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Mais ovelhas do que gente? Faça o QUIZ e descubra curiosidades do agro das seleções da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 05:47

Agro Mais ovelhas do que gente? Faça o QUIZ e descubra curiosidades do agro das seleções da Copa do Mundo Quiz reúne curiosidades sobre produção agropecuária e comércio entre os países que disputam o Mundial. Por Redação g1, g1 — São Paulo

Sabia que alguns países da Copa têm mais ovelha do que gente? Teste e descubra. — Foto: Tanner Yould/Unplash

Você sabe quais países da Copa têm mais ovelhas do que habitantes? Para onde o Brasil mais exporta erva-mate? Ou quais produtos agrícolas compra do Uzbequistão?

As seleções do mundial têm curiosidades que vão muito além do futebol. Faça o quiz e teste seus conhecimentos sobre a produção agropecuária e o comércio entre os países da Copa.

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Primeira emissão de títulos públicos do Brasil na China deve arrecadar até 5 bilhões de yuans, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/06/2026 02:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,29%Dólar TurismoR$ 5,4090,23%Euro ComercialR$ 5,9060,07%Euro TurismoR$ 6,1550,000%B3Ibovespa170.507 pts-0,44%Oferecido por

Dario Durigan, Ministro da Fazenda do Brasil, fala durante uma entrevista à Reuters em Pequim, China. — Foto: Maxim Shemetov / Reuters

O Brasil planeja emitir seus primeiros títulos panda nos próximos dois a três meses e captar até 5 bilhões de yuans (US$ 734,99 milhões), disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, à Reuters em Pequim nesta quinta-feira (25).

Com isso, o Brasil pretende vender a investidores chineses os chamados Panda Bonds, títulos de dívida emitidos por governos ou empresas estrangeiras no mercado financeiro da China e negociados em yuan.

🔎 Ao comprar esses títulos, os investidores emprestam dinheiro ao governo brasileiro, que se compromete a devolver os recursos no futuro com o pagamento de juros.

Se a operação for confirmada, será a primeira vez que o Brasil buscará financiamento por meio desse instrumento no mercado chinês.

A iniciativa ocorre poucos meses após o país realizar sua primeira emissão de títulos em euros desde 2014. Em abril, o governo captou 5 bilhões de euros (cerca de R$ 29 bilhões) junto a investidores internacionais.

Segundo a Reuters, a emissão dos Panda Bonds faz parte da estratégia do Ministério da Fazenda de diversificar as fontes de financiamento do país e ampliar sua presença nos mercados internacionais.

A ideia é reduzir a dependência do dólar e acessar investidores de outras regiões do mundo, especialmente da China.

O anúncio deve ocorrer durante uma viagem de autoridades brasileiras a Xangai e Pequim, entre os dias 24 e 26 de junho. A agenda será liderada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Procurado pela Reuters, o ministério não comentou o assunto.

A visita acontece em um momento de fortalecimento das relações econômicas entre Brasil e China, principal parceiro comercial brasileiro.

No ano passado, o Brasil foi o principal destino dos investimentos chineses no mundo recebendo US$ 6,1 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) em novos projetos e negócios, segundo relatório do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

O valor representa 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no exterior no período, colocando o Brasil à frente de países como Estados Unidos, Indonésia e Cazaquistão. Além disso, o país foi o único a permanecer entre os cinco principais destinos do capital chinês nos últimos cinco anos.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, cumprimentam-se cerimônia no Palácio do Povo, em Pequim, no dia 13 de maio de 2025 — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O movimento também ocorre em meio a tensões com os EUA, após o governo do presidente Donald Trump propor novas tarifas sobre produtos brasileiros e classificar facções criminosas do país como organizações terroristas.

Antes da viagem, representantes dos dois países participarão de uma reunião de um subcomitê financeiro bilateral.

De acordo com a Reuters, o governo brasileiro também pretende apresentar iniciativas ligadas à agenda de sustentabilidade, como o programa Eco Invest Brasil, o projeto Tropical Forest Forever Facility (TFFF), voltado à preservação de florestas tropicais, e os avanços na criação de um mercado regulado de carbono.

A expectativa é que essas medidas ajudem a atrair mais investimentos chineses para setores estratégicos da economia brasileira.

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Memes: falhas da zaga da Escócia são alvo de piadas entre internautas do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/06/2026 20:45

Tecnologia Memes: falhas da zaga da Escócia são alvo de piadas entre internautas do Brasil Nas redes sociais, brasileiros comemoraram o primeiro gol de Vini Junior, que foi 'entregue' pela zaga. Por Redação g1 — São Paulo

As falhas da zaga da Escócia, especialmeante do jogador viraram alvo de piadas entre os internautas brasileiros.

O primeiro gol do Brasil, de Vinicius Junior, aconteceu após Rayan roubar a bola de Robertson na direita da grande área. Vini recebeu a bola, dribou o goleiro e fez o gol.

Houve outro gol anulado após análise do VAR: Vini Jr. roubou a bola de Hendry na entrada da área e chutou para o gol, mas o árbitro marou falta do atacante brasileiro.

O segundo gol também aconteceu após uma série de divididas em que a zaga da Escócia não consegui afastar a bola da zona de risco.

A Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti está em campo pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026 nesta quarta-feira, 24 de junho, diante da Escócia. A partida acontece no Lincoln Hard Rock Stadium, em Miami, Estados Unidos.

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O que é carro produzido em CKD? E por que montadoras no Brasil reclamam dessa estratégia das marcas chinesas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/06/2026 11:46

Carros O que é carro produzido em CKD? E por que montadoras no Brasil reclamam dessa estratégia das marcas chinesas Governo renova cota de isenção e beneficia montagem local em modalidades que exigem menos mão de obra nacional; marcas com fábrica no Brasil reclamam da decisão. Por Redação g1

O Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) renovou, nesta terça-feira (23), uma cota de importação sem impostos para veículos elétricos que entram no país de forma desmontada (CKD) e semimontada (SKD).

Para compreender a medida, é necessário diferenciar os formatos de importação automotiva que constam na decisão.

Os veículos CKD são aqueles montados no Brasil, enquanto os chamados SKD entram no país de forma semimontada. Já os veículos CBU correspondem aos carros que já chegam totalmente montados ao mercado nacional. (veja infográfico)

A produção de veículos semimontados costuma ser o ponto de partida para quem decide investir em uma fábrica no território nacional. Dentro dessa estratégia, o formato SKD destaca-se por demandar um menor índice de mão de obra local, uma vez que os automóveis chegam ao país praticamente prontos.

De acordo com o modelo de operação, uma das principais vantagens dessa estratégia é aproveitar a mão de obra estrangeira, além de utilizar o desenvolvimento de tecnologias específicas voltadas para componentes que ainda não contam com produção no Brasil.

A decisão causou reação das montadoras nacionais de veículos. Em nota, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) disse que medida é "contrária aos interesses dos trabalhadores, das fabricantes nacionais de veículos e das empresas brasileiras de autopeças".

"A decisão, tomada sem consulta ao setor produtivo, altera de forma intempestiva uma política definida pelo próprio Governo Federal, que teve como objetivo combinar a expansão da eletromobilidade no Brasil com a atração de investimentos produtivos de longo prazo para o país. As cotas para importação de kits de veículos elétricos terminaram em fevereiro de 2026, conforme definido no ano passado pelo governo após longo debate com o setor produtivo", disse a associação. (leia a íntegra da nota ao fim do texto)

O governo afirmou que a importação de carros montados, por outro lado, não terá qualquer tipo de cotas.

"A medida converge com outras iniciativas do governo voltadas à renovação da frota e ao fortalecimento da inovação e da descarbonização no ecossistema automotivo brasileiro, com veículos mais sustentáveis, que contribuem para a redução das emissões de CO2", afirmou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

"A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) lamenta e vê com grande preocupação a decisão do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) de restabelecer incentivos à importação de veículos elétricos desmontados e semidesmontados (CKD e SKD).

A medida é contrária aos interesses dos trabalhadores, das fabricantes nacionais de veículos e das empresas brasileiras de autopeças, como atestaram dezenas de manifestações públicas assinadas por sindicatos, centrais sindicais, federações empresariais e associações da indústria nos últimos dias.

A decisão, tomada sem consulta ao setor produtivo, altera de forma intempestiva uma política definida pelo próprio Governo Federal, que teve como objetivo combinar a expansão da eletromobilidade no Brasil com a atração de investimentos produtivos de longo prazo para o país. As cotas para importação de kits de veículos elétricos terminaram em fevereiro de 2026, conforme definido no ano passado pelo governo após longo debate com o setor produtivo.

Agora, a mudança ocorre em detrimento do interesse de empresas e de milhares de trabalhadores espalhados por nove Estados do país. Ao prolongar benefícios que haviam sido criados como temporários, o governo coloca em xeque a confiança de empresas que ajustaram seus planos de investimento contando com as regras pactuadas. Nos últimos anos, a eletrificação avançou de forma acelerada no país. Novas marcas chegaram ao mercado, a oferta de veículos aumentou e os emplacamentos de eletrificados importados cresceram 214% entre 2023 e 2025.

Ao mesmo tempo, a indústria respondeu aos estímulos criados pela política pública. As fabricantes anunciaram R$ 140 bilhões em investimentos no Brasil até 2033, destinados às novas formas de propulsão incluindo a eletrificação, pesquisa, engenharia, modernização industrial e ampliação da cadeia de fornecedores.

Os resultados também aparecem na produção nacional. Em 2025, os veículos eletrificados produzidos no país responderam por 25,9% das vendas do segmento. No acumulado até maio de 2026, o mercado atendido por veículos produzidos no Brasil cresceu 57% na comparação com o mesmo período de 2025. Por essa razão, a discussão deixou de ser como acelerar a entrada dos veículos eletrificados no mercado brasileiro.

O desafio agora é garantir que essa transformação gere mais produção local, desenvolvimento tecnológico, fornecedores, engenharia e agregação de valor no país. Benefícios destinados à importação podem cumprir papel relevante em fases iniciais de implantação industrial. A ampliação, em um momento em que os investimentos já estão anunciados e a produção local está em expansão, reduz os incentivos para a evolução produtiva esperada dessa nova etapa da indústria automotiva.

A decisão também contraria a sinalização que orientou investimentos anunciados sob as regras vigentes e gera insegurança para empresas que estruturaram projetos considerando o cronograma estabelecido pelo próprio governo. A Anfavea vai continuar defendendo a descarbonização, que inclui a eletrificação da frota, a concorrência e a ampliação da oferta de veículos ao consumidor brasileiro.

O que está em debate, com essa decisão, não é a transição energética, que já está em curso e não vai parar. O que está em debate é qual modelo de desenvolvimento o país pretende incentivar para a nova mobilidade e qual espaço será reservado à produção nacional nesse processo."

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PIB da Argentina cresce 2,3% no primeiro trimestre de 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/06/2026 21:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%Oferecido por

O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso após o partido peronista opositor da Argentina triunfar nas eleições legislativas na província de Buenos Aires, deixando o partido governista de Milei em um distante segundo lugar, segundo apuração oficial provisória, na sede do partido La Libertad Avanza, em La Plata, província de Buenos Aires, Argentina — Foto: Reuters/Tomas Cuesta

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 2,3% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo o ritmo de expansão da economia.

O resultado foi impulsionado principalmente pelas exportações, apesar dos sinais de deterioração do poder de compra da população e do mercado de trabalho.

A economia argentina cresceu 0,7% no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores, já descontados os efeitos sazonais. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (23) pelo Indec, instituto oficial de estatísticas do país.

Agropecuária, pesca, mineração e intermediação financeira foram os setores que mais contribuíram para o crescimento da economia nos três primeiros meses do ano. Já a indústria de transformação (-1,7%) e o comércio varejista (-0,3%) registraram as maiores quedas.

O ministro da Economia, Luis Caputo, comemorou o resultado na rede X e afirmou que o crescimento foi impulsionado pelo aumento das exportações e pelo nível recorde do consumo privado (+2,7%).

O economista Andrés Asiaín, diretor do Centro Scalabrini Ortiz, ponderou que esse aumento do consumo "tem a ver com a mudança dos preços relativos", citando como exemplo o "impacto do aumento dos serviços" e o maior gasto que isso representa para a população.

"Parte do que esse dado mostra é a composição dos gastos, que está relacionada a um modelo que está redistribuindo a renda de forma muito desigual e favorece determinados setores por meio dos gastos com importações e turismo no exterior", afirmou à AFP.

Além disso, o consumo privado inclui a compra de produtos importados e os gastos de argentinos no exterior, que nem sempre impulsionam a atividade do comércio e das empresas locais.

O indicador "pode crescer sem que isso necessariamente se traduza em uma melhora no padrão de vida da população", disse à AFP Guido Zack, diretor de Economia da Fundar.

A Argentina atraiu bilhões em investimentos ao conceder isenções tributárias e aduaneiras por 30 anos, especialmente para os setores de mineração e hidrocarbonetos, dois dos principais motores do crescimento econômico.

No entanto, a economia parece seguir em duas direções distintas: enquanto esses setores avançam, a indústria e o comércio recuam.

O nível de inadimplência das famílias junto aos bancos atingiu o maior patamar das últimas duas décadas, segundo relatórios do Banco Central.

A situação se agravou no último ano: a taxa passou de 3,7% em abril de 2025 para 12,1% um ano depois. Diante desse cenário, bancos públicos lançaram programas de renegociação de dívidas em atraso.

A taxa de desemprego ficou em 7,8% no primeiro trimestre de 2026, ante 5,7% registrados quando o presidente Javier Milei assumiu o cargo. A informalidade no mercado de trabalho também avançou e atingiu 44% em abril, informou o Indec na segunda-feira.

"Os setores que crescem, como a mineração, não contratam muita mão de obra e sua atividade depende mais das exportações. Os setores que estão em queda concentram mais empregos e vendem para o mercado interno", afirmou à AFP Florencia Fiorentin, economista-chefe da Epyca Consultores.

No fim de 2023, o presidente argentino Javier Milei lançou um rígido plano de austeridade que pôs fim ao déficit fiscal crônico do país e reduziu em cerca de um terço a inflação, que havia atingido patamares de três dígitos. A economia cresceu 4,4% em 2025 e deve se aproximar de 3% neste ano.

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Movimentação de passageiros em aeroportos bate recorde nos cinco primeiros meses de 2026, diz governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/06/2026 16:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,87%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9050,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.553 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,87%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9050,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.553 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1880,87%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9050,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.553 pts0,69%Oferecido por

A aviação brasileira transportou 54,9 milhões de passageiros entre janeiro e maio de 2026, batendo o recorde para o período. O crescimento foi de 6,7% ante 2025.

O mês de maio também registrou recorde, com 10,5 milhões de passageiros. Esta é a maior movimentação histórica da Anac para o mês desde 2000.

No mercado doméstico, 42 milhões de pessoas viajaram de janeiro a maio. Já o segmento internacional movimentou 12,8 milhões de passageiros no mesmo período de 2026.

A região Sudeste liderou a movimentação aérea no país. O segmento registrou 26,26 milhões de passageiros acumulados nos 5 primeiros meses do ano.

Com 54,9 milhões de passageiros transportados entre janeiro e maio, a aviação brasileira bateu recorde para o período, segundo o Ministério de Portos e Aeroportos.

O resultado representa crescimento de 6,7% em relação aos cinco primeiros meses de 2025, considerando voos domésticos e internacionais.

O desempenho também foi recorde para o mês de maio. No período, os aeroportos brasileiros receberam 10,5 milhões de passageiros, alta de 2,5% quando comparado a maio do ano passado e o melhor resultado já registrado para o período desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 2000.

O avanço foi puxado tanto pelo mercado doméstico quanto pelo internacional. No mercado interno, 8,3 milhões de passageiros foram transportados em maio, o que representa aumento de 2% em relação ao mesmo mês de 2025.

Já os voos internacionais registraram em maio 2,2 milhões de passageiros passando pelos aeroportos brasileiros em voos para o exterior ou vindos de outros países, alta de 4,7% na comparação anual.

Nos cinco primeiros meses de 2026, a movimentação internacional chegou a 12,8 milhões de passageiros, avanço de 10,3% sobre igual período de 2025.

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, registrou a maior movimentação. No período, 9,44 milhões de passageiros passaram por lá. Na sequência figuram Congonhas (SP), com 4,95 milhões; Galeão (RJ), com 4,04 milhões; Brasília (DF), com 3,39 milhões; e Confins (MG), com 2,55 milhões.

O avanço da movimentação aérea foi observado nas cinco regiões do Brasil. Em maio, o Sudeste concentrou o maior volume de passageiros, com 5,23 milhões de embarques e desembarques, seguido por

Já no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o Sudeste permaneceu na liderança, com 26,26 milhões de passageiros. Seguido por:

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Brasileiro assume comando global da Heineken pela primeira vez na história

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/06/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,64%Dólar TurismoR$ 5,3860,71%Euro ComercialR$ 5,8990,4%Euro TurismoR$ 6,1490,42%B3Ibovespa169.051 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,64%Dólar TurismoR$ 5,3860,71%Euro ComercialR$ 5,8990,4%Euro TurismoR$ 6,1490,42%B3Ibovespa169.051 pts-0,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,64%Dólar TurismoR$ 5,3860,71%Euro ComercialR$ 5,8990,4%Euro TurismoR$ 6,1490,42%B3Ibovespa169.051 pts-0,77%Oferecido por

A Heineken nomeou Rafael Oliveira como novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira (23), marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa escolhe um executivo de fora para o cargo de liderança.

A decisão ocorre em um momento em que empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar vendas por meio de mudanças no comando.

Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa. A companhia espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030.

“Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken.

As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado e atingindo o nível mais alto desde março.

A incerteza sobre quem lideraria a fabricante das marcas Tiger e Sol, além de sua cerveja lager homônima, pressionou as ações da empresa.

O ex-CEO Dolf van den Brink, que liderou a Heineken por seis anos, anunciou sua saída inesperada em janeiro, e a empresa está sem presidente-executivo desde o início de junho.

A saída de Van den Brink foi uma das várias no setor de bens de consumo ao longo do último ano, incluindo em grandes concorrentes de bebidas, como Diageo e Rémy Cointreau, onde comitês de contratação e investidores recorreram a candidatos externos na esperança de renovar a gestão.

Oliveira terá a tarefa de liderar a Heineken em um plano para cortar 6 mil empregos, reanimar os volumes de vendas apesar da previsão de queda na demanda global por cerveja e buscar resultados comparáveis aos da rival Anheuser-Busch InBev.

🔍O desafio é ainda maior porque o setor enfrenta aumento do custo de vida, mudanças nos hábitos de consumo de bebidas alcoólicas e preocupações com os efeitos do álcool na saúde, além de novas ameaças, como medicamentos para emagrecimento, que podem reduzir o consumo.

Em comunicado, Oliveira afirmou que a estratégia da Heineken para 2030, que prevê crescimento com menos recursos, é uma base sólida para o futuro.

“Estou confiante de que aceleraremos o crescimento, impulsionaremos a produtividade e prepararemos a Heineken para o futuro, conquistando o coração dos consumidores em todo o mundo”, disse ele.

A Heineken informou que Oliveira tem duas décadas de experiência em mercados desenvolvidos e emergentes, além de histórico na implementação de estratégias e melhoria de desempenho.

Analistas afirmaram que, além da experiência em bens de consumo, ele também tem passagem por mercados de capitais, o que pode ser uma vantagem na busca por retorno aos investidores da Heineken.

Em apenas 17 meses na JDE Peet’s, Oliveira “demonstrou capacidade de diagnosticar e redefinir estratégias rapidamente”, afirmou Laurence Whyatt, analista do Barclays.

Oliveira, no entanto, não tem experiência direta no setor de cerveja e bebidas alcoólicas, o que, segundo alguns analistas, representa um risco.

“Como alguém de fora do setor de cerveja e da Heineken, ele terá muito a provar”, escreveram analistas do ING em relatório.

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‘Veneno no seu café’: relatório alerta para uso massivo de pesticidas na produção mundial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/06/2026 10:46

Agro 'Veneno no seu café': relatório alerta para uso massivo de pesticidas na produção mundial Embora a presença de resíduos químicos na bebida consumida diariamente por milhões de pessoas desperte preocupação, o principal alerta de um novo estudo internacional está voltado para quem está na origem da cadeia produtiva: os trabalhadores rurais. Por RFI

Trabalhadora rural Hellen Vitoria colhe grãos de café em uma plantação em Porciúncula, no estado do Rio de Janeiro, Brasil, em 17 de julho de 2025. — Foto: AP – Bruna Prado

Embora a presença de resíduos químicos na bebida consumida diariamente por milhões de pessoas desperte preocupação, o principal alerta de um novo relatório internacional está voltado para quem está na origem da cadeia produtiva: os trabalhadores rurais. Segundo a organização Coffee Watch, milhões de pessoas envolvidas na produção de café estão expostas a pesticidas potencialmente perigosos, muitas vezes sem equipamentos adequados de proteção. Como maior produtor e exportador mundial de café, o Brasil ocupa posição central no debate.

O alerta está no relatório "Poison in Your Coffee" ("Veneno no seu café"), que reúne centenas de estudos científicos sobre os impactos ambientais e à saúde associados ao cultivo intensivo do café. A publicação aponta que o café está entre as culturas agrícolas mais dependentes de pesticidas em diversos países produtores.

"Há resíduos de pesticidas em aproximadamente uma de cada cinco xícaras consumidas pelos consumidores. Mas a verdadeira tragédia é o envenenamento dos trabalhadores", afirma Etelle Higonnet, diretora da Coffee Watch e uma das autoras do estudo.

O relatório identificou 159 substâncias ativas autorizadas para o cultivo de café nos principais países produtores analisados. Entre elas estão compostos classificados como potencialmente cancerígenos, neurotóxicos ou tóxicos para a reprodução humana.

Segundo a Coffee Watch, entre 59% e 60% dos pesticidas utilizados na cafeicultura são proibidos na União Europeia devido aos riscos considerados excessivos para a saúde e o meio ambiente.

Entre os produtos citados estão o clorpirifós, proibido na União Europeia desde 2020 por possíveis efeitos sobre o desenvolvimento neurológico infantil, e o imidacloprido, inseticida associado ao declínio de polinizadores como as abelhas.

A cadeia global do café envolve cerca de 25 milhões de produtores e aproximadamente 100 milhões de trabalhadores em todo o mundo.

Em muitas regiões produtoras, porém, o acesso a treinamento e equipamentos de proteção é insuficiente. O resultado é uma exposição frequente a produtos químicos que podem provocar intoxicações agudas, com sintomas como náuseas, vômitos, tontura, irritações na pele e problemas respiratórios.

Os autores alertam que os riscos mais graves aparecem a longo prazo. O relatório aponta que cerca de 14% dos pesticidas usados na cafeicultura são classificados como cancerígenos comprovados ou prováveis, enquanto quase dois terços apresentam potencial toxicidade reprodutiva.

Também são citadas pesquisas que relacionam a exposição prolongada a determinados pesticidas ao aumento do risco de doenças neurodegenerativas, como Parkinson, além de problemas de fertilidade e efeitos sobre o desenvolvimento de crianças expostas ainda durante a gestação.

Estudos citados pela Coffee Watch mostram que trabalhadores rurais brasileiros frequentemente aplicam pesticidas sem equipamentos de proteção adequados. Pesquisas realizadas em regiões cafeeiras de Minas Gerais apontam casos recorrentes de intoxicação e exposição ocupacional a produtos considerados altamente perigosos.

O relatório destaca ainda que diversos pesticidas autorizados para uso em lavouras brasileiras de café são proibidos na União Europeia. Entre eles estão substâncias classificadas como altamente tóxicas para seres humanos e para a biodiversidade.

Pesquisas realizadas em Minas Gerais também encontraram resíduos de dezenas de pesticidas em cursos d'água próximos a áreas de produção cafeeira, levantando preocupações sobre contaminação ambiental e possíveis impactos sobre o abastecimento de água das comunidades locais.

Além dos riscos relacionados aos pesticidas, a Coffee Watch chama atenção para os impactos ambientais da expansão da cafeicultura. Segundo levantamento divulgado pela organização, o Brasil perdeu aproximadamente 737 mil hectares de cobertura florestal associados à produção de café entre 2002 e 2023, sobretudo no Cerrado, principal fronteira agrícola do país.

O estudo também analisou a presença de resíduos químicos nos grãos comercializados internacionalmente.

Entre 2020 e 2024, os pesticidas foram a principal categoria de risco identificada pelo sistema europeu de alerta rápido para alimentos no setor cafeeiro.

Dados analisados pela organização PAN Europe mostram que 23% das amostras de café avaliadas na Europa continham resíduos de pesticidas proibidos pela legislação da União Europeia.

Segundo os pesquisadores, o problema não se limita à presença de uma única substância. Em muitos casos, os resíduos encontrados são resultado da combinação de diversos pesticidas, cujos efeitos cumulativos ainda são pouco compreendidos pela ciência.

O relatório também questiona a eficácia de parte dos selos de sustentabilidade utilizados pela indústria do café.

Segundo os autores, certificações ambientais e sociais podem representar avanços importantes, mas não garantem necessariamente a ausência de pesticidas nem asseguram condições dignas de trabalho para todos os produtores e trabalhadores da cadeia.

"As exigências variam muito entre os diferentes sistemas de certificação, o que dificulta a compreensão por parte do consumidor", afirma Higonnet.

Apesar do diagnóstico preocupante, a Coffee Watch afirma que existem soluções viáveis e já testadas em diversas regiões produtoras.

O relatório destaca sistemas agroflorestais e práticas agroecológicas que reduzem significativamente a dependência de pesticidas ao mesmo tempo em que preservam a biodiversidade, melhoram a qualidade do solo e aumentam a resiliência das lavouras diante das mudanças climáticas.

"O café orgânico existe. As soluções existem. A questão agora é saber se o setor está disposto a adotá-las em larga escala", conclui a organização.

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Toyota anuncia bZ4x para o Brasil, primeiro carro elétrico da marca no país por R$ 419.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/06/2026 09:52

Carros Toyota anuncia bZ4x para o Brasil, primeiro carro elétrico da marca no país por R$ 419.990 SUV tem propulsão 100% elétrica e chega ao mercado brasileiro em lote especial de só 99 unidades. Potência é de 343 cavalos e autonomia, segundo Inmetro, é de 361 km. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Toyota anunciou nesta terça-feira (23) o lançamento do SUV elétrico bZ no Brasil. O modelo chega ao mercado nacional em versão única de acabamento, equipada com tração integral nas quatro rodas e com foco em desempenho. O SUV chega em versão única, topo de linha, por R$ 419.990.

O utilitário esportivo é equipado com dois motores elétricos, distribuídos com uma unidade em cada eixo. Juntos, eles desenvolvem 343 cavalos de potência e um torque de 34,2 kgfm. Esse conjunto permite ao veículo acelerar de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos.

No interior, há uma tela de 14 polegadas para o sistema de entretenimento, que se conecta aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, acompanhada por um painel de instrumentos em formato digital.

O design externo do carro apresenta linhas retas, faróis dianteiros finos em LED com grade fechada e uma barra de luz traseira contínua sobre a tampa do porta-malas.

O pacote de assistência ao motorista traz recursos como frenagem automática em situações de emergência, auxílio de permanência em faixa com atuação no volante, piloto automático adaptativo com controle de distância, sensores de ponto cego, monitor de tráfego traseiro e câmeras com cobertura de 360 graus.

A autonomia do veículo é de até 361 quilômetros, segundo padrões do Inmetro, abastecida por uma bateria com capacidade de 73,1 kWh. Para o carregamento rápido em corrente contínua, o sistema suporta até 150 kW, enquanto as recargas em tomada de corrente alternada aceitam limites de 11 kW ou 22 kW.

O automóvel tem 4,69 metros de comprimento, 1,86 metro de largura, 1,65 metro de altura e uma distância entre-eixos de 2,85 metros. O compartimento de bagagens tem espaço para 452 litros.

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Brasil ganha duas novas companhias aéreas estrangeiras autorizadas a operar voos internacionais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/06/2026 19:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,141-0,46%Dólar TurismoR$ 5,348-0,12%Euro ComercialR$ 5,874-0,91%Euro TurismoR$ 6,123-0,58%B3Ibovespa170.370 pts1,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,141-0,46%Dólar TurismoR$ 5,348-0,12%Euro ComercialR$ 5,874-0,91%Euro TurismoR$ 6,123-0,58%B3Ibovespa170.370 pts1,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,141-0,46%Dólar TurismoR$ 5,348-0,12%Euro ComercialR$ 5,874-0,91%Euro TurismoR$ 6,123-0,58%B3Ibovespa170.370 pts1,21%Oferecido por

Wamos Air, da Espanha, e Air Peace, da Nigéria, receberam aval da Anac após cumprirem requisitos previstos na legislação brasileira. — Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou duas novas companhias aéreas estrangeiras a operar serviços regulares de transporte internacional de passageiros e carga com origem ou destino no Brasil. As empresas aprovadas são a espanhola Wamos Air S.A. e a nigeriana Air Peace Ltd.

As autorizações foram concedidas por meio das Portarias nº 19.439 e nº 19.449, de 15 de junho de 2026, após as companhias cumprirem os requisitos previstos no Código Brasileiro de Aeronáutica e nas normas da Anac para empresas estrangeiras interessadas em atuar no mercado brasileiro.

Segundo a agência, a medida faz parte de uma estratégia para ampliar a conectividade aérea internacional e estimular um ambiente regulatório mais competitivo no setor.

Com sede na Espanha, a Wamos Air S.A. tem um papel estratégico na expansão internacional da Gol. A empresa faz parte do Grupo Abra, principal grupo de transporte aéreo da América Latina, que também controla a companhia brasileira e a colombiana Avianca.

Diferentemente de uma companhia aérea tradicional, a Wamos Air é especializada em operações de fretamento e no modelo conhecido como wet lease — quando uma empresa aérea fornece para outra não apenas a aeronave, mas também tripulação, manutenção e seguro.

Sediada em Madri, a empresa foi adquirida pelo Grupo Abra em outubro de 2024 e passou a ser uma peça importante para ampliar a capacidade de voos de longa distância do grupo. Isso porque a Gol ainda não possui aeronaves de longo alcance em sua frota atual.

Na prática, a Wamos Air é a estrutura que permite a realização de operações internacionais de maior distância. Mesmo quando o voo é realizado em uma aeronave da companhia espanhola, o passageiro mantém a experiência da Gol, com compra de passagens, check-in, embarque e atendimento seguindo os padrões da empresa brasileira.

A trajetória da Wamos Air começou em 2003, ainda como Pullmantur Air, quando recebeu suas primeiras certificações operacionais e de aeronavegabilidade. Em 2014, a companhia adotou o nome atual e ampliou sua atuação no mercado internacional.

Ao longo de mais de duas décadas, a empresa se consolidou como uma das principais referências europeias em operações charter e wet lease. Atualmente, conecta mais de 200 aeroportos em 87 países e oferece mais de 3 milhões de assentos por ano.

Sua frota inclui modelos como os Airbus A330-200 e A330-300, além de aeronaves que fizeram parte da história da companhia, como o Boeing 747-400.

A Air Peace Ltd., da Nigéria, também recebeu autorização para operar voos internacionais regulares de passageiros e carga com origem ou destino no Brasil.

Criada com o objetivo de ampliar a conectividade aérea da Nigéria, a companhia tem sede em Lagos e atua nos mercados doméstico, regional e internacional.

Ao longo de sua trajetória, a empresa expandiu sua rede de destinos e sua capacidade operacional, tornando-se uma das principais companhias aéreas da África Ocidental e Central. A Air Peace também mantém investimentos em frota, segurança operacional e expansão internacional.

Com as novas autorizações, as duas companhias estão habilitadas a operar no mercado brasileiro, seguindo as regras estabelecidas pela aviação civil do país.

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