RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:02

Tecnologia Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone Conhecido internamente como Transformer, aparelho deve ser focado na assistente Alexa e em compras na Amazon. Empresa lançou outro smartphone em 2014, mas descartou projeto em pouco mais de um ano. Por Reuters

A Amazon planeja lançar um novo celular mais de 10 anos após o Fire Phone, considerado um de seus maiores fracassos.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon.

O telefone é visto como um dispositivo capaz de se sincronizar com a Alexa e servir como um canal entre clientes e a Amazon ao longo do dia.

A Amazon lançou o Fire Phone em 2014 na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung, mas descartou o projeto em pouco mais de um ano.

Representante da Amazon demonstra os recursos do Fire Phone, em foto de 18 de junho de 2014 — Foto: Reuters/Jason Redmond

A Amazon está se preparando para lançar um novo celular, mais de 10 anos depois de anunciar um aparelho que foi considerado um de seus maiores fracassos, revelou nesta sexta-feira (20) a agência Reuters.

O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon, afirmaram à Reuters quatro fontes que pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir assuntos internos.

O telefone é visto como um potencial dispositivo de personalização móvel capaz de se sincronizar com a assistente de voz Alexa e servir como um canal de contato com os clientes da Amazon ao longo do dia, explicaram as fontes.

Em 2014, a Amazon lançou seu primeiro smartphone, na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung. Em vez disso, o Fire Phone – supervisionado diretamente pelo fundador Jeff Bezos – foi descartado em pouco mais de um ano.

Como prints do bloco de notas criaram mais rastros de conversa entre Vorcaro e MoraesVídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a recorde de feminicídiosYoutuber diz não ter R$ 70 mil para pagar condenação por ridicularizar bebê e pede a juiz: 'Por favor, reconsidere'

O projeto Transformer é o mais novo capítulo de um esforço de anos para levar ao mercado a visão de longa data de Bezos de um assistente de computação onipresente acionado por voz, semelhante ao computador controlado por voz da série de ficção científica "Star Trek".

Bezos imaginou um smartphone com foco em compras e capacidade de competir com a Apple, oferecendo facilidades de entrega e descontos por meio da assinatura Prime.

Com o aparelho, a Amazon poderia obter ainda mais dados sobre os usuários. As informações seriam combinadas com o histórico de compras e as preferências de conteúdo. 

O esforço da Amazon para lançar um novo smartphone não foi relatado anteriormente. A Reuters não conseguiu determinar alguns detalhes, como o preço previsto do telefone, a receita projetada com o aparelho ou o investimento que a empresa está fazendo no projeto.

O cronograma para o projeto Transformer da Amazon também não está claro, e as fontes advertiram que ele poderia ser descartado se a estratégia mudar ou devido a preocupações financeiras.

Os recursos de personalização do novo telefone facilitariam comprar no site da Amazon, assistir ao Prime Video, acessar o Prime Music ou pedir comida em serviços de delivery parceiros como o Grubhub.

Um dos principais focos do Transformer é a integração de recursos de inteligência artificial no celular. Isso eliminaria a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais, que exigem o download e o registro de aplicativos antes que eles possam ser usados.

A Alexa provavelmente seria um recurso ⁠central, mas não necessariamente o sistema operacional principal do telefone.

Há 2 horas Mundo Irã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 2 horasEUA dizem que podem ‘eliminar’ ilha com petróleo do Irã se Trump der a ordemHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Dinamarca planejou explodir pistas de pouso na Groenlândia em caso de invasão dos EUA

Há 2 horas Blog da Sandra Cohen Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUAHá 2 horasLuto no cinemaMorre Chuck Norris, lenda das artes marciais e dos filmes de ação

Há 1 hora TV e Séries ‘Verdadeira lenda: morte comove Stallone, Van Damme e outrosHá 1 horaOs filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 1 horaDesabamento em 2024Caminhões e moto são arremessados após ponte ruir entre TO e MA; ASSISTA

Há 7 horas Tocantins 3 vítimas do desabamento seguem desaparecidas; famílias não foram indenizadasHá 7 horasDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 8 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 8 horasRéu por feminicídioCâmeras mostram tenente-coronel constrangendo PMs que preservavam apartamento

Há 20 minutos São Paulo ‘Aliviada só de ver esse monstro preso’, diz mãe da PM mortaHá 20 minutosGeraldo disse que esposa deveria retribuir com sexo suas contribuições em dinheiroHá 20 minutosRio de JaneiroGranada deixada em ponto de ônibus no Rio explode e deixa 8 feridos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 14:50

Agro China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas Nos últimos dias, país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros por não estarem de acordo com regras sanitárias do país. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

Autoridades da China aceitaram flexibilizar regras em relação à presença de ervas daninhas em carregamentos de soja importados do Brasil.

A informação consta em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, publicado nesta sexta-feira (20) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.

Nos últimos dias, o país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros carregados com soja por conterem ervas daninhas proibidas na China.

No documento, a SDA explica que, em uma reunião com as autoridades chinesas, o governo brasileiro explicou "que não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de plantas daninhas em soja, dado as características de produção".

O texto acrescenta que "as autoridades chinesas entenderam e aceitaram que não será adotado o critério de tolerância zero" nas cargas que saem do Brasil.

Diante desse cenário, o governo brasileiro determinou a certificação de navios mesmo quando houver presença de plantas daninhas apontada em laudos laboratoriais.

Apesar da flexibilização, ainda não há um limite numérico oficial definido para a tolerância de ervas daninhas.

Segundo o documento, o percentual aceitável será discutido futuramente em negociações bilaterais entre representantes dos dois países.

Até lá, a avaliação seguirá baseada em análise de risco e em medidas de mitigação, de acordo com o destino do produto.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Na terça-feira (17), o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.

Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências.

"Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento", explica.

Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.

O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.

No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham "de forma atenta" os "recentes desdobramentos" das exportações de soja.

Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.

"A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China", afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.

"Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas", acrescentou.

Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.

"É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano", conclui.

Há 1 hora Mundo Irã ameaça caçar militares dos EUA e de Israel ‘até de férias’; SIGAHá 1 horaPetróleo recua com sinais dos EUA para tentar conter criseHá 1 horaBlog da Sandra Cohen Dinamarca planejou explodir pistas de pouso na Groenlândia em caso de invasão dos EUA

Há 19 minutos Blog da Sandra Cohen Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUAHá 19 minutosLenda das artes marciais e dos filmes de ação, Chuck Norris morre aos 86 anos

Ator havia sido levado a hospital após emergência médica no Havaí. Causa da morte não foi informada pela família.

Há 3 horas TV e Séries Luto no cinema’Verdadeira lenda’: artistas e lutadores lamentam morte de Chuck Norris

Há 3 horas TV e Séries Os filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de açãoHá 3 horasNorris defendeu uso de armas e apoiou TrumpHá 3 horasDesespero VÍDEO: homem rouba carro com bebê de 2 meses dentro na Zona Norte de SP

Há 7 horas São Paulo ‘Meu filho está bem’, diz mãe; suspeito foi preso Há 7 horasRéu por feminicídio’Vou tomar banho, irmão’: câmeras mostram PMs intimidados por tenente-coronel

Há 2 horas São Paulo ‘Aliviada só de ver esse monstro preso’, diz mãe da PM mortaHá 2 horasÉ hoje! 🎸🥁🎶Fãs enfrentam calor, filas e busca por lugar na sombra no 1º dia de Lolla

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trabalhar de casa e evitar voos: agência internacional sugere medidas para conter alta da energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 11:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,2691,04%Dólar TurismoR$ 5,4550,51%Euro ComercialR$ 6,0900,78%Euro TurismoR$ 6,3240,39%B3Ibovespa179.333 pts-0,52%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

Guerra no Oriente Médio: ataques à indústria energética fizeram preços do petróleo e do gás natural dispararem na quinta-feira (19). — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.

As propostas, de acordo com a IEA, são ações que podem ser adotadas por governos, empresas e famílias para reduzir o impacto recente da alta nos preços.

Entre as medidas sugeridas estão o incentivo ao trabalho remoto, a redução dos limites de velocidade nas rodovias em pelo menos 10 km/h e a substituição de viagens de avião por outros meios de transporte, sempre que possível.

“Recentemente, lançamos a maior liberação já realizada de estoques emergenciais de petróleo da IEA — e estou em contato próximo com governos ao redor do mundo, incluindo grandes produtores e consumidores de energia, como parte da nossa diplomacia energética internacional”, afirmou o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol, em comunicado.

“Além disso, o relatório de hoje apresenta um conjunto de medidas imediatas e concretas que podem ser adotadas pelo lado da demanda por governos, empresas e famílias para proteger os consumidores dos impactos desta crise”, acrescentou.

No dia 11 de março, a IEA decidiu liberar um volume recorde de 400 milhões de barris de petróleo de estoques estratégicos para conter a disparada dos preços globais do petróleo. Os Estados Unidos foram responsáveis pela maior parte da oferta.

Há 38 minutos Mundo Porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã é assassinado; SIGAHá 38 minutosIrã executa atleta de wrestling por mortes de policiais em protestosHá 38 minutosComo a guerra quebrou a imagem de segurança de Dubai e Catar

Há 37 minutos Mundo Governo Trump considera tomar ilha de Kharg, diz jornalHá 37 minutosBlog do Valdo CruzDelação de Vorcaro cria guerra de versões e pode mudar rumo da eleição

Há 31 minutos Blog do Valdo Cruz SADI: Quem vai definir a delação de Vorcaro é o sistemaHá 31 minutosCaneta emagrecedoraPatente do Ozempic cai, mas Brasil ainda não tem alternativa nacional

Há 10 horas Saúde TCU investiga atrasos em repasses para diálise no SUS; clínicas fazem alertaHá 10 horasIR 2026Receita libera programa para adiantar declaração do Imposto de Renda

Há 12 horas Imposto de Renda Mega-Sena: prêmio acumula e vai a R$ 8 milhões Há 12 horasÉ hoje! 🎸🥁🎶De flopada a headliner do Lolla: as vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil

Há 2 horas Música Eclético, 1º dia tem Sabrina Carpenter, Doechii e DeftonesHá 2 horasDJ Diesel: Shaquille O’Neal é mais que um ‘DJ celebridade’Há 2 horasLolla das apostas: festival tem 5 indicados a revelação no Grammy

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 06:47

GLOBO RURAL De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil Projeto que monitora mais de 200 fazendas ajuda produtores a baixar índices de mortes, focando nos cuidados desde o nascimento e no conforto das vacas gestantes. Por Redação g1, Globo Rural

Um dos principais desafios das fazendas leiteiras no Brasil é a alta mortalidade de bezerras recém-nascidas.

Historicamente, as perdas giravam em torno de 10%, mas um projeto que reúne profissionais, universidades e institutos de pesquisa vem mostrando que é possível reduzir esse índice com investimento em estrutura e atenção ao manejo básico.

Desde 2017, o programa Alta Cria acompanha dados de mais de 200 propriedades em 10 estados, com forte presença em Minas Gerais. A proposta é transformar conhecimento técnico em soluções práticas para o produtor.

“O ideal é não passar de 3% de mortalidade. Já temos produtores que saíram da média de 10% e hoje trabalham com 2% ou até 1%”, afirma o zootecnista Rafael Azevedo, coordenador do projeto.

Em Coromandel (MG), os irmãos Fernando e Henrique Silva assumiram a fazenda da família após a morte do avô, em 2008 (veja reportagem completa no vídeo acima).

Apesar da tradição na atividade, eles perceberam que seria necessário profissionalizar a gestão para se manter no mercado.

Os investimentos em genética e conforto animal fizeram a produtividade saltar de 17 para 43 litros de leite por vaca por dia. Ainda assim, a mortalidade das bezerras continuava sendo um problema.

Segundo especialistas, as causas são diversas: doenças no umbigo e diarreia nos primeiros dias de vida; problemas respiratórios até os 90 dias; e a chamada tristeza parasitária, transmitida pelo carrapato, a partir dos três meses.

Para reverter esse cenário, os produtores investiram R$ 550 mil em um novo sistema de criação. O antigo modelo, com sombreamento a campo, deu lugar a 96 casinhas individuais, que protegem melhor os animais do clima e da umidade.

O manejo também mudou. O protocolo passou a incluir cura do umbigo com iodo, pesagem e o fornecimento de colostro — o primeiro leite — em até duas horas após o nascimento, essencial para garantir a imunidade das bezerras.

A cerca de 200 km dali, em Carmo do Paranaíba (MG), o produtor Eldes Braga conseguiu reduzir ainda mais as perdas. Em um rebanho com cerca de 350 nascimentos por ano, apenas seis bezerras morrem — o equivalente a cerca de 1,7%.

A mudança veio quando ele passou a focar no cuidado com as vacas ainda na gestação. O produtor investiu em um galpão exclusivo para os animais prenhes, com sistema de resfriamento por água e ventilação, para reduzir o estresse térmico.

Além do conforto, as vacas recebem alimentação específica, com proteínas e nutrientes que ajudam a fortalecer a imunidade da mãe e da cria. O resultado também aparece na produção: as novilhas passaram a parir mais pesadas, com média de 670 kg, o que contribui para maior produção de leite na fase de lactação.

Para os produtores, a principal lição é que a atividade leiteira exige cada vez mais profissionalização.

O bom manejo das bezerras garante a reposição do rebanho e a substituição de animais menos produtivos, o que sustenta a rentabilidade no longo prazo.

Desde 2024, os pesquisadores do projeto também iniciaram um levantamento semelhante voltado para fazendas de gado de corte.

Há 16 minutos Mundo Como a guerra quebrou a imagem de segurança de Dubai e CatarHá 16 minutosBlog da Natuza NeryVorcaro: por que transferência indica que processo de delação já começou

Há 21 minutos Blog da Natuza Nery SADI: Vorcaro firma termo de confidencialidade com PGR e PFHá 21 minutosCaneta emagrecedoraPatente do Ozempic cai, mas Brasil ainda não tem alternativa nacional

Há 6 horas Saúde Pacientes em riscoTCU investiga atrasos em repasses para diálise no SUS; clínicas fazem alerta

Há 16 minutos Saúde Ofensiva dos EUA’Estado 51, alguém?’: Trump sugere dar a Venezuela status de estado dos EUA

Há 3 minutos Mundo Trump diz que deportações foram longe demaisHá 3 minutosÉ hoje! 🎸🥁🎶De flopada a headliner do Lolla: as vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil

Há 2 horas Música Lolla 2026 tem 1º dia eclético com Sabrina Carpenter, Doechii e DeftonesHá 2 horasDJ Diesel: Shaquille O’Neal, lenda da NBA, é mais que um ‘DJ celebridade’Há 2 horasMudança de estação 🍂🍁Outono terá temperaturas altas e chuvas escassas; veja mapas

Há 5 horas Meio Ambiente Réu por feminicídioTenente-coronel deve ir a júri ou ser julgado pela Justiça Militar? Entenda

Há 8 minutos São Paulo Em mensagem, Geraldo Neto disse que ‘contribuía com dinheiro’Há 8 minutosAntes de pedir socorro, policial fez 8 ligações; veja para quemHá 8 minutosPhantom-01Como funciona o robô projetado para identificar alvos e usar armas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em meio a tratativa com Vorcaro, STF pode rediscutir possibilidade de PF fechar delações sozinha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 20:50

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público.

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal, ou se a participação de procuradores poderia voltar a ser necessária.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que foi transferido nesta quinta-feira para a Superintendência da PF em Brasília já para iniciar conversas com advogados sobre o que propor delatar.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público, derrotando a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master. Um pedido para reanalisar o caso poderia ser apresentado por partes envolvidas no caso Master ou pela própria PGR.

A PGR foi quem ajuizou a ação questionando a legitimidade de delegados para celebrar os acordos de colaboração. Parte dos ministros que votaram pelo direito da PF já estão aposentados, o que tornaria o placar de um novo julgamento imprevisível.

A decisão abriu as portas para a realização da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), colaboração que foi um dos principais elementos da condenação de Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado.

Aventar um novo questionamento à jurisprudência do STF também revela a preocupação dentro do STF sobre o que Daniel Vorcaro pode falar se fechar uma delação premiada e como a participação da PGR pode tornar o processo de coleta de provas da delação mais exigente.

Há ainda o temor sobre uma delação coordenada pelo relator do caso no STF, ministro Andre Mendonça, que é visto até por seus pares como favorável a delações.

Há 36 minutos Blog da Andréia Sadi CAMILA BOMFIM: Transferência facilita depoimentos e possível delaçãoHá 36 minutosNATUZA: Entenda o passo a passo da delaçãoHá 36 minutosVorcaro deve ficar em cela igual à ocupada por Bolsonaro na PF; VEJA

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi Presidente de CPMI diz que linha do STF manteve contato com Vorcaro e pede informaçãoHá 2 horasDino manda Viana explicar envio de R$ 3,6 milhões a fundação de igreja ligada a VorcaroHá 2 horasInvestigação sobre o INSSAmiga de Lulinha diz que PF errou em relatório que traz suspeita de propina

Há 1 hora Política Estratégia militarGuerra entra em nova fase com ataques a instalações de energia

Há 8 horas Mundo VÍDEO mostra ataque de Israel ao maior campo de gás natural do mundoHá 8 horasTrump diz que Israel concordou em não atacar instalações de energiaHá 8 horasCom alta no petróleo, europeus irão ajudar EUA a reabrir Estreito de Ormuz

Há 5 horas Mundo Gás dispara; petróleo bate US$ 115Há 5 horasAtaque do Irã impacta o fornecimento global de energia, diz CatarHá 5 horasDiesel e gasolina mais caros: veja como a guerra pesa no seu bolso

Há 8 horas Economia Estados devem recusar proposta de Lula de baixar ICMS do dieselHá 8 horasLula reforça pedido a governadores por redução do impostoHá 8 horasIrã diz ter alvejado caça F-35 dos EUA; avião fez pouso de emergência, segundo TV

Há 5 horas Mundo ‘Cidades de mísseis’: as fortalezas subterrâneas do IrãHá 5 horasVÍDEO: Repórter escapa por pouco de míssil durante transmissãoHá 5 horasQuestionado sobre ataque ao IrãTrump cria climão com premiê japonesa: ‘Por que não avisaram de Pearl Harbor?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em meio à nova escalada de ataques no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O dólar inicia esta quinta-feira (19) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,2578, em meio à cautela nos mercados globais diante da nova escalada de ataques à infraestrutura energética no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços do petróleo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O Irã anunciou uma nova fase da guerra, passando a mirar estruturas de energia no Golfo ligadas aos Estados Unidos, em retaliação ao ataque de Israel ao maior campo de gás do mundo em território iraniano. Ação provocou uma disparada nos preços do petróleo e do gás natural.

🔎 O Brent — referência do mercado — alcançou o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. Por volta das 8h20 desta quinta, o preço futuro do gás natural na Europa registrava alta de cerca de 16%. Mais cedo, o gás chegou a subir 35% na região.

▶️No Brasil, o governo tenta conter uma alta do diesel em ano eleitoral, em meio à disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio. A proposta é zerar o ICMS sobre a importação do combustível até o fim de maio, com metade das perdas dos estados compensada pela União.

▶️ Com poucos indicadores previstos no cenário local, os investidores voltam a atenção para as decisões de juros de outras grandes economias ao redor do mundo, como os anúncios do Banco do Japão (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).

▶️Ainda no radar estão as as decisões de juros: no Brasil, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, enquanto, nos EUA, o Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.

Em Wall Street, os índices futuros apontavam para abertura em queda, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques a ativos estratégicos do setor de petróleo.

Por volta das 9h27 (de Brasília), o Dow Jones futuro caía 0,38%, enquanto o S&P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%.

Na Europa, os mercados também operam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.

Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global.

Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).

Há 1 hora Mundo Países árabes e islâmicos condenam ataques do IrãHá 1 horaBase do Exército Drones passam sobre local onde moram secretários dos EUA

Há 3 horas Mundo Israel cria grupos no Telegram para recrutar iranianosHá 3 horasPorta-voz de Milei diz que Argentina pode dar apoio militar aos EUAHá 3 horasAno de eleiçãoA estratégia de Lula para impedir que alta do diesel chegue ao motorista

Há 47 minutos Economia Selic em 14,75%: guerra faz BC retirar projeção de novos cortesHá 47 minutosBaleada em casaPM morta: tenente-coronel preso dizia ser ‘macho alfa’; veja mensagens

Há 3 horas São Paulo Geraldo Neto é o 1º oficial da PM de SP preso por feminicídioHá 3 horasGisele não conseguiria alcançar arma em armário, diz períciaHá 3 horasJiló dos PrazeresTraficante morto no Rio ganhava percentual por cada roubo de carro

Há 3 horas Rio de Janeiro Uso de ônibus como barricadas mais que dobra no RioHá 3 horasFilho do presidentePF investiga se dinheiro desviado do INSS ajudou a pagar viagens de Lulinha

Há 11 horas Jornal Nacional Blog da Sandra CohenGuerra contra o Irã é rejeitada nos EUA, mas tem apoio sólido em Israel

Há 1 hora Blog da Sandra Cohen Sem desfeita 👞🎁Trump dá sapatos de número errado para aliados, eles usam e viram meme

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Liquidação de instituições ligadas ao Master não gerou ‘efeitos’ no sistema financeiro, mas cenário global apresenta riscos, diz BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master, ou seja, sua retirada do mercado, não gerou efeitos no âmbito do sistema financeiro nacional, pois os mecanismos de proteção existentes foram acionados, mas o cenário internacional, marcado pela guerra no Oriente Médio, segue apresentando riscos.

As avaliações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central. A reunião aconteceu em 11 e 12 de março, mas o documento foi divulgado somente nesta quinta-feira (19) pela autoridade monetária.

"Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro", diz o Banco Central, sobre a liquidação de bancos ligados ao Master.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

Enquanto a Polícia Federal investiga irregularidades no Master, nove instituições financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso, foram liquidadas. São elas:

Banco Master S/ABanco Master de Investimento S/ABanco Letsbank S/AMaster S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores MobiliáriosReag TrustWill FinanceiraBanco Pleno Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.ABanco Master Múltiplo S/A

Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, estão consumindo R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Para capitalizar novamente o FGC, o BC anunciou, no início deste mês, resolução para que os bancos direcionem o fundo recursos recolhidos dos depósitos compulsórios. A medida poderá injetar cerca R$ 30 bilhões, no decorrer de 2026, no FGC.

Na outra frente da guerra, explosões sacudiram os subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

De acordo com análise do Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, o cenário global "prospectivo" (futuro) "segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais", ou seja, subida do petróleo e mudanças no dólar, por exemplo.

"As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco", avaliou o BC.

A autoridade monetária observou, porém, que o sistema financeiro internacional tem demonstrado "resiliência", apesar de a "incerteza de política econômica" permanecer elevada.

"A materialização recente de riscos geopolíticos aumentou a volatilidade nos mercados. Até o momento, os efeitos concentram-se nos preços de commodities, sem contágio em mesma proporção para outros ativos financeiros. O regime de câmbio flutuante segue absorvendo choques e o sistema financeiro internacional segue em realocação ordenada de posições", concluiu.

Há 12 minutos Mundo Países árabes e islâmicos condenam ataques do IrãHá 12 minutosBlog da Sandra CohenGuerra contra o Irã é rejeitada nos EUA, mas tem apoio sólido em Israel

Há 4 minutos Blog da Sandra Cohen Ano de eleiçãoGoverno corre contra o tempo para evitar ‘crise do diesel’ ainda maior

Há 3 horas Economia Selic em 14,75%: guerra faz BC retirar projeção de novos cortesHá 3 horasBase do Exército Drones passam sobre local onde moram secretários dos EUA

Há 2 horas Mundo Israel cria grupos no Telegram para recrutar iranianosHá 2 horasPorta-voz de Milei diz que Argentina pode dar apoio militar aos EUAHá 2 horasBaleada em casaPM morta: tenente-coronel preso dizia ser ‘macho alfa’; veja mensagens

Há 2 horas São Paulo Geraldo Neto é o 1º oficial da PM de SP preso por feminicídioHá 2 horasGisele não conseguiria alcançar arma em armário, diz períciaHá 2 horasJiló dos PrazeresTraficante morto no Rio ganhava percentual por cada roubo de carro

Há 2 horas Rio de Janeiro Uso de ônibus como barricadas mais que dobra no RioHá 2 horasFilho do presidentePF investiga se dinheiro desviado do INSS ajudou a pagar viagens de Lulinha

Há 10 horas Jornal Nacional AnáliseSADI: o jogo de empurra no caso Master diante da delação de Vorcaro

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Liquidação de instituições ligadas ao Master não gerou ‘efeitos’ no sistema financeiro, mas cenário global apresenta riscos, diz BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master, ou seja, sua retirada do mercado, não gerou efeitos no âmbito do sistema financeiro nacional, pois os mecanismos de proteção existentes foram acionados, mas o cenário internacional, marcado pela guerra no Oriente Médio, segue apresentando riscos.

As avaliações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central. A reunião aconteceu em 11 e 12 de março, mas o documento foi divulgado somente nesta quinta-feira (19) pela autoridade monetária.

"Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro", diz o Banco Central, sobre a liquidação de bancos ligados ao Master.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

Enquanto a Polícia Federal investiga irregularidades no Master, nove instituições financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso, foram liquidadas. São elas:

Banco Master S/ABanco Master de Investimento S/ABanco Letsbank S/AMaster S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores MobiliáriosReag TrustWill FinanceiraBanco Pleno Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.ABanco Master Múltiplo S/A

Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, estão consumindo R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Para capitalizar novamente o FGC, o BC anunciou, no início deste mês, resolução para que os bancos direcionem o fundo recursos recolhidos dos depósitos compulsórios. A medida poderá injetar cerca R$ 30 bilhões, no decorrer de 2026, no FGC.

Na outra frente da guerra, explosões sacudiram os subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

De acordo com análise do Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, o cenário global "prospectivo" (futuro) "segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais", ou seja, subida do petróleo e mudanças no dólar, por exemplo.

"As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco", avaliou o BC.

A autoridade monetária observou, porém, que o sistema financeiro internacional tem demonstrado "resiliência", apesar de a "incerteza de política econômica" permanecer elevada.

"A materialização recente de riscos geopolíticos aumentou a volatilidade nos mercados. Até o momento, os efeitos concentram-se nos preços de commodities, sem contágio em mesma proporção para outros ativos financeiros. O regime de câmbio flutuante segue absorvendo choques e o sistema financeiro internacional segue em realocação ordenada de posições", concluiu.

Há 12 minutos Mundo Países árabes e islâmicos condenam ataques do IrãHá 12 minutosBlog da Sandra CohenGuerra contra o Irã é rejeitada nos EUA, mas tem apoio sólido em Israel

Há 4 minutos Blog da Sandra Cohen Ano de eleiçãoGoverno corre contra o tempo para evitar ‘crise do diesel’ ainda maior

Há 3 horas Economia Selic em 14,75%: guerra faz BC retirar projeção de novos cortesHá 3 horasBase do Exército Drones passam sobre local onde moram secretários dos EUA

Há 2 horas Mundo Israel cria grupos no Telegram para recrutar iranianosHá 2 horasPorta-voz de Milei diz que Argentina pode dar apoio militar aos EUAHá 2 horasBaleada em casaPM morta: tenente-coronel preso dizia ser ‘macho alfa’; veja mensagens

Há 2 horas São Paulo Geraldo Neto é o 1º oficial da PM de SP preso por feminicídioHá 2 horasGisele não conseguiria alcançar arma em armário, diz períciaHá 2 horasJiló dos PrazeresTraficante morto no Rio ganhava percentual por cada roubo de carro

Há 2 horas Rio de Janeiro Uso de ônibus como barricadas mais que dobra no RioHá 2 horasFilho do presidentePF investiga se dinheiro desviado do INSS ajudou a pagar viagens de Lulinha

Há 10 horas Jornal Nacional AnáliseSADI: o jogo de empurra no caso Master diante da delação de Vorcaro

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Primeiro emprego’ aos 27 anos: jovem explica viral e abre debate: existe idade para começar a trabalhar?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 04:45

Trabalho e Carreira 'Primeiro emprego' aos 27 anos: jovem explica viral e abre debate: existe idade para começar a trabalhar? Após viralizar, caso gerou críticas e levantou debate sobre informalidade, trajetória profissional e idade para começar carreira. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Um post de Matheus Tavares sobre conseguir o “primeiro emprego” aos 27 anos viralizou e gerou debate nas redes, com elogios e críticas.

Depois, ele explicou que sempre trabalhou de forma informal, mas só agora conquistou seu primeiro vínculo com uma empresa, como PJ.

A história expôs a diferença entre trabalhar e ter emprego formal, além dos desafios de quem vem da informalidade para entrar no mercado tradicional.

Especialistas afirmam que não existe mais uma idade certa para começar a carreira, já que trajetórias estão mais diversas e menos lineares.

O caso reflete mudanças no mercado de trabalho brasileiro, onde experiências fora da CLT podem virar vantagem — desde que bem apresentadas.

O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas. — Foto: X/ Reprodução

"Hoje é um dia especial. Pela primeira vez, nos meus 27 anos, consegui meu primeiro emprego".

O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas. A mensagem emocionada, escrita no primeiro dia de trabalho, rapidamente viralizou.

Mas, entre elogios e mensagens de apoio, também surgiram críticas: "Me pergunto como tu chegou nessa idade sem se sentir um completo inútil", escreveu um usuário.

Diante da repercussão, Matheus voltou às redes para explicar o que não havia dito no primeiro post. Não se tratava de nunca ter trabalhado. Ao contrário: ele construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais.

Já foi office-boy, fotógrafo, garçom, vendedor, corretor, motoboy, motorista de aplicativo, mecânico, camelô, trabalhou com manutenção de celulares e chegou a abrir pequenos negócios.

Ao g1, ele detalhou: o 'primeiro emprego" a que se referia era, na verdade, o primeiro vínculo com uma empresa — ainda que não seja no regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

“Aos 27 anos, nunca fui CLT. Mas agora tenho meu primeiro emprego formal, meu primeiro cargo, meu primeiro vínculo com uma empresa. Antes eu tinha trabalhos. Agora tenho um emprego”, resume.

Segundo Matheus, a oportunidade como engenheiro de software surgiu por meio de um contrato como pessoa jurídica (PJ) em uma empresa de São Paulo (SP).

CLT: profissional contratado com carteira assinada, possui vínculo empregatício e tem acesso a direitos como férias, 13º salário e FGTS.PJ: contratado como pessoa jurídica, atua como prestador de serviços, emite nota fiscal e não tem vínculo empregatício nem benefícios previstos na CLT.

Mas, apesar da explicação de Matheus, a repercussão já havia tomado grandes proporções. O tweet — acompanhado da foto no primeiro dia de trabalho — viralizou e extrapolou a história individual.

A discussão ganhou novos contornos: existe idade certa para começar a trabalhar? Profissionais sem vínculo formal são mal vistos? É possível construir carreira fora da CLT? Mudar de área depois dos 25 anos é arriscado?

Em um Brasil em que 38,5 milhões de pessoas ainda vivem na informalidade, segundo dados recentes do IBGE, e com o envelhecimento da população em andamento, histórias como a de Matheus ajudam a iluminar uma transformação mais profunda no mercado de trabalho.

Antes de chegar à tecnologia, Matheus percorreu um caminho irregular. Começou cedo: aos 14 e 15 anos, conciliava escola, cursinho e trabalho como office-boy no centro de São Paulo.

Na época, queria seguir carreira militar, mas não conseguiu aprovação antes de atingir o limite de idade. Depois disso, vieram mudanças de cidade, trabalhos diversos e dificuldade para acessar o mercado formal.

Em Canoas (RS), atuou como motoboy, teve os primeiros contatos com tecnologia e chegou a abrir uma loja de manutenção. Mais tarde, voltou a dirigir por aplicativo. Com problemas no carro e sem dinheiro para consertos, aprendeu mecânica por conta própria, o que acabou virando profissão por um período.

Ao longo desses anos, Matheus afirma que nunca deixou de trabalhar. Mas também nunca teve um vínculo formal.

O momento atual do mercado também influencia esse movimento, explica o economista Bruno Imaizumi. O desemprego atingiu o menor nível da série histórica do IBGE ano passado, indicando maior abertura de vagas.

"No momento em que o Brasil se encontra (mercado de trabalho aquecido), todos os tipos de ocupação vem ganhando força, especialmente com carteira assinada e conta própria. Nos últimos anos, vimos o avanço da formalização do mercado de trabalho, mas ainda há muito para melhorar".

Entre elogios e mensagens de apoio, post de Matheus Tavares também surgiram críticas — Foto: X/ Reprodução

O cenário exposto por Imaizumi ajuda a explicar por que trajetórias como a de Matheus são mais comuns do que parecem — e abre espaço para um debate que foi além do caso individual: afinal, ainda faz sentido falar em uma idade “certa” para começar uma carreira?

Para o economista, a resposta passa por mudanças estruturais que vêm redesenhando o mercado de trabalho.

O envelhecimento da população, o maior tempo dedicado aos estudos e a transformação do próprio conceito de carreira ajudam a explicar por que entradas mais tardias no mercado formal deixaram de ser exceção.

"Hoje, buscamos pessoas com maior qualificação por meio do estudo. Há também diferenças no que significa sucesso profissional para um jovem de hoje em comparação com duas gerações atrás. Antes, sucesso estava ligado a fazer carreira em uma única empresa. Hoje, isso não é mais verdade".

A avaliação é compartilhada pelo professor Edgard Rodrigues. Segundo ele, a ideia de um “timing ideal” perdeu força diante de trajetórias cada vez mais diversas.

“As carreiras estão menos lineares, e o momento de entrada não define o potencial do profissional”, afirma.

Na prática, isso significa que começar mais tarde não é, necessariamente, um problema — desde que haja preparo.

Para Daniel Consani, CEO do Top RH, o mercado já começou a absorver essa mudança. “As pessoas entram, saem, mudam de área, empreendem. O que conta hoje não é quando você começou, mas o quanto está preparado agora", afirma.

Matheus Tavares construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais. — Foto: Matheus Tavares

A história de Matheus também expõe uma distinção importante — e muitas vezes invisível: a diferença entre trabalhar e ter um emprego formal.

Durante anos, ele acumulou experiências, responsabilidades e aprendizados. Ainda assim, enfrentou barreiras ao tentar acessar o mercado formal, especialmente em processos seletivos.

A dificuldade revela um desafio comum a quem vem da informalidade: transformar experiência prática em algo reconhecido pelas empresas. Segundo Rodrigues, esse filtro ainda existe, mas vem mudando.

“Empresas mais modernas estão migrando para modelos de recrutamento que focam mais em competências reais do que no histórico formal”, explica.

Consani reforça que essa mudança já é perceptível no dia a dia do recrutamento. “A ausência de carteira assinada pode gerar questionamentos, mas não é mais um impeditivo. O que pesa é a consistência e a capacidade de gerar resultado.”

Se antes a informalidade era vista como fragilidade, hoje ela pode se transformar em vantagem competitiva — dependendo de como o profissional apresenta sua trajetória.

“Quem trabalhou como PJ, freelancer ou em aplicativos desenvolveu habilidades como autonomia, gestão do tempo e relação com o cliente”, afirma Consani.

Rodrigues complementa que até experiências consideradas simples podem gerar repertório relevante. O ponto central está na capacidade de traduzir essas vivências para a linguagem do mercado. Ou seja, mais do que listar atividades, é preciso mostrar impacto: o que foi feito, como foi feito e quais resultados foram alcançados.

A repercussão do caso também evidenciou um julgamento ainda presente: a ideia de que quem não seguiu uma trajetória tradicional está "atrasado".

Para os especialistas, esse tipo de visão persiste, sobretudo em ambientes mais conservadores. Mas vem perdendo espaço. “Empresas mais competitivas já perceberam que trajetórias diferentes contribuem para inovação”, diz Consani.

Rodrigues acrescenta que novas gerações tendem a reduzir esse tipo de preconceito, inclusive em relação à idade e ao tempo de carreira. “Não adianta ter experiência se você não consegue organizá-la e comunicá-la”, ressalta Rodrigues.

Consani concorda que o problema, muitas vezes, não está na trajetória, mas na forma como ela é apresentada. “Não é sobre quanto tempo você levou, mas sobre o que construiu nesse tempo.”

Para ele, assumir a própria história, estruturar uma linha de evolução e destacar aprendizados e resultados pode mudar completamente a percepção do recrutador.

Há 10 horas Economia BC dos EUA mantém juros inalterados em meio à guerraHá 10 horasFilho do presidentePF investiga se dinheiro desviado do INSS ajudou a pagar viagens de Lulinha

Há 6 horas Jornal Nacional 🎧 PodcastO ASSUNTO: as ações e reações do STF e como influenciam na credibilidade

Há 1 hora O Assunto Conflito no Oriente MédioTrump avalia enviar mais tropas e considera operação terrestre no Irã, diz agência

Há 4 horas Mundo Serviço de inteligência de Israel cria grupos para recrutar iranianos em meio à guerraHá 4 horasFogo e banheiros entupidos tiram maior porta-aviões do mundo da guerraHá 4 horasBombardeios israelenses atingem maior campo de produção de gás natural do mundo

Há 4 horas Jornal Nacional Trump nega envolvimento dos EUA e do Catar em ataqueHá 4 horasAtaque iraniano volta a acertar campo de gás no Catar; SIGAHá 4 horasEsperando pedido de TrumpPorta-voz de Milei diz que Argentina pode dar apoio militar aos EUA no Irã

Há 1 hora Mundo Costa Rica expulsa diplomatas cubanos: ‘é preciso limpar o hemisfério de comunistas’Há 1 horaDrones passam sobre local onde moram os secretários do Estado e da Defesa dos EUA

Há 2 horas Mundo FBI investiga diretor dos EUA que criticou a guerra ao renunciar, diz siteHá 2 horasViolência’Você enfiou a mão na minha cara’, disse PM a marido dias antes de morrer

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Selic recua para 14,75%, mas Copom não projeta novos cortes em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 19:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.

Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio.

Ainda assim, o comitê entende que a decisão de cortar a Selic "é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante".

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. É o primeiro corte desde maio de 2024.

Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.

"No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", diz o Copom.

O conflito tem pressionado o preço do petróleo para mais de US$ 100 por barril, elevando os preços dos combustíveis no país. O BC reforçou que a guerra no Oriente Médio afeta a cadeia global de suprimentos e os preços de commodities, o que influencia a inflação no Brasil.

Por isso, o comitê decidiu aguardar novos desdobramentos para avaliar quanto tempo o conflito vai durar e quais serão seus efeitos sobre a economia.

"Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio", diz o comunicado.

Mesmo assim, o Copom iniciou o ciclo de cortes porque o período prolongado de juros altos já mostrou efeitos na desaceleração da economia. Agora, o comitê indica que pode ajustar o ritmo dos cortes conforme novas informações tragam mais clareza sobre o conflito.

O comitê entende que a decisão de cortar a Selic "é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego".

Lucas Sigu, sócio-fundador da Ciano Investimentos, afirma que a decisão indica que o Banco Central está mais confortável com o comportamento da inflação, mas ainda atua com cautela.

"A guerra pode se prolongar, o que pode frear os planos do Copom de continuar cortando a Selic de forma mais intensa. Isso porque tensões no Oriente Médio e no mercado de commodities tendem a pressionar custos e juros no mundo", diz.

"Se, por outro lado, o conflito perder força e o risco geopolítico diminuir, é provável que a economia brasileira consiga levar a inflação para perto da meta de 3,3% no terceiro trimestre de 2027, mantendo juros mais baixos por mais tempo."

Para Bruna Centeno, economista da Blue3 Investimentos, o principal ponto a monitorar será o aumento dos preços dos combustíveis e os efeitos ao longo da cadeia.

Ela aguarda a ata do Copom, que deve trazer mais detalhes na próxima semana, sobre a possibilidade de manter cortes de 0,25 ponto ou adotar ajustes mais graduais. "Em relação à postura, vimos um comitê alinhado na estratégia, com a maioria defendendo o início dos cortes de 0,25 ponto. Não houve muitas surpresas", afirmou.

Há 1 hora Economia BC dos EUA mantém juros inalterados em meio à guerraHá 1 horaTrump ameaça deixar aliados resolverem bloqueio do Estreito de Ormuz sozinhosHá 1 horaViolência’Você enfiou a mão na minha cara’, disse PM a marido dias antes de morrer

Há 2 horas São Paulo Justiça torna tenente-coronel réu por feminicídio e fraude processualHá 2 horas13 pontos e fotos da perícia que embasaram a prisão de tenente-coronel

Há 4 horas São Paulo Nascido em Taubaté e há mais de 20 anos na PM: quem é o réuHá 4 horasPolicial preso chamava esposa de ‘burra’ e dizia que ‘lugar de mulher é em casa’

Há 30 minutos São Paulo Tenente-coronel é recebido com abraço de policial em presídio; VÍDEOHá 30 minutosDecisão liminarFux suspende regras de eleição indireta para governador do Rio de Janeiro

Ministro barrou a previsão de voto aberto na escolha do eventual substituto de Cláudio Castro (PL).

Há 35 minutos Eleições 2026 no Rio de Janeiro Caso MasterAdvogado de Vorcaro procurou PF para tratar de delação premiada

Há 4 horas Política Mendonça atende pedido da PF e prorroga inquérito do Master por 60 diasHá 4 horasBlog da Julia DuailibiPF investiga se dados de Vorcaro foram copiados em HD externo

Há 6 horas Blog da Julia Duailibi Diretor da PF vê ‘ataques covardes’ e diz que Master será apurado até o fimHá 6 horasComo prints de notas criaram rastros de conversa entre Vorcaro e MoraesHá 6 horasProteção das crianças nas redesLula assina decretos que regulamentam ECA Digital; veja principais pontos

Há 3 horas Política ECA Digital: sites pornôs seguem sem checar idade; redes ‘tentam adivinhar’Há 3 horasSão PauloDeputada do PL faz ‘blackface’ em discurso na Alesp contra mulheres trans

0

PREVIOUS POSTSPage 14 of 24NEXT POSTS