RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Argentina reduz impostos sobre trigo e cevada para aliviar margens agrícolas apertadas, diz bolsa de grãos de Rosário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 15:48

Agro Argentina reduz impostos sobre trigo e cevada para aliviar margens agrícolas apertadas, diz bolsa de grãos de Rosário Governo argentino disse que taxa sobre grãos cairá de 7,5% para 5,5%. Impostos na exportação de soja também poderiam ser reduzidos gradualmente a partir de janeiro de 2027. Por Reuters

O corte planejado pela Argentina nos impostos de exportação sobre o trigo e a cevada dará aos agricultores algum alívio ao tomarem as decisões finais de plantio para a temporada 2026/27, informou a bolsa de grãos de Rosário nesta sexta-feira (22), depois que o presidente Javier Milei anunciou as medidas um dia antes.

O governo disse que a taxa de imposto sobre ambas as culturas cairá de 7,5% para 5,5% a partir de junho.

A bolsa de Rosário estimou que a medida elevaria os preços de compra do trigo em cerca de 2,2% a 2,3%, ou aproximadamente US$4,8 a US$4,9 por tonelada métrica, ajudando a compensar os custos mais altos de combustível, fertilizantes e frete que atingiram as margens dos produtores.

A medida ocorre no momento em que começa o plantio dos grãos de inverno da Argentina. Em meados de maio, dados oficiais mostravam que a semeadura de trigo estava em andamento em Entre Rios, Tucumán, Catamarca e Santiago del Estero, enquanto o plantio de cevada havia avançado em partes de Buenos Aires e outras áreas.

Milei disse na quinta-feira que os impostos sobre a exportação de soja também poderiam ser reduzidos gradualmente a partir de janeiro de 2027.

A Argentina é um grande exportador global de trigo e o maior exportador mundial de produtos processados de soja.

Há 1 hora Mundo Como será o monumento de Trump que promete ser o maior do mundoHá 1 horaLei da Ficha LimpaCármen Lúcia vota para derrubar redução de pena de políticos cassados

Há 4 horas Política Imposto de RendaReceita abre consulta ao 1º lote de restituição do IR; veja como fazer

Há 6 horas Imposto de Renda Ficou de fora do 1º lote? Veja o calendário dos próximosHá 6 horasSuspeita de elo com PCCDefesa de Deolane cita filho de 9 anos e pede prisão domiciliar

Há 6 minutos São Paulo ‘Trabalhando’, diz Deolane ao ser questionada se lavava dinheiroHá 6 minutosAdvogada e influencer chega à Penitenciária Feminina no interior de SPHá 6 minutosCopa do MundoImpressão ruim, preço baixo: como identificar figurinhas falsas da Copa?

Há 55 minutos Rio de Janeiro Polícia apreende 200 mil figurinhas falsificadas em Nova IguaçuHá 55 minutosBoa sorte! 💰🍀🤞🏽Mega-Sena 30 anos: como jogar no concurso especial de R$ 300 milhões

Há 5 horas Loterias Tragédia no trânsito’Realizaram o sonho antes de partir’, diz mãe de jovem recém-casada morta

Há 3 horas Campinas e Região Paola morreu junto com o marido; veja quem eramHá 3 horasInterior de SPPai pede pra filha se despedir da mãe antes de capotar carro em rodovia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Elon Musk fica US$ 86 bilhões mais rico em meio a expectativa por IPO da SpaceX

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 08:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

A fortuna estimada de Elon Musk aumentou em US$ 45 bilhões e atingiu o recorde de US$ 722 bilhões na quinta-feira (21), após a divulgação do prospecto do IPO da SpaceX trazer novas informações sobre as finanças pessoais do bilionário. Nesta sexta-feira, o patrimônio continuou avançando e já é estimado em US$ 808 bilhões, segundo a Forbes.

Há 3 horas Jornal Nacional Defesa pede ao STF que Vorcaro seja transferido para a PapudinhaHá 3 horasReceita FederalConsulta ao 1° lote de restituição do IR abre hoje; veja como fazer

Há 8 horas Imposto de Renda Ficou de fora do 1º lote? Veja o calendário dos próximosHá 8 horasSuspeita de lavagem de dinheiro do PCCDeolane processou banco após irmã ser impedida de sacar R$ 1 milhão

Há 2 horas São Paulo Após polícia identificar depósitos, Deolane fez BO por uso de dadosHá 2 horasEntenda a investigação sobre lavagem de dinheiro do PCCHá 2 horasInfluencer está presa no maior presídio feminino de SP, que tem superlotação

Há 20 minutos São Paulo Deolane teve carros apreendidos e R$ 27 milhões bloqueadosHá 20 minutosComo a advogada tem Cadillac se a marca não vende no Brasil?Há 20 minutosPrograma de renegociaçãoPor que total de endividados aumentou desde a 1ª versão do Desenrola?

Há 51 minutos Economia Datafolha: 68% dos endividados acham que vão se beneficiarHá 51 minutosSem previsão no SUSA pílula que dobrou a sobrevida de pacientes com câncer no pâncreas

Há 2 horas Saúde Atividade física promove ‘limpeza’ do cérebro, diz estudoHá 2 horasPacientes perderam até 32 kg com nova caneta contra obesidadeHá 2 horasSurto no Congo e UgandaRisco de Ebola chegar ao Brasil é baixo; veja perguntas e respostas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desenrola 2.0: por que o total de endividados aumentou desde a primeira versão do programa?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 05:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

Com o endividamento das famílias em níveis recordes, o governo federal voltou a apostar em um programa já conhecido para tentar conter um problema persistente no país.

Relançado no início de maio, o Novo Desenrola Brasil (ou Desenrola 2.0) chega a poucos meses das eleições presidenciais, em um momento no qual o Palácio do Planalto busca fortalecer pautas com impacto direto no bolso da população diante de um cenário político desafiador no Congresso.

Dois anos após o encerramento do último programa de renegociação de dívidas, em maio de 2024, o país registrou um aumento de 10,3 milhões de inadimplentes, chegando ao total de 82,8 milhões.

Em entrevistas recentes, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, atribuiu a alta da inadimplência a um “efeito sanfona”.

Segundo ele, o fenômeno foi provocado pelas oscilações da taxa básica de juros da economia, a Selic, e pelos impactos ainda persistentes da pandemia de Covid-19, período em que o desemprego subiu e a renda estagnou.

"Passamos por um período, especialmente durante a pandemia, sem reajuste de renda e com desemprego elevado. Muitas pessoas ficaram impossibilitadas de trabalhar e acabaram se endividando", afirmou Durigan em entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, neste mês.

Especialistas, porém, avaliam que o programa teve efeito limitado e temporário, sendo visto por parte do mercado como um “fracasso”, e que o problema vai além dos juros altos.

O avanço da inadimplência envolve uma combinação de inflação persistente (especialmente nos alimentos), custo de vida elevado, renda insuficiente, crédito caro e falta de educação financeira.

Como o g1 mostrou, esse cenário ainda persiste em 2026. Apesar da melhora recente no mercado de trabalho, a geração de vagas não foi suficiente para recompor o poder de compra, nem o aumento da renda média foi capaz de conter a inadimplência persistente.

“O juro nada mais é do que o custo do dinheiro. Se o dinheiro está caro, tende a haver mais inadimplência”, afirma o economista Tiago Velloso. “Mas esse não é o único fator.”

Segundo ele, o cenário pós-Desenrola 1 combinou problemas herdados da pandemia com novas questões da economia mundial. Conflitos no Oriente Médio e a guerra na Ucrânia elevaram os preços do petróleo e pressionaram a inflação global, retardando a queda dos juros no Brasil.

A especialista em finanças Milene Dellatore, sócia-diretora do Grupo Mide, também chama a atenção para a rápida digitalização do sistema financeiro, que ampliou o acesso ao crédito fácil sem o devido preparo da população.

“O país conseguiu uma digitalização rápida, mas isso não veio acompanhado de educação financeira. O acesso ao crédito aconteceu antes de as pessoas estarem preparadas”, diz.

Focado em dívidas negativadas entre 2019 e 2022 e valor atualizado inferior a R$ 20 mil, o primeiro Desenrola (maio de 2023 a março de 2024) foi considerado um sucesso pelo Ministério da Fazenda.

✅ De acordo com o Censo Nacional do programa, cerca de 14,8 milhões de pessoas foram beneficiadas,💰Ao todo, foram R$ 53,2 bilhões em acordos e descontos que passaram de 90% para pagamentos à vista.💳 As renegociações — feitas majoritariamente pelo celular, lideradas por mulheres e pelo público de 35 a 44 anos — focaram em dívidas bancárias e de cartão de crédito. 📉 Entre o público elegível, a inadimplência caiu 8,7%, segundo o governo federal.

Na faixa 1, o programa atendia pessoas com renda de até 2 salários mínimos ou inscritas no Consultar dados do Cadastro Único (CadÚnico), com dívidas de pequeno valor. Na faixa 2, o programa atendia pessoas com renda de até R$ 20 mil por mês, com dívidas em bancos.

Empresas do setor também sentiram o reflexo positivo na época. Na Recovery, empresa especializada em recuperação de créditos, cerca de 500 mil dívidas bancárias foram quitadas no período. Foram 290,4 mil acordos firmados, beneficiando 278 mil clientes.

Helena Passos, head de dados e planejamento da empresa, destaca que o programa permitiu que milhões de brasileiros retomassem a vida financeira: “Observamos uma demanda reprimida de consumidores dispostos a regularizar suas dívidas quando encontram condições adequadas”.

O endividamento geral medido pela pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passou de 76,9%% em outubro de 2023 para 78,8% em março de 2024, enquanto a inadimplência geral recuou apenas 0,5 ponto percentual, indo de 29,7%% para 28,6%. Na mesma linha, o volume de inadimplentes mensurado pela Serasa subiu de 71,95 milhões em outubro de 2023 para 72,54 milhões de pessoas ao fim da primeira edição, em maio de 2024, o que representa cerca de 590 mil pessoas a mais nessa situação, mesmo com uma queda de 1,20% em relação ao mês anterior.

Ou seja, após o encerramento do programa, grande parte da renda das famílias continuou sendo consumida por gastos básicos como alimentação, moradia e transporte, empurrando muitos brasileiros de volta para a inadimplência.

O ministro da Fazenda, Dário Durigan, na apresentação do Desenrola 2.0 — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Novo Desenrola Brasil prioriza famílias de menor renda, voltado a pessoas que ganham até cinco salários mínimos. Na nova fase, as instituições financeiras também passam a “desnegativar” dívidas de até R$ 100.

Para o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o relançamento do programa responde ao avanço da inadimplência após o fim da primeira edição. A estratégia atual é alinhar as renegociações a uma nova expectativa de ciclo de corte nas taxas de juros.

Em um primeiro balanço da nova edição do programa nesta quinta-feira (21), Durigan afirmou que, no eixo do programa para famílias, foram mais 449 mil dívidas quitadas à vista com um desconto médio de 85% sobre o valor devido. Do somatório de um R$ 1 bilhão, foram pagos R$ 154 milhões.

Além disso, o ministro afirmou que 685,5 mil dívidas foram refinanciadas, também com desconto de 85%. De R$ 9 bilhões, foi refinanciado R$ 1,3 bilhão em dívidas. (veja o balanço completo aqui)

Segundo ele, a primeira edição do Desenrola teve impacto, mas perdeu força com a alta dos juros. “A gente deu um primeiro tratamento, mas não foi suficiente porque os juros voltaram a crescer. Mas o ideal é que isso seja pontual, não recorrente. As pessoas têm que pagar suas dívidas”, declarou.

Analistas, porém, avaliam que o efeito do programa é limitado sem mudanças estruturais. Eles apontam a educação como um dos principais fatores de longo prazo para reduzir o endividamento.

“Esse talvez seja o principal gargalo, o mais difícil de implementar, mas o mais importante”, disse o economista Tiago Velloso, ao defender a ampliação da educação básica e financeira.

Ele também destaca o papel da renda no processo. Para ele, a criação de empregos não é suficiente sem aumento do rendimento médio e redução da informalidade.

“Programas como o Desenrola são importantes como incentivo, mas, isoladamente, não resolvem o problema. Sem mudanças estruturais, acabam apenas reinserindo as pessoas no sistema financeiro, o que pode levar a novos ciclos de endividamento”, afirmou.

Há 10 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 10 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 10 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 12 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 12 horasFraude bancáriaApós 6 meses da liquidação do Master, R$ 2 bilhões ainda não foram resgatados

Há 2 horas Jornal Nacional Defesa pede ao STF que Vorcaro seja transferido para a PapudinhaHá 2 horasIdentificação de golpistasBig techs terão de guardar por 1 ano dados de quem faz anúncio online

Há 5 horas Política 🎧 PodcastO ASSUNTO: casamento infantil e o horror das mulheres afegãs sob o Talibã

Há 3 horas O Assunto Sem previsão no SUSO remédio que dobrou a sobrevida de pacientes com câncer no pâncreas

Há 3 minutos Saúde Atividade física promove ‘limpeza’ do cérebro, diz estudoHá 3 minutos35 anos da vinheta 📺De Senna à Marília Mendonça: as coberturas marcantes do Plantão da Globo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Produtores travam vendas de café apesar da expectativa de safra recorde para 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 03:46

Agro Produtores travam vendas de café apesar da expectativa de safra recorde para 2026 Consultorias projetam que o país deverá colher mais de 70 milhões de sacas de 60 kg neste ano, enquanto a estatal Conab também vê um recorde produtivo. Por Reuters

Consultorias projetam que o Brasil deverá colher mais de 70 milhões de sacas de 60 kg neste ano, enquanto a estatal Conab também vê um recorde produtivo — Foto: Crédito: Divulgação.

Com colheita em fase inicial, produtores de café arábica de Minas Gerais não acreditam que a safra de 2026 vai superar o recorde de 2020, diferentemente do que apontam alguns analistas e comerciantes.

Representantes de cooperativas do sul de Minas e do Cerrado afirmam ainda que, em meio a expectativas de uma grande safra no país — maior exportador global –, há uma diferença grande entre o que os compradores internacionais querem pagar e o que pedem os cafeicultores, travando os negócios.

Consultorias projetam que o Brasil deverá colher mais de 70 milhões de sacas de 60 kg neste ano, enquanto a estatal Conab também vê um recorde produtivo, ainda que considere uma máxima histórica em patamar mais baixo.

Até 2026, 2020 era visto como o ano com maior produção. Mas, enquanto o produto da safra atual não estiver no armazém, cooperativas não pensam assim.

"O melhor ano para nós foi 2020 e não vemos este ano superar 2020 de forma nenhuma. Acreditamos mais ele ser perto de 2024 ou 2023, que foram anos bons", disse Jacques Miari, presidente da Cocatrel, com sede em Três Pontas, no sul de Minas Gerais, principal região do arábica no Brasil.

"2020 foi o ano fabuloso, em que tudo aconteceu de bom. Condição climática, trato de lavoura, bianualidade positiva, tudo aconteceu em 2020", disse à Reuters o representante da Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do Brasil, durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

Joaquim Frezza, gestor comercial da Coocacer, com sede em Araguari, no Cerrado Mineiro, disse que o início da colheita confirma a expectativa de boa produção, mas não deve superar 2020. "Acho que vai equiparar", declarou.

Luiz Fernando dos Reis, superintendente comercial da Cooxupé, maior cooperativa e exportadora de café do Brasil, disse que há projeções de recorde para a produção brasileira somando-se os volumes de grãos arábica e de robusta.

"No arábica, só no arábica, a gente não está vendo um número de produção maior do que 2020 ainda", disse Reis.

Enquanto a safra ainda está no início, ele disse que a Cooxupé está mantendo suas previsões de recebimento e exportação.

A Cooxupé projeta exportações de 4,4 milhões de sacas de café em 2026, o que seria uma queda de 500 mil sacas em relação ao ano passado, já que os embarques mais fortes esperados para o segundo semestre não seriam suficientes para compensar a queda registrada na primeira parte do ano, quando os estoques estavam baixos.

O recebimento de café esperado pela Cooxupé está em 6,8 milhões de sacas, o que seria um aumento de cerca de 800 mil sacas ante 2025.

"A gente pode sim, de repente, ter condições de receber um pouco mais de café. Mas nós não mudamos ainda…", disse o superintendente, lembrando que a Cooxupé já recebeu 8 milhões de sacas em 2020.

"Mesmo não sendo recorde no arábica, é uma safra muito boa. O que está acontecendo hoje é que os negócios ainda não estão prontos. O comprador ainda está esperando, aguardando a entrada desse fluxo comercial", disse Reis.

Ele comentou que o produtor está "muito devagar nas vendas ainda", após ter vendido o café a valores mais altos.

Para representantes da Cocatrel, há atualmente um descompasso no preço de exportação e no valor que o produtor está querendo no seu café.

"Hoje o mercado está muito travado no caso de exportações. Nós estamos trabalhando mais no mercado interno, as exportações hoje não estão fazendo muito sentido", disse Miari, presidente da cooperativa de Três Pontas.

Chico Pereira, gerente de comercialização da Cocatrel, disse que a cooperativa recebeu no evento em Santos comerciantes que negociam milhões de sacas, mas os negócios ainda estão em compasso de espera.

Os diferenciais de preços em relação à cotação da bolsa de Nova York estão muito distantes entre compradores e vendedores, confirmou Pereira.

"No preço que eu estou pagando ao produtor hoje tenho que vender a mais de 60 (centavos de dólar por libra-peso). Aí você vê a oferta: mais 5, mais 10. Então dá uma diferença de 50 centavos", disse ele.

Pereira comentou que, nessa situação, o mercado está parado. "Não tem como performar, não tem como exportar agora… O 'bid' que eu recebo de fora eu não consigo comprar e exportar com a margenzinha que eu preciso."

Apesar da grande colheita esperada, essa disputa seguirá, disse Pereira, em momento em que muitos produtores conseguem segurar vendas após se capitalizarem com preços recordes em anos recentes.

Há 8 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 8 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 8 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 10 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 10 horasFraude bancáriaApós 6 meses da liquidação do Master, R$ 2 bilhões ainda não foram resgatados

Há 14 minutos Jornal Nacional Defesa pede ao STF que Vorcaro seja transferido para a PapudinhaHá 14 minutosIdentificação de golpistasBig techs terão de guardar por 1 ano dados de quem faz anúncio online

Há 3 horas Política 🎧 PodcastO ASSUNTO: casamento infantil e o horror das mulheres afegãs sob o Talibã

Há 4 horas libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 4 horasPreço dinâmico e inflacionadoCopa vai ter ingresso de até R$ 55 mil na final e já é a mais cara da história

Há 6 horas Jornal Nacional Já vendeu todas as repetidasMãe conta que gastou R$ 11,2 mil em 14 mil figurinhas da Copa em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desenrola 2.0: ministro da Fazenda diz que um milhão de pessoas já foram beneficiadas pelo programa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,991-0,26%Dólar TurismoR$ 5,200-0,04%Euro ComercialR$ 5,802-0,3%Euro TurismoR$ 6,051-0,22%B3Ibovespa178.100 pts0,42%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que mais de um milhão de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola 2.0. O balanço do ministro foi divulgado nesta quinta-feira (21).

Segundo Durigan, no eixo do programa para famílias, foram mais 449 mil dívidas quitadas à vista com um desconto médio de 85% sobre o valor devido – do somatório de um R$ 1 bilhão, foram pagos R$ 154 milhões.

Além disso, o ministro afirmou que 685,5 mil dívidas foram refinanciadas, também com desconto de 85%. De R$ 9 bilhões, foi refinanciado R$ 1,3 bilhão em dívidas.

De acordo com o ministro, foram 34 mil contratos refinanciados do Fies até 19 de maio. O valor original era de R$ 2 bilhões e, com umdesconto médio de 80%, as operações refinanciadas totalizam R$ 410 milhões.

Em relação ao desenrola Empresas, no Programa Nacional de Apoio a Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), já foram feitas 31 mil operações, que totalizam R$ 5,1 bilhões. 

No Proced, voltada para MEIs e microempresas, o programa já realizou 9.703 operações, no valor de R$ 396 milhões.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. O governo também fará um novo aporte de até R$ 5 bilhões.

Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online, assim como os

"Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", declarou o presidente.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.

Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20) — Foto: Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo

Senador diz que pagamento ocorreu após venda de terreno e que, à época da transação, tinha participação inferior a 1%.

Há 3 horas Política Dinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e libera verbas a cidades em período eleitoral

Há 1 hora Política Número de eleitores brasileiros no exterior quadruplica em 16 anosHá 1 horaBlog do Valdo CruzTrump convidou Flávio Bolsonaro para reunião nos EUA, dizem aliados

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz VALDO: equipe de Lula quer Flávio ‘ferido’, mas ainda candidatoHá 2 horasImpasse Cobrado por senadores, Alcolumbre se nega a ler pedido para criar CPI do Master

Há 2 horas Política SADI: PGR ainda avalia delação de Vorcaro; PF e entorno de Mendonça veem ‘vexame’Há 2 horasTensão entre os paísesDrones e jatos militares dos EUA são observados perto de Cuba

Há 23 minutos Mundo Raúl pode ter pena de morte se for julgado nos EUA? EntendaHá 23 minutosOs paralelos entre o indiciamento de Raúl e a captura de MaduroHá 23 minutosAjuda a endividadosNovo Desenrola já beneficiou um milhão de pessoas, diz ministro

Há 2 horas Política Correção: ONG de produtora de filme de Bolsonaro apresentou R$ 4 milhões em notas canceladas ou para si própria à Prefeitura de SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Reino Unido firma acordo comercial de US$ 5 bilhões com países do Golfo em meio à guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 14:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%Oferecido por

O acordo comercial entre o Reino Unido e o Conselho de Cooperação do Golfo superou as expectativas, atingindo um valor estimado em US$ 5 bilhões anuais.

O tratado prevê a eliminação de 93% das tarifas do CCG sobre produtos britânicos, com dois terços dessas taxas removidas assim que o acordo entrar em vigor.

Setores como automotivo, aeroespacial, eletrônico e de alimentos e bebidas no Reino Unido devem ser os mais beneficiados pela isenção de tarifas.

O pacto mantém o acesso britânico ao mercado de serviços do CCG, permitindo expansão e o desenvolvimento dos setores de serviços dos países do Golfo.

Apesar de não incluir menções a direitos humanos, o acordo introduz regras de proteção ao investidor, permitindo ações contra o governo britânico.

Bandeiras do Reino Unido em frente ao Big Ben, em foto de junho de 2022 — Foto: AP Photo/Frank Augstein

O governo do Reino Unido afirmou nesta quarta-feira (20) que fechou um acordo comercial com o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), com valor estimado em cerca de US$ 5 bilhões (R$ 25,2 bilhões) por ano no longo prazo.

A expectativa é que o tratado aprofunde os laços econômicos de Londres com aliados da região. O CCG é composto por Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

O acordo surge após ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em fevereiro, que aumentaram as tensões na região e pressionaram o fornecimento de energia e alimentos.

"Em um momento de crescente instabilidade, o anúncio de hoje envia um sinal claro de confiança, dando aos exportadores do Reino Unido a certeza de que precisam para planejar o futuro", afirmou o ministro do comércio britânico, Peter Kyle.

O governo britânico afirmou que o acordo superou a estimativa anterior, de 1,6 bilhão de libras (US$ 2,1 bilhões ou R$ 10,8 bilhões). O aumento veio após o tratado ir além das expectativas em termos de liberalização comercial e compromissos com o setor de serviços.

O acordo eliminará 93% das tarifas do CCG sobre produtos britânicos — o equivalente a cerca de 580 milhões de libras (US$ 777 milhões ou R$ 3,9 bilhões) em taxas ao longo de 10 anos. A expectativa é que dois terços dessas tarifas sejam removidos assim que o acordo entrar em vigor.

O governo afirmou que os setores automotivo, aeroespacial, eletrônico e de alimentos e bebidas devem estar entre os mais beneficiados, com produtos como cereais, queijo cheddar, chocolate e manteiga isentos de tarifas.

Em contrapartida, o Reino Unido reduziu tarifas para os países do Conselho de Cooperação do Golfo, embora as principais exportações desses parceiros — petróleo e gás — já sejam isentas.

Na área de serviços, o Reino Unido manteve as regras atuais de acesso ao mercado do CCG, permitindo que empresas sigam expandindo sem novas barreiras. Os países do Golfo também poderão desenvolver seus próprios setores com o acordo.

O acordo não altera nem enfraquece os padrões britânicos de proteção ambiental ou de dados e não inclui menções a direitos humanos, segundo o governo. Ativistas haviam alertado para riscos nessa área.

Tom Wills, diretor do Trade Justice Movement, afirmou que "ao não incluir proteções de direitos humanos no acordo, o Reino Unido deu um passo moral para trás".

O acordo inclui regras de proteção ao investidor que passam a valer também para três países do CCG que antes não eram contemplados. Além disso, prevê um mecanismo que permite que investidores acionem o governo britânico na Justiça — ponto criticado por especialistas.

Há 2 horas Política Presa na ItáliaMoraes manda governo adotar medidas para Zambelli ser extraditada

Há 1 hora Política Blog da Sandra Cohen A manobra de Trump para transformar invasores do Capitólio em perseguidos

Há 30 minutos Blog da Sandra Cohen Trump cria fundo bilionário para indenizar ‘perseguidos’; entenda Há 30 minutosÍndice de Progresso SocialRanking mostra cidades do Brasil com melhor e pior qualidade de vida; veja

Há 2 horas Saúde MG é o único estado com cidades na lista das 20 melhores e na das 20 pioresHá 2 horasComo é elaborado o indicador que capta o contrasteHá 2 horasEscola com vaga, hospital sem fila e coxinha gigante: a 1ª colocada da lista

Há 6 horas São Carlos e Araraquara Pará tem 11 dos 20 municípios com pior qualidade de vidaHá 6 horasPorto Velho é a pior capital para se viver no BrasilHá 6 horasAssalto em SP Piloto morto trabalhou no Globocop e atuou em filme com Wagner Moura

Há 4 horas São Paulo Dato de Oliveira morreu após ser baleado na cabeçaHá 4 horasDato de Oliveira já passou pelo túnel da Imigrantes com helicóptero; VÍDEO

Há 9 minutos Santos e Região Blog do Valdo CruzAliados de Flávio esperavam dia de ‘volta por cima’, mas se decepcionaram

Há 5 horas Blog do Valdo Cruz O ASSUNTO: a relação de Flávio com Vorcaro e a delaçãoHá 5 horasCaiado diz que quem está ‘contaminado’ não pode sentar na cadeira de presidenteHá 5 horasContrato com prefeitura de SPONG da produtora de filme de Bolsonaro apresentou R$ 16,5 milhões em notas irregulares

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas e em dívidas com financiamentos: ‘o sonho virou pesadelo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 04:44

Fantástico Após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas e em dívidas com financiamentos: 'o sonho virou pesadelo' Casos semelhantes foram relatados em diferentes estados e envolvem denúncias contra construtoras suspeitas de fraudes usando dinheiro de financiamentos feitos pela Caixa Econômica Federal. Por Fantástico

O que começou como o projeto da casa própria acabou se transformando em frustração, dívidas e abalo emocional para famílias que contrataram financiamentos habitacionais e viram as obras serem abandonadas — mesmo após a liberação de centenas de milhares de reais. Casos semelhantes foram relatados em diferentes estados e envolvem denúncias contra construtoras suspeitas de fraudes usando dinheiro de financiamentos feitos pela Caixa Econômica Federal.

Pela primeira vez em dois anos, Marcela Teles voltou ao terreno onde deveria estar a casa da família, hoje tomado pelo mato.

“Era para ser o lugar onde nossa filha iria crescer, aprender a andar. Mas a gente mora de aluguel e paga por algo que já deveria estar pronto há três anos”, relata. Ao olhar a obra inacabada, ela resume: “o nosso sonho virou um pesadelo”.

Ela e o marido Izael Mendes financiaram entre R$ 400 mil e R$ 500 mil por meio da Caixa Econômica Federal. Durante dois anos, pagaram regularmente as parcelas. Ainda assim, a obra foi interrompida e nunca chegou perto da conclusão. Documentos apresentados pela construtora Prumo indicavam que mais de 84% da casa estaria pronta — algo desmentido pelo cenário real e por um especialista, que apontou que nem metade havia sido construída.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam dramas após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Além disso, perícia identificou indícios de fraude: assinaturas atribuídas à cliente em laudos de progresso da obra foram consideradas falsas.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam drama após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Guilherme e Bruna Both contrataram um financiamento de R$ 290 mil em 2022. Segundo o casal, o responsável pela construtora Vitro Viana também se apresentava como alguém ligado ao banco, o que gerou confiança.

“A gente não entendia nada de financiamento, ele dizia que conseguiria facilitar tudo”, lembra Guilherme.

De acordo com o relato, a construtora recebeu mais de R$ 200 mil, mas depois alegou que o valor não era suficiente e pediu mais dinheiro. Ao investigar os documentos enviados ao banco, o casal encontrou inconsistências graves: etapas como cobertura, instalações elétricas e hidráulicas apareciam como quase concluídas — apesar de não existirem na obra.

A construção foi abandonada sete meses após o início. O prejuízo ultrapassou os valores financiados e levou o casal a enfrentar dificuldades emocionais.

'O sonho virou pesadelo': vítimas relatam drama após caírem em golpe da construtora — Foto: Reprodução/TV Globo

Em Pernambuco, Camyla Lira e Daniel planejaram por uma década a construção do imóvel. Quando a construtora interrompeu a obra, ela estava grávida e contava com a casa pronta no primeiro ano de vida do filho.

"Entregaria a casa ele com 11 meses, então eu já imaginaria assim, mais ou menos um ano de vida dele eu já estar na minha residência própria, né? Da forma realmente como eu planejei uma vida inteira".

O caso resultou em investigação e condenação judicial: o dono da Multicons foi sentenciado por estelionato, após comprovação de que inflava valores apresentados ao banco e ficava com a diferença. O prejuízo para o casal passou de R$ 126 mil.

Mesmo assim, eles decidiram seguir com a obra, que foi pago com sacríficos: venda de bens e ajuda de familiares.

Do sonho ao pesadelo: após golpe de construtoras, vítimas ficam com obras inacabadas — Foto: Reprodução/TV Globo

Em nota, a construtora Âmbar Prumo afirma que todas as obras foram conduzidas dentro das normas da Caixa e que eventuais acusações serão respondidas na Justiça.

Já o ex-funcionário da Caixa e que respondia pela construtora Vitro Viana, Pedro André Marchesi Cecegolo, recorre na Justiça do Trabalho contra a demissão e nega ter causado qualquer prejuízo financeiro à Caixa.

O dono da Multicons, condenado por estelionato, diz que os valores recebidos foram integralmente aplicados na obra e recorre da decisão.

Casa própria: como construtoras fraudaram famílias com dinheiro da Caixa — Foto: Reprodução/TV Globo

O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Há 2 horas Eleições 2026 Maioria dos avatares políticos criados por IA não informa uso da tecnologiaHá 2 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: a relação de Flávio Bolsonaro com Vorcaro e a delação do banqueiro

Há 2 horas O Assunto Flávio admite que visitou Vorcaro quando banqueiro usava tornozeleiraHá 2 horas’Dark Horse’De ‘não há um único centavo’ a ‘meu irmão’: Frias se contradiz sobre Vorcaro

Há 3 horas Política ONG ligada a produtora de filme de Bolsonaro usou notas irregulares em contrato com Prefeitura de SPHá 3 horasEm PequimRússia e China assinam 20 acordos em encontro entre Putin e Xi

Há 28 minutos Mundo LibertadoresCom um a menos, Cruzeiro segura o Boca e só depende de si para classificar

Há 3 horas libertadores Fluminense vence o Bolívar em jogo tenso e segue vivo na LibertadoresHá 3 horasMirassol faz história e vai às oitavas em sua 1ª LibertadoresHá 3 horasPara assistir a Seleção 📺Copa do Mundo em 4K: veja TVs de 55 polegadas por até R$ 3.000

Há 7 minutos Esporte Previsão do tempo 🥶❄️Frio se intensifica no Sul, mantém Sudeste ameno e avança no Centro-Oeste

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 20/05/2026 03:54

Empreendedorismo Guia do empreendedor Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas Empresas apostam na simplicidade para ganhar eficiência, reduzir custos e aumentar o faturamento. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

“Menos é mais” pode soar como clichê, mas tem se mostrado uma estratégia eficiente para muitos empreendedores. Em vez de ampliar o catálogo, alguns negócios fazem o caminho inverso: reduzem opções para ganhar eficiência, vender mais e lucrar melhor.

🍕 Um exemplo vem de Brasília. Há décadas, uma pizzaria vende apenas um sabor: muçarela, molho e orégano. Nada mais. Ainda assim, o faturamento chega a R$ 200 mil por mês.

Neste vídeo, o g1 mostra por que a simplicidade pode ser um diferencial competitivo — e como isso tem ajudado negócios a crescer.

Pizzaria que vende só um sabor de pizza fatura R$ 280 mil por mês — Foto: Pizzas Dom Bosco/ Instagram

Há 40 minutos Eleições 2026 Maioria dos avatares políticos criados por IA não informa uso da tecnologiaHá 40 minutos🎧 PodcastO ASSUNTO: a relação de Flávio Bolsonaro com Vorcaro e a delação do banqueiro

Há 1 hora O Assunto Flávio admite que visitou Vorcaro quando banqueiro usava tornozeleiraHá 1 hora’Dark Horse’De ‘não há um único centavo’ a ‘meu irmão’: Frias se contradiz sobre Vorcaro

Há 2 horas Política ONG ligada a produtora de filme de Bolsonaro usou notas irregulares em contrato com Prefeitura de SPHá 2 horasEm PequimChina e Rússia assinam 20 acordos em encontro entre Putin e Xi

Há 2 horas Mundo Dias antes das eleiçõesCarro de senador colombiano é alvo de ataque a tiros de fuzil

Há 5 horas Mundo Surto com 131 mortosOMS faz reunião para discutir uso de vacinas experimentais contra ebola no Congo

Há 6 horas Jornal Nacional Pagamentos acima do tetoCNJ e Ministério Público identificam quase 700 penduricalhos retroativos

Por causa da falta de padronização, a auditoria não conseguiu acessar o valor desses repasses e nem qual seria o montante total para os cofres públicos.

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 00:45

Carros Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app Programa reduz em mais da metade os juros do financiamento de carros zero km para quem trabalha com transporte de passageiros. O prazo para pagamento também foi ampliado. Por André Fogaça, Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Com o lançamento do programa Move Aplicativos, o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos.

O g1 reúne os principais pontos do programa, que passa a valer em todo o país a partir de 19 de junho.

O que é o programa?Quais são os juros do financiamento?Como posso participar?Quem pode participar?Como faço o cadastro?Tenho nome sujo, e agora?Como sei se fui aprovado?Como contrato o financiamento?Quais veículos posso escolher?

O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro.

Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa.

O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência.

Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025.

Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.

No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.

A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

O carro precisa custar até R$ 150 mil e ser classificado como sustentável, por ser flex, elétrico ou híbrido flex. Além disso, a montadora precisa estar habilitada no programa Mover.

O g1 separou a seguir hatches, sedãs e SUVs que se encaixam nesses critérios. Foram consideradas as versões abaixo do teto estabelecido pelo programa.

BYD DolphinBYD Dolphin MiniChevrolet OnixCitroën C3Citroën AircrossFiat ArgoFiat MobiHonda City HatchHyundai HB20Peugeot 208Renault Kwid

Chevrolet SpinChevrolet SonicChevrolet TrackerCitroën BasaltFiat FastbackFiat PulseRenault DusterJeep RenegadeNissan KaitVolkswagen NivusRenault KardianVolkswagen T-CrossHonda WR-V

Há 12 horas Jornal Nacional CAMAROTTI: Bancada do PL desconfia que Flávio pode não ter contado tudoHá 12 horasBolsa cai aos 174 mil pontos e tem menor patamar desde janeiro; dólar sobeHá 12 horasMário Frias chama Vorcaro de ‘meu irmão’ e agradece apoio a filme; OUÇA

Há 9 horas Política Oficial de Justiça não encontra Mario Frias em endereço fornecido pela CâmaraHá 9 horasCAMAROTTI: Delação de Vorcaro pode ter subido no telhadoHá 9 horasFique atentoImposto de Renda: veja os erros mais comuns e como evitar a malha fina

Há 4 horas Economia 4 em cada 10 brasileiros ainda não entregaram a declaraçãoHá 4 horasPolítica internacionalPutin e Xi se encontram em Pequim dias após visita de Trump à China

Há 26 minutos Mundo Atentado em rodoviaCarro de senador colombiano é alvo de ataque a tiros de fuzil

Há 2 horas Mundo Surto com 131 mortosOMS faz reunião para discutir uso de vacinas experimentais contra ebola no Congo

Há 3 horas Jornal Nacional Redução de jornada de trabalhoFim da escala 6×1: relatório deve ser apresentado na próxima segunda

Há 2 horas Política Lula diz que povo quer fim da escala 6×1 para ‘namorar, estudar e lazer’Há 2 horasPresidente do SenadoAlcolumbre desconversa ao ser questionado sobre CPI do caso Master: ‘Égua da pergunta’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Sou o primeiro a topar’ discussão de imposto sobre ultrarricos no G7, diz Durigan em Paris

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/05/2026 12:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,007-1,2%Dólar TurismoR$ 5,213-1,19%Euro ComercialR$ 5,834-0,94%Euro TurismoR$ 6,087-0,95%B3Ibovespa176.981 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-1,2%Dólar TurismoR$ 5,213-1,19%Euro ComercialR$ 5,834-0,94%Euro TurismoR$ 6,087-0,95%B3Ibovespa176.981 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-1,2%Dólar TurismoR$ 5,213-1,19%Euro ComercialR$ 5,834-0,94%Euro TurismoR$ 6,087-0,95%B3Ibovespa176.981 pts-0,17%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, está em Paris para dois dias de reuniões preparatórias para a cúpula do G7, realizada este ano na França, em junho.

Na manhã desta segunda-feira (18), em um evento com acadêmicos e políticos franceses, ele defendeu o avanço da agenda sobre justiça fiscal e a adoção de um imposto mínimo sobre os ultrarricos.

O tema não está entre as prioridades brasileiras na reunião de ministros das Finanças do G7, que reúne as sete maiores economias desenvolvidas.

Em paralelo à agenda oficial, um colóquio promovido pela revista Le Grand Continent trouxe o assunto à mesa, com a participação de Durigan e do economista Gabriel Zucman.

Zucman é autor de uma proposta de imposto mínimo global de 2% sobre a fortuna dos bilionários com patrimônio superior a US$ 100 milhões.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, está em Paris para dois dias de reuniões preparatórias para a cúpula do G7, realizada este ano na França, em junho.

Na manhã desta segunda-feira (18), em um evento com acadêmicos e políticos franceses, ele defendeu o avanço da agenda sobre justiça fiscal e a adoção de um imposto mínimo sobre os ultrarricos, a exemplo da reforma fiscal aprovada no Brasil em 2025.

🔎 O tema não está entre as prioridades brasileiras na reunião de ministros das Finanças do G7, que reúne as sete maiores economias desenvolvidas (Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália e Canadá). Em 2026, Brasil, Coreia do Sul, Índia e foram convidados a participar.

Em paralelo à agenda oficial dos ministros e presidentes de Bancos Centrais, um colóquio promovido pela influente revista Le Grand Continent trouxe o assunto à mesa, com a participação de Durigan e do economista Gabriel Zucman, diretor do Observatório Fiscal Internacional.

Zucman é autor de uma proposta de imposto mínimo global de 2% sobre a fortuna dos bilionários com patrimônio superior a US$ 100 milhões. Ele tem colaborado com o Ministério da Fazenda desde a presidência brasileira do G20, em 2024.

"Eu sou muito disposto a levar esse debate porque é um debate do nosso tempo, como o debate da jornada de trabalho no Brasil também foi. O debate da taxação dos super-ricos deve ser levado”, disse Durigan, ao final do evento. "O poder de agenda vem muito da presidência do G7. (…) Agora, se tiver espaço para discutir justiça tributária, eu sou o primeiro a topar”, acrescentou.

Apesar da resistência de alguns países, liderados pelos Estados Unidos, o assunto foi, pela primeira vez, levado ao âmbito do G20 durante a cúpula do Rio de Janeiro.

O caso do Brasil, que conseguiu aprovar um imposto mínimo progressivo de até 10% sobre grandes fortunas, é visto como um exemplo para o avanço da discussão em nível global. A estimativa da Fazenda é que a mudança atingirá 142 mil pessoas no país.

Um projeto de lei semelhante, que previa um imposto de 2% ao ano sobre patrimônios superiores a € 100 milhões, foi rejeitado pelo Senado francês no ano passado. A medida afetaria cerca de 1,8 mil pessoas físicas, segundo cálculos de Zucman.

Outros países europeus, como Espanha, Reino Unido, Holanda e Bélgica, também analisam aumentar a tributação dos ultra-ricos, assim como o estado americano da Califórnia, governado pelo democrata Gavin Newsom, opositor do presidente Donald Trump.

Entretanto, em um contexto de multilateralismo fragilizado, guerras e tensões entre os Estados Unidos e seus aliados europeus, a presidência francesa do G7 prefere dar enfoque a outros temas mais consensuais, como a emergência de desbloqueio do Estreito de Ormuz, por onde circulam 20% dos hidrocarbonetos exportados para o resto do mundo.

"Tem sido muito importante ouvir os ministros de outros países, as lideranças de outros países que estão sentindo o impacto da guerra de uma outra perspectiva. Quando a gente conversa com os países do Golfo, que estão convidados para um almoço amanhã no G7, e eles contam a perspectiva local de como está o desenvolvimento da guerra na região, isso contribui muito”, disse Durigan, que defendeu "subsídios limitados" aos combustíveis para limitar os efeitos da crise no Oriente Médio sobre os preços da energia.

Para o Brasil, os outros dois tópicos que concentram as atenções em Paris são a atração de investimentos estrangeiros para o país e o acesso a minerais críticos.

"Um fórum como o G7 permite fazer esse debate e mostrar como a gente tem melhorado a situação econômica no Brasil, do ponto de vista macro, com os números todos que a gente tem apresentado)”, ressaltou o ministro da Fazenda.

A recente aprovação na Câmara dos Deputados do novo marco regulatório de terras e minerais críticos no Brasil poderá impulsionar investimentos em um setor estratégico para a economia digital, ao mesmo tempo em que tem o potencial de alavancar a indústria nacional, avalia Durigan.

"É fundamental dar segurança jurídica, por isso um novo marco que garanta procedimentos céleres e seguros, evitando judicialização, com grande pactuação com o setor”, argumentou. "Há um interesse grande nessa área.”

Nesta terça-feira (19), antes de retornar a Brasília, o ministro terá um encontro com Fatih Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), cuja sede fica em Paris.

Há 2 horas Saúde Vacinação contra a gripe na cidade de SP começa hoje para toda populaçãoHá 2 horasGuerra no Oriente MédioEUA rejeitam nova proposta de paz do Irã, diz site

Há 30 minutos Mundo Estados UnidosTrump em queda livre? O que explica a crise de popularidade do presidente

Há 2 horas Mundo A vingança de Trump: presidente usa as primárias para punir republicanosHá 2 horasSumiço de financiamentoFim do sonho da casa própria: a fraude de construtoras com dinheiro da Caixa

Há 3 horas Fantástico R$ 100 milhões de prejuízoA brasileira investigada por golpes milionários com joias nos EUA

Há 6 horas Fantástico Ameaças a jornalista’Preciso hackear esse Lauro’: as mensagens trocadas entre Vorcaro e ‘Sicário’

Há 58 minutos Fantástico O ASSUNTO: por que crimes financeiros não são evitadosHá 58 minutosCopa do Mundo 🏆Quando começa? E os jogos do Brasil? E seus adversários? Tire suas dúvidas

0

PREVIOUS POSTSPage 21 of 49NEXT POSTS