RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quaest: 38% consideram que Desenrola vai ajudar muito as famílias endividadas e 27% acham que vai ajudar pouco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 38% dos brasileiros avaliam que o novo programa Desenrola do governo federal vai ajudar muito as pessoas a saírem da situação de endividamento.

Lançado pelo governo Lula na semana passada, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário, com renda mensal de até cinco salários-mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026.

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a proposta de proibir que beneficiários do programa façam apostas online por um período: 79% disseram ser a favor da medida, enquanto 16% se declararam contra.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 38% dos brasileiros avaliam que o novo programa Desenrola do governo federal vai ajudar muito as pessoas a saírem da situação de endividamento. Outros 27% dizem que deve ajudar um pouco, enquanto 33% afirmam que não vai ajudar.

Lançado pelo governo Lula na semana passada, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário, com renda mensal de até cinco salários-mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026.

A dívida renegociada terá descontos entre 30% e 90%, com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Nesta segunda-feira (11), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o Desenrola 2.0 já está próximo de R$ 1 bilhão em valores renegociados.

Segundo a Quaest, 57% dos entrevistados já tinham ouvido falar do Desenrola 2.0, enquanto 43% afirmaram que ficaram sabendo do programa recentemente.

Com o endividamento das famílias em níveis recordes e metade dos brasileiros inadimplentes, segundo dados mais recentes, a pressão das dívidas mobiliza o governo e se tornou um tema da disputa presidencial de 2026.

O percentual de endividados atingiu 80,4% em março, maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Lula assina medida provisória do Desenrola 2.0. — Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

Dados do Banco Central (BC) mostram que quase metade da renda dos brasileiros está comprometida com dívidas como cartão de crédito, empréstimos e financiamentos. O nível de endividamento no sistema financeiro se aproxima do registrado em 2022, no fim do governo Jair Bolsonaro (PL).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a proposta de proibir que beneficiários do programa façam apostas online por um período: 79% disseram ser a favor da medida, enquanto 16% se declararam contra.

Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, há uma forte relação entre o endividamento e o vício em jogos online, principalmente entre os homens. Pesquisas qualitativas têm mostrado que 29% dos entrevistados relataram ter começado a apostar para tentar pagar contas, e 27% buscavam renda extra. Entre os inadimplentes, 46% apostam — incluindo quem já está com o nome negativado.

Segundo a pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta, 50% consideram que o Desenrola 2.0 é uma boa ideia, porque ajuda quem está endividado a sair do vermelho. Outros 22% avaliam que ajuda apenas em parte, enquanto 23% dizem que é uma má ideia, por estimular o endividamento.

Quaest 1º turno: Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%; Caiado e Zema têm 4% cadaQuaest 2º turno: Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41%Quaest: para 46%, escândalo do Master afeta negativamente governos Lula e Bolsonaro, Supremo, Congresso e BCQuaest: para 43%, Lula saiu mais forte após encontro com TrumpQuaest: 49% desaprovam e 46% aprovam o governo Lula

Há 42 minutos Política Para 43%, Lula saiu mais forte após encontro com TrumpHá 42 minutos65% acreditam que o Desenrola 2.0 vai ajudar os endividadosHá 42 minutosNovo presidente do TSEVÍDEO: Nunes Marques solta a voz com Jorge Aragão em festa após posse

Há 10 minutos Política Ministro diz que urna eletrônica é ‘patrimônio da democracia’Há 10 minutosNegociação em encontroPor que Taiwan é tão importante na disputa de poder entre EUA e China

Há 7 horas Mundo Encontro deve definir relação dos países por anosHá 7 horasChina pede ao Paquistão que intensifique mediação entre EUA e IrãHá 7 horasMísseis, navios, caças… VÍDEO compara arsenal de guerra de China e EUA

Há 54 minutos Jornal Nacional Quem é a prefeita de cidade dos EUA que admitiu ser agente da ChinaHá 54 minutosIsenção já em vigorO que muda com o fim da ‘taxa das blusinhas’ em compras de até US$ 50

Há 24 minutos Economia Entidades da indústria dizem que medida ameaça empregosHá 24 minutosImposto arrecadou mais de R$ 9 bilhões em menos de 2 anosHá 24 minutosPrevisão do tempo ❄️🥶Sul segue gelado, e Sudeste tem trégua; nova frente fria chega na sexta

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo estuda medidas para aliviar efeitos da reforma tributária sobre o setor aéreo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Diante de estimativas de que os custos das companhias aéreas podem triplicar caso a reforma tributária para o setor seja mantida nos moldes atuais, o governo federal estuda medidas para reduzir os impactos sobre as empresas e evitar reflexos no preço das passagens aéreas.

🔎Aprovada em 2023 e sancionada em 2025, a Reforma Tributária passa por um período de teste neste ano. A partir de janeiro de 2027, entra em vigor com a substituição do PIS/Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A substituição do ICMS e do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) se dará de forma gradual a partir de 2029 até 2033.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) estima que a carga tributária do setor seja triplicada, "elevando ainda mais o custo das operações e comprometendo a competitividade das empresas, a demanda e a conectividade do Brasil".

"Hoje, a aviação brasileira possui 60% dos custos atrelados ao dólar, o que representa um cenário desafiador para o crescimento da indústria. O texto da reforma tributária aprovado pelo Congresso pode tornar o cenário ainda mais complexo", afirmaram em nota.

A proposta em estudo prevê que o acesso à redução de 40% nas alíquotas do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e CBS, benefício previsto em lei para voos regionais, seja definido com base em toda a malha aérea operada pela companhia, e não apenas em trechos isolados.

Segundo o secretário de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos, Daniel Longo, a ideia é reconhecer que a aviação regional funciona de forma integrada, e não fragmentada.

“Em vez de analisar rota por rota, a ideia é olhar para a malha como um todo. Se a empresa tiver uma operação predominantemente regional, ela poderá acessar o desconto tributário de 40%”, explicou ele, ao g1.

Pelo modelo em discussão, seriam consideradas empresas aéreas regionais aquelas com pelo menos 50% da oferta de assentos destinada a rotas regionais.

O enquadramento permitiria a aplicação mais ampla do benefício tributário, criando condições para que receitas obtidas em rotas mais rentáveis ajudem a sustentar a expansão e a manutenção de voos em áreas menos atendidas do país.

Em relação ao imposto seletivo, a proposta em discussão prevê a isenção dos tributos para aeronaves com maior eficiência ambiental.

✈️ A medida busca estimular as companhias aéreas a renovarem suas frotas com modelos mais modernos e menos poluentes.

De acordo com o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, a proposta é que aeronaves que possuem parâmetros mais eficientes, do ponto de vista ambiental, no mercado, sejam isentas do imposto.

“Isso para incentivar as empresas aéreas nos processos de renovação de frota a focarem naquelas aeronaves mais modernas e ambientalmente menos poluentes”, explicou Longo.

Segundo ele, o tema vem sendo tratado em conjunto com o Ministério da Fazenda e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

✈️ Em relação aos voos internacionais, o governo analisa uma nota técnica da Anac que pode abrir caminho para a adoção do princípio da reciprocidade na cobrança de tributos.

A proposta busca reconhecer a prevalência dos acordos internacionais de serviços aéreos sobre a legislação tributária brasileira. Na prática, a avaliação é de que esses acordos poderiam afastar a incidência do novo tributo sobre operações internacionais.

Há 6 horas Política Mascote Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas Há 6 horasNegociação em encontroPor que Taiwan é tão importante na disputa de poder entre EUA e China

Há 2 horas Mundo Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação dos países por anosHá 2 horasEntenda o xadrez econômico entre Donald Trump e Xi JinpingHá 2 horasMega-Sena acumula e vai a R$ 60 milhões; veja números

Há 6 horas Mega-Sena Caixa suspende sorteios da Mega por uma semana até concurso especialHá 6 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 2 horas São Paulo ‘É ruim ver o sonho da sua mãe ser destruído tão rápido’, diz adolescente que teve casa atingidaHá 2 horasTeste, estudo e demandaComo transformar ideia de renda extra em negócio próprio

Há 1 hora Guia do Empreendedor Seu bolso 💵Dívida e juros: por que deixar para pagar depois custa tão caro?

Há 29 minutos G1 Explica Estudantes com dívidas do Fies podem renegociar contratos a partir de hojeHá 29 minutosPrevisão do tempo ❄️🥶Sul segue gelado, e Sudeste tem trégua; nova frente fria chega na sexta

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fim da taxa das blusinhas ameaça empregos e cria concorrência desleal, dizem entidades da indústria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Entidades do setor de varejo e indústria reagiram a decisão do governo federal de encerrar a chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

Apesar de especialistas ressaltarem que a medida terá impacto imediato nos preços para o consumidor, o setor alerta preocupação com as empresas brasileiras e empregos.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou que a medida vai "aprofundar a concorrência desigual" enfrentada pelas empresas brasileiras, principalmente pequenos e médios negócios.

Entidades do setor de varejo e indústria reagiram a decisão do governo federal de encerrar a chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

Apesar de especialistas ressaltarem que a medida terá impacto imediato nos preços para o consumidor, o setor alerta preocupação com as empresas brasileiras e empregos.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

Segundo a entidade, o fim da tributação prejudica empresas brasileiras, especialmente micros e pequenas companhias, que "investem e sustentam a arrecadação do país".

"É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou que a medida vai "aprofundar a concorrência desigual" enfrentada pelas empresas brasileiras, principalmente pequenos e médios negócios.

"A medida que a ampliar a assimetria competitiva entre a indústria nacional e plataformas internacionais de comércio eletrônico", disse a Federação.

Além disso, a entidade reforçou um estudo publicado antes da implementação da taxação em 2024. Segundo a pesquisa da FIEMG, a manutenção daquele cenário [sem as taxas] poderia provocar a perda de 1,1 milhão de empregos e a redução de R$ 99 bilhões no faturamento do setor produtivo nacional.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reforçou o aspecto prejudicial da medida à indústria brasileiras e desenvolvimento do país. Entendida como um "retrocesso", o fim da 'taxação das blusinhas' é vista pela entidade como uma decisão que amplia a desigualdade entre empresas nacionais e estrangeiras.

“Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Em abril, mais de 50 entidades lançaram um manifesto contra o fim da taxação, possibilidade que já era ventilada pelo governo na época.

O texto foi assinado por entidades como Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), AbLos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings), Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), ABVTex (Associação Brasileira de Varejo Têxtil), Anamaco (Associação Nacional Comerciantes Material Construção), CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), CNI e IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), entre outras.

O manifesto ressaltou que a criação da taxa "criaram empregos e ampliaram investimentos e R$ 42 bilhões adicionais por ano passaram a ser recolhidos para União".

O documento também afirmou que a cobrança beneficiava setores além do de vestuário, como eletrônicos, materiais de construção e produtos para pets.

O manifesto cita a pesquisa do Instituto Locomotiva, que indicou que após a implementação da taxa, 12% dos consumidores deixaram de comprar em plataformas estrangeiras, optando pelas lojas e sites do varejo em atuação no Brasil. Outros 36% reduziram as compras nos sites estrangeiros, enquanto a maioria (52%) manteve (34%) ou ampliou (18%) o consumo nestas plataformas.

"A previsão é de que apenas o Comércio invista este ano R$ 100 bilhões no Brasil. Este investimento estaria ameaçado caso houvesse um retrocesso nos passos já dados rumo à isonomia tributária. Já o fim da ‘taxa das blusinhas’ não traria nenhum investimento novo para o Brasil, já que estas plataformas internacionais quase nada aplicaram no País até hoje, embora tenham faturado por aqui, entre 2023 e 2025, R$ 40 bilhões", ressaltou o manifesto, divulgado em abril.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que a medida “enfraquece a indústria nacional” e "amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

A medida foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). Segundo o governo, a isenção entrou em vigor já nesta terça (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto imediato nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

"O efeito tende a ser imediato, com produtos importados — muitos deles vindos da China — ficando mais baratos sem a incidência desse imposto”, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

“Isso se soma à valorização do real frente ao dólar, já que grande parte desses produtos é cotada na moeda americana”, acrescenta. Como mostrou o g1, o dólar fechou a R$ 4,89 nesta terça-feira, no menor nível em mais de dois anos, acumulando queda de 10,81% em 2026.

O especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a medida deve valer para cargas que chegarem ao Brasil já nesta quarta.

“Com o fim do imposto de importação, a cobrança ficará restrita ao ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Com isso, o preço final tende a cair imediatamente. Os e-commerces também vão se ajustar rapidamente para retirar a cobrança no momento da compra”, afirma.

👗 EXEMPLO: uma compra de US$ 50 passava a custar US$ 60 com o imposto de importação de 20%. Depois, com a cobrança de 17% de ICMS sobre esse valor, o total chegava a US$ 72,29 — ou R$ 354 pela cotação do dólar desta terça.

👗EXEMPLO: sem o imposto de importação de 20%, uma compra de US$ 50 terá apenas a cobrança do ICMS de 17% (ou de 20%, em alguns estados). Como o imposto estadual é calculado “por dentro”, o total da compra será de US$ 60,24 — ou cerca de R$ 295.

🔎 O imposto “por dentro” significa que o ICMS já faz parte do preço final da compra. Por isso, nesse caso, os US$ 50 são divididos por 0,83 — e não apenas acrescidos em 17%. É que o imposto também incide sobre ele mesmo. Assim, o total chega a US$ 60,24.

Ou seja, na prática, um mesmo produto pode cair de R$ 354 para R$ 295 com o fim da taxa das blusinhas.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

Segundo ele, o imposto criado em 2024 funcionava como uma proteção para a indústria nacional, especialmente o setor de moda, ao dificultar a entrada de produtos importados mais baratos e estimular o consumo de itens produzidos no Brasil.

“Do ponto de vista macroeconômico, a medida ajudava a defender empregos nacionais e foi relevante para o país”, afirma.

“Não por acaso, países da União Europeia e os próprios Estados Unidos também passaram a taxar remessas de pequeno valor recentemente, justamente para tentar reduzir essa enxurrada de produtos asiáticos baratos, principalmente eletrônicos, roupas e acessórios”, acrescenta.

Empresas brasileiras criticaram a decisão anunciada nesta terça-feira pelo governo e classificaram a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque à indústria e ao varejo nacional”. (leia mais abaixo)

Nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão com imposto de importação sobre encomendas internacionais, segundo a Receita Federal. O valor representa alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025 e recorde para o período.

➡️ A taxa das blusinhas entrou em vigor em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, criando imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no programa Remessa Conforme.

➡️ Posteriormente, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

➡️ Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da “taxa das blusinhas” estava em discussão no governo. O imposto foi criado na gestão de Fernando Haddad à frente da pasta.

➡️ A medida era criticada por consumidores por encarecer produtos importados baratos vendidos em plataformas internacionais.

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula (PT).

Há 6 horas Política Mascote Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas Há 6 horasNegociação em encontroPor que Taiwan é tão importante na disputa de poder entre EUA e China

Há 2 horas Mundo Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação dos países por anosHá 2 horasEntenda o xadrez econômico entre Donald Trump e Xi JinpingHá 2 horasMega-Sena acumula e vai a R$ 60 milhões; veja números

Há 6 horas Mega-Sena Caixa suspende sorteios da Mega por uma semana até concurso especialHá 6 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 2 horas São Paulo ‘É ruim ver o sonho da sua mãe ser destruído tão rápido’, diz adolescente que teve casa atingidaHá 2 horasTeste, estudo e demandaComo transformar ideia de renda extra em negócio próprio

Há 1 hora Guia do Empreendedor Seu bolso 💵Dívida e juros: por que deixar para pagar depois custa tão caro?

Há 29 minutos G1 Explica Estudantes com dívidas do Fies podem renegociar contratos a partir de hojeHá 29 minutosPrevisão do tempo ❄️🥶Sul segue gelado, e Sudeste tem trégua; nova frente fria chega na sexta

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Estudantes com dívidas do Fies podem renegociar contratos a partir desta quarta; descontos chegam a 99%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

Estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderão renegociar o que devem a partir desta quarta-feira (13)

A renegociação será no âmbito da nova versão do Desenrola, lancada na última segunda-feira (4) pelo governo federal, e deverá ser feita nos canais de atendimento da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.

🎯A medida não prevê a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento das dívidas, como acontece em outras renegociações do programa.

💰De acordo com as regras da renegociação, os contratos em atraso poderão ser quitados com descontos de até 99% sobre o valor total da dívida. O desconto máximo estará disponível para estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com dívidas vencidas há mais de 360 dias (veja detalhes abaixo).

A expectativa do Ministério da Educação é que mais de 1 milhão de estudantes renegociem suas dívidas.

podem participar estudantes com contratos firmados até 2017;os contratos precisam estar em fase de amortização (com pagamentos iniciados) em 4 de maio de 2026; ea negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026.

no caso das dívidas vencidas há mais de 90 dias, os estudantes poderão ter desconto de até 12% do valor principal nos pagamentos à vista; ou redução de 100% de juros e multas nos pagamentos parcelados; aqueles que estão inscritos no CadÚnico, com débitos vencidos há mais de 360 dias, poderão ter desconto de até 99% do valor consolidado da dívida, por meio da liquidação integral do saldo devedor; os estudantes que não fazem parte do CadÚnico, com débitos vencidos há mais de 360 dias, poderão ter desconto de até 77% do valor consolidado da dívida; os estudantes com os contratos em dia ou com atrasos de até 90 dias poderão ter desconto de 12% do valor consolidado da dívida.

Há 6 horas Economia O que é a taxa que Lula cancelou após quase dois anos?Há 6 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Mega-Sena Caixa suspende sorteios da Mega por uma semana até concurso especialHá 3 horasEncontro históricoTrump chega à China hoje com 5 prioridades para negociar com Xi; entenda

Há 3 horas Jornal Nacional EUA têm inflação mais alta em 3 anosHá 3 horasAcidente em SPPeritos investigam causas da explosão de gás que deixou um morto e destruiu casas

Há 2 horas Jornal Nacional Após explosão, Tarcísio diz que obras da Sabesp ‘tiram o sono’Há 2 horasR$ 10,5 bilhões não resgatadosTem dinheiro esquecido nos bancos? Governo usará para ajudar endividados

Há 11 horas Economia Abono salarial: mudanças devem excluir 4,5 milhõesHá 11 horasPrevisão do tempo ❄️🥶Sul segue gelado, e Sudeste tem trégua; nova frente fria chega na sexta

Há 13 minutos Meio Ambiente Futebol ⚽Cruzeiro segura pressão, vence Goiás e avança na Copa do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Taxa das blusinhas’: o que muda com o fim do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas, nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

A medida será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto rápido nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas, nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.

A medida será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, com publicação no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). Segundo o governo, a isenção entrou em vigor já nesta terça (12).

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto imediato nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

"O efeito tende a ser imediato, com produtos importados — muitos deles vindos da China — ficando mais baratos sem a incidência desse imposto”, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

“Isso se soma à valorização do real frente ao dólar, já que grande parte desses produtos é cotada na moeda americana”, acrescenta. Como mostrou o g1, o dólar fechou a R$ 4,89 nesta terça-feira, no menor nível em mais de dois anos, acumulando queda de 10,81% em 2026.

O especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a medida deve valer para cargas que chegarem ao Brasil já nesta quarta.

“Com o fim do imposto de importação, a cobrança ficará restrita ao ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Com isso, o preço final tende a cair imediatamente. Os e-commerces também vão se ajustar rapidamente para retirar a cobrança no momento da compra”, afirma.

👗 EXEMPLO: uma compra de US$ 50 passava a custar US$ 60 com o imposto de importação de 20%. Depois, com a cobrança de 17% de ICMS sobre esse valor, o total chegava a US$ 72,29 — ou R$ 354 pela cotação do dólar desta terça.

👗EXEMPLO: sem o imposto de importação de 20%, uma compra de US$ 50 terá apenas a cobrança do ICMS de 17% (ou de 20%, em alguns estados). Como o imposto estadual é calculado “por dentro”, o total da compra será de US$ 60,24 — ou cerca de R$ 295.

🔎 O imposto “por dentro” significa que o ICMS já faz parte do preço final da compra. Por isso, nesse caso, os US$ 50 são divididos por 0,83 — e não apenas acrescidos em 17%. É que o imposto também incide sobre ele mesmo. Assim, o total chega a US$ 60,24.

Ou seja, na prática, um mesmo produto pode cair de R$ 354 para R$ 295 com o fim da taxa das blusinhas.

O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.

Segundo ele, o imposto criado em 2024 funcionava como uma proteção para a indústria nacional, especialmente o setor de moda, ao dificultar a entrada de produtos importados mais baratos e estimular o consumo de itens produzidos no Brasil.

“Do ponto de vista macroeconômico, a medida ajudava a defender empregos nacionais e foi relevante para o país”, afirma.

“Não por acaso, países da União Europeia e os próprios Estados Unidos também passaram a taxar remessas de pequeno valor recentemente, justamente para tentar reduzir essa enxurrada de produtos asiáticos baratos, principalmente eletrônicos, roupas e acessórios”, acrescenta.

Empresas brasileiras criticaram a decisão anunciada nesta terça-feira pelo governo e classificaram a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque à indústria e ao varejo nacional”. (leia mais abaixo)

Nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão com imposto de importação sobre encomendas internacionais, segundo a Receita Federal. O valor representa alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025 e recorde para o período.

➡️ A taxa das blusinhas entrou em vigor em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, criando imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no programa Remessa Conforme.

➡️ Posteriormente, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

➡️ Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da “taxa das blusinhas” estava em discussão no governo. O imposto foi criado na gestão de Fernando Haddad à frente da pasta.

➡️ A medida era criticada por consumidores por encarecer produtos importados baratos vendidos em plataformas internacionais.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) classificou a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque direto à indústria e ao varejo nacional”.

Segundo a entidade, o fim da tributação prejudica empresas brasileiras, especialmente micros e pequenas companhias, que "investem e sustentam a arrecadação do país".

"É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que a medida “enfraquece a indústria nacional” e "amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula (PT).

Há 6 horas Economia O que é a taxa que Lula cancelou após quase dois anos?Há 6 horasMega-Sena acumula e vai a R$ 60 milhões; veja números

Há 3 horas Mega-Sena Caixa suspende sorteios da Mega por uma semana até concurso especialHá 3 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Jornal Nacional EUA têm inflação mais alta em 3 anosHá 3 horasAcidente em SPApós explosão, 19 imóveis seguem interditados e moradores voltam para casa

Há 6 minutos São Paulo Peritos investigam causas da explosão de gás que deixou um morto e destruiu casasHá 6 minutosR$ 10,5 bilhões não resgatadosTem dinheiro esquecido nos bancos? Governo usará para ajudar endividados

Há 11 horas Economia Abono salarial: mudanças devem excluir 4,5 milhõesHá 11 horasPrevisão do tempo ❄️🥶Sul segue gelado, e Sudeste tem trégua; nova frente fria chega na sexta

Há 23 minutos Meio Ambiente Futebol ⚽Cruzeiro segura pressão, vence Goiás e avança na Copa do Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Taxa das blusinhas: imposto revogado por Lula arrecadou mais de R$ 9 bi em menos de dois anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O governo federal arrecadou cerca de R$ 9,6 bilhões em imposto de importação com as encomendas internacionais nos quase três anos em que a medida esteve em vigor.

Nesta terça-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. A mudança foi viabilizada por uma medida provisória assinada por Lula e por um decreto regulamentando a medida pelo Ministério da Fazenda.

➡️ A "taxa das blusinhas", termo usado para se referir ao programa Remessa Conforme, é uma alíquota de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

O argumento era de que havia desigualdade tributária entre os produtos vendidos no Brasil e os itens importados comercializados por marketplaces estrangeiros. No período, a taxação rendeu aos cofres públicos R$ 2,88 bilhões.

Apenas nos primeiros quatro meses deste ano, a cobrança arrecadou quase R$ 1,8 bilhão aos cofres públicos.

O valor representa um crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação somou R$ 1,43 bilhão. O valor é um recorde para o período.

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

Ao anunciar a revogação da medida nesta terça-feira (12), o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a taxação ajudou a regularizar o setor e combater irregularidades nas importações.

“Foi um avanço importante, lembrando que isso só foi possível depois de um avanço muito significativo para regularizar o setor e combater o contrabando, que era uma marca presente nesse segmento”, declarou Ceron em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Segundo ele, o fim da cobrança deve beneficiar principalmente a população de menor renda, que utiliza plataformas internacionais para adquirir produtos de uso cotidiano a preços mais baixos.

A "taxa das blusinhas" também rendeu recursos aos cofres públicos, ajudando a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.

Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.

Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

Há 5 horas Economia O que é a taxa que Lula cancelou após quase dois anos?Há 5 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 2 horas Mega-Sena Caixa suspende sorteios da Mega por uma semana até concurso especialHá 2 horasEncontro históricoTrump chega à China amanhã com 5 prioridades para negociar com Xi; entenda

Há 3 horas Jornal Nacional EUA têm inflação mais alta em 3 anosHá 3 horasAcidente em SPPeritos investigam causas da explosão de gás que deixou um morto e destruiu casas

Há 2 horas Jornal Nacional Após explosão, Tarcísio diz que obras da Sabesp ‘tiram o sono’Há 2 horasR$ 10,5 bilhões não resgatadosTem dinheiro esquecido nos bancos? Governo usará para ajudar endividados

Há 11 horas Economia Abono salarial: mudanças devem excluir 4,5 milhõesHá 11 horasTrânsitoSenado aprova renovação simplificada da CNH para bons condutores, mas com exame médico obrigatório

Há 5 horas Política Rio de Janeiro’Tijuca contra Nordeste’: áudio de 2025 mostra briga de Ed Motta com garçom

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que é a ‘taxa das blusinhas’, que Lula cancelou após quase dois anos?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O termo é utilizado para se referir ao programa Remessa Conforme, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional e sancionada por Lula.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (12) o fim da chamada taxa das blusinhas. A medida passa a valer na quarta-feira (12).

➡️ A "taxa das blusinhas", termo usado para se referir ao programa Remessa Conforme, é uma alíquota de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50 — a cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional.

A partir de quarta as compras até este valor não pagarão imposto, de acordo com o Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. A mudança foi realizada em uma Medida Provisória (MP) que será publicada no "Diário Oficial da União".

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional e sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em imposto de importação com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal.

Isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,43 bilhão. Também representa novo recorde para janeiro a abril.

➡️ Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

Além do imposto de importação, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️ À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

➡️ Na última semana, entretanto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da chamada "taxa das blusinhas" está em discussão dentro do governo.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa Remessa Conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

➡️ Controversa, a "taxa das blusinhas" é reprovada por parte dos consumidores brasileiros principalmente por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentam que turistas de viagens internacionais têm vantagem ao não recolher o tributo.

Há 26 minutos Política Mascote Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas Há 26 minutosTrânsitoSenado aprova renovação simplificada da CNH para bons condutores, mas com exame médico obrigatório

Há 1 hora Política Estados UnidosTrump chama jornalista de ‘burra’ ao responder sobre obra na Casa Branca

Há 4 horas Mundo Alimentos de origem animalGoverno fala em ‘surpresa’ e diz que tentará reverter veto da UE à carne

Há 2 horas Agronegócios Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões por anoHá 2 horasBovinos, aves, mel… Veja os produtos que podem ser afetados por veto

Há 5 horas Agronegócios Proibição vem por uso de substâncias para tratar infecções em animaisHá 5 horasConfusão em restaurante Ed Motta nega ofensas e diz à polícia que se sentiu ‘desprestigiado’ com taxa de rolha

Há 5 horas Rio de Janeiro Segurança PúblicaLula promete Ministério da Segurança se PEC parada no Senado passar

Há 7 horas Política Asfixia financeira, reforço de prisões e mais: os detalhes de plano Há 7 horasVALDO: governistas falam em boicote de governadoresHá 7 horasPresidente diz que pediu a Trump entrega de criminosos que estão ‘em Miami’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lula acaba com taxa das blusinhas; compras internacionais de até US$ 50 não pagarão imposto federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O termo é utilizado para se referir ao programa Remessa Conforme, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula.

Medida não muda regras do ICMS, imposto estadual que também é cobrado nessas compras. Em abril, dez estados elevaram a alíquota do ICMS para essas compras de 17% para 20%.

Governo anuncia fim da taxa das blusinhas; compras internacionais de até U$ 50 deixam de pagar imposto federal

O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. O termo é utilizado para se referir ao imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, cobrado através do programa Remessa Conforme.

A mudança, feita a menos de cinco meses das eleições, será formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e regulamentada por uma portaria do Ministério da Fazenda, a serem publicadas no "Diário Oficial da União" (DOU).

O governo afirmou que a medida passa a valer após a publicação das novas regras no DOU. A expectativa da Casa Civil da Presidência da República é que isso ocorra ainda nesta terça-feira (12).

A medida não muda regras do ICMS, um imposto estadual que também é cobrado nessas compras. Em abril, dez estados elevaram a alíquota do ICMS para essas compras de 17% para 20%.

"Temos a satisfação de anunciar que foi zerado a tributação sobre a importação, a famosas taxa das blusinhas. Ela foi zerada a partir de hoje. Presidente,todas as compras até US$50 para pessoas físicas estão com tributo zerado. Então, é um avanço importante", afirmou a ministra Miriam Belchior.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

🔎 A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em imposto de importação com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal.

Isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,43 bilhão. Também representa novo recorde para janeiro a abril.

➡️ Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

Além do imposto de importação, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado.

➡️ À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

➡️ Na última semana, entretanto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da chamada "taxa das blusinhas" estava em discussão dentro do governo.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa Remessa Conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

➡️ Controversa, a "taxa das blusinhas" é reprovada por parte dos consumidores brasileiros principalmente por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentam que turistas de viagens internacionais têm vantagem ao não recolher o tributo.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse que a medida é um "grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional".

"Ao abrir mão da tributação das plataformas estrangeiras, o governo escolhe penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam, investem e sustentam a arrecadação do país. É inadmissível que, enquanto o setor produtivo nacional enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, juros elevados, custos operacionais crescentes e um ambiente regulatório extremamente complexo, empresas internacionais continuem recebendo privilégios artificiais para avançar sobre o mercado brasileiro", afirmou a associação.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) disse que "a medida enfraquece a indústria nacional e amplia a concorrência desleal com empresas brasileiras, que seguem submetidas a uma alta carga tributária".

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, afirmou o presidente da frente, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

O dinheiro arrecadado pela "taxa das blusinhas" ajudava a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A cobrança do imposto também causou impacto nos Correios. A participação das receitas com a distribuição de encomendas internacionais nas contas dos Correios caiu de 22% em 2023 para 7,8% em 2025, segundo as demonstrações financeiras da estatal.

A queda está relacionada à criação do programa Remessa Conforme, do Ministério da Fazenda, que encerrou o monopólio dos Correios na distribuição de encomendas internacionais no Brasil e reduziu a receita da empresa nos últimos dois anos.

Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões para 2023.

Em 2025 o valor caiu para R$ 1,3 bilhão, com uma redução de R$ 2,6 bilhões em relação ao ano anterior.

Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa "Remessa Conforme" escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.

"A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade", afirmou o documento assinado pela diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

Há 25 minutos Política Mascote Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas Há 25 minutosTrânsitoSenado aprova renovação simplificada da CNH para bons condutores, mas com exame médico obrigatório

Há 1 hora Política Estados UnidosTrump chama jornalista de ‘burra’ ao responder sobre obra na Casa Branca

Há 4 horas Mundo Alimentos de origem animalGoverno fala em ‘surpresa’ e diz que tentará reverter veto da UE à carne

Há 2 horas Agronegócios Brasil pode deixar de exportar quase US$ 2 bilhões por anoHá 2 horasBovinos, aves, mel… Veja os produtos que podem ser afetados por veto

Há 5 horas Agronegócios Proibição vem por uso de substâncias para tratar infecções em animaisHá 5 horasConfusão em restaurante Ed Motta nega ofensas e diz à polícia que se sentiu ‘desprestigiado’ com taxa de rolha

Há 5 horas Rio de Janeiro Segurança PúblicaLula promete Ministério da Segurança se PEC parada no Senado passar

Há 7 horas Política Asfixia financeira, reforço de prisões e mais: os detalhes de plano Há 7 horasVALDO: governistas falam em boicote de governadoresHá 7 horasPresidente diz que pediu a Trump entrega de criminosos que estão ‘em Miami’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nova CNH: Brasil tem 4,8 milhões de pedidos de primeira carteira até abril, quatro vezes mais que 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 17:47

Carros Nova CNH: Brasil tem 4,8 milhões de pedidos de primeira carteira até abril, quatro vezes mais que 2025 Período teve aumento em emissão de novas carteiras, realização de cursos, provas e exames médicos. Governo estima economia de R$ 1,8 bilhão para alunos. Por Redação g1

Entre janeiro e abril de 2026, mais de 4,8 milhões de pessoas fizeram requerimento para ter a primeira habilitação. Este número é quatro vezes maior do que os primeiros quatro meses de 2025. Número recorde de cadastros para o período.

Ano passado foram registrados 1.119.321 pedidos de primeira CNH nesse período. Todos os dados são do Ministério dos Transportes.

A quantidade de cursos teóricos também cresceu no primeiro quadrimestre. Foram realizados em 2026, até o fim de abril, mais de 2,5 milhões de cursos. Um aumento de 170% se comparado aos pouco mais de 942 mil de cursos registrados em 2025.

A quantidade de exames teóricos aumentou 28% em 2026 se comparado a 2025. Foram mais de 1,1 milhão de testes aplicados entre janeiro e abril deste ano.

Os cursos práticos bateram a melhor marca para o período. Foram mais de 1,8 milhão de cursos em 2026, 28% a mais do que o registrado em 2025.

Exames práticos também registraram subida. Este ano foram mais de 1,7 milhão de provas, um salto de 21% em relação a 2025.

A emissão de CNHs alcançou o segundo melhor resultado desde 1997, ano em que o Código Brasileiro de Trânsito foi adotado. Foram emitidas mais de 858 mil carteiras em 2026.

Entre janeiro e abril de 2025, foram emitidas 824 mil CNHs. O recorde é do ano de 2014, quando foram registradas mais de 873 mil carteiras no primeiro quadrimestre.

Os exames médicos e psicológicos, exigidos por lei, acompanharam o aumento da demanda. Nos primeiros quatro meses de 2026, foram mais de 2,3 milhões de exames, ante mais de 2,2 milhões em 2025. O programa CNH do Brasil estabeleceu um teto de R$ 180 nos preços pelos exames.

Requerimentos para primeira habilitação: 4.834.308Exames médicos e psicológicos: 2.353.329Cursos teóricos: 2.546.124Exames teóricos: 1.116.302Cursos práticos: 1.860.129Exames práticos: 1.763.747Emissão de CNH: 858.896

Em dezembro de 2025, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos burocrático e mais barato. Uma das principais mudanças foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas.

Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola.

De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.

Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal:

O ministro dos Transportes, George Santoro, anunciou no começo de maio novas funcionalidades da CNH do Brasil. O aplicativo passa a mostrar ao aluno instrutores habilitados e autoescolas, que podem ser filtrados por geolocalização, CEP ou endereço.

No aplicativo agora também é possível dar avaliação de zero até cinco estrelas para o instrutor e autoescola.

Os instrutores passam a ter dentro do aplicativo uma Credencial do Instrutor de Trânsito. Segundo o ministro, essa credencial facilita a identificação do instrutor por parte das autoridades de fiscalização. A habilitação dos instrutores continua sob responsabilidade de cada Detran estadual.

As aulas são cadastradas no aplicativo e geram um certificado para o aluno. Os instrutores podem registrar essas aulas como autônomos ou quando estão a serviço de uma autoescola.

Todas as atualizações feitas no aplicativo serão inscritas de maneira imediata no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) com comunicação automática com os Detrans.

Segundo dados do ministério, hoje existem 170 mil instrutores habilitados no Brasil. Ainda segundo o órgão, apenas 7% das aulas práticas são ministradas por profissionais autônomos. O restante das aulas é feito por instrutores a serviço de autoescolas.

Há 16 minutos São Paulo Blog do Valdo CruzOposição articula PEC da Anistia após Moraes suspender lei que pode reduzir pena de Bolsonaro

Há 4 horas Blog do Valdo Cruz SADI: Anistia é ‘nefasta à democracia brasileira’, diz líder do governoHá 4 horasCAMAROTTI: STF deve manter decisão do Congresso Há 4 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: Ciro Nogueira troca de advogados após ser alvo da PF

Há 7 horas Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 7 horasFundos repassou ao Master precatórios suspeitos, diz PF

Há 22 minutos Política Eleições 2026Ciro Gomes recusa pedido do PSDB e diz que não disputará Presidência

Há 5 horas Eleições 2026 Quaest divulga nesta quarta nova pesquisa para presidenteHá 5 horasBlog da Camila BomfimPresos, Bolsonaro e Collor são convidados por Nunes Marques para posse no TSE

Há 4 horas Blog da Camila Bomfim Novos motoristasNova CNH: Brasil tem 4,8 milhões de pedidos de 1ª carteira até abril

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump assinará medidas para ampliar importações de carne bovina, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 16:18

Agro Trump assinará medidas para ampliar importações de carne bovina, diz agência A medida busca enfrentar os altos preços da carne, disse um funcionário da Casa Branca à Reuters. Por Redação g1 — São Paulo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve assinar nesta segunda-feira (11) decretos para ampliar as importações de carne bovina e incentivar a recomposição do rebanho no país. A medida busca conter a alta dos preços da carne, disse um funcionário da Casa Branca à agência Reuters.

O funcionário não detalhou as medidas. O anúncio deverá ocorrer em um momento em que o rebanho bovino dos EUA atingiu o menor nível em 75 anos e os preços da carne continuam em alta.

O jornal norte-americano The Wall Street Journal informou anteriormente que Trump deve suspender por tempo determinado as cotas tarifárias para a carne bovina, permitindo a entrada de um volume maior do produto no país com tarifas reduzidas.

Segundo o jornal, o presidente também deve orientar a Small Business Administration a ampliar o crédito para pecuaristas e reduzir as proteções previstas na Lei de Espécies Ameaçadas a lobos-cinzentos e lobos mexicanos que atacam rebanhos.

O tarifaço imposto por Donald Trump em abril de 2025 aumentou a preocupação com a alta dos preços nos EUA. Com o aumento dos custos para importar produtos — somado às tensões no Oriente Médio —, os americanos passaram a pagar mais caro por itens do dia a dia, como a carne.

A base legal usada para aplicar as tarifas também passou a ser questionada. Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou o tarifaço, que previa taxas de até 50%. Em resposta, Trump anunciou novas tarifas globais de 10%, desta vez com base em outro instrumento legal.

Com a nova medida, o republicano divulgou uma extensa lista de exceções, incluindo a carne bovina, um dos principais produtos exportados pelo Brasil aos EUA. No caso da carne, a tarifa zero vale para cortes frescos, refrigerados ou congelados, desde carcaças até cortes considerados nobres.

A medida ocorre em meio à insatisfação dos eleitores americanos a menos de seis meses das eleições de meio de mandato nos EUA.

Há 5 horas Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 5 horasEleições 2026Ciro Gomes recusa pedido do PSDB e diz que não disputará Presidência

Há 3 horas Eleições 2026 Quaest divulga nesta quarta nova pesquisa para presidenteHá 3 horasBlog da Camila BomfimPresos, Bolsonaro e Collor são convidados por Nunes Marques para posse no TSE

Há 2 horas Blog da Camila Bomfim 🍫🍫🍫Regras para fabricar chocolate ficam mais rígidas; entenda

Há 2 horas Agronegócios Combate a facçõesGoverno lançará plano de R$ 11 bilhões contra crime organizado

Há 4 horas Política Insegurança Medo de violência política atinge 6 a cada 10 brasileiros, aponta estudo

Há 3 horas Eleições 2026 41% convivem com o crime organizado no bairroHá 3 horasGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 3 horasMinas GeraisVÍDEO: Taxista é suspeito de roubar e agredir idosa de 75 anos em BH

Há 30 minutos Minas Gerais Black Hawk300 km/h, 15 tripulantes e multimissão: como é o helicóptero que o RJ desistiu de comprar

0

PREVIOUS POSTSPage 23 of 49NEXT POSTS