinta-feira (30).

A medida ocorre em meio ao avanço dos preços do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Irã. Segundo a Bloomberg News, os preços da gasolina na Argentina já acumulavam uma alta de 20% desde o início do conflito, em fevereiro.

O aumento dos impostos sobre combustíveis ocorre pouco tempo após um anúncio da estatal argentina de energia YPF. No início do mês, a companhia informou que manteria os preços da gasolina estáveis nos postos por 45 dias.

“Vamos deixar os preços aproximadamente constantes por 45 dias. […] Se o preço do Brent subir ou cair, vamos manter a gasolina aproximadamente constante”, afirmou o CEO da companhia, Horacio Marin, em entrevista à TV La Nación.

O petróleo tipo Brent, referência internacional, já acumula uma alta de mais de 62% desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Na véspera, o barril da commodity encerrou a sessão cotado a US$ 118,03, no maior patamar em quase quatro anos.

O aumento dos combustíveis já começa a se refletir na inflação argentina. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) indicam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou uma alta de 3,4% em março, puxado principalmente pelos setores de educação (12,1%) e transporte (4,1%).

O resultado representa uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano. No acumulado de 12 meses até março, o índice ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

A Argentina, que já enfrentava uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, o presidente Javier Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de recursos aos estados.

O governo também retirou subsídios às tarifas de água, gás, energia elétrica, transporte público e outros serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. No segundo semestre de 2025, o percentual caiu para 28,2%, no menor nível em sete anos.

Por outro lado, o presidente conseguiu registrar uma sequência de superávits fiscais — quando a arrecadação supera os gastos — e retomar a confiança de parte dos investidores.

Além disso, desde o ano passado, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram uma série de medidas monetárias, fiscais e cambiais para ampliar a entrada de dólares no país, com o objetivo de cumprir o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e apoiar a recuperação econômica.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas internacionais, melhorar o funcionamento do câmbio e atrair investimentos, ao mesmo tempo em que avança no ajuste econômico promovido por Milei.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como possível ação dos EUA no Irã elevou petróleo ao maior nível desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%Oferecido por

Os preços do petróleo atingiram o nível mais alto desde 2022 após a divulgação de um relatório segundo o qual militares dos Estados Unidos devem apresentar ao presidente americano, Donald Trump, novos planos para uma possível ação contra o Irã.

O Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) preparou um plano para uma série de ataques "breves e contundentes" com o objetivo de destravar as negociações com o Irã, informou o site Axios. A BBC entrou em contato com o Centcom e com a Casa Branca para comentar, mas não recebeu resposta até o momento.

O barril de petróleo do tipo Brent subiu quase 7% e chegou a ultrapassar US$ 126 (cerca de R$ 630), o maior valor desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

Os preços de energia vêm subindo nesta semana com as negociações de paz estagnadas, com o estratégico estreito de Ormuz ainda, na prática, fechado.

O site Axios informou que o Comando Central dos EUA preparou um plano para uma série de ataques "breves e contundentes" contra o Irã — Foto: Costfoto/NurPhoto via Getty Images

Antes dos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, passavam pelo estreito cerca de 20% do petróleo global, entre outros insumos.

A reportagem do site Axios, com base em fontes anônimas, afirma que a proposta de ataques deve incluir alvos de infraestrutura.

Outro plano envolve assumir o controle de parte do estreito de Ormuz para reabrir a rota ao transporte comercial, o que pode exigir o envio de tropas terrestres, segundo o Axios.

O petróleo West Texas Intermediate, que serve como referência de preço nos EUA, também subiu, com alta de 2,3%, para cerca de US$ 109 (aproximadamente R$ 545) o barril.

O contrato futuro do Brent para entrega em junho vence na quinta-feira (30/4). Já o contrato mais negociado, com entrega em julho, avançava cerca de 2%, para perto de US$ 113 (cerca de R$ 565), nas negociações da manhã na Ásia.

Os mercados de petróleo reagiram rapidamente à possibilidade de uma nova ação militar no Golfo, afirmou Yeow Hwee Chua, professor de economia da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura.

Ele acrescentou que mesmo uma pequena chance de escalada do conflito pode ter "efeitos desproporcionais" sobre a oferta global de energia.

Os EUA disseram que vão bloquear portos iranianos enquanto o Irã continuar a ameaçar embarcações que tentam usar o estreito de Ormuz, o que pode afetar gravemente o transporte global de energia.

O Irã reagiu aos ataques aéreos dos EUA e de Israel ao ameaçar atacar navios na região, por onde costuma passar cerca de um quinto da energia consumida no mundo.

Os preços do petróleo já haviam subido 6% na quarta-feira (29/4), após relatos de que os EUA se preparavam para um bloqueio "prolongado" ao Irã.

"Há sinais de que uma escalada do conflito voltou ao centro das discussões, seja com os EUA mantendo o bloqueio ao Irã, seja com relatos e rumores de que, para sair desse impasse, o Irã pode voltar a atacar", disse Naveen Das, analista sênior de petróleo da Kpler, empresa de inteligência marítima.

Ele afirmou ao programa Today, da BBC, que um preço do petróleo próximo de US$ 125 (cerca de R$ 625) é o ponto em que empresas e políticos "começam a ficar mais apreensivos".

"Podemos começar a ver mais iniciativas para tentar reduzir a escalada", acrescentou, porque a alta dos preços "tem efeito em cadeia não só sobre o petróleo, mas também sobre produtos derivados, a inflação e praticamente todos os aspectos da vida cotidiana".

A BBC apurou que executivos do setor de energia se reuniram com Trump na terça-feira (28/4) para discutir formas de limitar o impacto da guerra sobre os consumidores americanos, o que aumentou a preocupação do mercado com uma possível interrupção prolongada no fornecimento de energia.

"A grande questão, na minha visão, é por quanto tempo o governo Trump conseguirá suportar a pressão econômica", disse Will Walker-Arnott, gestor de investimentos da Raymond James, ao programa Today.

"As pessoas já começam a se preocupar com o impacto inflacionário da alta do petróleo", acrescentou.

A guerra, iniciada em 28 de fevereiro, provocou uma crise energética global, com alta do petróleo e risco de desabastecimento, especialmente após o bloqueio do estreito de Ormuz.

Nesse cenário, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis, avalia a revista britânica The Economist.

A revista publicou um artigo em 26 de março em que afirma que "o Brasil tem uma arma secreta contra choques do petróleo" e que "os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar os efeitos do conflito no Oriente Médio".

Neste contexto, a The Economist afirma que poucos países estavam preparados para um choque do petróleo, mas "o Brasil estava". Isso porque o país, ao longo de décadas, investiu em alternativas e construiu "a indústria de biocombustíveis mais sofisticada do mundo".

A reportagem destaca ainda o papel estrutural desses combustíveis na economia brasileira. "Eles são misturados à gasolina e ao diesel, com percentuais obrigatórios definidos pelo governo de 30% e 15%, respectivamente, entre os mais altos do mundo", observa a revista.

O artigo também chama atenção para a frota nacional: "três quartos dos veículos leves no Brasil possuem tecnologia que permite rodar com qualquer mistura, desde gasolina pura até etanol 100%".

"Isso reduz a dependência do Brasil de combustíveis fósseis importados e protege o país contra mercados inflacionados. O preço da gasolina nos postos brasileiros subiu 10% desde o início da guerra, e o do diesel, 20%, segundo dados divulgados em 20 de março pelo regulador de energia. É um aumento doloroso, mas muito abaixo dos saltos de 30% a 40% observados nos Estados Unidos."

A The Economist lembra que essa estratégia começou nos anos 1970, após outra crise do petróleo, e desde então se consolidou como base da política energética do país.

"Na época, o Brasil importava 80% do combustível que consumia; o embargo árabe estava sufocando a economia. Transformar o excedente de cana-de-açúcar em etanol foi uma solução óbvia", aponta o texto.

A revista menciona ainda um plano do governo federal, em 2023, para promover o biodiesel, derivado de sementes, principalmente de soja. Hoje, diz a revista, o governo federal mantém essa linha, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que como "poucos abraçaram os biocombustíveis com tanta intensidade".

Ainda assim, a revista faz uma ressalva: "os biocombustíveis não podem eliminar totalmente os custos provocados pela alta do petróleo".

Mas a avaliação é que o Brasil entra nessa crise em posição mais favorável. Enquanto grandes economias enfrentam alta mais intensa de preços e risco de escassez, o país consegue amortecer parte do impacto — e até se beneficiar com o aumento da demanda global por alternativas ao petróleo.

A análise aponta também que o modelo começa a chamar atenção internacional, com países como Índia e Japão estudando adaptar a experiência brasileira.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Veja dicas para o cultivo e poda do cacau

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

GLOBO RURAL Veja dicas para o cultivo e poda do cacau Material gratuito do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) traz informações sobre produção, manejo e colheita do cacau. Por Globo Rural

Neste domingo (3), o Globo Rural indica um folheto do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) com informações sobre produção, manejo e colheita do cacau.

A publicação traz dicas específicas sobre a poda do cacaueiro, incluindo o material indicado para fazer os cortes e as recomendações para cada tipo de poda.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desemprego sobe para 6,1% no trimestre terminado em março, diz IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

A taxa de desocupação ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado e é o menor nível já registrado para esse período do ano desde o início da série, em 2012.

Apesar disso, o número de pessoas sem trabalho aumentou no curto prazo. Ao todo, 6,6 milhões estavam desocupadas, alta de 19,6% em relação ao trimestre anterior, o equivalente a mais 1,1 milhão de pessoas.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 13%, com 987 mil pessoas a menos nessa condição.

Já o total de ocupados somou 102 milhões. Esse contingente recuou 1,0% no trimestre, mas avançou 1,5% em relação ao ano anterior, indicando uma recuperação ao longo de períodos mais longos.

Esse movimento também aparece no nível de ocupação, que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada. O indicador ficou em 58,2%, com queda de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior e alta de 0,4 ponto na comparação anual.

A taxa composta de subutilização ficou em 14,3% no trimestre encerrado em março. O indicador subiu 0,9 ponto percentual em relação ao período anterior, mas recuou 1,6 ponto na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Ao todo, 16,3 milhões de pessoas estavam nessa condição. Esse contingente aumentou 6,6% no trimestre, com mais 1 milhão de pessoas, mas caiu 10,1% em um ano, o equivalente a 1,8 milhão a menos.

Taxa de desocupação: 6,1%População desocupada: 6,6 milhões de pessoasPopulação ocupada: 102 milhõesPopulação fora da força de trabalho: 66,5 milhõesPopulação desalentada: 2,7 milhõesEmpregados com carteira assinada: 39,2 milhõesEmpregados sem carteira assinada: 13,3 milhõesTrabalhadores por conta própria: 26 milhõesTrabalhadores informais: 38,1 milhõesTaxa de informalidade: 37,3%

Entre os grupos que compõem esse indicador, o número de pessoas que trabalham menos horas do que gostariam ficou em 4,4 milhões, sem variações relevantes nas duas comparações.

Já a população fora da força de trabalho somou 66,5 milhões, estável no trimestre e com alta de 1,3% em um ano, o que representa mais 841 mil pessoas.

A população desalentada, que reúne aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 2,7 milhões. Esse grupo não apresentou mudança significativa no trimestre, mas recuou 15,9% na comparação anual, com 509 mil pessoas a menos.

🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam, por falta de qualificação ou de oportunidades na região onde moram, por exemplo.

O número de trabalhadores no setor privado somou 52,4 milhões no trimestre encerrado em março. Esse total recuou 1,0% em relação ao período anterior, com menos 527 mil pessoas, mas avançou 1,1% na comparação anual, o equivalente a 583 mil a mais.

Dentro desse grupo, o emprego com carteira assinada permaneceu estável no trimestre, em 39,2 milhões, e cresceu 1,3% em um ano. Já os sem carteira, de 13,3 milhões, caiu 2,1% no trimestre e não apresentou variação relevante na comparação anual.

No setor público, o número de ocupados ficou em 12,7 milhões, com queda de 2,5% no trimestre e alta de 3,7% em um ano. Entre os trabalhadores por conta própria, o total chegou a 26,0 milhões, estável no trimestre e com crescimento de 2,4% na comparação anual.

A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores. O índice recuou em relação ao trimestre anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os rendimentos seguiram em alta. O ganho médio habitual chegou a R$ 3.722, com avanço de 1,6% no trimestre e de 5,5% em um ano, atingindo o maior valor da série.

Esse movimento também se refletiu no total de rendimentos pagos à população. A massa de renda somou R$ 374,8 bilhões, estável no trimestre e 7,1% maior na comparação anual, também no maior nível já registrado.

O rendimento médio mensal apresentou aumento em poucos setores na comparação com o trimestre anterior. As altas ficaram concentradas em comércio e em atividades ligadas ao setor público, enquanto os demais segmentos não registraram mudanças relevantes.

🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,0% (mais R$ 86)🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 2,5% (mais R$ 127)

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o avanço da renda foi mais disseminado e atingiu diferentes áreas da economia. Nesse caso, seis grupos apresentaram crescimento, enquanto os demais permaneceram sem variação significativa.

🏗️ Construção: alta de 4,5% (mais R$ 124)🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,9% (mais R$ 113)💻 Informação, comunicação e atividades financeiras e profissionais: alta de 5,9% (mais R$ 291)🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 4,0% (mais R$ 198)🧰 Outros serviços: alta de 11,4% (mais R$ 320)🏠 Serviços domésticos: alta de 4,9% (mais R$ 66)

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Lula sinaliza a aliados que não vai abrir mão de nova indicação para o STF após derrota de Messias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 08:49

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou, em conversa com aliados na noite dessa quarta-feira (29), que deve escolher um novo nome e não pretende deixar para o próximo governo a prerrogativa de indicar um novo ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Reunido com aliados do governo no Palácio da Alvorada, Lula afirmou que deve escolher um novo nome para a Corte, ainda que não de forma imediata. A expectativa, segundo relatos, é que a indicação ocorra nas próximas semanas.

A posição foi discutida após a rejeição, pelo Senado Federal, do nome de Messias, indicado pelo presidente. Lula disse a interlocutores que recebeu com tranquilidade a decisão do Congresso Nacional. Messias, inclusive, estava na reunião.

Apesar disso, a votação acendeu alertas no Palácio da Alvorada. Aliados que participaram da reunião avaliaram que o placar — com apenas 34 votos favoráveis ao indicado — evidenciou traições dentro da base.

Ao longo do encontro informal, auxiliares do presidente, incluindo ministros ligados ao Centrão e não apenas petistas, avaliaram que houve falhas na articulação política no Congresso. Segundo eles, lideranças não conseguiram antecipar que o resultado no plenário seria desfavorável ao indicado.

Quando ficou claro, já durante a sessão, que Messias poderia ser rejeitado, articuladores do governo de outros partidos ainda tentaram adiar a votação. A tentativa, porém, não foi acatada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Outro ponto debatido na reunião foi o impacto do episódio na relação do governo com lideranças do Congresso. O nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) oi citado durante a conversa como alguém que teria votado contra o indicado.

O episódio reforçou, entre os presentes, a leitura de que o presidente deve agir rapidamente para garantir sua indicação ao STF ainda durante o atual mandato.

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