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KitKat fala em ‘boa notícia’ e diz que abastecimento não será afetado após roubo de 12 toneladas do chocolate na Europa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 18:43

Economia Negócios KitKat fala em 'boa notícia' e diz que abastecimento não será afetado após roubo de 12 toneladas do chocolate na Europa Carga de chocolates foi levada durante transporte na Europa. A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos". Por Redação g1

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

Após o grupo suíço Nestlé denunciar o roubo de uma carga de 12 toneladas de chocolate KitKat na semana passada, a empresa afirmou que o abastecimento não será afetado.

Em uma nota divulgada neste domingo (29), a KitKat confirma que a carga do produto foi roubada no deslocamento entre a fábrica na área centra da Itália e o destino final, na Polônia.

A companhia diz estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação, mas tranquilizou os consumidores:

"A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado", afirmam.

O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)

A carga de 12 toneladas do chocolate KitKat desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

A Nestlé confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Um abacaxi pode ter até 200 frutas fundidas; veja como isso acontece

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 06:45

Agro Um abacaxi pode ter até 200 frutas fundidas; veja como isso acontece Cada parte se origina de uma flor. Os pedaços próximos à base são mais doces, enquanto os próximos à coroa são mais azedos. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

Você sabia que cada abacaxi é formado por até 200 frutas? É como se ele fosse um cacho de uvas, mas, no lugar de frutas separadas, elas são fundidas.

Um pé de abacaxi produz entre 50 e 200 flores, que geram as frutas, explica Davi Junghans, líder do programa de melhoramento genético do abacaxi da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) da unidade de Mandioca e Fruticultura.

Cada uma fica aberta por apenas um dia. Da abertura da primeira flor, geralmente localizada na base da infrutescência, até o fechamento da última flor, mais próxima à coroa, há um intervalo de 3 semanas.

As flores que se fecham primeiro dão origem a frutos que acumulam mais açúcar. Enquanto os da parte superior têm mais acidez.

A coroa do abacaxi também tem uma funcionalidade: é a muda da planta. Ou seja, ela pode ser cortada e usada para plantar outro pé de abacaxi.

Mas a coroa não é a única forma de o abacaxi se reproduzir: ele tem mais três mudas. Veja a seguir.

Filhote: nasce na parte de baixo do fruto, grudado no caule que sustenta o abacaxi.Rebentão: cresce debaixo da terra, perto da raiz;Filhote-rebentão: nasce a partir da base das folhas, conectadas ao caule.

Segundo Junghans, não é comum que todos apareçam no mesmo pé de abacaxi. Isso depende da variedade da planta.

Apesar de mais raro, o abacaxi também pode se reproduzir por meio de sementes, mas não é fácil encontrar a variedade. Isso porque, comercialmente, o produto sem sementes é mais popular, explica o pesquisador da Embrapa.

Além disso, plantar usando mudas é mais rápido. Como elas são clones da planta original, os frutos ficam todos parecidos entre si.

Outro motivo que dificulta a produção de sementes é que o abacaxi não consegue usar o próprio pólen. Para formar uma semente, é preciso misturar o de duas plantas diferentes, de variedades distintas.

Por aqui, o cultivo comercial começou apenas no começo do século 20, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Atualmente, todos os estados produzem a fruta, sendo que o Pará é o maior produtor.

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Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 28/03/2026 11:04

Economia Negócios Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa Carga de 12 toneladas de chocolates foi levada durante transporte na Europa, e empresa alerta para possível falta do produto nas lojas antes da Páscoa. Por France Presse

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

O grupo suíço Nestlé denunciou o roubo de uma grande carga de barras de chocolate KitKat e advertiu que o cenário pode provocar escassez nas lojas justamente antes da Páscoa.

A empresa confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

A carga, de 12 toneladas, desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

A marca advertiu que "o roubo pode provocar escassez de KitKats" e que os consumidores "podem ter dificuldades para encontrar seus chocolates favoritos antes da Páscoa".

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Qual o impacto de condenação nos EUA para o futuro das big techs? ‘Um divisor de águas para as redes sociais’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 12:44

Tecnologia Qual o impacto de condenação nos EUA para o futuro das big techs? 'Um divisor de águas para as redes sociais' A decisão pode ser o começo do fim das redes sociais como as conhecemos, escreve Zoe Kleinman, editora de tecnologia da BBC Por BBC

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, compareceu ao tribunal em fevereiro para defender a empresa, mas agora ela pode enfrentar novos desafios em relação à forma como administra suas plataformas — Foto: Reuters via BBC

Um júri em Los Angeles emitiu um veredicto contundente contra duas das plataformas digitais mais populares do mundo, o Instagram e o YouTube.

A decisão concluiu que esses aplicativos são viciantes e foram deliberadamente projetados dessa forma — e que seus proprietários foram negligentes na proteção de crianças que os utilizam.

As gigantes de tecnologia envolvidas no caso, Meta e Google, agora terão que pagar US$ 6 milhões (£4,5 milhões) em indenização a uma jovem conhecida como Kaley, a vítima central do processo.

Ela afirmou que as plataformas contribuíram para que desenvolvesse dismorfia corporal, depressão e pensamentos suicidas.

Ambas as empresas pretendem recorrer. A Meta sustenta que um único aplicativo não pode ser o único responsável por uma crise de saúde mental em adolescentes.

Por enquanto, porém, a decisão significa que "a era da impunidade acabou", segundo a professora de direito Mary Franks, da Universidade George Washington.

Seja qual for o desfecho, e certamente haverá recursos e novos desdobramentos jurídicos, esse caso deve redefinir o cenário.

Os "doomscrollers" do mundo talvez não tenham se surpreendido com o veredicto — mas acredito que as empresas de tecnologia tenham se surpreendido.

Meta e Google acumularam custos jurídicos altíssimos para se defender. Este caso, e outros semelhantes, são claramente de enorme importância para elas.

As outras duas empresas envolvidas no processo — TikTok e Snap, dona do Snapchat — fizeram acordos antes de o caso ir a julgamento. Nos bastidores do setor de tecnologia, comentava-se que elas não poderiam arcar com essa disputa.

Fui convidado para apresentações bem produzidas sobre todas as ferramentas que as redes sociais oferecem (principalmente para pais) para proteger crianças.

Arturo Bejar, que trabalhou no Instagram, disse que alertou Mark Zuckerberg sobre os riscos para crianças há vários anos.

"Deixou de ser um produto que você usa para se tornar um produto que usa você", disse ele ao programa Today, da BBC Radio 4, na quinta-feira. A Meta negou as alegações.

Alguns especialistas descreveram o veredicto como o "momento Big Tobacco" das grandes empresas de tecnologia — e sabemos como isso terminou, embora não tenha feito as pessoas pararem de fumar completamente.

Atualmente, as empresas de tecnologia são legalmente protegidas nos Estados Unidos por uma cláusula conhecida como Seção 230, que as isenta de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas. Outros tipos de empresas de mídia não contam com esse benefício.

Mas o ceticismo em relação a essa proteção pode estar crescendo: a Comissão de Comércio do Senado realizou uma audiência sobre o tema na quarta-feira.

Os líderes do setor de tecnologia mantêm, em geral, uma relação próxima com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem apoiado o setor. Até agora, porém, ele não saiu em defesa das empresas.

Outra possibilidade é que as plataformas sejam obrigadas a eliminar todos os recursos projetados para manter as pessoas conectadas.

Se você remove essas estratégias — a rolagem infinita, as recomendações algorítmicas, a reprodução automática — sobra uma experiência de rede social muito diferente e, possivelmente, mais limitada.

O sucesso dessas plataformas está no fluxo de usuários: manter grandes volumes de pessoas online pelo maior tempo possível e fazê-las voltar com frequência, para que possam ser expostas ao máximo de anúncios. É assim que essas empresas ganham dinheiro.

Ainda assim, as crianças de hoje são os adultos de amanhã, e o cenário ideal para essas empresas é que elas completem 18 anos já como usuárias consolidadas.

O Facebook, a rede social original da Meta, é frequentemente chamado, em tom de brincadeira, de "plataforma de boomers" — mas dados de 2025 indicam que quase metade de seus usuários no mundo tem entre 18 e 35 anos.

A vitória de Kaley na Justiça é agora a segunda derrota das grandes empresas de tecnologia em uma série de casos semelhantes que devem ir a julgamento nos Estados Unidos neste ano. E há mais por vir.

"Este veredicto histórico, junto com muitas outras ações semelhantes contra empresas de redes sociais, sinaliza uma mudança na forma como os tribunais enxergam o design das plataformas — como um conjunto de escolhas que podem ter consequências jurídicas e sociais reais", disse o Dr. Rob Nicholls, da Universidade de Sydney.

"Isso abre caminho para questionamentos mais amplos contra redes sociais e outros sistemas tecnológicos projetados para maximizar o engajamento em detrimento do bem-estar dos usuários."

O Reino Unido e outros países estão considerando a mesma medida, e este veredicto certamente reforça os argumentos a favor.

Para alguns pais que já enfrentaram dificuldades com o tema, proibir o uso dessas plataformas por crianças é uma decisão óbvia.

Ela vem fazendo campanha por mudanças nas redes sociais após a morte de seu filho de 14 anos, Jools Sweeney — que, segundo ela, foi causada por um desafio online que deu errado em 2022.

A Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns estão atualmente envolvidas no chamado "pingue-pongue" legislativo em torno de uma proposta de emenda ao projeto de lei Children's Schools and Wellbeing Bill, que daria aos ministros um ano para decidir quais plataformas deveriam ser proibidas para menores de 16 anos.

Talvez o novo veredicto ajude a unir políticos e membros da Câmara dos Lordes — e não apenas no Reino Unido: será que um dia vamos olhar para este período da história e nos perguntar por que, afinal, deixamos crianças circularem livremente nas redes sociais?

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101 milhões de pessoas têm dívidas no cartão de crédito com juros acima de 100% ao ano, diz presidente do BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2340,25%Dólar TurismoR$ 5,4350,1%Euro ComercialR$ 6,0400,06%Euro TurismoR$ 6,2880,09%B3Ibovespa184.161 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,2340,25%Dólar TurismoR$ 5,4350,1%Euro ComercialR$ 6,0400,06%Euro TurismoR$ 6,2880,09%B3Ibovespa184.161 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,2340,25%Dólar TurismoR$ 5,4350,1%Euro ComercialR$ 6,0400,06%Euro TurismoR$ 6,2880,09%B3Ibovespa184.161 pts-0,68%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (26) que 101 milhões de pessoas no Brasil têm dívidas no cartão de crédito, pagando taxas de juros acima de 100% ao ano, as mais caras do mercado financeiro. Os dados referem-se a janeiro deste ano.

Segundo ele, as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais de forma recorrente, e que isso poderia ser alvo de uma discussão estrutural.

A declaração acontece em um momento no qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está demonstrando preocupação maior com o nível de endividamento da população que, segundo dados d próprio BC, está entre os maiores níveis das últimas décadas.

"Falei para meu ministro da fazenda [Dario Durigan] pra gente resolver a dívida das pessoas. Não quero que deixem de endividar para ter coisas novas na vida, mas ver como a gente faz pra facilitar o pagamento do que devem", disse Lula nesta quinta-feira.

De acordo com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, houve quatro choques econômicos nos últimos anos que impulsionaram a inflação nos últimos anos: Covid, guerra na Ucrânia, guerra tarifária dos Estados Unidos e agora o conflito no Oriente Médio. Por conta disso, apesar dos juros altos, os preços relativos subiram nos últimos anos.

"O cidadão vê os preços. Entende pouco de IPCA, mas vê o preço do leite e do pão. A gente vem de quatro choques consecutivos. Mesmo que consiga controlar a inflação, os preços subiram quatro degraus. Isso se soma ao que está impactando orçamento das famílias", explicou Galípolo, do BC.

Por conta disso, explicou ele, houve um impacto na renda do trabalhador brasileiro, que buscou complementá-la com financiamentos junto aos bancos. "Cresceu o número de cartões crédito" observou ele.

Por fim, o presidente do Banco Central afirmou que é preciso que os trabalhadores busquem linhas de crédito mais compatíveis com renda, não usando o crédito rotativo como complemento de renda – pois essa linha de crédito tem taxas "punitivas".

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Dario Durigan: o que esperar do ministro da Fazenda, em meio à guerra, diesel caro e ano eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Dario Durigan, nomeado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Ministério da Fazenda, assume o cargo sem causar surpresa no mercado. Ex-número dois da pasta, ele substitui Fernando Haddad, que deixou Brasília para disputar o governo de São Paulo.

Ao menos por enquanto, a notícia foi bem recebida pelo mercado. Para especialistas ouvidos pelo g1, o principal papel de Durigan será priorizar as contas públicas em ano eleitoral e executar as diretrizes já estabelecidas.

“O Durigan participou ativamente da agenda econômica desde o início. Agora, à frente do ministério, ele deve manter o legado de Haddad, principalmente na sustentação fiscal”, afirma Erich Decat, analista político.

Com passagem pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo setor privado, Durigan participou de medidas de aumento de arrecadação — como o aumento de impostos —, além da articulação da reforma tributária sobre o consumo e da renegociação da dívida dos estados.

Mas um novo desafio deve marcar sua gestão. Com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços do petróleo e do diesel, ele terá a missão de evitar um novo repique da inflação que possa prejudicar a campanha de Lula por um quarto mandato no Palácio do Planalto.

Dario Durigan, novo ministro da Fazenda, durante Trilha de Finanças do G20 em 2024 — Foto: Diogo Zacarias/MF

Entre os principais desafios está assegurar o cumprimento das metas e evitar ruídos que possam afetar a confiança do mercado.

“A prioridade é previsibilidade. O mercado não reage bem a mudanças abruptas, então o foco precisa estar na continuidade das diretrizes fiscais e na clareza da execução”, avalia Raphael Costa, administrador de empresas e especialista em gestão empresarial do Grupo 220.

“Mais do que anunciar novas medidas, o momento pede reforço do compromisso com metas já definidas, especialmente no controle de gastos. Em cenários de curto prazo, consistência costuma valer mais do que inovação.”

Como o g1 já mostrou, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 Isso porque o arcabouço fiscal limita o crescimento real das despesas do governo até 2,5% ao ano. Como gastos obrigatórios crescem acima desse ritmo, o espaço para investimentos e despesas livres fica cada vez menor.

Além disso, há outro desafio relevante no horizonte: o arcabouço fiscal perdeu força e há a possibilidade de uma discussão de um novo modelo a partir de 2027. Na avaliação de Decat, o modelo atual já dá sinais de esgotamento por ter sido sustentado, em grande parte, por aumento de impostos.

“Esse é um dos pontos mais frágeis do legado de Haddad. O arcabouço teve duração curta e dependeu fortemente da arrecadação. Por isso, o debate eleitoral deve girar em torno de qual será o novo modelo fiscal a partir de 2027”, afirma.

Segundo o analista, Durigan deve participar dessas discussões, mas sem protagonismo. “A tendência é que ele atue na linha da continuidade, sem força política para liderar esse debate ou definir o novo desenho.”

Apesar da experiência técnica, há dúvidas sobre o peso político de Durigan para conduzir agendas mais complexas. “Vejo o Durigan mais na linha da continuidade, mas sem muito espaço para liderar grandes reformas estruturais”, diz Decat.

Esse cenário pode dificultar negociações com o Congresso, especialmente em um ambiente mais fragmentado e próximo das eleições.

No curto prazo, a tramitação de pautas econômicas deve avançar lentamente. O calendário eleitoral tende a esvaziar o Congresso e reduzir o espaço para temas mais sensíveis.

Entre os assuntos em andamento está a Proposta de Emendas à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho, conhecida como PEC do 6×1. A expectativa é que o debate se arraste e só ganhe força após o período eleitoral.

Outro tema com baixa chance de avanço é o chamado “imposto do pecado”, que enfrenta resistência de setores econômicos e falta de consenso político.

🔎 O Imposto Seletivo (IS), criado na reforma tributária, tem como objetivo desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A cobrança deve atingir itens como cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, veículos poluentes, mineração e apostas, com previsão de entrada em vigor em 2027.

A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, é a situação em que o ministro será testado de fato. O governo avalia alternativas para conter o impacto nos preços.

Na terça-feira (24), Durigan informou que o governo propôs um subsídio aos importadores de diesel para tentar segurar o preço nas bombas. A medida prevê o pagamento de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

Como cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado, a alta internacional é rapidamente repassada às bombas e pode elevar o custo do transporte e a inflação.

A redução de impostos ou novos programas de incentivo, porém, dependem de articulação com os estados, o que torna o processo mais complexo.

Até o momento, a troca no comando da Fazenda não provocou turbulências, já que a expectativa é de continuidade. Para especialistas, o mercado entende que não há mudanças relevantes no curto prazo.

Ainda assim, há cautela em relação ao futuro. A partir de 2027, caso o atual governo seja reeleito, devem ganhar força dúvidas sobre a capacidade de Durigan de liderar uma agenda mais ampla — ou até mesmo de que ele será o ministro escolhido.

Outro desafio será lidar com a pressão por medidas imediatas em ano eleitoral, o que pode entrar em conflito com a responsabilidade com as contas públicas.

“Historicamente, isso ocorre em diferentes ciclos e não é exclusivo de um governo. O impacto depende de como essas medidas são estruturadas”, avalia Raphael Costa.

“Se houver desalinhamento com a sustentabilidade fiscal, o mercado reage rapidamente. Por outro lado, quando há equilíbrio entre a agenda econômica e as demandas sociais, os efeitos podem ser administrados. O ponto-chave é entender até que ponto decisões de curto prazo comprometem o médio e o longo prazo.”

Com perfil técnico e discreto, Durigan assume a Fazenda como um nome de continuidade. No curto prazo, o desafio será manter a previsibilidade e atravessar o período eleitoral sem rupturas.

Já no médio prazo, o cenário é mais incerto e dependerá tanto do ambiente político quanto das decisões que serão tomadas a partir de 2027.

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Ultrapassou o limite de faturamento anual do MEI? Entenda o que fazer e como regularizar a situação

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 26/03/2026 03:49

Empreendedorismo Ultrapassou o limite de faturamento anual do MEI? Entenda o que fazer e como regularizar a situação Ao ultrapassar o limite de faturamento do MEI em 2025, é preciso prestar atenção ao desenquadramento automático e à necessidade de fazer a declaração correta para a Receita Federal. Por Redação g1 — São Paulo

Para quem ultrapassou os limites estipulados, é essencial entender as implicações e os passos para regularizar a situação junto à Receita Federal.

Em 2025, o limite de faturamento anual para Microempreendedores Individuais (MEIs) permanece em R$ 81 mil. — Foto: katemangostar/Freepik

Atualmente, o limite de faturamento anual para Microempreendedores Individuais (MEIs) é de R$ 81 mil. Esse valor que dá uma média de R$ 6.750 ao mês para 12 meses de atividade. Se a empresa for aberta no meio do ano, a conta deve ser um valor proporcional.

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2024, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo o Sebrae, o valor declarado deve ser o faturamento bruto da empresa, sem descontar despesas. Ou seja, se você faturou R$ 50 mil e teve R$ 10 mil de gastos, deve declarar os R$ 50 mil.

Para quem ultrapassou os limites estipulados, é essencial entender as implicações e os passos para regularizar a situação junto à Receita Federal. O empreendedor deverá pagar tributos sobre o excedente.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, precisará emitir uma guia DAS complementar após enviar a Declaração Anual e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar mais que 20% acima do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

No regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

O Sebrae orienta que o MEI acompanhe de perto seu faturamento anual. Se perceber que vai ultrapassar o limite, deve pedir o desenquadramento o quanto antes. Ao fazer isso até o último dia útil do mês seguinte ao excesso, evita o pagamento de multa.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) tem até o dia 31 de maio para fazer a declaração anual do valor do faturamento de 2024 por meio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI). O documento, que é obrigatório, deve ser enviado no Portal do Empreendedor.

A declaração reúne as informações sobre as contribuições e o faturamento da empresa em 2024, além de empregados que eventualmente o MEI tenha tido. Mesmo quem não teve faturamento precisa fazer a declaração.

A DASN-SIMEI é um documento a que o MEI tem a obrigação de apresentar anualmente à Receita Federal, para informá-la dos seus rendimentos e manter a regularidade do CNPJ.

Para facilitar a entrega da declaração, o MEI deve preencher mensalmente o Relatório Mensal das Receitas Brutas com o valor que obteve no mês anterior. Essa também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI💻 Quem deve declarar? 📅 E se eu perder o prazo. O que acontece? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2024.

A entrega fora do prazo da DASN-SIMEI gera uma multa de 2% a cada mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos devidos, ou mínimo de R$ 50.

O MEI também pode ter o CNPJ cancelado definitivamente, caso não tenha pagado nenhuma contribuição mensal durante os últimos dois anos.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

Como declarar renda obtida por 'freelas', trabalho autônomo ou informal?MEI tem novo valor de contribuição mensal; veja os valores e datas para ficar atento em 2025É #FAKE que o limite de faturamento de MEI tenha subido para R$ 130 mil ao ano

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 20:13

Tecnologia Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociais Meta deverá pagar uma indenização no valor de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões). Por Redação g1 — São Paulo

Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube.

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O veredito abre precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo.

Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25).

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O veredito abre precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

"Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais", afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. Já o advogado do Google, José Castañeda, afirmou que planeja recorrer.

O resultado pode influenciar milhares de casos semelhantes contra empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa YouTube ou Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento. Os termos não foram divulgados.

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro caso sobre vício em redes sociais, movido por estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deve ir a julgamento ainda neste ano em um tribunal federal em Oakland, na Califórnia.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo vai propor medidas para conter ‘juros abusivos’ do empréstimo consignado privado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 16:33

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,64%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,038-0,82%Euro TurismoR$ 6,295-0,84%B3Ibovespa185.305 pts1,53%Oferecido por

Em 2025, Lula anuncia programa que facilita crédito consignado para trabalhadores do setor privado. — Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

O governo elaborou proposta para conter os "juros abusivos" praticados por parte das instituições financeiras na concessão de empréstimos com desconto em folha de trabalhadores do setor privado, informou à Reuters o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo a pasta, a proposta não passará pela criação de um teto para os juros cobrados pelos bancos. Ela será levada para debate e deliberação do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado (CGCONSIG),

Entre as medidas em análise, ainda pendentes de decisão final, está a possibilidade de determinar que são abusivos juros cobrados em determinado percentual acima da taxa média cobrada pelos bancos, abrindo caminho para uma vedação de cobranças que destoarem do mercado.

Outra iniciativa que poderia reduzir os juros cobrados dos trabalhadores nessa modalidade é a regulamentação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para os empréstimos, o que ainda está pendente desde a criação do programa.

De acordo com o MTE, as duas propostas devem ser debatidas na próxima reunião do CGCONSIG, composto por representantes do MTE, Casa Civil e Ministério da Fazenda.

O encontro estava inicialmente agendado para quinta-feira desta semana, mas foi adiado e ainda não tem previsão de nova data.

A iniciativa deve se integrar a outras ações em estudo no governo na área de crédito, em meio a um aumento na inadimplência no país, o que poderia provocar impactos na percepção de bem-estar das famílias em ano eleitoral.

Lançado em março de 2025, o programa que busca estimular a concessão de crédito com desconto em folha para trabalhadores do setor privado elevou a demanda por essa modalidade de financiamento, segundo dados do Banco Central.

O estoque total desse tipo de empréstimo, que estava estacionado ao redor de R$ 40 bilhões até março do ano passado, mais que dobrou em menos de um ano e alcançou R$ 83 bilhões em janeiro.

Ao mesmo tempo, os juros cobrados dos trabalhadores que optam por essa modalidade apresentaram um salto, contrariando o objetivo inicial do governo de baratear o crédito.

As taxas medidas subiram de 44% ao ano em março de 2025 para 57% em janeiro deste ano — os juros médios dos empréstimos consignados de servidores públicos e aposentados do INSS ficaram em torno de 24% ao ano no período.

A taxa de inadimplência dos trabalhadores privados na modalidade, que poderia pressionar os juros se estivesse em alta, caiu desde o lançamento do programa: de 7,5% em março de 2025 para 5,6% em janeiro deste ano.

Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse ser preciso aperfeiçoar o modelo de crédito do país, prevendo a adoção de medidas ao longo de sua gestão neste ano.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BBC nomeia Matt Brittin, ex-executivo do Google, como novo diretor-geral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 12:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,214-0,77%Dólar TurismoR$ 5,425-0,83%Euro ComercialR$ 6,040-0,77%Euro TurismoR$ 6,296-0,82%B3Ibovespa186.352 pts2,11%MoedasDólar ComercialR$ 5,214-0,77%Dólar TurismoR$ 5,425-0,83%Euro ComercialR$ 6,040-0,77%Euro TurismoR$ 6,296-0,82%B3Ibovespa186.352 pts2,11%MoedasDólar ComercialR$ 5,214-0,77%Dólar TurismoR$ 5,425-0,83%Euro ComercialR$ 6,040-0,77%Euro TurismoR$ 6,296-0,82%B3Ibovespa186.352 pts2,11%Oferecido por

Matt Brittin, ex-executivo do Google e novo diretor-geral da BBC. — Foto: Tolga Akmen/ Pool Photo via AP

A BBC nomeou o ex-executivo do Google, Matt Brittin, de 57 anos, como seu novo diretor-geral nesta quarta-feira (25). Ele substitui Tim Davie, que renunciou no ano passado após a empresa de mídia ter sido alvo de um processo de US$ 10 bilhões (R$ 52,6 bilhões) movido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O presidente americano acusou a BBC de difamação, após a emissora editar trechos de um discurso que ele proferiu em 6 de janeiro de 2021, momentos antes de seus apoiadores invadirem o Capitólio, em um documentário exibido às vésperas das eleições de 2024 nos EUA. Entenda o caso.

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A emissora argumentou que o processo deveria ser arquivado, afirmando que a subsequente reeleição de Trump demonstrou que a suposta difamação não prejudicou sua reputação. O processo, no entanto, segue em andamento.

Brittin ingressou no Google em 2007 como chefe do Reino Unido e da Irlanda, antes de ascender na hierarquia até se tornar presidente da EMEA (área que responde pelas operações da empresa na Europa, Oriente Médio e África) em 2014. Ele deixou o cargo em 2024 e assumirá a nova função a partir de 18 de maio.

"Este é um momento de risco real, mas também de grande oportunidade. A BBC precisa de ritmo e energia para estar onde as histórias estão e onde o público está", disse Brittin em comunicado.

"Para aproveitar o alcance, a confiança e a criatividade que temos hoje, enfrentar os desafios com coragem e prosperar como um serviço público preparado para o futuro. Estou ansioso para começar este trabalho", acrescentou.

A BBC informou ainda que deve nomear um diretor-geral adjunto para auxiliar Brittin durante sua gestão, uma vez que o executivo não tem experiência editorial ou em radiodifusão.

A BBC enfrenta uma batalha para se manter relevante, já que os telespectadores — principalmente o público mais jovem — migram para serviços de streaming e outras plataformas digitais.

A crise de imagem na BBC foi deflagrada após a imprensa britânica publicar trechos de um dossiê crítico à emissora, elaborado pelo escritor americano Michael Prescott, que prestou consultoria à empresa pública de comunicação em 2024.

O dossiê veio à tona após a emissora britânica veicular um programa sobre o presidente americano, Donald Trump, no qual foram editados trechos de um discurso de 2021 do republicano a apoiadores, momentos antes da invasão do Capitólio.

Segundo Prescott, duas falas de Trump, proferidas em momentos distintos do discurso, foram juntadas na edição para sugerir que o presidente teria incentivado a invasão do Capitólio.

"Nós vamos marchar até o Capitólio e eu estarei lá com vocês […]. E nós lutaremos. Nós lutaremos à beça", diz o trecho.

A edição da BBC também não incluiu um trecho em que Trump, que não aceitou a derrota eleitoral para Joe Biden, dizia a seus apoiadores que queria que eles protestassem de forma “pacífica e patriótica”.

Prescott também criticou a redação em árabe da BBC, acusando-a de ter um viés anti-Israel na cobertura da guerra na Faixa de Gaza e de trabalhar com colaboradores que manifestaram visões antissemitas. Ele também afirmou que a emissora adotou uma posição militante em relação a questões de gênero, recusando-se a cobrir “qualquer história que levantasse questões difíceis”.

Após a divulgação do dossiê por Prescott, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, referiu-se à BBC como “100% fake news” e a chamou de “máquina de propaganda”.

O então diretor-geral da emissora, Tim Davie, e a CEO da BBC News, Deborah Turness, renunciaram a seus cargos no fim do ano passado.

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