RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo faz bares faturarem até 76% mais, mas prejudica outros negócios

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 12/06/2026 04:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Copa do Mundo faz bares faturarem até 76% mais, mas prejudica outros negócios Com os brasileiros mudando a rotina durante os jogos, alguns setores registram alta nas vendas enquanto outros enfrentam queda no movimento e precisam adaptar estratégias. Por PEGN

A Copa do Mundo não movimenta apenas torcedores, mas também o consumo. Durante o torneio, alguns setores ganham vantagem e registram crescimento expressivo nas vendas, enquanto outros enfrentam queda no fluxo de clientes.

Bares e restaurantes estão entre os principais beneficiados. O faturamento pode crescer até 76%, impulsionado pelo hábito do brasileiro de transformar o jogo em encontro e o encontro em consumo, segundo um estudo do Data-Makers.

O setor de alimentação fora do lar costuma se destacar durante a Copa por reunir grupos para assistir às partidas.

Para ampliar o faturamento, a estratégia passa por investir na experiência, combinando ambiente, serviço e oferta de produtos. Entre as ações mais comuns estão:

📽️ transmissão com telões e som de qualidade🌭 criação de combos e promoções temáticas🌮 cardápios inspirados nos jogos ou nas seleções📋planejamento de entregas antes do início das partidas

A lógica é simples: atrair o cliente antes do apito inicial e mantê-lo consumindo ao longo do jogo.

Supermercados e lojas de conveniência se beneficiam com o aumento do consumo dentro de casa. Os chamados “kits torcida”, com alimentos e bebidas, ganham força nesse período.

Além disso, a Copa impulsiona a venda de itens como televisores, smartphones, móveis e produtos temáticos, como camisas da seleção e bandeiras. Em jogos decisivos, esses itens costumam registrar picos de demanda.

Nem todos os segmentos se beneficiam. Parte do varejo físico, especialmente lojas de rua e shoppings, pode enfrentar queda no fluxo de clientes durante as partidas.

Isso ocorre porque o consumidor direciona sua atenção quase exclusivamente aos jogos, deixando compras e serviços para outros momentos.

Dados indicam que o ticket médio pode subir até 69,2% nas duas horas que antecedem os jogos, mas cai 61,3% com o início das partidas. Isso reforça a importância de antecipar o consumo.

Negócios que tendem a perder movimento podem adaptar a oferta para redistribuir a demanda ao longo do dia. Algumas alternativas incluem:

oferecer descontos ou benefícios em horários alternativosincentivar compras antecipadasvender créditos para consumo futuro, com bônus ao cliente

Ainda segundo dados do Data-Makers, cerca de 86% dos brasileiros devem usar redes sociais enquanto assistem aos jogos, o que transforma essas plataformas em canais estratégicos de comunicação.

Empresas podem aproveitar esse comportamento para publicar conteúdos em tempo real, reagir a lances e engajar o público enquanto o jogo acontece. Ter materiais preparados com antecedência ajuda a ganhar agilidade.

⚠️ Empresas não podem utilizar símbolos ou logotipos da FIFA sem autorização. A recomendação é investir em referências indiretas, como cores e elementos ligados ao universo do futebol, evitando riscos legais.

Há 1 hora Copa do Mundo Adeus ao tricampeão 🖤Campeão mundial em 70, ex-zagueiro Brito morre aos 86 anos no Rio

Há 3 horas Rio de Janeiro Brito ficou conhecido por ter o melhor preparo físico do triHá 3 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: PF rejeita nova delação premiada de Daniel Vorcaro

Banqueiro é acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.

Há 6 horas Blog da Camila Bomfim Previsão do tempo ❄️⛈️Nova frente fria leva temporais para boa parte do país hoje

Há 2 minutos Economia Como empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer tanto?Há 2 minutosElon Musk pode virar o 1º trilionário do mundo

Há 20 minutos Economia Entenda o que buscam os investidores ao apostar em ‘economia lunar’Há 20 minutosTecnologia 📲Big techs terão 60 dias para adotar medidas que ampliam responsabilidade sobre conteúdos publicados

Há 6 horas Política Gastos públicosFazenda refaz cálculos e diz que pautas-bomba podem custar R$ 111 bilhões por ano

Há 6 horas Economia VALDO: como crise entre Alcolumbre e Lula impulsiona pautas-bombaHá 6 horasLoterias 🍀🍀🍀

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX vale US$ 1,75 trilhão? Os riscos por trás do IPO mais aguardado do mercado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 00:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%Oferecido por

A SpaceX estará no centro das atenções dos mercados financeiros com sua estreia na bolsa de valores nesta sexta-feira (12/06). A empresa de foguetes, satélites e inteligência artificial (IA) liderada por Elon Musk planeja arrecadar até US$ 75 bilhões (R$ 388 bilhões) com a venda de quase 555,6 milhões de ações a US$ 135 cada.

A empresa pode bater o recorde de maior Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) da história, desbancando a posição que era da gigante do petróleo Saudi Aramco, que, em 2019, abriu seu capital e arrecadou US$ 26 bilhões.

A SpaceX pode ainda se tornar a sétima maior empresa de capital aberto dos EUA. Como apenas 4% de seu capital social estará disponível, a avaliação total seria de impressionantes US$ 1,8 trilhão.

A SpaceX pretende usar os recursos da IPO para financiar seus projetos ambiciosos, como a instalação de data centers de IA no espaço e missões a Marte.

Fundada em 2002, a SpaceX fez, ao longo dos anos, avanços significativos em tecnologias espaciais, como foguetes reutilizáveis, emergindo como a principal provedora de serviços de lançamento do mundo. O objetivo final da empresa é colonizar Marte e estabelecer uma civilização no planeta vermelho.

Mais perto da Terra, a SpaceX opera a Starlink, uma enorme rede de cerca de 8 mil satélites, que oferece serviços de internet banda larga para consumidores, governos e clientes corporativos. A Starlink é atualmente o único negócio lucrativo da empresa.

No início do ano, a SpaceX expandiu para a inteligência artificial ao se fundir com a xAI, que Musk criou em 2023 para desafiar empresas do setor como a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a Anthropic.

Musk almeja instalar gigantescos data centers no espaço movidos a energia solar e utilizar o frio vácuo do espaço para resfriamento sem custos, o que permitiria que as instalações contornassem as restrições energéticas e de temperatura que enfrentam na Terra.

Em seu prospecto de IPO, a SpaceX destacou um mercado potencial de US$ 28,5 trilhões para seus produtos, por estar em posição única para oferecer serviços integrados de IA e internet baseados no espaço.

Essa avaliação altíssima gera, no entanto, preocupações, principalmente pelo fato de a empresa ser deficitária. No ano passado, a SpaceX faturou US$ 18,7 bilhões, mas registrou um prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões. A empresa afirmou que não espera se tornar lucrativa tão cedo. Ela também possui uma dívida considerável, que chegou a cerca de US$ 29 bilhões no final de março.

Levando-se em conta seus dados financeiros, a SpaceX seria avaliada em cerca de 94 vezes sua receita anual, um prêmio enorme em relação às ações de grandes empresas de tecnologia altamente lucrativas, como Apple, Alphabet ou Nvidia.

Após avaliar as finanças da SpaceX, a Morningstar, uma empresa de serviços financeiros com sede nos EUA, avaliou a empresa em US$ 780 bilhões – um valor significativamente menor do que o da avaliação da IPO de US$ 1,8 trilhão.

A empresa afirmou que a perspectiva para a SpaceX é "muito incerta" e que o sucesso dependerá de a plataforma de IA orbital da empresa funcionar e oferecer vantagens significativas em termos de custos operacionais em comparação com a computação terrestre.

O interesse dos investidores, tanto individuais quanto institucionais, parece enorme, com relatos recentes sugerindo que a IPO já está com demanda superior à oferta. Muitos apoiadores de Musk citam como razões para investir a visão do bilionário para a SpaceX e seu sucesso em transformar a Tesla em uma gigante global dos setores automotivo e tecnológico.

A maioria das IPOs oferece apenas cerca de 5% a 10% do total da oferta para investidores individuais, de acordo com a empresa de serviços financeiros Fidelity. Mas a SpaceX reservou uma parcela muito maior de ações – até 30%, ou US$ 22,5 bilhões – para investidores individuais.

"Muitos investidores individuais desconhecem que cerca de 25% das IPOs caem no primeiro dia de negociação, e uma porcentagem ainda maior cai em horizontes mais longos", afirmou à DW Jay Ritter, especialista em IPOs e professor de finanças da Universidade da Flórida.

"Mas as instituições estão dispostas a atribuir altas avaliações à SpaceX e às grandes empresas de IA porque outras no setor de tecnologia demonstraram capacidade de crescer e se tornarem extremamente lucrativas", acrescentou, apontando para nomes como Alphabet, Nvidia e alguns outros com lucros anuais superiores a US$ 100 bilhões.

"Se elas não tivessem feito isso, haveria muito mais preocupação com as avaliações", enfatizou Ritter. "Mas essas outras empresas, incluindo Microsoft e Broadcom, abriram o capital com avaliações muito mais baixas e, portanto, tinham maior potencial de valorização para os investidores."

A bolsa de valores Nasdaq também alterou suas regras em maio para permitir que grandes estreantes, como a SpaceX, passem a integrar seu índice em até 15 dias de negociação, em vez dos três meses anteriormente exigidos. A mudança significa que os fundos de investimento passivos que acompanham o índice Nasdaq 100 precisarão comprar ações da SpaceX mais cedo.

Especialistas alertam que as ações da SpaceX podem ser mais voláteis quando começarem a ser negociadas, pois a empresa disponibilizou apenas cerca de 4% de seu capital para a IPO. O fato de muitos investidores disputarem uma oferta limitada de ações pode gerar fortes oscilações de preços.

Mesmo após a IPO, Musk manterá um controle rígido sobre a empresa. O bilionário detém atualmente cerca de 42% da SpaceX, mas após a abertura de capital, uma estrutura especial de ações de dupla classe garante que ele retenha cerca de 82% do poder de voto total no conselho da empresa, o que significa que ninguém poderá demiti-lo.

A empresa também restringe a capacidade dos acionistas de entrar com ações coletivas, exigindo que eles apresentem os casos em um tribunal comercial especializado do Texas. Se um juiz se recusar, as disputas são encaminhadas para arbitragem privada, uma disposição vista como uma severa limitação dos direitos dos investidores.

A Morningstar alertou que o domínio de Musk sobre a SpaceX também é um fator de risco e que os acionistas minoritários terão capacidade limitada de influenciar as decisões da empresa. "Essa concentração de poder de decisão em um único indivíduo cria riscos de governança que exigem consideração cuidadosa", observou.

Há 5 minutos Copa do Mundo Adeus ao tricampeão 🖤Campeão mundial em 70, ex-zagueiro Brito morre aos 86 anos no Rio

Há 2 horas Rio de Janeiro Brito ficou conhecido por ter o melhor preparo físico do triHá 2 horasTecnologia 📲Big techs terão 60 dias para adotar medidas que ampliam responsabilidade sobre conteúdos publicados

Há 5 horas Política Gastos públicosFazenda refaz cálculos e diz que pautas-bomba podem custar R$ 111 bilhões por ano

Há 4 horas Economia VALDO: como crise entre Alcolumbre e Lula impulsiona pautas-bombaHá 4 horasPrevidência SocialLula diz que INSS prometeu zerar fila da aposentadoria até setembro

Há 6 horas Copa do Mundo Copa ainda vai ter aberturas nos EUA e no Canadá; horários e como assistir

Há 9 horas Mundo FOTOS: Shakira, J Balvin e estrelas participam da festa de aberturaHá 9 horasCom Neymar, Panini lança pacote com novas figurinhas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/06/2026 00:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,101-1,37%Dólar TurismoR$ 5,317-1,12%Euro ComercialR$ 5,907-1,04%Euro TurismoR$ 6,164-0,93%B3Ibovespa171.497 pts1,71%Oferecido por

A SpaceX pode estrear na bolsa valendo até US$ 1,75 trilhão, mesmo após encerrar 2025 com receita de US$ 18,7 bilhões e prejuízo líquido próximo de US$ 4,9 bilhões.

A avaliação projetada equivale a cerca de 109 vezes a receita anual da empresa, patamar considerado elevado até para companhias de rápido crescimento.

A Starlink tornou-se o principal motor financeiro do grupo e sustenta parte da confiança do mercado em projetos que ainda estão em desenvolvimento.

Os recursos gerados por lançamentos e pela Starlink financiam iniciativas como o Starship, computação orbital e a fábrica de chips Terafab, no Texas.

Analistas avaliam que o preço reflete apostas em três frentes: expansão da Starlink, redução dos custos espaciais com o Starship e crescimento da área de IA.

A SpaceX deve estrear nesta sexta-feira (12) na bolsa de valores de Nova York avaliada em cerca de US$ 1,75 trilhão (R$ 8,93 trilhões). Com esse valor de mercado, a empresa de Elon Musk passaria a ocupar a oitava posição entre as companhias mais valiosas do mundo.

A forte aposta de investidores de Wall Street na SpaceX pode parecer contraditória. Apesar de estar prestes a realizar o maior IPO da história, com uma captação estimada em US$ 75 bilhões (R$ 382,6 bilhões), a empresa ainda opera no vermelho.

Em 2025, a receita de US$ 18,7 bilhões (R$ 95,3 bilhões) não foi suficiente para evitar um prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões (R$ 24,9 bilhões).

Especialistas consultados pelo g1 explicam que o otimismo de parte dos investidores se explica pela mudança na forma como o mercado enxerga a SpaceX.

A empresa deixou de ser vista apenas como uma fabricante de foguetes e passou a ser associada ao potencial de integração entre as operações de inteligência artificial da xAI e os serviços da rede global de internet via satélite da Starlink.

"Musk criou uma ‘superempresa’ de telecomunicações. A Starlink sozinha acabou se tornando um negócio global que hoje é maior do que a própria operação espacial em termos de faturamento", afirma Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures.

Segundo Rylan Chase, analista de mercado da EBC Financial Group, os investidores que apostam na empresa estão pagando antecipadamente pelo potencial de expansão da conectividade da Starlink, pela futura monetização do foguete Starship e pela tese de infraestrutura de inteligência artificial criada pela combinação com a xAI.

Os mais céticos temem que os planos de Elon Musk sejam ambiciosos demais para corresponder às expectativas. No documento de preparação para a estreia na bolsa, a SpaceX afirma que pretende construir uma base permanente na Lua e, no longo prazo, estabelecer uma colônia em Marte capaz de abrigar até 1 milhão de pessoas.

As pretensões não param aí: a companhia também projeta desenvolver centros de processamento de dados em órbita alimentados por energia solar e impulsionar uma "economia espacial" baseada em fábricas, sistemas de energia e infraestrutura operando fora da Terra.

Por mais que a SpaceX deva fazer uma estreia avassaladora na bolsa, suas ações podem sofrer duros baques ao longo do tempo. Como muitos investidores apostam em planos ambiciosos para o futuro da empresa, qualquer decepção pode derrubar seu valor de mercado.

Na avaliação de Chase, da EBC Financial Group, os investidores não estão olhando apenas para os resultados atuais da companhia. Quem aceita pagar US$ 135 (R$ 688,64) por ação está mirando em várias frentes de crescimento ao mesmo tempo, e não apenas no negócio espacial.

🚀 A SpaceX passou a reunir negócios de telecomunicações, inteligência artificial e infraestrutura tecnológica em uma mesma empresa.📡 A Starlink se tornou a principal fonte de receita da companhia, enquanto outros projetos passaram a fazer parte de sua estratégia de crescimento para os próximos anos.🤖 A xAI funciona como o braço de inteligência artificial da empresa, integrando o chatbot Grok aos dados da rede social X e à infraestrutura da Starlink.

Ainda assim, o analista avalia que o valor de mercado projetado para a empresa é alto, mesmo em comparação com companhias que crescem rapidamente. Pelas contas dele, a avaliação equivale a cerca de 109 vezes toda a receita obtida pela empresa no ano passado.

Mas muitos analistas avaliam que esse era o caminho natural. Álvaro Machado Dias, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em inteligência artificial, afirma que a empresa chegou a um ponto em que suas ambições exigem um volume de recursos difícil de obter apenas por meio de rodadas privadas de investimento.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de uma empresa. Nesse processo, a companhia vende parte de suas ações e passa a ser negociada na bolsa de valores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

Segundo Machado Dias, a receita gerada pela Starlink convive com projetos que exigem investimentos elevados e podem levar anos para dar retorno. Em outras palavras, se a Starlink ajuda a sustentar as receitas da empresa, os demais projetos ajudam a explicar por que a SpaceX continua registrando prejuízos bilionários.

"O Starship, os data centers orbitais e a guinada em direção à industrialização lunar demandam um tipo de capital que só o mercado público consegue oferecer."

A avaliação de Jan-Erik Asplund, cofundador da Sacra, empresa especializada em pesquisas de mercado para startups e companhias privadas, aponta na mesma direção: a SpaceX usa os recursos gerados pelos lançamentos e pela Starlink para financiar uma estratégia que vai além da expansão de seus serviços atuais.

🌐 Entre os projetos citados por ele está a Terafab, uma fábrica de chips planejada para o Texas que poderá custar até US$ 119 bilhões (R$ 607 bilhões). A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla na qual a companhia busca controlar diferentes etapas de sua cadeia tecnológica, da fabricação de semicondutores à operação de satélites.🛰️ Outro foco é a chamada computação orbital, conceito que prevê o processamento de dados diretamente no espaço por meio de uma futura rede de satélites voltada para aplicações de inteligência artificial.

"A empresa utiliza o fluxo de caixa dos lançamentos e da Starlink para financiar sua visão de longo prazo", resume Asplund.

Por isso, a avaliação trilionária da empresa depende principalmente do que ela conseguirá entregar nos próximos anos.

Franco Granda, analista sênior de pesquisa da PitchBook, reforça a visão de que a companhia precisa se apresentar como uma "plataforma que reúne conectividade, transporte espacial e inteligência artificial".

Uma das principais apostas é a tecnologia conhecida como "direct-to-cell", que permite conectar celulares comuns diretamente aos satélites da empresa, sem a necessidade de antenas ou outros equipamentos específicos.

O analista estima que esse mercado possa alcançar 1,1 bilhão de usuários até 2040 e gerar mais de US$ 42 bilhões (R$ 214,2 bilhões) por ano.

Nesse cenário, avalia o analista, a Starlink deixaria de ser apenas uma rede de internet via satélite e passaria a ter um papel mais amplo no ecossistema digital, oferecendo conexão para celulares, veículos e outros dispositivos.

A segunda aposta está ligada ao Starship, foguete de nova geração da companhia. A expectativa da consultoria é que a reutilização total da nave reduza os custos de lançamento em até 80%, permitindo transportar mais carga ao espaço por uma fração do custo atual.

Isso poderia ampliar a capacidade da Starlink e viabilizar negócios que hoje esbarram no alto custo para chegar ao espaço.

Por isso, segundo Granda, parte importante do valor atribuído à SpaceX está ligada à expectativa de que o Starship ajude a impulsionar a economia espacial nos próximos anos.

Segundo informações divulgadas pela própria companhia em seu prospecto de abertura de capital, a divisão de inteligência artificial gerou receita de US$ 3,2 bilhões (R$ 16,3 bilhões) em 2025, mas registrou prejuízo operacional de US$ 6,3 bilhões (R$ 32,1 bilhões).

Os números refletem o forte ritmo de investimentos da operação. Apenas os gastos com infraestrutura e ampliação da capacidade de processamento consumiram mais de US$ 12,7 bilhões (R$ 64,8 bilhões) no período.

➡️ Entre os projetos estão grandes centros de processamento de dados e iniciativas que preveem levar parte dessa infraestrutura ao espaço.

Para Granda, a avaliação trilionária da SpaceX está menos ligada aos resultados atuais e mais à expectativa de retorno desses projetos nos próximos anos.

"O preço pode parecer caro olhando apenas para os números atuais, mas os investidores estão pagando hoje pela economia de 2030", resume.

Há 1 minuto Copa do Mundo Adeus ao tricampeão 🖤Campeão mundial em 70, ex-zagueiro Brito morre aos 86 anos no Rio

Há 2 horas Rio de Janeiro Brito ficou conhecido por ter o melhor preparo físico do triHá 2 horasTecnologia 📲Big techs terão 60 dias para adotar medidas que ampliam responsabilidade sobre conteúdos publicados

Há 5 horas Política Gastos públicosFazenda refaz cálculos e diz que pautas-bomba podem custar R$ 111 bilhões por ano

Há 4 horas Economia VALDO: como crise entre Alcolumbre e Lula impulsiona pautas-bombaHá 4 horasPrevidência SocialLula diz que INSS prometeu zerar fila da aposentadoria até setembro

Há 6 horas Copa do Mundo Copa ainda vai ter aberturas nos EUA e no Canadá; horários e como assistir

Há 9 horas Mundo FOTOS: Shakira, J Balvin e estrelas participam da festa de aberturaHá 9 horasCom Neymar, Panini lança pacote com novas figurinhas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

UE avalia reabrir seu mercado para pescados brasileiros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/06/2026 11:53

Agro UE avalia reabrir seu mercado para pescados brasileiros Auditoria será realizada entre 8 a 19 de junho em uma série de estados para avaliar os sistemas de controle em vigor que regem a produção de produtos da pesca destinados à exportação para o bloco. Por Deutsche Welle

O setor pesqueiro brasileiro vive um momento decisivo. Neste mês de junho, auditores da União Europeia (UE) têm visitas programadas no Brasil avaliando condições da produção nacional, visando às exportações do país que são barradas no bloco desde 2017.

Um aval positivo pode retomar um mercado para produtos como lagosta, atum e tilápia, em um segmento que segue enfrentando desafios da pesca ilegal e vê ainda uma crescente ameaça das condições climáticas.

À DW Brasil, um representante da Comissão Europeia reafirmou que, atualmente, não existem estabelecimentos brasileiros aprovados e autorizados a exportar produtos da pesca para a UE.

A auditoria será realizada entre 8 a 19 de junho em uma série de estados para avaliar os sistemas de controle em vigor que regem a produção de produtos da pesca destinados à exportação para o bloco. A Comissão apontou que não pode antecipar resultados da auditoria, como o caso de futuros passos em um eventual aval positivo.

Em 2017, o bloco fez questionamentos sobre o processo de pesca brasileiro, em especial relacionado às condições das embarcações. Prevendo um banimento das exportações de pescado nacional, o governo brasileiro se antecipou e decidiu pela suspensão de envios naquele ano. Em maio de 2018, a UE confirmou o banimento completo, que tem efeito até hoje.

Até então, o bloco tinha importações relevantes de peixes como a tilápia, cuja pele é usada na indústria cosmética, e, principalmente, lagosta e atum. Até então, 14% das exportações de pescados do Brasil tinham a UE como destino.

As exportações de pescados brasileiros apresentaram uma concentração de envios aos Estados Unidos e avanço de países asiáticos na esteira da decisão. No ano passado, a postura tarifária do presidente Donald Trump levantou temores no setor, que busca diversificar parceiros.

As disputas entre Brasil e europeus pela pesca da lagosta vem desde os anos 60. Naquela época, a captura ilegal destes crustáceos por embarcações francesas no litoral do Rio Grande do Norte (RN) resultou em uma intensa mobilização naval e tensões militares entre as duas partes, num episódio de tensão diplomática que ficou foi apelidado de "Guerra da Lagosta", e que durou entre 1961 e 1963.

Desde então, a pesca predatória do animal se intensificou na região Nordeste, o que levou a variação conhecida como lagosta vermelha a perder mais de 80% de sua população, segundo estimativas feitas em 2019 pela ONG Oceana.

Medidas com relação ao tamanho dos animais que podem ser capturados, visando manter sua capacidade reprodutiva, e limites no período em que a pesca pode ocorrer, o chamado defeso, que proíbe a atividade em certos meses, foram tomadas. Além disso, desde 2023, há cotas anuais para a quantidade do crustáceo que pode ser capturado.

À época, a ONG Oceana descreveu a medida como uma "vitória em uma das mais valiosas pescarias do país”, que envolve 15 mil famílias pescadoras. "Após décadas de esforços, essa conquista é o resultado de estudos e debates, que é agora considerado como primeiro passo para garantir um futuro promissor à pescaria”, publicou.

Por sua vez, desafios persistem. "Ainda temos muita precariedade, os barcos na região são basicamente artesanais. Há pouca rastreabilidade, incluindo de temperatura e manuseio", afirma Caroline Vieira Feitosa, professora do Labomar da Universidade Federal do Ceará (UFC). Em sua visão, ocorre hoje um defeso para "inglês ver" na captura, o que contribui para certificações, mas mantém a ameaça.

Em 2025, foi realizada pelo Ibama a maior apreensão de armadilhas para captura de lagostas já realizada em território nacional, no Ceará. Os materiais popularmente conhecidos como marambaias estavam prontos para serem lançados ao mar antes do fim do defeso. A estimativa foi de que cerca de 300 toneladas de lagosta deixaram de ser capturadas ilegalmente com as armadilhas apenas em 2025.

Segundo a professora Feitosa, em muitos casos, a indústria absorve apenas os animais mais desejáveis, e dentro dos parâmetros exigidos, o que garante a certificação para os envios. Desta forma, a pesca irregular de lagostas que ainda não cumpriram com as expectativas reduzidas persiste, ameaçando o estoque.

Com atravessadores e empresários, o lucro das capturas de um animal que pode valer centenas de reais em pratos de capitais do Sudeste e ainda mais no exterior é pouco revertido aos pescadores locais, aponta Feitosa. "A pesca hoje sobrevive pela raridade das lagostas, já que com isso, o animal vai ficando mais caro", pontua.

No caso do atum, comercializado para sushi e shasimi, que conta com produção mais ampla na UE, o professor Humberto Hazin da Universidade Federal Rural do Semiarido (Ufersa) vê um cenário com outras variáveis. "A UE é forte nesta pesca e visa proteger sua produção”, aponta. Além disso, para o animal chegar fresco, a distância a ser percorrida para enviar ao bloco pode aparecer como outro fator que reduz a competitividade do produto brasileiro.

Segundo ele, um tempo maior de deslocamento tende a piorar a qualidade na qual o peixe chega ao destino final, o que acaba reduzindo seu apreço no mercado. No caso dos envios aos Estados Unidos, Hazin aponta que aviões chegam a ser mobilizados logo após as embarcações com atum chegarem do mar para garantir menor tempo de entrega.

A pesca de atuns é controlada pela Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns e Afins no Atlântico (ICCAT), da qual o Brasil faz parte. Por sua vez, a atividade em sua forma irregular está ligada à chamada pesca de associados, o que significa que, em meio à captura do atum, outros animais podem ser retirados do mar.

Em dezembro de 2025, o Ibama realizou a chamada operação Tuna no RN. Dentre as espécies ameaçadas pelas atividades estavam 36 espécies de tubarões, além de aves e tartarugas, abrangendo um total de 52 espécies atingidas pela captura de atuns. As apreensões totalizaram mais de duas toneladas.

Criação de tilápias em Minas Gerais. O setor de piscicultura brasileiro questiona desde 2018 a abrangência no banimento das exportações — Foto: Maurício Frighetto/DW

Nos últimos anos, com a presença do fenômeno El Niño, o impacto do avanço das temperaturas na pesca marítima vem sendo observado com preocupação. Em 2026, com prognósticos apontando para um "Super El Niño" com potencial de elevar as temperaturas do Pacífico Equatorial em até 3 graus, o alerta é ainda maior.

"Com 0,5 graus de aumento de temperatura já pode haver alteração nas rotas migratórias dos peixes", afirma Hazin. Segundo o professor, expedições recentes de pesca anteciparam retorno e com muito menos pescado do que costumava ser recolhido. "Voltaram com quase nada e antes do planejado", aponta.

No caso da lagosta, apesar de não haver grande migração em caso de mudanças de temperatura, o aquecimento do oceano pode levar a importantes efeitos no ecossistema em que estes animais vivem. "Houve grande mortalidade nos recifes durante as últimas ondas de calor", aponta Feitosa.

Segundo ela, uma percepção comum no meio da pesca é a de que as populações do crustáceo não estão se recuperando, e sim que os pescadores "estão buscando cada vez mais longe" os animais. Em sua visão, é possível que já haja algum impacto das diferenças climáticas nesta configuração.

O setor de piscicultura brasileiro questiona desde 2018 a abrangência no banimento das exportações. Há a avaliação de que as restrições deveriam se aplicar às irregularidades na pesca, e não à produção de animais como tilápia e camarão. Assim, há expectativa de que haja sinais favoráveis ao segmento, mesmo em caso de apenas uma liberação parcial. Além disso, a redução de tarifas ao setor em razão do acordo Mercosul-UE é vista como outra oportunidade.

"Estamos preparados para a missão da UE", afirma o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros.

Ele lembra que dezenas de países seguem os protocolos do bloco, e que uma sinalização positiva pode ampliar ainda novos mercados para uma produção que vem crescendo, especialmente no caso da tilápia, em que o país é hoje o quarto maior produtor mundial.

Neste caso, Feitosa lembra outras questões de rastreabilidade para além da pesca que podem ser levantadas pela UE. O uso de pesticidas em localidades com potencial de afetar os cultivos seria uma destas outras preocupações.

Há 9 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: a mais política das Copas do MundoHá 9 minutosAno eleitoralEntenda o que são ‘pautas-bomba’, que pressionam orçamento do governo

Há 20 minutos Economia Governo estima que impacto supera R$ 2 trilhões em 10 anosHá 20 minutosVALDO: ministro de Lula ganha apoio de Gilmar contra propostasHá 20 minutosAquecimento anormalChegada do El Niño é confirmada por agência dos EUA; força recorde é dúvida

Há 2 horas Meio Ambiente Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025Há 2 horasVoto a voto 🗳️Nova reviravolta no Peru: Keiko Fujimori passa Sánchez e lidera disputa

Há 4 horas Mundo Pesquisa QuaestQuem são os eleitores independentes e por que eles podem decidir a eleição

Há 7 horas Eleições 2026 Lula amplia vantagem sobre Flávio; veja 10 pontos da QuaestHá 7 horasVídeos curtos do g1

Há 10 horas Mundo Veja quem participará do show antes de México x África do SulHá 10 horasÉ hoje! ⚽🏆

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Anthropic e OpenAI levam rivalidade da inteligência artificial à corrida bilionária no mercado de ações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/06/2026 10:44

Tecnologia Anthropic e OpenAI levam rivalidade da inteligência artificial à corrida bilionária no mercado de ações Empresas correm para abrir capital primeiro; rivalidade entre CEOs influencia os rumos da indústria de IA 11/06/2026 09h51 Atualizado 11/06/2026

Anthropic e OpenAI disputam quem fará a 1ª abertura de capital na bolsa de valores, após protocolarem documentos confidenciais para seus IPOs em junho.

A disputa bilionária movimenta Wall Street, onde a OpenAI busca avaliação de US$ 1 trilhão, exigindo que bancos criem barreiras para evitar vazamento de informações.

As 2 empresas divergem sobre métodos contábeis. A OpenAI acusa a rival de inflar receitas ao registrar o faturamento bruto em vez do valor líquido.

A rivalidade iniciou em 2020 com a saída de Dario Amodei da OpenAI. Em 2022, Sam Altman apressou o lançamento do ChatGPT para vencer o concorrente.

A relação piorou após a demissão temporária de Altman em 2023. Recentemente, na Índia, os 2 executivos recusaram dar as mãos em um gesto de união.

Corrida da IA movimenta expectativas em torno das ferramentas e nos milhões de dólares que podem gerar. — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Ilustração

Se não fosse a intensa rivalidade entre a Anthropic e a OpenAI, o boom da inteligência artificial generativa talvez não tivesse chegado tão rapidamente. A disputa atual é para ver quem chegará primeiro à bolsa de valores.

Ambas veem uma estreia antecipada como uma forma de influenciar a maneira como investidores avaliarão o setor e consolidar seus CEOs como as principais vozes da inteligência artificial.

Até maio, muitos assessores acreditavam que a OpenAI sairia na frente. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a empresa informou a alguns investidores que pretendia lançar sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) já em setembro.

Mas a Anthropic se antecipou. Em 1º de junho, anunciou que havia protocolado de forma confidencial os documentos necessários junto aos reguladores americanos. A OpenAI fez o mesmo uma semana depois.

A disputa vai além do embate entre os CEOs da OpenAI, Sam Altman e o da Anthropic, Dario Amodei, ex-pesquisador da OpenAI e um dos responsáveis pela tecnologia que tornou o ChatGPT possível.

A competição também chegou a Wall Street. É raro que dois rivais diretos de tamanho porte busquem captar recursos ao mesmo tempo. Como as ofertas serão gigantescas, as empresas estão recorrendo a alguns dos mesmos bancos de investimento. A OpenAI pretende abrir capital com uma avaliação próxima de US$ 1 trilhão, segundo informações divulgadas anteriormente pela Reuters.

Banqueiros e consultores envolvidos nos processos precisam lidar com relações cada vez mais delicadas com as duas empresas. Segundo fontes, executivos de ambas pressionam seus assessores em busca de informações sobre os planos da concorrente. Para evitar vazamentos, alguns bancos criaram barreiras internas entre as equipes que trabalham em cada operação.

Sam Altman e Dario Amodei em evento: 'Chefões' de gigantes de IA se recusam a dar as mãos em foto em grupo e evidenciam rivalidade. — Foto: Reprodução/Reuters

Conflitos entre grandes executivos não são novidade. Elon Musk e Jeff Bezos trocam críticas públicas há anos por causa da corrida espacial. Bill Gates e Steve Jobs também protagonizaram disputas sobre supostas cópias entre produtos da Microsoft e da Apple.

Mas a tensão entre Altman e Amodei se tornou um dos motores da maior revolução tecnológica da atualidade. Ela influencia a velocidade com que novas ferramentas de IA são lançadas, os recursos que recebem e, em última instância, a forma como a tecnologia é usada no dia a dia.

"É uma guerra total entre eles", afirmou Anastasios Angelopoulos, CEO da Arena, empresa especializada em avaliação de modelos de IA. "Toda vez que a Anthropic lança algo novo, a aposta é que a OpenAI responderá rapidamente — e vice-versa."

As divergências também envolvem a maneira como cada companhia apresenta seus números financeiros aos investidores.

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a OpenAI tem dito a investidores e funcionários que a metodologia contábil utilizada pela Anthropic superestima a receita da empresa em bilhões de dólares.

Em abril, a diretora de receitas da OpenAI, Denise Dresser, afirmou a funcionários que a empresa considera os resultados financeiros da rival inflados, de acordo com um memorando interno obtido pela Reuters.

A diferença está na forma de contabilizar receitas. A Anthropic registra como faturamento o valor total pago pelos clientes por seus serviços de IA. Parte desse dinheiro, porém, é posteriormente repassada a parceiros como Amazon e Google.

A OpenAI utiliza outro método e registra apenas a receita líquida, descontando os pagamentos feitos à Microsoft.

A Anthropic afirmou à Reuters que segue práticas contábeis consolidadas e que registra a receita bruta porque é a responsável principal pela transação, enquanto os parceiros de computação em nuvem atuam apenas como canais de distribuição.

As comunicações internas de Dresser tinham como objetivo tranquilizar funcionários da OpenAI, preocupados com o crescimento acelerado da rival.

Para Gil Luria, analista da D.A. Davidson, a corrida para abrir capital primeiro também tem relação com essa disputa.

"Uma razão para a Anthropic querer chegar antes ao mercado é definir o padrão de como empresas de IA de ponta apresentam seus resultados financeiros, de forma favorável ao seu próprio modelo de negócios", afirmou.

Sam Altman e Dario Amodei: qual CEO sairá na frente na corrida de Wall Street? — Foto: Jens Schicke/IMAGO/Julien De Rosa/AFP via DW

Recentemente, Altman entrou em conflito com a diretora financeira Sarah Friar sobre a capacidade da empresa de cumprir todas as exigências necessárias para uma abertura de capital em um prazo tão apertado, segundo três fontes.

De acordo com essas pessoas, Altman disse que ela deveria encontrar uma solução ou contratar outros banqueiros e advogados que fossem capazes de executar o plano.

Posteriormente, Friar informou a assessores que a liderança da empresa está alinhada em relação ao cronograma.

Em entrevista à CNBC após o anúncio da Anthropic, Altman afirmou que não pretende apressar a estreia da OpenAI na bolsa.

A disputa começou no fim de 2020, quando Amodei deixou o cargo de vice-presidente de pesquisa da OpenAI e fundou a Anthropic com outros ex-funcionários.

A nova empresa prometia dar prioridade à segurança dos sistemas de IA. Dentro da OpenAI, muitos enxergaram a decisão como uma crítica à forma como Altman conduzia a companhia.

No início de 2022, a Anthropic treinou a primeira versão do chatbot Claude, mas optou por não lançá-lo imediatamente para realizar pesquisas adicionais de segurança.

A OpenAI também desenvolvia projetos semelhantes. Parte da equipe trabalhava em uma ferramenta chamada internamente de "superassistente", enquanto o cofundador John Schulman desenvolvia uma interface de conversação.

Em determinado momento, a empresa chegou a considerar o lançamento do assistente em março de 2023, junto com o GPT-4.

Segundo uma das fontes, Altman determinou que a OpenAI colocasse um chatbot no mercado o mais rápido possível. "De repente, tudo virou: precisamos lançar isso em duas semanas."

O resultado foi o ChatGPT, lançado em 30 de novembro de 2022. O produto se tornou o aplicativo de consumo com crescimento mais rápido da história, atraindo milhões de usuários e alterando os planos de desenvolvimento das maiores empresas de tecnologia.

A Anthropic lançou o Claude alguns meses depois e passou cerca de três anos tentando alcançar a rival.

No fim de 2024, Amodei redirecionou pesquisadores para focar nos chamados modelos de raciocínio após observar o sucesso inicial da OpenAI nessa área.

A dinâmica mudou novamente no fim de 2025, quando a Anthropic lançou uma atualização poderosa do Claude Code, ferramenta voltada para programação.

A OpenAI, que ainda obtém grande parte de sua receita com assinaturas do ChatGPT, voltou a intensificar os investimentos em softwares corporativos e ampliou os recursos destinados ao Codex, seu produto para desenvolvimento de código.

As relações entre as empresas se deterioraram após a demissão inesperada de Altman pelo conselho da OpenAI, no fim de 2023.

Na época, membros do conselho chegaram a discutir brevemente a possibilidade de unir os dois laboratórios sob a liderança de Amodei.

Em um depoimento recente, um ex-executivo da OpenAI afirmou que a ideia foi considerada por um período "extremamente curto" antes de ser descartada.

Ainda assim, a notícia enfureceu muitos funcionários da OpenAI. Altman retornou ao cargo poucos dias depois, mas o ressentimento permaneceu.

No mês seguinte, Amodei acusou Altman de usar uma disputa da Anthropic com o Pentágono para beneficiar a OpenAI.

Durante uma cúpula sobre inteligência artificial realizada na Índia, em fevereiro, o primeiro-ministro Narendra Modi incentivou os executivos presentes a darem as mãos como demonstração de união.

Em uma cena que viralizou nas redes sociais, Altman e Amodei, que estavam lado a lado no palco, recusaram o gesto.

Há 10 horas Mundo 🎧 O ASSUNTO: a mais política das Copas do MundoHá 10 horasAquecimento anormalChegada do El Niño é confirmada por agência dos EUA; força recorde é dúvida

Há 33 minutos Meio Ambiente Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025Há 33 minutosVoto a voto 🗳️Nova reviravolta no Peru: Keiko Fujimori passa Sánchez e lidera disputa

Há 3 horas Mundo Pesquisa QuaestQuem são os eleitores independentes e por que eles podem decidir a eleição

Há 6 horas Eleições 2026 Lula amplia vantagem sobre Flávio; veja 10 pontos da QuaestHá 6 horasBlog do Valdo CruzMinistro de Lula ganha apoio de Gilmar contra pautas-bomba no Senado

Há 1 hora Blog do Valdo Cruz Senado aprova 2 projetos de aumento de gastos públicosHá 1 horaAnitta, Shakira, Katy Perry… 🎤🎉🏟️Copa terá 3 cerimônias de abertura; veja como serão os eventos

Há 9 horas Mundo Veja quem participará do show antes de México x África do SulHá 9 horasÉ hoje! ⚽🏆

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Brazil Core’: o que é a tendência que colocou o Brasil na moda e impulsiona negócios

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 11/06/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Brazil Core': o que é a tendência que colocou o Brasil na moda e impulsiona negócios Impulsionada pela Copa do Mundo, a tendência que valoriza símbolos, cores e referências da cultura brasileira está ajudando pequenos empreendedores a aumentar vendas. Por Pegn

Brasil Core impulsiona negócios: empreendedores faturam até R$ 1,5 milhão com produtos inspirados na brasilidade

🔰 Mais do que uma estética, o movimento se transformou em estratégia de negócio e tem ajudado pequenos empreendedores a vender mais ao transformar símbolos, hábitos e memórias afetivas do país em produtos desejados.

A lógica é simples: aquilo que antes era visto como comum no cotidiano brasileiro passou a ser encarado como diferencial.

Não se trata apenas da camisa da seleção ou das cores verde e amarelo. Cadeiras de praia, filtro de barro, comidas típicas, expressões populares e até o famoso "jeitinho brasileiro" ganharam espaço na moda, no design e no consumo.

Impulsionada pela visibilidade internacional da cultura brasileira, pelas redes sociais e por grandes eventos esportivos, a tendência abriu oportunidades para quem consegue traduzir essa identidade em produtos com personalidade.

O que começou como um hobby acabou se tornando um negócio. Com cerca de R$ 1 mil investidos em fios, ela decidiu apostar no crochê em um momento em que o trabalho artesanal começava a ganhar valorização entre consumidores e grandes marcas.

No início, fazia tudo sozinha: produção, atendimento, divulgação, vendas e entrega. Mas a trajetória do negócio mudou quando ela passou a testar peças inspiradas em elementos brasileiros.

Pochetes, tops, blusas, shorts e acessórios feitos à mão, com referências às cores e à cultura do país, passaram a chamar a atenção dos clientes. Em poucos meses, o faturamento mensal chegou a aproximadamente R$ 20 mil, e a procura cresceu de forma significativa.

O sucesso não está apenas na estética das peças. Para muitos consumidores, especialmente brasileiros que vivem no exterior, os produtos representam uma forma de manter viva a conexão com as origens.

Ao mesmo tempo, o crescimento trouxe novos desafios. Diferentemente de uma produção industrial, o crochê exige tempo. Cada peça é feita manualmente, o que limita a velocidade de expansão do negócio.

Ainda assim, Andréia optou por manter o cuidado artesanal como parte da proposta da marca. Com o aumento dos pedidos, passou a contar com o apoio de pessoas próximas para dar conta da demanda sem perder as características que atraíram os clientes.

O caso ilustra um movimento mais amplo. O Brazil Core combina três forças que vêm moldando o comportamento do consumidor: a valorização da cultura local, o apelo emocional dos produtos e o interesse crescente por itens com história e significado.

Para quem deseja empreender, a tendência mostra que nem sempre é necessário começar com grandes investimentos. Em muitos casos, identificar mudanças de comportamento e criar produtos capazes de gerar identificação pode ser mais importante do que ter uma estrutura robusta.

Com a chegada da Copa do Mundo, a visibilidade da cultura brasileira tende a aumentar ainda mais. Mas o fenômeno vai além do futebol.

O que está em alta não é apenas uma combinação de cores ou um estilo visual. É a ideia de transformar a identidade brasileira em valor de mercado.

📍 Endereço: Alameda Pádua, 263 – Pituba, Salvador/BA – CEP: 41830-480📞 Telefone: (71) 99962-9286📧 E-mail: amucroche@gmail.com🌐 Site: amuatelier.infinitepay.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/amuatelier/

Há 7 horas Mundo SIGA: agência iraniana fala em confrontos no mar Há 7 horasRecorde negativo em mais de 3 anos’Eu amo a inflação’: Trump reage a alta de mais de 4% dos preços nos EUA

Há 6 horas Economia Relações internacionaisDiplomatas apostam em encontro de Lula e Trump no G7 para conter tarifas

Há 3 horas Política Previsão do tempo 🌧️☔Chuva atípica deve atingir Sudeste e Centro-Oeste a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025; entenda por que o dado preocupaHá 3 horasVoto a voto 🗳️Eleições no Peru: Keiko Fujimori lidera sobre Sánchez em nova virada

Há 3 horas Mundo Com 98% das urnas apuradas, diferença cai para pouco mais de 500 votosHá 3 horasQdenga, Butantan-DV e DengvaxiaVacinas contra a dengue: quem pode tomar qual e quem fica de fora

Há 3 horas Saúde Em formato inéditoCopa começa hoje em meio a guerra e política anti-imigração de Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Empresas admitem usar IA como pretexto para demissões e explicam motivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/06/2026 02:44

Trabalho e Carreira Empresas admitem usar IA como pretexto para demissões e explicam motivos Levantamento revela que mais da metade das empresas usa a inteligência artificial como argumento para explicar cortes de pessoal; 6 em cada 10 também planejam demitir em 2026. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Uma pesquisa nos Estados Unidos revela que 59% das empresas admitem usar a inteligência artificial como pretexto para justificar demissões e congelamento de vagas.

Embora a tecnologia seja muito citada, apenas 9% dos gestores afirmam que determinadas funções foram completamente substituídas por ferramentas de inteligência artificial.

Segundo a especialista Kara Dennison, citar inovação transmite modernidade, enquanto apontar problemas financeiros gera forte desconfiança sobre a saúde real da empresa.

O levantamento mostra que habilidades humanas, como resolução de problemas, com 54%, continuam mais valorizadas pelos recrutadores do que o domínio de novas tecnologias.

🤖 A inteligência artificial (IA) está mesmo substituindo trabalhadores ou virou a desculpa perfeita para justificar cortes de pessoal? Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos indica que a segunda hipótese pode ser mais comum do que parece.

Segundo um levantamento da Resume Templates com 1 mil gestores de contratação, 59% das empresas admitem destacar a inteligência artificial ao justificar demissões ou congelamentos de vagas porque essa explicação costuma ser melhor recebida do que razões ligadas a dificuldades financeiras.

Embora a IA apareça como o principal motivo citado para demissões, os próprios dados do levantamento indicam que a tecnologia ainda não substituiu trabalhadores em larga escala na maioria das empresas.

Apenas 9% dos gestores afirmam que determinadas funções foram completamente substituídas por IA. Já 45% relatam que a tecnologia reduziu parcialmente a necessidade de novas contratações, enquanto outros 45% dizem que ela teve pouco ou nenhum efeito sobre o tamanho das equipes.

Os números sugerem que a principal influência da IA tem sido aumentar a produtividade e desacelerar admissões futuras, mais do que provocar uma eliminação em massa de postos de trabalho.

Isso torna ainda mais relevante outro resultado da pesquisa: a diferença entre o impacto efetivo da tecnologia e a forma como ela vem sendo utilizada na comunicação corporativa.

Entre os gestores entrevistados, 17% afirmam que suas empresas utilizam diretamente a inteligência artificial como justificativa para congelar vagas ou promover demissões. Outros 42% dizem fazer isso parcialmente.

Na prática, quase seis em cada dez empresas reconhecem que destacam o papel da IA porque essa narrativa costuma ser melhor recebida por funcionários, investidores e pelo mercado em geral.

Para Kara Dennison, consultora-chefe de carreira da Resume Templates, existe uma razão simples para isso.

Segundo a especialista, mencionar inovação tecnológica transmite uma imagem de modernização e planejamento estratégico. Já atribuir cortes a dificuldades financeiras pode gerar preocupações sobre a saúde da empresa.

Se os funcionários não perceberem mudanças concretas provocadas pela tecnologia em suas atividades, a justificativa pode comprometer a confiança na liderança. Em vez de reduzir tensões, o discurso pode acabar alimentando dúvidas sobre os reais motivos por trás das decisões.

Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança — Foto: Noah Berger/AP Images/picture alliance

Apesar das preocupações com o avanço da automação, a pesquisa indica que o mercado de trabalho não deve entrar em retração.

Embora 55% das empresas planejem realizar demissões em 2026, 92% afirmam que pretendem contratar novos funcionários.

O cenário revela um mercado em constante movimentação e um discurso corporativo em que a inteligência artificial nem sempre aparece apenas como causa das mudanças, mas também como justificativa.

O resultado aponta para uma reorganização das equipes, na qual empresas eliminam determinadas posições enquanto reforçam outras consideradas mais estratégicas.

impacto da inteligência artificial, citado por 44%reestruturações organizacionais, com 42%restrições orçamentárias, com 39%

Segundo Kara Dennison, muitas empresas estão deixando de investir em cargos menos alinhados às novas prioridades do negócio para direcionar recursos a áreas ligadas à eficiência, tecnologia e crescimento.

"Estamos vendo um reequilíbrio da força de trabalho", afirma a especialista. Segundo ela, as empresas estão priorizando "capacidade, flexibilidade e impacto" em vez de simplesmente manter estruturas tradicionais.

O levantamento também ajuda a identificar quais perfis seguem valorizados em um mercado cada vez mais influenciado pela inteligência artificial.

A habilidade mais procurada pelos empregadores é a capacidade de resolver problemas, apontada por 54% dos gestores como uma das três competências mais importantes para novas contratações.

capacidade de aprender rapidamente novas ferramentas e tecnologias, com 44%habilidades de comunicação, com 43%adaptabilidade, com 39%colaboração e trabalho em equipe, com 36%

Curiosamente, a familiaridade com ferramentas de inteligência artificial aparece atrás de todas essas competências, sendo citada por 31% dos entrevistados.

O resultado indica que, embora a tecnologia esteja transformando o ambiente corporativo, as empresas continuam valorizando habilidades humanas difíceis de automatizar, como pensamento crítico, aprendizado contínuo e capacidade de adaptação.

Outro dado chama atenção: apenas 21% dos gestores apontaram potencial de liderança entre as características prioritárias para novas contratações, sinalizando uma demanda maior por profissionais capazes de gerar resultados imediatos.

O levantamento foi realizado pela Resume Templates em dezembro de 2025, com 1 mil gestores de contratação dos Estados Unidos.

Todos os participantes ocupavam cargos com influência direta ou responsabilidade sobre decisões de recrutamento em suas organizações.

A coleta de dados foi feita por meio da plataforma Pollfish, utilizando a metodologia Random Device Engagement, que recruta participantes por dispositivos móveis para ampliar a diversidade da amostra e reduzir vieses comuns em pesquisas online.

Segundo a empresa, as respostas foram anônimas e passaram por mecanismos de controle de qualidade antes da divulgação dos resultados.

Há 6 horas Mundo SIGA: agência iraniana fala em confrontos no mar Há 6 horasRecorde negativo em mais de 3 anos’Eu amo a inflação’: Trump reage a alta de mais de 4% dos preços nos EUA

Há 5 horas Economia Relações internacionaisDiplomatas apostam em encontro de Lula e Trump no G7 para conter tarifas

Há 2 horas Política Previsão do tempo 🌧️☔Chuva atípica deve atingir Sudeste e Centro-Oeste a partir de hoje

Há 2 horas Meio Ambiente Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025; entenda por que o dado preocupaHá 2 horasVoto a voto 🗳️Eleições no Peru: Keiko Fujimori lidera sobre Sánchez em nova virada

Há 2 horas Mundo Com 98% das urnas apuradas, diferença cai para pouco mais de 500 votosHá 2 horasQdenga, Butantan-DV e DengvaxiaVacinas contra a dengue: quem pode tomar qual e quem fica de fora

Há 2 horas Saúde Em formato inéditoCopa começa hoje em meio a guerra e política anti-imigração de Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Startup brasileira cria ‘cérebro’ com IA para deixar robôs mais inteligentes; g1 conheceu o projeto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/06/2026 01:44

Inovação Startup brasileira cria ‘cérebro’ com IA para deixar robôs mais inteligentes; g1 conheceu o projeto Dispositivo brasileiro busca tornar robôs mais inteligentes para atuar em empresas e, no futuro, até dentro de casa. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

Uma startup brasileira criou um sistema chamado BotBrain para tornar robôs mais inteligentes com ajuda de inteligência artificial.

A tecnologia permite que os equipamentos compreendam comandos, analisem o ambiente e executem tarefas de forma mais autônoma.

Segundo a empresa, os robôs podem ser usados em rondas de segurança, inspeções e monitoramento de áreas de risco.

O sistema funciona em robôs humanoides, quadrúpedes (estilo "cachorrinho") e modelos com rodinhas.

Uma startup brasileira quer dar aos robôs uma coisa que muitos deles ainda não têm: um cérebro 🧠. A proposta é transformar máquinas que hoje fazem tarefas simples em equipamentos capazes de entender o ambiente e agir de forma mais autônoma.

O g1 conheceu o projeto durante a São Paulo Innovation Week, evento de tecnologia e inovação, realizado em maio na capital paulista.

A criação do equipamento é da BotBot, startup fundada em janeiro de 2025 em São Paulo. O objetivo é que os robôs deixem de apenas executar movimentos programados e passem a interpretar informações do ambiente ao redor.

Com isso, eles podem ser usados em atividades como rondas patrimoniais, inspeções de segurança e monitoramento de áreas de risco.

"Ultimamente, a gente tem visto muito robô por aí. Eles fazem dancinhas e várias coisas diferentes. Mas, quando pensamos em aplicações para a indústria ou para a vida real, ainda falta utilidade prática. Usando IA, o BotBrain [nome do "cérebro"] é o que realmente deixa o robô mais útil e funcional", diz Danielle Santos, chefe de projetos da BotBot.

"A ideia é que ele consiga circular pelo ambiente para identificar se funcionários estão usando capacete, possam detectar vazamentos de gás ou até princípios de incêndio, tarefas que robôs convencionais ainda não conseguem fazer hoje em dia", completa Danielle.

Por enquanto, a tecnologia é voltada para empresas. Mas o projeto também abre caminho para que, no futuro, robôs mais “espertos” façam parte da rotina dentro de casa.

O aluguel do sistema custa US$ 1 mil por mês (cerca de R$ 5 mil) e não inclui o robô, que é vendido separadamente por outros fabricantes. Segundo Danielle, o valor ainda é elevado porque é uma tecnologia nova. Ela afirma que os clientes recebem atualizações sempre que o produto ganha melhorias.

A ideia da BotBot não é inédita. Outras empresas também trabalham para deixar robôs mais inteligentes usando IA.

É o caso da Skild AI, startup fundada em 2023. Segundo a Nvidia, parceira deles, o sistema já foi capaz de executar algumas tarefas simples, como limpar uma mesa de escritório e guardar um fone de ouvido dentro da própria caixa durante testes — coisas que robôs convencionais ainda não conseguem fazer, ou não fazem muito bem.

Em janeiro deste ano, a Boston Dynamics, uma das principais fabricantes de robôs do mundo, anunciou uma parceria com o Google DeepMind para tornar robôs humanoides mais inteligentes com ajuda de IA.

Segundo as empresas, o objetivo é que esses robôs consigam executar tarefas industriais complexas, começando pela indústria automotiva.

Em entrevista ao g1, em fevereiro, Marcio Aguiar, diretor da Nvidia para a América Latina, afirmou que o mercado já está de olho no “Physical AI”, termo usado para definir a integração entre IA e sistemas físicos, como robôs.

Segundo ele, a tecnologia já avançou a ponto de permitir respostas e raciocínios cada vez mais rápidos por parte das máquinas.

O equipamento usado pela startup brasileira é chamado de BotBrain, um dispositivo roxo que fica acoplado ao robô (veja na imagem acima). Segundo Danielle Santos, a tecnologia é compatível com robôs bípedes (humanoides), quadrúpedes (estilo “cachorrinho”) e modelos com rodinhas.

Em alguns robôs, o módulo físico pode ser instalado diretamente no equipamento. Em outros, porém, os fabricantes não permitem esse tipo de adaptação. Nessa situação, a empresa utiliza apenas o software do BotBrain, que é transferido para o robô. (veja na imagem abaixo)

O aparelho conta com câmeras, sensores e alto-falantes, e funciona integrado a um software no computador. Por meio dele, um humano pode monitorar, configurar e definir ações para o robô que recebe o “cérebro”.

Modelo de robô que não permite a instalação do "cérebro" físico. — Foto: Reprodução/Instagram

Segundo Danielle, o sistema permite que o equipamento tome decisões a partir de regras previamente definidas. Ela cita como exemplo um robô responsável por monitorar um ambiente com cinco portas.

"Suponhamos que o robô esteja em um ambiente com cinco portas. Ele já mapeou o local e entendeu que elas devem ficar fechadas. Se ele faz essa ronda a cada hora e encontra uma porta aberta, dependendo da configuração, pode enviar uma mensagem para a central de segurança", diz.

A empresa afirma que a tecnologia também pode ser usada em atividades de monitoramento de estruturas como pontes e barragens. Nesses casos, o robô faz a inspeção e transmite para um humano as informações coletadas no local.

A startup tem atualmente nove funcionários e mantém escritórios em São Paulo e em Portugal. A empresa busca novos investimentos para expandir o negócio e afirma já ter despertado o interesse de companhias do exterior.

Há 5 horas Mundo SIGA: agência iraniana fala em confrontos no mar Há 5 horasRecorde negativo em mais de 3 anos’Eu amo a inflação’: Trump reage a alta de mais de 4% dos preços nos EUA

Há 3 horas Economia Relações internacionaisDiplomatas apostam em encontro de Lula com Trump no G7 para conter tarifas

Há 41 minutos Política Previsão do tempo 🌧️☔Chuva atípica deve atingir Sudeste e Centro-Oeste a partir de hoje

Há 54 minutos Meio Ambiente Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025; entenda por que o dado preocupaHá 54 minutosVoto a voto 🗳️Eleições no Peru: Keiko Fujimori lidera sobre Sánchez em nova virada

Há 43 minutos Mundo Com 98% das urnas apuradas, diferença cai para pouco mais de 500 votosHá 43 minutosQdenga, Butantan-DV e DengvaxiaVacinas contra a dengue: quem pode tomar qual e quem fica de fora

Há 48 minutos Saúde Em formato inéditoCopa começa hoje em meio a guerra e política anti-imigração de Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vai abrir uma empresa? Nova ferramenta usa inteligência artificial para indicar os melhores locais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 10/06/2026 12:44

Empreendedorismo Vai abrir uma empresa? Ferramenta gratuita usa inteligência artificial para indicar os melhores locais Google e Sebrae lançam ferramenta gratuita que cruza dados sobre concorrência, perfil da população e circulação de pessoas para ajudar empreendedores a escolher onde abrir ou expandir um negócio. Por Rafaela Zem — São Paulo

Plataforma gratuita do Google e Sebrae mostra onde há mais chances de sucesso — Foto: Google Cloud

O que está por trás do fracasso de um negócio? A resposta nem sempre é simples, mas, em muitos casos, começa pelo endereço.

Dados do Sebrae mostram que problemas relacionados ao ponto comercial e à infraestrutura foram a principal causa de fechamento para 4,2% das empresas que encerraram as atividades.

O número, porém, pode ser ainda maior quando o problema não é identificado diretamente como um erro de localização e aparece de forma indireta, por exemplo, na falta de clientes, no baixo faturamento ou na dificuldade de crescer.

Em parceria com o Google Cloud, o Sebrae-SP lançou nesta quarta-feira (10) a plataforma Alvo Certo, que pretende transformar uma escolha historicamente baseada na intuição em uma decisão baseada em dados.

Na prática, a ferramenta funciona como uma consultora digital. Ela cruza informações sobre perfil da população, circulação de pessoas, presença de concorrentes e tendências de consumo para indicar regiões com mais potencial e alertar sobre riscos na abertura ou expansão de um negócio.

Inicialmente, a ferramenta está disponível apenas para empreendedores do estado de São Paulo. Segundo o Sebrae, a criação da ferramenta não surgiu apenas de uma inovação tecnológica, mas também de um problema recorrente identificado no atendimento a empreendedores.

“Com um local ruim, a chance de não dar certo é maior (…) A gente recebe muito isso: ‘quero abrir um pet shop, qual o melhor bairro?’”, resume o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Nelson Hervey.

Segundo ele, a dúvida sobre a localização aparece com frequência tanto entre quem vai abrir o primeiro negócio quanto entre empresários que querem expandir.

“Quando você monta um plano de negócio, pensa em preço, custo e potencial de mercado. Mas depois vem a pergunta: onde abrir o estabelecimento?”, diz.

Historicamente, responder a essa pergunta exigia um trabalho demorado: cruzar informações públicas, analisar a concorrência, fazer visitas presenciais e, muitas vezes, recorrer à tentativa e erro.

inserir um endereço específicoexplorar regiões diretamente no mapabuscar áreas com maior potencial de mercado

Com base nessas informações, a plataforma apresenta uma análise em tempo real baseada em três pilares principais:

Radar de oportunidades: indica onde há maior potencial para determinado tipo de negócioConcorrência: mostra o nível de saturação e a presença de empresas semelhantesPolos de atração: considera o fluxo de pessoas e a proximidade com pontos estratégicos (metrô, hospitais, comércios etc.)

Segundo João Thiago Poço, diretor do Google Cloud para o setor público na América Latina, a ferramenta só é possível graças ao cruzamento de diferentes bases de dados.

“A gente consegue cruzar dados do IBGE, Receita Federal, cadastros municipais e outras fontes para gerar informações sobre o mercado”, explica.

Além disso, há um diferencial importante: o uso de informações atualizadas quase em tempo real. “A gente não espera a base de CNPJ ser atualizada. Usamos dados do Google Maps, inclusive feedback de usuários que indicam que o local não existe mais”, afirma.

A ferramenta também utiliza o modelo de inteligência artificial Gemini, do Google, mas com uma proposta diferente da dos assistentes tradicionais. Em vez de apenas responder, a IA também faz perguntas ao empreendedor sobre pontos que muitas vezes são ignorados no início do planejamento.

Na prática, o sistema pode levantar questões como: qual é a taxa de mortalidade do setor naquela região, se ainda há espaço para novos concorrentes e o que pode diferenciar o negócio.

Essa dinâmica transforma a plataforma em mais do que um painel de dados. Ela ajuda o empreendedor a tomar decisões.

IA do Google Cloud e Sebrae-SP também provoca o empreendedor com perguntas estratégicas, muitas vezes ignoradas — Foto: Google Cloud

Apesar do uso intensivo de dados e inteligência artificial, os responsáveis pelo projeto reforçam que a ferramenta não substitui a avaliação do empreendedor.

“Essa ferramenta não decide onde eu vou. Ela ajuda. É mais um elemento para a tomada de decisão”, afirma Hervey.

Isso porque o sucesso de um negócio depende de uma combinação de fatores, como gestão, estratégia, capital e produto. Além disso, os dados apresentados pela plataforma precisam ser interpretados e não seguidos de forma automática.

Uma região com muitos concorrentes pode indicar saturação ou representar uma oportunidade, dependendo do diferencial do negócio. Da mesma forma, um local com queda na atividade pode sinalizar risco ou refletir uma mudança recente que ainda está em curso.

“É uma ferramenta de análise. Ela coloca os dados nas mãos do empreendedor”, resume o diretor do Google Cloud.

Para Poço e Hervey, o principal benefício do Alvo Certo é reduzir o tempo necessário para escolher onde investir.

“Uma pessoa demoraria meses para reunir essas informações. A gente consegue entregar isso em um minuto”, afirma Poço.

Além de acelerar o processo, a ferramenta ajuda a evitar etapas pouco produtivas, como visitas a regiões com pouca viabilidade ou negociações em locais inadequados.

Outro ponto importante é que a plataforma foi desenvolvida para receber novas funcionalidades ao longo do tempo.

“Pode se tornar um grande centro de soluções para o empreendedor”, afirma Hervey. “Há um grande interesse em levar a ferramenta para todo o Brasil.”

Segundo o Google Cloud, a tecnologia já pode ser usada em todo o país, o que indica que a expansão dependerá mais de decisões estratégicas do que de limitações técnicas.

Há 10 minutos Eleições 2026 Entenda como são feitas as pesquisas eleitoraisHá 10 minutosBlog do Valdo CruzQuaest mostra acerto do governo Lula em associar Flávio Bolsonaro a Vorcaro

Há 1 hora Blog do Valdo Cruz 46% dizem que tarifas de Trump são retaliação ao PIXHá 1 hora48% desaprovam e 47% aprovam governo LulaHá 1 hora60% concordam que Brasil deve considerar PCC e CV como grupos terroristas

Há 4 horas Eleições 2026 Quaest: 10% dizem ter sido beneficiados pelo Novo DesenrolaHá 4 horasASSISTA: CCJ da Câmara retoma discussão sobre redução da maioridade

Há 2 horas Política Pauta-bombaComissão do Senado aprova reduzir idade da aposentadoria para agentes de saúde

Há 30 minutos Política EconomiaPEC da autonomia do BC avança em comissão no Senado; texto inclui PIX

Há 2 horas Economia Por que Trump tem tanta birra com o PIX?Há 2 horasInterior de SPAvião de pequeno porte cai em Marília

Há 6 minutos Bauru e Marília Blog da Sandra Cohen Política restritiva de Trump afasta turistas da Copa e abala hotéis nos EUA

Há 4 horas Blog da Sandra Cohen Visto não garante entrada nos EUA e beber na rua é proibido: veja cartilhaHá 4 horasONU pede que EUA revejam sua política de imigração durante a CopaHá 4 horasGrandes distânciasCopa 2026 terá a maior distância entre sedes da história; veja os MAPAS

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO; empresa pode valer US$ 1 trilhão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 19:48

Tecnologia OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO; empresa pode valer US$ 1 trilhão Empresa não divulgou o tamanho nem os termos da oferta, mas a Reuters informa que a gigante da IA mira avaliação de até US$ 1 trilhão. OpenAI renegociou sua parceria com a Microsoft recentemente. Por Redação g1

A OpenAI, criadora do ChatGPT, protocolou confidencialmente nesta segunda-feira (8) um pedido para uma oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos, juntando-se à rival Anthropic em uma corrida rumo ao mercado de ações, enquanto investidores buscam exposição ao boom da inteligência artificial.

A OpenAI não divulgou o tamanho nem os termos da oferta, mas a Reuters informou que a gigante da IA mira uma avaliação de até US$ 1 trilhão em uma estreia na bolsa que pode acontecer já em setembro.

Nessa avaliação, a OpenAI abriria caminho para um trio de empresas estreando rapidamente com valor de mercado na casa do trilhão de dólares e é vista como o teste mais importante do apetite dos investidores por ações de tecnologia de alto crescimento na última década.

A SpaceX, de Elon Musk, foi a primeira a largar na frente, protocolando um pedido de IPO que seria o maior da história, caso seja concluído, com a empresa buscando uma oferta de US$ 75 bilhões a uma avaliação de US$ 1,75 trilhão.

Nos mercados de previsão, onde participantes apostam no resultado de eventos futuros, a maioria esperava que a OpenAI protocolasse seu pedido de IPO antes da Anthropic.

Os IPOs da Anthropic e da OpenAI consolidariam um período transformador para a indústria de tecnologia e para os mercados globais, com a inteligência artificial emergindo rapidamente como o principal tema de investimento da década.

A OpenAI informou anteriormente neste ano que estava captando US$ 110 bilhões a uma avaliação de US$ 840 bilhões, com apoio de grandes investidores, incluindo SoftBank, Amazon e Nvidia.

Na ocasião, também revelou que o ChatGPT tinha mais de 900 milhões de usuários ativos semanais e mais de 50 milhões de assinantes consumidores.

O pedido de IPO ocorre após a OpenAI renegociar sua parceria com a Microsoft, uma de suas primeiras investidoras, permitindo que a pioneira em IA firmasse novas parcerias com empresas como Amazon.com e a unidade Google, da Alphabet.

O investimento inicial da fabricante do Windows, que totaliza US$ 13 bilhões desde 2019, ajudou a pavimentar o caminho para a rápida ascensão da OpenAI e impulsionou o crescimento do negócio de computação em nuvem Azure.

Em março, a OpenAI afirmou estar gerando US$ 2 bilhões em receita mensal e crescendo aproximadamente quatro vezes mais rápido do que empresas que definiram as eras da internet e da mobilidade, incluindo Alphabet e Meta.

Ainda assim, a indústria que a OpenAI ajudou a criar rapidamente se tornou mais competitiva, com empresas como a Anthropic correndo para desafiar sua liderança, enquanto investidores avaliam se o crescimento meteórico do setor de IA pode ser sustentado.

A Anthropic emergiu como uma das principais rivais, com sua IA Claude registrando forte demanda entre desenvolvedores de software para tarefas de programação, e algumas empresas utilizando seu modelo mais avançado, Mythos, para identificar vulnerabilidades em seus códigos.

A empresa por trás do popular assistente de programação Claude Code protocolou confidencialmente nesta segunda-feira um pedido para uma oferta pública inicial nos Estados Unidos, poucas semanas após captar US$ 65 bilhões em uma rodada de financiamento que a avaliou em US$ 965 bilhões.

Embora essas ofertas de grande porte possam trazer novo impulso ao mercado de IPOs dos Estados Unidos, alguns banqueiros alertam que elas também podem absorver capital que, de outra forma, seria direcionado a operações menores.

A OpenAI foi fundada em 2015 como uma organização sem fins lucrativos focada em pesquisa, mas criou uma divisão com fins lucrativos quatro anos depois para ajudar a financiar os crescentes custos do desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial.

Sua estrutura incomum, que concedia à entidade sem fins lucrativos o controle sobre a organização lucrativa, passou por intenso escrutínio no final de 2023, quando o CEO Sam Altman foi brevemente afastado do cargo antes de retornar dias depois, após uma revolta dos funcionários.

Em dezembro de 2024, a OpenAI revelou planos para reformular sua estrutura por meio da criação de uma corporação de benefício público, afirmando que a mudança ajudaria a captar muito mais capital e a flexibilizar restrições impostas por sua controladora sem fins lucrativos.

A reformulação rapidamente se tornou controversa após fortes críticas de um de seus primeiros apoiadores, o bilionário Elon Musk, que posteriormente processou a OpenAI e acusou Altman e outros executivos de transformar a organização sem fins lucrativos em um veículo de enriquecimento privado.

Em maio, um júri dos Estados Unidos decidiu contra Musk em seu processo, concluindo que a empresa de IA não era responsável perante a pessoa mais rica do mundo por supostamente ter se desviado de sua missão original de beneficiar a humanidade.

O veredito unânime removeu um importante fator de incerteza para o IPO, com analistas afirmando que ele eliminou um grande obstáculo jurídico que costuma preocupar investidores do mercado acionário.

Há 1 hora Saúde Como funciona a vacina contra dengue do ButantanHá 1 horaVigilância no país está funcionando muito bem, diz infectologista

Há 2 horas Saúde Ainda não é possível relacionar casos adversos à vacinação, diz ButantanHá 2 horasAvançou 1,78% 💵Dólar fecha em alta a R$ 5,17 após incertezas na guerra entre Israel e Irã

Há 2 horas Economia Copa do MundoCBF aponta ‘boa evolução’ em lesão de Neymar; entenda o diagnóstico

Há 3 horas Saúde Jogador passou por novos exames hoje; não há previsão de retornoHá 3 horasRomário, Edmílson… Relembre os cortes do Brasil na CopaHá 3 horasAlegação de fraude em eleiçãoVÍDEO: Trump ofende jornalista e deixa entrevista nos EUA

Há 1 hora Mundo Juiz considera ilegal taxa de US$ 100 mil criada por Trump para visto de trabalhoHá 1 horaTrump avisou a Netanyahu que ele poderia acabar ‘lutando sozinho’ caso retomasse guerra com Irã, diz siteHá 1 horaEscolha de novo presidenteEleições no Peru: Sánchez vira sobre Fujimori com 94% das urnas apuradas

Há 4 horas Mundo Confira como está a disputa presidencial no Peru em cada região do paísHá 4 horasEleições 2026Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro

Há 6 horas Política Recursos públicosRJ aplicou mais de R$ 3 bilhões no Banco Master, diz governador

0

PREVIOUS POSTSPage 2 of 17NEXT POSTS