RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Heineken anuncia corte de até 6 mil empregos após queda nas vendas de cerveja

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

As demissões representam quase 7% do quadro global, formado por cerca de 87 mil funcionários. A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta queda nas vendas devido à pressão sobre o orçamento dos consumidores e a condições climáticas desfavoráveis registradas recentemente.

A concorrente Carlsberg também anunciou cortes de empregos. Outras empresas do segmento de bebidas alcoólicas vêm reduzindo custos, vendendo ativos e diminuindo a produção após vários anos de desempenho fraco nas vendas.

As ações da Heineken subiam cerca de 4%, acumulando valorização de aproximadamente 7% desde o fim de 2025.

A companhia informou que seu programa de produtividade deve gerar economias e reduzir o número de funcionários em entre 5.000 e 6.000 pessoas nos próximos dois anos.

“Estamos fazendo isso para fortalecer nossas operações e poder investir no crescimento”, afirmou o diretor financeiro Harold van den Broek durante uma teleconferência para apresentação dos resultados anuais.

Segundo ele, parte dos cortes ocorrerá na Europa e em mercados considerados menos estratégicos, com menor potencial de expansão. Outra parcela virá de medidas já anunciadas para a cadeia de suprimentos, a sede e as unidades regionais.

Para 2026, a Heineken espera um crescimento dos lucros entre 2% e 6%, abaixo da faixa projetada para 2025, de 4% a 8%. Na semana passada, a Carlsberg divulgou estimativa semelhante para o próximo ano.

A empresa também informou que seu lucro operacional anual ficou acima das previsões: avançou 4,4% em 2025, superando a expectativa dos analistas, que era de 4%.

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As investidoras que querem provar que empresas lideradas por mulheres dão mais lucro

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo As investidoras que querem provar que empresas lideradas por mulheres dão mais lucro Erica Fridman e Jaana Goeggel se juntaram para levantar R$ 25 milhões e investir em empresas fundadas por mulheres — o primeiro fundo de 'venture capital' desse tipo no Brasil. Por Camilla Veras Mota

Erica Fridman e Jaana Goeggel são gestoras do fundo de capital de riscoSororitê, estabelecido no fim do ano passado com foco em startups que estejam em estágio inicial e que tenham pelo menos uma mulher entre os fundadores.

Segundo Fridman, 9 das 10 empresas de tecnologia que hoje são as maiores do mundo receberam investimento de fundos de venture capital.

As estatísticas mostram que startups lideradas só por mulheres receberam apenas 0,04% do capital investido em 2020 no Brasil – se incluídas as empresas com homens e mulheres entre os fundadores, o índice é de 2,2%.

No momento, o fundo está em fase de captação, ou seja, está aberto àqueles que quiserem aportar dinheiro na expectativa de que ele traga retorno quando as empresas que receberem o recurso crescerem e multiplicarem seu valor.

Jaana Goeggel e Erica Fridman querem levantar R$ 25 milhões para investir em empresas fundadas por mulheres — Foto: BBC/ Reprodução

Microsoft, Amazon, Meta, Alphabet (controladora do Google), Nvidia e tantas outras. As empresas mais valiosas do mundo foram em sua grande maioria fundadas por homens e são lideradas por homens.

Não faltam mulheres talentosas capazes de serem CEOs, mas, quando decidem empreender, elas costumam esbarrar em uma sucessão de barreiras que muitas vezes as impede de chegar ao topo.

Foi essa avaliação que levou a brasileira Erica Fridman e a suíça Jaana Goeggel a uma empreitada que nos próximos anos vai investir R$ 25 milhões em empresas fundadas por mulheres.

Elas são gestoras do fundo de capital de risco (venture capital) Sororitê, estabelecido no fim do ano passado com foco em empresas de tecnologia inovadoras (startups) que estejam em estágio inicial e que tenham pelo menos uma mulher entre os fundadores — o primeiro fundo desse tipo no Brasil.

Segundo Erica Fridman, nove das dez empresas de tecnologia que hoje são as maiores do mundo hoje receberam investimento de fundos de venture capital, um recurso fundamental para acelerar seu crescimento: Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon, Alphabet, Meta, Tesla, Broadcom e Tencent.

"Eu vejo o poder dessa indústria de gerar impacto econômico e social, o poder que tem uma Meta, um Google… tem gente que escolheu colocar dinheiro ali atrás, e não fomos nós, mulheres, porque a gente não está jogando este jogo", diz Fridman à BBC News Brasil.

'Usei aliança falsa para ser respeitada': mulheres contam como driblaram os julgamentosO que dizem maridos de mulheres CEOs

As estatísticas mais recentes disponíveis na plataforma Pitchbook mostram que startups lideradas só por mulheres receberam apenas 0,04% do capital investido em 2020 no Brasil – se incluídas as empresas com homens e mulheres entre os fundadores, o índice é de 2,2%.

Fridman, que durante muito tempo trabalhou para as multinacionais americanas Johnson & Johnson e Procter & Gamble antes de entrar no mundo do venture capital, diz que a razão por trás dos números ficou clara quando começou a ouvir os relatos de mulheres empreendedoras decepcionadas depois das reuniões com possíveis investidores.

"A fundadora está lá fazendo o 'pitch' [apresentação para vender o projeto], a pessoa vira e pergunta: 'Seu marido trabalha?', 'Você tem filhos?'… Ou então fala: 'Nossa, como você é bonita!'", ela exemplifica.

"Eu falo com fundadoras o dia inteiro e não tem uma que não me traz uma história triste de perguntas inapropriadas ou perguntas em que o investidor, em vez de abordar o potencial do negócio, coloca empecilhos, fica tentando achar o furo", conta Fridman, ao falar sobre os vieses conscientes e inconscientes que levam os gestores de recursos a achar que as mulheres não conseguem dar conta da pressão de empreender.

"Nunca alguém achou que eu era menos capaz do que um homem dentro de nenhuma das empresas em que trabalhei. Eu me deparei com isso quando fui pra indústria do venture", acrescenta a brasileira.

"É uma dúvida de competência e uma dúvida de resiliência. Será que ela vai conseguir enfrentar essa jornada tão dura e árdua? E, se ela é mulher, vai ser uma boa líder?"

Curiosamente, os números, segundo ela, mostram que as empresas lideradas por mulheres são, na verdade, mais lucrativas.

Informações reunidas pelo Pitchbook apontam que elas consomem 25% menos caixa por mês, e dados da Ewing Marion Kauffman Foundation apontam que dão retorno 35% maior sobre o investimento feito no negócio.

Fridman diz que são muitas as pesquisas nesse sentido, mas elas também são olhadas com ceticismo por quem toma a decisão sobre quem recebe investimento.

"Tem gente que não acredita. Como que a gente resolve isso? Eu não consigo resolver imediatamente, mas, a partir do momento em que o fundo começa a trazer liquidez, eu posso ir para o mercado e falar: 'Gente, eu investi em 22 startups lideradas por mulheres e fiz sete vezes o investimento'. Essa é a melhor forma de provar", ela argumenta.

"'Oh, essa daqui tá com um valuation [avaliação do valor da empresa] de US$ 1 bilhão'. Não tem o que questionar se ela tem filhos, se tem marido, se ela teve tempo. Então é isso que a gente quer fazer."

No momento, o fundo está em fase de captação, ou seja, está aberto àqueles que quiserem aportar dinheiro na expectativa de que ele traga retorno quando as empresas que receberem o recurso crescerem e multiplicarem seu valor. Até agora o Sororitê tem 43 cotistas, sendo 40 mulheres e três homens, e levantou R$ 13 milhões.

Mesmo antes de fechar os R$ 25 milhões, o fundo investiu em duas empresas no ano passado, uma de tecnologia do setor imobiliário (proptech) e outra de cibersegurança ligada ao Pix, e neste ano pretende investir em mais seis.

Meta tem programa de diversidade, equidade e inclusão, mas fundador enalteceu 'energia masculina' — Foto: REUTERS

O investimento acontece justamente em um momento em que cresce na política e no mundo corporativo e da tecnologia, especialmente nos Estados Unidos, uma reação contrária à diversidade, entre elas de gênero.

Em entrevista ao podcast de Joe Rogan em janeiro, o CEO da Meta e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse acreditar que as empresas precisavam de mais "energia masculina" e que a cultura corporativa teria se aproximado demais de algo "neutro".

Questionada pela reportagem sobre o episódio, Fridman resumiu dizendo que Mark Zuckerberg era "decepcionante em muitos níveis".

E, se existe uma "energia masculina", existiria também uma "energia feminina" no mundo dos negócios? A gestora responde que "cada pessoa tem seu estilo", mas que as mulheres de forma geral são mais perfeccionistas e inseguras, o que faz com que elas estudem e se preparem muito mais.

"Eu falo assim: a gente compra o livro, a gente lê, grifa, faz o resumo e mesmo assim acha que não está preparada o suficiente para falar sobre o livro", ela ilustra.

A falta de confiança, ela continua, está de certa forma ligada aos mesmos obstáculos que impedem muitas vezes as mulheres de se tornarem líderes — e que ela espera ver mudar quando mais mulheres alcançarem essas posições.

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MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócio

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócio A tramitação de um projeto de lei para ampliar o faturamento dos MEIs e a criação de um novo grupo de negócios têm gerado confusão sobre métodos de formalização. O g1 explica as regras para cada tipo de formalização. Por Redação g1 — São Paulo

Nanoempreendedores são uma nova categoria de empreendimentos, prevista na Reforma Tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nanoempreendedores faturam até R$ 40,5 mil por ano; MEIs até R$ 81 mil; MEs entre R$ 81 mil e R$ 360 mil; EPPs entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

MEIs podem ter até 1 funcionário; MEs até 9 no comércio/serviços e até 19 na indústria; EPPs entre 10 e 99 funcionários.

Nanoempreendedores são isentos do IVA dual, mas podem pagar contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade.

MEIs pagam uma taxa mensal conforme a atividade; MEs e EPPs pagam impostos pelo Simples Nacional ou outros regimes tributários.

A tramitação de um projeto de lei, que visa ampliar o faturamento anual dos Microempreendedores Individuais (MEIs), e a criação de uma nova categoria de empreendedores, isentos de alguns impostos previstos na reforma tributária, têm gerado ainda mais dúvidas entre aqueles que desejam formalizar seu próprio negócio.

Afinal, no Brasil há diversos enquadramentos empresariais. Além de MEIs, Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP), mais recentemente surgiu a figura dos nanoempreendedores.

Cada uma dessas categorias possui características únicas, como limite de faturamento, número de funcionários e impostos a serem pagos.

Para ajudar a entender as regras e os benefícios desses quatro tipos de formalização de pequenos negócios, o g1 conversou com especialistas em direito empresarial.

NanoempreendedoresMicroempreendedores Individuais (MEIs)Microempresas (ME)Empresas de Pequeno Porte (EPP)

Os nanoempreendedores são uma nova categoria, prevista na reforma tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esse grupo será formado por pessoas físicas que operam em pequena escala e possuem uma receita bruta anual inferior a R$ 40,5 mil (metade do limite dos MEIs).

🧑‍🌾 Trabalhadores informais, como vendedores ambulantes, jardineiros, cozinheiros, artesãos e agricultores familiares, são alguns exemplos que se enquadram nessa categoria. Profissionais autônomos em setores informais, como mototaxistas, também podem ser incluídos.

Os empreendedores enquadrados nesse grupo não pagarão o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual criado pela reforma tributária, que substitui o ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

A ideia é evitar que pequenos empreendedores sejam sobrecarregados com impostos, mantendo-os na formalidade, explica o advogado Carlos Schenato. A isenção não significa que eles não pagarão nenhum imposto a partir de 2026. Contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade ainda podem ser cobrados.

O regime dos nanoempreendedores promete ser mais simplificado, com menos burocracia e foco na autodeclaração. Não será exigida a emissão de notas fiscais em todas as transações, reduzindo custos administrativos, afirma o advogado Leonardo Roesler.

Outra diferença é que o nanoempreendedor não precisa registrar uma personalidade jurídica, e pode atuar como pessoa física. O MEI e outras modalidades, como Empresário Individual (EI), exigem a obtenção de um CNPJ.

🔎 Como o governo vai qualificar os nanoempreendedores? O controle será feito por sistemas integrados de cadastramento e monitoramento do faturamento anual. O governo deve usar plataformas digitais específicas ou otimizar o sistema do MEI.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) têm limite de receita bruta anual maior, chegando a R$ 81 mil. Mas eles também fazem parte do regime do Simples Nacional, que unifica diversos impostos.

O MEI é ideal para quem deseja iniciar um negócio e sair da informalidade. Ao se cadastrar, a empresa obtém um CNPJ, além de adquirir obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.

Para se tornar MEI, o empreendedor não pode ter participação em outra empresa e pode empregar, no máximo, um funcionário. A adesão não impede que a pessoa tenha um emprego formal simultaneamente.

Primeiro, é necessário obter uma senha de acesso ao gov.br, portal de serviços do governo federal. Quem não tem a senha deve clicar em "Fazer Cadastro". Depois, com a senha em mãos, acessar o Portal do Empreendedor, consultar se a atividade exercida é permitida ao MEI, clicando em "Quem pode ser MEI?". Se a atividade for permitida, clicar em "Quero ser MEI" e depois em "Formalize-se". Por fim, preencher o cadastro online.

Embora a formalização seja gratuita, os MEIs precisam pagar uma taxa mensal, recolhida pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que varia conforme a atividade exercida. As contribuições mensais foram reajustadas em fevereiro.

R$ 75,90 para o MEI em geral (5% do salário mínimo),R$ 182,16 para o MEI caminhoneiro (12% do salário mínimo).

Os MEIs que atuam no comércio e na indústria pagam R$ 1 a mais referente ao ICMS, enquanto os ligados a serviços pagam R$ 5 a mais, referentes ao ISS.

⚠️ ATENÇÃO: O DAS inclui a contribuição previdenciária e os impostos devidos pelos MEIs. O valor total do documento tem acréscimo de R$ 1 para atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) e de R$ 5 para atividades sujeitas ao ISSQN (prestação de serviços).

Estar formalizado como MEI traz diversas vantagens, começando pelo baixo custo mensal. O empresário fica isento dos tributos federais, como imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL, tendo como única despesa o pagamento mensal do DAS.

Além disso, o MEI se torna segurado da Previdência Social, garantindo direitos como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-maternidade e pensão por morte para a família.

Outra vantagem é a facilidade para o negócio, pois o MEI ganha maior credibilidade com os clientes, acesso a descontos na compra de produtos e matéria-prima, e a possibilidade de ter uma maquininha de cartão de crédito.

A formalização também melhora a relação com os bancos, permitindo ao MEI abrir conta bancária e ter acesso a crédito com juros mais baixos, graças ao CNPJ.

A Microempresa (ME) é destinada a negócios com faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 360 mil. A ME possui uma estrutura mais flexível que o MEI, permitindo uma maior diversidade de atividades comerciais.

As microempresas podem optar por três regimes de pagamento de impostos: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso para muitas MEs, pois simplifica o pagamento de diversos impostos de uma só vez.

Além disso, as MEs podem contratar mais funcionários. Empresas de comércio e serviços podem ter até nove empregados, enquanto as do setor industrial podem ter até 19 funcionários.

As MEs podem ser constituídas como Sociedade Empresária Limitada (Ltda.), Sociedade Simples, Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou Empresário Individual (EI). Nas duas primeiras, é possível ter sócios no negócio.

Para abrir uma microempresa, é necessário definir o tipo jurídico e realizar uma consulta de viabilidade para verificar a disponibilidade do nome escolhido. O registro é feito na Junta Comercial do estado, com a apresentação de documentos como contrato social e cópias dos documentos dos sócios.

A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é aquela com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Elas são incluídas no Simples Nacional, um regime tributário que favorece a atividade da companhia.

As EPPs têm uma limitação no número de funcionários, variando de 10 a 99, dependendo do setor. As EPPs do setor de exportação têm direito a um faturamento anual superior ao limite das demais, até R$ 4,8 milhões.

Para se tornar uma EPP, é indispensável contratar um contador para realizar o processo de legalização.

É necessário definir a natureza jurídica da empresa, escolher um nome exclusivo, indicar as áreas de atuação conforme o CNAE, verificar restrições para a instalação do empreendimento, elaborar o Contrato Social, registrar a empresa na Junta Comercial, realizar a inscrição municipal e estadual, e efetuar a Conectividade Social no site da Caixa Econômica Federal.

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Casas redondas, ecológicas e a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casas redondas, ecológicas e a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo? Um casal de Belém apostou na construção de domos com materiais sustentáveis e transformou a ideia em um negócio de hospedagem que cresce com a demanda da COP 30. Por Pegn

Domos geodésicos são construções sustentáveis em formato de cúpula, feitas com materiais reciclados.

Em Belém (PA), a arquiteta Tuane Costa e o administrador Thales Barca criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação.

Com a proximidade da COP 30, conferência da ONU sobre clima que acontecerá na cidade em novembro, a demanda disparou.

🌠Imagine viver ou se hospedar em uma casa redonda, com paredes feitas de materiais reciclados, vista para o céu e estrutura pensada para se integrar à natureza 🌳. Esse é o conceito dos domos geodésicos, construções sustentáveis que estão ganhando espaço no Brasil.

Em Belém (PA), esse tipo de moradia virou negócio nas mãos da arquiteta Tuane Costa e do administrador Thales Barca. Os dois criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação. Com a proximidade da COP 30, conferência da ONU sobre clima que acontecerá na cidade em novembro, a demanda disparou.

📎 O domo geodésico é uma construção em formato de cúpula, formada por vários triângulos que se encaixam de maneira precisa. A estrutura lembra um iglu, mas com toques de inovação tecnológica e design sustentável.

Feitos com madeira, plástico reciclado e outros materiais reaproveitados, os domos têm isolamento acústico e térmico e aproveitam recursos locais, como o uso de ladrilhos com temas regionais e móveis feitos com madeira de manejo florestal.

Nas paredes, é possível ver resíduos de açaí prensados, plásticos reciclados com textura lunar e outros materiais reaproveitados.

Além da forma inusitada, o domo é pensado para ser funcional. A parte elétrica e hidráulica já sai pronta da fábrica.

A montagem é rápida, e o interior, aconchegante. Há modelos com isolamento acústico, comando de voz e até fechadura digital.

Com a visibilidade trazida pela COP 30, os Tuane e Thales querem levar seus domos para outras partes do Brasil.

"Quando se está determinado dentro de um projeto, o céu acaba sendo o limite. Colocar energia naquilo que a gente acredita. Não é nada à toa. Não aconteceu em dois anos. É um processo que vem lá de traz e que a gente está começando a colher, mas a gente vai muito longe".

Parede de vidro permite observar o céu de dentro do domo, que conta com isolamento térmico e acústico — Foto: Amazônia Domos

Banheiro tem ladrilhos com estampas regionais, criados por artesãos locais — Foto: Amazônia Domos

📍 Av. Municipalidade, 985 – Umarizal, Belém/PA – CEP: 66050-350📞 Telefone: (91) 98149-2136✉️ E-mail: contato@amazoniadomos.com.br🌐 Site: amazoniadomos.com.br📱 Instagram: @amazoniadomoseciaof

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MEIs agora podem pagar o DAS por cartão de crédito; veja como fazer

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEIs agora podem pagar o DAS por cartão de crédito; veja como fazer Nova modalidade foi liberada pela Receita Federal e oferece mais praticidade para microempreendedores manterem as obrigações fiscais e previdenciárias em dia. Por Redação g1 — São Paulo

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira (17) que os Microempreendedores Individuais (MEI) já podem pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) com cartão de crédito.

Segundo o órgão, a medida traz mais praticidade e flexibilidade para quem deseja manter as obrigações fiscais em dia, garantindo também os benefícios previdenciários e a regularidade do negócio.

O novo recurso está disponível na opção “Pagar Online” e amplia as formas de pagamento oferecidas aos empreendedores.

Cartão de crédito é uma nova opção de pagamento do DAS para o MEI — Foto: Reprodução/TV Globo

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira (17) que os Microempreendedores Individuais (MEI) já podem pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) com cartão de crédito. Até então, o pagamento estava disponível apenas por boleto, PIX e débito automático.

Segundo o órgão, a medida traz mais praticidade e flexibilidade para quem deseja manter as obrigações fiscais em dia, garantindo também os benefícios previdenciários e a regularidade do negócio.

O novo recurso está disponível na opção “Pagar Online” e amplia as formas de pagamento oferecidas aos empreendedores.

O valor recolhido pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) garante que o microempreendedor individual mantenha em dia sua contribuição previdenciária e os impostos devidos.

Segundo o Sebrae, é o pagamento regular do DAS que assegura ao MEI acesso aos benefícios do INSS, como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-reclusão, pensão por morte e salário-maternidade.

🗓️ QUANDO PAGAR? O DAS vence todo dia 20 de cada mês. Ele pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android.

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Por que o CNPJ vai passar a ter letras pela primeira vez?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Por que o CNPJ vai passar a ter letras pela primeira vez? Receita Federal vai adotar modelo alfanumérico a partir de 2026 para evitar esgotamento das combinações e modernizar o sistema tributário; mudança valerá apenas para novas inscrições. Por Redação g1 — São Paulo

O CNPJ passará a incluir letras além de números na identificação de empresas, organizações, produtores rurais, profissionais liberais e outros tipos de pessoa jurídica.

Mais de 63 milhões de CNPJs já foram emitidos no Brasil, número que se aproxima do limite do modelo atual. Isso ocorre porque cada número de CNPJ é único e permanente, não podendo ser reutilizado.

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a incluir letras além de números na identificação de empresas, organizações, produtores rurais, profissionais liberais e outros tipos de pessoa jurídica a partir de julho de 2026.

A mudança tem como objetivo ampliar a capacidade do sistema e garantir a continuidade do modelo, já que o formato atual se aproxima de seu limite técnico, segunda a Receita Federal.

O novo modelo manterá os 14 caracteres do CNPJ tradicional, mas permitirá o uso de letras de A a Z em posições específicas da estrutura, formando um CNPJ alfanumérico. A mudança representa uma expansão gigantesca nas combinações possíveis.

No Brasil, existem mais de 24,9 milhões de CNPJs ativos e cerca de 29,2 milhões desativados, segundo dados da Estatística Redesim (Receita Federal).

No total, já foram emitidos mais de 63 milhões de CNPJs, número que se aproxima do limite do modelo atual. Isso ocorre porque, assim como o CPF, cada número de CNPJ é único e permanente, não podendo ser reutilizado, mesmo quando a empresa é encerrada.

Essa mudança será gradual e começará a valer em julho de 2026, apenas para novas inscrições. Isso inclui empresas recém-criadas, novas filiais, profissionais liberais, condomínios e produtores rurais.

Quem já possui um CNPJ não precisará trocar ou atualizar nada. Os números atuais continuarão válidos e aceitos normalmente pelos sistemas públicos e privados.

É o novo modelo de identificação das pessoas jurídicas no Brasil. Em vez de utilizar apenas números, o novo CNPJ combinará letras (de A a Z) e números (de 0 a 9), mantendo o total de 14 caracteres.

A estrutura visual será semelhante à atual, mas com a inclusão de caracteres alfanuméricos. (confira no exemplo abaixo)

Segundo a Receita, será elaborado um calendário para definir quais tipos de empresas ou atividades econômicas adotarão primeiro o novo formato.

Apenas novas inscrições a partir da data de início — como empresas recém-criadas, filiais, produtores rurais, condomínios e profissionais liberais — receberão o CNPJ com letras.

O formato atual, composto exclusivamente por números, continuará válido. Não será necessário nenhum procedimento adicional por parte dos contribuintes junto à Receita Federal ou aos órgãos estaduais e municipais.

Não. O processo para abertura de empresas e solicitação de CNPJ continuará o mesmo. A única diferença é que o número gerado poderá conter letras.

Segundo a Receita, a partir de julho do próximo ano, todos os sistemas estarão preparados e integrados à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

Empresas e sistemas que lidam com emissão de notas fiscais ou controle tributário precisarão adaptar seus softwares, bancos de dados e rotinas internas.

Podem ocorrer falhas na emissão de documentos fiscais, dificuldades com fornecedores ou atrasos no cumprimento de obrigações tributárias. A recomendação é que as empresas se preparem com antecedência.

Os sistemas públicos serão atualizados para aceitar tanto o formato atual quanto o novo. A expectativa, segundo a Receita, é que essa adaptação ocorra de forma automática e transparente para as empresas.

O Dígito Verificador (DV), número que aparece no final do CNPJ e serve para validar sua autenticidade, continuará sendo calculado pelo método do Módulo 11 — um tipo de verificação matemática —, agora adaptado para incluir letras no cálculo.

Cada caractere será convertido em um valor numérico com base na tabela ASCII, que atribui um número específico a cada símbolo, e dele será subtraído o valor 48.

Por exemplo: a letra A corresponde ao número 65 na tabela ASCII e, para o cálculo, será utilizado o valor 17 (que é o resultado de 65 menos 48).

A Receita Federal disponibilizará rotinas de cálculo em linguagens de programação populares para facilitar essa adaptação técnica.

A mudança prepara o caminho para a implementação de dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que visam unificar e simplificar diversos impostos atualmente em vigor.

Para isso, será necessário contar com sistemas mais modernos e integrados. O novo CNPJ alfanumérico contribui nesse processo ao ampliar a capacidade do sistema, facilitar a separação entre despesas pessoais e profissionais e automatizar processos como a recuperação de créditos tributários.

Sim. As empresas precisarão atualizar seus sistemas para reconhecer o novo CNPJ com letras e calcular corretamente o Dígito Verificador.

Essas adaptações podem gerar custos técnicos, especialmente em softwares de emissão de notas fiscais e bancos de dados.

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MEI: dependentes podem receber pensão por morte? Veja o que diz a lei

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI: dependentes podem receber pensão por morte? Veja o que diz a lei Quando o MEI efetua o pagamento da contribuição mensal em dia, a família pode solicitar a pensão por morte no portal 'Meu INSS'. Porém, o período de duração pode variar conforme o tipo de dependente. Por Redação g1 — São Paulo

A pensão por morte é garantida por lei aos dependentes do MEI regularizado. Para ter acesso, é necessário pagar as contribuições mensais em dia.

Diferente dos outros benefícios, a pensão por morte não exige um tempo mínimo de contribuição ou carência.

Porém, o período de duração pode variar conforme o tipo de dependente (cônjuge, companheira/companheiros ou filhos).

A pensão por morte não exige um tempo mínimo de contribuição ou carência. — Foto: Reprodução/Freepik

Ao se regularizar como Microempreendedor Individual (MEI), os benefícios previdenciários de trabalhador são garantidos por lei. E alguns deles são voltados para os seus dependentes, como a pensão por morte.

A pensão por morte não exige um tempo mínimo de contribuição ou carência. Porém, o período de duração pode variar conforme o tipo de dependente (cônjuge, companheira/companheiros ou filhos).

Questões como idade dos filhos, tempo de casamento ou de união estável, além da idade do cônjuge ou companheiro, podem gerar uma variação do tempo de cobertura, que vai de um período determinado até o benefício permanente.

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Para o cônjuge ou companheiro ter direito ao benefício, é necessário que o MEI tenha realizado 18 contribuições mensais. Além disso, o casamento ou união estável precisa ter iniciado há pelo menos dois anos antes do falecimento do segurado.

Em casos em que o óbito acontece antes dos 18 meses de contribuição, o benefício é pago em um regime reduzido, por apenas por 4 meses – já que o pagamento mínimo não foi efetuado. A regra também se aplica em uniões estáveis ou casamentos que tenham um período inferior a dois anos.

Caso a morte do MEI aconteça depois das 18 contribuições mensais pagas e pelo menos dois anos após o início do casamento ou da união estável, a duração da pensão por morte varia de acordo com a idade do cônjuge:

Para filhos, terão direito os menores de 21 anos, inválidos, com deficiência intelectual ou mental, ou deficiência grave. Em alguns casos, pais e irmãos também têm direito se comprovarem a dependência econômica.

Vale lembrar que a pensão por morte também pode ser paga em casos de desaparecimentos que possuem morte presumida e declarada judicialmente.

⚠️ ATENÇÃO: Para ter direito, o microempreendedor precisa pagar as contribuições mensais em dia por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que é a soma da contribuição previdenciária (5% do salário-mínimo), com os impostos devidos pelos MEIs. (entenda como funciona)

🤔 COMO SOLICITAR? Todos os benefícios podem ser solicitados pelo telefone 135 ou no portal “Meu INSS” – em alguns casos é necessário agendar o atendimento ou ir a uma agência pessoalmente formalizar o pedido.

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Nuvemshop é a primeira plataforma de e-commerce do mundo que permite pagar sem sair do WhatsApp

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Especial Publicitário Nuvemshop é a primeira plataforma de e-commerce do mundo que permite pagar sem sair do WhatsApp Em parceria com a Meta, nova solução de checkout foi desenvolvida exclusivamente para o Brasil e facilita a jornada de compra online Por Nuvemshop

Uma aula para empreendedores que buscam alavancar seus negócios online, o D2C Summit, maior evento do Brasil direcionado a marcas que vendem diretamente ao consumidor,para mais de 5 mil pessoas, já começou com uma mega novidade para o setor: a Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce do Brasil e da América Latina, escolheu o evento, em São Paulo, para anunciar uma solução de compra pioneira no mundo, 100% dentro do WhatsApp. Com ela, o consumidor pode completar todo o processo, da descoberta do produto até o pagamento, sem precisar sair do aplicativo.

Em parceria com a Meta, a solução foi desenvolvida exclusivamente para o Brasil e posiciona a Nuvemshop como a primeira plataforma de e-commerce a oferecer uma jornada de pagamento completa dentro do WhatsApp.

“É um marco histórico para o e-commerce global. Ao trazer a jornada de compra completa para dentro do WhatsApp, estamos inaugurando a era do Comércio Agêntico, em que a tecnologia e a inteligência artificial têm um papel fundamental nas vendas, tornando a jornada mais fluida e sem fricções”, explica Alejandro Vázquez, presidente e cofundador da Nuvemshop.

A solução conecta o WhatsApp às lojas da Nuvemshop. Com o Nuvem Chat, assistente de IA integrado, consumidores podem descobrir produtos, tirar dúvidas e concluir pagamentos em apenas um clique, enquanto lojistas ganham escala no atendimento.

“Não se trata de apenas uma inovação tecnológica, mas sim de uma revolução no varejo online”, completa. Com a novidade, a Nuvemshop reafirma sua estratégia de liderar a transformação do varejo digital na América Latina.

Diretor de Parcerias de Monetização da Meta, Tarcisio Ribeiro destaca a forte presença do aplicativo no dia a dia das pessoas, seja para conversas entre amigos ou transações comerciais, e a importância de apresentar soluções e serviços que levem em consideração o perfil do usuário.

“Nosso objetivo é enriquecer cada vez mais a experiência dentro das conversas, permitindo que as pessoas resolvam tudo dentro do WhatsApp – e os pagamentos são uma parte fundamental dessa experiência", avalia.

O recurso opera a partir do Nuvem Chat, solução de inteligência artificial desenvolvida pela própria Nuvemshop, que foi conectada diretamente à API do WhatsApp. A tecnologia interpreta texto, imagem e áudio, e pode acionar atendimento humano quando necessário, oferecendo uma experiência híbrida e eficaz.

Na prática, o consumidor pode perguntar sobre um produto em uma conversa no WhatsApp, receber a lista de opções, montar o carrinho e pagar no mesmo chat por meio do Nuvem Pago, a solução de pagamentos integrada da Nuvemshop. Se já tiver seus dados de pagamento salvos na plataforma — como acontece com mais de 15 milhões de consumidores cadastrados — a compra é concluída em segundos. Caso contrário, basta inserir as informações na hora, sem precisar sair da conversa.

Além de facilitar as compras dos consumidores, a ferramenta permite que os empreendedores do varejo online, sejam pequenas ou grandes marcas, escalem seu atendimento e o converta em mais vendas.

As transações realizadas pelo Nuvem Chat acontecem dentro da infraestrutura da Nuvemshop, com o mesmo nível de proteção aplicado às compras feitas no e-commerce — incluindo tecnologia antifraude em múltiplas camadas e taxa média de aprovação de 99%. Já o WhatsApp protege as conversas com criptografia de ponta a ponta, garantindo que apenas consumidor e loja tenham acesso ao conteúdo trocado. O aplicativo armazena apenas informações técnicas mínimas, sem acesso às mensagens nem aos dados de pagamento.

O checkout no WhatsApp é parte da campanha InovA 2026 e reúne mais de 100 novos produtos e soluções em inteligência artificial, performance e automação. O plano reforça a visão da Nuvemshop de se consolidar como um ecossistema completo de e-commerce, conectando loja online, pagamentos, logística, marketing e conversational commerce. O objetivo é acelerar o crescimento de marcas com ferramentas robustas, acessíveis e conectadas às necessidades do novo varejo. Mais informações sobre o InovA 2026 aqui (site).

A Nuvemshop é a maior plataforma de e-commerce, em número de lojistas ativos, do Brasil e da América Latina. Com mais de 170 mil lojas, a empresa oferece uma solução completa para empreendedores de todos os portes criarem seu próprio site de vendas, com recursos integrados de catálogo, pagamentos, envios, marketing, inteligência artificial e um ecossistema de mais de 4.000 parceiros.

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Conheça as emboscadas dos apps para você pagar gorjetas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Trabalho e Carreira Conheça as emboscadas dos apps para você pagar gorjetas Pagamentos por app, maquininhas e telas de toque estão mudando o jeito como damos gorjeta — e pesando mais no seu bolso. Por Deutsche Welle

A gorjeta é motivada principalmente por ajudar os garçons ou recompensar um bom serviço, afirmou à DW Michael Lynn, professor de marketing de serviços na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, um estudioso das gorjetas.

Nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam como e onde as gorjetas são esperadas. No passado, alguns dólares eram deixados na mesa do restaurante ou um pequeno troco era colocado na caixinha de gorjetas ao lado do caixa.

O aumento do uso de cartões, aplicativos e sistemas de pagamento com telas sensíveis ao toque adicionaram opções de gorjeta – e ainda mais confusão para os clientes.

Os designers dessas plataformas de pagamento têm um incentivo para tornar a gorjeta a opção padrão e dificultar a opção de não dar gorjeta. Qualquer pessoa que queira optar por não receber gorjeta acaba se atrapalhando ou se perguntando como fazê-lo.

Pessoas dão gorjeta por várias razões: para se sentirem melhor, impressionar os outros, ajudar os funcionários ou porque são solicitadas — Foto: Westend61/IMAGO

Frank Sinatra era conhecido por dar gorjetas generosas com de notas de 100 dólares (R$ 548) aos garçons. Isso em uma época em que 100 dólares realmente valiam muito mais do que hoje. Mas, quais são as regras para dar gorjetas hoje em dia?

Muitas pessoas não pensariam duas vezes antes de dar gorjeta a um garçom em um bom restaurante, ao cabeleireiro, a um bom barman ou ao porteiro que carrega sua bagagem pesada em um hotel movimentado. Essas são situações com normas claras e já muito estabelecidas em muitos países.

Mas, e o barista do Starbucks? Ou a pessoa que atende seu pedido em um guichê de lanchonete? E um quiosque de autoatendimento?

📚 A maioria dos historiadores concorda que a gorjeta começou na Europa medieval, com os aristocratas distribuindo gratificações aos servos ou àqueles que trabalhavam em suas terras.

No século 19, a ideia estava desaparecendo na Europa, mas chegou aos EUA. Mais tarde, seria reexportada para todo o mundo.

Hoje, as pessoas dão gorjeta por uma série de razões: para se sentirem melhor consigo mesmas, para impressionar os outros, para ajudar a compensar o salário irrisório dos funcionários ou porque são solicitadas.

🪙 A gorjeta é motivada principalmente por ajudar os garçons ou recompensar um bom serviço, afirmou à DW Michael Lynn, professor de marketing de serviços na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, um estudioso das gorjetas.

Nos EUA, dois terços dos clientes dão gorjetas de 15% ou mais, segundo pesquisa — Foto: Alexis Gacon/DW

Alguns dão gorjeta para cumprir uma sensação de obrigação, disse Lynn. Outros ainda são mais egoístas.

Essas pessoas dão gorjeta para obter ou manter um serviço preferencial futuro ou aprovação social, explicou o especialista, que atualmente está escrevendo um livro sobre o assunto, que se terá o nome The Psychology of Tipping: Insights for Service Workers, Managers and Customers ("A psicologia da gorjeta: dicas para trabalhadores de serviço, gerentes e clientes", em tradução livre).

Nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam como e onde as gorjetas são esperadas. No passado, alguns dólares eram deixados na mesa do restaurante ou um pequeno troco era colocado na caixinha de gorjetas ao lado do caixa.

O aumento do uso de cartões, aplicativos e sistemas de pagamento com telas sensíveis ao toque adicionaram opções de gorjeta – e ainda mais confusão para os clientes.

"Observamos uma explosão nos pedidos de gorjeta, embora os valores não tenham mudado drasticamente", diz Ismail Karabas, professor associado de marketing na Universidade Murray, no estado americano do Kentucky.

Durante a pandemia de covid-19, muitas empresas deixaram de usar dinheiro em espécie e passaram a receber pagamentos sem contato e online. Dessa forma, as empresas que fornecem esses dispositivos digitais decidiram incluir um pedido de gorjeta.

🔍 Quando os clientes recebem gorjetas pré-calculadas de 15%, 20% ou 25%, o que eles devem fazer? Simplesmente apertar um dos botões e pronto, reservar um tempo para adicionar seu próprio valor ou não deixar nada enquanto olha diretamente para o caixa?

Os clientes geralmente escolhem uma opção de gorjeta predefinida ao invés de segurar a fila. Isso dá aos designers de tecnologia muita influência sobre a gorjeta.

Lynn argumenta que a questão de como o design das interfaces afeta a gorjeta é uma "nova área em alta de pesquisa". "Aumentar o valor pedido para as opções de gorjeta aumenta o valor recebido – embora possa diminuir a proporção de pessoas que deixam gorjetas", disse.

⚠️ Os designers têm um incentivo para tornar a gorjeta a opção padrão e dificultar a opção de não dar gorjeta. Qualquer pessoa que queira optar por não receber gorjeta acaba se atrapalhando ou se perguntando como fazê-lo.

"Mais gorjetas significam mais renda para os funcionários, mas também para os designers de tecnologia, porque eles cobram uma taxa por cada transação que passa por seus sistemas", acrescentou Karabas.

Desde a pandemia, equipamentos de pagamento com cartão e online passaram a incluir pedidos de gorjeta — Foto: Gregor Tholl/dpa-Zentralbild/dap/picture alliance

Uma pesquisa do instituto YouGov realizada em maio de 2023 nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Espanha e Itália mostrou que a esmagadora maioria dos que dão gorjeta em restaurantes nesses países repassa de 5% a 10%, não muito mais.

Os EUA foram um caso à parte, com dois terços dos entrevistados dando gorjetas de 15% ou mais. A pesquisa também revelou que muitos americanos deixariam gorjeta em um restaurante com um serviço ruim ou péssimo.

Outra pesquisa sobre a cultura da gorjeta nos EUA, publicada pelo Centro de pesquisas Pew em novembro de 2023, analisou a chamada inflação de gorjetas (tipflation) nos EUA.

O levantamento da Pew descobriu que 72% dos adultos afirmam que dar gorjeta aos funcionários do setor de serviços é esperado com mais frequência do que há cinco anos. Além disso, apenas 34% dos adultos entrevistados afirmam que é extremamente ou muito fácil saber quando é realmente apropriado dar gorjeta.

Como lidar com essa nova cultura de gorjeta? Primeiro, saiba onde você está, qual é a situação local e como os funcionários são pagos. Eles ganham um salário mínimo onde a gorjeta é uma gratificação adicional? Ou recebem um salário muito menor, abaixo do mínimo, e, portanto, dependem das gorjetas para subsidiar o salário líquido?

Apenas 25% dos americanos deixariam gorjeta ao comprar um café e 12% o fariam em lanchonetes fast-food — Foto: Jens Kalaene/dpa Themendienst/picture alliance

Em alguns lugares nos EUA, esse salário abaixo do mínimo para trabalhadores que recebem gorjeta pode significar ganhar apenas 2,13 dólares por hora. Saber quanto as pessoas ganham pode ajudar a decidir se e quanto de gorjeta deixar.

Em segundo lugar, dedique um tempo para entender o sistema. Depois de conhecer as normas locais e a situação salarial, você poderá lidar com a tecnologia de gorjeta, como calcular o que aquele botão de 25% realmente significa em dólares e centavos.

Não se deixe pressionar pela fila atrás de você ou pelo grupo sentado à mesa com você – embora esta seja provavelmente a parte mais difícil, especialmente sea ocasião for um encontro romântico.

"Dar gorjeta por culpa deixa uma má impressão nos clientes, o pedido os irrita e diminui a probabilidade de eles retornarem ao mesmo estabelecimento", explicou Karabas.

Por fim, como último recurso para evitar pedidos de gorjeta confusos ou inesperados, os clientes devem considerar pagar em dinheiro, diz Karabas. Assim, tudo estará em suas mãos, mesmo que seja uma nota de 100 dólares novinha em folha, como as de Frank Sinatra.

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Crise do metanol derruba vendas de bares e restaurantes no país, mas impacto é menor em São Paulo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Crise do metanol derruba vendas de bares e restaurantes no país, mas impacto é menor em São Paulo Além do impacto do metanol, inflação alta e endividamento das famílias também pressionaram o setor de alimentação fora do lar em setembro, segundo índice mensal feito pela Abrasel e Stone. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

As vendas de bares e restaurantes no Brasil caíram 4,9% em setembro, interrompendo três meses de estabilidade no setor.

O levantamento é do Índice Abrasel-Stone, que analisou transações financeiras de estabelecimentos em 24 estados e de diferentes portes.

A crise do metanol gerou medo entre os consumidores, provocando queda no movimento de bares e restaurantes, especialmente aqueles especializados em drinks com destilados.

Além da crise sanitária, a alta da inflação e o elevado endividamento das famílias reduziram o consumo de refeições fora de casa e pressionaram o setor.

Abrasel lançou treinamentos e recomendações sobre compra segura, verificação de rótulos, descarte de garrafas e transparência com consumidores.

Setembro foi um mês desafiador para o setor de alimentação fora de casa no Brasil. Após três meses de estabilidade, bares e restaurantes voltaram a registrar queda nas vendas: o consumo recuou 4,9% em relação a agosto e 3,9% na comparação com o mesmo período de 2024. Ainda assim, São Paulo — embora concentre a maioria dos casos de intoxicação por metanol — foi um dos estados menos afetados economicamente pela crise.

Os dados fazem parte do Índice Abrasel-Stone, levantamento mensal realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com a Stone, com base em transações financeiras de estabelecimentos de 24 estados brasileiros.

O cenário atual é consequência de uma combinação de fatores econômicos e sanitários que têm pressionado o consumo fora de casa. Entre eles, segundo a pesquisa, estão a crise provocada por bebidas adulteradas com metanol, a inflação e o elevado nível de endividamento das famílias.

"Setembro já começou com um ritmo abaixo do esperado", explica Paulo Solmucci, presidente da Abrasel Nacional.

“Outros fatores também influenciaram o resultado negativo, como a inflação elevada, que restringiu a renda da população, e o impacto dos casos de intoxicação por metanol, que espalhou pânico entre os consumidores e provocou uma queda na movimentação de alguns estabelecimentos".

A adulteração de bebidas com metanol criou um forte clima de desconfiança entre os consumidores, especialmente em bares e casas noturnas.

O país já registra 41 casos confirmados de intoxicação por metanol, além de 107 em investigação e 469 descartados. Também foram confirmadas oito mortes — seis em São Paulo e duas em Pernambuco. Outros 10 óbitos ainda estão sob análise.

Apesar de a maior parte dos casos estar concentrada em São Paulo, no entanto, o estado estava entre os que foram menos afetados em termos de venda, com uma queda de 2,7% em setembro.

Segundo o economista da Stone, Guilherme Freitas, esse resultado pode estar relacionado à diversidade do mercado paulista, que oferece mais opções de refeições e serviços de delivery. Esse cenário ajudou a amortecer o impacto da crise.

Entretanto, ele observa que os casos de intoxicação só começaram a ganhar destaque na segunda metade de setembro. Ou seja, os efeitos sobre o consumo ainda são limitados nos dados consolidados pelo levantamento.

Ao g1, o presidente da entidade reforçou que "não há registro de nenhuma garrafa contaminada com metanol identificada em bares ou restaurantes do Brasil" até o momento.

Para ele, essa constatação ajudou a aliviar a tensão e a reafirmar a confiança no setor formal, embora os reflexos da crise tenham sido sentidos de forma imediata.

“Os bares especializados em drinks com destilados sofreram uma queda de movimento entre 20% e 25%”, conta Solmucci.

“Muitos consumidores preferiram migrar para cervejas ou drinks sem álcool.” Em alguns locais, bebidas como uísque e vodca foram substituídas por cachaça, considerada menos suscetível à falsificação.

Ainda assim, a Abrasel observou que o receio dos consumidores não está necessariamente relacionado à experiência nos bares, mas sim à insegurança quanto à origem das bebidas, especialmente aquelas vendidas de forma informal.

Além da crise sanitária, o índice revela que o ambiente econômico segue desafiador para o setor. Isso porque a inflação acumulada no segmento de alimentação fora do lar continua elevada — o que pressiona os custos e encarece o tíquete médio.

Esse cenário, segundo o economista da Stone, também acaba afastando parte dos consumidores desses estabelecimentos.

"A gente vê a inflação fora do domicílio acumulada em 12 meses já em 8,24%, enquanto o IPCA geral está em 5,17%".

Paralelamente, o endividamento das famílias brasileiras também permanece alto, o que limita os gastos com itens considerados não essenciais. Além disso, com uma baixa taxa de desemprego, o ritmo de geração de vagas formais perdeu força.

"Dados do Banco Central mostram que cerca 28% da renda das famílias está sendo gasto só para pagar dívidas", diz Freitas, da Stone.

Segundo ele, ainda é cedo para cravar a magnitude do impacto — especialmente ao considerar o porte e o modelo dos negócios.

"Como o primeiro fim de semana com a crise já estabelecida foi o de 4 e 5 de outubro, essa segmentação mais fina ficará mais clara com a leitura de outubro em si", explica.

Freitas destaca que, em setembro, o efeito aparece de forma parcial no dado agregado e é mais influenciado pelo contexto macroeconômico do que pela crise do metanol em si.

Entre os 24 estados analisados, apenas Maranhão (2,6%) e Mato Grosso do Sul (1%) apresentaram crescimento nas vendas.

Já as maiores quedas foram registradas em Roraima (11,5%), Pará (9,9%), Rio de Janeiro e Santa Catarina (7,6%), além de Paraíba e Sergipe (7%).

Diante do impacto da crise e do temor do público, a Abrasel passou a adotar uma estratégia para tentar reconstruir a confiança do consumidor. Uma das principais ações foi o lançamento de um treinamento gratuito obre segurança na compra de bebidas.

Desde os primeiros casos de intoxicação, mais de 15 mil empresários se inscreveram nos cursos, que seguem sendo oferecidos diariamente e estão disponíveis no site da Abrasel.

O conteúdo do treinamento reúne orientações práticas que ajudam os empreendedores a adotar medidas preventivas e reforçar a credibilidade do setor. Entre as principais recomendações estão:

🧾 Compra segura: adquirir bebidas apenas de fornecedores confiáveis e sempre com nota fiscal.🔍 Verificação de produtos: observar rótulos, lacres e preços suspeitos. “Se você está acostumado a pagar R$ 100 por uma bebida e encontra por R$ 50, não compre. Provavelmente é falsificada”, alerta Solmucci.♻️ Descarte correto de garrafas: inutilizar as embalagens após o uso, danificando o gargalo para evitar que falsificadores as reutilizem.🤝 Transparência com o consumidor: mostrar notas fiscais, garantir visibilidade dos rótulos e lacres e manter uma postura de “transparência absoluta”, como reforça o presidente da entidade.

Apesar da necessidade de reaquecer as vendas, Solmucci não recomenda que os empresários lancem promoções agressivas para acelerar o giro dos estoques. A avaliação é que descontos podem gerar interpretações equivocadas, passando a impressão de que o produto foi adquirido a preços baixos e, portanto, poderia ter origem duvidosa.

“Nosso foco é garantir a confiança do consumidor”, afirma. “Promoções podem passar uma ideia errada de que se comprou barato.”

A expectativa, segundo ele, é que o setor retome gradualmente o crescimento com base em transparência, capacitação e segurança.

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