RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/04/2026 05:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Manicure transforma problema de unhas quebradas em negócio de R$ 11 mil por mês Após alcançar 5 milhões de visualizações, manicure de Minas Gerais transforma ideia em negócio, cria produto com impressora 3D e já ganha mais que no salão. Por PEGN

Manicure de Ipatinga (MG) criou abridor de latas em formato de esmalte para preservar as unhas das clientes.

Com investimento inicial de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero e começou a produzir os abridores sob demanda.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure, com faturamento mensal de R$ 11 mil.

Um abridor de latas para que mulheres evitassem danificar as unhas recém-feitas foi a ideia que fez a manicure Karina Drumond, de Ipatinga (MG), viralizar nas redes sociais.

A ideia nasceu dentro do próprio salão. Karina queria oferecer um brinde diferente para as clientes no fim de ano e lembrou de um modelo de abridor de latas. Com a ajuda do namorado, que tinha uma impressora 3D, começou a desenvolver um acessório em formato de esmalte — pensado para preservar as unhas.

Os primeiros testes não deram certo. Protótipos quebraram e não conseguiam abrir as latas. Após ajustes no design, o casal chegou a um modelo funcional. A validação veio em um evento com amigas e clientes: o produto funcionou e foi bem recebido.

Com a repercussão inesperada dos vídeos, que chegaram a ultrapassar cinco milhões de visualizações, Karina recebeu diversas mensagens de seguidores em busca do produto. Foi então que decidiu transformar a ideia em negócio, mesmo sem experiência em vendas ou precificação.

Com investimento inicial de cerca de R$ 6 mil, o casal estruturou a operação do zero. Criaram um site, estudaram vendas online e começaram a produzir os abridores sob demanda. A primeira venda foi de 100 unidades.

Hoje, o negócio já gera mais receita do que o próprio trabalho como manicure. Enquanto o salão fatura cerca de R$ 6,5 mil por mês, os abridores rendem aproximadamente R$ 11 mil mensais, com unidades vendidas a partir de R$ 9,90.

Além do faturamento, a visibilidade também impulsionou a clientela do salão, evidenciando como o digital pode potencializar pequenos negócios. Agora, os próximos passos incluem investir em mais impressoras 3D para ampliar a produção e reduzir o prazo de entrega, hoje entre cinco e seis dias úteis.

Para Karina, o momento é de aproveitar a oportunidade. A ideia é consolidar a marca no mercado e transformar a solução criativa em referência — sem abrir mão do propósito inicial: ajudar clientes a manter as unhas intactas.

📍 Endereço: Rua Salgueiro n°96 – Bairro Bom Jardim Ipatinga -MG – CEP: 35162295 Telefone: (31) 98449-3008🌐 Site: www.unhasseguras.com.br📧 E-mail: unhasseguras@gmail.com📘 Facebook: Unhasseguras( página)📸 Instagram: @unhasseguras.oficial📲 Tiktok: Unhas.seguras

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Plano do governo para liberar FGTS e quitar dívidas reacende debate sobre uso do fundo; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 02:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Com o alto nível de endividamento da população, o governo anunciou que avalia medidas para aliviar a pressão sobre as finanças das famílias — e uma delas envolve o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o Ministério do Trabalho, a pasta avalia a liberação de até R$ 17 bilhões do fundo para ajudar trabalhadores a quitar dívidas.

A proposta pode beneficiar mais de 10 milhões de pessoas e integra um pacote mais amplo para reduzir o endividamento, tema tratado como prioridade pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reforçado nesta semana pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

A iniciativa reacende o debate sobre o papel do FGTS. Embora ainda haja detalhes limitados sobre o formato da medida, especialistas consultados pelo g1 apontam que as medidas podem desvirtuar a função original do fundo, criado como uma reserva de proteção ao trabalhador em casos como demissão sem justa causa e também como fonte de financiamento para áreas como habitação e saneamento.

Entenda qual é o papel do FGTS, como ele pode ser usado atualmente e o que está em jogo na proposta do governo.

Criado para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, o FGTS funciona como uma espécie de poupança compulsória formada ao longo do vínculo de trabalho.

Todos os meses, os empregadores depositam o equivalente a 8% do salário em contas do FGTS vinculadas ao contrato de trabalho, abertas em nome de trabalhadores com carteira assinada. O fundo é voltado a trabalhadores formais, como empregados regidos pela CLT e domésticos com registro, e não contempla autônomos, MEIs ou profissionais informais.

Os recursos pertencem ao trabalhador, mas só podem ser sacados em situações específicas previstas em lei.

Além de servir como reserva financeira para o trabalhador, o fundo também tem papel relevante na economia. Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do fundo desde a Lei 8.036/90, os recursos são usados para financiar projetos de habitação, como o programa Minha Casa, Minha Vida, saneamento e infraestrutura.

Aposentadoria;Aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional;Saque-aniversário;Desastre natural (Saque Calamidade);Demissão sem justa causa pelo empregador;Término do contrato por prazo determinado;Doenças graves;Rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;Suspensão do trabalho avulso;Falecimento do trabalhador (saque por dependentes/herdeiros);Idade igual ou superior a 70 anos;Aquisição de órtese e prótese;Três anos fora do regime do FGTS (para contratos extintos a partir de 14/07/1990);Conta vinculada sem depósitos por três anos (para contratos extintos até 13/07/1990);Mudança de regime jurídico (ex: CLT para estatutário);Saque residual (saldo inferior a R$ 80);

Além disso, existe a possibilidade de saque por comum acordo entre empregado e empresa, com liberação parcial dos recursos.

Nos últimos anos, o FGTS passou a ter novas formas de uso. Uma das principais é o saque-aniversário, modalidade opcional que permite ao trabalhador retirar parte do saldo todos os anos, no mês de nascimento.

🔍 Por meio do saque‑aniversário, criado em 2019, o trabalhador pode sacar parte do saldo da conta do FGTS anualmente, no mês de seu aniversário. A adesão à modalidade é opcional.

Quem escolhe essa opção, porém, perde o direito de sacar o valor total do fundo em caso de demissão — podendo retirar apenas a multa rescisória de 40%, calculada sobre o total de todos os depósitos realizados pela empresa na conta do FGTS do trabalhador durante o período em que ele trabalhou na empresa.

Outra mudança recente, anunciada em outubro do ano passado, envolve a antecipação desse saque. Bancos passaram a oferecer crédito com base nesses valores futuros, o que levou o governo a impor limites à prática.

há teto de R$ 500 por parcela antecipada;limite de até cinco parcelas no primeiro ano, com valor máximo de R$ 2,5 mil;depois, o limite cai para três parcelas;só é permitido um contrato por ano;

A medida busca evitar o uso excessivo do fundo como garantia de empréstimos, prática que vinha crescendo nos últimos anos.

Hoje, o FGTS já pode ser usado como garantia em algumas modalidades de crédito, como o consignado privado, com a vinculação de parte do saldo e da multa rescisória.

Enquanto não é sacado, o dinheiro do FGTS não fica parado. Os recursos são usados pelo governo para financiar projetos de habitação, saneamento e infraestrutura em todo o país.

No caso do Minha Casa, Minha Vida, o fundo pode ser usado para comprar, construir, quitar ou reduzir parcelas da casa própria, segundo a Caixa Econômica Federal. Também é possível abater até 80% do valor das prestações por até 12 meses.

Para utilizar os recursos, é preciso ter ao menos três anos de trabalho com FGTS e não possuir outro imóvel na mesma região. O uso é restrito a imóveis residenciais destinados à moradia própria.

O aumento do endividamento das famílias tem sido um dos principais alvos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste ano, e tem servido como um componente eleitoral — principalmente em um momento em que Lula enfrenta uma piora na aprovação de sua gestão.

Em pronunciamento recente, o presidente afirmou que o endividamento tem consumido quase toda a renda das famílias e indicou que o governo estuda novas propostas para enfrentar a situação.

Entre as medidas em discussão está a unificação de dívidas, com juros menores e descontos que podem chegar a 80%, além de iniciativas para conter novos débitos, como a imposição de limites para gastos com apostas.

Dados recentes reforçam o cenário de endividamento. Em março, 80,4% das famílias brasileiras estavam endividadas — o maior nível da série histórica, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A inadimplência ficou em 29,6%, patamar superior ao registrado um ano antes. Apesar do início do ciclo de queda da Selic, os juros ainda elevados mantêm o crédito caro e pressionam o orçamento das famílias.

O crédito rotativo do cartão, considerado um dos principais vilões do endividamento, se aproximou de R$ 400 bilhões no ano passado, com juros que chegaram a 436% ao ano e cerca de 40 milhões de brasileiros endividados nessa modalidade.

Nesse contexto, a possibilidade de liberar recursos do FGTS para quitar dívidas divide opiniões. Especialistas apontam que a medida pode trazer alívio imediato, mas não resolve o problema de forma estrutural e ainda levanta preocupações sobre o uso do fundo.

“Pode haver um alívio no curto prazo, mas o trabalhador perde essa reserva. Se ele usar o FGTS para quitar dívidas, deixa de ter esse recurso em um eventual desemprego. É um cobertor curto: cobre de um lado e descobre do outro", afirma o economista Rafael Chaves, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EPGE).

Chaves ainda destaca que ainda há o risco de mudança de finalidade do fundo. “O FGTS é uma poupança forçada do trabalhador, criada para protegê-lo em momentos de necessidade, como demissão ou aposentadoria”, afirma.

Em nota, o presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhor, Mario Avelino, se mostrou contrário à proposta, afirmando que a medida tende a beneficiar principalmente os bancos. A organização sem fins lucrativos atua na conscientização sobre o FGTS.

“Na prática, o que se pretende é usar a poupança do trabalhador para pagar dívidas com bancos", disse Avelino, reiterando que a iniciativa “não resolve o problema, apenas o adia: o trabalhador quita uma dívida hoje, mas contrai outra amanhã, criando um ciclo vicioso.”

“O FGTS é um fundo de investimento social, voltado para habitação, saneamento e infraestrutura. Reduzir esses recursos significa menos investimentos, menos empregos e mais dificuldade para reduzir o déficit habitacional", afirmou Avelino em nota.

De acordo com o executivo, os sucessivos saques que já acontecem desde a criação do saque-aniversário, por exemplo, já têm comprometido o volume total do fundo.

Dados levantados pelo próprio instituto mostram que o FGTS tinha um ativo total estimado em R$ 810 bilhões em 31 de dezembro de 2025, com saldo de R$ 686 bilhões nas contas dos trabalhadores.

O economista e conselheiro efetivo do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Pedro Afonso Gomes, avalia que a proposta pode ajudar a restabelecer a adimplência de parte dos trabalhadores, mas não representa a melhor solução.

“Sem medidas que promovam melhor educação financeira dos trabalhadores e da população em geral, iniciativas para facilitar a quitação de dívidas anteriores não impedem que o indivíduo e sua família voltem a se endividar, recaindo na mesma ciranda de sempre”, afirma.

Para ele, também existem riscos ao financiamento de setores estratégicos: “Se houver saques relevantes, diminui o volume de recursos disponíveis para crédito imobiliário e projetos de infraestrutura, que são funções centrais do FGTS. Nesse cenário, os empregos tendem a cair e o trabalhador, sem renda ou com renda menor, pode voltar a se endividar.”

Apesar das críticas, há quem veja efeitos positivos no curto prazo. Para Carlos Eduardo Oliveira Jr., economista e membro do Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo (Corecon-SP), a medida pode aliviar o orçamento das famílias.

“Sob a ótica econômica, a substituição de passivos com taxas de juros elevadas por recursos do FGTS tende a melhorar o fluxo de caixa das famílias e a reduzir os níveis de inadimplência.”

Ele ressalta, porém, que o impacto é limitado. Segundo o economista do Corecon, a medida funciona mais como um mecanismo para suavizar os efeitos do ciclo atual — marcado por juros altos e renda deprimida — do que como uma solução estrutural para a economia.

“A redução do endividamento e da inadimplência contribui para melhorar o equilíbrio financeiro das famílias e pode gerar estímulos pontuais ao consumo, com efeitos limitados sobre o PIB", avalia Oliveira Jr..

"No entanto, trata-se mais de um mecanismo de suavização dos impactos econômicos do ciclo atual do que de uma medida capaz de promover, por si só, uma aceleração significativa e sustentada do crescimento econômico", completa.

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Posso sacar o FGTS para quitar dívidas? Entenda o plano em estudo pelo governo que pode liberar R$ 17 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 00:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O governo estuda liberar cerca de R$ 17 bilhões do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar trabalhadores a pagar dívidas. A proposta ainda está em análise pelo Ministério do Trabalho e pode ser lançada nos próximos dias.

A primeira medida prevê a liberação de um valor entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar trabalhadores a quitarem dívidas.

A iniciativa, no entanto, não deve contemplar todos os brasileiros: o foco será em pessoas de menor renda, com exclusão de quem recebe salários mais altos — como na faixa de R$ 20 mil, por exemplo. O entendimento da pasta é que essa faixa de renda teria mais condições de arcar com os débitos.

O Ministério, no entanto, não detalhou se já existe um teto salarial específico definido para essa proposta.

Já a segunda medida, divulgada anteriormente, prevê a liberação de cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. O valor é destinado a quem aderiu ao saque-aniversário, foi demitido e teve parte do saldo do FGTS bloqueada como garantia de empréstimos bancários.

Na prática, essa segunda proposta busca devolver valores que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações. Quando o trabalhador antecipa o saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal retém parte do saldo do FGTS como uma garantia do empréstimo — uma espécie de reserva para cobrir o pagamento caso o trabalhador tenha dificuldade de quitar a dívida.

Segundo o Ministério, no entanto, esse bloqueio costuma ser superior ao valor real da dívida. Em um exemplo citado, podem ser retidos R$ 10 mil como garantia para cobrir um débito de cerca de R$ 6,4 mil. A diferença — que não corresponde à dívida — fica indisponível para o trabalhador.

A proposta em estudo prevê justamente a liberação desse excedente, com depósito direto na conta do trabalhador. A medida, nesse caso, deve alcançar quem utilizou a antecipação do saque-aniversário entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.

Para entrar em vigor, será necessária a edição de uma Medida Provisória (MP). Diferentemente da medida de até R$ 10 bilhões, essa iniciativa não terá recorte por faixa de renda, já que se trata de recursos que já pertencem ao trabalhador, mas que permaneceram retidos em excesso.

Lula quer socorrer endividados unificando débitosGoverno avalia liberar FGTS para o pagamento de dívidas

Como antecipado pelo blog do Valdo Cruz, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer tentar socorrer os brasileiros endividados reunindo todas as dívidas das pessoas físicas em uma só.

O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniram nesta semana para definir quais serão as medidas adotadas na nova proposta de refinanciamento das dívidas de brasileiros.

A ideia é reunir a dívida do cartão de crédito, crédito pessoal e outras num só débito e trocá-las por uma nova dívida, com juros mais baixos e desconto no principal que pode chegar, em alguns casos, a 80%.

Além de unificar as dívidas em uma só, todo processo de renegociação será feito diretamente com bancos, para tornar o processo mais rápido.

Os bancos, para refinanciar e conceder descontos no principal da dívida, vão receber verbas possivelmente do Fundo de Garantia de Operações. Se as dívidas refinanciadas não forem pagas, os bancos terão garantia de que vão receber os valores refinanciados.

A proposta está entre as prioridades do governo neste ano e tem um componente eleitoral, principalmente em um momento em que o presidente Lula enfrenta novamente uma fase de piora na aprovação de sua gestão.

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Pedidos de auxílio-desemprego crescem nos EUA em meio a incertezas econômicas e tensões geopolíticas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 14:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,074-0,57%Dólar TurismoR$ 5,290-0,07%Euro ComercialR$ 5,940-0,21%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.896 pts1,4%Oferecido por

Em meio a um cenário de incerteza econômica, inflação elevada e tensões geopolíticas que pressionam os preços, os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos tiveram aumento nesta primeira semana de abril.

Foram registrados 219 mil pedidos iniciais, alta de 16 mil em relação à semana anterior, quando o total era de 203 mil. O número representa um aumento de aproximadamente 7,9% na comparação semanal.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o dado ficou acima da expectativa de analistas, que projetavam cerca de 210 mil solicitações.

Os pedidos iniciais correspondem às solicitações feitas por trabalhadores que entram no sistema de seguro-desemprego pela primeira vez após perderem seus empregos. O indicador é usado como um dos termômetros das demissões na economia.

Além disso, os dados mostram o comportamento dos pedidos continuados, que refletem o número de pessoas que seguem recebendo o benefício após a solicitação inicial. Esse total somou 1,794 milhão na semana encerrada em 28 de março, uma queda de 38 mil em relação à semana anterior.

A leitura dos dados ocorre em um ambiente marcado por alta nos preços da energia e preocupações inflacionárias.

A elevação recente no custo do petróleo fez com que o preço médio da gasolina ultrapassasse US$ 4 por galão nos EUA, o que impacta o consumo e as expectativas para a inflação.

A inflação segue no centro das atenções. Projeções apontam para alta nos preços ao consumidor em março, após avanços já observados nos meses anteriores. Economistas avaliam que o aumento nos custos de insumos, impulsionado também por tensões no Oriente Médio, pode manter a pressão sobre os preços.

Nesse contexto, o Federal Reserve mantém a taxa básica de juros na faixa atual enquanto monitora os efeitos da inflação e do cenário global. A instituição acompanha de perto indicadores de emprego e preços para definir os próximos passos da política monetária.

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Governo calcula que R$ 7 bilhões do FGTS podem ser liberados a 10 milhões de pessoas para pagamento de dívidas, diz ministro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta o uso de valores do FGTS em um novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores.

Marinho reafirmou o que disse em entrevista publicada pelo jornal 'O Globo' que cerca de 10 milhões de brasileiros podem ter acesso a R$ 7 bilhões do FGTS.

Luiz Marinho explicou ao 'O Globo' que o montante de R$ 7 bilhões é complementar à liberação do FGTS a trabalhadores que fizeram a opção pelo saque-aniversário, foram desligados e tiveram parte dos recursos bloqueada como garantia a empréstimos bancários.

A elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda de Lula, que tem demonstrado preocupação com o nível de endividamento das famílias.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (9) o uso de valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em um novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores – que está em estudo e pode ser lançado pelo governo nos próximos dias.

Em conversa com a GloboNews no Palácio do Planalto, Marinho reafirmou o que disse em entrevista publicada pelo jornal "O Globo" nesta quinta, que, conforme cálculos do Ministério do Trabalho, cerca de 10 milhões de brasileiros podem ter acesso a R$ 7 bilhões do FGTS.

Na entrevista que concedeu ao "O Globo", Luiz Marinho explicou que o montante de R$ 7 bilhões é complementar à liberação do FGTS a trabalhadores que fizeram a opção pelo saque-aniversário, foram desligados e tiveram parte dos recursos bloqueada como garantia a empréstimos bancários.

A elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem demonstrado, em entrevistas e discursos, preocupação com o nível de endividamento das famílias.

Lula quer socorrer endividados unificando débitosGoverno avalia liberar FGTS para o pagamento de dívidas

Na conversa com a GloboNews nesta quinta, Marinho também defendeu uma nova regulamentação do uso do FGTS como garantia para empréstimos consignados.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o presidente Lula assinou, no ano passado, duas medidas provisórias que liberam o valor retido do FGTS para quem tinha sido demitido e estava com restrição em razão da opção pelo saque-aniversário.

Com a medida, foram liberados, segundo a pasta, cerca de R$ 20 bilhões em 2025, mas, conforme o entendimento do Ministério do Trabalho, a Caixa não liberou a totalidade dos recursos.

Em razão disso, há um valor residual, segundo cálculos do Ministério do Trabalho, de R$ 7 bilhões – valor que a pasta propõe que seja liberado neste momento.

Segundo o Ministério do Trabalho, a quantidade exata de trabalhadores que pode ser beneficiada com a nova liberação de recursos ainda está em apuração, mas uma avaliação inicial é de que cerca de 10 milhões de pessoas teriam direito ao uso dos recursos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Varejistas dizem que consumidor também foi beneficiado pela taxa das blusinhas e defendem tributo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

Representantes dos setores produtivo, do comércio e varejistas divulgaram nesta semana um manifesto cobrando a manutenção da chamada "taxa das blusinhas", ou seja, da cobrança de impostos federais e estaduais na importação de produtos — mesmo que sejam de até US$ 50.

➡️De acordo com o jornal "O Globo", o governo voltou a avaliar a revogação da chamada "taxa das blusinhas", em um ano eleitoral. O movimento é liderado pela ala política, especialmente o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência, mas envolve outros setores.

➡️Ao mesmo tempo, a Câmara dos Deputados já discute um projeto de lei que zera o imposto de importação sobre compras de até US$ 50 feitas por meio de comércio eletrônico, ou seja, impõe um fim à chamada "taxa das blusinhas".

No documento, assinado por 53 entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), os órgãos avaliam que a medida não só gerou empregos, mas também benefícios ao consumidor.

"O consumidor também foi beneficiado pela redução da disparidade tributária entre plataformas internacionais de e-commerce e o setor produtivo nacional. No setor de têxteis, vestuário e calçados, por exemplo, a inflação é a menor entre os itens do IPCA desde julho de 1994, início do Plano Real", diz o manifesto.

As entidades também dizem que o fortalecimento da produção local ampliou a oferta de produtos com qualidade assegurada, assistência técnica e conformidade com normas nacionais de segurança, trabalho, meio ambiente e saúde, "o que não ocorre com parte relevante dos itens vendidos por plataformas estrangeiras".

No documento, os órgãos representativos do setor produtivo nacional afirmam, ainda, que, "ao contrário do que sugerem narrativas difundidas nas redes sociais", a taxa das blusinhas não retraiu o consumo.

Eles também citam pesquisa do Instituto Locomotiva, pela qual "apenas 12% deixaram" de comprar nessas plataformas após a retomada do imposto de importação.

"Esse resultado era esperado. A tributação introduzida, somada ao ICMS, não eliminou a desigualdade tributária. As plataformas estrangeiras operam com carga de cerca de 45%, aproximadamente metade dos 90% incidentes sobre o varejo e a indústria nacionais. Ainda assim, os avanços recentes, apoiados por diferentes correntes políticas, devem ser preservados", concluem as entidades.

O discurso do manifesto coincide com o do vice-presidente, Geraldo Alckmin, que lembrou, na semana passada, ter defendido a taxa das blusinhas para proteger a produção, o emprego e a renda no país.

"Defendi lá atrás, porque se você pegar o produto fabricado no brasil, a roupa, ele paga entre 45%, a quase 50% de tributo. Uma média de 45%. O importado está pagando bem menos do que o fabricado aqui dentro (…) Mesmo com a tributação [taxa das blusinhas], ainda é a carga bem menor do que o produto brasileiros", disse o vice-presidente, na última sexta-feira (2).

➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

🔎A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

💵No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal.

Segundo informou o Fisco em fevereiro, 50 milhões de brasileiros estão "cumprindo suas obrigações tributárias" por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme — programa adotado para regularizar as encomendas internacionais.

Em janeiro deste ano, o governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões, com crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

"Este balanço mostra que estamos no caminho para tornar as empresas nacionais muito mais competitivas em um Brasil que toma medidas para ser, cada vez mais, desenvolvido, com mais emprego e renda, com empresas nacionais que competem com as estrangeiras – e com consumidores mais protegidos! Um Brasil que reduz privilégios e subsídios a países estrangeiros e busca Justiça Tributária!", diz o manifesto do setor produtivo.

1. Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados2. Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica3. Abióptica – Associação Brasileira das Indústrias Ópticas4. Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção: Abit5. ABLos – Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings6. ABMalls – Associação Brasileira de Strip Malls7. ABMAPRO -Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização8. ABRAPA – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão9. ABRAFAS – Associação Brasileira de Produtores de Fibras Artificiais e Sintéticas10. Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos11. ABVTex – Associação Brasileira de Varejo Têxtil12. ALShop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping13. Anamaco – Associação Nacional Comerciantes Material Construção14. ANEA – Associação Nacional dos Exportadores de Algodão15. Ápice – Associação pela Indústria e Comércio Esportivo16. Assintecal – Assintecal17. CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo18. CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo19. CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas20. CNI – Confederação Nacional da Indústria21. Fecomércio MG – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais22. Fecomércio RS – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Sul23. Fecomércio SC – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Santa Catarina24. FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais25. FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina26. FIERGS – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul27. Firjan – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro28. Fitemavest – Sindicato das Industrias de Fiação Tecelagem Caxias do Sul29. IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo30. IUB – Instituto Unidos Brasil31. Sietex – Sindicato da Indústria de Especialidades Têxteis no Estado de São Paulo32. SIFITEC – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem, Malharia e Tinturaria de Brusque, Botuverá eGuabiruba33. SIFT MG – Sindicato das Industrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais34. SIFT RN – Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral do Rio Grande do Norte35. Simmesp – Sindicato Indústria de Malharia e Meias Estado São Paulo36. Sindimeias – Sindicato das Indústrias de Meias de Juiz de Fora37. Sindiroupas CE – Sindicato de Confecções e Vestuário do Ceará38. Sinditec – Sindicato das Indústrias de Tecelagens, Fiação, Linhas, Tinturaria, Estampa eBeneficiamento de Fios e Tecidos de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara D'Oeste e Sumaré39. Sinditêxtil RJ – Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado do Rio de Janeiro40. Sinditêxtil SP – Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo41. Sindivest JF – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Juiz de Fora42. Sindivest MG – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Minas Gerais43. Sindivest RS – Sindicato das Indústrias do Vestuário do Alto Uruguai (RS)44. Sindvest Maringá – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Maringá45. Sindvest Nova Friburgo – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região46. Sinvesd – Sindicato da Indústria de Vestuário de Divinópolis47. SIVERGS – Sindicato das Indústrias do Vestuário do RS48. Sindvest SJN – Sindicato das Indústrias do Vestuário de São João Nepomuceno (MG)49. Sintex – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau50. Sindivest – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Brusque, Botuverá, Guabiruba e Nova Trento51. Sivale – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí52. UNECS – União das Entidades de Comércio e Serviço53. UGT – União Geral dos Trabalhadores

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GR Yaris: testamos o hatch de duas portas com unidades limitadas e que custa R$ 354.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Carros GR Yaris: testamos o hatch de duas portas com unidades limitadas e que custa R$ 354.990 Criado para competir no Mundial de Rali, o GR Yaris tem motor 1.6 turbo de três cilindros e entrega alto desempenho no asfalto de autódromos. Por André Fogaça, g1 — Mogi das Cruzes (SP)

Desde 2020, o brasileiro tem dado preferência aos SUVs, segundo números de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Ainda assim, a Toyota decidiu desafiar essa lógica de mercado e lançar o GR Yaris: um hatch de duas portas, voltado a um público específico, com unidades inicialmente limitadas e preço inicial de R$ 354.990.

A marca aposta em um nicho claro: os motoristas que gostam de levar o carro para a pista de terra ou para o asfalto e que têm uma preferência pelos modelos de alto desempenho.

O GR Yaris é o menor e mais leve carro da Gazoo Racing, divisão da Toyota dedicada exclusivamente a modelos esportivos.

O veículo mede exatamente quatro metros de comprimento — sete centímetros a menos que o Volkswagen Polo, hatch também compacto e mais vendido do Brasil em 2025, segundo a Fenabrave. O peso é de 1.305 quilos na versão automática, com oito marchas, ou de 1.325 quilos na opção manual, que tem seis velocidades.

O novo GR Yaris também conta com um motor 1.6 turbo de três cilindros, o mais potente do mundo para um conjunto feito em série — sem modificações extras, comuns em veículos particulares de competição.

São cerca de 100 cv por cilindro, o que resulta em expressivos 304 cv de potência e 40,8 kgfm de torque, sempre com gasolina — o que deixa o hatch bem próximo à potência do motor 2.0 turbo da Ford Ranger.

Esse número representa a força do veículo. Na picape, ela é usada para mover as cerca de duas toneladas da Ranger e ainda suportar o peso da carga na caçamba. Já no GR Yaris, que pesa aproximadamente 700 quilos a menos, essa força é direcionada à velocidade — e à diversão de quem gosta de dirigir na pista.

O g1 colocou toda essa força à prova em um autódromo de Mogi Guaçu (SP), homologado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA, responsável pela Fórmula 1) e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

Com o capacete colocado e as instruções de pista dadas, ficou claro que este é um dos hatches mais divertidos de dirigir em um autódromo, entre os carros vendidos prontos em concessionárias. Entenda o motivo nos próximos parágrafos.

É possível pular diretamente para a descrição do carro clicando aqui. Antes, porém, vale explicar como este esportivo se comporta em seu ambiente mais favorável: o asfalto de um autódromo.

A primeira impressão ao assumir o volante é a de estar em um hatch comum, mas tudo muda ao acelerar com mais força. Nesse momento, duas sensações surgem imediatamente e tomam conta da cabine:

O isolamento acústico é mínimo, e o motor parece estar praticamente exposto à cabine;O calor do motor também passa para a cabine.

Engatada a primeira marcha, a experiência varia conforme o câmbio escolhido na compra. No manual, as trocas durante o teste foram curtas e fáceis de engatar. O carro frequentemente sugeria subir a marcha, mesmo em situações em que o teste exigia mais força do motor — algo que normalmente pede uma marcha mais baixa.

No automático, as trocas são feitas pelo próprio carro, mas há também abas atrás do volante, semelhantes às usadas na Fórmula 1. O teste foi realizado das duas maneiras: com trocas manuais pelas abas e deixando o sistema decidir sozinho.

O ponto principal é que, mesmo com oito marchas, o câmbio mantinha o motor sempre em cheio nas trocas. Isso garantia força constante na tração integral e preservava o ronco característico do motor, sem priorizar a economia de combustível.

Em relação à tração, o sistema nas quatro rodas permite ajustar a distribuição de força entre os eixos. Na pista, a configuração usada foi de 60% na dianteira e 40% na traseira, mas é possível alterar esses valores para:

Em ambas as opções de câmbio, a sensação foi de trocas rápidas, ainda que mais longas quando se pensa em um carro “de rua”. São oito marchas, e a última não passa a impressão de ser fraca ou sem força.

Somando a tração integral e o torque sempre disponível, o resultado é um carro que lembra um kart: baixo, firme e estável.

Mesmo forçando bastante durante o teste no autódromo, não foi possível fazer o GR Yaris cantar pneus em curvas. É claro que, com atitudes extremas, qualquer carro pode perder o controle, mas, ao buscar um bom tempo de volta, o GR Yaris se mantém seguro e previsível.

Para isso, o carro conta com freios de alto desempenho, todos a disco, além de uma bitola traseira mais larga — que é a distância entre os centros das rodas em um eixo. Esse conjunto garante maior controle tanto nas frenagens fortes quanto nas retomadas.

Os freios suportaram com tranquilidade a condução intensa exigida de um esportivo em pista. Mesmo após duas voltas rápidas e o retorno aos boxes, as pinças não apresentavam aquecimento excessivo — e isso em um dia com temperatura próxima dos 35 °C.

Após quatro voltas rápidas — duas com câmbio automático e duas com o manual — é possível afirmar com segurança que a versão automática do GR Yaris não deixa nada a desejar em relação à manual.

É claro que sentir a resistência do câmbio manual, que orienta as trocas de marcha pela própria resposta da alavanca, é mais envolvente. Ainda assim, manter as duas mãos no volante enquanto as trocas são feitas pelas abas, à moda da Fórmula 1, também agrada.

Mas ao pensar o GR Yaris como um carro voltado principalmente à diversão — e considerando que o uso diário ficará a cargo de outro veículo — o câmbio manual surge como a melhor escolha. Já em situações de trânsito pesado, o automático se mostra mais confortável, especialmente em longos períodos de condução em baixa velocidade.

Por fora, o GR Yaris é exótico. Na dianteira, ele tem aparência de um hatch mais agressivo, com faróis que lembram olhos furiosos e uma grande entrada de ar no radiador. O conjunto é chamativo e deixa claro que não se trata de um compacto comum.

Já na traseira, as sensações são mistas. O para-choque grande demais e as lanternas que parecem ter sido pensadas para um carro maior passam uma impressão desproporcional, como quando uma criança calça os sapatos dos pais.

Por outro lado, chamam atenção as duas ponteiras cromadas das saídas de escapamento. Elas são reais, funcionais e contribuem para o ronco característico de um carro esportivo.

Por dentro, o conforto não é o ponto forte. Não por causa dos bancos em formato de concha, que seguram muito bem motorista e passageiro, mas pelo acabamento simples e pelo espaço reduzido na fileira traseira, que, com muita sorte, acomoda apenas uma criança pequena.

Outro ponto que causa estranhamento visual é o painel, que lembra o de um ônibus. Trata-se de uma grande peça de plástico, reta na vertical e levemente curvada na horizontal. Nela estão o painel digital de instrumentos e a central multimídia de oito polegadas, surpreendentemente moderna para um interior tão simples e de aparência mais antiga.

Tudo isso seria um grande problema em um hatch comum que custa mais de R$ 350 mil, mas faz mais sentido quando se considera o público específico que a Toyota pretende atingir com este carro.

“É um cliente que gosta muito de motorsport, performance, apaixonado por automobilismo. São clientes que já conheciam a GR, até clientes novos com garagens recheadas de outros carros esportivos”, disse Nancy Serapião, responsável pelas marcas Gazoo Racing e Lexus no Brasil, ao g1.

“É um cliente para o track day [dia de competição em autódromo] e que também consegue usar no dia a dia. Que vai trazer mais o carro para o asfalto, do que o mato”, disse Nancy.

Andar fora de estrada faz parte do DNA do GR Yaris, desenvolvido para que a Toyota pudesse competir no Campeonato Mundial de Rali (WRC, na sigla em inglês). Ainda assim, o modelo também se sai muito bem no asfalto.

Para o lançamento e ao longo de todo o ano de 2026, a Toyota importou apenas 198 unidades do GR Yaris. Destas, 99 têm câmbio manual e outras 99 são automáticas. Mas, assim como acontece com o GR Corolla, o hatch seguirá disponível em 2027.

“Pra 2027 a gente continua trazendo esse carro, de acordo com a demanda. Porque a gente quer manter um portfólio de carros esportivos no Brasil. Então não é um único tiro, ele [o GR Yaris] vem para marcar um início", disse Nancy.

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Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 16:45

Tecnologia Meta revela Muse Spark, primeiro modelo de IA de sua equipe de superinteligência; veja como ele funciona Modelo está disponível no aplicativo e no site do Meta AI e, nas próximas semanas, será liberado nos assistentes de IA de Instagram, Facebook e WhatsApp. Por Redação g1

A Meta apresentou nesta quarta-feira (8) o Muse Spark, o primeiro modelo de inteligência artificial de sua equipe de supertalentos na área.

O Muse Spark está disponível no aplicativo e no site do Meta AI. Nas próximas semanas, ele substituirá os modelos Llama usados nos chatbots de Instagram, Facebook e WhatsApp e na coleção de óculos inteligentes da Meta.

Ele foi criado pelo Meta Superintelligence Labs (MSL), uma equipe criada em 2025 a partir de uma disputa por talentos e uma reestruturação interna para alcançar rivais na corrida de IA.

O chefe da equipe é Alex Wang, presidente-executivo da Scale AI, que foi contratado pela Meta em um acordo de US$ 14,3 bilhões. O departamento inclui ainda engenheiros que foram atraídos por pacotes salariais de centenas de milhões de dólares.

Segundo a Meta, o novo modelo é capaz de usar vários agentes ao mesmo tempo para realizar uma tarefa. Em pesquisas sobre viagens, por exemplo, um agente cria o roteiro, outro compara cidades e um terceiro busca atividades para crianças, explicou a empresa.

O modelo também consegue analisar imagens sem que elas sejam descritas por usuários. Em uma demonstração, ele fez uma estimativa do total de calorias de uma refeição a partir de uma foto.

O Muse Spark conta ainda com um modo de compras, que reúne links para produtos, e com um modo que busca informações em redes sociais, que destaca posts públicos com base na localização e no tema da conversa.

"Este modelo inicial é pequeno e rápido por design, mas capaz o suficiente para raciocinar sobre questões complexas em ciência, matemática e saúde. É uma base sólida, e a próxima geração já está em desenvolvimento", afirmou a empresa em uma publicação no blog.

Muse Spark, modelo de IA da Meta, faz estimativa de calorias de refeição a partir de uma foto — Foto: Divulgação/Meta

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Shell sinaliza menor produção de gás em meio à guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-1,32%Dólar TurismoR$ 5,283-1,45%Euro ComercialR$ 5,951-0,46%Euro TurismoR$ 6,194-0,47%B3Ibovespa192.014 pts1,99%Oferecido por

A Shell anunciou nesta quarta-feira (8) produção de gás mais fraca no primeiro trimestre e um impacto na liquidez de curto prazo. Segundo a empresa, esses problemas seriam compensados em parte por um aumento na comercialização de petróleo mais forte.

O petróleo Brent, referência global, subiu para máximas de vários anos, perto de US$120 por barril, depois que os ataques israelenses e norte-americanos contra o Irã começaram no final de fevereiro, seguidos pelo fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã e por ataques aos vizinhos do Golfo.

A unidade de produção de gás Pearl, da Shell, no Catar, pode levar cerca de um ano para ser reparada por completo.

A Shell disse que a volatilidade dos preços das commodities causou grandes oscilações nos valores dos estoques, levando o capital de giro (uma medida de liquidez dos ativos correntes menos os passivos ) para algo entre menos US$10 bilhões e menos US$15 bilhões no trimestre.

A Shell disse que espera que as movimentações de capital de giro se revertam com o tempo se os preços do petróleo e do gás diminuírem.

Os analistas do RBC disseram que a escala da oscilação evidenciou o quanto as condições atuais do mercado se tornaram incomuns, mas acrescentaram que o balanço patrimonial da Shell deve absorver o choque.

A Shell espera que os resultados comerciais de seu negócio de produtos químicos e produtos, que inclui a comercialização de petróleo, sejam significativamente mais altos do que no trimestre anterior.

Os ganhos ajustados em sua divisão de marketing, incluindo postos de combustível, também devem aumentar.

O RBC elevou sua estimativa de lucro líquido para o primeiro trimestre da Shell em 7%, para US$ 6,8 bilhões, e espera um salto de 31% no fluxo de caixa operacional, excluindo o capital de giro, para US$ 17,1 bilhões.

Os analistas do UBS elevaram suas estimativas para o lucro líquido do primeiro trimestre em 18%, para US$ 6,9 bilhões, e em 30% para o fluxo de caixa operacional, excluindo os efeitos do capital de giro, para US$ 16,3 bilhões.

No entanto, a Shell reduziu sua previsão para a produção integrada de gás no primeiro trimestre para 880 mil – 920 mil barris de óleo equivalente por dia, de 920 mil -980 mil anteriormente.

A perspectiva de produção de gás natural liquefeito de petróleo (GNL) da Shell ficou dentro das projeções anteriores, já que as restrições na Austrália e as interrupções no Catar foram compensadas por um aumento no GNL Canadá.

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Funcionário da Meta é acusado de baixar 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 10:51

Tecnologia Funcionário da Meta é acusado de baixar 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook Homem teria criado script para driblar sistemas internos da empresa; caso foi comunicado à polícia e é investigado no Reino Unido. Por Redação g1

Um funcionário da Meta em Londres foi detido sob suspeita de baixar 30 mil imagens privadas de usuários do Facebook, segundo o jornal britânico The Guardian. O homem, cuja identidade não foi divulgada, também foi demitido, confirmou a empresa.

De acordo com o Guardian, a Meta informou que a violação foi descoberta há mais de um ano e que, assim que tomou conhecimento do caso, comunicou o fato à polícia.

A empresa afirmou ainda que os usuários afetados foram notificados e que seus sistemas de segurança foram atualizados.

"Após descobrirmos o acesso impróprio de um funcionário há mais de um ano, imediatamente demitimos o indivíduo, notificamos os usuários, encaminhamos o caso às autoridades policiais e reforçamos nossas medidas de segurança. Estamos cooperando com a investigação em andamento", disse um porta-voz da big tech ao Guardian.

Documentos judiciais citados pela agência de notícias Press Association indicam que o funcionário teria criado um script para contornar os sistemas internos de detecção da Meta, permitindo o download das imagens.

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