RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia a R$ 4,89 com alta do petróleo e revisão da inflação no Focus

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (11) com leve alta, avançando 0,06% na abertura, cotado a R$ 4,8972. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores começaram a semana atentos a novos sinais sobre inflação e juros no Brasil, enquanto, no exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de petróleo.

▶️ No Brasil, o destaque do dia é o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. O relatório mostrou que os economistas elevaram pela nona semana consecutiva a projeção para a inflação de 2026, de 4,89% para 4,91%.

▶️ No cenário internacional, o petróleo sobe após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitar rapidamente a resposta do Irã a uma proposta americana de paz, aumentando os temores de prolongamento do conflito.

Por volta das 7h30 (horário de Brasília), o barril do Brent, referência internacional, avançava 2,69%, para US$ 103,52. Nos EUA, o WTI subia 2,19%, cotado a US$ 97,51.

A escalada das tensões entre EUA e Irã voltou a pressionar o mercado de petróleo nesta sexta-feira (8), após novos ataques registrados na região do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte global de petróleo e combustíveis.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter atacado petroleiros vazios que tentavam atravessar o bloqueio naval mantido por navios americanos na entrada do estreito. De acordo com os militares, os disparos atingiram as chaminés das embarcações para impedir que os navios seguissem em direção ao Irã.

Até a última atualização, Teerã não havia comentado oficialmente o episódio, embora a imprensa estatal iraniana tenha relatado explosões próximas ao estreito.

O novo episódio ocorre em meio a um cessar-fogo frágil entre os dois países e amplia as preocupações do mercado financeiro sobre possíveis impactos na oferta global de energia.

➡️ O Estreito de Ormuz é considerado estratégico porque concentra parte relevante do fluxo mundial de petróleo exportado por países do Oriente Médio.➡️ Qualquer risco de interrupção na região costuma elevar os preços do petróleo, já que investidores temem dificuldades no transporte da commodity.➡️ Com isso, aumentam também as preocupações com inflação e custos de energia em diferentes países.

Os reflexos já apareceram no mercado internacional. Por volta das 17h no horário de Brasília, o Brent (referência internacional) subia 0,53%, a US$ 100,59 por barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha alta de 0,12%, a US$ 94,92.

As bolsas em Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira, com investidores atentos a dados mais fortes do mercado de trabalho americano.

O índice Dow Jones avançou 0,02%, enquanto o S&P 500 subiu 0,83% e o Nasdaq Composite — referência para empresas de tecnologia — teve alta de 1,71%.

Na Europa, o movimento foi oposto. As principais bolsas fecharam em queda, pressionadas pelas preocupações com juros elevados por mais tempo nos EUA e pelas tensões geopolíticas envolvendo o Oriente Médio.

O índice Stoxx 600, que reúne empresas de vários países europeus, recuou 0,7%, aos 612 pontos. Entre os principais mercados da região, a bolsa de Londres caiu 0,43%, enquanto Frankfurt recuou 1,32%. Em Paris, as perdas chegaram a 1,09%.

Na Ásia, os mercados encerraram o pregão em alta. Em Xangai, o principal índice da bolsa chinesa avançou 0,48%, aos 4.180 pontos. O CSI300, que reúne grandes empresas negociadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, também subiu 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já no Japão, a bolsa de Tóquio registrou forte avanço, com o índice Nikkei saltando 5,58%, aos 62.833 pontos.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

Há 18 minutos Economia Seu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 3 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 3 horasInsegurança41% dos brasileiros convive com facções e milícias no bairro, diz pesquisa

Há 9 minutos Política Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileirosHá 9 minutosGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 9 minutosTrama golpistaVALDO: Moraes acerta ao suspender Lei da Dosimetria, mas STF tem de julgar rápido

Há 14 minutos Blog do Valdo Cruz Esquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 49 minutos São Paulo Tragédia em AlexâniaNo Dia das Mães, mulher perde 4 filhos após carro cair em represa de Goiás

Agora Goiás Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Na 9ª alta seguida, mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 4,91% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é nona semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 110 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,85%.

Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é nona semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,89% para 4,91%;➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 4%;➡️ Para 2028, a previsão continuou em 3,64%.➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 13% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado subiu de 11% para 11,25% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,25 para R$ 5,20 por dólar.

Há 2 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 2 horas’Gatilhos da insegurança’Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileiros, diz pesquisa

Há 10 horas Política 41% convivem o crime organizado no bairro onde moramHá 10 horasGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 10 horasTragédia em Alexânia6 pessoas morrem após carro cair em lago de Goiás

Há 34 minutos Goiás Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

Há 9 horas Fantástico Entrevista ao g1Quem é Paulinho da Costa, o 1º nascido no Brasil na Calçada da Fama de Hollywood

Há 43 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: nova estratégia econômica da China desafia o Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sua dívida é impagável? Talvez não… Veja estratégias para reduzir juros e se recuperar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 04:44

Sua dívida é impagável? Talvez não… Veja estratégias para reduzir juros e se recuperar No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ter dívidas faz parte da vida financeira da maioria das pessoas. O problema começa quando elas deixam de ser pagas e viram inadimplência — sinal de que a dívida cresceu além da capacidade de pagamento, seja por juros altos, prazos curtos, imprevistos ou queda de renda.

Esse desequilíbrio já afeta mais do que as famílias. Com muitos atrasos, a inadimplência tende a encarecer o crédito, desacelerar a economia e dificultar contratações.

Sair desse ciclo exige estratégia, como priorizar dívidas caras, renegociar e evitar novos compromissos. ENTENDA NO VÍDEO ACIMA.

Neste vídeo, você vai entender os riscos da inadimplência e como escapar da bola de neve. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 6 horas Política Golpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 6 horasCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 30 minutos Política Investigação sanitáriaFOTOS mostram inspeção sanitária realizada na fábrica da Ypê

Há 5 horas Fantástico Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

Há 6 horas Fantástico Guerra no Oriente MédioPrincipais pontos da proposta do Irã considerada ‘inaceitável’ por Trump

Há 4 horas Mundo Guerra ‘não acabou’Netanyahu diz à TV americana que Israel não previa crise em Ormuz

Há 2 horas Mundo Série ‘Entre Dois Mundos’Fantástico aposta corrida com robô Bolt e mostra as ‘fábricas escuras’ na China

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Aplicação a partir de R$ 1, rendimento atrelado à Selic: como funciona o novo Tesouro Reserva

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 00:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

Governo lança o Tesouro Reserva, novo investimento com aplicação a partir de R$ 1 — Foto: Divulgação

Um novo tipo de investimento do Tesouro Direto, plataforma do governo federal para aplicação em títulos públicos, já está disponível para investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento.

O Tesouro Reserva é lançado oficialmente nesta segunda-feira (11) como alternativa à poupança, aos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e às caixinhas digitais dos bancos. O novo título permite aplicações a partir de R$ 1 e tem rentabilidade atrelada à taxa básica de juros, a Selic.

🔎 O investimento se diferencia do já conhecido Tesouro Selic pela simplificação: o Tesouro Reserva tem aplicação mínima menor, permite resgate a qualquer momento e não traz a mesma complexidade da chamada marcação a mercado — mecanismo que atualiza diariamente o preço dos títulos e que pode afetar o valor recebido pelo investidor em caso de resgate antecipado. (leia mais abaixo)

Alguns clientes do Banco do Brasil (BB) já tiveram acesso ao investimento durante a fase de testes. A liberação integral para os correntistas começou na última quinta-feira (7). Hoje, ocorre o tradicional toque da campainha na B3, a bolsa de valores brasileira, dando início à oferta do título ao público geral.

O que é o Tesouro Reserva?Quais as condições de aplicação e resgate?Qual a rentabilidade e o risco?Onde e como investir?Por que concorre com CDBs?

É um novo título de dívida pública do Tesouro Direto, plataforma do governo federal para investimentos em papéis públicos. Segundo o Ministério da Fazenda, o produto foi criado para formação de reserva financeira, “com foco em simplicidade e previsibilidade”.

O Tesouro Reserva terá investimento mínimo de R$ 1. Segundo especialistas, isso democratiza e facilita o acesso por investidores iniciantes.

O sistema permite investir e resgatar o dinheiro a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, inclusive com possibilidade de transferência via PIX.

"Isso aproxima o Tesouro Direto da experiência que hoje o investidor já encontra nas fintechs [bancos e plataformas digitais]", avalia Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

O vencimento do papel será de 3 anos, mas o resgate pode ser feito a qualquer momento, sem descontos.

O novo título terá rendimento atrelado à Selic, a taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,50% ao ano. Ainda não foi detalhado, porém, se a rentabilidade será equivalente a 100% da taxa.

Por ser um título público de renda fixa emitido pelo governo federal, o investimento é considerado de baixo risco. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o produto mira quem “quer rentabilidade, mas também quer segurança”.

🔎 O investimento não está sujeito à volatilidade diária típica da chamada marcação a mercado — mecanismo que faz o valor de títulos oscilar diariamente conforme mudam as expectativas do mercado para os juros e a inflação.

Na prática, isso significa que o valor aplicado não sofrerá oscilações no momento da compra ou do resgate, trazendo mais previsibilidade ao investidor.

O investimento já está disponível para clientes do Banco do Brasil, que desenvolveu o produto em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional.

Segundo o Ministério da Fazenda, a oferta do título em outras instituições financeiras dependerá da adesão e implementação por parte de cada banco.

A pasta acrescenta que, para investir, o processo segue o fluxo tradicional do Tesouro Direto: o cliente do Banco do Brasil deve acessar a área do Tesouro Direto no aplicativo de investimentos, selecionar o Tesouro Reserva, definir o valor da aplicação e confirmar a operação.

Nos demais bancos, a operação deverá funcionar de forma semelhante após a disponibilização do título.

Por ser um investimento prático, com valor mínimo baixo, resgate a qualquer momento e rendimento atrelado à Selic, o Tesouro Reserva se torna uma alternativa interessante aos CDBs, às caixinhas digitais e à poupança, dizem especialistas.

“O desafio será competir com o retorno de CDBs, LCIs e LCAs, que muitas vezes são mais atrativos e não têm taxas”, diz Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos.

💰Os CDBs são investimentos de renda fixa em que o cliente empresta dinheiro ao banco em troca de juros.🏠 As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) são títulos de renda fixa usados pelos bancos para financiar o setor imobiliário, geralmente isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.🌾 As LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) funcionam de forma semelhante às LCIs, mas os recursos são direcionados ao financiamento do agronegócio.🐷 Já nas caixinhas digitais, o banco organiza e aplica automaticamente o dinheiro do cliente em investimentos de renda fixa voltados a objetivos específicos.

“Em relação aos custos, a B3 ainda não divulgou qual será a taxa. Atualmente, os títulos do Tesouro Direto têm taxa próxima de 0,20% ao ano, cobrada em duas parcelas semestrais. No caso do Tesouro Reserva, isso ainda não está claro”, acrescenta Mendes.

Marcos Praça, da ZERO Markets, tem a mesma leitura. Ele avalia que o Tesouro Reserva tende a ser uma alternativa competitiva para a reserva de emergência, principalmente pela combinação entre segurança, rapidez no saque e previsibilidade.

"Em um ambiente de juros ainda altos no Brasil, produtos atrelados à Selic continuam muito atrativos para o investidor conservador", conclui.

Há 1 hora Política Golpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 1 horaCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 48 minutos Fantástico Investigação sanitáriaFOTOS mostram inspeção sanitária realizada na fábrica da Ypê

Há 1 hora Fantástico Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

Há 2 horas Fantástico Guerra no Oriente MédioTrump chama resposta do Irã de ‘totalmente inaceitável’

Há 8 horas Mundo Petróleo volta a subir com negociações sem sucesso entre EUA e IrãHá 8 horasChina confirma visita oficial de Trump nesta semana; veja datasHá 8 horasSérie ‘Entre Dois Mundos’Fantástico aposta corrida com robô Bolt e mostra as ‘fábricas escuras’ na China

Há 5 horas Mundo ExclusivoRJ desistiu de Black Hawk de R$ 70 milhões ao desconfiar que helicóptero de guerra era usado

Levantamento do g1 identificou ligações entre participantes de licitação e suspeitas sobre a procedência da aeronave.

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia de olho no Oriente Médio e nos números do emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (8) em queda, recuando 0,27% na abertura, cotado a R$ 4,9147. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O mercado caminha para finalizar a semana com mais cautela. A tensão no Oriente Médio divide a atenção com dados importantes da economia, em especial dos Estados Unidos.

▶️ Na noite anterior, Estados Unidos e Irã trocaram mísseis, o que aumentou a preocupação internacional. Mesmo assim, o presidente americano, Donald Trump, disse que o cessar-fogo continua valendo, ajudando a acalmar os mercados.

▶️ Ao longo do dia, a atenção se volta para os dados de emprego dos Estados Unidos, que são considerados decisivos para o clima do mercado nesta sexta-feira.

▶️ Pela manhã, o governo americano divulga o número de vagas criadas em abril, com expectativa de abertura de cerca de 62 mil novos postos de trabalho. No mesmo horário, será divulgada a taxa de desemprego do mês, que deve subir para 4,3% em relação ao mês anterior.

O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidnete Donald Trump ficou entre os destaques desta quitna-feira.

A reunião durou cerca de três horas e, segundo Lula, foram abordados principalmente temas relacionados ao comércio, às tarifas americanas sobre os produtos brasileiros e minerais críticos.

Os presidentes, no entanto, não chegaram a abordar temas como a equiparação de facções criminosas a terroristas e o PIX, que é alvo de uma investigação comercial nos EUA.

"Saio satisfeito da reunião. Não tenho assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível", afirmou Lula sobre o encontro.

O presidente brasileiro ainda disse ter acordado com Trump a criação de um grupo de trabalho para debater a possibilidade de zerar as tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil.

"Falei: vamos fazer o seguinte, vamos colocar um grupo de trabaho e permitir que […] apresentem propostas. Quem tiver errado vai ter que ceder. Se estivermos errados, nós vamos ceder, mas se vocês estiverem errados, terão que ceder também", disse Lula, reiterando que tem uma relação "muito boa" com o presidente americano.

“Sabe aquela história de amor à primeira vista, aquele negócio da química? Foi isso que aconteceu, e eu espero que continue assim.”

Após o encontro, Trump afirmou que Lula é "muito dinâmico", destacando que a reunião com o presidente brasileiro foi "muito boa".

“A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.”

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações.

Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas.

suspensão temporária do programa nuclear iraniano;redução das sanções impostas pelos EUA;liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior;diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço.

O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões.

Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem.

🔎 Com menos risco de conflito e rotas funcionando normalmente, a oferta de petróleo no mercado aumenta — o que ajuda a derrubar os preços.

Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito.

As bolsas globais fecharam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanham as negociações entre EUA e Irã e a possibilidade de retomada do transporte de petróleo pelo Golfo Pérsico.

Em Wall Street, os índices fecharam em queda. Enquanto o S&P 500 caiu 0,38%%, o Dow Jones perdeu 0,63% e a Nasdaq recuou 0,13%.

Na Europa, o desempenho das bolsas locais também foi negativo. O índice STOXX 600 caiu 1,1%. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,02%, enquanto o CAC 40, de Paris, perdeu 1,17%. Já em Londres, o FTSE 100 teve queda de 1,55%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O índice CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Xangai, o SSEC também subiu 0,48%, aos 4.180 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei saltou 5,58%, aos 62.833 pontos.

Há 3 horas Bom Dia Rio Família de Eliza Samudio diz estar aliviada com prisão: ‘Ele ria da Justiça’Há 3 horasTrue crime Série do GloboPop e g1 conta como Eliza Samudio denunciou Bruno

Há 1 hora Rio de Janeiro Presa em GoiásImigração ilegal: suspeita falava com coiotes e comprava passagens, diz PF

Há 26 minutos Goiás Suspeita é apontada como chefe de quadrilha de migração ilegal para os EUAHá 26 minutosDiscussão e tirosPassageira de carro de app morre baleada após briga de trânsito no Rio

Há 39 minutos Bom Dia Rio Rio de JaneiroBomba caseira explode em escola e fere 8 alunos em Belford Roxo

Há 2 horas Saúde Veja como identificar se o seu pertence a lotes proibidosHá 2 horasO que se sabe e o que falta saber sobre o casoHá 2 horasPrevisão do tempo ❄️🥶1ª onda de frio de 2026 começa hoje; veja as capitais mais geladas

Há 9 horas Meio Ambiente RS tem vendaval com rajadas de até 90 km/h Há 9 horasVeja a previsão do tempo para sua cidadeHá 9 horasInvestigação de lavagem de dinheiroSuspeito em plano do PCC para matar promotor é alvo de operação

Há 39 minutos São Paulo ‘Diabo Loiro’ é ex-padrasto de MC Ryan; veja quem éHá 39 minutosOperação apreende touro ‘Império’, 3º colocado em ranking de rodeios

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia de olho na queda do petróleo e em encontro Lula-Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (7) em queda, recuando 0,39% na abertura, cotado a R$ 4,9014. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os preços do petróleo caem diante da expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, o que poderia permitir a retomada gradual da circulação de navios no Estreito de Ormuz. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 2,12%, para US$ 99,12, enquanto o WTI caía 2,26%, para US$ 93,01.

▶️ A queda do petróleo ganhou força após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmando que o Irã estaria disposto a negociar. Segundo ele, o país está “indo muito bem” no conflito e “tudo está ocorrendo sem problemas”.

▶️ Ainda nos EUA, Trump recebe nesta quinta-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às 12h (horário de Brasília). Os dois devem discutir temas ligados à economia e à segurança.

▶️ No Brasil, a Polícia Federal iniciou uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, está entre os alvos da investigação.

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações.

Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas.

suspensão temporária do programa nuclear iraniano;redução das sanções impostas pelos EUA;liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior;diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço.

O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões.

Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem.

🔎 Com menos risco de conflito e rotas funcionando normalmente, a oferta de petróleo no mercado aumenta — o que ajuda a derrubar os preços.

Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito.

As bolsas globais operam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanham as negociações entre EUA e Irã e a possibilidade de retomada do transporte de petróleo pelo Golfo Pérsico.

Em Wall Street, por volta das 9h (horário de Brasília), os índices futuros avançavam levemente. Os contratos do S&P 500 subiam 0,1%, enquanto os do Dow Jones avançavam 0,2%. Já os futuros da Nasdaq tinham alta mais moderada, de 0,08%.

Em Frankfurt, o DAX subia 0,2%, enquanto o CAC 40, de Paris, avançava 0,3%. Já em Londres, o FTSE 100 caía 0,3%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O índice CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Xangai, o SSEC também subiu 0,48%, aos 4.180 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei saltou 5,58%, aos 62.833 pontos.

Há 29 minutos Política ANA FLOR: PF agora mergulha nas relações de políticos com VorcaroHá 29 minutos’É pra continuar pagando restaurante do Ciro?’: investigação cita conversas

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi Senador e ex-ministro de Bolsonaro: quem é Ciro Nogueira Há 2 horasQuem é Felipe Cançado Vorcaro, primo do dono do Master preso pela PF

Há 37 minutos Minas Gerais CAMILA BOMFIM: primo de Vorcaro é alvo de mandado de prisãoHá 37 minutosEm janeiro, Felipe Vorcaro usou carrinho de golfe para fugir da PFHá 37 minutosReunião em WashingtonLula e Trump se reúnem hoje: do PIX ao crime organizado, o que está em jogo

Há 2 horas Mundo O que os dois presidentes querem ganhar com encontroHá 2 horasMinistros e diretor da PF: veja quem está na delegação de LulaHá 2 horasFoto com Trump pode ser valiosa para Lula; entendaHá 2 horas’Risco Trump’5 reuniões humilhantes que explicam tensão de encontros como o de hoje

Há 6 horas Mundo Relembre como foram os encontros anteriores de Lula e TrumpHá 6 horasTerras raras: o interesse mundial que põe Brasil entre EUA e China

Há 23 minutos Educação Veja detalhes do texto aprovado pela Câmara sobre terras rarasHá 23 minutosTortura e agressãoJustiça manda prender patroa que agrediu empregada grávida no MA

Há 54 minutos Maranhão Suspensão da fabricaçãoAnvisa manda recolher produtos da Ypê por risco de contaminação

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em queda a R$ 4,90 com trégua no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 10:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (6) em queda, recuando 0,13% por volta das 9h10, cotado a R$ 4,9058. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os preços do petróleo caem nesta quarta, com sinais de manutenção do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Declarações de Donald Trump sobre avanços nas negociações reduzem temores de um conflito maior, enquanto, segundo a Reuters, os países estão próximos de um acordo inicial mais simples.

Por volta das 8h (horário de Brasília), o petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, sendo vendido a US$ 89,13.

▶️ Na agenda do dia, o destaque fica para a divulgação de dados sobre o setor de serviços no Brasi e do fluxo cambial semanal, que mostra a entrada e saída de dólares no país.

▶️ Ainda por aqui, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do programa “Bom dia, Ministro” para explicar o Novo Desenrola Brasil, cuja medida provisória foi assinada na segunda-feira.

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. As negociações ainda não foram confirmadas oficialmente, mas há sinais de avanço.

Segundo a Reuters, os dois países estão próximos de firmar um acordo inicial em formato simples, com cerca de uma página. A proposta já havia sido mencionada pelo site Axios, com base em fontes ligadas ao governo americano e às conversas.

Até o momento, autoridades dos dois países não comentaram publicamente o assunto. Apesar disso, uma emissora americana informou que o governo iraniano analisa uma proposta dos EUA com 14 pontos e deve responder às principais condições nas próximas 48 horas.

Entre os temas discutidos estão a suspensão temporária do programa nuclear do Irã e, em troca, a redução de sanções impostas pelos EUA, além da liberação de recursos financeiros iranianos bloqueados no exterior.

Outro ponto central envolve o Estreito de Ormuz, uma rota importante para o transporte de petróleo. A proposta inclui diminuir as restrições à circulação de navios na região.

A ideia é que esse acordo inicial ajude a encerrar o conflito e abra um prazo de 30 dias para negociações mais detalhadas, que devem tratar de regras sobre o programa nuclear, o fim das sanções e a normalização do transporte marítimo.

Durante esse período, tanto as limitações impostas pelo Irã à navegação quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos de forma gradual. Caso não haja acordo, essas medidas podem voltar a ser adotadas.

Mais cedo, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão de uma operação militar que escoltava navios na região. A missão não conseguiu normalizar o fluxo de embarcações e acabou sendo associada a um aumento das tensões.

Os mercados globais operavam alta nesta terça-feira, mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta. O Dow Jones subiu 0,73%, o S&P 500 avançou 0,81% e o Nasdaq tinha ganho de 1,03%.

Na Europa, o movimento também foi de recuperação. O Stoxx 600 fechou em alta de 0,7%, após registrar, na véspera, sua maior queda em um mês.

Entre as principais bolsas, o CAC 40, de Paris, avançou 1,08% e o DAX, de Frankfurt, teve alta de 1,71%, enquanto o FTSE 100, de Londres, seguiu na contramão, e fechou em queda de 1,40%.

Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região.

Há 1 hora Maranhão ‘Não era pra ter saído viva’: patroa relatou as agressões em áudioHá 1 horaSuspeita disse que não foi levada à delegacia por conhecer policialHá 1 horaPesquisa eleitoralQuaest: veja as intenções de voto para presidente no 2º turno em 10 estados

Há 44 minutos Eleições 2026 Confira também os números do 1º turno Há 44 minutosQuaest em 10 estados: desaprovação de Lula é maior no PR, SP e GO

Há 1 hora Eleições 2026 Tarifa de importaçãoTaxa das blusinhas: ministro admite que estuda o fim do imposto

Agora Economia Emergência de saúdeCepa de hantavírus transmissível entre humanos é confirmada em cruzeiro

Há 2 horas Saúde Hantavírus costuma ser transmitido por roedores; entenda o que éHá 2 horas’A incerteza é a parte mais difícil’, diz passageiro confinado em navio

Há 2 horas Jornal Nacional VÍDEO: passageiros com sintomas são retirados de cruzeiroHá 2 horasBlog da SadiDefesa de Vorcaro finaliza proposta de delação; PF e PGR vão analisar

Há 49 minutos Blog da Andréia Sadi Conflito no Oriente MédioEUA e Irã se aproximam de acordo para encerrar a guerra, diz imprensa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Minha Casa, Minha Vida: governo reduz juros e amplia prazo de pagamento do Reforma Casa Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 20:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta terça-feira (5) novas condições financeiras para o programa Reforma Casa Brasil, modalidade do Minha Casa, Minha Vida que utiliza recursos do Fundo Social para financiar melhorias habitacionais.

A taxa de juros nominal foi reduzida para 0,82% ao mês. Além disso, o prazo máximo para financiamento e amortização foi estendido de 60 para 72 meses.

O Fundo Social é a principal fonte de recursos para o programa. Para o exercício de 2026, a dotação orçamentária prevista é de R$ 24,8 bilhões.

O programa Reforma Casa Brasil, operado pela Caixa Econômica Federal, destina-se a famílias com renda mensal bruta de até R$ 9.600,00 para reformas urbanas.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta terça-feira (5) novas condições financeiras para o programa Reforma Casa Brasil, modalidade do Minha Casa, Minha Vida que utiliza recursos do Fundo Social para financiar melhorias habitacionais.

📊 A taxa de juros nominal foi reduzida para 0,82% ao mês. Além disso, o prazo máximo para financiamento e amortização foi estendido de 60 para 72 meses. Antes, os juros iam de 1,17% ao mês até 1,95% ao mês. (veja quem pode pegar o financiamento)

💰 A principal fonte de recursos para o programa é o Fundo Social. Para o exercício de 2026, a dotação orçamentária prevista é de R$ 24,8 bilhões.

💵 Somente em 2025, já foram empenhados R$ 10,7 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões já estão sob gestão da Caixa Econômica Federal para operacionalização imediata das linhas de crédito.

🔎 O Fundo Social é um fundo soberano criado em 2010 para receber recursos de royalties do petróleo, funcionando como uma espécie de "poupança" para financiar saúde e educação, além de garantir o desenvolvimento nacional.

Outra mudança na regulamentação vincula automaticamente o limite de renda do financiamento de reformas às atualizações do Ministério das Cidades, garantindo que o programa acompanhe a realidade econômica da população sem necessidade de novas resoluções burocráticas.

As novas regras entram em vigor na data de publicação da resolução no "Diário Oficial da União".

O programa Reforma Casa Brasil, operado pela Caixa Econômica Federal, destina-se a famílias com renda mensal bruta de até R$ 9.600,00 para reformas urbanas.

O programa oferece crédito entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, com foco em melhorias habitacionais, segurança e acessibilidade, exigindo aprovação de crédito e imóveis em áreas não sujeitas a risco.

O governo projeta que as mudanças no Reforma Casa Brasil terá "um impacto expressivo na geração de renda e emprego no setor da construção civil".

"Estima-se que a ampliação do prazo gere um subsídio implícito de aproximadamente R$ 567 milhões (valor presente), investimento este já assegurado no orçamento, sem impacto no resultado primário da União", diz nota do CMN.

O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Há 2 horas Blog do Gerson Camarotti Blog do Gerson CamarottiMotta diz que pautará amanhã projeto sobre terras raras e Planalto dá sinal verde

Há 2 minutos Blog do Gerson Camarotti Nova tentativa de acordoTrump diz que vai suspender operação militar no Estreito de Ormuz

Há 37 minutos Mundo Irã nega ter atacado Emirados Árabes e promete ‘resposta esmagadora’ se for alvoHá 37 minutosNetanyahu liga para presidente dos Emirados após ataques atribuídos ao IrãHá 37 minutosCâmbioDólar cai a R$ 4,91, menor valor desde janeiro de 2024; Bolsa fecha em alta

Há 25 minutos Acre Vítimas tinham 37 e 53 anos e eram inspetoras do colégio; conheçaHá 25 minutos’A professora mandou a gente sentar perto da porta’, diz aluna após ataque

Há 2 horas Acre Queda de evião em BHIrmã enviou mensagem a piloto ao ver na notícia na TV: ‘Foi você não, né?’

Há 2 horas Norte e Noroeste Delegada: investigação analisa possível excesso de peso em aviãoHá 2 horas’Não tem dor pior’: prefeito se despede de filho que morreu em acidente aéreo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Durigan afirma que eleição dificulta revisão de gastos e nega pressão fiscal nos juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses e defendeu que a política fiscal não é a principal responsável pelo nível elevado dos juros no país.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

“De maio a outubro é praticamente impossível que o Ministério da Fazenda, a equipe econômica, apresente uma medida de revisão de gastos”, afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Apesar disso, Durigan disse que o debate precisa continuar. “É importante abrir um debate civilizado, muito diferente do que aconteceu em 2022, para projetar quais são as opções daqui para frente, como diminuir a pressão das despesas obrigatórias e tornar o arcabouço fiscal mais sólido e crível. Esse debate precisa ser feito”, acrescentou.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

“Acho que há outros fatores. Por exemplo, o que pressiona a política monetária hoje não é o fiscal, é a guerra. Em outros momentos, como na crise no Rio Grande do Sul ou nas tarifas impostas por Trump, a pressão também não veio do fiscal. Isso é importante notar”, disse.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

A autoridade monetária também tem defendido a necessidade de alinhamento entre as políticas fiscal e monetária.

No entanto, na avaliação de Durigan, os gastos do governo têm pouca influência direta na definição dos juros e que as regras fiscais adotadas desde 2023 vêm ajudando, aos poucos, a melhorar as contas públicas.

Ele destacou que o modelo atual de regras fiscais segue válido e pode ser ajustado, mas não precisa ser substituído. “O arcabouço permite ajustes, funcionou, não envelheceu e ainda está no começo, gerando resultados”, afirmou.

Durigan afirmou ainda que o governo deve manter uma estratégia gradual de ajuste das contas públicas, com foco na contenção de despesas obrigatórias e na melhoria da qualidade do gasto. Além disso, existe a possibilidade de retomar propostas como a revisão de repasses federais, mas reiterou que não há espaço para avançar com esse tipo de medida antes das eleições.

O ministro acrescentou que o governo busca evitar propostas que aumentem despesas sem compensação no Congresso e manter uma agenda econômica considerada responsável. Segundo ele, eventuais tensões políticas não devem comprometer esse compromisso.

Na avaliação de Durigan, os efeitos da guerra no Oriente Médio podem se prolongar e exigirão atenção do governo.

Por conta disso, medidas emergenciais, como a redução de tributos sobre combustíveis, podem ser estendidas, desde que respeitem a neutralidade fiscal, com compensação por meio de receitas extras, como as ligadas ao petróleo.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

Também permite uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e prevê medidas para evitar nova inadimplência, como educação financeira e restrição a apostas.

Na avaliação do ministro, a primeira versão do programa perdeu efeito com a retomada da alta dos juros, o que acabou revertendo parte da melhora no endividamento.

Ele afirma que a nova etapa incorpora ajustes, como um processo mais simples para renegociar dívidas e a proibição de apostas online por um ano para quem aderir.

Durigan afirmou que o programa não deve pressionar a inflação. “Eu não acho que o montante que nós estamos viabilizando vai ter impacto na política monetária a ponto de atrapalhar (…) Me parece bem circunscrito”, disse, destacando que “nem tudo” o que for economizado será convertido em consumo.

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz O ASSUNTO: até onde vai o alívio para os endividados?Há 2 horasFGTS também poderá ser usado para reduzir as dívidasHá 2 horasAlta entre 8% e 11%Canetas podem deixar planos de saúde empresariais mais caros

Há 2 horas Economia Faixa etáriaGoverno aumenta classificação indicativa do YouTube; veja o que muda

Há 1 hora Tecnologia Morte após erro médico’Ofereci dinheiro para ela filmar kkk’: polícia aponta fraude no caso Benício

Há 52 minutos Fantástico Investigação no RJDeputado Thiago Rangel é preso em operação contra fraudes na Educação

Há 3 horas Rio de Janeiro Condenações mais duras Aumento de penas para furto de celular e crimes virtuais é sancionado

Há 5 horas Minas Gerais Ação rápida dos bombeiros evitou explosão, avaliam especialistasHá 5 horas’Prédio tremeu’, conta morador de edifício atingido por aviãoHá 5 horasVÍDEO mostra decolagem do avião que atingiu prédio

Há 3 horas Minas Gerais ‘Estava com vocês’: amigo trocou mensagens com vítima antes de quedaHá 3 horasFilho de prefeito em MG está entre os 3 mortos do acidenteHá 3 horasEstreia de ‘Influência de cria’Da PB a influencer da Rocinha: série do GloboPop desvenda o sucesso de Rocky

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia a R$ 4,94 com foco na ata do Copom e conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (5) em queda, recuando 0,29% na abertura, cotado a R$ 4,9487. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham a divulgação da ata do Copom, em busca de sinais sobre os próximos passos da política de juros. No exterior, a agenda de indicadores e as tensões geopolíticas também seguem no radar, com impacto especial sobre o setor de energia.

▶️ No Brasil, o Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, que detalha a decisão de reduzir a taxa básica de juros de 14,75% para 14,5% ao ano — o segundo corte seguido. O documento indica que a guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação, mas isso não deve interromper a redução dos juros.

▶️ No cenário geopolítico, o impasse entre Estados Unidos e Irã segue afetando o fluxo de navios no Estreito de Ormuz, enquanto uma trégua considerada frágil está sob risco após novos episódios de tensão.

▶️ O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que ações dos EUA e aliados colocam em risco o transporte marítimo na região, enquanto forças americanas relataram a destruição de embarcações e armamentos iranianos.

O petróleo Brent recuava 1,55% por volta das 8h40 (horário de Brasília), com o barril cotado a US$ 112,67, em um movimento de correção após os excessos da sessão anterior.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter escoltado, nesta segunda-feira, os primeiros navios comerciais norte-americanos pelo Estreito de Ormuz.

A escolta é a primeira desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma operação militar para garantir a passagem de embarcações pelo estreito, apesar de o Irã afirmar que está bloqueando a rota.

A iniciativa, porém, gerou reação do Irã. Teerã afirmou pela manhã que impediu a entrada de navios de guerra dos EUA em Ormuz.

No início da manhã, havia divergências sobre se um navio dos EUA teria sido atingido por mísseis iranianos. Nas horas seguintes, porém, os EUA negaram o episódio, e o próprio Irã ajustou o discurso ao afirmar que se tratavam de "disparos de advertência", e não de um ataque direto à embarcação.

A tensão no mar e no campo das declarações continuou nesta tarde, quando Trump fez novas ameaças ao Irã e disse que o país "será varrido da face da Terra" caso ataque navios dos EUA. A declaração foi dada em entrevista à emissora americana Fox News.

O republicano também afirmou, na Truth Social, que o Irã atacou embarcações de países “não relacionados” à operação militar liderada pelos EUA no Estreito de Ormuz, incluindo um cargueiro sul-coreano.

“Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão”, escreveu Trump ao comentar o episódio.

Segundo o presidente, além do navio sul-coreano, não houve danos a outras embarcações que atravessaram o estreito até o momento.

Os mercados globais iniciam esta terça-feira em leve recuperação, mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio.

Em Wall Street, os principais índices futuros apontam para alta. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o Dow Jones subia 0,25%, o S&P 500 avançava 0,33% e o Nasdaq tinha ganho de 0,58%.

Na Europa, o movimento também é de recuperação. O STOXX 600 subia 0,4%, após registrar na véspera sua maior queda em um mês.

Entre as principais bolsas, o CAC 40, de Paris, avançava 0,64% e o DAX, de Frankfurt, tinha alta de 1,34%, enquanto FTSE 100, de Londres, seguia na contramão, com queda de 1,25%.

Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região.

Há 5 horas O Assunto FGTS também poderá ser usado para reduzir dívidasHá 5 horasFies: como renegociar com descontos de até 99%Há 5 horasInvestigação no RJDeputado Thiago Rangel é preso em operação contra fraudes na Educação

Há 1 hora Rio de Janeiro Morte após erro médico’Ofereci dinheiro para ela filmar kkk’: polícia aponta fraude no caso Benício

Há 9 minutos Fantástico Tragédia em MGVoo durou apenas 3 minutos: entenda dinâmica do acidente em BH

Há 3 horas Minas Gerais Ação rápida dos bombeiros evitou explosão, avaliam especialistasHá 3 horasVÍDEO mostra decolagem do avião que atingiu prédio

Há 31 minutos Minas Gerais ‘Estava com vocês’: amigo trocou mensagens com vítima antes de quedaHá 31 minutosFilho de prefeito em MG está entre os mortos; veja quem são as 3 vítimas

Há 3 horas Minas Gerais Piloto de avião, que morreu em acidente, era do PRHá 3 horas3ª vítima de tragédia era empresário e tinha 50 anosHá 3 horas’Foi um barulho forte”O prédio tremeu’, conta morador de edifício atingido por avião

Há 54 minutos Jornal Nacional Aeronave seguia para São Paulo; veja cronologiaHá 54 minutosPanamá 🎩Por que Lula está usando chapéu em público?

0

PREVIOUS POSTSPage 7 of 20NEXT POSTS