RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Porto e Fleury desistem de criar nova empresa com a Oncoclínicas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%Oferecido por

As negociações para a criação de uma nova empresa entre Porto Seguro, Oncoclínicas e Fleury foram oficialmente encerradas, após a desistência das três companhias.

A Porto Seguro informou, em fato relevante divulgado nesta terça-feira (14), que notificou a Oncoclínicas sobre sua decisão de encerrar as tratativas relacionadas à possível transação.

Com isso, a empresa de saúde fica liberada da cláusula de exclusividade prevista no acordo firmado anteriormente.

Na véspera, o Fleury já havia comunicado ao mercado que decidiu abandonar as negociações envolvendo uma potencial operação com a Porto Seguro e a Oncoclínicas.

As tratativas começaram em março e tinham como objetivo a criação de uma nova companhia que reuniria clínicas de oncologia atualmente pertencentes à Oncoclínicas.

O projeto previa investimentos conjuntos de cerca de R$ 500 milhões por parte de Porto Seguro e Fleury, que ficariam no controle do negócio.

A iniciativa também fazia parte de uma estratégia para reorganizar a estrutura financeira da Oncoclínicas, que enfrenta dívidas superiores a R$ 4 bilhões.

A ideia era permitir a renegociação desses passivos, inclusive com a possibilidade de conversão em participação na nova empresa.

Apesar do potencial de consolidação no setor de saúde, o acordo ainda estava em fase inicial e dependia de auditorias, definições internas e aprovação de órgãos reguladores.

Com o fim das negociações, as empresas seguem caminhos independentes, encerrando um movimento que chegou a gerar expectativa no mercado sobre uma reestruturação relevante no segmento de oncologia.

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Ovo de R$ 150 e couro mais caro que o de boi: produtor lucra com mercado de avestruz no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 03:52

GLOBO RURAL Ovo de R$ 150 e couro mais caro que o de boi: produtor lucra com mercado de avestruz no Brasil Frigorífico no Mato Grosso do Sul é o único com autorização para o abate da ave no Brasil. Por Globo Rural

Do avestruz, nada se perde: desde as plumas até a carne são desenvolvidos produtos valorizados no mercado, que ainda é pequeno.

No Mato Grosso do Sul, Manoel Piveta é um dos pioneiros na criação da ave no Brasil e possui o único frigorífico com autorização para abate de avestruz no país.

Os produtos feitos por ele são vendidos em 19 estados brasileiros, mas ainda é um mercado restrito e pouco conhecido pela população.

O custo de produção é considerado elevado: R$ 2.800 por animal, desde a fase do ovo até o abate. Contudo, existe lucro: o retorno com as vendas é de R$ 7 mil por ave.

Do avestruz, nada se perde: desde as plumas até a carne são desenvolvidos produtos valorizados no mercado, que ainda é pequeno.

No Mato Grosso do Sul, Manoel Piveta é um dos pioneiros na criação da ave no Brasil e possui o único frigorífico com autorização para abate de avestruz no país.

Os produtos feitos por ele são vendidos em 19 estados brasileiros, mas ainda é um mercado restrito e pouco conhecido pela população.

O custo de produção é considerado elevado: R$ 2.800 por animal, desde a fase do ovo até o abate. Contudo, existe lucro: o retorno com as vendas é de R$ 7 mil por ave.

➡️Carne: na comparação com outras carnes, a do avestruz é considerada menos gordurosa, mais macia e possui fibras mais curtas. Ela também é rica em ferro, por isso é vermelha. O quilo do produto é comercializado por R$ 60.

Os cortes são semelhantes aos da carne bovina, tendo o filé e a alcatra, por exemplo. As melhores partes são localizadas na coxa, que dá origem a cerca de 16 peças.

A empresa de Piveta vende aproximadamente 80 toneladas por ano para grandes redes de supermercado e restaurantes.

➡️Couro: é considerado um dos itens mais valorizados da ave e chega a custar até 12 vezes mais do que o couro de boi. Uma peça pode ser vendida por até R$ 1.800.

Os folículos de onde saem as plumas são a parte mais desejada. O couro é considerado macio e tem alta durabilidade.

➡️Ovo: a unidade tem o tamanho equivalente a 25 ovos de galinha e custa até R$ 150. O mercado, no entanto, é pouco explorado. Por isso, Piveta costuma usar o produto para presentear amigos.

➡️Ossos: os avaliados como leves e resistentes são usados na fabricação de cabos de facas especiais.

➡️Óleo: existe ainda o produto cosmético, rico em ômega 3, 5, 7 e 9. O item foi desenvolvido pela esposa de Piveta, Cintia Lorenzi, que é farmacêutica. Segundo ela, é o único óleo com esse tipo de concentração do elemento.

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Leapmotor B10 se inspira em Tesla para enfrentar rivais no mercado de SUVs elétricos; vale a pena?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/04/2026 06:54

Carros Leapmotor B10 se inspira em Tesla para enfrentar rivais no mercado de SUVs elétricos; vale a pena? O modelo é 100% elétrico e traz itens inspirados nos carros da Tesla, como a chave em formato de cartão, o teto solar panorâmico fixo e o acabamento interno em tom único. Por André Fogaça, g1 — Cabreúva (SP)

O novo Leapmotor B10, com visual minimalista e preço de R$ 182.990, é mais um integrante da lista cada vez maior de SUVs elétricos chineses disponíveis no Brasil.

Com concorrentes como BYD Yuan Pro (R$ 182.990), Omoda E5 (R$ 209.990) e GAC Aion V (R$ 219.990), o SUV elétrico da Leapmotor cumpre bem sua função, mas peca em originalidade e criatividade.

O g1 passou uma tarde ao volante do B10 para avaliar se ele tem atributos suficientes para se destacar em um mercado tão disputado. O percurso incluiu um curto trajeto urbano em São Paulo (SP) e 75 quilômetros de estrada até Cabreúva (SP).

Começando pelo visual externo, o Leapmotor B10 não se destaca pela criatividade. Basta observar outros SUVs médios de marcas chinesas para perceber que muitos dos elementos presentes nesses modelos também aparecem aqui.

frente com grade bastante reduzida, escondida abaixo da placa;luzes de rodagem diurna separadas do conjunto principal dos faróis;linhas simples e discretas, com poucos ângulos marcados;logotipo da fabricante aplicado em um ângulo pouco chamativo;tampa do porta-malas quase alinhada ao para-choque;maçanetas embutidas na carroceria;nome da fabricante escrito por extenso na tampa do porta-malas.

Se, por um lado, a falta de originalidade é evidente e faz com que o modelo possa ser facilmente confundido com SUVs chineses rivais, por outro, o formato da carroceria favorece a aerodinâmica e contribui para uma maior autonomia da bateria a cada recarga.

teto solar panorâmico fixo, sem abertura;central multimídia de 14,6 polegadas, que concentra a maioria dos comandos, incluindo ajustes dos retrovisores, controle dos faróis e até a abertura da cortina do teto solar;revestimento macio ao toque, mas sem variação visual de textura ou cor;volante com apenas quatro botões e duas rodas giratórias, cujas funções mudam conforme o menu selecionado;câmbio posicionado atrás do volante;ativação do piloto automático pela mesma alavanca do câmbio;chave em formato de cartão.

Se o interior tem pouca personalidade própria, ao menos há um ponto que chama a atenção: uma série de furos localizados à frente do passageiro, ao lado do motorista. Na China, a própria Leapmotor vende acessórios e enfeites que podem ser encaixados nesse espaço.

Há opções como bonecos, luzes e até uma pequena bandeja semelhante às usadas em aviões. No Brasil, esses acessórios ainda não são vendidos oficialmente, mas os encaixes estão presentes e podem ser usados livremente, por exemplo, para prender uma sacola ou bolsa.

Do ponto de vista tecnológico, um dos destaques é o chip Snapdragon SA8155P. Segundo a Qualcomm, fabricante do componente, ele é capaz de exibir conteúdo em até três telas ao mesmo tempo, todas em alta definição.

O chip também oferece conexão 4G e é compatível com o Android Automotive, sistema utilizado em carros de marcas como Chevrolet e Volvo.

No Leapmotor B10, esse chip é responsável por comandar toda a central multimídia, além das câmeras e sensores que auxiliam o motorista. Isso permite respostas mais rápidas do sistema, como o envio de alertas e a identificação correta dos veículos ao redor, bem como das faixas de circulação disponíveis.

O componente também influencia diretamente a qualidade das imagens, animações e efeitos exibidos na central multimídia.

Há até efeitos visuais que simulam reflexos na água em movimento, criados em tempo real, mesmo quando o usuário toca e gira a representação tridimensional do veículo. Durante todo o teste, a interface não apresentou travamentos, falhas nem lentidão.

Logo ao ligar, tudo já funcionava com uma qualidade gráfica que lembra a de um PlayStation 5. Isso também se aplica ao sistema do carro e conta pontos bastante positivos para o Leapmotor B10.

No asfalto, enquanto o Leapmotor C10 deixou a sensação de que recebeu poucos ajustes pensados para o público brasileiro, o B10 apresentou um acerto mais adequado. A posição de dirigir é mais elevada, como se espera de um SUV médio, e agradou.

Em termos simples, o B10 tem uma suspensão mais firme. A Leapmotor afirma que componentes como a suspensão traseira, a rigidez das molas e o ajuste dos amortecedores passaram por melhorias.

Esses ajustes puderam ser percebidos tanto na absorção de impactos de buracos menores e emendas de pontes na cidade quanto na maior estabilidade da carroceria em curvas mais rápidas na estrada.

O motor, por sua vez, pode passar a sensação de ser mais fraco. Isso não se deve aos 218 cv de potência, mas à força nas arrancadas, medida pelo torque, que no B10 é de 24,5 kgfm.

Ainda assim, o B10 não apresentou dificuldades em ultrapassagens na cidade nem em velocidades mais altas na estrada. Vale destacar que, durante o teste, havia dois adultos a bordo.

Um ponto importante é que a tração atua apenas nas rodas traseiras. O B10 controla bem esse comportamento e evita sustos para quem não está acostumado a esse tipo de condução — algo raro entre SUVs, já que a maioria utiliza tração dianteira.

Um efeito negativo dessa configuração é o volante excessivamente leve. O Leapmotor B10 não chega a ter uma direção solta como a famosa Kombi, mas, ainda assim, é possível fazer curvas com facilidade exagerada, girando o volante com apenas um dedo.

No fim das contas, o Leapmotor B10 pode fazer sentido para alguns perfis específicos de clientes, como:

Quem busca um carro com fabricação nacional, já que ele será produzido em Goiana (PE);Quem deseja um SUV elétrico chinês, mas com o respaldo da Stellantis, grupo que controla marcas como Fiat e Jeep;Quem procura um SUV elétrico com experiência de condução mais próxima à de um Tesla;Quem prioriza tecnologia e recursos digitais em vez de foco absoluto na condução.

Fora desse grupo, o Leapmotor B10 acaba ficando atrás dos concorrentes em alguns aspectos. O principal deles é a autonomia da bateria: com 288 km, perde para os 345 km do Omoda E5, 389 km do GAC Aion V, 351 km do MGS5, 304 km do Chevrolet Captiva EV e 349 km do Geely EX5.

Outro ponto negativo é o excesso de minimalismo, influência clara da chamada “teslização” dos veículos, especialmente entre os modelos chineses.

Embora agrade a um público específico, há quem se incomode com a ausência de botões físicos para funções básicas, como ligar ou desligar os faróis, abrir o teto solar ou ajustar os retrovisores laterais — tudo concentrado na central multimídia.

Ainda assim, o teste ao volante foi positivo dentro do que se espera da proposta do carro. Mesmo sem números chamativos de potência e torque, não faltou força em ultrapassagens na estrada. O conjunto de suspensão também agradou.

Para encerrar, o Leapmotor B10 está entre os modelos mais baratos da categoria. Na mesma faixa de preço, apenas o BYD Yuan Pro custa o mesmo ou menos que o SUV avaliado.

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Ataque hacker desvia pagamento e causa prejuízo milionário a empresa de energia no Reino Unido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 19:41

Tecnologia Ataque hacker desvia pagamento e causa prejuízo milionário a empresa de energia no Reino Unido Empresa faria pagamento para outra companhia, mas a invasão redirecionou cerca de R$ 4,7 milhões para um terceiro que não estava envolvido na negociação. Por Redação g1

Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker desviar o destino de um pagamento.

O caso envolveu a subsidiária americana da Zephyr Energy, empresa britânica de petróleo e gás que relatou o incidente a seus investidores na quinta-feira (9).

O ataque fez o valor ser transferido para um terceiro sem envolvimento na negociação, informou a Zephyr Energy.

O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião — Foto: Altieres Rohr/G1

Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker desviar o destino de um pagamento que seria feito a outra companhia.

O caso se tornou público na última quinta-feira (9) e envolveu a subsidiária americana da Zephyr Energy, empresa britânica de petróleo e gás que relatou o incidente a seus investidores.

O ataque fez o valor ser transferido para um terceiro sem envolvimento na negociação, informou a Zephyr Energy.

"A empresa notificou imediatamente as autoridades policiais competentes e está trabalhando com os bancos e consultores envolvidos para tentar recuperar os fundos desviados", continuou.

A empresa não detalhou a invasão, mas esse tipo de ataque costuma envolver acessos indevidos a caixas de entrada de e-mails e a sistemas de contabilidade, por exemplo.

Os "ataques de comprometimento de e-mail comercial" estão entre os mais comuns e, em 2025, geraram prejuízo de mais de US$ 3 bilhões para milhares de vítimas em 2025, segundo um relatório do FBI.

A Zephyr Energy disse que seus sistemas estão sendo monitorados continuamente e que, apesar de seguir padrões de mercado, adotou novas camadas de segurança.

A empresa disse ainda que está realizando suas atividades normalmente e que tem capital de giro suficiente para que a invasão não afete sua operação.

Área de exploração de petróleo da Zephyr Energy em Utah, nos Estados Unidos — Foto: Divulgação/Zephyr Energy

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‘Nubank Parque’? Por que empresas pagam milhões por naming rights de estádios

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/04/2026 17:23

Economia Midia e Marketing 'Nubank Parque'? Por que empresas pagam milhões por naming rights de estádios Banco fechou acordo com a WTorre para batizar o estádio do Palmeiras até 2044. Estimativas indicam que custará cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) por ano. Valores oficiais não foram divulgados. Por André Catto, g1 — São Paulo

Estádios, teatros, casas de shows, cinemas, times de futebol e até estações de metrô. Os naming rights não são novidade, mas viraram "febre" no marketing brasileiro nos últimos anos.

Em português, o termo significa “direitos de nome”. E, para expandir sua marca para um público específico, as empresas compram o direito de rebatizar locais, equipamentos ou espaços.

Foi assim que, anos atrás, nasceu o icônico Credicard Hall, em São Paulo. Esse é provavelmente o primeiro grande caso de sucesso no país — tanto que a distribuidora Vibra ainda se desdobra para que o espaço seja reconhecido como Vibra São Paulo. Desde então, outros exemplos se multiplicaram.

De olho no futebol e em grandes eventos, a venda de naming rights fez o estádio do Corinthians se tornar a Neo Química Arena. O Estádio do Morumbi, por sua vez, passou a se chamar MorumBIS, enquanto o tradicional Pacaembu virou Mercado Livre Arena Pacaembu.

Antes deles, em 2014, o Parque Antarctica, estádio do Palmeiras, deu lugar ao Allianz Parque — o que vai mudar a partir de agora. A arena alviverde passará a ter o nome do Nubank, após o banco anunciar, nesta sexta-feira (10), um acordo com a WTorre, responsável pela gestão do estádio.

O contrato prevê que o Nubank terá os naming rights da arena até 2044. As estimativas apontam que o banco pagará cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) por ano pela aquisição do direito. Valores oficiais não foram divulgados.

A mudança ocorre após 13 anos sob a marca Allianz. O novo nome do estádio ainda será decidido por votação popular entre três opções: Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank.

Quando o assunto são naming rights, há peculiaridades: cada contrato tem regras próprias, incluindo duração, contrapartidas e prazos de pagamento. Além disso, envolvem cifras que chegam a dezenas — ou centenas — de milhões de reais para rebatizar um local icônico. Mas vale a pena?

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, as empresas consideram fatores como características do local, fluxo de pessoas, contexto histórico e potencial de negócio. Os objetivos variam, mas incluem, em geral, o desejo de ampliar o reconhecimento da marca ou "bombar" lançamentos.

Por que empresas optam por naming rights?Foco no esporte e no entretenimentoEstratégia avança, mas ainda é embrionária no BrasilO objetivo é o nome da marca 'pegar'?Como os prazos e valores são determinados — e quais os riscos?

A visibilidade da marca é um dos principais benefícios dos acordos. Mas os verdadeiros impactos da ação decorrem de uma série de outros elementos que compõem a estratégia, explicam especialistas em marketing de negócios ouvidos pelo g1.

"Nas negociações de naming rights, também pode ficar acordado que, dentro daquele local, a empresa possa colocar suas lojas, pontos de vendas ou operações, em uma ação que vai muito além de dar nome ao espaço", explica o especialista em marketing Idel Halfen.

É o que exigem os últimos grandes contratos divulgados no país. Além de rebatizar os estádios, as empresas compraram o direito de operar suas marcas dentro dos espaços, criando um ecossistema de contato direto com o público. (entenda mais abaixo)

A Mondelēz, dona da marca de chocolates BIS, por exemplo, fechou um acordo com o São Paulo Futebol Clube que inclui a venda dos produtos no estádio e a criação de um ambiente "voltado para experiências", com a renomeação de setores internos do espaço.

"Isso tudo vai permitir, pelos próximos três anos, ações que vão gerar 'awareness' [reconhecimento da marca], que vão se conectar com o consumidor e também ganhar novos compradores", afirma Fabiola Menezes, diretora de marketing de chocolates da Mondelēz Brasil.

A compra dos naming rights do estádio é o maior investimento de comunicação já feito na história da marca BIS, e pretende ampliar a capacidade produtiva para expandir a presença da marca nos pontos de venda pelo Brasil. O acordo é de R$ 75 milhões em três anos — uma média anual de R$ 25 milhões.

Há acordos menores no país, como o do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que fechou naming rights de R$ 7,5 milhões para se chamar Arena BRB por três anos, a partir de 2022.

E também há gigantes, a exemplo do próprio Pacaembu, que assinou em 2024 contrato de mais de R$ 1 bilhão com o Mercado Livre para naming rights de 30 anos — o maior já registrado no Brasil.

De acordo com especialistas, é importante para uma estratégia de impacto em naming rights que a exposição das marcas seja feita de forma continuada.

Por isso, os períodos são mais longos, chegando a anos. Só assim é possível fortalecer a relação com o público que frequenta aquele espaço e gerar uma aproximação com o cliente.

A premissa básica dos naming rights é a aplicação em locais com grande fluxo de pessoas, de preferência do perfil de consumidor que a aquela empresa pretende atingir. Mas o tempo mostrou que o modelo está muito mais "adaptado" aos equipamentos de esportes e entretenimento, como estádios, casas de shows e teatros.

Isso não acontece à toa. Em geral, são locais atrelados a momentos de alegria e descontração, onde as pessoas vivem histórias com envolvimento emocional e formam lembranças, o que ajuda a criar uma conexão com as marcas.

“Quando vamos a um show ou a um jogo, existe ali um ambiente mágico, em que você está bem aberto a sensações e emoções. Por isso é tão especial se associar a um equipamento desse tipo”, afirma Fernando Trevisan, especialista em gestão e marketing esportivo da Trevisan Escola de Negócios.

Apesar do crescimento notável dos contratos de naming rights no país, a exploração dessa ação de marketing ainda é muito baixa perto de outros mercados, como o norte-americano. É o que mostra um levantamento da agência Jambo Sport Business, feito em 2024 com base nas principais ligas esportivas.

Na NBA, maior liga de basquete do mundo, por exemplo, mais de 90% das arenas possíam naming rights. A única ainda sem contrato é o Madison Square Garden, onde o New York Knicks manda seus jogos. Por outro lado, na série A do campeonato brasileiro de futebol, a parcela era de apenas 31,6%.

NHL, de hóquei: 93,8%NFL, de futebol americano: 90%MLS, de futebol: 82,8%WNBA, de basquete feminino: 75%MLB, de baseball: 70%

"Enquanto o Brasil ainda 'engatinha' no que tange às operações de naming rights, vemos os EUA bastante maduros", diz o relatório.

O levantamento ainda mostra que, em território norte-americano, havia predominância de empresas do mercado financeiro no uso de direitos de nome. De um total de 120 arenas analisadas, o segmento possuia naming rights de 44%.

Em seguida, estavam os setores automotivo (8,3%), de bens de consumo (6,4%), varejo (6,4%) e telecomunicações (5,5%). No Brasil, por outro lado, não foi destacada uma padronização.

O mercado consolidado lá fora também tem se mostrado uma oportunidade para empresas brasileiras. Nesse sentido, o grupo econômico Inter&Co anunciou, em janeiro de 2024, um acordo para nomear o estádio das equipes norte-americanas Orlando City SC e Orlando Pride para Inter&Co Stadium.

A instituição brasileira afirmou à época que o objetivo era "aumentar seu conhecimento da marca nos Estados Unidos", em um empreendimento com planos que incluem tornar o estádio "palco de eventos culturais e musicais, com um primeiro show a ser realizado em 2024".

O Nubank também já havia ampliado sua atuação nessa estratégia. Em março de 2026, passou a dar nome ao estádio do Inter Miami CF, time de futebol dos EUA. O Nu Stadium é a casa da equipe de Lionel Messi, um dos maiores jogadores do mundo na última década.

“Há um maior entendimento do mercado, que hoje conta com mais parâmetros sobre naming rights. Isso mostra que empresas novas no segmento financeiro adotam estratégias mais agressivas e buscam investir em conhecimento e fortalecimento da marca”, analisa Idel Halfen.

Casos icônicos, como o antigo Credicard Hall (hoje chamado Vibra São Paulo), levantam a questão: afinal, o nome vai realmente "pegar" para o público? E se o nome da marca não pegar? E mais: vale correr o risco de adquirir os naming rights de um local e, possivelmente, continuar sendo chamado pelo nome antigo?

Não há um padrão visto no mercado sobre esses pontos. Em geral, contratos mais longos tendem a fixar melhor o nome da marca àquele determinado espaço. Mas também depende do contexto do local: se ele já tem um nome forte ou não, se o público vai ou não aderir à mudança.

No caso dos estádios, as maiores oportunidades de fixação de nome estão nas novas arenas (aquelas recém-construídas, com nomes ainda não consolidados). É o caso da Arena MRV, do Atlético Mineiro, por exemplo, cujo nome já era usado antes mesmo de o estádio ficar pronto.

Ainda segundo analistas, estádios já existentes que passaram por grandes reformas também oferecem essa oportunidade, como o próprio Allianz Parque, antigo Palestra Itália ou Parque Antarctica — que, inclusive, chamava-se assim porque a propriedade pertenceu à Companhia Antarctica Paulista, produtora de bebidas que, após uma fusão, deu origem à Ambev.

O especialista em marketing Fernando Trevisan explica que, no entanto, a busca unicamente pela fixação de nome tem mudado entre as empresas no Brasil.

"As marcas estão aproveitando os outros tipos de retorno que esses contratos permitem, com foco no relacionamento com o público", diz, reforçando que o enfoque pode estar direcionado às experiências da marca dentro do local, e não necessariamente à tentativa de fazer o nome "pegar".

Além disso, ele reforça que outras empresas têm demonstrado interesse na estratégia ao perceberem projetos de naming rights já em vigor estão se viabilizando e dando certo — incluindo os de curto prazo.

O processo de escolha de valores e duração de contratos de naming rights também não costuma seguir um padrão definido. Os pontos levados em conta são as características do local, o fluxo de pessoas, o contexto histórico e o potencial de negócio — atributos que podem agregar mais ou menos valor à marca, de acordo com o objetivo que ela perseguir.

"O responsável pelo investimento também precisa prestar contas internamente, seja para o CEO ou para o conselho da empresa. Então, quanto mais embasada, mais aquela ação se justifica dentro da própria companhia que está investindo", afirma o especialista em marketing Idel Halfen.

De acordo com levantamento da agência Jambo Sport Business, que também é assinado por Halfen, é difícil estabelecer uma correlação entre as características das arenas ao valor pago pelas marcas.

"É mais provável admitir que, assim como ocorre na maioria dos exercícios de 'valuation' [atribuição de valor de mercado de empresas], o que pragmaticamente define o valor dos contratos é a intenção das partes envolvidas, o quanto se está disposto a pagar e a receber", diz o estudo.

Além de atribuir valor, o "valuation" é uma espécie de levantamento que indica que elementos qualitativos como status e credibilidade influenciam no interesse das marcas. O valuation também é ponto central quando o assunto são os riscos para as partes em contratos de naming rights.

Um estádio, por exemplo, pode deixar de ganhar dinheiro ao fechar acordo por valores abaixo de seu potencial. Do outro lado, a marca pode perder ao superestimar o negócio e desembolsar mais do que terá de retorno futuramente.

Outro risco dos naming rights, dizem especialistas, é o envolvimento da empresa patrocinadora em algum escândalo que prejudique a sua imagem — e, consequentemente, a imagem do espaço nomeado.

Por fim, há ainda a possibilidade de a estratégia simplesmente não ser bem-sucedida, frustrando os recursos investidos. "Mas são riscos bem calculados perto da receita que os naming rights geram para um clube de futebol, um dono de estádio ou uma casa de show", afirma Fernando Trevisan.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que Casa Branca orientou funcionários a não fazerem apostas em mercados de previsões como Kalshi e Polymarket

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/04/2026 17:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,065-0,73%Dólar TurismoR$ 5,283-0,22%Euro ComercialR$ 5,928-0,44%Euro TurismoR$ 6,195-0,08%B3Ibovespa195.302 pts1,61%Oferecido por

Funcionários da Casa Branca, sede do governo americano, foram alertados no mês passado para não usar informações privilegiadas em apostas em "mercados de previsões".

O alerta foi feito por email enviado em 24 de março, um dia depois de o presidente americano, Donald Trump, anunciar uma pausa de cinco dias em sua ameaça de atacar usinas e infraestrutura de energia do Irã.

O email enviado aos funcionários da Casa Branca faz referência a reportagens jornalísticas sobre o uso de informações que não vieram a público para apostar em plataformas como Kalshi e Polymarket.

Davis Ingle, porta-voz da Casa Branca, disse à BBC que "qualquer insinuação sem provas de que funcionários do governo estejam envolvidos em tal atividade é jornalismo infundado e irresponsável".

Ingle afirmou também que todos os funcionários federais dos EUA estão sujeitos às diretrizes de ética do governo, que proíbem o uso de informações privilegiadas para ganho financeiro. "O único interesse especial que sempre guiará o presidente Trump é o bem-estar do povo americano."

A BBC entrou em contato com a Kalshi e a Polymarket para comentar o assunto, mas não recebeu respostas ainda.

A empresa comandada por bilionária brasileira no centro de polêmicas sobre 'apostas em guerra'

A Polymarket passou a ser escrutinada em janeiro depois que um apostador ganhou quase meio milhão de dólares (cerca de R$ 2,5 milhões) por causa de uma aposta na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pouco antes do anúncio oficial.

Não está claro quem fez a aposta, já que a conta anônima tem um identificador de blockchain com letras e números.

O caso gerou preocupações acerca do eventual uso de informações privilegiadas de operações militares americanas.

A popularidade de mercados de previsões, que movimentaram mais de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) no ano passado, tem crescido bastante.

As previsões podem estar relacionadas a praticamente tudo. Em geral estão ligadas a esportes, mas também podem envolver apostas, por exemplo, em decisões do Banco Central sobre a taxa de juros ou o resultado de eleições.

Essas empresas estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.

Apostas no mercado de previsões sobre conflitos alimentaram também o debate sobre como esse setor da indústria deve ser regulamentado.

Diferentemente das bets (firmas de apostas tradicionais), em que as probabilidades são definidas pela própria empresa, as plataformas de mercados de previsão funcionam mais como uma bolsa de valores, permitindo que os usuários apostem uns contra os outros no resultado de eventos futuros por meio de algo chamado de "contratos de eventos". Esses eventos sempre têm como resultado um cenário de "sim" ou "não".

Esse modelo permitiu que essas empresas ficassem sob supervisão dos reguladores financeiros nacionais da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Nesta semana, o congressista americano Ritchie Torres, membro do Partido Democrata que integra o Comitê de Serviços Financeiros, enviou um comunicado à CFTC solicitando uma investigação de apostas "suspeitas".

Em março, líderes do Partido Democrata (de oposição ao governo Trump, do Partido Republicano) apresentaram um projeto de lei para banir completamente o mercado de previsões de negociar apostas relacionadas a guerras ou ações militares.

Em teoria, essas apostas já infringem as regras financeiras dos EUA, que proíbem a negociação de contratos relacionados a guerra, terrorismo, assassinato, jogos de azar ou outras atividades ilegais. As apostas realizadas no âmbito das empresas desse mercado de previsões poderiam ser consideradas contratos desse tipo, perante a lei, argumentam os críticos.

"Corrupção e exploração estão prosperando neste momento por brechas nos mercados de previsões", afirmou o senador americano Andy Kim (Democrata por Nova Jersey). "Essa manipulação leva a uns poucos escolhidos a ganharem um monte, às custas dos trabalhadores americanos."

Críticos dos mercados de previsões afirmam que essas plataformas realizam, na verdade, operações de apostas esportivas e jogos de azar — e que estariam tentando se "disfarçar" como "bolsas de negociações" para evitar regras e impostos mais rigorosos enfrentados pelas bets, que são regulamentadas pelos Estados.

A divergência sobre quem deve fiscalizar os aplicativos gerou dezenas de batalhas judiciais nos EUA, à medida que os Estados começam a reivindicar seu direito de regulamentar essas empresas, em vez de deixar a supervisão a cargo da CFTC.

No Brasil, há relatos de que brasileiros conseguem usar essas plataformas usando remessas internacionais com criptomoedas ou cartões internacionais.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, as plataformas de apostas tradicionais — as bets brasileiras — que pagaram por outorgas de R$ 30 milhões para operar no Brasil, vêm solicitando, em reuniões com o governo, que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda bloqueie a operação de plataformas como a Kalshi.

Elas argumentam que essas empresas não poderiam operar no Brasil por não terem sede no país e nem terem pago pela outorga. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, a cofundadora da Kalshi, a mineira Luana Lopes Lara, disse que a empresa está em expansão e que estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PDV dos Correios: 3 mil funcionários aderem; número representa cerca de 30% da meta anunciada pela empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/04/2026 20:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1550,17%Dólar TurismoR$ 5,3610,3%Euro ComercialR$ 5,9770,62%Euro TurismoR$ 6,2240,64%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Pouco mais de 3 mil funcionários dos Correios aderiram ao plano de demissão voluntária (PDV) dos Correios até o início da noite desta terça-feira (7), último dia do prazo.

🎯Até o momento, 3.075 empregados aderiram ao PDV – um pouco acima de 30% do público-alvo projetado com o programa de demissão voluntária.

Os Correios informaram que não haverá nova prorrogação do prazo. Inicialmente, a data limite era dia 31 de março.

Em resposta à TV Globo, os Correios informaram ainda que, além do PDV, a estatal tem adotado outras medidas.

No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, a estatal disse que deu início ao processo de otimização de rotas logísticas e de controle de produtividade. E que negociou um acordo coletivo 2025/2026 e começou a discutir novas opções de jornada de trabalho.

“Essas ações, aliadas à redução orgânica do quadro, asseguram o cumprimento integral das metas do Plano de Reestruturação”, afirmaram os Correios.

O plano de reestruturação, que tem o objetivo de tentar tirar a estatal da crise financeira, foi apresentado no dia 29 de dezembro. Já são 100 dias desde a apresentação das medidas.

Nos dois primeiros leilões, realizados em fevereiro, por exemplo, os Correios colocaram 21 unidades à venda, mas apenas 4 foram arrematadas.

Nesta terça, a estatal informou que, até agora, garantiu uma arrecadação de cerca de R$ 11,3 milhões pela venda de 11 imóveis.

E que prepara novos leilões nos dias 9 e 16 de abril, quando 42 propriedades estarão disponíveis para lances em todo o país.

“Como estratégia de mercado para acelerar as vendas, parte desses imóveis será ofertada com deságio de até 25%. A iniciativa faz parte do plano de gestão de ativos da estatal, que busca dar uma destinação eficiente a imóveis que não são mais fundamentais para a operação logística”, informaram os Correios.

Outra medida do plano prevê o fechamento, até o fim deste ano, de 1000 unidades, incluindo agências, sem impactar a universalização –prestação do serviço em todo o país.

O rombo em 2024 cresceu e foi de R$ 2,5 bilhões. De janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de R$ 6 bilhões.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/04/2026 15:25

Tecnologia Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história A gigante da tecnologia completa 50 anos de existência. A BBC consultou diversos analistas para conhecer os maiores sucessos e fracassos da Apple ao longo da sua história. Por BBC

Poucas empresas conseguiram definir como as pessoas usam a tecnologia no seu dia a dia tão categoricamente quanto a Apple.

A empresa comemorou seus 50 anos de fundação na semana passada. Ela foi fundada por dois Steves, em uma garagem de São Francisco, no Estado americano da Califórnia.

Seu sucesso foi realmente estrondoso, mas a companhia também foi marcada por alguns fiascos notáveis.

Atualmente, cerca de uma a cada três pessoas do planeta tem um produto da Apple. Para Emma Wall, estrategista-chefe de investimentos da empresa de serviços financeiros Hargreaves Lansdown, este sucesso tem muito a ver com o marketing da empresa, além do seu próprio hardware.

Fachada da loja da Apple em Manhattan, em Nova York, em 21 de julho de 2015 — Foto: REUTERS/Mike Segar

Tim Cook se isola como CEO mais longevo da Apple; veja as diferenças para Steve JobsApple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões

Wall acredita que eles desenvolveram algo "bastante novo na época — a ideia de que a marca é tão importante quanto a linha de produtos."

A série de sucessos da Apple, sem dúvida, diminuiu após a morte do visionário Steve Jobs (1955-2011), um dos seus fundadores. A empresa passou a se concentrar mais em aprimorar sua tecnologia já existente.

Ken Segall, diretor criativo de Jobs por 12 anos, declarou à BBC que o atual executivo-chefe da Apple, Tim Cook, fez um "trabalho incrível" de adaptação com o passar do tempo, mantendo a rentabilidade da empresa.

Mas ele destaca que muitos puristas da Apple ainda não se sentem tão animados com a fase atual da companhia, pois "eles se lembram da antiga Apple, que era Steve Jobs."

Com a Apple completando meio século de existência, pedimos a especialistas e analistas da tecnologia que observassem algumas das mudanças mais significativas trazidas pela empresa para o mundo da tecnologia e as ocasiões em que ela, indiscutivelmente, errou o alvo.

Longe de ser o primeiro aparelho de música digital portátil na época do seu lançamento, em 2001, o iPod é um dos "produtos mais simbólicos da Apple", segundo Craig Pickerill, do blog The Apple Geek — não apenas pelo que ele foi, mas "pelo que ele mudou".

"Os aparelhos de MP3 eram desajeitados, sua armazenagem era limitada e gerenciar sua biblioteca de músicas parecia dar trabalho", relembra ele. "O iPod mudou tudo isso quase da noite para o dia."

O iPod foi lançado em 2001 e abriu o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor — Foto: Getty Images via BBC

O design de anel de clique diferenciava o aparelho, que introduziu a biblioteca iTunes, abrindo o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor.

Lançado em 2007, o iPod Touch foi projetado pela mesma equipe que viria a inventar o iPhone — que rapidamente superou o iPod.

"Sem o iPod, a Apple provavelmente não teria o apoio financeiro e a maturidade operacional necessárias para assumir a complexidade da indústria do smartphone", afirma o analista de tecnologia Francisco Jeronimo, da empresa de pesquisa de mercado IDC.

Mais de 200 milhões de iPhones são vendidos todos os anos. São cerca de sete aparelhos comprados a cada segundo, em algum lugar do planeta.

Para Ben Wood, da empresa de análise de mercado CCS Insight, o iPhone é o "Hotel Califórnia dos smartphones". Quando você tem um, é "muito improvável que você saia" do ecossistema da Apple para um aparelho concorrente, com sistema Android.

"iPod, telefone e comunicador via internet. Não são aparelhos separados, este é um aparelho", declarou Steve Jobs, radiante com a primeira versão do celular nas mãos, ao apresentá-lo ao mundo em 2007.

'iPod, telefone e comunicador via internet': Steve Jobs apresentou a primeira versão para o mundo em 2007 — Foto: AFP via Getty Images

Como muitos produtos revolucionários da Apple, o iPhone não foi o primeiro exemplo da sua espécie. Outros telefones já tinham capacidade de acesso à internet ou telas sensíveis ao toque.

Mas a jornalista especializada em tecnologia Kara Swisher defende que seu "belo marketing" ajudou a catapultar o aparelho para o público.

"Ele fez você pensar no iPhone não como um aparelho tecnológico, mas como um dispositivo de romance", afirma ela.

Mas seu sucessor, Tim Cook, assumiu com um propósito condizente com seu predecessor: produzir o melhor relógio de pulso do mundo.

Em termos de receita gerada para a Apple (cerca de US$ 15 bilhões, ou R$ 78 bilhões), é difícil argumentar que o smartwatch mais vendido do mundo não tenha atingido seu objetivo.

"Como negócio isolado, o Apple Watch ficaria confortavelmente entre as 250 a 300 maiores empresas dos Estados Unidos", segundo Wood.

O sucessor de Jobs, Tim Cook, queria produzir o melhor relógio de pulso do mundo — Foto: Getty Images via BBC

Seu primeiro protótipo era relativamente básico, mas seus modelos futuros também foram pioneiros na tecnologia de saúde vestível. Funções como o monitoramento cardíaco fizeram dele um importante promotor da tecnologia de saúde e fitness.

Atualmente, acredita-se que o Apple Watch venda mais unidades todos os anos do que toda a tradicional indústria de relógios de pulso suíços.

De certa forma, o computador pessoal Apple Lisa, lançado em 1983 pelo alto preço de cerca de US$ 10 mil (cerca de R$ 52 mil, pelo câmbio atual), foi inovador.

Ele foi um dos primeiros PCs a incorporar uma interface gráfica de usuário (GUI, na sigla em inglês) e um mouse.

O Apple Lisa foi lançado em 1983 por cerca de US$ 10 mil (R$ 52 mil) — Foto: Science & Society Picture Library via BBC

Mas o analista de tecnologia Paolo Pescatore afirma que o computador, destinado às empresas, era "caro demais", o que impediu seu sucesso comercial.

O fracasso, para ele, demonstrou que "estar à frente na curva não é suficiente se o produto estiver mal posicionado".

A Apple aprenderia com seus erros ao lançar o Macintosh original, um ano depois, com preço relativamente melhor para o consumidor final, de US$ 2.495 (cerca de R$ 13 mil, pelo câmbio atual).

O teclado com design "borboleta" da Apple foi um mecanismo introduzido nos laptops em 2015. Para Pickerill, ele foi um "raro deslize de confiabilidade".

Usado em aparelhos como o MacBook Air, o design consistia em equipar os teclados com teclas de encaixe bilateral que pareciam asas de borboleta.

O design do teclado foi um 'raro deslize de confiabilidade' — Foto: Bloomberg via Getty Images/BBC

Mas ele dividiu opiniões. Algumas pessoas afirmavam que o mecanismo dificultou a digitação nos teclados, dando a impressão de que a Apple estaria "priorizando a pouca espessura e não a durabilidade", segundo Pickerell.

Para Wood, um fracasso notável e muito mais recente da Apple foi o headset Vision Pro, o primeiro lançamento importante da empresa desde o Apple Watch.

Wood acredita que a grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito "complicada", sem conteúdo que permitisse igualar o sucesso de outros produtos da empresa.

O site de notícias de tecnologia The Information afirma que a companhia reduziu a produção do headset de US$ 3,5 mil (cerca de R$ 18 mil) poucos meses após o lançamento, devido à baixa demanda e à grande quantidade de estoque não vendido.

O fracasso significa que a Apple "provavelmente será cautelosa para entrar rapidamente em áreas relacionadas, como óculos inteligentes", segundo Wood.

A grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito 'complicada' — Foto: Getty Images via BBC

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que guerra no Irã fez ações da Petrobras baterem recorde – e como isso impacta a empresa e o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/04/2026 17:26

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

A recente valorização das ações preferenciais PETR4 da Petrobras na Bolsa de Valores (B3) reflete a alta da principal commodity da estatal: o petróleo.

Em razão da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o setor petrolífero mundial, no qual a companhia brasileira está inserida, vive uma enorme disparada de preços.

Mesmo assim, a corrida aos papéis da Petrobras talvez não ocorresse com a mesma intensidade sem a retomada de investimentos exploratórios e a modernização do parque de refino.

Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, que enfatizam as oportunidades abertas para a Petrobras diante da crise no Oriente Médio.

O país ainda necessita importar, entretanto, derivados como diesel, gasolina e querosene de aviação.

A recente valorização das ações preferenciais PETR4 da Petrobras (títulos que oferecem prioridade aos acionistas no recebimento de dividendos e compensações, geralmente não dão direito a voto e servem de referência para avaliação do valor de mercado da companhia) na Bolsa de Valores (B3) reflete a alta da principal commodity da estatal: o petróleo.

Em razão da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o setor petrolífero mundial, no qual a companhia brasileira está inserida, vive uma enorme disparada de preços.

Mesmo assim, a corrida aos papéis da Petrobras talvez não ocorresse com a mesma intensidade sem a retomada de investimentos exploratórios e a modernização do parque de refino.

Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, que enfatizam as oportunidades abertas para a Petrobras diante da crise no Oriente Médio, classificada por analistas do banco norte-americano Goldman Sachs como um autêntico choque do petróleo – o terceiro dos últimos 50 anos, depois dos registrados em 1973 e 1979.

Diferentemente dos choques anteriores, que apanharam o Brasil na dependência radical dos grandes exportadores no Oriente Médio, o atual encontra o país autossuficiente em produção de petróleo bruto, do qual é exportador.

Segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado na quarta-feira (1º), a produção brasileira de petróleo e gás natural bateu recorde em fevereiro, alcançando 5,304 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).

"Considerando que todos os outros fatores permaneçam inalterados, os preços do petróleo em alta poderiam aumentar exportações e receitas tributárias [do Brasil], assim como dividendos fluindo para o Tesouro", afirmam os economistas István Kecskeméti e Zoltan Horváth em análise divulgada no dia 11 de março no site da consultoria húngara OTP Global Markets.

O país ainda necessita importar, entretanto, derivados como diesel, gasolina e querosene de aviação.

Na esteira da produção recorde de fevereiro, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a empresa cogita a possibilidade de atingir a autossuficiência em diesel em cinco anos – originalmente, a intenção era suprir 80% da demanda nesse período.

"Muito provavelmente, porque a Petrobras adora desafios, quem sabe a gente chega com a possibilidade de ter um novo plano de negócios capaz de entregar a autossuficiência do Brasil em diesel", disse na quarta-feira (1º).

O anúncio coincide com registros de racionamento ou desabastecimento de diesel no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso, onde o insumo é determinante para o sucesso da colheita da safra de verão, que inclui culturas como soja, milho e arroz.

Preocupado com os reflexos da crise sobre sua imagem e a campanha pela reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu com indignação a um leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, da Petrobras, que vendeu o produto às distribuidoras com preços até 100% maiores do que os cobrados na tabela da companhia.

Lula ameaçou anular o processo, mas isentou a direção da Petrobras de responsabilidade pelo episódio.

"Para a economia brasileira, a grande preocupação centra-se no diesel – e, acima de tudo, nos fertilizantes", afirma o ex-vice-presidente do Banco Mundial Otaviano Canuto em artigo publicado na quarta-feira (1/4) no site do Centro de Política para o Novo Sul (Policy Center for the New South).

O economista Mahatma Ramos, diretor técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra, vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirma que o preço das ações da Petrobras tem sido historicamente afetado pelas situações externa e interna.

Ele lembra, por exemplo, que a ação PETR4 chegou a valer R$ 23 em abril de 2021, durante a pandemia do novo coronavírus.

No primeiro semestre de 2022, em razão da guerra da Ucrânia, o preço chegou a R$ 32, caindo depois diante das incertezas da sucessão presidencial daquele ano.

"Desde janeiro de 2023, o que se vê é um processo de recuperação do valor das ações", sustenta.

Essa escalada prosseguiu até o início de 2024, quando o preço da ação PETR4 estabilizou-se entre R$ 35 e R$ 42, e voltou a cair no ano seguinte por conta da desaceleração da economia chinesa e da guerra comercial.

"Agora, em 2026, [o preço da ação] explode de novo, alcançando quase R$ 50 de valor de face."

Para se ter uma ideia do peso da guerra do Irã na alta das ações PETR4, basta olhar o calendário.

No dia 27 de fevereiro, uma sexta-feira, véspera do início dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, a cotação desses títulos fechou em baixa de 0,28 pontos (–0,71%), tendo sido negociados na abertura a R$ 39,92, alcançando máxima de R$ 40,27 e fechando a R$ 39,33.

Em 2 de março, quando os mercados reabriram após o final de semana, as PETR4 arrancaram a R$ 41,30 e fecharam a R$ 41,13, registrando uma valorização de 1,8 ponto (4,58%).

Nos 22 dias seguintes de pregão, os títulos preferenciais da Petrobras deixaram de fechar no azul em apenas sete.

Em 1º de abril, fecharam a R$ 47,29 – uma valorização de cerca de 20% em aproximadamente um mês.

Quando se analisa a cotação do barril de petróleo Brent (cru), que serve de parâmetro para todo o setor petrolífero, as correspondências com as ações da Petrobras são evidentes.

No dia 2 de abril, esteve cotado a US$ 107,94, depois de atingir um pico de US$ 116,25 no dia 9 de março, quando ficou claro que o Irã utilizaria como arma de guerra a ameaça de bloqueio do estreito de Ormuz, por onde é escoado um quinto da produção petrolífera global.

Para o professor do Programa de Pós-graduação Profissional em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Maurício Weiss, o comportamento das ações da estatal brasileira de petróleo pode ser descrito com mais precisão como uma "síntese de fatores conjunturais e estruturais".

"Este ano, a Petrobras já subiu mais de 50% [em valor de mercado]. Em março, ela subiu 18%. Isso decorre de fato do conflito no Oriente Médio, com a alta dos preços dos combustíveis", explica Weiss.

O professor lembra, porém, que a empresa já vinha apresentando desempenho notável em termos de produtividade e lucratividade antes da eclosão da guerra.

"Desde o ano passado, houve uma grande elevação do lucro da Petrobras em relação ao [ano] anterior [2024]. Chegou a praticamente 200% de aumento [do lucro], superior a R$ 110 bilhões. Isso é resultado do aumento da produção de petróleo e gás, especialmente por conta do pré-sal", assinala.

O economista Cloviomar Cararine, do Departamento Intersindical de Estudos Estatísticos e Socioeconômicos (Dieese), ressalta que a avaliação do valor de uma empresa não é 100% neutra e objetiva, mas resulta da confluência de análises operacional, política e de mercado.

"Uma empresa pode ser muito rentável, ter um futuro muito promissor, mas, por uma série de questões políticas, por exemplo, acabar mal-avaliada", afirma.

"Ou o contrário: uma empresa pode estar se desmontando, completamente falida, e, por avaliação especulativa de mercado, ver subir o preço de suas ações."

Maior empresa da América Latina em valor de mercado, estimado em mais de US$ 130 bilhões, a Petrobras teve seu perfil incrementado pela descoberta e exploração das reservas situadas na camada pré-sal das águas territoriais brasileiras no Atlântico, entre 5 mil e 7 mil metros de profundidade, a partir de meados da década de 2000.

Na década seguinte, porém, a companhia foi alvo de um megaescândalo de corrupção, investigado pela chamada Operação Lava-Jato, que levou ao processo e condenação de pelo menos quatro diretores da estatal por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

No governo seguinte, do antes vice-presidente Michel Temer (MDB) (2016-2019), a gestão da Petrobras sofreu uma guinada por meio do chamado Preço de Paridade de Importação (PPI), da venda de ativos e da abertura ao capital estrangeiro na exploração do pré-sal.

Essa política forneceu o pano de fundo para a greve dos caminhoneiros, em 2018 – que tinha como uma das bandeiras o protesto contra o alto preço do diesel –, e para a forte alta do preço dos combustíveis em 2022, logo depois do início da invasão russa da Ucrânia, já sob Jair Bolsonaro (2019-2022), sucessor de Temer.

Personagem central do escândalo da Lava-Jato, que culminou em sua condenação e prisão por 580 dias entre 2018 e 2019 (as condenações foram anuladas em 2021 pelo Supremo Tribunal Federal), Lula elegeu-se no ano seguinte com a promessa de sepultar o PPI, sob o qual o litro da gasolina comum chegou a custar R$ 8,95 em 2022.

"Nós não vamos pagar o preço internacional, nós vamos pagar o preço do custo da gasolina aqui no Brasil", disse Lula em maio daquele ano.

"Porque a Petrobras tem que pensar no investimento, (…) pensar em 200 milhões de brasileiros que são donos dessa empresa ou são sócios dessa empresa", afirmou.

Sob pressão da alta do petróleo a partir do início da guerra no Oriente Médio, o governo Lula adotou uma série de medidas mitigadoras como a redução a zero do PIS/Cofins sobre o diesel, o subsídio de R$ 0,32 por litro desse combustível e a redução de alíquotas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pactuada com todos os 27 governadores.

Cararine afirma que a eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2024, e a guerra no Irã servem como lembrete de que a economia mundial continua largamente dependente dos combustíveis fósseis.

A China, por outro lado, embora continue sendo a maior importadora de petróleo do mundo, aposta na diversificação da sua matriz energética.

"A China tem petróleo, carvão e minerais críticos, mas tem apostado nos últimos anos na não-dependência do petróleo."

A Petrobras, avalia, deveria levar em conta a existência desses dois fatores – de um lado, o negacionismo climático de Trump e a nova guerra do Golfo, e de outro, o interesse da China em energia limpa – e converter-se de empresa petrolífera em empresa de energia.

"O futuro vai depender dessa relação de forças. Se, por um lado, esse modelo americano, que considero insustentável, permanecer por mais tempo, isso adiará a transição energética. Se houver uma mudança de direção nos Estados Unidos, com um governo mais preocupado com isso, crescerá o espaço para políticas que vão no mesmo sentido", finaliza.

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Tesla decepciona com entregas e enfrenta mais concorrência no mercado de carros elétricos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 11:29

Carros Tesla decepciona com entregas e enfrenta mais concorrência no mercado de carros elétricos Montadora do bilionário Elon Musk não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano. Por Redação g1 — São Paulo

A Tesla teve um começo de ano abaixo do esperado. A empresa não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano.

A queda acontece em meio à redução de incentivos para carros elétricos nos Estados Unidos e ao aumento da concorrência global.

Ao todo, a Tesla entregou cerca de 358 mil veículos no primeiro trimestre, número abaixo do esperado pelo mercado. Apesar disso, houve crescimento em relação ao ano passado.

Outro sinal de alerta foi o aumento no número de carros que ficaram sem vender. A Tesla produziu mais de 50 mil veículos a mais do que conseguiu entregar aos clientes — a maior diferença em pelo menos quatro anos.

A empresa também enfrenta um cenário mais competitivo. No ano passado, perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD.

A Tesla teve um começo de ano abaixo do esperado. A empresa não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano. A queda acontece em meio à redução de incentivos para carros elétricos nos Estados Unidos e ao aumento da concorrência global.

Ao todo, a Tesla entregou cerca de 358 mil veículos no primeiro trimestre, número abaixo do esperado pelo mercado. Apesar disso, houve crescimento em relação ao ano passado.

🔎Após a divulgação dos resultados, as ações da empresa, comandada pelo bilionário Elon Musk, caíram quase 4% e já acumulam perda de cerca de 15% em 2026.

Outro sinal de alerta foi o aumento no número de carros que ficaram sem vender. A Tesla produziu mais de 50 mil veículos a mais do que conseguiu entregar aos clientes — a maior diferença em pelo menos quatro anos.

A empresa também enfrenta um cenário mais competitivo. Recentemente, a Tesla perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD. Ainda assim, neste começo de ano, a Tesla conseguiu vender mais veículos 100% elétricos do que a rival chinesa.

Na China, um dos principais mercados da empresa, as vendas cresceram pelo segundo trimestre seguido. Entre janeiro e março, a alta foi de 23,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Mesmo assim, especialistas veem sinais de desaceleração. A empresa já acumula dois anos seguidos de queda nas entregas — algo inédito em sua história — e há previsões de que essa tendência continue.

Enquanto isso, concorrentes também ganham espaço. A Rivian, por exemplo, entregou mais veículos do que o previsto, indicando uma demanda mais estável por seus modelos.

Nos Estados Unidos, o fim de um benefício fiscal de US$ 7.500 para quem comprava carros elétricos também prejudicou as vendas. Sem esse incentivo, muitos consumidores deixaram de adquirir esse tipo de veículo.

Na Europa, montadoras tradicionais e marcas chinesas também estão disputando mais espaço, enquanto a Tesla mantém uma linha de modelos com poucas mudanças nos últimos anos.

Apesar dos desafios, investidores ainda apostam no futuro da empresa. Isso porque Elon Musk tem direcionado a Tesla para novos negócios, como energia solar, robôs humanoides e carros autônomos.

Hoje, a empresa vale cerca de US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,2 trilhões), mesmo com a maior parte de sua receita ainda vindo da venda de carros.

Um dos projetos mais ambiciosos é o de robotáxis — veículos que funcionam sem motorista. A Tesla já iniciou testes em Austin, no Texas, e planeja expandir o serviço nos próximos anos.

Além disso, a empresa está desenvolvendo o Cybercab, um carro autônomo de dois lugares feito especialmente para esse tipo de transporte.

Por enquanto, porém, essa operação ainda é pequena e limitada a poucas cidades, ficando atrás de concorrentes como a Waymo, que já tem uma presença maior no mercado americano.

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