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Tarifaço: Alckmin diz que Brasil foi o ‘país mais beneficiado do mundo’ com novas medidas de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, durante cerimônia de assinatura de medida provisória que concede isenção da taxa de serviço metrológico para verificação de taxímetros. — Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Brasil foi o país mais beneficiado com as mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A declaração foi feita em São Paulo, durante evento na Fiesp, e se refere à nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos EUA, que passa a valer nesta terça-feira (24) — acompanhada de uma ampla lista de itens isentos.

A medida foi adotada por Trump após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

"Essa decisão de 15% não tem problema, porque 15% vale para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% a mais. Somos o país mais beneficiado com essa decisão", afirmou Alckmin.

💡 O Brasil chegou a enfrentar sobretaxas de 50% impostas pelos EUA — apesar de contar com uma ampla lista de itens isentos. Por isso, a redução dessas alíquotas beneficia diretamente os produtos brasileiros.

Além de, na prática, representar uma redução geral das taxas, as novas medidas ampliam a lista de isenções para produtos industriais, destacou Alckmin.

Conforme documento publicado na última sexta-feira (20) pela Casa Branca, além de petróleo, carne bovina, suco de laranja, café e outros itens, também estão na lista de imposto zerado produtos tecnológicos, como semicondutores e eletrônicos.

"Abre-se aí uma avenida para voltarmos a ter um comércio exterior relevante com os EUA", disse.

O presidente em exercício também destacou a importância estratégia dos EUA para a balança comercial brasileira.

"O maior comprador do Brasil é a China. O segundo é a União Europeia. O terceiro são os Estados Unidos. Mas, embora estejam em terceiro lugar, são primeiríssimos quando se trata de produto industrial manufaturado", afirmou.

Ele acrescentou que "a China compra muita commodity, incluindo petróleo bruto, minério de ferro, soja, café, carne e milho, e quem compra produto industrial são os EUA, adquirindo avião, máquina, motor e equipamento". "Então, as tarifas de 10% mais 40% eram um problemão", disse.

Conforme publicou o g1, um estudo da Global Trade Alert — organização independente que monitora políticas de comércio internacional — aponta o Brasil e a China como os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas por Trump.

Relatório da entidade aponta que o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias — incluindo as já vigentes —, com queda de 13,6 pontos percentuais. Em seguida vêm China, com recuo de 7,1 pontos, e Índia, com diminuição de 5,6 pontos.

Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), passarão a enfrentar encargos mais altos com a nova alíquota, segundo a Global Trade Alert.

Brasil e China são os mais beneficiados com derrubada de tarifaço pela Suprema Corte e nova alíquota global de Trump, diz estudo. — Foto: Arte/g1

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‘Voltamos para o jogo’: setores do agro que ainda sofriam com tarifaço de até 50% esperam retomar vendas para os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Agro 'Voltamos para o jogo': setores do agro que ainda sofriam com tarifaço de até 50% esperam retomar vendas para os EUA Suprema Corte dos EUA derrubou sobretaxas impostas por Trump no ano passado que ainda afetavam café solúvel, mel, pescados e uvas. Presidente americano reagiu e implementou nova taxa global de 15%, mas associações dizem que, mesmo assim, situação é melhor do que antes. Por Paula Salati, Lara Castelo

A Suprema Corte dos EUA derrubou o tarifaço de até 50% que incidia sobre produtos agrícolas brasileiros, como café solúvel, mel, frutas e pescados.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu à medida impondo uma nova tarifa global de 15%, prevista para entrar em vigor nesta terça-feira (24) para os mesmos setores.

Setores do agro que eram impactados pela tarifa de 50% veem com otimismo mudança para tarifa de 15%.

Segmentos falam sobre retomada de contatos com importadores dos EUA, aumento da produtividade e até abertura de novos postos de trabalho.

"Voltamos para o jogo". É assim que o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel (Abics), Aguinaldo Lima, define essa terça-feira (24), dia em que o tarifaço dos EUA sobre quase metade dos produtos brasileiros deixa de valer, graças a uma decisão da Suprema Corte americana, na sexta-feira (20).

Grandes produtos de exportação do Brasil para os EUA, como carne bovina e café em grão, já estavam isentos do tarifaço desde o final do ano passado, mas café solúvel, mel, frutas e pescados ainda sofriam com sobretaxas de 10% e 40%.

Horas após a decisão da Suprema Corte, o presidente americano Donald Trump anunciou uma tarifa global de 10% e, no dia seguinte, elevou a alíquota para 15%, que também entra em vigor nesta terça-feira.

O presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Renato Azevedo, explica que a tarifa do produto brasileiro nos EUA estava maior em relação a outros competidores.

"Agora é 15% para o mel de todos os países. E se é para todo mundo, não tem problema, porque o nosso mel é muito competitivo", afirma.

➡️Nem todos os setores do agro sofrerão com a nova taxa global de Trump. Carne bovina, café em grão e suco de laranja estão isentos, segundo decisão da Casa Branca, publicada na sexta.

A seguir, veja como os setores que ainda estavam sobretaxados estão se preparando após a derrubada do tarifaço e a nova taxa de 15%.

A apicultura brasileira é, basicamente, formada por pequenos produtores que, para conseguirem exportar, vendem a produção para empresas de comércio exterior.

Azevedo conta que as empresas do setor já voltaram a conversar com os clientes americanos e que a expectativa é de que os contratos sejam retomados a partir de março.

"O mel que o Brasil vende para os EUA é o orgânico. Não tem concorrente no mundo que consegue fornecer na escala que a gente fornece. Então, com a tarifa igualada para todos [países], ficamos em vantagem", diz o presidente da Abemel.

Após o tarifaço, o setor conseguiu exportar para os EUA o que já estava previsto em contratos anteriores, mas não fechou novos negócios, diz Azevedo.

"Houve um grave problema de escoamento e desvalorização do mel no campo. A produção atrasou devido ao clima e, quando ficou pronta, encontrou o mercado travado pelo tarifaço", destacou.

"Muitos produtores operaram no prejuízo, tentando vender mel para o mercado interno, mas o Brasil não tem capacidade para absorver todo o volume".

"Cerca de 80% das exportações brasileiras de mel vão para os Estados Unidos, o que torna impossível substituir esse mercado rapidamente por outros países", acrescentou.

Azevedo afirma que um dos grandes receios do setor era que o consumidor americano deixasse de consumir o mel orgânico brasileiro para comprar o mel tradicional de outros países. Segundo ele, os EUA já estavam comprando mel tradicional de outros mercados.

Mel não é tudo igual: conheça os principais tipos feitos no Brasil e por que alguns custam até R$ 600Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin

O setor de pescados está otimista em deixar para trás a tarifa de 50% e encarar a nova taxa de 15%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca).

Os norte-americanos são um importante mercado para o segmento. Em 2024, o país comprou quase metade de todo o pescado brasileiro vendido para o exterior, segundo dados do governo federal. Além disso, os EUA são os principais compradores da tilápia, pescado brasileiro mais exportado em volume.

A tarifa de 50% fez com que o setor perdesse contratos internacionais, diminuísse a produção e tivesse que cortar postos de trabalho, segundo Eduardo Lobo, presidente da Abipesca.

"A expectativa da entidade é que a normalização parcial das condições comerciais permita a retomada do crescimento já ao longo de 2026, com a recuperação estimada de mais de 5 mil postos de trabalho e recomposição da capacidade produtiva do setor ", afirma a Abipesca.

Nesse cenário, a entidade prevê também que as "exportações brasileiras de pescado alcancem cerca de US$ 600 milhões no mercado global, com destaque para produtos como a tilápia, principal item embarcado para os EUA".

Além disso, a nova tarifa de 15% deixará o pescado brasileiro, em especial a tilápia, mais competitivo no exterior, segundo Francisco Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Piscicultura, a Peixes Br.

"O motivo é que nosso principal concorrente, a Colômbia, agora estará submetido à mesma taxa que o Brasil", afirma.

Para a indústria de café solúvel, a derrubada do tarifaço de 50% representou um “alívio” após seis meses seguidos de perdas nas exportações, diz o diretor-executivo da Abics, Aguinaldo Lima.

“Os Estados Unidos são o maior comprador do café solúvel brasileiro há mais de 60 anos. […] Nesse período de agosto a janeiro do tarifaço, o volume das exportações caiu 50% e as perdas aumentavam a cada mês”, afirma.

Lima explica que, assim como para os exportadores de mel, a tarifa global de 15% imposta por Trump coloca o Brasil em pé de igualdade com outros competidores.

"Nós voltamos para o jogo. É como se, agora, tivesse tarifa zero para todos. Com todo mundo no mesmo patamar, a gente entra com as mesmas condições de competitividade”, comenta.

“Durante o tarifaço, o volume dos contratos foi reduzido e alguns foram efetivamente rompidos. Como os importadores americanos não conseguiam arcar com os custos extras [da taxação do produto brasileiro], eles foram para concorrentes, como México, Colômbia, Vietnã, Equador e alguns países europeus”, diz Lima.

“A expectativa é retomar contratos. As empresas brasileiras e os clientes americanos se conversam todos os dias, alguns mantêm laços de amizade, porque é uma relação comercial de longo prazo.

O diretor esclareceu que não houve demissões durante o período do tarifaço. O setor é formado por seis grandes empresas e o fato de elas exportarem para mais de 100 países ajudou a equilibrar as perdas para os EUA.

As frutas mais exportadas pelo Brasil para os EUA são a manga e a uva. A primeira já tinha ficado isenta no final do ano passado, mas deverá voltar a ter tarifa de 15% nesta terça, explica o diretor-executivo, Eduardo Brandão.

Já a uva, que vinha sofrendo com uma sobretaxa de 50%, será beneficiada com a decisão da Suprema Corte dos EUA. A taxação, agora, cairá para 15%, o que também traz alívio para o setor.

“Tanto os produtores do Vale do São Francisco quanto os distribuidores e parceiros americanos estão aguardando a situação se definir melhor antes de retomar as conversas e contratos”, afirmou.

A uva foi o produto mais prejudicado pelo "tarifaço", sofrendo uma redução de 73% no volume enviado para os EUA em 2025, segundo Brandão.

“Alguns envios foram feitos porque estavam programados e a gente não queria perder o cliente. Então, mesmo perdendo, a gente mandou”, disse Brandão.

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Investigado pela PF, fundador deixou a Reag em meio a apurações; veja quem controla hoje a gestora

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Investigado pela PF, fundador deixou a Reag em meio a apurações; veja quem controla hoje a gestora O Banco Central decretou nesta quinta-feira a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM. Por Micaela Santos, Janize Colaço, g1 — São Paulo

Alvo de mandados de busca e apreensão na segunda fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o fundador e então presidente do conselho de administração do grupo Reag, João Carlos Falbo Mansur, formalizou sua saída da companhia em setembro do ano passado, em meio ao avanço das investigações.

Nesta quinta-feira (15), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM, empresa que faz a gestão dos fundos no grupo da Reag Investimentos.

Em nota, o BC alegou que a empresa descumpriu “regras legais e prudenciais exigidas pelo regulador, o que comprometeu a sua capacidade de operar de forma segura e conforme a lei”. A Reag é investigada em duas operações da PF, incluindo envolvimento com o escândalo do Banco Master.

O “desmonte” da ReagVenda do controle para a Arandu PartnersEfeitos da liquidação da CBSF DTVMSuposto envolvimento com o Banco Master

Em setembro do ano passado, a Reag Capital Holding deixou de ser companhia aberta e saiu da bolsa após o avanço das investigações da Polícia Federal, que apontaram o suposto uso da Reag Investimentos em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

O cancelamento do registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aprovado em outubro de 2025, transformou a holding em empresa de capital fechado. À época, a companhia afirmou que a decisão fazia parte de um processo de reorganização societária.

O movimento ocorreu após a deflagração da megaoperação contra o crime organizado no setor de combustíveis, a Carbono Oculto, que incluiu mandados de busca na sede da empresa, a saída do fundador e de outros executivos, e a venda do controle da Reag Investimentos.

Nesse processo, deixaram seus cargos Altair Tadeu Rossato, que era conselheiro independente e membro do comitê de auditoria, e Fabiana Franco, que renunciou ao posto de diretora financeira.

Segundo a PF, a gestora teria sido usada para estruturar fundos destinados à compra de empresas e à blindagem patrimonial de recursos ilícitos do PCC.

Em nota publicada em outubro, a Reag Capital Holding negou qualquer envolvimento em irregularidades ou com organizações criminosas, afirmou atuar dentro da lei e das regras do sistema financeiro, e garantiu que os fundos não se confundem com o patrimônio da administradora, colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos.

Entenda o que levou à liquidação da CBSF, ex-Reag, pelo BCQuem é João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos que está sendo investigado pela PFBC decreta liquidação extrajudicial da Reag, envolvida no caso MasterCom a liquidação da Reag, como ficam os clientes dos fundos de investimento? EntendaReag e Banco Master: como a gestora entrou no radar das investigações da PF?

Em setembro de 2025, João Carlos Falbo Mansur vendeu o controle da Reag Investimentos para um grupo de executivos da própria gestora, por meio da Arandu Partners Holding S.A., que adquiriu cerca de 87,38% do capital da companhia em uma transação estimada em R$ 100 milhões.

A participação vendida pertencia à Reag Asset Management Ltda. e ao Reag Alpha Fundo de Investimento em Ações, integrantes do antigo Grupo Reag. Com a venda, a Arandu Partners passou a controlar a Reag Investimentos, enquanto Mansur deixou oficialmente a administração.

A transação foi divulgada à CVM e marcou a saída da Reag Investimentos do controle anterior. Desde dezembro de 2025, a gestora opera na bolsa brasileira sob o novo ticker ARND3, substituindo o antigo REAG3.

Dentro do grupo, a Reag Trust DTVM, depois rebatizada como CBSF DTVM, era a empresa responsável por administrar fundos e executar operações financeiras, sempre sob fiscalização do Banco Central.

O grupo Reag também incluía a CiabraSF, outra holding independente citada na Operação Carbono Oculto, que teve sua compra finalizada pelo Grupo Planner em 6 de janeiro, por meio de uma oferta pública de aquisição de ações.

Banco Central (BC) decreta liquidação extrajudicial da Reag Investimentos — Foto: Reprodução/Instagram

Segundo Adilson Bolico, sócio do escritório Mortari Bolico Advogados, os cotistas dos fundos administrados pela Reag possuem garantia de segregação patrimonial.

"O dinheiro do fundo não se mistura com o dinheiro da administradora que quebrou. O CNPJ do fundo é um, o da DTVM é outro. Juridicamente, os credores da Reag/CBSF não podem tocar no dinheiro dos cotistas. O que acontece agora é um congelamento operacional”, afirmou.

Bolico explicou ainda que o liquidante nomeado pelo BC vai convocar uma assembleia para transferir esses fundos para outra administradora saudável.

"Até lá, resgates e aplicações ficam congelados. O único risco real para o cotista é se a investigação descobrir fraude dentro da carteira do fundo, como a compra de ativos problemáticos do próprio grupo, mas, via de regra, o ativo está preservado", disse.

O BC classificou a CBSF DTVM no segmento S4, destinado a instituições de porte pequeno, o que significa que “o caso não vai contaminar outros bancos nem gerar uma crise de crédito generalizada”.

A situação da Reag se agravou com seu envolvimento na Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Segundo as apurações, a gestora teria atuado como parceira do banco na estruturação e administração de fundos usados em operações consideradas atípicas, incluindo a circulação de recursos entre fundos e o próprio banco.

A Polícia Federal apura se esses mecanismos teriam sido usados para inflar resultados, ocultar riscos e dar aparência de solvência ao Banco Master. João Carlos Mansur foi um dos alvos das buscas.

A Reag também aparece em outra investigação, a Operação Carbono Oculto, que apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC no setor de combustíveis.

Nesse caso, a empresa é citada como prestadora de serviços a fundos que, segundo a Receita Federal, teriam sido usados para ocultação de patrimônio da facção.

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Reag e Banco Master: como a gestora entrou no radar das investigações da PF?

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM.

A medida ocorre um dia depois da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga o envolvimento da empresa em irregularidades no sistema financeiro e a atuação de nomes ligados à antiga estrutura da gestora no suposto esquema de fraudes do Banco Master.

A Reag teria atuado na estruturação e administração de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro.

O nome da Reag, porém, não aparece apenas neste inquérito. Ela é investigada na megaoperação Carbono Oculto, deflagrada contra o PCC.

Nesse caso, a empresa é acusada de gerir fundos de investimento usados pela facção para lavagem de dinheiro.

O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM. Essa é a empresa que faz a gestão dos fundos no grupo da Reag Investimentos.

A medida ocorre um dia depois da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga o envolvimento da empresa em irregularidades no sistema financeiro e a atuação de nomes ligados à antiga estrutura da gestora no suposto esquema de fraudes do Banco Master.

A Reag teria atuado na estruturação e administração de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro. Entre os alvos da operação está João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag.

O nome da Reag, porém, não aparece apenas neste inquérito. Ela é investigada na megaoperação Carbono Oculto, deflagrada contra o PCC. Nesse caso, a empresa é acusada de gerir fundos de investimento usados pela facção para lavagem de dinheiro.

A seguir, o g1 reúne as principais informações sobre a empresa e explica como ela surge vinculada ao escândalo envolvendo o Banco Master.

O que é a Reag Quem é João Carlos MansurOperação Carbono OcultoOperação Compliance ZeroLiquidação pelo BC e elo com o MasterExpansão no mercado financeiroO que diz a Reag

Fundada em 2013 por João Carlos Mansur, a Reag Investimentos se tornou uma das maiores gestoras independentes do país, sem vínculo com bancos.

Ela chegou a administrar R$ 299 bilhões de pessoas físicas, empresas, fundos de pensão e investidores institucionais e foi a primeira gestora de patrimônio a ter ações negociadas na bolsa brasileira.

A Reag era controlada pela Reag Capital Holding S/A, que também administrava a CiabraSF, outra holding independente citada na Operação Carbono Oculto, em agosto.A CiabraSF teve sua compra finalizada pelo Grupo Planner na terça-feira passada (6). O negócio incluiu uma condição específica: a realização de uma oferta pública de aquisição de ações, mecanismo pelo qual o novo controlador faz uma proposta para comprar as ações em circulação e, assim, assumir oficialmente o controle da empresa.

Em outubro do ano passado, a Reag Capital Holding anunciou o cancelamento de seu registro como companhia aberta. Com a decisão, ela deixou a categoria B, destinada a empresas que emitem títulos ao público (como debêntures ou cotas de fundos de investimentos), mas não têm ações na bolsa.

O fechamento de capital aconteceu em um momento de reorganização das empresas controladas pela holding, após a Reag Investimentos ter sido incluída entre as companhias investigadas pela megaoperação da Polícia Federal contra o PCC. (entenda mais abaixo)

Poucos dias depois da operação, a companhia anunciou a venda da Reag Investimentos para a Arandu, formada pelos principais executivos da própria Reag.

Fora do mercado financeiro, a Reag ganhou visibilidade ao patrocinar o Cine Belas Artes, um dos cinemas mais tradicionais de São Paulo. Com a aquisição dos direitos de nomeação, o espaço passou a se chamar REAG Belas Artes a partir de janeiro de 2024.

Em dezembro, no entanto, o Cine Belas Artes anunciou o fim da parceria e iniciou uma campanha para encontrar um novo patrocinador.

João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos, está entre os investigados na segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Essa, porém, não foi a primeira vez que o empresário se envolveu em controvérsias. Mansur renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração da Reag Investimentos em setembro do ano passado, após a empresa ter sido alvo de uma megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Bacharel em ciências contábeis, Mansur fundou a Reag Investimentos em 2013, acumula 35 anos de experiência no mercado financeiro e atua como conselheiro independente autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O empresário declara experiência em auditoria, controladoria, gestão financeira, planejamento estratégico, análise de investimentos e desenvolvimento de negócios.

👉 Em seu perfil no LinkedIn, afirma ter estruturado mais de 200 fundos de investimento — entre eles fundos imobiliários, de participações e de direitos creditórios —, além de ter atuado em outras operações no mercado de capitais.

Mansur atuou como executivo em empresas como PricewaterhouseCoopers (PwC), Monsanto, Tishman Speyer e WTorre Arenas, além de ter participado da criação do estádio Allianz Parque.

Além de sua ligação com o futebol por meio da Reag, Mansur trabalhou na Trump Realty Brazil, empresa que utilizava o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A joint venture foi criada em 2003, mas o contrato durou apenas até 2006, após o projeto fracassar antes da conclusão de qualquer empreendimento imobiliário.

Em agosto do ano passado, a Polícia Federal deflagrou a Operação Carbono Oculto para desarticular um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, atribuído a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo as investigações, o grupo deixou de recolher mais de R$ 7,6 bilhões em impostos e operava irregularidades em diferentes etapas da cadeia de produção, distribuição e comercialização de combustíveis.

Para ocultar a origem dos recursos, o esquema utilizava uma estrutura financeira complexa, baseada no uso de fintechs e fundos de investimento.

👉 Ao menos 40 fundos, entre multimercado e imobiliários, com patrimônio estimado em R$ 30 bilhões, teriam sido controlados direta ou indiretamente pela facção. Muitos eram fundos fechados, com um único cotista, o que dificultava a identificação dos beneficiários finais.👉 A Reag Investimentos apareceu nas investigações como uma das empresas citadas na apuração sobre o uso de fundos de investimento para a ocultação de recursos.

Segundo a PF e a Receita Federal, administradoras de fundos teriam conhecimento das irregularidades e deixado de cumprir obrigações legais, contribuindo para ocultar a movimentação financeira da organização criminosa.

As apurações indicavam que fintechs eram preferidas em relação a bancos tradicionais para dificultar o rastreamento das transações.Em um dos casos, a Receita identificou uma fintech que funcionava como um “banco paralelo” da organização criminosa, com movimentação superior a R$ 46 bilhões entre 2020 e 2024.Parte dessas operações passava por chamadas “contas-bolsão”, que misturam recursos de diversos clientes e reduzem a transparência das transações.

Os valores obtidos com o esquema foram usados para adquirir ativos e blindar patrimônio, incluindo usinas sucroalcooleiras, distribuidoras, transportadoras, postos de combustíveis, imóveis, fazendas e um terminal portuário.

O caso do Banco Master se tornou o centro de um escândalo financeiro nacional e de uma disputa institucional.

A instituição já operava sob risco de falência por causa da emissão de CDBs com juros muito acima do padrão de mercado e da exposição a investimentos considerados arriscados. Também passou a ser investigada uma possível fraude na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB), no valor de R$ 12,2 bilhões.

Em novembro, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial do banco. No mesmo dia, a primeira fase da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, prendeu o controlador do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nesta quarta-feira (14), a segunda fase da operação cumpriu mandados de busca e apreensão contra João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag. A PF também realizou ações em endereços ligados a Vorcaro e a seus parentes. O empresário Nelson Tanure também estava entre os alvos.

A investigação identificou um esquema de captação de dinheiro, aplicação em fundos e desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro e de seus parentes. O celular do dono do Master foi apreendido.

Nesta etapa da operação, foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Dias Toffoli, além de medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões. Também foram apreendidos carros e itens de luxo.

Nesta quinta-feira, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM — área responsável pela gestão dos fundos da Reag Investimentos — agora denominada CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

A decisão implica a interrupção imediata das atividades da instituição, que deixa de atuar como gestora e administradora de recursos no mercado financeiro. A medida, porém, não atinge diretamente os fundos de investimento vinculados à empresa, que seguem existindo, mas precisarão ser transferidos para outras instituições habilitadas.

O BC afirma que a liquidação foi adotada após a constatação do descumprimento de normas legais e prudenciais exigidas pelo regulador.

Em nota, o órgão informou que foram identificadas “graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional”.

De acordo com o BC, essas falhas comprometeram a capacidade da instituição de operar de forma regular e segura, o que levou à decisão de encerrar suas atividades para preservar investidores e o funcionamento do sistema financeiro. A autoridade monetária não detalhou quais condutas específicas motivaram a liquidação.

A Reag atuava na administração e gestão de mais de 80 fundos de investimento, além de prestar serviços de gestão patrimonial a pessoas físicas. A empresa integra um grupo que reúne outras companhias que não foram atingidas pela medida.

O BC informou que seguirá apurando responsabilidades e que as investigações podem resultar em sanções administrativas e no envio de informações a outras autoridades. Os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição ficam indisponíveis durante o processo.

Nos últimos anos, a Reag realizou diversas aquisições que ampliaram sua presença no mercado financeiro. Entre as empresas incorporadas estão Hieron, Berkana, Rapier, Quadrante e Quasar.

Em 2024, a Reag adquiriu a Empírica Investimentos, especializada em crédito estruturado e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), o que a posicionou entre as três maiores do setor, com cerca de R$ 25 bilhões sob gestão.

Em janeiro de 2025, realizou a incorporação reversa da plataforma de serviços GetNinjas, utilizando sua estrutura já listada na B3 para se transformar em uma holding aberta.

Com a reorganização societária, a GetNinjas deixou de operar como empresa independente, e suas ações passaram a ser negociadas na bolsa sob o código REAG3. Em dezembro do ano passado, após a Reag Investimentos ser vendida para a Arandu, o papel passou a ser negociado sob o código ARND3.

Em fevereiro de 2025, a Reag Capital Holding deu outro passo ao anunciar a listagem na bolsa da Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (CiabraSF), empresa do mesmo grupo, sob o código ADMF3.

A estreia ocorreu com uma base expressiva, incluindo a administração de mais de 700 fundos e um patrimônio líquido em torno de R$ 240 bilhões. Lembrando, porém, que a CiabraSF teve sua compra finalizada pelo Grupo Planner na terça-feira passada (6).

Em fevereiro de 2025, a Reag Capital Holding anunciou a listagem na bolsa da Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (CiabraSF), sob o código ADMF3. A estreia ocorreu com uma base expressiva, que incluía a administração de mais de 700 fundos e um patrimônio líquido em torno de R$ 240 bilhões.

Outra empresa do grupo era a Reeve (RVEE3), listada na bolsa em abril de 2025 — mas não citada nas operações da PF. A companhia ganhou destaque em 2024 ao se associar à XP Investimentos e à Tauá Partners na Sociedade Anônima do Futebol (SAF) da Portuguesa, assumindo, na ocasião, a revitalização do estádio do Canindé.

Procurada pelo g1 nesta quinta-feira, a Reag não comentou a liquidação decretada pelo Banco Central até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações dos envolvidos.

No site da holding, é mantida uma nota de outubro em que a empresa afirma que “atua de forma ética, transparente e em conformidade com a legislação e a regulação aplicáveis ao sistema financeiro e de capitais”.

"A REAG Capital Holding S.A. vem a público repudiar alegações publicadas na imprensa que buscam indevidamente associar a companhia e a atuação de seus executivos a práticas irregulares e organizações criminosas, sem apresentar quaisquer provas de envolvimento em atos ilícitos.

* atua de forma ética, transparente e em conformidade com a legislação e a regulação aplicáveis ao sistema financeiro e de capitais, sob a supervisão permanente de órgãos como a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central;

* as estruturas societárias, fundos de investimento e participações sob sua gestão ou administração obedecem integralmente às normas de compliance, governança corporativa, prevenção à lavagem de dinheiro (Resolução nº 50/2021 do Coaf) e conheça seu cliente (Know Your Customer – KYC);

* é incorreto e descabido afirmar que tenha figurado como sócia em operações ou estruturas dos fundos sob sua administração, pois, conforme a Lei nº 8.668/1993, os bens e direitos integrantes dos fundos não se confundem com o patrimônio da administradora, não integram seu ativo e não respondem, direta ou indiretamente, por obrigações da instituição;

* está colaborando de forma ampla e proativa com as autoridades competentes, fornecendo todas as informações e documentos necessários ao esclarecimento dos fatos, convicta de que sua isenção e integridade serão plenamente reconhecidas.

Banco Central (BC) decreta liquidação extrajudicial da Reag Investimentos — Foto: Reprodução/Instagram

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PicPay marca data e será a primeira empresa do Brasil a fazer IPO desde 2021

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,154-0,42%Dólar TurismoR$ 5,353-0,44%Euro ComercialR$ 6,081-0,26%Euro TurismoR$ 6,329-0,31%B3Ibovespa188.903 pts-0,86%Oferecido por

O banco digital PicPay afirmou nesta terça-feira (20) que pretende levantar até US$ 434,3 milhões em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, prevista para 29 de janeiro.

A companhia sediada em São Paulo está oferecendo cerca de 22,9 milhões de ações, com preços entre US$ 16 e US$ 19 cada.

A fintech, apoiada pela J&F Investimentos, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, busca realizar sua listagem nos EUA, após ter planejado a operação originalmente para 2021.

A gestora de capital de crescimento voltada para a América Latina, Bicycle Capital, lidera a oferta pública inicial e pretende adquirir US$ 75 milhões em ações do PicPay.

O banco digital PicPay será a primeira empresa brasileira a se lançar na bolsa de valores desde 2021. A empresa afirmou nesta terça-feira (20) que fará sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos no próximo dia 29 de janeiro.

🔎 Um IPO (Initial Public Offering) é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

O banco digital será listado na Nasdaq com o código “PICS”. O PicPay pretende levantar até US$ 434,3 milhões, com a oferta de cerca de 22,9 milhões de ações, a preços entre US$ 16 e US$ 19 cada.

A fintech, apoiada pela J&F Investimentos, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, realiza sua listagem nos EUA após ter planejado a operação originalmente para 2021.

Em comunicado, o PicPay informou que o Citigroup, o BofA Securities e o RBC Capital Markets atuam como coordenadores globais da oferta pública inicial.

A gestora de capital de crescimento voltada para a América Latina, Bicycle Capital, lidera a oferta pública inicial e pretende adquirir US$ 75 milhões em ações do PicPay.

💵 Como essas intenções não representam compromissos de compra, os investidores podem acabar adquirindo mais, menos ou até nenhuma ação. Da mesma forma, o PicPay e os coordenadores da oferta podem ajustar a quantidade de ações vendidas a esses investidores.

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O PicPay apresentou, em 5 de janeiro, o pedido para realizar um IPO na Nasdaq. A iniciativa veio após a empresa registrar lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, ante R$ 172 milhões no mesmo período do ano anterior.

A receita total atingiu R$ 7,26 bilhões no período, ante R$ 3,78 bilhões no ano anterior. O número de clientes ativos também cresceu, passando de 37,5 milhões para 42,1 milhões em setembro de 2025.

Com o lançamento da oferta pública inicial, o PicPay tenta pela segunda vez abrir capital nos EUA, após ter desistido de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado.

No entanto, a expectativa de uma recuperação mais consistente foi limitada pela volatilidade provocada pelo tarifaço do governo de Donald Trump, pela paralisação prolongada do governo dos EUA (shutdown) e pela queda das ações de empresas de inteligência artificial no fim do ano passado.

Analistas projetam que o mercado de IPOs volte a ganhar força em 2026, com mais empresas de criptomoedas e do setor financeiro digital anunciando planos de abertura de capital.

Entre elas estão o banco digital britânico Revolut, a plataforma de ativos digitais Kraken e o aplicativo japonês de pagamentos PayPay.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fortuna de Elon Musk bate recorde e alcança US$ 788 bilhões com alta das ações da Tesla

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Fortuna de Elon Musk bate recorde e alcança US$ 788 bilhões com alta das ações da Tesla Bilionário se aproxima de um marco inédito ao atingir patrimônio estimado em US$ 800 bilhões, impulsionado pela valorização de seus negócios em tecnologia, especialmente em inteligência artificial. Por Redação g1 — São Paulo

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: FABRICE COFFRINI / AFP

A riqueza de Elon Musk voltou a atingir um patamar histórico nesta quinta-feira (22), impulsionada pela valorização das ações da Tesla e por novas apostas do empresário no mercado de tecnologia.

Segundo estimativas da Forbes, o patrimônio líquido do CEO chegou a US$ 788,1 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões), o maior já registrado, colocando Musk a poucos passos de romper a marca inédita de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,3 trilhões).

🔎O avanço ocorreu após uma forte alta dos papéis da Tesla, que subiram mais de 4% no mercado de ações dos Estados Unidos, refletindo o otimismo do mercado com as declarações do empresário sobre o futuro do serviço de robotáxis da montadora.

Durante participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Musk afirmou que a frota de veículos autônomos da empresa deve estar “muito difundida” nos Estados Unidos até o fim deste ano, após o lançamento inicial em Austin, no Texas, previsto para junho de 2025.

Ele afirmou também que a Tesla deve começar a vender seus robôs para o público até o final de 2027 e avaliou que, no futuro, todas as pessoas terão um humanoide como assistente.

"Provavelmente em algum momento do próximo ano, até o final do próximo ano, acho que estaremos vendendo robôs humanoides ao público", disse o bilionário.

Com a valorização das ações, a fortuna de Musk cresceu cerca de US$ 13 bilhões em um único dia, consolidando sua liderança isolada no ranking das pessoas mais ricas do mundo, segundo a Forbes.

Ele mantém ampla vantagem sobre os cofundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, que ocupam a segunda e a terceira posições, respectivamente. Na sequência aparecem nomes como Jeff Bezos, Larry Ellison e Mark Zuckerberg.

Nos últimos meses, Musk acumulou uma sequência de recordes pessoais. Em outubro, tornou-se a primeira pessoa a alcançar um patrimônio de US$ 500 bilhões. Em dezembro, ultrapassou os US$ 600 bilhões e, poucos dias depois, rompeu a barreira dos US$ 700 bilhões.

Esse salto foi impulsionado, principalmente, pela valorização da SpaceX, reavaliada em cerca de US$ 800 bilhões, e por decisões judiciais que restauraram pacotes de opções de ações da Tesla, hoje estimados em US$ 126 bilhões.

Mais recentemente, a captação de recursos da xAI Holdings, que alcançou uma avaliação de US$ 250 bilhões, adicionou dezenas de bilhões de dólares à fortuna do empresário.

Com novos planos de remuneração atrelados a metas financeiras e de produção da Tesla, analistas avaliam que Musk pode se tornar, em um futuro próximo, o primeiro trilionário da história.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PicPay faz seu IPO nos EUA, o primeiro de uma empresa brasileira desde 2021

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Eduardo Chedid, CEO do banco digital brasileiro PicPay, Joesley Batista, Wesley Batista e José Antonio Batista tocam o sino de abertura na bolsa Nasdaq durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq na Times Square, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters

O banco digital PicPay fez nesta quinta-feira (29) sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Com isso, se tornou a primeira empresa brasileira a realizar um IPO desde 2021.

🔎 Um IPO (Initial Public Offering) é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

O banco digital foi listado na Nasdaq com o código “PICS”. O PicPay levantou cerca de US$ 434,3 milhões, com a oferta de cerca de 22,9 milhões de ações. Cada papel foi precificado a US$ 19 — no teto da faixa indicativa, que ia de US$ 16 a US$ 19.

Os papéis da empresa abriram a sessão cotados a US$ 19,50, alta de 2,6%. Com isso, o valor de mercado ao PicPay chegou a US$ 2,53 bilhões.

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O presidente-executivo, Eduardo Chedid, afirmou na Nasdaq que o banco avalia a possibilidade de emitir recibos de depósito brasileiros (BDRs) lastreados em ações negociadas nos EUA, mas manterá foco exclusivo no Brasil pelos próximos dois a três anos.

Os recursos obtidos com a oferta financiarão novos serviços no aplicativo, incluindo viagens, entrega de comida e loterias.

"Esperamos aumentar o uso de produtos de crédito por nossos clientes de varejo e corporativos", disse Chedid. O PicPay também aguarda autorização do governo para lançar um serviço de apostas esportivas.

A fintech, apoiada pela J&F Investimentos, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, realizou sua listagem nos EUA após ter planejado a operação originalmente para 2021.

Em comunicado, o PicPay informou que o Citigroup, o BofA Securities e o RBC Capital Markets atuaram como coordenadores globais da oferta pública inicial.

Além disso, Mizuho, Wolfe | Nomura Alliance, Bradesco BBI, BB Securities Ltd., BTG Pactual e XP Investment Banking atuam como coordenadores conjuntos da oferta, enquanto a FT Partners atua como co-manager.

O logotipo do banco digital brasileiro PicPay é exibido no prédio da Nasdaq após o toque do sino de abertura na bolsa Nasdaq durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq na Times Square, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters

O PicPay apresentou, em 5 de janeiro, o pedido para realizar um IPO na Nasdaq. A iniciativa veio após a empresa registrar lucro de R$ 313,8 milhões nos nove meses encerrados em 30 de setembro de 2025, ante R$ 172 milhões no mesmo período do ano anterior.

A receita total atingiu R$ 7,26 bilhões no período, ante R$ 3,78 bilhões no ano anterior. O número de clientes ativos também cresceu, passando de 37,5 milhões para 42,1 milhões em setembro de 2025.

Com o lançamento da oferta pública inicial, o PicPay tenta pela segunda vez abrir capital nos EUA, após ter desistido de um IPO em 2021 devido a condições desfavoráveis de mercado.

No entanto, a expectativa de uma recuperação mais consistente foi limitada pela volatilidade provocada pelo tarifaço do governo de Donald Trump, pela paralisação prolongada do governo dos EUA (shutdown) e pela queda das ações de empresas de inteligência artificial no fim do ano passado.

Analistas projetam que o mercado de IPOs volte a ganhar força em 2026, com mais empresas de criptomoedas e do setor financeiro digital anunciando planos de abertura de capital.

Entre elas estão o banco digital britânico Revolut, a plataforma de ativos digitais Kraken e o aplicativo japonês de pagamentos PayPay.

Eduardo Chedid, CEO do banco digital brasileiro PicPay, Joesley Batista, Wesley Batista e José Antonio Batista tocam o sino de abertura na bolsa Nasdaq durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq na Times Square, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters

Logotipos do banco digital brasileiro PicPay são exibidos em prédios na Times Square após o toque do sino de abertura na bolsa Nasdaq durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters

Logotipos do banco digital brasileiro PicPay são exibidos em prédios na Times Square após o toque do sino de abertura na bolsa Nasdaq durante o IPO da empresa, no site do mercado Nasdaq, na cidade de Nova York, EUA, em 29 de janeiro de 2026. — Foto: Reuters

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras eleva reservas provadas de petróleo e gás em 2025

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Petrobras informou nesta quarta-feira (28) que suas reservas provadas encerraram 2025 em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás), ante 11,4 bilhões em 2024.

Segundo a Petrobras, o índice de reposição de reservas (IRR) foi de 175%, mesmo com a produção recorde registrada em 2025.

A relação entre as reservas provadas e o nível de produção está estimada em 12,5 anos, acrescentou a companhia.

A ampliação das reservas ocorreu principalmente devido ao bom desempenho dos ativos, com destaque para os campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos.

A Petrobras informou nesta quarta-feira (28) que suas reservas provadas encerraram 2025 em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás), ante 11,4 bilhões em 2024, segundo fato relevante divulgado pela companhia.

"Em 2025, a Petrobras seguiu a trajetória de adição significativa de reservas (1,7 bilhão de boe), mantendo o foco na geração de valor para a sociedade e acionistas", disse a empresa.

🔎 Barril de óleo equivalente (boe, na sigla em inglês) é uma unidade de medida que permite somar petróleo e gás natural em um único indicador. Para isso, o volume de gás é convertido em energia equivalente à de um barril de petróleo, o que facilita a comparação e o acompanhamento das reservas das empresas do setor.

Segundo a Petrobras, o índice de reposição de reservas (IRR) foi de 175%, mesmo com a produção recorde registrada em 2025.

A relação entre as reservas provadas e o nível de produção está estimada em 12,5 anos, acrescentou a companhia.

A ampliação das reservas ocorreu principalmente devido ao bom desempenho dos ativos, com destaque para os campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos.

A adição de reservas ocorreu, principalmente, em função do excelente desempenho dos ativos, com destaque para os campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos, do avanço no

Também contribuíram o avanço no desenvolvimento dos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, além de projetos de novos poços, sobretudo em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte, nas bacias de Santos e Campos, segundo relatório da empresa.

Há 9 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 9 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 9 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FEMSA assume controle das lojas Oxxo no Brasil e encerra parceria com a Raízen

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A FEMSA anunciou nesta segunda-feira (2) que assumiu o controle de 100% da rede de minimercados Oxxo no Brasil.

A medida conclui a separação da joint-venture que o grupo mexicano mantinha com a Raízen no negócio.

Com isso, a produtora de açúcar e etanol ficou com as lojas de conveniência associadas à marca Shell, sua acionista, enquanto a companhia mexicana ficou com a rede de lojas Oxxo no Brasil.

Na ocasião, a Raízen disse que receberá 1.256 lojas de conveniência Shell Select e Shell Café. E a FEMSA todos os 611 mercados Oxxo no Brasil e o centro de distribuição em Cajamar.

A FEMSA anunciou nesta segunda-feira (2) que assumiu o controle de 100% da rede de minimercados Oxxo no Brasil. A medida conclui a separação da joint-venture que o grupo mexicano mantinha com a Raízen no negócio.

"Como resultado desta transação, a FEMSA manteve as lojas Oxxo no Brasil, bem como o centro de distribuição localizado em Cajamar, São Paulo", afirmou o grupo mexicano em comunicado ao mercado.

"Os demais ativos e passivos do Grupo Nós (joint-venture com Raízen) foram alocados entre a FEMSA e a Raízen de acordo com suas respectivas atividades", acrescentou.

A Raízen anunciou em setembro o fim da parceria com a FEMSA na Oxxo. Com isso, a produtora de açúcar e etanol ficou com as lojas de conveniência associadas à marca Shell, sua acionista, enquanto a companhia mexicana ficou com a rede de lojas Oxxo no Brasil.

Na ocasião, a Raízen disse que receberá 1.256 lojas de conveniência Shell Select e Shell Café. E a FEMSA todos os 611 mercados Oxxo no Brasil e o centro de distribuição em Cajamar.

"Essa decisão está alinhada à estratégia de reciclagem e simplificação do portfólio de negócios da Raízen, permitindo maior foco e agilidade na execução de sua Oferta Integrada Shell", disse a Raízen, em nota da época.

Em comunicado de setembro, a FEMSA declarou que o Oxxo Brasil é uma “prioridade estratégica” dentro de sua operação de varejo.

"Ao dar o próximo passo para operar de forma independente, seguimos totalmente comprometidos com fortalecimento e expansão do OXXO neste mercado dinâmico. O Brasil segue sendo foco fundamental na estratégia de crescimento de longo prazo da FEMSA", disse José Antonio Fernández Garza, diretor geral da FEMSA Retail.

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Elon Musk se torna a primeira pessoa a superar US$ 800 bilhões em patrimônio

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido.

A fortuna do bilionário foi impulsionada pela aquisição da empresa de inteligência artificial xAI pela SpaceX.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido após a SpaceX adquirir a empresa de inteligência artificial xAI.

Segundo a Forbes, o negócio avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão e elevou a fortuna do bilionário em US$ 84 bilhões, para um recorde de US$ 852 bilhões (cerca de R$ 4,4 trilhões).

Antes da operação, Musk detinha cerca de 42% da SpaceX, participação avaliada em US$ 336 bilhões com base em uma oferta privada realizada em dezembro, que estimou a empresa em US$ 800 bilhões.

Ele também possuía aproximadamente 49% da xAI, avaliada em US$ 122 bilhões após uma rodada de captação que atribuiu valor de mercado de US$ 250 bilhões à empresa neste mês.

Após a fusão — que atribuiu US$ 1 trilhão à SpaceX e manteve a xAI em US$ 250 bilhões —, a Forbes calcula que Musk passou a deter 43% da companhia combinada, fatia avaliada em US$ 542 bilhões.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

A empresa resultante da fusão deve precificar as ações em cerca de US$ 527 (R$ 2.771) cada e alcançar uma avaliação de US$ 1,25 trilhão (R$ 6,57 trilhões), segundo a Bloomberg.

O negócio, que cria a empresa privada mais valiosa do mundo, engloba as ambições cada vez mais caras do bilionário de avançar nos campos da inteligência artificial e da exploração espacial.

Em comunicado, Musk afirmou que a fusão tem como objetivo criar o “motor de inovação mais ambicioso e verticalmente integrado da Terra (e fora dela)”, ao reunir negócios que atuam em áreas como exploração espacial, internet via satélite e inteligência artificial.

A aquisição da xAI pela SpaceX envolve duas das maiores empresas de capital fechado do planeta. Trata-se também de uma das uniões mais ambiciosas já feitas no setor de tecnologia, combinando um contratante de defesa e exploração espacial com um desenvolvedor de IA em rápido crescimento.

A medida, no entanto, ainda deverá ser analisada. O acordo pode chamar atenção de reguladores e investidores sobre questões de governança, avaliação e potenciais conflitos de interesse.

Isso se deve ao papel de liderança de Musk em várias empresas, bem como à possível movimentação de engenheiros, tecnologia proprietária e contratos entre as entidades.

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

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