RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia em queda de 1% com cessar-fogo entre EUA e Irã no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 09:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (8) em queda, recuando 1,39% um pouco depois da abertura, aos R$ 5,0831. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os mercados ao redor do mundo acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Um acordo temporário entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir parte das tensões e passou a influenciar o comportamento dos preços no mercado internacional.

▶️ No exterior, investidores repercutem a decisão de EUA e Irã estabelecerem um cessar-fogo de duas semanas, que inclui a reabertura do Estreito de Ormuz. A suspensão temporária dos ataques teve reflexo imediato no mercado de petróleo, que registrou queda na noite de terça-feira.

Pouco antes das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, recuava 15,31%, para US$ 92,54. Já o WTI, usado como referência nos EUA, caía 17,26%, para US$ 93,43.

▶️ O acordo foi anunciado pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atua como mediador do conflito. As negociações entre os países estão previstas para ocorrer em Islamabad, capital paquistanesa.

▶️ Além da questão geopolítica, investidores também aguardam a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. O documento detalha as discussões que levaram à decisão de manter os juros no país.

▶️ No Brasil, a agenda desta quarta-feira inclui a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na CPI do Crime Organizado, prevista para começar às 9h.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (7) uma trégua temporária nas tensões com o Irã. Segundo ele, o governo americano decidiu adiar por duas semanas um ultimato que previa novos ataques, abrindo espaço para negociações entre os dois países.

Trump havia estabelecido prazo até 21h de ontem (horário de Brasília) para que o Irã aceitasse um acordo e garantisse a reabertura completa da passagem marítima.

Em publicação na rede Truth Social, o presidente americano afirmou que resolveu suspender temporariamente as ações militares após um pedido de autoridades do Paquistão, que atuam como mediadoras nas conversas entre os dois países.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, anunciou que as negociações ocorrerão em Islamabad, capital do país. O objetivo é buscar um entendimento mais amplo entre as partes.

De acordo com autoridades da Casa Branca, o acordo de trégua também envolve Israel. Veículos da imprensa israelense afirmaram ainda que o cessar-fogo inclui o Líbano.

Trump declarou que os objetivos militares dos EUA no Irã já foram alcançados e que as negociações para um acordo definitivo de paz estariam avançadas.

Segundo ele, Washington recebeu de Teerã uma proposta com 10 pontos, considerada uma base possível para negociação. O presidente afirmou ainda que a maior parte das divergências entre os dois países já teria sido resolvida.

Do lado iraniano, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, confirmou que um acordo foi fechado. Ele afirmou que o Irã vai suspender ações defensivas, desde que os ataques contra o país também sejam interrompidos.

Araghchi acrescentou que, durante o período de trégua, a navegação pelo Estreito de Ormuz será considerada segura, embora com algumas condições.

Nos EUA, os principais índices de Wall Street já indicavam um dia positivo antes mesmo da abertura do pregão.

No pré-mercado, os contratos futuros do S&P 500 subiam 2,7%, enquanto os do Dow Jones avançavam 2,6%. Já os futuros do Nasdaq registravam alta de 3,4%.

Na Europa, os mercados também apresentavam ganhos expressivos. Por volta das 9h30 (horário de Brasília), o índice pan-europeu STOXX 600 avançava 4,05%, aos 614,52 pontos.

Entre as principais bolsas da região, o CAC 40, da França, subia 4,5% por volta do meio-dia. O DAX, da Alemanha, avançava quase 5%, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, registrava alta de 2,9%.

Na Ásia, os mercados também fecharam em alta. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 3,1%, para 25.893,02 pontos, enquanto o Shanghai Composite, da China, avançou 2,7%, para 3.995,00 pontos.

O Nikkei 225, do Japão, terminou o pregão com alta de 5,4%, aos 56.308,42 pontos. Já o Kospi, da Coreia do Sul, registrou ganho de 6,9%, aos 5.872,34 pontos.

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Dólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo no ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/04/2026 00:08

Dólar fraco ou real forte? Entenda por que a moeda americana está caindo no ano No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

As incertezas em torno das decisões de política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm levado investidores a buscar alternativas de investimento em outros mercados globais. Esse movimento não apenas tem fortalecido o real no Brasil, como também enfraquecido o dólar em relação a outras moedas ao redor do mundo.

Isso acontece porque, quando entra mais dinheiro do que sai do país — como nos casos em que companhias exportadoras vendem mais para o exterior ou quando investidores veem oportunidades na bolsa ou em outros ativos brasileiros —, há uma maior venda de dólares em troca de reais. Com isso, aumenta a oferta da moeda americana no mercado, o que pressiona o preço do dólar para baixo.

Neste vídeo, você vai entender como os acontecimentos mais recentes no cenário internacional têm influenciado a cotação do dólar. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Dólar abre em queda com mercado atento ao ultimato de Trump sobre Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/04/2026 10:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,146-0,25%Dólar TurismoR$ 5,345-0,3%Euro ComercialR$ 5,941-0,17%Euro TurismoR$ 6,184-0,21%B3Ibovespa188.162 pts0,06%Oferecido por

O dólar opera com volatilidade nesta terça-feira (7), avançando 0,19% por volta das 9h55, sendo negociado a R$ 5,1560. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A escalada das tensões no Oriente Médio continua repercutindo no cenário internacional. O conflito entra agora em um momento decisivo: termina nesta noite o prazo estabelecido por Donald Trump para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.

▶️ Na véspera, Trump afirmou que a reabertura da rota é uma “prioridade muito grande”. A declaração chama atenção porque, anteriormente, o próprio presidente havia indicado que esse ponto não era central nas negociações.

▶️ Diante desse cenário, o preço do petróleo opera em alta nesta terça-feira. Por volta das 8h30, o barril do tipo Brent subia 0,60%, negociado a US$ 110,39 — perto do patamar de US$ 110.

▶️ No Brasil, a alta do petróleo levou o governo a anunciar novas medidas para reduzir os efeitos do encarecimento dos combustíveis. As medidas devem valer ao menos entre este mês e maio.

O plano inclui ações para diminuir as oscilações no preço do diesel e reduzir impactos sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, e o querosene de aviação (QAV). Também estão previstas linhas de crédito para companhias aéreas.

▶️ O custo estimado é de R$ 4 bilhões — sendo R$ 2 bilhões bancados pela União e outros R$ 2 bilhões pelos Estados e pelo Distrito Federal.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “uma civilização inteira morrerá nesta noite” em uma publicação na rede Truth Social nesta terça-feira.

A mensagem foi divulgada poucas horas antes do prazo estabelecido por ele para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, e ocorre após autoridades iranianas indicarem que Teerã não deve ceder às pressões.

Na publicação, Trump disse que não deseja que isso aconteça, mas afirmou que o desfecho pode ser inevitável. Ele também criticou o regime que governa o país há 47 anos.

Antes da mensagem do presidente americano, a televisão estatal do Irã exibiu um chamado para que a população participe de correntes humanas em torno das usinas de energia do país, citadas em ameaças feitas por Trump.

🛢️ Em meio a esse cenário, o preço do petróleo opera em alta, próximo de US$ 110 por barril. Por volta das 8h30, o barril do tipo Brent subia 0,60%, cotado a US$ 110,39.

Com poucas horas restantes para o prazo definido pelos EUA — às 21h no horário de Brasília —, Alireza Rahimi, apresentado pela emissora como secretário do Conselho Supremo da Juventude e dos Adolescentes, convocou a mobilização.

Também nesta terça-feira, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que milhões de iranianos estão “prontos para se sacrificar” pelo país.

A disparada do petróleo em meio à guerra passou a pressionar o preço dos combustíveis no Brasil, incluido o querosene de aviação, um dos principais custos do setor aéreo.

Para conter o impacto nas passagens — que podem subir até 20% —, governo federal anunciou, nesta segunda-feira, um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta.

zerar PIS/Cofins para as empresas aéreas, o que gera uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível;prorrogar o pagamento da tarifa de navegação. As empresas pagarão apenas em dezembro as tarifas da Força Aérea Brasileira referentes aos meses de abril, maio e junho;abrir duas linhas de crédito.

A primeira linha de crédito conta com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), com valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.

Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou instituição por ele habilitada.

A pressão sobre os preços vem após a Petrobras elevar em mais de 50% o valor do combustível, refletindo a alta do petróleo no cenário internacional em meio à guerra no Oriente Médio.

O setor aéreo alerta para impactos relevantes, enquanto o governo tenta reduzir os efeitos para consumidores.

O governo também anunciou medidas para frear os preços do diesel e do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).

Segundo o governo, a medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio desse ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

Wall Street caminha para mais um dia de queda, enquanto os preços do petróleo atingem o nível mais alto em quase quatro anos.

Antes da abertura dos mercados, os contratos futuros apontavam recuo: os índices S&P 500 e Dow Jones caíam 0,5%, enquanto o Nasdaq recuava 0,7%.

Na Europa, por volta das 9h30 (horário de Brasília), o índice pan-europeu STOXX 600 tinha queda de 0,33%, aos 594,70 pontos.

Entre os principais mercados da região, o índice CAC 40, da França, subia 0,3%. Já o DAX, da Alemanha, recuava 0,3%, e o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,2%.

Na Ásia, o índice Shanghai Composite, da China, fechou em alta de 0,3%, aos 3.890,16 pontos. A bolsa de Hong Kong permaneceu fechada por feriado.

No Japão, o índice Nikkei 225 encerrou o dia praticamente estável, com leve alta inferior a 0,1%, aos 53.429,56 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,8%, para 5.494,78 pontos.

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Dólar abre em queda com possível cessar-fogo entre Irã e EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (6) em queda, recuando 0,21% na abertura, sendo negociado a R$ 5,1489. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A semana começa com o cenário geopolítico novamente no centro das atenções dos mercados. Uma proposta para encerrar o conflito entre Irã e Estados Unidos passou a circular durante a noite.

▶️ Irã e Estados Unidos receberam uma proposta para encerrar as hostilidades, que poderia entrar em vigor já nesta segunda-feira, segundo informações da Reuters. O plano foi elaborado pelo Paquistão e prevê duas etapas: um cessar-fogo imediato e, depois, um acordo mais amplo para encerrar a guerra.

▶️ Ainda no cenário internacional, o presidente americano, Donald Trump, deve conceder uma coletiva às 14h (horário de Brasília). A fala ocorre após o republicano voltar a ameaçar ataques à infraestrutura energética iraniana caso o Estreito de Ormuz continue fechado.

▶️ Diante das incertezas sobre o conflito e o fluxo de petróleo, os preços da commodity operam em queda. Um pouco antes das 9h, o Brent recuava 0,6%, a US$ 108,39 por barril, enquanto o WTI caía 1,2%, ou US$ 1,33, para US$ 110,21.

▶️ No Brasil, o boletim Focus mostrou nova revisão para cima na projeção de inflação. A mediana para o IPCA de 2026 subiu para 4,36%, na quarta alta seguida nas estimativas de economistas consultados pelo Banco Central.

Após semanas de ataques no Oriente Médio, um plano de cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos teria sido apresentado com mediação do Paquistão, segundo agências internacionais.

🔎A proposta prevê duas etapas: um cessar-fogo imediato, que poderia permitir a reabertura do Estreito de Ormuz (fechado há mais de um mês), seguido de um acordo mais amplo em até 15 a 20 dias para encerrar o conflito.

O plano inclui possíveis concessões do Irã sobre seu programa nuclear em troca de alívio de sanções.

Apesar de já ter elaborado uma resposta, Teerã indicou que não reabrirá o estreito apenas por um cessar-fogo temporário. Os EUA ainda não se posicionaram oficialmente.

A proposta surge em meio à escalada de tensões e preocupação global com o impacto no fluxo de petróleo. O plano, chamado provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, pode envolver negociações presenciais no Paquistão e contatos diretos entre autoridades dos dois lados.

Nesta segunda-feira, antes da divulgação do possível plano de cessar-fogo, os preços do petróleo voltaram a subir, impulsionados pelas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Irã no fim de semana. O movimento ocorreu após Trump afirmar que poderia atacar pontes e usinas de energia iranianas caso o país não interrompa os ataques a navios que cruzam o Estreito de Ormuz.

🛢️ Por volta das 9h18, o barril do tipo Brent caía 0,28%, cotado a US$ 108,72, após ter superado US$ 110,85 mais cedo. Já o WTI recuava 0,88%, a US$ 110,56.

Além do diesel, a disparada do petróleo em meio à guerra também pressiona o preço do querosene de aviação, um dos principais custos do setor aéreo.

Para conter o impacto nas passagens — que podem subir até 20% —, o governo avalia zerar os impostos federais (PIS/Cofins) sobre o combustível. A medida integra um pacote elaborado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e encaminhado ao Ministério da Fazenda.

Entre as propostas também estão a criação de linhas de crédito de até R$ 400 milhões via Banco do Brasil para companhias aéreas e o adiamento de tarifas de navegação aérea pagas à Força Aérea Brasileira.

A pressão sobre os preços vem após a Petrobras elevar em mais de 50% o valor do combustível, refletindo a alta do petróleo no cenário internacional em meio à guerra no Oriente Médio.

O setor aéreo alerta para impactos relevantes, enquanto o governo tenta reduzir os efeitos para consumidores.

Analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a projeção de inflação para 2026 pela quarta semana seguida, segundo o Boletim Focus do Banco Central do Brasil (BC).

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 4,36%, pressionada principalmente pela alta do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio.

Apesar disso, o mercado manteve a expectativa de queda da taxa Selic, hoje em 14,75% ao ano, com previsão de 12,5% no fim de 2026;As projeções para o PIB seguem estáveis, com crescimento de 1,85% neste ano;No câmbio também não mudou, com o dólar estimado em R$ 5,40 ao fim de 2026.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda, com investidores acompanhando as tensões entre EUA e Irã, mas dando mais peso à possibilidade de um acordo de paz.

No Japão, o principal índice, o Nikkei, subiu 0,55%, enquanto na Coreia do Sul o KOSPI avançou 1,36%.

Mesmo após novas ameaças do presidente Donald Trump, o mercado reagiu com relativa calma, apostando que negociações podem evitar uma escalada maior do conflito.

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Programas sociais turbinados e isenção do IR: os bilhões que Lula vai injetar na economia em ano eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O presidente Lula adotou um conjunto de medidas para aumentar o poder de compra da população, aquecer a economia e reduzir o impacto da alta dos preços dos combustíveis.

Parte dessas medidas vai significar alívio direto no bolso dos brasileiros neste ano, como a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres.

O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350 devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões.

Já o Gás do Povo e o Luz do Povo devem somar, neste ano, um alívio de R$ 15,5 bilhões no bolso de famílias de baixa renda.

Além do alívio direto no bolso, o governo Lula adotou, ao longo de 2025, medidas para estimular o acesso a crédito barato, que terão impacto neste ano.

Os bilhões que Lula vai injetar na economia em ano eleitoral: programas sociais turbinados e isenção do IR — Foto: Ricardo Stuckert / PR via BBC

Com uma disputada eleição presidencial pela frente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou um conjunto de medidas para aumentar o poder de compra da população, aquecer a economia e reduzir o impacto da alta dos preços dos combustíveis, devido à guerra envolvendo Estados Unidos e Irã.

Por outro lado, as medidas devem pressionar a inflação no país e dificultar a redução dos juros pelo Banco Central, afirmam economistas ouvidos pela reportagem.

Parte dessas medidas vai significar alívio direto no bolso dos brasileiros neste ano, como a redução do Imposto de Renda para a classe média e a ampliação de benefícios para os mais pobres, através dos novos programas Gás do Povo (distribuição de botijões) e Luz do Povo (descontos na conta de energia).

O aumento da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e a redução da alíquota para quem ganha até R$ 7.350, mudanças que começaram a valer em janeiro, devem evitar a arrecadação de algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, segundo projeções de instituições financeiras, como BTG Pactual e ARX Investimentos, beneficiando 15 milhões de pessoas.

Questionado pela BBC News Brasil, o Ministério da Fazenda disse que não tem uma projeção atualizada do impacto da mudança.

"É quase um 14º salário", disse Lula em novembro, ao exaltar a economia que trabalhadores com renda próxima a R$ 5 mil terão com a isenção.

Já o Gás do Povo e o Luz do Povo devem somar, neste ano, um alívio de R$ 15,5 bilhões no bolso de famílias de baixa renda, uma alta de R$ 3,6 bilhões em relação a 2025, segundo dados do próprio governo federal.

Os dois programas, criados no ano passado, ampliaram políticas já existentes para acesso gratuito a botijões e descontos na conta de energia. As políticas foram rebatizadas e se tornaram vitrines do governo Lula.

No caso do Gás do Povo, o programa mais que triplicou as famílias atendidas em 2026, de 4,5 milhões para 15 milhões. Os beneficiários têm direito a recargas de 4 a 6 botijões por ano, a depender do tamanho das famílias. O valor médio nacional do botijão está em R$ 110, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

Já o número de residências beneficiadas pelo Luz do Povo deve passar de 16,7 milhões para 20,9 milhões ao longo de 2026, segundo o Ministério de Minas e Energia.

O programa garante gratuidade na conta de energia para famílias com renda de até meio salário-mínimo por pessoa e consumo de até 80 kWh por mês. E dá um desconto de 11,8% na conta das famílias com renda de até um salário-mínimo por pessoa e consumo mensal de até 120 kWh.

Além do alívio direto no bolso, o governo Lula adotou, ao longo de 2025, medidas para estimular o acesso a crédito barato, que terão impacto neste ano.

A novidade que deve movimentar mais recursos é o Crédito do Trabalhador, linha de crédito consignado criada em março de 2025 e que vem crescendo. Nessa modalidade, trabalhadores formais conseguem contrair empréstimos usando até 10% do seu saldo do FGTS como garantia — isso reduz o risco de inadimplência, diminuindo também os juros cobrados.

Neste ano, até 16 de março, haviam sido concedidos R$ 26 bilhões de novos empréstimos, cerca de metade de todo o valor liberado em 2025 (R$ 53 bilhões), segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Além das operações novas, trabalhadores também migraram para o programa R$ 41 bilhões em empréstimos antigos que tinham juros mais caros.

A projeção da ARX Investimentos é que serão liberados, no total, R$ 134 bilhões em novas operações em 2026.

"A estratégia do governo para maximizar o dividendo político-eleitoral é atuar em várias frentes. Então, tem de benefícios sociais até medidas que vão manter a economia aquecida, como a expansão do crédito", afirma o economista-chefe da ARX Investimentos, Gabriel Leal de Barros.

Os estímulos ocorrem em um momento de desaceleração da atividade econômica. Segundo economistas consultados pelo Banco Central semanalmente no Boletim Focus, o mercado prevê expansão de 1,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2026, resultado pior que os de 2025 (2,3%) e de 2024 (3,4%).

Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto não quis se manifestar. Lula e seus ministros costumam rebater as críticas de que as medidas sociais e econômicas mirem a eleição de 2026. O governo argumenta que ações como o aumento da isenção do IR e a oferta de empréstimo consignado melhoram a vida dos trabalhadores.

"As pessoas agora podem ter crédito barato para sair do endividamento. Sair da mão do agiota, do banco que cobra até 10%, 12%, para procurar o crédito mais barato que elas puderem encontrar", disse Lula no ano passado, sobre o Crédito do Trabalhador.

Barros destaca também o crescimento do Minha Casa Minha Vida (MCMV), programa do governo Lula com maior aprovação popular — 90% de apoio, segundo pesquisa de dezembro do instituto Quaest.

O MCMV, que oferece empréstimo subsidiado para compra de imóveis com recursos do FGTS e outros fundos públicos, alcançou orçamento recorde de R$ 180 bilhões em 2025 e deve continuar crescendo em 2026.

Segundo o Ministério das Cidades, o programa já contratou mais de 1,9 milhão de unidades desde 2023, com investimento público superior a R$ 300 bilhões, e a meta é chegar a 3 milhões até o final de 2026 — ou seja, a previsão de novos contratos para este ano é quase o dobro da média dos três primeiros anos de mandato.

Dentro desse plano de expansão, o governo anunciou na semana passada a ampliação das faixas de renda atendidas pelas quatro modalidades do MCMV, assim como o aumento do valor dos imóveis que podem ser financiados.

Com isso, o limite de renda passou de R$ 12 mil para R$ 13 mil, e o valor máximo do imóvel aumentou de R$ 500 mil para R$ 600 mil, elevando o potencial de beneficiários.

No ano passado, o governo já havia lançado duas novidades para o setor habitacional. Uma delas foi a criação da faixa 4 do MCMV, no final de março, para atender famílias de maior renda.

E a outra foi o programa Reforma Casa Brasil, que oferece financiamentos para obras residenciais, no valor de R$ 5 mil a R$ 30 mil, com juros subsidiados, para famílias com ganhos de até R$ 9,6 mil por mês.

A previsão da ARX Investimentos é que apenas essas duas novas políticas vão movimentar R$ 46 bilhões neste ano, ante apenas R$ 8 bilhões no ano passado.

Segundo Gabriel de Barros, há ainda outras medidas que, embora não signifiquem dinheiro ou crédito direto para as famílias, também devem contribuir para estimular a atividade econômica em 2026, como a forte expansão dos empréstimos do BNDES.

Em 2025, as operações do banco somaram R$ 169,7 bilhões, aumento de 27% frente a 2024 e de 74% ante 2022. Para 2026, a expectativa é que o valor liberado ultrapasse R$ 200 bilhões.

"Isso ajuda o governo eleitoralmente, porque vai gerar emprego, vai gerar renda, o PIB vai ficar resiliente", reforça.

O outro lado dessa política de expansão do poder de compra das famílias e da oferta de crédito, nota o economista, é o aumento da pressão sobre a inflação e os juros.

A taxa Selic, fixada pelo Banco Central e que serve de referência para os juros cobrados no país, subiu de 10,50% ao ano em julho de 2024 para 15% ao ano em junho de 2025, maior patamar desde 2006.

A taxa continua a maior em vinte anos, após sofrer um pequeno corte na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), neste mês, para 14,75% ao ano.

"Essa quantidade de grana movimentando a economia fez com que a Selic tivesse que ser 15%. Não fosse isso [as medidas do governo], poderia ser muito menor", afirma Barros.

A preocupação é compartilhada pelo economista Samuel Pessoal, pesquisador da FGV e do BTG Pactual, que aponta também o impacto das medidas no aumento da dívida pública.

Isso ocorre, explica, tanto pelo aumento das despesas do governo, como pelo aumento da taxa Selic, que serve de referência para correção da dívida.

Segundo dados do Banco Central, a dívida pública cresceu de 71,7% do PIB em dezembro de 2022, antes de Lula assumir a presidência, para 78,7% do PIB em janeiro deste ano.

"Quando você aumenta o consumo agregado, sendo que a economia já está operando a pleno emprego, isso gera pressão inflacionária. Aí tem que ter mais juros e a dívida pública vai crescer mais", afirma Pessoa.

Outros economistas têm uma visão menos crítica das ações do governo. Para Nelson Marconi, professor da FGV Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), o problema da alta da dívida pública está relacionado a uma meta de inflação baixa, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Na sua visão, isso obriga o Banco Central a manter os juros que corrigem a dívida muito elevados. Por outro lado, como a Selic alta esfria a economia, isso leva o governo a adotar mais medidas para estimular o crescimento do país, avalia.

A meta de inflação para 2026 é de 3%, com margem de tolerância até 4,5%. O IPCA, índice de preços do IBGE, fechou fevereiro com alta acumulada em 12 meses de 3,81%. A previsão do Boletim Focus é que o índice feche 2016 acima de 4%.

Segundo os dois economistas ouvidos, esse cenário torna mais desafiador para o presidente eleito em outubro reduzir despesas e aumentar o superávit primário (economia para pagar juros da dívida). "O que está sendo feito não é sustentável", critica Barros.

A guerra envolvendo Estados Unidos e Irã também aumentou a pressão sobre a inflação devido à disparada global do barril de petróleo, que chegou a ser negociado a US$ 119 em março, maior valor desde 2022, quando teve início a guerra entre Rússia e Ucrânia.

O governo já adotou medidas para tentar segurar o preço do diesel, diante de temores de uma greve de caminhoneiros no país similar a que ocorreu em 2018, paralisação que provocou um tombo na economia.

O objetivo do governo é garantir um desconto de R$ 0,64 por litro no preço na bomba, ao aliar redução de impostos e subvenção a importadores. O pacote terá um custo de R$ 30 bilhões, que será compensado com um novo imposto sobre a exportação de petróleo.

A guerra também pressiona o preço dos botijões de gás, com a associação de revendedores pressionando o governo a tomar medidas para não prejudicar o programa Gás do Povo.

Para o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, as políticas sociais e econômicas adotadas pelo governo Lula podem não se converter em vitória nas urnas.

Na sua avaliação, o peso da economia na definição da eleição diminuiu nos últimos pleitos, quando a política brasileira se tornou muito polarizada entre o lulismo e o bolsonarismo.

Ele lembra que Jair Bolsonaro não conseguiu se reeleger em 2022, mesmo lançando um pacote de medidas de R$ 41 bilhões em agosto daquele ano (o equivalente a cerca de R$ 46 bilhões hoje), a poucos meses da eleição.

Isso foi possível após seu governo conseguir aprovar no Congresso uma controversa alteração constitucional que declarava "estado de emergência" no país para driblar restrições à criação de novos benefícios às vésperas do pleito. A justificativa para a medida era a alta no preço dos combustíveis por causa da guerra na Ucrânia.

A mudança ficou conhecida como PEC Kamikaze e permitiu ampliar o Auxílio-Gás e o Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) e criar benefícios temporários para caminhoneiros e taxistas. Depois, em 2024, o STF considerou essa PEC inconstitucional.

Seu governo criou também uma modalidade controversa de consignado para beneficiários do Auxílio Brasil entre o primeiro e o segundo turno presidencial, liberando R$ 9,5 bilhões em outubro de 2022 (o equivalente a cerca de R$ 11 bilhões hoje) em empréstimos para os segmentos mais pobres da população. Após a eleição, os desembolsos caíram fortemente e o programa acabou no início de 2023.

Apesar das medidas, Bolsonaro não conseguiu se reeleger, devido ao elevado índice de rejeição a seu governo, que analistas atribuem, em boa parte, à sua atuação na pandemia de covid-19, quando se posicionou contra a vacinação e medidas sanitárias.

"Ele começou com promessas ultraliberalizantes, uma política econômica ortodoxa. Depois, houve uma degradação da popularidade dele na pandemia, por sua postura na questão sanitária. A partir disso, ele entra na fase de populismo de gastos. Até mudança na Constituição ele fez", aponta Cortez.

Após derrotar Bolsonaro em 2022, o petista deve enfrentar em outubro o filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Pesquisas eleitorais indicam que, se a eleição fosse hoje, ambos estariam empatados em um eventual segundo turno.

Cortez nota que as principais novidades do governo estão em iniciativas para a classe média, como o aumento da isenção do Imposto de Renda. Na sua leitura, porém, a forte polarização da sociedade e a vantagem bolsonarista nesse grupo podem dificultar a conversão dessas políticas em votos.

"Não importa o que [Lula] faça. Um dos efeitos da polarização é diminuir o número de eleitores dispostos a mudar de ideia. Não é que o voto econômico não importa, mas ele não é mais suficiente para a vitória do incumbente em 2026 como era no passado".

"Tem um problema político maior que é uma leitura [da população] de falta de novidade no governo. E se a gente pega as pesquisas eleitorais, quase todas estão mostrando que o Lula não merece um novo mandato. Então, acho que esse é um desafio para esse contágio eleitoral [das medidas do governo]", continua.

Segundo pesquisa de março do instituto Quaest, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados em um eventual segundo turno, com 41% de intenção de votos cada.

Os últimos levantamentos da Quaest mostram que o apoio a Lula no grupo que ganha de dois a cinco salários-mínimos (R$ 3.242 a R$ 8.105) — em boa parte beneficiado pela mudança no IR — recuou de 46% em agosto de 2025 para 38% em março de 2026.

Agora, o petista aparece numericamente atrás de Flávio Bolsonaro nesse grupo, já que a intenção de voto no senador subiu de 35% para 41% no mesmo período.

Já entre os que ganham mais de cinco salários-mínimos (R$ 8.105), a vantagem de Flávio é ainda maior, aparecendo com 52% ante 33% de Lula na última pesquisa.

O petista, por outro lado, mantém vantagem no eleitor com ganho de até dois salários-mínimos (R$ 3.242), marcando 52% contra 32% do senador.

Ao defender suas ações, o presidente Lula diz que seu governo atua pelos trabalhadores e os grupos mais pobres.

O aumento da isenção do IR, por exemplo, foi uma promessa de campanha do petista e foi aprovado com amplo apoio no Congresso.

"Quando o bem comum está acima de interesses menores, é possível unir o Brasil em torno de grandes causas", defendeu o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, quando a mudança na tributação foi promulgada.

Para compensar as perdas de arrecadação, o governo aumentou impostos dos mais ricos, medida que deve impactar, em contraste, apenas 141 mil pessoas, segundo o Ministério da Fazenda.

A medida é elogiada por especialistas em desigualdade de renda, como o economista Sergio Gobetti e o sociólogo Marcelo Medeiros, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Enquanto o governo amplia algumas políticas, o maior programa social criado por Lula não teve crescimento em seu terceiro mandato.

O Bolsa Família teve uma grande expansão durante o governo de Jair Bolsonaro, com o objetivo de minimizar o crescimento da pobreza durante a pandemia de covid-19, momento em que o programa mudou de nome para Auxílio Brasil.

Após sua eleição, Lula resgatou o nome original, mas manteve o novo valor do benefício, de ao menos R$ 600 por família. Depois disso, o benefício não teve qualquer reajuste, nem mesmo correção inflacionária.

Com a redução das famílias atendidas, hoje em 18,7 milhões, o valor total transferido caiu de R$ 170 bilhões em 2024 para R$ 160 bilhões em 2025 — valor que deve ser mantido em 2026, segundo o Orçamento da União.

Outra ação que deve se manter estável em 2026 é o Pé de Meia, criado em 2024. Com orçamento anual de R$ 12 bilhões, o programa transfere renda para estudantes do Ensino Médio de famílias pobres, como forma de evitar o abandono escolar.

Lula chegou a prometer universalizar o benefício para todos os estudantes de Ensino Médio da rede pública neste ano, mas, devido às restrições orçamentárias, não há previsão de cumprimento da promessa.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação apenas informou que o orçamento anual do programa continua em R$ 12 bilhões.

Em entrevista à BBC News Brasil em outubro, o ministro Camilo Santana disse que a universalização demandaria mais R$ 5 bilhões, segundo cálculos iniciais da pasta.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta com tensão no Irã e petróleo em alta no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (2) em alta, avançando 0,44% por volta das 9h30, sendo negociado a R$ 5,1806. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A tensão no Oriente Médio voltou ao radar dos mercados após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã.

▶️ Na véspera, Trump afirmou que o país está perto de atingir seus objetivos em Teerã, mas descartou a possibilidade de um cessar-fogo e disse que os bombardeios devem se intensificar nas próximas duas a três semanas. A fala aumentou a aversão ao risco entre investidores.

🔎 Depois de encerrar a sessão anterior perto de US$ 100 por barril, o Brent voltou a subir e opera em torno de US$ 108, em meio a temores de que a guerra provoque problemas de abastecimento nas próximas semanas.

▶️ Ainda no cenário geopolítico, os Estados Unidos retiraram as sanções contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. A medida foi publicada no site do Departamento do Tesouro americano.

▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de produção industrial no Brasil referentes a fevereiro. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador.

O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que a participação americana no conflito pode terminar em breve.

Na terça-feira (31), ele afirmou que os EUA devem deixar o Irã “muito em breve” e disse que Teerã não precisa necessariamente assinar um acordo formal para que os ataques sejam interrompidos.

Uma reportagem publicada na segunda-feira (30) pelo "The Wall Street Journa", citando fontes do governo americano, afirmou que Trump teria dito a assessores que está disposto a encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado.

Segundo o jornal, o presidente e seus conselheiros avaliam que uma operação militar para reabrir completamente a rota marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido por Trump.

A estratégia discutida pelo governo seria concentrar os ataques em alvos militares considerados centrais, como a marinha iraniana e a capacidade de lançamento de mísseis do país. Depois dessa fase, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

As declarações do presidente também vieram acompanhadas de críticas a aliados dos EUA. Trump afirmou que outros países deveriam “buscar seu próprio petróleo” e reclamou da falta de maior envolvimento desses governos no esforço militar.

Ele também voltou a ameaçar reduzir o apoio militar a aliados europeus, citando especialmente o Reino Unido.

Segundo Trump, o governo britânico poderia ter de lidar sozinho com eventuais confrontos no Estreito de Ormuz — embora o país não tenha participado diretamente da guerra.

O presidente ainda sugeriu que países europeus passem a comprar petróleo dos EUA, afirmando que o país “tem bastante”.

Nos EUA, o preço médio da gasolina ultrapassou US$ 4 por galão na terça-feira, o nível mais alto desde 2022. O aumento dos combustíveis pode trazer pressão adicional para a economia americana em um ano de eleições para o Congresso.

Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta. O Dow Jones subiu 0,48%, aos 46.565,86 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,69%, aos 6.573,89 pontos, e o Nasdaq teve ganhos de 1,16%, aos 21.840,95 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam com ganhos generalizados. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 2,41%, aos 597,19 pontos.

Entre os principais mercados, o FTSE 100, de Londres, avançou 1,85%, aos 10.364,79; o DAX, de Frankfurt, teve alta de 2,73%, aos 23.298,89; e o CAC 40, de Paris, ganhou 2,10%, aos 7.981,27.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como a guerra no Irã pode causar inflação na comida do Brasil? Entenda efeito da alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 06:46

Como a guerra no Irã pode causar inflação na comida do Brasil? Entenda efeito da alta do petróleo No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Uma guerra no Oriente Médio pode impactar o bolso dos brasileiros porque a região concentra grandes reservas de petróleo. E petróleo mais caro encarece combustíveis como gasolina e diesel, e aumenta o custo do transporte em um país onde quase tudo circula por caminhões.

Esse efeito em cascata chega aos preços de alimentos, produtos industriais e ao agronegócio, já que o petróleo também é matéria-prima de embalagens, plásticos e fertilizantes, pressionando a inflação e até as decisões sobre juros.

Neste vídeo, você vai entender quais são os efeitos da forte alta do petróleo para o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Álbum da Copa do Mundo de 2026 sobe mais que inflação, e completar custa mais de R$ 1 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%Oferecido por

A Panini Brasil iniciou nesta quarta-feira (1º de abril) a pré-venda do álbum de figurinhas da Copa do Mundo da FIFA 2026. A nova edição chega com preços mais altos, com pacotes custando R$ 7, o que deve fazer colecionadores gastarem mais para completar o livrinho do que no último mundial.

O lançamento nas bancas está previsto para 1º de maio. Cada envelope custará R$ 7 e trará sete figurinhas – um real por figurinha.

Já o álbum terá versões que vão de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial). Há ainda uma edição premium que chega a R$ 359,90.

O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Com isso, a coleção será a maior já lançada, com 980 figurinhas e 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos no álbum.

Na prática, completar o álbum ficou mais caro. Mesmo se a pessoa conseguir trocar todas as suas figurinhas e terminar a coleção sem nenhuma repetida, o gasto vai ser superior a R$ 1 mil.

Considerando o IPCA, a inflação acumulada no Brasil entre 2022 e 2025 ficou em cerca de 21%. O álbum de 2022 tinha um custo teórico (sem nenhuma figurinha repetida) de R$ 550. Ou seja, o novo valor de mais de R$ 1 mil tem um aumento de 81%, muito superior a esse percentual, indicando uma alta real acima da inflação no período.

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Dólar abre atento a sinais de possível trégua na guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 09:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (1º) em queda, recuando 0,44% na abertura, aos R$ 5,1561. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O clima nos mercados globais segue influenciado pelos desdobramentos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Sinais de possível redução das tensões têm sustentado o otimismo dos investidores e pressionado os preços do petróleo.

▶️ Nos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também declarou na terça-feira que o país deixará o território persa “muito em breve”.

Com a possibilidade de desescalada da guerra, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,37%, negociados a US$ 101,51.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também declarou que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.

Para tentar segurar o preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção para importadores do combustível. O incentivo será de R$ 1,20 por litro importado, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no setor privado dos EUA, medidos pela ADP, além dos índices de gerentes de compras (PMI) da indústria calculados pela S&P Global e pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM).

Donald Trump disse a assessores que está disposto a encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado. As informações foram reveladas pelo jornal "The Wall Street Journal" na segunda-feira (30), com base em relatos de autoridades.

Segundo a reportagem, nos últimos dias, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação para reabrir totalmente a rota marítima — por onde passa grande parte do petróleo mundial — prolongaria o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã tem pressionado os preços do petróleo e afetado diversos setores ao redor do mundo.O impacto pode prejudicar a economia dos Estados Unidos em um ano de eleições para a Câmara e o Senado.

Diante disso, Trump teria afirmado que os EUA devem focar nos principais objetivos da guerra: enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país. A partir daí, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

Já nesta terça-feira, os EUA anunciaram que sobrevoaram o Irã pela primeira vez desde o início da guerra com bombardeiros B-52. As aeronaves têm capacidade nuclear e são consideradas a "espinha dorsal" da força de bombardeiros estratégicos americanos.

As informações foram reveladas primeiro pelo jornal The New York Times. A ação no espaço aéreo iraniano sugere enfraquecimento das forças do Irã, já que esse tipo de aeronave, apesar de potente, é mais vulnerável a sistemas de defesa antiaérea.

Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, os B-52 devem ser usados para bombardear cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã.

As bolsas ao redor do mundo operam em alta nesta quarta-feira após sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo Irã, EUA e Israel.

O movimento ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os ataques americanos ao Irã podem terminar em duas ou três semanas.

Com a perspectiva de diminuição do conflito, o preço do petróleo recuou e chegou a cair brevemente abaixo de US$ 100 por barril, o que ajudou a sustentar o clima mais positivo nos mercados.

Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em alta. Os futuros do Dow Jones e do S&P 500 avançavam 0,4%, enquanto os do Nasdaq subiam 0,6%.

Na Europa, as principais bolsas também registravam ganhos nas primeiras negociações do dia. O índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 1,8%, para 10.356,41 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,3%, para 7.920,89, e o DAX, da Alemanha, ganhava 1,6%, para 23.052,89.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

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Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%Oferecido por

Trump dá entrevista a bordo do Air Force One em 29 de março de 2025. — Foto: Reuters/Elizabeth Frantz

O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou US$ 4 (cerca de R$ 21) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã, informou a Associação Automobilística Americana (AAA).

O aumento dos preços do combustível, que estavam abaixo de US$ 3 no fim de fevereiro, representa outra notícia ruim para o presidente Donald Trump desde o início dos ataques contra a República Islâmica.

No início da manhã, o preço médio era de US$ 4,018 por galão (3,785 litros) de gasolina, segundo dados publicados no site da Associação Automobilística Americana.

O preço havia superado a marca de US$ 4 pela última vez em agosto de 2022, quando disparou para US$ 5 em meio à pandemia de covid-19 e após a invasão da Ucrânia pela Rússia, segundo a Administração de Informação de Energia.

A nova disparada no preço foi provocada pelo bloqueio que o Irã impõe de fato no Estreito de Ormuz, rota marítima crucial por onde passava quase 20% do petróleo e gás mundiais.

Trump expressou a confiança de que em breve alcançará um acordo negociado para encerrar a guerra, mas advertiu que, se isso não acontecer, as instalações petrolíferas iranianas sofrerão ataques severos.

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