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‘Anatomia do Post’: documentário mostra pressão por engajamento e impacto das redes na autoestima de jovens

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 00:54

Tecnologia 'Anatomia do Post': documentário mostra pressão por engajamento e impacto das redes na autoestima de jovens Produção original será exibida na TV Globo nesta quarta-feira (25), após o BBB. Por Redação g1

Um documentário inédito retrata como o uso excessivo de celulares e redes sociais afeta crianças e adolescentes no Brasil a partir das postagens dos próprios jovens.

A produção do Jornalismo da Globo acompanhou por meses famílias que lidam com dependência de internet, vício em jogos, quadros de depressão e pressão por engajamento.

Uma das personagens é Manuella, de 14 anos, que virou influenciadora depois do incentivo da mãe Ethienne, que também é criadora de conteúdo. Hoje com dois milhões de seguidores no TikTok, a adolescente vive sob a exigência constante de permanecer ativa nas redes sociais.

Do outro lado, está a seguidora Melissa, de 15 anos, que desenvolveu problemas de autoestima ao se comparar com Manuella e os padrões de comportamento reproduzidos na internet.

O documentário também retrata os irmãos Enzo e Lucas, que tiveram o rendimento escolar afetado pelo uso excessivo de celular, e alerta para casos de tentativas de suicídio e de acesso a grupos de ódio em plataformas como Discord e Roblox.

"Mostramos na prática os efeitos do uso do celular por crianças e adolescentes sem supervisão. A narrativa vai desvelando camadas cada vez mais profundas – e houve momentos das gravações que foram realmente difíceis", disse Eliane Scardovelli, diretora do documentário.

"O objetivo, porém, não é demonizar a tecnologia ou as redes sociais, mas provocar uma reflexão sobre formas mais saudáveis de uso. Afinal, adolescentes são ainda mais vulneráveis aos efeitos da exposição excessiva, já que seus cérebros estão em pleno processo de formação".

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Petrobras discutirá parceria em águas profundas com estatal mexicana Pemex

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/03/2026 22:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira (24) que a Petrobras visitará o país no próximo mês para discutir uma possível parceria com a Pemex, a estatal mexicana de petróleo e gás.

Em entrevista a jornalistas, Sheinbaum acrescentou que ainda está avaliando a oferta apresentada na semana passada pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O objetivo da proposta é apoiar a Pemex em empreendimentos de petróleo em águas profundas, área em que a estatal mexicana possui menos experiência.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira (24) que a Petrobras visitará o país no próximo mês para discutir uma possível parceria com a Pemex, a estatal mexicana de petróleo e gás.

A iniciativa vem após o governo do Brasil propor projetos conjuntos no Golfo do México. Em entrevista a jornalistas, Sheinbaum acrescentou que ainda está avaliando a oferta apresentada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O objetivo da proposta é apoiar a Pemex em empreendimentos de petróleo em águas profundas, área em que a estatal mexicana possui menos experiência.

"A Petrobras se tornou altamente especializada em operações em águas profundas. Por isso, ele sugeriu que formássemos uma parceria (…) Mas ainda não decidimos", disse Sheinbaum.

A Petrobras opera no Golfo por meio de uma joint venture (parceria empresarial) com a Murphy Exploration & Production.

Há anos, a Pemex busca lançar grandes projetos no Golfo do México para compensar o declínio dos campos offshore mais antigos. Entre eles estão:

Zama, um campo de águas rasas que está prestes a se tornar um empreendimento em águas profundas;Trion, um campo de águas ultraprofundas;e Lakach, um campo de gás natural também em águas profundas.

A Petrobras enviará sua presidente, Magda Chambriard, ao México para encontros com o presidente da Pemex e membros do governo, disse a presidente mexicana Claudia Sheinbaum, acrescentando que ela também se reunirá com Chambriard.

Na sexta-feira, Lula afirmou ter ligado para Sheinbaum e ressaltou que “a Pemex poderia obter uma grande ajuda da Petrobras”.

A Pemex mantém duas parcerias com empresas privadas na produção de petróleo em águas profundas, parte de sua estratégia para aumentar a produção.

O México também busca acordos para produzir etanol a partir da cana-de-açúcar, afirmou Sheinbaum nesta terça-feira.

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Banco Central anuncia medidas que ampliam capacidade de instituições reagirem rapidamente a suspeitas de fraudes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 18:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes.

As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação.

O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras.

De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira.

O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes.

As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação.

🔎 O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras.

De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira.

O BC explicou que nova etapa de aprimoramentos, anunciada hoje, aumenta "funcionalidades que ampliam a capacidade das instituições de reagir rapidamente a suspeitas de fraudes ou falhas operacionais.

"O aprimoramento busca reforçar a segurança das instituições participantes, proteger os recursos mantidos no BC e fortalecer a confiança no ambiente de pagamentos instantâneos e no sistema financeiro como um todo", acrescentou a instituição.

​Configuração de limite mínimo de saldo operacional: a instituição poderá definir um valor abaixo do qual sua Conta PI não aceitará a emissão de novas ordens de pagamento instantâneo. O mecanismo reduz riscos de perdas financeiras em cenários de irregularidades.Bloqueio automático da Conta PI: ao ser atingido o limite mínimo configurado, e caso o participante ative essa opção, o acesso à liquidação de ordens no SPI é temporariamente interrompido, cabendo à instituição, no momento que julgar adequado, proceder ao desbloqueio manual.Canal alternativo de consulta ao extrato da Conta PI: possibilita às instituições acompanhar a movimentação da conta mesmo quando houver indisponibilidade de acesso à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), situação que pode ocorrer por falhas internas ou tentativas de fraude.

Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos pressionada por aumento dos custos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 10:21

Tecnologia Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos pressionada por aumento dos custos O aumento dos custos — especialmente de memória — e com uma concorrência mais acirrada, a Xiaomi registra queda no lucro trimestral, apesar de resultados acima das expectativas do mercado. Por Redação g1

A gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência.

O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões).

O lucro trimestral da Xiaomi caiu pela primeira vez em três anos no final do ano passado, uma vez que a gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência.

Os aumentos de preços podem ser inevitáveis se a empresa não puder suportar a pressão do aumento dos custos de memória por mais tempo, disse o presidente da Xiaomi, Lu Weibing, em uma chamada sobre os resultados, sem entrar em detalhes.

O aumento do custo da memória foi maior do que se pensava inicialmente, acrescentou ele. "Algumas empresas podem ter dificuldades extremas para operar em um ciclo tão longo de aumento de custos, enfrentar grandes perdas ou até mesmo ir à falência", disse ele.

O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões), a primeira queda trimestral desde o quarto trimestre de 2022, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Ainda assim, o resultado superou a estimativa média de analistas, que era de lucro de 5,7 bilhões de iuanes, de acordo com dados da LSEG.

A Xiaomi, que também fabrica eletrodomésticos, disse que a receita do quarto trimestre ficou em 116,9 bilhões de iuanes, um pouco acima da estimativa média de 116,2 bilhões de iuanes, apesar dos custos de memória muito mais altos e do aumento da concorrência.

Para o acumulado do ano, o lucro aumentou 43,8%, para 39,2 bilhões de iuanes, devido a um aumento de 25% na receita.

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Austrália e União Europeia fecham acordo comercial em meio à tensão global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 21:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese. — Foto: Reuters

Austrália e União Europeia assinaram nesta segunda-feira (23) — já terça-feira no horário local — um acordo comercial que conclui anos de negociações, enquanto a Europa busca diversificar seus mercados de exportação e ampliar laços para além de seus parceiros tradicionais.

As negociações entre Austrália e UE começaram em 2018, mas avançaram lentamente antes de ganhar impulso em meio ao aumento das tensões comerciais globais, em parte impulsionadas por tarifas dos EUA.

O acordo também reflete o esforço da UE para reduzir sua dependência da China, especialmente em minerais críticos — setor em que Pequim impôs controles de exportação sobre recursos estratégicos — e sinaliza o aumento do engajamento europeu no Indo-Pacífico, após acordos comerciais com a Indonésia, em setembro, e a Índia, em janeiro.

O acordo eliminará mais de 99% das tarifas sobre exportações de bens da UE para a Austrália, reduzindo em um bilhão de euros (US$ 1,16 bilhão) por ano os custos com tarifas para as empresas. Também reduzirá tarifas sobre importações de minerais críticos, segundo a UE.

“A UE e a Austrália podem estar geograficamente distantes, mas não poderíamos estar mais próximos em termos de como vemos o mundo”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, após se reunir com o primeiro-ministro Anthony Albanese em Canberra.

“Com essas novas e dinâmicas parcerias em segurança e defesa, assim como no comércio, estamos nos aproximando ainda mais.”

A Comissão Europeia, que supervisiona a política comercial do bloco de 27 países, espera que o acordo ajude a aumentar suas exportações totais para a Austrália em até 33% ao longo dos próximos 10 anos.

No setor de serviços, a UE terá maior acesso para telecomunicações e serviços financeiros, enquanto na agricultura as tarifas australianas cairão a zero para vinhos, espumantes, frutas, vegetais e chocolates desde o primeiro dia, e para queijos ao longo de três anos.

Para a carne bovina, a UE abrirá duas cotas tarifárias que totalizam 30.600 toneladas, com cerca de 55% do volume entrando livre de tarifas.

As negociações anteriores fracassaram em 2023, em grande parte devido a divergências sobre cotas da UE para importações de carne e proteções ao setor agrícola.

O comércio entre os dois lados é significativo, com empresas da UE exportando para a Austrália 37 bilhões de euros em bens em 2025 e 28 bilhões de euros em serviços em 2023.

Como bloco, a UE foi o terceiro maior parceiro comercial bilateral da Austrália em 2024, além de seu sexto maior destino de exportações, segundo dados oficiais. O bloco também foi a segunda maior fonte de investimento estrangeiro na Austrália em 2024.

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Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 13:55

Piracicaba e Região Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde Volumes de chuvas elevados auxiliaram enchimento dos grãos de arábica e desenvolvimento final do robusta em março. Clima favorável mantém expectativa de colheita recorde, aponta Esalq de Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

Depois de um cenário desafiador, com altas temperaturas e poucas chuvas em dezembro, a safra brasileira de café 2026/27 segue beneficiada pelas condições climáticas favoráveis para o cultivo do grão desde janeiro deste ano na maioria das regiões produtoras monitoradas pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Cepea-Esalq), o campus da USP em Piracicaba.

Segundo pesquisadores do Cepea, na primeira quinzena de março, o volumes de chuvas elevados auxiliaram o enchimento dos grãos de arábica e ajudaram o desenvolvimento final do robusta.

📈Safra recorde: o clima favorável mantém expectativa de uma safra recorde de café para 2026/27, impulsionada sobretudo pela produção do café arábica.

Em boletim do Cepea publicado no fim de fevereiro deste ano, o Centro de Estudos da Esalq já apontava expectativas positivas para a atual temporada, que pode ser a primeira desde a safra 2020/21 a superar o patamar de 60 milhões de sacas no Brasil, somando as modalidades arábica e robusta. "O que seria um recorde", projeta o Centro de Estudos da Esalq.

No caso do robusta, pesquisadores do Cepea indicam que havia uma expectativa inicial menos promissora de produção para a atual temporada.

Contudo, com as condições climáticas também favoráveis, ainda que março registre chuvas menos volumosas que nos meses anteriores, agentes do setor consultados pelo Centro de Pesquisas têm passado a apostar em colheita próxima à observada na safra passada.

Em Campinas (SP), no interior de São Paulo, uma das regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea, o volume elevado de chuva começou ainda em janeiro.

Na Estação do Taquaral, em Campinas (SP), o acumulado do mês chegou a 339 milímetros, valor 79 milímetros acima da média histórica, que é de 261 milímetros para o período, de acordo com dados do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro).

Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais — Foto: Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais – Crédito: Divulgação

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em fevereiro, foram registrados 154,5 milímetros de chuva no município de Marília, na região central do estado de São Paulo. Os maiores acumulados ocorreram na Mogiana Paulista, no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas.

"Nas regiões produtoras de robusta, onde a colheita já pode ser iniciada a partir de abril, os volumes de chuvas em fevereiro estão bem inferiores aos observados em janeiro. Ainda assim, vale destacar que, em municípios mais ao norte do Espírito Santo, como Linhares, o excesso de precipitações no fim de janeiro pode ter prejudicado o desenvolvimento da safra em alguns talhões, influenciando o avanço de doenças", descreve o Cepea

Após um período de negociações restritas, com ausências de vendedores e compradores ativos no mercado doméstico, as vendas do setor cafeeiro voltaram a aquecer na primeira quinzena de janeiro de 2026.

As cotações dos cafés robusta e arábica, o mais consumido no Brasil, fecharam a R$ 1,2 mil e R$ 2,2 mil a saca, respectivamente. Os valores são considerados positivos e atendem os patamares desejáveis pelos produtores, segundo o Cepea.

Segundo o centro, o movimento de alta se intensificou a partir de 6 de janeiro, quando os contratos futuros (de março de 2026) registraram aumento de 1.450 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures). O movimento na bolsa de valores aumentou o volume comercializado no mercado brasileiro.

Agentes consultados pelo Cepea indicam que, com a virada do ano, alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa, o que colaborou para o aumento da liquidez no período.

Embora o mercado tenha esteja em viés de retomada, o cenário de pouca chuva em importantes regiões produtoras do Brasil preocupa agentes do setor cafeeiro em relação à safra 2026/2027, segundo o boletim divulgado pelo Cepea.

"Dezembro foi marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, condição que pode comprometer a formação dos grãos, resultando em cafés chochos", analisa o Cepea.

O poder de compra de fertilizantes pelos produtores de café de São Paulo aumentou nos últimos meses de 2025.

Os preços da saca de 60 kg do café arábica operou em cerca de R$ 2,2 mil em outubro. Os valores do café robusta fecharam em torno dos R$ 1.350 a saca.

Com as cotações nesse patamar, os produtores de São Paulo precisavam de 1,16 saca de arábica do tipo 6 para adquirir uma tonelada do adubo em 2025.

💰Em outubro de 2024, era preciso 1,44 saca de café para compra de fertilizante. Desde o início dos levantamentos feitos pelo Cepea, em 2011, a média histórica indica a necessidade de 2,6 sacas de café para pagar uma tonelada de fertilizante.

"O poder de compra dos agricultores frente a importantes fertilizantes é considerado bom neste ano. Pesquisadores ressaltam que a retomada das chuvas nas regiões produtoras de café tende a viabilizar a realização de adubações nas lavouras, visando um bom desenvolvimento da safra 2025/26", detalham.

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Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/03/2026 08:05

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado Após perder 95% da produção no ano passado, produtores de Tupã comemoram safra recorde de abacate, que mais que dobrou em 2026 e deve chegar a 1.100 toneladas. Por Nosso Campo, TV TEM

Em uma propriedade com cerca de 50 hectares e 5 mil árvores, a produção mais que dobrou em relação aos melhores anos.

A expectativa é colher cerca de 1.100 toneladas da fruta. Em safras anteriores, o volume girava em torno de 500 toneladas.

Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado — Foto: Reprodução/TV TEM

Após um ano de perdas, produtores de abacate de Tupã (SP) celebram uma safra recorde em 2026. Em uma área de 50 hectares com 5 mil árvores, a produção mais que dobrou em relação aos melhores anos.

A previsão é colher cerca de 1.100 toneladas, mais que o dobro da média de 500 toneladas registrada em anos anteriores. Quase metade da safra será exportada.

O produtor Jorge Manfré, com 30 anos de experiência, afirma que nunca viu resultado tão positivo. Em 2025, perdeu 95% da safra por causa do clima.

Em 2026, o cenário foi diferente. A chuva veio na medida certa e antecipou a safra, que costuma começar no fim de fevereiro.

Outros produtores da região também registram bons resultados, com aumento na produção e variedade de tipos de abacate.

O agrônomo Idoraldo Dassi Júnior explica que o clima foi decisivo para o bom desempenho. Mas alerta que o excesso de chuva exige mais cuidados no manejo.

Com a safra maior, os produtores acompanham o mercado. O aumento da oferta pode reduzir o preço da fruta.

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Há 14 minutos Trabalho e Carreira Trabalho informal’1º emprego’ aos 27 anos: jovem relata julgamento por nunca ter sido CLT

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‘Primeiro emprego’ aos 27 anos: jovem relata julgamento por nunca ter sido CLT e diz ‘olhavam com pena’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/03/2026 03:18

Trabalho e Carreira 'Primeiro emprego' aos 27 anos: jovem relata julgamento por nunca ter sido CLT e diz 'olhavam com pena' Mesmo com anos de trabalho informal, jovem diz que só passou a ser visto de outra forma após conquistar vínculo com empresa — ainda que como PJ. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Jovem de 27 anos viralizou ao relatar 'primeiro emprego', mas explicou que já trabalhava há anos de forma informal.

O caso expôs como o vínculo formal ainda influenciava a forma como trajetórias profissionais são percebidas.

Especialistas apontaram que o mercado passou a valorizar mais competências do que apenas o histórico em carteira.

O debate também refletiu mudanças nas carreiras, com entradas mais tardias e novos modelos de trabalho além da CLT.

O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas. — Foto: X/ Reprodução

Aos 27 anos, Matheus Tavares chamou a atenção da internet ao anunciar que havia conseguido o "primeiro emprego". A frase, publicada nas redes sociais, viralizou rapidamente — mas também gerou muitas criticas.

Não é que ele nunca tivesse trabalhado. Ao contrário: a trajetória começou ainda na adolescência, quando atuava como office-boy no centro de São Paulo enquanto estudava para concursos militares.

Depois disso, vieram diferentes ocupações ao longo dos anos: fotógrafo em casa noturna, motoboy, vendedor, motorista de aplicativo, mecânico, técnico em celulares, além de pequenos negócios próprios e até importação de produtos

“Não era uma cobrança direta. Mas as pessoas olhavam meio com pena, como se eu estivesse sem rumo”, conta.

O que mudou agora não foi o início da vida profissional, mas o tipo de vínculo. Pela primeira vez, Matheus passou a trabalhar diretamente para uma empresa, com um contrato e um cargo definido: engenheiro de software.

"Antes eu tinha trabalhos. Agora eu tenho um emprego. Hoje eu tenho um título, consigo dizer o que eu faço", afirma.

O novo posto, porém, não é no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele foi contratado como pessoa jurídica (PJ), após abrir um CNPJ.

➡️ Ainda assim, a repercussão do caso trouxe à tona discussões que vão além da história individual: o peso do vínculo formal, o julgamento sobre trajetórias fora da CLT e a ideia de que existe um “tempo certo” para ingressar no mercado.

Criada em 1943, a CLT organiza as relações de trabalho no Brasil e garante direitos como férias, 13º salário e FGTS. Ao longo do tempo, esse modelo passou a ser associado também à ideia de estabilidade.

Dados do IBGE indicam que cerca de 38,5 milhões de brasileiros estão na informalidade, grupo que inclui trabalhadores sem carteira assinada, autônomos e parte dos que atuam por conta própria.

Para o professor Fernando Cardoso, especialista em mercado de trabalho, o vínculo formal ainda influencia a leitura sobre a trajetória de um profissional, mas deixou de ser determinante.

Segundo ele, experiências fora da CLT podem ser valorizadas, desde que apresentadas de forma estruturada, com resultados claros.

Matheus Tavares construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais. — Foto: Matheus Tavares

Antes de conseguir a vaga atual, Matheus enfrentou dificuldades em processos seletivos — principalmente nas etapas iniciais.

A situação reflete um ponto levantado por especialistas: embora o mercado esteja em transição, ainda existem filtros baseados no histórico formal.

O professor Edgard Rodrigues explica que empresas mais tradicionais tendem a valorizar o registro em carteira, enquanto outras já adotam critérios diferentes.

"Há uma migração para recrutamentos que priorizam repertório, competências e capacidade de aprendizado", diz.

No caso de Matheus, o avanço veio quando ele organizou suas experiências em forma de portfólio, reunindo projetos e soluções desenvolvidas de forma independente.

A idade também apareceu como um ponto de questionamento na repercussão do caso. Mas, para especialistas, esse debate precisa ser analisado à luz de transformações mais amplas.

O economista Bruno Imaizumi, da LCA 4intelligence, explica que o mercado de trabalho brasileiro passa por mudanças estruturais que ajudam a entender trajetórias como a de Matheus. Entre elas, o envelhecimento da população, o maior tempo dedicado aos estudos e a própria redefinição do que significa construir uma carreira.

"O mercado está mais dinâmico e as pessoas permanecem mais tempo em formação. Isso faz com que a entrada no mercado formal aconteça, muitas vezes, mais tarde", afirma.

Para ele, o cenário recente também influencia esse movimento. Com a taxa de desemprego em níveis historicamente mais baixos, diferentes formas de ocupação — formais e informais — têm avançado simultaneamente.

“As carreiras estão menos lineares. O momento de entrada não define o potencial”, afirma o professor Edgard .

Para Fernando Cardoso, o modelo tradicional — estudar, se formar e ingressar imediatamente no mercado formal — já não representa a maioria das trajetórias.

"Entrar mais tarde pode significar chegar com mais repertório e mais clareza de objetivos', diz.

Ainda assim, ele ressalta que o tempo de experiência formal pode influenciar o ponto de entrada em algumas carreiras, especialmente no início.

Se o mercado amplia suas formas de avaliação, cresce também a importância de como o profissional comunica sua trajetória.

Portfólios, projetos e exemplos concretos têm ganhado espaço nesse processo, especialmente em áreas mais técnicas.

Segundo Cardoso, experiências fora da CLT costumam desenvolver habilidades valorizadas, como autonomia, adaptabilidade e resolução de problemas, mas precisam ser organizadas de forma estratégica.

A discussão também dialoga com mudanças na forma como o trabalho é percebido, principalmente entre os mais jovens, que tendem a ser mais seduzidos por trabalhos informais.

Nas redes sociais, o termo "CLT" aparece frequentemente associado a rotinas desgastantes, com longos deslocamentos e baixa remuneração — percepção que, segundo a antropóloga Rosana Pinheiro-Machado, está ligada às condições enfrentadas por parte dos trabalhadores.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam que alternativas como trabalho autônomo ou digital não garantem estabilidade.

'É importante considerar tanto a autonomia quanto a segurança envolvidas em cada modelo" afirma.

Foi pensando nisso que, hoje, mesmo atuando como PJ, Matheus avalia outras possibilidades, incluindo propostas no regime CLT, apesar de ainda não possuir Carteira de Trabalho.

Depois de anos em diferentes atividades, ele diz que a principal mudança não foi apenas o contrato, mas a forma como passou a organizar a própria trajetória.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 18:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O Banco Central do Brasil (BC) informou nesta sexta-feira (13) que houve vazamento de dados cadastrais vinculados a chaves PIX sob responsabilidade do Pefisa, Crédito, Financiamento e Investimento.

Ao todo, foram expostos dados de 28.203 chaves, incluindo nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência, número e tipo da conta, data de abertura da conta e data de criação e de posse da chave PIX.

Segundo a autoridade monetária, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

O Banco Central do Brasil (BC) informou nesta sexta-feira (13) que houve vazamento de dados cadastrais vinculados a chaves PIX sob responsabilidade do Pefisa, Crédito, Financiamento e Investimento, em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição.

🗝️ Ao todo, foram expostos dados de 28.203 chaves, incluindo nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência, número e tipo da conta, data de abertura da conta e data de criação e de posse da chave PIX.

🔎 Em sua página na internet, a Pefisa informa que é uma fintech (empresa de tecnologia que oferecem serviços financeiros digitais) e braço financeiro do grupo Pernambucanas, sendo responsável pelo desenvolvimento e gestão de de produtos como cartões, empréstimos pessoais, seguros e contas dititais.

"Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras", diz o Banco Central.

Segundo a autoridade monetária, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

"Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagens, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail", acrescentou a autoridade monetária.

O Banco Central informa ainda que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa — Foto: Reprodução/Redes sociais

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 17:46

Distrito Federal S&P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco Empresa de análises financeiras e classificação de risco avaliou que houve 'aumento da incerteza' jurídica em relação ao plano de capitalização do banco. Avaliação é de quinta-feira (19). Por g1 DF

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB".

Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A S&P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível 'brB-'.

Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.

"Em nossa visão, os riscos jurídicos e políticos podem dificultar o plano de capitalização do banco, que também precisará de maiores níveis de provisionamento diante das perdas esperadas dos ativos adquiridos do Banco Master", aponta a S&P Global no comunicado desta quinta-feira (19).

Segundo o documento, após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, o BRB vem avaliando os possíveis impactos da aquisição de ativos do Banco Master, já que o Banco de Brasília queria comprar o Master.

Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB.

Mas, segundo a S&P Global, entre 16 e 18 de março, "uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB". E a avaliação é de que houve um aumento da incerteza jurídica em relação ao plano de capitalização do banco.

"Nesse contexto, rebaixamos nosso rating de longo prazo do BRB de 'brBB' para 'brB-' e reafirmamos o rating de curto prazo de 'brB' da instituição", aponta a avaliação.

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