RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo estuda editar MP para agilizar uso do FGTS para abatimento de dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 18:29

O governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) para viabilizar uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento de dívidas, informaram ao blog fontes envolvidas no planejamento das ações.

Na semana passada, o Planalto tinha desistido da proposta de usar o FGTS por ser alertado que seria necessário destravar dificuldades jurídicas.

🔎 O que são Medidas Provisórias? As MPs têm força de lei assim que publicadas, mas precisam ser confirmadas pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perderem a validade. O Legislativo tem a prerrogativa de alterar ou rejeitar o texto proposto pelo Executivo.

O governo quer lançar já nos próximos dias um programa que ajude a população endividada a reduzir ou quitar seus débitos diretamente com os bancos, a juros menores.

Ao longo do final de semana, técnicos do governo avançaram em um desenho que permite uma utilização de um percentual do valor que o trabalhador tem no FGTS.

Uma MP daria segurança jurídica e, mesmo que o Congresso demore a aprovar, por conta do ano eleitoral, já passaria a valer no momento da sua assinatura pelo presidente da República.

O governo quer aproveitar o Dia do Trabalhador, em 1º de maio, para anunciar o programa ainda nesta semana, mesmo que ele só esteja disponível mais adiante.

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Nesta segunda-feira (27), o ministro da Fazenda Dario Durigan, disse que o governo vai permitir a utilização de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em programa que está sendo estruturado para brasileiros endividados.

Sem dar detalhes, o ministro da Fazenda afirmou que haverá restrições quanto à utilização dos recursos do fundo para abater dívidas.

"A limitação que vai ter para a garantia do próprio fundo é um percentual do saque. Então um saque limitado, dentro do programa. Um saque vinculado ao pagamento da dívida do programa, mas não necessariamente sendo maior do que a dívida", explicou.

Durigan afirmou, após reunião com representantes do setor financeiro, que apresenta as ideias sobre o programa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28). O anúncio, ainda segundo o ministro da Fazenda, deve ser feito esta semana.

Há 1 hora Blog Ana Flor Pagamentos acima do tetoJuízes pedem mais tempo para se adaptar à limitação de penduricalhos

Há 3 horas Política Atentado em WashingtonAtirador é acusado de tentar matar Trump e pode pegar prisão perpétua

Há 3 horas Mundo Como atirador conseguiu chegar tão perto de Trump e outras perguntas sobre o ataqueHá 3 horasSANDRA COHEN: Trump força a barra ao usar ataque para promover seu salão de festasHá 3 horas’Sobrevivente designado’Casa Branca cogitou nomear sucessor de Trump se cúpula do governo morresse

Há 3 horas Mundo Jimmy Kimmel chamou Melania de ‘futura viúva’ dias antes de ataqueHá 3 horasRei Charles III chega aos EUA em meio à tensão de tiros em jantarHá 3 horasEleições 2026Em 1ª agenda com Tarcísio, Flávio Bolsonaro critica atuação de Lula no agro

Há 2 horas Agrishow ‘Não precisa gostar do Flávio para querer mudar o país’, diz TarcísioHá 2 horasBlog do Octavio GuedesANÁLISE: esqueletos do PL do Rio assombram Flávio

Há 8 horas Blog do Octavio Guedes Blog da Andréia SadiCaso ‘Dona Maria’: ministros do TSE avaliam que regras sobre IA não são suficientes

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi PT, PV e PCdoB pedem suspensão de perfis com personagemHá 2 horasGuerra no Oriente MédioSuperiate de oligarca russo de US$ 500 milhões atravessa o Estreito de Ormuz

Há 7 horas Mundo EIA: Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerraHá 7 horasPreços do petróleo atingem maior nível em quase semanasHá 7 horas20 suítes, dois helipontos e spa com sauna: como é o superiate

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Temporal causa prejuízos na zona rural de Piedade; produtores perdem toneladas de alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 08:22

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Temporal causa prejuízos na zona rural de Piedade; produtores perdem toneladas de alimentos Prejuízo na zona rural atinge 120 famílias; agricultores estimam um mês para retomar as vendas após perda de toneladas de alimentos. Por Nosso Campo, TV TEM

A forte chuva de granizo que atingiu Piedade (SP) na tarde do último sábado (18) deixou 20 famílias desalojadas e danificou ao menos 115 casas.

A prefeitura estuda decretar estado de emergência, e a Defesa Civil do estado enviará ajuda humanitária.

No bairro Sarapuí de Cima, uma única propriedade registrou a perda de 15 toneladas de alimentos, entre repolho, morango e coentro.

Chuva destrói plantações e deixa 20 famílias desalojadas em Piedade — Foto: Reprodução/TV TEM

Uma forte chuva de granizo atingiu Piedade (SP) na tarde de sábado (18). O temporal deixou 20 famílias desalojadas e danificou 115 casas. A prefeitura avalia decretar estado de emergência. A Defesa Civil estadual vai enviar ajuda humanitária. Não houve vítimas.

Na zona rural, os prejuízos foram grandes. No bairro Sarapuí de Cima, uma propriedade perdeu 15 toneladas de alimentos, incluindo repolho, morango e coentro. Outro produtor contabilizou perdas de 5 mil caixas de alface, 2 mil caixas de morango e 4 mil maços de salsinha.

Segundo os agricultores, o processo de limpeza e replantio vai levar tempo. A previsão é retomar a comercialização apenas daqui a um mês.

A Defesa Civil informou que 120 famílias procuraram ajuda. Destas, 20 estão desalojadas. O órgão segue monitorando áreas de risco e prestando assistência aos moradores da zona rural.

50 vídeos Piedade Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 7 horas Mundo Segurança fraca, ‘momento traumático’ e investigações ao suspeito: o que se sabe sobre o ataque

Há 2 horas Mundo Tiros em jantar de galaSuspeito queria atirar em integrantes do governo Trump, diz TV

Há 4 horas Mundo Tutor de 31 anos da Califórnia: veja quem é o suspeito do ataqueHá 4 horasVeja momento em que Trump é retirado de jantar após tiros em hotel

Há 7 horas Mundo Líderes mundiais condenam tiros em jantar de gala nos EUAHá 7 horasKalshi e PolymarketO que são os sites de ‘apostas sobre tudo’ que têm irritado bets esportivas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Novo Toyota RAV4 abre mão de ser plug-in para encarar chineses e dobrar as vendas; será possível?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 05:50

Carros Novo Toyota RAV4 abre mão de ser plug-in para encarar chineses e dobrar as vendas; será possível? A meta é ter duas versões com preços competitivos, bom pacote de equipamentos, tecnologia e desempenho. Modelo parte de R$ 317 mil. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A meta é ter duas versões com preços competitivos: o preço inicial do modelo caiu para R$ 317.190 na versão S e ficou em R$ 349.290 na versão topo SX.

O SUV permanece, então, exclusivamente um híbrido convencional, sem possibilidade de carregamento das baterias na tomada.

A explicação pela estratégia está do outro lado do globo, bem perto do Japão. As marcas chinesas lançam no Brasil utilitários esportivos híbridos e elétricos com preços agressivos.

A Toyota apresentou o novo RAV4 no Brasil e os executivos disseram que a meta é vender o dobro de 2025. Declaração rara de se ouvir, pois poucas fábricas projetam vendas publicamente.

É raro ver uma montadora claramente dar um passo para trás em tecnologia — claramente pois as marcas há muito tempo fazem isso de maneira velada.

Alguns carros deixam de ter suspensão independente na traseira ou perdem pacotes de segurança. Tem carro até que primeiro veio com freio de estacionamento eletrônico e depois adotou a antiquada alavanca.

A Toyota não foi tão sutil. O novo RAV4 chega ao Brasil e abandona mesmo a tecnologia plug-in lançada em 2024, que durou só aquele ano. A meta é ter duas versões com preços competitivos: o preço inicial do modelo caiu para R$ 317.190 na versão S e ficou em R$ 349.290 na versão topo SX.

O SUV permanece, então, exclusivamente um híbrido convencional, sem possibilidade de carregamento das baterias na tomada. Pelo menos, subiram a potência do conjunto e, claro, o desempenho.

A explicação pela estratégia está do outro lado do globo, bem perto do Japão. As marcas chinesas lançam no Brasil utilitários esportivos híbridos e elétricos com preços agressivos.

As novidades chegam com valores abaixo dos R$ 300 mil, com garantia estendida e já com boa rede de lojas. Como o RAV4 híbrido plug-in iria concorrer nesse cenário? Lançado há dois anos, já custava R$ 400 mil.

Para reforçar a mensagem de que o RAV4 faz sentido para o bolso, a Toyota deixou o preço da primeira revisão lá embaixo. Se o cliente fizer uma revisão a cada 12 meses, em cinco anos o custo mensal com a manutenção do SUV será de R$ 85.

A Toyota apresentou o novo RAV4 no Brasil e os executivos disseram que a meta é vender o dobro de 2025. Declaração rara de se ouvir, pois poucas fábricas projetam vendas publicamente.

Foram emplacadas 2.981 unidades do SUV da Toyota em 2025. Então, estamos falando de vender 6 mil RAV4 em todo 2026.

Para se ter uma ideia, a BYD já vendeu 1.546 unidades do Song Plus Premium DM-i só nos três primeiros meses de 2026. O SUV é um híbrido plug-in e custa R$ 299 mil.

Ao menos, traz uma boa lista de equipamentos. Na prática, a versão topo de linha acrescenta equipamentos supérfluos, mas interessantes. Aquecimento nos bancos traseiros, head-up display e teto solar panorâmico podem não ser motivo para pagar R$ 350 mil.

No entanto, quem procura equipamentos de segurança e tecnologia talvez fique balançado. O RAV4 topo de linha tem câmera 360 graus, farol alto adaptativo e sensor de chuva. Confira a tabela.

Ao entrar no RAV4 a sensação é de segurança nas decisões. A Toyota torce o braço e não se rende a desenhos espalhafatosos. Nada de telas para comando de tudo nem controles exóticos para itens simples, como os retrovisores.

No console central, os botões enormes e fáceis de ler ajustam os modos de condução, câmera e assistente de descida. Logo abaixo, o porta-copos e, talvez, a única concessão da Toyota: uma alavanca tímida de câmbio.

Outras marcas já optaram por essa solução minimalista, que não libera espaço no console e nem facilita a operação do câmbio. O volante vem com comandos claros e bons de operar com a ponta dos dedões.

O ar-condicionado se ajusta na tela, mas pelo menos os comandos não somem depois e o mapa fica sempre visível. A versão topo SX tem sistema GPS integrado e tela maior.

O espaço no banco traseiro é bom, com saídas de ar e boa visibilidade, mas alguns clientes vão descartar o Toyota por não ter opção de sete lugares.

Porta-malas tem abertura elétrica e, na versão topo, tem o sistema de aproximação, que abre sozinho ao passar o pé por baixo do para-choque.

O design do RAV4 anterior era mais rechonchudo, com para-lamas inflados e simpáticos. O novo RAV4 parece que foi esculpido a golpes precisos de espada.

O capô tem vincos agudos, o para-choque dianteiro tem cortes abruptos e a grade parece que foi furada com estocadas de katana. O conceito usado no farol, segundo a marca, é chamado de "hammerhead" (cabeça de martelo, em inglês).

Na lateral, a filosofia afiada continua e as rodas de 20 polegadas completam o visual esportivo. A traseira mais comportada tem as lanternas picotadas por dentro.

O resultado agrada, mas atribuir beleza é uma questão individual. Não houve alterações significativas nas medidas. Só a altura cresceu 1 cm.

O SUV manteve uma qualidade da geração anterior, o entrosamento entre motor a combustão, câmbio e motores elétricos. O que o motorista quer é não perceber o que está acontecendo, uma transição suave entre os motores.

Agora a potência combinada é de 239 cv, antes o conjunto entregava 222 cv. Essa é a quinta geração deste sistema híbrido full da Toyota. O consumo na rodovia, medido pelo Inmetro, é de 14,1 km/l. Mas, em nosso breve contato, o SUV conseguiu média de 16 km/l.

A cabine tem boa vedação acústica, a direção comunica bem e não fica hesitosa com os assistentes de faixa e ponto cego. Ao testar o RAV4 dá para perceber as décadas que a Toyota passou afinando o modelo.

No teste na estrada, por uma mudança de rota do GPS, passamos por uma descida íngreme e lameada. Acabara de chover e a trilha de terra estreita estava impregnada pelo que parecia ser uma cobertura de caramelo.

O RAV4 começou a patinar na descida e a virar sozinho. Um balé em câmera lenta. A traseira ameaçou beijar o barranco. O pé vai no freio com sutileza, e é acionado o assistente de declive (com botão grande e fácil de operar).

Pronto, o Toyota assume e vai freando cada roda de maneira independente. O SUV fica alinhado e desce o tobogã de lama a 10 km/h. Isso que é bom: eletrônica que ajuda, sem incomodar quando não é chamada.

Pelo produto e pela história, a Toyota deve alcançar o objetivo de vender o dobro de RAV4 no Brasil. Mesmo abrindo mão da tecnologia plug-in, a marca sabe que seu cliente vai buscar o SUV.

Há 1 hora Mundo Veja o que se sabe sobre ataque e próximos passosHá 1 horaVeja momento em que Trump é retirado de jantar após tiros em hotel

Há 5 horas Mundo ‘Todos começaram a entrar debaixo das mesas’, diz repórter da GloboHá 5 horasLíderes mundiais condenam tiros em jantar de gala nos EUAHá 5 horasMega-Sena, concurso 3.000: veja as dezenas sorteadas

Há 11 horas Eleições 2026 Campanha eleitoralInfluencer pode fazer campanha política? Entenda as regras da eleição

Há 22 horas Eleições 2026 IA, post pago, torneio de cortes: o que pode e o que não podeHá 22 horasSanta CatarinaMulher que ficou 8 dias desaparecida em SC é suspeita de desviar R$ 40 mil

Há 18 horas Santa Catarina Secretária sumiu ao entrar em carro de aplicativoHá 18 horasGuerra no Oriente MédioCancelamento de missão dos EUA amplia impasse com Irã

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Taxa das blusinhas: receita dos Correios com encomendas internacionais cai de 22% para 8%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 02:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

A participação das receitas com a distribuição de encomendas internacionais nas contas dos Correios caiu de 22% em 2023 para 7,8% em 2025, segundo as demonstrações financeiras da estatal publicadas no Diário Oficial da União na quinta-feira (24).

A queda está relacionada à criação do programa Remessa Conforme, do Ministério da Fazenda, que encerrou o monopólio dos Correios na distribuição de encomendas internacionais no Brasil e reduziu a receita da empresa nos últimos dois anos.

Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões para 2023.

Em 2025 o valor caiu para R$ 1,3 bilhão, com uma redução de R$ 2,6 bilhões em relação ao ano anterior.

Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa "Remessa Conforme" escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.

"A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade", afirmou o documento assinado pela diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

Tesouro aprova empréstimo para Correios de R$ 12 bilhões com garantias da União — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Em 2023, o governo criou o programa Remessa Conforme que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. Até então, essas compras estavam isentas para empresas. A medida ficou conhecida como "taxa das blusinhas".

Com a instituição do programa, a legislação brasileira passou a permitir que empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais, deixando de ser obrigatória a distribuição das encomendas junto aos Correios, como era feito até então.

A medida gerou um impacto significativo nas receitas dos Correios. Um estudo produzido pela empresa no começo de 2025 apontou que a estatal teve um prejuízo de receita de R$ 2,2 bilhões após o implemento do programa.

Um documento interno dos Correios aponta que o volume de encomendas internacionais transportadas caiu cerca de 110 milhões de objetos nos nove primeiros meses de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024.

Ao todo, a empresa transportou 149 milhões de pacotes até setembro de 2024, contra 41 milhões de encomendas no mesmo período do ano passado.

Com a difusão das compras por meio de marketplaces internacionais nos últimos anos, a receita com encomendas estrangeiras, que já chegou a responder por quase 25% de todo o faturamento da empresa, agora representa apenas 8,8%.

Em julho de 2024, a empresa transportou 21 milhões de pacotes e teve uma receita de R$ 449 milhões, contra 3 milhões de encomendas e R$ 87 milhões em receita em setembro passado — a menor quantidade em 23 meses.

Essa frustração de receitas gerou um "ciclo vicioso de prejuízos" nos últimos anos, admitido pelos próprios Correios.

"Formou-se, assim, um ciclo vicioso de perda de clientes e receitas, decorrente da baixa qualidade operacional, que reduziu progressivamente a geração de caixa necessária para regularizar as obrigações dos Correios", afirmou a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

Segundo o documento, o agravamento da performance operacional foi o principal responsável pelos prejuízos recorrentes registrados pela empresa nos últimos trimestres.

"As negociações com grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita de vendas — tornaram-se cada vez mais sensíveis, comprometendo acordos e frustrando expectativas de resultado", completou.

Há 3 horas Distrito Federal Prejuízo de R$ 8,5 bilhões’Taxa das blusinhas’ derruba receita dos Correios; funcionários e precatórios puxam os gastos

Há 5 horas Economia De R$ 30 mil para R$ 50 milDivulgadas as regras que aumentam o teto de crédito para reforma de imóveis

Há 4 horas Economia Em evento do PT’Partido que está no governo não corre atrás do adversário’, diz Lula

Há 3 horas Política Previsão do tempo 🌬️🌩️Frente fria avança pelo Sul e traz primeiro grande frio do outono

Há 1 hora Meio Ambiente Guerra no Oriente MédioIrã e EUA no Paquistão: o que se sabe sobre nova rodada de negociações

Há 2 horas Mundo SIGA: Irã apreende navio suspeito de ‘colaborar’ com militares dos EUAHá 2 horas’É assim que passamos o bloqueio naval; uma soneca de cada vez’: Irã provoca Trump

Há 6 horas Mundo TocantinsSTF suspende eliminação de candidata por causa da altura em concurso da PM

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Regulação das apostas: governo bloqueia 28 plataformas que faziam previsões sobre eventos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 16:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,04%Dólar TurismoR$ 5,2040,11%Euro ComercialR$ 5,8600,21%Euro TurismoR$ 6,1120,35%B3Ibovespa190.490 pts-0,46%Oferecido por

O governo federal informou nesta sexta-feira (24) que bloqueou 27 plataformas de chamadas apostas de “predição”, que fazem previsões atreladas a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

As declarações foram dadas durante coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto, sobre a regulação do setor de apostas no país.

Inicialmente, o governo informou que foram 28 bloqueios. Contudo, às 16h40 desta sexta, eles corrigiram a informação sob o argumento de que uma plataforma foi retirada da lista na noite desta quinta (veja lista abaixo).

Segundo integrantes do governo, a medida faz parte do esforço para evitar a consolidação de um novo mercado de apostas sem controle.

A avaliação é que esse tipo de plataforma expõe brasileiros a riscos financeiros e opera em desconformidade com a legislação brasileira.

🔎Os chamados mercados de predição funcionam como plataformas em que os participantes apostam dinheiro no desfecho de eventos futuros — como eleições, decisões políticas, resultados de reality shows ou até indicadores econômicos.

🔎Diferentemente das bets tradicionais, essas apostas envolvem previsões sobre acontecimentos públicos e podem se aproximar de instrumentos financeiros não autorizados no Brasil.

Representantes do governo disseram ainda que, desde 2023, vem adotando uma regulação mais firme do setor de apostas e que atua para fechar as portas de empresas que tentam operar de forma irregular no país.

O anúncio ocorre no mesmo dia em que o Banco Central (BC) tornou pública uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe a oferta e a negociação, no país, desse tipo de plataforma.

A norma, aprovada em sessão realizada na quinta (23) e que passa a valer em 4 de maio, não afeta as bets já conhecidas no Brasil.

O endurecimento das regras sobre apostas ocorre em meio a uma preocupação recorrente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o impacto do setor no orçamento das famílias.

Em diferentes ocasiões, Lula tem alertado para o avanço das bets e para o risco de endividamento, principalmente entre consumidores mais vulneráveis.

O endividamento das famílias, inclusive, é um ponto central nos discursos recentes de Lula, que tem discutido medidas para diminuir o impacto dessas dívidas na renda dos brasileiros, principalmente em ano eleitoral, em que o petista concorre ao quarto mandato.

Participaram da entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchior.

"Nós temos hoje, no comando do Congresso Nacional, uma lei no mercado de apostas que tem sido executada de maneira rigorosa. O mercado de predição não está aderente a essa regulação do Congresso, portanto viola a lei que o Congresso aprovou que trata de apostas", argumentou.

"Há outro campo de preocupação que é dos derivativos do sistema financeiro. O Conselho Monetário Nacional esclareceu quais são os ativos subjacentes que podem ser objeto de derivativos — de modo que a gente não vá ter aqui previsão de chuva, morte de uma determinada celebridade como possibilidade de ser encarado como derivativo regular no Brasil", prosseguiu.

De acordo com o ministro, entre 2024 a 2025, o governo bloqueou 39 mil domínios de bets irregulares, além de mais de 450 perfis em redes sociais.

PredictItPalpitaCraveiPrevisaoVésperaPalpitanoPRÉVIAS – Plataforma de Mercado PreditivoPredictProphetX Prediction MarketRobinhoodOG | Prediction Markets & Real-Time OddsFanatics MarketsNovigHedgehog MarketsIBKR ForecastTraderVoxfiFuturizaEu Já Sabia Mercados PreditivosMercadoPredPalpitadaPliksPolySwipePRED ExchangeRuckus MarketStridePolymarketKalshi

Há 3 horas Mundo Justiça dos EUA encerra investigação sobre presidente do FedHá 3 horasExclusivo g1Família desaparecida: PM usou áudios de IA para atrair e assassinar pais de ex

Há 6 horas Rio Grande do Sul Vítima chamou ex de ‘psicopata’ em áudioHá 6 horas’Esse subsolo pertence à União’Acordo de GO com EUA sobre terras raras ‘não se sustenta’, diz ministro

Há 1 hora Economia De 30% para 32% ⛽Aumento do teor de etanol na gasolina será discutido em maio, diz ministro

Há 16 minutos Economia Caso MasterSTF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado

Há 8 horas Goiás Major é investigado por assédio sexual e abuso de autoridade contra cabo no DFHá 8 horasRumo a universidades de elite 📚Após infância sem telas, gêmeos brasileiros são aprovados nos EUA

Há 7 horas Educação ArgentinaJustiça ordena apreensão dos bens da ex-presidente Cristina Kirchner

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Robô supera jogadores humanos profissionais em partidas de tênis de mesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/04/2026 03:26

Inovação Robô supera jogadores humanos profissionais em partidas de tênis de mesa Com câmeras de alta precisão e oito articulações, robô Ace, criado pela Sony, enfrentou e chegou a derrotar jogadores profissionais do tênis de mesa. Por Reuters

Um robô conseguiu vencer jogadores profissionais de tênis de mesa, utilizando inteligência artificial e sensores de alta velocidade.

Criado pela Sony AI, o Ace competiu de igual para igual em um esporte físico exigente, seguindo regras oficiais e arbitragem humana.

O robô venceu partidas contra atletas de elite em 2025, mostrando que IA pode atuar em ambientes dinâmicos e imprevisíveis.

O sistema do Ace usa nove câmeras, três sistemas de visão e oito articulações para executar jogadas rápidas e precisas.

O Ace não demonstra emoções, tornando-se imprevisível para os adversários, mas ainda pode evoluir para superar estratégias humanas.

Um robô autônomo que joga tênis de mesa, batizado de Ace, alcançou um marco para a inteligência artificial e a robótica ao enfrentar e derrotar atletas de alto nível, incluindo profissionais.

Criado pela divisão de pesquisa de IA da Sony, o Ace é o primeiro robô a alcançar desempenho de especialista em um esporte físico, que exige decisões rápidas e precisão, segundo o responsável pelo projeto.

A tecnologia, que é um braço mecânico, conseguiu o feito usando sensores de alta velocidade, controle por inteligência artificial e sistema de última geração.

Desde 1983 existem robôs que jogam tênis de mesa, mas nenhum deles havia conseguido competir com jogadores humanos experientes.

O Ace, por sua vez, enfrentou jogadores profissionais e de elite. As partidas seguiram as regras da Federação Internacional de Tênis de Mesa e foram arbitradas por juízes licenciados.

Robô vence meia-maratona em Pequim e bate recorde mundial humano🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1

Robô Ace, da Sony AI, durante partida de tênis de mesa com atleta de alto nível — Foto: Sony AI/Divulgação

"Ao contrário dos jogos de computador, em que os sistemas de IA anteriores superaram os especialistas humanos, os esportes físicos e em tempo real, como o tênis de mesa, continuam sendo um grande desafio", diz Peter Dürr, líder do projeto Ace da Sony AI.

“Eles exigem interações rápidas, precisas e adversárias perto de obstáculos e no limite do tempo de reação humana.”

Dürr é o autor principal de um estudo, publicado nesta quarta-feira (22) na revista Nature, que detalha os feitos do Ace.

Segundo Dürr, o objetivo do projeto não era apenas competir no tênis de mesa, mas entender como robôs podem perceber, planejar e agir com rapidez e precisão em situações que mudam o tempo todo.

O responsável pelo projeto diz que as técnicas usadas no Ace podem ser aproveitadas em outras áreas que precisam de respostas rápidas e interação com pessoas.

Ele cita como exemplos o uso em fábricas, serviços, esportes, entretenimento e áreas que exigem segurança.

A arquitetura do Ace integra nove câmeras sincronizadas e três sistemas de visão para rastrear uma bola giratória com precisão e processamento rápido, o suficiente para “capturar movimentos que seriam um borrão para o olho humano", afirma Dürr.

Os pesquisadores desenvolveram uma plataforma de robô com oito articulações. Segundo Dürr, esse era o mínimo necessário para executar jogadas competitivas: três articulações para a posição da raquete, duas para sua orientação e outras três para a velocidade e força da tacada.

O estudo detalha que, em abril de 2025, o Ace venceu três de cinco partidas contra jogadores de elite e perdeu duas partidas contra profissionais, o nível mais alto de habilidade no esporte.

A Sony AI informou que, depois disso, Ace venceu jogadores profissionais em dezembro de 2025 e novamente no mês passado.

Empresas de vários países estão avançando no desenvolvimento desse tipo de tecnologia. No domingo (19), por exemplo, robôs superaram atletas em uma meia-maratona em Pequim.

Os sistemas de IA já se destacaram nos domínios digitais em jogos de estratégia, como xadrez e Go, além de videogames complexos.

Mas enquanto os videogames são realizados em ambientes simulados, o tênis de mesa exige decisões rápidas, movimentos precisos e adaptação constante a um adversário imprevisível, afirma Dürr.

Ele explica que a bola se move muito rápido e com trajetórias difíceis, exigindo máxima atenção e controle tanto de pessoas quanto dos robôs.

Robô Ace, da Sony AI, durante partida de tênis de mesa com atleta de alto nível — Foto: Sony AI/Divulgação

Mayuka Taira, profissional de tênis de mesa que perdeu uma partida para o Ace em dezembro, afirmou, em comentários divulgados pela Sony AI, que o ponto forte do robô é que ele “é muito difícil de prever e não demonstra nenhuma emoção".

"Como não é possível ler suas reações, é impossível perceber que tipo de golpes ele não gosta ou tem dificuldades, o que torna ainda mais difícil jogar contra ele", afirma.

Rui Takenaka, jogador de elite que ganhou e perdeu partidas contra o Ace, diz que, caso efetuasse um saque com giro complexo, o robô devolvia a bola do mesmo jeito, aumentando a dificuldade.

“Mas quando eu usava um saque simples, o que chamamos de saque de mão, o Ace devolvia uma bola mais simples. Isso facilitou meu ataque na terceira tacada, e acho que esse foi o principal motivo de eu ter conseguido vencer", conta.

Dürr afirma que o Ace tem uma capacidade de ler o giro das bolas e um tempo de reação que são “sobre-humanos”.

"Como ele aprende a jogar não observando os humanos, mas treinado por si em uma simulação, ele também reage de forma diferente dos jogadores humanos e cria situações surpreendentes", diz o líder do projeto.

"Ao mesmo tempo, os atletas humanos profissionais são ótimos em se adaptar ao adversário e encontrar pontos fracos, que é uma área em que estamos trabalhando."

Há 10 horas São Paulo Por que decisão do STJ não evitou prisão preventiva de funkeiros?Há 10 horasEsposa de MC Ryan chora após saber que marido vai seguir presoHá 10 horasAlvarás para soltura de influencers chegaram a ser expedidosHá 10 horasEfeitos da guerraGoverno tenta usar receita do petróleo para conter alta dos combustíveis

Há 10 horas Economia Petrobras abre mão de preferência em novo acordo com Braskem; entendaHá 10 horasRio de JaneiroTSE reconhece renúncia do ex-governador Cláudio Castro; STF deve decidir mandato tampão

Há 4 horas Política Inquérito das Fake NewsGilmar Mendes diz que errou ao citar homossexualidade em críticas a Zema

Há 4 horas Político Ministro defende que inquérito das fake news seja mantido até as eleiçõesHá 4 horasSaúde do presidenteLula irá retirar acúmulo de pele na cabeça e infiltração no punho; entenda

Há 2 horas Saúde Procedimentos serão feitos hoje no hospital Sírio-Libanês em SPHá 2 horasAté 23h59Prazo para pedir isenção da taxa do Enem termina hoje; veja passo a passo

Há 1 hora Enem 2026 MEC Livros agora permite devolução antecipada de títulos, diz ministroHá 1 horaAposentados e pensionistasINSS inicia pagamento de benefícios de abril; veja calendário

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Meta vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 19:49

Tecnologia Meta vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA, diz agência Segundo a France Presse (AFP), a empresa enviou um comunicado interno a funcionários informando os cortes. O número representa 10% do quadro da companhia. Por France Presse — São Paulo

A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" do grupo, que participa da corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas. A informação é da agência France Presse (AFP), citando uma fonte próxima ao caso.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para "gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos" do grupo, que participa da corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.

Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.

Entre o fim de 2023 e o fim de 2025, o quadro de funcionários da Meta cresceu em mais de 11 mil pessoas.

Embora a inteligência artificial não tenha sido mencionada diretamente como motivo da redução de pessoal anunciada nesta quinta-feira, no fim de janeiro o diretor-executivo Mark Zuckerberg já havia associado essa tecnologia à redução de custos.

"Projetos que antes exigiam grandes equipes agora são concluídos por uma única pessoa altamente qualificada", afirmou.

A empresa, com sede em Menlo Park, planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões (R$ 570 bilhões a R$ 670 bilhões) em 2026, principalmente para garantir infraestrutura para IA — de chips a centros de dados.

No fim de fevereiro, a Meta anunciou um acordo com a AMD para a compra de milhões de chips por ao menos 60 bilhões de dólares (R$ 297 bilhões).

Há 2 horas São Paulo Por que decisão do STJ não evitou prisão preventiva de funkeiros?Há 2 horasEsposa de MC Ryan chora após saber que marido vai seguir presoHá 2 horasEfeitos da guerraGoverno tenta usar receita do petróleo para conter alta dos combustíveis

Projeto de lei enviado ao Congresso prevê redução de impostos sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel.

Há 2 horas Economia Estatal em criseCorreios têm prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025, mais que o triplo de 2024

Há 4 horas Economia Plano de reestruturação dos Correios está abaixo das expectativasHá 4 horasVenezuelaEUA prendem soldado que ganhou R$ 2 milhões ao apostar em captura de Maduro, diz TV

Há 21 minutos Mundo Demissão em massaDona do Instagram vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA

Há 21 minutos Tecnologia Morte na Zona LestePM que matou mulher em SP é suspensa, fica sem arma e terá recolhimento domiciliar

Há 33 minutos São Paulo Redução de jornadaFim da escala 6×1: Motta diz que vai instalar comissão na próxima semana

Há 4 horas Política Entrevista ao Jornal da GloboGilmar defende que inquérito das fake news seja mantido até as eleições

Há 4 horas Jornal da Globo VEJA NA ÍNTEGRA: a entrevista de Renata Lo Prete com Gilmar Há 4 horasSaúde do presidenteLula fará retirada de acúmulo de pele na cabeça e infiltração no punho

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Plano de reestruturação dos Correios: resultado parcial está abaixo das expectativas, aponta estatal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 15:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%MoedasDólar ComercialR$ 4,9750,01%Dólar TurismoR$ 5,167-0,1%Euro ComercialR$ 5,819-0,09%Euro TurismoR$ 6,060-0,14%B3Ibovespa190.937 pts-1,01%Oferecido por

Após pouco mais de cinco meses da aprovação do plano de reestruturação dos Correios pelo Conselho de Administração da empresa, a estatal apresentou nesta quinta-feira (23) um balanço das ações tomadas no período.

Além do balanço do plano, a empresa também informou que fechou o ano de 2025 com um prejuízo de R$ 8 bilhões.

Além disso, para atingir as metas definidas, os Correios esperam, até o final do ano, ter retornos positivos por meio de ações diretas como:

Programa de Demissão Voluntária e redução de custos com planos de saúde.Reestruturação da rede de atendimento: a estatal poderá eliminar até mil pontos deficitários.Modernização da operação e da infraestrutura tecnológica.Monetização de ativos e venda de imóveis: há potencial identificado de R$ 1,5 bilhão nessa frente.Expansão de portfólio para comércio eletrônico e avaliação de fusões e aquisições para reconstruir a empresa a médio prazo.

Entretanto, o início da execução do plano não foi como o esperado. O plano de demissão voluntária (PDV) anunciado pela empresa no começo do ano, foi aderido por 3,2 mil funcionários.

Mesmo assim, o presidente da estatal, Emmanoel Schmidt Rondon, afirmou que o resultado acabou sendo positivo frente ao PDV anterior, que ficou aberto para cadastro entre 2024 e 2025 e teve uma adesão de 3,8 mil pessoas.

"Como vocês podem ver, o PDV que abrimos este ano teve uma duração menor que o outro, que durou o ano todo e atingiu a mesma quantidade de funcionários", afirmou Rondón.

Nos dois primeiros leilões, realizados em fevereiro, por exemplo, os Correios colocaram 21 unidades à venda, mas apenas 4 foram arrematadas.

Nesta terça, a estatal informou que, até agora, garantiu uma arrecadação de cerca de R$ 11,3 milhões pela venda de 11 imóveis.

E que prepara novos leilões nos dias 9 e 16 de abril, quando 42 propriedades estarão disponíveis para lances em todo o país.

A empresa também prevê o fechamento, até o fim deste ano, de 1000 unidades, incluindo agências, sem impactar a universalização –prestação do serviço em todo o país.

Há 32 minutos Sorocaba e Jundiaí Familiares de MC Ryan vão à porta de presídio pedir liberdadeHá 32 minutosMandato-tampãoPresidente da Alerj pede ao STF para assumir imediatamente governo do RJ

Há 3 horas Rio de Janeiro Reajustes de 5% a 15%Aneel aprova alta na conta de luz que atinge 22 milhões de consumidores

Há 39 minutos Economia Propostas de mudançasOAB cria comissão para defender nova reforma do Judiciário

Há 36 minutos Política Conflito no Irã Guerra derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico

Há 2 horas Agronegócios Irã divulga vídeo de suposta apreensão de navios no Estreito de OrmuzHá 2 horasTrump manda Marinha atirar em barcos que põem minas em Ormuz

Há 5 horas Mundo Como estão os estoques de mísseis e drones de EUA e IrãHá 5 horasNovo líder do Irã receberá prótese na perna e deve passar por cirurgia plástica

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bilionários russos aumentam sua riqueza em 11% em um ano, apesar da guerra e das sanções, diz Forbes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 4,960-0,3%Dólar TurismoR$ 5,162-0,18%Euro ComercialR$ 5,798-0,43%Euro TurismoR$ 6,049-0,31%B3Ibovespa192.782 pts-0,06%Oferecido por

Os bilionários russos aumentaram sua riqueza em 11%, atingindo um recorde de US$696,5 bilhões no ano passado, apesar da guerra na Ucrânia e das sanções ocidentais mais duras já impostas a uma grande economia, informou a Forbes Russia.

Os homens mais ricos da Rússia estão todos ligados às vastas reservas de recursos naturais que a Rússia exporta para os mercados globais há décadas – e sua riqueza aumentou à medida que as interrupções nos fluxos comerciais impulsionaram os preços das commodities – embora a Forbes tenha observado que não havia novos nomes no topo da lista.

A Forbes classificou Alexei Mordashov, diretor geral da empresa de investimentos Severgroup, como o bilionário mais rico da Rússia, com uma fortuna de US$37 bilhões que aumentou US$8,4 bilhões em relação à avaliação do ano passado.

Vladimir Potanin, chefe da Interros e da produtora de metais Nornickel , com uma fortuna de US$29,7 bilhões, foi classificado pela Forbes como o segundo mais rico da Rússia.

Vagit Alekperov, ex-chefe da Lukoil , ficou em terceiro lugar, com uma fortuna de US$29,5 bilhões, e Leonid Mikhelson, presidente-executivo da Novatek , e sua família ficaram em quarto lugar, com uma fortuna de US$28,3 bilhões, informou a Forbes.

Antes considerados alguns dos homens mais ricos do planeta, a riqueza dos bilionários russos, muitos dos quais fizeram grandes fortunas em meio ao caos que se seguiu ao colapso da União Soviética, agora é muito menor do que a dos principais titãs da tecnologia dos Estados Unidos.

Elon Musk lidera a lista global de ricos da Forbes com uma fortuna de US$839 bilhões. Larry Page, do Google, está em segundo lugar, com uma fortuna de US$257 bilhões.

Há 27 minutos Saúde Relato nas redesBrasileira processa empresa de MrBeast por assédio sexual e moral

Há 27 minutos Tecnologia Criador tem mais de 400 milhões de inscritos no YouTubeHá 27 minutosProcesso descreve ambiente de trabalho como ‘Clube do Bolinha’Há 27 minutosRemuneração integralMinistro do STJ afastado acusado de assédio segue com salário de R$ 100 mil

Há 41 minutos Política Feminicídio na BarraQuais são os indícios que ligaram namorado à morte de miss no Rio

Há 3 horas Rio de Janeiro Preso, suspeito se suicidou na cela, diz políciaHá 3 horasAna Luiza havia comprado passagem para fugir de namorado

Há 1 hora Bahia Impasse diplomático O que é a ‘reciprocidade’ usada contra agente dos EUA no caso Ramagem

Há 28 minutos Política Semanas de conflitoComo estão os estoques de mísseis e drones de EUA e Irã

Há 2 horas Mundo Irã consegue fabricar bomba atômica com seu estoque de urânio?Há 2 horasIrã divulga vídeo de suposta apreensão de navios no Estreito de Ormuz

Há 3 horas Mundo Conflito no Líbano coloca milhares de mulheres grávidas em riscoHá 3 horasTrump manda Marinha atirar em barcos que põem minas no estreito

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 23/04/2026 04:44

Bem-Estar Longevidade: modo de usar Como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas Estudo transcontinental mostra que pessoas acima de 66 anos têm mais encontros com grupos diversificados da sociedade. Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Acabei de ler um artigo instigante do professor Carlo Ratti, diretor do MIT Senseable City Lab – cuja tradução vai além de Laboratório de Cidades Sensíveis do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Nesse caso, o termo “sensível” indica que a cidade é capaz de medir (e “sentir”) a atividade humana por meio de sensores e dados. No jornal “Financial Times”, Ratti detalha um estudo que será publicado na revista Nature Cities: como os anos após a aposentadoria podem se tornar a fase mais sociável de nossas vidas.

Estudo transcontinental mostra que pessoas acima de 66 anos têm mais encontros com grupos diversificados da sociedade — Foto: Mariza Tavares

E como os pesquisadores chegaram a essa conclusão? Graças ao uso dos celulares, deixamos rastros de nossos deslocamentos e atividades. As informações mapeiam a rede de encontros entre seres humanos. “Imagine as pessoas como partículas se movimentando no tempo e espaço. Fizemos um levantamento dos padrões de mobilidade diária dos indivíduos, associando-os a dados socioeconômicos e à idade”, escreveu o professor.

Trata-se do primeiro estudo transcontinental a cruzar dados de 200 mil pesquisas domiciliares de mobilidade (que contêm informações socioeconômicas detalhadas e autorrelatadas) com o rastreamento por GPS. Isso permitiu medir a “mistura social” – o encontro entre diferentes classes de renda – com maior precisão. O trabalho, realizado em Boston, Chicago, Hong Kong, Londres e São Paulo, revela que aposentados acima de 66 anos interagem com grupos mais diversificados da sociedade do que segmentos mais jovens em idade ativa.

O padrão se repete nas cinco cidades do estudo. Essa “mistura social”, que é intensa entre adultos jovens, tende a declinar na meia-idade, quando as prioridades se concentram em família e trabalho. Com o passar do tempo, a rotina estreita não somente o número de lugares aonde vamos, como também a diversidade de pessoas que encontramos. A aposentadoria remove essa barreira, abrindo espaço para deslocamentos menos previsíveis e mais diversos.

Para Ratti, as cidades poderiam usar tais informações para aumentar as oportunidades de interação social. Ele dá exemplos, como estimular espaços públicos a oferecer atividades intergeracionais. Em Londres, sugere que os pubs seriam uma ótima opção, já que tradicionalmente reúnem diferentes gerações. “Fundamentalmente, nossa pesquisa desafia a narrativa de que o envelhecimento populacional está relacionado a um quadro de declínio: força de trabalho encolhendo, custos crescentes, maior isolamento. A aposentadoria costuma ser vista como um retraimento, um afastamento. Ao contrário, pode ser uma retomada, uma reabertura”, defende.

O estudo faz parte de uma mudança no formato e abordagem das pesquisas urbanas. Por décadas, análises quantitativas eram voltadas para os aspectos físicos da cidade: prédios, ruas, infraestrutura. Atualmente, há uma preocupação em ampliar tal visão, incluindo as interações que dão significado a esses espaços. O trabalho, uma parceria do MIT Senseable City Lab e da Universidade de Hong Kong, chama-se Latent patterns of urban mixing in mobility analysis across five global cities (Padrões latentes de mistura urbana na análise de mobilidade em cinco cidades globais). Há uma versão pré-publicação neste link.

Há 4 horas Política SADI: PF retira credencial de agente americano em retaliação à ação contra delegado brasileiroHá 4 horasVotação simbólicaCCJ da Câmara dá aval à proposta que acaba com a escala 6×1

Há 12 horas Política 🎧 PodcastO ASSUNTO: o desgaste dos recuos de Trump e da falta de acordo com Irã

Há 1 hora O Assunto Guerra no Oriente MédioComo estão os estoques de mísseis dos EUA e Irã após semanas de conflito

Há 7 minutos Mundo Irã ainda conseguiria fabricar bomba atômica com seu estoque de urânio enriquecido?Há 7 minutosRio de JaneiroPreso suspeito de feminicídio de miss se suicida na cela, diz polícia

Há 4 horas Rio de Janeiro Entenda os indícios que ligaram namorado à morte de missHá 4 horasSonho interrompidoMiss que caiu de prédio se mudou para o RJ para trabalhar como modelo

Há 5 horas Bahia Suspeito de matar baiana tem mais de 20 anotações criminais e 1 condenaçãoHá 5 horasZona LestePai e filha, de 57 e 26 anos, são encontrados mortos dentro de casa em SP

Há 54 minutos São Paulo Loterias 🍀Mega-Sena pode pagar R$ 70 milhões hoje; g1 transmite ao vivo

Há 4 horas Mega-Sena Previsão do tempo ☀️❄️Calor e chuva dominam o país hoje; frente fria chega no fim de semana

0

PREVIOUS POSTSPage 3 of 23NEXT POSTS