RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifas de Trump tiveram pouco impacto no PIB de 2025 mas aumentaram receita, mostra estudo acadêmico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2290,16%Dólar TurismoR$ 5,4480,34%Euro ComercialR$ 6,0350,000%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa183.974 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,2290,16%Dólar TurismoR$ 5,4480,34%Euro ComercialR$ 6,0350,000%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa183.974 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,2290,16%Dólar TurismoR$ 5,4480,34%Euro ComercialR$ 6,0350,000%Euro TurismoR$ 6,2960,23%B3Ibovespa183.974 pts-0,78%Oferecido por

Estudo do Brookings Institution analisa os efeitos de curto prazo das tarifas impostas por Trump em 2025.

Impacto geral na economia foi limitado, variando entre um leve ganho de 0,1% do PIB e uma pequena perda de 0,13%.

Apesar do efeito pequeno no consumo, houve uma transferência de custos dos consumidores para produtores.

A maior parte das tarifas foi repassada aos preços: entre 80% e 100% do custo acabou sendo pago pelos consumidores nos EUA.

Trump sofreu derrota após tribunal bloquear tarifaço anunciado no começo de abril — Foto: Carlos Barria/Reuters

As tarifas impostas no ano passado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tiveram pouco impacto sobre a economia do país, mas geraram uma arrecadação relevante e aumentaram o distanciamento comercial entre os EUA e a China, segundo estudo do Brookings Institution divulgado nesta quarta-feira (25).

O levantamento, que analisa os efeitos de curto prazo das medidas, aponta que o impacto geral na economia foi limitado, variando entre um leve ganho de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e uma pequena perda de 0,13%, dependendo de fatores como a substituição de produtos importados por nacionais.

O PIB americano cresceu 2,2% em 2025, somando US$ 30,62 trilhões, o que indica desaceleração frente à alta de 2,8% registrada em 2024.

Entre os principais pontos do estudo, os pesquisadores destacam que, apesar do efeito pequeno no consumo, houve uma transferência de custos dos consumidores para produtores.

Esse impacto, porém, foi compensado em parte pelo aumento da arrecadação do governo e por ganhos salariais em alguns setores.

O estudo também mostra que a maior parte das tarifas foi repassada aos preços: entre 80% e 100% do custo acabou sendo pago pelos consumidores nos EUA, enquanto uma pequena parcela ficou com exportadores estrangeiros.

As tarifas médias subiram de 2,4% para 9,6%, o maior nível em 80 anos. Ainda assim, o impacto total é limitado porque boa parte das importações segue isenta — cerca de 57% entram no país sem tarifas, graças a acordos comerciais e exceções para produtos como energia e eletrônicos.

🔎 A arrecadação com tarifas somou US$ 264 bilhões (cerca de R$ 1,3 trilhões) em 2025, o equivalente a cerca de 4,5% das receitas do governo, acima da média de 1,6% registrada na última década.

Outro efeito relevante foi a queda da participação da China nas importações dos EUA, de 23% em 2017 para 7% no fim de 2025. Parte dessas compras, no entanto, foi redirecionada para outros países.

Por fim, o estudo não encontrou evidências de que as tarifas tenham fortalecido a produção industrial dos EUA, aumentado empregos no setor ou reduzido o déficit comercial. Também ainda não está claro o impacto dos novos acordos comerciais firmados pelo governo.

No mês passado, a Suprema Corte dos EUA decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor o tarifaço a outros países.

Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.

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Dólar abre com foco na prévia da inflação no Brasil e na guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta, avançando 0,48% por volta das 9h05, sendo negociado a R$ 5,2477. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasieira, abre às 10h.

▶️ No cenário internacional, a escalada do conflito no Oriente Médio voltou a afetar os mercados nesta quinta-feira. A incerteza sobre um possível fim da guerra levou à alta do preço do petróleo e pressionou bolsas de valores ao redor do mundo.

Por volta das 8h49, o barril do petróleo Brent — referência internacional para os preços da commodity — subia 3,26%, a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançava 3,27%, negociado a US$ 93,27.

▶️ Apesar de sinais de negociação, EUA e Irã ainda não chegaram a um acordo para encerrar o conflito. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para pôr fim à guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).

▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda econômica desta quinta-feira é a divulgação do IPCA-15 de março, indicador considerado uma prévia da inflação oficial. A expectativa do mercado é de alta de 0,29% em relação ao mês anterior.

▶️ Ainda pela manhã, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, concede entrevista sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), ao lado do diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti.

Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo "The New York Times" na terça-feira (24).

De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.

Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.

A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.

Nesta quarta-feira (25), no entanto, o Irã rejeitou a proposta enviada pelo governo americano, chamando-o de "excessivo e desconectado da realidade", e afirmando que Trump não ditará o fim do conflito. As informações foram divulgadas pela TV estatal iraniana Press TV.

Teerã ainda ofereceu uma contraproposta e reiterou que continuará com o que chamou de "ações defensivas".

Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.

Os preços do petróleo voltaram a cair nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã.

Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair.

O barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 1,29% por volta das 17h30 (horário de Brasília), cotado a US$ 103,14 — ainda abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caía 1,23%, a US$ 91,21.

Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário.

Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.

Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados.

O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.

As bolsas ao redor do mundo registram alta nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que a guerra entre EUA e Irã possa perder intensidade. A possibilidade de um cessar-fogo reduziu parte da tensão nos mercados, especialmente após dias de forte volatilidade nos preços do petróleo.

Os três principais índices de Wall Street fecharam em alta: o Dow Jones subiu 0,66%, enquanto o S&P 500 avançou 0,54% e o Nasdaq teve ganhos de 0,77%.

O possível arrefecimento do conflito trouxe alívio aos investidores. Nos últimos dias, a escalada das tensões havia pressionado os preços do petróleo, reacendendo preocupações com a inflação e com os rumos das taxas de juros definidas pelos bancos centrais.

🔎 Segundo a ferramenta CME FedWatch Tool, do CME Group, o mercado passou a esperar menos cortes de juros nos EUA. Atualmente, investidores não veem redução das taxas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) neste ano — cenário diferente do observado antes do início da guerra, quando havia expectativa de dois cortes.

Na Europa, os mercados também tiveram um dia positivo. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 1,42%, aos 585,80 pontos.

Entre os principais mercados do continente, o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 1,42%. O CAC 40, da França, avançou 1,33%, enquanto o DAX, da Alemanha, teve alta de 1,41%.

Na Ásia, o índice de Shanghai subiu 1,3%, enquanto o CSI 300 — que reúne grandes empresas listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 1,4%. Em Hong Kong, o Hang Seng Index teve alta de 1,1%.

No Japão, o Nikkei avançou 2,87%, a 53.749 pontos. Já na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,59%, encerrando o dia aos 5.642 pontos.

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Conflito no Oriente Médio afeta crescimento global e eleva a inflação no mundo, aponta relatório

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

Contêineres de carga empilhados na Terminal Island, no porto de Los Angeles, Califórnia, EUA, em 24 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Mike Blake

O conflito no Oriente Médio já impacta a economia global e reduziu as perspectivas de crescimento, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (26) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com a entidade, a guerra — que afeta o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — aumentou o risco de alta da inflação e interrompeu uma trajetória de recuperação mais forte da economia mundial.

Antes da escalada do conflito com o Irã, a OCDE avaliava que o crescimento global poderia superar as expectativas, mas essa perspectiva praticamente desapareceu.

A projeção agora é de desaceleração do PIB global, que deve passar de 3,3% em 2025 para 2,9% em 2026. Em 2027, a estimativa é de leve recuperação, para 3,0%.

Segundo o relatório, o aumento nos preços de energia e a incerteza em torno da guerra compensam fatores positivos, como investimentos em tecnologia e condições comerciais mais favoráveis.

As estimativas consideram que a pressão no mercado de energia deve diminuir gradualmente a partir de meados de 2026, com queda nos preços do petróleo, gás e fertilizantes.

A projeção para 2026 foi mantida em relação à estimativa de dezembro da OCDE. No entanto, dados preliminares indicavam que o crescimento global poderia ter sido revisado para cima em cerca de 0,3 ponto percentual, caso o conflito não tivesse se intensificado — avanço que acabou anulado pelos impactos da guerra.

Para o Brasil, a OCDE reduziu as projeções de crescimento em 0,2 ponto percentual para 2026 e em 0,1 ponto para 2027. A expectativa é de alta de 1,5% e 2,1% do PIB, respectivamente.

A inflação também deve subir. Nos países do G20, a previsão é de que fique em 4,0% em 2026 — 1,2 ponto percentual acima do estimado anteriormente — antes de recuar para 2,7% em 2027.

Nos Estados Unidos, a OCDE projeta desaceleração do crescimento econômico, de 2,0% em 2026 para 1,7% em 2027. O avanço dos investimentos em inteligência artificial deve perder força diante da redução da renda real e do consumo.

A inflação americana também deve ser maior que o previsto, chegando a 4,2% em 2026 — alta de 1,2 ponto percentual em relação à projeção anterior.

Na China, a previsão é de crescimento de 4,4% em 2026 e 4,3% em 2027, em linha com estimativas anteriores.

Já na zona do euro, a OCDE revisou para baixo as projeções. O crescimento deve ser de 0,8% em 2026 e 1,2% em 2027, pressionado pelos custos mais altos de energia.

No Japão, a expectativa é de crescimento de 0,9% em 2026 e 2027, sem mudanças, já que o aumento no custo das importações de energia compensa o investimento das empresas.

Diante do cenário, a OCDE recomendou aos bancos centrais que mantenham cautela e aos governos que adotem medidas de apoio focadas e temporárias para proteger as famílias dos impactos da inflação.

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Banco Central mantém projeção de alta do PIB de 2026 em 1,6% e aumenta estimativa de inflação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/03/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%MoedasDólar ComercialR$ 5,220-0,65%Dólar TurismoR$ 5,430-0,73%Euro ComercialR$ 6,035-0,86%Euro TurismoR$ 6,282-1,05%B3Ibovespa185.424 pts1,6%Oferecido por

O Banco Central manteve em 1,6% sua projeção oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A informação consta no relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (16).

➡️Se confirmado, o crescimento do BC projetado para o próximo ano será o menor desde 2020 (quando houve retração de 3,3% por conta da Covid-19).

➡️A autoridade monetária também elevou sua estimativa de inflação para este ano (veja mais abaixo nessa reportagem).

A instituição acrescentou, porém, que o recente conflito no Oriente Médio eleva o grau de incerteza ao redor das previsões e diz que, em caso de prolongamento, seus efeitos devem ficar mais nítidos. Neste caso, a expansão do PIB neste ano pode ser menor ainda.

"Embora alguns setores da economia brasileira, especialmente o petrolífero, possam se beneficiar, os efeitos agregados predominantes do conflito, na economia global e na doméstica, devem ser os usuais de um choque negativo de oferta, aumentando a inflação e diminuindo o crescimento [da economia]", informou o BC.

A autoridade monetária observou, ainda, que embora episódios de elevada tensão geopolítica sejam recorrentes, o novo conflito no Oriente Médio causou volatilidade, incerteza e aversão a risco nos mercados.

"Os preços do petróleo, do gás e de outros produtos subiram e permaneceram instáveis desde o início do conflito. Se o trânsito pelo Estreito de Ormuz continuar interrompido por tempo prolongado, ou se o conflito ganhar contorno regional, o impacto sobre os preços e sobre a atividade econômica [global] pode ser significativo e duradouro", acrescentou o BC.

➡️Com a eclosão da guerra no Oriente Médio, o Banco Central também aumentou sua estimativa de inflação deste ano, que passou de 3,5%, em dezembro do ano passado, para 3,9%.

A expectativa do BC ainda está abaixo da previsão do mercado financeiro, que é de 4,17% para 2026.

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, com repercussão na inflação doméstica.

"O Comitê [de Política Monetária] considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva [olhando pra frente], em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de 'commodities' [como petróleo] que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil", explicou o Banco Central.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa do BC subiu de 3,1% para 3,3%;➡️ Para 2028, a instituição projetou uma inflação de 3,1%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎Para atingir as metas de inflação, o BC calibra o nível da taxa de juros, atualmente em 14,75% ao ano, tendo por base projeções para os próximos anos. Neste momento, o BC já está mirando na meta na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

➡️Por conta do conflito no Oriente Médio, o Banco Central informou nesta semana que a política de juros terá de se manter "contracionista" (restritiva), o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).

Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o Banco Central.

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Dólar opera em queda atento a possível cessar-fogo no Irã e ao cenário eleitoral no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/03/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%MoedasDólar ComercialR$ 5,2540,27%Dólar TurismoR$ 5,4700,47%Euro ComercialR$ 6,0870,04%Euro TurismoR$ 6,3480,08%B3Ibovespa182.509 pts0,32%Oferecido por

O dólar opera em queda na sessão desta quarta-feira (25) e recuava 0,40% por volta das 9h25, cotado a R$ 5,2334. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia os negócios às 10h.

▶️ Os preços do petróleo caem mais de 5% nesta quarta-feira, diante de sinais de possível redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas negociações e o adiamento de um prazo relacionado a usinas iranianas aumentaram a expectativa de que o conflito possa perder intensidade.

🔎 O barril do petróleo Brent recuava 5,2% por volta das 9h (horário de Brasília), cotado a US$ 94,97 por barril — abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) caía 5,3%, para US$ 87,44.

▶️ No Brasil, em meio às oscilações do petróleo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos Estados uma alternativa para reduzir o preço do diesel.

Em vez de cortar diretamente o ICMS, a proposta prevê um subsídio a empresas que importam o combustível, com a União assumindo metade do custo da medida.

▶️ No cenário político, pesquisa divulgada pela AtlasIntel mostrou que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45,9% dizem aprovar a gestão.

O levantamento também simulou um eventual segundo turno nas eleições presidenciais. Nesse cenário, o senador Flávio Bolsonaro teria 47,6% das intenções de voto, ante 46,6% do presidente Lula.

Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo "The New York Times" na terça-feira (24).

De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.

Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.

A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.

Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.

Autoridades iranianas e paquistanesas disseram nesta quarta-feira às agências Reuters e Associated Press que o Paquistão repassou ao Irã uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA.

Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou à Reuters que o país recebeu a proposta por meio do governo paquistanês, mas não deu detalhes sobre o conteúdo nem confirmou se o documento corresponde ao plano de 15 pontos mencionado pela imprensa americana.

Já autoridades do Paquistão disseram à Associated Press que o plano elaborado pelos EUA foi entregue ao Irã por intermediários.

Os preços do petróleo recuam mais de 5% nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã.

Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 5,2%, para US$ 94,97, abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.

Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário.

Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.

O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.

Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados.

O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.

As bolsas ao redor do mundo registram alta nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que a guerra entre EUA e Irã possa perder intensidade. A possibilidade de um cessar-fogo reduziu parte da tensão nos mercados, especialmente após dias de forte volatilidade nos preços do petróleo.

Antes da abertura em Wall Street, os contratos futuros das bolsas americanas já apontavam para ganhos. O índice Dow Jones subia 0,87%, enquanto o S&P 500 avançava 0,84%. Já o Nasdaq tinha alta de 1,02%.

O possível arrefecimento do conflito trouxe alívio aos investidores. Nos últimos dias, a escalada das tensões havia pressionado os preços do petróleo, reacendendo preocupações com a inflação e com os rumos das taxas de juros definidas pelos bancos centrais.

🔎 Segundo a ferramenta CME FedWatch Tool, do CME Group, o mercado passou a esperar menos cortes de juros nos EUA. Atualmente, investidores não veem redução das taxas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) neste ano — cenário diferente do observado antes do início da guerra, quando havia expectativa de dois cortes.

Na Europa, os mercados também operavam em alta no início do pregão. O índice STOXX Europe 600 avançava 1,54%, aos 588,20 pontos.

Entre os principais mercados do continente, o FTSE 100, do Reino Unido, subia 1%, para 10.072,60 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,4%, para 7.855,31, enquanto o DAX, da Alemanha, registrava alta de 1,6%, aos 22.989,80 pontos.

O índice de Shanghai subiu 1,3%, enquanto o CSI 300 — que reúne grandes empresas listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 1,4%. Em Hong Kong, o Hang Seng Index teve alta de 1,1%.

No Japão, o Nikkei avançou 2,87%, a 53.749 pontos. Já na Coreia do Sul, o KOSPI subiu 1,59%, encerrando o dia aos 5.642 pontos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Banco Central diz que guerra exige política de juros restritiva e não dá mais indicações sobre próximos passos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 09:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, quando juro caiu para 14,75% ao ano — Foto: Reprodução/TV Globo

O Banco Central (BC) avaliou nesta terça-feira (24) que a eclosão da guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil, diante do aumento no preço do petróleo (e seu eventual repasse aos combustíveis) e que, por isso, a política de juros terá de se manter "contracionista" (restritiva).

As informações constam na ata da última reunião Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano. Esse foi o primeiro corte de juros em quase dois anos.

"As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes", diz o Banco Central.

Por conta disso, a instituição afirmou que é preciso manter uma politica de juros conservadora, o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).

"Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada", avaliou a autoridade monetária.

Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o Banco Central.

Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.

O ambiente externo "tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio", informou o BC. "Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities", acrescentou. O resultado do PIB no último trimestre de 2025, com crescimento de 2,3% em todo ano passado, evidenciou, na avaliação do BC, a "desaceleração esperada da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente".A política fiscal (relacionada com os gastos públicos), segundo a autoridade monetária, tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de "estímulo à demanda agregada", e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros", ou seja, elevando os juros futuros.O BC repetiu, a informação divulgada na semana passada, que o cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o exige "serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio".

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Dólar abre com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã e alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/03/2026 09:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-1,29%Dólar TurismoR$ 5,444-1,37%Euro ComercialR$ 6,085-0,82%Euro TurismoR$ 6,343-0,78%B3Ibovespa181.932 pts3,24%Oferecido por

O dólar operava em alta nesta terça-feira (24), subindo 0,38% e sendo negociado a R$ 5,2601 por volta das 9h03. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira, em meio a incertezas sobre o avanço das negociações entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.

🔎 Após fechar em queda de 11,12%, cotado a US$ 99,72 ontem, o barril petróleo Brent operava em alta de 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump disse que o Irã quer fechar acordo e pode conversar por telefone. A imprensa citou negociações envolvendo Steve Witkoff, Jared Kushner e Mohammad-Bagher Ghalibaf, mas Ghalibaf negou e chamou as notícias de “fake news” para influenciar o petróleo.

▶️ O Banco Central do Brasil divulgou nesta manhã a ata do Comitê de Política Monetária, após a reunião que reduziu a Selic de 15% para 14,75% — o primeiro corte em quase dois anos. No documento, a autoridade monetária afirma que a guerra no Oriente Médio pressiona a inflação no país, com a alta do petróleo, e indica que os juros devem seguir em patamar restritivo.

▶️Na agenda econômica, o mercado acompanha os PMIs (índices que medem a atividade da indústria e serviços) nos EUA, além de dados de emprego, produtividade e custo do trabalho.

▶️No Brasil, a Receita Federal divulga às 10h a arrecadação de fevereiro, e os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento publicam às 17h o relatório bimestral de receitas e despesas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda que determinou uma pausa de cinco dias em possíveis ataques a instalações de energia do Irã.

O anúncio foi feito em publicação na rede Truth Social, na qual ele afirmou que representantes dos dois países tiveram conversas recentes, que classificou como produtivas. Segundo ele, os contatos ocorreram no fim de semana e trataram da possibilidade de encerrar o conflito no Oriente Médio.

Diante do teor dessas conversas, ele afirmou ter orientado o Departamento de Guerra a adiar qualquer ataque contra usinas de energia e outras estruturas do setor no Irã durante esse período, enquanto as discussões continuam.

Durante a tarde, em entrevista a jornalistas, Trump voltou a mencionar o diálogo entre os dois países e afirmou que "há uma chance muito boa" de acordo.

"Estamos em discussões com o Irã para determinar se um acordo mais amplo pode ser alcançado. Desta vez, eles estão falando sério, querem chegar a um acordo. Eliminamos tudo o que havia para eliminar no Irã, inclusive os líderes. O Irã tem mais uma oportunidade para acabar com as ameaças à América… Quer a paz e concordou em não ter armas nucleares. Há uma chance muito boa de acordo", afirmou.

A versão, porém, foi contestada por veículos ligados ao governo iraniano. A agência Fars, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, informou que não há negociações em andamento entre autoridades de Teerã e de Washington.

Citando fontes do governo iraniano, a agência afirmou que Trump teria recuado após ameaças do Irã de atacar instalações de energia na região do Golfo. A agência Tasnim, também estatal, divulgou posição semelhante.

A publicação afirma que esse tipo de declaração faz parte de uma tentativa de pressão política e que, nesse cenário, o Estreito de Ormuz não voltaria às condições anteriores à guerra, nem haveria estabilidade nos mercados de energia.

Já a agência Mehr informou que o ministro das Relações Exteriores do Irã avalia que a declaração de Trump tem como objetivo pressionar os preços do petróleo e do gás para baixo, após a alta registrada desde o início do conflito.

Os mercados reagiram com força nesta segunda-feira após as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta: o Dow Jones e o Nasdaq Composite subiram 1,38%, enquanto o S&P 500 avançou 1,15%.

Na Europa, o alívio das tensões entre os EUA e o Irã também trouxe um dia positivo para a maioria dos mercados. O índice francês CAC 40 fechou em alta de 0,79%, enquanto o alemão DAX subiu 1,22%. Já o britânico FTSE 100 teve queda de 0,24%.

Nos mercados asiáticos, que já encerraram as negociações desta segunda-feira, o dia foi marcado por quedas generalizadas nas bolsas.

Na China, o índice de Xangai caiu 3,63%, registrando o pior desempenho desde abril de 2025. Já o CSI300 — que reúne algumas das maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 3,26%, alcançando o menor nível de fechamento em seis meses.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng também teve forte baixa, de 3,54%, no pior resultado em quase um ano.

No Japão, o índice Nikkei caiu 3,48%, encerrando o pregão aos 51.515 pontos. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi recuou 6,49%, fechando aos 5.405 pontos.

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Dólar opera em queda com investidores atentos ao petróleo e a falas de Trump sobre Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 09:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

O dólar opera em queda nesta segunda-feira (23) e recuava 0,59% por volta das 9h30, sendo negociado a R$ 5,2771. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No mercado internacional de petróleo, os preços inverteram o sinal nesta segunda-feira. Após chegar a US$ 113 por barril, o Brent passou a recuar mais de 10% depois de Trump afirmar que houve conversas consideradas produtivas entre Estados Unidos e Irã e que eventuais ataques a instalações energéticas iranianas seriam adiados.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o Brent com vencimento mais próximo registrava queda de 10,23%, a US$ 100,71 o barril. Já o WTI recuava 10,39%, cotado a US$ 88. Durante a manhã, o Brent chegou a operar abaixo de US$ 100.

▶️ A sinalização de avanço no diálogo entre Washington e Teerã também teve reflexo nos mercados acionários. Perto das 9h (horário de Brasília), os futuros do S&P 500 e do Nasdaq subiam 2,45%, enquanto os contratos do Dow Jones avançavam 2,65%.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou na sexta-feira que a Petrobras pode recomprar a Refinaria de Mataripe, antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam), situada na Bahia.

▶️ Em meio a um cenário de combustíveis mais caros, levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço do diesel aumentou 20,6% na segunda semana de março em comparação com o período de 22 a 28 de fevereiro, alcançando R$ 7,65 por litro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta manhã que determinou uma pausa de cinco dias em possíveis ataques contra instalações de energia do Irã.

O anúncio foi feito em uma publicação na rede Truth Social, na qual ele disse que representantes dos dois países tiveram conversas recentes que classificou como produtivas.

De acordo com Trump, os contatos ocorreram ao longo do fim de semana e trataram da possibilidade de encerrar o conflito no Oriente Médio.

Diante do teor dessas conversas, ele afirmou ter orientado o Departamento de Guerra a adiar qualquer ataque contra usinas de energia e outras estruturas do setor no Irã durante esse período, enquanto as discussões continuam.

A versão apresentada pelos Estados Unidos, porém, foi contestada por veículos de comunicação ligados ao governo iraniano.

A agência Fars, associada à Guarda Revolucionária do Irã, informou nesta segunda-feira (23) que não há negociações em andamento entre autoridades de Teerã e de Washington.

Citando fontes do governo iraniano, a agência também afirmou que Trump teria recuado após ameaças do Irã de atingir instalações de energia na região do Golfo.

A agência Tasnim, também estatal, divulgou posição semelhante. Segundo o veículo, não houve nem haverá negociações entre os dois países.

A publicação afirma que declarações desse tipo fariam parte de uma tentativa de pressão política e que, com esse cenário, o Estreito de Ormuz não voltaria às condições anteriores à guerra, nem haveria estabilidade nos mercados de energia.

Já a agência Mehr informou que o ministro das Relações Exteriores do Irã avalia que a declaração de Trump teria como objetivo pressionar os preços do petróleo e do gás para baixo, após a alta registrada desde o início do conflito.

O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países. No domingo, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia em Israel, além de instalações que abastecem bases militares americanas na região do Golfo.

Na ocasião, o presidente americano afirmou que poderia “obliterar” usinas de energia do Irã caso o país não reabrisse totalmente o Estreito de Ormuz em até 48 horas. O prazo terminaria por volta das 19h44 desta segunda-feira, no horário de Brasília.

Um ataque a instalações de energia do Irã ampliaria o conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas.

Os mercados reagiram com força nesta segunda-feira após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã. O movimento foi sentido tanto nas bolsas americanas quanto no mercado de petróleo.

Antes da abertura de Wall Street, os contratos futuros dos principais índices americanos registravam alta expressiva: o S&P 500 e o Dow Jones Industrial Average avançavam cerca de 2,6%. Já a Nasdaq subia 2,45%.

Na Europa, o índice francês CAC 40 avançava 0,94%, para 7.736,74 pontos, enquanto o alemão DAX subia 1,28%%, para 22.684,17 pontos. O britânico FTSE 100 recuava 0,11%, para 9.910,75 pontos.

Nos mercados asiáticos, que já encerraram as negociações desta segunda-feira, o dia foi marcado por quedas generalizadas nas bolsas.

Na China, o índice de Xangai caiu 3,63%, registrando o pior desempenho desde abril de 2025. Já o CSI300 — que reúne algumas das maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 3,26%, alcançando o menor nível de fechamento em seis meses.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng também teve forte baixa, de 3,54%, no pior resultado em quase um ano.

No Japão, o índice Nikkei caiu 3,48%, encerrando o pregão aos 51.515 pontos. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi recuou 6,49%, fechando aos 5.405 pontos.

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Boletim Focus: com guerra no Oriente Médio e alta do petróleo, mercado projeta mais inflação neste ano e corte menor dos juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 08:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,3091,79%Dólar TurismoR$ 5,5201,71%Euro ComercialR$ 6,1351,55%Euro TurismoR$ 6,3931,49%B3Ibovespa176.219 pts-2,25%Oferecido por

Os economistas do mercado financeiro passaram a esperar uma alta maior da inflação neste ano e, também, uma redução menor da taxa básica de juros pelo Banco Central em 2026.

As expectativas fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). Como consequência, a expectativa é de que o BC reduza menos os juros.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,17% neste ano, contra a projeção anterior de 4,10%. Foi o segundo aumento seguido na estimativa.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 3,80%.➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,50% para 3,52%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Diante da alta das pressões inflacionárias decorrentes do conflito, o mercado financeiro também passou a estimar uma redução menor da taxa básica de juros, atualmente em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução menor no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu subiu de 1,83% para 1,84%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

Puxada pelo controle da energia elétrica e combustíveis, inflação de Rio Branco fecha 2025 abaixo da média nacional — Foto: Reprodução

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.

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PIB da Argentina cresce 4,4% em 2025, mas Milei enfrenta desafios para estabilizar a economia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/03/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,3242,1%Dólar TurismoR$ 5,5271,84%Euro ComercialR$ 6,1491,77%Euro TurismoR$ 6,3991,58%B3Ibovespa175.506 pts-2,64%Oferecido por

O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso especial durante a 55ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 23 de janeiro de 2025. — Foto: Reuters

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 4,4% em 2025, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta sexta-feira (20). O resultado representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.

Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.

Segundo o Indec, o crescimento foi puxado pela alta do consumo privado (7,9%), do consumo público (0,2%), das exportações (7,6%) e da formação bruta de capital fixo (16,4%) — indicador que mede os investimentos em obras, máquinas e equipamentos.

Pelo lado da oferta, os destaques foram o avanço da intermediação financeira (24,7%), a exploração de minas e pedreiras (8,0%) e hotéis e restaurantes (7,4%). Já pesca (-15,2%) e serviços domésticos em residências (-1,1%) registraram queda.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.

Apesar do avanço em 2025, o consumo segue em desaceleração nas avaliações trimestrais e ainda não recuperou a queda registrada no ano anterior, explica Tito Nolazco, diretor da Prospectiva Public Affairs Latam na Argentina. (leia mais abaixo)

Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.

"Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal", avalia.

A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.

No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se arrastou ao longo de 2025.

Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.

"Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia", analisa.

Dados divulgados pelo Indec na quinta-feira (19) mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.

Os dados de 2025 indicam que a economia argentina atravessa um momento de transição, com sinais de reorganização após o forte ajuste macroeconômico promovido por Milei, avalia Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo.

"Embora esses avanços tenham sido acompanhados de custos no curto prazo, especialmente sobre o consumo e a atividade industrial, a economia apresentou sinais de reorganização, com melhora de alguns fundamentos, como o controle fiscal e a desaceleração inflacionária", diz.

Conforme mostrou o g1, a Argentina registrou superávit nas contas públicas em 2024 e 2025, sob o governo Milei — ou seja, o país arrecadou mais do que gastou, mesmo considerando os juros da dívida. O país não alcançava dois anos consecutivos com resultado positivo desde 2008.

A reorganização da economia, porém, ainda não se dá de forma equilibrada entre os setores. Segundo Jimena Zuniga, analista de geoeconomia da América Latina da Bloomberg Economics, o crescimento se manteve forte em alguns segmentos, como energia e mineração, mas continuou fraco em outros.

"O setor manufatureiro e a maioria dos serviços — ou seja, os setores que empregam mais pessoas — permaneceram muito fracos. Por isso, embora as exportações tenham continuado crescendo sequencialmente, o consumo e o investimento praticamente não avançaram", analisa.

Tito Nolazco, da Prospectiva, avalia que o principal desafio do governo de Milei em 2026 será gerar resultados concretos para os cidadãos, em busca de garantir uma base sólida de apoio social para o próximo ano eleitoral.

O especialista projeta que o governo continuará com sua agenda de reformas no Congresso — muitas delas demandadas pelo setor privado —, mas ressalta que há um intervalo significativo entre a aprovação das medidas e seus efeitos reais na economia.

"Explicar isso à população será fundamental do ponto de vista da comunicação governamental", afirma.

Em fevereiro, Milei conseguiu aprovar no Congresso uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras do mercado de trabalho. O governo comemorou o avanço de sua agenda de reformas, enquanto sindicatos e trabalhadores protestaram e prometeram disputas jurídicas.

Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, destaca que o crescimento do PIB tem grande relevância política, ao sinalizar que o programa econômico de Milei pode ter interrompido, em certa medida, a crise argentina.

"Isso confere ao governo um ganho de credibilidade no curto prazo, especialmente junto a mercados e setores mais favoráveis às reformas", explica.

Ele, porém, pondera que esse resultado traz ressalvas: o crescimento de 2025 reflete, em grande parte, a recuperação após a forte queda de 2024 e apresenta dados concentrados e pouco inclusivos.

"A ausência de uma melhora consistente no emprego, no consumo e na atividade industrial limita o impacto político positivo do resultado", conclui.

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