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Em meio a guerra, analistas do mercado sobem estimativa de inflação pela 4ª semana seguida

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,24%Dólar TurismoR$ 5,364-0,42%Euro ComercialR$ 6,0010,25%Euro TurismoR$ 6,241-0,01%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram de novo a estimativa para a inflação em 2026. Esta é a quarta semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,36% neste ano, contra a projeção anterior de 4,31%.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,84% para 3,85%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,57% para 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.

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Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/04/2026 02:28

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês Plataforma desenvolvida em Goiânia reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial; startup nasceu de experiências de consultório e recebeu investimento inicial de R$ 82 mil. Por PEGN

Aplicativo foi idealizado pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma.

Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil e reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial.

Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho. Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.

Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.

A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade. A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas.

“Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança. Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.

Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais.

“O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.

Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento. Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma. Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências. Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.

O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da IA passam por curadoria de profissionais da saúde, o que busca garantir maior segurança nas orientações.

“Nós testamos diversas tecnologias de inteligência artificial, mas a maioria foi criada para propósitos gerais. O nosso propósito é muito específico: parentalidade e domínio médico”, explica a cientista da computação Nádia Félix, uma das sócias.

Hoje, cerca de 24 profissionais, em sua maioria da área da saúde, participam da produção e revisão do conteúdo disponível no aplicativo.

A startup também aposta em estratégias de divulgação digital e no boca a boca entre pais e profissionais da saúde. O aplicativo já registra quase 2 mil downloads, com metade dos usuários formada por mães e cuidadores e a outra metade por profissionais da área médica.

Outra frente de expansão do negócio é oferecer a tecnologia para consultórios, permitindo que médicos acompanhem o desenvolvimento de pacientes pela plataforma.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Para quem utiliza o aplicativo, o acesso rápido às informações pode fazer diferença em momentos de insegurança.

A mãe Larissa Arbués Carneiro conta que recorreu ao chat da plataforma após o filho cair da cama. “Eu fiquei com muito medo e perguntei o que deveria observar. A orientação foi clara sobre quais sinais acompanhar e em que situação procurar atendimento médico. Isso me deixou muito mais tranquila”, afirma.

Segundo os fundadores, a proposta da ferramenta não é substituir profissionais de saúde, mas ampliar o acesso das famílias a informações confiáveis.

“Como pediatra, vejo que o aplicativo cria uma oportunidade para que pais e cuidadores tenham acesso a orientações importantes”, diz Paulo.

Para Luciane, o projeto também tem um significado pessoal. “É uma forma de devolver às mães e às famílias alguns dos privilégios e aprendizados que tive ao longo da vida.”

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

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Mega-Sena, concurso 2.992: veja dezenas sorteadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/04/2026 21:49

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.992: veja dezenas sorteadas Sorteio ocorreu neste sábado (4). Veja os números sorteados: 17 – 49 – 33 – 04 – 23 – 36. Por Redação g1 — São Paulo

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Quando o MEI vira fraude? Veja práticas usadas para sonegar que entram na mira da Receita

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/04/2026 02:47

Empreendedorismo Guia do empreendedor Quando o MEI vira fraude? Veja práticas usadas para sonegar que entram na mira da Receita Só em 2025, a Receita Federal excluiu ou desenquadrou 3,9 milhões de MEIs após análises que identificaram descumprimento das regras. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Criado para facilitar a formalização de pequenos negócios, o Microempreendedor Individual (MEI) continua sendo a principal porta de entrada para quem decide empreender de forma simples e com poucos recursos.

Nos últimos anos, porém, o regime também passou a ser usado de forma indevida por parte dos contribuintes.

Fiscalizações da Receita Federal identificaram milhares de empreendedores que permaneceram como MEI mesmo após deixarem de cumprir requisitos básicos do regime, como o limite de faturamento, a atuação restrita às atividades permitidas e a exigência de não ter outras empresas em seu nome.

⚠️ Em muitos casos, essa permanência irregular ocorre de forma deliberada, com omissão de receita ou divisão de faturamento para manter o valor fixo de tributos que caracteriza a categoria.

Na avaliação do advogado tributarista Marco Ruzene, o MEI acabou se tornando um atalho para a sonegação por reunir três fatores.

“Carga tributária extremamente reduzida, com valor fixo mensal independentemente do faturamento real, dispensa de escrituração contábil formal e uma percepção equivocada de baixo risco, alimentada pela ideia de que ‘MEI não é fiscalizado’.”

A partir desse cenário, o Fisco passou a identificar um uso crescente do MEI como forma de reduzir impostos de maneira indevida e, em alguns casos, como instrumento para fraudes estruturadas.

Para enfrentar o problema, a Receita intensificou o cruzamento digital de dados nos últimos dois anos, o que aumentou drasticamente o número de exclusões e desenquadramentos.

Só em 2025, a Receita Federal retirou 3,9 milhões de MEIs do SIMEI, sistema de tributação da categoria. A maioria não deixou o regime por iniciativa própria: foram exclusões e desenquadramentos após análises que identificaram descumprimento das regras.

🔍 Exclusão e desenquadramento têm efeitos diferentes. O desenquadramento retira o MEI do regime por descumprimento de regras. Já na exclusão, o contribuinte perde o direito de permanecer como MEI, pode sair do Simples Nacional e ainda ter impostos cobrados de forma retroativa.

A maior parte das exclusões de 2025 ocorreu em CNPJs inativos ou abandonados, que já não atendiam às exigências mínimas. Foram mais de 3,7 milhões de casos.

Ainda assim, o excesso de faturamento continuou sendo uma das situações mais recorrentes — e o principal indício de que empresas que já deveriam pagar tributos mais altos estavam recolhendo menos ao permanecerem indevidamente enquadradas como MEI.

O limite de faturamento do MEI é de R$ 81 mil por ano. Quem ultrapassa esse teto deve migrar para microempresa.

18.591 MEIs ultrapassaram o limite em mais de 20%;60.637 ultrapassaram em até 20%;3.720 excederam o limite no primeiro ano de atividade.

Ao todo, mais de 83 mil foram retirados do regime por excesso de faturamento sem comunicação prévia ao Fisco — situação que, quando deliberada, passa a configurar omissão de receita.

A mudança na fiscalização ficou mais evidente em 2024, quando a Receita passou a cruzar de maneira sistemática os dados de PIX, cartões de crédito, marketplaces e e-Financeira.

Esse novo modelo de monitoramento ampliou a identificação de receitas não declaradas. Como resultado:

📈 Em 2024, mais de 571 mil MEIs foram excluídos ou desenquadrados por faturamento acima do limite — um número 30 vezes maior do que no ano anterior.

Segundo o doutor em Direito Tributário Marco Ruzene, muitos contribuintes ainda acreditam que pequenas omissões podem passar despercebidas, mas o cruzamento automático de dados mostra o contrário.

“O ponto de inflexão é quando o Fisco substitui a fiscalização declaratória pela fiscalização digital, cruzando Pix, cartões, maquininhas, marketplaces e movimentações bancárias (e‑Financeira e DIMP). A partir daí, o MEI deixou de ser invisível”, afirma o advogado.

faturar até R$ 81 mil ao ano;possuir, no máximo, um funcionário;não ter outras empresas em seu nome;atuar somente em atividades permitidas;ter conta gov.br em níveis Prata ou Ouro;não ser servidor público federal ativo.

Quando o contribuinte permanece no MEI fora desses critérios, o enquadramento passa a não refletir a realidade do negócio e, associado à omissão de receitas, indica prática irregular.

🚫 A irregularidade vira fraude quando há intenção de enganar. Entre os métodos mais identificados pela Receita estão:

abertura de MEIs em nome de terceiros para dividir faturamento;uso de múltiplas maquininhas ou contas bancárias para dispersar receitas;registro de operações de alto valor por meio de um CNPJ de MEI;subdeclaração na DASN-SIMEI;omissão de pagamentos em dinheiro ou PIX.

Essas práticas são usadas para manter artificialmente a tributação reduzida do MEI mesmo quando o negócio já opera em escala maior.

A omissão intencional de receita pode configurar crime contra a ordem tributária (Lei 8.137/90), com pena de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa.

Também há risco de enquadramento por falsidade ideológica quando informações sabidamente falsas são declaradas.

desenquadramento retroativo;multas que chegam a 75% do imposto devido, podendo dobrar em caso de fraude;exclusão do Simples Nacional.

No desenquadramento retroativo, o CNPJ deixa de ser MEI desde a data da infração, e todos os tributos são recalculados como se fosse microempresa.

Quando o faturamento excede o limite em mais de 20%, a retroatividade volta automaticamente para janeiro do ano da infração.

Hoje, a Receita utiliza principalmente o cruzamento digital para identificar irregularidades. As informações vêm da e-Financeira, das operadoras de cartão de crédito, dos marketplaces, das notas fiscais eletrônicas e das transações por PIX.

Esses dados revelam inconsistências como despesas superiores às receitas declaradas, compras incompatíveis com o faturamento informado, ausência de emissão de notas fiscais e movimentações acima do padrão esperado para um MEI.

Para Ruzene, a maior parte das irregularidades não ocorre por desconhecimento, mas por tentativa de reduzir a carga tributária. Ele destaca que quem abre um MEI passa por sistemas com orientações claras sobre limites e obrigações.

“Se não o faz, não é por desconhecimento nem por falta de acesso à informação de qualidade.”

Para permanecer dentro da legalidade, o especialista recomenda que o contribuinte seja transparente em relação aos dados bancários e de compras. Se esses dados forem compatíveis com os declarados na DASN-SIMEI, o risco de autuação e desenquadramento é mínimo.

Além disso, Ruzene destaca algumas medidas práticas que ajudam o empreendedor a manter o negócio em ordem:

📊 Monitoramento mensal do faturamento: mantenha um controle próprio e atualizado do fluxo de caixa. Não dependa da memória ou apenas dos extratos bancários. Registre todas as vendas, tanto de produtos quanto de serviços.📦 Gestão das compras e atenção ao equilíbrio entre entradas e saídas: a Receita costuma presumir omissão de receita quando o volume de compras ultrapassa 80% do faturamento declarado. Acompanhar essa relação evita interpretações equivocadas.🔐 Separação rígida entre contas pessoal e empresarial: evite misturar contas. Não use a conta jurídica do MEI para despesas pessoais nem receba pagamentos em contas de pessoa física. O cruzamento de dados via PIX e e‑Financeira identifica rapidamente esse tipo de inconsistência.💳 Cuidado com meios de pagamento eletrônicos: operadoras de cartão e plataformas financeiras informam transações à Receita por meio da DIMP. A soma de todas as maquininhas e chaves Pix deve refletir o faturamento real e respeitar o limite anual do MEI.📈 Planejamento da expansão do negócio: se o faturamento tende a estourar o limite no fim do ano, o ideal é planejar a migração voluntária para microempresa a partir de janeiro. Esse movimento evita multas e impede o desenquadramento retroativo.🧾 Emissão regular de notas fiscais: mesmo dispensado de emitir nota para pessoas físicas, o MEI pode usar a nota fiscal como ferramenta de controle. Emitir notas facilita acompanhar o próprio faturamento e reduz o risco de ultrapassar o limite sem perceber.

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Taxa das blusinhas: arrecadação do governo sobe 25% em janeiro, para R$ 425 milhões; Alckmin avalia que medida protege o emprego

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/04/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

O governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada "taxa das blusinhas", em janeiro deste ano.

Segundo números da Receita Federal, isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado — quando a arrecadação somou R$ 340,9 milhões.

No primeiro mês deste ano, foram recebidas 15,3 milhões remessas internacionais, em comparação com 11,4 milhões em janeiro de 2025.

➡️De acordo com o jornal "O Globo", o governo voltou a avaliar a revogação da chamada "taxa das blusinhas", em um ano eleitoral. O movimento é liderado pela ala política, especialmente o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência, mas envolve outros setores.

➡️Ao mesmo tempo, a Câmara dos Deputados já discute um projeto de lei que zera o imposto de importação sobre compras de até US$ 50 feitas por meio de comércio eletrônico, ou seja, impõe um fim à chamada "taxa das blusinhas".

O vice-presidente Geraldo Alckmin lembrou que defendeu a adoção do tributo no passado para proteger a produção, o emprego e a renda no país (veja mais abaixo nessa reportagem).

Se por um lado a medida tem ajudado na arrecadação federal, por outro ela tem resultado em prejuízo aos Correios, que passam por forte crise financeira.

💵No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal.

Segundo informou o Fisco em fevereiro, 50 milhões de brasileiros estão "cumprindo suas obrigações tributárias" por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme — programa adotado para regularizar as encomendas internacionais.

"Com o PRC [Programa Remessa Conforme] o governo conseguiu elevar drasticamente o registro de declarações de importação e combater a evasão fiscal, ao mesmo tempo em que acelerou o prazo de entrega dos produtos. O número de encomendas 'não PRC' [fora do programa] no Brasil caiu de 16 milhões em 2024 para 6,5 milhões em 2025", informou o Fisco, em fevereiro.

➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

🔎A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

Alinhado com a indústria nacional, o vice-presidente Geraldo Alckmin, que também ocupava o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, disse nesta semana que não tem participado do debate sobre a revogação da taxa das blusinhas.

🔎Alckmin deixou o cargo de ministro nesta semana para concorrer a reeleição ao cargo de vice-presidente na chapa do presidente Lula neste ano.

Ele lembrou, porém, que defendeu a adoção do tributo no passado para proteger a produção, o emprego e a renda no país. Alckmin não citou o viés arrecadatório da taxação.

"Defendi lá atrás, porque se você pegar o produto fabricado no brasil, a roupa, ele paga entre 45%, a quase 50% de tributo. Uma média de 45%. O importado está pagando bem menos do que o fabricado aqui dentro (…) Mesmo com a tributação [taxa das blusinhas], ainda é a carga bem menor do que o produto brasileiros", disse o vice-presidente, nesta sexta-feira (2).

No começo do ano passado, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) fez a mesma avaliação. Segundo a entidade, a taxa das blusinhas contribuiu para a manutenção de milhares de empregos de trabalhadores no país.

"Os bons resultados decorrentes da taxação de 20% das remessas internacionais de até U$ 50 demonstram a pertinência da isonomia tributária e regulatória. Esta agenda, que tem sido trabalhada por diversos países e sobre a qual ainda precisamos avançar mais, seguirá como prioridade da Abit, pois são sempre positivos os impactos da redução das desigualdades de condições entre as empresas brasileiras e as estrangeiras", informou a Abit, em 2025, por meio de nota.

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‘O primeiro contato foi um boleto’: empreendedores denunciam envio de cobranças que induzem ao erro

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/04/2026 04:56

Empreendedorismo Guia do empreendedor ‘O primeiro contato foi um boleto’: empreendedores denunciam envio de cobranças que induzem ao erro Micro e pequenos empresários relatam receber cobranças via DDA de serviços que nunca contrataram. Especialistas dizem que o formato dos boletos pode induzir ao erro; empresa afirma que os documentos são apenas propostas comerciais facultativas. Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

Quando abriu o aplicativo do banco para conferir as movimentações do mês, a costureira Silvana* se deparou com uma cobrança inesperada: um boleto de R$ 495 emitido por uma empresa da qual nunca tinha ouvido falar.

O documento aparecia registrado no sistema de Débito Direto Autorizado (DDA), mecanismo usado pelos bancos para reunir boletos vinculados ao CNPJ ou CPF do cliente — normalmente contas e cobranças regulares de fornecedores.

Sem qualquer contato prévio, proposta comercial ou contratação de serviço, o documento tinha aparência de uma cobrança legítima. Antes de pagar, porém, Silvana decidiu pesquisar o nome da empresa na internet.

A decisão também levou em conta o desinteresse pelo serviço oferecido: uma plataforma que reúne dados cadastrais de CPFs e CNPJs e permite consultar informações usadas em análises de crédito e decisões comerciais, como pendências relacionadas a cheques, protestos, ações cíveis e processos de recuperação judicial.

Situações como essa têm sido relatadas por microempreendedores e donos de pequenos negócios em diferentes regiões do país. Empresários afirmam receber boletos registrados em seus CNPJs por empresas com as quais nunca mantiveram relação comercial.

Os valores costumam variar e chegam aos aplicativos bancários por meio do DDA — sistema criado justamente para facilitar o controle de pagamentos.

A prática tem gerado milhares de reclamações e levantado questionamentos jurídicos sobre possíveis abusos em estratégias comerciais baseadas no envio de chamados “boletos de proposta”.

De acordo com relatos de empresários e especialistas ouvidos pelo g1, o mecanismo costuma seguir uma lógica simples: empresas registram boletos em nome de CNPJs mesmo sem qualquer contratação prévia de serviço.

Como o documento passa a aparecer diretamente no sistema bancário, muitos empreendedores interpretam a cobrança como uma obrigação financeira legítima — especialmente quando o boleto surge no aplicativo do banco ao lado de contas e pagamentos recorrentes.

Segundo a microempreendedora, o que mais causou estranhamento foi o fato de o boleto ter sido o primeiro contato da empresa com ela.

“Não houve ligação, e-mail ou proposta explicando o serviço. O primeiro contato foi um boleto”, afirma. “Isso faz a gente se sentir vítima de um golpe.”

Um empreendedor da cidade de Agudos, no interior de São Paulo, contou na plataforma que chegou a pagar o boleto de R$ 495 acreditando se tratar de uma cobrança de um fornecedor de matéria-prima. A confusão só foi percebida depois.

“Achei que era uma fatura de material que eu havia comprado. Depois minha gerente do banco comentou que a empresa tem péssima fama por esse tipo de cobrança”, relatou.

Na mesma plataforma, há também relatos de empresários que dizem receber boletos de forma recorrente.

Um empreendedor de São José dos Campos (SP) afirmou que documentos no valor de R$ 495 aparecem mensalmente em seu aplicativo bancário, mesmo sem autorização. Segundo ele, a intenção é buscar ajuda de órgãos de defesa do consumidor caso os envios continuem.

O volume de reclamações relacionadas a esse tipo de prática também chama atenção. Levantamento feito pelo g1 no site Reclame Aqui mostra que a SEBRACOM acumulou mais de 19,1 mil queixas ao longo de 2025.

Nos relatos publicados na plataforma, o padrão se repete: empresários afirmam ter recebido boletos sem qualquer contratação prévia e dizem ter ficado em dúvida sobre a natureza da cobrança.

Situação semelhante foi relatada nas redes sociais pela esteticista Duanne Ellen. Em um vídeo publicado em abril do ano passado, ela conta que encontrou um boleto de R$ 459 registrado em seu DDA bancário.

Ao pesquisar o nome da empresa, diz ter encontrado uma sequência de reclamações semelhantes no Reclame Aqui.

“Você entra na plataforma e vê reclamações com minutos ou horas de diferença. Parece algo feito em massa.”.

Ao g1, especialistas em direito afirmam que o formato dessas propostas comerciais pode gerar confusão justamente por reproduzir elementos típicos de cobranças reais.

A advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, explica que o envio de boletos de proposta — documentos usados para apresentar uma oferta comercial — não é proibido por si só.

O problema, segundo ela, surge quando o documento é estruturado de forma muito semelhante a uma cobrança obrigatória.

🔎 Isso acontece, por exemplo, quando o boleto apresenta características comuns de contas a pagar, como data de vencimento e valor definido, sem deixar claro de forma inequívoca que se trata apenas de uma oferta opcional.

“Quando o documento se parece com uma cobrança legítima, o risco de indução ao erro é muito grande”, afirma.

A advogada acrescenta que a estratégia tende a se apoiar justamente na rotina administrativa das empresas.

Pequenos negócios lidam diariamente com uma grande quantidade de contas, tributos e cobranças de fornecedores, o que pode levar a pagamentos feitos de forma automática ou sem conferência detalhada.

“É uma prática que explora exatamente esse fluxo de pagamentos. Funciona quase como uma forma de engenharia social aplicada ao ambiente empresarial”, diz.

Porém, dependendo da forma como o documento é apresentado, a prática pode ultrapassar os limites de uma oferta comercial legítima. Para Bruno Boris, sócio fundador do Bruno Boris Advogados, nesses casos o envio de cobranças para serviços não contratados pode ser considerado abusivo.

“Você está ofertando algo que não foi solicitado e que chega com aparência de cobrança”, afirma.

Segundo ele, se não houver prestação efetiva de serviço, a situação pode até ser interpretada como estelionato. Nesses casos, empresários que realizam o pagamento por engano têm direito de pedir a devolução do valor.

📚 Os especialistas também destacam que, embora a relação envolva duas empresas, o Código de Defesa do Consumidor pode ser aplicado em determinadas situações. Isso ocorre quando micro e pequenas empresas demonstram vulnerabilidade técnica ou informacional diante do fornecedor.

Segundo ele, a prática também pode violar o princípio da boa-fé objetiva que deve orientar as relações contratuais.

“O envio de documentos com aparência típica de cobrança, sem explicar claramente que se trata apenas de uma proposta comercial, pode ser considerado uma conduta abusiva”, afirma.

Aghazarm lembra ainda que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu, em diferentes decisões, a possibilidade de aplicar o Código de Defesa do Consumidor em relações entre empresas quando há fragilidade na relação contratual.

Especialistas recomendam atenção redobrada sempre que uma cobrança desconhecida aparecer no sistema bancário da empresa.

A primeira medida é verificar a origem do documento e confirmar se existe, de fato, alguma relação comercial com a empresa emissora.

📢 Também é recomendável registrar a situação em canais de reclamação ou em órgãos de defesa do consumidor, como o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), para alertar outros empresários sobre a prática.

O caminho inicial costuma ser procurar diretamente a empresa responsável pela cobrança e solicitar a devolução, explicando que não houve contratação do serviço.

A advogada Daniela Poli Vlavianos explica que, em muitos casos, a tentativa de resolver o problema fora da Justiça é o primeiro passo.

“Uma notificação pedindo o reembolso pode resolver a situação. Caso contrário, é possível ingressar com ação judicial por enriquecimento sem causa.”

⚖️ Se não houver acordo, o empresário pode recorrer ao Judiciário. A ação pode se basear justamente na inexistência de relação contratual que justifique a cobrança, além do fato de o pagamento ter sido realizado por erro.

O advogado Eduardo Terashima, sócio de resolução de disputas do NHM, explica que tramita no Congresso o Projeto de Lei nº 2243/2019, que busca proibir o envio desse tipo de documento quando não houver pedido prévio do destinatário.

A proposta, explica ele, surgiu justamente para evitar situações em que empresários sejam levados ao erro ao interpretar esses documentos como cobranças obrigatórias.

A discussão também já chegou ao âmbito estadual. No Rio de Janeiro, por exemplo, a Lei nº 9.784/2022 proíbe o envio de boletos sem autorização prévia de quem irá recebê-los.

Para Terashima, a preocupação faz sentido diante da rotina administrativa de muitas empresas. Negócios que lidam com grande volume de contas podem acabar processando pagamentos de forma automática, o que aumenta o risco de quitações feitas por engano.

“Departamentos financeiros muitas vezes processam pagamentos de forma rotineira. Se o documento não deixa claro que é apenas uma proposta, o risco de erro aumenta bastante.”

Em respostas a reclamações registradas no site Reclame Aqui, a empresa afirma que os boletos enviados representam apenas uma proposta de filiação a um sistema de consultas cadastrais e análise de crédito.

"Ao identificar as vantagens e relevância dos nossos serviços para a sua empresa, é possível filiar-se adquirindo um valor em crédito para as consultas através do nosso boleto de proposta e, tão logo o valor seja recolhido, a empresa torna-se cliente logo o acesso exclusivo ao sistema, o qual fora projetado especificamente para micros e pequenos empresários de todos os setores", responde a empresa nas queixas registradas no Reclame Aqui.

Procurada pelo g1, a SEBRACOM reiterou esse posicionamento e disse que os documentos encaminhados aos pequenos e microempresários fazem parte de propostas comerciais facultativas, sem obrigação de pagamento.

Segundo a companhia, sua atuação é voltada exclusivamente ao segmento empresarial (B2B) e não envolve cobrança automática.

“A SEBRACOM atua exclusivamente no segmento B2B, direcionando propostas de seus serviços a pessoas jurídicas, e todos consistem em propostas comerciais facultativas, sem qualquer obrigação de pagamento”, afirmou a empresa.

A companhia também explicou que o envio da proposta no formato de boleto faz parte de um modelo comercial que permite adesão direta ao serviço. “O formato adotado integra um modelo comercial empresarial utilizado para apresentação de proposta com possibilidade de adesão direta”, declarou.

Sobre a origem das informações usadas para emitir os documentos, a companhia informou que utiliza dados disponíveis publicamente em bases empresariais. “Os dados utilizados são de natureza pública, extraídos de bases empresariais regularmente acessíveis”, disse.

Questionada sobre as críticas de que o formato pode levar pequenos empresários a pagar o boleto por engano, acreditando se tratar de uma cobrança legítima, a empresa afirmou que os documentos trazem indicações de que se tratam de propostas facultativas.

A SEBRACOM acrescentou ainda que revisa seus procedimentos periodicamente para tornar as informações mais claras e garantir que suas práticas comerciais estejam “alinhadas com os princípios de transparência e boa-fé nas relações comerciais”.

“A empresa revisa continuamente seus procedimentos com o objetivo de aperfeiçoar a clareza das informações prestadas”, afirmou.

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Robotáxis sofrem pane, param no meio da rua e obrigam motoristas a desviar em cidade na China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/04/2026 03:45

Tecnologia Robotáxis sofrem pane, param no meio da rua e obrigam motoristas a desviar em cidade na China Cerca de 100 veículos autônomos do modelo Apollo Go pararam subitamente e bloquearam ruas. Passageiros não se feriram, mas alguns ficaram dentro dos carros por até duas horas, segundo autoridades locais. Por Reuters

Uma pane geral em robotáxis da Baidu paralisou o trânsito na cidade de Wuhan, na China, na última terça-feira (31), após uma falha no sistema dos veículos.

Ao menos 100 carros autônomos do modelo Apollo Go pararam subitamente no meio de ruas movimentadas, obrigando outros motoristas a desviar.

Apesar de as portas destravarem, alguns passageiros hesitaram em sair devido ao tráfego intenso e outros ficaram presos por até duas horas, segundo a mídia local.

O incidente, que não deixou feridos, reacendeu o debate sobre a segurança e a confiabilidade dos carros autônomos nas redes sociais chinesas.

A Baidu, uma das maiores operadoras de frotas autônomas da China, não comentou o caso, que se soma a outros incidentes com robotáxis no país e no exterior.

Diversos robotáxis ficaram parados e atrapalharam o trânsito na cidade de Wuhan, no centro da China, na última terça-feira (31), segundo autoridades locais. A pane teria sido causada por uma falha no sistema dos modelos Apollo Go, da Baidu.

A polícia recebeu relatos de que vários carros Apollo Go pararam no meio das ruas e não conseguiam se mover, segundo comunicado oficial.

Os passageiros conseguiram sair dos veículos em segurança, e não houve feridos, informou a polícia. A causa do incidente ainda está sob investigação.

Pelo menos 100 veículos do Apollo Go foram afetados, disse um policial de trânsito em vídeo publicado pelo The Paper, de Xangai.

O policial acrescentou que, embora as portas dos carros pudessem ser abertas, alguns passageiros hesitaram em sair por causa do tráfego intenso e chamaram a polícia para pedir ajuda.

Um vídeo verificado pela Reuters e publicado na versão chinesa do TikTok, o Douyin, mostrou veículos parados em ruas movimentadas, obstruindo o trânsito. A mídia local informou que alguns passageiros ficaram presos nos veículos por quase duas horas.

O incidente reacendeu discussões nas redes sociais chinesas sobre a segurança e a confiabilidade dos robotáxis.

Um robotáxi Apollo Go que transportava um passageiro caiu em uma vala de obra em Chongqing, em agosto. Três meses antes, um dos carros operados pela Pony.ai pegou fogo em uma rua de Pequim. Não houve feridos em nenhum dos casos.

Uma queda de energia generalizada em São Francisco, no fim do ano passado, também fez com que robotáxis da Waymo parassem e causassem congestionamento.

A Baidu é uma das maiores operadoras de frotas de direção autônoma da China, ao lado da Pony.ai e da WeRide. As empresas lançaram serviços comerciais de robotáxis em grandes cidades chinesas e expandiram as operações para mercados internacionais, incluindo o Oriente Médio.

Pane faz diversos robotáxis Apollo Go ficarem parados no meio da rua em Wuhan, na China — Foto: SOCIAL MEDIA via REUTERS

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EUA contestam decisão em favor da Anthropic em meio a disputa por uso de IA em guerras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 19:46

Tecnologia EUA contestam decisão em favor da Anthropic em meio a disputa por uso de IA em guerras Justiça americana impediu punições à Anthropic após empresa limitar a adoção de suas ferramentas para fins militares. Governo americano informou que vai recorrer contra a medida. Por Redação g1

O governo dos Estados Unidos informaram nesta quinta-feira (2) que devem recorrer da decisão de um tribunal da Califórnia que o impediu de aplicar punições contra a empresa de inteligência artificial a Anthropic. A companhia é dona do Claude, assistente rival do ChatGPT

🔎 EUA x ANTHROPIC: o governo americano trava uma disputa para ter o uso irrestrito de IA para fins militares. A empresa impõe limites por ser contra a adoção de suas ferramentas em sistemas de vigilância em massa de cidadãos e de armamento autônomos, por exemplo.

Advogados do Departamento de Justiça dos EUA manifestaram o desejo de entrar com um recurso e terão até 30 de abril para apresentar seus argumentos, conforme o prazo definido pelo tribunal que analisa a proibição para punições contra a Anthropic.

Na semana passada, o Departamento de Guerra dos EUA, também conhecido como Pentágono, foi impedido pela Justiça de classificar a Anthropic como um risco para a cadeia de fornecimentos, designação normalmente reservada a empresas de países adversários.

A Justiça americana também derrubou a ordem do presidente Donald Trump para órgãos federais deixarem de usar a inteligência artificial da Anthropic.

Mesmo com a ordem contrária, os EUA usaram o Claude na ofensiva militar contra o Irã, segundo o The Wall Street Journal. O assistente costuma ajudar o Exército americano a fazer avaliações de inteligência, identificar alvos e simular cenários de batalha.

Dario Amodei, diretor-executivo da Anthropic, e Donald Trump, presidente dos EUA — Foto: Reuters/Bhawika Chhabra; Reuters/Nathan Howard

As "amplas medidas punitivas" tomadas pelo governo americano pareceram arbitrárias e poderiam "paralisar a Anthropic", afirmou a juíza Rita Lin, que impediu as duas punições contra a empresa por uma semana.

"Nada na legislação vigente apoia a noção orwelliana de que uma empresa americana possa ser rotulada como uma potencial adversária e sabotadora dos EUA por expressar discordância com o governo", disse a juíza em referência ao autor de livros distópicos George Orwell.

Ela afirmou que a decisão não obriga os EUA a usarem os produtos da Anthropic nem o impede de fazer a transição para outros fornecedores de IA.

Um alto funcionário do Pentágono disse que a decisão era uma "vergonha". O subsecretário de Guera dos EUA, Emir Michael, afirmou que a medida "prejudicaria a plena capacidade" do secretário Pete Hegseth de "conduzir operações militares com os parceiros que escolher".

Além do tribunal na Califórnia, a Anthropic entrou com um processo no tribunal federal de apelações em Washington, D.C. As ações contestam aspectos diferentes das ações adotadas pelo Pentágono contra a empresa.

Diversas entidades apresentaram pareceres jurídicos favoráveis à Anthropic, incluindo a Microsoft, associações comerciais, trabalhadores do setor de tecnologia, líderes militares aposentados e um grupo de teólogos católicos.

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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 05:50

GLOBO RURAL Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil Primeira notificação formal para o bicudo-vermelho foi feita em 2022 por um biólogo de SP, mas Ministério da Agricultura ainda não confirmou presença da praga. Apesar disso, governo emitiu um alerta em março dizendo que há 'risco de prejuízos expressivos para produtores'. Por Globo Rural

O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no território nacional, segundo pesquisadores.

A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, em Porto Feliz (SP).

Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no território nacional, segundo pesquisadores.

A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita é que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai.

Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores".

Segundo o órgão, por enquanto há apenas “indícios” da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do próprio governo em laboratórios credenciados.

Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que também ataca palmeiras. A diferença está principalmente no tamanho — o inseto brasileiro costuma ser maior — e na coloração, que é preta.

➡️O Brasil reúne uma das maiores diversidades de palmeiras do mundo, com mais de 260 espécies nativas, como a guariroba e o butiá. Além da importância ambiental, essas plantas sustentam cadeias econômicas relevantes — como coco, açaí e dendê — e são amplamente usadas no paisagismo.

O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o “miolo” — conhecido como palmito.

Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.

Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.

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O risco preocupa especialmente o mercado de plantas ornamentais. Em uma fazenda em Jacareí (SP), por exemplo, uma palmeira da espécie Phoenix canariensis — uma das preferidas do bicudo-vermelho — pode levar até 20 anos para atingir o tamanho comercial e chega a custar R$ 24 mil.

O presidente da Sociedade Brasileira de Palmeiras (SBP), Juliano Borim, relata o impacto observado em países vizinhos. “Vi quilômetros e quilômetros de palmeiras mortas ou derrubadas”, afirma.

Segundo ele, após atingir espécies exóticas, o inseto passou a atacar também palmeiras nativas, como o jerivá e o butiá.

Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;Ausência de predadores: por ser exótico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro;Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.

O Ministério da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presença seja confirmada.

Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. “Se nada for feito, podemos ter problemas sérios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas”, alerta o agrônomo Roberto Betancur.

O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. — Foto: Reprodução

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Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Trabalho e Carreira Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas Quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados, como pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

Legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

Domingo de Páscoa, no dia 20, não é feriado nacional. Estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado "feriadão" prolongado que chega nesta sexta-feira (3): a Paixão de Cristo, também chamada de Sexta-feira Santa. A data, declarada como feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

Já mais para o final do mês, outro feriado aparece no horizonte: o Dia de Tiradentes, que cai na terça-feira, 21 de abril.

Mas enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros continuarão suas atividades normalmente. Isso porque a legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em alguns setores que são classificados como essenciais. (confira abaixo)

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados. O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Abaixo, você vai descobrir:

👩‍⚖️ Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?🐰 Como funciona no domingo de Páscoa? 🥱 Tenho direito a faltar algum dia? 🚫 O que acontece se eu faltar ao trabalho?🤔 As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? 📅 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?

Depende. Segundo o calendário oficial do governo, a data é feriado nacional. Porém, alguns serviços seguem funcionando normalmente.

É que, apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.

Assim, se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

O domingo de Páscoa, no dia 5, não é feriado nacional. Nesse caso, os estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo. Se não decidirem, aplicam-se as regras gerais de trabalho aos domingos.

A folga ou pagamento em dobro depende de como isso está descrito nos contratos individuais ou do setor em que o empregado trabalha.

Vale a pena verificar se existem acordos ou convenções coletivas daquela categoria, que regulam as escalas de trabalho das empresas.

De qualquer forma, se o trabalho aos domingos resultar em horas extras, a Constituição Federal e a CLT garantem que esse serviço seja remunerado com pelo menos 50% a mais do valor da hora normal.

Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, se ele precisar faltar, a ausência precisa ser justificada, com comprovações válidas que expliquem por que o empregado não pode realizar as atividades.

Se não justificar, o empregado pode ser penalizado com advertência, suspensão e até ser demitido por justa causa.

Se, de alguma forma, ele for surpreendido aproveitando a Páscoa na praia, por exemplo, sanções como desconto na remuneração, advertências e demissão por justa causa podem ser aplicadas.

Se forem contratos com carteira assinada, as regras para empregados fixos e temporários são as mesmas, já que ambos têm seus direitos garantidos pela legislação trabalhista em relação à jornada de trabalho, horas extras e folgas.

Empregados temporários podem ter regras específicas estipuladas em contratos por prazo determinado, e essa análise deve ser feita caso a caso.

No caso do trabalhador intermitente, que tem uma forma de contratação flexível em que o empregador o chama conforme a necessidade, a remuneração é calculada com base nas horas trabalhadas.

Se o empregado for convocado para trabalhar em feriados, ele também tem direito ao adicional correspondente, conforme a legislação vigente. Em muitos casos, a legislação prevê um adicional de 100%, o que resulta na dobra do pagamento pelo dia trabalhado.

A convocação do trabalhador deve ocorrer até 72 horas de antecedência e o empregado tem até 24 horas para aceitar ou recusar a convocação.

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