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Quem mais produz petróleo no Brasil? Veja o ranking das empresas após produção ficar perto de novo recorde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%Oferecido por

A produção de petróleo no Brasil registrou um novo marco. Em maio, o país produziu, em média, 4,3 milhões de barris por dia (bpd), um aumento de 16,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foi o segundo maior volume mensal da história, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O resultado ficou atrás apenas de abril, quando a produção atingiu o recorde de 4,33 milhões de barris por dia.

Grande parte desse avanço foi impulsionada pelo pré-sal, que respondeu por 3,47 milhões de barris por dia, mais de 80% de todo o petróleo produzido no país em maio. O resultado reforça a trajetória de crescimento da produção brasileira, depois de 2025 ter fechado com média anual recorde de 3,77 milhões de barris por dia.

Entre as empresas, a Petrobras segue na liderança com ampla vantagem. Em maio, a estatal produziu 2,55 milhões de barris por dia, o equivalente a cerca de seis em cada dez barris extraídos no Brasil. Em seguida aparecem a Shell, com 415,3 mil barris por dia, e a TotalEnergies, com 209,9 mil barris por dia.

Petrobras: 59,3%Shell: 9,7%TotalEnergies: 4,9%PPSA: 4,8%CNOC Petroleum: 2,8%Petrogral Brasil: 2,5%CNPC: 2,0%Prio Tigris: 1,7%Prio Forte S.A.: 1,4%Equinor Brasil: 1,2%

A produção de gás natural também cresceu na comparação com um ano antes. Foram 206,06 milhões de metros cúbicos por dia em maio, alta de 19,6%. Em relação a abril, porém, houve uma leve queda de 0,3%.

Nem todo o gás produzido chega ao mercado. Em maio, 60,83 milhões de metros cúbicos por dia foram comercializados. Outra parte, 120,13 milhões de metros cúbicos por dia, foi reinjetada nos reservatórios.

Além disso, 19,23 milhões de metros cúbicos por dia foram consumidos nas próprias plataformas de produção, e 5,87 milhões de metros cúbicos por dia foram queimados durante a operação.

Somando petróleo e gás natural, a produção brasileira alcançou 5,597 milhões de barris de óleo equivalente por dia em maio.

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Meta enfrenta demissões e críticas internas em meio à corrida pela IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 10:46

Trabalho e Carreira Meta enfrenta demissões e críticas internas em meio à corrida pela IA Empresa ampliou investimentos em inteligência artificial, mas vive reestruturação marcada por cortes de pessoal, pressão sobre funcionários e disputas para alcançar rivais do setor. Por France Presse

Chuva de demissões, vigilância de funcionários, fuga de cérebros. Na Meta, a corrida pela inteligência artificial (IA) cobra um preço: um clima interno tóxico que nem mesmo a prosperidade da gigante da tecnologia consegue apaziguar.

Há mais de um ano, a empresa matriz do Facebook, Instagram e WhatsApp vem enfrentando reduções de pessoal, uma reorganização caótica de sua pesquisa em IA e intensa pressão sobre seus funcionários.

Por outro lado, seus gastos de investimento em IA dispararam. Mark Zuckerberg, seu fundador com poder quase absoluto, decidiu impor cortes drásticos e maior supervisão sobre suas equipes.

Este ano, a empresa eliminou aproximadamente 8.000 cargos, quase 10% de sua força de trabalho. Demissões, supressões de postos e transferências forçadas afetaram quase um quinto dos empregados em apenas um ano.

A imprensa americana está repleta de relatos que descrevem uma "cultura do medo", onde todos temem a próxima onda de demissões e os rumores paralisam o trabalho.

Esses cortes financiam uma corrida frenética por infraestrutura: a Meta planeja investir até 145 bilhões de dólares (750 bilhões de reais) em inteligência artificial este ano, quase o dobro do valor do ano passado.

Após cerca de 6.500 funcionários serem realocados para a divisão de IA da Meta, alguns reclamaram de tarefas "monótonas" destinadas a treinar máquinas ou até mesmo automatizar seus próprios trabalhos.

Essa é a lógica por trás da controversa "Iniciativa de Aprimoramento das Capacidades do Modelo", lançada em abril e suspensa em 22 de junho. Ela registrava cliques, digitações e histórico de navegação de funcionários nos Estados Unidos para treinar agentes de IA.

Zuckerberg a defendeu durante uma reunião interna: "Os modelos de IA aprendem observando pessoas realmente inteligentes fazendo coisas", disse ele, segundo a Wired.

No entanto, mais de 1.600 funcionários assinaram uma petição para interromper a iniciativa, e alguns compararam a Meta a uma "fábrica de extração de dados".

Uma falha no sistema acabou expondo conversas privadas e métricas de desempenho para todos os funcionários, o que levou à sua suspensão.

"Embora não tenhamos indícios de que os funcionários tenham acessado esses dados, estamos suspendendo a iniciativa enquanto investigamos", afirmou um porta-voz da Meta.

A empresa também investe pesado em eletrônicos de consumo com óculos inteligentes e avalia um novo aplicativo de apostas online chamado Arena, possivelmente em parceria com a Polymarket e a Kalshi, segundo o The New York Times.

Em março, um júri de Los Angeles considerou a Meta culpada pela primeira vez pelos efeitos da dependência em redes sociais, apenas um dia após outra condenação no Novo México por negligência na proteção de menores. A Meta recorreu, mas outros julgamentos são esperados este ano.

A empresa tenta recuperar terreno em relação a Google, OpenAI e Anthropic, que dominam a corrida pelos modelos de IA mais avançados. Os modelos da Meta, que já foram adiados diversas vezes, decepcionaram inclusive dentro da empresa.

Em entrevista ao Financial Times, LeCun, vencedor do Prêmio Turing, o equivalente ao Prêmio Nobel em Informática, considerou que a busca por "superinteligência" baseada em grandes modelos de linguagem (LLM) da Meta leva a "um beco sem saída".

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Desconto na primeira compra, brindes e mais: as estratégias dos negócios para conquistar clientes

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/07/2026 03:48

Empreendedorismo Guia do empreendedor Desconto na primeira compra, brindes e mais: as estratégias dos negócios para conquistar clientes Veja estratégias que funcionam para atrair consumidores e erros comuns que podem afastar os primeiros clientes, segundo o Sebrae. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Ter um bom produto ou serviço não significa que os clientes vão aparecer. Para quem está começando um negócio, o desafio é transformar uma ideia em venda — e isso exige mais do que colocar uma solução no mercado.

Segundo o Sebrae, um dos erros mais comuns de novos empreendedores é tentar vender para todo mundo ao mesmo tempo. A recomendação é começar com foco: escolher uma oferta principal e mostrar com clareza qual problema ela resolve.

Antes de investir alto, testar a ideia pode evitar prejuízos. Criar uma versão inicial do produto, ouvir potenciais clientes e avaliar a demanda ajuda a identificar ajustes necessários antes de ampliar a operação.

Outro ponto essencial é fazer o negócio ser conhecido. Muitos empreendimentos não avançam por falta de visibilidade, e não necessariamente por problemas no produto. Conteúdos nas redes sociais, vídeos, dicas e bastidores da rotina podem aproximar a marca do público e criar relacionamento com possíveis compradores.

Depois que o interesse surge, a agilidade no atendimento pode ser decisiva. Demorar para responder mensagens ou enviar informações pode fazer o cliente desistir da compra.

Estratégias como descontos iniciais, brindes, combos e parcerias com outros negócios também podem ajudar a gerar experimentação e transformar o primeiro contato em venda.

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Michelle Bolsonaro foi convencida a não se desfiliar do PL e disputa ao Senado está mantida, dizem aliadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 23:48

Aliadas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro dizem que demoveram a ex-primeira dama de se desfiliar do Partido Liberal (PL) e garantem que candidatura ao Senado no Distrito Federal está mantida.

A saída ocorre em meio à crise entre ela e Flávio Bolsonaro, seu enteado e pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Nesta terça, Michelle se reuniu com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, na sede do PL Mulher, em Brasília.

Valdemar buscava reduzir a tensão entre Michelle e Flávio Bolsonaro depois da divulgação de um vídeo em que a ex-primeira-dama faz críticas ao enteado. A reunião com Valdemar Costa Neto durou mais de duas horas.

Michelle já teria chegado com a decisão tomada de sair do comando do PL Mulher. Segundo aliadas, ela sentiu falta de solidariedade em relação aos ataques nas redes sociais.

“Ela estava muito desanimada com os ataques que recebeu. Chegamos a tirar a ficha de desfiliação da mão dela”, disse uma aliada.

Após o encontro, Michelle divulgou uma nota em que disse que dedicará seu tempo a cuidar do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e foi condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado.

A ex-primeira-dama se reuniu ainda com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora do DF, Celina Leão, candidata à reeleição. Além disso, falou com dirigentes do PL mulher em diversos estados.

O clima de solidariedade e indignação de algumas delas demonstra a dificuldade de Michelle reconstruir a relação com o enteado, Flávio Bolsonaro, e apoiá-lo na campanha.

Segundo a ex-primeira-dama, a decisão foi tomada após uma reflexão com Bolsonaro sobre o momento vivido pela família.

"Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha", diz Michelle.

O PL pretende lançar Michelle como candidata ao Senado no Distrito Federal. Na nota que divulgou nesta terça, ela não cita planos para as eleições deste ano.

Em nota, o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse que a ex-primeira-dama "passa por um momento difícil, sente de perto as injustiças e as angústias que o maior líder da história recente deste país vem passando", em referência a Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar desde março.

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Trump declara mais de US$ 1,4 bilhão em renda com negócios ligados a criptomoedas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 19:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,163-0,23%Dólar TurismoR$ 5,373-0,1%Euro ComercialR$ 5,899-0,22%Euro TurismoR$ 6,152-0,12%B3Ibovespa172.024 pts-0,68%Oferecido por

O presidente Donald Trump declarou mais de US$ 1,4 bilhão em renda com criptomoedas em 2025. O dado consta em documento divulgado nesta terça-feira (30).

Os documentos revelam que Trump informou ter recebido mais de US$ 500 milhões da World Liberty Financial. A empresa foi fundada por ele e seus filhos.

O presidente norte-americano também declarou outros US$ 635 milhões obtidos com a venda da $TRUMP. O ativo digital é uma criptomoeda do tipo meme coin.

Trump declarou ainda mais de US$ 80 milhões em acordos com mídias. Ele recebeu milhões pelo licenciamento de seu nome para empreendimentos imobiliários no exterior.

Ativos digitais viraram a principal renda declarada de Trump, segundo a Reuters. A família do presidente lucrou ao menos US$ 2,3 bilhões desde sua posse.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou mais de US$ 1,4 bilhão em renda obtida com negócios ligados a criptomoedas no ano passado, segundo sua declaração anual de bens referente a 2025, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Escritório de Ética Governamental americano.

Os documentos mostram que Trump informou ter recebido mais de US$ 500 milhões da World Liberty Financial, empresa de criptomoedas fundada por ele e seus filhos.

O presidente também declarou outros US$ 635 milhões com a venda da $TRUMP, uma criptomoeda do tipo meme coin, categoria inspirada em memes e fenômenos da internet.

Além dos ativos digitais, Trump declarou mais de US$ 80 milhões em rendimentos provenientes de acordos com empresas de mídia e informou ter recebido milhões de dólares pelo licenciamento de seu nome para empreendimentos imobiliários no exterior.

As informações divulgadas oferecem um retrato mais detalhado da participação da família Trump no mercado de criptomoedas e do peso que esses negócios passaram a ter em seu patrimônio.

Segundo uma análise da Reuters, os ativos digitais passaram a representar a principal fonte de renda declarada pelo presidente e foram beneficiados por políticas adotadas durante seu governo.

A Reuters já havia estimado que a família Trump obteve pelo menos US$ 2,3 bilhões em lucros de investidores desde que ele reassumiu a Presidência dos EUA.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a divulgação dos documentos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, faz sua dancinha característica após discursar sobre impostos e previdência social em The Villages, Flórida, em 1º de maio de 2026 — Foto: Jim WATSON / AFP

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União Europeia amplia proteção à indústria e confirma tarifa de 50% sobre parte das importações de aço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/06/2026 07:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%Oferecido por

Bandeiras de países da União Europeia na sede do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França — Foto: Antoine Schibler/Unsplash

A Comissão Europeia anunciou nesta terça-feira (30) as novas regras para a importação de aço na União Europeia. O objetivo é proteger a indústria siderúrgica do bloco da concorrência externa e elevar a utilização da capacidade das usinas para 80%.

Pelas novas regras, o volume de aço que poderá entrar na União Europeia sem pagar tarifas será reduzido em 47%, para 18,3 milhões de toneladas por ano.

Caso esse limite seja ultrapassado, será aplicada uma tarifa de 50% sobre o excedente em 26 categorias de produtos siderúrgicos.

Metade das cotas foi reservada aos países que mantêm acordos de livre comércio com a União Europeia. A outra metade ficará disponível para todos os parceiros comerciais, inclusive esses mesmos países.

A Comissão informou ainda que muitos deles terão cotas específicas, definidas com base no histórico de exportações para o mercado europeu.

Segundo o órgão, essa distribuição fará com que a maioria dos países com acordos de livre comércio tenha uma redução no acesso ao mercado europeu inferior ao corte médio de 47%.

A Comissão acrescentou que um "número significativo" de parceiros aceitou provisoriamente essa divisão das cotas.

🔍De acordo com a Comissão Europeia, as mudanças são necessárias para conter os efeitos do excesso de produção de aço em diversas partes do mundo, que aumenta a oferta global e pressiona os preços. O bloco também cita práticas de dumping, quando empresas vendem produtos no exterior a preços artificialmente baixos para ganhar mercado.

"O persistente excesso de capacidade no setor siderúrgico continua sendo um grave problema e segue distorcendo os mercados internacionais", afirmou a Comissão.

Segundo o órgão, as medidas buscam restabelecer condições mais equilibradas de concorrência no mercado europeu.

As regras detalham uma decisão anunciada pela União Europeia em abril. Na ocasião, o bloco informou que reduziria o volume de aço isento de tarifas e elevaria para 50% a cobrança sobre os embarques que ultrapassassem a cota.

Segundo a Comissão Europeia, a iniciativa busca conter os impactos da sobreoferta global, fortalecer a indústria siderúrgica e elevar a utilização das usinas, que atualmente operam com cerca de 65% da capacidade.

Em 2025, as principais origens das importações de aço da União Europeia foram Turquia, Coreia do Sul, Indonésia, China, Índia, Ucrânia e Taiwan.

A Comissão Europeia também afirma que o setor siderúrgico do bloco perdeu cerca de 100 mil empregos desde 2008 e que, sem a manutenção das restrições às importações, a produção tende a continuar em queda.

Atualmente, o aço importado pela União Europeia está sujeito a um sistema de salvaguardas que aplica uma tarifa de 25% sobre os embarques que excedem as cotas.

Essas regras, criadas durante o primeiro mandato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, permanecem em vigor até esta terça-feira (30), quando passam a ser substituídas pelo novo sistema.

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Ela criou um ‘baby boi’ durante a pandemia e fez do brinquedo um sucesso de vendas em Parintins

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 30/06/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ela criou um 'baby boi' durante a pandemia e fez do brinquedo um sucesso de vendas em Parintins Empresária Ester Almeida reinventou o negócio após perder o marido durante a pandemia. O brinquedo inspirado nos bois-bumbás virou o carro-chefe da loja, ajudou a manter funcionários e hoje é vendido para todo o Brasil. Por PEGN

A empresária Ester Almeida transformou um brinquedo inspirado nos bois-bumbás de Parintins em um negócio de sucesso após enfrentar as dificuldades da pandemia.

O "baby boi", criado inicialmente para o neto, ajudou a manter funcionários, virou o principal produto da loja e passou a ser vendido durante todo o ano.

Hoje, a empresa fatura em média R$ 34 mil por mês, vende para todo o Brasil pela internet e comercializou cerca de 1.500 unidades do brinquedo durante o Festival de 2025.

Há 30 anos no mercado, Ester mantém uma produção equilibrada entre Garantido e Caprichoso e reforça a equipe na época do festival para atender ao aumento da demanda.

A pandemia interrompeu o turismo, fechou o comércio e colocou em risco uma empresa que há décadas vivia do Festival de Parintins, no Amazonas.

Foi nesse cenário que a empreendedora Ester Almeida encontrou uma forma inesperada de reinventar o negócio: criou um "baby boi", uma versão em pelúcia inspirada nos tradicionais bois-bumbás Garantido e Caprichoso.

O produto nasceu como um presente para o neto, mas acabou se transformando no principal responsável pela recuperação da empresa.

Há cerca de 30 anos no mercado de produtos ligados ao festival, Ester começou vendendo camisetas oficiais dos bois e, aos poucos, ampliou o catálogo de souvenirs. Como atende torcedores dos dois lados da disputa, mantém um equilíbrio rigoroso na produção.

Ela criou um 'baby boi' durante a pandemia e transformou o brinquedo em sucesso de vendas em Parintins — Foto: Reprodução/PEGN

O período mais difícil veio entre 2020 e 2021. Além do fechamento do comércio durante a pandemia, a empresária perdeu o marido para a Covid-19 e precisou encontrar maneiras de manter a empresa funcionando, honrar dívidas e preservar os empregos.

Segundo ela, o apoio dos fornecedores foi decisivo para atravessar aquele momento. Foi então que surgiu a ideia do "baby boi". Depois de confeccionar uma peça para o neto brincar e perceber o interesse pelo produto, Ester decidiu colocá-lo à venda.

O brinquedo rapidamente virou o carro-chefe da loja e ajudou a custear parte da folha de pagamento da equipe. Hoje, a empresa registra faturamento médio de R$ 34 mil por mês e vende produtos durante todo o ano graças ao comércio eletrônico, reduzindo a dependência do período do festival.

Apenas na edição de 2025, foram comercializados cerca de 1.500 baby bois, enviados para clientes de diversas regiões do Brasil e até do exterior. O crescimento também ampliou a estrutura da empresa.

A loja mantém uma confecção própria com sete funcionários, número que dobra na época do Festival de Parintins para atender ao aumento da demanda. Para Ester, o evento movimenta toda a economia local e abre espaço para diferentes empreendedores crescerem.

Mesmo com a rivalidade entre Garantido e Caprichoso, dentro da empresa a regra continua a mesma desde o início: produzir igualmente para as duas torcidas. Afinal, como resume a empreendedora, o negócio nasceu para atender os apaixonados pelos dois bois-bumbás.

📍 Endereço: Rua Silva Meireles, 1759- Loja B- Centro Parintins/AM – CEP: 69.151-280📧 E-mail: qboiparintins@gmail.com🌐 Site: www.qboiparintins.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/lojaqboi📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/1F1cq3VGbb/?mibextid=wwXIfr

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Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/06/2026 20:44

Empreendedorismo Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários Projeto enviado ao Congresso prevê aumento gradual do faturamento anual do microempreendedor individual e permite a contratação de até dois funcionários Por Redação g1 — São Paulo

Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.

A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.

O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.

Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.

A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.

Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.

O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.

“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.

A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.

Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.

Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.

A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.

microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;microempresas com até R$ 360 mil por ano; eempresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.

De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Matemático ‘guru das Copas’ errou: Brasil elimina Japão e contraria ‘previsão’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 17:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,15%Dólar TurismoR$ 5,3790,000%Euro ComercialR$ 5,9120,48%Euro TurismoR$ 6,1590,35%B3Ibovespa173.205 pts-0,05%Oferecido por

O matemático 'guru das Copas' que previu confronto entre Brasil e Japão – e aposta em vitória dos japoneses — Foto: Getty Images

O alemão, que iniciou a Copa como "guru" por ter acertado os campeões das três edições passadas, havia previsto que o Brasil enfrentaria o Japão no primeiro jogo do mata-mata – e apostava em vitória dos japoneses.

Quando o Japão abriu o placar, parecia que o alemão acertaria mais uma vez. Mas Casemiro e Gabriel Martinelli resolveram intervir, acabando com a "maldição" da previsão.

Mas o erro no jogo do Brasil não apaga o histórico de acertos realmente notável de Klement em outras previsões.

O economista alemão criou um complexo modelo de previsão que mantém 100% de acerto nas suas previsões do campeão mundial, desde a Copa disputada no Brasil, em 2014.

Se a profecia estatística de Klement se confirmar pela quarta vez, a Holanda irá erguer o troféu de campeão no Estádio MetLife em Nova Jersey, nos Estados Unidos, após vencer Portugal na final do torneio, no próximo dia 19 de julho.

Além dos campeões, o modelo do economista alemão mapeia todas as fases do torneio e suas 48 seleções.

Segundo o modelo, a Holanda enfrentará a Espanha nas semifinais. E, na outra semifinal, enfrentam-se Inglaterra e Portugal — que terá eliminado a Argentina nas quartas de final.

O economista prevê que Portugal vencerá mais uma vez os ingleses, como ocorreu nas quartas de final da Copa de 2006, na Alemanha. A previsão só não detalha se a decisão ocorrerá novamente nos pênaltis.

Depois de acertar todos os resultados da Alemanha na Copa do Mundo de 2010, o polvo Paul ainda previu a vitória da Espanha sobre a Holanda, na final do torneio realizado na África do Sul — Foto: AFP via Getty Images

Klement é um "pessimista" confesso, que morou por 10 anos no Reino Unido. Para ele, a pesquisa nunca pretendeu evitar a tristeza de ninguém, nem ganhar dinheiro em apostas.

"Tudo começou como um exercício para mostrar ao mundo a arrogância dos economistas, que acham que podem prever fatos sobre os quais não têm nenhuma indicação", explica Klement.

"Agora, isso passou a ser uma demonstração de como, se você tiver sorte várias vezes, as pessoas irão achar que você é um guru."

Sua primeira previsão se tornou realidade em 2014, quando o seu país, a Alemanha, venceu a Copa do Mundo realizada no Brasil.

Klement imaginou que, refazendo a simulação novamente em 2018, ele poderia demonstrar que aquilo foi uma casualidade. Mas ele acertou novamente sua previsão com a França em 2018 — e, depois, com a Argentina, em 2022.

"Como eu acertei três vezes seguidas, as pessoas, agora, acham que este modelo é invencível e que, é claro, eu certamente irei acertar mais uma vez", ele conta.

A Holanda é considerada o país mais forte no futebol que nunca venceu uma Copa do Mundo — Foto: Getty Images

É verdade que existem fatores "sistêmicos" conhecidos que determinam, em parte, o sucesso de cada país na Copa do Mundo. Eles incluem a população nacional, a riqueza, o clima e o ranking mundial da Fifa.

Mas a popularidade das previsões quadrienais de Klement cresce a cada acerto. E ele alerta seus leitores a considerar seus resultados com cautela, pois estes fatores contam apenas uma parte da história.

"Cada jogo — especialmente quando você tem equipes de alta qualidade, com técnicas e habilidade muito similares, jogando entre si — realmente depende da forma naquele dia, de uma decisão da arbitragem, de um pouco de sorte entre aquela bola que bate na trave ou entra no gol."

Sempre que a Copa do Mundo se aproxima, o modelo de previsão oferece a Klement uma ótima diversão em relação ao seu trabalho diário.

"Particularmente em 2026, quando temos tantas crises, guerras e coisas acontecendo, é algo que me faz sentir bem", ele conta. "E espero que os leitores também se sintam bem e tenham um pouco de distração de tudo de ruim que está acontecendo no mundo."

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Lula se encontra com Hugo Motta e entrega projeto que amplia benefícios para MEIs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 15:45

Política Lula se encontra com Hugo Motta e entrega projeto que amplia benefícios para MEIs O texto reajusta o teto do faturamento para microempreendedores individuais terem tratamento tributário diferenciado. A mudança faz parte de negociação para a aprovação da PEC do fim escala 6×1. Por Paloma Rodrigues

12.05.2026 – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e deputado federal Hugo Motta durante Lançamento do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, no Palácio do Planalto. Brasília-DF. — Foto: SEAUD/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu nesta segunda-feira (29) com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e entregou o projeto de lei que amplia o teto do faturamento para microempreendedores individuais (MEIs) terem tratamento tributário diferenciado.

O teto sairá de cerca de R$ 80 mil por ano e chegará a R$ 140 mil, de forma escalonada, até 2028. De acordo com Motta, que publicou sobre a reunião com o presidente Lula nas redes sociais, o aumento para R$ 110 mil já ocorrerá em 2027.

Os limites das demais categorias do Simples Nacional não devem ser corrigidos. A íntegra da proposta do governo ainda não foi divulgada.

Ainda segundo o presidente da Câmara, o reajuste do teto "faz parte de uma negociação direta" para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala 6×1.

A Câmara aprovou no fim de maio a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses. O texto ainda precisa ser votado pelo Senado.

A defesa central do projeto é que os MEIs podem ajudar a reduzir o déficit de força de trabalho que será gerado pela redução da jornada.

A proposta do governo também permite que os MEIs contratem um funcionário. Atualmente, os microempreendedores podem ter apenas colaborador.

Já existe um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional sobre o tema. O texto, de 2021, já foi aprovado pelo Senado e está em análise na Câmara. Ele propõe o aumento do limite do MEI de R$ 81 mil para até R$ 130 mil por ano, permitindo, também, a contratação de mais um funcionário.

Ao entregar o projeto ao presidente da Câmara, o governo sinaliza que quer protagonismo na discussão e se aproximar da categoria.

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