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Bilhões de refeições ao redor do mundo estão em risco por causa da guerra no Irã, diz presidente de empresa de fertilizantes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 06:02

Agro Bilhões de refeições ao redor do mundo estão em risco por causa da guerra no Irã, diz presidente de empresa de fertilizantes A escassez de fertilizantes devido ao conflito com o Irã pode reduzir a produção agrícola e aumentar os preços, afirma o presidente da Yara. Por BBC

A interrupção do fornecimento de fertilizantes e seus principais ingredientes devido à guerra no Irã pode custar até 10 bilhões de refeições por semana em todo o mundo e atingirá mais duramente os países mais pobres, de acordo com o chefe de um dos maiores produtores de fertilizantes do mundo.

Svein Tore Holsether, executivo-chefe da Yara, disse à BBC que as hostilidades no Golfo, que bloquearam o transporte marítimo pelo estreito de Ormuz, estão colocando em risco a produção global de alimentos.

A redução da produtividade das safras como resultado do menor uso de fertilizantes pode levar a uma disputa acirrada por alimentos, alertou ele.

Holsether pediu aos países europeus que considerem cuidadosamente o impacto de uma guerra de preços sobre os "mais vulneráveis" em outros países.

Embora seja muito improvável que o Reino Unido enfrente escassez de alimentos, espera-se que o aumento dos custos enfrentados pelos produtores de alimentos comece a aparecer nas contas de supermercado nos próximos meses.

“Até meio milhão de toneladas de fertilizante nitrogenado não estão sendo produzidas no mundo no momento devido à situação em que estamos”, disse Holsether.

"O que isso significa para a produção de alimentos? Eu estimaria até 10 bilhões de refeições que deixarão de ser produzidas a cada semana como resultado da falta de fertilizantes."

Não aplicar fertilizante nitrogenado reduziria a produtividade das safras de algumas culturas em até 50% já na primeira safra, afirmou Holsether.

“O mercado de fertilizantes é muito global, então essas partes estão se movendo pelo planeta, mas os principais destinos seriam Ásia, Sudeste Asiático, África e América Latina, onde você veria o impacto mais imediato disso.”

Partes do mundo onde já há subfertilização, como vários países da África subsaariana, poderiam ter um impacto ainda maior na produção agrícola, acrescentou ele, dizendo que “quedas significativas” são possíveis nesses locais.

As épocas de plantio variam em todo o mundo. O Reino Unido está na alta temporada de plantio, enquanto na Ásia os agricultores estão apenas começando.

As consequências da escassez de fertilizantes na Ásia não aparecerão nos preços dos alimentos até o fim do ano, quando colheitas que deveriam ter sido plantadas nesta primavera vierem menores do que deveriam, ou simplesmente não existirem, segundo analistas.

O professor Paul Teng, pesquisador sênior em segurança alimentar em Cingapura, disse que alguns países podem ter fertilizantes suficientes para a temporada imediata de plantio, “mas se a crise se prolongar por mais tempo, veremos um impacto em culturas como o arroz nos próximos meses”.

Agricultores de todo o mundo estão enfrentando uma série assustadora de desafios, disse Holsether, já que os preços que eles podem cobrar pelos alimentos que produzem ainda não foram ajustados para cobrir as contas mais altas que estão enfrentando.

“Eles enfrentam custos de energia mais altos, o diesel para trator está aumentando, outros insumos para os agricultores estão aumentando, o custo do fertilizante está aumentando, mas ainda assim os preços das safras ainda não aumentaram na mesma medida”, disse ele.

De acordo com as Nações Unidas, cerca de um terço dos fertilizantes do mundo — como ureia, potássio, amônia e fosfatos — normalmente passam pelo estreito de Ormuz.

A continuação do conflito pode resultar em uma disputa por alimentos entre nações mais ricas e mais pobres, acrescentou Holsether.

"Se há uma disputa por alimentos e uma que a Europa é robusta o suficiente para lidar, o que precisamos ter em mente na Europa é: nessa situação, de quem estamos tirando comida ao comprarmos?"

"Essa é uma situação em que as pessoas mais vulneráveis pagam o preço mais alto por isso, em nações em desenvolvimento que não podem se dar ao luxo de acompanhar."

Isso teria implicações na “acessibilidade dos alimentos, na escassez de alimentos e na fome”, disse o chefe da Yara.

No Reino Unido, a Federação de Alimentos e Bebidas previu recentemente que a inflação de alimentos poderia chegar a 10% em dezembro.

O Banco da Inglaterra disse nesta semana que acha que a inflação dos preços dos alimentos pode subir para 4,6% em setembro e ainda mais no final do ano.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU estima que as consequências combinadas do conflito no Oriente Médio poderiam levar 45 milhões de pessoas a mais à fome aguda em 2026.

Na Ásia e no Pacífico, espera-se que a insegurança alimentar aumente em 24% — o maior aumento relativo de qualquer região.

Este texto foi traduzido e revisado por nossos jornalistas utilizando o auxílio de IA, como parte de um projeto piloto.

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Tecnologia e gestão transformam agro no Noroeste Paulista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 08:50

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Tecnologia e gestão transformam agro no Noroeste Paulista Histórias de produtores mostram como inovação, parcerias e estudo transformam pequenas propriedades em negócios de grande escala. Por Nosso Campo, TV TEM

Produtores rurais da região de Jales e Jaci (SP) vêm transformando o cenário agrícola com investimentos em tecnologia e novos modelos de negócio.

De viveiros que produzem milhões de mudas a granjas integradas e usinas de borracha, o uso de maquinário moderno e a especialização técnica têm sido os motores para a expansão das propriedades.

O uso intensivo de tecnologia e a transição da agricultura familiar para modelos de gestão empresarial estão transformando o cenário rural no Noroeste Paulista.

As histórias reforçam a ideia de que, no agronegócio, paixão, dedicação e a busca constante por conhecimento e inovação são os pilares para construir um futuro promissor.

Empreendedores rurais de Jales e região apostam em tecnologia para crescer — Foto: Reprodução/TV TEM

Produtores rurais das cidades de Jales e Jaci, no interior de São Paulo, estão transformando o cenário agrícola da região com investimentos em tecnologia e novos modelos de negócio. A aposta em maquinário moderno, especialização técnica e gestão empresarial tem impulsionado a expansão de propriedades, desde viveiros de mudas até granjas e usinas de borracha.

Um dos exemplos é o do produtor Leandro da Silva, de Jales. O que começou há 22 anos em um terreno cedido pelo avô se tornou um viveiro com 14 mil metros quadrados de estufas. A grande mudança veio com a mecanização: uma máquina comprada há cinco anos preenche em uma hora a mesma quantidade de bandejas de mudas que antes levava um dia inteiro de trabalho manual.

Com o ganho de produtividade, o viveiro hoje produz mais de 8 milhões de mudas de hortaliças e legumes por mês, que são vendidas para todo o Brasil. Além disso, o produtor investe em enxertia, uma técnica que torna as plantas mais resistentes a pragas e variações do clima.

Outro caso de sucesso é o de Renato Martins, que em 2018 transformou um sítio de lazer da família em uma granja. Ele aderiu ao sistema de integração, no qual frigoríficos fornecem ração, aves e assistência veterinária. Em cinco anos, a propriedade saltou de três para 10 aviários e hoje abriga 420 mil aves.

No setor da borracha em Jaci, o agrônomo Marcos Murbach usou sua formação para virar empresário. Após atuar como técnico e consultor, ele se uniu a outros produtores e fundou, há 10 anos, uma indústria de beneficiamento de látex. Atualmente, o grupo administra mais de 500 mil pés de seringueira.

Esses casos mostram como a combinação de conhecimento técnico e visão de negócio tem gerado crescimento e contribuído para a economia da região.

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Empresas nos EUA lacram celulares de funcionários para evitar distrações; isso é possível no Brasil?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 04:54

Trabalho e Carreira Empresas nos EUA lacram celulares de funcionários para evitar distrações; isso é possível no Brasil? Reportagem do jornal Financial Times mostra como a medida busca mais segurança e foco no trabalho, mas divide opiniões. No Brasil, restrições podem existir em atividades com risco, dados sensíveis ou sigilo profissional. Por Redação g1 — São Paulo

Empresas nos EUA têm adotado uma medida incomum para reduzir distrações e proteger informações sensíveis: exigir que funcionários guardem seus celulares em bolsas lacradas durante o expediente.

A prática, que já aparece em diferentes setores, busca limitar o uso dos aparelhos no ambiente de trabalho e reforçar a segurança de dados.

Segundo reportagem do Financial Times, a empresa de verificação de identidade digital ID.me implementou o sistema há cerca de três anos para aproximadamente 290 funcionários.

Os aparelhos são colocados em pequenos sacos que permanecem com os trabalhadores, mas só podem ser abertos em estações magnéticas específicas.

Um aluno usa o celular depois de destravar a bolsa que impede o uso durante o período escolar, na escola Bayside Academy, 16 de agosto de 2024, em San Mateo, Califórnia, EUA. — Foto: Lea Suzuki/San Francisco Chronicle via AP, Arquivo

Uma reportagam do jornal "Financial Times" mostra como empresas nos Estados Unidos têm adotado uma medida incomum para reduzir distrações e proteger informações sensíveis: exigir que funcionários guardem seus celulares em bolsas lacradas durante o expediente.

A prática, que já aparece em diferentes setores, busca limitar o uso dos aparelhos no ambiente de trabalho e reforçar a segurança de dados.

Segundo o jornal, a empresa de verificação de identidade digital ID.me implementou o sistema há cerca de três anos para aproximadamente 290 funcionários.

Os aparelhos são colocados em pequenos sacos que permanecem com os trabalhadores, mas só podem ser abertos em estações magnéticas específicas.

Diferentemente de armários tradicionais, as bolsas permitem que os funcionários percebam chamadas ou notificações urgentes. O uso dos celulares segue liberado durante os intervalos.

De acordo com o jornal, as empresas que adotam a medida apontam principalmente dois motivos: evitar vazamentos — intencionais ou acidentais — de dados sensíveis e aumentar a produtividade ao reduzir distrações.

A fabricante dessas bolsas, a Yondr, afirma que seus clientes incluem tribunais, agências governamentais, creches e empresas com propriedade intelectual sensível. Segundo o CEO da empresa, muitas organizações recorrem ao sistema após tentativas frustradas de confiar apenas em regras internas de uso.

"As organizações que nos procuram geralmente já tentaram o sistema de confiança", diz Graham Dugoni, fundador e CEO da Yondr. "O que esses ambientes têm em comum é o reconhecimento de que uma política de não usar celular não é o mesmo que um ambiente livre de telefones", conta.

A discussão também ganhou força em ambientes corporativos. O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, já criticou o uso constante de celulares em reuniões, classificando o hábito como desrespeitoso e prejudicial à produtividade.

"As pessoas estão em reuniões e recebem notificações, mensagens de texto pessoais e emails o tempo todo. Isso tem que parar. É desrespeitoso. É perda de tempo", afirmou.

Apesar da resistência inicial, alguns trabalhadores relatam efeitos positivos. A funcionária Kamilah Muiruri, da ID.me, diz que a política melhorou sua relação com o celular e contribuiu para mais interação entre colegas.

"Não preciso de tantas pausas para olhar meu celular." Para ela, há outro benefício. "Isso nos faz conectar com os outros. Eu não conhecia as pessoas do escritório porque estava focada nos amigos que tenho fora do trabalho. Agora, somos unidos como equipe e adoramos sair juntos".

Ainda assim, a implementação não foi simples. A própria empresa relata que, nos primeiros meses, houve queixas e descumprimento frequente da regra, com parte dos funcionários interpretando a medida como falta de confiança da gestão.

Kyle Scofield, vice-presidente sênior de suporte ao membro na ID.me, diz que quando a empresa adotou as bolsas, houve resistência de funcionários. "Durou mais do que eu esperava. Nos primeiros seis meses, as violações eram muito frequentes." Hoje, ele diz, "não saberia dizer a última vez que tivemos algo assim."

A adoção das bolsas no ambiente corporativo segue uma tendência que já vem sendo testada em escolas. Em diferentes países, autoridades têm defendido a restrição do uso de smartphones em sala de aula como forma de reduzir a dependência digital e melhorar a concentração dos alunos.

Nesse cenário, as bolsas lacradas surgem como uma alternativa prática — modelo que agora começa a ser replicado por empresas em busca de mais foco e menos distrações no trabalho.

Ainda segundo o jornal, especialistas destacam que os impactos da restrição ao uso de celulares não são consenso. Estudos indicam que a proibição pode aumentar a produtividade em tarefas simples e repetitivas, mas não necessariamente em atividades que exigem criatividade e autonomia.

“É muito difícil para os pesquisadores determinar os efeitos de uma proibição em comparação com uma situação sem a restrição no mesmo contexto organizacional”, afirma Adrian Chadi, professor associado de economia da Universidade de Southampton.

Segundo ele, o resultado varia conforme o tipo de trabalho. Enquanto funções mais operacionais podem se beneficiar da redução de distrações, atividades que dependem de pensamento criativo podem ter efeito oposto.

Chadi também aponta que a medida pode ser mal recebida pelos funcionários, especialmente quando o uso do celular traz benefícios no dia a dia. “Também é possível que os trabalhadores percebam a proibição de forma negativa se o uso do aparelho oferecer vantagens claras no trabalho”, diz.

Há ainda evidências de que permitir o uso dos celulares pode ajudar os funcionários a lidar com questões pessoais ao longo do expediente, o que pode ter impacto positivo no desempenho geral.

Eoin Whelan, professor de análise de negócios e sociedade da Universidade de Galway, conduziu um estudo em uma empresa que voltou atrás na proibição. Segundo ele, a liberação dos aparelhos não prejudicou a produtividade e ajudou os trabalhadores a equilibrar demandas pessoais.

"Depende do funcionário, mas no mundo de hoje, a maioria espera que haja uma fronteira entre trabalho e vida pessoal, especialmente aqueles responsáveis por cuidar da família fora do emprego", afirma.

No Brasil, empresas podem proibir ou restringir o uso de celulares pessoais durante o expediente, mas a medida precisa seguir alguns limites. Não há regra específica na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sobre o tema, mas o empregador tem o chamado poder diretivo — ou seja, pode organizar, controlar e fiscalizar as atividades dos funcionários.

Na prática, a restrição pode ser prevista em contrato de trabalho ou em regulamentos internos, especialmente em atividades que envolvam riscos à integridade física, proteção de dados ou sigilo profissional.

“O uso do celular pode ser limitado, desde que não haja invasão da privacidade, da intimidade e da dignidade do trabalhador”, afirma o juiz do trabalho Luiz Antonio Colussi, titular da 9ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, em entrevista à Rádio TST.

Segundo o magistrado, a fiscalização deve ser proporcional e baseada no bom senso. Medidas como restringir o uso durante a operação de máquinas ou veículos, por exemplo, são consideradas legítimas e ajudam a evitar acidentes e conflitos no ambiente de trabalho.

O descumprimento das regras pode levar a advertência, suspensão e, em casos mais graves — como situações de risco —, até demissão por justa causa. Especialistas recomendam que as empresas deixem claras as regras e prevejam exceções, como uso em emergências ou durante os intervalos.

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Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e mais 3 estados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 20:00

Minas Gerais Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e mais 3 estados Negociação oficializada nesta semana prevê integração em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco, mas ainda depende de aprovação do Cade. Por Leonardo Milagres, Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte

A rede Supermercados BH e a DMA Distribuidora, que controla o EPA e o Mineirão Atacarejo, assinaram um acordo para unir as operações comerciais.

A negociação foi oficializada na última terça-feira (28) e prevê uma integração em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

Em comunicado público, o grupo Supermercados BH afirmou que a medida representa um movimento estratégico para ambas as companhias.

A conclusão da transação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Supermercados BH, EPA e Mineirão assinam acordo para unir operações em MG e outros três estados — Foto: Reprodução/Redes sociais

A rede Supermercados BH e a DMA Distribuidora, que controla o EPA e o Mineirão Atacarejo, assinaram um acordo para unir as operações comerciais nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco. A negociação foi oficializada na última terça-feira (28).

Em comunicado público, o grupo Supermercados BH afirmou que a medida representa um movimento estratégico para ambas as companhias. O valor da operação não foi anunciado.

A conclusão da transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de algumas condições prévias estabelecidas no acordo.

O g1 procurou a autarquia federal para saber se o pedido de integração está sendo analisado, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Uma vez concluída a integração, a expectativa da varejista comandada pelo empresário Pedro Lourenço é passar a contar com aproximadamente 600 lojas pelo país, além de centros de distribuição e postos de combustíveis.

"A iniciativa tem como objetivo potencializar ganhos de escala, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a capacidade de atendimento ao consumidor, com foco na melhoria contínua da experiência de compra, na ampliação do sortimento e na otimização da logística", disse a rede.

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NR-1: Ministro diz que norma não será adiada sem acordo entre empresas e trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Trabalho e Carreira NR-1: Ministro diz que norma não será adiada sem acordo entre empresas e trabalhadores Em 2025, quando a regra já deveria estar em vigor, o país registrou mais de meio milhão de afastamentos por transtornos mentais. Por Redação g1 — São Paulo

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que não pretende adiar novamente a atualização da NR-1, que amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ele disse que “já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”.

Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria em caso de acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que hoje não existe.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025, ano em que, como o g1 revelou, o país bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que não pretende adiar novamente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ele disse que “já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria em caso de acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que hoje não existe.

“Já fizemos uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para um novo adiamento. Isso só seria possível se as empresas chegarem a um acordo com os sindicatos e representantes dos trabalhadores. Se houver esse entendimento, vamos acatar. Mas esse acordo hoje não existe — e, sem ele, não há prorrogação",afirmou.

O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho.➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.

O ministro também afirmou que as empresas terão que se adaptar às novas exigências e fez um alerta sobre a oferta de consultorias no mercado. Segundo ele, não há necessidade de contratar serviços externos para cumprir a norma.

“As empresas não precisam contratar consultorias caras. Elas podem organizar seus próprios processos com os profissionais que já têm, como equipes de recursos humanos, assistência social e psicologia, seguindo as orientações do manual já publicado”, disse.

Marinho afirmou ainda que as empresas podem buscar apoio em entidades representativas e no Sistema S para implementar as mudanças. O ministro ressaltou que, neste primeiro momento, a atuação da fiscalização será orientativa.

A orientação aos auditores, segundo ele, é observar e apoiar as empresas na adaptação, e não aplicar penalidades imediatas. “A ideia é ajudar as empresas a organizar esse processo. Não é para sair autuando quem ainda enfrenta dificuldades”, afirmou.

Ele também defendeu que a implementação seja gradual e com diálogo entre empresas e trabalhadores, evitando a judicialização. “Esperamos que haja conversa e que a norma seja implementada de acordo com a realidade de cada empresa, sem desespero ou alarmismo”, disse.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025, ano em que, como o g1 revelou, o país bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

Após pressão de sindicatos patronais e empresas, o governo adiou a medida por um ano, para maio de 2026. Agora, novamente sob pressão, um segundo adiamento estava em estudo pelo Ministério do Trabalho.

A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais.

Em março, o MTE informou que ainda não tinha uma definição e que deveria divulgar uma decisão em breve.

As entidades empresariais pressionam por um novo adiamento, alegando que o prazo não foi suficiente para adaptação — principalmente pela falta de orientações técnicas mais claras por parte do Ministério do Trabalho.

Entre os argumentos, o setor afirma que a medida pode transferir às empresas a responsabilidade por problemas de saúde mental, gerar custos extras com profissionais especializados e trazer insegurança jurídica.

Por outro lado, auditores fiscais do trabalho afirmam que as exigências não são novas e que a principal mudança é a inclusão dos riscos psicossociais na fiscalização.

Além disso, o Ministério do Trabalho lançou, no ano passado, uma cartilha para orientar as empresas e, no início deste ano, um manual de interpretação e aplicação da norma.

A possibilidade de um novo adiamento enfrenta resistência de entidades ligadas à fiscalização e à defesa dos trabalhadores.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) se posicionou contra a medida. Em nota, o órgão afirmou que a postergação pode gerar insegurança jurídica, comprometer a proteção à saúde mental no ambiente de trabalho e abrir espaço para o esvaziamento da norma.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT) também criticou a possibilidade de nova prorrogação. “Os trabalhadores estão sofrendo as graves consequências da falta de implementação da NR-1”, afirma a entidade.

Já entidades da área de Segurança e Saúde no Trabalho defendem que seja mantido o prazo de 26 de maio de 2026. Segundo o setor, o tempo de adaptação foi suficiente e há orientação técnica disponível.

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No Rio, Jeep Avenger mostra novo design antes de chegada ao mercado brasileiro; veja FOTOS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:48

Carros No Rio, Jeep Avenger mostra novo design antes de chegada ao mercado brasileiro; veja FOTOS Com dimensões menores que as do Renegade, modelo chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). Por Redação g1

Jeep Avenger, com design renovado, fez sua estreia mundial com uma aparição nas ruas do Rio de Janeiro.

Com dimensões menores que as do Renegade, o Jeep Avenger chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ).

O Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade, medindo 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do antigo modelo.

A nova versão do Jeep Avenger, com design renovado, fez sua estreia mundial com uma aparição nas ruas do Rio de Janeiro, segundo a fabricante.

O SUV, que chega ao mercado brasileiro ainda em 2026, percorreu a cidade no contexto do evento "Todo Mundo no Rio", que tem como principal destaque o show gratuito da cantora Shakira na Praia de Copacabana no próximo sábado (2).

Com dimensões menores que as do Renegade, o Jeep Avenger chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). Ele havia sido apresentado pela marca no Salão do Automóvel do ano passado.

O Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade, medindo 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do antigo modelo. Também é mais baixo (1,53 metro contra 1,69 metro), mais estreito (1,77 metro contra 1,80 metro) e tem entre-eixos levemente menor (2,56 metros contra 2,57 metros).

Por dentro, o acabamento é mais simples. Há mais plástico, o que reduz as áreas com toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: tem capacidade para até 380 litros, ante 351 litros do Renegade.

Entre as novidades, o modelo traz o ChatGPT integrado à central multimídia, capaz de oferecer respostas mais naturais às perguntas feitas pelos ocupantes do veículo.

Sob o capô, o Jeep Avenger traz o motor 1.0 turbo da Stellantis, o mesmo usado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208. Nesse conjunto, o propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, podendo funcionar com gasolina ou etanol.

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Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano Ideia surgiu após adoção de um pet. Loja online aposta em nicho pouco explorado e cresce com produção própria e redes sociais. Por PEGN

Yann Vergari criou uma loja online de produtos para pequenos roedores após dificuldade de encontrar itens adequados no Brasil.

Ele começou produzindo peças artesanais, como rodinhas, e passou a vender online ao identificar demanda.

Com materiais simples, como PVC e rolamentos, desenvolveu os primeiros produtos e ampliou o portfólio.

O negócio cresceu com foco em nicho pouco explorado, produção própria e vendas digitais; hoje soma cerca de 950 pedidos mensais e fatura R$ 480 mil por ano.

Um mercado pouco explorado no Brasil virou oportunidade de negócio para um empreendedor em São Paulo.

A partir da adoção de um hamster durante a pandemia, Yann Vergari criou uma loja online especializada em produtos para pequenos roedores — e transformou uma necessidade pessoal em uma empresa que hoje fatura cerca de R$ 480 mil por ano.

A ideia nasceu de um problema comum: a dificuldade de encontrar itens adequados para o bem-estar desses animais. Ao pesquisar sobre criação e cuidados, Yann percebeu que havia pouca oferta no país, principalmente de produtos com tamanho e segurança adequados.

Sem encontrar o que precisava, ele decidiu criar. Com materiais simples, como canos de PVC e rolamentos, desenvolveu a primeira rodinha de exercício para o hamster — silenciosa e funcional. O produto começou a chamar atenção em grupos e comunidades online.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A partir daí, o empreendedor começou a produzir pequenas quantidades e vender em marketplaces. Com o aumento dos pedidos, ampliou o portfólio: casas, acessórios de madeira, substratos e itens para enriquecimento ambiental dos animais.

Hoje, a loja conta com mais de 200 produtos e cerca de 950 pedidos por mês. O negócio também cresceu rápido: o faturamento aumentou cerca de 80% nos últimos meses.

A estratégia foi clara desde o início: focar em um nicho pouco explorado e usar o digital como principal canal de vendas. Cerca de 70% das vendas vêm de marketplaces, que funcionam como vitrine para todo o país.

Para ganhar espaço, o empreendedor apostou em preços competitivos no começo e em um posicionamento claro. “Como era um mercado com pouca oferta, conseguimos atrair público com mais facilidade”, afirma.

Com o amadurecimento da empresa, a estratégia evoluiu. Além de vender, a marca passou a investir em conteúdo educativo sobre cuidados com pequenos roedores — tanto no site quanto nas redes sociais.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia é orientar os consumidores e, ao mesmo tempo, criar autoridade no segmento. Parcerias com influenciadores do nicho também ajudaram a impulsionar o alcance e as vendas. “Quando começamos a trabalhar com criadores de conteúdo, vimos o impacto direto no faturamento”, diz.

Outro diferencial do negócio é a fabricação própria de parte dos produtos, especialmente itens de madeira. Isso permite maior controle de qualidade e adaptação às necessidades dos animais — um ponto valorizado pelos clientes.

Com o crescimento, a empresa já conta com equipe e começa a explorar novos caminhos, como produtos voltados também para os tutores.

Para Yann, o principal aprendizado é simples: problemas do dia a dia podem esconder boas ideias de negócio. “Muitas vezes, uma dor que você tem é compartilhada por outras pessoas. Quando você resolve isso, pode criar uma empresa”, afirma.

O que começou como uma solução para cuidar melhor de um hamster virou um negócio em expansão — e mostra que, mesmo em nichos pouco óbvios, há espaço para crescer.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Chapecó, 60, Vila Amabile Pezzolo – Santo André/SP – CEP: 09120-420📞 Telefone: (11) 95698-5219🌐Site: www.vergariroedores.com.br📧 E-mail: yannvergari@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/share/1GxecmYqwh/?mibextid=wwXIfr📸Instagram: https://www.instagram.com/vergari_roedores

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa? Especialistas alertam que é preciso tomar cuidados para não expor funcionários sem consentimento em trends. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Empreendedores têm recorrido à linguagem da geração Z para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Se você usa o TikTok ou Instagram, sem dúvidas já deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”.

O g1 já contou como gírias da geração Z vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. É importante saber que um funcionário NÃO é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato.

Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

“Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor.

O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos.

Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária (veja mais o que diz a lei sobre o tema).

Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos.

➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão.

“Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica.

📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil).

Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores.

'Eles criam comunidades autênticas e engajadas, formadas por pessoas realmente interessadas nos temas que tratam. Por isso, é fundamental pesquisar e escolher microinfluenciadores alinhados ao perfil do negócio', explicaTainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae.

Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação.

Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá.

Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. — Foto: Reprodução/Tiktok

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Devedor Contumaz: Receita envia notificações a empresas de cigarros que devem mais de R$ 25 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 08:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,181-0,42%Euro ComercialR$ 5,840-0,29%Euro TurismoR$ 6,085-0,4%B3Ibovespa189.579 pts-0,61%Oferecido por

A Secretaria da Receita Federal iniciou nesta terça-feira (28) o envio das primeiras notificações a contribuintes que podem ser caracterizados como devedores contumazes, ou seja, que deixam de pagar impostos de maneira planejada e recorrente a fim de driblar legislações tributárias.

De acordo com o órgão, estão sendo enviadas notificações para 13 empresas do setor de fabricação de cigarros que devem mais de R$ 25 bilhões.

"A escolha desse setor para o início das notificações se deve à enorme contaminação desse mercado por devedores contumazes, com enfraquecimento da função inibidora do consumo pela tributação. De fato, 7 empresas devedoras respondem por aproximadamente 12% do mercado produtor de cigarros. Ademais, há fortes indícios de ocultação dos reais proprietários e lavagem de dinheiro, em alguns casos", informou o Fisco.

Após a ciência da notificação, a Receita Federal informou que os contribuintes terão prazo de 30 dias para regularizar os débitos, adequar o patrimônio informado ou apresentar defesa administrativa, com a possibilidade de demonstrar elementos que afastem a caracterização como devedor contumaz.

Caso não haja regularização ou acolhimento da defesa, os contribuintes poderão estar sujeitos às medidas previstas na LC nº 225/2026.

Entre elas a inscrição no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público (Cadin), a vedação à celebração de transação tributária, o impedimento de usufruir de benefícios fiscais e de recuperação judicial, e a declaração de inaptidão do CNPJ.

O projeto do Devedor Contumaz, aprovado no ano passado pelo Congresso Nacional após amplo debate, enquadra empresas que usa a inadimplência de tributos reiterada e injustificada como estratégia de negócio. Ao agir dessa forma, vendem mais barato seus produtos e prejudicam a concorrência.

"A caracterização como reiterada ocorre quando há irregularidade em quatro períodos de apuração consecutivos ou seis alternados, nos últimos 12 meses. Já a inadimplência é tida como injustificada quando não existem motivos objetivos capazes de afastar a contumácia, como situações excepcionais ou comprovadas dificuldades transitórias", explicou o Fisco.

A Receita Federal informou que a nova lei não tem como objetivo penalizar empresas que enfrentam dificuldades financeiras legítimas, mas sim coibir práticas reiteradas de inadimplência estratégica.

"Com a medida, o poder público busca fortalecer a justiça fiscal, preservar um ambiente concorrencial saudável e incentivar o cumprimento voluntário das obrigações tributárias, em consonância com os princípios da legalidade, isonomia e transparência", concluiu o órgão.

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Agência internacional rebaixa nota da Enel e cita risco de empresa perder concessão em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

São Paulo Agência internacional rebaixa nota da Enel e cita risco de empresa perder concessão em SP Rebaixamento da Moody’s ocorre após Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abrir processo que pode levar à caducidade do contrato da Enel SP; empresa enfrenta pressão após série de apagões. Por Alan Severiano, João de Mari, TV Globo e g1 SP

A agência internacional de classificação de risco Moody’s rebaixou nesta segunda-feira (27) a nota da Enel Americas, controladora da Enel em São Paulo.

A nota caiu de Baa2 para Baa3, que ainda é considerada segura para investidores, mas já no limite do chamado grau de investimento.

A perspectiva negativa indica que, se o cenário piorar, a empresa pode perder esse selo e passar a ser vista como de maior risco.

Segundo a Moody’s, a piora na avaliação está diretamente ligada à decisão da Aneel de abrir um processo que pode levar à caducidade do contrato em São Paulo.

A agência internacional de classificação de risco Moody’s rebaixou nesta segunda-feira (27) a nota da Enel Americas, controladora da Enel em São Paulo, e apontou como principal motivo o risco de a empresa perder a concessão de distribuição de energia no estado.

A nota caiu de Baa2 para Baa3, que ainda é considerada segura para investidores, mas já no limite do chamado grau de investimento. A perspectiva negativa indica que, se o cenário piorar, a empresa pode perder esse selo e passar a ser vista como de maior risco.

🔍 A Moody’s é uma agência dos Estados Unidos que avalia o risco de empresas e governos não pagarem suas dívidas. Suas notas indicam o nível de confiança do mercado: quanto mais alta, menor o risco. Quando a nota cai, como no caso da Enel, isso sinaliza mais desconfiança e pode encarecer o acesso a crédito.

Segundo a Moody’s, a piora na avaliação está diretamente ligada à decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de abrir um processo que pode levar à caducidade do contrato da Enel Distribuição São Paulo — ou seja, à perda da concessão antes do prazo.

No início do mês, a diretoria colegiada da Aneel aprovou a abertura de um processo que pode encerrar antecipadamente o contrato com a concessionária. A agência considerou insatisfatório o desempenho da Enel diante de uma série de apagões prolongados nos últimos anos – o mais recente, em dezembro passado, deixou 4,4 milhões de clientes sem luz.

No relatório, a Moody’s também cita uma sequência de apagões de grande escala em São Paulo, principalmente durante eventos climáticos extremos, e críticas à demora no restabelecimento da energia.

Além disso, a agência reguladora suspendeu a análise de renovação antecipada do contrato, o que aumenta a incerteza sobre a permanência da empresa no estado.

A distribuidora em São Paulo é um dos principais ativos da Enel Americas. Segundo a agência, o contrato responde por cerca de 20% de todo o lucro operacional da companhia.

Outras concessões no Brasil, como as do Ceará e do Rio de Janeiro, também enfrentam incertezas, embora já tenham recebido sinalização técnica favorável à renovação. Juntas, elas representam cerca de 13% do resultado da empresa.

Ainda segundo a Moody’s, a companhia terá vencimentos de dívida nos próximos anos, além de precisar manter investimentos elevados — estimados em até US$ 3 bilhões por ano, ou cerca de R$ 15 bilhões — para melhorar a rede e reduzir falhas no serviço.

Carro de energia da Enel faz reparos em poste de luz da Avenida Sapopemba, Zona Leste de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/g1

A Enel São Paulo foi a distribuidora de energia que regrediu mais posições no ranking de avaliação das concessionárias de grande porte da Aneel em 2025. A companhia ficou na 30ª colocação entre as 33 empresas com mais de 400 mil clientes no país, nove posições abaixo da registrada no ano anterior.

A avaliação do órgão regulador levou em conta a frequência e a duração das interrupções no fornecimento de energia, consolidadas no índice de Desempenho Global de Continuidade (DGC). Segundo a Aneel, no geral, a qualidade dos serviços melhorou no ano passado em comparação com 2024. Em média, os consumidores ficaram 9,3 horas sem luz no ano, uma redução de 9,2%.

O resultado da Enel, porém, foi negativo. O DGC da empresa passou de 0,8 em 2024 para 0,9 no ano passado – indicadores mais altos refletem mais frequentes e mais longas no fornecimento de energia.

Com sede na capital paulista, a Enel SP atende a mais de 8 milhões de unidades consumidoras em 24 municípios da Região Metropolitana.

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