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De BH para Los Angeles: como um post viral dobrou as vendas e levou marca mineira a faturar R$ 30 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 13/04/2026 00:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De BH para Los Angeles: como um post viral dobrou as vendas e levou marca mineira a faturar R$ 30 mil por mês Empreendedor viu a produção disparar após viralizar nas redes sociais, estruturou um time de crocheteiras e hoje fatura com peças feitas à mão. Por PEGN

Márgelo Barbosa, empreendedor de Belo Horizonte, viu a rotina mudar da noite para o dia depois que um vídeo com suas criações viralizou nas redes sociais. Ele é criador de bolsas de crochê, macramê e tressê.

Com a explosão da demanda, a produção precisou ser reorganizada. Hoje, Márglo coordena cerca de 25 crocheteiras, que trabalham em casa seguindo orientações de tamanho, técnica e acabamento.

As peças são vendidas na feira hippie de Belo Horizonte e também pela internet, com preços que variam de R$ 70 a R$ 420. Atualmente, a marca comercializa cerca de 120 bolsas por mês e alcança um faturamento médio de R$ 30 mil.

Um ponto puxa o outro, cores se entrelaçam e fios antigos ganham novos caminhos. Foi assim que o trabalho artesanal de Márgelo Barbosa, empreendedor de Belo Horizonte, saiu da Feira Hippie da capital mineira para alcançar clientes em todo o Brasil — e até no exterior.

Criador de bolsas de crochê, macramê e tressê, Márgelo viu a rotina mudar da noite para o dia depois que um vídeo com suas criações viralizou nas redes sociais.

Em poucos minutos, o número de seguidores saltou de cerca de 100 para mais de 2 mil, e as vendas, antes pontuais, passaram a acontecer em ritmo acelerado. “Eu vendia cinco bolsas em menos de 15 minutos”, lembra.

A trajetória no artesanato, no entanto, começou muito antes da internet. Ao longo da vida, Márgelo já trabalhou como cabeleireiro, maquiador, vitrinista e decorador de eventos, mas nunca abandonou a banquinha de artesanato nas feiras de Belo Horizonte.

Do crochê à internet: como um post dobrou as vendas de bolsas artesanais em BH — Foto: Reprodução/PEGN

Na década de 1970, vendia chapéus; depois, passou pelas bolsas de couro até migrar para materiais e técnicas mais sustentáveis. Há quatro anos, com um investimento inicial de cerca de R$ 1 mil em fios, decidiu apostar definitivamente na produção de bolsas de crochê.

A criação, segundo ele, vem da intuição — e até do sono. “Eu crio sonhando, eu crio dormindo”, diz. As peças valorizam técnicas tradicionais, como o “quadradinho da vovó”, reinterpretadas com cores vibrantes e design autoral.

Com a explosão da demanda, a produção precisou ser reorganizada. Hoje, Márgelo coordena cerca de 25 crocheteiras, que trabalham em casa, seguindo orientações de tamanho, técnica e acabamento. Para muitas delas, o trabalho significou uma mudança de vida.

Algumas deixaram profissões anteriores para se dedicar exclusivamente à produção das bolsas, encontrando no artesanato uma nova fonte de renda e realização pessoal.

As peças são vendidas na Feira Hippie de Belo Horizonte e também pela internet, com preços que variam de R$ 70 a R$ 420. Atualmente, a marca comercializa cerca de 120 bolsas por mês e alcança um faturamento médio de R$ 30 mil.

O crescimento também trouxe a família para dentro do negócio. A irmã, Margely Barbosa, assumiu as vendas online, além da logística e das exportações.

As bolsas já chegaram a destinos como Los Angeles e começaram a ocupar pontos físicos em regiões turísticas como Trancoso, Arraial da Ajuda e Campos do Jordão. Há, inclusive, pedidos vindos de países como a Índia.

Cada coleção recebe um nome próprio — geralmente inspirado na primeira cliente que compra a peça. Para quem usa, o valor vai além do acessório. “A bolsa tem história. Ela tem personalidade e acompanha a gente em vários momentos”, conta uma cliente.

Aos 70 anos, Márgelo diz que ainda está aprendendo a empreender no ambiente digital, mas não pensa em parar. Entre os próximos passos, planeja criar uma cooperativa de crocheteiras para ampliar a produção e compartilhar conhecimento. “Você acredita no seu sonho e vai sem medo”, resume.

Do crochê à internet: como um post dobrou as vendas de bolsas artesanais em BH — Foto: Reprodução/Tv Globo

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O cofre nos EUA que guarda toneladas de barras de ouro de vários países – e por que europeus querem tirá-las de lá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 18:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O Cofre de Ouro do Fed, em Nova York, é o maior depósito de ouro conhecido do mundo, com cerca de 6,3 mil toneladas em pilhas de barras.

O cofre desempenha um papel crítico para a estabilidade do sistema financeiro global, já que muitos países mantêm ali suas reservas de ouro.

O ouro sempre foi visto como um porto seguro em momentos de turbulência financeira, volatilidade geopolítica e perda de valor causada pela inflação.

Desde o retorno de Donald Trump ao poder, políticos e especialistas europeus passaram a questionar a conveniência de repatriar o ouro armazenado no país.

O distanciamento do presidente em relação a compromissos internacionais e suas divergências com aliados europeus dos Estados Unidos têm gerado preocupação sobre a segurança do ouro europeu guardado pelo Fed.

O cofre nos EUA que guarda toneladas de barras de ouro de vários países – e por que europeus querem tirá-las de lá. — Foto: Fotos: New York Fed | Montagem: Caroline Souza via BBC

A 25 metros abaixo do solo, na Liberty Street, em Nova York, o Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed) guarda no subsolo de sua sede mais de meio milhão de barras de ouro pertencentes a bancos centrais, governos e instituições de todo o mundo.

Essa câmara-forte é protegida por um cilindro de aço de 90 toneladas e, uma vez fechada, sua gigantesca fechadura só pode ser aberta no dia seguinte.

É o Cofre de Ouro do Fed, o maior depósito de ouro conhecido do mundo, que abriga cerca de 6,3 mil toneladas em pilhas de barras cujo valor, aos preços atuais, ultrapassa US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões) — aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.

O cofre desempenha um papel crítico para a estabilidade do sistema financeiro global, já que muitos países mantêm ali suas reservas de ouro — o ativo de proteção por excelência, usado para respaldar suas moedas e enfrentar contingências em cenários de crise.

O ouro sempre foi visto como um porto seguro em momentos de turbulência financeira, volatilidade geopolítica e perda de valor causada pela inflação. Por isso, o metal precioso representa uma parte significativa das reservas dos bancos centrais em todo o mundo, especialmente na Europa.

"É um dos ativos mais importantes deles porque, diante de eventos geopolíticos adversos, permite atuar como emprestadores de última instância para bancos e empresas e intervir nos mercados cambiais", disse à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Barry Eichengreen, especialista em sistema monetário internacional da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.

Durante décadas, os Estados Unidos e seu banco central (o Fed) foram vistos como os guardiões mais confiáveis de um ativo tão essencial — especialmente por muitos países europeus que se sentiam ameaçados pelo poder da União Soviética e passaram a acumular ali grandes quantidades de ouro.

Mas, desde o retorno de Donald Trump ao poder, políticos e especialistas europeus passaram a questionar a conveniência de repatriar o ouro armazenado no país.

O distanciamento do presidente em relação a compromissos internacionais e suas divergências com aliados europeus dos Estados Unidos — sobre temas como tarifas comerciais, a soberania dinamarquesa da Groenlândia ou, mais recentemente, a guerra contra o Irã — têm gerado preocupação sobre a segurança do ouro europeu guardado pelo Fed.

Ao contrário da Rússia, cujo banco central mantém suas reservas de ouro em seu próprio território — o que as protege de possíveis sanções ocidentais —, vários países europeus ainda guardam suas reservas no exterior, muitas delas no Cofre de Ouro de Nova York.

Os países europeus acumularam seu ouro nos Estados Unidos a partir da década de 1950 por temor à ameaça soviética — Foto: Getty Images via BBC

Segundo Barry Eichengreen, "Alemanha e outros países europeus, cujas economias estavam se recuperando e exportavam cada vez mais para os Estados Unidos, recebiam os pagamentos em uma combinação de ouro e dólares".

"Transportar ouro em navios ou aviões e contratar seguros para protegê-lo custa caro, então pareceu uma boa ideia armazená-lo no cofre do Federal Reserve — que, além disso, não cobra pela custódia", explicou Eichengreen.

O sistema criado em Bretton Woods, em 1944, estabeleceu um regime de câmbio fixo com o dólar atrelado ao ouro. Com isso, ouro e dólar passaram a ser os ativos mais confiáveis — e, para as enfraquecidas potências europeias do pós-guerra, era vantajoso acumulá-los sem custo sob a custódia do Federal Reserve dos Estados Unidos.

Diante da ameaça soviética do outro lado da Cortina de Ferro, a guarda americana era vista como a melhor garantia.

Mas a União Soviética já não existe — e o retorno de Donald Trump à Casa Branca tem alterado a sintonia de décadas entre Washington e seus aliados europeus.

Na Alemanha, que possui as segundas maiores reservas de ouro do mundo — atrás apenas dos Estados Unidos — e, portanto, é um dos países mais expostos a possíveis riscos, diversas vozes têm feito alertas.

O economista Emanuel Mönch, que foi o principal pesquisador do Bundesbank, o banco central alemão, defendeu a repatriação do ouro que o banco central alemão mantém em Nova York — cerca de 1,2 mil toneladas, segundo estimativas da imprensa alemã, com valor aproximado de US$ 200 bilhões (R$ 1 trilhão).

"Dada a atual situação geopolítica, parece arriscado manter tanto ouro nos Estados Unidos", afirmou Mönch, que acredita que trazê-lo de volta contribuiria para uma "maior independência estratégica" do país.

Na mesma linha, Michael Jäger, presidente da Associação Alemã de Contribuintes, disse: "Trump é imprevisível e é capaz de tudo para gerar receitas. Por isso, nosso ouro já não está seguro no cofre do Fed".

"O que aconteceria se a provocação sobre a Groenlândia continuar?… Aumenta o risco de que o Bundesbank não consiga acessar seu ouro, por isso deveria repatriar suas reservas", acrescentou Jäger.

Essa preocupação também foi manifestada por deputados da CDU, o partido do chanceler Friedrich Merz, além de outras forças políticas.

"Não há motivo para preocupação", disse Nagel em outubro passado, durante uma reunião do Fundo Monetário Internacional, em Washington.

Em fevereiro, ele voltou a comentar o tema em uma coletiva de imprensa: "Isso não tira meu sono. Tenho total confiança em nossos colegas do banco central dos Estados Unidos".

Mas, do outro lado do Atlântico, nem o Federal Reserve nem o governo de Trump reafirmaram essa confiança.

"Não ouvi nenhuma palavra tranquilizadora e acho que seria oportuno", disse o analista Barry Eichengreen.

O silêncio da instituição ocorre em um momento de tensão nas relações entre seu presidente, Jerome Powell, e o governo.

Trump o criticou repetidamente por se recusar a reduzir as taxas de juros, e o Departamento de Justiça chegou a abrir uma investigação criminal contra Powell — que denunciou a iniciativa como parte de "ameaças e pressões" do Executivo para enfraquecer a independência do Fed e forçá-lo a "seguir as preferências do presidente".

A Holanda fez isso a partir de 2014, quando reduziram de 51% para 31% a parcela de suas reservas depositadas no Federal Reserve.

A Alemanha também repatriou parte de suas barras naquele período, mas uma grande quantidade permaneceu no Cofre de Ouro.

"Era a época da crise da dívida grega e do euro, e os europeus queriam ter a segurança de que sua moeda e seus depósitos bancários estavam respaldados por algo tangível", explica Eichengreen.

Muitos anos antes, na década de 1960, o presidente Charles de Gaulle decidiu trazer de volta à França as barras de ouro que o país mantinha no Fed — segundo diversos autores, por temer uma desvalorização repentina do dólar, cujo valor estava atrelado ao ouro no sistema de Bretton Woods.

Em 1971, o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon pôs fim à conversibilidade do dólar em ouro, desmantelando o sistema monetário internacional criado após a Segunda Guerra Mundial.

A França, que já havia repatriado suas reservas, saiu em melhor posição do que os países que viram suas barras guardadas em Nova York perderem grande parte de seu valor em dólares da noite para o dia.

Segundo dados do Federal Reserve, o volume de reservas internacionais de ouro depositadas no cofre de Nova York vem apresentando queda contínua desde 1973, quando chegou a ultrapassar 12 mil toneladas do metal.

Clemens Fuest, do Instituto IFO de Pesquisa Econômica da Alemanha, disse ao jornal The Guardian que repatriar o ouro "apenas colocaria mais lenha na fogueira da situação atual" e poderia trazer consequências indesejadas.

Alguns especialistas ressaltam que a independência do Federal Reserve em relação ao governo de Trump impede que este tome medidas unilaterais sobre o ouro — e destacam os custos, além dos desafios logísticos e de segurança envolvidos no transporte de uma carga tão valiosa.

Por outro lado, as dúvidas sobre a confiabilidade do Federal Reserve como guardião do ouro europeu ameaçam abrir mais uma fissura na ordem mundial vigente há décadas.

Segundo Eichengreen, "embora a retirada não tivesse impactos financeiros particularmente significativos para os Estados Unidos, a custódia do ouro é um bem global que o país tem oferecido gratuitamente — assim como o guarda-chuva de segurança da Otan ou o dólar como moeda global — em troca de construir relações de amizade e parcerias comerciais".

"Este governo não acredita que os Estados Unidos devam prestar serviços gratuitamente — e tudo o que alimenta dúvidas entre aliados sobre a segurança de seus depósitos no país corrói ainda mais essa boa vontade, algo essencial quando você precisa do apoio deles, por exemplo, em uma guerra no Oriente Médio."

Não há registro de que algum país europeu tenha decidido, até agora, repatriar seu ouro durante o segundo mandato de Trump.

Mas, talvez, nas mentes de alguns governantes ecoem as palavras de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, em um discurso no ano passado: "Na história do sistema monetário internacional, há momentos em que os alicerces que pareciam inabaláveis começam a tremer".

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Em meio a debate sobre o fim da escala 6×1, Banco Central vê ‘crescimento modesto’ da produtividade nos últimos anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 04:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O crescimento da produtividade do trabalho na economia brasileira nos últimos seis anos foi "modesto" e decorreu, sobretudo, de elementos como desempenho favorável da produtividade na agropecuária e realocação do emprego para atividades mais produtivas.

Manifestantes protestam pelo fim da escala 6×1 com faixas e cartazes. — Foto: Cláudio Pinheiro / O Liberal

A conclusão é do Banco Central (BC) e foi divulgada no relatório de política monetária no fim do mês passado, em meio ao debate sobre o fim da escala 6×1.

"Quando se exclui a agropecuária, o desempenho da produtividade mostra-se ainda mais limitado: cresceu apenas 1,1% desde 2019 (média de 0,2% ao ano)", avaliou o Banco Central, ressaltando o impacto negativo de outros setores da economia.

Em tese, sem ganhos de produtividade, a redução das horas trabalhadas pode elevar o custo de produção, pressionando margens das empresas e, em alguns casos, os preços — mas isso depende de outros fatores como concorrência, demanda e eficiência.

Para o BC, a contribuição da produtividade para a redução dos custos do trabalho tem sido limitada.

"A eventual persistência do avanço modesto da produtividade do trabalho, combinada às restrições ao crescimento da população ocupada – decorrentes da taxa de desocupação em patamar reduzido, da relativa estagnação da participação na força de trabalho e da desaceleração do crescimento da população em idade de trabalhar – poderia restringir o potencial de crescimento da economia. Nesse contexto, acelerações da demanda podem se traduzir em pressões inflacionárias", acrescentou o BC.

Uma das principais bandeiras de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na economia em sua busca pela reeleição no fim deste ano, a proposta de reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor. (entenda mais abaixo)

De acordo com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o debate sobre a redução da jornada de trabalho é uma necessidade cobrada pela sociedade brasileira.

Ele afirmou, porém, que já há empresas que vem antecipando esse debate, reduzindo voluntariamente a jornada de seus trabalhadores.

Segundo Marinho, há necessidade de enquadramento das empresas que não desejam. "Aí é lei, não haverá um acordo coletivo que leve à redução da jornada máxima. A partir da jornada máxima, empresas podem fazer adequações para menos, mas não podem para mais", explicou.

Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu o fim da escala 6×1 durante evento em Vitória, Espírito Santo, em março — Foto: Alice Souza

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que põe fim à escala 6×1, deverá ser votada na próxima semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.

O ministros Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que o governo segue disposto a enviar uma proposta sobre o tema para análise dos parlamentares. O governo deve se reunir nos próximos dias para fechar o texto do projeto. Segundo Boulos, o governo defende as seguintes mudanças nas regras trabalhistas – sem redução de salário:

fim da escala 6×1 e implementação da 5×2, com dois dias de descanso semanais; ejornada de trabalho seja de 40 horas por semana, no máximo.

Ministro Guilherme Boulos defende envio de projeto que preveja jornada máxima de 40 horas, sem redução salarial — Foto: Divulgação

De acordo com o Banco Central, a alta relativamente modesta da produtividade do trabalho entre 2019 e 2025 (média de 0,6% ao ano) refletiu dinâmicas distintas ao longo do período.

Em 2020, observou-se forte elevação da produtividade, associada à pandemia, quando a redução da população ocupada superou a queda Valor Adicionado Bruto (VAB). Este é um indicador econômico que mede a riqueza gerada por uma empresa, setor ou região. A alta da produtividade foi gradualmente revertida até 2022, quando a variação acumulada da produtividade desde 2019 ficou praticamente nula. Em 2023, a produtividade apresentou alta expressiva, influenciada pelo aumento da produtividade da agropecuária em ano de safra recorde, passando a avançar em ritmo moderado nos dois anos seguintes.

"Setorialmente, a agropecuária foi o principal destaque em termos de elevação da produtividade, resultado da combinação de expansão da produção e redução da população ocupada. O segmento de outros serviços também apresentou desempenho positivo desde 2019, possivelmente associado à maior incorporação de tecnologia e mudanças organizacionais, embora essa hipótese exija investigação adicional", diz o BC

De acordo com a instituição, os demais segmentos registraram contribuições mais modestas ou mesmo negativas para a evolução da produtividade do trabalho agregada.

Segundo o BC, agropecuária foi setor de destaque no aumento da produtividade desde 2019 — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, avaliou que o debate sobre qualidade de vida é legítimo e necessário, mas pontuou que a economia brasileira passa por um momento de desemprego historicamente baixo, com dificuldade de contratação.

"Mudar a jornada sem avaliar os impactos estruturais pode gerar efeitos econômicos e fiscais relevantes. Se a jornada diminui e o salário é mantido, o custo aumenta. Em um mercado já pressionado por escassez de profissionais, isso pode gerar inflação na mão de obra e parte desse aumento tende a ser repassado aos preços de produtos e serviços", afirma Domingos.

Benito Pedro Vieira Santos, CEO da Avante Assessoria Empresarial, observou que alterações no regime de trabalho atingem operações que dependem de cobertura contínua, como indústria, logística, varejo e serviços, e, com isso, 'reverberam ao longo de cadeias de fornecedores e clientes".

recomposição de horas produtivas via contratação ou pagamento adicional;elevação do custo fixo; e pressão sobre preços e margens, especialmente em mercados com pouca capacidade de repasse dos custos.

Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Segundo nota técnica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a proposta de redução do limite semanal das horas trabalhadas de 44 para 40 horas de trabalho – com 8 horas diárias em 5 dias por semana e manutenção do salário mensal pago – tem como resultado imediato o aumento do valor da hora trabalhada regular para os empregados cujo contrato de trabalho atual exceda 40 horas semanais.

"O exercício mostra que, como consequência da elevação do custo do trabalho, tem-se, ao fim do processo de ajuste da economia, aumento generalizado dos preços da economia. Tanto de bens e serviços para os consumidores finais, como também de insumos e matérias-primas para as empresas, o que gera perda de competitividade. A menor competitividade implicará em perda de participação nos mercados exterior e doméstico, resultando em queda das exportações e alta das importações", avaliou a CNI.

"Assim, as horas trabalhadas perdidas com a redução do limite semanal não são integralmente recompostas e, como resultado, tem-se queda da atividade econômica como um todo. Estimamos que isso geraria uma queda de 0,7% do PIB brasileiro, o equivalente a uma perda de R$ 76,9 bilhões", concluiu.

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Três frutas brasileiras aparecem em ranking das 100 melhores do mundo; veja quais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 04:06

Agro Três frutas brasileiras aparecem em ranking das 100 melhores do mundo; veja quais Lista do TasteAtlas, considerado uma enciclopédia gastronômica dos EUA, classifica as melhores frutas do mundo segundo avaliação dos usuários. Por Redação g1

Jabuticaba, açaí e guaraná são as três frutas brasileiras no ranking das 100 melhores do mundo do TasteAtlas.

Jabuticaba ficou em 18º lugar, açaí em 40º e guaraná em 79º, segundo avaliações dos usuários do site.

O ranking é liderado pelo morango polonês truskawka kaszubska, seguido por pêssegos gregos e espanhóis.

Três frutas brasileiras aparecem no ranking atual de 100 melhores do mundo do TasteAtlas, portal considerado uma enciclopédia gastronômica dos EUA: a jabuticaba, o açaí e o guaraná.

A jabuticaba, que chegou a ficar em segundo lugar no ranking em 2023 e apareceu na décima posição no ano passado, agora está em 18º lugar. A fruta de tom roxo escuro, com polpa doce e saborosa, é uma favorita dos usuários do TasteAtlas.

Atualmente, a jabuticaba possui 4,3 estrelas (de 5) no site, uma nota baseada na avaliação dos usuários. A primeira colocada do ranking é a polonesa truskawka kaszubska, um tipo de morango, que tem 4,7 estrelas (veja abaixo as cinco melhores frutas do ranking).

Apesar de a polpa ser a parte mais doce da jabuticaba, a riqueza nutricional da fruta está na casca. Abaixo, confira os principais benefícios da fruta:

A casca da jabuticaba é rica em antioxidantes;Tem vitaminas C e do complexo B;Contém minerais como o ferro, o magnésio e o potássio;É fonte de pectina, uma fibra que auxilia as "bactérias do bem" do intestino.

A fruta reforça ainda o sistema imunológico, diminui o risco do diabetes tipo 2 e reduz o colesterol, por ter alta capacidade antioxidante, segundo a pesquisadora da Embrapa Ana Carolina Chaves.

Além disso, os antioxidantes da jabuticaba protegem o organismo dos radicais livres, que podem provocar doenças.

Para conseguir os benefícios para a saúde, segundo a pesquisadora, a dica é consumir dez jabuticabas por dia (com a casca).

A truskawka kaszubska é um tipo de morango cultivado nos distritos de Kartuski, Kościerski e Bytowski, na Polônia.

Ele se destaca pelo alto teor de açúcar, com sabor doce, aromático e bem equilibrado, segundo o TasteAtlas.

A rodakina naoussas é um tipo de pêssego cultivado na vila de Naoussas, na ilha de Paros, na Grécia — daí o nome “naoussas”.

Mesmo tendo origem na China, essa fruta doce e com aroma forte se tornou uma das mais populares da Grécia. Isso porque, segundo o TastleAtlas, o clima e o solo locais favorecem o seu cultivo.

Atualmente, os "pêssegos" gregos também são vendidos em mercados da Europa e do Oriente Médio, especialmente, entre os meses de maio e outubro.

Os pêssegos Melocotón de Calanda, da Comunidade Autônoma de Aragão, na Espanha, aparecem na terceira posição e são considerados únicos devido ao tamanho grande, doçura e sabor, segundo o TasteAtlas.

Eles são cultivados na região espanhola desde o século 19 e colhidos no ponto correto de maturação, garantindo o sabor e a textura ideal para consumo.

Com um diâmetro mínimo de 73 mm, os Melocotón de Calanda são maiores do que os pêssegos de outros locais, aponta o TasteAtlas, e não podem apresentar nenhuma imperfeição visual.

Mandarini chiou é um tipo de tangerina cultivado em Quios, uma ilha da Grécia — Foto: Reprodução/@visit_chios

A quarta fruta da lista é a mandarini chiou (tangerina de Quios, na tradução livre do grego para o português). Quios é a ilha na Grécia na qual essa fruta é tradicionalmente cultivada.

O cheiro é tão marcante que fez com que a ilha ganhasse o apelido de "Myrovolos" – a ilha perfumada, segundo a publicação.

A fruta também se destaca por ser muito doce, o que é atribuído ao clima quente e as propriedades do solo.

Segundo o TasteAtlas, as laranjas, tangerinas, toranjas, limas e limões produzidas na região do Algarve, em Portugal, compartilham uma casca fina, cores intensamente vivas e elevado teor de sumo.

Eles podem ser consumidos após as refeições ou como aperitivo, mas também são utilizados na preparação de sucos, sobremesas, licores e compotas.

O site ainda destaca que as árvores de Natal na região portuguesa são decoradas com citrinos desde os tempos antigos, demonstrando a importância deste produto para a região.

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Preço do diesel no Brasil cai pela primeira vez desde o início do conflito no Oriente Médio, mostra ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 00:54

Carros Preço do diesel no Brasil cai pela primeira vez desde o início do conflito no Oriente Médio, mostra ANP Gasolina, diesel e etanol tiveram recuos no preço ao consumidor. Entidade que representa postos acredita que aumento de fiscalização às distribuidoras pode ser uma das explicações. Por Redação g1

Preço do diesel registra primeira queda nos postos de combustíveis — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O preço médio do diesel na bomba recuou 0,2% e ficou em R$ 7,43, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Essa é a primeira redução desde o começo do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Ainda de acordo com o levantamento, a gasolina teve redução de apenas R$ 0,01 no preço médio, ficando em R$ 6,77. O etanol também registrou queda, para R$ 4,69.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada.

Desde então, os preços do Brent, referência internacional, chegaram a disparar mais de 60%, alcançando o patamar de US$ 118,32 por barril. Na última sexta-feira (11), os preços do petróleo tipo Brent fecharam cotados a US$ 94,33, queda de 1,66% em relação ao dia anterior.

As oscilações do petróleo no mercado internacional também se refletiram no Brasil. Na primeira semana de março, o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05, para R$ 6,08, segundo a ANP. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

O avanço dos preços acendeu o alerta no governo federal, que vem, desde então, anunciando medidas para tentar frear o aumento do diesel — entre elas a proposta de subsídios e a isenção de impostos federais.

Segundo Rodrigo Zingales, diretor da Associação Brasileira de Revendedores de Combustíveis Independentes e Livres (Abrilivre), ainda é cedo para sentir os efeitos das medidas do governo nas bombas.

“Acredito que o aumento da fiscalização sobre os preços praticados pelas distribuidoras seja a razão dessa estabilidade”, diz Zingales.

Nas últimas semanas, a ANP e a Polícia Federal têm realizado operações para fiscalizar distribuidoras e postos. O objetivo é coibir a prática de preços abusivos, inclusive na venda do gás de cozinha.

A ANP também criou um novo canal para denúncias de irregularidades. Veja aqui como fazer a denúncia.

Uma série de fatores influenciam o cálculo dos preços cobrados dos consumidores nas bombas. A maior fatia da composição de preços responde pela parcela de remuneração das refinarias. Veja abaixo como o preço é formado:

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ANP cria novo canal para denunciar irregularidades em postos e revendas de gás; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 13:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu nesta semana um novo canal para denúncias de irregularidades em postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha) e outros agentes regulados.

A medida vem em meio ao debate cada vez mais frequente sobre a comercialização de combustíveis adulterados e ocorre após a agência ter intensificado a fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos nos postos.

Segundo a ANP, a iniciativa também visa “direcionar as informações de forma mais ágil, permitindo que a equipe de fiscalização organize a apuração dos fatos”.

Ainda de acordo com a agência, o Portal FalaBR passará a receber apenas denúncias de outros temas, como qualidade de produtos, segurança e meio ambiente.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu nesta semana um novo canal para denúncias de irregularidades em postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha) e outros agentes regulados.

A medida vem em meio ao debate cada vez mais frequente sobre a comercialização de combustíveis adulterados e ocorre após a agência ter intensificado a fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos nos postos, diante das oscilações do preço do petróleo no mercado internacional em razão da guerra no Oriente Médio.

Segundo a ANP, a iniciativa também visa “direcionar as informações de forma mais ágil, permitindo que a equipe de fiscalização organize a apuração dos fatos”.

a solicitação de informações em geral;sugestões, elogios, reclamações, informações ou dúvidas sobre serviços prestados pela ANP; edenúncias contra servidores da agência.

"O telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita) continua ativo e pode ser utilizado para qualquer tipo de manifestação. A divisão de temas entre o novo formulário e o Portal FalaBR se refere apenas ao envio eletrônico", informou a ANP em nota.

Segundo a ANP, a denúncia deve ser feita por meio do preenchimento do formulário exclusivo, seguindo as orientações abaixo:

O cidadão deve informar o CNPJ do estabelecimento (exceto em casos de revenda ou atividade clandestina). Nos postos de combustíveis, essa informação costuma estar disponível em placas de identificação instaladas na área externa ou interna do local, em quadros de avisos obrigatórios ao consumidor, em local visível, e também em notas fiscais, cupons fiscais ou comprovantes de pagamento. Nas revendas de GLP, a informação geralmente pode ser encontrada na fachada ou na área interna de atendimento, em placas ou quadros informativos visíveis ao consumidor, com identificação da empresa e da autorização, além de constar em recibos, notas fiscais ou comprovantes de entrega do botijão.Ao relatar uma denúncia ou reclamação, o cidadão não deve informar dados pessoais nem qualquer informação que possa identificá-lo. O relato deve conter apenas a descrição dos fatos relacionados ao estabelecimento ou à atividade questionada.

Acesse o formulário de denúncia e reclamação da ANP (clique aqui para acessar);Selecione, entre as opções, qual agente regulado será alvo da reclamação e clique em "Avançar";Marque o tipo de denúncia que deseja fazer e clique em "Avançar";Informe o CNPJ do posto, selecione o produto relacionado e preencha as demais informações de localização do agente regulado. Depois, clique em "Avançar";Detalhe o ocorrido com o máximo de informações possível. ⚠️ Atenção: Nunca coloque suas informações pessoais. Depois, clique em "Enviar".

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Nubank adquire naming rights do estádio do Palmeiras; nome será escolhido pela torcida

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A WTorre firmou, nesta sexta-feira (10), um acordo com o banco digital Nubank para a aquisição dos naming rights do estádio do Palmeiras.

Com isso, a arena — conhecida como Allianz Parque nos últimos 13 anos — passará por uma mudança de nome, que será definido por meio de votação popular.

O contrato terá vigência até 2044, período durante o qual a WTorre mantém os direitos de exploração do estádio.

Embora não tenha participado da negociação, o clube segue com direito a uma fatia das receitas geradas, atualmente fixada em 15%.

A WTorre firmou, nesta sexta-feira (10), um acordo com o banco digital Nubank para a aquisição dos naming rights do estádio do Palmeiras.

🔎 Naming rights (direito de nome, em português) é uma estratégia em que uma marca adquire o direito de dar nome a um espaço para ampliar visibilidade e associação com o público.

Com isso, a arena — conhecida como Allianz Parque nos últimos 13 anos — passará por uma mudança de nome, que será definido por meio de votação popular.

O contrato terá vigência até 2044, período durante o qual a WTorre mantém os direitos de exploração do estádio. Após esse prazo, a gestão e o controle da arena passam integralmente ao Palmeiras.

Embora não tenha participado da negociação, o clube segue com direito a uma fatia das receitas geradas, atualmente fixada em 15%.

Em meio ao anúncio, o Nubank lançou uma campanha para definir o novo nome da arena do Palmeiras, convidando o público a participar diretamente da escolha (clique aqui).

Por meio de uma plataforma online, os participantes podem votar em uma das três opções disponíveis: Nubank Parque, Nubank Arena e Parque Nubank.

Cada voto é vinculado ao CPF, e os nomes escolhidos ainda passarão por aprovação antes de serem exibidos. A ação também prevê um limite de participações.

Além da votação, a proposta é destacar o nome dos participantes na arena antes mesmo da definição oficial.

Mais cedo, a Allianz Brasil, até então detentora dos direitos, anunciou o encerramento antecipado do contrato de naming rights do Allianz Parque, após 13 anos de parceria com a WTorre.

A decisão, segundo a companhia, foi tomada em comum acordo e faz parte de uma estratégia mais ampla de reposicionamento da Allianz no Brasil, com foco na expansão nacional e no fortalecimento da marca em diferentes regiões e canais.

A meta da empresa é dobrar o tamanho da operação brasileira, além de duplicar o faturamento e triplicar o lucro até 2027. Em 2025, a Allianz Brasil registrou receita de cerca de R$ 12 bilhões, o que representa um crescimento de 23% em relação ao ano anterior.

Em comunicado, o CEO Eduard Folch destacou que a decisão reflete o momento de expansão da companhia. Segundo ele, o encerramento do contrato com o estádio abre espaço para ações mais amplas e próximas do público em todo o país.

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Allianz encerra naming rights com estádio do Palmeiras após 13 anos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

A Allianz Brasil anunciou nesta sexta-feira (10) o encerramento antecipado do contrato de naming rights do Allianz Parque, após 13 anos de parceria com a WTorre.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada em comum acordo e marca o fim de um ciclo considerado "bem-sucedido", que consolidou a arena como referência no mercado brasileiro.

🔎 Naming rights (direito de nome, em português) é uma estratégia em que uma marca adquire o direito de dar nome a um espaço para ampliar visibilidade e associação com o público.

O movimento faz parte de um reposicionamento da seguradora, que passa a adotar uma nova estratégia de marca voltada à expansão nacional.

O plano prevê dobrar o tamanho da operação no Brasil, além de alcançar a meta de duplicar o faturamento e triplicar o lucro até 2027.

Em 2025, a companhia registrou receita de cerca de R$ 12 bilhões, alta de 23% na comparação anual.

A nova fase inclui o aumento dos investimentos em marketing, com reforço em mídia tradicional e digital, além da ampliação de iniciativas em esportes e cultura.

“Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, vivemos um período de crescimento acelerado e decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase”, afirmou o CEO Eduard Folch, em comunicado.

O executivo também agradeceu ao Sociedade Esportiva Palmeiras e aos torcedores, destacando a relevância da parceria. A WTorre classificou o movimento como uma evolução natural da relação entre as partes.

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IPCA: inflação fica em 0,88% em março, acima das expectativas e puxada por combustíveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,88% em março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos nos últimos 12 meses, a alta foi de 4,14%.

A expectativa dos economistas era de avanço de 0,7% no mês e de inflação acumulada de 4% em 12 meses. Em março de 2025, a variação havia sido de 0,56%.

🎯 Mesmo assim, o índice segue dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2026, o objetivo é manter o IPCA em 3%, com limite máximo de 4,5%. Desde o ano passado, essa meta passou a ser contínua — isso significa que o cumprimento é acompanhado mês a mês com base na inflação acumulada em 12 meses.

Em março, os principais destaques do índice foram os grupos Transportes e Alimentação e bebidas. Transportes registrou alta de 1,64% e respondeu por 0,34 ponto percentual (p.p.) do IPCA do mês. Já Alimentação e bebidas subiu 1,56%, com impacto de 0,33 p.p.

Alimentação e bebida: 1,56%;Habitação: 0,22%;Artigos de residência: 0,51%;Vestuário: 0,46%;Transportes: 1,64%;Saúde e cuidados pessoais: 0,42%;Despesas pessoais: 0,65%;Educação: 0,02%;Comunicação: 0,19%.

Os preços do grupo Transportes aceleraram em março. A alta passou de 0,74% em fevereiro para 1,64%, puxada principalmente pelo aumento dos combustíveis, que subiram 4,47% no período.

E a gasolina teve papel central nesse resultado: depois de cair 0,61% em fevereiro, o preço do combustível subiu 4,59% em março e foi o item que mais pressionou a inflação do mês, com impacto de 0,23 ponto percentual (p.p.) no IPCA.

O óleo diesel também registrou forte alta, passando de 0,23% em fevereiro para 13,90% em março, com impacto de 0,03 p.p. Já o etanol subiu 0,93%, enquanto o gás veicular teve queda de 0,98%.

🔎 Diante da pressão exercida pelos combustíveis sobre a inflação, o governo federal anunciou nesta semana um pacote de medidas para tentar conter a alta dos preços. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das ações será de R$ 30,5 bilhões.

Entre os serviços de transporte, as passagens aéreas continuaram em alta, mas com ritmo menor: o aumento desacelerou de 11,4% em fevereiro para 6,08% em março.

As tarifas de ônibus urbano tiveram alta de 1,17%. O resultado reflete reajustes de preços em algumas cidades e mudanças nas regras de gratuidade ou descontos em domingos e feriados.

Outros serviços de transporte registraram variações mais moderadas. A tarifa de táxi subiu 0,26%, enquanto o metrô teve alta de 0,67%. Já o ônibus intermunicipal avançou 0,22%.

O grupo Alimentação e bebidas registrou forte alta em março. A variação passou de 0,26% em fevereiro para 1,56% no mês seguinte.

Grande parte desse avanço veio dos alimentos consumidos em casa, que subiram 1,94%, após alta de 0,23% no mês anterior.

Outro grupo que apresentou alta relevante foi o de Despesas pessoais, com avanço de 0,65%. O resultado foi influenciado principalmente pelo aumento nos preços de ingressos para cinema, teatro e concertos, que subiram 3,95% após o fim da chamada “Semana do Cinema”, realizada em fevereiro.

No grupo Saúde e cuidados pessoais, os preços subiram 0,42%, com destaque para o aumento nos planos de saúde, que tiveram alta de 0,49%.

Preço do combustível já tem sofrido os reflexos do fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: Rene Traut/Rene Traut Fotografie/picture alliance via DW

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Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/04/2026 05:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês Após alcançar 5 milhões de visualizações, manicure de Minas Gerais transforma ideia em negócio, cria produto com impressora 3D e já ganha mais que no salão. Por PEGN

Manicure de Ipatinga (MG) criou abridor de latas em formato de esmalte para preservar as unhas das clientes.

Com investimento inicial de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero e começou a produzir os abridores sob demanda.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure, com faturamento mensal de R$ 11 mil.

Um abridor de latas para que mulheres evitassem danificar as unhas recém-feitas foi a ideia que fez a manicure Karina Drumond, de Ipatinga (MG), viralizar nas redes sociais.

A ideia nasceu dentro do próprio salão. Karina queria oferecer um brinde diferente para as clientes no fim de ano e lembrou de um modelo de abridor de latas. Com a ajuda do namorado, que tinha uma impressora 3D, começou a desenvolver um acessório em formato de esmalte — pensado para preservar as unhas.

Os primeiros testes não deram certo. Protótipos quebraram e não conseguiam abrir as latas. Após ajustes no design, o casal chegou a um modelo funcional. A validação veio em um evento com amigas e clientes: o produto funcionou e foi bem recebido.

Com a repercussão inesperada dos vídeos, que chegaram a ultrapassar cinco milhões de visualizações, Karina recebeu diversas mensagens de seguidores em busca do produto. Foi então que decidiu transformar a ideia em negócio, mesmo sem experiência em vendas ou precificação.

Com investimento inicial de cerca de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero. Criaram um site, estudaram vendas online e começaram a produzir os abridores sob demanda. A primeira venda foi de 100 unidades.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure. Enquanto o salão fatura cerca de R$ 6,5 mil por mês, os abridores rendem aproximadamente R$ 11 mil mensais, com unidades vendidas a partir de R$ 9,90.

Além do faturamento, a visibilidade também impulsionou a clientela do salão, evidenciando como o digital pode potencializar pequenos negócios. Agora, os próximos passos incluem investir em mais impressoras 3D para ampliar a produção e reduzir o prazo de entrega, hoje entre cinco e seis dias úteis.

Para Karina, o momento é de aproveitar a oportunidade. A ideia é consolidar a marca no mercado e transformar a solução criativa em referência — sem abrir mão do propósito inicial: ajudar clientes a manter as unhas intactas.

📍 Endereço: Rua Salgueiro n°96 – Bairro Bom Jardim Ipatinga -MG – CEP: 35162295 Telefone: (31) 98449-3008🌐 Site: www.unhasseguras.com.br📧 E-mail: unhasseguras@gmail.com📘 Facebook: Unhasseguras( página)📸 Instagram: @unhasseguras.oficial📲 Tiktok: Unhas.seguras

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