RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Tecnologia Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google Executiva da Alphabet afirma que o país pode não expandir a geração de eletricidade na mesma velocidade da demanda da inteligência artificial; empresa investe em energia nuclear e outras soluções para seus centros de dados. Por Reuters

Os Estados Unidos podem não estar ampliando a geração de energia elétrica com rapidez suficiente para atender à crescente demanda da inteligência artificial. O alerta foi feito nesta segunda-feira (23) por Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet, empresa controladora do Google.

"Estamos preocupados com o fato de não estarmos a todo vapor em termos de energia", disse ela durante a conferência CERAWeek, realizada em Houston.

Segundo a executiva, o país provavelmente precisará recorrer a diferentes fontes de energia para dar conta da demanda.

Recentemente, a Alphabet tomou uma medida pouco comum para uma empresa de tecnologia: comprou uma companhia do setor elétrico para ajudar a sustentar seus planos de crescimento.

A empresa também vem investindo em reatores nucleares avançados — uma nova geração de usinas nucleares — e firmando contratos de resposta à demanda, mecanismo em que grandes consumidores de eletricidade reduzem temporariamente o uso de energia nos momentos de maior consumo.

Esse tipo de medida envolve, por exemplo, os data centers, grandes instalações cheias de computadores que armazenam e processam dados usados por serviços digitais e sistemas de inteligência artificial.

Em um dos projetos, a empresa firmou um acordo com a fornecedora de energia NextEra Energy para reativar uma usina nuclear que havia sido fechada no Estado de Iowa. A energia gerada será destinada ao funcionamento de seus data centers.

Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança — Foto: Noah Berger/AP Images/picture alliance

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CNH ‘comum’ para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 16:46

Carros CNH 'comum' para veículos elétricos pesados é aprovada em comissão da Câmara Projeto deve liberar motoristas com CNH categoria B a dirigir veículos elétricos e híbridos com até 4.250 kg de peso. Limite atual é de 3.500 kg. Modelos da Cadillac, Chevrolet e Hummer se encaixam na lei. Por Carlos Cereijo, André Fogaça, g1 — São Paulo

Deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos.

Foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados um projeto que permite motoristas com carteira de habilitação B dirigir carros elétricos e híbridos com até 4.250 kg. Hoje o limite de peso para esse tipo de CNH é de 3.500 kg para qualquer tipo de veículo.

O texto passou pela Comissão de Viação e Transportes e se aplica a veículos elétricos, híbridos e com tração predominantemente elétrica. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá definir outros critérios por regulamento. Vale lembrar que hoje não é obrigatório fazer aulas teóricas para conseguir a CNH.

O deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) incluiu no texto a categoria de veículos híbridos com tração predominantemente elétrica, mas sem especificações.

“A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, argumentou Leal.

Agora o projeto, que começou a tramitar em março de 2025, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado para virar lei.

Outro projeto também aprovado em comissão propõe criar CNH separada para carros automáticos e manuais.

Quem tem a categoria B na CNH pode dirigir veículos que pesam até 3.500 kg e levam até oito assentos, excluído o do motorista.

Pelos critérios atuais do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estes carros elétricos e híbridos precisariam de motoristas com categoria C ou superior — para caminhões e ônibus.

A Chevrolet Silverado EV continua sendo uma picape de grandes dimensões e bastante pesada. Ela não chega aos mesmos níveis de potência e força do “primo” Hummer EV, mas seus dois motores elétricos entregam 760 cv e 108,5 kgfm de torque.

Picape totalmente elétrica, desenvolvida e fabricada nos Estados Unidos por uma subsidiária da GM. O Hummer EV impressiona pelos números em praticamente todos os aspectos.

Possui três motores elétricos de 338 cv cada, totalizando 1.014 cv, e entrega 165,9 kgfm de torque — força equivalente à soma de quase três Ford F-150, a maior picape que a Ford comercializa no Brasil e que, juntas, alcançam cerca de 170 kgfm.

O único veículo desta lista que não é uma picape é o Cadillac Escalade IQ. Trata-se de um SUV de luxo com números impressionantes, incluindo peso de até 4.241 kg, dependendo da versão. Grande parte dessa massa vem do conjunto de baterias, que garante autonomia de até 748 km por carga.

A potência chega a 750 cv, o que permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, 0,2 segundo mais rápido que o Porsche 718 Cayman.

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Guerra no Irã: como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 15:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,225-1,6%Dólar TurismoR$ 5,438-1,49%Euro ComercialR$ 6,078-0,97%Euro TurismoR$ 6,336-0,9%B3Ibovespa182.237 pts3,41%Oferecido por

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos.

Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.

Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos.

A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.

O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos. Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.

Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos. A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.

➡️ No Brasil, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel, em uma tentativa de conter o impacto dos preços do petróleo para os consumidores.

Segundo a agência de notícias Reuters, um funcionário do governo indiano informou que o país deve rever suas exportações de combustível se necessário. O objetivo seria garantir a disponibilidade nos mercados globais.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a Índia avalia os pedidos de fornecimento de combustível de seus vizinhos e somente aprovará as exportações se tiver volumes excedentes.

Além disso, o país também proibiu os consumidores de gás natural canalizado de manter, obter ou reabastecer cilindros domésticos de gás liquefeito de petróleo.

O governo ainda invocou poderes de emergência para ordenar às refinarias que maximizem a produção de GLP e reduzir a venda do produto para a indústria, a fim de evitar a escassez para as 333 milhões de residências que utilizam o GLP para cozinhar.

A Coreia do Sul flexibilizou os limites da capacidade de geração de energia a carvão e elevou a utilização de usinas nucleares para até 80%.

Além disso, o governo sul-coreano também considera a possibilidade de distribuir vouchers adicionais de energia para apoiar as famílias mais vulneráveis.

A China proibiu as exportações de combustíveis refinados para se antecipar a uma possível escassez de combustível no mercado interno, segundo informou a agência de notícias Reuters.

O país também passou a liberar suprimentos de fertilizantes de reservas comerciais nacionais antes do plantio da primavera.

A Austrália passou a liberar gasolina e diesel de suas reservas domésticas para aliviar a escassez que afeta as cadeias de suprimentos rurais, bem como a mineração e a agricultura.

O Japão pediu que a Austrália, seu maior fornecedor de gás natural liquefeito, aumente a produção para evitar a falta do produto no país.

Os líderes da União Europeia divulgaram uma série de medidas temporárias para atenuar o impacto da subida dos preços da energia.

Além de possíveis cortes de impostos sobre a eletricidade, a região também propôs taxas mais baixas de rede e apoio estatal como possíveis soluções a curto prazo.

Bangladesh informou que busca bilhões em financiamento externo para garantir as importações de combustível e gás natural liquefeito necessários ao país.

A Sérvia anunciou que vai reduzir os impostos especiais de consumo sobre o petróleo bruto em um total de 60%.

O governo do país também estendeu a proibição de exportação de petróleo bruto e derivados de petróleo para proteger seu mercado de escassez e aumentos repentinos de preços.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que a Itália está considerando reduzir os impostos especiais de consumo para suavizar os preços dos combustíveis e está pronta para aumentar os impostos sobre as empresas responsáveis ​​por lucrar indevidamente com a crise energética.

O Camboja está importando mais combustível de fornecedores em Singapura e na Malásia para compensar a falta de abastecimento do Vietnã e da China.

A Malásia aumentará os gastos com subsídios à gasolina de 700 milhões de ringgits (moeda local, equivalente a US$ 178,5 milhões) para 2 bilhões de ringgits (US$ 510 milhões). O objetivo é manter o preço fixo do combustível.

A Tailândia discutiu com o governo russo a possibilidade de comprar petróleo bruto, afirmou um vice-primeiro-ministro do país, reiterando que o governo tentaria limitar o preço do diesel no mercado interno a 33 baht (US$ 1,02) por litro.

A Agência de Planejamento da Tailândia também afirmou que o governo congelará os preços de alguns produtos e fornecerá apoio aos agricultores.

A Grécia vai oferecersubsídios para combustíveis e fertilizantes, além de descontos em passagens de ferry, num total de 300 milhões de euros (US$ 346 milhões), em abril e maio, para proteger consumidores e agricultores, afirmou o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.

A Eslovênia limitou temporariamente a compra de combustível para combater a escassez nos postos de gasolina doméstico, causada em parte pelo abastecimento transfronteiriço e pelo armazenamento excessivo devido à guerra com o Irã.

As Filipinas anunciaram um plano para importar petróleo russo na próxima semana pela primeira vez em cinco anos, segundo informações da agência de notícias Reuters.

O plano também prevê reduzir as contas de energia elétrica, à medida que os preços do GNL disparam, incentivando a geração de energia a carvão e regulamentando as tarifas de eletricidade.

O Vietnã fará a transição completa para gasolina com etanol antes do previsto, como parte de seus esforços para reduzir o uso de combustíveis fósseis, segundo um documento do governo.

O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, afirmou que pretende aumentar a produção de carvão do país. Além disso, indicou que o governo consiera a implementação de um imposto sobre lucros extraordinários nas exportações.

O governo da Macedônia do Norte decidiu reduzir o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) sobre os combustíveis para conter a alta dos preços nos postos de gasolina.

Segundo o primeiro-ministro Hristijan Mickoski, o tributo será reduzido de 18% para 10%. A medida entrou em vigor nesta segunda-feira (23) e terá duração de duas semanas.

O Sri Lanka informou que vai trazer medidas adicionais de racionamento de combustível para reduzir as filas e garantir o fornecimento extra de petróleo, afirmou um alto funcionário à Reuters.

Crise do petróleo: entenda por que a ofensiva do Irã no mar ameaça o mercado global — Foto: Reprodução/TV Globo

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Após acordo histórico, agência internacional avalia liberar mais estoques de petróleo para conter crise

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 14:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,227-1,54%Dólar TurismoR$ 5,449-1,29%Euro ComercialR$ 6,063-1,19%Euro TurismoR$ 6,340-0,84%B3Ibovespa182.275 pts3,44%Oferecido por

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã.

O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã. O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.

“Se for necessário, faremos isso. Vamos observar as condições, analisar os mercados e discutir com nossos países membros”, afirmou Birol nesta segunda-feira (23), durante evento em Canberra, na Austrália, segundo a agência Reuters.

A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência.

A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.

Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.

Birol reforçou que não há um preço específico que determine uma nova liberação de estoques. A decisão depende de uma análise ampla das condições do mercado e de alinhamento com os países membros.

Nos bastidores, a IEA também tem mantido conversas com autoridades internacionais para coordenar possíveis respostas à crise, além de acompanhar cadeias logísticas e a demanda global por energia.

Na semana passada, a agência sugeriu uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.

O contexto da crise envolve ainda a importância do Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de passagem do petróleo no mundo. Qualquer instabilidade na região tem potencial para afetar diretamente o abastecimento global e pressionar ainda mais os preços.

Birol classificou o cenário atual como mais grave do que crises anteriores e destacou que o impacto sobre os mercados ainda está sendo subestimado.

Ele também alertou que os efeitos do conflito podem ser amplos e duradouros, com reflexos sobre a inflação e a atividade econômica em diversos países.

Fumaça sobe após um ataque à refinaria de petróleo da Bapco, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, na ilha de Sitra, Bahrein, em 9 de março de 2026. — Foto: REUTERS/Stringer TPX IMAGES OF THE DAY

Os preços do petróleo inverteram o sinal positivo visto pela manhã e passaram a operar em forte queda nesta segunda-feira, após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O presidente americano anunciou uma trégua de cinco dias com o Irã. Em publicação na rede Truth Social, afirmou que representantes dos dois países tiveram "conversas muito boas e produtivas" no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque à infraestrutura energética iraniana.

Mas a agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que não há conversas em andamento entre autoridades de Teerã e dos Estados Unidos.

🛢️Perto das 14h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, caía 9,23%, a US$ 101,84. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 8,41%, a US$ 89,97.

Neste mês, países membros da Agência Internacional de Energia (IEA) concordaram em liberar 400 milhões de barris de petróleo para conter a alta dos preços globais. — Foto: Reuters

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ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Carros ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega Corte federal na Alemanha nega pedido de ambientalistas. ONG luta na justiça desde 2021 e também pede que montadoras tenham cota de emissões de carbono específica. Por Redação g1

Mercedes AMG GT 63 S é híbrido de 816 cv com motor a combustão 4.0 V8 — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Nesta segunda-feira (23), a corte federal alemã em Karlsruhe negou o pedido de uma ONG que buscava proibir a venda de carros a combustão produzidos pela BMW e pela Mercedes-Benz a partir de 2030. O processo estava em andamento desde 2021 e já havia sido decidido a favor das montadoras em instâncias inferiores.

A organização Deutsche Umwelthilfe (DUH) argumenta ainda que existiria um limite específico de emissões de poluentes para BMW e Mercedes e que as empresas estariam ultrapassando esse “orçamento de carbono”.

A corte reafirmou o entendimento dos julgamentos anteriores: não há uma cota individual de emissões de carbono estabelecida para cada fábrica.

Um porta-voz da BMW afirmou à agência Reuters que a decisão oferece segurança jurídica às empresas que atuam na Alemanha.

Os ambientalistas da DUH entraram com o processo em 2021. Eles querem que as montadoras assumam um compromisso legal de parar a produção de carros a combustão a partir de 2030.

Eles também pedem que as fábricas emitam apenas uma “fatia justa” de CO₂ em suas operações. Porém, não existe nenhuma lei que defina qual seria essa parcela para empresas como BMW ou Mercedes.

O cálculo dessa “fatia” foi elaborado pela própria DUH com base em dados sobre aquecimento global. Essas informações vêm do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A pesquisa do IPCC, usada pelos ambientalistas, estima quanto carbono o planeta pode liberar sem que a temperatura global aumente mais do que 1,7 grau Celsius. De acordo com os cálculos, as metas atuais de emissões das empresas não seriam suficientes.

A Daimler, dona da marca Mercedes, disse na ocasião que não via cabimento no argumento usado pelos ambientalistas. Já a BMW disse na época que suas metas de compromisso com o clima estavam à frente da indústria.

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FGC começa a receber pedidos de ressarcimento de credores do Banco Pleno

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%MoedasDólar ComercialR$ 5,231-1,47%Dólar TurismoR$ 5,449-1,3%Euro ComercialR$ 6,073-1,03%Euro TurismoR$ 6,342-0,81%B3Ibovespa182.593 pts3,62%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta segnda-feira (23) que os os depositantes e investidores do banco Pleno já podem entrar com o pedido de garantia pelo aplicativo do fundo.

"O número de credores com direito à garantia foi confirmado em 152 mil pessoas, com valor total de R$ 4,8 bilhões a ser pago pelo Fundo", informou o FGC, em nota.

O Banco Pleno teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, junto com a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, em fevereiro deste ano.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

As instituições faziam parte do grupo do Banco Master, mas foram vendidas no segundo semestre do ano passado ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.

Segundo o FGC, o Banco Pleno não faz mais parte do conglomerado Master. Assim, o liquidante irá apurar os valores a serem garantidos até o limite previsto na regulamentação.

O Pleno tinha participação pequena no sistema financeiro brasileiro. Dados do BC indicam que, até setembro do ano passado, o banco concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam R$ 18,07 trilhões. Isso equivale a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.

O FGC lembra que oferece garantia de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD, por instituição financeira associada ou conglomerado.

Existe um teto de R$ 1 milhão, a cada período de quatro anos, para garantias pagas por CPF ou CNPJ.

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Falha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 11:44

Tecnologia Falha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dados Ferramenta de espionagem chamada “Darksword” foi identificada em dezenas de sites e pode explorar falhas em versões antigas do sistema do iPhone. Pesquisadores dizem que milhões de aparelhos ainda podem estar vulneráveis; Apple recomenda atualização de dispositivos. Por Redação g1 — São Paulo

Pesquisadores de segurança digital identificaram um programa de espionagem (spyware) capaz de invadir iPhones e coletar informações dos usuários. A ferramenta foi encontrada recentemente em dezenas de sites na Ucrânia e pode explorar falhas em versões antigas do sistema operacional dos aparelhos.

O software malicioso foi apelidado de “Darksword” por especialistas das empresas de segurança digital Lookout e iVerify, em parceria com pesquisadores do Google.

Segundo estudos divulgados na última semana, o programa pode ser usado para acessar dados do telefone e até informações guardadas em carteiras digitais de criptomoedas.

🕵️‍♂️ O ataque acontece quando o usuário acessa determinados sites criados para explorar falhas de segurança no sistema do iPhone. Ao entrar nessas páginas, o programa malicioso pode ser ativado e passar a acessar o aparelho, permitindo a coleta de dados do dispositivo.

Este é o segundo caso identificado neste mês envolvendo ferramentas desse tipo voltadas para dispositivos da Apple.

No início de março, pesquisadores já haviam revelado outro programa de espionagem digital, chamado “Coruna”, que também explorava falhas no sistema dos iPhones.

Segundo os especialistas, a existência de duas ferramentas diferentes descobertas em pouco tempo indica que está crescendo o mercado de programas capazes de invadir celulares para roubar informações.

“Agora existe uma cadeia confirmada de ferramentas desse tipo que acabaram nas mãos de grupos possivelmente criminosos interessados em ganhos financeiros”, afirmou Justin Albrecht, pesquisador da Lookout, à Reuters.

Pesquisadores do Google disseram ter identificado campanhas de ataque que usaram o Darksword contra alvos em países como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia.

De acordo com a empresa, algumas dessas operações estariam associadas a um fornecedor comercial de tecnologia de vigilância chamado PARS Defense, sediado na Turquia. A empresa não respondeu a pedidos de comentário feitos pela Reuters.

Os especialistas também descobriram que o programa era distribuído principalmente para usuários que utilizavam versões do sistema do iPhone entre iOS 18.4 e iOS 18.6.2, lançadas entre março e agosto do ano passado.

Ainda não se sabe quantos aparelhos podem estar vulneráveis. No entanto, estimativas baseadas em dados públicos indicam que entre 220 milhões e 270 milhões de iPhones ainda utilizam versões do sistema que podem ser exploradas, segundo as empresas iVerify e Lookout.

A Apple afirma que as falhas usadas nesses ataques já foram corrigidas em atualizações mais recentes do sistema. Segundo a empresa, usuários que mantêm o iPhone com o software atualizado já estão protegidos contra esse tipo de exploração.

Em comunicado publicado na quinta-feira (19), a Apple afirmou que os ataques identificados exploram versões antigas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet, como links ou sites comprometidos.

A empresa disse ter investigado os casos e liberado atualizações de segurança para corrigir as vulnerabilidades assim que elas foram identificadas.

A companhia reforça que manter o sistema atualizado é a principal medida para proteger os dados do usuário.

Segundo a Apple, aparelhos com versões recentes do iOS não estavam expostos a esses ataques, e o navegador Safari também passou a bloquear automaticamente os endereços usados nas campanhas identificadas.

"Se o seu iPhone não estiver com a versão mais recente do software, atualize o iOS para proteger seus dados.

Pesquisadores de segurança identificaram recentemente ataques baseados na web que têm como alvo versões desatualizadas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet. Por exemplo, se você estiver usando uma versão antiga do iOS e clicar em um link malicioso ou acessar um site comprometido, os dados armazenados no seu iPhone podem correr risco de serem roubados.

Investigamos cuidadosamente esses problemas assim que foram identificados e lançamos atualizações de software o mais rápido possível para as versões mais recentes do sistema operacional, a fim de corrigir as vulnerabilidades e interromper esse tipo de ataque.

Se o software do seu iPhone estiver atualizado, você já está protegido. Manter o sistema atualizado é a medida mais importante que os usuários podem tomar para preservar a segurança dos produtos Apple, e dispositivos com software atualizado não estavam em risco nesses ataques relatados.

Aparelhos com o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode) ativado também estão protegidos contra esses ataques específicos, mesmo que utilizem versões mais antigas do software. Ainda assim, recomendamos que o dispositivo seja atualizado para a versão mais recente do iOS o quanto antes.

Dispositivos com as versões mais recentes e atualizadas do iOS 15 até o iOS 26 já estão protegidos. Caso você não tenha atualizado o software recentemente, atualize o iOS no seu iPhone.

Em 11 de março de 2026, lançamos uma atualização de software para iOS 15 e iOS 16 com o objetivo de ampliar a proteção para aparelhos mais antigos que não conseguem instalar as versões mais recentes do sistema.

Dispositivos com iOS 13 ou iOS 14 precisam ser atualizados para iOS 15 para receber essas proteções. Esses aparelhos também receberão, nos próximos dias, um alerta adicional para a instalação de uma Atualização Crítica de Segurança.

O sistema Apple Safe Browsing, do navegador Safari, vem ativado por padrão e bloqueia os domínios de internet maliciosos identificados nesses ataques.

Nota: usuários que não conseguem atualizar seus aparelhos podem considerar ativar o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), quando disponível, para se proteger contra conteúdos maliciosos na internet e outras ameaças."

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Devolução de navios pressiona Brasil a negociar padrão da soja com a China; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 11:44

Agro Brasil discute com China inspeção de cargas de soja A viagem ocorre após uma série de entraves recentes nas exportações. Nos últimos dias, cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pelos chineses por conterem ervas daninhas consideradas proibidas no país asiático. Por Redação g1 — São Paulo

Uma missão do Ministério da Agricultura do Brasil iniciou nesta segunda-feira (23) negociações com autoridades da China para discutir regras de inspeção fitossanitária da soja brasileira, segundo informações confirmadas por autoridades.

A viagem ocorre após uma série de entraves recentes nas exportações. Nos últimos dias, cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pelos chineses por conterem ervas daninhas consideradas proibidas no país asiático.

Diante do impasse, autoridades chinesas concordaram em flexibilizar parte das exigências sanitárias.

Em documento da Secretaria de Defesa Agropecuária, o governo brasileiro informou que não será mais adotado o critério de tolerância zero para a presença dessas impurezas nas cargas.

Ainda assim, não há definição de um limite numérico para a tolerância, que deve ser discutido em novas rodadas de negociação entre os dois países. Até lá, a liberação dos carregamentos seguirá baseada em análise de risco.

O endurecimento das exigências havia provocado dificuldades para exportadores brasileiros, que relataram problemas na emissão de certificados fitossanitários — documento essencial para o envio da soja ao exterior.

Na semana passada, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil não flexibilizou a fiscalização dos embarques destinados à China, contrariando reportagens publicadas na imprensa.

Procurado nesta segunda-feira, o ministério informou que as conversas com os chineses estão em estágio inicial e que ainda não há decisões definitivas.

As negociações devem continuar ao longo da semana, com a participação dos secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua.

A China é o principal destino da soja brasileira e responde por cerca de 80% das exportações do produto. Apesar dos episódios recentes, analistas avaliam que o impacto tende a ser pontual e não deve comprometer o volume total embarcado ao longo do ano.

Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.

Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.

Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.

Na semana passada, Fávaro disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.

Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.

"O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos", diz Bulascoschi.

"Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma 'postura de tolerância zero' para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor", acrescenta.

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Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 10:57

Tecnologia Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans Dono da plataforma tratava um câncer e morreu aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa, que tem sede em Londres. Por Redação g1 — São Paulo

Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016.

Na lista dos bilionários da Forbes, publicada no início de março, Radvinsky ocupava a 870º posição do ranking que reúne os mais ricos do munco.

Morreu nesta segunda-feira (23), o criador do OnlyFans, Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi dada pela empresa, que tem sede em Londres.

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”

Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016 que, originalmente, funcionava como uma rede social em que criadores podiam cobrar pelo acesso a qualquer tipo de post — de cursos a performances artísticas. Apesar disso, o site estourou mesmo em meados de 2020, com a compra e venda de conteúdo erótico.

Discreto nas redes sociais e avesso à entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA. Uma biogafia de um site atribuído ao bilionário, afirmava que ele passou "as últimas duas décadas construindo empresas de software e contribuindo para o movimento de código aberto".

Segundo a BBC, Radvinsky doou mais de US$ 1,3 milhão — R$ 6,7 milhões — em criptomoedas para seu país de origem, que foi invadido pela Rússia no início de 2022.

Além do OnlyFans, Leonid também era dono da Leo, um fundo de capitla de risco fundado em 2009, que foca no investimento em empresas de tecnologia.

Na lista dos bilionários da Forbes, publicada no início de março, Radvinsky ocupava a 870º posição do ranking que reúne os mais ricos do munco, seu patrimônio era de US$ 4,7 bilhões — aproximadamente R$ 24,8 bilhões de reais.

A morte do bilionário gera dúvidas sobre quem assumirá o comando do OnlyFans. Não há informações públicas sobre se Leonid tinha filhos, e a empresa também não divulgou quem deverá assumir seu lugar na gestão ou no controle do negócio.

Em janeiro deste ano, a Reuters noticiou que Radvinsky estava em negociações para vender sua participação majoritária para uma empresa de investimentos chamada Architect Capital por cerca de US$ 5,5 bilhões — cerca de R$ 29,2 bilhões. Mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Logo do OnlyFans é visto em computador. Plataforma é conhecida por conteúdo erótico — Foto: Andrew Kelly/Reuters

Além da carreria em computação, a biografia de Radvinsky no site afirma que io bilionário doava "muito tempo, esforço e dinheiro para causas sem fins lucrativos, como iniciativas de código aberto e instituições de caridade tradicionais".

Entusiasta de assuntos ligados a helicóptero, Radvinsky se considerava como um "aspirante a piloto com cerca de 95 horas de voo, principalmente em um Bell 206B-3 JetRanger".

O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.

Abaixo, reveja reportagem do g1, publicada em fevereiro de 2022, sobre ex-BBBs que possuem perfil no OnlyFans:

Há 4 horas Imposto de Renda Receita recebe quase 136 mil declarações na 1ª hora do prazoHá 4 horasDinheiro esquecido no PIS/Pasep: veja se você tem saldo em fundoHá 4 horasPreso por feminicídioNovas imagens mostram policiais lamentando atitude de tenente-coronel

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Morre Leonid Radvinsky, bilionário e dono do OnlyFans, aos 43 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/03/2026 10:57

Tecnologia Morre Leonid Radvinsky, bilionário e dono do OnlyFans, aos 43 anos Dono da plataforma, conhecida por publicar conteúdo explícito, tratava um câncer. Empresário ucraniano-americano transformou plataforma em fenômeno global. Por Redação g1

Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.

Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa. Ele também era dono da empresa-mãe do OnlyFans, a Fenix International Ltd.

Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.

Morreu nesta segunda-feira (23), o dono do OnlyFans, o bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa à Bloomberg.

Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”

Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa.

Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.

O OnlyFans foi fundado em 2016 e ganhou fama ao hospedar material que é considerado inapropriado na maioria das redes sociais, crescendo muito durante a pandemia.

De acordo com a Bloomberg, Radvinsky estava negociando vender uma participação da empresa, mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Discreto nas redes sociais e avesso a entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA, e acumulava uma fortuna de 4,7 bilhões, segundo a revista Forbes, em seu ranking de bilionários de 2025. Ele despontava como a 870ª mais rica do mundo.

O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University, nos Estados Unidos, e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.

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