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A brasileira empresária de Haaland que se tornou a primeira mulher ‘superagente’ do futebol: ‘Acham que a gente não entende do assunto’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 04:46

Trabalho e Carreira A brasileira empresária de Haaland que se tornou a primeira mulher 'superagente' do futebol: 'Acham que a gente não entende do assunto' Em entrevista à BBC Sports, Rafaela Pimenta falou sobre a carreira, as transformações no futebol e desigualdade de gênero. Por BBC

Rafaela Pimenta é agente de Erling Haaland, astro da Noruega que vai enfrentar o Brasil no domingo — Foto: BBC Sport

Rafaela Pimenta nunca marcou um gol nem comandou uma equipe à beira do gramado. Ainda assim, aos 53 anos, ela é a única representante do futebol na lista "50 Over 50" da revista Forbes em 2026.

Todos os anos, a Forbes publica uma lista global com 50 mulheres que alcançaram posições de destaque e influência, tornando-se referência em suas áreas.

Na edição deste ano, a brasileira divide espaço com nomes como a atriz Penélope Cruz e a reverenda Sarah Mullally, primeira mulher a ocupar o cargo de Arcebispa de Canterbury.

Sua impressionante carteira de clientes inclui o superastro norueguês Erling Haaland — que deve entrar em campo contra o Brasil no próximo domingo (5/7) para a partida das oitavas de final da Copa do Mundo 2026.

Primeira mulher a se tornar uma "superagente" do futebol, a brasileira exerce enorme influência nos bastidores de um esporte historicamente dominado por homens.

Em 2022, recebeu o prêmio de Melhor Transferência do Ano no Globe Soccer Awards após conduzir a negociação de Haaland com o Manchester City.

Em 2026, Pimenta também esteve à frente da renovação do contrato do norueguês com o clube inglês até 2034.

Além dele, Pimenta agencia a joia mexicana Gilberto Mora, de 17 anos, que estreou no Mundial deste ano, entre outros grandes nomes do futebol.

"Eu sempre digo: você é tão bom quanto sua última janela de transferências. Se errarmos, se fizermos um trabalho ruim, acabou. Portanto, o que fizemos há dez anos, um ano ou seis meses já não importa. O que é interessante neste trabalho é que você precisa provar seu valor todos os dias e ser criativo todos os dias, porque tudo muda o tempo todo."

Mas antes de se tornar agente de jogadores, Rafaela Pimenta atuou como professora no Brasil. Sua relação com o futebol começou exatamente na sala de aula.

Em entrevista à BBC Sports em fevereiro deste ano, ela contou que tinha dificuldade em manter a atenção dos alunos e pensou em estruturar as aulas em torno dos aspectos contratuais do esporte — que lhe interessavam do ponto de vista jurídico.

Ela foi apresentada a um ex-jogador de futebol e passou a usá-lo como tema de suas aulas. A partir daí, surgiram mais discussões e Rafaela acabou participando de negociações para pessoas que queriam se envolver com clubes de futebol no Brasil.

Depois disso, passou a trabalhar com agentes que tentavam trazer jogadores para o Brasil ou levá-los para fora.

"Gostei muito da ideia do futebol e pensei: 'Vamos ver se isso pode funcionar'. Eu não tinha certeza de que funcionaria porque os tempos eram diferentes e os agentes estavam apenas começando, então poderia ter dado errado muitas vezes."

O jogador sueco Ibrahimovic ao lado de seu agente Mino Raiola na Copa de 2018 — Foto: Getty Images via BBC

Mas existe um equívoco comum sobre a trajetória de Rafaela Pimenta: o de que ela simplesmente assumiu o lugar deixado pelo italiano Mino Raiola após a morte precoce do empresário em abril de 2022.

Embora tenha trabalhado lado a lado com uma das figuras mais controversas do futebol mundial, conhecida principalmente por ter conduzido a carreira de Zlatan Ibrahimovic, Pimenta sempre construiu sua própria trajetória.

Eles se conheceram durante negociações no Brasil. Raiola queria fazer negócios de uma determinada maneira, mas a brasileira, na época advogada, disse que aquilo não era possível e houve quase um choque de personalidades.

Eles tiveram uma reunião, Raiola foi embora, mas depois decidiu que queria trabalhar com Pimenta porque ficou atraído pela forma como ela se recusava a aceitar simplesmente sua palavra ou concordar com tudo o que ele dizia apenas para ter uma vida mais fácil ou entrar no círculo privilegiado. Ele queria alguém que o enfrentasse.

"Ele dizia que eu era a única pessoa que tinha coragem de dizer 'não' para ele. Todos os outros só queriam o dinheiro dele e aceitavam até as ideias mais malucas", lembra.

"Tivemos muitas brigas, jogando coisas um na cara do outro, gritando um com o outro, brigas teatrais e cômicas. Mas eu diria que, no fundo, nunca tivemos um desacordo real porque, acima de tudo, tenho que dizer que Mino sempre respeitou o acordo que fizemos. Isto é o que você faz, isto é o que eu faço."

Após a morte de Raiola, Pimenta passou a trabalhar com algumas das pessoas com quem o empresário italiano trabalhava, mas já tinha sua própria agência, tendo o mexicano Gilberto Mora, de 17 anos, um de seus primeiros clientes.

"Foi uma grande aventura vir para a Europa como imigrante, como mulher em um setor dominado por homens, em um setor que, na época, era visto de forma ainda pior do que hoje. Precisamos encarar a realidade: há muitos desafios relacionados aos agentes e a práticas que não são aceitáveis. É um trabalho desafiador. Poderia ter dado errado. E todos os dias pode dar errado."

Nem todas as experiências na carreira, porém, foram positivas — principalmente quando o assunto é desigualdade de gênero.

"Quando comecei a trabalhar com isso, havia pouquíssimas mulheres em cargos de decisão. Havia a Marina Granovskaia, no Chelsea, mas, no geral, dava para contar nos dedos."

"Eu via muitas mulheres trabalhando nos clubes, desempenhando funções importantes e participando das decisões, mas sem receber o devido reconhecimento."

Pimenta diz que os clubes tinham uma estrutura semelhante: um longo corredor em que a última porta era sempre a sala de quem realmente tomava as decisões.

"Normalmente, a mulher parava antes da última porta, e atrás dela havia um homem", afirma.

"Era curioso porque eu ia até a última porta, conversava com o diretor-executivo, o diretor esportivo ou quem fosse. E conheci muitas mulheres que paravam antes daquela porta e se sentiam fortalecidas ao ver que eu estava entrando nela", acrescenta.

"Há essa imagem de que as mulheres competem demais entre si. Acho que, se soubermos lidar com isso, não precisa ser assim. Eu realmente fui ajudada muitas vezes por mulheres da indústria."

Já entre muitos homens que ocupavam posições de poder, a recepção nem sempre foi amistosa. Em diversas ocasiões, diz, o fato de ser mulher foi usado como uma forma de tentar desestabilizá-la.

"Acho que, muitos anos atrás, essa questão do gênero era muito mais forte. Houve uma longa evolução desde uma primeira reunião em que um diretor esportivo me disse: 'Então você existe mesmo? Achei que você fosse uma prostituta brasileira.', até onde estamos hoje."

Pimenta lembra de outro episódio, ocorrido há cerca de dois anos, durante a negociação de um contrato.

Ao seu lado estava um advogado contratado exclusivamente para auxiliar na redação jurídica, em um idioma estrangeiro.

"Entramos numa negociação muito dura com o clube. No final, o resultado foi muito bom para o cliente. Então um dos homens do outro lado da mesa se dirigiu ao advogado, que não tinha aberto a boca até então porque esperava o momento de escrever algo, e disse: 'Você a ensinou bem, ela conhece bem o nosso futebol'", lembra.

"E o homem disse aquilo como um elogio, como uma piada simpática. Algumas pessoas têm tão profundamente enraizada a ideia de que mulheres são inferiores aos homens ou de que mulheres não entendem de futebol que, mesmo quando tentam ser gentis, acabam sendo preconceituosas. Eu não aceito isso, nem quando vem disfarçado de gentileza."

Pimenta diz que sua principal motivação hoje é tornar esse caminho dentro do futebol um pouco mais fácil para as próximas gerações de mulheres. Além de atuar como agente, ela também é professora em cursos para agentes organizados pela UEFA (União das Federações Europeias de Futebol) e pela associação internacional da categoria.

"E eu digo: 'Não aceite abuso. Você não precisa aceitar nenhum abuso. E não precisa se sexualizar para ser alguém nessa indústria. Não precisa ser bonita, sexy ou aceitar investidas para conseguir espaço. Isso não vai lhe dar espaço. Vai levá-la por um caminho muito ruim'."

Haaland é um dos jogadores agenciados por Rafaela Pimenta, a primeira mulher a se tornar uma superagente no futebol — Foto: Getty Images via BBC

"Lembro de uma transferência em que chegamos ao clube, fechamos a porta e só saímos quando o negócio foi concluído. Fiquei lá por 18 horas", recorda.

"Hoje isso seria impossível. É preciso preparar toda a documentação com uma semana de antecedência, às vezes um mês ou até seis meses antes, porque há muitas questões a resolver: legislação trabalhista, impostos, leis locais."

Mas, segundo ela, a transformação mais profunda aconteceu fora das quatro linhas. Os jogadores "passaram a funcionar como verdadeiras empresas" e, com isso, novas oportunidades foram de campo cresceram muito, principalmente em relação às redes sociais.

Erling Haaland, por exemplo, é uma superestrela. Ele tem um canal no YouTube com 2 milhões de inscritos e quase 45 milhões de seguidores no Instagram. E, com esse status, vêm também uma enorme demanda e expectativas.

"Antigamente, esperava-se que o jogador treinasse pela manhã e jogasse no fim de semana. O resto do tempo era para fazer compras com a esposa ou jogar videogame. Era basicamente isso", afirma.

"Você não via banqueiros perseguindo jogadores de futebol. Não via incorporadores imobiliários querendo associar seus projetos a jogadores. Hoje todos querem uma parte disso."

Na avaliação de Pimenta, porém, todas essas mudanças não foram acompanhadas por um equilíbrio nas relações entre clubes e atletas, e os jogadores continuam tendo pouca autonomia sobre a própria carreira.

A empresária critica, por exemplo, contratos de representação que obrigam atletas a pagar multas caso decidam trocar de agente.

"Se eu não faço um bom trabalho, não devo esperar que o jogador continue comigo na próxima janela. Uma coisa que eu detesto é esse mandato com cláusula de multa. Você assina comigo para que eu o represente e, se quiser trocar de agente, precisa me pagar uma multa. Por quê? Se quiser trocar de agente, vá e troque."

"É como um casamento. Imagine que sua esposa queira se divorciar e, para isso, você tenha que pagar a ela. Você se sentiria muito injustiçado. É assim que o jogador deveria se sentir. Eles nunca deveriam assinar algo que limite sua liberdade."

Segundo Pimenta, o mesmo princípio deveria nortear o sistema de transferências. Para ela, "os clubes têm poder demais" e os jogadores, muitas vezes, tornam-se refém das circunstâncias.

"Eu não discordo do sistema de transferências. Ele é necessário para que todo o sistema funcione. Não estou defendendo o caos. Também não acho que os jogadores devam simplesmente fazer tudo o que quiserem. Mas acredito que precisamos de mais equilíbrio. Hoje, existe um desequilíbrio."

Na prática, diz, muitos negócios deixam de acontecer porque os clubes mantêm controle quase absoluto sobre a situação dos atletas.

"Sempre há um jogador que poderia ter sido negociado, que precisava sair, mas o clube exigiu mais 1 milhão de libras."

O debate ganhou força em outubro de 2024, quando o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu que parte das regras da Fifa que regulam as transferências de jogadores viola a legislação europeia.

Após a decisão, a entidade implementou um modelo provisório para calcular indenizações e redistribuir o ônus da prova em casos de quebra de contrato.

Para Pimenta, a discussão vai além das regras jurídicas e passa pela forma como os jogadores são tratados em um esporte cada vez mais bilionário.

"Um diretor de futebol ou um dono de clube mantinha uma relação especial com o jogador. Se um atleta chegasse e dissesse: 'Por favor, preciso sair', eles buscavam uma solução."

"Hoje, o futebol se tornou um negócio tão grande que existe o risco de os jogadores serem vistos apenas como ativos financeiros. Um ativo não tem voz, não tem sentimentos, nem necessidades humanas."

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WhatsApp com nome de usuário: como reservar o seu? É seguro? Tire dúvidas sobre o novo recurso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/07/2026 03:45

Tecnologia WhatsApp com nome de usuário: como reservar o seu? É seguro? Tire dúvidas sobre o novo recurso Aplicativo já liberou a reserva de apelidos e, no futuro, permitirá começar conversas sem usar o número de celular. Por Redação g1 — São Paulo

Os nomes de usuário no WhatsApp vão acabar com a necessidade de ter o número de celular para começar conversas ou adicionar alguém a grupos.

Ainda vai levar um tempo para a opção ser totalmente implementada, mas, desde segunda-feira (29), o WhatsApp já oferece a reserva de nomes de usuário para seus mais de 3 bilhões de usuários.

A reserva é a primeira etapa para que, no futuro, o WhatsApp libere a opção de acionar outras pessoas por meio dos apelidos.

O recurso gerou dúvidas para muitas pessoas, que perguntam se vale a pena usar o mesmo apelido de outras redes sociais e se ele é seguro contra mensagens de desconhecidos.

O g1 reuniu respostas a algumas das principais dúvidas abaixo para ajudar usuários a se prepararem para quando o recurso estiver totalmente disponível.

O que são nomes de usuário no WhatsApp? Como criar um nome de usuário no WhatsApp? Como excluir o seu nome de usuário? Vale a pena usar o nome de usuário do Instagram no WhatsApp? Como evitar mensagens de desconhecidos?Será possível identificar se contato é real?

O recurso de nomes de usuário do WhatsApp permite criar um identificador único para sua conta (como @Nome123) e impedir que desconhecidos saibam seu número de telefone.

Com um nome de usuário na sua conta, pessoas que não têm seu número na lista de contatos não terão acesso a ele ao receber suas mensagens ou ligações.

A reserva de nomes de usuário já está disponível, mas a opção de buscar pessoas pelo identificador deverá ser liberada no futuro. O WhatsApp afirmou que esta etapa acontecerá ainda este ano.

Os nomes de usuário já existem há mais tempo no Telegram, que oferece ainda a opção de usuários criarem um link para suas contas se quiserem ser encontrados mais facilmente.

Neste momento, não é possível ver o nome de usuário de outras pessoas nem entrar em contato com terceiros por meio desse identificador.

Mas o WhatsApp disse que liberou reservas antecipadas para que todos tenham a chance de garantir o nome de usuário desejado.

abra a seção de "Configurações"; clique em "Conta"; selecione a opção "Nome de usuário"; insira o apelido desejado;clique em "Salvar".

O WhatsApp alerta que, ao apagar um nome de usuário, ele ficará disponível e poderá ser escolhido por outras pessoas. Além disso, seu número de telefone será exibido novamente em conversas e ligações quando o recurso estiver disponível.

abra a seção de "Configurações"; clique em "Conta"; selecione a opção "Nome de usuário"; clique em "Editar"; clique em "Apagar nome de usuário" – ou "Mudar nome de usuário" para escolher outro;confirme a escolha em "Apagar".

Depende. A resposta varia de acordo com quanto você deseja que sua conta seja encontrada por mais pessoas no WhatsApp.

Se a sua atividade é restrita a amigos e conhecidos, o mais indicado é criar um nome de usuário mais específico e diferente do que você usa em redes sociais como Instagram, X e TikTok.

Por outro lado, criadores de conteúdo e pequenas empresas podem considerar importante ter nomes de usuário que sejam fáceis para seus seguidores e clientes.

Se você deseja manter seu nome de usuário de outras redes sociais, mas quer limitar o acesso a pessoas conhecidas, a saída é habilitar as chaves de segurança. (saiba mais abaixo)

Por padrão, qualquer pessoa poderá entrar em contato com você no WhatsApp se tiver seu nome de usuário. Para evitar mensagens e ligações indesejadas, o aplicativo criou chaves que funcionam como senhas de quatro dígitos para começar a conversa.

A chave é gerada pelo WhatsApp e pode ser atualizada a qualquer momento, dificultando o acesso de pessoas indesejadas à sua conta. Seus contatos, pessoas que sabem seu número e pessoas com quem você já conversa não precisarão dessa senha.

abra a seção de "Configurações"; clique em "Conta"; selecione a opção "Nome de usuário"; clique em "Fale comigo pelo nome de usuário";selecione "Pessoas que sabem minha chave";confirme em "Salvar chave".

Quando o aplicativo identificar usuários com menos de 18 anos, a chave será ativada como medida padrão para proteger a privacidade de crianças e adolescentes.

Num primeiro momento, não será possível garantir que o nome de alguém que enviou uma mensagem para você realmente se parece com o nome de usuário exibido na conta.

O WhatsApp não anunciou medidas como selos de verificação, que existem em outras plataformas e costumam dar mais credibilidade para o perfil.

Na Índia, a plataforma chegou a receber um pedido para adiar o lançamento do recurso no país. O governo indiano teme que a funcionalidade contribua para fraudes online.

Em resposta, o WhatsApp disse que "nomes de alto perfil", como os de pessoas e empresas famosas, poderão ser reivindicados pelos proprietários legítimos para evitar a falsificação de identidade.

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Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 17:44

Carros Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista Picape acumula 83.032 emplacamentos e fica à frente dos Volkswagen Polo e T-Cross. Venda de carros elétricos é três vezes maior em 2026 se comparada a 2025. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O primeiro semestre de 2026 fechou com a Fiat Strada como veículo mais vendido do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A picape alcançou a marca de 83.032 emplacamentos e ficou bem à frente do vice-líder Volkswagen Polo. O hatch, nos seis primeiros meses do ano, chegou a 54.091 unidades vendidas, e foi seguido pelo ‘irmão’ T-Cross, que teve 48.048 emplacamentos.

Fiat Strada: 83.032 unidades;Volkswagen Polo: 54.091 unidades;Volkswagen T-Cross: 48.048 unidades;Fiat Argo: 46.029 unidades;Chevrolet Onix: 45.109 unidades;Volkswagen Tera: 41.420 unidades;Hyundai HB20: 38.930 unidades;Hyundai Creta: 35.925 unidades;BYD Dolphin Mini: 35.669 unidades;Fiat Mobi: 33.492 unidades.

A ordem do pódio de mais vendidos em junho é a mesma do semestre. As diferenças são que o Volkswagen Tera aparece à frente do Chevrolet Onix no mês passado, mas está atrás no acumulado.

E, nos primeiros seis meses de 2026, só o BYD Dolphin Mini aparece como eletrificado na lista dos 10 mais vendidos. Já em junho ele aparece atrás do BYD Song.

Fiat Strada: 14.303 unidades;Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades;Volkswagen Polo: 10.939 unidades;Fiat Argo: 9.831 unidades;Volkswagen Tera: 9.289 unidades;Chevrolet Onix: 7.972 unidades;Hyundai HB20: 6.914 unidades;BYD Song: 6.632 unidades;BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades;Hyundai Creta: 5.533 unidades.

No primeiro semestre, a BYD lidera como a queridinha nos segmentos de híbridos e de elétricos. Nas vendas de híbridos, ela é seguida por Toyota e GWM. Já entre os elétricos, aparecem Geely e GM entre os principais concorrentes.

No acumulado do ano, a BYD mantém liderança expressiva no segmento de elétricos, com 64,45% de participação no mercado.

Entre janeiro e junho de 2026, foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país.

Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.

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‘Café dos Perdedores’: cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 13:46

Mundo 'Café dos Perdedores': cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo Ação criada na Cidade do México, uma das sedes do mundial de 2026, aposta no bom humor para amenizar a frustração da derrota. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas". Por Reuters

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Enquanto milhares de mexicanos comemoravam a classificação da seleção para as oitavas de final da Copa do Mundo, uma cafeteria na Cidade do México seguia na contramão da festa. Na porta, a bandeira do Equador permanecia hasteada como forma de receber justamente quem deixou o Mundial pelo caminho.

O Losers Cafe ("Café dos Perdedores", em tradução livre), no bairro de Condesa, foi criado para acolher torcedores das seleções eliminadas. A proposta é simples: quem aparece vestindo a camisa de um time derrotado ganha uma bebida gratuita e encontra um ambiente pensado para transformar a frustração em bom humor.

Todos os dias, pequenas bandeiras das seleções que deram adeus ao torneio são colocadas na entrada da cafeteria. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas".

Foi ali que a fotógrafa Monse Aguilar, de 24 anos, torcedora da África do Sul, encontrou um pouco de conforto depois da derrota por 1 a 0 para o Canadá, resultado que eliminou sua seleção da Copa.

"É como um abraço para o coração depois de perder", disse ela enquanto tomava a bebida oferecida pela casa.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

A iniciativa surgiu de uma campanha da marca sueca de alternativas lácteas Oatly, que convidou Ian Infante, proprietário do tradicional Compay Café, para transformar temporariamente o estabelecimento no Losers Cafe durante a Copa do Mundo.

Como imigrante, afirmou compreender o sentimento deixado por uma derrota esportiva e viu na ideia uma forma de criar um espaço de acolhimento para torcedores que, muitas vezes, deixam de fazer parte da festa após a eliminação de suas seleções.

"As pessoas diziam: 'Eu não sou um perdedor'. Mas, quando explicávamos o conceito, elas passavam a enxergar a iniciativa com humor e se sentiam mais conectadas umas às outras", contou.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Segundo Rocio de la Cuadra Diaz, desenvolvedora de mercado da Oatly no México, a campanha foi lançada na capital mexicana — e não em cidades dos Estados Unidos ou do Canadá, que também recebem partidas da Copa — por causa do crescimento da marca na América Latina e do senso de humor dos mexicanos.

"A ideia de criar um café para perdedores no México fez sentido porque quase sempre perdemos", afirmou.

A brincadeira, porém, ganhou um novo contexto. Depois de conquistar sua primeira vitória em um mata-mata de Copa do Mundo em 40 anos, o México voltou a sonhar alto no torneio.

Agora, os torcedores do El Tri esperam repetir o feito diante da Inglaterra nas oitavas de final. E, se a eliminação vier, eles já sabem onde encontrar um café — e um pouco de consolo.

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Peru declara estado de emergência em 40% do país por chuvas causadas pelo El Niño

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 11:45

Agro Peru declara estado de emergência em 40% do país por chuvas causadas pelo El Niño A medida, com duração de 60 dias, permite ao governo adotar ações e medidas extraordinárias para reduzir o risco considerado 'muito alto' enfrentado pelos distritos afetados. Por Reuters

O governo do Peru declarou estado de emergência em cerca de 40% do país devido às chuvas do El Niño, em decreto publicado nesta quinta-feira (2).

Com duração de 60 dias, a medida atinge 796 distritos sob risco considerado "muito alto". O plano foi assinado pelo presidente em fim de mandato José Maria Balcazar.

A medida abrange locais como Lima, Cusco e Arequipa. Governos regionais e locais implementarão as ações em coordenação com as autoridades nacionais.

O financiamento ocorrerá com orçamentos já existentes, sem recursos adicionais do Tesouro Público. O El Niño altera padrões climáticos ao aquecer as águas do Oceano Pacífico.

O governo do Peru declarou estado de emergência em 796 distritos — cerca de 40% do total do país — devido ao risco iminente de fortes chuvas associadas ao fenômeno climático El Niño, segundo um decreto publicado nesta quinta-feira (2).

A medida, com duração de 60 dias, permite ao governo adotar ações e medidas extraordinárias para reduzir o risco considerado "muito alto" enfrentado pelos distritos afetados.

O estado de emergência, estabelecido por um decreto assinado pelo presidente em fim de mandato José Maria Balcazar, abrange regiões como Lima, Cusco e Arequipa.

Os governos regionais e locais serão responsáveis por implementar as medidas de emergência em coordenação com as autoridades nacionais, segundo o decreto.

As ações adotadas durante o estado de emergência serão financiadas com os orçamentos já existentes das instituições envolvidas, sem necessidade de recursos adicionais do Tesouro Público.

O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico, que altera os padrões climáticos globais, provocando seca em algumas regiões produtoras de alimentos e chuvas mais intensas em outras.

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Criptomoedas, ações e imóveis: de onde vieram os mais de US$ 1 bilhão declarados por Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,9%Dólar TurismoR$ 5,4190,86%Euro ComercialR$ 5,9280,48%Euro TurismoR$ 6,1800,45%B3Ibovespa171.689 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,9%Dólar TurismoR$ 5,4190,86%Euro ComercialR$ 5,9280,48%Euro TurismoR$ 6,1800,45%B3Ibovespa171.689 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,9%Dólar TurismoR$ 5,4190,86%Euro ComercialR$ 5,9280,48%Euro TurismoR$ 6,1800,45%B3Ibovespa171.689 pts-0,2%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, faz sua dancinha característica após discursar sobre impostos e previdência social em The Villages, Flórida, em 1º de maio de 2026 — Foto: Jim WATSON / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) em ganhos em 2025, com receitas vindas de investimentos financeiros, participações em empresas e empreendimentos imobiliários.

As informações foram publicadas inicialmente pelos jornais "The New York Times" e "Financial Times", com base em um documento divulgado na última terça-feira (30) pelo Escritório de Ética Governamental dos EUA.

Além dos ativos digitais — que passaram a representar sua principal fonte de renda declarada — Trump também informou milhares de transações com ações e dezenas de receitas de empresas e imóveis que levam seu nome.

Segundo o relatório, Trump informou ter recebido mais de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) em 10 transações da World Liberty Financial, empresa de criptomoedas fundada por ele e seus filhos.

Outros US$ 635 milhões (R$ 3,3 bilhões) vieram de operações com a $TRUMP, uma memecoin inspirada em memes e fenômenos da internet.

Mais US$ 196 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) vieram de uma "contribuição de capital de novos membros da Stablecoin Holdco LLC", da qual Trump detém uma participação de 38,25%, segundo o "Financial Times".

Segundo análise da Reuters, os ativos digitais passaram a representar a principal fonte de renda declarada por Trump e foram beneficiados por políticas adotadas durante seu governo.

O relatório também mostra que a carteira de investimentos de Trump reúne ações, fundos de investimento, ETFs e títulos de dívida pública e privada.

🔎 Um título de dívida privada funciona como um empréstimo. Em vez de pegar dinheiro com um banco, a empresa capta recursos de investidores e se compromete a devolver o valor no futuro, com juros.🔎 Os ETFs funcionam como uma "cesta" de investimentos. Em vez de comprar ações de dezenas de empresas separadamente, o investidor adquire um ETF que replica o desempenho desse conjunto de papéis.

Além disso, o "Financial Times" destacou que o relatório registra diversas negociações de ações realizadas em nome de Trump em momentos considerados "sensíveis" pelo mercado.

A maior compra de ações da Nvidia, por exemplo, ocorreu em 18 de agosto, uma semana após Trump afirmar que a fabricante poderia vender chips para a China caso destinasse parte da receita ao governo americano.

A maior compra de ações da Intel ocorreu no mesmo dia e antecedeu em uma semana o anúncio da Casa Branca sobre a aquisição de uma participação de 10% na fabricante de chips.

De acordo com o jornal britânico, foram registradas mais de 21 mil negociações em 2025 por meio de oito contas de investimento vinculadas a Trump.

Trump também declarou mais de US$ 50 milhões (R$ 259,8 milhões) em taxas de licenciamento relacionadas a projetos imobiliários no exterior, em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Romênia, Filipinas, Omã, Índia e Vietnã.

Ainda segundo o "Financial Times", um empreendimento da Trump Organization na Escócia, que reúne um campo de golfe e um hotel, gerou cerca de 24 milhões de libras em receita, o equivalente a US$ 31,8 milhões (R$ 165,2 milhões).

Resort Mar-a-Lago: US$ 77,5 milhões (R$ 402,6 milhões);campo de golf em Bedminster: US$ 37,6 milhões (R$ 195,3 milhões);campo de golfe em Jupiter, na Flórida: US$ 31,6 milhões (R$ 164,2 milhões);campo de golfe na Virgínia: US$ 24,9 milhões (R$ 129,4 milhões).

O "Financial Times" também identificou mais de US$ 350 mil (R$ 1,8 milhão) em presentes e reembolsos de viagens recebidos pelo presidente.

10 ingressos para o Super Bowl, com um valor combinado de US$ 50 mil (R$ 259,8 mil);15 ingressos para as 500 Milhas de Daytona, no valor de US$ 7.500 (R$ 38,9 mil);30 ingressos para lutas de MMA no valor combinado de US$ 6.750 (R$ 35,1 mil);Escultura avaliada em US$ 250 mil (aproximadamente R$ 1,3 milhão).

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Senado aprova projeto que permite a servidores públicos se tornarem microempreendedores individuais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 16:44

Política Senado aprova projeto que permite a servidores públicos se tornarem microempreendedores individuais Aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, texto segue para a Câmara. Microempresas individuais de servidores não poderão participar de licitação ou de contratos públicos. Por Vinícius Cassela, g1 — Brasília

O Senado aprovou nesta quarta-feira (1º) um projeto de lei que abre a possibilidade de servidores públicos serem administradores de empresas, desde que na modalidade de microempreendedor individual (MEI).

A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça de forma terminativa – ou seja, sem a necessidade de votação pelo plenário da Casa. Não havendo recurso, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados.

De acordo com a legislação vigente, os servidores públicos são proibidos de participar de gerência ou administração de sociedade privada ou exercer o comércio. Mas, a lei permite que os servidores tenham participação em empresas e possam exercer mais de uma atividade remunerada.

A proposta do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), abre uma possibilidade nova para os servidores, já que microempreendedores não podem ter mais de um empregado. A receita bruta anual de uma microempresa individual não pode passar de R$ 81 mil, ou seja, R$ 6.750 por mês.

"Respeitada a compatibilidade de horários e assegurado o regular exercício do cargo público, a atuação como MEI não se distingue das atividades remuneradas atualmente facultadas ao servidor. Afinal, o MEI não cuida, como se intui da própria denominação, da gestão de equipes, tampouco de empreendimento de médio ou grande porte", justificou Trad.

Entretanto, o projeto limita a possibilidade apenas para os servidores públicos que não ocupem cargo em comissão ou função de confiança.

Além disso, as empresas criadas pelos servidores não poderão participar direta ou indiretamente de licitação ou da execução do contrato agente público de órgão.

Para o relator, senador Irajá (PSD-TO), a medida é positiva para "preservar o nível de desenvolvimento econômico" da população brasileira, que tem envelhecido.

"Projeções indicam mudanças demográficas aceleradas devido ao envelhecimento da população, tornando essencial ampliar, e não restringir, o número de pessoas aptas a empreender, para preservar o nível de desenvolvimento econômico nas próximas décadas", afirmou.

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Criptomoedas, ações e imóveis: de onde vieram os mais de US$ 1 bilhão declarados por Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 16:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,88%Dólar TurismoR$ 5,4180,84%Euro ComercialR$ 5,9270,46%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.568 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,88%Dólar TurismoR$ 5,4180,84%Euro ComercialR$ 5,9270,46%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.568 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,2090,88%Dólar TurismoR$ 5,4180,84%Euro ComercialR$ 5,9270,46%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.568 pts-0,27%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, faz sua dancinha característica após discursar sobre impostos e previdência social em The Villages, Flórida, em 1º de maio de 2026 — Foto: Jim WATSON / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) em ganhos em 2025, com receitas vindas de investimentos financeiros, participações em empresas e empreendimentos imobiliários.

As informações foram publicadas inicialmente pelos jornais "The New York Times" e "Financial Times", com base em um documento divulgado na última terça-feira (30) pelo Escritório de Ética Governamental dos EUA.

Além dos ativos digitais — que passaram a representar sua principal fonte de renda declarada — Trump também informou milhares de transações com ações e dezenas de receitas de empresas e imóveis que levam seu nome.

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O relatório também mostra que a carteira de investimentos de Trump reúne ações, fundos de investimento, ETFs e títulos de dívida pública e privada.

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Além disso, o "Financial Times" destacou que o relatório registra diversas negociações de ações realizadas em nome de Trump em momentos considerados "sensíveis" pelo mercado.

A maior compra de ações da Nvidia, por exemplo, ocorreu em 18 de agosto, uma semana após Trump afirmar que a fabricante poderia vender chips para a China caso destinasse parte da receita ao governo americano.

A maior compra de ações da Intel ocorreu no mesmo dia e antecedeu em uma semana o anúncio da Casa Branca sobre a aquisição de uma participação de 10% na fabricante de chips.

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Trump também declarou mais de US$ 50 milhões (R$ 259,8 milhões) em taxas de licenciamento relacionadas a projetos imobiliários no exterior, em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Romênia, Filipinas, Omã, Índia e Vietnã.

Ainda segundo o "Financial Times", um empreendimento da Trump Organization na Escócia, que reúne um campo de golfe e um hotel, gerou cerca de 24 milhões de libras em receita, o equivalente a US$ 31,8 milhões (R$ 165,2 milhões).

Resort Mar-a-Lago: US$ 77,5 milhões (R$ 402,6 milhões);campo de golf em Bedminster: US$ 37,6 milhões (R$ 195,3 milhões);campo de golfe em Jupiter, na Flórida: US$ 31,6 milhões (R$ 164,2 milhões);campo de golfe na Virgínia: US$ 24,9 milhões (R$ 129,4 milhões).

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Europa cria sua “taxa das blusinhas” para conter avanço de Shein, Temu e AliExpress

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2060,84%Dólar TurismoR$ 5,4140,77%Euro ComercialR$ 5,9240,42%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.519 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,2060,84%Dólar TurismoR$ 5,4140,77%Euro ComercialR$ 5,9240,42%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.519 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,2060,84%Dólar TurismoR$ 5,4140,77%Euro ComercialR$ 5,9240,42%Euro TurismoR$ 6,1780,42%B3Ibovespa171.519 pts-0,29%Oferecido por

A União Europeia aplica, nesta quarta-feira (1º), uma taxa de 3 euros sobre importações de baixo valor. A medida visa conter o avanço de Shein, Temu e AliExpress.

O volume de encomendas importadas isentas na região subiu de 1,4 bilhão em 2022 para 5,8 bilhões em 2025. Bruxelas aponta uso indevido da antiga isenção.

Inspeções em 2025 revelaram que mais de 60% dos produtos importados descumpriam as normas de segurança europeias. A nova taxa busca reduzir os riscos nas alfândegas.

Empresas adotam estratégias distintas, como ampliar armazéns na Europa ou discriminar tarifas aos clientes. A cobrança vale até 1º de julho de 2028.

Plataformas como Shein, Temu e Aliexpress inundaram o mercado europeu nos últimos anos com produtos ultrabaratos — Foto: Alain Apaydin/ABACA/picture alliance via DW

A União Europeia (UE) deu o primeiro passo para conter o que chama de concorrência desleal de varejistas online como Shein, Temu e AliExpress.

Será aplicada, a partir desta quarta-feira (1º), uma taxa de 3 euros (cerca de R$ 17,80) sobre importações de comércio eletrônico de baixo valor, que anteriormente entravam no bloco isentas de impostos.

A medida é mais um revés para as plataformas que, com produtos ultrabaixos vindos sobretudo da China, vêm obtendo um rápido crescimento no mercado europeu, gerando reclamações da concorrência doméstica e de formuladores de políticas públicas.

🔎 As taxas serão cobradas para cada classificação aduaneira dentro de uma remessa. Isto é, um pacote contendo três tipos diferentes de itens incorrerá em uma cobrança total de 9 euros, enquanto um pacote contendo vários itens de um mesmo tipo (como vestidos ou brinquedos) será tarifado em 3 euros.

A isenção de tarifas para importações de baixo valor existem há décadas, com o limite atual de 150 euros introduzido em 2008.

No entanto, o número de encomendas de comércio eletrônico que entram na UE sob essa isenção disparou nos últimos anos, com um salto de 1,4 bilhão em 2022 para 5,8 bilhões em 2025.

"Em um mundo comercial diferente, isso fazia muito sentido, mas esse mundo não existe mais. Ele foi completamente transformado pelo comércio eletrônico, especialmente vindo da China", disse o legislador europeu Dirk Gotink, responsável pelo tema de reforma aduaneira no Parlamento Europeu.

"A isenção foi explorada e utilizada indevidamente em escala industrial para criar uma vantagem competitiva às custas das empresas da UE."

Embora Bruxelas tenha proposto a cobrança no ano passado, alguns Estados‑membros da UE não quiseram esperar e aplicaram suas próprias taxas. Os países deverão deixar de aplicar essas cobranças nacionais, segundo um alto funcionário europeu.

A taxa fixa permanecerá em vigor até 1º de julho de 2028, quando a nova Autoridade Aduaneira da UE deverá iniciar suas operações. Depois disso, as tarifas alfandegárias normais serão aplicadas, dependendo do tipo de produto.

A Comissão Europeia, responsável pela política comercial da UE, afirma que a medida visa reduzir o ônus financeiro sobre as alfândegas após a explosão das importações, além de enfrentar os riscos à segurança decorrentes de mercadorias não fiscalizadas.

Os Estados Unidos já eliminaram uma isenção semelhante, e o Reino Unido seguirá o mesmo caminho. O Brasil, por sua vez, zerou neste ano aquela que ficou apelidada de "taxa das blusinhas", após quase dois anos em vigor.

Bruxelas insiste que a medida não é direcionada à China, nem a qualquer outro país, mas sim a nivelar as condições de concorrência entre empresas europeias e estrangeiras.

O setor varejista europeu argumenta que precisa cumprir regras rigorosas da UE, enquanto muitos produtos vindos do exterior não atendem aos padrões europeus.

Inspeções direcionadas em toda a UE em 2025 constataram que mais de 60% dos itens importados, como brinquedos, cosméticos e eletrônicos, tinham ingredientes proibidos, rótulos ausentes ou documentação de segurança inadequada.

"É praticamente impossível de administrar, e as verificações normais são quase inviáveis", disse o chefe do comitê de comércio do Parlamento Europeu, Bernd Lange.

No entanto, as plataformas podem decidir repassar o custo ao aumentarem o preço dos produtos. Alternativamente, elas poderão pressionar fornecedores a absorver parte dos custos adicionais para limitar aumentos de preços aos consumidores e preservar a rentabilidade.

O bloco deverá ficar ainda atento a tentativas de burlar a regra, bem como a esforços para redirecionar pequenos pacotes ao bloco por meio de rotas alternativas, como a Suíça, que não pertence à UE.

Alguns grandes atores do comércio eletrônico já consideram construir armazéns na Europa para importar mercadorias em grandes volumes e distribuí‑las mais facilmente pelo continente.

A Shein, por exemplo, tem ampliado armazéns em Wroclaw, na Polônia, e enviado mais produtos para a UE em grandes volumes.

Em uma tentativa de melhorar a rastreabilidade dos produtos, a UE tornará obrigatório, a partir de 1º de novembro de 2026, fornecer dados de referência sobre os produtos.

Também é planejada uma taxa de processamento para ajudar as autoridades alfandegárias a lidar com o aumento dos custos, à medida que mais encomendas chegam. O valor dessa taxa ainda não foi definido.

AliExpress, pertencente ao gigante chinês de comércio eletrônico Alibaba, afirmou em comunicado que as páginas de produtos passarão a exibir o rótulo "Preço inclui tarifas e IVA” quando aplicável.

Para outros itens, os clientes verão uma discriminação dos encargos de importação antes de concluir a compra.

A Amazon, que lançou seu serviço ultrabarato Amazon Haul após o rápido crescimento de Temu e Shein, afirmou que 97% de suas remessas na UE no ano passado foram atendidas a partir de armazéns dentro do bloco.

Para produtos enviados de fora da UE, os clientes também verão os encargos de importação antes de finalizar o pedido, informou a empresa.

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Quem mais produz petróleo no Brasil? Veja o ranking das empresas após produção ficar perto de novo recorde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/07/2026 13:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,1940,58%Dólar TurismoR$ 5,4080,65%Euro ComercialR$ 5,9120,19%Euro TurismoR$ 6,1730,33%B3Ibovespa171.710 pts-0,18%Oferecido por

A produção de petróleo no Brasil registrou um novo marco. Em maio, o país produziu, em média, 4,3 milhões de barris por dia (bpd), um aumento de 16,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foi o segundo maior volume mensal da história, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O resultado ficou atrás apenas de abril, quando a produção atingiu o recorde de 4,33 milhões de barris por dia.

Grande parte desse avanço foi impulsionada pelo pré-sal, que respondeu por 3,47 milhões de barris por dia, mais de 80% de todo o petróleo produzido no país em maio. O resultado reforça a trajetória de crescimento da produção brasileira, depois de 2025 ter fechado com média anual recorde de 3,77 milhões de barris por dia.

Entre as empresas, a Petrobras segue na liderança com ampla vantagem. Em maio, a estatal produziu 2,55 milhões de barris por dia, o equivalente a cerca de seis em cada dez barris extraídos no Brasil. Em seguida aparecem a Shell, com 415,3 mil barris por dia, e a TotalEnergies, com 209,9 mil barris por dia.

Petrobras: 59,3%Shell: 9,7%TotalEnergies: 4,9%PPSA: 4,8%CNOC Petroleum: 2,8%Petrogral Brasil: 2,5%CNPC: 2,0%Prio Tigris: 1,7%Prio Forte S.A.: 1,4%Equinor Brasil: 1,2%

A produção de gás natural também cresceu na comparação com um ano antes. Foram 206,06 milhões de metros cúbicos por dia em maio, alta de 19,6%. Em relação a abril, porém, houve uma leve queda de 0,3%.

Nem todo o gás produzido chega ao mercado. Em maio, 60,83 milhões de metros cúbicos por dia foram comercializados. Outra parte, 120,13 milhões de metros cúbicos por dia, foi reinjetada nos reservatórios.

Além disso, 19,23 milhões de metros cúbicos por dia foram consumidos nas próprias plataformas de produção, e 5,87 milhões de metros cúbicos por dia foram queimados durante a operação.

Somando petróleo e gás natural, a produção brasileira alcançou 5,597 milhões de barris de óleo equivalente por dia em maio.

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