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Brechó de óculos: como empreendedor transformou armações esquecidas em um negócio de R$ 80 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 19/07/2026 02:49

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Brechó de óculos: como empreendedor transformou armações esquecidas em um negócio de R$ 80 mil por mês Empreendedor de Brasília transformou armações esquecidas na ótica da família em um negócio baseado na economia circular. Hoje, a marca tem loja física, 20 pontos de venda e clientes famosos. Por PEGN

O empreendedor Mayton Campelo transformou armações esquecidas na ótica da família em um brechó especializado em óculos vintage. O negócio começou de forma informal em feiras e hoje conta com loja física, e-commerce e 20 pontos de venda.

O acervo reúne peças das décadas de 1960 aos anos 2000, garimpadas no Brasil e no exterior. Antes da venda, cada armação passa por um processo de limpeza e restauração, reforçando a proposta de economia circular.

Com preços entre R$ 30 e R$ 2 mil, o brechó atende públicos variados, de consumidores que buscam exclusividade a produções de moda e audiovisual. A marca também conquistou famosos como Pabllo Vittar, Gloria Groove e Camila Coutinho.

Atualmente, a empresa fatura cerca de R$ 80 mil por mês. Para o empreendedor, o sucesso veio da combinação entre criatividade, reaproveitamento de produtos e crescimento gradual, sem assumir altos custos logo no início.

Quem entra em um brechó normalmente procura roupas, móveis ou objetos antigos. Em Brasília, um empreendedor decidiu apostar em outro tipo de garimpo: óculos.

O que começou com armações esquecidas no estoque da ótica da família se transformou em um negócio especializado em peças vintage, que mistura moda, sustentabilidade e memória afetiva.

Hoje, a empresa fatura cerca de R$ 80 mil por mês, tem loja física, 20 pontos de venda e até clientes internacionais.

O fundador do Brechó do Óculos, Mayton Campelo, cresceu dentro da ótica dos pais. Foi ali que percebeu que centenas de armações antigas permaneciam guardadas havia anos, sem qualquer perspectiva de venda.

Em vez de enxergar mercadoria parada, viu uma oportunidade de negócio. Em 2011, começou a vender algumas peças em feiras de brechó, de maneira informal. Aos poucos, criou uma marca, lançou um e-commerce e expandiu a operação para lojas colaborativas em diferentes cidades.

O crescimento aconteceu de forma gradual. Sem querer assumir altos custos fixos no início, Mayton preferiu validar o modelo antes de investir em uma loja física. A estratégia deu resultado.

Hoje, além da unidade em Brasília, a marca está presente em 20 pontos de venda e também comercializa peças em Portugal.

Mas o negócio deixou de depender apenas do estoque herdado da família. Atualmente, boa parte do acervo é formada por peças garimpadas em viagens pelo Brasil e pelo exterior.

Feiras de antiguidades e mercados de usados em países como Portugal, França e Turquia fazem parte do roteiro do empreendedor, que identifica a origem de diversos modelos vendidos na loja.

As armações passam ainda por um processo de limpeza, restauração e recuperação antes de serem colocadas à venda. Algumas exigem apenas higienização; outras precisam de reparos mais complexos para voltar ao mercado em boas condições.

O catálogo reúne modelos das décadas de 1960 até os anos 2000, com preços que variam entre R$ 30 e R$ 2 mil. Segundo Mayton, o diferencial está justamente na exclusividade das peças, muitas delas fora de linha e impossíveis de encontrar em óticas tradicionais.

Apesar do foco no estilo retrô, o público é bastante diverso. Além de consumidores interessados em moda vintage, a marca atende crianças, clientes que buscam armações para o dia a dia, profissionais do audiovisual e produções de moda.

A proposta também conquistou consumidores que valorizam a economia circular. Para clientes, comprar uma peça antiga significa preservar objetos de qualidade e dar continuidade à história de um produto que poderia ter sido descartado.

O alcance da marca ultrapassou o consumidor comum. Artistas e influenciadores como Elza Soares, Luísa Sonza, Rafa Kalimann, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Rainer Cadete e Camila Coutinho já usaram peças do brechó, ajudando a ampliar a visibilidade do negócio.

Para Mayton, a experiência adquirida na ótica da família foi decisiva para construir a empresa. Além do conhecimento técnico sobre lentes e armações, ele afirma que aprendeu observando tanto os acertos quanto os erros da gestão familiar.

Foi também essa vivência que o levou a enxergar valor em um estoque que permanecia parado havia mais de duas décadas.

Hoje, o empreendedor acredita que o mercado de brechós oferece uma das formas mais acessíveis de começar um negócio, principalmente para quem sabe identificar tendências e agregar valor a produtos de baixo custo.

Mas faz um alerta: vender peças usadas exige trabalho, desde a seleção até a restauração e apresentação do produto. "Não é simples, mas também não é impossível", resume.

📍 Endereço: CLN 102 Bloco D Loja 78 – Asa Norte Brasília/DF – CEP: 70722-540📞 Telefone: (61)3047-8748 / (61)99553-9135 (Whatsapp)📧E-mail: oi@brechodooculos.com🌐 Site: www.brechodooculos.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/brechodooculos/📘Facebook: https://www.facebook.com/brechodooculos

📍 Endereço: Rua Rodolfo Dantas 81, Copacabana Rio de Janeiro/RJ – CEP: 22020-040📧E-mail: aruckcardoso@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/as_cariocas_brecho?utm_source=qr&igsh=MXgxdHd1MjNpZWI1Mg==

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Consumidores de açúcar dos EUA pedem que governo permita mais importações com tarifas reduzidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 18:48

Agro Consumidores de açúcar dos EUA pedem que governo permita mais importações com tarifas reduzidas Associação afirma que a oferta de açúcar nos EUA está abaixo do necessário e defende mais importações. Pedido contrasta com a nova taxação imposta ao açúcar brasileiro. Por Reuters — São Paulo

A associação que representa empresas consumidoras de açúcar nos Estados Unidos, a (Sweetener Users Association (SUA), pediu nesta sexta-feira (17) que o governo amplie as importações do produto com tarifas reduzidas. Segundo a entidade, os estoques no país caíram para um nível abaixo do considerado adequado pelas autoridades americanas.

A entidade defende que o governo redistribua cotas de importação com tarifas reduzidas (TRQs) hoje destinadas a países que não utilizam todo o volume disponível para outros exportadores com capacidade de abastecer o mercado americano.

Segundo a associação, o relatório mais recente de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma redução de 145.870 toneladas nas entregas de açúcar. Para a entidade, esse cenário justifica uma flexibilização das importações para ampliar a oferta do produto.

O pedido vai na direção oposta à defendida pelos produtores de açúcar dos Estados Unidos. A American Sugar Alliance, que representa o setor, afirma que as importações acima das cotas atuais já pressionam os preços no mercado interno e defende que o governo mantenha as restrições às compras externas.

O debate ocorre poucos dias após o governo do presidente Donald Trump anunciar uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros, entre eles o açúcar. A medida foi criticada por representantes do setor sucroenergético brasileiro, que argumentam que o acesso do produto ao mercado americano já é limitado por um sistema de cotas de importação.

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Tarifaço deve atingir 36,5% das exportações do agro brasileiro, diz CNA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 12:47

Agro Tarifaço deve atingir 36,5% das exportações do agro para os EUA, diz CNA Entidade afirma que a ampliação da lista de exceções deixou 63,5% das exportações do setor fora da tarifa adicional de 25%, mas produtos como madeira, arroz, ovos e açúcar seguem sujeitos à medida. Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

A tarifa de 25% dos EUA deve atingir 36,5% das exportações do agro brasileiro a partir de terça-feira (22).

A inclusão de novos produtos na lista de isenções poupou 63,5% do valor exportado pelo Brasil após ação da CNA.

Produtos como madeira, arroz, uva, ovos e açúcar seguem taxados, somando US$ 4,6 bilhões em exportações em 2025.

O governo americano poupou itens escassos no mercado interno que são importantes para a indústria estratégica local.

A CNA defendeu que o agronegócio nacional é competitivo devido à produtividade e inovação, sem práticas desleais de comércio.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirma que cerca de 36,5% das exportações do agronegócio brasileiro para os Estados Unidos deverão ser atingidas pela tarifa adicional de 25% anunciada pelo governo americano, prevista para entrar em vigor na próxima quarta-feira (22).

Segundo a entidade, a ampliação da lista de produtos isentos reduziu o alcance da medida sobre o setor, mas parte das vendas brasileiras para o mercado americano continuará sujeita à cobrança.

"A CNA recebeu com preocupação o resultado da investigação conduzida pelo governo dos EUA", afirmou a diretora de Relações Internacionais da entidade, Sueme Mori, em vídeo divulgado pela entidade.

🚨 A cobrança faz parte da decisão anunciada pelo governo dos EUA ao fim de uma investigação comercial envolvendo produtos brasileiros. A medida prevê uma tarifa adicional de 25% sobre parte das importações vindas do Brasil, mas manteve uma lista de exceções para determinados produtos.

Apesar disso, ela destacou que 63,5% do valor exportado pelo agronegócio brasileiro aos EUA ficará fora da tarifa adicional após a inclusão de novos produtos na lista de exceções.

Entre os itens que deixaram de ser tributados estão pescados, mel e café solúvel. Segundo Mori, a ampliação das exceções foi resultado da atuação da CNA e de outras entidades do setor privado junto ao governo americano.

"Esse resultado é fruto do trabalho realizado pela CNA e por outros representantes do setor privado, que atuaram diretamente junto ao governo americano na defesa técnica dos interesses do agro brasileiro", disse.

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Mesmo após a ampliação das exceções, produtos como madeira, arroz, uva, ovos e açúcar continuam sujeitos à tarifa adicional.

De acordo com a CNA, esses produtos responderam por cerca de US$ 4,6 bilhões em exportações brasileiras para os EUA em 2025.

A entidade também chamou atenção para a justificativa apresentada pelo governo americano para ampliar a lista de exceções.

Segundo as autoridades dos EUA, alguns produtos brasileiros foram poupados da tarifa porque são importantes para a indústria do país, há oferta insuficiente no mercado interno e a taxação poderia afetar setores considerados estratégicos da economia.

Mori afirmou que a CNA acompanhou a investigação desde o início, apresentando estudos técnicos, participando das consultas públicas e das audiências realizadas em Washington.

Segundo ela, a confederação procurou mostrar às autoridades americanas que a competitividade do agronegócio brasileiro "não decorre de práticas desleais de comércio, mas sim de ganhos de produtividade, inovação e investimentos realizados ao longo de décadas".

Ao longo do processo, a CNA também defendeu que os produtos agropecuários brasileiros fossem retirados da medida. Para a entidade, Brasil e EUA mantêm cadeias produtivas complementares e uma relação comercial considerada estratégica para ambos os países.

Sobre os próximos passos, Mori afirmou que a confederação continuará acompanhando o caso e buscando alternativas para reduzir os impactos da medida sobre o setor.

"A CNA acredita no diálogo construtivo e continuará trabalhando em defesa do setor agropecuário brasileiro, apoiando as cadeias produtivas afetadas e buscando soluções que preservem e fortaleçam a relação comercial entre o Brasil e os EUA", conclui.

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Petróleo sobe e se aproxima da maior alta semanal desde abril em meio a tensões no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1150,32%Dólar TurismoR$ 5,3220,32%Euro ComercialR$ 5,8530,33%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa173.924 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,1150,32%Dólar TurismoR$ 5,3220,32%Euro ComercialR$ 5,8530,33%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa173.924 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,1150,32%Dólar TurismoR$ 5,3220,32%Euro ComercialR$ 5,8530,33%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa173.924 pts0,06%Oferecido por

Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. — Foto: Pilar Olivares / Reuters

Os preços do petróleo sobem nesta sexta-feira (17) e caminham para registrar o maior avanço semanal desde abril.

Perto das 11h, o barril do Brent, referência internacional da commodity, avançava 2,86%, cotado a US$ 86,64. Com isso, acumulava ganhos de mais de 13% na semana até agora e caminhava para registrar a maior alta semanal desde abril, quando os preços da commodity subiram 16,5% na semana encerrada em 24 de abril.

Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 3,15%, a US$ 81,44 o barril. Na semana, o contrato acumulava ganhos de 12,4% até agora.

Os preços são impulsionados pelos temores em relação ao tráfego no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.

A passagem foi bloqueada pelo Irã em retaliação aos ataques realizados pelos EUA nos últimos dias. Em meio à escalada das tensões, o presidente americano, Donald Trump, também retomou restrições às embarcações iranianas que utilizam o estreito.

Trump chegou a considerar a cobrança de um pedágio de 20% sobre cargas transportadas por navios que circulassem pelo estreito, mas recuou e disse que buscaria acordos comerciais e de investimento com "vários países" do Golfo Pérsico.

A escalada do conflito voltou a aumentar as preocupações com possíveis impactos sobre a oferta global de petróleo, em um momento de estoques reduzidos e demanda elevada.

O temor dos investidores é que a alta do petróleo continue a pressionar os preços dos combustíveis e contribua para uma aceleração da inflação global, com reflexos sobre os juros e o crescimento econômico de diversos países.

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Concurso do IBGE: inscrições para 1,4 mil vagas são prorrogadas; veja o novo prazo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 09:49

Trabalho e Carreira Concursos Concurso do IBGE: inscrições para 1,4 mil vagas são prorrogadas; veja o novo prazo Oportunidades são para atuar no Censo Agropecuário e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua. Os salários chegam a R$ 5.255,40, além de benefícios. Por Redação g1 — São Paulo

As inscrições para o segundo processo seletivo do IBGE para o 12º Censo Agropecuário e o 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua foram prorrogadas. Agora, os interessados têm até a próxima segunda-feira (20), às 23h59, para se inscrever.

A seleção oferece 1.414 vagas temporárias para Analista Censitário (nível superior) e Agente Censitário de Qualidade (nível médio), com salários de R$ 2.932 a R$ 5.255,40, além de benefícios.

As provas objetivas serão aplicadas em 30 de agosto, nas capitais e no Distrito Federal, e os contratos poderão ser prorrogados por até 48 meses, conforme a necessidade do IBGE.

Os aprovados além das vagas imediatas poderão ser convocados durante a validade da seleção em caso de desistências, rescisões de contrato ou novas demandas do instituto.

As inscrições para o segundo processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua foram prorrogadas.

Agora, os interessados têm até a próxima segunda-feira (20), às 23h59, para se inscrever no processo seletivo.

Inicialmente, o prazo terminaria às 23h59 de quarta-feira (15). No entanto, um edital de retificação com o cronograma atualizado prorrogou as inscrições até segunda-feira (20), também às 23h59.

A seleção oferece 1.414 vagas temporárias para os cargos de Analista Censitário e Agente Censitário de Qualidade. Este é o segundo processo seletivo lançado pelo IBGE para os censos de 2026.

Enquanto o primeiro edital, cujas inscrições terminaram na semana passada, oferecia 8.238 vagas de nível médio para funções operacionais e de supervisão, este reúne oportunidades para Analista Censitário (nível superior) e Agente Censitário de Qualidade (nível médio) – veja a diferença.

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, no site do Instituto Avalia, banca organizadora da seleção. A taxa de inscrição varia conforme o cargo:

O edital prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para doadores de medula óssea que atendam aos critérios estabelecidos.

Do total de vagas, 1.020 são para Analista Censitário e 394 para Agente Censitário de Qualidade. As remunerações variam conforme a função:

Agente Censitário de Qualidade (ACQ): exige ensino médio completo e oferece salário de R$ 2.932;Analista Censitário (AC): exige nível superior em áreas específicas e oferece salário de R$ 5.255,40.

As vagas de Analista Censitário contemplam diversas áreas de formação, como Agronomia, Assistência Social, Biblioteconomia, Cartografia, Ciência de Dados, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Design Educacional, Tecnologia da Informação, Economia, Engenharia de Produção, Estatística, Geografia, Geoprocessamento, Jornalismo, entre outras.

Em ambos os cargos, a jornada é de 40 horas semanais. Além do salário, os contratados terão direito ao auxílio-alimentação de R$ 1.192 por mês, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar e pagamento proporcional de férias e 13º salário, conforme o período trabalhado.

🔎 O Censo Agropecuário é uma das principais pesquisas realizadas pelo IBGE e tem como objetivo reunir informações sobre a estrutura e a produção dos estabelecimentos rurais. Os dados levantados orientam políticas públicas, programas de financiamento e ações voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário.➡️ Já o 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua é um levantamento inédito que vai mapear, contar e traçar o perfil das pessoas que vivem nas ruas em todo o país. A pesquisa reunirá informações como quantidade de pessoas, distribuição geográfica, perfil sociodemográfico e condições de vida.

Podem participar candidatos que atendam aos requisitos de escolaridade e às demais condições previstas no edital.

Para Agente Censitário de Qualidade, é exigido ensino médio completo. Já para Analista Censitário, diploma de nível superior na área correspondente à vaga. Além disso, os candidatos devem:

Ter, no mínimo, 18 anos completos na data da contratação;Ser brasileiro ou português amparado pelo Estatuto da Igualdade entre brasileiros e portugueses;Estar em dia com as obrigações eleitorais e, no caso dos candidatos do sexo masculino, também com as obrigações militares;Estar em pleno exercício dos direitos políticos;Possuir aptidão física e mental para o exercício da função;Atender aos demais requisitos previstos no edital.

Ocupem cargo ou emprego na administração pública federal, estadual, distrital ou municipal;Sejam aposentados do serviço público ou das Forças Armadas, das Polícias Militares ou dos Corpos de Bombeiros Militares;Sejam proprietários ou administradores de empresas, incluindo microempreendedores individuais (MEIs);Tenham sido contratados temporariamente pelo governo federal com base na Lei nº 8.745/1993 nos últimos 24 meses, exceto nos casos previstos em lei.

5% para pessoas com deficiência (PcD);25% para pessoas pretas e pardas (PPP);3% para pessoas indígenas (PI);2% para pessoas quilombolas (PQ).

Ao todo, 30% das vagas são reservadas para candidatos pretos e pardos, indígenas e quilombolas, além da reserva de 5% para pessoas com deficiência.

Os candidatos inscritos nas cotas também concorrem às vagas da ampla concorrência. Caso obtenham nota suficiente para aprovação na lista geral, serão convocados por essa modalidade e não ocuparão uma vaga reservada.

Se o candidato se enquadrar em mais de uma modalidade de cota, será classificado prioritariamente naquela com maior percentual de reserva. As vagas reservadas que não forem preenchidas serão redistribuídas conforme os critérios previstos no edital.

Todos os candidatos realizarão as mesmas provas e serão avaliados pelos mesmos critérios, independentemente da modalidade de concorrência.

A seleção será composta por prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, com duração de quatro horas. O exame terá 60 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. A distribuição das disciplinas varia conforme o cargo.

Língua Portuguesa (15 questões);Raciocínio Lógico Quantitativo (10);Geografia (15);Conhecimentos Técnicos (20).

Língua Portuguesa (15 questões);Raciocínio Lógico Quantitativo (10);Conhecimentos Específicos (35).

Agente Censitário de Qualidadeacertar, no mínimo, 30% da prova;acertar pelo menos uma questão de cada disciplina.Analista Censitário: acertar, no mínimo, 40% da prova;acertar pelo menos uma questão de cada disciplina.

As provas serão aplicadas no dia 30 de agosto, em todas as capitais e no Distrito Federal, em turnos diferentes:

Apresentar documento oficial com foto;Levar caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente;Chegar com, pelo menos, uma hora de antecedência;Respeitar as regras do edital, que proíbem o uso de celulares, relógios, calculadoras e outros equipamentos eletrônicos durante a prova.

Os contratos temporários terão duração inicial de até 12 meses. Os contratos serão firmados inicialmente por períodos de 30 dias, com possibilidade de prorrogações sucessivas, de acordo com a necessidade do IBGE, a disponibilidade orçamentária e o desempenho do profissional.

As prorrogações poderão ocorrer conforme a necessidade do instituto e o andamento da coleta de dados, respeitado o limite máximo de 48 meses, previsto na legislação para contratações temporárias.

Durante esse período, os profissionais serão avaliados periodicamente com base em critérios como assiduidade, produtividade, cumprimento de prazos e qualidade das atividades desempenhadas.

Embora o edital não preveja formação de cadastro de reserva, candidatos aprovados além do número de vagas imediatas poderão ser convocados durante a validade do processo seletivo, em caso de desistências, rescisões de contrato ou novas necessidades do IBGE, sempre respeitando a ordem de classificação.

20 de julho — encerramento das inscrições;24 de agosto — divulgação do cartão de convocação para a prova;30 de agosto — aplicação da prova objetiva;31 de agosto — divulgação do gabarito preliminar;25 de setembro — divulgação do resultado definitivo da prova objetiva e do resultado preliminar da seleção;28 de outubro — divulgação do resultado definitivo do procedimento para concorrer às vagas reservadas;6 de novembro — divulgação do resultado definitivo da seleção.

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Por que o PIX, meio mais usado por pequenos negócios, virou pretexto dos EUA no tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 05:49

Empreendedorismo Por que o PIX, meio mais usado por pequenos negócios, virou pretexto dos EUA no tarifaço Governo dos EUA diz que sistema operado pelo Banco Central cria vantagem sobre empresas privadas. No Brasil, especialistas defendem que tecnologia reduziu custos e ampliou acesso a pagamentos. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Em pouco menos de cinco anos, o PIX deixou de ser uma novidade para se tornar uma das principais formas de pagamento dos brasileiros. Para milhões de pequenos negócios, ele passou a significar recebimento imediato, redução de custos e mais facilidade para administrar o fluxo de caixa.

Mas a tecnologia que conquistou comerciantes e consumidores agora está no centro de uma disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos.

O governo do presidente Donald Trump incluiu o PIX entre os argumentos usados para justificar a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para os EUA. O anuncio foi feito nesta quarta-feira (15).

Segundo documentos do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), o sistema brasileiro prejudicaria empresas americanas do setor de pagamentos ao criar uma concorrência considerada desigual.

🔎 Na avaliação dos americanos, o problema não está no uso do PIX pelos brasileiros, mas no fato de o sistema ter sido criado e ser operado pelo Banco Central. Para os EUA, essa estrutura dá ao sistema vantagens que empresas privadas não possuem.

No Brasil, porém, a lógica é outra. O sistema ganhou espaço justamente pelos fatores questionados pelos americanos: reduziu custos, eliminou intermediários e permitiu que empreendedores recebessem o dinheiro das vendas praticamente em tempo real.

Antes do PIX, muitos comerciantes dependiam de dinheiro em espécie ou de cartões, que envolvem taxas e prazos maiores para o repasse dos valores. Com o sistema, o dinheiro entra na conta no mesmo momento, facilitando a compra de mercadorias, o pagamento de fornecedores e a organização das contas.

Essa combinação transformou o PIX em uma das principais ferramentas financeiras dos pequenos negócios.

Segundo a pesquisa Hábitos Financeiros dos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 59% dos donos de pequenos negócios já consideram o PIX o principal meio de recebimento das vendas.

53% usam o sistema como principal ferramenta para pagar parceiros comerciais;entre os MEIs, 97% utilizam o sistema como forma de pagamento;para 28% dos MEIs, o PIX representa mais de 75% do faturamento;outros 20% afirmam que a ferramenta responde por cerca de metade dos recebimentos.

“O sistema é uma forma de pagamento que não tem volta e se tornou a preferida dos pequenos negócios pela rapidez no recebimento e pela contribuição para a manutenção do fluxo de caixa dessas empresas”, afirma Rodrigo Soares, presidente do Sebrae.

Nas compras tradicionais com cartão, participam da operação bandeiras, credenciadoras, bancos e outros intermediários. Cada etapa pode gerar custos. No PIX, porém, a transferência ocorre diretamente entre as instituições financeiras.

Na avaliação de especialistas, o sistema criou uma alternativa competitiva para pagamentos à vista e obrigou empresas tradicionais a adaptar seus modelos de negócio.

É justamente esse impacto sobre o mercado de pagamentos que colocou o sistema no centro da disputa comercial internacional.

Na investigação conduzida pelo USTR, as práticas brasileiras seriam "injustificáveis e discriminatórias", prejudicando agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos.

O argumento é que o BC brasileiro teria criado condições favoráveis ao PIX em relação às empresas privadas estrangeiras que atuam no setor.

Nos documentos divulgados pelo governo dos EUA, o sistema é chamado de "PICS" e descrito como um serviço estatal de pagamentos eletrônicos que receberia tratamento diferenciado por ser operado pelo governo brasileiro.

O BC atua simultaneamente como regulador e operador do sistema, definindo as regras e administrando a infraestrutura do PIX;O sistema teria vantagens por não funcionar como uma empresa privada tradicional, já que não busca obter lucro por meio da cobrança de taxas sobre as transações;Empresas americanas poderiam ser prejudicadas ao competir com uma infraestrutura pública de pagamentos.

Durante a apresentação das medidas contra o Brasil, representantes do governo Trump afirmaram que a intenção não é acabar com o sistema.

"Não estamos pedindo ao Brasil para se livrar do PICS ou de qualquer coisa que importe para o Brasil. Isso não é problema. O que não queremos é uma situação em que empresas americanas sejam forçadas a anunciar o PICS, ou sejam limitadas pelo PICS, e que elas e o PICS recebam tratamento especial simplesmente por serem de propriedade brasileira ou por serem um sistema de pagamento eletrônico".

Para os especialistas ouvidos pelo g1, o PIX de fato provocou uma transformação profunda no mercado de pagamentos, mas isso não significa uma prática desleal.

A principal crítica americana está relacionada ao fato de o BC exercer o papel regulador e operador do sistema. Isso, porém, foi o principal fator para o sucesso.

Ao criar padrões tecnológicos, estabelecer regras comuns e exigir a participação das instituições financeiras na infraestrutura, o BC conseguiu fazer com que praticamente todos os bancos e fintechs passassem a oferecer o serviço desde o lançamento.

Especialistas são incisivos: a existência de uma infraestrutura pública não significa uma concorrência desleal.

Segundo eles, o PIX não impediu a atuação de outros meios de pagamento e, desde seu lançamento, cartões de crédito, débito e outros serviços continuaram funcionando no país.

"O PIX não foi criado para concorrer ou substituir outros meios de pagamento, como o cartão de crédito. Desde o lançamento do sistema, as demais formas de pagamento, especialmente os cartões, continuaram crescendo", afirma Ralf Germer, CEO da PagBrasil.

Germer defende ainda que empresas do setor tiveram tempo para se adaptar e criar soluções capazes de competir frente a frente com o sistema.

Já o economista e professor da ESPM, Jorge Ferreira dos Santos Filho, aponta que a pressão dos EUA está relacionada principalmente à mudança no modelo de negócios de empresas que tradicionalmente lucravam com tarifas cobradas em transações.

"O PIX é gratuito para pessoas físicas e tem custo baixo para empresas, representando forte concorrência para grandes operadoras de cartão de crédito americanas, como Visa e Mastercard", afirma.

Especialistas destacam ainda que o avanço do sistema brasileiro também pressiona fintechs e empresas de tecnologia que também já possuem soluções próprias de pagamento.

Embora a discussão sobre cartões seja o argumento oficial apresentado pelos EUA, um dos pontos mencionados pelos especialistas é o avanço do chamado PIX Internacional, projeto do BC para permitir pagamentos transfronteiriços por meio da integração com sistemas de outros países.

Hoje, o sistema já pode ser usado de forma limitada por brasileiros em alguns estabelecimentos no exterior. A expectativa é que sistemas de pagamento instantâneo de diferentes países possam ser conectados.

Nesse sentido, a possibilidade de uso do PIX Internacional como meio de pagamento entre países do Brics, por exemplo, pode ter incomodado os EUA por ameaçar a paridade do dólar nas negociações, comprometendo a hegemonia da moeda no sistema financeiro global.

🔎 O Brics é um grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã.

"Esse pode ser o ponto que mais incomoda o governo americano: a criação de uma moeda única do Brics e o possível uso do sistema PIX para reduzir a influência do dólar nas negociações entre esses países."

Especialistas ressaltam, porém, que o PIX Internacional ainda está em desenvolvimento e que a relação com a disputa geopolítica é uma interpretação sobre possíveis impactos futuros, não uma justificativa oficialmente apresentada pelo governo americano.

Apesar das críticas, os EUA também contam com sistemas de pagamentos instantâneos, como o FedNow, criado pelo Federal Reserve, e o Zelle, desenvolvido por grandes bancos americanos.

Para especialistas, o ponto de diferença está na escala de uso. Nos EUA, a participação das instituições foi voluntária e não alcançou o mesmo nível de integração visto no Brasil.

O crescimento do PIX é considerado uma das maiores transformações recentes do sistema financeiro brasileiro. Lançado em novembro de 2020, o sistema alcançou escala nacional em poucos anos.

170 milhões de usuários pessoas físicas, o equivalente a aproximadamente 80% da população brasileira;mais de 24 milhões de usuários pessoas jurídicas.

Em 2025, o sistema bateu recorde ao movimentar cerca de R$ 35,4 trilhões, distribuídos em quase 80 bilhões de transações. O volume corresponde a quase três vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo e fundador do RegLab, afirma que o sistema passou a ser observado por outros países justamente pela combinação de escala e eficiência.

Segundo ele, o sucesso do sistema mostra que governos podem criar infraestruturas digitais capazes de transformar mercados tradicionalmente dominados pela iniciativa privada.

Embora o sistema de pagamentos tenha ganhado destaque, ele aparece como apenas um dos argumentos usados pelos Estados Unidos para justificar o novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros.

Entre os argumentos estão as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo plataformas digitais, críticas ao ambiente regulatório para empresas de tecnologia americanas, questionamentos sobre proteção à propriedade intelectual, alegações de corrupção, tarifas aplicadas pelo Brasil a determinados produtos importados e até acusações relacionadas ao desmatamento.

No caso das big techs, o governo americano cita medidas adotadas pela Justiça brasileira contra plataformas que descumpriram determinações judiciais.

O USTR também questiona regras e decisões que, na avaliação americana, poderiam afetar empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

Já na área comercial, o governo Trump acusa o Brasil de conceder tratamento preferencial a alguns parceiros comerciais e critica políticas relacionadas ao mercado de etanol. O relatório ainda menciona preocupações envolvendo propriedade intelectual e o combate à corrupção.

O governo brasileiro rejeita as acusações e sustenta que as medidas adotadas seguem a legislação nacional e respeitam princípios de soberania. Após o anúncio do tarifaço, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país responderá com base na Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada neste ano para permitir reação a barreiras comerciais impostas por outros países.

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Tarifaço: ministro do Meio Ambiente diz que argumentos dos EUA para justificar novas taxas são ‘absolutamente improcedentes’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 17:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta-feira (16) que os argumentos sobre desmatamento no Brasil utilizados pelos Estados Unidos como justificativa para o novo tarifaço contra produtos brasileiros são "absolutamente improcedentes".

"Os argumentos utilizados pelo governo norte-americano para justificar as tarifas são absolutamente improcedentes, não tem nenhum fundamento técnico, não está baseado em nenhuma informação comprovável", afirmou Capobianco.

O ministro afirmou que toda a madeira exportada pelo Brasil é certificada e passa por um sistema rigoroso de fiscalização.

"Apareceram com uma nova informação. Essa ainda mais falsa. Qual é a nova informação? De que o Brasil estaria desmatando ilegalmente e inundando o mercado internacional com madeiras de origem ilegal prejudicando diretamente a participação das empresas norte-americanas no mercado. Isso é absolutamente inverídico", disse Capobianco.

"O sistema de exportação de madeira é hoje um dos mais rigorosos de todo o sistema de controle ambiental por exigência, inclusive, do mercado internacional. Toda a madeira exportada é certificada. Ela tem acompanhamento desde a origem na floresta até o embarque, os técnicos do Ibama e da Receita Federal do Brasil monitoram as cargas. Não é possível hoje, em nenhum porto brasileiro, exportar uma madeira sem a verificação e a comprovação da cadeia de custódia", completou o ministro.

Capobianco disse que o Ministério do Meio Ambiente viu a decisão norte-americana com "indignação" e que as ações brasileiras contra o desmatamento foram "distorcidas" pela gestão Donald Trump para justificar o novo tarifaço.

"Nós reduzimos 50% do desmatamento nos três últimos anos e este ano seguimos reduzindo. Aliás, recentemente, a imprensa noticiou uma queda recorde de desmatamento no mês de junho, caindo 38%, sendo que no primeiro semestre 2026, nós tivemos o menor índice na última década desde", concluiu o titular do Meio Ambiente.

O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês).

A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Apesar da nova taxa, uma extensa lista de produtos foi excluída da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a medida não tem justificativa econômica e foi motivada por razões políticas.

Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica.

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Tarifaço: ministro diz que 18% das exportações brasileiras aos EUA, que correspondem a US$ 7,4 bilhões, serão afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 17:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) afirmou nesta quinta-feira (16) que 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos serão afetadas com o novo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos do Brasil.

De acordo com Rosa, o percentual tem como referência as exportações do Brasil para os Estados Unidos em 2024 e corresponde a US$ 7,4 bilhões na balança comercial entre os dois países.

"Queria destacar que nós vamos ter cerca de 18% das nossas exportações para os Estados Unidos atingidas, o que corresponde a US$ 7,4 bilhões. Isso levando em conta o ano de 2024, antes, portanto, do início do tarifaço", afirmou.

Segundo Márcio Elias Rosa, se for considerado o ano de 2025, a participação dos setores atingidos nas exportações cai para 15%, ou US$ 5,8 bilhões.

Márcio Elias Rosa disse ainda que, conforme a análise feita pelo governo, com a nova decisão da gestão Trump, o Brasil terá, sem tarifa na pauta exportadora, 57% dos produtos vendidos aos Estados Unidos.

Conforme o ministro, 24% dos produtos estão sujeitos a uma tarifa que poderá chegar a até 50%. São itens como aço, alumínio, e alguns fabricados pelo setor automotivo.

O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês).

A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Apesar da nova taxa, uma extensa lista de produtos foi excluída da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a medida não tem justificativa econômica e foi motivada por razões políticas.

Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica.

Márcio Fernando Elias Rosa, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) — Foto: Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços / Divulgação

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PIX: Galípolo defente meio de pagamento alvo de contestação dos EUA; ‘gratuito’, ‘seguro’ e ‘instantâneo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 17:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu nesta quinta-feira (16) o PIX como um meio de pagamento "seguro" e "instantâneo" capaz de gerar inclusão financeira para a população brasileira.

Ao lado de ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Galípolo participou de coletiva à imprensa convocada para rebater os argumentos apresentados pelos Estados Unidos para nova ofensiva tarifária ao Brasil.

Na madrugada desta quinta, o governo de Donald Trump confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês).

Na investigação comercial, o governo americano acusa o Brasil de adotar práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o PIX.

"A gente vai seguir sempre fornecendo o PIX como algo gratuito, seguro e instantâneo e seguir na evolução técnica do PIX em cooperação com outros Bancos Centrais para que, cada vez mais, a população brasileira possa ter acesso a serviços financeiros de maneira mais segura, mais rápida e com maior inclusão financeira," disse Galípolo.

O USTR afirmou que o Banco Central brasileiro "desfavoreceu provedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA, ao mesmo tempo em que favorece seu sistema nacional".

"Quando a gente olha para as alternativas e o que aconteceu no mercado, quem perde espaço são os cheques e o dinheiro físico, o que é absolutamente desejável para todos. O custo de transação de você levar fisicamente cheques ou dinheiro físico é altíssimo. Então, o caso da implementação do PIX, ele consegue se configurar como um desses em que ele é benéfico para quem demanda e para quem oferta para o setor público e para o setor privado".

Galípolo disse trabalhará pela ampliação de termos de cooperação técnica para o PIX chegue a outros países.

"O Banco Central já assinou com mais de 47 outros bancos centrais termos de cooperação técnica para que o Banco Central possa transferir tecnologia e esses outros bancos centrais possam desenvolver o seu sistema de pagamento instantâneo também. Países como Estados Unidos e a Europa, a China, a Índia, Singapura, uma série de outros bancos centrais, ou já implementou, ou está estudando implementar sistemas de pagamento instantâneo".

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Crime organizado movimenta bilhões por meio de criptomoedas, alerta órgão global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1030,42%Dólar TurismoR$ 5,3070,52%Euro ComercialR$ 5,8360,18%Euro TurismoR$ 6,0840,28%B3Ibovespa174.722 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,1030,42%Dólar TurismoR$ 5,3070,52%Euro ComercialR$ 5,8360,18%Euro TurismoR$ 6,0840,28%B3Ibovespa174.722 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,1030,42%Dólar TurismoR$ 5,3070,52%Euro ComercialR$ 5,8360,18%Euro TurismoR$ 6,0840,28%B3Ibovespa174.722 pts-0,73%Oferecido por

Criminosos estão explorando brechas na regulamentação para movimentar bilhões de dólares em recursos ilícitos por meio do mercado de criptomoedas, afirmou nesta quinta-feira (16) o Grupo de Ação Financeira (Gafi) em seu mais recente relatório sobre ativos virtuais e financiamento ilícito.

No documento, o organismo intergovernamental de combate à lavagem de dinheiro, com sede em Paris, França, afirma que os crimes envolvendo criptomoedas se tornaram mais "complexos e interconectados" no último ano.

Segundo o Gafi, reguladores, instituições financeiras e empresas do setor enfrentam "desafios significativos e contínuos" para identificar e interromper fluxos de lavagem de dinheiro ligados a golpes financeiros e esquemas de fraude em investimentos.

O relatório mostra que houve avanços na adoção das recomendações do grupo. Em abril de 2026, 51 das 149 jurisdições avaliadas estavam "amplamente em conformidade" com os padrões do Gafi para ativos virtuais, o equivalente a pouco mais de um terço (34%) do total. No ano anterior, esse percentual era de 29%.

No ano passado, um robô de IA ganhou milhões de dólares em criptomoedas: conheça o Truth Terminal — Foto: BBC

Apesar da evolução, o organismo alerta que ainda persistem "lacunas significativas" na implementação de medidas capazes de reduzir os crimes relacionados às criptomoedas.

O Gafi também destacou o crescimento do uso de stablecoins – criptomoedas atreladas a um ativo de referência, como o dólar – por organizações criminosas. Segundo o relatório, algumas dessas redes passaram a desenvolver suas próprias stablecoins, projetadas para resistir ao congelamento de ativos e à apreensão por autoridades.

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