RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta, em meio a tensões renovadas entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 09:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (10) em alta e tinha um avanço de 0,23% perto das 9h, cotado a R$ 5,1895. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Após um leve alívio na véspera, as tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar os mercados financeiros nesta quarta-feira. Além dos contínuos ataques de Israel contra o Líbano, o presidente americano, Donald Trump, acusou o Irã de derrubar um helicóptero americano no Estreito de Ormuz e afirmou que os Estados Unidos vão responder à ofensiva.

Trump também chamou o Irã de "valentão do Oriente Médio" e afirmou que o país agora terá que "pagar o preço" por não ter aceitado um acordo de paz.

Em meio às crescentes tensões, os preços do petróleo voltaram a subir no mercado internacional. Perto das 8h40, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,80%, cotado a US$ 92,18. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, avançava 1,18%, cotado a US$ 89,24 o barril.

▶️ Na agenda de indicadores, o foco dos investidores fica com os novos dados de inflação dos EUA. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano, é visto como um dos dados preferidos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em suas decisões de juros.

Os dados aumentam a expectativa pela Superquarta da próxima semana, quando tanto o Fed quanto o BC brasileiro se reunião para decidir sobre o futuro dos juros básicos de seus respectivos países. Essa será a primeira reunião do BC americano com o novo presidente da instituição, Kevin Warsh.

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a preocupar os mercados financeiros nesta quarta-feira. Na véspera, Trump acusou nesta terça-feira (9) o Irã de derrubar um helicóptero americano perto do Estreito de Ormuz e afirmou que os EUA "precisarão responder" ao ataque iraniano.

Uma autoridade militar dos EUA disse ao site norte-americano Axios que um drone iraniano atingiu o helicóptero, causando a queda. A investigação sobre o incidente ainda não determinou, no entanto, se o ataque do drone contra o Apache foi intencional. (acompanhe os principais acontecimentos)

O presidente americano vem tentando buscar um acordo de paz no Oriente Médio e chegou a advertir Israel para que não retomasse a guerra contra o Irã. Na segunda, inclusive, Trump disse que um acordo estaria na "fase final" e poderia levar mais "dois ou três dias".

O discurso de Trump, no entanto, mudou. Nesta quarta-feira, o presidente americano chamou o Irã de "valentão do Oriente Médio" e afirmou que o país agora terá que "pagar o preço" por não ter aceitado um acordo de paz.

Em um post na rede Truth Social, Trump voltou a dizer que as Forças Armadas iranianas estão destruídas e ameaçou:

"As Forças Armadas do Irã são um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio está MORTO!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!"

Pouco depois da declaração, o presidente dos EUA também deu uma entrevista à emissora americana Fox News, onde anunciou estar perto de ordenar novos ataques contra usinas de energia e pontes do Irã.

Em meio às tensões no Oriente Médio e à espera da próxima reunião de juros do Banco Central Europeu (BCE), as bolsas europeias operavam em queda.

Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, tinha queda de 1,16% perto das 9h. Já o CAC-40, da França, caía 0,78% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha perdas de 0,72%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong fecharam em queda, acompanhando uma onda de vendas generalizada nos mercados asiáticos. O CSI300 recuou 1,1%, enquanto o Hang Seng caiu 0,6%.

No Japão, o Nikkei perdeu 1,89%, enquanto o Kospi, da Coréia do Sul, registrou uma desvalorização de 4,52%.

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Pela primeira vez, Emirates promove duas pilotos dos Emirados Árabes a comandantes de aeronaves

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/06/2026 01:45

Trabalho e Carreira Pela primeira vez, Emirates promove duas pilotos dos Emirados Árabes a comandantes de aeronaves Hanan Mohammed Jawad e Bakhita Al Mheiri receberam a 'quarta listra' e passaram a comandar aeronaves Boeing 777 da companhia. Por Redação g1 — São Paulo

Emirates promove primeiras mulheres dos Emirados Árabes Unidos ao cargo de comandante — Foto: Emirates

A Emirates promoveu duas pilotos ao cargo de comandante de aeronaves em um marco inédito para a companhia aérea. Hanan Mohammed Jawad e Bakhita Al Mheiri se tornaram as primeiras mulheres dos Emirados Árabes Unidos a alcançar esse posto na empresa.

As duas receberam oficialmente neste ano a quarta listra — símbolo do posto de comandante — e passaram a integrar o grupo de comandantes da companhia, operando aeronaves Boeing 777.

Hanan e Bakhita construíram toda a trajetória profissional na Emirates. A dupla ingressou na empresa por meio do Programa Nacional de Cadetes Pilotos, iniciativa criada para formar cidadãos emiratis para carreiras na aviação comercial.

Hanan entrou para o programa em 2008. O interesse pela profissão surgiu ainda na adolescência, quando ela viu pela primeira vez uma mulher piloto dos Emirados Árabes Unidos na televisão.

"Quando eu tinha 14 anos, vi a primeira mulher piloto dos Emirados Árabes Unidos na TV e fiquei impressionada com sua confiança e presença. A partir daquele momento, tudo o que eu queria era me tornar piloto", afirmou.

Ao longo da carreira, Hanan acumulou 9.253 horas de voo e avançou gradualmente até assumir o comando.

"Receber minha quarta divisa é um marco que me enche de orgulho, mas não a vejo como o destino final. Este é apenas o começo, e acredito que o céu é o limite. O caminho para o comando se constrói com o tempo, e meus anos como primeiro-oficial me prepararam para este momento", disse.

Bakhita Al Mheiri iniciou sua trajetória na Emirates em 2011. Inspirada por mulheres emiratis que já atuavam na aviação, ela seguiu carreira na companhia até alcançar o posto de comandante.

"Minha trajetória na Emirates foi profundamente influenciada pela mentoria e orientação que recebi de capitães instrutores e líderes excepcionais ao longo da minha jornada de voo e comando", afirmou.

"Com a oportunidade e a responsabilidade que me foram concedidas como capitã, espero levar adiante os mesmos valores e a mentoria que me foram confiados, e apoiar e orientar as gerações mais jovens que estão iniciando sua própria jornada na aviação."

Hanan Mohammed Jawad e Bakhita Al Mheiri são formadas pelo Programa Nacional de Cadetes Pilotos (NCPP) — Foto: Emirates

As duas comandantes são formadas pelo Programa Nacional de Cadetes Pilotos (NCPP), iniciativa lançada em 1993 e financiada integralmente pelo Grupo Emirates.

O programa oferece treinamento completo na Academia de Treinamento de Voo da Emirates, incluindo formação teórica, prática de voo, uso de tecnologia avançada e treinamento baseado em padrões rigorosos de segurança.

Os participantes também passam por treinamento no novo centro de formação de pilotos da companhia.

Ao longo de mais de três décadas, o programa formou pilotos emiratis que posteriormente assumiram cargos de comandante, instrutor de voo e funções de liderança na Emirates e em outras organizações da aviação nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo o capitão Hassan Alhammadi, vice-presidente sênior de Operações de Voo da Emirates, a iniciativa continua sendo importante para formar profissionais capazes de atender às necessidades futuras da companhia.

"Estamos imensamente orgulhosos de Hanan e Bakhita por se tornarem as primeiras capitãs emiratis da Emirates, uma conquista merecida que reflete anos de dedicação, profissionalismo e trabalho árduo", afirmou.

A promoção das duas pilotos faz parte da estratégia de emiratização do Grupo Emirates, que busca ampliar a participação de cidadãos dos Emirados Árabes Unidos em diferentes áreas da empresa por meio de programas de formação, desenvolvimento profissional e liderança.

Em uma mensagem às futuras gerações de pilotos, Hanan e Bakhita destacaram o crescimento da participação feminina no setor.

"Nossa liderança há muito reconhece as mulheres como parceiras essenciais na construção do futuro de nossa nação, e a Emirates está criando o ambiente e as oportunidades para que as mulheres prosperem. Continuaremos a construir sobre isso para as futuras gerações", afirmaram.

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BYD Atto 2 DM-i é primeiro híbrido plug-in flex da marca no Brasil, veja detalhes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 19:44

Carros BYD Atto 2 DM-i é primeiro híbrido plug-in flex da marca no Brasil, veja detalhes SUV chega em 2 versões GL com 177 cv e bateria de 7,8 kWh e GS com 197 cv 18,03 kWh. O modelo será fabricado em Camaçari (BA) Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A BYD apresentou nesta terça-feira (9) o Atto 2 DM-i Flex, primeiro híbrido plug-in flex da marca. O modelo será produzido na fábrica de Camaçari (BA) em sistema CKD, ou seja, montado no Brasil neste primeiro momento.

O SUV tem visual semelhante ao Yuan Pro, seu equivalente 100% elétrico. No entanto, a versão híbrida utiliza a tecnologia DM-i, com motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Atkinson. O propulsor a combustão entrega quase 100 cavalos de potência e trabalha em conjunto com um motor elétrico de quase 200 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico.

O modelo será oferecido em duas configurações de bateria. A versão com bateria de 7,8 kWh, GL, tem potência combinada de 177 cavalos. Já a opção com bateria de 18,3 kWh, GS, supera os 197 cavalos. O torque passa de 30 kgfm e é gerado principalmente pelo motor elétrico.

Segundo a fabricante, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita 8,5 segundos na versão GL e 8,4 segundos na versão GS. A autonomia divulgada pela BYD no ciclo europeu (NEDC) é de 1.045 quilômetros, embora o valor seja reduzido após a correção aplicada nos testes do Inmetro.

Também utilizando o ciclo NEDC, o Atto 2 Flex na versão GL consegue percorrer até 45 km usando só a energia da bateria. Já a configuração GL percorre 110 km no mesmo teste.

Por ser plug-in, o Atto 2 permite recarregar a bateria por wallbox. A capacidade máxima de recarga, ou seja, o quanto o carro suporta para "encher" as baterias é de 3,3 kW na versão GL e 6,6 kW na GS.

Nas dimensões, o SUV mede 4,33 m de comprimento, 2,62 m de entre-eixos, 1,83 m de largura e 1,67 m de altura. O peso ultrapassa 1.600 kg.

O porta-malas tem capacidade de 455 litros, volume maior do que o do Yuan Pro, versão totalmente elétrica do modelo.

Na cabine, o Atto 2 DM-i Flex mantém diversas semelhanças com o Yuan Pro. Uma das principais diferenças está no console central. Enquanto o modelo elétrico traz uma grande alavanca de câmbio, a versão híbrida plug-in adota comandos por botões.

O SUV também conta com central multimídia de grandes dimensões e painel de instrumentos digital, equipamentos presentes tanto na versão híbrida quanto na elétrica.

O volante multifuncional, os painéis das portas e os bancos seguem um desenho semelhante ao encontrado no Yuan Pro.

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Estudo aponta que 20% das indústrias tiveram cargas furtadas ou roubadas nos últimos cinco anos; 68% dos casos foram em rodovias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%MoedasDólar ComercialR$ 5,178-0,04%Dólar TurismoR$ 5,381-0,18%Euro ComercialR$ 5,9750,05%Euro TurismoR$ 6,228-0,04%B3Ibovespa169.813 pts0,68%Oferecido por

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 20% das indústrias brasileiras relataram que tiveram cargas furtadas ou roubadas nos últimos cinco anos.

🚛 Desses, 68% das ocorrências aconteceram em rodovias pelo país, enquanto 48% foram em áreas urbanas e 21% nos armazéns e terminais de carga. Entre as empresas atingidas, 42% registraram prejuízos de até R$ 50 mil.

Além disso, 16% das indústrias afirmaram ter sido vítimas de furtos, roubos ou atos de vandalismo em instalações ou fábricas no mesmo período.

fios, cabos e metais (60%); seguidos por ferramentas (31%); e máquinas e equipamentos de produção (23%).

💰 Nesses casos, 70% das empresas relataram prejuízos de até R$ 50 mil no último ano. A pesquisa, encomendada pela CNI, ouviu 500 indústrias de pequeno porte e 503 de médio e grande porte em todo o país, entre 12 de março e 7 de abril de 2026.

Os dados foram apresentados nesta terça-feira (9), durante audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, que discutiu segurança pública e estratégias integradas de combate às ilegalidades.

💻 Outro tema abordado no levantamento foi a segurança digital. Segundo os relatos, nos últimos cinco anos, 17% das empresas já foram alvo de incidentes envolvendo dados sensíveis, como vazamentos de informações ou sequestro de dados.

Entre as indústrias que sofreram esse tipo de ataque, 30% tiveram perdas financeiras diretas no último ano, 23% precisaram interromper as operações e 17% registraram vazamento de dados de clientes e funcionários.

68% das ocorrências aconteceram em rodovias pelo país, enquanto 48% foram em áreas urbanas — Foto: Reprodução/RBS TV

Segundo os empresários, os custos da insegurança também chegam ao consumidor. Para 62% das indústrias, o custo da segurança com transporte causa algum nível de aumento nos custos finais dos produtos.

💵 Em 45% das empresas, os investimentos gerais em segurança também encarecem significativa ou moderadamente as mercadorias.

"A segurança patrimonial do Brasil é um sobrecusto da produção brasileira, que altera a competitividade do Brasil”, afirmou o deputado federal Julio Lopes, presidente da frente parlamentar.

O assessor da presidência da CNI, Cássio Borges, diz que os dados “são muito preocupantes porque a segurança da informação é crucial para o negócio".

"Esse tipo de crime traz prejuízos diferentes, como perdas financeiras, perturbações operacionais, danos à reputação, responsabilidades legais, danos físicos ou até riscos à segurança nacional”, disse.

A pesquisa da CNI também identificou que 53% dos empresários da indústria avaliam que a insegurança contribui significativamente para o fortalecimento do mercado ilegal e para o aumento da circulação de mercadorias roubadas.

Entre as empresas entrevistadas, 54% acreditam que o aumento do policiamento em áreas industriais deve ser prioridade. Outros 43% defendem o aperfeiçoamento da legislação sobre o tema.

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Latam apresenta primeiro jato da Embraer que faz parte de encomenda de US$ 2,1 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 16:56

Vale do Paraíba e Região Latam apresenta primeiro jato da Embraer que faz parte de encomenda de US$ 2,1 bilhões Companhia aérea apresentou em São José dos Campos o primeiro E195-E2 que integrará sua frota; entregas começam no fim de 2026. Por g1 Vale do Paraíba e região

A Latamapresentou nesta terça-feira, 9, em São José dos Campos, o primeiro Embraer E195-E2 de uma encomenda de 24 jatos avaliada em US$ 2,1 bilhões.

O novo modelo será incorporado à frota no final de 2026, visando expandir a malha aérea nacional e conectar cidades brasileiras a destinos internacionais.

Além dos aviões encomendados, a empresa tem opção de compra de mais 50 unidades. Os primeiros destinos operados pelo jato ainda não foram divulgados.

Aeronave apresentada pela Latam em São José dos Campos integra plano de expansão da companhia e pedido bilionário à Embraer. — Foto: Embraer

A Latam Airlines Brasil apresentou nesta terça-feira (9), em São José dos Campos (SP), o primeiro Embraer E195-E2 que fará parte de uma encomenda de 24 aeronaves avaliada em cerca de US$ 2,1 bilhões.

O modelo será incorporado à frota da companhia a partir do último trimestre de 2026 e integra a estratégia de expansão da malha aérea da empresa no país.

A apresentação ocorreu em um hangar da Embraer e marcou a divulgação das primeiras imagens oficiais da aeronave já pintada com a identidade visual da Latam.

Segundo a companhia, o E195-E2 será utilizado para ampliar a conectividade entre cidades brasileiras e a rede internacional de destinos da empresa. O avião permitirá aumentar frequências de voos, abrir novos mercados e fortalecer a integração de rotas de média densidade aos principais hubs da Latam.

Além das 24 aeronaves encomendadas, a companhia possui opção de compra de outras 50 unidades do modelo. Os primeiros destinos que serão operados pelo E195-E2 ainda não foram divulgados.

O modelo da Embraer será incorporado à frota da companhia Latam a partir do último trimestre de 2026 — Foto: Embraer

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Justiça das Bahamas reconhece liquidação do Master e autoriza busca por ativos no exterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Política Justiça das Bahamas reconhece liquidação do Master e autoriza busca por ativos no exterior Decisão permite que liquidante atue em nome do banco e outras empresas do grupo; Justiça cita suspeitas de desvio bilionário e reforça cooperação internacional. Por Márcio Falcão, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

A Justiça das Bahamas reconheceu a liquidação do Banco Master e autorizou a busca por ativos da instituição financeira no exterior.

Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do banco, nomeando a empresa EFB como liquidante.

Investigações apontam que o controlador Daniel Vorcaro e outros envolvidos teriam desviado pelo menos 1 bilhão de dólares em ativos.

A Suprema Corte das Bahamas destacou que a decisão segue regras de cooperação internacional para garantir uma condução justa do processo.

A medida visa identificar bens no exterior para pagar credores, mas a decisão judicial ainda pode ser questionada em instâncias superiores locais.

A Justiça das Bahamas reconheceu a liquidação do Banco Master e autorizou o representante estrangeiro a atuar em nome da instituição e de outras empresas do grupo no país.

A decisão, de 26 de maio — revelada pelo portal "Metrópoles" e a qual a TV Globo e o g1 tiveram acesso — foi tomada pela Suprema Corte das Bahamas.

A decisão da Corte permite que a empresa responsável pela liquidação, a "EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda."', exerça poderes para buscar e administrar ativos no exterior.

O reconhecimento é um passo importante para dar alcance internacional ao processo conduzido no Brasil (leia mais abaixo).

Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do Banco Master e nomeou a EFB como liquidante.

Além do Banco Master S.A., a medida se estende a outras quatro empresas do grupo, incluindo banco de investimento e corretora.

agir em nome das empresas nas Bahamas;acessar informações financeiras;buscar e recuperar ativos;participar de processos judiciais.

O tribunal destacou que o reconhecimento segue regras de cooperação internacional em casos de insolvência e tem como objetivo garantir uma condução “justa e eficiente” do processo.

Segundo os autos, há indícios de que o controlador do banco, Daniel Vorcaro, e outros envolvidos teriam desviado pelo menos US$ 1 bilhão em ativos, por meio de operações como compra de ativos com valores inflados e concessão de crédito com garantias supervalorizadas.

O documento também cita a existência de apurações sobre o uso de recursos de investidores e depositantes, o que levou à intervenção do Banco Central.

Novembro de 2025: Banco Central decreta liquidação do banco;Março de 2026: novas empresas do grupo entram no processo;Maio de 2026: Justiça das Bahamas analisa pedido;Maio de 2026: reconhecimento do liquidante estrangeiro.

Segundo o tribunal, o processo de liquidação no Brasil tem natureza coletiva e busca reunir ativos para pagamento de credores.

A decisão ressalta que os procedimentos brasileiros são compatíveis com os requisitos legais das Bahamas, inclusive no que diz respeito à supervisão por autoridades e ao acesso ao Judiciário.

O juiz também destacou que o reconhecimento respeita o princípio de “cortesia internacional”, comum em casos de insolvência transnacional, permitindo que países cooperem na administração de ativos e dívidas.

Em outro trecho, a decisão afirma que os tribunais brasileiros mantêm supervisão sobre o processo, mesmo com a atuação do Banco Central, o que atende às exigências da legislação local.

O tribunal também indicou que a atuação do liquidante deve assegurar tratamento equitativo aos credores, incluindo aqueles situados fora do Brasil.

A medida permite que ativos eventualmente localizados nas Bahamas sejam identificados e incorporados ao processo de liquidação, aumentando as chances de ressarcimento.

A decisão não detalha eventuais recursos, mas, como se trata de uma decisão judicial, ainda cabem questionamentos nas instâncias superiores das Bahamas.

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Dona do Claude libera sua IA mais poderosa ao público, mas restringe funções ligadas a ataques cibernéticos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 15:46

Tecnologia Dona do Claude libera sua IA mais poderosa ao público, mas restringe funções ligadas a ataques cibernéticos Nova versão da inteligência artificial da empresa chega ao público com restrições em áreas consideradas sensíveis, como cibersegurança e riscos de ataques biológicos. Por g1

A Anthropic, empresa americana responsável pelo chatbot Claude, anunciou nesta terça-feira (9) o lançamento do Claude Fable 5, descrito pela companhia como o modelo de inteligência artificial mais poderoso já disponibilizado para usuários em geral.

O sistema faz parte da classe Mythos, uma nova geração de modelos apresentada pela empresa em abril e considerada superior à família Opus, que até então representava o nível mais avançado da companhia.

Segundo a Anthropic, o Fable 5 alcança desempenho de ponta em áreas como engenharia de software, análise de dados, pesquisa científica, visão computacional e tarefas complexas de raciocínio.

Apesar da abertura ao público, a empresa decidiu impor restrições em temas considerados sensíveis.

Quando usuários fizerem solicitações relacionadas a cibersegurança, biologia, química ou técnicas de extração de conhecimento de modelos de IA, o sistema poderá transferir automaticamente a conversa para uma versão menos poderosa, chamada Claude Opus 4.8.

Segundo a Anthropic, a medida foi adotada porque modelos da classe Mythos atingiram um patamar de capacidade que pode representar riscos significativos se utilizados de forma maliciosa. A empresa afirma que essas tecnologias são particularmente eficazes na descoberta e exploração de vulnerabilidades de software, o que poderia facilitar ataques cibernéticos mais sofisticados.

A companhia afirma que mais de 95% das sessões de uso não deverão ser afetadas pelas restrições, mas reconhece que alguns pedidos legítimos podem acabar sendo bloqueados por excesso de cautela.

Ao mesmo tempo, a Anthropic lançou o Claude Mythos 5, uma versão do mesmo modelo com parte das salvaguardas removidas.

Inicialmente, o acesso será restrito a um grupo seleto de parceiros ligados à defesa cibernética e à proteção de infraestruturas críticas por meio do programa Project Glasswing, desenvolvido em colaboração com o governo dos Estados Unidos.

A empresa informou que pretende ampliar gradualmente o acesso por meio de um programa de usuários confiáveis.

De acordo com a Anthropic, o Mythos 5 possui as capacidades de cibersegurança mais avançadas entre os modelos de inteligência artificial atualmente disponíveis e pode identificar e explorar falhas de software com velocidade e precisão inéditas.

A empresa também destacou avanços do modelo em pesquisas científicas. Segundo a Anthropic, o Mythos 5 foi capaz de acelerar etapas do desenvolvimento de medicamentos, auxiliar no design de proteínas e gerar hipóteses inéditas em biologia molecular que passaram a ser avaliadas experimentalmente por pesquisadores.

A companhia afirma ainda que a tecnologia conseguiu conduzir pesquisas em genômica de forma amplamente autônoma durante mais de uma semana, analisando milhões de células de diferentes espécies animais e desenvolvendo modelos próprios de aprendizado de máquina para interpretação dos dados.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Convocação de Neymar mudou tudo’: comércio popular comemora alta nas vendas para a Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%MoedasDólar ComercialR$ 5,1800,45%Dólar TurismoR$ 5,3910,51%Euro ComercialR$ 5,9720,49%Euro TurismoR$ 6,2300,64%B3Ibovespa168.669 pts-0,21%Oferecido por

A poucos dias do início da Copa do Mundo, comerciantes da região da Rua 25 de Março, coração do comércio popular de São Paulo, demonstram grande otimismo com as vendas.

Os itens em verde e amarelo, que tomam vitrines e corredores nas lojas da região, passaram a ser ainda mais procurados após a convocação da seleção feita por Carlo Ancelotti em 18 de maio.

O motivo principal, na visão de muitos comerciantes, é o mesmo: a inclusão de Neymar na lista de 26 jogadores que vão representar o Brasil.

"Quando anunciaram que ele ia jogar, as vendas de camisetas da seleção dispararam", diz Kauan, vendedor na região.

Do lado dos consumidores, o cenário é de empolgação e disposição para gastar um pouco mais do que na Copa de 2022. E isso se deve não só à presença do jogador do Santos.

"Neste ano, estou consumindo mais itens", diz ao g1 o empresário Fabiano Mota. Em passeio por São Paulo, o carioca comprou camisetas da seleção para ele e toda a família na Rua 25 de Março. "Acredito que o hexa será nosso. Não tem como não se animar."

O comerciante Pierre Sfeir, dono da loja Festas e Fantasias, uma das mais movimentadas da região, confirma o cenário positivo.

"O público está bem mais empolgado do que na última Copa. Naquela época, tínhamos acabado de sair de uma pandemia. Todos estavam muito tristes", lembra.

Sfeir destaca que, neste ano, as vendas "explodiram" após a convocação. "O público veio às compras logo no dia seguinte. Estamos muito contentes. Tomara que continue até 19 de julho", afirma.

A expectativa pelo hexacampeonato e o clima do Mundial fizeram, inclusive, com que muitos torcedores não se importassem com a alta dos preços de diversos itens relacionados à competição.

Segundo ele, parte do aumento ocorreu recentemente, impulsionado pela valorização do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio. Entre os itens afetados estão os de plástico, fabricados a partir de derivados da commodity.

O encarecimento do petróleo também pressionou o preço do diesel, elevando os custos de transporte e, consequentemente, de diversos outros itens.

"Mas são produtos populares, coisas baratas, para as pessoas brincarem. Não precisa de investimento muito alto", pondera Pierre.

O comerciante afirma que o que mais tem saído na loja é um kit de R$ 47 com 12 itens, incluindo óculos personalizados, bandeira, corneta, confete, maquiagem em verde e amarelo e bastão inflável.

Animada para assistir aos jogos com a família e os amigos, a psicóloga Leila Limp decidiu investir mais em artigos da Copa desta vez.

"Estou fazendo compras de R$ 100 a R$ 150. Tem guardanapo, chaveiro, palitinho com bandeirinha para tira-gosto. Muita coisa bacana. Vale a pena", diz.

Victor Villarreal (esq.), Fabiano Mota (centro) e Vanessa Andrade (dir.) fazem compras de itens da Copa e de festa junina na região da Rua 25 de Março. — Foto: André Vinco/g1

As réplicas das camisetas da seleção vendidas pelos comerciantes da Rua 25 de Março também ficaram mais caras em relação a 2022.

A reportagem do g1 encontrou modelos à venda por preços que variam de R$ 80 a R$ 320. Segundo os vendedores, são três principais categorias.

A mais barata, conhecida como "primeira linha", custa R$ 80. Já a chamada "camisa tailandesa", apontada pelos comerciantes como de melhor qualidade, é vendida por R$ 160. A versão considerada superior, a "tailandesa modelo jogador", foi encontrada por R$ 320.

Os comerciantes afirmam que, além da empolgação dos torcedores, a alta procura é impulsionada pelos preços das peças oficiais, como a camisa de jogador, encontrada por cerca de R$ 750.

Não à toa, a poucos dias do início da Copa, as réplicas das camisetas da seleção são os produtos mais encontrados nas barracas de rua da região.

As tradicionais vuvuzelas, por sua vez, são encontradas principalmente dentro das lojas, com preços a partir de R$ 6. "Quanto mais perto da Copa, mais as ruas ficam tomadas por diferentes produtos", relatou um vendedor ao g1.

Vanessa Andrade, que comercializa réplicas de camisetas da seleção, acredita que as vendas seguirão bem neste ano. Ela pondera, porém, que o movimento durou mais tempo na última edição.

"A última Copa foi depois da eleição. Então, as vendas acabaram começando antes, por causa da disputa entre Bolsonaro e Lula", lembra. "Muitos compravam para as manifestações."

Conforme mostrou o g1, comerciantes relataram em 2022 que as camisetas azuis e pretas vendiam mais do que as amarelas em razão da polarização no país. Neste ano, porém, essa preocupação parece ter ficado para trás.

A comerciante Vanessa Andrade também observa que as vendas dispararam nos últimos dias, após a lista de Ancelotti.

"A convocação do tal do Neymar mudou tudo. Foi aí que o movimento começou a aquecer", diz.

Na região da Rua 25 de Março, itens de Copa do Mundo dividem espaço com produtos de festa junina. — Foto: André Vinco/g1

Não é só a Copa que ocupa as prateleiras e atrai a atenção do público. Os itens de festa junina também ganham espaço nas lojas e ajudam a impulsionar o faturamento.

"Vai ter festa junina com clima de Copa. Então, vamos enfeitar com chapéu e artigos do Mundial", diz.

Pierre, da loja Festas e Fantasias, afirma que, quando a Copa do Mundo coincide com as festas de São João, o faturamento costuma aumentar entre 20% e 30%.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O risco invisível das ‘modinhas de investimento’: como lucro rápido pode virar prejuízo total?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 13:50

g1 explica O risco invisível das 'modinhas de investimento': como lucro rápido pode virar prejuízo total? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Seguir as decisões da maioria é um comportamento comum e, na economia, recebe o nome de comportamento de manada. A tendência faz com que muitas pessoas invistam em determinado ativo apenas porque ele está atraindo cada vez mais investidores.

Esse movimento costuma ganhar força em momentos de alta dos mercados. Com mais compradores, os preços sobem, reforçando a percepção de que o investimento é uma aposta segura, mesmo quando a valorização não reflete o valor real do ativo.

Episódios como a bolha das tulipas na Holanda, a crise das empresas de tecnologia e a crise financeira de 2008 mostram os riscos desse comportamento. Especialistas alertam que consenso não é garantia de acerto e que o entusiasmo coletivo pode aumentar a exposição a perdas.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

ONS aciona plano pela primeira vez para reduzir sobra de energia e evitar instabilidade no sistema

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/06/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa172.197 pts-0,91%Oferecido por

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que realizou, entre 10h e 14h deste domingo, uma ação para diminuir o desequilíbrio entre oferta e demanda e evitar o risco de instabilidade por conta da sobra de energia na rede.

A medida, classificada como um "sucesso", foi tomada em um momento de alta atividade da micro e da mini geração distribuída (como painéis solares), e de baixa demanda por energia pela indústria e pelo comércio em função do feriado prolongado.

Em uma operação combinada, as distribuidoras reduziram a geração sob sua área de concessão e o ONS implementou medidas complementares para diminuir a quantidade de energia no sistema.

"ONS manteve os agentes atualizados e coordenou as ações no SIN, realizando a gestão dos recursos disponíveis de acordo com a demanda da sociedade, em comunicação direta com os agentes do setor", informou o operador em nota.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) afirmou que as distribuidoras executaram os cortes nas usinas conectadas às redes de distribuição, seguindo os parâmetros estabelecidos pelo ONS.

A Abradee disse que ainda fará uma avalição técnica da ação e informará os principais impactos e resultados do acionamento do plano emergencial.

O Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição foi estabelecido no ano passado após a identificação de risco de colapso no sistema elétrico provocado pelo excesso de geração de energia renovável, sobretudo em períodos de baixa demanda, como feriados e fins de semana.

A medida estabelece protocolos para controlar parte dessa oferta e garantir a segurança da operação do sistema.

O plano tem como foco as usinas classificadas como Tipo III, categoria que inclui pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e usinas a biomassa. Embora não integrem a rede contolada pelo ONS, essas unidades também influenciam o equilíbrio do sistema elétrico.

Em 2025, dois episódios acenderam o alerta no setor ao evidenciar o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda. Em comum, ambos ocorreram em domingos, quando o consumo de energia costuma ser menor devido à redução das atividades industriais e comerciais.

Um dos casos aconteceu em 10 de agosto. Naquele dia, a geração solar respondeu por 37,6% da demanda nacional. Diante do cenário, o ONS precisou reduzir significativamente a geração de usinas hidrelétricas e termelétricas, além de determinar cortes na produção de grandes parques eólicos e solares.

Pelas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 12 distribuidoras estão atualmente habilitadas a executar os cortes previstos no plano. Juntas, elas concentram cerca de 80% da capacidade instalada das usinas Tipo III no país. A expectativa é que outras distribuidoras sejam incorporadas em uma segunda etapa da implementação.

A regulamentação também determina que o ONS encaminhe à Aneel, em até 30 dias após cada acionamento do plano, um relatório técnico detalhando as condições que motivaram a medida e os resultados alcançados.

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