RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 16:55

Tecnologia EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência Governo Trump enviou cartas a empresas do setor determinando a suspensão de fornecimento à Hua Hong. Medida busca conter o avanço da IA no gigante asiático. Por Reuters — São Paulo

O Departamento de Comércio dos EUA ordenou que empresas do setor de semicondutores interrompam o envio de determinadas ferramentas à Hua Hong, a segunda maior fabricante de chips da China.

A medida, adotada na semana passada, é a mais recente tentativa de desacelerar o desenvolvimento de chips avançados no país, segundo duas fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela Reuters.

O departamento enviou cartas a algumas empresas informando sobre novas restrições a ferramentas e outros materiais destinados às instalações da Hua Hong, que autoridades americanas acreditam poder produzir os chips mais avançados da China, segundo as fontes.

Entre as empresas que teriam recebido a carta estão grandes fabricantes de equipamentos para chips dos EUA, como Lam Research, Applied Materials e KLA, todas com forte presença no mercado chinês.

A Reuters informou, em março, que o grupo Hua Hong havia desenvolvido tecnologias avançadas de fabricação que poderiam ser usadas na produção de chips de inteligência artificial — um marco nos esforços de Pequim para ampliar a autossuficiência tecnológica.

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos ordenou que diversas empresas do setor de semicondutores interrompam o envio de determinadas ferramentas à Hua Hong, a segunda maior fabricante de chips da China. A informação é da Reuters.

A medida, adotada na semana passada, é a mais recente tentativa de desacelerar o desenvolvimento de chips avançados no país, segundo duas fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela agência.

O departamento enviou cartas a algumas empresas informando sobre novas restrições a ferramentas e outros materiais destinados às instalações da Hua Hong, que autoridades americanas acreditam poder produzir os chips mais avançados da China, segundo as fontes.

Entre as empresas que teriam recebido a carta estão grandes fabricantes de equipamentos para chips dos EUA, como Lam Research, Applied Materials e KLA, todas com forte presença no mercado chinês.

A Reuters informou, em março, que o grupo Hua Hong havia desenvolvido tecnologias avançadas de fabricação que poderiam ser usadas na produção de chips de inteligência artificial — um marco nos esforços de Pequim para ampliar a autossuficiência tecnológica.

A unidade de fabricação sob contrato do grupo, a Huali Microelectronics, se preparava para adotar um processo de produção de 7 nanômetros em sua planta em Xangai, segundo fontes ouvidas pela Reuters.

A SMIC, maior fabricante contratada de chips da China, é atualmente a única empresa do país capaz de produzir chips com tecnologia de 7 nanômetros, segundo a reportagem. A empresa não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.

As ações da KLA, Lam e Applied caíram entre 4% e 6% após a divulgação das cartas pela Reuters. Já os papéis da Hua Hong recuaram 3,5% na terça-feira.

Nos últimos anos, o Departamento de Comércio tem restringido o envio de equipamentos dos EUA para fábricas chinesas que produzem chips avançados, como parte de um esforço para preservar a liderança tecnológica do país na produção de chips de inteligência artificial e outros semicondutores, por razões de segurança nacional.

As cartas recentes dão continuidade a essa política, mas podem aumentar as tensões com a China antes da reunião prevista, em maio, entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.

Empresas americanas de equipamentos para chips e outros fornecedores podem perder bilhões de dólares em vendas, disse uma das fontes, especialmente se abastecem fábricas em construção ou em processo de modernização para produzir chips mais avançados.

As restrições podem desacelerar o avanço da indústria chinesa de semicondutores, embora a Hua Hong possa substituir os equipamentos por alternativas de fornecedores estrangeiros ou locais.

Um porta-voz do Departamento de Comércio se recusou a comentar. A Hua Hong não respondeu imediatamente a pedidos de comentário feitos pela Reuters. Lam Research, Applied Materials e KLA também não se manifestaram.

Há 2 minutos Mundo Países produtores de petróleoComo a saída dos Emirados Árabes da Opep pode afetar o seu bolso?

Há 4 horas Economia Preços do petróleo sobem ao maior patamar em 1 mêsHá 4 horasPaís diz que deixará o bloco a partir de 1º de maioHá 4 horasAnalistas: saída dos Emirados pode reduzir controle sobre preçosHá 4 horasPetrobras pode aumentar preço da gasolina se houver redução de impostos

Há 1 hora Economia Brasil é o novo ouro? Análises apontam que alta do petróleo beneficia o paísHá 1 horaRetrato oficialEUA vão passar a emitir passaportes com rosto e assinatura de Trump

Há 27 minutos Mundo Trump faz piada sobre casamento com Melania na frente de CharlesHá 27 minutosAprovação de Trump cai em meio a preocupações com o custo de vidaHá 27 minutosTentativa de reduzir filaINSS restringe pedidos de aposentadoria; entenda a nova regra

Há 5 horas Economia FGTS, desconto de 90%: o que prevê o pacote para reduzir dívidasHá 5 horasPIS/Pasep: 4,5 milhões deixarão de receber abono até 2030Há 5 horasDevedor contumazReceita notifica empresas de cigarros por dívidas de mais de R$ 25 bilhões

Há 1 hora Economia Crise bilionáriaCorreios: queda nas encomendas internacionais contribui para prejuízo de R$ 3,4 bilhões

Há 43 minutos Economia Morte em CopacabanaShow de Shakira: funcionário que acionou elevador é hospitalizado e não presta depoimento

Há 8 minutos Todo mundo no rio Comissão especialEscala 6×1: Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS restringe pedidos de aposentadoria, pensão e BPC para reduzir fila; entenda a nova regra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,0090,52%Dólar TurismoR$ 5,2170,7%Euro ComercialR$ 5,8580,29%Euro TurismoR$ 6,1120,44%B3Ibovespa187.862 pts-0,91%Oferecido por

O INSS passou a proibir a apresentação de novos pedidos de aposentadorias, pensões e BPC para o mesmo tipo de benefício enquanto houver um processo ainda em análise ou dentro do prazo de recurso administrativo.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor.

A nova regra altera procedimentos previstos na norma anterior que regula a concessão de benefícios previdenciários e estabelece que o segurado não poderá abrir um novo requerimento para a mesma espécie de benefício enquanto o pedido anterior ainda estiver pendente.

Com isso, era possível entrar com um novo pedido mesmo com o anterior ainda em andamento — seja para corrigir algum erro, acrescentar documentos ou tentar acelerar a análise.

A partir de agora, será considerado “processo em curso” aquele cujo prazo para apresentação de recurso administrativo ainda não tenha terminado.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor. — Foto: INSS/Divulgação

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a proibir novos pedidos de aposentadoria, pensão e Benefício de Prestação Continuada (BPC) para o mesmo tipo de benefício enquanto houver um processo em análise ou dentro do prazo de recurso administrativo.

A medida foi oficializada pela Instrução Normativa nº 203, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (24), e já está em vigor.

A nova regra altera procedimentos da norma anterior que regula a concessão de benefícios previdenciários e estabelece que o segurado não poderá fazer um novo pedido para o mesmo tipo de benefício enquanto o anterior ainda estiver pendente.

🔎 Antes da nova regra, o INSS seguia uma norma que organizava os pedidos, mas não proibia de forma clara a realização de um novo pedido para o mesmo benefício enquanto o primeiro ainda estava em análise ou dentro do prazo de recurso.

Com isso, era possível fazer um novo pedido mesmo com o anterior ainda em andamento — seja para corrigir erros, incluir documentos ou tentar acelerar a análise.

A partir de agora, será considerado “processo em curso” aquele cujo prazo para apresentação de recurso administrativo ainda não tenha terminado.

Ou seja, após uma negativa do INSS, o segurado terá que aguardar o prazo de recurso — geralmente de 30 dias — antes de fazer um novo pedido do mesmo benefício.

🚨A restrição, no entanto, não se aplica a pedidos de revisão, que podem ser solicitados normalmente.

Em nota, o INSS afirmou que “a medida tem como objetivo aprimorar os fluxos de análise e tornar mais eficiente o atendimento aos segurados”.

"Na prática, ela busca evitar a multiplicidade de pedidos idênticos para o mesmo CPF — o que gera retrabalho administrativo e impacta negativamente o tempo de análise de todos os requerimentos."

Segundo o instituto, há um “desequilíbrio estrutural relevante” na fila de pedidos, apesar do esforço contínuo para ampliar a capacidade de análise, além de um “volume crescente de solicitações duplicadas”.

Dados internos do INSS mostram que, do total de pedidos, 41,41% são reapresentados entre 1 e 30 dias após a conclusão do primeiro processo — e 22,47% entre 91 e 180 dias. Em categorias como salário-maternidade urbano, a taxa de reincidência no mesmo dia chega a 8,45%.

"Essa prática de abertura sucessiva de novos processos para o mesmo CPF, antes de esgotada a via recursal, gera múltiplos protocolos para a mesma demanda e sobrecarrega o sistema — em detrimento de quem ainda aguarda uma primeira análise", afirmou o órgão, em nota.

A medida ocorre em meio aos esforços do governo para reduzir a fila de análise de benefícios, que hoje acumula milhões de pedidos.

Segundo os dados mais recentes divulgados pelo instituto, a fila de espera para benefícios como aposentadorias, pensões e o BPC recuou de 3,1 milhões para 2,7 milhões em março deste ano.

A pressão sobre o tema levou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a trocar o comando do órgão, com a saída de Gilberto Waller e a nomeação da servidora de carreira Ana Cristina Viana Silveira.

Segundo o blog de Valdo Cruz, o presidente Lula decidiu pela demissão de Waller porque as filas do INSS estavam desgastando a imagem do governo e devem ser exploradas na campanha eleitoral.

Gilberto Waller teve papel importante na reorganização do INSS após o escândalo de desvios em aposentadorias e pensões. No entanto, na avaliação de Lula, não conseguiu avançar de forma suficiente na redução das filas, um dos principais compromissos da atual gestão.

Durante a campanha de 2022, Lula prometeu zerar a fila do INSS, mas o volume de pedidos continuou elevado.

A nova presidente, Ana Cristina Silveira, é vista como alguém com experiência técnica para agilizar os processos. Antes de assumir o cargo, ela atuava como secretária-executiva adjunta do Ministério da Previdência Social.

Há 24 minutos Distrito Federal BRB agrava crise nos cofres do DF que se arrasta desde 2015, diz estudoHá 24 minutosEleições 2026Quaest em Minas Gerais: Cleitinho lidera todos os cenários em 1º e 2º turno

Há 2 horas Eleições 2026 em Minas Gerais 52% aprovam e 41% desaprovam governo de Zema Há 2 horasPelo Senado, Marília Campos, Aécio e Carlos Viana lideram em MGHá 2 horasQuaest em PE: João Campos tem 42% no 1º turno; Raquel Lyra, 34%

Há 4 horas Eleições 2026 em Pernambuco No 2º turno, ex-prefeito tem 46%, contra 38% da governadoraHá 4 horasSenado: Marília, 18%; Humberto Costa, 12%; Miguel Coelho, 10%; Mendonça, 8%Há 4 horasPaíses produtores de petróleoEmirados Árabes anunciam saída da Opep, em grande golpe para o grupo

Há 2 horas Economia Banco Mundial prevê alta de 24% nos preços de energia em 2026Há 2 horasDólar opera a R$ 4,99 com negociações entre EUA e Irã no radarHá 2 horasAtaque israelense A gente dorme e acorda com medo, diz parente de brasileiros mortos no Líbano

Há 3 horas Mundo Trump está insatisfeito com proposta do Irã para encerrar a guerraHá 3 horasVocê bate um bolón?¿Hablas español ou fala o ‘portunhol’ de Mano Menezes? Descubra no QUIZ

Agora Educação Tentativa de reduzir filaINSS restringe pedidos de aposentadoria e pensão; entenda a nova regra

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Abono salarial: após mudanças, 4,5 milhões de trabalhadores deixarão de receber o benefício até 2030

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 03:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

O Ministério do Trabalhou estima que 4,56 milhões de trabalhadores deixarão de receber o abono salarial em cinco anos, entre 2026 e 2030, por conta da mudança nas regras para a concessão do benefício.

A informação consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso Nacional neste mês pela equipe econômica.

Pelas regras que vigoraram até 2025, o abono foi pago anualmente, no valor de até um salário mínimo, a trabalhadores que:

receberam até dois salários mínimos no ano-base do abono;trabalharam com carteira assinada por ao menos 30 dias no ano-base.

▶️Com as mudanças propostas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim de 2024, e aprovadas pelo Congresso Nacional, essa regra começou a mudar a partir deste ano.

A partir de 2026, o valor da renda máxima para ter acesso ao abono salarial será corrigido pela inflação. Por outro lado, o salário mínimo terá ganho real (acima da inflação, seguindo as regras do arcabouço fiscal).A regra de transição vai chegar a um ponto em que, para ter acesso ao abono salarial, o trabalhador só poderá ganhar um salário mínimo e meio. Ou seja, o acesso ficará mais restrito.

"Sobre as novas regras que começam a vigorar em 2026, o governo busca garantir a sustentabilidade do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e a responsabilidade fiscal a longo prazo. A transição gradual permite que o mercado de trabalho e os trabalhadores se adaptem à nova realidade, focando o benefício na parcela da população com menor renda e assegurando que o abono salarial cumpra seu papel social de forma eficiente e equilibrada", diz o Ministério do Trabalho.

▶️Pelo fato de o abono salarial ser corrigido apenas pela inflação em 2026, terá direito ao benefício o trabalhador que recebeu, em 2024, 1,96 salário mínimo, e não mais, dois salários mínimos. Com isso, 559 mil trabalhadores deixarão de ter acesso ao benefício neste ano.

▶️Em 2027, com a correção apenas pela inflação do abono salarial, terá direito ao benefício o trabalhador que receber até 1,89 salário mínimo. Deste modo, o número de trabalhadores que perderá o benefício subirá para 1,58 milhão.

"Para o exercício de 2027, estima-se que receberão o abono salarial trabalhadores com rendimento médio de até 1,89 salário mínimo, com reduz em 1.585.923 o número de trabalhadores que seriam beneficiados no caso de pagamento para os trabalhadores com remuneração média de até dois salários mínimos, com economia de gastos estimada em R$ 2,2 bilhões", diz o Ministério do Trabalho.

Em 2028, com a correção apenas pela inflação do abono salarial, terá direito ao benefício o trabalhador que receber até 1,83 salário mínimo. Com isso, o número de trabalhadores que perderá o benefício subirá para 2,58 milhões.Em 2029, com a correção apenas pela inflação do abono salarial, terá direito ao benefício o trabalhador que receber até 1,79 salário mínimo. Deste modo, 3,51 milhões de trabalhadores deixarão de receber o benefício em 2029.Em 2030, com a correção apenas pela inflação do abono salarial, terá direito ao benefício o trabalhador que receber até 1,77 salário mínimo. Com isso, o número de trabalhadores que perderá o benefício subirá para 4,56 milhões.

Apesar da economia prevista nos próximos anos com a retirada de trabalhadores que teriam direito ao benefício, pela regra anterior, o governo estimou que os valores pagos continuarão crescendo por conta do aumento no número de pessoas com carteira assinada.

A expectativa é de que o número de trabalhadores celetistas avance de 59,86 milhões em 2026 para 67 milhões de trabalhadores em 2030. Com isso, o gasto anual com o abono salarial saltará, segundo as projeções do Ministério do Trabalho, de R$ 34,36 bilhões em 2026 para R$ 39,27 bilhões em 2030.

Por conta do alto volume de gastos, o abono salarial é frequentemente citado por analistas como um benefício que deve ser aprimorado, ou até mesmo encerrado, pelo fato de não estar focado necessariamente na população mais pobre.

não combate o desemprego, pois quem recebe o abono está empregado;não combate a miséria, porque quem recebe o abono não está entre os 20% mais pobres do país.

"Ele [abono salarial] ajuda a reduzir a informalidade? Não, porque quem recebe o benefício já está no mercado formal", concluiu Giambiagi, em artigo.

Estudo promovido pela equipe econômica de Paulo Guedes, que comandava a Economia na gestão Jair Bolsonaro, também apontou que, do ponto de vista distributivo, a maioria do benefício tende a se concentrar nas camadas de renda média da população.

"Consequentemente, o abono tem pouco efeito sobre o nível geral de desigualdade e pobreza da economia, embora contribua para uma redução da desigualdade dentro do grupo de trabalhadores formais", diz o estudo.

A equipe de Paulo Guedes chegou a cogitar mudanças no abono salarial para destinar mais recursos ao Renda Brasil, programa de transferência de renda, mas a iniciativa foi abortada por Bolsonaro.

Há 3 minutos Agronegócios Abatimento de dívidasO que se sabe sobre o pacote do governo para reduzir o endividamento

Há 2 horas Economia Governo liberará FGTS para brasileiros endividados, diz ministro da FazendaHá 2 horasGuerra no Oriente MédioBrasileiros morrem em ataques israelenses no Líbano, diz Itamaraty

Há 7 horas Política Confrontos entre Israel e Hezbollah aumentam no LíbanoHá 7 horasTrump está insatisfeito com proposta do Irã para fim da guerra, diz agência

Há 5 horas Mundo Atirador é acusado de tentar matar Trump e pode pegar perpétuaHá 5 horasEUA são ‘humilhados’ pelo Irã, diz chanceler da Alemanha

Há 38 minutos Mundo Ataque a escola em Minab deixou 155 mortos, diz Irã após revisãoHá 38 minutosMobilizou forças militaresTaiwan entra em alerta após avistar navios de guerra chineses perto de ilhas

Há 4 horas Mundo Transformação históricaSérie especial mostra o crescimento de Xangai, a maior cidade da China

Há 3 horas Jornal Nacional Sucessão norte-americanaSe o presidente dos EUA não puder governar, quem assume? Veja regras

Há 2 horas Mundo Iván MordiscoQuem é o ‘sucessor de Escobar’, que está por trás de ataques na Colômbia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS inicia pagamento de benefícios de abril; veja calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 01:15

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,58%Dólar TurismoR$ 5,1980,51%Euro ComercialR$ 5,8460,42%Euro TurismoR$ 6,0900,37%B3Ibovespa191.378 pts-0,78%Oferecido por

Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS começam a receber os pagamentos referentes ao mês de abril a partir desta sexta-feira (24).

O calendário segue o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número após o traço).

Os depósitos começam para quem recebe até um salário mínimo. Em seguida, passam a ser feitos os pagamentos para quem ganha acima do piso nacional.

Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os pagamentos referentes ao mês de abril a partir desta sexta-feira (24).

O calendário segue o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número após o traço).

Os depósitos começam para quem recebe até um salário mínimo. Em seguida, passam a ser feitos os pagamentos para quem ganha acima do piso nacional.

Final 1: 24/4Final 2: 27/4Final 3: 28/4Final 4: 29/4Final 5: 30/4Final 6: 2/5Final 7: 5/5Final 8: 6/5Final 9: 7/5Final 0: 8/5

O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Para os que recebem acima desse valor, o calendário inicia com os cartões de final 1 e 6. No dia seguinte, são pagos os finais 2 e 7, e assim por diante.

Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar o valor a receber do seu benefício pelo aplicativo "Meu INSS" ou no site meu.inss.gov.br.

Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Há 7 horas São Paulo Por que decisão do STJ não evitou prisão preventiva de funkeiros?Há 7 horasEsposa de MC Ryan chora após saber que marido vai seguir presoHá 7 horasAlvarás para soltura de influencers chegaram a ser expedidosHá 7 horasEfeitos da guerraGoverno tenta usar receita do petróleo para conter alta dos combustíveis

Há 8 horas Economia Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhõesHá 8 horasPetrobras abre mão de preferência em novo acordo com Braskem; entendaHá 8 horasRio de JaneiroTSE reconhece renúncia do ex-governador Cláudio Castro; STF deve decidir mandato tampão

Há 1 hora Política Inquérito das Fake NewsGilmar Mendes diz que errou ao citar homossexualidade em críticas a Zema

Há 1 hora Político Ministro defende que inquérito das fake news seja mantido até as eleiçõesHá 1 hora⚽⚽⚽Palmeiras derrota a Jacuipense por 3 a 0 e encaminha vaga na Copa do Brasil

Há 1 hora copa do brasil Previsão do tempo ⛈️❄️Chuva forte atinge parte do país hoje; frio chega no fim de semana

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fraude no INSS: um ano após operação revelar desvios, ressarcimento a segurados chega a quase R$ 3 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 04:44

Política Fraude no INSS: um ano após operação revelar desvios, ressarcimento a segurados chega a quase R$ 3 bilhões Operação investiga desvio de bilhões de reais de aposentadorias e pensões. Prazo para contestar descontos vai até 20 de junho. Por Thiago Resende, Marcela Cunha, TV Globo e g1 — Brasília

A Operação Sem Desconto, que revelou desvios em aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), completa um ano nesta quinta-feira (23). 

Até 27 de março, o órgão devolveu R$ 2,95 bilhões a 4,34 milhões de pessoas que identificaram como irregular o desconto em seu benefício.

➡️De acordo com as investigações, os suspeitos cobravam mensalidades irregulares, descontadas dos benefícios de aposentados e pensionistas, sem a autorização deles.

Em maio de 2025, 9,5 milhões de aposentados e pensionistas receberam uma notificação do INSS sobre descontos associativos.

A partir desse alerta, o órgão abriu um prazo — prorrogado duas vezes, por 90 dias cada uma — para que o segurado respondesse se o desconto havia sido autorizado, se gostaria de contestá-lo e solicitar o ressarcimento ou se o desconto foi legítimo.

🗓️Os aposentados e pensionistas tem até 20 de junho para contestar os descontos indevidos (veja abaixo como contestar).

Em janeiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que proíbe descontos por associações em benefícios pagos pelo INSS.

A lei sancionada, que foi aprovada no fim do ano passado pelo Congresso Nacional, também determinava uma "busca ativa a beneficiários lesados em decorrência de descontos indevidos e prevê o seu ressarcimento", mas esse trecho foi vetado pelo presidente.

INSS cria regras para devolver descontos indevidos a herdeiros de aposentados e pensionistas que já morreram — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Em que pese a boa intenção do legislador, o dispositivo contraria o interesse público, pois atribui ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS competências que não lhe são próprias, de modo a expor a autarquia a riscos jurídicos e operacionais, além de custos extraordinários, sem a apresentação da devida estimativa de impacto orçamentário e financeiro", informou o governo, ao explicar as razões do veto.

Pelo texto sancionado, quando for constatado um desconto indevido, a entidade associativa, instituição financeira ou empresa responsável deverá devolver integralmente o valor ao beneficiário em até 30 dias, contados da notificação da irregularidade ou de decisão administrativa definitiva.

O caso foi revelado em 23 de abril, após a primeira fase da operação da Polícia Federal. De acordo com as investigações, os suspeitos cobravam mensalidades irregulares, descontadas dos benefícios de aposentados e pensionistas, sem a autorização deles.

💰O esquema consistia em retirar valores de beneficiários do INSS mensalmente, como se eles tivessem se tornado membros de associações de aposentados, quando, na verdade, não haviam se associado nem autorizado os descontos.

Segundo o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) Vinícius de Carvalho informou à época, as associações envolvidas no esquema diziam prestar serviços como assistência jurídica para aposentados e ofereciam descontos em mensalidades de academias e planos de saúde, por exemplo, mas não tinham estrutura.

Ao todo, 11 entidades foram alvos de medidas judiciais. Os contratos de aposentados e pensionistas com essas entidades foram suspensos, segundo o ministro da CGU.

O caso derrubou autoridades do governo, como o ministro da Previdência e o presidente do INSS. Além disso, foi aberta uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS para apurar o caso.

⏱️O prazo da CPMI acabou no fim de março e o relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”.

ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto;ex-procurador do órgão Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho;Antônio Carlos Antunes Camilo, o "Careca do INSS", figura central no esquema de desvios;empresário Maurício Camisotti;André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e relacionamento com o cidadão do INSS;Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;Thaisa Hoffmann, empresária e esposa de Virgílio;Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), e irmão do presidente da entidade, Carlos Lopes;Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário também ligado à Conafer;Samuel Chrisostomo do Bonfim Júnior, também ligado à Conafer;ex-presidente de associações de aposentados e pensionistas no Ceará Cecília Rodrigues Mota;empresário Natjo de Lima Pinheiro;entre outros.

Contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;Receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;Sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;Têm processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.

Há 4 horas Política SADI: PF retira credencial de agente americano em retaliação à ação contra delegado brasileiroHá 4 horasVotação simbólicaCCJ da Câmara dá aval à proposta que acaba com a escala 6×1

Há 12 horas Política 🎧 PodcastO ASSUNTO: o desgaste dos recuos de Trump e da falta de acordo com Irã

Há 1 hora O Assunto Guerra no Oriente MédioComo estão os estoques de mísseis dos EUA e Irã após semanas de conflito

Há 7 minutos Mundo Irã ainda conseguiria fabricar bomba atômica com seu estoque de urânio enriquecido?Há 7 minutosRio de JaneiroPreso suspeito de feminicídio de miss se suicida na cela, diz polícia

Há 4 horas Rio de Janeiro Entenda os indícios que ligaram namorado à morte de missHá 4 horasSonho interrompidoMiss que caiu de prédio se mudou para o RJ para trabalhar como modelo

Há 5 horas Bahia Suspeito de matar baiana tem mais de 20 anotações criminais e 1 condenaçãoHá 5 horasZona LestePai e filha, de 57 e 26 anos, são encontrados mortos dentro de casa em SP

Há 54 minutos São Paulo Loterias 🍀Mega-Sena pode pagar R$ 70 milhões hoje; g1 transmite ao vivo

Há 4 horas Mega-Sena Previsão do tempo ☀️❄️Calor e chuva dominam o país hoje; frente fria chega no fim de semana

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS: auxílio por incapacidade temporária para afastamento por até 90 dias não precisa de perícia presencial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/04/2026 20:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%MoedasDólar ComercialR$ 4,9740,000%Dólar TurismoR$ 5,1720,07%Euro ComercialR$ 5,822-0,68%Euro TurismoR$ 6,068-0,58%B3Ibovespa192.889 pts-1,65%Oferecido por

O governo federal ampliou de 60 para até 90 dias o prazo máximo para que o auxílio por incapacidade temporária – o antigo auxílio doença – seja concedido sem a necessidade de comparecimento a uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fachada do edifício-sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Brasília (DF) — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Segundo o Ministério da Previdência Social e o INSS, os atestados médicos que recomendam o afastamento por até 90 dias agora podem ser aprovados exclusivamente via análise documental, ou seja, sem perícia médica presencial.

🔎A mudança vale para pedidos feitos pela nova versão do Atestmed, sistema que permite a concessão do benefício com base apenas em documentos médicos, como atestados e exames.

Os pedidos de auxílio por incapacidade temporária representam quase metade da fila do INSS. Eles representam 1,3 milhão dos requerimentos. Ao todo, a fila de solicitações de benefícios aguardando decisão em março chegou a 2,8 milhões.

Com a mudança, o benefício poderá ser concedido ou negado com base apenas nos documentos médicos enviados pelo segurado, sem necessidade imediata de perícia presencial.

Basta acessar o portal ou aplicativo Meu INSS, anexar os atestados e exames complementares e aguardar a análise remota pelos médicos peritos.

O governo lembra que não é preciso agendar nem ir até uma unidade física. Os peritos darão a resposta pelo aplicativo Meu INSS.

nome completo do pacientedata de emissãoCID (Classificação Internacional de Doenças) ou diagnóstico por extensoassinatura e carimbo do médico com CRM, além do prazo estimado de repouso.

Há 6 horas Blog da Andréia Sadi ‘Delegado voltou por determinação minha’, diz diretor da PFHá 6 horasAção de delegado nos EUA seguiu acordo de cooperação, diz AndreiHá 6 horasPrisão e liberação de Ramagem, delegado da PF expulso: veja cronologia

Há 6 horas Política Votação simbólicaCCJ da Câmara dá aval à proposta que acaba com a escala 6×1

Há 4 horas Política Rio de JaneiroPreso suspeito de feminicídio de miss se suicida na cela, diz polícia

Há 3 horas Rio de Janeiro Suspeito tem mais de 20 anotações criminais e 1 condenaçãoHá 3 horasOrganização de concurso lamenta morte: ‘Não será esquecida’Há 3 horasTestemunhas alertaram modelo a deixar prédio horas antes de queda

Há 2 horas Rio de Janeiro Modelo disse a amiga que se sentia em ‘gaiola de ouro’Há 2 horasBaiana gostava de mostrar viagens e rotina fitness nas redesHá 2 horasFamília fala em mais de 20 tirosPM do RJ prende policiais envolvidos na morte de empresário em abordagem

Há 12 horas Rio de Janeiro ’23 tiros não é ordem de parada’, diz irmã da vítimaHá 12 horasEsposa diz que a família iria deixar o RJ por causa da violênciaHá 12 horasOperação via BRBDF fala em vender dívida ativa de R$ 52 bilhões para reforçar o caixa

Há 13 minutos Distrito Federal Preso, ex-presidente do BRB troca de advogados no caso MasterHá 13 minutosToffoli se declara suspeito para julgar prisão de ex-BRBHá 13 minutos1 morto e 3 feridosAvião com R$ 15 milhões cai no Paraguai; parte do valor é roubada

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Escala 6×1: governo admite mudança gradual, mas descarta benefício a empresários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 16:09

Trabalho e Carreira Escala 6×1: governo admite mudança gradual, mas descarta benefício a empresários Governo admite transição para fim da escala 6×1, mas descarta desoneração e adia votação de projeto sobre aplicativos em meio à falta de consenso no Congresso. Por Lisandra Paraguassu — Brasília

O governo admite a possibilidade de incluir no projeto que termina com a escala de trabalho 6×1 uma transição, mas não há espaço para uma nova desoneração para compensar os empresários, disse na última quarta-feira (15) o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. 

Em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, Guimarães afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar a redução da escala de trabalho em maio, quando se comemora o mês dos trabalhadores. 

"Nunca se votou matérias polêmicas sem que os dois lados não cedessem. Estamos abertos a discutir. Transição é possível, mas desoneração acho que não tem mais espaço", disse o ministro, que tomou posse no cargo nesta semana.

Essas são duas alternativas discutidas no Congresso para tentar conter a resistência dos empresários à medida, que reduz em um dia a escala de trabalho e passa de 44 horas para 40 horas semanais. 

Na quarta-feira (15), o governo protocolou o texto de um projeto de lei com regime de urgência, depois de uma conversa entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta defende a tramitação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o mesmo tema, mas o governo considera que a tramitação da PEC é mais lenta. 

Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Guimarães disse ainda que o projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos de entregas e transporte deverá ser votado pelo Congresso apenas depois das eleições, já que não houve acordo. 

Essa é uma das apostas do governo para atrair um grupo de trabalhadores que Lula tem tido dificuldade de atingir, mas a proposta que tramita no Congresso, depois das modificações, perdeu o apoio do governo. 

"Não votamos porque não tem acordo sobre nada. Plataformas não concordam, os trabalhadores também não, e a oposição está esperando um vacilo para dizer que o governo vai prejudicar os trabalhadores", disse. "Minha posição e do governo é de deixar para depois da eleição."

O ministro afirmou ainda na entrevista que as medidas em estudo pelo governo para combater o endividamento das famílias também devem ser apresentadas por Lula nos próximos dias e devem incluir algo em relação às apostas online conhecidas como "bets".

Ele pontuou, no entanto, que não há ainda um consenso dentro do governo. Recentemente, em entrevista, Lula afirmou que, por ele, as "bets" seriam novamente proibidas no país. 

"Eu sei a posição do presidente, mas precisamos levar em conta a correlação de forças no Congresso", disse Guimarães. "O que sinto é que o Congresso topa regulamentar."

A atuação das "bets" já foi regulamentada, mas o governo estudaria agora um texto mais duro, já que a situação atual tem impactado o endividamento da população. A proibição, no entanto, dificilmente passaria.

Fim da escala 6×1: por que empresários resistem à redução da jornada de trabalho? — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Há 39 minutos Economia Preço do petróleo cai 11% em menor valor em mais de 1 mêsHá 39 minutosDólar cai e chega a bater os R$ 4,95; Ibovespa recuaHá 39 minutosEUA proibiram Israel de voltar a bombardear o Líbano, diz Trump

Há 5 horas Mundo Libaneses voltam para casa e festejam trégua na guerra; VÍDEOHá 5 horasO ASSUNTO: a tragédia humanitária no Líbano e o cessar-fogoHá 5 horasReestruturaçãoGovernador em exercício do RJ exonera 459 e prevê economizar R$ 10 milhões por mês

Há 51 minutos Rio de Janeiro Eleição contestadaDouglas Ruas é eleito presidente da Alerj em votação sem concorrentes

Há 4 horas Rio de Janeiro Veja como votou cada deputado na eleiçãoHá 4 horasMenino morto em 2021Caso Henry Borel: Gilmar manda Monique Medeiros voltar para a prisão

Há 2 horas Política Pendências com o Leão Imposto de Renda: como declarar renda de MEI, autônomos e informais

Há 5 horas Imposto de Renda Mega-Sena acumula novamente, e prêmio vai a R$ 60 milhõesHá 5 horasPesquisaQuaest: 29% dizem apostar em bets; 71% afirmam que não jogam

Há 3 horas Economia Mulher perde casas e faz dívida de R$ 50 mil por vício em jogosHá 3 horasPreso no caso MasterFoto mostra ex-presidente do BRB em registro na Papuda

Há 4 horas Política Esquema com imóveis tinha empresas-fantasma e cunhado ‘laranja’Há 4 horasLutoRepórter da Band Minas, Alice Ribeiro deixa filho bebê de menos de 1 ano

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FMI retoma relações com Venezuela após seis anos de suspensão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 08:20

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quinta-feira (16) a retomada das relações com a Venezuela, suspensas há mais de seis anos por impasses sobre o reconhecimento do governo.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que o fundo voltou a lidar com o país sob a administração da presidente interina Delcy Rodríguez. O FMI já havia indicado em março que retomaria o diálogo, começando pela coleta de dados econômicos básicos.

Os investidores apostaram alto nos títulos da Venezuela na esperança de que a mudança de governo possa viabilizar uma reestruturação da dívida — algo que normalmente é sustentado por um novo programa de empréstimos do FMI — e os dados que a acompanham sobre qual nível de endividamento é sustentável para um país.

A retomada das relações ocorre após a queda do governo de Nicolás Maduro, em janeiro, em uma operação apoiada pelos Estados Unidos. Desde então, o governo do presidente Donald Trump tem trabalhado com Rodríguez e busca ampliar a presença americana nos setores de petróleo e mineração da Venezuela.

Há 16 minutos Política Ex-presidente do BRB quis acelerar compra do Master mesmo sob alertasHá 16 minutosAntes de deixar cargo, procurador fez duras ressalvas a empréstimo; leiaHá 16 minutosDoença degenerativa ‘Estou no limite da dignidade’: brasileira vai à Suíça para suicídio assistido

Há 11 minutos Saúde Célia Maria Cassiano publicou vídeo de despedidaHá 11 minutosSuspeita de ligação com o tráfico120 armas e 55 carros: o que a PF apreendeu em operação contra MCs

Há 2 horas São Paulo Armazenamento na nuvemComo policiais recuperam conversas e arquivos do celular de investigados

Há 28 minutos Tecnologia Tramitação no CongressoEntenda o projeto que pode mudar de novo placas de carros no Brasil

Há 1 hora Carros Previsão do tempo 🌧️☀️Feriado de Tiradentes terá chuva no Norte e Nordeste e calor no Sudeste

Há 2 horas Meio Ambiente Veja as regras para quem trabalha no Dia de TiradentesHá 2 horasLibertadores ⚽Flamengo goleia o Independiente Medellín e segue 100% na Libertadores

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

13º para aposentados e pensionistas do INSS: veja como consultar valores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 01:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do INSS já podem consultar a prévia dos valores do 13º salário pelo aplicativo ou site Meu INSS.

a primeira parcela será paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio;a segunda ocorrerá de 25 de maio a 8 de junho.

O pagamento segue o calendário oficial do INSS e será realizado conforme o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador.

Beneficiários de aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, auxílio-acidente e salário-maternidade.

Beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e da Renda Mensal Vitalícia, que por lei não têm direito ao 13º.

Há 5 horas Mundo Lei de Diretrizes OrçamentáriasGoverno propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027; aumento é de 5,92%

Há 2 horas Jornal Nacional Brasil capta 5 bilhões de euros com oferta de títulos no mercado europeuHá 2 horasEconomiaDólar cai pelo 6º dia seguido e segue abaixo de R$ 5

Há 8 horas Economia Casa própriaMinha Casa, Minha Vida: como as novas mudanças favorecem classe média

Há 39 minutos Economia Bolsa Família 2026: pagamentos de abril começam hoje; veja se vai receberHá 39 minutos13º para aposentados e pensionistas do INSS: veja como consultar valoresHá 39 minutosPrevisão do tempo 🌧️Frente fria chega ao Sul com temporais; chuva forte atinge Norte e Nordeste

Há 33 minutos Meio Ambiente SupremoGilmar pede que PGR investigue relator de CPI por possível abuso de autoridade

Há 6 horas Política Redução da jornada de trabalhoEscala 6×1: o que muda entre a proposta do governo e o texto que avança no Congresso

Há 10 horas Política Após pedido de vista, proposta deve voltar à CCJ em 15 diasHá 10 horasOs argumentos contra e a favor do fim da escala 6x1Há 10 horasSão PauloProtesto pelo fim da escala 6×1 fecha a Avenida Paulista

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Falhas sistêmicas no INSS causaram prejuízo de R$ 233 milhões e travam análise de 1,7 milhão de processos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Política Falhas sistêmicas no INSS causaram prejuízo de R$ 233 milhões e travam análise de 1,7 milhão de processos Nota técnica aponta que instabilidades nos sistemas da Dataprev reduziram a capacidade produtiva da autarquia em quase 16%; problema afeta diretamente o andamento das filas de espera. Por Túlio Amâncio, GloboNews — Brasília

Análise técnica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelou um cenário crítico na operação das Centrais de Análise de Benefícios (Ceabs) do órgão — área responsável por analisar e decidir sobre pedidos de benefícios, ou seja, com foco em reduzir as filas do INSS.

De acordo com uma nota técnica conjunta à qual a GloboNews teve acesso, que abrange o período de dezembro de 2024 a fevereiro de 2026, as constantes indisponibilidades e instabilidades nos sistemas mantidos pela Dataprev causaram um impacto financeiro estimado em R$ 233,2 milhões.

➡️Esse valor bilionário representa o custo da remuneração de servidores que, embora estivessem à disposição da administração, ficaram impedidos de trabalhar devido a falhas tecnológicas.

O documento foi publicado originalmente em 17 de março e, segundo pessoas ligadas ao instituto, as falhas apontadas afetam diretamente a velocidade de redução da chamada fila do INSS.

Esse entrave com a Dataprev teria sido um dos fatores que pesaram na demissão do ex-presidente do órgão, Gilberto Waller. Ele deixou a função nessa segunda-feira (13), e foi substituído pela servidora de carreira Ana Cristina Silveira.

O relatório evidencia que o problema tecnológico é um dos principais vilões no andamento das filas do INSS. Durante os 15 meses analisados, aproximadamente 1,75 milhão de processos deixaram de ser analisados em decorrência direta das falhas sistêmicas.

A paralisação das ferramentas de trabalho comprometeu cerca de 15,72% da capacidade produtiva potencial do instituto no período.

Esse represamento contribui significativamente para o estoque de pedidos pendentes, que ao final de fevereiro de 2026, alcançou a marca de 3,1 milhões de requerimentos aguardando análise.

Em nota, a Dataprev informa que "não teve acesso à nota técnica interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), datada em 17 de março, e desconhece a metodologia e critérios utilizados para estimar um suposto prejuízo financeiro ao erário em razão de "incidentes sistêmicos'" (veja na íntegra mais abaixo).

INSS faz mutirão para tentar diminuir a fila de quem espera por perícia ou BPC — Foto: Reprodução

Os dados mostram que as instabilidades não foram uniformes, apresentando picos de extrema gravidade em que o sistema praticamente parou. Os meses mais afetados foram:

Fevereiro de 2026: 39,8% de impacto sobre a produção.Julho de 2025: 38,9% de impacto.Novembro de 2025: 28,6% de impacto.

Nesses períodos, a capacidade de resposta do INSS às demandas da sociedade foi drasticamente reduzida, afetando o tempo de espera dos cidadãos por benefícios previdenciários e assistenciais.

Diante do diagnóstico, o INSS avalia o fortalecimento de medidas de gestão contratual para responsabilizar a Dataprev pelas perdas.

A nota técnica sugere o encaminhamento dos autos à Procuradoria Federal Especializada para apurar fundamentos jurídicos que permitam a cobrança de prejuízos causados pelas instabilidades.

Para a administração do Instituto, a regularidade dos sistemas é "condição crítica" para o cumprimento de suas atribuições e para garantir o acesso tempestivo dos brasileiros aos seus direitos.

Além da dimensão operacional e financeira, as falhas impactam a própria imagem institucional e a resolutividade do serviço prestado ao cidadão.

"A Dataprev é uma empresa pública de tecnologia, parceira estratégica do Governo Federal na manutenção e ampliação de iniciativas de digitalização, automação de processos e transformação digital dos serviços públicos. Sobre os sistemas previdenciários mantidos pela empresa, a Dataprev esclarece que:

1. A empresa não teve acesso à nota técnica interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), datada em 17 de março, e desconhece a metodologia e critérios utilizados para estimar um suposto prejuízo financeiro ao erário em razão de “incidentes sistêmicos”, conforme mencionado pela reportagem;

2. Nos contratos firmados com o INSS, a Dataprev opera com Acordos de Nível de Serviço (ANS), baseados em métricas amplamente utilizadas no mercado de TI, que estabelecem metas de disponibilidade das aplicações de 98%;

3. O INSS possui dezenas de serviços, sendo assim, não é adequado somar os tempos dos incidentes, uma vez que se tratam de ocorrências pontuais, em serviços específicos, e de curta duração média. Entre 2024 e 2025, a empresa registrou disponibilidade superior a 96% nas medições realizadas nos serviços prestados. Em 2026, até meados do mês de março, não foram identificadas quebras de ANS. No período, o valor mínimo de disponibilidade apurado nos serviços foi de 98,50%;

4. Os contratos também preveem a aplicação de penalidades, quando há descumprimento de cláusulas contratuais;

5. A Dataprev ressalta que, para um diagnóstico completo de eventuais instabilidades, é necessário considerar também fatores externos, como infraestruturas locais e condições de conectividade das redes de acesso, sobre as quais a empresa não possui controle nem visibilidade;

6. Há 51 anos, a Dataprev processa em dia os pagamentos dos benefícios previdenciários para mais de 42 milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, sem atrasos.

Há 1 hora Política Em dez anos, Vorcaro movimentou R$ 18,1 bilhões em contas própriasHá 1 horaCaso Marco BuzziNunes Marques manda investigar ministro do STJ acusado de assédio sexual

Há 38 minutos Política Guerra no Oriente MédioPetroleiro chinês atravessa Estreito de Ormuz, mas faz meia-volta; SIGA

Há 2 minutos Mundo Como bloqueio naval pode afetar preços de combustíveis no Brasil?Há 2 minutosGuerra atinge indústrias brasileiras que usam derivados de petróleoHá 2 minutos’Não tenho medo’Como papa abandonou indiretas e endureceu discurso contra Trump

Há 1 hora Mundo Líbano e Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogoHá 1 horaDetido nos EUAEsposa vigiada, passaporte cancelado: os bastidores da prisão de Ramagem

Há 6 horas Política Jornais do exterior destacam ‘caçada’ e contexto político da prisãoHá 6 horasCâmbioDólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: É a hora de comprar?

Há 21 minutos Economia Ibovespa renova máxima e passa de 199 mil pontosHá 21 minutosCrime no ParáMPF investiga estudantes de direito que atacaram sem-teto em Belém

Há 6 minutos Pará CabedeloPrefeito eleito há 2 dias é afastado em operação da PF no interior de PB

0

PREVIOUS POSTSPage 3 of 6NEXT POSTS