RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Aposentadoria inspirou criação de orquidário que deve faturar R$ 70 mil neste ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/08/2026 02:51

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Aposentadoria inspirou criação de orquidário que deve faturar R$ 70 mil neste ano Depois de mais de 30 anos no serviço público, empreendedor transformou a paixão pelas flores em um negócio que reúne cerca de 20 mil orquídeas, vende até 100 plantas por mês e ainda aposta no aluguel de exemplares. Por PEGN

Após mais de 30 anos no serviço público, João Batista transformou a paixão pelas orquídeas, herdada da mãe, em um negócio na aposentadoria. Hoje, mantém um orquidário com cerca de 20 mil plantas.

O hobby virou empresa há 15 anos. No início, o maior desafio foi aprender a precificar as plantas e estruturar o negócio.

O orquidário vende cerca de 100 orquídeas por mês, com preços entre R$ 60 e R$ 250, e também oferece o aluguel das plantas.

O negócio faturou R$ 50 mil em 2025 e a expectativa é alcançar R$ 70 mil em 2026, garantindo renda extra e qualidade de vida ao empreendedor.

Quando se aposentou aos 57 anos, após 45 anos de trabalho, João Batista Fonseca Borba acreditava que entraria em uma fase mais tranquila da vida. Mas a rotina de descanso durou pouco.

Diante da pergunta que muitos aposentados se fazem, "o que vou fazer agora?", ele encontrou a resposta em uma paixão cultivada desde a juventude: as orquídeas.

Hoje, aos 70 anos, João administra um orquidário de dois mil metros quadrados em Brasília, onde mantém cerca de 20 mil plantas. O espaço, construído ao longo de décadas, recebe clientes apaixonados por flores e movimenta um negócio que nasceu quase sem planejamento.

A relação com as orquídeas começou dentro de casa. Inspirado pela mãe, que gostava de cultivar flores, João passou a comprar exemplares para ela e também para si. Aos poucos, a coleção foi crescendo. Sem perceber, construía o estoque que mais tarde daria origem à empresa.

Nascido em uma família que chegou a Brasília durante a construção da capital, João cresceu em um ambiente onde o cultivo fazia parte do cotidiano. Filho de pedreiro, viu a cidade surgir do cerrado e aprendeu desde cedo a produzir alimentos para complementar a mesa da família.

Aposentadoria inspirou criação de orquidário que deve faturar R$ 70 mil neste ano — Foto: Reprodução/PEGN

Apesar do vínculo com a terra, sua carreira seguiu outro caminho. Formado em Administração, passou mais de três décadas no serviço público. A experiência acumulada na gestão acabou sendo útil quando decidiu transformar o hobby em empreendimento.

O orquidário nasceu há quase 15 anos e desde então vem se consolidando como referência para colecionadores e admiradores das plantas.

Além da venda direta, João participa de feiras, exposições e oferece um serviço inusitado: o aluguel de orquídeas para quem quer decorar ambientes sem precisar cuidar permanentemente das flores.

"Você não precisa matar a orquídea. Leva para casa, aproveita enquanto ela está florida e depois troca por outra", costuma explicar aos clientes.

As plantas são comercializadas por valores que variam entre R$ 60 e R$ 250. Em média, cerca de 100 orquídeas são vendidas por mês, sem considerar os períodos de exposição. A operação também gera oportunidades de trabalho para colaboradores que ajudam na manutenção do espaço e nos eventos.

Entre os frequentadores do orquidário estão clientes que acompanham o negócio há uma década. Muitos retornam em datas especiais, como aniversários e Dia das Mães, em busca de novas espécies para presentear ou ampliar coleções.

Aposentadoria inspirou criação de orquidário que deve faturar R$ 70 mil neste ano — Foto: Reprodução/PEGN

O sucesso do empreendimento, porém, não é medido apenas pelo faturamento. Para João, o maior retorno está no contato diário com as pessoas e na sensação de permanecer ativo.

A rotina começa cedo, entre irrigação, adubação e acompanhamento das plantas. Depois, ele segue para a academia antes de voltar ao viveiro para cuidar das atividades da tarde. A parte administrativa, segundo ele, continua sendo uma das tarefas mais simples, resultado dos anos dedicados à gestão.

Ao olhar para a trajetória construída após a aposentadoria, João vê no negócio muito mais do que uma fonte de renda extra. O orquidário se tornou um novo propósito de vida. "Eu estou vivo", resume.

E enquanto as flores seguem desabrochando, a história de João Batista mostra que recomeços também podem florescer depois dos 60 anos.

📍 Endereço: Rod. Br 020, km 11, rua da cerca viva Brasília/DF – CEP: 73270-010📞 Telefone: (61) 99970-2131📧E-mail: jbfbborba@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/orquidariobatista/

Roberto Carlos, ex-jogador da Seleção Brasileira, faz rara aparição ao lado da esposa em show de Henrique & Juliano

Há 2 horas Política Eleições 2026Saiba o que Lula pode, ou não, fazer como presidente que concorre à reeleição

Há 45 minutos Eleições 2026 Lula promete ‘salto além do básico’ se for reeleito Há 45 minutosEscala 6×1 e voto feminino: veja as estratégias de campanha de LulaHá 45 minutosArgentina x BrasilMilei volta a chamar Lula de ‘ladrão’ e ‘corrupto’ e reaquece crise diplomática

Há 16 minutos O Assunto R$ 45 milhõesDesvio da Caixa: quadrilha recebeu informações vazadas da Justiça

Há 5 horas Fantástico Candidatos à PresidênciaFlávio e Zema seguem sem vices, e prazo acaba em 3 dias; veja chapas

Há 10 horas Eleições 2026 Flávio diz que vai aceitar resultado das urnas e que crê em TSE imparcialHá 10 horasEleições 2026Com Flávio e sem Michelle Bolsonaro, PL lança Bia Kicis e Michelle ao Senado pelo DF

Há 6 horas Eleições 2026 no Distrito Federal 🪪🗳️Ainda dá tempo de tirar o título de eleitor? Veja quem poderá votar

Há 2 horas Eleições 2026 Apagão geralRede elétrica nacional de Cuba entra em colapso neste domingo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Justiça impede INSS de recusar benefícios a entregadores do iFood por falta de carteira assinada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/07/2026 03:51

Trabalho e Carreira Justiça impede INSS de recusar benefícios a entregadores do iFood por falta de carteira assinada Liminar determinou que pedidos de entregadores acidentados ou doentes sejam analisados com base nas provas apresentadas, sem recusa automática por ausência de vínculo formal. iFood, INSS e MetLife ainda podem recorrer. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A Justiça do Trabalho determinou que o INSS passe a analisar, caso a caso, os pedidos de benefícios previdenciários de entregadores por aplicativo que sofrerem acidentes ou adoecerem em decorrência do trabalho.

A liminar tem alcance nacional e impede que o instituto rejeite automaticamente os requerimentos apenas pela ausência de carteira assinada ou de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

A decisão não reconhece vínculo empregatício entre o iFood e os entregadores nem garante a concessão automática de benefícios. O iFood, a MetLife e o INSS ainda podem recorrer.

Segundo especialistas, a principal mudança é que o INSS será obrigado a analisar cada pedido com base nas provas apresentadas, sem descartar automaticamente os casos por falta de vínculo formal.

Entregadores de aplicativos fazem protesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Uma decisão da Justiça do Trabalho determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a analisar, caso a caso, os pedidos de benefícios previdenciários de entregadores por aplicativo do iFood que sofrerem acidentes ou adoecerem em decorrência do trabalho.

A liminar tem alcance nacional, produz efeitos imediatos e impede que o instituto rejeite automaticamente os requerimentos pela ausência de carteira assinada ou de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

A decisão foi concedida pela juíza Carla Teresa Baltazar da Silveira Porto, da 2ª Vara do Trabalho de Salvador, em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o iFood, a seguradora MetLife e o INSS. (veja abaixo o que dizem as partes)

A magistrada também determinou que o INSS não poderá negar benefícios apenas porque o entregador é classificado como parceiro ou trabalhador autônomo. Cada pedido deverá ser analisado com base nas provas apresentadas.

Além de impedir as recusas automáticas, a decisão determina que o INSS crie um fluxo administrativo específico para reavaliar pedidos negados por esses motivos.

O instituto terá 30 dias para apresentar um relatório detalhando como funcionará esse procedimento, incluindo os canais de atendimento, os documentos aceitos e o procedimento para solicitar informações ao iFood e à MetLife.

Segundo o procurador do Trabalho Ilan Fonseca, autor da ação, os entregadores do iFood enfrentavam dificuldades para acessar a proteção previdenciária quando sofriam acidentes durante o trabalho.

"O entregador estava em um limbo jurídico. Quando sofre um acidente, não conta com proteção social nem da empresa, nem da seguradora contratada por ela, nem do INSS. Agora, pelo menos, cada pedido terá de ser analisado e decidido", afirmou.

Para garantir o cumprimento da liminar, a juíza fixou multa diária de R$ 10 mil para o iFood, a MetLife e o INSS em caso de descumprimento. O valor poderá chegar a R$ 300 mil para cada uma das empresas e a R$ 500 mil para o INSS.

A decisão também prevê multa de até R$ 5 mil por processo administrativo quando houver omissão injustificada na análise de um pedido individual de benefício.

A ação é resultado de uma investigação conduzida pelo MPT ao longo de mais de três anos, que incluiu entrevistas, inspeções no iFood, análise de documentos da empresa e do INSS, além da consulta a pesquisas sobre o trabalho por aplicativos.

Para o MPT, a falta de mecanismos adequados de registro contribui para a subnotificação dos casos e transfere ao Sistema Único de Saúde (SUS), à Previdência Social e às famílias dos trabalhadores os custos decorrentes dos acidentes e afastamentos.

A ação também questiona a efetividade do seguro oferecido pelo iFood por meio da MetLife. Segundo o MPT, as exigências burocráticas dificultariam o acesso dos trabalhadores às indenizações e não substituiriam a proteção oferecida pelo sistema previdenciário. Na prática, trabalhadores acidentados acabariam sem renda e dependeriam da rede de apoio formada por familiares e amigos.

Na ação, o MPT também pede a condenação do iFood e da MetLife ao pagamento de R$ 100 milhões por danos morais coletivos. Esse pedido ainda será analisado pela Justiça, após a apresentação das defesas e o julgamento dos recursos cabíveis.

A decisão tem caráter provisório. Segundo o MPT, a ação alcança todos os entregadores cadastrados no iFood no país enquanto a liminar permanecer em vigor.

O iFood, a MetLife e o INSS ainda podem recorrer, e a decisão poderá ser mantida, modificada ou revogada pelas instâncias superiores antes do julgamento definitivo da ação civil pública.

Em nota enviada ao g1, o iFood informou que vai pedir a reconsideração da decisão da Vara do Trabalho de Salvador (BA).

A empresa alegou que a liminar foi concedida sem que tivesse a oportunidade de apresentar seus argumentos e sustentou que as obrigações impostas pela Justiça são incompatíveis com o modelo jurídico de autonomia que, segundo a plataforma, caracteriza a relação com os entregadores.

O iFood também afirmou que já oferece aos trabalhadores cadastrados benefícios como seguro contra acidentes, apoio psicológico e jurídico, auxílio em caso de afastamento por doença, incapacidade temporária ou invalidez permanente, além de seguro de vida e auxílio-funeral.

O INSS informou que ainda não foi oficialmente notificado e que "se manifestará oportunamente em relação ao mérito da decisão judicial".

Já a MetLife informou que, até o momento, não foi formalmente notificada da decisão judicial. A empresa acrescentou que, caso seja intimada, "analisará o conteúdo da decisão e adotará as medidas cabíveis, em conformidade com a legislação aplicável".

Entregadores de aplicativos fazem protesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Para a advogada trabalhista Bárbara Ferrari, o principal efeito da decisão é obrigar o INSS a analisar os pedidos de benefícios previdenciários de entregadores acidentados de forma individualizada, sem recusá-los automaticamente. A liminar não cria novos direitos nem altera a natureza da relação entre plataformas e entregadores.

Ferrari afirma que a discussão sobre o reconhecimento de vínculo empregatício continua sendo tratada separadamente pela Justiça do Trabalho e depende da análise de cada caso.

"Não se pode interpretar essa decisão como uma mudança de entendimento sobre a natureza da relação entre plataformas e entregadores", completa.

Segundo o especialista em Direito Previdenciário, Danilo Schettini, a liminar reforça a obrigação de o INSS analisar cada caso com base nas provas apresentadas e também determina que o iFood e a MetLife forneçam informações que possam auxiliar na instrução dos processos administrativos.

"O trabalhador continua precisando cumprir os requisitos previstos na legislação previdenciária, como a qualidade de segurado, quando exigida para cada benefício", afirma.

O advogado explica que os entregadores poderão utilizar diferentes elementos para comprovar que o acidente ou adoecimento ocorreu durante o trabalho, como:

boletins de ocorrência;laudos e prontuários médicos;testemunhas;fotos e vídeos;registros do aplicativo;histórico de corridas;dados de geolocalização;conversas com a plataforma.

Na avaliação de Schettini, embora os efeitos diretos da liminar alcancem apenas os casos abrangidos pela ação, o entendimento pode influenciar processos semelhantes envolvendo trabalhadores de outras plataformas digitais.

Caso seja mantida, a decisão também pode incentivar o INSS a adotar análises mais individualizadas em pedidos de benefícios apresentados por esses trabalhadores.

Em alta naglobo.comJornalismoVentos de 105 km/h deixam 2 mortos, causam apagão e estragos, e param transportes

Há 10 horas Meio Ambiente FOTOS mostram destruição de tornado em cidades do RSHá 10 horasVentos derrubam placas, telhados e árvores em SCHá 10 horasMais de 120 km/hFrente de rajada: entenda o fenômeno favoreceu ventanias no Sudeste

Há 2 horas Meio Ambiente Avanço de frente fria provocou ventania que causou mortesHá 2 horasViolência 1 em cada 3 autores de crimes com material sexual infantil é adolescente

Há 2 horas Política Previsão do tempo ☀️Sol aparece hoje no RS, mas nova frente fria já tem data para chegar

Há 1 hora Rio Grande do Sul Ventos ainda atingem o Sudeste nesta quintaHá 1 horaRio Grande do SulDepois de perder 80% da cidade para a enchente, prefeitura proíbe reconstrução

Há 7 horas Jornal Nacional Granizo, vendaval e rios cheios: chuva volta a desalojar famílias no RSHá 7 horasPassageiros impedidos de desembarcarHumorista relata voo que não pôde pousar no Galeão e foi desviado para BH devido à ventania

Há 6 horas Política Embaixador do Brasil na Argentina se reúne com Lula e ficará no país por tempo indeterminadoHá 6 horasBrasil e Argentina podem romper relação? Entenda crise diplomáticaHá 6 horasResposta à hostilidadeMilei assina decreto para barrar ou expulsar estrangeiros que atacarem argentinos

Há 2 horas Mundo Para além do Estreito de OrmuzMAPA: nova escalada da guerra faz conflito entre EUA e Irã se alastrar

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Benefícios do PIX superam custos impostos ao Brasil pelas tarifas de Trump, diz Nobel de Economia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/07/2026 06:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,1220,2%Dólar TurismoR$ 5,3250,17%Euro ComercialR$ 5,8320,35%Euro TurismoR$ 6,0780,32%B3Ibovespa176.565 pts0,7%Oferecido por

O economista Joseph Stiglitz afirmou que as tarifas dos EUA contra o Brasil punem a independência do PIX. Para ele, os benefícios do sistema superam as taxas.

O Nobel de Economia parabenizou o Brasil por não capitular às pressões de Donald Trump. Stiglitz classificou as justificativas do governo americano como uma "farsa desonesta".

O economista avalia que o impacto das barreiras comerciais será pequeno. Como as exportações brasileiras são commodities, os fluxos comerciais serão facilmente redirecionados.

Stiglitz alertou que a estratégia de tarifas enfraquece a posição global dos Estados Unidos. Segundo ele, as medidas acabam fortalecendo a influência econômica da China.

Joseph Stiglitz foi economista-chefe do Banco Mundial e ganhador do prêmio Nobel de Economia em 2001 — Foto: AFP VIA GETTY IMAGES

Para o economista americano Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de Economia e professor da Universidade Columbia, as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil são motivadas por uma tentativa de punir o país por buscar maior independência digital e por resistir a pressões políticas externas.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele afirma que o governo de Donald Trump se opõe ao avanço da autonomia tecnológica e financeira brasileira e, mais especificamente, ao PIX.

Segundo Stiglitz, Washington "não gosta da ideia de que o Brasil tenha seu próprio sistema de pagamentos, independente da Visa e da Mastercard", e está, na prática, defendendo os interesses corporativos americanos ao incluir o PIX na lista de motivos para taxar as exportações brasileiras.

Apesar da escalada das tensões, ele avalia que os custos econômicos das tarifas tendem a ser limitados e faz uma defesa enfática do PIX, afirmando que os benefícios proporcionados pelo sistema de pagamento brasileiro são "quase certamente muito maiores" do que os prejuízos decorrentes das medidas americanas.

O Nobel de Economia afirma ainda que o presidente americano está usando barreiras comerciais para pressionar países que resistem aos seus interesses políticos e econômicos, entre eles o Brasil.

"Na visão de Trump, é uma audácia se levantar e dizer 'não vamos abrir mão da nossa democracia só para obter melhores condições tarifárias, não vamos capitular'. E ele espera que todos, internacionalmente e internamente, capitulem", diz o economista.

Preciso parabenizar o Brasil por não ter cedido às pressões de Trump, disse Nobel de Economia — Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS/AFP via Getty Images/BBC

Na conversa com a BBC News Brasil, Joseph Stiglitz ainda classificou as justificativas apresentadas pelo governo de Donald Trump como uma "farsa desonesta" e sustentou que a estratégia tarifária americana pode acabar enfraquecendo a posição dos Estados Unidos e fortalecendo a influência da China na economia global.

BBC News Brasil – Na sua visão, as tarifas implementadas pelos Estados Unidos contra o Brasil são baseadas nas conclusões pragmáticas obtidas por meio das investigações sobre práticas comerciais e combate ao trabalho forçado ou existem também motivações políticas?

Joseph Stiglitz – É tudo uma questão política. Não se trata, especialmente, da suposta questão do trabalho forçado, que é uma vergonha para os Estados Unidos. Enquanto alguns países tiveram aumento de 1%, outros tiveram redução de 1% ou 2% [em relação às tarifas impostas previamente, derrubadas pela Suprema Corte]. É incrível que haja esse grau de correlação entre o extenso trabalho forçado ao redor do mundo e as tarifas que Trump impôs, que não têm nada a ver com trabalho forçado. É uma farsa. Uma farsa desonesta que deveria ser motivo de vergonha.

Há outros aspectos interessantes: grande parte do trabalho forçado está associado à importação de mercadorias da China, na região de Uigur, mas a China não teve um aumento significativo ou maior que o de outros países, foi de 1% ou 2%. Seria de se esperar que, se a preocupação fosse realmente com o trabalho forçado, as tarifas mais altas fossem contra a fonte do trabalho forçado na China. Mas não foi o caso.

Há ainda mais constrangimento: os Estados Unidos submetem cidadãos americanos a trabalho forçado em larga escala, utilizando prisioneiros. Isso é permitido pela 13ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, e é algo muito extenso e significativo. No entanto, ele [Trump] não está fazendo nada a respeito. Portanto, fica muito claro: não se trata de trabalho forçado. Trata-se da agenda política de Trump associada à imposição de tarifas em todo o mundo.

Agora, no caso do Brasil, há alguns aspectos específicos. Ele [Trump] não gosta da ideia de que o Brasil deseje ter, digamos… independência digital. Ele não gosta da ideia de que o Brasil tenha seu próprio sistema de pagamentos, independente da Visa e da Mastercard. Ou seja, ele está simplesmente servindo aos interesses corporativos americanos. Novamente, é constrangedor.

[As tarifas] não se baseiam nos princípios comerciais estabelecidos há muito tempo, são apenas um ataque ao Brasil porque, assim como a Índia e vários outros, o país decidiu que é bom ter meios de pagamento de baixo custo disponíveis para seus cidadãos.

Há outro elemento no Brasil, que remonta às tarifas impostas originalmente e que é totalmente político. Trump queria apoiar Jair Bolsonaro, que em 8 de janeiro [de 2023] fez algo análogo ao que ele fez em 6 de janeiro [de 2021], tentando impedir a transição pacífica de poder, o elemento essencial de uma democracia. Então, Trump está mais uma vez dizendo que não acredita realmente na democracia.

BBC News Brasil – Essa combinação de fatores também fez com que o Brasil fosse o primeiro país a ser atingido por essa nova onda de tarifas?

Stiglitz – Sim, acho que demonstra animosidade contra o Brasil. Pode-se dizer que, na visão dele [Trump], é uma audácia se levantar e dizer 'não vamos abrir mão da nossa democracia só para obter melhores condições tarifárias, não vamos capitular'. E ele espera que todos, internacionalmente e internamente, capitulem. Nos Estados Unidos, minha própria universidade capitulou. Harvard não. Alguns escritórios de advocacia capitularam, outros não. E eu preciso parabenizar o Brasil por não ter capitulado.

BBC News Brasil – Nas redes sociais, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que as tarifas seriam consequência do comportamento do presidente Lula, que teria priorizado o seu próprio ego em detrimento de um acordo. Qual a sua opinião sobre esses comentários?

Stiglitz – Bem, Rubio está defendendo Trump. Mas, de certa forma, [as tarifas] foram uma consequência do Brasil se opor a Trump. E Trump não gosta que as pessoas o enfrentem. Ele atacou [a universidade de] Harvard quando ela se opôs, quando não capitulou.

Mas, por outro lado, ele não atacou a China, porque a China estava disposta a enfrentá-lo e, pode-se dizer, tinha as cartas na manga no controle das terras raras e minerais, e estava disposta a usar essas vantagens estratégicas.

Mas eu acho que o mundo como um todo, a União Europeia [UE], o Reino Unido, o Japão, cometeram um grande erro ao capitular aos caprichos de Donald Trump. Isso é ruim para a nova ordem nacional. Aqui na Europa, o único país que não capitulou fortemente foi a Espanha. Ele ameaçou aplicar tarifas especiais, mas não o fez, pois é muito difícil para ele fazer isso, por causa da participação da Espanha na UE. Mas esse tipo de protesto contra aqueles que não capitulam é o que se espera de uma figura autoritária como Donald Trump.

"Os benefícios do sistema de pagamentos que ele quer destruir [Pix] são quase certamente muito maiores do que os custos que estão sendo impostos ao Brasil", diz Stiglitz sobre tarifas dos EUA — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

BBC News Brasil – Quais poderiam ser as consequências econômicas dessa nova onda de tarifas para o Brasil?

Stiglitz – Na maior parte dos casos, não acho que haverá um impacto tão grande quanto os Estados Unidos esperam e quanto Trump deseja. O motivo é que grande parte das exportações brasileiras são commodities e, quando um país aplica tarifas contra commodities, estas são redirecionadas. Então, se os EUA não compram determinada commodity do Brasil, o Brasil envia mais para outro país, e esse país compra um pouco menos de um terceiro país. Portanto, trata-se de um rearranjo dos fluxos comerciais. Isso interfere na eficiência global, mas o efeito líquido é relativamente pequeno. E é por isso que o Brasil não deve se preocupar demais.

E os benefícios do sistema de pagamentos que ele quer destruir [PIX] são quase certamente muito maiores do que os custos que estão sendo impostos ao Brasil. E não há a menor possibilidade de um país abrir mão da sua democracia simplesmente porque uma figura autoritária como Donald Trump diz que, a menos que você faça isso, ele vai impor tarifas. A democracia é muito mais importante. E sabemos que Donald Trump está atropelando o Estado de Direito e a democracia, tanto em âmbito nacional quanto internacional.

BBC News Brasil – E considerando que agora outros 59 parceiros comerciais dos EUA também foram alvo de tarifas, quais poderiam ser as consequências em todo o mundo?

Stiglitz – Se observarmos o padrão das tarifas impostas, veremos que, com algumas exceções, como o Brasil, há pouca diferença em relação ao que já existia antes, o que não representará um trauma adicional para a ordem global.

Trump minou a arquitetura econômica global e a ordem global, e acho que isso tem um custo enorme. Aliás, devo acrescentar que não apenas as tarifas originais foram declaradas ilegais nos Estados Unidos pela Suprema Corte, mas também as tarifas que ele impôs posteriormente, que expiraram agora, e para as quais as novas tarifas servem de substitutas, também foram declaradas ilegais. E eles persistiram porque o processo piloto continuou.

Mas, assim como as primeiras tarifas tiveram que ser reembolsadas, as segundas tarifas também terão que ser reembolsadas. E há muitos questionamentos, processos já foram movidos… É muito claro que essas tarifas não seguem as intenções da Seção 301, ele está usando isso como uma lenda. Mas espero que os tribunais percebam que, ao fazer isso, ele não está realmente administrando a lei da maneira correta. É mais um exemplo de Trump atropelando o Estado de Direito.

BBC News Brasil – A atual estratégia americana pode estar empurrando os parceiros comerciais dos EUA para a China?

Stiglitz – Ela está mudando a ordem global, não apenas a econômica, mas também a política, e está fortalecendo a posição da China, sem dúvida. Os Estados Unidos não são mais um aliado confiável ou um parceiro comercial confiável. Quanto mais dependente dos Estados Unidos um país está, mais vulnerável se torna aos caprichos de Donald Trump. Portanto, nenhum país racional desejaria se tornar dependente dos Estados Unidos, seja para insumos, produtos ou qualquer outro propósito. Ironicamente, na área de relações internacionais, a China provou ser mais estável e mais aderente ao Estado de Direito.

BBC News Brasil – O fato de essas tarifas serem relativamente menos agressivas do que as que ele anunciou no ano passado diz algo sobre o poder e os limites da estratégia do governo Trump?

Stiglitz – A maioria dos americanos agora acredita, corretamente, que as tarifas são pagas pelos próprios consumidores americanos. Isso significa que, ao contrário de Trump, que diz que são os outros países que estão pagando, eles sabem que estão pagando por isso. Considerando o aumento de preços resultante da guerra com o Irã, os americanos não estão satisfeitos com as políticas econômicas do governo Trump.

Portanto, obviamente houve uma ampla reação negativa. Da mesma forma, o Congresso, pela Constituição, tem o direito exclusivo de impor impostos — e tarifas são impostos, são impostos para produtos importados. E ele [Trump] está tentando fingir que essa autoridade foi delegada a ele, o que não é verdade. Isso também limita seu poder.

Então, acho que tanto a economia quanto a política estão militando contra esse abuso de poder presidencial por Donald Trump.

Em alta naglobo.comJornalismoBarco com grupo de holandeses vira no Parque Nacional do Iguaçu e turista morre

Há 45 minutos Rio de Janeiro Traficantes usam van para tentar invadir área de milícia no RioHá 45 minutosPagamento na sexta-feiraCalculadora mostra quanto você vai receber com a distribuição do FGTS

Há 43 minutos Economia FGTS distribuirá lucro de R$ 13 bilhões; veja como consultarHá 43 minutosCrise entre vizinhosArgentina diz que sempre trocou insultos com o Brasil

Há 1 hora Mundo A comparação entre economias de Brasil e Argentina em 8 gráficosHá 1 horaBlog da Ana FlorProrrogação de medidas dos EUA contra Brasil tem dedo de aliados de Bolsonaro

Há 1 hora Blog Ana Flor 🎧 PodcastO ASSUNTO: como o Brasil pode se defender na guerra comercial de Trump

Há 1 hora O Assunto Ex-presidente presoMoraes dá 48h para Bolsonaro informar se autorizou vídeo de IA

Há 41 minutos Política Datafolha: 59% acreditam que Moraes agiu mal ao proibir visita de Flávio ao paiHá 41 minutosEleições 2026PSB oficializa hoje Alckmin como vice de Lula; partido é 2º a formalizar apoio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nova Chevrolet S10 Trail Boss tem suspensão reforçada e pneus para uso no fora de estrada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 10:51

Carros Nova Chevrolet S10 Trail Boss tem suspensão reforçada e pneus para uso no fora de estrada Picape ganha preparação específica para o uso fora do asfalto, com novos amortecedores, pneus de uso misto e pacote de assistência ao motorista. Preço é de R$ 341.290. Por Redação g1

A Chevrolet apresentou neste domingo (26) a nova S10 Trail Boss, versão voltada para quem busca maior capacidade no fora de estrada. Preço de lançamento é de R$ 341.290.

O principal diferencial está no conjunto de suspensão exclusivo, desenvolvido em parceria com a Ironman, e nos pneus Pirelli Scorpion All Terrain de 18 polegadas. As rodas são exclusivas da versão.

A suspensão recebeu molas e amortecedores específicos para esta configuração. Com isso, a picape ficou 3 cm mais alta, o que melhora a capacidade para enfrentar terrenos irregulares.

Segundo a fabricante, a geometria também foi recalibrada para equilibrar o desempenho no off-road e o uso diário.

Além das mudanças mecânicas, a Trail Boss traz visual exclusivo. A versão adota grade dianteira e para-choque traseiro com acabamento preto brilhante, molduras dos para-lamas mais largas, adesivos no capô e na tampa traseira, além de emblemas específicos.

A picape também passa a oferecer de série o protetor de caçamba Multiflex e o santantônio estendido. O protetor conta com pontos para instalação de organizadores, ganchos e outros acessórios para facilitar a fixação da carga.

A Trail Boss ocupa uma posição acima da versão Z71 dentro da linha S10 quando o assunto é capacidade para rodar fora do asfalto.

A S10 Trail Boss mantém o conjunto mecânico das demais versões da picape. O modelo é equipado com motor 2.8 turbodiesel de 207 cv de potência e 52 kgfm de torque, sempre combinado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com reduzida.

A versão também traz os modos de condução Off-Road e Normal, além de bloqueio eletrônico do diferencial traseiro.

Segundo a Chevrolet, a calibração da suspensão exclusiva foi desenvolvida para trabalhar em conjunto com esse conjunto mecânico e ampliar a capacidade da picape em pisos de baixa aderência e obstáculos.

Entre os equipamentos de série, a Trail Boss oferece painel de instrumentos digital de 8 polegadas e central multimídia MyLink com tela de 11 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

O modelo também conta com carregador de celular por indução, ar-condicionado digital automático, bancos com revestimento específico e seis airbags.

A lista inclui ainda alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, alerta de saída de faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré de alta definição, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, além de sistema de monitoramento da pressão dos pneus.

Há 9 minutos Mundo ‘Vergonha alheia’: governador de Buenos Aires critica fala de Milei Há 9 minutosLigação telefônicaXi Jinping diz a Lula que China apoia o Brasil rejeitar interferência externa

Há 37 minutos Mundo Datafolha: para 52%, Trump quer ajudar Flávio com tarifaçoHá 37 minutosBatalha judicial’Nunca recebi um abraço’: jovem tenta tirar nome da mãe dos documentos

Há 30 minutos Fantástico Parto na ilhaBebê nascido em Noronha é transferido para o Recife em UTI aérea

Há 41 minutos Viver Noronha Entenda por que partos são proibidos em Fernando de NoronhaHá 41 minutosVale do JequitinhonhaBatida de frente entre carro e van deixa 5 mortos e 6 feridos em MG

Agora Vales de Minas Gerais Eleições 2026 Quaest no RJ: Paes lidera em todos os cenários de 1º e 2º turno

Há 2 horas Eleições 2026 no Rio de Janeiro Na disputa pelo Senado, Benedita e Crivella lideram no estadoHá 2 horasPela presidência, Flávio Bolsonaro tem 32% e Lula, 30% no RJHá 2 horasQuaest no Paraná: Moro tem 39% no 1º turno, Requião Filho 18% e Greca 12%

Há 4 horas Eleições 2026 no Paraná Álvaro Dias e Alexandre Curi lideram disputa pelo SenadoHá 4 horasQuaest no Pará: Hana Ghassan tem 24% no 1º turno; Daniel Santos, 20%

Há 4 horas Eleições 2026 no Pará Helder e Éder Mauro aparecem à frente pelo SenadoHá 4 horasVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS inicia pagamento de benefícios de julho nesta segunda; veja calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 00:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%Oferecido por

Os aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os pagamentos referentes ao mês de julho a partir desta segunda-feira (27).

O calendário é definido conforme o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número que aparece após o traço).

Recebem primeiro os segurados que ganham até um salário mínimo. Quem recebe acima do piso nacional terá o pagamento liberado na sequência.

Final 1: 27/7Final 2: 28/7Final 3: 29/7Final 4: 30/7Final 5: 31/7Final 6: 3/8Final 7: 4/8Final 8: 5/8Final 9: 6/8Final 0: 7/8

O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Para os que recebem acima desse valor, o calendário inicia com os cartões de final 1 e 6. No dia seguinte, são pagos os finais 2 e 7, e assim por diante.

Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar o valor a receber do seu benefício pelo aplicativo "Meu INSS" ou no site meu.inss.gov.br.

Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Há 4 horas Fantástico Viagens, favores e suspeitas de propinasOs bastidores da relação entre coronéis da PM e integrantes do PCC

Há 4 horas Fantástico Disputa para presidenteCaiado é oficializado como candidato do PSD: ‘Eleição não é de rejeitados’

Há 8 horas Eleições 2026 Caiado foi candidato a presidente pela 1ª vez em 1989; veja perfilHá 8 horasLigação telefônica 🤳Lula conversa com Xi e reforça aproximação do Brasil com a China

Há 8 minutos Político ‘Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras’, diz Lula em artigo no jornal Washington PostHá 8 minutosBolada milionária 💰Prêmio da Mega acumula em R$ 78 milhões; veja números

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Justiça dos EUA prorroga suspensão da compra da Warner Bros. pela Paramount por mais 14 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/07/2026 18:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%Oferecido por

A Justiça dos EUA suspendeu por mais 14 dias a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount por 110 bilhões de dólares. A decisão atende a uma ação de 12 estados.

Os estados alegam que a fusão pode elevar preços de filmes e programas. A Paramount poderia iniciar demissões e compartilhar dados estratégicos antes da decisão final.

A Paramount afirma que a ação judicial interpreta mal as leis antitruste. O negócio, anunciado em fevereiro, também passa por análises regulatórias na Europa e Reino Unido.

Se aprovada, a fusão criará um grupo com 200 milhões de assinantes de streaming. A família Ellison passará a comandar marcas como a CNN e CBS News.

Nesta quinta-feira (23), a Justiça dos Estados Unidos ampliou o prazo de suspensão de compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount, em um negócio avaliado em US$ 110 bilhões (cerca de R$ 562 bilhões). O acordo já havia sido interrompido antes e a promessa era que retomasse no dia 3 de agosto. Agora, porém, será adiado por mais 14 dias, sendo discutido somente em 17 de agosto.

A decisão foi tomada pela pela juíza americana Araceli Martínez-Olguín de Oakland, na Califórnia.

A medida atende a uma ação movida por uma coalizão de 12 estados americanos, liderada pela Califórnia, que alega que a fusão pode reduzir a concorrência e prejudicar os consumidores.

Os estados argumentam que a união das duas empresas criaria um grupo de mídia com poder suficiente para elevar os preços de filmes e programas de TV, além de enfraquecer a concorrência no setor.

Segundo a ação, se a compra for concluída antes da decisão final da Justiça, a Paramount poderá iniciar demissões e compartilhar informações estratégicas com a Warner Bros. Discovery. Caso a fusão seja posteriormente considerada ilegal, essas mudanças poderão ser difíceis de reverter.

O processo judicial pode atrasar os planos da Paramount de ampliar sua presença no mercado de entretenimento e competir de forma mais direta com gigantes do streaming, como Netflix e Disney.

A Paramount, por sua vez, afirma que a ação dos estados interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos EUA.

A empresa também afirma que um atraso na conclusão do negócio prejudicaria os trabalhadores do setor de entretenimento, que já enfrentam dificuldades há vários anos.

"Estamos confiantes de que as provas demonstrarão que os argumentos antitruste dos procuradores-gerais estaduais não têm fundamento, pois os mercados que eles alegam existir e suas alegações de efeitos anticoncorrenciais não encontram respaldo na realidade dos mercados atuais", afirmou um porta-voz da Paramount à agência Reuters.

Desde que foi anunciada, em fevereiro, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount enfrenta uma série de obstáculos regulatórios e judiciais.

Embora o Departamento de Justiça dos EUA tenha aprovado a operação, autoridades de outros países passaram a analisar os possíveis impactos da fusão sobre a concorrência.

A Comissão Europeia adiou sua decisão para avaliar as concessões propostas pela Paramount, enquanto o Reino Unido afirmou que pode intervir na operação por preocupações relacionadas à concorrência, ao streaming e ao setor de mídia.

Nos EUA, procuradores-gerais de estados como Califórnia, Nova York e Oregon iniciaram uma ofensiva para tentar barrar a fusão. Eles alegam que a união das empresas pode reduzir a concorrência nos mercados de cinema e TV por assinatura, concentrar poder no setor e resultar em perda de empregos.

Além da resistência das autoridades, o acordo também enfrenta críticas de atores, roteiristas, donos de cinemas e outros profissionais da indústria do entretenimento, que temem cortes de postos de trabalho e uma redução no número de filmes produzidos e distribuídos.

A decisão desta segunda-feira (20), que suspende temporariamente a conclusão da compra, representa o revés mais recente para a operação bilionária.

A compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount é considerada uma das maiores transações da história da indústria do entretenimento.

Se concluída, a operação criará um grupo com cerca de 200 milhões de assinantes de streaming e um catálogo que reúne marcas como HBO, CNN, DC Comics, Harry Potter, Game of Thrones, CBS, Paramount Pictures e Nickelodeon.

O impacto do negócio vai além do valor bilionário. Enquanto a Warner reúne algumas das marcas mais valiosas do setor, a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.

Diferentemente da proposta apresentada pela Netflix durante a disputa pela Warner, a oferta da Paramount inclui todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV por assinatura.

Se a operação for aprovada, a família Ellison — que controla a Paramount — também passará a comandar algumas das principais marcas do jornalismo americano, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.

Há 5 minutos Política Relatório final do CenipaASSISTA: Tripulação ignorou sinais de alerta em avião da Voepass que caiu

Há 32 minutos Campinas e Região Relembre desastre aéreo que matou 62 pessoas em 2024Há 32 minutosAvião da Voepass não poderia ter decolado, diz Cenipa

Há 25 minutos Campinas e Região Cenipa aponta ‘cultura de normalização de desvios’ na Voepass Há 25 minutosCaso ‘Dark Horse’Mendonça autoriza investigação sobre repasses de Vorcaro a filme sobre Bolsonaro

Há 6 horas Política Transferência de R$ 61 milhões e destino final do valor: o que a PF vai investigarHá 6 horasEleições 2026Flávio Bolsonaro publica vídeo pedindo desculpas a Michelle e a convida para campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Michelle curte post em que Flávio pede desculpas Há 2 horasChefe de campanha nega que Flávio esteja adotando ‘estilo Jair’Há 2 horas VALDO: Flávio pode perder apoio de eleitores independentes após atacar urnasHá 2 horasMichelle queria pedido público de Flávio para voltar à campanha, diz Valdemar

Há 2 horas Política ‘Me maltratou no telefone’ x ‘Ninguém é perfeito’: compare FRASES de Michelle e Flávio BolsonaroHá 2 horasOCTAVIO GUEDES: Desculpas atrasadas podem ser vistas como arranjo políticoHá 2 horas’Apoio’ de Rubio a FlávioEUA comentam fala de Lula e dizem se interessar por eleição íntegra no Brasil

Há 4 horas Mundo Caos no transporte de SPTarcísio diz que Trivia pode perder concessão de trens caso ‘não cumpra obrigações’

Há 1 hora Bauru e Marília Artesp manda CPTM voltar a operar linhas de trem privatizadasHá 1 horaBotão de emergência não funcionou em trem que pegou fogoHá 1 horaGritos e correria: VÍDEO mostra o momento de explosão em trem em SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo prorroga por mais dois meses subsídio ao diesel e estuda estender benefício à gasolina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/07/2026 18:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,0840,65%Dólar TurismoR$ 5,2920,61%Euro ComercialR$ 5,7850,37%Euro TurismoR$ 6,0350,34%B3Ibovespa176.724 pts-0,46%Oferecido por

Diante da retomada da guerra no Oriente Médio nas últimas semanas, o Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (23) a prorrogação, por mais dois meses, da chamada "subvenção", um tipo de subsídio, para manter o preço do diesel mais baixo.

O governo afirmou também que estuda estender o subsídio à gasolina, que foi definido em R$ 0,44 por litro da gasolina em maio, para tentar conter os efeitos guerra na economia brasileira.

Com alta do petróleo, há pressão sobre os preços dos combustíveis, algo que se reverbera por toda economia (leia mais abaixo). O governo também deve prorrogar por mais dois meses o subsídio ao querosene da aviação (QAV), apurou o g1.

A leitura é de que o cenário geopolítico ainda tem forte impacto sobre o custo da operação dos serviços aéreos. Com a guerra no Oriente Médio, o insumo passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas.

Alguns dias após o anúncio do subsídio, em maio, a Petrobras anunciou um novo ajuste de R$ 0,48 nos preços da gasolina A para as distribuidoras. Por conta da subvenção concedida pelo governo, o aumento efetivo foi menor: de R$ 0,04 por litro.

O subsídio é pago diretamente aos produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Também para conter os efeitos da guerra na inflação, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, na semana passada, a elevação do percentual de etanol anidro na gasolina para 32%. A medida tem validade inicial de 180 dias, mas pode ser prorrogada uma vez por igual período.

A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, travou o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz — corredor marítimo no Golfo Pérsico por onde passa cerca de 20% do petróleo global. Com isso, o barril do petróleo, principal matéria-prima dos combustíveis, superou os US$ 100.

LEIA MAIS: Dólar opera em alta, após novos ataques entre EUA e Irã e com alta do petróleo no radar; Ibovespa cai

Após negociações, os Estados Unidos e o Irã anunciaram um acordo de paz preliminar na guerra do Oriente Médio em 17 de junho, o que contribuiu para a queda do preço do barril de petróleo para menos de US$ 80 por algumas semanas.

Menos de mês depois, em 8 de julho, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que o acordo de paz firmado com o Irã teria acabado, e que não buscaria mais diálogo com Teerã, o que voltou a pressionar novamente os preços dos combustíveis. O petróleo opera novamente acima de US$ 100 por barril nesta semana.

"Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (…) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou", afirmou Trump, na ocasião, quando perguntado se o acordo teria "morrido".

Agora Política Relatório final do CenipaASSISTA: Tripulação ignorou sinais de alerta em avião da Voepass que caiu

Há 28 minutos Campinas e Região Relembre desastre aéreo que matou 62 pessoas em 2024Há 28 minutosAvião da Voepass não poderia ter decolado, diz Cenipa

Há 21 minutos Campinas e Região Cenipa aponta ‘cultura de normalização de desvios’ na Voepass Há 21 minutosCaso ‘Dark Horse’Mendonça autoriza investigação sobre repasses de Vorcaro a filme sobre Bolsonaro

Há 6 horas Política Transferência de R$ 61 milhões e destino final do valor: o que a PF vai investigarHá 6 horasEleições 2026Flávio Bolsonaro publica vídeo pedindo desculpas a Michelle e a convida para campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Michelle curte post em que Flávio pede desculpas Há 2 horasChefe de campanha nega que Flávio esteja adotando ‘estilo Jair’Há 2 horas VALDO: Flávio pode perder apoio de eleitores independentes após atacar urnasHá 2 horasMichelle queria pedido público de Flávio para voltar à campanha, diz Valdemar

Há 2 horas Política ‘Me maltratou no telefone’ x ‘Ninguém é perfeito’: compare FRASES de Michelle e Flávio BolsonaroHá 2 horasOCTAVIO GUEDES: Desculpas atrasadas podem ser vistas como arranjo políticoHá 2 horas’Apoio’ de Rubio a FlávioEUA comentam fala de Lula e dizem se interessar por eleição íntegra no Brasil

Há 4 horas Mundo Caos no transporte de SPTarcísio diz que Trivia pode perder concessão de trens caso ‘não cumpra obrigações’

Há 59 minutos Bauru e Marília Artesp manda CPTM voltar a operar linhas de trem privatizadasHá 59 minutosBotão de emergência não funcionou em trem que pegou fogoHá 59 minutosGritos e correria: VÍDEO mostra o momento de explosão em trem em SP

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS diz que fila caiu 74% em 2026 e tem 1,6 milhão de pedidos; Lula prometeu zerar até setembro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/07/2026 00:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,051-0,43%Dólar TurismoR$ 5,260-0,3%Euro ComercialR$ 5,764-0,35%Euro TurismoR$ 6,015-0,23%B3Ibovespa177.548 pts2,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,051-0,43%Dólar TurismoR$ 5,260-0,3%Euro ComercialR$ 5,764-0,35%Euro TurismoR$ 6,015-0,23%B3Ibovespa177.548 pts2,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,051-0,43%Dólar TurismoR$ 5,260-0,3%Euro ComercialR$ 5,764-0,35%Euro TurismoR$ 6,015-0,23%B3Ibovespa177.548 pts2,44%Oferecido por

A fila de espera por benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu diz que fila caiu 74% em 2026 e que 1,6 milhão de pedidos aguardavam resposta até 14 de julho. Esse é o menor patamar em 21 meses.

Segundo os dados do Ministério da Previdência Social, desse total, 486 mil requerimentos estão fora do prazo legal de 45 dias. Outros 745 mil processos seguem dentro do prazo regimental.

O governo trocou a chefia do INSS em abril. No lugar de Gilberto Waller, que foi demitido, assumiu o posto Ana Cristina Viana Silveira.

Após a troca, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a nova chefe do INSS tem a meta de zerar a fila de espera até setembro deste ano. Essa foi uma promessa de Lula ao tomar posse em 2023.

🔎 O Ministério da Previdência considera que a meta de “zerar a fila” do INSS significa acabar com o estoque de requerimentos com mais de 45 dias. Todos os meses o INSS recebe, em média, 1,3 milhão de novos requerimentos.

Há, ainda, 450 mil processos cujo andamento depende do cumprimento de exigências por parte do cidadão, como envio de documentos complementares, laudos ou comprovação de vínculos.

O alívio na fila é fruto da ampliação da capacidade de processamento da instituição, segundo o governo. Isso porque, entre janeiro e maio de 2026, a quantidade de processos analisados pela autarquia teve alta de 34,7%, quando comparado com o mesmo período de 2025.

No acumulado de janeiro a maio, a média mensal de benefícios concedidos subiu 12,4%, passando de 608,6 mil no ano passado para 683,8 mil concessões mensais em 2026.

O fluxo manteve-se constante nos meses de abril e maio, quando as aprovações registraram uma média de 755,5 mil novos benefícios por mês.

O "ápice" desse fluxo de processamento ocorreu em março de 2026, período em que a autarquia registrou a marca de 1,626 milhão de processos analisados e concedeu 890 mil benefícios em um único mês.

Ana Cristina presidiu o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) por quase três anos. Neste período, segundo o governo, o INSS dobrou a capacidade de análise de recursos.

Após esse resultado, a nova presidente do INSS assumiu o cargo com a missão de zerar as filas no órgão. A troca no comando da autarquia foi defendida pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT).

Ainda segundo o blog, Lula avaliou que o agora ex-presidente Gilberto Waller foi importante para colocar a casa em ordem depois da eclosão do escândalo de desvios de aposentadorias e pensões. Mas não conseguiu fazer o serviço de casa em relação às filas, por não ser alguém do setor.

🔎O INSS é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Previdência Social, encarregada de executar as ações de concessão, manutenção e pagamento de benefícios previdenciários.

Há 7 horas Política ‘Há males que vêm para o bem’, diz presidenteHá 7 horasEtanol está no centro das justificativas para tarifaço Há 7 horasBlog do Valdo CruzCiro Nogueira avisa a Flávio que PP e União Brasil ficarão neutros na eleição

Há 7 horas Blog do Valdo Cruz Em 2025Flávio emitiu duas notas de R$ 500 mil para empresa ligada a suspeito no caso Master

Há 4 horas Política Interior de São PauloMulher morre após passar por cirurgia destinada a outra pessoa

Hospital admitiu falha na identificação que levou a procedimento para colocação de sonda estomacal.

Há 5 horas Campinas e Região Reta final dos mandatosGovernadores e Lula: veja promessas cumpridas ou não após 3 anos e meio

Há 9 horas Promessas dos políticos Lula aprovou isenção do IR, mas não recriou Ministério da SegurançaHá 9 horasCorrupção e lavagem de dinheiroJustiça Federal anula denúncia da Lava Jato envolvendo a Petrobras

Há 5 horas Paraná Previsão do tempo 🌧️🌬️Frente fria espalha chuva por SP e MS; temporais voltam ao RS no fim de semana

Há 14 minutos Meio Ambiente El Niño: governo antecipa contratos de reserva de energia para garantir abastecimentoHá 14 minutosQueda matou 62 pessoas em 2024Cenipa divulga relatório final sobre acidente da Voepass nesta quinta; veja o que esperar

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS começa a analisar pedidos de pensão a órfãos de feminicídio; veja as regras e como pedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%Oferecido por

O INSS começará a analisar este mês mais de 400 pedidos de pensão para órfãos de vítimas de feminicídio, acumulados desde o início dos requerimentos.

O benefício de 1 salário mínimo mensal é destinado a menores de 18 anos, cuja renda familiar por pessoa seja de até R$ 405,25.

Para solicitar, o responsável deve atualizar o CadÚnico e fazer o pedido pelo aplicativo Meu INSS, pelo telefone 135 ou nas agências físicas.

Aprovada em outubro de 2023, a lei que criou o auxílio teve sua regulamentação finalizada apenas em maio, após a publicação de portaria do órgão.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promete analisar, ainda neste mês, o estoque de pedidos de pensão a crianças e adolescentes que perderam as mães vítimas de feminicídio.

São mais de 400 requerimentos parados. A partir de agora, o INSS diz que vai analisar o estoque de pedidos e também as novas solicitações para a pensão.

A lei que garante o benefício é de 2023, mas faltava uma etapa da regulamentação da lei que criou o auxílio a esses órfãos.

📄 O INSS começou a receber os pedidos em dezembro de 2025. Mas a portaria com detalhes do processo e critérios para que os requerimentos sejam analisados pelos técnicos da Previdência Social foi publicada no fim de maio.

🗓️ O INSS afirmou que, se os requerimentos apresentados desde dezembro forem aprovados, a pensão será paga de maneira retroativa a partir da data da solicitação do auxílio.

A pensão é destinada às crianças que perderam as mães vítimas de feminicídio. O valor corresponde a um salário mínimo por mês e será dividido entre os dependentes, caso haja mais de um beneficiário.

O pagamento é garantido até os 18 anos de idade e ser direcionado ao responsável legal cuja renda familiar seja de até R$ 405,25 por pessoa — o equivalente a um quarto do salário mínimo.

A comprovação do crime é feita com documentos do inquérito policial ou de decisão judicial sobre o caso.

Para fazer a solicitação da pensão, o Cadastro Único (CadÚnico) deve ter sido atualizado nos últimos dois anos e com o CPF de todas as pessoas da família.

O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou do adolescente, diretamente ao INSS, seja em uma agência, pela central telefônica 135 ou pelo aplicativo Meu INSS.

Entre no Meu INSS;Informe o CPF e senha do gov.br;Siga para: "Do que você precisa?";Digite: "Pensão Especial – Dependentes de Vítimas de Feminicídio". Siga as orientações.

Auxílio a órfãos do feminicídio atende 18 crianças e adolescentes no Acre — Foto: Reprodução

A lei que criou a pensão foi aprovada pelo Congresso, em outubro de 2023, e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no mesmo mês.

Mas a regulamentação – etapa que detalha os procedimentos para pagamento do benefício – demorou mais de dois anos e meio.

Primeiro, foi necessário um decreto presidencial para regulamentar a lei. O decreto foi publicado no fim do ano passado. A partir daí, o INSS começou a receber os requerimentos da pensão.

Mas ainda faltava outra regulamentação: uma portaria do INSS. Essa norma só foi publicada no fim de maio.

Em nota, o Palácio do Planalto disse que, para elaborar o decreto, vários ministérios foram envolvidos e que “essas definições exigiram estudos aprofundados e análises técnicas detalhadas”.

“Assim, o período transcorrido entre a sanção da lei e a edição do decreto regulamentador correspondeu ao tempo necessário para o tratamento criterioso da matéria, para assegurar a efetividade e a adequada implementação da política”, afirmou o governo.

“Qualquer novo benefício exige uma série de adaptações por parte da instituição”, declarou.

Há 13 minutos São Paulo Rede de financiamento: ‘doleiros’ do PCC são alvo de operaçãoHá 13 minutosPMs de alta patente são citados em áudio e planilhas apreendidasHá 13 minutosMúltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 4 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 4 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 4 horasGanhos relativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 1 hora Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 1 horaVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 6 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 6 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: Ortega escancara não ter interesse em maquiar a sua ditadura

Agora Blog da Sandra Cohen Oposição e analista criticam decisão de Ortega de cancelar eleiçõesAgora’Não haverá mais eleições aqui’: o discurso de Ortega que decretou fim das eleiçõesAgoraVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para suspensão da dívida de Angra 3

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/07/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,074-1,13%Dólar TurismoR$ 5,278-1,12%Euro ComercialR$ 5,801-0,69%Euro TurismoR$ 6,050-0,66%B3Ibovespa176.454 pts0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-1,13%Dólar TurismoR$ 5,278-1,12%Euro ComercialR$ 5,801-0,69%Euro TurismoR$ 6,050-0,66%B3Ibovespa176.454 pts0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-1,13%Dólar TurismoR$ 5,278-1,12%Euro ComercialR$ 5,801-0,69%Euro TurismoR$ 6,050-0,66%B3Ibovespa176.454 pts0,41%Oferecido por

O CNPE reconheceu nesta terça-feira (14) interesse público no pedido da Eletronuclear para suspender temporariamente a dívida da construção de Angra 3.

A decisão dá respaldo institucional para a estatal negociar com BNDES e Caixa, que avaliarão o pedido sob suas próprias regras.

A Eletronuclear busca suspender a cobrança de quase R$ 7 bilhões em dívidas até que o CNPE defina o futuro da usina.

O serviço da dívida soma R$ 800 milhões em 2026. Os gastos totais com Angra 3 passam de R$ 1 bilhão anual.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) reconheceu nesta terça-feira (14) "interesse público" no pedido da Eletronuclear para obter uma suspensão temporária do pagamento da dívida relacionada à construção da Usina Termonuclear de Angra 3.

A medida, conhecida no mercado como "stand still", abre caminho para que a estatal negocie um alívio temporário no fluxo de caixa com os bancos credores.

Assim, a resolução aprovada pelo CNPE autoriza a Eletronuclear a apresentar o pedido ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal (CEF), que poderão analisar a viabilidade de uma eventual suspensão temporária dos pagamentos da dívida referente ao empreendimento.

Na prática, a decisão dá respaldo institucional para que a estatal formalize a solicitação às instituições financeiras. Caberá ao BNDES e à Caixa avaliar o pedido de acordo com seus normativos internos, a legislação aplicável às operações de crédito e as regras para constituição de garantias.

A resolução, contudo, não altera os contratos de financiamento em vigor, nem determina a suspensão dos pagamentos ou impõe qualquer obrigação às instituições financeiras. A eventual concessão do chamado "stand still" dependerá da análise técnica e da decisão de cada banco.

Como o g1 vem mostrando desde dezembro do ano passado, a estatal quer que os bancos públicos suspendam temporariamente a cobrança de quase R$ 7 bilhões em dívidas relacionadas ao empreendimento, até que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) defina o futuro da usina.

Em fevereiro deste ano, Alexandre Caporal, à época presidente interino da estatal, afirmou que a Eletronuclear corre o risco de virar os Correios se não houver uma negociação da dívida, em referência à crise econômico-financeira da empresa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) .

A suspensão dos pagamentos, afirmou Caporal, é considerada essencial para garantir a sustentabilidade financeira da estatal.

A medida, já concedida por seis meses em 2024, daria fôlego à estatal até que o CNPE defina o destino de Angra 3, cujas obras estão paralisadas há cerca de dez anos.

De acordo com Caporal, o serviço da dívida soma R$ 800 milhões em 2026. Quando somados aos custos de manutenção da usina, os gastos totais com Angra 3 ultrapassam R$ 1 bilhão por ano.

Há 2 horas Carros Efeitos da guerraNovo normal em Ormuz afeta petróleo e vira pedra no sapato de Trump

Há 56 minutos Economia Petróleo dispara e atinge o maior nível após conflito no Oriente Médio se agravarHá 56 minutosEmpresa de fertilizante reduz produção no Brasil por falta de enxofreHá 56 minutosTrump agora diz que desistiu de taxar em 20% navios no Estreito de Ormuz Há 56 minutos💰💰💰’Dinheiro esquecido’: R$ 6,2 bilhões podem ser resgatados, diz BC

Há 49 minutos Economia Verba investigadaDino critica emendas de ‘terceiros’ e cobra explicações do Congresso

Há 2 horas Política 🎧 O ASSUNTO: O Orçamento Secreto 2.0Há 2 horasFingia estar grávidaTécnica que tentou roubar bebê tinha quarto pronto com berço e fraldas

Há 3 horas Fantástico Polícia investiga se Auricélia teve ajudaHá 3 horasTragédia em GalwayEx-zagueiro brasileiro morre após acidente com scooter na Irlanda

Há 3 horas Ribeirão Preto e Franca Tragédia na MT-249Três DJ’s morrem após batida entre carro e caminhão em Mato Grosso

Há 1 hora Mato Grosso Colisão de ônibus com caminhão deixa 2 mulheres mortas no RSHá 1 horaVeja onde assistirFrança e Espanha se enfrentam na 1ª semifinal da Copa hoje

Há 11 horas Mundo Souvenir diferente 🦝Comprar animal empalhado como fez Haaland é permitido? Entenda leis

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 8NO NEW POSTS