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Croissant para cachorro? Mercado pet avança no luxo, com cafés exclusivos e doces gourmet de até R$ 30

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/05/2026 03:47

Trabalho e Carreira Croissant para cachorro? Mercado pet avança no luxo, com cafés exclusivos e doces gourmet de até R$ 30 Estabelecimentos oferecem doces, cafés e petiscos especiais para cães em meio ao crescimento do mercado pet de luxo. Por France Presse

Entre doces gourmet e cafés pet friendly, cães ganham rotina cada vez mais “humana” — Foto: Photo by Xavier GALIANA / AFP)

Em um sofá confortável, uma parisiense elegante saboreia até a última migalha um biscoito macio em um café da moda na capital francesa. A cena só não é comum por um detalhe: a cliente tem quatro patas e late.

Loulou, uma Spitz Alemã anã de pelo branco esvoaçante, solta um “au-au” entusiasmado depois de devorar o “Merveilleux”, de cinco euros (R$ 29,55), um biscoito feito com finas camadas de purê de banana, cream cheese, maçã e carne bovina.

A cachorrinha de um ano é cliente assídua dessa confeitaria canina, onde os quitutes expostos em um balcão de vidro — como o “Le Mignon”, em formato de coração e preparado com batata-doce, cream cheese e mirtilos — poderiam dar água na boca até nos humanos.

A proprietária da confeitaria, a francesa Clara Zambuto, explica que adotar Hulk, seu Spitz Alemão anão de três anos, a inspirou a abrir o espaço, onde cães e tutores podem fazer uma refeição juntos.

“Muitas vezes eu saía para passear com ele (…) Entrávamos em um café, como uma boa parisiense, mas ele logo se entediava”, lembra a dona da Casa del Doggo, de 26 anos. “Pensei que era uma pena não haver lugares em Paris onde, enquanto você toma um café, possa oferecer um agrado ao seu animal de estimação”, diz.

“Hoje em dia, o cachorro é quase como um filho, e queremos levá-lo para todos os lugares”, acrescenta.

A confeitaria é um dos diversos estabelecimentos voltados para cães que vêm surgindo na capital francesa, onde se estima que vivam cerca de 100 mil animais.

A confeitaria é um dos diversos estabelecimentos voltados para cães que estão surgindo na capital francesa — Foto: (Photo by Xavier GALIANA / AFP)

Zambuto começou a preparar os petiscos em casa antes de contar com a ajuda de um confeiteiro profissional. Mas sem “nada de chocolate, nada de abacate, nada de uvas e nada de cebola”, ressalta, porque esses alimentos são tóxicos para os cães.

Assim como ocorre com os humanos, a moderação é essencial para evitar o ganho excessivo de peso, explica Lolita Sommaire, veterinária especializada em nutrição de cães e gatos.

“Se eles forem a uma confeitaria, é preciso ajustar a refeição seguinte, reduzi-la um pouco ou incentivar mais atividade física. Mas, se isso acontecer uma vez por mês, não há problema”, afirma.

Em outro café para cães, os animais circulam por um terraço com bancos, enquanto alguns mordiscam petiscos em forma de “croissant” e “baguette”, que custam quatro euros (R$ 23,24).

Marley, um pastor americano de boina vermelha, lambe uma sobremesa cremosa servida em uma taça prateada.

Para a americana Rebecca Anhalt, a decisão de abrir o café Bone Appart — onde “os cães são os reis” — surgiu após receber uma multa elevada por deixar Napoleão, seu whippet de cinco anos, solto em um parque.

“Eu queria criar um lugar onde as pessoas pudessem vir sem medo (…) de serem repreendidas por estarem com seu cão”, acrescenta a proprietária. O nome do estabelecimento faz um trocadilho com o sobrenome do imperador francês Napoleão Bonaparte.

Cerca de 100 mil animais vivem em Paris — Foto: Photo by Xavier GALIANA / AFP) Conteúdo relacionado

Embora Paris tenha cerca de cinquenta parques destinados a cães, onde eles podem circular sem coleira, o coletivo de associações Paris Condition Canine considera esses espaços “insuficientes, desigualmente distribuídos e, às vezes, pouco adequados”.

Os cães, inclusive, viraram tema de campanha nas eleições municipais de março: o novo prefeito de Paris, Emmanuel Grégoire, dedicou a eles uma conta no Instagram, enquanto a adversária dele, Rachida Dati, ofereceu “aperitivos caninos”.

Para Sarah Elgamal, que se autodenomina “mãe” de Loulou, as visitas à confeitaria vão além das guloseimas: são uma oportunidade de estreitar o vínculo com a cachorrinha. “Melhora nossa conexão, porque estamos em um ambiente que não é nem o trabalho, nem a casa”, afirma a farmacêutica de 32 anos.

Embora os cães sejam a prioridade no café, Anhalt destaca que muitos frequentadores também vão ao local para socializar com outros tutores: “Os cães são um ótimo ponto de encontro”.

Ela conta que um cliente habitual e o dachshund dele, de 17 anos, recém-chegados a Paris, vão todos os dias ao café para “conhecer gente”. Afinal, “você acaba conversando com qualquer pessoa por causa do seu cachorro”.

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EUA investirão US$ 2 bi na IBM e em outras empresas de computação quântica

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 22/05/2026 09:46

Inovação EUA investirão US$ 2 bi na IBM e em outras empresas de computação quântica Governo Trump quer fortalecer produção de tecnologia avançada nos EUA e reduzir dependência da China com aportes bilionários em empresas do setor. Por Reuters

Governo dos EUA anunciou US$ 2 bilhões para ampliar investimentos em empresas de computação quântica e reduzir dependência externa.

IBM receberá US$ 1 bilhão para fabricar chips quânticos, enquanto GlobalFoundries terá US$ 375 milhões para nova fábrica.

Computação quântica promete acelerar áreas como descoberta de medicamentos, inteligência artificial e segurança digital.

Empresas como D-Wave, Rigetti e Infleqtion também receberão aportes milionários para avançar na nova tecnologia.

Investimentos fazem parte do CHIPS Act, programa dos EUA voltado à produção nacional de tecnologia e semicondutores.

O governo dos Estados Unidos anunciou um pacote de US$ 2 bilhões em investimentos em empresas ligadas à computação quântica, tecnologia considerada estratégica na disputa global por inovação e liderança industrial.

Os recursos serão direcionados a novos projetos de companhias como IBM, GlobalFoundries, D-Wave, Rigetti Computing, Infleqtion e Diraq.

A iniciativa faz parte dos esforços do governo Donald Trump para fortalecer a produção de tecnologia dentro do país e reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros, especialmente da China.

A computação quântica é vista como uma nova geração de computadores capazes de resolver problemas complexos muito mais rapidamente do que os sistemas atuais.

Entre as aplicações esperadas estão o desenvolvimento de medicamentos, sistemas de segurança digital, inteligência artificial e análises financeiras.

Segundo o Departamento de Comércio dos EUA, a IBM receberá US$ 1 bilhão para criar uma empresa voltada à fabricação de chips para computadores quânticos. Já a GlobalFoundries deve receber US$ 375 milhões para construir uma fábrica destinada à produção de componentes usados nesse tipo de tecnologia.

Outras empresas do setor também serão beneficiadas. D-Wave, Rigetti Computing e Infleqtion receberão cerca de US$ 100 milhões cada. Já a Diraq poderá receber até US$ 38 milhões para desenvolver soluções voltadas aos principais desafios técnicos da computação quântica.

Parte das empresas contempladas possui ligação com integrantes do governo americano. Emil Michael, principal autoridade de tecnologia do Pentágono, participou da abertura de capital da D-Wave em 2022. Já a PsiQuantum anunciou no ano passado um investimento de US$ 1 bilhão vindo de grupos que incluem o braço de venture capital da Nvidia e a 1789 Capital, apoiada por Donald Trump Jr.

Os investimentos fazem parte do CHIPS and Science Act, programa aprovado durante o governo do ex-presidente Joe Biden para ampliar a produção de tecnologia e semicondutores nos EUA.

Visitantes passam pelo logotipo da IBM no Mobile World Congress (MWC) em Barcelona, ​​Espanha 3 de março de 2026 — Foto: REUTERS/Nacho Doce

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Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e aumenta tensão nos mercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 08:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta sexta-feira (22) diante da falta de avanços nas negociações para encerrar a guerra envolvendo o Irã. O mercado segue em alerta principalmente por causa das tensões no Estreito de Ormuz, enquanto as conversas entre Washington e Teerã continuam sem acordo.

Por volta das 7h15 (de Brasília), o petróleo Brent, referência internacional, avançava 2,8%, para US$ 105,48 por barril. Antes da guerra, em fevereiro, a commodity era negociada perto de US$ 70. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, subia 2,3%, para US$ 98,58 por barril.

Na avaliação dos estrategistas de commodities Warren Patterson e Ewa Manthey, do ING, os investidores seguem atentos às negociações entre Washington e Teerã.

“Os mercados ainda buscam sinais de progresso em um possível acordo entre os EUA e o Irã”, escreveram em relatório divulgado nesta sexta-feira. “Embora existam sinais de otimismo, a incerteza prevalece.”

Nos EUA, o cenário político também adicionou cautela aos mercados. Parlamentares republicanos adiaram para junho a votação de propostas que poderiam pressionar o presidente Donald Trump a retirar o país da guerra.

A Câmara dos Deputados previa analisar uma resolução apresentada por democratas para limitar a campanha militar americana, mas líderes republicanos decidiram não levar o texto à votação após avaliarem que não teriam apoio suficiente para barrar a medida.

Na Europa, por volta da manhã desta sexta-feira, o índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 0,4%, enquanto o CAC 40, da França, avançava 0,5%. Na Alemanha, o DAX registrava alta de 0,7%.

Na Ásia, o principal destaque foi o Japão. O índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, saltou 2,7% e fechou em nível recorde, impulsionado também por dados que mostraram desaceleração da inflação no país. Em abril, a inflação ficou em 1,4%, o menor patamar em quatro anos, apesar da alta nos preços de petróleo e gás causada pela guerra.

Outros mercados asiáticos também fecharam em alta. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,9%, mesmo percentual de ganho do índice de Xangai. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,4%, enquanto o principal índice da Austrália também avançou 0,4%.

Em Wall Street, os índices futuros indicavam abertura positiva. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), os futuros do S&P 500 e do Dow Jones avançavam mais de 0,3%.

Na véspera, as bolsas americanas já haviam fechado em alta moderada. O S&P 500 subiu 0,2%, o Dow Jones avançou 0,6% e o Nasdaq, concentrado em empresas de tecnologia, teve leve alta de 0,1%.

Entre os destaques corporativos, as ações da Nvidia caíram 1,8%, apesar de resultados trimestrais acima do esperado impulsionados pela demanda ligada à inteligência artificial.

Já companhias aéreas como Southwest Airlines e American Airlines avançaram após um alívio temporário nos preços do petróleo antes da nova alta desta sexta-feira.

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Suprema Corte dos EUA decide em favor de empresa americana que teve propriedade confiscada por Cuba há mais de 65 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 15:45

Mundo Suprema Corte dos EUA decide em favor de empresa americana que teve propriedade confiscada por Cuba há mais de 65 anos A decisão da Corte não é definitiva no processo movido pela Havana Docks — mas ocorre em meio à crescente pressão sobre Havana por parte do governo Trump, incluindo a acusação formal de Raúl Castro pelo abate, em 1996, de aviões civis pilotados por exilados baseados em Miami. Por Associated Press

Um carro Dodge ano 1949 usado como táxi passa sob uma faixa com os dizeres 'A revolução é invencível' em Havana, Cuba — Foto: Reuters

A Suprema Corte dos EUA decidiu nesta quinta-feira (21) a favor de uma companhia americana que teve propriedades confiscadas em Cuba, pela revolução de Fidel Castro, há mais de 65 anos.

Por 8 votos a 1, os juízes reativaram as ações movidas por uma empresa americana, a Havana Docks, que operava docas na capital cubana. O processo tem como alvo quatro companhias de cruzeiro que levaram turistas a Cuba durante o breve período de reaproximação durante o governo Obama.

O juiz Clarence Thomas escreveu em nome da Corte que o tribunal federal de apelações de Atlanta errou ao rejeitar as ações, sustentando que “as companhias de cruzeiro utilizaram propriedades confiscadas, sobre as quais a Havana Docks detém o direito de reivindicação”.

A decisão da Corte não é definitiva no processo movido pela Havana Docks — mas ocorre em meio à crescente pressão sobre Cuba por parte do governo do presidente Donald Trump, incluindo a acusação formal, na quarta-feira (20), do ex-presidente cubano Raúl Castro pelo abate, em 1996, de aviões civis pilotados por exilados baseados em Miami.

O caso na Suprema Corte girou em torno de uma disposição da lei federal conhecida como Lei Helms-Burton, aprovada pelo Congresso em resposta aos abates dos aviões.

O Título III da lei permite que americanos processem quase qualquer empresa que exerça atividade comercial ou se beneficie de propriedades confiscadas pelo governo cubano.

Antes do primeiro governo Trump, todos os presidentes haviam suspendido a disposição devido a objeções de aliados dos EUA que faziam negócios em Cuba e ao impacto sobre futuros acordos negociados entre os EUA e Cuba.

Em 2016, o presidente Barack Obama usou uma coletiva de imprensa conjunta com Castro para anunciar que as companhias de cruzeiro poderiam retomar o serviço para Cuba.

Carnival, Norwegian, Royal Caribbean e MSC Cruises começaram a fazer paradas em Havana, permitindo que os passageiros de cruzeiro fizessem excursões a casas noturnas, pontos turísticos, rios e praias locais.

Isso mudou abruptamente em 2019, quando Trump decidiu ativar a disposição que permitia os processos judiciais e, em seguida, anunciou novas restrições de viagem. As companhias de cruzeiro cancelaram às pressas as paradas em Cuba e redirecionaram os navios em alto-mar.

Em sua decisão no processo movido pela Havana Docks, a juíza distrital Beth Bloom, de Miami, considerou as companhias de cruzeiro responsáveis ​​pelo uso do terminal de Havana, que antes era controlado pela empresa.

As licenças concedidas pelo Departamento do Tesouro do governo Obama para transportar passageiros americanos a Cuba não isentavam as companhias de cruzeiro do processo, decidiu Bloom.

Ela concedeu à Havana Docks uma indenização de mais de US$ 400 milhões. Um tribunal federal de apelações decidiu a favor das companhias de cruzeiro, revertendo a sentença.

O caso agora retorna ao tribunal de apelações. Thomas reconheceu que as companhias de cruzeiro têm argumentos adicionais que ainda precisam ser analisados.

Senador diz que pagamento ocorreu após venda de terreno e que, à época da transação, tinha participação inferior a 1%.

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QUIZ: Você sabe de qual empresa são os brinquedos que marcaram gerações?

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 21/05/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%Oferecido por

A recente notícia sobre o pedido de recuperação judicial da Estrela, protocolado na quarta-feira (20), reacendeu a memória afetiva de muitos brasileiros com brinquedos clássicos.

Além da Estrela, diversas outras fabricantes, tanto no Brasil quanto no exterior, contribuíram para o universo lúdico de diferentes gerações.

Esses produtos se integraram ao cotidiano de crianças e famílias, permanecendo vivos na imaginação de muitos adultos até hoje.

Embora muitos brinquedos sejam imediatamente reconhecíveis visualmente, identificar a empresa por trás de cada um pode ser um desafio.

O g1 propõe um quiz interativo para testar o conhecimento dos leitores sobre as marcas responsáveis por esses icônicos brinquedos.

A notícia de que a Estrela entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20) trouxe de volta à memória brinquedos e jogos que acompanharam a infância de milhões de brasileiros.

Mas a Estrela não foi a única empresa a deixar sua marca nas brincadeiras de diferentes gerações.

Outras fabricantes, no Brasil e no exterior, também lançaram produtos que se tornaram parte do cotidiano de crianças e famílias e continuam vivos no imaginário de muitos adultos.

Ao ver a imagem dos brinquedos, é bem capaz de você reconhecê-los de imediato. Mas será que consegue dizer qual empresa está por trás de cada um deles?

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Airbnb expande negócios e passa a oferecer a hotéis boutique, aluguel de carros e entrega de mercado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 17:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%MoedasDólar ComercialR$ 5,003-0,74%Dólar TurismoR$ 5,202-0,78%Euro ComercialR$ 5,818-0,56%Euro TurismoR$ 6,064-0,55%B3Ibovespa177.356 pts1,77%Oferecido por

A expansão da plataforma, 18 anos após sua fundação, é uma resposta direta às crescentes regulamentações sobre aluguéis de curta duração globalmente.

A Espanha multou o Airbnb em US$ 75 milhões por anúncios irregulares, e Barcelona não renovará milhares de licenças de aluguel em 2028.

Nova York proibiu praticamente todos os aluguéis privados de curto prazo desde 2023, e Paris intensificou o combate a anúncios ilegais em 2026.

O aplicativo agora oferece entrega de compras de supermercado via Instacart em mais de 25 cidades dos EUA, facilitando a estadia dos hóspedes.

As atualizações incluem traslados de aeroportos, guarda-volumes em 170 cidades e aluguel de carros, impulsionando a receita em 18% no primeiro trimestre.

Logo do aplicativo Airbnb é exibido na tela de iPad em Washington, em 8 de maio de 2021 — Foto: Patrick Semansky/AP

A plataforma Airbnb, que enfrenta regulamentações rigorosas em relação aos aluguéis de curta duração em algumas cidades do mundo, anunciou, nesta quarta-feira (20), que começou a incorporar hotéis boutique, aluguel de carros e entrega de comida ao seu aplicativo.

Esta é a movimentação mais recente na tentativa do Airbnb de captar uma fatia maior dos gastos com viagens, que atualmente se concentram em concorrentes como Booking.com e Expedia.

"A partir de maio vamos oferecer […] desde acomodações incríveis e hotéis boutique com a essência do Airbnb, até experiências inesquecíveis na Copa do Mundo e serviços que facilitam a viagem", afirmou Brian Chersky, cofundador e CEO do Airbnb, em nota.

Esta mudança, 18 anos depois do início da empresa em San Francisco, é uma resposta às restrições cada vez mais rígidas sobre os aluguéis de curto prazo.

Em dezembro, a Espanha impôs à companhia uma multa de US$ 75 milhões (R$ 378 milhões, na cotação atual) por mais de 65 mil anúncios que não cumpriam as normas. Barcelona decidiu não renovar milhares de licenças de aluguel quando vencerem em 2028.

Nova York proibiu praticamente todos os aluguéis privados de curto prazo desde 2023, e Paris intensificou sua ofensiva contra os anúncios ilegais em 2026.

O aplicativo atualizado incorpora entrega de compras por meio do Instacart — plataforma americana de tecnologia voltada para entrega e retirada de compras de supermercado — em mais de 25 cidades dos Estados Unidos.

Com o serviço, os clientes da plataforma poderão ter suas compras de mercado entregues na acomodação antes ou depois do check-in.

Ainda entre as atualizações, traslados de aeroportos e estações de trem estarão disponíveis, bem como serviços de guarda-volumes em mais de 170 cidades ao redor do mundo. A plataforma informou, ainda, que também passará a oferecer aluguel de carros, embora ainda não tenha revelado quais serão seus parceiros.

O Airbnb registrou uma receita de US$ 2,68 bilhões (R$ 13,5 bilhões) no primeiro trimestre de 2026, 18% a mais que no mesmo período do ano anterior.

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Convocação da seleção brasileira: com Neymar, valor de mercado do Brasil é estimado em R$ 5,31 bilhões; confira a lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/05/2026 18:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%Oferecido por

O técnico Carlo Ancelotti anunciou a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 nesta segunda-feira (18). Os 26 escolhidos para levarem o Brasil ao hexa, ao todo, valem cerca de 908,7 milhões de euros (equivalente a R$ 5,31 bilhões), segundo o Transfermakt, site especializado em valores de mercado no futebol.

A plataforma estima os valores dos atletas com base na demanda do mercado e leva em conta fatores como taxa de transferência, idade, desempenho, expectativas futuras, salário e duração de contrato dos jogadores.

Apesar de ser o atleta mais badalado da seleção, Neymar está longe de ser o mais caro entre os convocados. O status de jogador brasileiro mais valorizado pelo mercado vai para o atacante Vinícius Junior, do Real Madrid, estimado em 150 milhões de euros – ou R$ 876 milhões, quando considerado o euro a R$ 5,84.

O segundo jogador mais caro entre os convocados é o atacante Raphinha, de 29 anos, também do Barcelona, com valor de mercado estimado em 80 milhões de euros – o equivalente a R$ 467 milhões.

Vini Jr. — 150 milhões de euros (R$ 876 milhões)Raphinha — 80 milhões de euros (R$ 467,2 milhões)Gabriel Magalhães — 75 milhões de euros (R$ 438 milhões)Bruno Guimarães — 75 milhões de euros (R$ 438 milhões)Matheus Cunha — 70 milhões de euros (R$ 408,8 milhões)Igor Thiago — 50 milhões de euros (R$ 292 milhões)Gabriel Martinelli — 45 milhões de euros (R$ 262,8 milhões)Wesley — 40 milhões de euros (R$ 233,6 milhões)Rayan — 40 milhões de euros (R$ 233,6 milhões)Bremer — 35 milhões de euros (R$ 204,4 milhões)Lucas Paquetá — 35 milhões de euros (R$ 204,4 milhões)Endrick — 35 milhões de euros (R$ 204,4 milhões)Marquinhos — 30 milhões de euros (R$ 175,2 milhões)Danilo Santos — 24 milhões de euros (R$ 140,16 milhões)Luiz Henrique — 24 milhões de euros (R$ 140,16 milhões)Alisson — 17 milhões de euros (R$ 99,28 milhões)Ibañez — 17 milhões de euros (R$ 99,28 milhões)Ederson — 13 milhões de euros (R$ 75,92 milhões)Fabinho — 13 milhões de euros (R$ 75,92 milhões)Léo Pereira — 10 milhões de euros (R$ 58,4 milhões)Neymar — 10 milhões de euros (R$ 58,4 milhões)Douglas Santos — 8 milhões de euros (R$ 46,72 milhões)Casemiro — 8 milhões de euros (R$ 46,72 milhões)Danilo — 2,5 milhões de euros (R$ 14,6 milhões)Alex Sandro — 1,5 milhão de euros (R$ 8,76 milhões)Weverton — 700 mil euros (R$ 4,09 milhões)

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Uber amplia participação na Delivery Hero e se torna maior acionista da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/05/2026 17:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-1,37%Dólar TurismoR$ 5,207-1,31%Euro ComercialR$ 5,824-1,1%Euro TurismoR$ 6,075-1,13%B3Ibovespa176.976 pts-0,17%Oferecido por

A Uber mais que dobrou sua participação na Delivery Hero, empresa alemã de entrega de comida, tornando-se a maior acionista da companhia.

A Delivery Hero informou que a Uber elevou sua participação para cerca de 19,5% do capital da empresa, ante aproximadamente 7%.

A empresa americana de transporte por aplicativo também tem opções para comprar outros 5,6% das ações, informou a Delivery Hero.

A Uber, que atua no serviço de entregas na Alemanha e concorre com a Delivery Hero, afirmou em documento regulatório que, por enquanto, não pretende elevar sua participação para 30%.

A Uber mais que dobrou sua participação na Delivery Hero, empresa alemã de entrega de comida, tornando-se a maior acionista da companhia, segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira (18) e dados da plataforma financeira LSEG.

A Delivery Hero informou que a Uber elevou sua participação para cerca de 19,5% do capital da empresa, ante aproximadamente 7%. A fatia da Uber vale cerca de 1,7 bilhão de euros, segundo cálculos da agência Reuters.

“A Delivery Hero recebe o investimento adicional da Uber como mais um endosso à sua plataforma e à estratégia de aplicativo para o dia a dia”, afirmou a empresa em comunicado.

A empresa americana de transporte por aplicativo também tem opções para comprar outros 5,6% das ações, informou a Delivery Hero. Com isso, a Uber poderia obter uma participação com poder de veto em decisões estratégicas, segundo a Reuters.

A Uber, que atua no serviço de entregas na Alemanha e concorre com a Delivery Hero, afirmou em documento regulatório que, por enquanto, não pretende elevar sua participação para 30% — movimento que obrigaria a empresa a fazer uma oferta pelas ações dos demais acionistas.

Procurada pela Reuters, a Uber se recusou a fazer comentários além do informado no documento regulatório. As ações da Delivery Hero fecharam em alta de 5,6% após o anúncio.

“Embora as intenções finais da Uber sobre um possível aumento adicional de participação ainda não estejam claras, vemos o movimento como um claro endosso à atratividade estratégica dos ativos da Delivery Hero para a Uber”, disseram analistas do JPMorgan.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Formalização abre portas: pequenos negócios ampliam renda, segurança e presença em novos mercados

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 18/05/2026 10:58

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Formalização abre portas: pequenos negócios ampliam renda, segurança e presença em novos mercados Na Semana do MEI 2026, histórias de empreendedores que saíram da informalidade revelam o potencial de abrir seu CNPJ. Por Sebrae

O MEI simplifica o começo, mas é a organização que impulsiona o crescimento do negócio. — Foto: Foto: Acervo pessoal de Raphael Muniz

Empreender vem se consolidando como uma escolha estratégica e de vida para o brasileiro, indo além de uma alternativa ao desemprego. Segundo o relatório Empreendedorismo no Brasil 2025, do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), ter o próprio negócio é o segundo maior sonho da população adulta entre 18 e 64 anos. E, para muitos, o objetivo tem se tornado realidade. Em 2026, o Brasil registrou a formalização de quase 1,6 milhão de empresas apenas no primeiro trimestre. Desse total, mais de 1,2 milhão (76,4%) são Microempreendedores Individuais (MEI).

Em 2017, Raphael da Silva Muniz, de 32 anos, morador de Nova Friburgo (RJ), também abriu seu MEI. Como gerente de uma casa de festas infantis, Raphael enxergou a oportunidade na produção de lembrancinhas personalizadas em MDF. Ousado, comprou uma máquina e apostou suas fichas nesse mercado, mesmo sem nenhum contato anterior. Após três meses produzindo nos fundos de casa, deixou o emprego para se dedicar totalmente ao negócio. De ouvido atento aos clientes, passou também a produzir em acrílico — sua principal matéria-prima hoje.

Assim, o que nasceu como renda extra, hoje alcança todo o Brasil. Raphael está à frente da fábrica Inova a Laser e da marca In Store ao lado da esposa e sócia, Vitória Bernardo e Souza, que lidera o marketing. Juntos, produzem itens personalizados para diversos segmentos, com destaque para o mercado de saúde, beleza e estética.

A dúvida é válida, especialmente para quem ainda enxerga o negócio como uma renda complementar. A resposta é: sim! Formalizar vale a pena, começando pela renda. Raphael Muniz conta que sentiu essa mudança na prática. Após abrir o CNPJ, passou a emitir notas fiscais e conquistar clientes maiores, como uma cervejaria local que saiu de 20 pedidos pontuais para encomendas de mil caixas personalizadas. “Conseguimos pedidos maiores e clientes maiores também. Isso nos fez entender que não era só mais um extra”, relembra.

Dados do Data Sebrae referentes ao quarto trimestre de 2024 mostram que donos de negócios formais recebem, em média, R$ 6.117 por mês, enquanto trabalhadores informais registram rendimento médio de R$ 2.115.

Espelhos de mão, bandejas, organizadores, caixas e placas de comunicação visual são os personalizados mais vendidos pelo casal — Foto: Foto: Acervo de Raphael Muniz

Cristiano Faquini, analista de inteligência de mercado e da Unidade de Relacionamento com Cliente do Sebrae, lista mais vantagens atreladas ao pagamento mensal do MEI: regularização jurídica do negócio, acesso a descontos, pagamento simplificado e redução de impostos, além de cobertura previdenciária.

“Certa vez atendi um pintor, no balcão de atendimento do Sebrae, que sofreu um acidente de moto e ficou por volta de cinco meses sem trabalhar. Como ele era MEI, entrou em contato com o INSS e recebeu um salário-mínimo durante esse período. Quando se recuperou, voltou a trabalhar e a receber normalmente", conta Faquini.

Fernanda Pereira Cavalcante, gestora nacional de mobilizações e analista da Unidade de Relacionamento com Cliente do Sebrae, reforça o incentivo. “Não há por que o empreendedor trabalhar na informalidade. Há benefícios como auxílio-doença e, para a mulher, licença-maternidade. Inclusive, hoje existem iniciativas do próprio governo federal em que o MEI é convidado a prestar serviços para esferas estaduais e municipais”.

A iniciativa governamental mencionada pela gestora é a Contrata+Brasil. Para apoiar os microempreendedores nesse processo, o Sebrae oferece o curso Contrata+Brasil na prática, que mostra como o MEI pode se cadastrar, acessar oportunidades e prestar serviços ao Governo com mais segurança e menos burocracia. Saiba como participar.

A formalização também pode abrir caminho para novos mercados. Em 2023, o casal viu o faturamento da fábrica multiplicar por dez quando Vitória teve a ideia de levar os personalizados para marketplaces. Em um mês, o crescimento acelerado exigiu mudanças: a equipe saltou de três para quase 30 funcionários, e a Inova a Laser deixou um espaço de 35 m² para operar em um galpão de 100 m². No ano seguinte, o negócio mudou para o regime de Empresa de Pequeno Porte (EPP) e a produção passou a ter escala industrial na atual sede, de 1.000 m².

Em 2025, Raphael participou da Missão China, iniciativa do programa ProGlobal. Com subsídio de 80% do Sebrae, o empreendedor mergulhou numa imersão de 15 dias no país, voltada à inovação e indústria. Durante a viagem, conheceu novas tecnologias, modelos de negócio e se inspirou na velocidade de desenvolvimento aliada à alta qualidade dos chineses. Hoje, o empreendedor mantém contato com fornecedores do país asiático para a importação de insumos e já deu os primeiros passos, exportando para países como EUA, Suíça e Emirados Árabes Unidos. A empresa também se prepara para ampliar a presença em plataformas globais de e-commerce.

O movimento de expansão para além do mercado local não é exclusivo da Inova a Laser e In Store. Assim como Raphael e Vitória, um empreendedor de Minas Gerais saiu da informalidade para o registro como MEI e hoje atua como EPP. À frente da Queijo D’Alagoa-MG, Osvaldo Martins de Barros Filho foi pioneiro na venda de queijo artesanal pela internet em 2009. A profissionalização do negócio e a busca por excelência renderam mais de 80 prêmios nacionais e internacionais, incluindo uma medalha de ouro na França.

Faturando cerca de R$ 4 milhões por ano, a inovação já faz parte da rotina de Raphael e Vitória. “Usamos inteligência artificial no design para ajudar a melhorar a qualidade das imagens que recebemos dos clientes”, conta Raphael. Os próximos passos, segundo Vitória, são automatizar e agilizar o atendimento com IA para aumentar a conversão de vendas e responder perguntas frequentes por 24 horas.

Após investir em novos maquinários, o casal também se prepara para entrar em outro segmento: a produção de peças em metal e inox, como bandejas e potes personalizados. Para o especialista Faquini, a inovação e a inteligência artificial também são pilares da gestão estratégica do MEI que deseja crescer, ao lado de planejamento, marketing, vendas e organização financeira.

Todos esses temas estarão no centro da Semana do MEI 2026, que acontece entre os dias 25 e 29 de maio em todo o Brasil. O evento é voltado para quem é MEI ou ainda deseja abrir ou formalizar um negócio. Antes disso, o Sebrae promove palestras no Esquenta Semana do MEI. A partir da terça-feira (19/05), grandes nomes como Zica Assis, Thiago Godoy, Gil Giardelli e Ana Tex vão compartilhar experiências em palestras on-line apenas para quem fizer a inscrição.

Além das atividades on-line, a Semana do MEI promove atividades presenciais em todos os estados do país. Confira a agenda completa e encontre os eventos do seu estado aqui.

Ficou inspirado, mas não sabe por onde começar? O Sebrae separou quatro passos para quem quer escalar seu negócio, passando pelo MEI e indo além. Confira!

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX, de Musk, define data de entrada na bolsa, diz agência; empresa pode ter maior IPO da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 16:48

Tecnologia SpaceX, de Musk, define data de entrada na bolsa, diz agência; empresa pode ter maior IPO da história Empresa será listada na Nasdaq, focada em empresas de tecnologia, segundo a Reuters. Expectativa é de que companhia seja avaliada em cerca de US$ 1,75 trilhão. Por Redação g1, São Paulo

A SpaceX vai definir o preço de seu IPO em 11 de junho e listar ações na bolsa em 12 de junho, informou a agência Reuters nesta sexta-feira (15).

Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do seu capital passa a ser listada na bolsa de valores e pode ser vendida a investidores.

A SpaceX disse em abril que, mesmo com o IPO, Musk continuará controlando decisões internas. A companhia afirmou que manteria seu "status de empresa controlada".

A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, vai definir o preço de sua oferta pública inicial (IPO) em 11 de junho e listar ações na bolsa de valores em 12 de junho, informou a agência Reuters nesta sexta-feira (15) com base em três pessoas familiarizadas com o assunto.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do seu capital passa a ser listada na bolsa de valores e pode ser vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

Ainda segundo a Reuters, a SpaceX será listada com o código SPCX na Nasdaq, bolsa de valores focada em empresas de tecnologia.

Os valores envolvidos no IPO da SpaceX podem marcar a maior entrada da história de uma empresa na bolsa de valores, o que pode contribuir para que Musk se torne o primeiro trilionário do mundo.

A expectativa é de que o IPO tenha avaliação de cerca de US$ 1,75 trilhão, considerando a fusão da SpaceX com a startup de inteligência artificial xAI, também de Musk.

A empresa acelerou seu cronograma e pretende divulgar o prospecto da operação na quarta-feira (20), com uma apresentação a investidores prevista para 4 de junho.

O cronograma acelerado antecipa um processo que originalmente estava planejado para o final de junho, por volta do aniversário de Elon Musk, disseram as fontes.

A SpaceX disse em abril que, mesmo com o IPO, Musk continuará controlando decisões internas. A companhia afirmou que manteria seu "status de empresa controlada", de acordo com um trecho de seu pedido de IPO analisado pela Reuters.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem que sejam criados comitês independentes de remuneração e nomeação, segundo o trecho do registro da oferta.

O documento aponta que a SpaceX só precisará ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes.

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