RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Países reagem à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 14 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

Países e empresas começaram a reagir à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (20).

A maioria da Suprema Corte americana decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor o amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, destacando que a lei usada como base para a medida "não autoriza o presidente a impor tarifas".

Em parecer divulgado após a decisão, o presidente do tribunal americano, John Roberts, afirmou que Trump precisaria contar com uma "autorização clara do Congresso" para justificar a imposição do tarifaço — o que não aconteceu.

Na prática, a decisão estabelece limites ao poder do presidente para impor tarifas sem a aprovação do Congresso americano e pode afetar diretamente medidas adotadas contra o Brasil. O processo judicial se arrastava desde meados de 2025.

A decisão afeta a maior parte das tarifas recíprocas, mas outras taxas impostas pelo presidente americano — como sobre aço e alumínio e tarifas sobre fentanil — ainda permanecem.

Segundo a agência de notícias Reuters, mais de 1,8 mil ações judiciais relacionadas às tarifas foram registradas no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA desde abril do ano passado. O tribunal tem jurisdição sobre as tarifas e questões alfandegárias. Em todo o ano de 2024, menos de duas dúzias de casos semelhantes foram registrados.

Segundo um porta-voz da UE, o bloco está analisando "cuidadosamente" a decisão e vai continuar a defender tarifas mais baixas.

"Mantemos contato próximo com o governo dos EUA, buscando esclarecimentos sobre as medidas que pretendem tomar em resposta a essa decisão", disse o porta-voz à Reuters.

"Empresas de ambos os lados do Atlântico dependem da estabilidade e previsibilidade nas relações comerciais. Por isso, continuamos a defender tarifas baixas e a trabalhar para reduzi-las", acrescentou.

Já o governo do Reino Unido afirmou que espera que sua posição comercial privilegiada com os EUA continue, mesmo após a derrubada das tarifas.

"O Reino Unido goza das tarifas recíprocas mais baixas a nível mundial e, em qualquer cenário, esperamos que a nossa posição comercial privilegiada se mantenha", disse um porta-voz do governo britânico em comunicado.

O governo ainda destacou que continuará a trabalhar com os americanos para "entender como a decisão afetará as tarifas para o Reino Unido e o resto do mundo", e reiterou que apoiará as empresas britânicas quando mais detalhes forem anunciados.

O governo da Suíça afirmou em comunicado que o Conselho Federal, órgão máximo do governo, analisará os desdobramentos e impactos específicos da decisão da Suprema Corte americana.

O chefe de comércio da Câmara de Comércio Britânica (BCC), William Bain, afirmou que a decisão "pouco contribuiu para esclarecer as águas turvas para os negócios".

"Para o Reino Unido, a prioridade continua sendo a redução das tarifas sempre que possível", disse ele à Reuters, citando um acordo para reduzir as tarifas sobre o aço no âmbito do acordo tarifário EUA-Reino Unido, que ainda não foi implementado.

"Qualquer vantagem competitiva que conseguirmos garantir provavelmente ajudará a impulsionar nossas exportações para o único país, globalmente, com o qual realizamos mais comércio."

O grupo de logística afirmou nesta sexta-feira que monitora de perto os desdobramentos legais relativos às tarifas americanas, reiterando que vai garantir que seus clientes estejam em posição de exercer plenamente seus direitos previstos em lei.

Em comunicado, a empresa, de origem alemã, ainda acrescentou que vai desempenhar um papel técnico, utilizando tecnologia de despachantes aduaneiros, para rastrear os processos e garantir que os clientes recebam o dinheiro de volta caso os reembolsos sejam autorizados.

A Swissmem, associação líder da indústria tecnológica da Suíça, deu as boas-vindas à decisão da Suprema Corte, mas reforçou o pedido ao governo da Suíça para que conclua o acordo comercial firmado com os Estados Unidos no final de 2025, a fim de garantir uma base jurídica sólida às empresas do país.

"Isso porque é esperado que a administração Trump invoque outras leis para legitimar as tarifas", afirmou a associação à Reuters.

A associação ainda afirmou que o comprador americano deveria ser o responsável pelo pagamento dos direitos alfandegários às autoridades, reiterando que o reembolso, portanto, deveria ser obtido por meio do importador.

A associação empresarial alemã DIHK afirmou nesta sexta-feira (20) que a administração dos EUA dispõe de outros instrumentos para medidas restritivas ao comércio, reiterando que a economia da Alemanha precisa se preparar para uma possível ativação dessas ferramentas.

"A União Europeia deve responder com calma à decisão e às possíveis novas tarifas americanas e trabalhar para garantir que o quadro da política comercial continue confiável para as empresas", afirmou em comunicado.

A associação alemã da indústria química (VCI) afirmou que novas tarifas podem ser impostas a qualquer momento.

"A turbulência na política comercial não vai desaparecer – está apenas mudando de cenário", afirmou em comunicado.

A associação da indústria química farmacêutica suíça Scienceindustries afirmou que a decisão da Suprema Corte americana fortalece o Estado de Direito no comércio internacional.

"A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos é um sinal importante para o Estado de Direito e a confiabilidade no comércio internacional. Condições estruturais estáveis ​​e previsíveis são cruciais para nossa indústria globalmente interconectada", disse Stephan Mumenthaler, chefe do grupo Scienceindustries, à Reuters.

Há 38 minutos Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 38 minutosPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 38 minutosVeja quem já foi condenado pela execuçãoHá 38 minutos4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 37 minutos Ucrânia e Rússia Pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na RússiaHá 37 minutosPresos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de punição

Há 2 horas Mundo A cidade russa que perdeu quase todos seus homens para a guerraHá 2 horasComércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 4 horas Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 4 horas’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 4 horas Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 4 horasBalanço do governo Trump fará discurso no ‘Estado da União’ sob pressão eleitoral e econômica

Há 2 horas Mundo Saiba quem assume a presidência dos EUA se toda a cúpula do governo morrerHá 2 horasTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornalHá 2 horasTaxação de celularesGoverno prevê arrecadar R$ 14 bilhões com alta de tarifa sobre importados

Há 47 minutos O Assunto ‘Distinguishing’: o que é o conceito usado para absolver acusados de estupro de vulnerávelHá 47 minutosLoterias 💰Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões hoje

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com vendas baixas, Tesla lança versão mais barata da Cybertruck

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Carros Com vendas baixas, Tesla lança versão mais barata da Cybertruck Preço inicial da picape elétrica agora é US$ 59.990 nos Estados Unidos. Outras versões receberam descontos de US$ 15 mil. No Brasil, a Cybertruck pode custar mais de R$ 1 milhão. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Tesla anunciou uma versão mais barata da Cybertruck por US$ 59.990. Antes, a versão mais acessível da picape nos Estados Unidos partia de US$ 79.990. A empresa também reduziu o preço da versão topo de linha, a Cyberbeast, de US$ 114.990 para US$ 99.990.

No Brasil, a Tesla não tem operação oficial, mas o g1 mostrou que é possível importar a Cybertruck de forma independente por cerca de R$ 1 milhão.

Em janeiro, as vendas de veículos elétricos e híbridos recuaram 3% no mundo, na comparação com janeiro de 2025. Os dados são da consultoria BMI.

A China registrou queda de 20% no período, e a América do Norte, de 33%. Os Estados Unidos tiveram o pior resultado de emplacamentos de veículos eletrificados em janeiro desde 2022. Por outro lado, a Europa e outros mercados registraram aumento nas vendas.

A decisão dos Estados Unidos de retirar incentivos fiscais para carros eletrificados é uma das explicações para a queda. A China também cortou subsídios e, recentemente, criou uma taxa para a compra desses veículos.

Com 1,64 milhão de unidades emplacadas em 2025, a Tesla teve uma queda de 9% e deixou de ser a maior fabricante de elétricos no mundo. A BYD assumiu o posto com 2,26 milhões de veículos eletrificados vendidos no ano passado.

Mesmo assim, o bilionário Elon Musk não parece muito preocupado. Para o executivo o futuro da empresa depende mais do serviço de táxi autônomo, armazenamento de energia e robôs domésticos. Ele também anunciou que deve usar as fábricas que montam Model X e Model S para produzir robôs.

A Tesla enfrenta uma crise desde que Musk mostrou apoio a eleição de Donald Trump e, em seguida, passou a fazer parte do gabinete do presidente. A situação ficou ainda mais complicada quando Trump e Musk entraram em conflito, culminando com saída do bilionário do governo. O antigo aliado do presidente passou então a atacar política econômica adotada pelos Estados Unidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e Elon Musk participam de uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 30 de maio de 2025. — Foto: Reuters/Nathan Howard

Em novembro de 2025, a assembleia de acionistas da Tesla aprovou o pagamento de US$ 878 bilhões a Musk. Isso mostra o apoio que o executivo tem para transformar a fábrica de carros em uma potência de inteligência artificial e robótica. Para receber esse valor, Musk precisa bater algumas metas nos próximos 10 anos como entregar 20 milhões de veículos, operar 1 milhão de robotáxis, vender 1 milhão de robôs e obter US$ 400 bilhão de lucro operacional.

Há 38 minutos Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 38 minutosPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 38 minutosVeja quem já foi condenado pela execuçãoHá 38 minutos4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 37 minutos Ucrânia e Rússia Pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na RússiaHá 37 minutosPresos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de punição

Há 2 horas Mundo A cidade russa que perdeu quase todos seus homens para a guerraHá 2 horasComércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 4 horas Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 4 horas’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 4 horas Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 4 horasBalanço do governo Trump fará discurso no ‘Estado da União’ sob pressão eleitoral e econômica

Há 2 horas Mundo Saiba quem assume a presidência dos EUA se toda a cúpula do governo morrerHá 2 horasTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornalHá 2 horasTaxação de celularesGoverno prevê arrecadar R$ 14 bilhões com alta de tarifa sobre importados

Há 48 minutos O Assunto ‘Distinguishing’: o que é o conceito usado para absolver acusados de estupro de vulnerávelHá 48 minutosLoterias 💰Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões hoje

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Azul diz que reduziu em 1,1 bilhão de dólares as dívidas de empréstimos e financiamentos com recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Campinas e Região Azul diz que reduziu em 1,1 bilhão de dólares as dívidas de empréstimos e financiamentos com recuperação judicial Em comunicado, companhia diz que deixa o processo do Capítulo 11 da Lei de Falências com 850 milhões de dólares em novos investimentos em ações. Por g1 Campinas e Região

A recuperação judicial da Azul resultou na redução total de cerca de US$ 2,5 bilhões em dívidas, incluindo arrendamento de aeronaves.

A companhia aérea obteve US$ 850 milhões em novos investimentos em ações ao finalizar o processo de reestruturação financeira.

Em maio de 2025, quando anunciou o início da recuperação judicial, a empresa estimava queda de mais de 2 bilhões de dólares e o aporte de 950 milhões de dólares.

A saída do Chapter 11, o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos – mecanismo semelhante à recuperação judicial no Brasil – foi anunciado nesta sexta-feira (20).

O processo de recuperação judicial finalizado pela Azul Linhas Aéreas significou, segundo o comunicado da companhia, redução de cerca de 1,1 bilhão de dólares nas dívidas de empréstimos e financiamentos.

Somada a queda nas obrigações de arrendamento (aluguel) de aeronaves, que foi de cerca de 40%, a redução nos dividendos chega a aproximadamente 2,5 bilhões de dólares.

Além da redução das dívidas, a companhia afirmou que saiu do processo com 850 milhões de dólares em novos investimentos em ações.

Em maio de 2025, quando anunciou o início da recuperação judicial, a empresa estimava a eliminação de mais de 2 bilhões de dólares (cerca de R$ 11,28 bilhões) e o aporte financeiro de 950 milhões de dólares.

A saída do Chapter 11, o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos – mecanismo semelhante à recuperação judicial no Brasil – foi anunciado na noite de sexta-feira (20) pela companhia aérea brasileira.

Além da redução dos valores de empréstimos e financiamentos e da queda de cerca de 40% na dívida por arrendamento de aeronaves, os outros resultados indicados pela companhia são:

redução dos pagamentos anuais de juros em mais de 50% em comparação aos níveis anteriores ao Capítulo 11;redução em cerca de um terço dos custos recorrentes com arrendamento de aeronaves;captação de aproximadamente 1,375 bilhão de dólares da emissão de Notas Seniors e 950 milhões de dólares por meio de compromissos em equity.

"Em menos de nove meses, concluímos uma reestruturação abrangente que fortaleceu significativamente nosso balanço e posicionou a Azul para a estabilidade de longo prazo. Estamos saindo do Chapter 11 com o apoio de alguns dos mais respeitados parceiros financeiros e estratégicos da aviação global", destacou John Rodgerson, CEO da Azul, em comunicado.

Na quinta, a Azul havia anunciado três acordos para investimentos de 300 milhões de dólares que serão feitos por duas companhias aéreas norte-americanas, além de outros credores como parte do processo de recuperação judicial.

Os aportes serão feitos pela American Airlines e pela United Airlines, que vão investir 100 milhões de dólares cada. Nos dois casos, a expectativa é que as companhias recebam ações da Azul.

O comunicado da Azul, feito para o mercado na quarta-feira (18), indica que a companhia firmou acordo de investimento adicional com "determinados credores existentes", sem detalhar quais são, na ordem de mais 100 milhões de dólares.

O plano de converter parte das dívidas em ações chegou a gerar uma queda de até 70% na Bolsa de Valores em 8 de janeiro deste ano. A estratégia é fazer com que os credores deixem de receber juros e passam a se tornar acionistas.

Imagem de arquivo mostra avião da Azul no aeroporto de Fernando de Noronha — Foto: Ana Clara Marinho/g1

No comunicado em que informa a saída do Chapter 11, nesta sexta, a Azul destaca que o processo foi concluído em menos de nove meses.

Segundo a companhia, a operação com cerca de 800 voos diários, com pontualidade de 85,1% e 32 milhões de clientes atendidos em 2025.

Voo da Azul no Amapá é cancelado após problemas em pneu de avião — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica

Há 1 hora Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 1 horaPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 1 hora4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 1 hora Ucrânia e Rússia Presos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de puniçãoHá 1 horaA cidade russa que perdeu quase todos seus homens para a guerraHá 1 horaPresos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de punição

Agora Mundo Tensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 2 horas Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 2 horas’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 2 horas Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 2 horasGoverno prevê arrecadar R$ 14 bilhões com alta de tarifa sobre importados

Há 3 minutos Economia Chefe de cartelMéxico envia mais 2 mil soldados para Jalisco após morte do traficante ‘El Mencho’

Há 6 horas Mundo Helicóptero, ajuda dos EUA e 70 mortes: como foi ação que matou traficanteHá 6 horasParadeiro de traficante foi descoberto após visita de namoradaHá 6 horasVÍDEO mostra desespero e correria em aeroporto no México após tiros

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em ofício a Fachin, OAB pede a conclusão do inquérito das fake news, que tramita no STF há quase 7 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Economia Blog da Ana Flor Em ofício a Fachin, OAB pede a conclusão do inquérito das fake news, que tramita no STF há quase 7 anos Ordem dos Advogados do Brasil afirma que inquérito foi aberto em situação excepcional que já foi superada. Entidade diz que inquéritos não podem durar indefinidamente nem expandir demais seu objeto de investigação. Por Isabela Camargo, Reynaldo Turollo Jr, Ana Flor, TV Globo, GloboNews e g1 — Brasília

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai enviar nesta segunda-feira (23) uma manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pedindo o encerramento do inquérito das fake news, que tramita na Corte há quase sete anos.

No documento, assinado pela Diretoria Nacional e por todos os presidentes das seccionais nos estados, a OAB "externa extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração", em especial o inquérito das fake news.

Esse inquérito voltou ao noticiário nos últimos dias por causa de uma operação de busca e apreensão, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que teve como alvos quatro servidores que atuam na Receita e são suspeitos de terem acessado e vazado dados sigilosos de parentes de ministros do STF.

Ministro Edson Fachin (ao centro) preside sessão do Supremo Tribunal Federal — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A OAB afirma que "é inegável que a instauração do referido inquérito ocorreu em ambiente de grave tensão institucional, marcado por ataques reiterados à honra e à segurança de Ministros da Suprema Corte" — que "desempenhou papel central na defesa da ordem constitucional e na preservação da estabilidade democrática".

No entanto, segundo a Ordem, "superada a conjuntura mais aguda" que originou o inquérito das fake news, "impõe-se redobrada atenção aos parâmetros constitucionais que regem a persecução estatal".

"Justamente por se tratar de solução institucional extraordinária, concebida para responder a circunstâncias igualmente extraordinárias, sua condução e permanência no tempo reclamam cautela ainda maior, com estrita observância da excepcionalidade que lhe deu origem e dos limites constitucionais que legitimam a atuação estatal", sustenta a OAB.

O inquérito das fake news foi aberto pelo então presidente do Supremo, Dias Toffoli, em março de 2019. Na ocasião, ele escolheu Moraes para ser o relator, a partir da interpretação de trechos do Regimento Interno do STF que tratavam de crimes cometidos contra a Corte.

O objetivo era investigar "notícias fraudulentas", ofensas e ameaças que "atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares".

Ao longo do tempo, fatos distintos foram investigados dentro do inquérito das fake news, até chegar recentemente aos servidores que atuam na Receita Federal — o que a OAB chamou de "elasticidade excessiva do objeto investigativo".

"A lógica constitucional e processual do inquérito, no sistema brasileiro, é a de instrumento voltado à investigação de fatos determinados […], e não a de procedimento aberto à absorção sucessiva de condutas distintas, conforme novas conexões sejam afirmadas ao longo do tempo", diz a Ordem.

"Essa preocupação se acentua diante de relatos recentes sobre a inclusão, no âmbito do mesmo procedimento, de pessoas e fatos que, embora possam merecer apuração rigorosa por canais próprios, não se apresentam de forma imediatamente aderente ao núcleo originário que justificou a instauração do inquérito."

A Ordem afirma que "a defesa da democracia […] não se esgota na repressão a ataques institucionais; ela se completa com a observância estrita do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório e da liberdade de expressão".

"Nessa linha, a OAB reputa indispensável reafirmar a proteção ao livre exercício profissional e às garantias constitucionais de todos aqueles que exercem funções essenciais à vida democrática, com menção à atividade jornalística e, com especial ênfase, às prerrogativas de advogados e advogadas", diz a entidade.

A OAB conclui o ofício solicitando uma audiência com Fachin para expor seus argumentos sobre o tema, pede que "sejam adotadas providências voltadas à conclusão dos chamados inquéritos de natureza perpétua" e que "não haja a instauração de novos procedimentos com essa mesma conformação expansiva e indefinida".

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 24 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 24 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 20 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 20 minutosPrevisão do tempo ⛈️Temporais se espalham e última semana do mês deve ser de chuva no país

Há 1 minuto Meio Ambiente Confira a previsão na sua cidadeHá 1 minutoSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

Há 4 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 4 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB

Há 3 horas Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alfândega dos EUA suspenderá cobrança de tarifas barradas pela Suprema Corte a partir de terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,12%Dólar TurismoR$ 5,369-0,16%Euro ComercialR$ 6,096-0,02%Euro TurismoR$ 6,344-0,06%B3Ibovespa188.871 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,12%Dólar TurismoR$ 5,369-0,16%Euro ComercialR$ 6,096-0,02%Euro TurismoR$ 6,344-0,06%B3Ibovespa188.871 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,170-0,12%Dólar TurismoR$ 5,369-0,16%Euro ComercialR$ 6,096-0,02%Euro TurismoR$ 6,344-0,06%B3Ibovespa188.871 pts-0,87%Oferecido por

A suspensão das tarifas pela Alfândega dos EUA ocorre após a Suprema Corte declarar ilegais as taxas impostas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

A decisão da Corte, liderada pelo juiz John Roberts, exigiu "autorização clara do Congresso" para a imposição de tais tarifas, citando precedentes.

O ex-presidente Donald Trump, que impôs as taxas, classificou a decisão como "uma vergonha" e afirmou ter um "plano B" para manter as cobranças.

A medida de suspensão não afeta outras tarifas de 15% anunciadas por Trump, pois estas foram justificadas com base em uma lei diferente.

Contêineres de carga chineses empilhados no Porto de Los Angeles , em Los Angeles , Califórnia, EUA — Foto: REUTERS/Mike Blake/Foto de Arquivo

A agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês) informou que suspenderá, a partir de terça-feira (24), a cobrança de tarifas impostas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.

Segundo a agência de notícias Reuters, a agência enviou um comunicado aos embarcadores por meio de seu sistema Cargo Systems Messaging Service sobre a interrupção da cobrança.

A medida não deve afetar as tarifas de 15% anunciadas pelo presidente Donald Trump após a suspensão da Justiça dos EUA. Isso porque Trump usou uma outra lei para justificar as cobranças.

China pede que Trump revogue tarifas de importação após decisão da Suprema CorteTarifaço: Brasil e China são os mais beneficiados com nova alíquota global de Trump, diz estudo

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, em sua maioria governados por democratas, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump.

Na prática, os juízes confirmaram a decisão de instância inferior que concluiu que Trump extrapolou sua autoridade ao usar a IEEPA, de 1977.

Em reunião com governadores estaduais, Trump classificou a decisão como "uma vergonha" e disse que já tinha um "plano B" para manter as taxas sobre produtos importados, segundo a agência Reuters.

Há 4 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 4 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 4 horasEscândalo sexualEx-embaixador britânico investigado no caso Epstein é preso

Há 2 horas Mundo As mensagens secretas que ligam ex-príncipe Andrew a EpsteinHá 2 horasEconomiaINSS inicia pagamento de benefícios de fevereiro; veja calendário

Há 28 minutos Economia Feirão Limpa Nome começa com descontos de até 99% para renegociar dívidasHá 28 minutosMercado imobiliárioMinha Casa, Minha Vida faz vendas de imóveis baterem recorde

Há 2 horas Rio de Janeiro Chuva forte deixa desabrigados e cancela aulas no litoral de SPHá 2 horasComércio internacionalEntenda o que mudou no tarifaço e os impactos para o Brasil

Há 6 horas Economia Trump volta a criticar a Suprema Corte por decisão sobre tarifasHá 6 horasAlfândega dos EUA suspenderá cobrança de tarifas barradasHá 6 horas’Somos irmãos’Presidente da Coreia do Sul publica vídeo feito por IA abraçando Lula na infância

Há 48 minutos Mundo Brasil e Coreia do Sul assinam acordos sobre cooperação em minerais críticosHá 48 minutosPropaganda falsa ❌É #FAKE anúncio de pré-venda do álbum da Copa do Mundo; trata-se de golpe

Há 46 minutos Fato ou Fake Três dias internado em SPHerson Capri fez cateterismo e se recupera em casa após infarto

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Redução da jornada para 40h semanais pode aumentar custos das empresas em até R$ 267 bilhões ao ano, diz CNI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado nesta segunda-feira (23) estima que a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia.

Tema da campanha eleitoral deste ano e destaque nas redes sociais, o debate do fim da escala 6×1 pode ser pautado ainda em 2026 no Congresso Nacional.

"Esses dados, combinados com as análises que estamos fazendo sobre o tema, mostram que o mais provável é que a produção seja reduzida e o custo unitário do trabalho aumente, trazendo pressão de custos e perda de competitividade das empresas nacionais. Essa dinâmica provoca queda da produção, do emprego e da renda e, consequentemente, do PIB brasileiro”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A projeção da CNI considera dois cenários para a manutenção do nível de horas trabalhadas: a realização de horas extras aos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores.

Proporcionalmente, diz a entidade, o impacto para o setor industrial pode ser de até 11,1% da folha de salários, o que resultaria em aumento de despesas de R$ 87,8 bilhões (horas extras para os atuais empregados) e de R$ 58,5 bilhões anuais (considerando a contratação de novos trabalhadores).

Segundo a projeção da CNI, de um total de 32 setores industriais, 21 apresentariam elevação de custos acima da média da indústria, independentemente da estratégia adotada pela empresa para manter o número de horas atuais de produção.

Indústria da transformação: de 7,7% a 11,6%Indústria da construção: de 8,8% a 13,2%Comércio: entre 8,8% e 12,7%Agropecuária: 7,7% e 13,5%

A entidade avaliou, ainda, que as empresas industriais de menor porte seriam as mais impactadas pela redução da jornada de trabalho, uma vez que a proporção de empregados com jornadas superiores a 40 horas semanais é maior nessas empresas.

"A dificuldade de adaptação para micro e pequenas empresas, que correspondem a 52% do emprego formal do país, mas que não dispõem de recursos ou estrutura física para ampliar equipes, será ainda maior. Como resultado, essas indústrias tendem a reduzir a produção, perder a competitividade e comprometer os postos de trabalho", diz Ricardo Alban, da CNI.

Para o presidente da CNI, a discussão sobre a redução da jornada e mudança da escala de trabalho exige cautela e, se não for feita com o devido debate e análise criteriosa dos impactos, corre o risco de comprometer não apenas a competitividade da indústria, mas toda a economia e o desenvolvimento do país.

"Qualquer mudança na legislação trabalhista deve considerar a diversidade de realidades produtivas do país, os efeitos sobre os setores econômicos e empresas de diferentes portes, além das disparidades regionais e do impacto sobre a competitividade e a criação de empregos formais”, conclui.

Há 13 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 13 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 13 horasSTF Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário

Há 16 minutos Política Entidades se reúnem com Dino na semana em que STF analisa decisãoHá 16 minutos4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 5 minutos Ucrânia e Rússia Presos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de puniçãoHá 5 minutosTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 6 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 1 hora Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 1 hora’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 1 hora Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 1 horaQuase 8 anos depoisCaso Marielle: STF começa a julgar acusados de mandar matar vereadora

Há 19 minutos Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 19 minutosPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 19 minutosPrevisão do tempo ⛈️Temporais se espalham e última semana do mês deve ser de chuva no país

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Minha Casa, Minha Vida faz lançamentos e vendas de imóveis baterem recorde em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O mercado imobiliário brasileiro fechou 2025 com resultados históricos, mesmo em um ambiente de crédito mais caro. Ao longo do ano, foram lançadas 453.005 unidades residenciais, um crescimento de 10,6% em relação a 2024, enquanto as vendas somaram 426.260 unidades, alta de 5,4%.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (23) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), também apontam que o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) teve papel central no desempenho do ano passado. O programa respondeu por 52% dos lançamentos e 49% das vendas no quarto trimestre, consolidando-se como o principal motor do setor. (Entenda mais abaixo)

📈 Em valores, o setor imobiliário registrou um Valor Geral de Lançamentos (VGL) de R$ 292,3 bilhões — indicador que soma o valor potencial dos imóveis lançados — e um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 264,2 bilhões, que mede o volume financeiro efetivamente comercializado no período.

Segundo Celso Petrucci, conselheiro da CBIC e diretor de Economia do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), mesmo com a taxa básica de juros em 15% ao ano, o incorporador continuou percebendo demanda e manteve o ritmo de lançamentos ao longo do período.

“As vendas também atingiram recordes, com a curva apontando para cima, o que mostra a resiliência do mercado imobiliário e a sua saúde do ponto de vista dos negócios”, afirmou.

Junto ao avanço nos lançamentos e nas vendas, a oferta de imóveis — isto é, o estoque disponível para comercialização — cresceu 8% entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, encerrando o ano com 347.013 unidades.

Além disso, o último trimestre de 2025 consolidou a tendência de crescimento ao também registrar recordes trimestrais. Entre outubro e dezembro, os principais indicadores atingiram os seguintes patamares:

📦 Lançamentos: 133.811 unidades, alta de 18,6% em relação ao trimestre anterior;🏠 Vendas: 109.439 unidades comercializadas no período;💰 Valor Geral de Vendas (VGV): R$ 67,2 bilhões no trimestre.

“Se fizermos a média diária, chegamos ao número de 1.215 unidades novas vendidas por dia, sendo 312 apenas em São Paulo”, aponta Petrucci.

De acordo com a CBIC, foram lançadas 224.842 unidades no MCMV ao longo do ano, alta de 13,5% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas somaram 196.876 unidades, avanço de 15,9% no período.

Segundo ele, o orçamento e os desembolsos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) atingiram o maior patamar histórico em 2025, somando R$ 142,3 bilhões, abaixo apenas da dotação prevista para 2026, de R$ 160,5 bilhões.

“O programa Minha Casa, Minha Vida vai indo muito bem, obrigado”, afirmou, ao avaliar que a disponibilidade de recursos permitiu a expansão dos lançamentos e das vendas ao longo do ano.

O impacto foi mais forte nas regiões Sudeste e Norte, onde o programa representou, respectivamente, 55% e 56% das vendas no último trimestre do ano.

A oferta do MCMV também cresceu ao longo de 2025, e, no ritmo atual de vendas, o estoque seria consumido em cerca de 7,9 meses, caso não houvesse novos lançamentos.

A pesquisa também apontou que 50% dos entrevistados pretendem comprar um imóvel nos próximos 24 meses. Entre os potenciais compradores, 37% ainda não iniciaram a busca, 8% já pesquisam online e 5% visitam imóveis.

🔎 O tipo mais desejado é apartamento (48%), seguido por casa em rua (34%), casa em condomínio (15%) e terreno (3%).

Os principais motivos da compra são sair do aluguel, buscar mais espaço ou deixar a casa dos pais. Para a CBIC, a intenção de compra elevada reforça a sustentação da demanda.

“A projeção da demanda potencial permanece elevada e cita fatores como o elevado grau de intenção de compra, a expectativa de queda na taxa básica de juros e a melhora nas condições de crédito”, reforça Fernando Guedes Ferreira Filho, presidente-executivo da CBIC.

Para 2026, o cenário tende a ser mais favorável. Apesar dos juros estarem no maior nível em duas décadas, a expectativa é de início do ciclo de cortes a partir de março, o que pode reduzir o custo do crédito imobiliário.

Além disso, a meta do governo de contratar 3 milhões de unidades no Minha Casa, Minha Vida até o fim do ano sinaliza a manutenção de um ritmo elevado de contratações no segmento.

Há 13 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 13 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 13 horasSTF Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário

Há 5 minutos Política Entidades se reúnem com Dino na semana em que STF analisa decisãoHá 5 minutosTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 6 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 57 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 57 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 53 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 53 minutosPrevisão do tempo ⛈️Temporais se espalham e última semana do mês deve ser de chuva no país

Há 34 minutos Meio Ambiente Confira a previsão na sua cidadeHá 34 minutosQuase 8 anos depoisCaso Marielle: STF começa a julgar acusados de mandar matar vereadora

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifaço: Alckmin diz que Brasil foi o ‘país mais beneficiado do mundo’ com novas medidas de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, durante cerimônia de assinatura de medida provisória que concede isenção da taxa de serviço metrológico para verificação de taxímetros. — Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Brasil foi o país mais beneficiado com as mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A declaração foi feita em São Paulo, durante evento na Fiesp, e se refere à nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos EUA, que passa a valer nesta terça-feira (24) — acompanhada de uma ampla lista de itens isentos.

A medida foi adotada por Trump após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

"Essa decisão de 15% não tem problema, porque 15% vale para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% a mais. Somos o país mais beneficiado com essa decisão", afirmou Alckmin.

💡 O Brasil chegou a enfrentar sobretaxas de 50% impostas pelos EUA — apesar de contar com uma ampla lista de itens isentos. Por isso, a redução dessas alíquotas beneficia diretamente os produtos brasileiros.

Além de, na prática, representar uma redução geral das taxas, as novas medidas ampliam a lista de isenções para produtos industriais, destacou Alckmin.

Conforme documento publicado na última sexta-feira (20) pela Casa Branca, além de petróleo, carne bovina, suco de laranja, café e outros itens, também estão na lista de imposto zerado produtos tecnológicos, como semicondutores e eletrônicos.

"Abre-se aí uma avenida para voltarmos a ter um comércio exterior relevante com os EUA", disse.

O presidente em exercício também destacou a importância estratégia dos EUA para a balança comercial brasileira.

"O maior comprador do Brasil é a China. O segundo é a União Europeia. O terceiro são os Estados Unidos. Mas, embora estejam em terceiro lugar, são primeiríssimos quando se trata de produto industrial manufaturado", afirmou.

Ele acrescentou que "a China compra muita commodity, incluindo petróleo bruto, minério de ferro, soja, café, carne e milho, e quem compra produto industrial são os EUA, adquirindo avião, máquina, motor e equipamento". "Então, as tarifas de 10% mais 40% eram um problemão", disse.

Conforme publicou o g1, um estudo da Global Trade Alert — organização independente que monitora políticas de comércio internacional — aponta o Brasil e a China como os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas por Trump.

Relatório da entidade aponta que o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias — incluindo as já vigentes —, com queda de 13,6 pontos percentuais. Em seguida vêm China, com recuo de 7,1 pontos, e Índia, com diminuição de 5,6 pontos.

Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), passarão a enfrentar encargos mais altos com a nova alíquota, segundo a Global Trade Alert.

Brasil e China são os mais beneficiados com derrubada de tarifaço pela Suprema Corte e nova alíquota global de Trump, diz estudo. — Foto: Arte/g1

Há 13 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 13 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 13 horasSTF Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário

Há 15 minutos Política Entidades se reúnem com Dino na semana em que STF analisa decisãoHá 15 minutos4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

Há 5 minutos Ucrânia e Rússia Presos do conflito temem voltar à Coreia do Norte por medo de puniçãoHá 5 minutosTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 6 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 1 hora Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 1 hora’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 1 hora Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 1 horaQuase 8 anos depoisCaso Marielle: STF começa a julgar acusados de mandar matar vereadora

Há 19 minutos Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 19 minutosPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 19 minutosPrevisão do tempo ⛈️Temporais se espalham e última semana do mês deve ser de chuva no país

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Voltamos para o jogo’: setores do agro que ainda sofriam com tarifaço de até 50% esperam retomar vendas para os EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Agro 'Voltamos para o jogo': setores do agro que ainda sofriam com tarifaço de até 50% esperam retomar vendas para os EUA Suprema Corte dos EUA derrubou sobretaxas impostas por Trump no ano passado que ainda afetavam café solúvel, mel, pescados e uvas. Presidente americano reagiu e implementou nova taxa global de 15%, mas associações dizem que, mesmo assim, situação é melhor do que antes. Por Paula Salati, Lara Castelo

A Suprema Corte dos EUA derrubou o tarifaço de até 50% que incidia sobre produtos agrícolas brasileiros, como café solúvel, mel, frutas e pescados.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu à medida impondo uma nova tarifa global de 15%, prevista para entrar em vigor nesta terça-feira (24) para os mesmos setores.

Setores do agro que eram impactados pela tarifa de 50% veem com otimismo mudança para tarifa de 15%.

Segmentos falam sobre retomada de contatos com importadores dos EUA, aumento da produtividade e até abertura de novos postos de trabalho.

"Voltamos para o jogo". É assim que o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel (Abics), Aguinaldo Lima, define essa terça-feira (24), dia em que o tarifaço dos EUA sobre quase metade dos produtos brasileiros deixa de valer, graças a uma decisão da Suprema Corte americana, na sexta-feira (20).

Grandes produtos de exportação do Brasil para os EUA, como carne bovina e café em grão, já estavam isentos do tarifaço desde o final do ano passado, mas café solúvel, mel, frutas e pescados ainda sofriam com sobretaxas de 10% e 40%.

Horas após a decisão da Suprema Corte, o presidente americano Donald Trump anunciou uma tarifa global de 10% e, no dia seguinte, elevou a alíquota para 15%, que também entra em vigor nesta terça-feira.

O presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Renato Azevedo, explica que a tarifa do produto brasileiro nos EUA estava maior em relação a outros competidores.

"Agora é 15% para o mel de todos os países. E se é para todo mundo, não tem problema, porque o nosso mel é muito competitivo", afirma.

➡️Nem todos os setores do agro sofrerão com a nova taxa global de Trump. Carne bovina, café em grão e suco de laranja estão isentos, segundo decisão da Casa Branca, publicada na sexta.

A seguir, veja como os setores que ainda estavam sobretaxados estão se preparando após a derrubada do tarifaço e a nova taxa de 15%.

A apicultura brasileira é, basicamente, formada por pequenos produtores que, para conseguirem exportar, vendem a produção para empresas de comércio exterior.

Azevedo conta que as empresas do setor já voltaram a conversar com os clientes americanos e que a expectativa é de que os contratos sejam retomados a partir de março.

"O mel que o Brasil vende para os EUA é o orgânico. Não tem concorrente no mundo que consegue fornecer na escala que a gente fornece. Então, com a tarifa igualada para todos [países], ficamos em vantagem", diz o presidente da Abemel.

Após o tarifaço, o setor conseguiu exportar para os EUA o que já estava previsto em contratos anteriores, mas não fechou novos negócios, diz Azevedo.

"Houve um grave problema de escoamento e desvalorização do mel no campo. A produção atrasou devido ao clima e, quando ficou pronta, encontrou o mercado travado pelo tarifaço", destacou.

"Muitos produtores operaram no prejuízo, tentando vender mel para o mercado interno, mas o Brasil não tem capacidade para absorver todo o volume".

"Cerca de 80% das exportações brasileiras de mel vão para os Estados Unidos, o que torna impossível substituir esse mercado rapidamente por outros países", acrescentou.

Azevedo afirma que um dos grandes receios do setor era que o consumidor americano deixasse de consumir o mel orgânico brasileiro para comprar o mel tradicional de outros países. Segundo ele, os EUA já estavam comprando mel tradicional de outros mercados.

Mel não é tudo igual: conheça os principais tipos feitos no Brasil e por que alguns custam até R$ 600Vinho brasileiro deve ser protegido da concorrência em acordo UE-Mercosul por meio de salvaguardas, diz Alckmin

O setor de pescados está otimista em deixar para trás a tarifa de 50% e encarar a nova taxa de 15%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca).

Os norte-americanos são um importante mercado para o segmento. Em 2024, o país comprou quase metade de todo o pescado brasileiro vendido para o exterior, segundo dados do governo federal. Além disso, os EUA são os principais compradores da tilápia, pescado brasileiro mais exportado em volume.

A tarifa de 50% fez com que o setor perdesse contratos internacionais, diminuísse a produção e tivesse que cortar postos de trabalho, segundo Eduardo Lobo, presidente da Abipesca.

"A expectativa da entidade é que a normalização parcial das condições comerciais permita a retomada do crescimento já ao longo de 2026, com a recuperação estimada de mais de 5 mil postos de trabalho e recomposição da capacidade produtiva do setor ", afirma a Abipesca.

Nesse cenário, a entidade prevê também que as "exportações brasileiras de pescado alcancem cerca de US$ 600 milhões no mercado global, com destaque para produtos como a tilápia, principal item embarcado para os EUA".

Além disso, a nova tarifa de 15% deixará o pescado brasileiro, em especial a tilápia, mais competitivo no exterior, segundo Francisco Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Piscicultura, a Peixes Br.

"O motivo é que nosso principal concorrente, a Colômbia, agora estará submetido à mesma taxa que o Brasil", afirma.

Para a indústria de café solúvel, a derrubada do tarifaço de 50% representou um “alívio” após seis meses seguidos de perdas nas exportações, diz o diretor-executivo da Abics, Aguinaldo Lima.

“Os Estados Unidos são o maior comprador do café solúvel brasileiro há mais de 60 anos. […] Nesse período de agosto a janeiro do tarifaço, o volume das exportações caiu 50% e as perdas aumentavam a cada mês”, afirma.

Lima explica que, assim como para os exportadores de mel, a tarifa global de 15% imposta por Trump coloca o Brasil em pé de igualdade com outros competidores.

"Nós voltamos para o jogo. É como se, agora, tivesse tarifa zero para todos. Com todo mundo no mesmo patamar, a gente entra com as mesmas condições de competitividade”, comenta.

“Durante o tarifaço, o volume dos contratos foi reduzido e alguns foram efetivamente rompidos. Como os importadores americanos não conseguiam arcar com os custos extras [da taxação do produto brasileiro], eles foram para concorrentes, como México, Colômbia, Vietnã, Equador e alguns países europeus”, diz Lima.

“A expectativa é retomar contratos. As empresas brasileiras e os clientes americanos se conversam todos os dias, alguns mantêm laços de amizade, porque é uma relação comercial de longo prazo.

O diretor esclareceu que não houve demissões durante o período do tarifaço. O setor é formado por seis grandes empresas e o fato de elas exportarem para mais de 100 países ajudou a equilibrar as perdas para os EUA.

As frutas mais exportadas pelo Brasil para os EUA são a manga e a uva. A primeira já tinha ficado isenta no final do ano passado, mas deverá voltar a ter tarifa de 15% nesta terça, explica o diretor-executivo, Eduardo Brandão.

Já a uva, que vinha sofrendo com uma sobretaxa de 50%, será beneficiada com a decisão da Suprema Corte dos EUA. A taxação, agora, cairá para 15%, o que também traz alívio para o setor.

“Tanto os produtores do Vale do São Francisco quanto os distribuidores e parceiros americanos estão aguardando a situação se definir melhor antes de retomar as conversas e contratos”, afirmou.

A uva foi o produto mais prejudicado pelo "tarifaço", sofrendo uma redução de 73% no volume enviado para os EUA em 2025, segundo Brandão.

“Alguns envios foram feitos porque estavam programados e a gente não queria perder o cliente. Então, mesmo perdendo, a gente mandou”, disse Brandão.

Com denúncias de animais em meio a fezes e com pouco espaço, exportação de gado vivo dobra em 3 anos no Brasil

Há 12 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 12 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 12 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 5 horas Mundo Comércio internacionalTarifaço de Trump: veja os produtos brasileiros isentos a partir de hoje

Há 6 minutos Economia Relembre como tudo começou e entenda efeitos da taxa de 15%Há 6 minutos’Voltamos para o jogo’: setores do agro esperam retomar vendas para os EUA

Há 3 minutos Agronegócios Brasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entendaHá 3 minutosSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

Há 4 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 4 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB

Há 3 horas Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

Há 8 horas Economia Rede elétrica ‘Só Jesus Cristo’ evitaria apagões por queda de árvores em SP, diz CEO da Enel

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Investigado pela PF, fundador deixou a Reag em meio a apurações; veja quem controla hoje a gestora

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 22:46

Economia Negócios Investigado pela PF, fundador deixou a Reag em meio a apurações; veja quem controla hoje a gestora O Banco Central decretou nesta quinta-feira a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM. Por Micaela Santos, Janize Colaço, g1 — São Paulo

Alvo de mandados de busca e apreensão na segunda fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o fundador e então presidente do conselho de administração do grupo Reag, João Carlos Falbo Mansur, formalizou sua saída da companhia em setembro do ano passado, em meio ao avanço das investigações.

Nesta quinta-feira (15), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM, empresa que faz a gestão dos fundos no grupo da Reag Investimentos.

Em nota, o BC alegou que a empresa descumpriu “regras legais e prudenciais exigidas pelo regulador, o que comprometeu a sua capacidade de operar de forma segura e conforme a lei”. A Reag é investigada em duas operações da PF, incluindo envolvimento com o escândalo do Banco Master.

O “desmonte” da ReagVenda do controle para a Arandu PartnersEfeitos da liquidação da CBSF DTVMSuposto envolvimento com o Banco Master

Em setembro do ano passado, a Reag Capital Holding deixou de ser companhia aberta e saiu da bolsa após o avanço das investigações da Polícia Federal, que apontaram o suposto uso da Reag Investimentos em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

O cancelamento do registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aprovado em outubro de 2025, transformou a holding em empresa de capital fechado. À época, a companhia afirmou que a decisão fazia parte de um processo de reorganização societária.

O movimento ocorreu após a deflagração da megaoperação contra o crime organizado no setor de combustíveis, a Carbono Oculto, que incluiu mandados de busca na sede da empresa, a saída do fundador e de outros executivos, e a venda do controle da Reag Investimentos.

Nesse processo, deixaram seus cargos Altair Tadeu Rossato, que era conselheiro independente e membro do comitê de auditoria, e Fabiana Franco, que renunciou ao posto de diretora financeira.

Segundo a PF, a gestora teria sido usada para estruturar fundos destinados à compra de empresas e à blindagem patrimonial de recursos ilícitos do PCC.

Em nota publicada em outubro, a Reag Capital Holding negou qualquer envolvimento em irregularidades ou com organizações criminosas, afirmou atuar dentro da lei e das regras do sistema financeiro, e garantiu que os fundos não se confundem com o patrimônio da administradora, colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos.

Entenda o que levou à liquidação da CBSF, ex-Reag, pelo BCQuem é João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos que está sendo investigado pela PFBC decreta liquidação extrajudicial da Reag, envolvida no caso MasterCom a liquidação da Reag, como ficam os clientes dos fundos de investimento? EntendaReag e Banco Master: como a gestora entrou no radar das investigações da PF?

Em setembro de 2025, João Carlos Falbo Mansur vendeu o controle da Reag Investimentos para um grupo de executivos da própria gestora, por meio da Arandu Partners Holding S.A., que adquiriu cerca de 87,38% do capital da companhia em uma transação estimada em R$ 100 milhões.

A participação vendida pertencia à Reag Asset Management Ltda. e ao Reag Alpha Fundo de Investimento em Ações, integrantes do antigo Grupo Reag. Com a venda, a Arandu Partners passou a controlar a Reag Investimentos, enquanto Mansur deixou oficialmente a administração.

A transação foi divulgada à CVM e marcou a saída da Reag Investimentos do controle anterior. Desde dezembro de 2025, a gestora opera na bolsa brasileira sob o novo ticker ARND3, substituindo o antigo REAG3.

Dentro do grupo, a Reag Trust DTVM, depois rebatizada como CBSF DTVM, era a empresa responsável por administrar fundos e executar operações financeiras, sempre sob fiscalização do Banco Central.

O grupo Reag também incluía a CiabraSF, outra holding independente citada na Operação Carbono Oculto, que teve sua compra finalizada pelo Grupo Planner em 6 de janeiro, por meio de uma oferta pública de aquisição de ações.

Banco Central (BC) decreta liquidação extrajudicial da Reag Investimentos — Foto: Reprodução/Instagram

Segundo Adilson Bolico, sócio do escritório Mortari Bolico Advogados, os cotistas dos fundos administrados pela Reag possuem garantia de segregação patrimonial.

"O dinheiro do fundo não se mistura com o dinheiro da administradora que quebrou. O CNPJ do fundo é um, o da DTVM é outro. Juridicamente, os credores da Reag/CBSF não podem tocar no dinheiro dos cotistas. O que acontece agora é um congelamento operacional”, afirmou.

Bolico explicou ainda que o liquidante nomeado pelo BC vai convocar uma assembleia para transferir esses fundos para outra administradora saudável.

"Até lá, resgates e aplicações ficam congelados. O único risco real para o cotista é se a investigação descobrir fraude dentro da carteira do fundo, como a compra de ativos problemáticos do próprio grupo, mas, via de regra, o ativo está preservado", disse.

O BC classificou a CBSF DTVM no segmento S4, destinado a instituições de porte pequeno, o que significa que “o caso não vai contaminar outros bancos nem gerar uma crise de crédito generalizada”.

A situação da Reag se agravou com seu envolvimento na Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Segundo as apurações, a gestora teria atuado como parceira do banco na estruturação e administração de fundos usados em operações consideradas atípicas, incluindo a circulação de recursos entre fundos e o próprio banco.

A Polícia Federal apura se esses mecanismos teriam sido usados para inflar resultados, ocultar riscos e dar aparência de solvência ao Banco Master. João Carlos Mansur foi um dos alvos das buscas.

A Reag também aparece em outra investigação, a Operação Carbono Oculto, que apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC no setor de combustíveis.

Nesse caso, a empresa é citada como prestadora de serviços a fundos que, segundo a Receita Federal, teriam sido usados para ocultação de patrimônio da facção.

Há 10 horas Mundo País segue em alerta após morte de traficanteHá 10 horasTrump diz que México ‘precisa intensificar esforços’ contra cartéisHá 10 horasTensão no Oriente MédioTrump foi alertado para risco de falta de munição se atacar Irã, diz jornal

Há 3 horas Mundo EconomiaBrasil deve ser o país mais beneficiado pelas mudanças no tarifaço; entenda

Há 1 hora Jornal Nacional Dólar fecha no menor valor em 21 meses após mudanças no tarifaço de Trump Há 1 horaSuspeita de fraude bilionáriaMendonça recebe atualização da PF sobre investigações do Master

Há 2 horas Política Presidente da CPI do INSS descarta ouvir dono do Master em reunião fechadaHá 2 horasGoverno do DF quer usar imóveis públicos como garantia para salvar o BRB

Há 35 minutos Jornal Nacional Mercado imobiliárioCom boom no Minha Casa Minha Vida, venda de imóveis bate recorde em 2025

Há 6 horas Economia Rede elétrica ‘Só Jesus Cristo’ evitaria apagões por queda de árvores em SP, diz CEO da Enel

Há 5 horas Economia Exclusivo JNPedidos de refúgio de cubanos no Brasil quase dobram de 2024 para 2025

0

PREVIOUS POSTSPage 33 of 36NEXT POSTS