RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cargas de soja para exportação foram devolvidas após novas exigências da China, dizem pesquisadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 17:49

Agro Cargas de soja para exportação foram devolvidas após novas exigências da China, dizem pesquisadores Mudanças fizeram com que Cargill, uma das maiores exportadoras brasileiras do grão, suspendesse os envios de soja para o país asiático nesta quinta-feira (12). Por Reuters

O endurecimento das exigências fitossanitárias afetou o ritmo do envio de soja para China nos portos brasileiros esta semana, afirmou nesta sexta-feira (13) uma análise do centro de estudos Cepea, da Esalq/USP.

Os novos protocolos levaram a Cargill, a principal exportadora de soja do país, a suspender embarques para a China nesta quinta-feira (12).

"Esse cenário fez com que cargas destinadas à exportação fossem devolvidas nos últimos dias", disse o Cepea.

Além disso, os pesquisadores disseram que "parte dos agentes passou a priorizar negociações entre regiões do mercado interno, em detrimento das exportações, até que haja maior clareza sobre as novas exigências".

O ritmo de negócios com soja nos portos brasileiros foi limitado esta semana por novos protocolos de exigências fitossanitárias, que têm impactado embarques para a China, afirmou nesta sexta-feira (13) uma análise do centro de estudos Cepea, da Esalq/USP.

Os novos protocolos levaram a Cargill, a principal exportadora de soja do país, a suspender embarques para a China, disse o presidente da Cargill no Brasil, Paulo Sousa, à Reuters nesta semana.

Os controles fitossanitários mais rigorosos estão atingindo os embarques de soja brasileira para a China, ameaçando reduzir os suprimentos para o maior importador do mundo, disseram representantes do mercado na China, segundo reportagem da Reuters nesta sexta-feira.

Outras importantes empresas exportadoras não quiseram se manifestar sobre o tema, pedindo que a Reuters procurasse as entidades representativas.

Na quinta-feira (12), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) afirmaram que estão acompanhando, "de forma atenta e com preocupação, os recentes desdobramentos relacionados aos embarques de soja destinados ao mercado chinês".

O Ministério da Agricultura do Brasil, por sua vez, afirmou nesta sexta-feira que a exportação de soja brasileira e seus derivados segue normas e protocolos estabelecidos pelos países importadores, em referência às exigências da China.

"Esse cenário fez com que cargas destinadas à exportação fossem devolvidas nos últimos dias", disse o Cepea.

"Diante dessas incertezas, parte dos agentes passou a priorizar negociações entre regiões do mercado interno, em detrimento das exportações, até que haja maior clareza sobre as novas exigências", acrescentou o centro de estudos.

Ainda assim, os indicadores de preços do Cepea (Paraná e Paranaguá) registraram altas de 0,9% e 1% entre 5 e 12 de março, respectivamente.

Segundo a análise do Cepea, a valorização externa sustentou a paridade de exportação e sustentou as cotações da soja no Brasil esta semana.

Produtores rurais relatam preços abusivos e dificuldade de encontrar diesel em plena colheita no RS e PRO Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

Há 5 horas Política Cooperação contra o crimeBrasil deve rejeitar plano de Trump para receber e prender estrangeiros capturados pelos EUA

Há 2 horas Política É #FAKE que Mendonça autorizar CIA a fazer investigações e prisões no BrasilHá 2 horasConflito com o IrãEUA mandam mais 2.500 fuzileiros navais e navio de guerra para o Oriente Médio

Há 56 minutos Mundo Novo líder supremo está ferido e escondido, diz secretário dos EUAHá 56 minutosEUA e Irã transformam referências pop em propaganda de guerraHá 56 minutosEx-presidenteBolsonaro está internado na UTI com broncopneumonia, diz boletim médico

Há 5 horas Política CAMAROTTI: com manutenção de prisão, cresce temor de delaçãoHá 5 horasCGU analisa material do BC sobre servidores afastadosHá 5 horasBlog da SadiBastidores: Mendonça articulou maioria para manter prisão de Vorcaro

Há 5 horas Blog da Andréia Sadi Banqueiro integra perigosa organização criminosa, diz ministro em votoHá 5 horasEleições 2026Quaest: para 32%, apoio de Trump a Flávio aumenta chance de votar em Lula; 28%, no senador

Há 3 horas Eleições 2026 CombustíveisPetrobras anuncia aumento de preços do diesel para distribuidoras

Há 7 horas Economia Petrobras prevê alta de R$ 0,06 no litro do diesel puro; entendaHá 7 horasPetróleo passa de US$ 100 mesmo após decisão do governo TrumpHá 7 horasLíderes europeus criticam Trump por liberação temporária do petróleo russo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conexões secretas na fronteira e redes privadas: como iranianos desesperados mantêm contato com familiares no exterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 12:44

Tecnologia Conexões secretas na fronteira e redes privadas: como iranianos desesperados mantêm contato com familiares no exterior Iranianos que vivem dentro e fora do Irã contaram à BBC os vários 'jeitinhos' que usam para tentar manter contato com parentes em meio aos apagões de internet e à interrupção das comunicações provocadas pela guerra. Por BBC

Um homem na fronteira entre o Irã e a Turquia vende um serviço especial que ajuda iranianos que vivem fora do país a manter contato com familiares dentro do Irã.

O segredo dele envolve dois telefones: um conectado à rede telefônica iraniana e outro à turca. Isso é necessário porque as chamadas internacionais para o Irã estão bloqueadas.

Clientes fora do país ligam para o telefone turco dele pelo WhatsApp, e ele então disca para os familiares deles usando o telefone iraniano.

Esse é apenas um dos métodos usados por iranianos para contornar as restrições à internet e às comunicações impostas em tempos de guerra, mas o serviço é caro.

Iranianos têm buscado maneiras de contornar as restrições à internet e às ligações telefônicas impostas em tempos de guerra (foto de arquivo de 2025) — Foto: BBC/NurPhoto / Getty Images

Em algum ponto da fronteira entre o Irã e a Turquia, um homem vende um serviço especial que ajuda iranianos que vivem fora do país a manter contato com familiares dentro do Irã.

O segredo dele envolve dois telefones: um conectado à rede telefônica iraniana e outro à turca. Isso é necessário porque as chamadas internacionais para o Irã estão bloqueadas.

Clientes fora do país ligam para o telefone turco dele pelo WhatsApp, e ele então disca para os familiares deles usando o telefone iraniano.

Ele mantém os dois aparelhos juntos para que pessoas desesperadas para ouvir seus familiares no Irã possam falar com eles.

Esse é apenas um dos métodos usados por iranianos para contornar as restrições à internet e às comunicações impostas em tempos de guerra, mas o serviço é caro.

A BBC News Persa apurou que, com taxas de transferência em dinheiro, uma ligação de quatro a cinco minutos custa cerca de £28 (aproximadamente R$ 180).

'Não dá pra viver sem VPN': como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais

Às vezes, pessoas no Irã conseguem ligar para o exterior, mas a ligação raramente funciona na primeira tentativa e as chamadas quase sempre duram apenas dois ou três minutos antes de cair.

Hamid (cujo nome, como o de outros nesta reportagem, foi alterado) vive em Teerã, capital do Irã, e tem procurado desesperadamente maneiras de manter contato com a esposa e outros parentes que estão no exterior.

"Nos últimos dias, tentei de tudo apenas para conseguir me conectar", disse. "O custo não importava para mim, mesmo sendo um peso financeiro. Eu só queria que eles se sentissem um pouco mais tranquilos."

Ele tem usado serviços de rede privada virtual (VPN), que permitem "enganar" as restrições impostas pelas autoridades iranianas à internet, possibilitando o envio de mensagens e chamadas para o exterior.

"O sofrimento é enorme. O sofrimento de não saber, da ansiedade e da preocupação constante", disse.

Aplicativos de VPN são uma das formas de contornar as restrições (foto de arquivo de 2025) — Foto: BBC/NurPhoto / Getty Images

Hamid diz que 1 gigabyte de dados para uma VPN pode custar em torno de £15 (cerca de R$ 130), um valor considerável em um país onde o salário mínimo mensal é de cerca de US$ 100 (em torno de R$ 650).

Ele acrescentou que, se a conexão cair enquanto a VPN estiver em uso, os dados comprados são perdidos e não há reembolso.

"Sempre que eu conseguia me conectar à internet, mesmo que por pouco tempo, eu mandava mensagem para todos e pedia que me enviassem os números de telefone de seus familiares para que eu pudesse verificar como estavam e depois enviar notícias de volta", contou Hamid.

"Quando ligo para uma mãe e menciono o nome do filho que perguntou por ela, o som da risada e da alegria dela muda todo o meu mundo", explicou Hamid.

Negar (nome alterado), que vive em Toronto, no Canadá, disse que sua família sabia o quanto ela havia ficado ansiosa com a segurança deles durante os protestos contra o governo em janeiro.

"Desta vez, quando a internet foi cortada, eles começaram a me ligar diretamente para avisar que estavam bem", disse.

Negar acrescentou que, embora as chamadas curtas ajudem, essa comunicação não é suficiente para tranquilizá-la.

"A pior parte da história é que eles estão sob forte bombardeio e, ainda assim, me ligam dizendo: 'Estamos bem, não se preocupe conosco'. É isso que está me destruindo."

Shadi (nome alterado) vive em Melbourne, na Austrália, mas a casa de seus pais fica em Teerã, em uma área que eles chamam de "ninho de vespas". O local fica perto do grande depósito de petróleo atingido em 7 de março, e outros pontos sensíveis, como o Ministério da Defesa, também estão nas proximidades.

"Normalmente, antes de nos ligar, eles entram em contato com outros parentes e vizinhos ao redor para verificar se todos estão bem e reunir informações", disse Shadi.

"Depois, nos repassam essas informações para que possamos compartilhá-las com o restante da família aqui."

Ela acrescenta que o som de fortes explosões nas proximidades tem sido muito assustador e que seu pai deixou de sair para caminhar depois que a "chuva negra" (expressão informal usada para descrever precipitação contaminada por poluentes, que adquire coloração escura) caiu sobre ele após o ataque ao depósito de petróleo.

Zahra (nome alterado) vive na Europa e está muito preocupada com o irmão no Irã, mas ele usa uma VPN para acessar o aplicativo de mensagens Telegram e manter contato.

"Se ele fica offline por mais de meia hora ou uma hora, todo tipo de pensamento assustador começa a passar pela minha cabeça", disse.

Ela ressaltou que, na maior parte do tempo, a sua família permanece em casa. Eles não vão ao trabalho ou, se vão, ficam apenas por um período muito curto.

"Lá fora também há patrulhas por toda parte, paradas em cada cruzamento, olhando diretamente nos seus olhos. Se não gostam da sua aparência, eles param você."

A necessidade de usar diferentes aplicativos e truques técnicos para contornar as restrições muitas vezes dificulta manter contato com parentes menos familiarizados com tecnologia.

"Hoje em dia, a única maneira de me comunicar com a minha família é quando eles me ligam", disse Pooneh (nome alterado), que tem pouco mais de 30 anos e vive em Londres, no Reino Unido.

"Eu não consigo ligar para eles. Até essa coisa simples cria uma sensação estranha, como se nada estivesse sob o meu controle."

"Talvez porque ela se sinta mais confortável com tecnologia e encontre maneiras de fazer a ligação. Normalmente, também é ela quem me traz notícias sobre o resto da família."

Como muitas outras pessoas, elas mantêm uma troca de informações em duas direções: quem está dentro do Irã transmite mensagens da família, e quem está no exterior dá atualizações sobre a guerra que não estão disponíveis no país por causa da censura do governo.

"Muitas vezes ela liga apenas para receber notícias de mim", disse Pooneh. "Parece que cada uma de nós tem uma parte da história faltando, e precisamos juntá-las uma com a outra."

Com votos de Mendonça, Fux e Nunes Marques, placar está em 3 a 0 a favor da prisão do banqueiro. Ainda falta o voto de Gilmar Mendes.

Há 57 minutos Política CombustíveisPetrobras anuncia aumento de preços do diesel para distribuidoras

Há 2 horas Economia Petróleo passa de US$ 100 mesmo após decisão do governo TrumpHá 2 horasLíderes europeus criticam Trump por liberação temporária do petróleo russo

Há 31 minutos Mundo EUA aliviam sanções ao petróleo russo pela 1ª vez desde a guerra na UcrâniaHá 31 minutosEx-presidente presoBolsonaro passa mal na Papudinha e é levado a hospital em Brasília

Há 5 horas Política Ex-presidente passou por consultas e exames há uma semanaHá 5 horasGuerra no Oriente MédioNovo líder supremo está ferido e escondido, diz secretário dos EUA

Há 2 horas Mundo Teerã e Beirute sofrem novos ataques israelenses; SIGAHá 2 horasEUA e Irã transformam referências pop em propaganda de guerraHá 2 horasAcidente aéreoEUA anunciam mortes de todos os 6 tripulantes de avião que caiu no Iraque

Há 1 hora Mundo Turquia diz que 3º míssil balístico vindo do Irã foi derrubado no país Há 1 horaEUA consomem ‘anos’ de estoque de munições em 2 semanasHá 1 horaÉ domingo! 🏆Prestígio recente no Oscar abriu portas para o cinema brasileiro?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Zelensky e líderes europeus criticam relaxamento das sanções dos EUA ao petróleo da Rússia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 10:46

Mundo Zelensky e líderes europeus criticam relaxamento das sanções dos EUA ao petróleo da Rússia Governo Trump autorizou temporariamente a venda de petróleo russo que estava parado em navios no mar, em uma tentativa de aumentar a oferta global de energia e aliviar a alta dos preços após a guerra contra o Irã. Por Redação g1 — São Paulo

Os Estados Unidos autorizaram temporariamente a venda de petróleo russo que estava parado em navios no mar, em uma tentativa de aumentar a oferta global de energia e aliviar a alta dos preços após a guerra contra o Irã.

A licença, emitida pelo Departamento do Tesouro nesta quinta-feira (12), permite a comercialização até 11 de abril de cargas de petróleo bruto e derivados russos que tenham sido embarcadas em navios antes das 00h01 do dia 12 de março.

A medida libera para o mercado cerca de 100 milhões de barris de petróleo russo, segundo afirmou nesta sexta-feira (13) Kirill Dmitriev, enviado do Kremlin para assuntos econômicos.

Esse volume corresponde a aproximadamente um dia da demanda mundial por petróleo, estimada em torno de 100 milhões de barris diários, e pode ajudar a aliviar temporariamente a pressão sobre os preços internacionais.

O anúncio ocorre em um momento de forte tensão nos mercados de energia. O petróleo do tipo Brent, referência internacional, ultrapassou US$ 100 por barril, atingindo o nível mais alto em quase quatro anos.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes da União Europeia criticaram a decisão dos Estados Unidos de relaxar suas sanções contra o petróleo da Rússia nesta sexta-feira (13).

Nesta quinta-feira (12), o governo Trump autorizou temporariamente a venda de petróleo russo que estava parado em navios no mar, em uma tentativa de aumentar a oferta global de energia e aliviar a alta dos preços após a guerra contra o Irã.

Zelensky, que foi a Paris para se reunir com o presidente da França, Emmanuel Macron, disse que a decisão não está contribuindo para o fim da guerra e a conquista da paz na Ucrânia:

"Essa única flexibilização das relações com os EUA poderia fornecer à Rússia cerca de US$ 10 bilhões para a guerra. Certamente não ajuda a alcançar a paz".

Já Macron ponderou que, apesar dele e aliados não aprovarem o fim das sanções contra a Rússia, as isenções concedidas pelos EUA são "temporárias e limitadas".

Mais cedo, na rede social X, António Costa, presidente do Conselho Europeu, criticou a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump. Afirmou que a decisão não foi discutida com os aliados da União Europeia e que a pressão econômica contra Putin é importante para o fim da guerra na Ucrânia.

"Decisão unilateral dos EUA de suspender as sanções às exportações de petróleo russo é muito preocupante, pois afeta a segurança europeia. A crescente pressão econômica sobre a Rússia é decisiva para que o país aceite negociações sérias por uma paz justa e duradoura", lamentou.

Guerra no Oriente Médio: Agência Internacional de Energia anuncia a maior liberação de reservas de petróleo da história — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os Estados Unidos autorizaram temporariamente a venda de petróleo russo que estava parado em navios no mar, em uma tentativa de aumentar a oferta global de energia e aliviar a alta dos preços após a guerra contra o Irã.

A licença, emitida pelo Departamento do Tesouro nesta quinta-feira (12), permite a comercialização até 11 de abril de cargas de petróleo bruto e derivados russos que tenham sido embarcadas em navios antes das 00h01 do dia 12 de março.

A medida libera para o mercado cerca de 100 milhões de barris de petróleo russo, segundo afirmou nesta sexta-feira (13) Kirill Dmitriev, enviado do Kremlin para assuntos econômicos.

Esse volume corresponde a aproximadamente um dia da demanda mundial por petróleo, estimada em torno de 100 milhões de barris diários, e pode ajudar a aliviar temporariamente a pressão sobre os preços internacionais.

🔎A decisão representa a primeira flexibilização das sanções dos EUA contra a Rússia desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, quando o governo americano e países aliados passaram a limitar as vendas de energia da Rússia para pressionar o governo de Vladimir Putin.🛢️Naquele ano, empresas americanas foram proibidas de comprar petróleo da Rússia. Meses depois, a União Europeia — que comprava cerca de 20% do petróleo russo exportado — também reduziu importações, em uma das principais medidas econômicas adotadas contra Moscou.

A Rússia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e responde por cerca de 10% da oferta global. O país produz aproximadamente 9 a 10 milhões de barris por dia, e as exportações de petróleo representam uma das principais fontes de receita do governo russo.

O anúncio ocorre em um momento de forte tensão nos mercados de energia. O petróleo do tipo Brent, referência internacional, ultrapassou US$ 100 por barril, atingindo o nível mais alto em quase quatro anos, depois que ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e a resposta de Teerã aumentaram os riscos para o transporte marítimo no Oriente Médio.

O conflito afetou especialmente o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo. A ameaça iraniana de bloquear embarques na região elevou o temor de interrupções no fornecimento global, impulsionando os preços da energia.

Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a autorização temporária tem como objetivo “ampliar o alcance global da oferta existente” de petróleo, mas é uma medida limitada.

Em publicação na rede X, ele afirmou que a decisão não deve gerar “benefício financeiro significativo” para o governo russo, já que Moscou arrecada a maior parte dos impostos sobre o petróleo no momento da extração.

Mesmo assim, o gesto é visto por analistas como um sinal político relevante em meio às tensões geopolíticas. O presidente Donald Trump vinha indicando que poderia flexibilizar algumas restrições à energia russa para conter a disparada dos preços e evitar um choque mais amplo na economia global.

A decisão também ocorre poucos dias depois de Washington conceder uma autorização específica para que a Índia comprasse petróleo russo retido no mar, ajudando o país asiático a compensar perdas de fornecimento provenientes do Oriente Médio.

Para Moscou, o anúncio representa um reconhecimento da importância do petróleo russo para o equilíbrio do mercado mundial. “Sem o petróleo russo, o mercado global de energia não pode permanecer estável”, afirmou Dmitriev em uma publicação no Telegram.

Outro porta-voz do governo russo, Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou nesta sexta que o país vê a isenção das sanções como uma tentativa de Washington de estabilizar os mercados globais de energia, e os dois países têm um interesse comum nisso.

"Vemos ações dos EUA com o objetivo de tentar estabilizar os mercados de energia. Nesse aspecto, nossos interesses coincidem", disse ele.

A Rússia se tornou alvo de uma ampla rodada de sanções ocidentais desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia. Estados Unidos, União Europeia e aliados impuseram restrições ao comércio de petróleo russo, incluindo proibições de importação, limites de preço e obstáculos ao financiamento e seguro de embarques.

✈️🛢️ Essas medidas reduziram parte das exportações russas para países ocidentais, mas Moscou conseguiu redirecionar grande parte do petróleo para mercados asiáticos, especialmente Índia e China, frequentemente com desconto em relação ao preço internacional.

Com a intensificação das tensões que culminaram no início da guerra no Oriente Médio, parte do petróleo russo já havia sido embarcada em navios e estava a caminho de compradores.

Diante da instabilidade no mercado e de restrições comerciais, alguns desses carregamentos acabaram ficando temporariamente parados no mar, aguardando novos compradores ou autorizações para serem comercializados.

No mercado de energia, esse tipo de situação é conhecido como “armazenamento flutuante”, quando o petróleo permanece estocado em petroleiros no mar até que surja um destino para a carga.

A licença temporária dos Estados Unidos abre uma janela de 30 dias para que essas cargas sejam comercializadas, ampliando a oferta global em um momento de forte pressão sobre o mercado.

Além da flexibilização sobre o petróleo russo, o governo americano anunciou outras medidas para conter a alta da energia, incluindo a liberação de 172 milhões de barris da reserva estratégica de petróleo dos EUA e a possibilidade de escolta naval para navios petroleiros no Golfo.

Apesar da liberação, analistas avaliam que o impacto sobre os preços pode ser limitado e temporário, já que o mercado enfrenta uma combinação de choques de oferta e aumento da demanda por energia.

Além da licença para venda do petróleo russo, os Estados Unidos também anunciaram a liberação de 172 milhões de barris de sua reserva estratégica, em uma tentativa de conter a escalada dos preços.

As medidas fazem parte de um esforço mais amplo da Agência Internacional de Energia (AIE), formada por 32 países, que anunciou um plano de liberação de até 400 milhões de barris de petróleo para estabilizar o mercado global.

Mesmo assim, investidores continuam preocupados com a possibilidade de interrupções prolongadas no fornecimento de petróleo do Oriente Médio.

“As notícias estão chegando ao mercado como água de uma mangueira de incêndio, o que está impactando o preço do petróleo e, consequentemente, os mercados financeiros”, disse Mitch Reznick, chefe do grupo de renda fixa da Federated Hermes.

Há 4 horas Mundo Turquia diz que 3º míssil balístico vindo do Irã foi derrubado no país Há 4 horasEUA consomem ‘anos’ de estoque de munições em 2 semanasHá 4 horasCaso Master2ª Turma do STF inicia hoje análise da prisão preventiva de Vorcaro; entenda

Há 4 horas Política Saiba quem são os ministros que vão julgar o casoHá 4 horasVÍDEO: Camarotti analisa o que espera do julgamentoHá 4 horasEx-presidente presoBolsonaro passa mal na Papudinha e é levado a hospital em Brasília

Há 2 horas Política Efeitos da guerraProdutores relatam preços abusivos de diesel; ANP descarta desabastecimento

Há 40 minutos Agronegócios Petróleo passa de US$ 100 mesmo após EUA liberarem compra de barris russos

Há 2 horas Economia DiplomaciaItamaraty convocou representante dos EUA por visita de assessor de Trump

Há 2 horas Política Moraes volta atrás e nega visita de assessor de Trump a BolsonaroHá 2 horasVALDO: investidas contra o Brasil são difíceis de serem rebatidasHá 2 horasÉ domingo! 🏆Prestígio recente no Oscar abriu portas para o cinema brasileiro?

Há 5 horas Cinema ‘Cidade de Deus’: a última vez em que o Brasil teve 4 indicaçõesHá 5 horasInvestigaçãoMulher é presa suspeita de participação no desaparecimento de gaúcha em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pesquisa revela onde a carreira das mulheres mais trava — e não é no topo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/03/2026 02:45

Trabalho e Carreira Pesquisa revela onde a carreira das mulheres mais trava — e não é no topo Estudo da infoJobs aponta que a barreira mais comum na carreira das mulheres surge antes do topo da hierarquia. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Pesquisa da InfoJobs mostra que 49% das mulheres dizem que a carreira trava na transição para cargos de gestão, antes mesmo de chegar à diretoria.

O resultado revela o chamado “degrau quebrado”, quando profissionais têm dificuldade para conquistar a primeira promoção para liderança, etapa considerada decisiva para avançar na carreira.

Entre os fatores apontados estão menor acesso a projetos estratégicos, vieses nas promoções e maior cobrança sobre o desempenho feminino.

Especialistas também apontam que a desigualdade na divisão do trabalho doméstico e a falta de critérios claros de promoção ainda influenciam a presença feminina nos cargos de liderança.

Apesar das barreiras, metade das entrevistadas se diz otimista sobre o futuro do trabalho para as mulheres, com expectativa de avanços em igualdade salarial e oportunidades de crescimento.

Pesquisa da InfoJobs mostra que 49% das mulheres dizem que a carreira trava na transição para cargos de gestão — Foto: Freepik

Uma pesquisa da plataforma de empregos InfoJobs mostra que quase metade das profissionais acredita que o crescimento trava justamente na passagem para cargos de gestão — etapa que costuma ser a porta de entrada para a liderança nas empresas.

Segundo o levantamento, 49% das mulheres dizem sentir um "teto de crescimento' na transição de funções técnicas para posições de gestão, enquanto 20% apontam que a barreira aparece apenas na chegada à diretoria ou nível executivo.

Na prática, isso indica que muitas carreiras encontram obstáculos antes mesmo de alcançar o topo da hierarquia corporativa.

O estudo faz parte da Pesquisa Panorama da Mulher no Mercado de Trabalho 2026, realizada pela InfoJobs com 1.022 profissionais. O levantamento, divulgado com exclusividade para o g1, reúne percepções sobre crescimento profissional e ambiente de trabalho.

Especialistas costumam explicar esse fenômeno apontando na pesquisa com dois conceitos que ajudam a entender a desigualdade de gênero nas empresas:

🪟 Teto de invisível / vidro : barreira invisível que impede o avanço até as posições mais altas da hierarquia;🪜 Degrau quebrado: dificuldade que muitas mulheres enfrentam para conquistar a primeira promoção para cargos de liderança.

Hosana Azevedo, gerente de RH do Redarbor – grupo responsável pelo InfoJobs – explica que, embora muitas mulheres avancem bem em funções técnicas, a passagem para a liderança costuma depender de outros fatores além da entrega individual.

"Esse é um momento em que as promoções passam a depender menos de entrega individual e mais de visibilidade, networking interno e confiança da liderança — fatores que historicamente favoreceram trajetórias masculinas".

Hosana também ressalta que o problema não está na qualificação das profissionais. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as mulheres já têm, em média, níveis de escolaridade mais altos que os homens no Brasil. Ainda assim, permanecem sub-representadas em posições de liderança.

Para ela, o desafio aparece justamente na transição entre a performance técnica e o reconhecimento como potencial líder dentro das empresas.

Quando esse primeiro obstáculo aparece cedo, o efeito se espalha ao longo da carreira. Menos mulheres conseguem avançar para os níveis seguintes da estrutura corporativa. E a presença feminina diminui conforme os cargos se tornam mais altos.

Entre as mulheres entrevistadas na pesquisa da InfoJobs, a maior parte ainda está distante das posições de liderança — ou sequer conseguiu permanecer no mercado de trabalho.

Mais da metade das participantes (54%) afirmou que não está trabalhando atualmente. Outras 21% estão no início da carreira e 17% ocupam cargos de especialista ou analista. Já os postos de liderança aparecem com participação bem menor: 5% disseram atuar em coordenação ou gestão, enquanto apenas 3% chegaram à liderança sênior ou à diretoria.

A pesquisa também analisou como as empresas distribuem projetos estratégicos — tarefas que costumam aumentar a visibilidade dentro das organizações e influenciar decisões de promoção.

Quase metade das entrevistadas (46%) avalia que a distribuição ocorre de forma equilibrada e baseada em competência. Ainda assim, uma parcela relevante percebe diferenças. Cerca de 31% dizem que mulheres recebem projetos estratégicos, mas com maior nível de cobrança, enquanto 23% afirmam que há tendência de direcionar projetos críticos para perfis masculinos.

Hosana afirma que projetos estratégicos costumam funcionar como uma vitrine dentro das empresas, pois são eles que aumentam a visibilidade de profissionais e influenciam decisões de promoção.

Segundo a executiva, quando mulheres têm menos acesso a essas experiências — ou precisam comprovar resultados sob níveis mais altos de exigência — cria-se um desequilíbrio que se acumula ao longo da trajetória profissional.

A percepção sobre o ambiente corporativo também ajuda a entender por que o avanço nem sempre ocorre no mesmo ritmo.

Quase metade das entrevistadas (45%) afirma que precisa ter mais cautela ao se posicionar no trabalho em comparação aos colegas homens. Outras 22% dizem que o ambiente não favorece erros ou discordâncias quando se trata de mulheres. Apenas 33% relatam sentir a mesma liberdade e confiança que os pares masculinos.

A percepção de que as organizações ainda precisam evoluir nesse tema também aparece com força no levantamento.

Segundo a pesquisa, 78% das mulheres afirmam que temas como igualdade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades iguais ainda não recebem a atenção necessária dentro das empresas. Apenas 22% acreditam que essas questões são tratadas de forma adequada.

Para Ana Paula Prado, CEO da Redarbor, empresas que não monitoram de forma efetiva indicadores de equidade e inclusão correm o risco de perder talentos e reduzir o engajamento das equipes.

Segundo ela, promover equidade não é apenas uma pauta social, mas também uma estratégia para melhorar a gestão de pessoas e fortalecer a competitividade das organizações.

"As empresas precisam traduzir equidade em ações concretas. Quando as mulheres percebem que seus direitos e oportunidades são tratados de forma superficial, o resultado aparece em diferentes dimensões da organização, como menor retenção, queda de engajamento e enfraquecimento da confiança institucional", pontua.

Outro fator que influencia essa percepção de estagnação aparece em determinadas fases da vida profissional.

Segundo Hosana, o sentimento costuma se intensificar a partir dos 30 anos, momento em que muitas mulheres tentam avançar para posições de liderança ao mesmo tempo em que enfrentam decisões pessoais importantes, como a maternidade.

"As mulheres dedicam quase o dobro de horas semanais ao trabalho doméstico e ao cuidado familiar em comparação aos homens, o que ainda influencia a percepção de disponibilidade para cargos de gestão".

A executiva acrescenta que alguns setores apresentam desafios adicionais. Áreas tradicionalmente masculinas, como tecnologia, engenharia e indústria, ainda registram barreiras maiores para a ascensão feminina.

As dificuldades também se tornam mais evidentes quando o recorte considera mulheres de grupos minorizados.

Segundo a pesquisa da Infojobs, 62% das entrevistadas acreditam que existem oportunidades para mulheres pretas, pessoas com deficiência e LGBTQIA+, mas que elas ainda não são igualitárias. Apenas 19% dizem que essas oportunidades são distribuídas de forma equivalente.

Nos comentários abertos do levantamento, muitas participantes também relataram preferência por homens em cargos de chefia, menor presença feminina em posições estratégicas e diferenças salariais entre homens e mulheres, além de obstáculos para avançar na carreira.

Para Hosana, parte da solução passa por tornar mais claros e estruturados os processos de promoção dentro das empresas. Segundo ela, critérios objetivos para liderança ajudam a reduzir vieses e ampliam as chances de reconhecimento do desempenho feminino.

A executiva também destaca o papel de iniciativas como programas de mentoria, patrocínio profissional e trilhas de desenvolvimento voltadas à liderança feminina.

Metade das entrevistadas (50%) afirma ter uma visão otimista sobre o futuro do mercado de trabalho para as mulheres, com expectativa de maior igualdade salarial, mais benefícios relacionados à maternidade e oportunidades mais equilibradas. Outros 30% dizem não esperar mudanças significativas, enquanto 21% demonstram uma visão pessimista.

"Esse dado mostra que existe expectativa de mudança — e cabe às empresas transformar essa expectativa em práticas concretas de desenvolvimento, visibilidade e acesso à liderança", conclui Hosana.

Há 35 minutos Agronegócios Aeronave militarAvião de reabastecimento dos EUA cai no espaço aéreo do Iraque

Há 8 horas Mundo Maior porta-aviões do mundo tem fogo em lavanderiaHá 8 horasEUA consomem ‘anos’ de estoque de munições em menos de duas semanasHá 8 horasLiberdade de imprensaMoraes autoriza busca contra jornalista no MA; associação se preocupa

Há 39 minutos Midia e Marketing Dino diz que seus deslocamentos eram monitorados ilegalmente por blogueiroHá 39 minutosEx-presidente presoMoraes volta atrás e nega visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Há 7 horas Política Itamaraty diz que reunião pode ser ‘indevida ingerência’ em assuntos internosHá 7 horasLoteriasMega-Sena acumula e vai a R$ 75 milhões; veja números

Há 5 horas Mega-Sena Tempo 🌧️☂️Temporais atingem Norte, Centro-Oeste e Sudeste; veja a previsão

Há 2 horas Meio Ambiente Blog do Octavio GuedesJulgamento de Castro no TSE pode implodir acordo de Flávio Bolsonaro no Rio

Há 2 horas Blog do Octavio Guedes Guerra no Oriente MédioNetanyahu afirma que ataque de Israel matou cientista nuclear iraniano

Há 9 horas Mundo Soldado francês morre no Iraque; SIGAHá 9 horasNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechadoHá 9 horasIndicado ao Oscar’O Agente Secreto’ volta ao Recife dos anos 70 e ajuda a explicar o Brasil da época

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Combustíveis: Lula repete fórmula de Bolsonaro e reduz impostos para conter preços em meio à alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%MoedasDólar ComercialR$ 5,2421,62%Dólar TurismoR$ 5,4261,19%Euro ComercialR$ 6,0361,11%Euro TurismoR$ 6,2630,82%B3Ibovespa179.284 pts-2,55%Oferecido por

Com o acirramento da guerra no Oriente Médio e a escalada do preço do petróleo, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) zerou nesta quinta-feira (12) as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre o diesel e anunciou um incentivo aos produtores e importadores do combustível. 

Com as medidas, o governo espera, ao custo de R$ 30 bilhões, gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.

Para compensar, o governo do presidente Lula vai contar com o imposto de exportação sobre o petróleo.

Com a tributação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esperar alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Pasep e Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel.

O anúncio saiu na semana que antecede a próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), servindo como um sinal de que o governo federal está atento aos eventuais impactos na inflação, e com as eleições no horizonte. 

Em 2022, em meio à alta do petróleo com o início da guerra na Ucrânia após invasão russa, Jair Bolsonaro também zerou as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o diesel para reduzir o impacto para os consumidores.

O texto também alterou, a regra de incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) sobre combustíveis.

O ICMS, um tributo estadual, passou a incidir sobre os combustíveis uma única vez. Antes, o imposto sofria "efeito cascata", sendo cobrado mais de uma vez ao longo da cadeia de produção. 

Ainda em 2022, também ano eleitoral, Jair Bolsonaro sancionou outro texto. Desta vez, limitando a alíquota do ICMS, imposto de competência estadual, sobre itens como combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo em 17% ou 18%.

À época, governadores estimaram perda de cerca de R$ 100 bilhões com a medida. Em 2023, já na gestão Lula, o Supremo Tribunal Federal validou um acordo para que o governo federal repassasse R$ 27 bilhões aos estados para compensar a queda de arrecadação com as mudanças no ICMS.

Há 2 horas Política Ex-presidente presoMoraes volta atrás e nega visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Há 2 horas Política Itamaraty diz que reunião pode ser ‘indevida ingerência’ em assuntos internosHá 2 horasLoteriasMega-Sena pode pagar R$ 64 milhões; veja números

Há 24 minutos Mega-Sena Efeitos da guerraLitro do diesel custará R$ 0,64 a menos com pacote para frear alta; entenda

Há 3 horas Política Pacote zera impostos do diesel e taxa exportação de petróleoHá 3 horasRefinaria e impostos: como são formados os preços do dieselHá 3 horasVALDO: Lula tenta conter impacto no bolso do consumidor em ano eleitoral

Há 9 horas Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 9 horasBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 9 horasGuerra no Oriente MédioNetanyahu afirma que ataque de Israel matou cientista nuclear iraniano

Há 4 horas Mundo Novo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechadoHá 4 horasIsrael lança nova onda de ataques a Teerã; SIGAHá 4 horasInvestigação da PMInquérito aponta perseguição de tenente à esposa morta

Há 54 minutos São Paulo Caso MasterCunhado de Vorcaro movimentou R$ 99 milhões em 7 meses; valor é incompatível com renda

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo anuncia pacote de medidas para conter impacto da guerra no Irã no preço do diesel; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 13:15

Política Governo anuncia pacote de medidas para conter impacto da guerra no Irã no preço do diesel; entenda Lula assinou decretos e uma medida provisória com o objetivo de reduzir influência do conflito no Oriente Médio no preço do combustível, essencial para o escoamento da produção e abastecimento das cidades brasileiras. Por Alexandro Martello, Kellen Barreto, g1 — Brasília

O presidente Lula e ministros do governo anunciaram nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel.

Entre as medidas assinadas por Lula, estão: zerar o PIS/Cofins sobre o diesel, subvenção a produtores e importadores e imposto de exportação sobre o petróleo.

De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível.

A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões.

O pagamento da subvenção aos produtores importadores, segundo Haddad, deve custar cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do governo anunciaram nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel e, consequentemente, na inflação de produtos que dependem do combustível para chegar aos consumidores.

um decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins incidentes sobre óleo diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro, segundo o governo;uma medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32;a tributação, via medida provisória, da exportação de petróleo com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento da população;um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.

De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível. A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões.

A medida, assim como a subvenção a produtores e importadores, tem o objetivo de aliviar a pressão do conflito externo no preço do combustível que é essencial no transporte de cargas, no escoamento da produção agropecuária e abastecimento das cidades, e na mobilidade de brasileiros que utilizam o transporte coletivo.

O pagamento da subvenção aos produtores importadores, segundo Haddad, deve custar cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

Com o imposto de exportação sobre o petróleo, o governo espera bancar a redução de impostos sobre o diesel com a elevação da arrecadação no momento de aumento do preço do produto no mercado internacional. E, de certa forma, "compartilhar" a renda excedente "com a sociedade brasileira".

O governo espera, conforme Haddad, arrecadar cerca de R$ 30 bilhões com o imposto de exportação sobre o petróleo e, assim, alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel. A previsão é de que dure até 31 de dezembro deste ano.

A medida provisória por Lula também confere novos instrumentos de fiscalização para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O objetivo é coibir práticas que prejudiquem o consumidor neste momento de tensão internacional.

A intenção do governo é evitar o aumento abusivo de preços e medidas de retenção de estoques que possam provocar escassez ou venda de produto com valores mais elevados.

Veja mudança de movimento no Estreito de Ormuz com conflito no Oriente Médio — Foto: Reprodução/TV Globo

O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.

A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.

Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.

Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo.

Há 16 minutos Blog do Valdo Cruz Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra, diz pesquisaHá 16 minutosBarril de petróleo passa de US$ 100 após ataques iranianos a naviosHá 16 minutosNovo líder do Irã diz que Estreito de Ormuz seguirá fechado

Há 1 hora Mundo Israel fala em ‘tomar territórios’ do Líbano e ofensiva contra HezbollahHá 1 horaTrump chama Irã de ‘império maligno’; SIGAHá 1 horaCaso MasterCPMI do INSS aprova convocações de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Há 2 horas Política Zanin nega pedido para que STF obrigue Câmara a instalar CPI do MasterHá 2 horasSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 7 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 7 horasQuem é da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de VorcaroHá 7 horasEleições 2026Simone Tebet anuncia disputa pelo Senado em SP

Há 1 hora Mato Grosso do Sul Décadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra dengue

Há 2 horas Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 2 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após STF impor controle mais rigoroso de emendas, Tesouro Nacional toma medida para facilitar rastreio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 10:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,2161,11%Dólar TurismoR$ 5,3950,62%Euro ComercialR$ 6,0110,69%Euro TurismoR$ 6,2290,26%B3Ibovespa180.122 pts-2,09%Oferecido por

A Secretaria do Tesouro Nacional publicou portaria no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (12) que facilita o rastreio de emendas parlamentares, ou seja, recursos destinados por deputados e senadores para seus redutos eleitorais a partir de recursos do orçamento.

O órgão informou ter atualizado a classificação das fontes ou destinações de recursos a ser utilizada por Estados, Distrito Federal e municípios para incluir codificação específica destinada à identificação das emendas parlamentares.

Foi criada uma informação Complementar Emendas Parlamentares (EP) e incluídos novos códigos de acompanhamento.

O governo argumenta que, desta forma, "será possível identificar com mais clareza a origem e o fluxo desses recursos nas diferentes etapas da gestão orçamentária e financeira dos estados e municípios". A nova regra tem efeitos para a elaboração e execução dos orçamentos de 2027.

"A atualização promovida pela Portaria traz avanços relevantes para a governança fiscal e para a qualidade das informações das contas públicas. Entre os principais benefícios da medida estão a identificação mais clara dos recursos provenientes de emendas parlamentares e a melhoria no monitoramento da execução orçamentária e financeira, permitindo acompanhar com maior precisão o fluxo desses recursos", informou o Tesouro Nacional.

Segundo o governo, a portaria também "fortalece os mecanismos de controle e fiscalização ao facilitar a rastreabilidade das despesas associadas às emendas e aperfeiçoa a prestação de contas à sociedade, com informações fiscais mais detalhadas e qualificadas".

A mudança nas regras de identificação pelo Tesouro Nacional acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter vetado a liberação de emendas consideradas irregulares, na esteira do proibição do chamado "orçamento secreto" — adotado na gestão do presidente Jair Bolsonaro. Em 2024, por exemplo, foram suspensos R$ 4,2 bilhões em emendas.

No fim do ano passado, a corte também proibiu a liberação de emendas de alguns parlamentares, e, neste ano, foi vetada a destinação e execução de recursos de emendas para organizações não-governamentais e outras entidades do terceiro setor administradas ou vinculadas a parentes de parlamentares e de seus assessores.

Congresso aprova LDO com calendário de pagamento de R$ 13 bilhões em emendas parlamentares até as eleições de 2026. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Há 13 minutos Mundo VÍDEO: petroleiro é engolido por chamas após ataque no IraqueHá 13 minutosAtaques no Líbano já deixaram mais de 680 mortos; SIGAHá 13 minutosCaso MasterSADI: Centrão se mobiliza para tentar soltar Vorcaro e evitar delação

Há 5 horas Blog da Andréia Sadi DUAILIBI: defesa do banqueiro nega estar negociando delaçãoHá 5 horasPatrimônio de Vorcaro quase dobrou em um anoHá 5 horasQuem faz parte da 2ª Turma do STF, que vai discutir prisão de Vorcaro

Há 2 horas Política Toffoli se declara suspeito e não votará em julgamentoHá 2 horasIPCAInflação: pressionados pela educação, preços sobem 0,70% em fevereiro

Há 1 hora Economia Investigação em 11 estados4 são presos em operação contra venda de armas feitas em impressoras 3D

Há 3 horas Rio de Janeiro Chefe de quadrilha é engenheiro e conhecido como Zé CariocaHá 3 horasDécadas de laboratório 💉A pesquisadora do Butantã por trás da 1ª vacina 100% brasileira contra a dengue

Há 10 minutos Saúde HPV: podcast tira dúvidas sobre vírus que causa cânceresHá 10 minutosEfeitos da guerraPreço do diesel nos postos do Brasil dispara 7%; Cade investiga alta

Há 3 horas Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataquesHá 3 horasComo a liberação recorde de reservas contorna bloqueio em OrmuzHá 3 horasComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 3 horas Mundo O que é chuva ácida e quais são os seus riscos?Há 3 horasBlog da Sandra Cohen Por que os EUA e Israel mantêm a ilha iraniana de Kharg a salvo dos ataques?

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mãos queimadas e trabalho infantil: desafios da produção artesanal da castanha de caju no Rio Grande do Norte

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 04:02

GLOBO RURAL Mãos queimadas e trabalho infantil: desafios da produção artesanal da castanha de caju no Rio Grande do Norte A castanha de caju é uma fonte de renda para comunidades indígenas quando outras lavouras, como feijão, milho e algodão, não estão em período de colheita. Por Globo Rural

A castanha de caju é uma fonte de renda importante para pequenos produtores no semiárido do Rio Grande do Norte.

Mas a rotina traz desafios. Sem acesso a equipamentos de proteção, alguns agricultores queimam as mãos. Em alguns casos, crianças também acabam ajudando na produção.

No Nordeste, 195 mil agricultores cultivam caju. Os pequenos produtores representam mais da metade desse número.

O Rio Grande do Norte é o terceiro maior produtor do Brasil de castanha de caju, com 20,5 mil toneladas.

Na comunidade indígena Amarelão, no município de João Câmara, a castanha é extraída da forma artesanal.

A castanha de caju é uma fonte de renda importante para pequenos produtores no semiárido do Rio Grande do Norte. Mas a rotina traz desafios. Sem acesso a equipamentos de proteção, alguns agricultores queimam as mãos. Em alguns casos, crianças também acabam ajudando na produção.

No Nordeste, 195 mil agricultores cultivam caju. Os pequenos produtores representam mais da metade desse número.

Apesar das dificuldades, a renda chega em um momento importante: durante a entressafra de culturas como feijão, milho e algodão.

O Rio Grande do Norte é o terceiro maior produtor do Brasil de castanha de caju, com 20,5 mil toneladas. O estado fica atrás do Ceará, com 102 mil toneladas, e do Piauí, com 25 mil toneladas.

Na comunidade indígena Amarelão, no município de João Câmara, a castanha é extraída da forma artesanal. Primeiro ela vai para o tacho, onde é torrada. Depois é cozida e quebrada para retirar a amêndoa.

Os trabalhadores começam o dia ainda de madrugada para fugir do calor. É o caso de Sebastiana de Souza Raimundo e Damião Raimundo.

O casal estudou apenas até a terceira série do ensino fundamental. Eles começaram a trabalhar com a castanha para sustentar a família, formada quando Sebastiana tinha 14 anos e Damião 17.

"A castanha mudou muito a nossa vida. Conseguimos construir a nossa casinha, compramos um carrinho, criamos as nossas filhas", diz Sebastiana.

As filhas do casal não precisaram abandonar a escola. Kaliane virou professora e a Kainara, técnica de enfermagem.

Leia também: Do Mato Grosso para o mundo: a nova rota da soja e os desafios do transporte no Arco Norte

Hoje, Sebastiana e Damião usam luvas para trabalhar. Mas, no passado, já machucaram diversas vezes a mão durante o processo de retirada da amêndoa.

Isso é causado pelo Líquido da Casca da Castanha de Caju (LCC), que é liberado na torra. Ele pode queimar, irritar a pele e até mesmo apagar as impressões digitais.

A castanha de caju tem três partes: a casca, a película e a amêndoa. Dentro da casca há um tecido esponjoso chamado de mesocarpo. É nele que está o LCC, que é corrosivo. A película o separa da amêndoa.

Em 2012, o programa Profissão Repórter mostrou casos de trabalho infantil durante o processamento da castanha na comunidade.

Enquanto o Globo Rural gravou a reportagem, exibida neste domingo (8), a equipe não encontrou nenhuma criança trabalhando. Contudo, a auditora do trabalho Marinalva Dantas confirma que o problema ainda existe.

O flagrante mais recente foi em 2023, quando 30 adolescentes foram encontrados com as mãos machucadas.

Mão de criança machucada pelo trabalho com a castanha de caju no Rio Grande do Norte — Foto: Reprodução / Globo Rural

"O trabalho infantil continua, infelizmente. Como é no âmbito familiar, eles trabalham até às 7 horas da manhã, comem e vão para a escola. Lá eles não conseguem entender nada da aula, porque estão muito sonolentos", relata Dantas.

Para ela, é importante que as famílias entendam que crianças e adolescentes não devem trabalhar até os 18 anos.

Além disso, a auditora diz que a prefeitura e o governo do estado precisam oferecer apoio às famílias.

Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entendaImplicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul

Há 3 horas Blog da Andréia Sadi Patrimônio de Vorcaro quase dobrou em ano que Master começou a ser investigadoHá 3 horas🎧 PodcastO ASSUNTO: os interesses dos EUA em classificar PCC e CV como terroristas

Há 46 minutos O Assunto SADI: EUA não vão considerar posição do Brasil sobre PCC e terrorismoHá 46 minutosO que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis na América LatinaHá 46 minutosPesquisa eleitoralQuaest, 2º turno: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados pela 1ª vez, ambos com 41%

Há 14 horas Eleições 2026 51% desaprovam e 44% aprovam o governo LulaHá 14 horas43% têm mais medo de Lula seguir no poder; 42% temem a família BolsonaroHá 14 horas46% dizem que Lula é radical, e 45% afirmam o mesmo sobre Flávio Há 14 horasDatafolha: 46% avaliam que situação econômica do país piorou; para 24%, melhorou

Há 9 horas Política IPSOS-IPEC: governo Lula tem pior avaliação em gastosHá 9 horasQUAEST: 48% dizem que a economia piorou nos últimos 12 mesesHá 9 horasGuerra no Oriente MédioComo funcionam as minas navais que ameaçam navios no Estreito de Ormuz

Há 1 hora Mundo Trump diz que EUA sabem onde estão ‘células adormecidas’ do IrãHá 1 horaDrone iraniano atinge prédio de luxo em DubaiHá 1 horaPreço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra no Oriente Médio

Há 54 minutos Economia Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 de novo após ataques a naviosHá 54 minutosComo a maior liberação de reservas da história contorna bloqueio no Estreito de OrmuzHá 54 minutosAustrália autoriza mudança no combustível para conter alta do petróleoHá 54 minutosMato GrossoFilhos de vítima de feminicídio são presos no velório da mãe após sequestrarem suspeito

Há 5 horas Mato Grosso BrasileirãoCom gols de Pedro e Carrascal, Flamengo vence Cruzeiro no Maracanã

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Crise no Oriente Médio: Silveira diz que governo avalia necessidade de medidas para conter alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 21:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3620,1%Euro ComercialR$ 5,969-0,33%Euro TurismoR$ 6,212-0,33%B3Ibovespa183.969 pts0,28%Oferecido por

Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, diz que governo pode adotar horário de verão em 2024 — Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para avaliar a necessidade de medidas frente à escalada do preço do barril de petróleo em função da guerra no Oriente Médio.

Entretanto, Silveira descartou uma intervenção do governo federal na Petrobras e disse que tal medida seria "irresponsável".

“Nós vamos fazer como fizemos ontem à tarde: reunimos com o presidente Lula para podermos discutir que medidas tomaremos em algo que não depende da gente, mas que nós não seremos irresponsáveis de fazer intervenção em uma empresa de capital aberta, listada na bolsa de Nova York e que tem a sua governança própria”, declarou o ministro, durante participação na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

O ministro também desconsiderou risco de desabastecimento de combustíveis no país e classificou como "criminosa especulação" os recentes aumentos nos preços dos combustíveis em algumas regiões do país.

“É naturalmente um momento de apreensão do mundo inteiro, não só do Brasil, porque nós vivemos um caos geopolítico, mas não tem risco de abastecimento e muito pelo contrário”, afirmou o ministro.

Nos últimos dias, sindicatos do setor registraram altas ou previsão de aumento para gasolina e diesel em diversas partes do país, atribuídas à elevação do preço internacional do petróleo após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

“O que há é uma criminosa especulação por parte dessas distribuidoras e dos revendedores. Por isso, nós vamos aplicar as multas devidas, vamos fiscalizar, vamos fazer operações, vamos envolver a Polícia Federal”, disse Silveira.

Nesta terça, o ministério de Minas e Energia informou a criação de uma Sala de Monitoramento do Abastecimento, com o objetivo de identificar rapidamente eventuais riscos ao fornecimento e coordenar ações para preservar a segurança energética e a normalidade do abastecimento de combustíveis no país.

A medida segue práticas de governança já adotadas pela pasta em cenários geopolíticos semelhantes.

“O povo brasileiro pode nos ajudar é fiscalizar os abusos dos revendedores nos postos de gasolina e nós vamos fiscalizar com a ANP, Procon, Senacon, Polícia Federal e o Ministério das Justiças as distribuidoras para que elas deixem de cometer os abusos que começaram a cometer nos últimos dias", defendeu.

O presidente Lula passou esta quarta-feira no Palácio da Alvorada. Ao longo do dia, houve intensa movimentação de entrada e saída de carros de ministros.

Entre eles, Alexandre Silveira (Minas e Energia), Sidônio Palmeira (Secom), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) e Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral a União).

De acordo com integrantes do governo, uma das reuniões convocadas pelo presidente Lula foi para discutir a alta no valor dos combustíveis.

Segundo relatou um ministro ouvido pelo g1, há uma preocupação de que se intensifique uma especulação dos postos de gasolina.

"Estão aumentando o preço do combustível de uma maneira oportunista, sendo que não houve qualquer tipo de aumento na refinaria, querendo criar um pânico por conta do aumento do preço do petróleo devido ao ataque ao Irã".

Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.

A alta ocorre em meio à intensificação das tensões, que envolvem países e rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás. O fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias globais de escoamento da commodity, elevou o temor de restrições na oferta mundial e de diversos produtos derivados.

Há 3 horas Política BRB cobra dívida de R$ 799 mil de ex-presidente investigadoHá 3 horasEmpresas de Vorcaro enviaram mais de R$ 700 milhões a paraíso fiscalHá 3 horasPesquisa eleitoralQuaest, 2º turno: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados pela 1ª vez, ambos com 41%

Há 8 horas Eleições 2026 51% desaprovam e 44% aprovam o governo LulaHá 8 horas43% têm mais medo de Lula seguir no poder; 42% temem a família BolsonaroHá 8 horas46% dizem que Lula é radical, e 45% afirmam o mesmo sobre Flávio Há 8 horasDatafolha: 46% avaliam que situação econômica do país piorou; para 24%, melhorou

Há 3 horas Política IPSOS-IPEC: governo Lula tem pior avaliação em gastosHá 3 horasQUAEST: 48% dizem que a economia piorou nos últimos 12 mesesHá 3 horasRombo de R$ 4,5 bilhõesJustiça aceita pedido de renegociação de dívidas do Grupo Pão de Açúcar

Há 4 horas Economia Ações da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa tenta renegociar R$ 65 bilhõesHá 4 horasBlog da Andréia SadiEUA não vão considerar posição do Brasil sobre PCC e terrorismo, diz promotor

Há 5 horas Blog da Andréia Sadi Por que a Lei Antiterrorismo não enquadra as facções?Há 5 horasGuerra no Oriente MédioDrone iraniano atinge prédio de luxo em Dubai

Há 1 hora Mundo Navios petroleiros são atacados no Iraque; tripulante morreuHá 1 horaFBI alerta polícia da Califórnia para risco de ataque de drone do Irã, diz TVHá 1 horaTrump diz que EUA sabem onde estão ‘células adormecidas’ do Irã

Há 38 minutos Mundo 1ª semana de guerra custou R$ 58,7 bilhões aos EUA, diz PentágonoHá 38 minutosIrã não jogará a Copa do Mundo, anuncia ministro do EsporteHá 38 minutosBrasileirãoASSISTA: Flamengo e Cruzeiro se enfrentam no Maracanã

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mercedes apresenta a VLE: minivan elétrica com cabine de jato e tela de 31 polegadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,16%Dólar TurismoR$ 5,3690,23%Euro ComercialR$ 5,958-0,53%Euro TurismoR$ 6,205-0,44%B3Ibovespa184.309 pts0,47%Oferecido por

Mercedes-Benz VLE tem portas deslizantes com acionamento elétrico — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

A combinação de luxo e conforto sempre marcou os sedãs da Mercedes-Benz. Com o tempo, os utilitários esportivos da marca também passaram a oferecer essa experiência e, agora, ela chega às minivans. A Mercedes do Brasil monitora o mercado nacional e avalia o melhor momento de lançamento para os clientes no país.

A VLE tem uma cabine que remete a jatos particulares, com bancos e acabamento que lembram o helicóptero Airbus ACH145, cuja cabine também é produzida pela Mercedes-Benz. O g1 apresentou todos os detalhes desse modelo avaliado em R$ 77 milhões.

Descrita pela marca como uma “grand limousine” em formato de minivan, a VLE combina o conforto de um sedã com a praticidade de uma van e inaugura uma nova geração de veículos da empresa nesse segmento.

A experiência começa com as portas deslizantes automáticas, que dispensam contato com a maçaneta. Pelo teto panorâmico, os passageiros podem apreciar o céu, e em dias de sol forte, a persiana elétrica garante conforto.

A minivan oferece a opção de bancos “Grand Comfort”, com ajustes elétricos, almofada extra, carregamento sem fio para celular, função de massagem e apoio para as pernas.

Esses recursos podem ser controlados pelos botões nas portas, pela tela multimídia ou pelo aplicativo da Mercedes-Benz. As versões com bancos maiores acomodam sete pessoas, enquanto as configurações com fileiras triplas convencionais elevam a capacidade para oito ocupantes.

Para entretenimento, a VLE conta com uma tela retrátil de 31,3 polegadas instalada no teto, com resolução 8K e possibilidade de dividir a imagem em dois conteúdos simultâneos. É possível assistir filmes, jogar, usar aplicativos ou participar de videoconferências graças à câmera de 8 megapixels integrada.

Para quem não quer usar fones de ouvido, o sistema de som conta com 22 alto-falantes e tecnologia Dolby Atmos, a mesma usada em salas de cinema. O sistema multimídia, agora na quarta geração do MBUX, inclui assistentes de voz como ChatGPT e Google Gemini, prometendo interação natural e intuitiva.

O motorista também dispõe de luxo e tecnologia, com três telas distribuídas pelo painel: um cluster de 10,25 polegadas, uma tela central de 14 polegadas e outra de 14 polegadas para o passageiro, que pode acessar streaming, jogos e aplicativos — recurso semelhante ao do Renault Koleos, que chegará ao país em breve, embora no Brasil vídeos não possam ser exibidos com o veículo em movimento.

Além disso, a VLE traz um head-up display de 23,1 polegadas, além de controle adaptativo de velocidade, assistentes de permanência e troca de faixa, alerta de colisão com frenagem automática, 10 câmeras externas, cinco radares, 12 sensores ultrassônicos e 11 airbags, reforçando o foco em segurança.

Bancos do Mercedes-Benz VLE lembram os assentos de aviões particulares — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Na motorização, a VLE 400 4Matic é a versão mais potente, com mais de 300 kW (407 cv) e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos. A arquitetura elétrica de 800 volts e a nova geração de baterias aumentam o desempenho e a eficiência, segundo a Mercedes. Ainda de acordo com a marca, em carregadores rápidos é possível recuperar até 355 km de autonomia em apenas 15 minutos.

Ainda sem dados oficiais, a Mercedes estima mais de 700 km de alcance na versão VLE300, a opção menos potente. Ambas utilizam baterias de íon-lítio de 115 kWh. A suspensão pneumática contribui para o conforto e a estabilidade, permitindo ajustar a altura do veículo em até 40 milímetros. As rodas traseiras esterçam até 7 graus, facilitando manobras em espaços reduzidos.

Mercedes-Benz VLE será fabricada na Espanha e lançada em 2026 — Foto: Divulgação / Mercedes-Benz

Prevista para ser lançada na Europa em 2026, a VLE utiliza uma nova arquitetura modular de vans da Mercedes, permitindo uma diferenciação mais clara entre modelos premium para passageiros e veículos comerciais. Essa plataforma também servirá de base para a VLS, uma minivan ainda mais luxuosa.

Há 1 hora Mundo Empresas brasileiras relatam alta no diesel por impacto da guerraHá 1 horaO que são mísseis de fragmentação, que Israel acusa o Irã de usarHá 1 horaIrã não jogará a Copa do Mundo, anuncia ministro do Esporte

Há 2 horas Mundo Foto de menino acenando para a mãe antes de morrer viralizaHá 2 horas’Caminho de 1h30 levou 24h’: brasileiros relatam fugaHá 2 horasNo vermelhoAções da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa tenta renegociar R$ 65 bilhões

Há 1 hora Negócios Com dívidas bilionárias, Raízen pede recuperação extrajudicialHá 1 horaRaízen opera os postos Shell no país; conheça a empresaHá 1 horaPesquisa em revisãoPolilaminina: por que é tão importante publicar o estudo em revista científica

g1 revelou que cientista admite erros em gráfico e na escrita de texto. Ela diz que pesquisa será revisada e que substância é eficaz.

Há 4 horas Ciência Distrito FederalAtos golpistas: STF manda prender ex-membros da cúpula da PM do DF

Há 1 hora Distrito Federal Morte em SPLaudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento

Há 10 horas Jornal Nacional Marido tenente-coronel passa a ser investigado por feminicídioHá 10 horasCrime em CopacabanaOutra jovem denuncia preso por estupro coletivo: ‘Forçou sexo oral’

Há 6 horas Fantástico Blog da Andréia SadiCaso Master: Governo tenta jogar crise no colo de Campos Neto

Há 1 hora Blog da Andréia Sadi CPI aprova quebra de sigilos de Zettel e pede ao STF dados sobre morte de ‘Sicário’Há 1 hora🎧 PodcastO ASSUNTO: as mensagens-bomba de Vorcaro no caso Master

0

PREVIOUS POSTSPage 16 of 24NEXT POSTS