RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TCU determina que MEC suspenda pagamentos do Pé-de-Meia a beneficiários mortos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 18:36

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%MoedasDólar ComercialR$ 5,2460,9%Dólar TurismoR$ 5,4340,64%Euro ComercialR$ 6,0160,32%Euro TurismoR$ 6,2490,12%B3Ibovespa179.640 pts-0,43%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Ministério da Educação (MEC) suspenda os pagamentos de incentivos financeiros do programa Pé-de-Meia a beneficiários identificados com CPFs vinculados a pessoas falecidas entre 2009 e 2023.

A decisão também prevê o bloqueio dos valores depositados em contas poupança desses beneficiários. A pasta terá 60 dias para realizar os bloqueios.

A medida se estende ainda à suspensão de incentivos destinados a estudantes identificados como falecidos nos anos de 2024 e 2025.

📚 Criado em 2024, o programa Pé-de-meia oferece incentivo financeiro a estudantes do ensino médio. Entre seus objetivos estão o combate à evasão escolar e a redução da desigualdade no acesso à universidade e ao mercado de trabalho.

Por meio do Pé-de-Meia, o estudante recebe um incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento — Foto: Divulgação/Governo Federal

O MEC também deverá analisar casos em que há indícios de renda familiar per capita superior ao limite estabelecido pelo programa. Caso seja confirmada a inelegibilidade, os pagamentos deverão ser interrompidos e os recursos já depositados em cadernetas de poupança bloqueados.

Outras determinações envolvem estudantes beneficiados que não pertenciam a famílias inscritas no Bolsa Família e que ingressaram no Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024, antes da ampliação do programa.

Se confirmado que esses estudantes não estavam inscritos no Bolsa Família em janeiro de 2024 e não integravam famílias de baixa renda à época da análise de elegibilidade, o MEC deverá suspender os pagamentos e bloquear os valores já creditados.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome também terá 60 dias para avaliar inconsistências relacionadas à utilização de CPFs de pessoas falecidas vinculados a beneficiários do Pé-de-Meia.

Além disso, a pasta deverá reavaliar situações de beneficiários do Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024 que também recebem o Bolsa Família, mas cuja renda familiar per capita ultrapassa meio salário mínimo — limite previsto nas regras do programa.

Confirmadas as inconsistências, e após eventual atualização cadastral, as famílias deverão ser desligadas do Bolsa Família.

O ministério deverá ainda revisar casos em que a renda registrada na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de responsáveis por estudantes possa impactar o cálculo da renda familiar per capita no Cadastro Único (CadÚnico).

Caso as irregularidades sejam confirmadas, o ministério deverá promover a correção ou atualização dos dados cadastrais, com o objetivo de garantir maior precisão e confiabilidade às informações utilizadas na execução de políticas públicas.

As medidas foram tomadas após uma auditoria da Corte identificar inconsistências no programa. Também foram emitidas recomendações aos órgãos.

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Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em meio à guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 15:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,2210,41%Dólar TurismoR$ 5,4180,33%Euro ComercialR$ 5,9980,01%Euro TurismoR$ 6,2450,04%B3Ibovespa180.802 pts0,22%Oferecido por

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (18), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.

Foi a segunda reunião consecutiva em que o banco central americano manteve a taxa no mesmo nível. Em 28 de janeiro, o Fed interrompeu um ciclo de três cortes seguidos, citando incertezas nas perspectivas econômicas.

A guerra no Oriente Médio e a consequente disparada do preço do petróleo no mercado global tiveram grande peso na decisão desta quarta-feira. A principal preocupação do banco central americano é o impacto sobre a inflação no país. (leia mais abaixo)

Apesar do cenário incerto, autoridades do Fed mantiveram a previsão de um corte de 0,25 ponto percentual em 2026. Dos 19 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), 12 projetam ao menos uma redução, enquanto sete preveem a taxa no nível atual.

➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio. (leia mais abaixo)

A decisão desta quarta-feira foi a décima desde que Donald Trump assumiu como 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. Desde a posse, houve três cortes de juros, em meio a um cenário econômico incerto, com conflitos geopolíticos e a guerra tarifária promovida pelo republicano.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) informou, em comunicado, que a atividade econômica dos EUA tem se expandido em um ritmo sólido, enquanto a criação de empregos permaneceu baixa e a taxa de desemprego mudou pouco nos últimos meses.

O colegiado destacou que a inflação continua "um pouco elevada" e citou incertezas em relação à economia, em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

"A incerteza sobre a perspectiva econômica continua elevada. As implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas", diz o texto.

O Fomc afirmou ainda que "continuará monitorando as implicações das informações recebidas para a perspectiva econômica" e que está "preparado para ajustar a postura da política monetária, conforme apropriado, caso surjam riscos que possam dificultar o alcance de seus objetivos".

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois, recuou, mas segue na casa dos US$ 100, ainda em nível bastante elevado.

Trump passou, então, a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais)

Petróleo mais caro costuma significar gasolina e diesel mais caros — e, em efeito cascata, pressões sobre os preços de diversos produtos nos EUA. O cenário preocupa, em especial, o Fed, que tem mandato duplo: controlar a inflação e manter o mercado de trabalho aquecido.

"O Comitê está fortemente comprometido em apoiar o máximo emprego e em trazer a inflação de volta ao objetivo de 2%", declarou o Fomc nesta quarta-feira. Atualmente, a taxa está em 2,4%.

Dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina já subiu quase 25% desde que o republicano iniciou a guerra, atingindo o maior valor desde outubro de 2023.

🚢 O fator central da disparada dos preços é o bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial. A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio e ataques a petroleiros.

O fluxo da commodity na região passou a preocupar Trump, que pediu apoio de outros países para monitorar e "cuidar" da passagem — solicitação rejeitada por seus aliados europeus e asiáticos.

Trump reagiu à negativa dizendo que não precisa da ajuda “de ninguém” para seguir na guerra contra o Irã e controlar Ormuz. “Nós não precisamos deles [países da Otan, aliança militar liderada pelos EUA], mas eles deveriam ter ajudado. Estão cometendo um erro muito tolo."

Ele também declarou que "não demorará muito" para a liberação da rota do petróleo, em um cenário que permanece incerto.

Enquanto isso, a pressão do presidente dos EUA por cortes de juros continua. Nesta semana, ele afirmou que o Fed deveria realizar uma “reunião especial” para reduzir as taxas “imediatamente”.

A declaração foi feita poucos dias depois de um juiz federal americano bloquear, na última sexta-feira (13), intimações contra Jerome Powell, no âmbito de uma disputa judicial relacionada à sua atuação à frente do Fed.

Trump é um crítico recorrente de Powell, cujo mandato se encerra em maio. Esta deve ser a penúltima decisão de juros do Fed sob seu comando.

Para substituí-lo, o republicano indicou o economista Kevin Warsh, considerado por Trump o nome ideal para conduzir cortes nas próximas reuniões.

A nomeação ainda precisa ser aprovada pelo Senado e, se confirmada, Warsh pode já presidir a decisão de junho.

No segundo semestre de 2025, Trump intensificou as críticas ao Federal Reserve e passou a se dedicar à indicação de nomes alinhados à sua agenda econômica para a diretoria da instituição.

Em setembro, o republicano nomeou Stephen Miran para substituir Adriana Kugler, diretora que antecipou sua saída e deixou o cargo em agosto.

Enquanto isso, a Suprema Corte ainda analisa a tentativa do republicano de demitir Lisa Cook do cargo de diretora do Fed, em uma decisão que pode ser anunciada nas próximas semanas.

Caso a Justiça confirme a demissão de Lisa Cook, Trump terá garantido ao menos duas indicações para a diretoria do Fed , além do presidente da instituição.

Em meio às movimentações no Fed, caso Trump alcance maioria de aliados no conselho da instituição — que tem sete membros —, ele terá maior influência sobre a aprovação das nomeações nos 12 bancos regionais. Assim, ampliaria sua interferência sobre as decisões de juros.

Mais uma vez, a decisão de juros nesta quarta não foi unânime. Além do presidente do Fed, Jerome Powell, e do vice, John C. Williams, nove diretores votaram para manter a taxa inalterada. Apenas Stephen Miran, nomeado por Trump, se posicionou a favor de um corte de 0,25 ponto percentual.

Os juros, ainda considerados elevados nos EUA, mantêm os rendimentos das Treasuries, os títulos públicos americanos, em níveis mais atraentes.

Por serem considerados os investimentos mais seguros do mundo, as Treasuries com rentabilidades elevadas despertam o interesse de investidores estrangeiros, que direcionam recursos aos EUA e fortalecem o dólar.

Em outra perspectiva: apesar de diversas variáveis interferirem nessa lógica, o movimento tende a reduzir o volume de investimentos estrangeiros no Brasil, desvalorizando o real em relação à moeda americana.

Além disso, o dólar em nível elevado aumenta a pressão sobre a inflação por aqui, com reflexos na manutenção de juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil.

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Fundo da Reag recebeu R$ 1 bilhão de empresas ligadas à lavagem de dinheiro do PCC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Política Fundo da Reag recebeu R$ 1 bilhão de empresas ligadas à lavagem de dinheiro do PCC Dados foram recebidos pela CPI do Crime Organizado. Fundo enviou R$ 180 milhões para uma empresa que teve o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, como diretor entre 2021 e 2024. Por Vinícius Cassela, Caetano Tonet, Vladimir Netto, g1 e TV Globo — Brasília

Comunicados bancários enviados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) apontam que o Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC) Gold Style, administrado pela Reag, recebeu R$ 1 bilhão de empresas apontadas pela Polícia Federal como parte do esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado financeiro.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o fundo é administrado, controlado, gerido, custodiado e distribuído pela Reag, administradora de fundos de investimentos e que é apontada pela Polícia Federal em envolvimentos no esquema de fraudes do Banco Master.

Os dados foram enviados pelo Coaf à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado. As transações correspondem a um período entre 2023 e 2025.

Segundo publicações feitas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Fundo Gold Style tem um ativo de R$ 2 bilhões.

Dentre o que foi repassado à Gold Style, estão R$ 759,5 milhões feitos pela Aster Petróleo, distribuidora de combustíveis ligada ao PCC.

De acordo com as investigações da operação Carbono Oculto, a distribuidora era usada na engrenagem do grande esquema de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos em todo o setor de combustíveis de oito estados brasileiros.

O comunicado foi feito pelo Banco do Brasil, em agosto de 2024, antes da deflagração da operação.

Além da Aster, a Gold também recebeu R$ 158 milhões da BK Bank, uma fintech apontada pelas investigações da Polícia Federal como um dos núcleos financeiros usados pelo PCC para lavar dinheiro.

O fundo também recebeu R$ 175 milhões da Inovanti Instituição de Pagamento, fintech apontada em comunicados bancários ao Coaf como uma instituição que movimentou mais de R$ 778 milhões de pessoas físicas e jurídicas investigadas pela Operação Carbono Oculto.

Um comunicado feito ao Caof pela Reag, administradora do fundo, informou que, além dos valores recebidos, a Gold Style enviou R$ 180 milhões para a Super Empreendimentos, empresa que teve o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, como diretor entre 2021 e 2024.

O comunicado foi feito uma semana após a primeira fase da Operação Carbono Oculto, em setembro de 2025.

A Reag também foi alvo da Operação Compliance Zero, a mesma que investiga o Banco Master e que levou o banqueiro Daniel Vorcaro à prisão em 4 de março.

Banco Central (BC) decreta liquidação extrajudicial da Reag Investimentos — Foto: Reprodução/Instagram

A suspeita dos investigadores é que a empresa atuou na estruturação e administração de uma "ciranda" de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro.

A empresa também foi alvo da operação Carbono Oculto, que investiga um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, atribuído a integrantes PCC.

A suspeita é que o PCC utilizou a estrutura de fundos da Reag para lavar dinheiro com um único cotista. O mecanismo dificulta a identificação dos beneficiários finais desses recursos.

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Governo propõe que estados isentem ICMS na importação de diesel até maio e compensará metade das perdas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 12:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,2020,05%Dólar TurismoR$ 5,399-0,63%Euro ComercialR$ 5,997-0,36%Euro TurismoR$ 6,242-0,43%B3Ibovespa179.979 pts-0,24%Oferecido por

Governo tenta conter alta no diesel, resultado do conflito no Oriente Médio — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, mas a definição ainda não foi tomada. A informação é do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados.

A decisão, segundo ele, será tomada até o dia 28 de março, quando está marcada uma reunião presencial sobre o assunto em São Paulo.

🔎Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.

De acordo com os cálculos do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados (metade do valor).

"Há um desafio em razão da guerra da importação de diesel. O Brasil tem de importar 27% do diesel consumido no Brasil, e a importação tem se descasado do preço interno por conta a guerra, do 'brent' [preço do petróleo], do frete eo seguro. O que tem dificultado de [as importadoras] fechar os contratos", disse Durigan, do Ministério da Fazenda.

O governo tenta conter o aumento no preço do diesel, que já ficou mais caro para os distribuidores. Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.

Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

Em manifestação pública divulgada no início desta semana por meio do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) avaliou que a redução do ICMS sobre o combustível prejudicaria o financiamento de políticas públicas.

Os governos estaduais alegaram, ainda, que cortes no imposto estadual sobre o combustível "não costumam ser repassados ao consumidor final".

"Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura", diz o Comsefaz, em nota.

O Comsefaz acrescentou que a "reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final".

E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual "parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas".

"Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social", dizem os secretários de Fazenda dos estados.

O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse "arcando com uma dupla perda".

"De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis", acrescenta a entidade.

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).

A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

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Governo prepara medidas para endurecer fiscalização do frete; anúncio deve ser feito nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/03/2026 09:10

Política Governo prepara medidas para endurecer fiscalização do frete; anúncio deve ser feito nesta quarta Executivo tem se articulado para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel. Por Túlio Amâncio, g1 e GloboNews — Brasília

O governo federal deve anunciar na manhã desta quarta-feira (18), no Ministério dos Transportes, um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

O anúncio será feito pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio (veja detalhes abaixo).

O Executivo tem se articulado para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

🔎Preço mínimo do frete: É uma tabela obrigatória, criada após a greve dos caminhoneiros de 2018, que estabelece quanto um frete precisa custar no mínimo, dependendo do tipo de carga, distância percorrida, número de eixos e outras variáveis. Foi criada para impedir que caminhoneiros rodem “no prejuízo”.

LEIA TAMBÉM: Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja resultado

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;divulgação pública, ainda hoje, dos nomes das principais empresas infratoras;fiscalização permanente e integral (100% das operações) sobre as transportadoras que forem identificadas como reincidentes.

De acordo com auxiliares do Ministério dos Transportes, a avaliação é que a baixa efetividade da fiscalização atual facilita que empresas paguem fretes abaixo do piso.

Ministro dos Transportes, Renan Filho, durante uma coletiva de imprensa. — Foto: TV Globo/Reprodução

Apesar da desoneração federal anunciada na semana passada — que zerou PIS e Cofins sobre o diesel — o governo reconhece que o efeito prático da medida pode ser pequeno se os estados não reduzirem o ICMS.

Governadores resistem à ideia e alegam perdas fiscais acumuladas. Ao fazer o anúncio na semana passada sobre as medidas relativas ao imposto do diesel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pedido para que os estados baixassem o ICMS de combustíveis.

Nesta quarta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que se reunirá com estados para pedir novamente a redução sobre o ICMS.

Interlocutores da área econômica avaliam que, sem a colaboração dos estados, o preço final do diesel seguirá alto, alimentando a insatisfação da categoria e aumentando o risco de greve.

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Governadores não baixam ICMS sobre combustíveis e alegam que reduções ‘não costumam ser repassadas ao consumidor final’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%Oferecido por

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou nesta terça-feira (17) uma manifestação pública na qual informa que não reduzirá o ICMS sobre combustíveis porque isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto "não costumam ser repassadas ao consumidor final".

Na semana passada, o governo federal anunciou que, diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, não cobrará impostos (PIS e Cofins) sobre esse combustível. Foram anunciados, ainda, aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

"Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura", diz o Comsefaz, em nota.

O Comsefaz acrescenta que a "reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final". E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP) do fim de 2025, segundo a qual "parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas".

"Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social", dizem os secretários de Fazenda dos estados.

O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS é que a população acabaria "arcando com uma dupla perda". "De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis", acrescenta a entidade.

No caso da redução do PIS e Cofins, anunciada pelo governo federal na última semana, o Ministério da Fazenda informou que não haverá perda de arrecadação, pois a redução das alíquotas dos impostos sobre o diesel será compensada, neste ano, pelo aumento do imposto de exportação de petróleo. Se houvesse perda de receita, a União teria mais dificuldade em atingir a meta de superávit em suas contas neste ano (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).

O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).

A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

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INSS suspende crédito consignado do C6 após cobranças indevidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/03/2026 07:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,229-1,6%Dólar TurismoR$ 5,434-1,44%Euro ComercialR$ 6,018-0,84%Euro TurismoR$ 6,269-0,74%B3Ibovespa179.875 pts1,25%Oferecido por

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu a liberação de novos empréstimos consignados do Banco C6 Consignado após identificar cobranças indevidas feitas a aposentados e pensionistas.

A decisão foi publicada nesta terça-feira (17) no Diário Oficial da União (DOU) e ocorre depois que o banco descumpriu regras de um acordo firmado com o órgão. As irregularidades foram apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e confirmadas por áreas técnicas do INSS.

De acordo com o órgão, o banco vinha cobrando valores por serviços não autorizados, descontados diretamente dos benefícios dos segurados. Mesmo após várias reuniões entre as partes ao longo dos últimos meses, não houve acordo para resolver o problema.

Com isso, o C6 não poderá oferecer novos empréstimos consignados a beneficiários do INSS até devolver o dinheiro cobrado de forma indevida, com correção.

O instituto também determinou que o banco pare imediatamente de fazer novas cobranças desse tipo. Caso a ordem não seja cumprida, os repasses financeiros poderão ser suspensos.

Além disso, o INSS informou que vai tomar medidas junto à Dataprev para garantir que a decisão seja cumprida.

A medida atinge a oferta de empréstimos com desconto direto no benefício, modalidade bastante usada por aposentados e pensionistas.

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Como os aviões comerciais continuam voando em meio a uma guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/03/2026 09:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,3141,37%Dólar TurismoR$ 5,5131,62%Euro ComercialR$ 6,0690,56%Euro TurismoR$ 6,3160,83%B3Ibovespa177.653 pts-0,91%Oferecido por

Nas últimas duas semanas, enquanto drones e mísseis cruzavam os céus sobre o Irã e o Golfo, os controladores de tráfego aéreo guiavam aviões de passageiros por rotas mais seguras, porém congestionadas, nas áreas próximas ao conflito.

Uma rápida olhada em um mapa de rastreamento de voos mostra como o tráfego aéreo se intensificou sobre o Egito e a Geórgia.

Trabalhando lado a lado, cada controlador monitora uma parte diferente do mapa, coordenando com os colegas quais aviões estão entrando e saindo de seu espaço aéreo.

Em um dia normal, um controlador pode acompanhar cerca de seis aeronaves em sua área ao mesmo tempo. Mas, em tempos de guerra, esse número pode dobrar.

"O cérebro só consegue manter esse nível de concentração e intensidade por cerca de 20 a 30 minutos", diz Brian Roche, controlador de tráfego aéreo aposentado.

Ele trabalhou 18 anos na profissão, primeiro na Força Aérea Real do Reino Unido, em vários países, e depois com voos comerciais em Londres, onde integrou uma equipe responsável por atender chamadas de emergência.

Durante períodos de maior movimento, mais controladores são chamados para lidar com o aumento do número de aeronaves em determinadas áreas, e as equipes passam a se revezar com mais frequência para evitar sobrecarga.

Normalmente, os turnos duram entre 45 e 60 minutos, seguidos por 20 a 30 minutos de descanso, afirma Roche. Em períodos de conflito, porém, eles provavelmente trabalham apenas 20 minutos por vez, com pausas do mesmo tempo.

"Os controladores neste momento estão fazendo turnos inacreditáveis, lidando com volumes igualmente inacreditáveis de tráfego aéreo", diz.

A queda do voo MH17 da Malaysia Airlines em 2014, causada por um míssil de fabricação russa no leste da Ucrânia, que matou todas as 298 pessoas a bordo, mostra como os conflitos podem afetar as rotas de aviões de passageiros.

Na época, a Ucrânia era uma zona de conflito de menor intensidade, mas os combates haviam recentemente se estendido ao espaço aéreo e, nos meses anteriores, vários aviões militares haviam sido derrubados. É também um cenário que ninguém quer que se repita.

Na semana passada, seis tripulantes americanos morreram depois que o avião-tanque em que estavam caiu no oeste do Iraque.

A aeronave participava de operações americanas contra o Irã e foi uma das duas envolvidas no incidente. A segunda pousou com segurança. O Comando Central dos EUA confirmou que o acidente não foi resultado de fogo inimigo nem de fogo amigo.

Quando o espaço aéreo é fechado ou fica congestionado de forma repentina, os controladores se comunicam com os pilotos para definir para onde devem seguir, quanto combustível têm e quais aeroportos podem receber o tipo de aeronave que estão pilotando.

Os controladores também precisam garantir que todos os aviões, que têm diferentes tamanhos, permaneçam separados com segurança tanto na vertical quanto na horizontal, já que grandes jatos de passageiros provocam mais turbulência e instabilidade para as aeronaves ao redor.

Isso significa que jatos menores precisam ser desviados e receber uma área maior de distância, enquanto um pequeno jato executivo pode precisar mudar totalmente de rota.

Mas fechamentos repentinos do espaço aéreo são raros, diz John, piloto há mais de 20 anos. Ele preferiu não revelar seu nome verdadeiro porque ainda trabalha como piloto e voa em rotas sobre o Oriente Médio.

Segundo ele, a maioria das companhias aéreas planeja com antecedência quando pretende evitar determinado espaço aéreo — seja por causa do mau tempo ou de uma guerra.

"Neste caso, todos sabíamos que algo estava se formando no Oriente Médio", afirma John. "Era uma questão de quando [iria acontecer] e não de se [iria acontecer]."

Além de conhecer rotas alternativas para evitar áreas de conflito, os pilotos também tentam levar o máximo de combustível possível, caso precisem retornar ao aeroporto de origem ou desviar para um aeroporto mais distante do que o destino previsto.

"Esses são eventos perfeitamente normais, treinados e controlados", diz John, que também fez questão de destacar que pilotos e controladores seguem rigorosamente os procedimentos para evitar que o espaço aéreo congestionado se torne incontrolável. "Não é como um engarrafamento que vira caos."

Essa sensação de calma e organização é algo que, segundo John, ele e outros pilotos também procuram transmitir aos comissários de bordo e aos passageiros.

Hannah ajuda a liderar uma equipe de comissários de bordo em voos de longa distância. Não estamos usando seu nome verdadeiro porque ela não está autorizada a falar em nome da companhia aérea.

As rotas que Hannah costuma fazer frequentemente passam pelo Oriente Médio. Ela diz que momentos de conflito destacam a importância da equipe a bordo, especialmente para passageiros nervosos ou insatisfeitos.

"Nosso trabalho vai muito além do clichê de que tudo o que fazemos é perguntar aos passageiros se preferem frango ou carne no jantar", afirma.

"Muita gente esquece os aspectos de segurança do nosso trabalho… Servir refeições é o que fazemos quando todo o resto está sob controle."

Planos de voo desviados e horários alterados podem tornar difícil manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, diz Hannah, tanto para os pilotos quanto para os comissários de bordo.

Recentemente, companhias aéreas como a dela passaram a fazer mais escalas em suas rotas, porque não podem mais voar diretamente sobre o Irã.

Ainda assim, ela considera que essas exigências fazem parte da profissão, algo que descreve como "um estilo de vida e uma paixão".

"Como comissários de bordo, todos nos sentimos parte de uma grande família", diz. "Unidos pelas asas."

Longa de Paul Thomas Anderson levou 6 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. ‘O agente secreto’ e Wagner Moura ficaram sem prêmios.

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Camisa usada por Wagner Moura em ‘O Agente Secreto’ vira febre e dispara vendas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 14/03/2026 04:45

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Camisa usada por Wagner Moura em 'O Agente Secreto' vira febre e dispara vendas Peça vintage da Troça Carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos ganhou projeção nacional após aparecer no filme e virou principal fonte de receita de empreendedor pernambucano. Por PEGN

Camisa da Pitombeira dos Quatro Cantos, troça carnavalesca de Olinda, ganhou projeção nacional após aparecer no filme "O Agente Secreto", estrelado por Wagner Moura.

A peça, um modelo vintage amarelo com o escudo tradicional da agremiação, faz referência direta à história da Pitombeira, uma das troças mais antigas do carnaval pernambucano.

A cena rapidamente repercutiu nas redes sociais e despertou a curiosidade de fãs do ator e de foliões de várias partes do país.

Com o aumento da procura, a troça precisou reorganizar a logística de vendas e ampliar a produção para atender aos pedidos.

Uma camisa tradicional do carnaval de Olinda ganhou projeção nacional – e virou objeto de desejo – depois de aparecer em uma cena do filme "O Agente Secreto", estrelado por Wagner Moura.

Às vésperas da cerimônia do Oscar, que acontece neste domingo (15), a peça voltou a chamar atenção e impulsionou as vendas da troça carnavalesca Pitombeira dos Quatro Cantos.

🤔 Mas o que é uma troça carnavalesca? É um grupo de menor porte que desfila no carnaval. Em geral, costuma ser mais informal e irreverente, focado na brincadeira. A agremiação é tradicional no carnaval de cidades de Olinda e Recife, em Pernambuco.

No longa, o personagem interpretado por Wagner Moura aparece usando uma camisa antiga do bloco: um modelo vintage amarelo com o escudo tradicional da agremiação.

A peça faz referência direta à história da Pitombeira dos Quatro Cantos, uma das troças mais antigas do carnaval pernambucano, conhecida por arrastar milhares de foliões pelas ladeiras históricas de Olinda.

A cena rapidamente repercutiu nas redes sociais e despertou a curiosidade de fãs do ator e de foliões de várias partes do país.

A camiseta passou a ser procurada não apenas por quem participa do carnaval da cidade, mas também por admiradores do filme e colecionadores de itens ligados à cultura popular.

Segundo Hermes Neto, presidente da Pitombeira, a repercussão foi imediata. “Essa camisa sempre foi o símbolo da troça e hoje é a nossa principal fonte de receita. Já garantimos o carnaval de 2026 e, sem dúvidas, também vamos garantir parte do carnaval de 2027. A gente trocou o pneu do carro com o carro em movimento para conseguir atender todo mundo”, afirma.

Com o aumento da procura, a troça precisou reorganizar a logística de vendas e ampliar a produção para atender aos pedidos. A camiseta, que sempre foi um símbolo da agremiação, acabou se transformando também em uma das principais fontes de receita do grupo.

De acordo com Hermes, o impacto financeiro foi decisivo para o planejamento do carnaval deste ano. A arrecadação obtida com a venda das camisetas ajudou a garantir os recursos necessários para colocar o bloco na rua e já contribui para organizar os próximos carnavais.

A demanda inesperada também movimentou a economia local. Malharias da região passaram a trabalhar em ritmo acelerado para dar conta dos pedidos, ampliando turnos de produção e contratando mais profissionais.

Em alguns casos, a produção de camisetas chegou a aumentar até dez vezes em relação ao volume inicialmente previsto para o período. Para pequenos negócios da cadeia têxtil, o sucesso da camisa representou uma oportunidade de crescimento.

A encomenda constante de novas peças ajudou a aquecer a produção e gerar renda em um momento estratégico do ano para a economia da cidade. Além de ajudar a custear a festa, o sucesso da peça reforçou a visibilidade da Pitombeira.

Camisa usada por Wagner Moura em 'O Agente Secreto' vira febre e dispara vendas de negócio em Olinda — Foto: Reprodução/PEGN

Fundada há quase oito décadas, a Pitombeira dos Quatro Cantos é considerada uma das troças mais tradicionais do carnaval de Olinda e mantém uma forte ligação com a cultura popular da cidade.

Segundo Hermes Neto, a experiência deixou uma lição clara sobre o impacto da exposição midiática para pequenos negócios e iniciativas culturais. “Propaganda é a alma do negócio. A gente já vem fazendo isso há 79 anos, mas precisava de um empurrão para que a Pitombeira ficasse conhecida no mundo”, afirma.

O caso da Pitombeira mostra como a cultura popular, quando ganha destaque em produções audiovisuais, pode gerar efeitos que vão além da tela – movimentando a economia, fortalecendo tradições e ampliando o alcance de iniciativas locais para todo o país.

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Meta planeja demissões em massa em meio à alta dos custos com IA, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 21:46

Tecnologia Meta planeja demissões em massa em meio à alta dos custos com IA, diz agência Por Redação g1 — São Paulo

Logotipo da Meta Platforms, durante uma conferência na Índia, em 2023 — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas

A Meta, dona do Facebook e do WhatsApp, planeja demissões em massa que podem atingir 20% ou mais do quadro de funcionários. A informação é da Reuters, que cita três fontes familiarizadas com o assunto.

A medida ocorre enquanto a companhia busca compensar os altos custos de infraestrutura de inteligência artificial e se preparar para ganhos de eficiência com trabalhadores assistidos por IA.

Segundo as fontes ouvidas pela Reuters, ainda não há uma data definida para os cortes, e o tamanho das demissões não foi finalizado.

Executivos de alto escalão sinalizaram recentemente o plano a outros líderes da Meta e pediram que começassem a preparar reduções nas equipes, segundo duas das fontes. Eles falaram sob condição de anonimato por não estarem autorizados a divulgar as informações.

Se a Meta confirmar o corte de 20% do quadro de funcionários, será a maior rodada de demissões desde a reestruturação realizada entre o fim de 2022 e o início de 2023, período que a companhia chamou de “ano da eficiência”.

A empresa tinha quase 79 mil funcionários em 31 de dezembro, segundo seu relatório mais recente. A companhia demitiu 11 mil pessoas em novembro de 2022, cerca de 13% da força de trabalho na época. Aproximadamente quatro meses depois, anunciou outros 10 mil cortes.

No último ano, o CEO Mark Zuckerberg tem pressionado a Meta a competir de maneira mais agressiva no campo da inteligência artificial generativa.

A empresa tem oferecido pacotes salariais elevados, alguns avaliados em centenas de milhões de dólares ao longo de quatro anos, para atrair pesquisadores de IA de ponta para uma nova equipe dedicada à superinteligência.

A companhia afirmou que pretende investir US$ 600 bilhões na construção de data centers até 2028. No início desta semana, adquiriu a Moltbook, uma plataforma de rede social voltada a agentes de IA.

A Meta também está gastando pelo menos US$ 2 bilhões para comprar a startup chinesa de IA Manus, informou anteriormente a Reuters.

Zuckerberg tem mencionado ganhos de eficiência decorrentes desses investimentos. Em janeiro, afirmou que já começa a ver “projetos que antes exigiam grandes equipes sendo realizados por uma única pessoa muito talentosa.”

Os possíveis planos da Meta refletem uma tendência mais ampla entre grandes empresas dos EUA, especialmente no setor de tecnologia neste ano. Executivos têm citado avanços recentes nos sistemas de IA como um dos motivos para mudanças organizacionais.

Em janeiro, a Amazon confirmou que cortaria cerca de 16 mil empregos, o equivalente a quase 10% de sua força de trabalho.

No mês passado, a fintech Block reduziu quase metade de seu quadro de funcionários. O CEO Jack Dorsey apontou as ferramentas de IA e sua capacidade crescente de permitir que empresas façam mais com equipes menores como um dos fatores por trás da decisão.

Os investimentos planejados pela Meta em IA vêm após uma série de contratempos com os modelos Llama 4 no ano passado, incluindo críticas de que a empresa teria apresentado resultados enganosos em testes de desempenho usados nas primeiras versões.

A empresa também cancelou o lançamento da maior versão do modelo, chamada Behemoth, que estava prevista para o verão.

A equipe de superinteligência tem trabalhado para restabelecer a posição da companhia neste ano, desenvolvendo um novo modelo chamado Avocado. No entanto, o desempenho do sistema também ficou abaixo das expectativas.

Ilha Kharg é estratégica e vinha sendo poupada de ataques. Local responde por 90% da exportação de petróleo iraniano.

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