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Estudo aponta que 20% das indústrias tiveram cargas furtadas ou roubadas nos últimos cinco anos; 68% dos casos foram em rodovias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%Oferecido por

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 20% das indústrias brasileiras relataram que tiveram cargas furtadas ou roubadas nos últimos cinco anos.

🚛 Desses, 68% das ocorrências aconteceram em rodovias pelo país, enquanto 48% foram em áreas urbanas e 21% nos armazéns e terminais de carga. Entre as empresas atingidas, 42% registraram prejuízos de até R$ 50 mil.

Além disso, 16% das indústrias afirmaram ter sido vítimas de furtos, roubos ou atos de vandalismo em instalações ou fábricas no mesmo período.

fios, cabos e metais (60%); seguidos por ferramentas (31%); e máquinas e equipamentos de produção (23%).

💰 Nesses casos, 70% das empresas relataram prejuízos de até R$ 50 mil no último ano. A pesquisa, encomendada pela CNI, ouviu 500 indústrias de pequeno porte e 503 de médio e grande porte em todo o país, entre 12 de março e 7 de abril de 2026.

Os dados foram apresentados nesta terça-feira (9), durante audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, que discutiu segurança pública e estratégias integradas de combate às ilegalidades.

💻 Outro tema abordado no levantamento foi a segurança digital. Segundo os relatos, nos últimos cinco anos, 17% das empresas já foram alvo de incidentes envolvendo dados sensíveis, como vazamentos de informações ou sequestro de dados.

Entre as indústrias que sofreram esse tipo de ataque, 30% tiveram perdas financeiras diretas no último ano, 23% precisaram interromper as operações e 17% registraram vazamento de dados de clientes e funcionários.

68% das ocorrências aconteceram em rodovias pelo país, enquanto 48% foram em áreas urbanas — Foto: Reprodução/RBS TV

Segundo os empresários, os custos da insegurança também chegam ao consumidor. Para 62% das indústrias, o custo da segurança com transporte causa algum nível de aumento nos custos finais dos produtos.

💵 Em 45% das empresas, os investimentos gerais em segurança também encarecem significativa ou moderadamente as mercadorias.

"A segurança patrimonial do Brasil é um sobrecusto da produção brasileira, que altera a competitividade do Brasil”, afirmou o deputado federal Julio Lopes, presidente da frente parlamentar.

O assessor da presidência da CNI, Cássio Borges, diz que os dados “são muito preocupantes porque a segurança da informação é crucial para o negócio".

"Esse tipo de crime traz prejuízos diferentes, como perdas financeiras, perturbações operacionais, danos à reputação, responsabilidades legais, danos físicos ou até riscos à segurança nacional”, disse.

A pesquisa da CNI também identificou que 53% dos empresários da indústria avaliam que a insegurança contribui significativamente para o fortalecimento do mercado ilegal e para o aumento da circulação de mercadorias roubadas.

Entre as empresas entrevistadas, 54% acreditam que o aumento do policiamento em áreas industriais deve ser prioridade. Outros 43% defendem o aperfeiçoamento da legislação sobre o tema.

Relator disse se tratar de caso ‘excepcionalíssimo’ porque os dois formaram família. Lei de março impede relativização.

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Latam apresenta primeiro jato da Embraer que faz parte de encomenda de US$ 2,1 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 16:56

Vale do Paraíba e Região Latam apresenta primeiro jato da Embraer que faz parte de encomenda de US$ 2,1 bilhões Companhia aérea apresentou em São José dos Campos o primeiro E195-E2 que integrará sua frota; entregas começam no fim de 2026. Por g1 Vale do Paraíba e região

A Latamapresentou nesta terça-feira, 9, em São José dos Campos, o primeiro Embraer E195-E2 de uma encomenda de 24 jatos avaliada em US$ 2,1 bilhões.

O novo modelo será incorporado à frota no final de 2026, visando expandir a malha aérea nacional e conectar cidades brasileiras a destinos internacionais.

Além dos aviões encomendados, a empresa tem opção de compra de mais 50 unidades. Os primeiros destinos operados pelo jato ainda não foram divulgados.

Aeronave apresentada pela Latam em São José dos Campos integra plano de expansão da companhia e pedido bilionário à Embraer. — Foto: Embraer

A Latam Airlines Brasil apresentou nesta terça-feira (9), em São José dos Campos (SP), o primeiro Embraer E195-E2 que fará parte de uma encomenda de 24 aeronaves avaliada em cerca de US$ 2,1 bilhões.

O modelo será incorporado à frota da companhia a partir do último trimestre de 2026 e integra a estratégia de expansão da malha aérea da empresa no país.

A apresentação ocorreu em um hangar da Embraer e marcou a divulgação das primeiras imagens oficiais da aeronave já pintada com a identidade visual da Latam.

Segundo a companhia, o E195-E2 será utilizado para ampliar a conectividade entre cidades brasileiras e a rede internacional de destinos da empresa. O avião permitirá aumentar frequências de voos, abrir novos mercados e fortalecer a integração de rotas de média densidade aos principais hubs da Latam.

Além das 24 aeronaves encomendadas, a companhia possui opção de compra de outras 50 unidades do modelo. Os primeiros destinos que serão operados pelo E195-E2 ainda não foram divulgados.

O modelo da Embraer será incorporado à frota da companhia Latam a partir do último trimestre de 2026 — Foto: Embraer

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Justiça das Bahamas reconhece liquidação do Master e autoriza busca por ativos no exterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Política Justiça das Bahamas reconhece liquidação do Master e autoriza busca por ativos no exterior Decisão permite que liquidante atue em nome do banco e outras empresas do grupo; Justiça cita suspeitas de desvio bilionário e reforça cooperação internacional. Por Márcio Falcão, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

A Justiça das Bahamas reconheceu a liquidação do Banco Master e autorizou a busca por ativos da instituição financeira no exterior.

Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do banco, nomeando a empresa EFB como liquidante.

Investigações apontam que o controlador Daniel Vorcaro e outros envolvidos teriam desviado pelo menos 1 bilhão de dólares em ativos.

A Suprema Corte das Bahamas destacou que a decisão segue regras de cooperação internacional para garantir uma condução justa do processo.

A medida visa identificar bens no exterior para pagar credores, mas a decisão judicial ainda pode ser questionada em instâncias superiores locais.

A Justiça das Bahamas reconheceu a liquidação do Banco Master e autorizou o representante estrangeiro a atuar em nome da instituição e de outras empresas do grupo no país.

A decisão, de 26 de maio — revelada pelo portal "Metrópoles" e a qual a TV Globo e o g1 tiveram acesso — foi tomada pela Suprema Corte das Bahamas.

A decisão da Corte permite que a empresa responsável pela liquidação, a "EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda."', exerça poderes para buscar e administrar ativos no exterior.

O reconhecimento é um passo importante para dar alcance internacional ao processo conduzido no Brasil (leia mais abaixo).

Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do Banco Master e nomeou a EFB como liquidante.

Além do Banco Master S.A., a medida se estende a outras quatro empresas do grupo, incluindo banco de investimento e corretora.

agir em nome das empresas nas Bahamas;acessar informações financeiras;buscar e recuperar ativos;participar de processos judiciais.

O tribunal destacou que o reconhecimento segue regras de cooperação internacional em casos de insolvência e tem como objetivo garantir uma condução “justa e eficiente” do processo.

Segundo os autos, há indícios de que o controlador do banco, Daniel Vorcaro, e outros envolvidos teriam desviado pelo menos US$ 1 bilhão em ativos, por meio de operações como compra de ativos com valores inflados e concessão de crédito com garantias supervalorizadas.

O documento também cita a existência de apurações sobre o uso de recursos de investidores e depositantes, o que levou à intervenção do Banco Central.

Novembro de 2025: Banco Central decreta liquidação do banco;Março de 2026: novas empresas do grupo entram no processo;Maio de 2026: Justiça das Bahamas analisa pedido;Maio de 2026: reconhecimento do liquidante estrangeiro.

Segundo o tribunal, o processo de liquidação no Brasil tem natureza coletiva e busca reunir ativos para pagamento de credores.

A decisão ressalta que os procedimentos brasileiros são compatíveis com os requisitos legais das Bahamas, inclusive no que diz respeito à supervisão por autoridades e ao acesso ao Judiciário.

O juiz também destacou que o reconhecimento respeita o princípio de “cortesia internacional”, comum em casos de insolvência transnacional, permitindo que países cooperem na administração de ativos e dívidas.

Em outro trecho, a decisão afirma que os tribunais brasileiros mantêm supervisão sobre o processo, mesmo com a atuação do Banco Central, o que atende às exigências da legislação local.

O tribunal também indicou que a atuação do liquidante deve assegurar tratamento equitativo aos credores, incluindo aqueles situados fora do Brasil.

A medida permite que ativos eventualmente localizados nas Bahamas sejam identificados e incorporados ao processo de liquidação, aumentando as chances de ressarcimento.

A decisão não detalha eventuais recursos, mas, como se trata de uma decisão judicial, ainda cabem questionamentos nas instâncias superiores das Bahamas.

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Dona do Claude libera sua IA mais poderosa ao público, mas restringe funções ligadas a ataques cibernéticos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Tecnologia Dona do Claude libera sua IA mais poderosa ao público, mas restringe funções ligadas a ataques cibernéticos Nova versão da inteligência artificial da empresa chega ao público com restrições em áreas consideradas sensíveis, como cibersegurança e riscos de ataques biológicos. Por g1

A Anthropic, empresa americana responsável pelo chatbot Claude, anunciou nesta terça-feira (9) o lançamento do Claude Fable 5, descrito pela companhia como o modelo de inteligência artificial mais poderoso já disponibilizado para usuários em geral.

O sistema faz parte da classe Mythos, uma nova geração de modelos apresentada pela empresa em abril e considerada superior à família Opus, que até então representava o nível mais avançado da companhia.

Segundo a Anthropic, o Fable 5 alcança desempenho de ponta em áreas como engenharia de software, análise de dados, pesquisa científica, visão computacional e tarefas complexas de raciocínio.

Apesar da abertura ao público, a empresa decidiu impor restrições em temas considerados sensíveis.

Quando usuários fizerem solicitações relacionadas a cibersegurança, biologia, química ou técnicas de extração de conhecimento de modelos de IA, o sistema poderá transferir automaticamente a conversa para uma versão menos poderosa, chamada Claude Opus 4.8.

Segundo a Anthropic, a medida foi adotada porque modelos da classe Mythos atingiram um patamar de capacidade que pode representar riscos significativos se utilizados de forma maliciosa. A empresa afirma que essas tecnologias são particularmente eficazes na descoberta e exploração de vulnerabilidades de software, o que poderia facilitar ataques cibernéticos mais sofisticados.

A companhia afirma que mais de 95% das sessões de uso não deverão ser afetadas pelas restrições, mas reconhece que alguns pedidos legítimos podem acabar sendo bloqueados por excesso de cautela.

Ao mesmo tempo, a Anthropic lançou o Claude Mythos 5, uma versão do mesmo modelo com parte das salvaguardas removidas.

Inicialmente, o acesso será restrito a um grupo seleto de parceiros ligados à defesa cibernética e à proteção de infraestruturas críticas por meio do programa Project Glasswing, desenvolvido em colaboração com o governo dos Estados Unidos.

A empresa informou que pretende ampliar gradualmente o acesso por meio de um programa de usuários confiáveis.

De acordo com a Anthropic, o Mythos 5 possui as capacidades de cibersegurança mais avançadas entre os modelos de inteligência artificial atualmente disponíveis e pode identificar e explorar falhas de software com velocidade e precisão inéditas.

A empresa também destacou avanços do modelo em pesquisas científicas. Segundo a Anthropic, o Mythos 5 foi capaz de acelerar etapas do desenvolvimento de medicamentos, auxiliar no design de proteínas e gerar hipóteses inéditas em biologia molecular que passaram a ser avaliadas experimentalmente por pesquisadores.

A companhia afirma ainda que a tecnologia conseguiu conduzir pesquisas em genômica de forma amplamente autônoma durante mais de uma semana, analisando milhões de células de diferentes espécies animais e desenvolvendo modelos próprios de aprendizado de máquina para interpretação dos dados.

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‘Convocação de Neymar mudou tudo’: comércio popular comemora alta nas vendas para a Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%Oferecido por

A poucos dias do início da Copa do Mundo, comerciantes da região da Rua 25 de Março, coração do comércio popular de São Paulo, demonstram grande otimismo com as vendas.

Os itens em verde e amarelo, que tomam vitrines e corredores nas lojas da região, passaram a ser ainda mais procurados após a convocação da seleção feita por Carlo Ancelotti em 18 de maio.

O motivo principal, na visão de muitos comerciantes, é o mesmo: a inclusão de Neymar na lista de 26 jogadores que vão representar o Brasil.

"Quando anunciaram que ele ia jogar, as vendas de camisetas da seleção dispararam", diz Kauan, vendedor na região.

Do lado dos consumidores, o cenário é de empolgação e disposição para gastar um pouco mais do que na Copa de 2022. E isso se deve não só à presença do jogador do Santos.

"Neste ano, estou consumindo mais itens", diz ao g1 o empresário Fabiano Mota. Em passeio por São Paulo, o carioca comprou camisetas da seleção para ele e toda a família na Rua 25 de Março. "Acredito que o hexa será nosso. Não tem como não se animar."

O comerciante Pierre Sfeir, dono da loja Festas e Fantasias, uma das mais movimentadas da região, confirma o cenário positivo.

"O público está bem mais empolgado do que na última Copa. Naquela época, tínhamos acabado de sair de uma pandemia. Todos estavam muito tristes", lembra.

Sfeir destaca que, neste ano, as vendas "explodiram" após a convocação. "O público veio às compras logo no dia seguinte. Estamos muito contentes. Tomara que continue até 19 de julho", afirma.

A expectativa pelo hexacampeonato e o clima do Mundial fizeram, inclusive, com que muitos torcedores não se importassem com a alta dos preços de diversos itens relacionados à competição.

Segundo ele, parte do aumento ocorreu recentemente, impulsionado pela valorização do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio. Entre os itens afetados estão os de plástico, fabricados a partir de derivados da commodity.

O encarecimento do petróleo também pressionou o preço do diesel, elevando os custos de transporte e, consequentemente, de diversos outros itens.

"Mas são produtos populares, coisas baratas, para as pessoas brincarem. Não precisa de investimento muito alto", pondera Pierre.

O comerciante afirma que o que mais tem saído na loja é um kit de R$ 47 com 12 itens, incluindo óculos personalizados, bandeira, corneta, confete, maquiagem em verde e amarelo e bastão inflável.

Animada para assistir aos jogos com a família e os amigos, a psicóloga Leila Limp decidiu investir mais em artigos da Copa desta vez.

"Estou fazendo compras de R$ 100 a R$ 150. Tem guardanapo, chaveiro, palitinho com bandeirinha para tira-gosto. Muita coisa bacana. Vale a pena", diz.

Victor Villarreal (esq.), Fabiano Mota (centro) e Vanessa Andrade (dir.) fazem compras de itens da Copa e de festa junina na região da Rua 25 de Março. — Foto: André Vinco/g1

As réplicas das camisetas da seleção vendidas pelos comerciantes da Rua 25 de Março também ficaram mais caras em relação a 2022.

A reportagem do g1 encontrou modelos à venda por preços que variam de R$ 80 a R$ 320. Segundo os vendedores, são três principais categorias.

A mais barata, conhecida como "primeira linha", custa R$ 80. Já a chamada "camisa tailandesa", apontada pelos comerciantes como de melhor qualidade, é vendida por R$ 160. A versão considerada superior, a "tailandesa modelo jogador", foi encontrada por R$ 320.

Os comerciantes afirmam que, além da empolgação dos torcedores, a alta procura é impulsionada pelos preços das peças oficiais, como a camisa de jogador, encontrada por cerca de R$ 750.

Não à toa, a poucos dias do início da Copa, as réplicas das camisetas da seleção são os produtos mais encontrados nas barracas de rua da região.

As tradicionais vuvuzelas, por sua vez, são encontradas principalmente dentro das lojas, com preços a partir de R$ 6. "Quanto mais perto da Copa, mais as ruas ficam tomadas por diferentes produtos", relatou um vendedor ao g1.

Vanessa Andrade, que comercializa réplicas de camisetas da seleção, acredita que as vendas seguirão bem neste ano. Ela pondera, porém, que o movimento durou mais tempo na última edição.

"A última Copa foi depois da eleição. Então, as vendas acabaram começando antes, por causa da disputa entre Bolsonaro e Lula", lembra. "Muitos compravam para as manifestações."

Conforme mostrou o g1, comerciantes relataram em 2022 que as camisetas azuis e pretas vendiam mais do que as amarelas em razão da polarização no país. Neste ano, porém, essa preocupação parece ter ficado para trás.

A comerciante Vanessa Andrade também observa que as vendas dispararam nos últimos dias, após a lista de Ancelotti.

"A convocação do tal do Neymar mudou tudo. Foi aí que o movimento começou a aquecer", diz.

Na região da Rua 25 de Março, itens de Copa do Mundo dividem espaço com produtos de festa junina. — Foto: André Vinco/g1

Não é só a Copa que ocupa as prateleiras e atrai a atenção do público. Os itens de festa junina também ganham espaço nas lojas e ajudam a impulsionar o faturamento.

"Vai ter festa junina com clima de Copa. Então, vamos enfeitar com chapéu e artigos do Mundial", diz.

Pierre, da loja Festas e Fantasias, afirma que, quando a Copa do Mundo coincide com as festas de São João, o faturamento costuma aumentar entre 20% e 30%.

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O risco invisível das ‘modinhas de investimento’: como lucro rápido pode virar prejuízo total?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 13:50

g1 explica O risco invisível das 'modinhas de investimento': como lucro rápido pode virar prejuízo total? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Seguir as decisões da maioria é um comportamento comum e, na economia, recebe o nome de comportamento de manada. A tendência faz com que muitas pessoas invistam em determinado ativo apenas porque ele está atraindo cada vez mais investidores.

Esse movimento costuma ganhar força em momentos de alta dos mercados. Com mais compradores, os preços sobem, reforçando a percepção de que o investimento é uma aposta segura, mesmo quando a valorização não reflete o valor real do ativo.

Episódios como a bolha das tulipas na Holanda, a crise das empresas de tecnologia e a crise financeira de 2008 mostram os riscos desse comportamento. Especialistas alertam que consenso não é garantia de acerto e que o entusiasmo coletivo pode aumentar a exposição a perdas.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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ONS aciona plano pela primeira vez para reduzir sobra de energia e evitar instabilidade no sistema

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/06/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%Oferecido por

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que realizou, entre 10h e 14h deste domingo, uma ação para diminuir o desequilíbrio entre oferta e demanda e evitar o risco de instabilidade por conta da sobra de energia na rede.

A medida, classificada como um "sucesso", foi tomada em um momento de alta atividade da micro e da mini geração distribuída (como painéis solares), e de baixa demanda por energia pela indústria e pelo comércio em função do feriado prolongado.

Em uma operação combinada, as distribuidoras reduziram a geração sob sua área de concessão e o ONS implementou medidas complementares para diminuir a quantidade de energia no sistema.

"ONS manteve os agentes atualizados e coordenou as ações no SIN, realizando a gestão dos recursos disponíveis de acordo com a demanda da sociedade, em comunicação direta com os agentes do setor", informou o operador em nota.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) afirmou que as distribuidoras executaram os cortes nas usinas conectadas às redes de distribuição, seguindo os parâmetros estabelecidos pelo ONS.

A Abradee disse que ainda fará uma avalição técnica da ação e informará os principais impactos e resultados do acionamento do plano emergencial.

O Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição foi estabelecido no ano passado após a identificação de risco de colapso no sistema elétrico provocado pelo excesso de geração de energia renovável, sobretudo em períodos de baixa demanda, como feriados e fins de semana.

A medida estabelece protocolos para controlar parte dessa oferta e garantir a segurança da operação do sistema.

O plano tem como foco as usinas classificadas como Tipo III, categoria que inclui pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e usinas a biomassa. Embora não integrem a rede contolada pelo ONS, essas unidades também influenciam o equilíbrio do sistema elétrico.

Em 2025, dois episódios acenderam o alerta no setor ao evidenciar o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda. Em comum, ambos ocorreram em domingos, quando o consumo de energia costuma ser menor devido à redução das atividades industriais e comerciais.

Um dos casos aconteceu em 10 de agosto. Naquele dia, a geração solar respondeu por 37,6% da demanda nacional. Diante do cenário, o ONS precisou reduzir significativamente a geração de usinas hidrelétricas e termelétricas, além de determinar cortes na produção de grandes parques eólicos e solares.

Pelas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 12 distribuidoras estão atualmente habilitadas a executar os cortes previstos no plano. Juntas, elas concentram cerca de 80% da capacidade instalada das usinas Tipo III no país. A expectativa é que outras distribuidoras sejam incorporadas em uma segunda etapa da implementação.

A regulamentação também determina que o ONS encaminhe à Aneel, em até 30 dias após cada acionamento do plano, um relatório técnico detalhando as condições que motivaram a medida e os resultados alcançados.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

OPEP+ aprova novo aumento na produção de petróleo em meio à crise no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/06/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%Oferecido por

A OPEP+ concordou neste domingo (7) com um quarto aumento consecutivo em suas metas de produção de petróleo nos últimos quatro meses, informou a organização em comunicado.

No entanto, a guerra entre Estados Unidos e Irã continua impedindo vários integrantes do grupo de ampliar sua produção.

O conflito interrompeu o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, provocando a maior crise de abastecimento da história.

Como consequência, importantes membros da OPEP+, entre eles a Arábia Saudita, não conseguem atender integralmente seus clientes desde o fim de fevereiro.

A situação se agravou após a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), encerrando uma participação de quase 60 anos.

Sete dos principais integrantes da OPEP+ — aliança que reúne a OPEP e países produtores aliados, como a Rússia — elevaram suas cotas de produção entre abril e junho em quase 600 mil barris por dia.

Na prática, porém, a produção do grupo despencou devido à redução das exportações dos países do Golfo.

Segundo dados da OPEP, a produção média caiu para 33,19 milhões de barris por dia em abril, ante 42,77 milhões registrados em fevereiro.

🔎 Neste domingo, os sete países decidiram elevar as metas de produção em 188 mil barris por dia a partir de julho, de acordo com o comunicado.

O volume é o mesmo aprovado para junho, após ter sido reduzido em relação aos aumentos de 206 mil barris diários adotados em abril e maio para refletir a saída dos Emirados Árabes Unidos do grupo.

Dos 21 membros da OPEP+ reunidos neste domingo, sete participaram da decisão: Arábia Saudita, Iraque, Kuwait, Argélia, Cazaquistão, Rússia e Omã.

Nos últimos anos, apenas esses países — além dos Emirados Árabes Unidos, quando ainda integravam a organização — têm participado das deliberações sobre a política de produção da aliança.

Outras três reuniões da OPEP e da OPEP+, incluindo um encontro com todos os ministros da aliança, também estavam previstas para este domingo.

Segundo fontes da OPEP+, não há expectativa de mudanças na política de produção durante a reunião ministerial.

A queima de combustíveis na produção de petróleo é uma fonte conhecida de emissões de metano. — Foto: Leslie Von Pless/NASA

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Produtores de grama em Itapetininga reforçam vendas com chegada da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/06/2026 08:45

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores de grama em Itapetininga reforçam vendas com chegada da Copa do Mundo Região é destaque na produção de gramados usados em estádios, centros de treinamento, clubes e escolas. Em uma das fazendas, vendas cresceram mais de 50% nas últimas semanas. Por Nosso Campo, TV TEM

Produtores de grama em Itapetininga (SP) registram alta nas vendas de gramados para campos esportivos devido à proximidade da Copa do Mundo.

O empresário Emerson Terra Rocha Júnior coordena a produção familiar de 35 anos, destinando 10% do cultivo para clubes de futebol do Sudeste.

As variedades esmeralda e bermuda são as mais comercializadas pela alta resistência, influenciando diretamente no desempenho dos atletas e na velocidade da bola.

O produtor Guilherme de Souza administra 100 alqueires na região, direcionando metade de sua colheita para atender times, clubes e escolas de futebol.

Impulsionadas pelo torneio mundial, as vendas na propriedade de Guilherme cresceram mais de 50% nas últimas semanas, consolidando o momento positivo do setor.

Plantação de grama em Itapetininga (SP) ocupa área equivalente a 169 campos de futebol e abastece estádios — Foto: TV TEM/Reprodução

A Copa do Mundo está chegando e, com ela, cresce também a expectativa dentro e fora dos campos. Em Itapetininga (SP), produtores de grama aproveitam o clima de competição para reforçar a comercialização de gramados utilizados em estádios, centros de treinamento, clubes e escolas de futebol em diversas regiões do país.

Em uma das fazendas da região, o cenário chama a atenção: são 50 alqueires de plantação, o equivalente a 169 campos de futebol. A área verde, com grama a perder de vista, é especializada na produção de variedades usadas para diferentes finalidades, inclusive para equipar campos esportivos.

Quem coordena parte desse trabalho é o empresário Emerson Terra Rocha Júnior. A família dele atua no ramo há mais de 35 anos. Segundo ele, a produção envolve uma série de cuidados, desde o preparo do solo até a colheita da grama que será entregue aos clientes.

A empresa também mantém outras fazendas na região de Itapetininga, além de lavouras em Minas Gerais. Conforme o empresário, cerca de 10% da produção é voltada ao futebol, principalmente para clubes do Sudeste.

Entre as variedades mais comercializadas está a grama esmeralda, conhecida pela resistência e pela adaptação aos estádios brasileiros. Emerson conta que, apesar de trabalhar com gramados usados no futebol, ainda não viu o time do coração jogar em um campo produzido pela própria empresa.

Grama esmeralda e bermuda estão entre as variedades cultivadas em Itapetininga (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução

No Brasil, outra variedade bastante utilizada nos campos é a bermuda, também conhecida pela resistência ao pisoteio dos atletas. De acordo com o técnico agrícola João Marcos Rochel, a escolha da grama influencia diretamente na qualidade do campo e no desempenho durante as partidas.

A qualidade do gramado pode mudar o ritmo de um jogo. Quando a grama é bem cuidada, forte e uniforme, a bola corre melhor e os jogadores conseguem se movimentar com mais segurança. Além disso, o gramado também ajuda a amenizar impactos em quedas e pode reduzir o risco de lesões.

Pensando em garantir essa qualidade aos clientes, o empresário Guilherme de Souza se dedica há 10 anos ao aprimoramento da grama vendida para o mercado do futebol. Ele administra mais de 100 alqueires de produção em uma fazenda em Itapetininga.

Segundo Guilherme, metade do que é colhido na propriedade é comercializada para times, clubes e escolas. O empresário afirma que o momento tem sido positivo para o setor. Nas últimas semanas, as vendas cresceram mais de 50%, impulsionadas pela proximidade da Copa.

Com a expectativa pelo maior torneio de futebol do mundo, os produtores da região reforçam que o trabalho no campo também faz parte do espetáculo que acontece dentro das quatro linhas.

Produção de grama esportiva em Itapetininga (SP) atende clubes, escolas de futebol e centros de treinamento — Foto: TV TEM/Reprodução

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo de 2026 expõe disputa bilionária entre Nike, Adidas e Puma

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/06/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%Oferecido por

Por trás da disputa futebolística da Copa do Mundo de 2026 se esconde uma batalha comercial milionária, envolvendo empresas do ramo esportivo e as mais célebres estrelas em campo. Enquanto as gigantes do setor disputam espaço na maior vitrine esportiva do planeta, amplia-se a tendência de jogadores fortalecerem o passe midiático com o registro de marcas próprias.

Três grandes marcas esportivas vestem, juntas, 37 das 48 seleções em campo, o equivalente a 77%. A ampliação do torneio neste ano, entretanto, dá ainda visibilidade a concorrentes em emergência no mercado.

A maior guerra comercial se dá entre a Adidas e a Nike, presentes em, respectivamente, 14 e 12 seleções no torneio. A Puma, por sua vez, tem 11 seleções. Também entraram no torneio fabricantes alternativos como Kelme, Reebok, Kappa, Umbro, Marathon, Jako, Saeta, 7Saber, Majid e Tempo.

O Brasil veste a Nike desde 1996, tendo estreado os uniformes da marca americana em campo na Copa de 1998. Em 2024, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) renovou o contrato até 2038, em valor estimado pelo portal ge em 100 milhões de dólares.

Para a Adidas, a vantagem é também simbólica. A empresa alemã veste a atual campeã do mundo, Argentina, e outras seleções de forte peso comercial, como Espanha, Alemanha, México, Colômbia, Bélgica ou Japão.

A Itália, entretanto, um time historicamente associado à marca, não estará no campeonato pela terceira vez consecutiva. Outro revés vem da Alemanha, que disputará seu último grande torneio vestida pela Adidas, antes de trocar, a partir do ano que vem, a marca pela Nike.

A seleção alemã e a Adidas estiveram unidas durante 75 anos. A parceria acompanhou a Mannschaft na conquista de quatro títulos mundiais e transformou seus uniformes em um dos símbolos mais reconhecíveis do futebol internacional.

A disputa comercial se dá não só pelas equipes, como também pelos uniformes de jogadores de enorme impacto. Lionel Messi lidera a lista da Adidas na sua sexta Copa com a Argentina.

A Nike, por sua vez, mantém um dos portfólios esportivos mais fortes do campeonato. Além do Brasil, a empresa mantém contratos com França, Inglaterra, Holanda, Uruguai, Estados Unidos e outros.

No plano individual, a americana chega respaldada por algumas das maiores estrelas do futebol mundial. Cristiano Ronaldo (Portugal), Kylian Mbappé (França), Vinicius Junior (Brasil) e Erling Haaland (Noruega) fazem parte do portfólio comercial da marca.

No entanto, também perdeu alguns ativos importantes. Rodrygo (Brasil) não poderá participar do torneio por lesão, enquanto Cole Palmer (Inglaterra) ficou fora da convocação.

Já a Puma aparece como a grande vencedora silenciosa do novo formato. Também alemã, a empresa passou de vestir seis seleções na Copa de 2022, realizada no Catar, para onze na de 2026.

A sua estratégia de crescimento tem se mostrado especialmente forte na África, com cinco seleções do continente: Senegal, Gana, Costa do Marfim, Egito e Marrocos. Também entram na lista de clientes Portugal, Suíça, Áustria, República Tcheca, Paraguai e Nova Zelândia.

Mohamed Salah chuta ao gol no jogo Egito x Cabo Verde na fase de grupos da Copa Africana de Nações de 2024 — Foto: REUTERS/Amr Abdallah Dals

Tampouco perdem tempo os jogadores em garantir ganhos comerciais. O francês Kylian Mbappé e o espanhol Lamine Yamal destronaram neste ano Cristiano Ronaldo e Lionel Messi como os futebolistas com mais marcas do seu nome protegidas para um possível uso comercial no espaço econômico europeu.

Se há quatro anos o português e o argentino eram os reis da propriedade intelectual, agora Mbappé tem ampla vantagem. Ele acumula 15 marcas protegidas, algumas delas de frases associadas à sua imagem, como "Moi tu m'parles pas d'age" (Não me fale da idade, em tradução livre).

Todas elas foram registradas no Escritório de Propriedade Intelectual da União Europeia (UE). Além dos nomes em diferentes formatos, a estrela francesa do Real Madrid conta com um desenho da silhueta da característica comemoração dos seus gols.

Já Lamine detém sete marcas, incluindo o "304", que faz alusão aos últimos dígitos do código postal de seu humilde bairro de origem em Barcelona. Por sua vez, Vinicius Junior tem cinco marcas, e Neymar, duas.

Outros jogadores aguardam o registro das suas marcas, e a tendência se espalha também entre alguns treinadores.

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