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Land Rover faz recall de 250 mil veículos por defeito em airbag; unidades do Brasil também foram afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 14:45

Carros Land Rover faz recall de 250 mil veículos por defeito em airbag; unidades do Brasil também foram afetadas Campanha envolve Discovery, Defender e Range Rover fabricados entre 2020 e 2026. Defeito pode impedir o acionamento do airbag do passageiro por possível corrosão em conector. Por Redação g1

A Land Rover anunciou na última semana, nos Estados Unidos, um recall de mais de 250 mil unidades dos modelos Discovery, Defender e Range Rover produzidos entre 2020 e 2026.

O defeito detectado pode ocorrer no airbag dianteiro do lado do passageiro. Um dos conectores pode apresentar corrosão e, por causa disso, causar falha de acionamento do airbag quando necessário.

A campanha acontece após uma investigação da NHTSA, órgão de segurança de tráfego nos EUA. A reportagem do g1 entrou em contato com a JLR Brasil que confirmou que as unidades vendidas no país também vão passar por esse recall. Veja abaixo a resposta da empresa:

“A campanha de recall também será realizada no Brasil. Neste momento, a JLR Brasil está conduzindo os procedimentos regulatórios necessários junto às autoridades competentes para o lançamento oficial da campanha no país. Assim que esse processo for concluído, os proprietários dos veículos potencialmente envolvidos serão notificados.”

A investigação da NHTSA começou em 2025. A entidade dos EUA percebeu um aumento de pedidos de reparo dentro do prazo de garantia de casos de "luz de alerta de mal funcionamento do airbag".

A Land Rover descobriu, após testes, que a vibração poderia acarretar corrosão do conector do airbag do passageiro. A solução para o problema, segundo comunicado da NHTSA, é a aplicação de um gel protetor no terminal do conector.

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Michelle Bolsonaro deixa de seguir enteados e publica versículos em meio à crise na família Bolsonaro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 12:46

Economia Blog da Ana Flor Michelle deixa de seguir enteados e publica versículos em meio à crise na família Bolsonaro Pedido de desculpas de Flávio e apelo de Valdemar Costa Neto não impediram novos gestos públicos que evidenciam o racha entre Michelle e filhos do ex-presidente Por Lorena Fraga, Ana Flor, g1 e GloboNews — Brasília

Apesar do pedido público de desculpas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à madrasta e da tentativa do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, de estancar a crise provocada pelo vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o conflito na família do ex-presidente Jair Bolsonaro segue movimentando as redes sociais.

Eduardo, por sua vez, ainda acompanha a madrasta no Instagram, mas passou a republicar, em seu perfil no X, conteúdos com críticas a ela.

O deputado cassado compartilhou a defesa da esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, que descreveu o marido como "leve, respeitoso e carinhoso".

Eduardo também repostou um vídeo do ex-deputado Alexandre Ramagem, no qual ele acusa Michelle de fazer "birra" por não ter sido escolhida como sucessora de Jair Bolsonaro na disputa pelo Planalto.

O ex-deputado e a madrasta mantinham uma relação próxima. Em janeiro de 2025, os dois chegaram a viajar juntos aos Estados Unidos para a posse do presidente norte-americano Donald Trump.

No vídeo que publicou na quarta, Michelle faz uma menção a quem atua contra ela do exterior, uma clara referência a Eduardo Bolsonaro.

Michelle chegou a atribuir a esse núcleo publicações que a citam sem o sobrenome Bolsonaro, apenas com o de solteira: Michelle Firmo.

Com Carlos, o desgaste é mais antigo. Em março deste ano, durante uma entrevista, Michelle disse ter perdoado o vereador pelos conflitos antigos, mas descartou qualquer reaproximação:

A mãe dos três irmãos, Rogéria Bolsonaro, publicou uma mensagem compartilhada por Eduardo, Carlos e Flávio — que continua sendo seguido por Michelle e está no centro das tensões:

Na última quinta (25), no fim do dia, Michelle compartilhou um trecho bíblico sobre o "falso testemunho" não ficar impune.

Na sexta (26), foi a vez de Fernanda Bolsonaro publicar um versículo de Provérbios sobre a "testemunha falsa que profere mentiras" e "o que semeia contendas entre irmãos":

"Há seis coisas que o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos." (Provérbios 6:16–19).

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Lâmpadas de LED terão que atender a novas regras e padrão mínimo de eficiência; veja o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

Lâmpadas e luminárias de tecnologia LED vendidas e fabricadas no Brasil terão de atender a novos padrões mínimos de eficiência energética a partir de 2028.

As regras foram constam no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29) e valem para produtos fabricados, importados e comercializados no país.

A decisão foi tomada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

As exigências serão implementadas em duas etapas. A primeira entra em vigor em 2028, quando os produtos deverão atingir eficácia luminosa limite de 120 lm/W. Em 2030, sobe para 140 lm/W.

💡 A tecnologia LED é considerada mais eficiente porque consome menos energia para produzir a mesma quantidade de iluminação em comparação com lâmpadas convencionais. Além disso, esses produtos têm vida útil maior, o que reduz os custos com manutenção, reposição e descarte.

Segundo estimativas técnicas, a regulamentação poderá gerar uma economia acumulada entre 283 e 432 terawatts-hora (TWh) até 2040. O volume de energia economizado seria suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no período.

Além dos novos índices mínimos de eficiência, a resolução define como será calculado o desempenho energético de cada produto, considerando suas características técnicas, e estabelece os procedimentos que fabricantes e importadores deverão seguir para comprovar o cumprimento das novas exigências.

Instalação luz poste iluminação LED Santa Fé Uberaba 11-08-2023 — Foto: Prefeitura de Uberaba/Divulgação

Os produtos que não atenderem aos novos padrões ainda poderão ser comercializados durante o período de adaptação previsto na norma.

💡Os comerciantes terão três anos, na primeira etapa, e cinco anos, na segunda, contados a partir da publicação da resolução, para esgotar os estoques.

Segundo o governo, o prazo foi definido para permitir que os produtos já fabricados ou importados sejam comercializados ou retirados gradualmente do mercado, evitando impactos imediatos para empresas e consumidores.

"Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho para produtos LED, a regulamentação da eficiência energética fortalece a transição energética brasileira ao promover um mercado mais moderno, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais, estimulando a inovação, reduzindo os custos de energia para as famílias, aumentando a eficiência no uso dos recursos energéticos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país", avalia o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ao g1.

Ao todo, 16 tipos de lâmpadas e luminárias de tecnologia LED foram excluídos da regulamentação, ou seja, não precisam atender aos índices mínimos.

Entre elas estão lâmpadas e luminárias com tecnologia LED destinadas exclusivamente ao uso em: atmosferas explosivas, geração de ozônio, equipamentos médico-hospitalares, veterinários ou odontológicos, cultivo de plantas e outros.

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Vai ao banco? Veja os horários de atendimento das agências durante Brasil x Japão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

Torcedores apoiam a seleção brasileira em Cleveland antes de amistoso com o Egito — Foto: Reuters

A Seleção Brasileira enfrenta o Japão nesta segunda-feira (29), pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026. Como a partida será disputada às 14h, durante o horário de funcionamento das agências, os bancos terão atendimento ao público em horário especial.

Nesta segunda, as agências e os postos de atendimento bancário funcionarão das 9h às 12h. A mudança busca adequar o expediente das instituições ao horário do jogo.

Como o Brasil avançou para a segunda fase da Copa e as partidas podem ocorrer durante o horário comercial, os bancos poderão adotar expediente reduzido quando os jogos coincidirem com o funcionamento das agências.

Jogo às 14h: atendimento das 9h às 12h;Jogo às 16h: atendimento das 10h às 14h;Jogo às 17h: atendimento das 10h às 15h.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências que já abrem às 9h manterão esse horário de início de atendimento. Já postos bancários instalados em locais especiais, como shopping centers e aeroportos, poderão ter horários diferentes, que serão informados diretamente por cada estabelecimento.

A entidade recomenda que os clientes se programem com antecedência para realizar operações que dependam de atendimento presencial.

"O recomendação é que os clientes se programem com antecedência para realizar operações que exigem atendimento presencial e, sempre que possível, utilizem os canais digitais, que estarão disponíveis normalmente e oferecem conveniência, agilidade e segurança", afirma Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.

Aplicativos, internet banking, centrais remotas de atendimento e salas de autoatendimento seguirão operando normalmente, de acordo com as regras de cada instituição. O PIX também continuará disponível 24 horas por dia, inclusive durante as partidas da Seleção.

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Especialistas veem MEI com custo elevado e recomendam reduzir benefício; governo quer ampliar limite e contratações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

O microempreendedor individual (MEI) apresenta um custo elevado aos cofres públicos, gerando um rombo que pode chegar na casa de centenas de bilhões de reais em décadas, e por isso deve ter as regras atuais revistas — no sentido de reduzir os benefícios existentes para manter a "sustentabilidade" da Previdência Social.

A recomendação foi feita pelo especialista em Previdência Social Rogério Nagamine em estudo publicado no último mês pelo Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), uma organização sem fins lucrativos, independente e apartidária.

Ela vai no mesmo sentido de relatório publicado ainda em 2022 pelo Conselho de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (CMAP), um colegiado interministerial coordenado pelo antigo Ministério da Economia. O órgão segue atuante até hoje no governo Lula, sob coordenação do Ministério do Planejamento – as recomendações nem sempre são levadas adiante. (veja mais abaixo)

O tema está em evidência após o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmar na última semana que o governo vai enviar um projeto de lei ao Legislativo na direção contrária, para ampliar o benefício existente.

A ideia é corrigir o limite de enquadramento para valor próximo a R$ 130 mil até 2028. Durigan já tinha dito que o governo concorda também com a contratação de mais um funcionário por MEI.

➡️O alto custo do MEI é um dos fatores que pressionam o endividamento do setor público que, pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), já supera 90% do PIB — bem acima do de nações emergentes, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro.

Criado no final de 2008, o microempreendedor individual está inserido no Simples Nacional e se baseia em um regime simples para formalizar quem trabalha por conta própria, como autônomos e pequenos negócios. Atualmente, há cerca de 16,6 milhões de MEIs ativos no país.

🔎O MEI contribui para a Previdência, mas está isento dos demais impostos e contribuições federais, como IRPJ, CSLL, PIS e Cofins. Também seguirá isento dos futuros impostos sobre o consumo da reforma tributária, como a CBS federal e o IBS dos estados e municípios.

A contribuição gera direito a benefícios de aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez ou incapacidade permanente, pensão por morte, auxílio-doença (incapacidade temporária) e salário-maternidade. Mesmo com contribuição reduzida, o programa tem registrado, desde seu início, elevada taxa de inadimplência.

No início do programa, em 2008, a alíquota cobrada era de 11% para a previdência social, valor que caiu para 5% em 2011. Também houve, naquele momento, definição de que essa alíquota simbólica de 5% passasse a ser o piso previdenciário para o segurado facultativo de baixa renda.

🔎Pelas regras atuais, os microempreendedores podem contratar até um empregado, e devem ter um faturamento anual de até R$ 81 mil. O projeto de lei 108, de 2021, que já foi aprovado pelo Senado e está em análise agora na Câmara, propõe o aumento do limite do MEI de R$ 81 mil para até R$ 130 mil por ano, permitindo, além das demais faixas do Simples Nacional, também, a contratação de mais um funcionário.

As alterações nas regras fazem parte das negociações do governo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para aprovação de mudanças na escala 6×1.

De acordo com o especialista em Previdência Social, Rogério Nagamine, apesar da boa intenção na criação do MEI, que é aumentar a formalização na economia, há indícios que o programa tem acentuado o desequilíbrio financeiro do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — "já sobrecarregado pelo rápido e intenso envelhecimento populacional".

"Há também indícios que o programa está gerando não necessariamente formalização de trabalhadores, mas migração de segurados de planos mais equilibrados do ponto de vista atuarial, como empregados com carteira, para esquemas mais desequilibrados, como MEI. Há necessidade de revisão estrutural urgente do programa", avalia Nagamine, no estudo.

Com as regras atuais, ele estimou que o MEI deve gerar um déficit atuarial – ou seja, o rombo projetado no longo prazo da Previdência Social – de cerca de R$ 711 bilhões em sete décadas. Se o limite de faturamento for ampliado para R$ 130 mil ano, o rombo aumentará em cerca de R$ 60 bilhões neste período, sem considerar ganho real do salário mínimo.

Limitar o acesso ao MEI a trabalhadores de baixa renda, definindo-se critério específico para caracterizar “baixa renda”;Elevar a alíquota do MEI para 11% do salário mínimo (como era até 2011), o que geraria um aumento da arrecadação estimado em R$ 7 bilhões no ano de 2025;Introduzir contribuição patronal previdenciária para empresas ou pessoas jurídicas que contratam o MEI como forma de desincentivar a (pseudo) pejotização com intuito de evasão previdenciária;Reforma da previdência que diminua o déficit atuarial do MEI pelo lado da despesa, por exemplo, igualando ou, pelo menos, diminuindo, a diferença de idade de aposentadoria urbana entre homens e mulheres.

Já o relatório do CMAP de 2022, no último ano de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, também trazia análises semelhantes.

O Conselho concluiu, em 2022, que o MEI possui importância fundamental na formalização de microempreendedores e na inclusão social, mas acrescentava que o desenho atual, com contribuição previdenciária de 5%, "além de não se mostrar custo-efetivo em relação ao desenho inicial, introduziu também um risco à sustentabilidade do sistema previdenciário devido aos elevados subsídios embutidos".

R$ 186,8 bilhões em 20 anos;R$ 437 bilhões em 30 anos;R$ 728,8 bilhões em 40 anos; eR$ 1,07 trilhão em 75 anos.

"Por fim, observa-se que resultado atuarial estimado para o MEI totaliza um déficit de R$ 435,7 bilhões", diz o relatório. A projeção, oficial, foi feita pela Secretaria de Previdência, do então Ministério do Trabalho e Previdência.

Realizar estudos para avaliar a aderência entre a atual alíquota (de 5%) de contribuição do MEI e o seu valor original (alíquota de contribuição de 11%), de forma a corrigir distorções entre as alíquotas em relação ao Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS) e melhorar a sustentabilidade do sistema.Propor alterações legais e normativas que introduzam a obrigação do envio de informações (via eSocial) sobre todos os trabalhadores autônomos trabalhando por empreitada (situação permitida a todo MEI) ou prestando serviços por meio de cessão ou locação de mão-de-obra ao estabelecimento (situação excepcional permitida a um grupo restrito de serviços).

se a ampliação do limite do MEI não vai no sentido contrário de reequilibrar as contas públicas;qual o impacto da proposta na perda de arrecadação;se o projeto tem a ver com o calendário eleitoral; ese o governo não considera que seria importante, em algum momento, revisar o benefício existente para o MEI.

O Ministério da Fazenda, porém, não respondeu aos questionamentos. Informou apenas que o "assunto relacionado à possível faixa de ampliação do MEI ainda está em análise, pois os estudos técnicos estão em curso".

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já afirmou a jornalistas que o MEI não pode ser utilizado para fraudes trabalhistas e que o micrompreendedor não pode ter características de trabalhadores com carteira assinada.

Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, diz que MEI não pode ser usado "como fraude trabalhista" — Foto: Divulgação/MTE

Para o ministro, há situações em que isso aconteceria – ele cita como exemplo o caso de um hospital que fizesse uma licitação para terceirização de alguma atividade e a empresa terceirizada contratasse MEIs como funcionários formais. Segundo o ministro, isso poderia "arrebentar" recursos como com a Previdência, o FGTS e o Sistema S.

Marinho disse esperar que o Supremo Tribunal Federal (STF), que julga ação sobre pejotização na economia, não permita que isso aconteça.

"Não podemos é utilizar o MEI como uma fraude trabalhista, precisa ser empreendedor. Não é o enfermeiro, não é o gari. Isso é fraude trabalhista, não é o gerente. O conceito de debate do que é PJ e não precisa ficar claro, o Supremo tem a responsabilidade de não cometer a irresponsabilidade de permitir contratar PJ como empreendedor. Tem que caracterizar o que é empreendedor", disse Marinho a jornalistas.

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Mesmo eliminadas na fase de grupos, seleções faturam milhões na Copa do Mundo; veja quanto recebem

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

16 seleções eliminadas na primeira fase da Copa do Mundo faturam milhões de dólares, mesmo sem avançar no torneio que inicia a segunda fase neste domingo (28).

Além da premiação, cada equipe classificada recebeu US$ 2,5 milhões para custear a preparação antes do torneio.

A Copa do Mundo de 2026 é disputada em 16 cidades espalhadas pelos Estados Unidos, México e Canadá.

Ricardo Ade, do Haiti , aplaude os torcedores após a partida — Foto: IMAGENS via Reuters/Jordan Godfree

A segunda fase da Copa do Mundo tem início neste domingo (28) com a primeira partida dos 16 avos de final. Das 48 seleções que entraram na competição, 16 foram eliminadas na primeira fase.

Mas se engana quem pensa que os times voltam para os seus países de mãos abanando. As equipes ainda faturam, mesmo tendo sido eliminadas.

Inicialmente, a Fifa havia divulgado que as equipes que fossem classificadas para o torneio, mas fossem eliminadas na fase de grupos, receberiam US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 46,7 milhões). Contudo, em abril deste ano, a entidade informou que a quantia havia aumentado para US$ 10 milhões (R$ 51,77 milhões).

Além disso, todas as seleções classificadas para o Mundial tiveram direito a US$ 2,5 milhões (aproximadamente R$ 12,9 milhões) para custear a preparação antes do torneio.

Na prática, isso significa que nenhuma seleção deixará a competição com menos de US$ 12,5 milhões em receitas garantidas (R$ 64,7 milhões).

Simulador da Copa do Mundo 2026Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogosRESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo

A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.

Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).Canadá: 13 jogos.

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Se chegar à final da Copa, Brasil joga em quatro dias úteis; haverá folgas? Como ficam salários? Tire dúvidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 04:45

Trabalho e Carreira Se chegar à final da Copa, Brasil joga em quatro dias úteis; haverá folgas? Como ficam salários? Tire dúvidas Jogos em horário comercial costumam mudar a rotina das empresas, mas a liberação depende de acordos e decisões internas. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Liberação de funcionários em dia de jogo ou flexibilização da jornada não é uma obrigação da empresa.

Como não existe uma regra, muita gente teme ser surpreendida por descontos, exigência de compensação ou até punições disciplinares.

Faltar apenas para assistir à partida, sem avisar ou negociar antes, não configura motivo para justa causa.

Para quem trabalha em regime de escala ou atua em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e serviços de atendimento ao público — o esquema é ainda mais rígido.

Com a classificação em primeiro lugar no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira avança para o mata-mata e isso já começa a mexer com a rotina de quem trabalha em horário comercial.

Se chegar até a final, o time comandado por Carlo Ancelotti vai disputar cinco jogos até a decisão do título. Desses, quatro estão marcados para dias úteis.

16 avos de final: 29 de junho (segunda-feira), às 14hOitavas de final: 5 de julho (domingo), às 17hQuartas de final: 11 de julho (sábado), às 18hSemifinal: 15 de julho (quarta-feira), às 16hFinal: 19 de julho (sábado), às 18h

🔍 Sábado é considerado dia útil tanto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943, quanto pela Constituição Federal de 1988.

A estreia na fase eliminatória acontece nesta segunda-feira (29), às 14h. E isso reacende um cenário bem conhecido no Brasil durante a Copa: empresas que reorganizam escalas, ajustam o expediente e, em muitos casos, liberam os funcionários para acompanhar os jogos.

Apesar de a flexibilização da jornada ser comum durante a Copa, as empresas não são obrigadas por lei a liberar os funcionários em dias de jogo.

Por isso, muitos trabalhadores ficam em dúvida sobre como agir e temem ser surpreendidos por descontos no salário, necessidade de compensar horas ou até punições.

➡️ Para ajudar no planejamento, o g1 conversou com advogados trabalhistas, que explicam como a legislação trata situações de liberação, acordos e faltas relacionadas à Copa.

O ponto de partida é direto: dia de jogo da seleção não é feriado. A legislação não prevê nenhuma exceção específica para a Copa do Mundo, e a jornada regular de trabalho continua valendo.

Ou seja, por lei, o expediente segue normalmente, independentemente do jogo, do horário ou da fase da competição.

Empresas como a startup GetNinjas, em São Paulo, enfeitou o ambiente de trabalho para a Copa do Mundo e permitirá que funcionários assistam aos jogos em casa ou no próprio escritório — Foto: Marcelo Brandt/G1

Muitos empregadores têm o costume de liberar a equipe durante os jogos, reduzir a jornada ou permitir que os funcionários assistam à partida no próprio ambiente de trabalho. Outras empresas mantêm o funcionamento normal e tratam o jogo como qualquer outra atividade externa ao expediente.

Quando a empresa decide liberar os funcionários sem desconto, a folga é considerada remunerada. Essa é uma prática comum em anos de Copa e pode ser adotada sem necessidade de acordo coletivo, desde que o empregador deixe clara a regra.

Em muitos casos, o expediente é suspenso por algumas horas e volta após a partida, o que exige organização interna para evitar prejuízos no atendimento ou no fluxo de trabalho.

O advogado Marcel Zangiácomo, sócio do escritório Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados, explica que a compensação pode ser exigida quando a empresa opta pela liberação parcial ou total em horário de expediente.

A compensação precisa ser combinada e respeitar os limites diários de jornada. Isso significa que o funcionário não pode ser obrigado a trabalhar além do permitido em lei, mesmo que a reposição seja consequência dos jogos da Copa.

Zangiácomo reforça que a compensação “não pode ultrapassar duas horas extras por dia” e que o acordo “precisa ser claro para evitar que o trabalhador seja surpreendido depois”.

Segundo ele, é possível compensar em até um ano, desde que feito o tipo correto de acordo — individual verbal, individual escrito ou coletivo, respectivamente.

Já a falta injustificada em dias de jogo continua sendo considerada uma ausência comum. O trabalhador pode sofrer desconto das horas e perder o descanso semanal remunerado.

Advertências ou suspensões podem ocorrer em caso de reincidência, mas os especialistas reforçam que faltar apenas para assistir a uma partida, sem avisar ou negociar antes, não configura motivo para justa causa.

O argentino Gustavo Gagliano , 19 anos, trabalha como barbeiro em Copacabana — Foto: Marcos Serra Lima/g1

Para quem trabalha em regime de escala ou atua em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e serviços de atendimento ao público — o esquema é ainda mais rígido.

Segundo Zangiácomo, os setores com operação ininterrupta enfrentam ainda mais limites, porque “a empresa não pode comprometer atividades essenciais por causa da Copa”, o que exige planejamento prévio e diálogo para minimizar impactos.

Nessas situações, acordos individuais são mais comuns. Supervisores avaliam as condições operacionais e decidem caso a caso, o que torna fundamental que o trabalhador se antecipe e converse com antecedência.

Zangiácomo também alerta que assistir ao jogo sem autorização, mesmo dentro do local de trabalho, pode ser interpretado como indisciplina.

“Se a empresa determinou que não haverá pausa, o empregado precisa cumprir a orientação. Caso contrário, pode sofrer advertência e até suspensão”, afirma.

Os advogados destacam ainda que, em qualquer cenário, o diálogo é a melhor estratégia. A falta de uma regra única obriga empresas e funcionários a negociarem soluções práticas, evitando surpresas e conflitos. Documentar essas decisões ajuda a garantir segurança para as duas partes.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Maioria dos inscritos para audiência sobre tarifas dos EUA rejeita a medida, mas tarifas devem ser mantidas, projeta CNI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a maior parte das manifestações inscritas para a audiência pública sobre a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil deve se manifestar de forma contrária à adoção de novas tarifas.

A tendência, segundo a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, é que as tarifas sejam mantidas, ainda que possam sofrer ajustes pontuais durante a conclusão do processo.

Dos 80 inscritos para falar na audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), 66 devem se posicionar contra a medida. Os demais participantes, que representam setores norte-americanos do etanol, siderurgia, pecuária e madeira, apoiam a aplicação das tarifas.

🔎 O USTR é o órgão responsável por formular e negociar a política comercial dos EUA. Ele conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.

A audiência faz parte da investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo dos Estados Unidos apurar práticas de outros países consideradas prejudiciais ao comércio, às empresas ou aos exportadores norte-americanos.

No início deste mês, o governo americano concluiu a investigação afirmando que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com empresas dos Estados Unidos. A partir desse diagnóstico, o USTR propôs a elevação de tarifas sobre produtos brasileiros.

A investigação foi aberta em 15 de julho de 2025 por determinação do presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Uma semana antes, ele já havia mencionado a possibilidade na carta em que anunciou uma tarifa de 50% sobre as importações brasileiras.

Interlocutores no governo afirmam que essas audiências públicas convocadas pelo USTR são um espaço de atuação do setor privado e da sociedade civil. Trata-se de uma sessão em que as pessoas submetem documentos e pedem para se manifestar.

O formato se assemelha, no entendimento do governo, a uma audiência pública do Congresso Nacional, e não um espaço de negociação entre os Estados.

Segundo projeção da CNI, se a proposta for implementada, 31,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos passarão a ser tributadas em 37,5%, ante os atuais 10% — aumento de 27,5 pontos percentuais.

US$ 15 bilhões é o volume das exportações que pode ser afetado caso tarifa de 25% seja aplicada, segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Na avaliação da gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, a tendência é que as tarifas sejam mantidas, ainda que possam sofrer ajustes pontuais durante a conclusão do processo.

Para Constanza, a projeção elaborada pela entidade considera o estágio atual da investigação e eventuais mudanças, se ocorrerem, devem ser "marginais", sem alterar a direção da política comercial adotada pelos Estados Unidos.

"A nossa leitura é que esse ajuste pode ser marginal, mas não de direção em relação às tarifas. Mas é claro, isso precisa a gente estar monitorando e ver. Então, assim, eu acho que a nossa estratégia continua a mesma, de demonstrar quão nocivos, negativos são os efeitos, não só para o Brasil, mas também para os Estados Unidos", complementou ao g1.

Por isso, segundo Negri, a estratégia da indústria brasileira continua sendo demonstrar que as tarifas terão efeitos negativos não apenas para o Brasil, mas também para empresas e setores da própria economia norte-americana.

Ela destaca que diversos segmentos dos Estados Unidos já vêm manifestando preocupação com os impactos das medidas sobre seus próprios negócios.

A especialista defende que a negociação continua sendo o melhor caminho para evitar prejuízos às empresas dos dois países.

Para a entidade, as medidas propostas não encontram justificativa econômica, já que os Estados Unidos registram superávit comercial na relação com o Brasil e as duas economias mantêm uma relação de complementaridade.

Sob reserva, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizem que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço e que o governo vai tentar esgotar as negociações, mostrando os números do comércio entre os dois países e apresentando argumentos técnicos.

No entanto, a avaliação é que a decisão do USTR tem motivações políticas e não técnicas. Assim, dizem avaliar que, no máximo, pode haver alguma exceção ou eventual redução de taxa, mas não a reversão da medida.

Segundo esses integrantes do Palácio do Planalto, há uma "linha de diálogo" entre os dois governos, que deve ser mantida, com reuniões entre representantes dos presidentes Lula e Donald Trump.

No Ministério das Relações Exteriores, integrantes da diplomacia brasileira dizem que os documentos do USTR demonstram como a investigação com base na seção 301 tem caráter político e não técnico nem comercial.

Segundo relatos à GloboNews, os documentos recebidos pelo Itamaraty relativos às alegações iniciais, de julho de 2025, são "praticamente iguais" aos da recomendação final, de junho de 2026.

Para integrantes do Itamaraty, isso mostra que todos os argumentos técnicos apresentados aos EUA ao longo do último ano pelos negociadores brasileiros foram desconsiderados, como os números que demonstram a queda no desmatamento no governo Lula em comparação com o governo Bolsonaro.

Uma delegação brasileira, formada por integrantes como os chefes das áreas econômica e ambiental do Itamaraty, chegou a ir a Washington para apresentar os dados, e o entendimento da diplomacia é que todos os questionamentos foram respondidos com dados, mas acabaram ignorados.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo vai obrigar que propagandas de bets incluam aviso de danos como as de bebidas alcoólicas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 09:44

Política Governo vai obrigar que propagandas de bets incluam aviso de danos como as de bebidas alcoólicas Ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a pasta estuda outras medidas para limitar propagandas de bets durante o torneio, mas não deu detalhes sobre conteúdo. Por Alexandro Martello, Túlio Amâncio, Ana Flávia Castro, g1 e GloboNews — Brasília

O Ministério da Fazenda vai impor regras para a exibição de propagandas de casas de aposta, as chamadas bets, durante transmissões de jogos da Copa do Mundo de 2026.

Pela nova norma, qualquer propaganda de bet durante a Copa ou após a competição terá que incluir mensagens de conscientização no final da veiculação, em um formato semelhante às propagandas de bebidas alcóolicas.

Por exemplo: "jogue com responsabilidade", "apostas são atividades com riscos de perdas financeiras", "apostar pode causar dependência", "saiba quando apostar e quando parar", ou "aposta é assunto para adultos".

A determinação tem como base uma definição do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

As restrições estarão em vigor já na segunda fase da competição, que começa no domingo (28), segundo a Fazenda.

A seleção brasileira estreia no mata-mata contra o Japão na segunda-feira (29) às 14hFrança x Noruega e Espanha x Uruguai: veja os jogos de hoje e onde assistir

Segundo informações do Ministério da Fazenda obtidas pela GloboNews, as novas normas serão publicadas em formato de medida provisória (MP) da Presidência da República.

Em conversa com jornalistas reunidos em Pequim, nesta sexta-feira (26), o ministro Dario Durigan afirmou que a pasta ianda estuda outras medidas para limitar a quantidade de propaganda de apostas durante os jogos.

Na última sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que o governo federal vai bloquear recursos de bets ilegais e enviar ao fundo de segurança pública, respeitando o processo legal.

O anúncio da medida ocorre no dia seguinte à realização de uma operação contra um esquema criminoso de movimentação bilionária por meio de bets ilegais (relembre mais aqui).

Brasil é o quinto maior mercado mundial de bets, segundo levantamento recente. — Foto: Getty Images via BBC

Segundo a instituição, as propagandas de apostas deverão ser veiculadas de forma socialmente responsável, por se tratar da divulgação de um serviço com restrições de uso e inadequado para determinados públicos.

O texto proíbe que as peças publicitárias, por meio de textos, imagens ou slogans, incentivem a prática de apostas, estimulem o jogo excessivo, a repetição contínua ou comportamentos considerados irresponsáveis.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IBM anuncia primeiro chip do mundo abaixo de 1 nanômetro; entenda o que isso significa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 07:50

Inovação IBM anuncia primeiro chip do mundo abaixo de 1 nanômetro; entenda o que isso significa Segundo a empresa, será possível reunir 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha e aumentar capacidade de desempenho em relação a modelos anteriores. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

A nova tecnologia permite reunir quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha.

O chip pode oferecer até 50% mais desempenho e 70% mais eficiência energética do que a geração anterior.

A IBM anunciou nesta quinta-feira (25) a primeira tecnologia de chip do mundo com dimensão abaixo de 1 nanômetro. A empresa disse que o avanço deve permitir 50% mais desempenho na comparação com a geração anterior.

O componente tem arquitetura de 0,7 nanômetro, que permite reunir quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha. É aproximadamente o dobro da densidade em relação ao chip de 2 nanômetros apresentado pela companhia em 2021.

🔎 Um chip é um circuito integrado que reúne transistores, fabricados com materiais semicondutores como o silício e capazes de controlar o processamento de informações. Chips de menos nanômetros costumam ter mais transistores na mesma área, melhorando a capacidade de processamento.

Chips com materiais semicondutores são úteis tanto para itens como celulares e carros, setores de inteligência artificial e infraestrutura crítica, entre outros.

Segundo a fabricante, o que torna o novo chip diferente é o fato de ele ser o primeiro a contar com uma arquitetura tridimensional. Além de colocar transistores lado a lado, foi possível colocar um em cima do outro.

A IBM disse que o novo chip pode apresentar 70% mais eficiência energética do que a versão anterior e que poderá colocá-lo em produção nos próximos cinco anos, como costuma acontecer no setor.

A empresa destacou ainda que a atualização aproxima o escalonamento de chips para o nível de um angstrom (0,1 nanômetro), em que as dimensões se aproximam do tamanho de átomos individuais.

E, apesar de admitir que fabricantes enfrentam limites físicos para aumentar a densidade dos chips, a companhia afirmou que poderá continuar a manter os avanços por mais uma década.

"Não estamos apenas criando transistores menores, estamos reinventando a forma como os chips são construídos para oferecer muito mais potência e eficiência energética", afirmou Jay Gambetta, diretor da IBM Research, divisão de pesquisa e desenvolvimento da empresa.

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