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A guerra comercial por trás das estrelas Michelin: por que a gastronomia se tornou tão obcecada por prêmios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

A inédita distinção de dois restaurantes paulistanos, Evvai e Tuju, com três estrelas na mais recente edição do Guia Michelin, a mais alta distinção do setor, extrapolou o circuito especializado.

Com isso, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países com restaurantes três estrelas e torna-se o único representante da América Latina nesse patamar, ao lado de potências como França, Japão, Espanha e China.

Um levantamento feito por pesquisadores das universidades do Estado da Carolina do Norte e do Kansas indicou que, em termos gerais, uma estrela pode incrementar o que fatura um restaurante em 20% e que três delas podem ter um efeito estrondoso sobre as contas, duplicando o faturamento em um ano.

A guerra comercial por trás das estrelas Michelin: por que a gastronomia se tornou tão obcecada por prêmios — Foto: Getty Images via BBC

Durante décadas, a garantia de que um restaurante era "bom" vinha estampada nas paredes por fotografias: artistas, políticos e outras figuras públicas que por ali haviam passado funcionavam como selo informal de prestígio. Hoje, esse código mudou.

Antes mesmo de o maître dar as boas-vindas, o cliente já é recebido por placas, troféus e prateleiras repletas de prêmios que representam uma nova linguagem de validação que tomou a gastronomia. No lugar das celebridades, são as distinções que falam mais alto: quanto mais numerosas, maior a promessa (ao menos aparente) de qualidade.

Os prêmios e rankings tornaram-se ativos centrais no universo gastronômico — e, no Brasil, não é diferente.

A inédita distinção de dois restaurantes paulistanos, Evvai e Tuju, com três estrelas na mais recente edição do Guia Michelin, a mais alta distinção do setor, extrapolou o circuito especializado: ganhou espaço nos jornais, na televisão aberta e repercutiu internacionalmente.

Com isso, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países com restaurantes três estrelas e torna-se o único representante da América Latina nesse patamar, ao lado de potências como França, Japão, Espanha e China.

Um fato a ser celebrado, principalmente pelos restaurantes premiados. As estrelas representadas na placa vermelha à porta de um deles podem significar maior faturamento.

Um levantamento feito por pesquisadores das universidades do Estado da Carolina do Norte e do Kansas indicou que, em termos gerais, uma estrela pode incrementar o que fatura um restaurante em 20% e que três delas podem ter um efeito estrondoso sobre as contas, duplicando o faturamento em um ano. O que explica o jogo quase obsessivo por conquistá-las.

"Não há como não reconhecer que eles [os prêmios] comercialmente ajudam muito um restaurante", afirma o chef Rafa Costa e Silva, do Lasai, no Rio de Janeiro. De acordo com ele, quando o restaurante conquistou sua segunda estrela em 2024, as reservas e o faturamento multiplicaram.

"Não sei dizer exatamente em números, mas é certo que esse e outros reconhecimentos tiveram um papel fundamental para nós e muitos. Não trabalhamos para prêmios, mas é impossível ignorar a importância que eles conquistam", acrescenta.

Costa e Silva se refere ao Michelin, mas também a outros reconhecimentos, como os influentes rankings dos 50 Best, além de prêmios como o The Best Chefs Awards, o La Liste, o World Culinary Awards, entre tantos que passaram a dominar o cenário da gastronomia recentemente. A cada ano, novas listas e honrarias surgem para tentar girar ainda mais forte as engrenagens de um segmento que não para de crescer.

"Os prêmios rendem um volume significativo de imprensa internacional e visibilidade, geram negócios para os restaurantes, mas também para as cidades que os recebem, por isso se tornaram, um excelente modelo", explica o consultor gastronómico Nidal Barake, da agência Gluttonomy, em Miami, mas que trabalha com empresas na área em todo o mundo.

"A proliferação se torna problemática quando muitos prêmios começam a parecer iguais, ou quando parecem mais guiados por patrocínios e cliques do que por um reconhecimento genuíno", afirma.

Por décadas, o Guia Michelin dominou o mercado basicamente sozinho. Criado pela maior fabricante de pneus da Europa em 1900 para incentivar viagens — e o consumo de seus produtos — ganhou seu atual sistema de estrelas em 1936: uma indica um restaurante "muito bom na sua categoria"; duas estrelas significam "excelente cozinha, que vale o desvio"; enquanto três estrelas, a distinção máxima, indicam uma "cozinha excepcional, que vale uma viagem especial".

As avaliações são feitas por inspetores anônimos, que visitam os restaurantes em mais de 40 países (incluindo o Brasil), pagam as contas pela empresa e elaboram relatórios detalhados após cada refeição.

Por décadas, o Guia Michelin dominou o mercado basicamente sozinho. Criado pela maior fabricante de pneus da Europa em 1900 para incentivar viagens — Foto: Getty Images

Outros guias com modelos próprios de avaliação, como o Gault&Millau, baseados em pontuações foram surgindo no horizonte da gastronomia, ao mesmo tempo em que outros aparecem para propor modelos distintos.

Foi o caso dos 50 Best: criado em 2002, o ranking dos 50 melhores restaurantes do mundo é definido por 1.120 votantes (entre jornalistas, chefs e viajantes) anônimos, que escolhem os lugares onde mais gostaram de comer.

Eles não podem ter interesses financeiros nos restaurantes e devem ter visitado os locais em que votaram nos últimos 18 meses. Todo ano, elege o melhor restaurante do mundo e a lista dos outros 49 colocados, além de prêmios especiais (como sommelier, chef eleito por seus pares, etc).

Para Érica Schecter, diretora de Relações Públicas e Comunicações da The World's 50 Best, o sucesso do ranking deu-se sobretudo por ter conseguido cobrir algo que os modelos críticos tradicionais historicamente negligenciaram: o cenário internacional, que os 50 Best, com votantes distribuídos por todos os continentes, tratou de abarcar.

"A lista reformulou a ideia de 'o melhor' como uma conversa mais global, e não como um veredito exclusivamente europeu", ela diz. Entre os vencedores número 1 já estiveram representantes de países como Espanha, Dinamarca, mas também Estados Unidos e Peru.

O prêmio ganhou tanta importância no meio gastronômico que a William Reed, empresa de mídia que detém a marca, passou a diversificar suas listas também mais regionalmente (América Latina, América do Norte, Ásia, mas também Oriente Médio e Norte da África) buscando ampliar suas atuações. E, claro, seus negócios.

Impulsionados por um boom do turismo gastronômico mundial — um pilar central da economia global de viagens, com a gastronomia respondendo por cerca de 30% da receita turística em muitos destinos, segundo dados da Organização Mundial do Turismo (UNWTO) — os prêmios e listas viram nos governos ávidos por se promoverem uma mina de ouro.

Embora não exista um número oficial único sobre o total de turistas motivados pela comida, estimativas da UNWTO indicam que mais de 80 bilhões de refeições são servidas anualmente a viajantes internacionais e domésticos, o que ajuda a explicar por que o turismo gastronómico se tornou um dos segmentos mais dinâmicos de uma indústria que gera de R$ 8 a R$ 10 trilhões por ano.

Esses viajantes tendem a ter um padrão de gasto mais elevado: ficam em hotéis melhores, exploram vários restaurantes, visitam cafés e bares e se envolvem mais com o ecossistema local. Ou seja, são os turistas mais desejados.

Assim, os prêmios encontraram um modelo de financiamento que passa pelos investimentos municipais, regionais ou nacionais para receber principalmente cerimônias de premiações, e, com elas, todo o holofote que podem trazer.

"Os governos começaram a entender que o turismo gastronômico é uma das ferramentas de soft power mais impactantes à sua disposição, que nenhuma campanha publicitária consegue igualar", afirma Schecter.

Ela justifica que há o impacto econômico direto, com participantes do evento reservando hotéis, voos e restaurantes durante o período da premiação, mas também indiretos ao trazer às cidades grandes nomes da indústria, que acabam frequentando e valorizando os estabelecimentos locais.

De forma mais estratégica, as parcerias ajudam a reposicionar um destino no imaginário global por meio da cobertura midiática que gera. "Quando cidades como Valência, Melbourne ou Turim sediam o evento, estão sinalizando que fazem parte do topo das conversas gastronômicas mundiais, colocando-se firmemente no mapa dos destinos imperdíveis para estes viajantes internacionais", justifica.

A gastronomia se tornou uma importante bandeira da atual gestão do Turismo da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, que tem patrocinado a participação de seus chefs em eventos de caráter mundial (como o importante congresso Madrid Fusión, onde foi cidade internacional convidada) e buscado receber a nata da gastronomia mundial em premiações que acontecem na cidade.

Em 2023 e 2024, o Rio sediou o Latin America's 50 Best Restaurants e, no início de abril, a gala do Guia Michelin (que volta a se repetir nos próximos anos)— eventos que ampliaram significativamente a projeção internacional da cidade, em investimentos totais estimados em cerca de R$ 24 milhões até agora.

A aposta faz parte de uma política mais ampla de posicionar a cidade no mapa da diplomacia gastronômica, tratando grandes eventos do setor como ferramentas de promoção de destino e estímulo econômico.

Embora raramente divulgados, os valores pagos por cidades anfitriãs ajudam a sustentar o modelo de prêmios como o do 50 Best — como mostram casos pontuais, como o de Melbourne, que investiu cerca de US$ 600 mil, segundo dados divulgados à época pelo governo local, para receber a cerimônia em 2017.

Estima-se que os valores tenham aumentado consideravelmente com os anos, ainda que as empresas que promovem os prêmios não divulguem abertamente sobre as negociações.

O Guia Michelin e outros prêmios, como o The Best Chef Awards, ao lado de patrocinadores privados (muitos deles ligados ao fornecimento de bebidas, equipamentos e insumos para restaurantes) passaram a capitalizar a busca cada vez mais intensa por visibilidade das secretarias de turismo.

Cidades e regiões, ávidas por atrair visitantes, entram assim numa disputa geopolítica que hoje também se joga à mesa.

"Vemos o crescente envolvimento dos governos na gastronomia como um sinal claro de que o setor agora é reconhecido como um ativo cultural e econômico estratégico", afirma Joanna Slusarczyk, uma das criadoras do The Best Chefs Awards.

"A gastronomia não é mais vista apenas como hospitalidade ou entretenimento, mas como um poderoso motor do turismo, da identidade, da educação e do desenvolvimento local", acrescenta.

Para ela, ao apoiar prêmios gastronômicos, os governos não apenas ganham visibilidade, atraem turismo de alto valor e fortalecem seu posicionamento no panorama cultural internacional, mas sobretudo ajudam a promover talentos locais, produtores e ecossistemas culinários, algo que premiações já fizeram por outras áreas, como música e cinema.

"Comparada a áreas como música ou cinema, a gastronomia ainda é um ecossistema de premiações global relativamente jovem, portanto a rápida expansão de listas e rankings pode ser facilmente interpretada como inflação em vez de evolução", diz ao rebater a crítica de que há muitas premiações hoje no setor.

O consultor Nidal Barake concorda que mais prêmios — ainda que briguem pelas mesmas fatias do mercado — são sinal de um crescimento do segmento. Mas alerta que o modelo baseado substancialmente no dinheiro dos governos tem um efeito colateral mais amplo.

"Se o financiamento depender excessivamente de recursos públicos, apenas cidades ou destinos com maior capacidade financeira conseguirão sediá-los. Isso cria um cenário desigual, no qual muitos destinos gastronômicos relevantes ficam de fora, não por falta de importância, mas simplesmente por não terem recursos para competir", diz.

Na Argentina, o governo nacional decidiu deixar de financiar a edição de 2026 do Guia Michelin, a um custo estimado em cerca de US$ 400 mil, agora assumido pela cidade de Buenos Aires e pela província de Mendoza.

A mudança, abrupta, evidencia o envolvimento cada vez mais direto (e indissociável) de destinos turísticos na promoção gastronômica como estratégia de posicionamento internacional.

O modelo de financiamento público também voltou ao centro do debate com a parceria entre o The World's 50 Best Restaurants e o governo de Abu Dhabi, sede da gala deste ano, reforçando críticas de que rankings e premiações operam, hoje, como ferramentas de promoção turística sustentadas por verbas estatais.

Reportagem do The New York Times aprofundou a polêmica ao questionar a escolha da capital de um país acusado de violações de direitos humanos. O texto aponta que o uso da gastronomia como instrumento para projetar uma imagem de modernidade, tolerância e abertura, com apoio de guias como o Michelin, financiado localmente pelo Departamento de Cultura e Turismo, contrasta com denúncias de organizações como a Human Rights Watch.

Sem uma base financeira que prescinda de recursos públicos, essas premiações passam a arcar também com os custos reputacionais de seu próprio modelo de financiamento, argumenta Barake. "Com o tempo, isso pode não só limitar a diversidade e a independência, mas comprometer a credibilidade — e, no limite, a própria legitimidade — desses prêmios", conclui.

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Governo lança nesta segunda novo pacote para renegociação de dívidas; veja o que já se sabe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O governo federal lança nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil – um pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.

Entre os principais eixos do programa, está a renegociação de débitos com bancos e operadoras de crédito.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O governo federal lança nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil – um pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.

Entre os principais eixos do programa, está a renegociação de débitos com bancos e operadoras de crédito. Os termos do Novo Desenrola foram definidos após uma série de reuniões entre o governo e representantes do setor financeiro.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou o presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT), durante pronunciamento em cadeia de rádio e televisão na última quinta-feira (30).

Segundo ele, os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida.

O g1 apurou que o programa deve abarcar rendas de até cinco salários mínimos, cerca de R$ 8 mil mensais.

Lula disse, ainda, que o trabalhador poderá ter acesso a até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a amortização de dívidas.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, explicou na última quarta-feira (29) que essa operação será entre bancos.

A Caixa Econômica Federal deverá transferir o dinheiro do FGTS para o banco em que está a dívida, após autorização do trabalhador.

"Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", declarou o presidente.

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Desaprovação de Trump atinge novo recorde em meio à guerra com o Irã, aponta pesquisa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 19:47

Mundo Desaprovação de Trump atinge novo recorde em meio à guerra com o Irã, aponta pesquisa A seis meses das eleições de meio de mandato, americanos estão amplamente insatisfeitos com a atuação de Trump no conflito e na economia. A pesquisa é do Washington Post-ABC News-Ipsos. Por Redação g1, g1 — São Paulo

A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu um nível recorde, segundo pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos divulgada neste domingo (3).

O levantamento indica que os americanos estão amplamente insatisfeitos com a atuação do republicano na guerra com o Irã e em outras questões-chave, a seis meses das eleições de meio de mandato.

De acordo com a pesquisa, a desaprovação de Trump chegou a 62%, o maior nível já registrado em seus dois mandatos. A aprovação está em 37%, próxima dos 39% observados em fevereiro.

O levantamento mostra que a avaliação do presidente em relação à economia, tema central de sua retomada política em 2024, piorou desde o início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante evento da Turning Point USA no dia 17 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Evan Vucci

A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu um nível recorde, segundo pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos divulgada neste domingo (3).

O levantamento indica que os americanos estão amplamente insatisfeitos com a atuação do republicano na guerra com o Irã e em outras questões-chave, a seis meses das eleições de meio de mandato.

De acordo com a pesquisa, a desaprovação de Trump chegou a 62%, o maior nível já registrado em seus dois mandatos. A aprovação está em 37%, próxima dos 39% observados em fevereiro.

O levantamento mostra que a avaliação do presidente em relação à economia, tema central de sua retomada política em 2024, piorou desde o início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro.

Nesse contexto, a maioria dos americanos desaprova a condução de Trump na crise com o Irã, por 66% a 33%.

Na economia, a avaliação do republicano caiu sete pontos, para 34%, em meio à alta dos preços da gasolina. Já em relação à inflação, a aprovação recuou cinco pontos no período, para 27%.

O pior desempenho no recorte econômico da pesquisa aparece na percepção sobre o custo de vida, com 23% de aprovação e 76% de desaprovação.

O crescente descontentamento dos americanos tem relação direta com a guerra. Dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina já subiu cerca de 40% no país desde o início do conflito.

E os impactos já se refletem em uma alta mais disseminada dos preços. A inflação subiu 0,9% em março, no maior aumento desde maio de 2024, alcançando 3,3% no acumulado em 12 meses. O resultado foi influenciado pela alta nos custos de energia, alimentos e moradia.

O movimento é consequência da disparada do preço do barril de petróleo, que chegou a superar US$ 120. Na última sexta-feira, o tipo Brent, referência global, fechou a US$ 108,17, o que representa alta de cerca de 50% desde 28 de fevereiro.

🔎 Conforme mostrou o g1, a alta nos preços de energia desagrada o eleitorado dos EUA e pode azedar a disputa legislativa para o partido de Trump em novembro deste ano, quando os americanos vão às urnas para eleger governadores, deputados e senadores.

O principal fator por trás da disparada dos preços é o bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial.

A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio e ataques a petroleiros.

Com os impactos econômicos dos dois lados, o Estreito de Ormuz segue como centro da disputa entre Estados Unidos e Irã.

Neste domingo, Trump afirmou que os EUA vão guiar em segurança navios presos na via marítima a partir da manhã desta segunda-feira (4), no horário do Oriente Médio.

O presidente disse que a ação será destinada a embarcações de países que não estão envolvidos na guerra na região, mas não citou nenhuma nação especificamente.

"Para o bem do Irã, do Oriente Médio e dos EUA, informamos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis ​​restritas, para que possam seguir com suas atividades livremente", escreveu em sua rede social, a Truth Social.

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A empresa chinesa de roupas esportivas que quer desafiar Nike e Adidas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Anta é uma gigante do vestuário esportivo que vem construindo um portfólio de marcas internacionais, incluindo Arc'teryx e Salomon.

A empresa pode ainda não ser um nome familiar no Ocidente, mas possui mais de 10 mil lojas na China e patrocina atletas de elite como a esquiadora freestyle Eileen Gu.

A expansão global da empresa — que ocorre em um momento em que Donald Trump busca trazer de volta aos EUA empregos industriais por meio de tarifas — destaca o quão essenciais e competitivas as cadeias de suprimentos chinesas se tornaram para o setor manufatureiro.

Décadas como a "fábrica do mundo" deram a diversas empresas chinesas ambiciosas a oportunidade de competir diretamente com as mesmas empresas que antes eram suas clientes.

A empresa chinesa de roupas esportivas que quer desafiar Nike e Adidas — Foto: Getty Images via BBC

A economia chinesa estava apenas começando a se abrir no final da década de 1980, quando um jovem determinado, que havia largado a escola no ensino médio, partiu para Pequim com 600 pares de sapatos.

Ding Shizhong os fabricou em uma fábrica de um parente e pretendia vendê-los. O dinheiro que ganhou permitiu que ele montasse sua primeira oficina, onde começou a fabricar calçados para outras empresas.

O jovem de 17 anos era um dos muitos empreendedores emergentes na China, enquanto o capitalismo decolava sob o olhar atento dos governantes do Partido Comunista.

Desde então, seu negócio cresceu e se tornou uma gigante do vestuário esportivo chamada Anta, que vem construindo um portfólio de marcas internacionais, incluindo Arc'teryx e Salomon.

A Anta agora busca competir com marcas como Nike e Adidas, um objetivo que Ding deixou claro em 2005: "Não queremos ser a Nike da China, mas a Anta do mundo."

A Anta pode ainda não ser um nome familiar no Ocidente, mas possui mais de 10 mil lojas na China e patrocina atletas de elite como a esquiadora freestyle Eileen Gu.

Em fevereiro, a empresa inaugurou sua primeira loja nos EUA, no exclusivo bairro de Beverly Hills, em Los Angeles.

A Anta é uma gigante do setor de roupas esportivas na China. — Foto: CFOTO/Future Publishing via Getty Images via BBC

A expansão global da empresa — que ocorre em um momento em que Donald Trump busca trazer de volta aos EUA empregos industriais por meio de tarifas — destaca o quão essenciais e competitivas as cadeias de suprimentos chinesas se tornaram para o setor manufatureiro.

Décadas como a "fábrica do mundo" deram a diversas empresas chinesas ambiciosas a oportunidade de competir diretamente com as mesmas empresas que antes eram suas clientes.

A Anta pretende conquistar o mercado internacional e competir com a Nike e a Adidas. — Foto: Getty Images via BBC

Fundada em 1991, a Anta iniciou sua trajetória longe do glamour de Beverly Hills, como uma pequena fabricante na cidade de Jinjiang, na província de Fujian, no sudeste da China.

Mas Jinjiang cresceu rapidamente, transformando-se de uma pacata cidade agrícola na "capital mundial do calçado", como parte do plano do governo para impulsionar indústrias específicas em diferentes províncias.

Um grande volume de investimentos logo se seguiu, vindo de gigantes do calçado esportivo em busca de fábricas no exterior que lhes permitissem reduzir seus custos de produção.

Em Jinjiang, assim como em cidades vizinhas ao longo da costa leste, surgiram diversos polos especializados em diferentes tipos de calçados, cada um com sua própria cadeia de suprimentos.

No coração da região central de Jinjiang encontra-se o município de Chendai, uma área de cerca de 40 quilômetros quadrados com milhares de fábricas e fornecedores. Esse distrito ajudou a consolidar a reputação da cidade na fabricação de calçados para marcas globais como Nike e Adidas.

Um terço dos trabalhadores de Jinjiang são empregados por fabricantes de calçados. — Foto: CFOTO/Future Publishing via Getty Images via BBC

Cada centro reunia fornecedores de cadarços, solados e tecidos, além de empresas de logística que ajudavam a transformar rapidamente projetos em produtos prontos para o varejo e a distribuí-los.

Em 2005, a província de Fujian sozinha era responsável por quase um quinto da produção mundial de calçados, segundo estimativas das Nações Unidas.

Até um terço dos trabalhadores de Jinjiang são empregados por uma das milhares de fábricas de calçados da cidade, o que a coloca entre os distritos econômicos de maior renda da China.

Jinjiang era apenas um dos muitos centros de manufatura na costa leste. Os outros produziam roupas ou eletrônicos. Esse nível de especialização na manufatura era inédito em qualquer outro lugar do mundo na época, afirma o professor Fei Qin, da Universidade de Bath, no Reino Unido, que pesquisou sobre fábricas no leste da China na década de 2000.

À medida que clientes estrangeiros chegavam a essas fábricas para fechar negócios, o país colhia mais do que apenas receita.

"Eles aprenderam não apenas a produzir mais, mas também a produzir melhor, mais rápido e de forma consistente", acrescenta Fei.

A esquiadora olímpica de estilo livre Eileen Gu é embaixadora da marca chinesa de roupas esportivas Anta. — Foto: Getty Images via BBC

Foi nessas ruas que a Anta cresceu, fabricando calçados em larga escala e a baixo custo para marcas globais.

Primeiro, ela estabeleceu uma vasta rede de distribuição para varejistas em toda a China, um fator crucial para fabricantes que buscam expansão.

Ao mesmo tempo, a Anta construiu gradualmente o reconhecimento de sua marca no mercado interno, abrindo novas lojas e firmando parcerias com grandes eventos esportivos, incluindo competições nacionais de basquete e tênis de mesa.

Empresas como a Anta sabem que há mais valor em ser uma marca reconhecida do que em ser uma subcontratada, afirma Fei.

Em 2007, a Anta abriu seu capital na Bolsa de Valores de Hong Kong, arrecadando cerca de US$ 450 milhões, um recorde na época para uma empresa chinesa de artigos esportivos.

A China busca competir com grandes marcas após décadas sendo a "fábrica do mundo". — Foto: Getty Images via BBC

O consultor de marcas Wei Kan, que trabalhou para a Converse e a Nike na China, afirma que a Anta chamou sua atenção por seu centro de produção integrado, que lhe permitia projetar e comercializar calçados mais rapidamente do que seus concorrentes.

Além disso, era uma das poucas empresas chinesas que visavam o mesmo segmento de consumidores que as principais marcas ocidentais, diz Kan.

Empresas como a Anta, que começam fabricando produtos para marcas globais, gradualmente aprendem os fundamentos da gestão de negócios, prosperam na China e "naturalmente aspiram a objetivos mais ambiciosos", acrescenta Kan.

Há muitos outros exemplos, como a empresa de tecnologia Xiaomi. Essa empresa começou como desenvolvedora de software, personalizando sistemas baseados em Android, antes de fabricar seus próprios telefones, dispositivos eletrônicos e, agora, veículos elétricos.

Da mesma forma, a DJI fabricava acessórios para câmeras e componentes para drones antes de se tornar, por mérito próprio, uma fabricante internacional de drones.

Talvez o exemplo mais conhecido seja a BYD, que antes fabricava baterias para pioneiros de veículos elétricos como a Tesla e agora é a principal fabricante mundial do setor.

A empresa administra mais de 12 mil lojas na China. Ela também possui mais de 460 pontos de venda fora do país e planeja ter mil lojas operando somente no Sudeste Asiático nos próximos três anos.

A Nike, que ainda detém a maior participação no mercado de calçados esportivos, tem apenas mil lojas em todo o mundo.

As empresas chinesas são conhecidas por se expandirem rapidamente dentro do próprio país antes de se aventurarem no exterior, onde enfrentam maiores desafios para ampliar suas operações.

Para começar, há um desafio relacionado à percepção. Os produtos chineses são frequentemente vistos como itens baratos, de baixa qualidade ou meras imitações.

A Anta tentou superar essa barreira por meio de aquisições, como parte de uma abordagem que denomina "estratégia multimarca".

A primeira grande jogada da empresa foi a aquisição dos direitos da Fila na China, em 2009, tornando a marca italiana uma das principais fontes de receita para seus negócios, explica Elisa Harca, da agência de marketing chinesa Red Ant Asia.

Em 2019, a Anta adquiriu uma participação majoritária na marca finlandesa de artigos esportivos Amer Sports. Esse acordo deu à Anta o controle sobre as subsidiárias da Amer, incluindo marcas de luxo como Arc'teryx e Salomon.

A Anta também é proprietária da Wilson, fabricante americana de raquetes e bolas de tênis usadas pela National Basketball Association (NBA), e neste ano adquiriu uma participação de 29% na Puma, permitindo que auxilie a empresa alemã em sua expansão na China.

Essas ações ajudam a Anta a evitar "impor" seus produtos em todos os mercados e, em vez disso, usar suas marcas ocidentais como porta de entrada, afirma o analista de negócios Rufio Zhu, da agência global de marketing esportivo IMG.

Dessa forma, a Anta consegue alcançar compradores que podem estar desconfiados de uma marca com o rótulo "made in China", observa Zhu.

O patrocínio de celebridades é um ativo fundamental para uma marca global. A Nike, por exemplo, selou seu emblemático acordo com Michael Jordan na década de 1980. Já a Anta contratou jogadores de basquete como Klay Thompson e Kyrie Irving. No entanto, ainda não conseguiu fechar acordos na mesma escala daqueles que forjaram o prestígio de marcas como Nike ou Adidas.

Além disso, ser uma marca chinesa traz certos obstáculos, dada a relação tensa de Pequim com o Ocidente, e particularmente com os Estados Unidos. A esquiadora americana Eileen Gu, embaixadora da marca Anta, foi alvo de críticas após sua decisão de representar a China em vez dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos.

Empresas que atingem uma escala significativa devem manter um delicado equilíbrio entre a China e o Ocidente, argumenta Kan. "Marcas como a Anta devem estar preparadas para isso."

A ascensão da Anta ocorre em um momento em que rivais como Nike e Adidas enfrentam seus próprios desafios, tanto globalmente quanto na China.

As tarifas americanas impactaram os lucros dessas duas empresas, já que elas importam produtos fabricados na Ásia.

A Nike também está lutando para estimular suas vendas, pois sua incursão no comércio eletrônico fracassou após a pandemia de Covid-19. Além disso, a demanda na China diminuiu.

Essas dificuldades colocam a Anta em uma posição vantajosa no exterior, especialmente considerando o crescente interesse do consumidor por outras marcas, observa o especialista em marketing esportivo Zhu.

"A questão não é se a Anta conseguirá aumentar sua visibilidade, mas se seus concorrentes serão capazes de se adaptar com rapidez suficiente para defender seu próprio espaço", acrescenta Zhu.

Enquanto isso, a China está "preparando seus fabricantes para o futuro" acelerando a implantação de robôs nas fábricas, o que agiliza a produção e pode reduzir custos, acrescenta Fei.

A inauguração da primeira loja da Anta nos Estados Unidos ocorreu após anos de venda de seus produtos no país por meio de lojas de departamento.

Suas paredes estão repletas de prateleiras cheias de tênis e sapatos de basquete: dois segmentos de mercado que a Anta precisa conquistar nos EUA para competir com a Nike ou a Adidas.

"Somos realistas quanto à concorrência, mas o cenário global de roupas esportivas não é um jogo de soma zero", disse um porta-voz da Anta à BBC.

"Estamos confiantes de que os entusiastas do esporte reconhecerão as inovações e o valor da marca que a Anta oferece", acrescentou.

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‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 01:44

Mundo ‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria Trufas são vendidas por até US$ 50 kg e se tornaram uma importante forma de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste do país. Por Deutsche Welle

Conhecidas no país como a “iguaria banhada em sangue”, as trufas podem ser vendidas por até US$ 50 o quilo e se tornaram uma das poucas formas de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste sírio.

Caçadores na Síria se arriscam apra encontrar trufas em meio a minas terrestres — Foto: Reprodução/DW

Diante de uma paz ainda frágil, os caçadores enfrentam ataques de grupos armados, como o Estado Islâmico. Mas o maior risco continua sendo o das minas terrestres espalhadas pelo território após anos de guerra.

"A gente vê as minas com os nossos próprios olhos. Ou seja, andamos e recolhemos trufas em meio a minas espalhadas pelo chão. Mas fazer o quê? Uma mina explodiu a nossa caminhonete. Agora o meu braço está quebrado e as minhas costas, cheias de estilhaços", contou o caçador de trufas Hassan Al-Daham Al-Hassan.

Outro caçador, Hamza Al-Mohammad, também ficou gravemente ferido após a explosão de uma mina terrestre. Segundo ele, não havia nenhum aviso sobre o perigo na área.

"Onde eu estava coletando trufas não tinha nenhum aviso,ninguém nos disse para não nos aproximarmos daquela área. Espero que o governo encontre uma solução para esse problema das minas terrestres, porque todos os dias há explosões que atingem pessoas. Isso virou um desastre", disse Hamza.

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Agrishow tem queda de 22% no volume de negócios em meio a guerra no Oriente Médio e altas taxas de juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 16:02

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow tem queda de 22% no volume de negócios em meio a guerra no Oriente Médio e altas taxas de juros Segundo organização, feira em Ribeirão Preto (SP) ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios. Por Ana Beatriz Fogaça, Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca

A Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, encerrou a edição de 2026 com uma queda de 22% no volume de negócios.

Segundo dados divulgados pela organização nesta sexta-feira (1º), o evento ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões, R$ 3,2 bilhões a menos do que em 2025.

O resultado confirma o cenário de queda de 20% nas vendas do setor de máquinas e implementos agrícolas no país no primeiro trimestre.

Apesar de ter sido comum ver ruas esvaziadas na feira, a organização confirmou que o número de visitantes foi o mesmo do ano passado, de 197 mil pessoas.

Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida a presidente nas eleições 2026.

A Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, encerrou a edição de 2026 com uma queda de 22% no volume de negócios.

Segundo dados divulgados pela organização nesta sexta-feira (1º), o evento ajudou a prospectar R$ 11,4 bilhões, R$ 3,2 bilhões a menos do que em 2025.

O resultado confirma o cenário de queda de 20% nas vendas do setor de máquinas e implementos agrícolas no país no primeiro trimestre, diante de problemas como altas taxas de juros que dificultam o acesso ao crédito, além de desdobramentos da guerra no Oriente Médio que encarecem os custos de produção e reduzem o capital dos produtores para fazer investimentos.

Apesar de ter sido comum ver ruas esvaziadas na feira, a organização confirmou que o número de visitantes foi o mesmo do ano passado, de 197 mil pessoas. A próxima edição está prevista para acontecer entre 26 e 30 de abril de 2027.

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Sol predominou ao longo do dia na feira. — Foto: Érico Andrade/g1

"Muito embora nós estejamos vivendo, há três anos, um mercado desfavorável, continuamos investindo no que há de melhor para a agricultura tropical no Brasil. E para tanto, acreditamos que este país e o futuro dele vem do agronegócio. E não importa o momento que estamos vivendo, pois sabemos que a agricultura vive de ciclos e este é desfavorável, mas temos convicção que este e os próximos anos serão favoráveis"afirmou João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow.

Mesmo com a queda divulgada pela organização da Agrishow, representantes de empresas entrevistados pelo g1 fizeram um balanço oposto sobre o evento.

Diretor de marketing da Massey Ferguson, Breno Cavalcanti afirma que as visitações em alta ao estande da marca, com máquinas como tratores e colheitadeiras, foram na contramão dos resultados negativos apontados pelo setor de máquinas agrícolas este ano.

"O mercado está em um momento um pouco mais complexo. A gente sempre se orienta pelos indicadores como Fenabrave e Abimaq. Eles reportam um percentual de queda, mas pra nós a movimentação no estande e as negociações foram muito positivas", afirmou.

Para atrair os clientes, a fabricante apostou em condições especiais para adesão a consórcios, bem como descontos, redução em taxas e benefícios.

"A gente trouxe uma série de campanhas ao longo do mês de abril que vão se estender até maio (…). Um determinado produto que o cliente comprava, por exemplo, ganhava as três primeiras revisões."

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Linhas de financiamento especiais, produtos a pronta entrega e alternativas como o "barter", em que o produtor utiliza a safra futura de grãos como forma de pagamento para insumos como fertilizantes, foram algumas das opções oferecidas pela Coopercitrus na feira.

"Nós organizamos ônibus, vans, para trazer produtores de regiões mais distantes, porque a gente quer que ele aproveite a oportunidade", afirma o CEO Fernando Degobbi.

A estratégia, segundo ele, deu certo e resultou em uma movimentação recorde no estande do evento, que representa até 20% do faturamento anual da cooperativa.

“Não sabemos quanto tempo a guerra vai durar, mas alguns produtos, obviamente, pós-guerra, vão cair de preço. Eles estão afetados por esse cenário, só que ninguém sabe até quando. E aí você tem o tempo para poder plantar, para poder colocar os insumos, e essa é a questão que o produtor tem que estar atento e eu acho que ele está entendendo isso. Você pode conferir aqui, é um fluxo bastante grande de produtores", afirma.

Se os números não foram positivos para todos, o retorno surpreendeu a equipe da Tritucap, empresa de Sertãozinho (SP) que voltou à feira após sete anos com uma tecnologia que faz a erradicação de lavouras de café de maneira sustentável.

"Esperávamos um bom desempenho com o lançamento voltado ao café, que vive um momento positivo, mas o volume de vendas foi três vezes maior do que o previsto", diz.

Equipamentos voltados para a citricultura, fruticultura, pastagens e trato florestal também tiveram boa aceitação. "Já avaliamos ampliar nossa área de exposição em 2027”, afirma.

Nas palavras de Luís Pio, presidente da Herbicat, que desenvolve tecnologias de aplicação de insumos como um pulverizador inteligente para plantas novas, essa foi a melhor Agrishow da história da empresa mesmo com o cenário desafiador na economia e com os resultados gerais apontados como negativos pelos organizadores.

"Nesta edição, registramos mais de 300 contatos de interessados em nossas soluções, o que estimamos gerar um retorno de vendas entre 10% a 20% no pós-evento. Saímos dessa feira com uma carteira de prospecção mais robusta que a edição passada. Sem dúvida, foi a melhor Agrishow de toda a nossa história."

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Visitante confere máquina agrícola no interior de São Paulo. — Foto: Érico Andrade/g1

A Agrishow é considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país, com uma área de exposição maior do que a de 50 campos de futebol que ajudou a movimentar R$ 5 milhões somente com ativações e ações promocionais nos estandes que fecharam contrato com a BP One, especializada em live marketing.

“O stand é uma plataforma de relacionamento. É o espaço onde a marca se posiciona, traduz a solução, a inovação e ela se tornou uma ferramenta estratégica da geração de valor para a marca. A interação foi extremamente positiva", afirma Tânia Noguchi, diretora de estratégia e gestão da Live Retail Marketing da BP One.

A empresa é que esteve por trás da operação de grandes marcas como a Valtra, que tinha um espaço próprio de 3,5 mil metros quadrados, e da Baldan, com 4 mil metros quadrados.

"O produtor plural está cada vez mais técnico e objetivo. Então, as marcas, nós como representantes das marcas e como agência, a gente tem que ficar cada vez mais atento para que essas interações façam sentido e sejam cada vez mais relevantes.”

AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Estande com tratores em exposição na feira. — Foto: Érico Andrade/g1

Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida a presidente nas eleições 2026.

No domingo (26), como uma das autoridades participantes da cerimônia oficial de abertura, a feira recebeu o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB), que anunciou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a compra de equipamentos agrícolas.

Agrishow 2026: Flávio Bolsonaro e Tarcisio de Freitas visitam estande de tratores em evento que acontece em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Na segunda-feira (27), foi a vez de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) visitarem a feira e fazerem críticas ao governo federal, principalmente às políticas voltadas para o setor agropecuário.

Na terça-feira (28) foi a vez de Romeu Zema (Novo-MG), que reiterou críticas ao STF e rebateu declarações do ministro Gilmar Mendes, que ironizou o sotaque mineiro dele.

Na quarta-feira (29), o evento recebeu Ronaldo Caiado (PSD), que questionou a proximidade de outros políticos com o segmento agro apenas em épocas de eleição, e Aldo Rebelo (DC), que sugeriu a criação de um "emendão" para desbloquear obras travadas pelo STF e outras instituições.

AGRISHOW 2026 – QUARTA-FEIRA (29) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à presidência da República, concede entrevista durante visita a feira — Foto: Érico Andrade/g1

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Uso do FGTS, juros de até 1,99%, dívidas do Fies: o que se sabe sobre o pacote contra o endividamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 00:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

O presidente Lula anunciou nesta quinta-feira (30) que o pacote de medidas do governo para reduzir o endividamento das famílias brasileiras será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (4).

Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão pelo Dia do Trabalhador, Lula disse que pessoas endividadas terão acesso a descontos de até 90% no valor das dívidas.

Ele chamou o pacote de medidas de Novo Desenrola Brasil e afirmou que o programa permitirá o uso de até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (30) que o pacote de medidas do governo para reduzir o endividamento das famílias brasileiras será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (4).

Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão pelo Dia do Trabalhador, Lula disse que pessoas endividadas terão acesso a descontos de até 90% no valor das dívidas. As negociações também incluirão débitos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Ele chamou o pacote de medidas de Novo Desenrola Brasil e afirmou que o programa permitirá o uso de até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Quem aderir ficará bloqueado temporariamente em plataformas de apostas online, as chamadas bets.

"Nós encontramos o Brasil e os brasileiros endividados. A dívida das famílias cresceu por anos e agora está sufocando uma parte da sociedade brasileira", disse o presidente. Dados do Banco Central do Brasil mostram que as famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas.

O que as medidas preveem?Quem poderá aderir?Qual o objetivo das medidas?Terei desconto no pagamento das dívidas?Haverá restrições quanto ao uso do FGTS?Como o governo quer viabilizar o uso do FGTS?O programa impacta as apostas em bets?Quando as medidas entrarão em vigor?

Em linhas gerais, o programa inclui a liberação do uso do FGTS e a renegociação de dívidas de cartão de crédito, do rotativo, do crédito direto ao consumidor (CDC) e do cheque especial.

🔎 Como mostrou o g1, o uso do crédito rotativo do cartão — a modalidade mais cara do mercado financeiro — subiu quase 10% no primeiro trimestre. Esse tipo de crédito é apontado como um dos principais fatores do alto nível de endividamento da população brasileira.

Nesta quinta-feira, o presidente Lula afirmou, sem dar detalhes, que as dívidas do Fies também poderão ser renegociadas dentro do programa.

O recorte ainda não foi divulgado oficialmente pelo governo. O g1 apurou, no entanto, que o novo programa voltado à negociação de dívidas será direcionado a brasileiros com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105,00).

A proposta do governo é reduzir o comprometimento da renda das famílias e aliviar o peso das dívidas no orçamento doméstico. A iniciativa ocorre no mesmo ano em que Lula concorre à reeleição.

Sim. O novo programa prevê descontos no processo de renegociação e condições mais favoráveis de pagamento, com potencial de reduzir significativamente o valor das dívidas.

Segundo o governo, os brasileiros endividados terão juros mais baixos, de no máximo 1,99%, e descontos de 30% até 90% no valor da dívida.

"Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida", afirmou Lula em rede nacional.

Sim. O presidente afirmou que cada pessoa poderá sacar até 20% do saldo do FGTS. Os recursos deverão ser usados exclusivamente para o pagamento de dívidas.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, havia adiantado na quarta-feira (29) que cerca de R$ 4,5 bilhões devem ser liberados do fundo para que trabalhadores quitem débitos.

Ele disse ainda que haverá um limite máximo de R$ 8 bilhões para essa finalidade, mas que o valor não deve chegar a esse patamar.

Após enfrentar dificuldades jurídicas, o governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) para permitir o uso do FGTS no abatimento de dívidas, segundo o blog da Ana Flor. Com a medida, o Executivo ganharia tempo enquanto o Congresso Nacional analisa o texto.

🔎 As MPs têm força de lei assim que são publicadas, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso em até 120 dias para não perder a validade. O Legislativo pode alterar ou rejeitar o conteúdo proposto pelo Executivo.

Na prática, a MP daria segurança jurídica à iniciativa e passaria a valer imediatamente após a assinatura do presidente da República, mesmo que a análise pelo Congresso se estenda, inclusive em razão do ano eleitoral.

Sim. O presidente Lula anunciou que quem aderir ao novo programa de renegociação de dívidas ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online.

"O que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", justificou o presidente Lula em pronunciamento.

No início desta semana, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o objetivo é evitar novos ciclos de endividamento.

O Novo Desenrola Brasil será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (4). O governo não informou, porém, quais medidas passam a valer imediatamente ou se haverá um período de transição para sua implementação.

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Por que o ouro perdeu brilho em meio à guerra no Oriente Médio?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O ouro, tradicionalmente visto como proteção em momentos de crise, teve queda de 5% nos investimentos no primeiro trimestre, apesar de ter alcançado preço recorde em janeiro.

Saídas fortes de recursos em março nos fundos de ouro negociados em bolsa (ETFs), principalmente nos EUA, reverteram parte das entradas registradas no início do ano.

Segundo especialista do Conselho Mundial do Ouro, o metal costuma ser um dos primeiros ativos vendidos quando investidores precisam levantar dinheiro rapidamente.

As tensões no Oriente Médio, incluindo ataques ao Irã e o bloqueio do Estreito de Ormuz, aumentaram a volatilidade dos mercados e levaram investidores a buscar recursos para cobrir perdas ou ajustar posições.

Mesmo com queda no volume de investimentos, o valor das compras subiu 62%, impulsionado pela alta dos preços do metal; ainda assim, os valores elevados reduziram a demanda por joias.

O ouro costuma ser visto como um investimento de proteção em momentos de instabilidade nos mercados. Mesmo assim, os volumes de investimento no metal caíram no primeiro trimestre, segundo dados divulgados na quarta-feira (29) pelo Conselho Mundial do Ouro.

De acordo com a entidade, os investimentos em ouro recuaram 5% no período, apesar de o metal ter atingido uma máxima histórica em janeiro. Naquele momento, a busca por proteção aumentou diante da fraqueza do dólar e das incertezas em torno da condução da política econômica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O relatório também aponta que "fortes saídas de capital em março reverteram grande parte das entradas de janeiro e fevereiro" nos fundos negociados em bolsa (ETFs) de ouro, uma forma simples de investir nesse metal. Segundo o conselho, esse movimento ocorreu principalmente em fundos baseados nos EUA.

Juan Carlos Artigas, especialista do Conselho Mundial do Ouro, afirma que o metal costuma ser um dos primeiros ativos vendidos quando investidores precisam levantar recursos rapidamente.

"Muitas vezes, como o ouro é tão amplamente aceito, ele é a primeira coisa a ser vendida quando é preciso ter acesso a dinheiro ou liquidez."

O cenário se intensificou após ataques de Israel e dos EUA ao Irã. Em resposta, Teerã bloqueou o trânsito pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% da produção mundial de petróleo.

A medida fez os preços do petróleo e do gás dispararem e aumentou a volatilidade nos mercados, levando muitos investidores a buscar recursos para cobrir perdas ou ajustar suas posições.

Outro fator que pesou sobre o mercado foi a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), eleve as taxas de juros para conter a inflação. Esse movimento fortalece o dólar e tende a tornar o ouro mais caro para investidores que utilizam outras moedas.

Apesar da queda no volume comprado, o valor das aquisições subiu 62%, refletindo a forte alta dos preços do metal. O ouro chegou a quase US$ 5.600 por onça no fim de janeiro e registrou média de US$ 4.873 por onça ao longo do trimestre.

Mesmo com essa valorização, os preços elevados reduziram a demanda por joias. O setor também foi afetado pela guerra, já que o Oriente Médio é um importante centro logístico para o transporte desses produtos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Licença‑paternidade de até 20 dias: o que muda para MEIs?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 00:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Licença‑paternidade de até 20 dias: o que muda para MEIs? Lei entrará em vigor de forma gradual, com início em 2027 e implementação total até 2029. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A nova lei amplia a licença-paternidade no Brasil e passa a incluir trabalhadores sem vínculo formal, como microempreendedores individuais (MEIs), autônomos, domésticos e avulsos.

O período será ampliado gradualmente, dos atuais cinco dias para até 20 dias até 2029. O salário-paternidade garante renda durante esse período em casos de nascimento, adoção ou guarda judicial.

Para trabalhadores sem carteira assinada, o pagamento será feito diretamente pelo INSS. A implementação será gradual: a licença será de 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias em 2029.

No fim de março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que amplia a licença-paternidade no Brasil e cria um novo benefício previdenciário para trabalhadores sem vínculo formal de emprego.

A medida amplia gradualmente o período de afastamento, dos atuais cinco dias para até 20 dias até 2029. (Veja abaixo como vai funcionar)

A nova legislação regulamenta um direito previsto na Constituição desde 1988 e amplia o alcance da licença. Agora, também passam a ter acesso ao benefício microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores domésticos, avulsos e segurados especiais.

A principal mudança para esses trabalhadores é a criação do chamado salário-paternidade, um benefício previdenciário que garante renda durante o afastamento em casos de nascimento, adoção ou guarda judicial de criança ou adolescente.

Na prática, trabalhadores fora do regime formal também terão a renda assegurada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante o período de afastamento. Segundo a advogada trabalhista Ana Luísa Santana, a medida corrige uma lacuna histórica.

“Não se trata de licença no sentido clássico, porque não há empregador, mas de um benefício pago pela Previdência. Isso permite que o MEI ou o autônomo se afaste das atividades sem ficar totalmente sem renda”, explica.

Para especialistas, a principal inovação está no reconhecimento da paternidade como um evento protegido pela Previdência Social, mesmo para quem não tem vínculo formal de emprego.

Para trabalhadores com carteira assinada, o pagamento continua sendo feito pela empresa, que depois é ressarcida pela Previdência Social. Já no caso de MEIs, autônomos, trabalhadores avulsos e empregados domésticos, o valor será pago diretamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o Ministério da Previdência Social, as regras para concessão do salário-paternidade devem seguir a mesma lógica do salário-maternidade.

No caso dos trabalhadores avulsos, o pagamento será feito pelo sindicato da categoria ou pelo Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO), já que esses profissionais têm direitos equiparados aos dos empregados com carteira assinada.

Já os contribuintes individuais — categoria que inclui os microempreendedores individuais (MEIs) — deverão solicitar o benefício diretamente ao INSS.

De acordo com a advogada trabalhista Ana Gabriela Burlamaqui, o benefício terá valor equivalente à renda mensal do segurado, calculado com base nas contribuições feitas à Previdência Social.

No caso dos MEIs, que normalmente contribuem sobre o salário mínimo, o valor tende a seguir esse piso. Já para contribuintes individuais com recolhimentos maiores, o pagamento será proporcional à base de contribuição.

Segundo o Ministério da Previdência Social, não há valor mínimo de contribuição nem carência para acessar o salário-paternidade. O requisito é ter qualidade de segurado no momento do nascimento, da adoção ou da guarda.

Na prática, MEIs e autônomos que contribuem regularmente para o INSS já têm direito ao benefício, seguindo a mesma regra do salário-maternidade.

A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias não entra em vigor de uma só vez. A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029.

Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.

10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.

➡️ Até o início de 2027, permanece válida a regra atual, que garante cinco dias corridos de licença-paternidade, pagos pela empresa.

A transição, segundo parlamentares e especialistas, foi desenhada para permitir a adaptação gradual das empresas e do sistema previdenciário ao novo modelo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Veja os serviços e como funciona o Contrata+Brasil, plataforma que conecta MEIs às contratações públicas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 00:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Veja os serviços e como funciona o Contrata+Brasil, plataforma que conecta MEIs às contratações públicas Plataforma liga órgãos públicos a microempreendedores para serviços e reparos; propostas são enviadas e vence o menor preço. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O "Contrata+Brasil" funciona como um "marketplace" de pequenas contratações públicas.

A plataforma permite que os órgãos públicos divulguem demandas pontuais e recebam propostas de profissionais cadastrados no município.

A ferramenta foi criada para serviços de manutenção e pequenos reparos, respeitando o limite de R$ 13.098,41, valor máximo permitido para contratações de pronto pagamento, sem licitação.

Nesta quinta-feira (30), o governo federal ampliou o número de serviços disponíveis no Contrata+Brasil.

O "Contrata+Brasil" funciona como um "marketplace" de pequenas contratações públicas. A plataforma permite que os órgãos públicos divulguem demandas pontuais e recebam propostas de profissionais cadastrados no município.

A ferramenta foi criada para serviços de manutenção e pequenos reparos, respeitando o limite de R$ 13.098,41, valor máximo permitido para contratações de pronto pagamento, sem licitação. Nesta quinta-feira (30), o governo federal ampliou o número de serviços disponíveis no Contrata+Brasil.

A iniciativa passou de 47 para 107 atividades, o que pode beneficiar cerca de 1,3 milhão de profissionais em todo o país. O anúncio foi feito pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), durante evento promovido pelo Sebrae.

Com a mudança, a plataforma deixa de focar apenas em pequenos reparos e passa a incluir uma variedade maior de atividades, como serviços de mecânica, costura, instalação de redes de computadores e reciclagem de materiais.

Entre os serviços mais comuns estão pintura, reformas, assentamento de pisos, manutenção de ar-condicionado e instalações elétricas. Os profissionais enviam propostas, e o governo seleciona a de menor preço.

Segundo o governo, a ampliação deve facilitar o acesso de pequenos negócios ao mercado público e aumentar a geração de renda. A expectativa é que mais categorias consigam ofertar serviços diretamente ao Estado, com menos burocracia.

Desde a criação, há pouco mais de um ano, o Contrata+Brasil já movimentou mais de R$ 20 milhões em recursos públicos e gerou mais de 6.500 oportunidades. Atualmente, 740 municípios estão aptos a usar a plataforma, e 357 já realizaram contratações.

Publicação da demanda: quando precisa de um serviço, o órgão público publica a demanda na plataforma.Aviso aos prestadores: o sistema envia automaticamente a oferta aos MEIs habilitados na região, por aplicativo de mensagem.Envio de propostas: os interessados informam valor e prazo para execução do serviço.Escolha do contratado: o órgão seleciona a proposta com base principalmente em preço e prazo.Prazos: o prazo para contratação é de até cinco dias e o pagamento ocorre em até cinco dias após a execução do serviço.

O modelo dispensa etapas do formato tradicional, como editais, estudos técnicos preliminares (ETP) e termos de referência (TR), que já são padronizados previamente pelo governo federal.

Segundo o governo, hoje uma contratação direta pode levar cerca de dois meses e uma licitação, até seis meses.

Apesar de serviços como pintura, elétrica, hidráulica e pequenos reparos já serem comuns na administração pública, a participação de MEIs ainda é baixa: dos cerca de 16 milhões de microempreendedores em atividade no país, apenas 70 mil estão cadastrados como fornecedores do governo federal.

Para MEIs que prestam serviços como pintura, elétrica, gesso ou reformas, a plataforma é uma oportunidade de trabalhar diretamente com órgãos públicos.

Acesse a plataforma: Entre no site gov.br/contratamaisbrasil e clique em “Entrar com GOV.BR”.Complete o cadastro: Informe seus dados pessoais e os serviços que você pode oferecer.Adicione sua empresa: Vá em “Minhas Empresas”, clique no símbolo de “+” e informe o CNPJ do MEI.Preencha os dados e atividades: Complete as informações da empresa — o número de WhatsApp é essencial — e selecione as atividades exercidas.Acesse as oportunidades: Consulte as demandas publicadas pelos órgãos públicos e, se necessário, envie perguntas pelo sistema.Envie sua proposta: Escolha o serviço desejado e informe o valor cobrado. A proposta pode ser ajustada enquanto a oportunidade estiver aberta.Acompanhe o resultado: Após o encerramento do prazo, o órgão público seleciona a melhor proposta.

Sempre que surgir uma nova oportunidade compatível com os serviços e a região do empreendedor, o MEI recebe um alerta por WhatsApp.

Todos os profissionais também precisam estar registrados no Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores (Sicaf).

Para simplificar esse processo, desde 13 de fevereiro, basta informar o número do CNPJ na plataforma "Contrata+Brasil" para concluir automaticamente o registro, com integração direta ao sistema.

A mudança elimina a necessidade de preencher dados em dois cadastros, já que a plataforma busca as informações nas bases do governo e realiza o credenciamento obrigatório de forma automática.

Para auxiliar os microempreendedores, o Sebrae lançou um curso online e uma cartilha com orientações sobre a plataforma.

Após a execução do serviço, contratantes e contratados avaliam a experiência na plataforma. Empresas mal avaliadas ou que não cumprirem o contrato podem sofrer sanções, incluindo a exclusão do sistema.

MEI vira atalho para sonegação: as fraudes mais comuns e como a Receita identificou milhares de casos

Segundo o Ministério do Empreendedorismo, não há limitações legais que impeçam alguém com o nome sujo de se cadastrar como MEI — Foto: Unsplash/Reprodução

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